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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 V - Caos em Utopia!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptySeg 16 Set - 1:03

Relembrando a primeira mensagem :

V - Caos em Utopia!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptySab 4 Jan - 1:35


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Colocava a minha mão em seu dorso, trazendo-o para perto de mim em um abraço apertado. O céu não me deixava mentir; havia sentido falta daquele homem e tê-lo ao meu lado era sinônimo de conforto — Eu prometo. Prometo jamais partir assim novamente - batia em suas costas para aliviar as suas lágrimas. Era o que havia aprendido; era o que fazia naquele momento em que pouco sabia como reagir. Ocasiões tão sentimentais assim não eram o meu forte e nem de longe estava habituado a elas, mas não fosse por isso que a evitaria — Estaremos juntos novamente. Para o que der e vier - recitava o bom adágio, naquelas poucas palavras que não conseguiam expressar tudo o que sentia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Onde quer, no que quer que meu coração tivesse se tornado, tinha certeza de que, agora, ele estava aliviado. Ainda não sabia a razão de ter me tornado essa arcabouço de ossos, e se tinha alguém que poderia me ajudar a descobrir, esse alguém era Gunter — Eu achei que você poderia ter a resposta que procuro. Por que me tornei isso? Por que voltei à vida?! - mais uma vez encarava as minhas mãos cadavéricas. Talvez eu nunca viesse a me acostumar com aquilo. “O que mais me dói em olhar para essa pilha de ossos é ver que as cicatrizes que ganhei nas forjas, que me lembram de meu finado pai e os dias que passei desejando ajudá-lo não estão mais aqui” - observava, lembrando de minha despedida em seu túmulo. Esperava um dia voltar lá; quem sabe o boné da marinha que deixei repousando sobre seu túmulo ainda não estivesse o protegendo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar de sentir que parte de mim havia sido deixada para trás, também sentia que parte havia retornado. Sentia isso ao ver a fila de marinheiros se alinhar diante de mim. Podia supor que eram todos soldados ou, no máximo, sargentos, visto que mostravam tanto respeito a um tenente. Reconhecia que a minha patente ainda estava longe de ser o suficiente para almejar o zênite que almejava, mas me enchia de um novo vigor ao ver que tantos homens estavam dispostos a permanecer na marinha em meio ao caos que havia se instaurado em Utopia. De tal forma, olharia para o Tenente Gunter, abrindo o que considerava ser um sorriso — Estes são os seus homens? - indagava — Sei que a situação deve estar difícil. Eu acompanhei de longe algumas coisas, mas não é hora de mantê-los parados. É hora de agir. A todo momento é hora de agir. Seja parando os malfeitores, seja ajudando a reconstruir a casa dos civis. Há muito a ser feito. Não há tempo para ficar parado. Você sabe disso - olhava para Gunter, esperando uma resposta — Eu não quero ver ninguém parado daqui em diante! - exclamava aos marinheiros — Vocês devem servir ao povo com as suas vidas! Esse é o caminho de um marinheiro! - e podia falar isso sem receio de estar sendo hipócrita.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, chamaria Gunter e começaria a andar em direção ao Quartel General — Aquele é o pequeno Ryu. Ele estará sobre a minha tutela agora. Um garoto fraco, mas que acredito ter um grande coração e que precisa de força para conquistar e proteger o que ama - apontava para o mancebo que havia encontrado no cemitério — Inclusive, eu escutei uns rapazes falando que dentro dessa caixa há uma Akuma no Mi. Me lembro de ter escutado vagamente algumas histórias sobre… mas o que seria isso? - questionaria a Gunter, com certa curiosidade a respeito do dito tesouro — Encontrei ele ao sair de minha cova… Ele estava na companhia de dois garotos que judiavam dele para encontrar essa caixa que chamaram de “tesouro” - complementava, explicando a situação para Gunter — Estou um pouco cansado, peça aos seus homens que o levem à enfermaria, por favor - pedia ao meu amigo, passando os meus dedos, novamente, no local que ele havia acertado — Foram bons socos - diria, quando já estivessemos a caminho do Quartel General. Não queria falar muito sobre, pois havia dado um a menos do que ele - e não deixaria isso barato no futuro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao chegar no Quartel General, a primeira coisa que faria seria ir atrás do meu uniforme de Tenente, assim como uma nova foice, vez que tinha perdido a minha na batalha contra Arloong — Aliás, o que deu com aquele grupo de piratas? - perguntaria a Gunter, após ter me vestido apropriadamente e ter alocado as medalhas em minha veste — Há algum deles aqui na prisão? - indagaria, enquanto convocaria o meu amigo a fazer-me companhia até o arsenal do quartel, onde pegaria uma boa e afiada foice¹. “Essa deve servir como uma boa reserva, mas prefiro empunhar uma que fiz com as minhas próprias mãos” - não podia negar, era muito melhor brandir uma arma que nascera de mim; afinal, se ela era uma extensão do meu eu, não poderia ser diferente — Estou quase pronto para voltar à ativa, mas antes, tenho uma visita a fazer nas forjas. Enquanto isso, pode me preparar um relatório da situação de Utopia? Quero saber quem são as forças que se encontram na região e o panorama geral da ilha - solicitaria a Gunter; apesar de estarmos na mesma patente, sabia que ele faria a tarefa com diligência e de boa vontade, pois era algo essencial para que eu pudesse fazer algo pela ilha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De tal sorte, rumaria para as forjas, após me despedir brevemente do novo tenente — Em breve estaremos em campo novamente - diria ao dar as costas, já imaginando a que tipo de arma eu daria a vida. “Uma afiada e sem igual!” - me exultava.




¹ Foice que o marine tem por direito a cada level.

Citação :

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Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!; Mudança no PP - Corpo Esquelético; Broche Azul (Saga); Tesouro do Cemitério; Desvantagem - Aparência Monstruosa.
Perdas: 13's Jason; Minha vida.

NPC's: Bando do Arloong; Capitã Katt; Ryu; Frank & Trevor.
Extras: Log Pose (07/30) - Wonderful - Utopia (28/30); Corpo decomposto (9/9)









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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptyQua 8 Jan - 0:37

Takamoto Lisandro Sem cor, depois edito, vou dormir!.



Finalmente frente a frente, Gunter reconhecia seu amigo e enfim podia senti que o ar da ilha estava mudando, ter Shen ao seu lado mudaria o rumo desta história. – Posso ter algumas ideias do que aconteceu com você.. Mas.. Não há nada tão estranho no mundo quanto sua situação Shen! Seu corpo é literalmente um esqueleto, não sei nem como se mexe se nem mesmo músculos, tendões.. Sabe. Carne, será devido sua força de vontade? – O atirador sabia que seu tenente tinha consigo uma vontade inabalável e nunca descansaria até cumprir seus objetivos, indagava se esta devoção tinha rendido uma segunda vida ao Karyo. Mudando um pouco de assunto, antes que começassem a se dirigir diretamente para o QG, o ceifador se olhava para o esquadrão e perguntava ao seu amigo sobre tais pessoas que o acompanhavam e haviam batido de frente com ele anteriormente. – Ah! Sim! São meus subordinados, esqueci de apresenta-los... Formação! – O quarteto formava uma fileira como antes e mais uma vez batiam continência para o morto-vivo. – Começando da ponta direita temos o sargento Williams e três soldados, eles são Helm, Uriel e Sam. Parecem novatos, mas todos carregam determinação em seus peitos. – Todos olhavam para Shen, porém Sam e Uriel desviavam seus olhares não encarando de frente o tenente, tinham ainda receio ou medo de Karyo.

É uma honra senhor de estar diante do herói de Utopia. – Falava respeitosamente o sargento para o esqueleto. – Fui um dos soldados que lutou ao seu lado, fico contente que o senhor tenha voltado, mesmo que seja dos mortos para nos ajudar! – Ele era um pouco mais velho que os demais, porém suas feições indicavam muitas experiências. Ouvindo as palavras de encorajamento de Karyo, todos respondiam conforme o procedimento, com um alto e bom. – Sim senhor! – Gunter sorria. – Mesmo estando tão diferente, você não mudou nada. – Era realmente bom saber que Karyo estava de volta.

Informando mais sobre Ryo e o tesouro, Gunter ordenava aos seus homens que ajudassem com a carga. Uriel e Sam encarregavam-se de levar Ryo com segurança enquanto o sargento estava servindo de escolta para os dois tenentes. – Akuma no mi?! Isso é bem raro, pelo que posso ver pela caixa, está bem trancada. O material parece resistente, mas nada que um pouco de força e astucia não resolva. – Eles caminhavam para o QG. – PERA! A AKUMA! – Dizia espontaneamente no meio da conversa com Shen. – A Amanda não tinha lhe dado uma na batalha com Arloong? – Ele indagava suspeito, raciocinando com calma. – Ela disse que havia lhe dado uma akuma no mi na esperança que acabasse com a batalha, porém ela afirmou que você comeu e não ocorreu nada. Disse que tinha morrido de besta sem nem mesmo usar o poder da fruta. – Ele dizia, as palavras de Amanda eram duras já que tinham sido ditas após algumas semanas da morte do ceifador. – Pensei que ela teria se enganado, porém se foi a fruta que te fez reviver?! Existe uma coisa capaz disso?! Se existir, devemos provar que você é um usuário. Podemos fazer o teste com kairoseki!

As especulações do marinheiro eram organizadas e racionais, seria de fato o poder da akuma no mi de Karyo que lhe trouxe de volta a vida? Só iriam saber ao testar, quase chegando ao destino, Shen passava seus dedos no local onde havia levado o primeiro soco do atirador, ele notava a ação e meio fora de si pedia desculpas. – Desculpa, não achei que fosse você. Não achei que algo tão impossível pudesse acontecer, mas sempre acreditei, sentia que você nunca havia nos deixado de lado. – Ele assentia abrindo um pequeno sorriso voltando a si, seus olhos brilhavam quando chegavam ao QG e na entrada um minúsculo grupo de marinheiros aguardavam ansiosos pela chegada de Karyo.

Boas vindas de volta tenente! – O grupo dizia com força, eles saudavam o esqueleto, alguns examinavam bem aquele ser misterioso, mas era indiscutível a autoridade que Gunter e ele tinham naquele momento, se o atirador afirmava que aquele era seu melhor amigo, não havia ninguém que ousasse dizer o contrário. – Recepção calorosa. – Citava. – Você mesmo assim não perde tempo. – Notava a movimentação do esqueleto ao adequar suas vestimentas com rigor das medalhas. – O uniforme continua o mesmo, porém foi bom tirar aquelas roupas de defunto. Não disse nada, mas estava podre. – Ele soltava uma risada, seu bom humor era genuíno. Recebia das mãos de um soldado uma nova foice, mas não se comparava com a sua criação anterior, ela informado que Ryo havia acordado, no entanto, estava atrelado a cama e não queria sair da enfermaria.

Os piratas? Muitos foram presos, eles estão abaixo dos nossos pés na prisão. A ilha passou por grandes dificuldades Shen, se não as piores que já vi. Os jornais anunciaram a queda de Utopia e nem mesmo sei se a ilha pode voltar a ser o que era. A população sofreu bastante, muitas perdas... – Seus punhos fechavam a medida que a tensão era criada. – Fish e piratas, foi uma batalha intensa, ele está foragido. A ilha está cercada, ninguém entra ou sai até sua captura, por agora, estamos nos esforçando para apaziguar regiões que são dominadas por piratas e usam os civis de refém. Por hora, isto é tudo.


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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptyQua 8 Jan - 17:26


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aliviava-me o coração encontrar Gunter. Sentia falta das conversas, de poder escutar a sua voz e ser escutado, de poder olhar e ser olhado — Temo que se fosse apenas a minha força de vontade, eu sequer teria morrido - meneava as mãos, fazendo questão de que olhasse para o meu corpo esquelético — Não nego que isso deva ser a coisa mais estranha da terra, no entanto - assentia com meu crânio, em consonância — Mas de toda forma, você não sabe como é bom poder estar aqui de novo - regojizava-me poder me reencontrar com um amigo e quanto ele havia progredido — Mais um quarteto de novatos ein... Treinei os irmãos Feurbach em Lvneel¹, já você, parece estar seguindo o mesmo caminho, que coincidência... - soltava uma leve risada, que me soava estranha demais e logo a interrompia, levando a mão à boca como se estivesse limpando a garganta. "É impressão minha ou a minha risada está... sinistra demais?" - questionava, não desejando pô-la a prova agora.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, também faria uma breve reverência aos subordinados de Gunter — Eu e o Tenente Gunter estamos na mesma barca desde que eramos soldados inexperientes. Vocês querem saber como o conheci? - olharia para o meu amigo, após soltar essa provocação. Havia-o conhecido enquanto ele burlava o seu tempo de serviço, no posto da gávea. Não tinha dúvidas que ele não queria que seus homens soubessem disso e, de fato, seria bastante constrangedor - até mesmo por eu ter-lhe dado alguns carões a respeito disso, mesmo quando estávamos nivelados — Contarei essa história quando pudermos relaxar em uma taverna qualquer ao apaziguarmos a situação em Utopia. Vocês tem a minha palavra - prometia, trazendo o braço ao peito — Basta que se esforcem e façam um excelente trabalho - abria o que seria um sorriso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tão tocante quanto estar de volta à vida era ver homens dispostos a sacrificar as suas vidas pelo bem dos mais fracos — Fico feliz em saber que está bem após todo aquele alvoroço - não me recordava do homem, mas certamente havia chegado após a derrocada de Arlong para controlar a situação. "Herói de Utopia..." - ponderava a respeito do título que me era dado — Que injustiça! Não me chamem de herói de Utopia! O que eu fiz demais?! - me enervava; e não era a toa. Ainda tinha bastante ressentimentos por não ter sido capaz de sobreviver aquela empreitada, ainda que tivesse derrotado Arloong e liberado o caminho para que aqueles civis fossem conduzidos em segurança — Derrotei aquele maldito pirata, sim! Mas isso... isso não é nem de longe o suficiente! Utopia está um caos! Não há heróis! Não ainda! - vociferava, movendo o meu braço com violência, a fim de acabar de vez com aquele discurso de herói que só me fazia lembrar de minha própria fraqueza. Eu não merecia ser chamado assim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo após relaxaria o braço que decretava o assunto encerrado, olhando para Gunter — Você pode imaginar como me sinto em ser chamado assim - dizia ao meu companheiro, que com seus olhos testemunhara a minha morte. Ainda, ele parecia ignorar momentaneamente o que havia dito, atropelando-me — Akuma?! A Amanda me deu uma akuma no mi?! Quando?! Me lembro de Unmei aplicar-me uma injeção e... e algo ser enfiado goela abaixo em minha boca - lembrava daquele terrível momento — O gosto... o gosto era o suficiente para me matar uma segunda vez - rememorava aquele horrendo momento em titubeava entre a tênue linha da vida e da morte — Kairoseki?! - um homem das forjas não deixaria de conhecer um material tão raro e de usos lendários — Então... aquelas lendas são verdade? - indagava, em relação a tudo. Era a primeira vez que me deparava com os poderes de uma akuma no mi — Eu?! - sentia-me hesitante em saber daquilo; afinal, era a fruta do demônio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu precisava confirmar aquela possibilidade o mais rápido possível — Vamos! Temos uma teoria a confirmar... - me dei a andar, com passos rápidos — Então eu fui amaldiçoado?! - me recordava das tantas coisas ruins que havia escutado a respeito de tais frutas  — Morrerei afogado?! - interiorano como era, crescido apenas no calor da fornalha, minha superstição superava qualquer lógica diante do desconhecido  — Começo a achar que não foi coisa boa ter voltado à vida... - ponderava. Vivo ou morto, abençoado ou amaldiçoado, faria o que deveria fazer, mas... não podia deixar de me sentir estranho e temeroso em relação àquilo. Tão logo voltávamos ao Quartel General e eu trajava novamente as minhas vestes, conseguia dissipar um pouco das preocupações. A sensação era indescritível — Me sinto como... como um pato que se perdeu nas montanhas de volta ao lar - comentava, próximo a Gunter. Mais uma vez, vivo ou morto, era ali que devia estar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era uma série de sensações nostálgicas que faziam meus próprios e frios ossos sentirem-se acalorados — A sensação do metal - deixava escapar, ao envolver a hasta metálica da foice em meus dedos mortos — Eu a sinto - sentia-me como se estivesse de olhos fechados, aproveitando a sensação de tocar a arma — Agora só me falta a forja; e o mar - esse último, entretanto, temia que nunca mais pudesse aproveitá-lo — Soldado, veja-me um jornal, por favor. Gostaria de ler a última edição e me manter a par do mundo dos vivos - pediria a um soldado próximo que não estivesse muito ocupado — Vamos testar isso - fazia menção à kairoseki — Onde podemos encontrar um pouco desse metal? - indagava, a fim de testar a teoria que Gunter havia proposto. De tal sorte, deixaria-o fazer o teste e, em seguida, rumaria em direção às forjas.




¹ Os irmãos Feurbach são NPCs que apareceram em minha aventura em Lvneel e agora estou usando na aventura dos Wind Clovers (Noskire, Noelle e Jonny).


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Perdas: 13's Jason; Minha vida.

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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptyTer 14 Jan - 23:48

Takamoto Lisandro Caraca



Aquele esqueleto não aceitava ser chamado de herói, para ele, somente ele, seu sacrifício foi uma fraqueza e total perca de sua determinação, se fosse forte o suficiente não teria nem mesmo que morrer. O sargento aceitava as palavras de seu tenente, porém seus olhos não tremulavam ou perdia seu interesse em Shen, aos olhos de Williams, quem estava a sua frente não era um fantasma ou um morto vivo, havia sentido o mesmo sentimento quando ficou ao lado de Karyo naquela batalha que o tirou a vida, mesmo aparentando aquela aparência horripilante, a voz serena e determinada de Shen entoou fortemente no peito do sargento, ele não demonstrou remorso, pois ele ainda acreditava que quem estava a sua frente era um herói de verdade. Gunter passava a mão em sua testa com um sorriso cínico olhando para Karyo que negava suas ações serem dignas. – Ai, ai.. Você nunca para Shen, nem mesmo a morte o parou, o que irá lhe parar?

Examinando com cuidado toda a situação, ele havia se tornado um usuário das tão misteriosas akuma no mi e sua fraqueza básica era água do mar e as pedras raras encontradas naquele grande oceano chamadas de Kairoseki. Akumados quando entram em contato com kairoseki ou o oceano, perdem seus poderes e se sentem fracos e incapacitados de fazerem qualquer coisa, seria como se suas energias tivessem sendo drenadas de seus corpos. – Temos algemas de kairoseki no QG, me dê um minuto Shen. – Disse Gunter, ele tinha poder o suficiente para arranjar as algemas pelo menos para uma pequena amostra e registrar de uma vez por todas que todo o reboliço que Karyo estava passando de fato tinha um motivo, a origem era a fruta do diabo. Enquanto isto, um soldado entregava a foice novinha em folha para Karyo, ele estava em um escritório fornecido diretamente para seu amigo organizar suas coisas, o soldado recebia as ordens do seu superior indo buscar o jornal, não era uma tarefa tão difícil, o mesmo já tinha o lido enquanto soltava um barro horas atrás, só teria que encontrar aquele papel se não o tivesse usado para se limpar obviamente. – Aqui estão Karyo, devo coloca-las? – O atirador abria as algemas logo após entrar abruptamente no recinto, Shen podia senti uma aura em volta daquele objeto lhe indicando que dali não viria uma coisa boa.

Com pequenos passos, o atirador se aproximava do ceifador. – Estique os pulsos. – Ele ordenava para o esqueleto, sendo assim, ele prenderia o malfeitor, e consequentemente Shen perderia suas forças e seu corpo que antes tinha uma postura rígida ficaria mole como uma geleia. – Está se sentido fraco? Parece que a teoria se comprovou, você realmente é um usuário de akuma no mi. – Afirmava Gunter com uma pose estilosa e sua abaixo de seu queixo. – Não pode fazer nada enquanto estiver algemado, uma brecha. – Dizia ele sorrindo e acertava um peteleco na testa dura do ceifador. – Eu sei que você nunca vai aceitar ser considerado um herói, mas para eles, você é um. Deveria notar isso, mas é tão teimoso que acaba confundindo as coisas. Desde que nos conhecemos sempre foi assim, não sabia se era teimoso ou determinado, as vezes era os dois. Will foi um dos sargentos se voluntariou para carregar seu corpo e decidiu ser meu subordinado para ser talvez o próximo Ceifador Branco. O que você fez demais? Você deu sua vida, seu idiota. – O tom de Gunter era sério apesar do sorriso gozador, ele tinha amadurecido e apenas queria que seu amigo entendesse que ele tinha dado tudo de si, isto por si já era o bastante. – Será que devo soltá-lo?

Ele girava a chave em seu dedo, o soldado entrava no escritório após bater na porta e se deparava com a cena, o esqueleto estava preso. – Eh.. O jornal senhor. – Gunter olhava para ele e dizia. – Certo, obrigado, pode se retirar. – O soldado saía da sala voltando a conter apenas aqueles dois no escritório. – Você vai precisar das mãos para ler o jornal. – Ele finalmente soltava Shen e lhe dava o amontoado de papel. – Fique à vontade, se tiver alguma pergunta sobre a ilha ou Fish, ficarei feliz em responder.


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptyQua 15 Jan - 0:35


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estava pronto para descobrir a verdade. Amaldiçoado? Akumado? Talvez os dois? Esticava as minhas mãos para Gunter, me colocando em uma estranha posição a qual nunca imaginei estar antes — As coisas parecem um pouco diferentes aqui desse lado - agitava um pouco os ombros, um tanto desconfortável, por me ver na posição do malfeitor e não do mocinho. Sempre fui eu a portar as algemas e a decretar a prisão — Imagino que isso seria o que aconteceria caso não tivessem me reconhecido - caçoava daquela triste verdade. Respirava fundo e balançava os braços, dando o consentimento final para que me prendesse — Estou pronto - determinei, olhando a algema se aproximar de meus pulsos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tão logo Gunter a fechou senti o frio metálico e aquela estranha sensação que me lembrava a maresia. Senti uma extrema sensação de torpeza e logo a minha visão esmaecia, me deixando em um breu completo. Ainda podia escutar os meus pensamentos, os quais letargicamente processavam a informação. "Ak-kumado..." - meus joelhos fraquejavam e eu colidia com a parede lateral, escorando-me nela para não ir até o chão — S-sol-t...e - balbuciava, mal conseguindo pronunciar as palavras. Gunter aproveitava a situação para maliciosamente - não havia outra explicação! - me torturar — S-so-l... - era cada vez mais difícil até mesmo formular simples palavras.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda, percebi certa movimentação na sala, mas não conseguia identificar o que era. Aqueles curtos momentos deixaram-me a impressão de muitos minutos e, quando Gunter finalmente soltava as minhas algemas, meu corpo ainda cedia, levando-me ao chão, onde fiquei com as mãos a sustentar-me, apoiadas contra a superfície, com os meus joelhos a auxiliar-me. Era como se a minha respiração estivesse pesada, mas eu não a tinha, entretanto, os efeitos eram idênticos — Mas que droga... que droga é essa?! - erigia-me aos poucos, buscando apoiar-me na parede — Então eu realmente comi uma akuma no mi - olhava para o meu insólito corpo, avaliando-o de forma diferente — Agora tudo faz um pouco mais de sentido - um pouco, valia ressaltar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Recuperado, recobrava a minha postura e estralava os ossos das mãos, dando-me um alívio acalentador — E o que temos aqui? - olhava para o jornal que o marinheiro havia deixado, ao meu pedido. Sabia que ali havia informações valiosas para alguém que havia sumido por todo esse tempo. Aproximaria-me dele, envolvendo-o entre meus dedos e abrindo-o na primeira página. "Nova diretora de Impel Down... Kate Shigeharu... espero que ela mantenha tudo na linha naquele inferno" - ponderava — Gunter. Você já conheceu Impel Down? - indagaria; acreditava veemente que a resposta seria não, então logo prosseguiria — Pretendo conhecer um dia. O que acha? - questionava. As notícias relativas à marinha eram de menos. Essa edição trazia-me algo um tanto... — Ex-Shchibukai?! O que aconteceu?! O Governo aboliu esse sistema?! - espantaria-me. Apoiava completamente a decisão. O GM e a Marinha não tinham que apoiar ou encobertar os crimes cometidos por pirata algum. Todavia, tal ruptura era um enorme passo e, não tinha dúvidas, traria um imenso problema — O mundo deve estar virando ao avesso, não só Utopia... - ponderava. A balança do poder havia sido afetada, era de se esperar que o caos se alastrasse.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Nunca havia me atentado direito para tais questões, mas agora que estavam à minha frente, começava a compreender que era necessário ter mais conhecimento a respeito de quem eram os inimigos. "Shiva...Giovanzio Martinelli..." - repetiria para mim o nome de alguns dos ex-Shichibukais, os quais agora estavam mergulhando o mundo em terror; minhas mãos apertariam as pontas dos jornais ao ler as notícias. Entretanto, prosseguiria a me inteirar do que acontecia no mundo — NOVA ALMIRANTE?! - bateria o jornal na mesa, olhando repentinamente para Gunter — O QUE ACONTECEU?! - era uma presunção óbvia: se haviam citado a nova almirante, era porque o antigo havia caído fora — O QUE TANTO ACONTECEU NESSE TEMPO EM QUE ESTIVE FORA?! - me exaltaria, olhando de volta para o jornal maltratado e pegando-o novamente."Alipheese Fateburn, O Símbolo da Esperança... suponho que suas contribuições para a marinha tenham sido grandes, fico contente com isso... Drake, o Algoz... não me agrada um marinheiro ser chamado dessa maneira... deve ser um baderneiro que precisa aprender os bons modos - ponderava, ao ver os nomes que estavam nos últimos destaques.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao virar a próxima página, mais uma vez me surpreenderia — Gunter! Você viu? Está falando sobre Lvneel! Espero que o Capitão Eric esteja bem! Na verdade, tenho certeza que está - confiava plenamente no homem que havia sido o meu superior por um bom tempo; mais do que isso, havíamos lutado juntos no campo de batalha, além das inúmeras vezes que ele havia me estendido a mão — Também espero que ele não fique tristes ao saber das notícias - diria, lembrando-me dos tempos em que lutávamos contra as garras de Eisenberg — Bem, aqui não há nada sobre esse tal de Fish. Quem ele é? - indagaria, em minha ignorância — E onde se encontra? É ele que está causando problemas aqui? Há mais alguma ameaça identificada na ilha? - me alvoroçava. Após Gunter me inteirar da situação, guardaria o jornal comigo — Tive o suficiente - diria, deixando a sala e indo em direção às fornalhas, onde pretendia confeccionar a minha nova arma.







Citação :

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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!; Mudança no PP - Corpo Esquelético; Broche Azul (Saga); Tesouro do Cemitério; Desvantagem - Aparência Monstruosa; Foice - Level 3; Seagull Newspaper - Edição de Destaque de Final de Ano.
Perdas: 13's Jason; Minha vida.

NPC's: Bando do Arloong; Capitã Katt; Ryu; Frank & Trevor; Quarteto do Gunter.
Extras: Log Pose (07/30) - Wonderful - Utopia (30/30); Corpo decomposto (9/9)











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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptySab 18 Jan - 23:33

Takamoto Lisandro Aquele post basico



AEle engolia tudo que podia, afoito pelas notícias teve que se expressar para cada nova página que virava. – O mundo virou enquanto você esteve fora. – Respondia Gunter para as surpresas de Karyo que não podia se fascinar mais sobre as informações, tendo em vista que em sua ausência tanta coisa tinha acontecido nem parecia que Utopia era a única grande catástrofe que ocorreu. – Certamente o capitão Eric está bem. – Continuava a folhar absorvendo ainda mais o jornal até que finalmente finalizasse sua leitura deveras oportuna.

O atirador tratava-se de dá ao seu amigo as explicações do seu melhor entendimento sobre o caso de Utopia, recebendo um resumo mastigado, Shen disporia de sua atenção para manifestar veemência de tudo aquilo. – A ilha fica bem monótona, porém existe uma movimentação de bandidos se aproveitando da destruição para acumular riqueza e civis transtornados buscando vingança através de violência. – Disse relutante, Karyo queria impor suas vontades e proteger a todos o mais depressa, sabendo disso decidiu ir até a forja para não só moldar e afiar suas armas, mas também seu espirito.

Chegando ao local pôde notar a ausência de marinheiros, existia apenas dois por ali, um batendo um martelo forte em sua espada vermelha fumegante e outro com uma prancheta anotando os recursos daquele recinto e este era quem recebia o tenente. – Bom dia senhor! – As notícias que Karyo Shen estava vivo e era um esqueleto passaram voando por todo o QG e não restou nenhum marinheiro presente naquele prédio que não soubesse que o Ceifador Branco parecia ainda mais com a morte do que o nome sugeria. – A forja está ao seu dispor, temos diversos tipos de materiais, recebemos um carregamento de metais. – Ele depressa abria algumas caixas que continha ferro, aço entre outros metais, em uma das caixas uma pedra vermelha brilhava para Shen e seus olhos se atiçavam inconscientemente por aquele cristal. – Oh! Este é um cristal apreendido de um pirata, dizem que foi trabalhoso derrota-lo, pois sua lâmina pegava fogo, porém os envolvidos descobriram que as chamas eram meramente ilusões feitas pelo pirata de alguma forma e o prenderam, ele tinha esse cristal amarrado no punho de sua espada. Se quiser pode pegar, vá em frente, a pedra é um bem quente então tenha cuidado.



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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptyDom 19 Jan - 3:15


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sabia que não era brincadeira quando Gunter dizia-me que o mundo estava de cabeça para baixo. A abolição do sistema de shichibukais só podia ter sido iniciativa do próprio Governo Mundial e, com isso, tinha certeza de que eles tinham um plano em mente para tomar uma medida tão drástica. "Espero que a maré desse mundo esteja virando" - suspirava, após ser bombardeado com tantas notícias devastadoras — Realmente, nunca conheci outro homem tão duro - me referia ao Capitão Eric — Ainda, há muito a fazer, irei cuidar de arranjar uma ótima companhia - fazia alusão à arma que estava projetando — Cuidaremos desses bandidos em breve - deixaria a sala, tanto um leve tapa no ombro de meu companheiro — Muito em breve - reafirmava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já na forja, era bem recebido pelos demais marinheiros, os quais reconheciam-me como o seu superior — Bom dia, senhores! - cumprimentar-lhes-ia, aproximando-se e esperando não assustá-los — Que novidades vocês tem a me contar? - indagaria, assentindo com o crânio ao ouvir as informações prestadas — Ótimo, ótimo, bastante oportuno - rumaria até o depósito de minerais, avaliando os minérios que havia à disposição — Nada mal, nada mal... - ponderaria, ao pegar alguns lingotes de ferro e de aço, jogando-os para acima a fim de avaliar o seu peso — Mesmo assim, estamos em uma situação difícil de conseguir materiais, acredito... Lembrem-se, homens, nem sempre o que nos é de direito é justo - ao pegar a matéria-prima que considerava necessária para a confecção do projeto, deixaria o valor que acreditava adequado - e um pouco mais¹ — Depois levem esse dinheiro para o financeiro. Conto com as suas nobrezas. Ainda assim, passarei lá para conferir - deixava claro o que deveriam fazer, com um tom levemente intimidador².

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao voltar a olhar o depósito de mineirais, deparava-me com um brilho cintilante, uma pedra que emanava o espírito do fogo — Oh - deixava escapar, levando a minha mão até ela e envolvendo-a — Posso sentir a sua energia - meu olhar vidrava no cristal e, por um tempo, não conseguia me desviar dele — Irei ficar com isso - guardava em minha bolsa. "Não irei utilizá-lo agora. Preciso pensar em um bom uso para um material tão raro e especial" - ponderava — Obrigado pela informação, marinheiros. Esse pirata deve ter dado um grande trabalho" - retirava mais um pouco de minha poupança paga pagar o cristal³ — Posso saber qual era o nome do malfeitor? - indagaria os soldados, ao passo que levaria os minérios até uma das fornalhas disponíveis.


~ Início: Post de Forja (Foice dos Gêmeos Vazios) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Acendia à minha frente as cálidas brasas que alimentavam o fogo voraz que cintilava em meus olhos. O carvão negro incendiava-se, tornando-se cada vez mais brilhante. "Cresçam e dancem, pequenas labaredas" - lembrava daquelas palavras infantis que meu pai sempre dizia – e as quais sempre vinham à minha, como quando forjei a Sinfonia e o 13’s Jason. Estar nas forjas me revigorava com um novo ânimo, quase imaturo; para mim, era como brincar em um parque. Sentia a necessidade de reanimar algo novo, após ter a minha obra-prima quebrada em uma intensa luta contra os tritões. E, quanto à Sinfonia, seu fio já não era mais o suficiente e afiá-la não me traria os mesmos resultados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após algum tempo deixando a fornalha esquentar, as condições pareciam adequadas; as brasas já flutuavam e o calor abrasador amornava os meus ossos. Podia senti-los arder, ainda que não houvesse mais pele. Desta vez, as forjas de Utopia eram mais aprimoradas; os materiais disponíveis, tanto para a segurança como para a produção estavam em maior disponibilidade, diferente do que havia visto no precário Qg das terras onde nasci. Cobri-me com as luvas e o avental de ferreiro, precavendo-me contra alguma intempere ou eventual falha. Até mesmo o melhor dos ferreiros podia cometer deslizes, então por que não eu?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Á priori, era preciso tornar o metal sólido em líquido, elevando-o a altíssimas temperaturas. Não sabia dizer em valores científicos, mas alguém que havia crescido nas fráguas sabia dizer o ponto certo do metal ao olhar. Esse trabalho exigia um pouco mais de metal do que os meus passados, além de ser mais complexo - muito mais complexo. Sentia falta de minhas mãos calejadas, adornadas de cicatrizes - mediante as sucessivas falhas que me levaram a aprender o ofício - e agora eram apenas ossos, os quais levavam-me a encher o balde de pedra, já chamuscado em um negrume que marcava a sua história, com o lingote de ferro necessário para dar estrutura à arma, com a grande pinça que o introduzia na fornalha. "Irá levar algum tempo, enquanto isso arrumarei os moldes"" - deixava a moldeira do corpo principal ao lado, pondo em ordem os acessórios que dariam a funcionalidade extra da arma que eu intentava produzir, para melhor me organizar. "Fieis companheiros - dizia para mim mesmo, satisfeito; afinal, eles facilitavam imensamente a minha vida.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vislumbrava o líquido incandescente com o mesmo encanto de sempre. Era belo por si só, mas só um ferreiro como eu poderia dar-lhe forma em algo com um quê artístico. Chegada a hora, retirei o balde das chamas e despejei com cautela o seu conteúdo naquela fôrma. Logo o líquido ajustou-se ao formato de uma foice, fazendo os meus olhos brilharem em um intenso rubro; o processo de criação era algo além de magnífico. Dei algum tempo para o líquido repousar, guardando o velho balde de pedra. As moldeiras estavam preenchidas, desde o corpo principal aos acessórios. A grande novidade daquela arma era a sua capacidade de expandir. O cabo era um cabo falso; dentro do tubo externo, haveria um interno, o qual seria responsável pela extensão do armamento. Dessa forma, com um clique, que afastaria o lacre, a foice poderia aumentar o seu cumprimento, emperrando com um segundo clique no botão. “Esses dois metros extras farão toda a diferença” – antecipava as possibilidades. Só essa função poderia me ganhar uma luta contra um oponente desavisado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ademais, havia ainda o compartimento que acoplava ao início das duas lâminas. Era como uma pequenina caixa, a qual podia ser aberta por uma tampa. Ligava elas a um fino pistão que percorria a haste da foice até o cabo, ligando-o a outro botão. Ao ser apertado, o pistão se moveria e uma abertura embaixo da caixa – não em cima, que seria o local da inserção da substância – seria aberta, permitindo a secreção da substância. Não era algo que eu pretendia usar com frequência, mas seria muito útil ter à disposição alguma substância de paralisia ou um veneno, para ser usado contra um animal selvagem ou em uma situação de vida ou morte.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A próxima etapa era arrefecer tudo aquilo, após juntar as partes incandescentes e martelá-las com cuidado para que se fundissem, mergulhando o molde no tanque d'água com o cuidado que uma mãe tem com o filho. Afastei-me, pois o vapor mais quente que saia desse processo poderia até mesmo queimar os meus ossos e me causar prejuízos. Era, de fato, aprazível de se ver, mas como várias coisas bonitas, também tinha os seus perigos. Parecia estar feita, tinha a forma que eu desejava, mas o processo não havia acabado. Era preciso elevar a sua flexibilidade e resistência, para que não quebrasse nos momentos mais inoportunos. E ainda era preciso dar fim as imperfeições, tão indesejadas. Para isso, era preciso empregar-se o martelo de forja; com duras pancadas que uma arma se pode fazer forte. Com o devido aparato da pinça, deixei a foice nas chamas até um estado cadente, tirando-a apenas para martelá-la com minhas hábeis mãos, evitando quaisquer protuberâncias e endireitando o corpo, para mais uma vez arrefecê-la e retornar para as chamas, repetindo o processo até que ela estivesse livre de imperfeições notáveis e angariado as suas características próprias e especiais. Afinal, também queria dar-lhe um aspecto especial.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passava a mão na foice, já fria e moldada após muito esforço. "Está boa, flexível e resistente" - pensava, o sabia pelo som que o ferro produzia, algo que apenas os ferreiros sabiam identificar. No entanto, ainda não havia acabado. Era necessário afiá-la para torná-la uma genuína arma. Com a pedra de amolar em mãos, comecei a lixá-la, afiando-a até ganhar um exímio fio. Passei a mão na área cortante, traçando uma linha de sangue em meu dedo. "Mortífera" - pensei. E realmente o era. Estava pronta, bastava polir a arma para emitir um digníssimo brilho metálico, e assim procedi. Com o corpo todo metálico, estava feita a minha mais nova arma, que brandiria com orgulho nos campos de batalha. ”Foice dos Gêmeos Vazios” – decidi o seu nome, fazendo referência à dupla lâmina e aos compartimentos “vazios”, que permitia a lança aumentar o seu tamanho. Agora, estava pronto para voltar à atividade. Estava pronto para brandir a minha arma em nome da mais lídima justiça.

~ Término: Post de Forja (Foice Assassina) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mesmo tendo terminado o meu trabalho com a foice, ainda resta trabalho a ser feito nas forjas. E disso não podia reclamar. Sentia a ardência que me rememorava a idílica sensação de casa. Dos tempos em que o meu pai me corrigia e me dava bronca por minhas fugas à fornalha para fazer o que nenhuma criança gostaria: trabalhar. Ver as condições de saúde de meu finado pai se deteriorarem me era aterrador, ao ponto de querer tomar todas as suas dores para mim. No final das contas, não foi o suficiente, mas o seu legado estava em minhas mãos.

~ Início: Post de Perícia (Criação de Projéteis) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De tal sorte, ficaria ali por mais algumas horas, no fito de aprender a construir projéteis. Essa era uma arte que ainda não dominava, mas que, ao ser acrescida ao meu rol de habilidades, incrementaria em muito o poderio do grupo, caso viesse a produzir algumas munições para Gunter ou para Amanda. Tinha certeza que o tempo investido aqui seria útil e traria reflexos para a nossa atuação em campo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dessa forma, construiria e reconstruiria, sob a máxima da tentativa e erro, modelando e remodelando, analisando e ponderando, assim como seria de ser com qualquer aprendizado. Avalaria cada criação minha, unidade por unidade, avaliando-as e pensando em formas de melhorá-las. Manteria a minha cabeça aberta para uma gama de possibilidades. Com as minhas habilidades em forja, acreditava que restava adaptar os meus conhecimentos e refiná-los para algo em menor escala, em um lento processo de assimilação. Por fim, só me daria por satisfeito ao saciar a minha ambição; dali, desejava que conceber algo pequeno, mas extremamente letal.

~ Fim: Post de Perícia (Criação de Projéteis) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a foice criada, guardaria-a, indo em direção à sala da Capitã Katt ou de quem estivesse à frente do QG — Homens! Quem está no comando do Quartel General? - indagaria, a fim de me situar — Onde posso encontrá-lo(a)?! - buscaria me informar e, logo em seguida, iria até o local — Tenente Karyo Shen se apresentando, senhor(a)! Temo que tenha voltado aos meus deveres mais cedo do que se pôde esperar - comentaria, esperando alguma instrução — Estou à completa disposição para realizar alguma diligência. Todavia, desejo juntar um grupo de marinheiros fortes e cair no campo. Esperei muito e estou sedento por isso - mostraria a minha determinação, com minha postura rígida e valendo-me de minha encantadora voz para expor os meus sentimentos — Permita-me agir o quanto antes - pediria — Além da missão que me foi passada pelo Capitão Beethoven, me resta muito a fazer por Utopia - esperaria alguma instrução, para então complementar — Vejo que a cidade está um caos, destruída das fundações às lajes. Não tive condições de saber a respeito do status de minha missão anterior, mas solicito que o dinheiro seja destinado à reconstrução da cidade. Dispenso tais ganhos - abaixaria a cabeça, em uma breve reverência.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Além do mais, havia algo me incomodando. Apesar de ter virado um akumado, sentia que a minha força não havia mudado muito após a troca de golpes com Gunter. Pelo contrário, eu precisava me adaptar ao meu novo corpo e, não satisfeito, era preciso alcançar um novo patamar para me manter vivo na Grande Rota - isso havia experimentado em primeira mão; e, mais importante, manter os meus companheiros e às pessoas inocentes vivas — Senhor(a), peço que conceda-me a honra de me treinar. Apesar do meu desejo, sinto que preciso de algo novo para exercer melhor a minha função. Para garantir a segurança de todos, necessito não de poder... mas uma forma de exercer melhor o meu poder - colocava-me sobre um dos joelhos, com um dos punhos fechados no chão e o outro braço cruzado sobre o meu joelho — Peço muito mais do que mereço. Ainda assim, clamo para que aceite o meu pedido egoísta - abaixava ainda mais a cabeça, nada orgulhoso de minha derrota. Entretanto, em algum lugar nas profundezas de meus ossos, urgia o desejo de agir.





¹ Apenas explicando o custo do projeto.
² Usando a perícia. Caraca, agora que sou um esqueleto, será que ela vai começar a prestar?
³ Ainda explicando o valor que gastarei no projeto, só de roleplay. Esse cristal é o item do Amigo Secreto, para deixar amarradinho.

Foice dos Gêmeos Vazios:
 


Citação :

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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!; Mudança no PP - Corpo Esquelético; Broche Azul (Saga); Tesouro do Cemitério; Desvantagem - Aparência Monstruosa; Foice - Level 3; Foice dos Gêmeos Vazios; Seagull Newspaper - Edição de Destaque de Final de Ano; Localização - Log Pose - Utopia (30/30); 1x Missão.
Perdas: 13's Jason; 3.000.600; Minha vida; Peso - 106 kg;

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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptySex 24 Jan - 22:40

Takamoto Lisandro Só vamo



Shen entrava sem mais delongas no escritório da capitã Katt, aquela mesma que queria barrar a entrada de Kurai no seu enterro, ela tinha instintos tão afiados quanto ao de seu belo mascote que deitava no chão meio razinza olhando para a pilha de ossos deliciosos que agora se encontrava a sua frente. O bichano passava sua língua entre os lábios e olhava para sua dona que estava de pé batendo em sua mesa com raiva, parecia que a dona e o mascote estavam ambos irritados. – Então é verdade. – Era dizia em seco, parava de bater em sua mesa e mesmo com uma expressão feroz na face andou até o tenente que se apresentava e continuava em sua posição, ela andava dando a volta no usuário de akuma no mi e ditava seu veredito. – Um esqueleto falante, um marinheiro, um herói? Não importa o que você é, a marinha está precisando de muito mais para resolver todos os problemas que esta ilha passa. Acha que finalmente está pronto? – Ela indagava olhando possessivamente para o fantasma sem se incomodar em olhar nas covas que ficavam os olhos do marinheiro.

Ele respondia que estava determinado a exercer suas tarefas o quanto antes, sabendo disso, ela já preparava uma papelada que tinha a disposição depois de saber dos rumores que o ceifador branco havia voltado da morte. – Você viu o inferno? Ou foi para o céu? Imagino que a vida pós morte deve ser entediante. – Ela comentava enquanto folhava os papeis e relatórios antigos. – A sua missão era proteger os civis contra piratas naquele ponto especifico, o dever foi cumprido, porém você havia perecido. Sua missão foi executada com sucesso, não sei se você tinha ideia disso. Meus parabéns. Salvou dezenas de pessoas, morreu e reviveu para continuar com seu trabalho, eu diria que isto é impossível, mas o vendo aqui diante de mim, não sei o que é mais impossível. – Ela franzia a testa a massageava com seus dedos. – Já deve saber da situação de Utopia, o comodoro se encontra desaparecido no momento assim como o Fish. O sistema de shichibukais não vai mais protege-lo, nossa priori é captura-lo.

Cercamos toda a ilha, o maldito não vai fugir de jeito nenhum. – Ela confirmava retornando os papeis para seus lugares originais, dava mais uma olhada em Shen, observava sua nova arma que havia montado na forja onde pode desfrutar do aprendizado e esforço na sua montagem. – Você é muito benevolente, um coração puro se você ainda tiver um ai.. Faça como quiser com seu salário, não estamos requisitando fundos até desaparecermos com todos os problemas que poderiam ruir com a ilha. – Shen notava que mesmo após sua transformação ele não tinha ganhado nada além de sua vida novamente, queria ficar mais forte para deter todos os maltrapilhos que estariam em sua frente, pedia de forma humilde para que a capitã o treinasse diretamente. O leão olhava para sua mestra e a via sorrindo, ele já conhecia aquela expressão e sabia que dali viria apenas dor e sofrimento, fingia voltar a sua soneca e sentia seu corpo tremer inconscientemente. – Treinar? Gosto do jeito que pensa! Estou realmente puta com tudo isso e preciso extravasar, um treino é uma boa ideia.

O esqueleto mal sabia no que estava se metendo. – Me siga! Vamos para um espaço maior, quero me soltar! – Ela dizia mostrando o caminho para o marinheiro que tinha um destino um quanto cruel nas mãos da moça, saiam do QG e estavam próximos a ele. – Ela retirava parte de suas roupas deixando uma regara preta em seu torso e uma calça longa da marinha, ela não usava sutiã para a felicidade dos pervertidos. – Quando estava no seu cargo já tinha ganhado bastante lutas e aprendido o rokushiki. Vamos ver o que mais se adequa às suas tendências.


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptySab 25 Jan - 16:27


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Perdoe-me pela insistênciar - respondia a Capitã, acerca do meu salário como marinheiro — A cidade está um caos. Tenho certeza que cada centavo será útil para reconstruí-la... mas se me dispensar uma segunda vez, usarei o dinheiro eu mesmo para criar moradias e abastecer a população - complementava, nem tão satisfeito em saber que a marinha ainda não havia começado um plano de reconstrução. Era certo que havia a possibilidade das coisas ainda piorarem, mas tais esforços serem negados... não era algo que me agradava — Capitã, peço que considere que, após o nosso treinamento, eu assuma a reconstrução de alguns bairros - solicitava, em tom cortês.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como era de se esperar, ela tinha muitos questionamentos a fazer. Não era todo dia que se encarava um esqueleto vivo. Meneei a cabeça em negativa — Não. Não vi o inferno, tampouco o céu. Vi o mundo humano - dizia, em um tom lúgubre — Temo que, se há um inferno, estamos aqui - lembrava dos dias que havia passado flutuando como um fantasma, adejando a ermo, em meu caminho de completa solidão. Mesmo absorto em minhas memórias, corria-me um frio ao escutar sobre o sistema de shichibukais. Sabia que os Sete Lordes não eram brincadeira e, não obstante condenasse-os, reconhecia que o mundo viraria de ponta cabeça - e esse era apenas o prelúdio — Espero que nossos esforços sejam o suficiente para deter esse malfeitor - corroborava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em minha estadia ali, alternava o olhar entre a Capitã e o seu leão, o qual me deixava, de alguma forma, ansioso — Eu espero, com toda sinceridade, que o seu amigo não goste tanto de ossos - não podia deixar de comentar. A cada movimento do animal, meu olhar recaia sobre ele, quase que instintivamente. "Nunca desgostei tanto de felinos... deve ser uma nova paranoia"  - da pilha de ossos que era, não me surpreenderia se ele partisse para cima de mim, a fim de roer-me até o talo. E em nada aliviava-me a consciência ao liberar a passagem para a Capitã, junto ao seu fiel companheiro. Deixaria que ela seguisse em frente, em sinal de respeito à hierarquia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Caminhávamos em direção ao pátio, onde Katt concordara em me aceitar como discípulo — Fico grato pela oportunidade - abriria distância, me pondo frente a frente com ela — Mas... o que são rokushikis? - sempre me surpreendia com a quantidade de coisas que não sabia. A Grande Rota se mostrava uma verdadeira caixa de surpresas e elementos fantásticos, surreais, sempre vinham à tona. Tinha certeza que as águas profundas desse mar ainda escondiam mais segredos que a minha vã sapiência podia imaginar — Mais uma vez terei que pedir perdão. Agora, pela minha ignorância, mas não sei do que vossa excelência está falando - me curvaria — Mas se te ajudou a ganhar lutas... imploro que me ensine - clamava, com toda a minha humilde e reconhecimento de que precisava avançar um patamar para conseguir sobreviver naquelas terras que exigiam a carne e o sangue.







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Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!; Mudança no PP - Corpo Esquelético; Broche Azul (Saga); Tesouro do Cemitério; Desvantagem - Aparência Monstruosa; Foice - Level 3; Foice dos Gêmeos Vazios; Seagull Newspaper - Edição de Destaque de Final de Ano; Localização - Log Pose - Utopia (30/30); 1x Missão.
Perdas: 13's Jason; B$ 3.000.600; Minha vida; Peso: - 106 kg;

NPC's: Bando do Arloong; Capitã Katt; Ryu; Frank & Trevor; Quarteto do Gunter; Kate Shigeharu; Shiva; Giovanzio Martinelli; Alipheese Fateburn; Drake; Fish.
Extras: Log Pose (07/30) - Wonderful - Utopia (30/30); Corpo decomposto (9/9)





Objetivos


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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptyDom 26 Jan - 18:04

Takamoto Lisandro OLOKO



Ele não sabia de nada, não sabia das técnicas tão poderosas produzidas para o aperfeiçoamento do corpo e da mente para combater os maiores criminosos do mundo, porém ele não tinha culpa já que apenas agentes e altas patentes da marinha tinham acesso ao conhecimento e aprendizado das habilidades chamadas rokushiki. – Todo esse tempo na Grand Line e não tinha se deparado com nenhum agente ou marinheiro utilizando rokushiki? Se bem que achar agentes é um desconforto mesmo, acho que você é sortudo. Afinal de contas, será comigo sua primeira vez. – Ela sorria maliciosamente, mas apenas brincava, pois se o corpo de Shen havia se tornado completamente esquelético, não poderia ter o membro que todo homem preza.

Me ataque com tudo! Gosto mais da prática, prometo que não farei nenhum movimento. – Ela disse incitando o marinheiro a ataca-la. – Vamos, não tenha medo! – Sabendo que era uma ordem, ele não poderia recuar. Mesmo que atacasse, ela ficaria em uma posição quase que aberta, porém não mexia nenhum musculo e o possível ataque seria refletido como se tivesse atacado uma parede de aço. – Isso se chama Tekkai! – Ela gritava ao ver o ataque do rapaz falhar, e com a ponta de seus dedos ela atacava e era como se um tiro passasse pela lateral do rosto do morto vivo. – Este é o Shigan! – A luta parava e a capitã balançava sua cabeça satisfeita por sua demonstração. – Sei apenas mais um rokushiki, mas no total são cinco. Explicarei todos. – Ela dava um breve resumo. – Qual você vai aprender?


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 6 EmptySeg 27 Jan - 2:15


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estava pronto para dar o próximo passo - assim pensava. Ao menos, era o que a minha determinação dizia. E, mais ainda, ao ficar abismado com o que a minha superior me mostrava — Mas como isso é possível?! - exclamava, ao sentir o meu instinto protetivo estourar quando ele me mostrou o tal do shigan. "Rápido e mortal, mas não utilizar uma arma para mim... não é algo que ache agradável" - havia mais de ferreiro em mim do que de esqueleto, por mais que a minha aparência me contrariasse — Não tenho dúvidas de que é uma técnica poderosa, mas ao passo em que é forte, é em mesma proporção uma desonra para um ferreiro usá-la... É como se eu dissesse que as minhas armas não são o suficiente - explicava, puxando a minha foice e girando-a no ar, em diversos movimentos circulares.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, o shigan havia me despertado mais interesse que o tekkai. De toda forma, estava interessado em saber mais sobre os rokushikis e não pretendia negligenciar o conhecimento de nenhum — Então isso fortalece o corpo? - questionava — Os ossos também? - era uma pergunta válida e, comparado ao shigan, esse seria mais útil para mim, apesar de não ter tanto interesse — Levar golpes não é algo que eu tenha prazer, mas... desculpe-me a falta de educação, mas eu poderia acertar um golpe com o lado cego para testemunhar a eficácia de tal habilidade? - se a minha proposta tivesse acalento, investiria na direção da Capitã, golpeando a lateral de suas pernas com o lado não cortante da foice; em uma recusa, gesticularia com a mão, a fim que ela me mostrasse a próxima técnica — Firme como uma raiz forte. Satisfeito - comentaria, após conhecer em primeira mão o seu poder.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E quais as outras? - escutei a respeito de cada um dos outros três rokushikis com atenção — Esse! É desse que eu preciso agora! Soru?! - me exultaria ao saber que tal rokushiki era utilizado para a aproximação — Dispensarei o Rankyaku pelo mesmo motivo do Shigan. O Kami-e me parece bom, mas não é isso que preciso agora, talvez no futuro! E digo o mesmo para o geppou! - botava ênfase neste último. Não era que nunca tinha tido contato com os ditos rokushikis, apenas não sabia que eram chamados assim ou quantos existiam, além do que alguns faziam - estes que nunca havia testemunhado ou escutado -; mas, no combate contra Elena Eisenberg, mãe de Unmei, o Agente Matty Tuudus havia utilizado o geppou, sendo este o meu primeiro contato com a habilidade¹.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dessa forma, já ciente de qual o primeiro rokushiki que queria aprender, cerraria o punho de uma das mãos, com a palma da outra aberta, juntando-as — Peço que me guie nesse caminho, Mestra - respeitosamente solicitava. Respeitava a Capitã, afinal, era forte e tentava manter a ordem em Utopia, mesmo durante todo esse caos. Assim, permaneceria ali no pátio com a Capitão, permanecendo treinando até pegar o conceito e o vislumbre de meus primeiros passos em direção ao aprendizado do soru. Aguentaria horas e horas sob um treinamento intenso e rigoroso, finalizando-o com um gesto respeitoso e a devida permissão para retornar aos meus aposentos, retornando no dia seguinte para voltar para o treinamento, até quando fosse necessário para o meu corpo fixar os profundos ensinamentos que a Capitã tinha a me ensinar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E, de tal forma, intercalaria os meus treinos com os treinos do pequeno Ryu, focando nos ensinamentos conceituais nesses primeiros dias, ensinando-o o que era a marinha, como ela funcionava, e muitas outras coisas do mundo². Ainda havia muito preparação a ser feita, sequer havia recuperado meus pertences - o que faria agora - e, posteriormente, trataria de saber mais sobre o tesouro que o garotinho havia encontrado e eu havia apreendido. Quem sabe aquilo não fosse útil para ele.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não obstante o incidente com Kurai, reconhecia que ela estava apenas cumprindo o seu dever, tal como eu seria obrigado a fazer caso Hoshiken me respondesse de maneira errada quando nos encontramos no Hell's Bar em Wonderful Land². Ainda, olhar para ela me lembrava de meu amigo. De seus últimos instantes de vida. Esse era o fardo que um homem da justiça tinha que carregar por toda a vida. Ou melhor, por duas vidas. E assim seria todos os meus próximos dias.





¹ Fins de curiosidade, ocorreu durante essa aventura, durante a luta contra Elena Eisenberg, em Lvneel: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

² Ryu é o garotinho que encontrei no cemitério e levei para a marinha. Aqui eu dei uma breve introdução, só para não deixá-lo de lado nessa aventura, mas pretendo desenvolver isso, como se passaram esses dias e os próximos logo no início da próxima aventura.

³ Tal encontro ocorreu nessa aventura, ainda na primeira página: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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Encerramos! Obrigado pela narração, Takinha! <3

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