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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho

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MensagemAssunto: A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho   A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho EmptySeg 02 Set 2019, 02:29

A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Red Albarn. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho   A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho EmptyTer 03 Set 2019, 14:07



O garoto do cachecol vermelho


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Citação :
Narração
Falas do "Narrador"
Falas do Red

“A chegada do nosso herói à Malkiham é aquilo que marca o início da sua jornada. É nessa ilha que Red Albarn foi apresentado pela primeira vez ao mundo… Bem, não da forma como ele imaginou que seria, pois ainda precisamos contar muitas histórias até chegarmos ao dia onde seu nome ficou realmente conhecido como o de um grande herói. O que eu contarei para você hoje é como tudo começou, ainda muito tempo antes de Red ser famoso, nessa época ele ainda era apenas um garoto com um cachecol vermelho; e é assim que eu gosto de chamar essa história.”

Post 1 - Aquele que o Red começa a sua jornada


A viagem de Fernand Ice até Malkiham levou alguns dias por conta daquela caravela velha que seus conterrâneos tinham, mas Red não se importava nem um pouco com isso, pois desde que conseguisse chegar ao seu destino, para ele já era suficiente. Quando o capitão anunciou que estavam finalmente chegando em terra firme, Red saiu às pressas do seu quartinho carregando tudo que tinha… Basicamente uma sacola de pano com algumas roupas e apenas isso.

Como um jovem garoto, seus olhos brilharam ao ver uma nova ilha tão de perto, nunca havia saído da sua ilha natal e a sensação de estar visitando um lugar novo era incrível para ele. Alguns dizem que ainda estava de noite quando ele chegou ao litoral Malkihano, enquanto alguns preferem dizer que já era de dia quando aconteceu, mas a verdade é que isso não faz muita diferença para o avançar da história.

“Ou talvez eu não lembre mesmo, mas se minha memória ajudar eu confirmo em que momento do dia ele estava...”

- Obrigado, velhote! Acho que vou ficar fedendo a peixe o resto da minha vida, mas mesmo assim valeu pela carona, foi uma viagem incrível! - Agradeceu Red ao homem que lhe trouxe até aqui de bom grado junto de sua tripulação.

Foram longos dias nesse navio de pescadores e se tinha uma coisa que ele não suportava mais era peixe, seja o cheiro ou o sabor, mas ao menos serviu para que ele aprendesse a trabalhar muito melhor com esse alimento e aperfeiçoou seus pratos com frutos do mar. Red ainda não fazia ideia de que ilha era essa, talvez algum ou outro homem tenha mencionado para ele o nome da ilha para onde estavam indo, mas neste momento ele já havia esquecido completamente.

- Ei, velhote, que ilha é essa mesmo? - Veio Red a perguntar momentos antes de sair do navio e seguir para a areia da praia desse lugar. Se viesse a obter a resposta que desejava, Red iria sorrir, seguraria firme uma das pontas do seu cachecol vermelho e então diria: - Malkiham, é? Então é aqui que tudo começa.

Sem a menor ideia de para onde deveria ir ou o que exatamente ele deveria fazer na ilha em questão, Red seguiu andando por aí agindo como um simples turista, o ideal seria conhecer os vilarejos e cidades próximas antes de decidir qualquer coisa. É verdade que nesse momento ele estava sem um mísero berry no bolso, mas sabendo que tinha bons conhecimentos de culinária, não seria uma má ideia ele tentar um emprego em algum restaurante ou lanchonete local. Portanto no momento que conseguisse encontrar um estabelecimento comercial focado na alimentação, Red provavelmente iria adentrá-lo para observar mais de perto seu funcionamento… Isso é, se o lugar estivesse aberto em horário de funcionamento.

E claro, alguém como Red, com uma audição tão poderosa e um grande desejo em ajudar os outros, não deixaria de usar disso para ficar atento aos arredores, pois qualquer grito ou fala que indicasse um pedido de socorro, o rapaz sairia correndo na direção do som para tentar ajudar quem estivesse precisando. Contudo, as boas ações do garoto não iam apenas para casos tão extremos, se visse por ali pessoas idosas tendo alguma dificuldade ou qualquer outro alguém demonstrando que precisava ser ajudado, então Red se aproximaria para tentar ajudar com o que fosse necessário.

“Afinal, não foram apenas as grandes ações que transformaram Red Albarn no herói que conhecemos hoje.”

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Última edição por Doodles em Seg 16 Set 2019, 03:16, editado 4 vez(es) (Razão : Adicionei o "Post 1 - ..." e a foto.)
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MensagemAssunto: Re: A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho   A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho EmptySab 07 Set 2019, 23:38



Narração
O Garoto do Cachecol Vermelho

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O início da história do herói Red Albarn iniciava-se em Malkiham Island. O céu encontrava-se límpido, com inúmeras gaivotas pintalgando a amplidão do horizonte cerúleo. A brisa oceânica balouçava às madeixas de Red, enquanto a incidência de assíduos raios solares forçavam-o a proteger a sua visão. Ademais, o clima daquela ínsula estava extremamente agradável. O navio de pescadores havia deixado Red na porção canícula da ínsula - explicação da situação climática em que Red se encontrava. Despedindo-se daquele grupo de pescadores, Red encontrava-se largado à sua própria sorte, era o início de sua épica jornada. O noviço ainda passaria por inúmeras situações dificílimas antes de ser conhecido como um Grande Herói. Aquela era a porção mais comercial de Malkiham Island, com inúmeros estabelecimentso e um alto fluxo de transeuntes.

Não havia como não notar um enorme restaurante na área portuária dessa porção da ínsula. Le Restaurant. Era um enorme estabelecimento, com pilares de mármore e abóbodas lavradas em pedra - uma estrutura extremamente clássica. Era perceptível atentar-se com a entrada do restaurante, com pessoas bem trajadas entrando e saindo do estabelecimento. Inclusive, Red atentaria-se com inúmeras fachadas e panfletos em sua marcha até o Le Restaurant, anunciando uma enorme competição culinária para os próximos dias na ínsula. Um enorme evento. Não obstante, Red marcharia até o restaurante à procura de um emprego dentro de sua cozinha. Na entrada do restaurante, o noviço encontrava-se com um garçom na porta. O homem possuía olhos castanhos, com um cabelo curtíssimo e uma barba rala. Sua indumentária era um smoking azul-marinho - extremamente elegante.

- Posso ajudá-lo, monsieur? - Sibilou o garçom, apresentando o cardápio à Red. Na porta de entrada do restaurante, Red poderia observar que o interior do Le Restaurant era extremamente amplo e finíssimo - mas encontrava-se extremamente vazio. Haviam pouquíssimas pessoas sendo servidas, mas não era nem um pouco o desejável para um restaurante daquele porte. Independente da resposta de Red, o garçom guiaria-o para uma das inúmeras mesas vazias do restaurante, sentando-o em uma cadeira rústica. Aliás, o restaurante era composto por inúmeras mobílias rústicas, mas extremamente de bom gosto. Mas se tudo parece perfeito, qual é o problema do Le Restaurant?

Legenda:
 

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho   A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho EmptySeg 16 Set 2019, 02:47



O garoto do cachecol vermelho


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Post 2 - Aquele que o Red conhece o restaurante em Malkiham


Depois de ser deixado em Malkiham, Red seguiu andando pelas proximidades da região portuária, mantendo-se bastante atento aos diversos comércios que existiam ali em volta. Ele não sabia se esse era o único porto da ilha, sequer tinha noção se haveria mais de uma cidade nessa porção de terra localizada no meio do North Blue; de todo modo, o nosso herói precisava encontrar urgentemente uma maneira de conseguir dinheiro, ou pelo menos alguém ou algum lugar que pudesse o abrigar até que ele consiga fazer isso por conta própria.

Nesse ponto inicial da jornada de Red, havia ainda poucas coisas que ele - no auge dos seus dezoito anos - era talentoso o bastante para conseguir se destacar e ganhar dinheiro. Ainda que estivesse disposto a aceitar trabalhos em praticamente em qualquer área dos ofícios básicos, era no ramo da culinária que ele focou seus olhos e atenção; afinal ele já sabia bastante sobre técnicas de cozinha e até nutrição, permitindo assim que não perca tempo tendo que aprender a fazer enquanto trabalha.

Pouco tempo passeando pela área comercial de Malkiham já foi suficiente para que Red avistasse aquele grande restaurante que parecia arquitetado para ter um elegante estilo rústico, notado pelo rapaz ainda na entrada do estabelecimento com seus pilares de mármore e alguns arcos feitos de pedra. Convenhamos que para Red a decoração do local pouco importava, o que de fato chamou a atenção do garoto ao se aproximar do local foram os panfletos anunciando uma competição culinária que ocorreria em breve na cidade.

Depois que se aproximou o suficiente de um dos papéis para ler e observar melhor os detalhes sobre o tal evento, o jovem Albarn ajeitou o seu cachecol vermelho no pescoço e abriu um sorriso largo no rosto, mostrando interesse em participar da competição. Se não fosse problema, Red tentaria arrancar da parede um dos panfletos e guardaria este dentro de suas vestes, mais especificamente entre o seu pescoço e o cachecol. De qualquer forma, o garoto poderia simplesmente tentar memorizar as informações ali contidas se levar consigo esses anúncios de papel não fosse possível. Enfim, depois disso, Red caminharia tranquilamente até a entrada do restaurante chamado… É... Le Restaurant.

“Ok, eu sei, parece simples demais, acontece que eu não tenho certeza se era esse nome mesmo, tá bom? Mas isso não faz diferença para a história… Ou será que faz? Ok, vamos continuar, se esse nome for realmente importante eu irei me lembrar.”

Logo na porta do estabelecimento, Red se depararia com um dos garçons do lugar; era ele um homem elegante trajando um smoking azul e algumas outras características físicas não muito marcantes. O funcionário da casa, de forma cortez, perguntou para o nosso visitante como poderia ajudá-lo e lhe entregou o cardápio do restaurante. De início, o garçom foi ignorado pelo jovem adulto que acabou de chegar, isso porque ele estava reparando na falta de movimento que o local apresentava, mesmo tendo um ótima localização e decoração, ainda mais em um horário bom para pessoas procurarem fazer uma refeição.

- “Talvez seja por causa do preço da comida.” - Se perguntou Red nos próprios pensamentos. Por conta disso, o garoto esticou a mão direita para pegar o cardápio que lhe foi oferecido e começou a folheá-lo para verificar o valor dos pratos da casa. Ele se espantaria se fosse um valor extremamente alto, chegando a arregalar os olhos por não ser capaz de imaginar como uma refeição podia ser tão cara; entretanto, se for o contrário e as comidas do restaurante tiverem um preço acessível, então Red faria uma expressão mais pensativa, tentando pensar em outra explicação para o lugar estar vazio. - “Pode ser também por conta do sabor, quem sabe…” - Cogitaria ele depois de observar os preços no cardápio, afinal, se a comida de um restaurante for boa, não importa o preço, alguém sempre estará disposto a pagar por ela. - Bom dia… Oh, não preciso de uma mesa, desculpa, não vim aqui para fazer nenhum pedido… Na verdade, não tenho dinheiro para pagar nem a água gelada. Hahaha! - Veio Red a explicar no momento que o garçom tentou conduzi-lo à uma das belas mesas do estabelecimento. - Na verdade eu gostaria de saber se não teria uma vaga na cozinha, hihi, acabei de chegar na cidade e estou procurando um emprego, aceito qualquer coisa desde que consiga me sustentar nos próximos dias. - Disse ele esperando que o garçom pudesse dizer o que ele gostaria de ouvir, ou quem sabe levá-lo até o gerente ou dono do restaurante, pois somente estes seriam capazes de contratar um novo funcionário. - Mas olha, com o movimento baixo desse jeito fica difícil para vocês contratarem alguém… O que aconteceu para estar tão vazio assim? - Por fim, Red não deixaria de fazer a pergunta que martelava a sua cabeça por desejar uma resposta.

Independente do que o novato ouvisse como resposta da pergunta que fez por último, Red não era o tipo de pessoa que acreditava em coincidências. Ele tinha convicção de que era o filho de uma deusa, um semideus, um herói, ou melhor, não qualquer herói, mas herói dos heróis, O Herói Que Foi Prometido. Se seus pés o levaram até esse restaurante que pode estar correndo risco de ir a falência, então significa que ele foi mandado ali pelos deuses para cumprir com seu destino de salvar esse lugar, e não importava para ele qual é o motivo para as pessoas não estarem frequentando o Le Restaurant. Enchendo os pulmões de ar e apontando o polegar direito para o próprio peito, Red abriu um sorriso convencido no rosto e disse em bom tom para que todos aqueles que estivessem ali pudessem ouvir:

- Não se preocupem, os deuses não me mandaram para cá sem um propósito… Meu nome é Red Albarn, e eu sou o herói que irá salvar esse lugar!

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Citação :
Narração
Falas do "Narrador"
Falas do Red
"Pensamentos do Red"


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MensagemAssunto: Re: A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho   A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho EmptyDom 13 Out 2019, 20:36


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Red Albarn


Jornada do Herói





Atônito pela situação a qual o restaurante passava, Red optava por — momentaneamente — ignorar o garçom que o oferecia serviço, a fim de ler o cardápio e tentar descobrir o porquê do lugar estar tão vazio.

Com o menu em mãos, era possível — mais uma vez — notar que este não era um estabelecimento qualquer, talvez pudesse até pudesse se enquadrar com o selo Gourmet. Isto é, o garoto ainda não tinha provado nada para ter certeza, mas certamente um restaurante que possuísse um cardápio tão bem enfeitado — folheado à madeira  de carvalho e com letras em alto relevo — e pratos com nomes dignos de um poema, tais quais esses que ele via na lista, provavelmente não poderia se enquadrar em nenhum patamar abaixo disso.

O ambiente era outro fator que contribuía para a opulência do Le Restaurant. Tudo parecia ser meticulosamente preparado para criar um clima charmoso, clima esse que, certamente contribuía para uma áurea sinestesia entre visão, audição, olfato, e é claro, paladar. Ora, mas isso ficou completamente claro quando o jovem fitou o espaço de forma mais precisa. Os pilares — simetricamente alinhados entre si — pareciam convergir perfeitamente com o pianista de cabelos brancos que tocava em um pequeno palco de mármore com um rosto totalmente inexpressivo, sem esquecer é claro, da violinista ruiva que — de olhos fechados e sorrindo — preparava seus instrumentos com tamanha maestria e leveza que não seria de se admirar caso ela se apresentasse como uma renomada música. Todos esses fatores — e o elevado preço até mesmo dos acompanhamentos apresentados no menu — deixavam uma coisa clara: o Le Restaurant não era lugar para a maioria dos plebeus que andavam por aí.

Assim, finalmente tendo uma vaga pista sobre razão da ausência de clientes, Red esclarecia em uma só tocada o que o levou até o local, além de — com uma certa brusquidão — materializar em palavras o que já era evidente: o estado de iminência à falência no qual o restaurante se encontrava.

No momento que o jovem herói havia proferido seu desejo de trabalhar como cozinheiro, um silêncio avassalador tomou conta do salão, o pianista parava de tocar e — de modo ainda inexpressivo — encarava o garoto, para só assim voltar a sua melodia. O atendente, que nem sequer conseguia formular uma frase de maneira correta sem gaguejar, fez uma cara de espanto e surpresa, seu corpo agiu da mesma forma, quase se engasgado com a saliva. Quando o rapaz finalmente conseguiu recuperar a compostura, foi empurrado para o lado pela violinista, que com uma faceta completamente estupefata, tomava as palmas do jovem Red em suas mãos e dizia próxima ao roso do garoto, em um tom indubitavelmente sério

— V-Você quer trabalhar aqui? T-Tem certe- O que estou falando, se pediu é claro que tem! Mas você saber cozinhar bem n-não é? Você viu os pratos, eles são um pouco difíceis, mas acho que com prática você consegue!

De fato, talvez ele conseguisse, mesmo com nomes difíceis como aqueles, provavelmente a forma de composição da comida local era como a de qualquer outro lugar. Apesar disso, denominações como “Canard bu sur le vin” certamente poderiam intimidar o jovem.

Notando a cena que estava fazendo — e percebendo que Red queria falar — A jovem soltava suas mãos, e com o rosto envermelhado, tossia para o lado e escutava atenciosamente.

— O-O que? Você não sabe o motivo de não termos clientes? Bem... Não temos o principal pilar que faz um restaurante ser o que ele é: um cozinheiro, o m-motivo disso não importa agora, afinal, você vai nos ajudar, n-não é? —

Ouvindo a resposta do aspirante a herói — que queria ajudar a todo custo — todos os três levantavam o braço para cima e comemoravam, até mesmo o pianista — ainda inexpressivo — assim, a ruiva dizia de modo alto e vibrante

— Joshua! Vá pegar o contrato!

E de modo, desengonçado, quase como um recruta respondendo seu sargento, ele dizia

— C-Certo!

O atendente então corria para uma porta branca localizada ao lado de um balcão, esse continha taças de vidro e era oposto uma parede repleta de vinhos finos e demais bebidas. Nem a melodia a qual o pianista tocava conseguia impedir que o jovem herói escutasse barulhos de móveis sendo mexidos e de papéis voando de dentro do cômodo.

Esforçando-se para disfarçar a cena, a ruiva virava-se para o jovem herói e — tentado capturar sua atenção — dizia de modo abrupto

— B-Bem, eu me acho Emma, qual seu nome? E por falar nisso, eu nunca o vi pela ilha, e eu moro aqui desde criança, você chegou recentemente?

Dessarte, já era possível que Red tomasse algumas conclusões sobre o estado do Le Restaurant e os motivos para a ausência de clientes. No entanto, não seria difícil de imaginar que a conversa de agora levantaria mais dúvidas ainda na cabeça de nosso herói.


Off:
 

NPC'S:
 



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MensagemAssunto: Re: A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho   A Jornada do Herói: Capítulo 1 - O garoto do cachecol vermelho EmptySeg 14 Out 2019, 20:31



O garoto do cachecol vermelho


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Post 3 - A chegada do herói


Digamos que o Le Restaurant localizado em Malkiham tinha um cardápio com o preço pouco acessível para a grande maioria dos que vivem na ilha. Red, no entanto, não era muito diferente deles, pois sua origem humilde o impedia de conseguir identificar e compreender o valor de tudo isso que o rodeava. Nunca em Fernand Ice alguém conseguiria construir um estabelecimento como esse, a menos é claro, que viesse de fora trazendo todos os recursos necessários, algo que nunca aconteceu.

Até mesmo as receitas no cardápio do restaurante confundiam a cabeça do jovem cozinheiro, não por serem algo que ele era incapaz de reproduzir se tivesse em mãos as instruções dos ingredientes, mas sim porque ele aprendeu a cozinhar de uma maneira diferente. Red nunca leu livros de chefs renomados para saber o que diabos é um ”Canard bu sur le vin” - “e não me pergunte, eu também não sei” -, porém a confiança que ele tem no seu próprio estilo de cozinha, um estilo repleto de paixão e sabor, pois no fim, tudo que importa é conseguir agradar e conquistar aquele que irá saborear sua criação.

- Mas é claro que vocês não vão ter clientes, não estão vendendo comida no cardápio. - Comentou Red inocentemente ao não conseguir associar que aqueles nomes estranhos eram de pratos “Gourmet”, pois para ele o ideal era abrir o cardápio e encontrar algo como “bife acebolado com arroz e feijão”. - E acho que vocês colocaram um zero a mais aqui no preço. HAHAHAUHUAHA! Não tem como um prato de comida ser tão caro assim, com esse valor dava pra eu alimentar minha vila inteira. - E essa graça duraria pouco, pois no momento que alguém lhe dissesse que não tinha nada de errado com o preço, a reação do garoto mudaria por completo. - É O QUE?! Alguém realmente consegue andar com dinheiro suficiente pra pagar por isso? E cabe tudo no bolso? Deve dar para alimentar uma família de gigantes com um prato que custa isso tudo. - “É, ele demorou um pouco para entender como realmente funciona essas coisas com dinheiro...”

Com vestes de baixa qualidade impregnadas com o odor de peixe e maresia, não seria difícil para o garçom perceber que Red não era o tipo de pessoa com condição financeira de frequentar o Le Restaurant, não era a toa que ele estava procurando um trabalho e não uma mesa para se sentar. A maneira como o garoto do cachecol vermelho reagia ao cardápio apenas confirmaria qualquer primeira impressão que pudessem ter dele, algo que provavelmente só não ocorreria se os funcionários do restaurante fossem completamente livres de preconceitos.

Nosso herói, por sinal, não é o tipo de pessoa que costuma julgar, por isso não se atentou nem um pouco à diferença gritante que havia entre a sua humildade e a elegância do Le Restaurant quando se ofereceu para trabalhar nele, mesmo sem saber sequer ler o cardápio do lugar. Antes de perceber a reação do garçom com o que havia acabado de dizer, o jovem de cabelos alvos acabaria mudando seu foco para a dupla que tocavam instrumentos musicais que para o garoto eram desconhecidos até então.

- Uau, que som incrível! Estão fazendo isso com essas coisas de madeira? - Perguntou ele curioso ao se aproximar do pianista e da violinista.

Para Red, a beleza estética do Le Restaurant não chamava tanta atenção assim, para ele não era impressionante, ainda que fosse uma estrutura inédita, eram apenas um tipo de pedra que foi esculpida de uma maneira um pouco mais trabalhada. Agora uma caixa estranha com botões que se pressionados produzem som, ah, isso aí sim era algo que ele não era capaz de compreender e por isso que se aproximou dos músicos com os olhos brilhando. A música no entanto já teria parado no instante que ele se aproximou da violinista ruiva, pois ela, assim como os demais, pareciam surpresos com o que o garoto disse sobre querer trabalhar nesse restaurante.

- Hum? Eu sei cozinhar sim. Minha mãe não tinha um corpo muito forte, então eu cozinhava para ela todos os dias. Graças a minha comida ela viveu muito mais tempo do que os médicos diziam que ela iria viver. Alguém que não tem uma comida boa não seria capaz de algo assim… - Falar sobre sua mãe não era algo que deixava Red muito confortável, portanto ele rapidamente tentou mudar de assunto para tirar sua expressão triste do rosto e mostrar-se mais animado. - Como aquele cara tá fazendo música com essa caixa esquisita? - Perguntou ele apontando para o pianista que continuou a tocar sua melodia, diferente da ruiva a sua frente.

Com Red perdendo um pouco do foco no assunto que parecia ser de grande interesse nos funcionários do Le Restaurant, a ruiva precisou tentar recuperar a atenção do garoto e pediu para que o garçom trouxesse para eles um contrato que deveria ser assinado para garantir o emprego do novato na cozinha. A princípio, Red estranharia um pouco a ideia envolvendo uma folha de papel e daria uma leve recuada depois que o rapaz retornasse com o contrato, não por estar suspeitando de alguma coisa envolvendo os cozinheiros do restaurante ou algo do tipo, mas sim porque para ele era um tanto quanto estranho ter que assinar alguma coisa.

- Ow! Não vou assinar nada! Estão querendo que eu venda minha alma para um demônio ou algo assim?! - Questionaria ele a respeito disso, caso de fato o papel viesse a ser colocado na sua frente. Independente de ser necessário explicar o mal entendido ou não, Red também responderia Emma para aquilo que ela perguntou, abrindo até um sorriso ao dizer, mesmo que isso acabe acontecendo depois da fala citada acima. - Sim, sim, eu acabei de chegar, estou começando uma viagem pelo mundo para me tornar um grande herói. Minha mãe foi escolhida para dar a luz ao filho da deusa Freya. - Então ele começou a limpar com o indicador direito o seu ouvido correspondente. - Estou destinado a isso… A salvar a humanidade. - E depois de sujá-lo com sua própria cera, Red deu uma cheiradinha nele, fez uma careta por conta do cheiro desagradável, e em seguida se dirigiu até a mesa mais próxima para pegar um guardanapo e limpar o dedo, caso não houvesse nenhum, faria isso na própria roupa sem problema. - Sou de Fernand Ice, uma ilha do extremo norte. Prazer Emma, me chamo Red Albarn, e pode ter certeza que você ainda ouvirá muito sobre mim por aí. Hehe! - E então ofereceu a mesma mão direita que acabara de limpar para a garota lhe cumprimentar.

Se ela se recusasse a apertar sua mão, Red não acharia estranho, afinal estava em uma outra ilha e aqui os costumes poderiam ser diferentes, porém a sensação desconfortável de ter esticado a mão para o vento o deixaria levemente incomodado e difícil para conseguir disfarçar. De todo modo, isso não mudaria a fala que ele diria em seguida, tivesse tido a mão apertada ou não.

- Enfim... Na minha ilha cozinheiros não constroem essas coisas, a gente só mexe com comida mesmo… Não sei se vou poder ajudar se for assim, mas se me derem tempo eu procuro alguém pra me ensinar e volto aqui antes do teto começar a desabar. - E coçando a cabeça, Red olhou ao redor para tentar ver onde poderia estar faltando alguma coisa na construção. - Pode me explicar melhor sobre esse tal pilar que tá faltando no restaurante?

“Eu acredito que nesse momento você esteja se perguntando como que esse idiota pode ser o famoso Red Albarn, mas tenha paciência… Ainda estamos no começo dessa grande e épica história.”

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Falas do "Narrador"
Falas do Red
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Red Albarn


Jornada do Herói





Mesmo confuso pelas divergências entre os dois mundos agora conhecidos por Red, ele não parecia estar intimidado, confuso? Talvez, perdido? Com certeza. No entanto, isso não era o suficiente para barrar a enxurrada de perguntas as quais o jovem fazia. Referente a elas, o contexto que mais estava presente relacionava-se aos instrumentos nos quais os músicos tocavam, a violinista já tinha cessado sua apresentação, mas o pianista não, ele não parava por aí. Embora ele já teclasse com certo empenho, não se mostrava animado o suficiente para uma performance mais ousada. Dessarte, talvez a curiosidade do aspirante a cozinho fosse o que o motivou a mudar de forma tão inesperada sua peça.



Em uma questão de segundos, o cavalheiro de cabelos alvos mudava totalmente o ritmo e frequência de sua música, parecia algo inteiramente novo, ele brincava entre as teclas com uma competência que, talvez, Red nunca vira em sua vida. Seus dedos dançavam entre as teclas, e com isso, formavam acordes, acordes esses que eram expulsos pelo piano em forma de uma intensa melodia que acabava por invadir os ouvidos do jovem herói. Alegria, medo, desejo, avidez? Não se sabe bem, mas com certeza, algum desses sentimos poderiam tomar conta do coração do garoto após ele escut- não! Sentir essa sinfonia. Feito isso, o pianista escondia o sorriso de canto de boca que havia posto em seu rosto e voltava para sua peça habitual.



Voltando à realidade, Anne mostrava traços de decepção, talvez desilusão e, certamente frustração. Retirando a palma de seu rosto, ela mostrava sinais de fadigas, olheiras eram evidentes em suas pálpebras. Então após um longo suspiro, a ruiva, de costas arqueadas, falava em tom arrastado, desanimado

— B-Bem... Respondendo às suas perguntas, aquela “caixa de madeira” é um piano, a outra é um violino, instrumentos musicais, sabe? Me admira que você não conheça nenhum... E, demônio...? Oh, querido, você realmente não é da cidade grande, né?

Anne dizia esse último trecho com um pequeno sorriso estampado em seu rosto, talvez ele esteja encantada pela simplicidade e honestidade do garoto, talvez esteja apenas rindo de sua falta de modos, isso ficava a cargo de sua interpretação

— B-Bem, continuando, um contrato é uma fórmula de vínculo entre empregador e empregado que o certifica de certos direitos, e nos garante que você não abandonará o cargo após certo tempo, nem vá para outro restaur- Nada não, esquece. Enfim, você pode trabalhar como informal se assim desejar, m-mas, por favor, não desapareça depois de alguns dias, e-er filho de Freya, hehe

Tais palavras foram ditas com feições de receio, ele realmente mostrava-se preocupada com esse ponto em questão. No entanto, outro pequeno sorriso aparecia após ela mencionar a “linhagem” de Red

Ela então estendia a mão em resposta ao jovem, mas logo a passava disfarçadamente no uniforme do garçom ao lado, que não parecia reagir por sua própria frouxidão, só deixava o contrato a mesa ao lado e partia para o banheiro

— Sacanagem, vida de estagiário é foda...

A ruiva então voltava a falar em resposta a Red

— Bem... Nos realmente estamos desesperados por qualquer que seja o cozinheiro... Infelizmente não temos direito à escolha. N-Não que você seja ruim! Mas não temos muitas opções. E não conte para ninguém, nossos pratos não são muito difíceis com um bom professor você conseguirá faze-los, e não há professor melhor que nosso chefe, ele deve chegar à noite, eu espero... E si, temos um quarto no fundo, mas você terá que garantir que trabalhara por aqui, ok ?

A garota então parava para dar outra longa suspirada, então continuava

— P-Pilar ? B-Bem, er... Esquece, com isso eu quis dizer cozinheiros, nos não temos nenhum, não há um único aqui além de nosso chefe, mas ele não consegue dar conta de tudo sozinho, e nem pode ficar o dia todo no restaurante, ele já tem muitos problemas pra resolver, e um desses problemas é o motivo de não termos ninguém para trabalhar aqui, só ficamos nos três, mas isso é porque gostamos do chef, nos conhecemos eles, o resto das pessoas que queriam dinheiro foram simplesmente embora... Bem, eu acho que o chefe vai chegar um pouco mais tarde, por que você não espera até lá? Acho que com ele a nossa situação ficará mais clara

Ela então faz um sinal para o estagiário que logo vai para o cômodo ao lado e volta com uma chave, essa chave que entregue às mãos de Red

Tome, é para seu quarto, suba as escadas ao lado do palco, sexta porta à direita, lá tem uma cópia de alguns de nossos livros —  como o de receitas —  talvez algum possa interessá-lo. Eu vou arrumar algumas coisas aqui, qualquer dúvida pode me procurar, ok?


A ruiva então se dirigia até os seus instrumentos, e começava a arrumá-los.

Red se via em meio ao salão, todas as coisas que poderiam se imaginar a um restaurante faziam-se presentes ali, cozinha, banheiro, bar, mesas, palco. O que o jovem faria lá —  se é que permanecesse —  estava limitado a sua própria imaginação







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Aventura cancelada a pedido do player.

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