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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crows, Swords and Widows

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptyQua 28 Ago 2019, 19:11

Relembrando a primeira mensagem :

Crows, Swords and Widows

Aqui ocorrerá a aventura do pirata Grim e dos(as) civis Miyamoto Ryuma e Lucinda Castiel. A qual não possui narrador definido.


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Grim
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptySab 07 Set 2019, 18:09



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  "Roubar um desses barcos não seria má ideia, até. O foda são esses ferimentos..." Viu-se ruminando os pensamentos em sua mente, após a explicação sobre a ilha deixar os lábios do vendedor. De fato, os ferimentos lhe flagelavam até mesmo a mais simples movimentação, ardendo com avidez até mesmo nos confins de sua alma. Ainda que o sangramento tivesse parado à tempos, provavelmente não seria necessário um esforço muito grande para que as feridas tornassem à lhe atormentar com um ímpeto redobrado. "Esse é o único motivo que esse zé' ruela' não está desmaiado, com a gente saindo daqui de bolsos gordos de grana."

As vestes lhe serviram com uma precisa perfeição, adornando o corpo egrégio do pirata com uma certa classe, ainda que o sorriso diabólico do mesmo deixava claro que pertencia à ralé, tal como preferia. Ao saírem da loja, percebeu então que o clima álgido daquela manhã não mais lhe importunava, sentindo até mesmo uma pitada de intensidade no ar matutino. Talvez fosse apenas seus instintos, mas estes nunca haviam se enganado antes. Algo lhe dizia que um acontecimento extraordinário estaria por vir, ainda que não fizesse ideia de onde, ou o quê.



A dúvida, contudo, desfez-se num piscar de olhos ao adentrar na loja de conveniências marítimas. No interior, logo avistava o vendedor recheado de um humor carrancudo em seu cenho desconfiado, este que, ao perceber a aproximação dos piratas, logo pareceu distinguir eles pelo que eram de fato. Contudo, o destaque no estabelecimento estava longe de ser aquele medíocre patife, e sim o homem que tratava com ele. O sujeito possuía uma altura equivalente ao caolho, mas sua aparência se mostrava ser um tanto diferenciada do mesmo— ou de qualquer outro presente. O que era certo, contudo, era que o homem exalava uma confiança que cativara o capitão, este que prontamente contou o moreno como um aliado.

Oh, você parece ser muito forte! Qual o seu nome?! — Invocando o timbre trovejante e grave, aproximaria-se do homem até que ficasse à um metro do mesmo, ao que exibiria os dentes um tanto amarelados num sorriso maquiavélico e convidativo. Atento à resposta do sujeito, daria continuidade, apontando para si mesmo com o polegar destro caso o mesmo se mostrasse ao menos respeitoso: — Eu sou Capitão GRIM, o Olho de Corvo! O que você acha de ir comigo até a Grand Line?! — Completamente despido de quaisquer modos, e ignorando o que o sujeito vendedor lhe acusava bem à sua frente, continuaria: — Você seria membro da minha tripulação pirata, e então velejaremos 'té o fim daquele mar, e além!

Assim, aguardaria a resposta do espadachim, mantendo o sorriso presente nos lábios à todo momento. Algo dentro de si ardia como nunca antes, visto que para ele, havia finalmente encontrado o primeiro de seus novos companheiros. Dada sua animação, persistiria caso o homem lhe recusasse à princípio: — O que? Não, tu não entendeu! Estou te levando para fora dessa ilha hoje mesmo! Você vê: existem milhares de sujeitos fortes p'caralho naquele mar, e mesmo que eu possa enfrentá-los todos sozinho, que graça teria nisso? De modo que vamos hoje mesmo, espadachim!

Todavia, na eventualidade do homem concordar, arquearia a sobrancelha num deleite tão claro quanto o sorriso aberto que enfeitaria sua boca. Dando um passo para trás, ergueria ambos os braços para cima numa velocidade que não lhe maculasse os ferimentos, rugindo de satisfação: — É DISSO QUE ESTOU FALANDO, PORRA! — Dito aquilo, risonho como de praxe, despejaria a risada vitoriosa aos ares por alguns segundos, antes de se recompor e levar ambas as mãos até a cintura. A canhota se acomodaria ali, enquanto a destra, sem descanso, logo seria levada na direção do vendedor, apontando para o mesmo num claro desafio: — E você, seu merdinha! Eu sou um pirata, mas não qualquer um. Sou o homem que irá se tornar o REI dos Piratas, grave isso nessa tua cabeça de rola! — E assim, diria aos companheiros, já não mais se importando sobre o que havia refletido sobre os ferimentos anteriormente: — Feche a porta, Fuyuki. Vamos roubar essa loja agora mesmo.

Desse modo, claramente esperaria uma reação violenta por parte do vendedor. Ainda que possuísse seu lado imprudente, a parte estratégica e cautelosa de sua mente estaria falando mais alto naquele momento. Devido à isso, daria um passo para trás de modo à deixar que Varric ou quaisquer outros dos companheiros, e até mesmo o espadachim, viessem a cuidar daquele vendedor ou pelo menos distrair o mesmo por hora.

Fosse impossível uma recuada sem impedimentos— isto é: caso o homem partisse para cima de si com os punhos ou quaisquer armas erguidas, flexionaria os joelhos o melhor que pudesse, confiando em seus resquícios de agilidade para que conseguisse recuar até a retaguarda o mais rápido possível, desviando para baixo caso em sua direção viesse um golpe horizontal, ou pressionando a sola do pé esquerdo contra o chão, impulsionando o corpo para a direita fosse um vertical. Ciente de seus ferimentos, contudo, contava com a distância anterior para com o vendedor para que sua escapada tivesse sucesso.


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Kyoki
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptySeg 09 Set 2019, 00:10


 
'Cause I'm a survivor
Ao tentar caminhar até o tal desconhecido, suas pernas ficavam completamente tremulas e o corpo de Lucinda logo sentia os efeitos da fraqueza tomarem conta de seu ser; e então, seus olhos viam o chão ficar mais próximo lentamente ─ seu corpo estava desabando. Foi quando então, Lucinda sentiu seu corpo ser agarrado, o desconhecido havia lhe pegado antes que pudesse tocar o solo novamente, instantaneamente os olhos da mulher foram de encontro com os do desconhecido. Por um breve momento, a mulher pode admirar os lindos olhos que seu salvador tinha, notando como eles brilhavam conforme alguns raios solares os tocavam tão gentilmente, aos poucos a visão de Lucinda fora se escurecendo.

Lucinda mergulhava no mais profundo sono, e pela primeira vez em anos haveria tido um bom sono, sem pesadelos, sem vozes ás vozes lhe perturbando, estava apenas flutuando sobre as águas negras de seus sonhos. Após algum tempo, os olhos de Lucinda se abririam calmamente, sentia que seu corpo estava completamente descansado, e sua já não estava tão necessitada de água como antes “─ Onde estou?” ─ Seu tom de voz era baixo, quase inaudível, Lucinda quase não conseguia manter seus olhos bem abertos, a dor de cabeça com qual acordara estava lhe incomodando demais. Onde estava? Quem a trouxe ali? Eram mais e mais perguntas que surgiam na cabeça de Lucinda.

Seus olhos logo se moviam para baixo, podia notar que sua barriga estava enfaixada, alguém havia cuidado de seu ferimento, não demorou para que a morena levantasse seu torso da cama, ficando sentada sobre a mesma. Observando com total atenção o ambiente a sua volta, era um pouco rustico, mas não queria dizer que tinha seu charme, era de certa forma confortável ao olhar de Lucinda, principalmente a cama que estava deitada. Apesar da cortina ofuscar boa parte da luz, a mulher sentia certo incomodo ao olhar para a janela, talvez por causa da forte dor de cabeça que sentira naquele momento. Sem perder muito de seu tempo, a morena logo colava seus pés para fora da cama, caso estivesse sem suas botas, Lucinda sentiria o assoalho frio beijar as solas de seus pés desnudos, procuraria em volta da cama o par de botas para que pudesse calçá-las, e se por acaso as achasse, as calçariam e logo levantaria da cama. Porém, caso ainda estivesse com as botas em seus pés, levantaria calmamente da cama e caminharia calmamente até à porta aberta, nem mesmo se deu ao trabalho de pegar o casaco em cima do criado mudo.

Estava na hora de ir embora, por mais que apreciasse o que a pessoa tinha feito, em salvado sua vida, não podia ficar ali para sempre.

Lucinda ao ficar de frente com a porta aberta, colocaria minimante sua cabeça para fora e olharia de um lado para o outro “─ Olá, tem alguém ai?” ─ Falaria em alto e bom som, caso não obtivesse resposta alguma, sairia do quarto e em passos curtos caminharia pelo cômodo olhando tudo ao seu redor “─ Oláá?” ─ Falaria novamente, e se mesmo assim ainda não obtivesse resposta, a mulher caminharia para fora do cômodo atual e iria para próximo, procurando cautelosamente por alguma pessoa naquela casa. Se por hipótese alguém respondesse ao primeiro chamado, e a pessoa estivesse em outro cômodo ou até mesmo fora da casa, Lucinda diria enquanto tentaria procurar pela voz, caminhando com certa rapidez entre os cômodos “─ Hey, onde você está você está? Então, eu agradeço pelo o que fez por mim, mas eu preciso ir embora agora.”

Caso a pessoa já estivesse no cômodo ao lado do quarto, Lucinda levaria um breve susto, o que a faria levar sua mão até o lado esquerdo de seu peito assim podia sentir seu coração palpitar fortemente, assim como sua cabeça que começou a doer um pouco mais forte “─ Ah... Olá, então... A aprecio muito que tenha me ajudado, mas eu tenho que ir embora, tudo bem?” ─ A voz da Lucinda estaria num tom sem graça, quase vergonhoso, não esperava que a pessoa estivesse ali “Então... É, eu vou pegar as minhas coisas e já vou nessa.” ─ Logo um sorriso sem graça se formou nos lábios da morena, que gesticulava com suas mãos enquanto caminharia vagarosamente para trás ─ precisava sair dali rápido ou aquela pessoa a forçaria ficar ali.


 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptyTer 10 Set 2019, 01:57

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
Após ficar um tempo parado no porto, resolvi me mover até onde possivelmente encontraria informações. Chegando até a loja de conveniências maritimicas, me deparo com um intimidador vendedor, onde encontro a chance de concluir um de meus objetivos, o que eu não esperava, era receber visitas dentro da loja.

- Como você faz isso, com as formigas na mesa? - Perguntaria, olhando para a forma de como ele consegue intimidá-las. Caso ele responda de forma positiva, perguntaria - Pode me ensinar? - Caso ele diga que sim, agradeceria - Muito obrigado! -

Ao notar que o vendedor mudou a direção de seus olhos para olhar aos que entraram na loja, viraria um pouco a cabeça, o suficiente para observar quem eram de canto de olho, por cima do ombro.

"Piratas hãn!?" Pensaria. "Isso me traz boas lembranças dos velhos dias com Hozan e Silver"


Caso o  homem se dirija a mim perguntando meu nome, me apresentaria - Eu sou Miyamoto Ryuma, o espadachim do Carvalho Negro - dizendo em um bom tom, impondo minha fala. Caso ele continuasse ali, olharia diretamente ao homem cujo qual dirigiu a palavra a mim e perguntaria - E qual seria o seu nome? - Caso obtivesse uma resposta, diria - Não o esquecerei, Grim. - Se em contrapartida, não obtiver, seguiria a conversa mesmo assim.

"Esse sujeito..."

Caso ele dissesse algo sobre a Grand Line, prestaria extrema atenção em suas palavras. Se fosse convidado para ir até lá por este homem, abaixaria a cabeça, rindo e balançando a cabeça em negação. "Esse cara... parece que o Capitão Silver está diante de mim...". Diria, logo em seguida - Na falta de outras propostas, acho que terei que aceitar a sua, mas com uma condição, você não vai se intrometer no meu objetivo de me tornar o melhor espadachim do mundo, e caso o faça, o considerarei um inimigo, e tenha certeza que não te pouparei. -

Se o homem responder sobre seus objetivos, diria - Você também fala grande... Rei dos Piratas? Algum daqueles navios no porto por acaso é seu? - Caso a resposta seja positiva, reagiria de modo surpreso, arquearia a sobrancelha, e esboçaria um leve sorriso de alegria. Já se a resposta for negativa, levaria a mão esquerda até meu rosto e diria - Onde é que eu fui me meter... -

Caso o pirata tenha alguma ideia estúpida em mente, diria - Acabamos de nos conhecer, mas essa é claramente uma má ideia, se desejarem fazer alguma estupidez aqui, não contem comigo. - Olharia para ele e para seus parceiros, tentando analisar sua capacidade de luta. Se forem julgados como capazes, apenas diria - Não farei mesmo parte disso - E sairia da loja. Caso eu julgue que são incapazes, diria - Vocês não parecem estar em condição para arrumar problemas... - Respiraria fundo, fechando os olhos, e os abrindo vagarosamente - Esqueçam essa ideia e vamos dar o fora daqui, aqui dentro são três contra um, mas lá fora, são três contra vários marinheiros, eu repito, isso é estupidez. Além do mais, temos muito o que conversar -. Continuaria.

Caso os piratas aceitem a se retirar da loja sem confusão, retornaria ao vendedor e diria - Desculpe pelo transtorno - e sairia da loja atrás dos meus novos e infelizes companheiros. - Então, Grim, o que faz em Micqueot? -


Objetivos:
 

Histórico:
 


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Objetivos Futuros:
 


Última edição por Miyamoto em Qua 18 Set 2019, 18:39, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptySex 13 Set 2019, 22:02

Crows, Swords and Widow #03

Lucinda

Ela conseguia achar a sua bota embaixo da cama e com um pouco do esforço que tinha para agarrá-la sentia a sua barriga dando uma pontada forte, fora capaz de calçar sozinha o próprio calçado e não tinha mais o frio assoalho incomodando os seus pés. Seu destino era a saída daquela cabana e não se importava nem mesmo em pegar o casaco que repousava em cima do criado-mudo. Ao sair daquele local pode ver como que a sala daquele local era organizada, era um tanto apertado, mas aconchegante. Haviam quatro jânelas em pontos diferentes da casa, todas quadradas e com um metro². Um sofá se estendia em um dos cantos dessa sala com dois abajures ao seu lado, uma mesa de centro e duas cadeiras viradas para o sofá. No outro canto havia uma mesa de madeira com dois bancos longos de madeira, no centro da mesa haviam algumas frutas, do lado mais próximo de Lucinda podia se ver uma grande lareira onde o calor proveniente daquele local se mostrava, as chamas dançavam com a lenha daquele local, havia um atiçador de ferro repousando ao lado da lareira e também algumas lenhas já cortadas. A porta estava fechada, não parecia trancada já que alguns dos seus trincos mostravam-se abertos.

Nas paredes nuas haviam alguns trófeus, era uma cabeça de veado e a outra de um lobo, ambas curtidas a ponto de serem bem rígidas e não apresentarem cheiro algum. O lenhador repousava-se na pia com um cutelo em sua mão cortando a carne de alguma caça recentemente adquirida, a pele do animal repousava-se no canto de sua pia.

O leve tom de voz elevado da garota fazia o homem se virar, esquecendo que estava com a lâmina afiada em suas mãos. - Oh, você acordou. - O homem observava a fala da garota, colocando o cutelo na pia e lavando as suas mãos cheias de sangue do animal, parecia que era uma lebre gorda. - N-não lhe impedirei. Apenas tenho cuidado para não abrir os pontos. - O homem apontava em direção ao torso da garota, mostrando um tom bem calmo com uma leve preocupação por parte dele. Ele não parecia voltar a sua tarefa anterior, apenas se preocupando com a garota e esperando que a mesma saísse dali. - Bom, se você mudar de ideia, posso lhe servir uma bela sopa de lebre. Essa danada nem me viu chegar. - Ele tinha realmente uma aparência bem furtiva embora todo seu tamanho, não era atoa que havia conseguido aqueles troféus, o homem tinha uma certa desconfiança normal da mulher, mas não aparentava ser nada hostil com Castiel. - Me chamo Messias, poderia saber quem eu salvei? - Esboçava um sorriso, apenas querendo saber o nome de Lucinda.


Grim & Ryuma

O vendedor parecia que concordaria em ensinar a intimidação antes de sua atenção ter sido voltado aos piratas que adentravam o seu estabelecimento, as falas daquele homem chamavam a atenção de ambos. O dono daquele lugar tinha um grande desprezo com piratas e realizava um "Tsc" quando notava a recente aquisição a tripulação de Grim. O capitão sequer havia um navio e com tamanhos ferimentos queria roubar aquela loja da pior forma possível. O ambiente não era tão largo quanto imaginava e Ryuma não gostava da ideia, ficava sem o seu conhecimento e agora se metia em ápuros na primeira briga com o seu bando pirata. - A porta não tem a chave na fechadura e os trincos estão preso com cadeados! - Gritava a moça antes de se atentar com o objeto vindo na sua direção.

O fortão empurrava a sua bancada para frente e a chutava na direção dos piratas, acertando o espadachim que havia se virado para sair pelas costas e parando na frente de Grim que perdia o equilíbrio com a mão do novato escorregando. - Querendo fugir no primeiro dia de trabalho?! Haha! Típico de Novatos!Os seus outros companheiros haviam conseguido se esquivar do móvel de madeira e partiam em direção ao vendedor. Suas forças pareciam não serem capazes de afetar o grandalhão de início, não eram páreos para ele sem uma estratégia e com ferimentos aparentes, o homem jogava-os de um lado para outro, com chutes, socos e quaisquer outra ferramenta que houvesse no ambiente, batendo-os nas prateleiras e consequentemente derrubando-as em cima dos seus companheiros.

Fuyuki conseguia não se ferir tanto quanto Varric que demorava alguns segundos para que pudesse se levantar, ambos tentavam impedir o avanço do dono da loja, mas eram ineficazes nisso, com o homem levantando o móvel de madeira e novamente direcionando-o na direção do capitão que com resquícios de agilidade conseguia desviar tempo o suficiente para que pudesse ver a porta do estabelecimento sendo escancarada. Ele conseguia agarrar Varric pelo colarinho e o anão se debatia para tentar ferir o homem com suas armas, mas tudo o que conseguia era uma passagem VIP para o lado de fora da loja, com Fuyuki não era muito diferente, mas esta não tinha seu caminho total até a saída chegando a cair por cima do espadachim.

- Marinha! Piratas! - O homem não era burro, chamava por ajuda visto que estava em uma desvantagem numérica e com o tanto de marinheiros que estavam pelo porto, a ajuda não demoraria muito mais do que segundos para que chegassem ali, ainda mais com Varric caido no leito da porta.


Considerações:
 

Legendas:
 


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Grim
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptySab 14 Set 2019, 18:37



Down to Business


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  As palavras de aquietação de seu mais novo companheiro se dissolveram inaudíveis aos ares quando a bancada fora empurrada na direção do bando, atingindo Ryuma que, por estar próximo do caolho, acabara por desequilibrar ambos. No intuito de equilibrar-se, apartaria as pernas uma da outra, aplicando uma força considerável nas solas dos pés de modo à impedir sua queda. Os lábios então se esticariam no canto direito, risonhos e propícios ao sadismo, enquanto os dedos de sua mão se flexionariam. A respiração, ainda que serena como de praxe, despejava o ar tórrido através dos lábios, enquanto o corpo se amornava em preparação para o embate fatídico que viria à seguir.

Via o ato como uma necessidade— um primeiro passo para construir sua fama, de roubo em roubo, de luta em luta. Forjaria seu renome através da discórdia, relembrando-se dos ensinamentos que os piratas aprisionados no presídio de Wars Island lhe passaram: A sorte favorece os infames. Apinhado de ambição, podia sentir o destino na palma de sua mão conforme enrodilhava os dedos para formar um punho, este pesado e violento.

Perfeito... — rogaria, invocando o timbre diabólico que nasceria aos sussurros da garganta, baixo e enigmático, tornando-se mais trovejante conforme as palavras soavam: — ...perfeito, seu desgraçado! Resista com toda a sua força, isso mesmo! — rugindo, levaria então a canhota até o ombro de Ryuma que provavelmente ainda estaria ao seu flanco, prensando os dígitos amornados de inspiração ali. Sem que retirasse a atenção do inimigo por um momento sequer, diria ao mesmo: — Seja bem-vindo à pirataria, Ryuma. Eis o seu primeiro obstáculo, e iremos passar dele juntos. Tu fica com a esquerda, eu vou pela direita! Fuyuki, Varric! Fiquem com a maldita porta, e segurem os marinheiros que tentarem entrar! — Dada sua proeza com a inspiração, soaria o timbre de liderança pelo campo de batalha apertado daquele estabelecimento, transmitindo o plano—e a confiança para seus companheiros.

O frenesi enfurecido e cobiçoso rugia vingativo dentro de si— seu lado que costumava chamar de corvo, enquanto a mente afiada e calculista salpicava sensatez em suas ações, forçando-o à um estado de espírito onde pudesse redirecionar sua fúria de forma eficaz contra o inimigo. Afinal, estava claramente ciente de seus ferimentos, duvidando até mesmo que pudesse se movimentar com facilidade. Contudo, visto que não estava lutando sozinho, buscaria aproveitar-se da atenção dividida do vendedor para que pudesse lutar sem muitas preocupações. "Uma hora alguma fraqueza vai se abrir, e então será nesse momento em que finalizaremos o patife."

Com isso em mente, aproximaria-se então, buscando a perfeita linha entre um movimento rápido e seguro o suficiente para que os ferimentos não abrissem novamente. Nesse ritmo, contornaria a bancada que havia sido atirada em sua direção, empenhando-se para se aproximar da retaguarda do inimigo com agilidade, fazendo uso de sua visão afiada para que percebesse quaisquer movimentos violentos por parte dele.

Se lhe fosse atirado objetos como armas, ou até mesmo disparos de pistola, pedaços de madeira e afins, não ousaria flexionar seus joelhos para se abaixar. Temendo pelos ferimentos, jogaria o corpo para a esquerda ou direita dependendo da direção em que o objeto fosse disparado, tentando assim se esquivar completamente, ou ao menos impedir que o mesmo viesse à lhe atingir por completo. Faria o mesmo movimento caso o inimigo tentasse acabar com ele de uma vez, ignorando Ryuma e, dessa forma, tentando atingir o moreno com ataques corpo-a-corpo.

"Mas que caralhos!" Praguejando, deixaria o olho semicerrado ao enfeitar uma seriedade no cenho. No caso de ser atingido ferozmente pelo ataque alheio, provavelmente estaria em apuros visto a força do oponente, testemunhada anteriormente enquanto enfrentava seus companheiros. "Esse cara... ele não é qualquer filho da puta que tem uma loja não." Pensaria, ao que levaria a palma direita até o local atingido no intuito de se acalmar psicologicamente. Se de onde estivesse avistasse quaisquer objetos, sendo estes ampulhetas, lunetas ou apetrechos do tipo, levaria a destra até o mesmo à fim de apossar-se dele, ao que o atiraria na direção do inimigo na intenção de obstruir a visão do mesmo ou ocupá-lo por um mísero momento.

"É agora!" Pensaria consigo mesmo, no instante em que o objeto deixasse suas mãos na direção do oponente. À seguir, tendo encontrado o objeto ou não, ousaria avançar na direção do sujeito de qualquer forma, buscando uma aproximação ágil até que ficasse frente ao mesmo e, então, levaria o punho direito num cruzado violento e cruel visando o lado esquerdo da face masculina. Obtendo sucesso ou não no primeiro ataque, recuaria o punho o mais rápido possível e, então, afastaria o torso para a esquerda ou direita caso fosse vítima de mais um ataque corpo-a-corpo inimigo, tentando também se afastar para trás com dois passos recuantes se avistasse um chute ou soco horizontal.

Um ataque não seria o suficiente, e à essa altura Ryuma provavelmente já teria tentado cortar o vendedor pela retaguarda. Fosse o caso—e se avistasse algum sinal de dor se formar na expressão do homem, ou se o mesmo se virasse para defender contra o espadachim aproveitaria aquela chance sem pensar duas vezes. Avançando novamente, tentaria encurtar a distância para com o sujeito o mais rápido possível— dentro de seus limites—, e uma vez diante do mesmo, tentaria lhe aplicar outro cruzado de direita visando o tímpano que estivesse virado contra o soco— fosse esquerdo ou direito, seguido por uma tentativa de joelhada de direita contra suas costas.

No sucesso ou fracasso, manteria-se sempre afastado do sujeito o melhor que pudesse, jamais arriscando manter-se num constante movimento devido à ardência perigosa nas costelas.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptyTer 17 Set 2019, 18:31


 
'Cause I'm a survivor
Após uma pequena busca ao seu redor, conseguia achar suas botas embaixo da cama, com certo esforço esticou seu braço para poder alcançá-las, porém, seu pequeno ato teve uma forte consequência, o ferimento recém tratado em sua barriga ainda não estava 100% melhorado ─ Puta que me pariu... Foi mal, mãe. ─ Falou, sentindo certa raiva de si mesma por ter feito aquilo sem pensar no ferimento, achava que já estava melhor daquele ferimento, mas pelo visto ainda não estava. Esperou por alguns segundos a dor da pontada amenizar, assim então calçou suas botas e caminhou para fora daquele quarto, Lucinda logo se deparou com um cômodo pequeno, havia alguns moveis espalhados pelo local, mas nada que chamasse muito a atenção da morena. Não negava que o local tinha certo encanto, ao ver os troféus presos na parede daquele cômodo, Lucinda tinha em breve lembrança de quando também tinha a cabeça de alguém preso em seu navio, o que fazia sorrir por um breve momento.

Porém, seu olhar logo foi direcionado para o homem na pia, não esperava que ele estivesse ali, ela então optou por não se aproximar muito dele, pois o mesmo parecia estar cortando algo e não seria muito inteligente se aproximar assim. Lucinda então, tentou dialogar dali mesmo onde estava, a mulher estava com bastante receio pois agora conseguia ver o quão grande era aquele homem, quando o encontrou pela primeira vez não havia conseguido o ver perfeitamente, mas agora que havia melhorado um pouco ficava de certa forma espantada.

Os olhos de Lucinda estavam bem abertos, dando um destaque maior à seus olhos verdes, logo após falar com o homem, ela logo o viu se virar, o mesmo estava segurando um cutelo e parecia estar bem afiado, a morena se mostrou ainda mais hesitante. Lucinda observaria cautelosamente cada movimento do homem, enquanto prestava atenção nas palavras que o mesmo dizia a ela, seu estomago roncaria ao ouvir ele falar sobre a sopa de lebre, não negava que estava faminta, mas seria uma boa ideia ficar para comer? Não conseguia se decidir, se devia ir embora ou ficar para pelo menos comer um pouco.

Caso decidisse ficar, tentaria se acalmar um pouco, mas não abaixaria sua guarda por completo. ─ Desculpa, eu sou uma má educada mesmo. Me chamo Lucinda, é um prazer conhecê-lo, Messias. ─ Enquanto se apresentava, um pequeno sorriso amistoso surgiria nos lábios da morena, então novamente seu estomago a avisaria que estava vazio ─ Sopa de lebre? Bem, acho que posso ficar mais um pouco. ─ Lucinda parecia um pouco sem graça com a situação, ele havia a salvado e ela queria ir embora, sentiu estar sendo deveras ingrata ─ afinal, devia sua vida a ele. Se por acaso decidisse ir embora, mesmo com seu estomago doendo de fome, caminharia até a saída da cabana e, antes que fosse realmente embora se apresentaria. ─ Me chamo Lucinda, foi um prazer conhecê-lo, Messias. ─ Após terminar de falar, abriria a porta e sairia calmamente, Lucinda olharia para os lados procurando algum caminho para seguir.

Porém, se em hipótese não conseguisse se decidir por onde ia, Lucinda voltaria para dentro da cama estando com a maior cara de pau. ─ Bem, acho que vou ficar por aqui mesmo. Eu não conheço esse lugar, capaz que eu me perca e morra, então eu pensei “Ele poderia me ajudar” então, Messias, você pode me ajudar a sair daqui desse lugar? Mas primeiro, onde é esse maldito lugar que eu vim parar? E, estou faminta para um caralho, adoraria comer essa sopa de lebre. ─ Lucinda não tinha um pingo de vergonha na cara em falar aquelas coisas, ela caminharia até a mesa e se sentaria em um dos bancos, enquanto observava o homem. ─ Frutas! Amo frutas, posso? ─ Esticaria sua mão direita calmamente até as frutas no centro da mesa, esperava por uma confirmação para poder pegar uma das frutas, independente da resposta do homem, Lucinda pegaria uma e logo começaria a comer, sempre esboçando um sorriso largo em seus lábios. Odiava ter que pedir ajuda a alguém, porém não tinha muitas escolhas naquele momento, então mesmo estando muito desconfiada do homem, teve que manter uma postura mais descontraída para assim, quem sabe, conseguir tirar algum proveito daquilo.


 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptyQua 18 Set 2019, 18:41

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
Vendo o rumo que aquela situação ia tomar, aqueles três malucos e o vendedor sem paciência, resolvi que a melhor opção era me retirar da loja e deixar com que eles fizessem o que queriam, só não esperava que a situação mudasse tão rápido, acho que a estupidez desses piratas não são muito diferentes das do capitão Silver, pelo menos o Hozan conseguia cuidar das situações.



"Não tenho paz sequer um dia inteiro..." Pensaria, com uma espontânea cara de decepção enquanto estivesse caído no chão.

- Com sua licença. - Diria para a moça caída por cima de mim, ironizando a situação com um leve sorriso lateral, enquanto tentaria levantar, mantendo-me atento para qualquer próximo golpe desferido por nosso oponente. Levaria a mão direita, para a espada, e seguraria-a com força, para caso fosse necessário, a sacaria.

"Não gostaria de ferir um homem inocente assim, mas do jeito que as coisas estão, não vai me sobrar muitas opções."

Caso conseguisse me levantar, analisaria a distância entre o homem e a parede, e a distância final até a porta de forma rápida e mais precisa possível. Tiraria a espada com a bainha da cintura "Lutarei assim mesmo, as chances de matá-lo são menores, e sendo assim, poderá contar que lutou contra o cara errado para seus filhos e netos". Separaria os pés suficientemente para não perder o equilíbrio, deixaria a base um pouco mais que um ombro e meio. Levaria a perna esquerda para trás, deixando apenas o joelho da perna da frente flexionado.

"Tenho que tomar cuidado com o espaço, não posso acertar a katana em nenhum objeto que a pare, e também não ferir meus aliados."

Levantaria minha espada a cima da cabeça para tentar ver até onde ela chegaria antes de acertar o teto. Se fosse possível levantá-la toda, exageraria em meus movimentos verticais, se não fosse, ficaria atento a distância e focaria em golpes diagonais.

Se possível, chamaria a atenção do vendedor após estar de pé, direcionando sua ira até mim. - Ei Grim, não se esforce tanto garoto, um simples vendedor de uma lojinha como essa não é digno de quem se autoproclamou o próximo Rei dos Piratas! - Diria, mantendo meus olhos fixos em meu adversário.

Caso Grim tenha se movido em um ataque qualquer, tentaria encaixar um golpe rápido, movido horizontalmente pelo lado oposto do qual o mesmo se encontra.

Passo após passo, sem perder a base, avançaria para próximo de meu oponente, mantendo entre nós distância suficiente pra acertá-lo com a espada, mas não para que ele possa me acertar com socos ou chutes.

Em caso de distração do inimigo, avançaria rapidamente e desferiria um golpe horizontal, da direita para esquerda em sua cabeça, dizendo - Está olhando para o lado errado. - Acertando o primeiro golpe ou não, rapidamente trocaria de base e giraria um pouco o quadril, desferindo um segundo horizontal vindo do lado oposto, novamente em sua cabeça.

Se o inimigo estiver disposto a lutar comigo, avançaria desferindo um golpe diagonalmente em suas costelas do lado direito, caso ele defenda, giraria o corpo rapidamente e atacaria de forma horizontal, de forma a acertar seu outro lado, tomando cuidado para não aceitar um de meus companheiros. Caso ele se esquive, aproveitaria da espada em posição baixa, e jogaria o peso dela como apoio para o lado, girando totalmente meu corpo, fazendo uma rasteira para tentar derrubá-lo.

Após terminar meu movimento, recuaria para que Grim continue a luta sem que eu atrapalhe seus movimentos. Ficaria preparado com a espada na bainha em mãos para me defender de próximos ataques que possam ser desferidos.

Caso o adversário jogue algum item em mim "Poderia tentar desviar, mas defender agora é mais efetivo", defenderia com a espada, movendo-a horizontalmente rapidamente.

Caso o adversário avance com um chute, tentaria acertar sua perna usada como base para derrubá-lo. Uma vez no chão, golpearia sua cabeça com minha força máxima, desferindo um golpe na diagonal de cima para baixo. "Rápido como deve ser."

Se for um soco, defenderia lateralmente desviando seu braço, e aproveitaria da espada dentro de sua guarda para rapidamente acertá-lo na cabeça diagonalmente.

Caso o oponente seja derrubado - É todo seu Grim. - Me afastaria de forma segura e viraria para a porta, esperando que marinheiros cheguem. - Vocês dois, se aprontem! - Diria aos aliados de Grim - Que tipo de armas os dois usam? - Caso a resposta seja de armas ou combate corpo a corpo, diria - Um defenderá a porta comigo, vá para o lado direito dela, e você... - diria virando ao outro - defenda seu capitão. - Se a resposta for armas a distância, diria - Se preparem para usar suas armas então, vão para o fundo da loja, e tentem não me acertar. Grim, proteja seus atiradores. - Estaria eu, dando ordens, a pessoa que se chamou de Rei dos Piratas e meu capitão, mas nessa hora, nos mantermos vivos é o que precisamos agora.

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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptySex 20 Set 2019, 00:24

Crows, Swords and Widow #04

Lucinda

A garota era bem indecisa e não tinha certeza por qual caminho queria prosseguir, haviam diversas maneiras de resolver aquela questão e por fim, não resolvia nada. O homem lhe olhava com certa curiosidade querendo saber o que estava passando na cabeça daquela garota, seus pensamentos eram confusos e até mesmo a própria mulher não entendia muito bem. Suas ações eram ela que decidia e o destino apenas estava ali para concretizar os seus pensamentos e desejos.

Quando a garota começava a falar, ele soltava um sorriso e uma ligeira risada de fundo, apenas mantendo a mesma cordialidade que antes havia demonstrado. – Lucinda, correto? É bem capaz de você não conseguir encontrar o caminho até a cidade, é uma longa caminhada até lá. – O homem confirmava a afirmação antes dita pela moça. – Eu tenho alguns assuntos para resolver na cidade ao mais tardar, poderia te acompanhar se é de seu desejo. – Messias mantinha aquela mesma postura de antes, voltando a preparar a sopa.

- Você está no meio da floresta de Micqueot. A cidade dos vinhos, por assim se dizer. E sinta-se a vontade com as frutas, são sempre fáceis de se conseguir. – Ele dizia com uma naturalidade como quem realizava aquilo há muito tempo, para alguns, coletar frutas de árvores não era a coisa mais tranquila devido a altura de alguns frutos, mas para alguém alto como ele, talvez fosse até mais fácil do que agarrar uma pedra no chão.

O caçador não demonstrava atitudes agressivas ou hostis a garota, mantendo-se focado em preparar aquela refeição que não demorava mais do que dez minutos até que fosse servida em uma tigela de cerâmica. A garota era livre para tomar qualquer decisão que fosse de seu agrado, o homem demoraria por volta de duas horas até o momento que partiria em direção a cidade e Lucinda poderia lhe acompanhar, mas caso quisesse ir antes, haveria uma trilha de terra batida ao sair da cabana.



Grim & Ryuma

A dupla estava pronta para começar a causar o caos dentro daquela ilha, eles começariam dentro de uma simples loja. Tudo estava pronto para darem início aos seus golpes que haviam fracassado anteriormente. Em uníssono, os dois companheiros de Grim assentiam com a cabeça e iam até o lado de fora do estabelecimento para cuidarem do lado de fora, onde esperavam pelos marinheiros.

Por fim, a batalha tinha o seu início com a aproximação do pirata contornando a mesa, ele conseguia achar uma ampulheta e um vaso de areia, jogando ambos em direção ao vendedor que tinha que colocar suas mãos a frente do seu rosto para que seus olhos não fossem acertados. Isso demonstrava uma abertura para que o caolho pudesse dar início aos seus ataques. Ele conseguia acertar o homem por volta de sua cintura e era como socar uma pedra, suas mãos doíam após o golpe e o próximo era Ryuma para tentar abusar da abertura demonstrada.

Infelizmente para o espadachim, o lojista se esquivava por milímetros do golpe, passando quase que de raspão em sua pele. O mais novo bando tinha sorte quando o homem não conseguia acertar os seus golpes dados a esquiva dos homens. Grim sentia grandes pontas provenientes de suas feridas, o esforço físico não era favorável para a melhora de suas condições. Enquanto que o espadachim não havia sofrido maiores consequências. O teto era alto o bastante para que o oriental pudesse aproveitar de golpes mais verticais, eles estavam a três metros do homem alto que apenas esperava a presença da marinha chegar, resistindo até esse momento.

Do lado de fora, as coisas estavam começando a acontecer, com os dois companheiros do caolho lutando contra alguns marinheiros que tinham se aproximado com grande velocidade. Não parecia estar sendo uma luta difícil e não demorava para que conseguisse vantagem, mas os números só aumentariam, quanto tempo será que restaria até que aguentassem?


Considerações:
 

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptySex 20 Set 2019, 16:50



Dominate





Ainda que o frenesi entorpecente proliferava-se em seu âmago, atiçando sua coragem e lhe privando momentaneamente de sentir toda a dor por conta dos ferimentos,  não  conseguia salvá-lo de vivenciar as árduas ferroadas dolorosas em suas costelas sempre que se movia demais. À cada passo efetivado era como se suas entranhas se enroscassem uma nas outras, forçando-o à instintivamente semicerrar o olho e fisgar o lábio inferior com os dentes, numa tentativa frustrada de não só conter o desejo de gritar, mas também de avançar contra o lojista. Seu lado impaciente e feroz rugia dentro de si, lhe implorando para que o permitisse de saltar contra o vendedor e lhe arrancar o pescoço com os dentes.


"Não..." Ruminaria pensativo, flexionando os dedos de ambas as mãos após esquivar-se dos ataques do sujeito "...não agora. Precisamos de calma, pense..." Sugava o ar matutino com as narinas, deixando que a sensação refrescante e serena lhe preenchesse por completo. Não conseguia atingir um total controle de si, mas um pequeno momento para repensar era tudo que precisava. "Meus ataques não funcionam nele, estou muito ferido. Contudo, a espada de Ryuma..." Comprimindo os lábios, cogitava uma tática rápida e efetiva para a situação. Não havia tempo para calcular a probabilidade de sucesso, apenas arriscar o plano mais ágil que lhe viera à mente.


Assim, confiando que o espadachim estivesse lendo sua linguagem corporal, tentaria novamente aproximar-se à passos cautelosos do lojista— mantendo-se sempre atento à quaisquer movimentações agressivas por parte do mesmo com sua visão apurada. Se o mesmo aparentasse virar para sua direção no intuito de atacá-lo com chutes horizontais, mais uma vez se entregaria à uma esquiva para trás, tentando afastar-se da área do golpe. Contudo, se o golpe em questão viesse em forma de um soco como outrora, avançaria num súbito movimento na direção do homem, buscando manter-se um pouco afastado de seu ataque. Assim que conseguisse adentrar na guarda do vendedor, agarraria o braço do sujeito com os seus próprios, ao que enrodilharia ambos de forma que o oponente não conseguisse se livrar daquilo sem que divergisse sua total atenção ao caolho.


Empenharia-se em realizar o agarre de qualquer forma, até mesmo se os ataques iniciais do vendedor não lhe providenciassem uma abertura necessária para aquilo. Se não fosse vítima de quaisquer ataques por parte dele, partiria para a ofensiva ao tentar abraçá-lo com força na cintura. Em contrapartida, se os ataques dele fossem rápidos ou curtos demais, buscaria mover-se para a direção contrária de Ryuma, sempre deixando o inimigo flanqueado, ainda que o objetivo sempre fosse esquivar-se dos ataques alheios. Faria o mesmo no caso de socos ou chutes, ou seja, "estocadas" ou ataques diretos, por assim dizer, onde a esquiva para trás não fosse tão viável quanto uma súbita movientação para os lados.


Estava lidando contra um inimigo incrível, formidável até, mas ele ainda era apenas um só. Ser imobilizado num espaço tão pequeno como aquele certamente viria à acarretar a derrota prematura do mercador, visto que Ryuma agora poderia atacá-lo livremente, se fosse o caso. E ainda que ele conseguisse se livrar de seu agarre— lhe atacando ou desvencilhando-se com facilidade, esperava que aquele curto espaço de tempo fosse o suficiente para que o espadachim finalizasse ou ferisse gravemente o homem. Se mesmo após o possível ataque em conjunto ele— esperançosamente ferido— ainda permanecesse de pé, tentaria imitá-lo ao buscar seu equilíbrio novamente, caso os ferimentos não se mostrassem graves demais ou se houvesse sido arremessado ao solo do estabelecimento. Neste caso, não retornaria à luta, confiando em seu companheiro para que acabasse com o homem. "...deixo com você, agora."


Quinhentos infernos... — praguejaria, naqueles momentos finais do embate ou após o mesmo ter acabado. A voz rouca e trajada de dores sairia ríspida, como se o mero exercício de invocar o timbre lhe fosse dificultoso. Não tinha tempo à perder, afinal, ao que parecia os reforços dos marinheiros aparentavam chegar em um número cada vez maior — Ryuma, rápido! Temos que fugir daqui, avise ou ajude os dois lá fora, tenho algumas coisas à roubar. Agiliza, meu irmão! — e, com aquilo, se jogaria ao serviço. Era uma loja de conveniências marítimas, de modo que buscaria quaisquer fossem os diversos mapas da cidade ou das águas próximas da ilha, deixando-os aninhados abaixo do braço esquerdo ou em alguma sacola que pudesse encontrar. Não obstante, também buscaria apossar-se de lunetas, bússolas e até mesmo dinheiro, enchendo os bolsos ou qualquer sacola que talvez existisse ali. Satisfeito com o furto, viraria-se para o inimigo derrotado, caso o mesmo ainda estivesse consciente ou não. Com um semblante vitorioso, apontaria o indicador da destra para o mesmo, enquanto a canhota se ocuparia em segurar a suposta sacola — Tu é forte p'caralho, seu desgraçado, mas se lembre disso: ninguém se opõe ao futuro Rei dos Piratas e sai vitorioso, me entendeu?! — conforme as palavras fossem despejadas, pincelaria um sorriso maquiavélico nos lábios antes de dar continuidade: — e obrigado pela tua lojinha, não fosse por ela, não teria encontrado meu espadachim favorito em todos os mares. 'Té nunca mais!


E, assim, buscaria rapidamente uma rota de fuga alternativa— uma porta dos fundos ou até mesmo uma janela. Fosse possível, chamaria pelos companheiros para que fugissem por ali, ao que o faria o melhor que pudesse sem abusar dos ferimentos: — Por aqui, seus desmiolados! Vão ficar apanhando o dia todo aí, porra? Já deu dessa lojinha, bora, bora!


Todavia, se não conseguisse encontrar nada do tipo,  jogaria um olhar de relance ao seu companheiro espadachim e, com um sorriso diabólico e sugestivo nos lábios, rogaria: — Só tem um jeito de sairmos daqui vivos. 'Tá pensando no mesmo que eu? — após a fala, um breve riso-suspiro deixaria suas narinas, ao que caminharia pacientemente até a porta da frente onde a luta ainda não havia terminado. Sugando o ar até que os pulmões fossem preenchidos, rugiria num brado inspirador e feroz: — Fuyuki, Varric! Botem p'foder com esses cornos, 'tamo cascando FORA daqui. RYUMA, a vanguarda é tua! — e, então, como se estimulado pela sua própria voz, deixaria o estabelecimento para trás. Não se jogaria contra a morte com futilidade, visto seu estado atual, mas se caso algum soldado tentasse se aproximar muito de si para bancar o herói, tentaria atacá-lo com agilidade antes mesmo de sua arma— sendo essa corporal, ou quaisquer socos ou chutes— pudessem atingi-lo, buscando acertá-lo com um único soco violento de direita que partiria na direção de sua têmpora esquerda, visando desacordá-lo dessa forma.


Se fosse uma lança, chicote ou até mesmo uma arma de fogo, seu trabalho seria mais difícil, recorrendo à velha e testada esquiva para a esquerda ou direita dependendo da natureza do golpe inimigo. Sendo acertado de raspão ou se conseguisse se esquivar com sucesso, avançaria então, trazendo o punho debaixo para cima num soco alavanca que visava acertá-lo no queixo, violentamente. De qualquer forma, visaria repetir os movimentos não importando a quantidade de inimigos que conseguissem ultrapassar seus companheiros, mantendo sempre o teor diabólico e selvagem tanto nos lábios risonhos como no único olho, arregalado e atencioso à tudo em seu campo de visão. Não obstante, jogaria olhares de relance por sobre ambos os ombros constantemente, visando não só perceber por onde os reforços de marinheiros estavam chegando, como também ataques pela sua retaguarda. Caso fosse vítima de um, jogaria rapidamente a perna direita para trás da esquerda em sentido horário, trazendo junto com a mesma o restante do torso e, assim, buscando esquivar-se de quaisquer ataques que tentassem lhe atingir.

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Continuem vindo, seus engomadinhos d'desgraça! Quero todo mundo trabalhando, bando de preguiçoso da PORRA! — zombaria dos oponentes enquanto que, com sorte, presentearia os patifes com seus ataques. Não permaneceria parado ali, contudo, de modo que moveria-se ligeiramente pelas ruas em busca de um local seguro longe dos marinheiros, principalmente se o grupo tivesse conseguido eliminar aqueles que chegaram primeiro — Vamos indo, não podemos ficar perdendo tempo aqui não. Aqueles safados 'tão bem ali atrás, bora!'


Todavia, caso o embate contra o vendedor se prolongasse e ele se mostrasse bem  mais forte do que o esperado, mastigaria o sabor amargo daquele imprevisto consigo mesmo. "Quais as chances de um vendedor de loja ser mais forte que um fodendo sargento da marinha? Esse mar é mesmo cheinho' de surpresas, porra!" Risonho, buscaria sempre manter-se afastado do homem agora que havia percebido a verdadeira força do mesmo. Não cogitaria de forma alguma fugir dali sem que tivessem derrotado o brutamontes, mas também não iria se arriscar inutilmente no estado em que se encontrava.  


Hist;:
 

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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptyTer 24 Set 2019, 11:33

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
Percebendo o quão durão era nosso oponente, um desgraçado formidável para ministrar uma maldita loja de artefatos marítimos, diria que não posso mais ficar me segurando por muito tempo, mas contra um oponente desarmado, tudo que posso fazer é usar a espada na bainha. Grim parece não estar em um estado plausível para prolongarmos essa disputa por muito tempo. Hozan sempre me dizia para finalizar um combate o mais rápido possível, e que estendê-lo era pedir para cometer um erro, então pelo meu velho vice-capitão, vamos terminar isso agora, custe o que custar.



Na situação do vendedor sacar uma arma, não hesitaria em retirar a espada da bainha. "Não vou deixar meu sonho nessa maldita loja, O CARVALHO NEGRO NÃO VAI PERDER"

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Focaria a explosão do movimento da espada sendo sacada para desferir um corte diagonal para acertar na axila esquerda do vendedor, na intenção de reduzir a movimentação de seu braço. Se a arma sacada for algum tipo a distância, buscaria me esconder atrás de algo, como um pilar ou prateleira. Na primeira chance de atacar, caso o oponente mire em meu aliado, avançaria rapidamente visando acertar a mão em que ele estaria segurando a arma, para que possa soltá-la.

Já se fosse algo corpo a corpo, não exitaria em continuar no combate, defendendo de golpes horizontais e verticais apenas movendo minha lâmina e trocando minha base, caso precise avançar ou recuar rapidamente. Na chance de desviar sua arma, contra-atacaria para acertar seu braço dominante, e encerrar de vez essa luta sem matá-lo.

Caso o inimigo avance com socos laterais, defenderia usando a espada na bainha para acertar seus braços com a espada em vertical, batendo-a horizontalmente. Caso ele prossiga com chutes, tentaria acertar sua perna de base com uma espadada em diagonal de cima para baixo, para que o mesmo caia.

Se o oponente avançar com uma cabeçada, tentaria colocar toda minha força em uma única espadada acertando seu pescoço, na esperança de nocauteá-lo. Na condição dele arremessar algo contra mim, defenderia com a espada, acertando o item arremessado com ela.

"Isso está me deixando curioso... Não é possível que esse cara é tão forte assim"

Caso Grim insinue que eu tire a espada da bainha, acenaria que não com a cabeça, com um rápido e curto olhar de seriedade. "Este miserável precisa mesmo cair, mas não desse modo, não usaria minha lâmina contra alguém desarmado assim."

Na hipótese de Grim avançar contra o desgraçado, fecharia os olhos, e olharia com cautela os próximos movimentos, utilizando da minha natural visão aguçada, visando o tempo perfeito para avançar, utilizando do treinamento que tive com Hozan, onde aprendi a ter uma melhor noção de tempo. Conhecendo bem a anatomia humana, tentaria acertá-lo em uma de suas têmporas, movendo a espada lateralmente, um veloz e preciso golpe contundente.

Acertando ou não o golpe anterior, recuaria e avançaria rapidamente, estocando a bainha no peito do vendedor, o que com sorte, o faria perder o equilíbrio. Se ele caísse, aproveitaria da oportunidade e partiria para tentar outro golpe na cabeça. Caso minha espada fosse defendida, diria - É sua chance, Grim... - calmamente e com um leve e despreocupado sorriso.

Caso o vendedor continue de pé mesmo após esses golpes, recuaria e retiraria rapidamente meu sobretudo... "Foi bom enquanto durou", avançaria contra o maldito vendedor, memorizando sua posição, e jogaria meu sobretudo para frente, tampando a visão dele contra meu próximo ataque

Se o combate fosse finalizado, colocaria minha espada novamente na cintura e ouviria o que Grim tivesse a dizer, caso realmente dissesse algo. Se suas palavras se direcionassem a arrumar uma saída daquele lugar sem passar pelos marinheiros a porta, concordaria rapidamente - Até que você tem umas ideias boas as vezes. - Procuraria por uma saída alternativa, visando sair de lá, e no caso de não a encontrarmos, se Grim dissesse sobre sair loucamente pela porta da frente, nos jogando ao combate - Se sua convicção for tão forte quanto suas tolas ideias, você vai realmente chegar longe se não morrer antes - No caso dele querer sair pela porta da frente para enfrentar os marinheiros e peça para que eu vá na frente, eu iria, novamente com a espada na bainha em mãos.

Analisaria a situação, se estivéssemos cercados por muitos marinheiros com armas de fogo, procuraria por um lugar para me esconder, se não, avançaria para o combate, buscando lutar contra apenas um marinheiro, me movendo para lateral onde possa lutar contra um e sem ficar de costas para os outros. Defenderia golpes a curta distância com o máximo de maestria possível, bloqueando o golpe com minha espada de maneira lateral, ultrapassando a guarda do oponente. Se possível, desferiria um golpe contra sua mão que aparenta ser dominante, abaixando meu corpo e desferindo o golpe de baixo para cima, para que quando levantasse, pudesse desferir outro golpe.

Já no caso de conseguirmos uma saída alternativa sem ter que lutar, perguntaria - E agora, como faremos para salvar seus companheiros? Precisamos de um bom plano. - E aguardaria a resposta.

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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 2 EmptySex 27 Set 2019, 20:51


 
'Cause I'm a survivor
Lucinda ainda não confiava plenamente em Messias, apesar dele não demonstrar nenhuma atitude agressiva contra a mulher, ele ainda era um completo estranho para ela, Lucinda precisava estar totalmente atenta a ele, ou na pior das hipóteses, ele poderia ataca-la a qualquer momento. Não pode deixar de notar o olhar curioso do homem, o que fez franzir sua testa o fitando de cima a baixo, na verdade Lucinda já não estava entendendo mais nada daquela situação. Então, simplesmente deixou aqueles pensamentos confusos de lado e, decidia aproveitar da hospitalidade que parecia ser oferecida de bom agrado.

“Ele vai matar você, e depois, sabe os deuses o que ele vai fazer com seu corpo. Olha o tamanho dele, ele vai te quebrar em duas, ele vai te matar. A sua cabeça é próxima a ser pendurada na parede, corra daí...” ─ A respiração da mulher ficava descompassada por breve momento, sua maldita paranoia havia voltado, por um bom tempo achou que tinha se livrado dessa maldição, mas pelo visto não havia se livrado nada da paranoia. A morena respirou fundo, deixando o ar preencher seus pulmões, estabilizando a sua paz interior novamente. Assim, logo voltava a prestar atenção no que o homem dizia a ela, Lucinda tentava disfarçar a pequena crise interna que acabara de ter, torcendo para que ele não tivesse notado. ─ Olha, se minha companhia não lhe incomodar nenhum pouco, por mim tudo bem. ─ A mulher simplesmente dava de ombros, fingindo não se importar muito se ele gostaria ou não de sua companhia.

Lucinda, logo se sentou à mesa e pegou uma das frutas que estavam ali, em poucos minutos devorou a fruta era como se não comesse a semanas, estava completamente faminta. ─ Mi… quem? Nunca ouvi falar desse lugar, e olha que eu já viajei muito. Cidade dos vinhos? Gostei muito daqui já. Estou tão faminta, poderia comer um boi inteiro. ─ Um sorriso se abriu nos lábios da morena juntamente com uma risada baixa, esperava pacientemente pela tal sopa que o homem estava preparando, não negava que o cheiro estava ficando bom. ─ Bom, antes de irmos à cidade, eu preciso me lavar antes. Já não basta estar com as roupas rasgadas, ir suja já demais para mim. ─ Enquanto falava, Lucinda limpava a sujeira de baixo de sua unha, usando outra unha para realizar o feito. Não demorou para que a tigela fosse colocada a sua frente, a fitaria por alguns segundos antes que caísse de boca na mesma, pegou a tigela com ambas as mãos e aos poucos foi virando a mesma em sua boca, sentindo o liquido e alguns pedaços de carne adentrarem sua boca, não se importava nem mesmo em pegar um talher ou se estava quente, se a sopa estaria boa ou ruim, sua fome estava tão grande que nem se importou com o gosto ou se queimaria sua boca ou não.

Após terminar de tomar a sopa da tigela, colocaria a mesma sobre a mesa sentindo-se muito satisfeita, seu estomago havia até mesmo parado de doer, caso a sopa estivesse boa, diria. ─ Essa sopa estava do caralho, muito boa, fazia tempos que eu não comia algo tão bom assim. ─ Lucinda levava sua destra até a barriga dando algumas leves tapinhas sobre a mesma, não demoraria para que ela soltasse um arroto alto, o que a deixaria de certa forma envergonhada. ─ Desculpa, foi sem querer. ─ Não se aguentava e acabaria soltando uma risada um tanto quanto alta, estava rindo da própria falta de educação.

Caso a sopa estivesse ruim ou não tivesse gostado, a mulher tentaria disfarçar, passaria sua língua entre seus dentes diversas vezes na tentativa de tirar o gosto de sua boca. ─ É… Tá ótima… Argh… Obrigada pela refeição, Messias… ─ O olhar da mulher não podia negar que não tinha gostado, mas não iria falar isso para o homem que lhe ajudou e ainda a alimentou, seria um descaso da parte de Lucinda, optaria por mentir para o mesmo. Não era seu forte ser indelicada com os outros, apesar de ter vivido com piratas por muito tempo e ser bastante verdadeira e direta, não conseguia simplesmente dizer a verdade a Messias.

Independente de como estaria a sopa, Lucinda moveria seu olhar novamente para as cabeças penduradas na parede, estava curiosa sobre aqueles troféus. ─ Então, Messias, o que você é? Estou bastante curiosa sobre essas cabeças, como as conseguiu? Você é tipo um caçador ou sei lá? ─ A mulher voltaria seu olhar para o homem, seus olhos tinham uma tranquilidade que acalmaria qualquer pessoa desesperada, uniria ambas as mãos um pouco abaixo de seu queixo. Se por acaso o homem confirmasse ser um caçador, um breve sorriso se formaria nos lábios dela. ─ Bem, eu suponho que você deva ser… Furtivo, certo? Em particular, eu não costumo pedir por ajuda, mas… Eu gostaria muito que você me ensinasse a ser furtiva, eu posso até mesmo pagar você, se desejar. ─ O tom de voz da mulher era encantador, raramente usava de sua lábia para conseguir algo, normalmente usava da “força” para conseguir o que queria.

Caso ele aceitasse a ajudar, Lucinda abriria um largo sorriso demonstrando o quão contente estava com aquilo, enquanto se levantaria da mesa. ─ Perfeito, Messias. Você é o cara, me diga quando começaremos. ─ A mulher assumia uma pose um tanto quanto convencida, adorava quando algo saía como o planejado. Se em hipótese ele se recusasse a ajudá-la, a mulher simplesmente daria de ombros. ─ É uma pena… Então me leve apenas até a cidade, de lá eu me viro sozinha. ─ Realmente não se importaria com aquilo, ela iria aprender a ser furtiva de qualquer forma, seja com ele ou não. De qualquer forma, esperaria pacientemente até a hora que ele partisse em direção a cidade.


 
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