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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crows, Swords and Widows

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MensagemAssunto: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptyQua 28 Ago 2019, 19:11

Relembrando a primeira mensagem :

Crows, Swords and Widows

Aqui ocorrerá a aventura do pirata Grim e dos(as) civis Miyamoto Ryuma e Lucinda Castiel. A qual não possui narrador definido.


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Grim
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptySex 25 Out 2019, 10:41



Cards on the Table






S uas lesões ainda formigavam ardentemente mesmo depois da medicina ser aplicada, flagelando ambos o corpo e alma do caolho com suas súbitas pontadas de dor. Conquanto, não seria uma aflição tão banal que conseguiria lhe roubar grunhidos dolorosos dos lábios cicatrizados, mantendo suas lamúrias teimosamente trancafiadas na garganta. Apesar da força de vontade, contudo, não conseguiria fugir das alucinações tão facilmente.

Se encontrava cercado pelo perigo, afinal, um que não podia escapar. Sua mente.

Flanqueado pela nostalgia por conta daquele maldito estabelecimento, os bombardeios de lembranças indesejadas dificultavam até mesmo sua respiração, de modo que sorveria o ar profundamente à fim de se acalmar. Os dedos se apossariam dos cantos da pequena mesa com força, como se buscasse um apoio para impedi-lo de cair. Tu tá cercado de colegas, desgraça. Não tem nada pra temer aqui, nada!

E de fato estava, pois não tardou para que seu mais novo companheiro— Ryuma— lhe entregasse um sorriso de canto, tal como algumas palavras que reviveram seu humor. Em resposta, simplesmente suspirou e arqueou a sobrancelha, dizendo-lhe amistosamente: — Se eles não mudarem essa música fodida, não prometo nada.

Empenhando-se à todo custo para restabelecer sua calma assim que ficou sozinho, então, deslocaria o raciocínio para um tópico ainda mais pendente: seu plano para aquela ilha. Afinal, não existe em mar algum uma medicina mais efetiva à um pirata do que a possibilidade de se enriquecer. Em prol disso, volveria a atenção do único olho para as bebidas que eram servidas e tomadas naquela taverna, pensativo.

O vinho de Micqueot é o melhor de todo o mundo, ou assim dizem. Crocitaria a voz em sua própria mente, conforme realizaria movimentos circulares com a ponta do indicador por sobre a mesa. Um barril cheio deve valer por volta dos duzentos mil, mas não encontraríamos nenhuma bebida de qualidade por aqui, não nessa taverna. Meditativo, simplesmente apoiaria o cotovelo direito por sobre a superfície de madeira de modo que pudesse sustentar a face em meio aos dedos abertos. Deste modo, buscaria deixar o olho flanqueado pelo médio e o anelar, enquanto que o polegar tinha o trabalho de massageá-lo lentamente na têmpora. Navios. Eles enviam diversos barris de vinho em navios de carga, tenho certeza. E por coincidência estamos precisando de um naviozinho' agora. Por quê não roubar um que já vem atolado de carga?

Possuindo agora o esboço para uma estratégia decente, deixaria aquele assunto de lado assim que buscaria se levantar da cadeira, batendo o punho duas vezes contra a mesa à fim de anunciar sua saída. Mesmo se roubarmos um navio, precisamos de alguém para pilotar a porcaria da coisa. Varric não é nada mal, mas... como atirador, preciso do nanico nos canhões. A única mão livre é a minha. Assim sendo, andejaria até o balcão à procura do albergueiro ou de qualquer outra pessoa que aparentasse estar no comando ali.

Filho. — Vindicaria a atenção do sujeito caso o mesmo estivesse ali, ao que apoiaria o antebraço direito por sobre o balcão antes de arquear o torso para frente. — 'Xô te perguntar um 'trem. Sabe m'dizer onde encontro um capitão de navio por aqui? Ou qualquer navegador, contramestre e pá. Qualquer homem ou mulher que seja um navegador que não fique perdido em alto mar. Esses são os tipos que beberam da água do oceano, saca? Ficam leléu' d'cabeça. — Gesticularia a fala ao levar o indicador direito frente ao ouvido, rodopiando-o em círculos antes de arregalar o único olho que possuía. — E, aproveitando... tome esse dinheiro e procure pra mim algum fodido que queira se juntar à uma tripulação aqui. Precisamos de algumas mãos adicionais no convés, sabe como é.Mãos que podem matar marinheiros.

Caso o sujeito em que procurava lhe fosse indicado, não perderia tempo agradecendo o homem com mais nada além de dez mil Berries em sua mesa, simplesmente lhe dando as costas antes de deixar que os pés lhe acarreassem até a pessoa em questão. Se caso o mesmo se encontrasse sentado, tomaria uma cadeira próxima dele(a) à fim de se juntar à mesa. O olhar convidativo anunciaria sua chegada, tal como uma súbita e rude limpa de garganta. — Fala, campeão. Me disseram que tu já é calejado em navegação. Posso lhe pagar p' me ensinar, em dinheiro ou rum. O que me diz?

As palavras que deixariam seus lábios teriam o teor manipulador de sempre, visto que claramente estava mentindo sobre o pagamento final.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptyQua 30 Out 2019, 22:43


 
The tavern
Após minutos no provador, provando diversos look’s para si e não gostando de quase nenhuma das peças, a mulher finalmente achava algo que lhe agradasse de certa forma, era um estilo que deixavam as pernas de Lucinda amostra, algo que ela não era muito acostumada, porém com o calor que fazia ali naquele fim de mundo usar calça seria suicídio ─ por mais que estivesse usando uma blusa de manga, tinha seus motivos para isso. Suas costas eram todas marcadas, marcas essas que lhe traziam lembranças terríveis de noites que passou pendurada em correntes enquanto seu ex-marido lhe chicoteava ─ “Você é minha, entendeu? MINHA!” ─ A voz rouca invadia seus pensamentos, era a voz de seu falecido marido que fazia questão de lhe atormentar, Lucinda nunca de fato amou seu ex apenas o aturou até o dia de sua morte, foi quando finalmente pode ter paz em sua vida medíocre.

Lucinda demorou alguns minutos a mais dentro do provador apenas para se recompor de suas lembranças, após sair do mesmo e fazer a pergunta a Messias, pode ver novamente o enrubescer nas maças do rosto do homem, logo pode ouvir sua resposta o que deixou a morena muito feliz. ─ Fico feliz que tenha gostado. ─ Quando queria, Lucinda sabia ser bastante meiga e adorável com os outros, principalmente quando alimentavam seu ego. Ela pagou pelas roupas e logo após ouvir o que o homem dizia, um sorriso abriu em seus lábios o porto seria um lugar perfeito para arrumar alguma tripulação para assim então poder vazar dali, começou a caminhar logo atrás dele ─ Lucinda olhava tudo ao seu redor, vendo as diversas lojas espalhadas pela cidade.

Ao chegar ao porto, Lucinda pode ouvir diversas vozes era como se estivesse acontecendo algum tumulto, mas na verdade era mesmo. Um grupo de pessoas parecia estar causando certa confusa em uma das lojas, Lucinda deu alguns passos para frente ficando ao lado de Messias, seus olhos podiam ver perfeitamente tudo o que estava acontecendo ali naquele momento, os oficiais da marinha pareciam estar enfrentando algo que a morena conhecia bem, piratas! Os olhos de Lucinda por um momento se encheram de felicidade, aquela era sua deixa para deixar aquele inferno de ilha, mas ao ouvir o que Messias dizia recuava um pouco para trás estando com seus olhos bem abertos, pelo que aparentava o homem repudiava os piratas então Lucinda não podia demonstrar ser uma naquele momento. ─ É, esses piratas...─ Lucinda não conseguia simplesmente falar mal dos seus, era como enfiar a faca nas próprias costas.

Lucinda notava o aproximar de outro homem que parecia conhecer Messias, a conversa de ambos não interessava a morena nem um pouco, o seu foco mesmo era naquelas piratas encurralados na loja. A morena aproveitou o momento de distração de Messias e saiu calmamente de perto dele, tentando ser a mais furtiva possível, não queria que Messias a repudiasse também, pelo menos não por enquanto. Caso conseguisse sair de perto de Messias sem ele perceber, Lucinda caminhava discretamente entre a multidão, mantendo-se o mais distante possível da confusão. Se por acaso conseguisse ver para onde os piratas fugiam, a morena os seguiriam, mas sempre mantendo uma certa distância do grupo para que eles não percebessem sua presença os seguindo. Após uma pequena “perseguição” notava que bando adentrava em uma taverna, antes de poder entrar na mesma a morena cogitava algumas ideias de como faria para poder entrar no bando deles.

Bem, antes de poder entrar para algum “bando” preciso aprender outras coisinhas. Talvez alguém possa me ajudar. ─ A mulher resmungava baixo, enquanto encarava a porta do estabelecimento sem ao menos piscar. Caso resolvesse entrar, caminharia até a porta e logo adentraria o local, seus olhos faziam uma pequena vistoria no local observando cada detalhe e pessoa. Sem perder tempo, caminharia até ao balcão do bar e falaria com um atendente caso houve um ali. ─ Oi, paixão. Eu estou precisando de ajuda, será que você poderia me ajudar? ─ Lucinda usava todo o seu charme para falar com a pessoa que estivesse do outro lado do balcão, um sorriso pintava lentamente em seus lábios conforme iria falando. ─ Eu estou à procura de alguém que saiba esse lance de acrobacia, você conhece alguém que possa me ajudar? ─ Caso a pessoas falasse onde poderia encontrar, Lucinda agradeceria e daria uma piscadela para a pessoa, logo sairia de perto do balcão e caminharia para fora do estabelecimento, precisava voltar para o Messias, se ele já tivesse notado o sumiço da mulher, provavelmente estaria preocupado.
 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptySeg 04 Nov 2019, 21:43

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
Parecia que sua busca por um mentor havia chegado ao fim tão rápido quanto começara, visto que não muito longe de onde seu novo bando estava sentado, se deparou com uma cena que singulou o seu futuro "mestre." Logo à sua frente, um homem loiro de músculos avantajados e equipado com diversas armas deixavam mais do que óbvio de que se tratava de um verdadeiro guerreiro — um homem que havia sido forjado pelas chamas do perigo e da morte, e que agora possuía uma mentalidade acima dos demais. Até mesmo poderia admirar um homem assim, ainda que em sigilo; se não fosse, é claro, pela forma descarada como ameaçava outros dois sujeitos por algo tão trivial como dinheiro.

Até mesmo a forma como ele lhe respondera era típica de um brutamontes ignorante. Mas, afinal, o que estava esperando? Não era como se um homem desse porte viesse a escutar os pedidos de um desconhecido, não sem antes de fazer uma proposta aceitável. "Posso dar dinheiro à ele... não é como se ameaçá-lo fosse adiantar de alguma coisa, e se terminar em uma luta, ele pode acabar morto e eu fico sem um mestre."

- É dinheiro que você quer? Façamos um trato, então - deu dois passos adiante, pousando uma das mãos em cima da haste da katana. - Eu posso te pagar cinco mil berries e você me ensina o que eu quero e deixa os dois irem embora. O que me diz? -

Manteria o tom calmo e negociador na voz, para que o homem não se sentisse ameaçado ou insultado. Com esse tipo de gente insegura de si, qualquer mudança na voz é capaz de entrar debaixo de sua pele de manteiga e machucá-lo no ego, e não poderia correr esse risco agora. "Não comigo e o resto do bando feridos como estamos, não sei se ele tem outros companheiros aqui dentro também."

Se ele recusasse seu pedido, simplesmente daria de ombros e então retornaria até onde seus companheiros estavam. Não poderia gastar dinheiro demais tão cedo em sua jornada, seria arriscado demais. Contudo, se o homem aceitasse seu pedido, assentiria para ele com ternura, sem sorrir ou fazer um escândalo por isso. Diria à ele, contudo, um simples agradecimento - Obrigado, você fez a escolha certa.-

~INÍCIO DE TREINO DE PERÍCIA - INTIMIDAÇÃO~
Em construção.
~FIM DO TREINO DE PERÍCIA~

Realizado seu treinamento, tal como prometido, retiraria o dinheiro exato como concordado de seus bolsos e entregaria ao loiro, antes de se virar de costas para o mesmo e retornar até onde seu bando estava localizado. Puxaria uma cadeira para trás e se sentaria, na mesa onde todos eles estavam. Seus ferimentos não demorariam muito mais para se curarem, então imaginava que não ficariam muito mais tempo ali.

Objetivos:
 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptyQui 07 Nov 2019, 22:00

Crows, Swords and Widow #08

O homem procurado por Grim olhava lhe atentamente, sorrindo ao ver o dinheiro em suas mãos. – Mas é claro, homem. Olhe para aquele homem ali, é um navegador nato. – Sua palavra não parecia ser a mais das confiáveis, mas o homem indicado tinha uma aparência de navegador. Ele usava uma camisa em listras horizontais que se dividiam entre vermelho e branco, um chapéu de pirata marrom e desgastado com alguns furos de bala, uma calça cheio de costuras e uma boca pontuda. – Fala maluco do tapa-olho. Você quer que eu ensine os meus dotes marítimos? – Ele abria um largo sorriso. – Mas é claro! Tudo o que envolve dinheiro me deixa feliz.

- Chega mais, vamos dar uma volta. – O homem levaria o capitão até um barco não muito longe, era quase como uma canoa, mas ainda sim era o suficiente para que pudessem navega-los e ele explicar mais sobre a navegação.




A garota pertencia a um bando daquele tipo, tinha todos os dotes necessários para conseguir se virar como uma pirata e não podia sequer falar mal do estilo de vida daquele seres humanos. Sua presença não era notada por Messias que parecia bem entretido conversando com aquele conhecido, o caminho por qual os homens guiavam era um beco e depois uma taverna, conseguindo encontrar por onde eles haviam despistados os marinheiros.

Momentos depois, Messias provavelmente estaria procurando por ela ou apenas entenderia que estava sozinho mais uma vez naquele mundo. A garota parava em frente a porta do estabelecimento pronto para entrar, embora pensasse ter que adquirir algum conhecimento antes de conseguir entrar na tripulação daqueles piratas. Ela notava os mesmos detalhes já citados anteriormente, como que aquela taverna era e as pessoas que a habitavam. Um atendente logo lhe direcionava a palavra quando notava a garota se aproximando do balcão. – Opa! É claro, linda moça, o que deseja?

Ela mostrava um grande charme no homem e o bartender logo lhe indicava um homem, apontando na direção dele. – Tá vendo aquele ali? Ele é um acrobata de circo, deve ser ótimo para te ensinar tudo o que precisa para ser mais flexível. – Ele dava um sorriso, provavelmente puxando para um sentido mais figurativo e obsceno. Tendo que voltar para Messias, ela então voltava por todo o caminho, não encontrando mais o homem por ali, talvez ele apenas tinha seguido sua vida ou tinham se desencontrado em meio ao caminho.




Ryuma tentava convencer o homem com uma quantia quase tão barata que o homem começava a rir. – Caralho, menor. Você acha mesmo que cinco mil berries vale alguma coisa? Bom, eu quero é me divertir vendo você fracassar. Então, ANTES!- O homem tornava mais uma vez a sua cabeça para os homens do qual estava intimidando e era possível sentir um cheiro de amônia no ar. – Nós pagamos, nós pagamos! – E os homens começavam a tirar dinheiro até mesmo de lugares inusitados despejando tudo para grandalhão.

Poucas horas haviam se passado desde o treinamento de ambos e Ryuma conseguia ter mais um artifício em sua vida, um novo conhecimento das técnicas da qual poderia aprender. – Pelo jeito você conseguiu, valeu pena grana, menor. – E o homem sumia como um passe de mágica da visão do garoto, saindo pela porta. Varric ainda estava farreando com seu rosto todo vermelho e mais tonto do que uma barata envenenada, a garota não estava por ali mais e Grim ainda não havia voltado. Estava sentado em uma mesa sozinho, apenas esperando seus ferimentos de cicatrizarem.


Considerações escreveu:
Grim Perdas: 10.000 berries
Ryuma: Perdas: 5.000 berries.

Legendas escreveu:
red - Vendedor
lightblue - Varric
lightgreen - Fuyuki
#339933 - Messias
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptySab 09 Nov 2019, 20:28



Mare Rex






O mirante marinho de seu único olho cintilou quando a proposta fora firmada, este sendo o brilho da malícia, como havia batizado. Acompanhado do mesmo estava sempre presente o sorriso sacana e patife que se desenhava em seus lábios cicatrizados, tão afiado quanto uma navalha. O riso anasalado denunciou seu regozijo, tal como o costumeiro ato de aplicar duas batidas sutis com o punho direito na mesa para anunciar sua saída sempre que se levantava.

Perfeito, minha criança, n'vamo perder tempo. — Rogou, apesar de provavelmente possuir metade da idade daquele sujeito. Não se importava, tal como não se importou de cuspir no solo amadeirado logo antes de deixar aquele estabelecimento.

 Vergando todos os dedos, flexionaria-os numa preparação precipitada, ou talvez até mesmo uma fútil tentativa de conter seu entusiasmo. Desde que se conhecia por gente, jamais deixou de sonhar com o dia em que velejaria irrestritamente pelos mares, tomando aquilo que desejasse e eliminando os tolos que entrassem em seu caminho. E ainda que o mar já não fosse mais um desconhecido para si, comandar uma embarcação com as próprias mãos carregava um peso completamente diferente.

Assumir o leme da minha vida... eis a peça que faltava no tabuleiro. Sou eu que vou guiar aquele bando de desabrigados até os confins dessas águas; e sou eu que irei trazê-los de volta, enriquecidos e realizados. Flexionaria-os mais uma vez, apanhando o ar matutino em suas "garras" cheias de cobiça. E um dia, o mundo inteiro virá a ser agarrado por essas mãos, antes de ser despedaçado em milhares de farelos.

— E se não aceitarem ser agarrados? — questionou o corvo, este que jamais deixava seu ombro por muito tempo.

Só há duas opções, meu amigo. Capitulação completa ou morte. E a pior derrota para aqueles que mascaram suas ambições medíocres com "justiça" é a liberdade. E seu papai irá entregar isso à eles— a verdade crua e fria—, ele irá mostrar que a voz que se recusa ser escravizada existe dentro de cada um, e quando essa voz se une num único grito de guerra... Sorvendo o ar matutino com as narinas, entregaria uma última olhadela às construções daquela cidade. ...tudo será reduzido em ossos e escombros.

O aglomerado de casas e comércios fora deixado para trás assim que os pés de ambos Capitão e Navegador alcançaram a praia novamente. Ali, onde o vento trazia o sumo salgado do mar contra sua face, sentia-se mais em casa do que em qualquer taverna.


INÍCIO DE TREINO DE PERÍCIA - NAVEGAÇÃO:
 



Não me dê esse olhar, velho. Eu sabia que tudo ia dar certo, não foi o que falei? Chegamos em segurança, porra, e é isso que interessa. — Bradou, justo quando a canoa havia retornado para as areias reluzentes da praia. O olho de corvo se encontrava de pé na proa, de braços cruzados e queixo erguido, ainda que com um olhar curiosamente pensativo para um momento de tamanho regozijo para si. — Certo, tu me ensinou como não me perder nesse mundão azul. Agora, puta merda, me dê um leme bacana e me ensine à pilotar também. Aquela graninha' que prometi ainda tá te esperando bem aqui.

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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptySex 15 Nov 2019, 10:19

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
Logo após aprender o que queria com o sujeito, o mesmo desapareceu. Agora com essa nova técnica, posso tentar evitar combates inúteis, e assim, nem eu e nem o pessoal do Grim vai ficar machucado a toa. Agora, hora de voltar pro grupo.

"Isso está suspeito, até agora aqueles malucos não fizeram nada... Não devem nem estar por aqui" pensava enquanto soltava um leve sorriso.

Procuraria pelo pessoal do bando, em especial, a Fuyuki, para que a mesma possa tratar meus ferimentos. Caso não a encontre, olharia mais atentamente por onde ela possa estar. Voltaria até a mesa onde estávamos e analisaria se tinha algo de diferente. Caso tivesse, procuraria entender o que aconteceu, e se julgasse algo sério, tentaria ir atrás.

Caso não encontre nada de diferente, iria até o lado de fora da taverna, e olharia lá, seguindo os mesmos passos de anteriormente. Se não encontrar nada, pensaria "Bem, ela deve estar com o Grim, seja lá onde ambos estão." E voltaria para dentro da taverna e me sentaria numa mesa que estivesse disponível nos cantos. Colocaria a mão esquerda por cima do cabo da espada e ficaria olhando a movimentação na taverna, esperando a volta dos piratas.

Se a Fuyuki volte a estar a vista, iria até ela, caso esteja desocupada, e pediria - Ei, Fuyuki não é? Pode me ajudar com meus ferimentos? -. No caso dela estar ocupada, perguntaria - Você quer ajuda? - E se parecesse uma situação de perigo, analisaria com calma a situação.

Em um momento de silêncio interno, voltaria para casa em minhas lembranças.


"As rosadas flores das cerejeiras pintavam os céus para todo lado. A calmaria dos quentes ventos de primavera acalmavam até o mais impaciente dos corações. Consigo me lembrar daqueles sorrisos, meu irmão e minha mãe, sorrisos tão poderosos quanto os ventos, sorrisos gentis. Onde foi que isso tudo se perdeu..."

Logo voltaria a taverna, e me esqueceria desses pensamentos.

Caso alguém venha até minha pessoa para conversar, olharia com desdém de baixo a cima e na lata, soltaria - O que é que você quer? -

Objetivos:
 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptyQua 20 Nov 2019, 20:54



 

just a shot in the dark

A jovem procurava por Messias em todos os cantos da cidade, era impossível não achar um homem gigante daquele dando sopa por ai. ─ MESSIAS! ─ Lucinda gritou pelo o nome de seu companheiro algumas vezes estava realmente preocupada com ele, não era de importar com os outros de primeira, mas com Messias era diferente. “Droga, cadê ele?” ─ Sentia seu coração começar a pulsar fortemente em seu peito enquanto uma agonia crescia em seu amago, não queria perde-lo assim estava realmente adorando ter a companhia do homem ao seu lado. Após minutos de procura caso achasse Messias em algum lugar, correria até ele com um largo sorriso em seus lábios. ─ Finalmente achei você! Apesar de você ser bem grande foi bem difícil de te encontrar. ─ Lucinda colocaria ambas as mãos sobre a cintura parecendo bem ofegante.

Desculpe por ter sumido, algo chamou minha atenção e eu acabei indo ver, mas eu adoraria que você me acompanhasse até a taverna, eu achei alguém que possa me ajudar em algo e não quero ir sozinha pois eu tenho medo dele querer fazer algo comigo, e tendo você por perto me sinto mais segura. ─ Não podia evitar jogar seu charme para convencê-lo de acompanha-la até o local, caso ele aceitasse ir com ela caminharia junto a ele de volta para taverna. Se em hipótese ele se recusasse a ir, Lucinda ficaria insistindo até que o mesmo aceitasse.  Se por acaso não encontrasse Messias, tentaria voltar para taverna refazendo todo o seu caminho de volta para a taverna, apesar de seu coração sentir um grande pesar de ter deixado Messias, sabia que uma hora ou outra iria encontra-lo novamente.

Você não é muito boa com direção, (ela sabe disso) você sabe disso, não sabe? (Claro que sabe) foi por causa de um erro seu (que todos eles morreram) que todos os seus amigos morreram (assassina) ... ─ Lucinda levou ambas as mãos até a altura de suas orelhas e as tampava, cobrindo-as com as palmas de sua mão na tentativa de não ouvir as vozes, não podia acreditar que aquelas malditas vozes voltaram para lhe incomodar.

Caminhava rapidamente pelas ruas da cidade, torcendo para que achasse a taverna novamente e se livrasse daquelas vozes desgraçadas, não podia ficar sozinha por muito tempo que aquilo sempre acontecia. Se por sorte achasse a taverna adentraria a mesma sem fazer muita cerimonia, logo retiraria ambas as mãos de seus ouvidos tentando se acalmar aos poucos enquanto disfarçava sua entrada brusca no local, após alguns minutos se passarem tentaria procurar pelo homem que o barman lhe indicara mais cedo, se por acaso achasse caminharia até o mesmo. ─ Hey, doçura! ─ Lucinda não media esforços para ser charmosa com os outros.

Eu pedi informações sobre um acrobata para o barman e, ele me indicou você. Eu preciso de alguém que me ajude com isso, eu já trabalhei em circo a muito tempo atrás, mas eu não lembro de mais nada, você poderia me ajudar? Posso lhe pagar caso deseje. ─ A morena apoiou ambas as mãos sobre a mesa, seus olhos brilhantes e esverdeados encaravam o homem com interesse, claro que aquilo apenas fazia parte de sua grande jogada de charme. ─ E aí, o que me diz? Huh? ─ O canto de seu lábio torceu para direita formando um breve sorriso, esperava ansiosamente pela resposta dele. Porém, caso não o achasse ali caminharia até o balcão da taverna e se sentaria em dos bancos, caso houvesse um ali. ─ Bonitão, me traga uma caneca cheia de cerveja, por favor... ─ Lucinda se debruçaria sobre o balcão se lamentando por ter perdido Messias e, agora seu futuro professor.
 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptyQua 27 Nov 2019, 00:41

Crows, Swords and Widow #09

Grim tinha um momento mais reflexivo antes daquele treinamento por si próprio dito, ele começava a assumir o leme de sua própria vida e agora começava a assumir o leme daquela embarcação. Ele tinha um sentido de que suas ações apenas teriam duas opções. De qualquer forma, teria treinado durante cerca de três horas antes do fim das instruções daquele senhor que passava todo o conhecimento que tinha disponível para tê-lo ensinado. – Foi muito arriscado! Já não tenho tanto coração para aguentar esses trancos! – Teria dito o velho, ainda assustado com o aprendizado do qual tiveram.

- Te ensinar a pilotar também? Certo! Agora, para isso, precisaremos de um barco que realmente preste! – O velho encaminhava ambos em direção ao porto, que por incrível que parecesse, não estava tão cheio de marinheiros como aparentava anteriormente. Seguindo despercebido pelos homens, eles iam até uma escuna onde o senhor jogava uma moeda para um olheiro que estava por ali e desamarrando as cordas da embarcação. As velas rapidamente ganhavam força e o barco tinha seu movimento. – Então comecemos. – Teria dito o homem pronto para passar os seus conhecimentos.




Não demorava muito até que Ryuma encontrasse Fuyuki que estava dançando e bebendo em meio ao bar, ela estava um tanto zonza, mas conseguia se manter em pé com firmeza. Percebendo que o espadachim pedia a sua ajuda para cuidar de alguns ferimentos, ela pedia ao mesmo para que se sentasse. Sentando logo ao seu lado e pegando um pouco de alguns medicamentos do próprio estabelecimento de maneira furtiva e começando a trata-lo com mais proeza.

Com o término de seu tratamento, a garota se retirava até um dos andares superiores onde provavelmente teria tirado um tempo para poder ir descansar e esquecer um pouco da bebedeira. Um homem se aproximava de Ryuma e era recebido por uma ignorância. – Eita, senhor, me desculpa aí! Só tava perguntando se queria uma nova bebida. – Teria dito o garçom gente fina.




O forte sentimento da garota começava a ficar com um coração ainda mais apertado, o que havia lhe chamado atenção anteriormente tinha feito com o caminho dela com Messias tivessem sido separados e mesmo com alguns gritos chamando pelo seu nome era difícil de encontra-lo, por fim, não conseguia. Sentia até mesmo um vazio em seu peito, algo que não era tão fácil de suportar, tinha perdido um amigo em meio a aquela cidade. Mas, bom, o mundo era pequeno e disso Lucinda sabia, talvez encontraria ele em algum lugar ou outro?

As suas direções não eram das melhores, mas a sua memória estava boa naquele dia e conseguia lembrar todo o caminho de volta para a taverna, tendo que entrar naquele ambiente sem nenhuma companhia, estando sozinha. O homem procurado estava do mesmo jeito que antes, se divertindo com alguns amigos e logo depois vendo aquela linda mulher se aproximando. – Hehehe, olá, senhorita. – Teria dito o homem com um sorriso perverso em seu rosto. – Pagamento sempre é bem vindo, de quanto estaríamos falando? – Ele tinha claramente se aproximado mais conforme a garota de olhos verdes se aproximava também, ambos ficavam bem pertos um dos outros e o charme era mais do que irresistível.

O homem aceitaria a partir de dez mil berries ou até mesmo o pagamento de alguma bebida para ele para que ele pudesse ensinar o que sabia para a garota, de qualquer forma, não precisaria mais de charme para conquista-lo.




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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 4 EmptySab 11 Jan 2020, 08:41



Mare Rex






U  ma vez que as reclamações do velho capitão chegaram aos ouvidos do caolho, este sorveria o ar salgado da baía, preenchendo os pulmões antes de se desatar numa rica e deliciosa risada. Os lábios se desprenderiam, tal como o único olho seria acobertado pela pálpebra, imerso no júbilo repentino e palpável que forçava seu torso à se inclinar minimamente para trás. Ora, meu gentil e imbecil senhor... Pensou, malicioso. ...esse tranco nem mesmo se compara ao que tenho preparado para essa ilha. Seu coração irá explodir, então?

Um barco d'verdade, mêmo'? Tipo- uma fodendo escuna?! — Podia sentir o entusiasmo preenchê-lo nas veias, tornando a pele pálida e tatuada tão escaldante que poderia explodir de satisfação. Contudo, não demonstraria mais do que um sorriso amistoso nos lábios, exibindo parcialmente os dentes amarelados uma vez que estava diante da embarcação. Virando-se para seu instrutor, lhe entregaria a mão direita por sobre o ombro esquerdo, buscando passar seu entusiasmo através da firmeza daquele agarre. — Tu acaba d'se tornar o melhor professor d'pilotagem q'já conheci. Bem, tu é o único que eu conheço, mas ainda vale d'alguma coisa!

Dito aquilo, tomaria o primeiro passo adiante, seguido pelos demais que o levariam até onde o leme da embarcação estivesse localizado. Caminharia pacientemente, ainda que com uma crescente empolgação contida em cada passo. Uma vez diante do timão, tomaria este com as mãos, envergando os dedos por sobre a superfície amadeirada. Sentia, então, o ápice da liberdade na ponta de seus dígitos.



INÍCIO DO TREINO DE PERÍCIA - PILOTAGEM
Spoiler:
 


FIM DO TREINO DE PERÍCIA



Manter as mãos fixas no timão por tanto tempo havia entulhado seus dedos de caroços, o suficiente para que os sentisse por simplesmente fechá-los um a um em punhos firmes e revestidos de vontade. Uma vez treinado, poderia então guiar sua tripulação pelo mar que sempre amara desde criança. Uma vez treinado, lhes guiaria através de qualquer tempestade, desbravando cada centímetro de água que lhes separava de seus objetivos. A hora era certa para que saíssem dali de uma vez, mas antes...

Ainda temos assuntos a tratar com essa cidade, né não? Rogaria com a própria mente, o tom grave de sua voz ecoando por entre as paredes da mesma, “Ainda devem ter marinheiros procurando pelo meu rabo por aqui, é melhor tomar um cuidado maior.”

Assim, permitiria que os pés seguissem um caminho mais cuidadoso por entre as ruas, buscando retornar pelo mesmo local que viera para que chegasse até o porto, traçando a mesma rota não-tão-turbulenta que lhe permitira caminhar pelas ruas sem ser notado por qualquer olho vigilante. Caso não obtivesse sucesso, isto é, se algum soldado, policial ou marinheiro lhe avistasse e até mesmo gritasse para que parasse seu percurso ali mesmo, correria de imediato. Não sem rumo, é claro, mas sim até algum local um pouco mais afastado da multidão, onde poderia lutar contra seus inimigos com maior facilidade. A área mais ideal seria uma casa abandonada, onde poderia fazer uso do pequeno espaço para lutar contra um número grande de inimigos. Encontrando uma residência que aparentasse ter essa descrição, adentraria na mesma e buscaria por um corredor qualquer, aguardando a chegada dos perseguidores ali mesmo.

Não encontrando nenhum impedimento durante o retorno, contudo, seguiria caminho sem quaisquer desvios desnecessários até a taverna. Ali, ao adentrar, buscaria findar seus companheiros com o único olho atento, deixando que os pés o levassem até a mesa onde os mesmos estivessem sentados.

Tudo pronto, seus macacos? Vamos dar o fora daqui. — Soaria o timbre rouco com de praxe, esgueirando um sorriso patife nos lábios cicatrizados enquanto meneava até a porta com a cabeça. — Aconteceu alguma coisa quando eu estava fora?

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