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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crows, Swords and Widows

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MensagemAssunto: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptyQua 28 Ago 2019, 19:11

Crows, Swords and Widows

Aqui ocorrerá a aventura do pirata Grim e dos(as) civis Miyamoto Ryuma e Lucinda Castiel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptyQua 28 Ago 2019, 20:35



New Day


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 Seu mundo fora preenchido de terror quando o rangido tétrico e amadeirado espalhou-se pelo comodo, semeando o pânico em seu coração desamparado. Afastada de onde se encontrava, a longínqua porta abria-se preguiçosamente, de modo a convidar uma tênue e pálida luz para dentro  do porão obscuro. "Não" Quis dizer. "Para trás" Quis gritar, mas havia a pouco sido despido de sua voz, tal como de sua coragem. Desnudo de fala, recorreu-se a tentar desviar os olhos esgazeados, mas a ausência de iluminação no cômodo obrigava as íris azuladas a retornar para a luz da porta, aprisionando sua atenção para a figura macabra que aos poucos emergia da batente. Longos dedos disformes surgiam então, as unhas diabolicamente afiadas agarrando-se na parede de modo a puxar o restante do torso. Movia-se vacilando e parcialmente moribundo, os fios crespos e emaranhados do cabelo lhe cobrindo a face longa e destituída de cuidados, essa que logo tornava-se lar para o sorriso maquiavélico e deformado. A arca dentária se provava um tesouro: dourada de desmazelo e rica em caries e espaçamentos pela ausência de dentes. Um monstro, de fato. Uma criatura horrenda e obscura.

Seu pai.

"— Aí está você... —" Rogou, roufenho e desprovido de um timbre convidativo, conforme a figura corpulenta e desigual apoiava-se em caixas e prateleiras para se aproximar. A cada passo o solo amadeirado fraquejava, cedendo rangidos que aos poucos formavam uma melodia fúnebre e constante. Quando tentou caminhar sem o suporte dos móveis, vacilou, cambaleando até a parede onde se chocou violentamente. De sua pele, sangue fora expelido em grande quantidade— borrifando e banhando a parede por completo, e então o teto e o solo, até que o líquido viscoso e rubro fosse respingado contra o rosto infante do garoto. O comodo fora adornado com o doce aroma da carnificina, apossando-se de seu olfato à fim de levá-lo a insanidade "— Infernos... Porcaria, veja só o que você fez, patife. Desgraçado, fodido, miserável!"

Praguejava então a criatura, apoiando-se em um dos quadros da parede, este que logo se desprendia da mesma devido ao peso aplicado ali. Após desabar no solo, a criatura gritou aos céus suas lamúrias dolorosas— um berro desafinado e trágico. Irritado, atirou o quadro ensanguentado aos pés do filho. "Um quadro de família?" Indagou-se, despencando os olhos para baixo à fim de investigar a imagem.

Desejou não ter visto.

No canto direito da imagem era possível distinguir uma pequena figura, algum anão corpulento e de sorriso inteligente. À sua esquerda, uma mulher de rosto nada amistoso, dona de fios tão escuros quanto seu humor. Ao flanco canhoto da mesma se erguia um homem alto e familiar, cujos fios negros eram partilhados tanto pelo cabelo rebelde como pela barba bem cuidada. Possuía apenas um olho— o direito, sendo que o local onde deveria estar o esquerdo agora acomodava um tapa olho de couro negro. "Esse... sou eu, mas..." Dedilhou o rosto masculino da imagem, e então arrastou os dígitos para a esquerda— tentando assim limpar os resíduos de sangue. Por debaixo destes, duas figuras femininas se mostravam de pé, uma dona de fios dourados e a outra tão morena quanto a noite, seus fios cacheados despencando por sobre os ombros. Não possuíam rostos. Horrorizado, subiu rapidamente os olhos, encontrando ambas as mulheres no centro do comodo. Enforcadas. Seus rostos sem vida possuíam os olhos abertos e os lábios costurados, as cabeças pendentes para o lado.

"— Elas morreram por sua culpa—" Disse o monstro, aos poucos conseguindo se arrastar pelo solo em direção à criança, agarrando as lascas soltas e desiguais que compunham o chão amadeirado para propelir-se adiante, grunhindo sempre que o fazia "—Morreram sob o seu comando, sob a sua bandeira. E agora..." Paralisado, não podia se defender, tampouco reagir. Apenas fitava a distância entre ambos ser encurtada até que o hálito mortífero da fera fosse jogado contra sua face infante, assim que ele lhe agarrou nos joelhos "— Agora você deve pagar com o teu SANGUE —" E, assim, a boca se abriu- um metro de dentes afiados e diabólicos que o abocanharam por inteiro, imergindo-o em total obscuridade. A morte fora sutil e desprovida de dores, ou assim pensou. Afinal, se estava mesmo morto, por quê conseguia sentir a macieza de um colchão? Ou o convidativo ar matutino que adentrava suas narinas, preenchendo seus pulmões com vida? Por qual razão era capaz de abrir o único olho e vasculhar o cômodo no qual se encontrava?

Havia sobrevivido, como descobria sempre que acordava.

"Pela xereca' do capeta, esse foi um dos fortes." Crocitara a mente, ainda tão turbulenta quanto a respiração afoita e ansiosa. A pele esbranquiçada como neve encontrava-se ensopada de suor, ao passo que a penugem se mostrava eriçada dos pés à nuca, denunciando seu estado de alarme. Quando tentou grunhir alguma reclamação, o ar desafinado correria livre pela garganta seca, de modo a despejar aos ares somente uma ridícula jeremiada. Aquilo o irritara profundamente, preenchendo-o com um ódio completamente desproporcional para uma situação tão banal. Desse modo, desperdiçaria dois bons minutos acalmando a respiração desamparada, ao que tornaria a vasculhar em seguida o local no qual adormecera. "Água. Será q' alguém tem um fodendo copo d'água nessa 'spelunca?"

Assim, buscaria sentar-se na provável cama em que dormira na noite anterior, de modo a pisar com ambos os pés no solo.  Arqueando o torso adiante, apoiaria-se com ambos os cotovelos por sobre os joelhos dobrados, deixando os antebraços cruzados— esses que despencariam entre ambas as coxas. Juntamente com um árduo suspiro, manteria a face cabisbaixa para que fitasse o solo com os olhos semicerrados e recheados de preguiça. Os fios de cabelo circundavam o rosto como cortinas enegrecidas, felizmente acobertando as feições de desgosto que tomariam conta da pele esbranquiçada e repleta de cicatrizes.

Tão fragilizado e exposto como estava, não tardou para que o maldito corvo traçasse um voo até seu ombro direito, acomodando-se ali como de praxe. Quando o mesmo farejava as lamúrias do caolho, não resistia uma pequena provocação para sempre piorar a situação: "Sonhando com as duas de novo? Não entendo o motivo. Elas apenas morreram por sua causa, e perderam a chance de ter um futuro promissor por conta de terem sido recrutadas por ti, qual o problema?" Corvejou, muito para o desgosto do caolho que apenas fecharia o olho novamente, acobertando-o com a pálpebra pesada e sonolenta. A muito havia aprendido à ignorar as ofensas da maldita ave. Contudo, pela primeira vez as mesmas teriam efeito em seu coração, abarrotando-o de uma súbita vontade de sorrir, e assim o faria. Ampliando as extremidades de seus lábios cicatrizados e enxutos, adornaria os mesmos com um sorriso maquiavélico, este totalmente espelhado naquele de seu sonho. "Tal pai, tal filho."

Ignorando o maldito pássaro, vasculharia o comodo em busca de alguma jarra ou copo d'água, se o anfitrião da noite passada se mostrasse tão amigável como NÃO esperava que ele fosse. Se viesse a ter essa sorte— isto é, se avistasse a jarra ou o copo, buscaria levantar-se prontamente então. Ainda com as teias de sono impregnando seus movimentos, cambalearia em direção ao objeto e o apanharia com a destra, levando-o de imediato aos lábios secos. Encontrando ou não a água, em seguida buscaria saber do estado em que Varric se encontrava, de modo que lancearia um olhar de soslaio por sobre o ombro direito até a cama em que o mesmo se encontrava na noite passada. Caso o mesmo não se encontrasse ali, seguidamente se retiraria do cômodo através da porta— caso essa se encontrasse aberta.

Contudo, se o atirador se encontrasse ali— acordado, moveria-se então até ele, agachando-se frente a cama ao juntar as sobrancelhas, fazendo assim vistoria do estado do meio-homem. Se o mesmo se encontrasse completamente soterrado em um sono profundo, não tardaria em estampar outro sorriso diabólico nos lábios. Emitindo um riso travesso dos lábios, açoitaria o rosto do anão com vários tapas amistosos por sobre a bochecha barbada, tentando acordá-lo assim:  — Vaaaarric, mamãe preparou um ótimo café da manhã, querido. Já está na hora da escolinha, moleque sarnento! — Rogaria então, comicamente imitando um timbre feminino em sua fala. Manteria o ato até que o maldito salafrário despertasse, e então, caso ele acorde ou se já se mostrasse despertado desde o início, invocaria a voz o melhor que pudesse para o sujeito, perdidamente rouco como estava: — Temos q'dar o fora, meu parcero'. Tu tá ligado que n'confio naquele debilóide de ontem. Tu sabe onde a Fuyuki dormiu ou nem? — o indagaria, e então, se a resposta fosse positiva ou não, levantaria-se, continuando enquanto se moveria em direção à porta: — Então vamo' lá, temos que agilizar a parada' aqui nessa ilha. Recrutar novos tripulantes e pá', sacomé'.

Assim, ele vindo consigo ou não, iria dirigir-se em seguida para fora do cômodo, traçando o mesmo caminho no qual fizera na noite passada. Impaciente, jogaria aos ares suas palavras roufenhas: — Fuyuki! Tu tá aí ou nem, mulher? Agiliza, é p'ontem. — Com isso, se não ouvisse resposta alguma da mulher, continuaria a chamá-la por seu nome constantemente enquanto aventurava-se pelos corredores daquela casa, tentando retornar até a sala de estar em que haviam se acomodado anteriormente. Com sorte a encontraria, e se assim o fizesse— ainda com o possível sorriso nos lábios—, diria-lhe: — Estamos saindo, não temos tempo a perder. Se quiserem agradecer pela estadia, fiquem à vontade, mas eu tô' vazando.

Contudo, caso se deparasse com a máquina de outrora, manteria a costumeira postura despojada de modos, arqueando o torso para trás e elevando ambas as mãos na direção da "criatura", ainda que de longe — Falando no Diabo, ele aparece. Porra, que coisa boa. Valeu pela noite e tudo mais, mas assim... abraços. — E então continuaria o caminho até a porta da saída. Caso a abominação fosse contrária a ideia de deixá-los sair, prontamente expeliria o suspiro de descontentamento dos lábios. Fecharia brevemente o olho antes de entregá-lo novamente à criatura, juntamente com suas palavras: — Sempre tem uma coisinha', né? Eu sou um homem de negócios, e estou muitíssimo ocupado. Então acelera tua língua aí e desembucha, ou... os parafusos?

Todavia, se sua saída fosse permitida, moveria-se somente até o lado de fora e ali aguardaria seus companheiros. Manteria a visão afiada focada adiante— na cidade, se possível, — orquestrando pouco a pouco os passos da guerra que viria a causar ali.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptyQua 28 Ago 2019, 21:01

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
Estava observando o fogo daquela fogueira, o barulho da tripulação ao meu redor cessou com as palavras de Hozan, e o sono me acertou com tudo.

- Ei garoto, se concentra, não vai chegar a lugar nenhum assim...- Disse o vice-capitão Hozan, quando por um breve instante eu me distraí durante o treinamento. Estávamos na praia, próximos ao navio, esperando o capitão Silver retornar. - Está pensando em casa, não está? - Perguntou ele, um pouco apreensivo. Acenei que sim com a cabeça e fiquei cabisbaixo, ele se aproximou, se ajoelhou, e colocou sua mão direita no meu ombro esquerdo. - Eu sinto muito, Ryuma, mas a vida é dura assim mesmo, e se você der mole, ela te derruba - Disse ele, enquanto rapidamente trocava a posição da sua mão no meu ombro, e colocava sua espada de madeira atrás das minhas pernas, me empurrando para que eu caísse. E eu caí. - Vamos, não temos o dia todo, já já o capitão estará de volta. - disse ele, me acertando na cabeça com a espada. Como reação, fechei meus olhos.

- Ei, Takezo, acorda - Abrindo os olhos, vi meu irmão mais velho, abaixado do lado da minha cama - Sobe nas minhas costas, quero te mostrar uma coisa! - Continuou ele, extremamente empolgado. Eu ainda sonolento, obedeci, me debrucei sobre ele, e ele me carregou. - Onde está me levando, irmão? - Perguntei, sem entender o que estava acontecendo. - Já já você vai ver! - Ele disse, com um super sorriso no rosto. Musashi andou devagar e furtivamente, para não acordar nossos pais, e chegando do lado de fora da casa, saiu correndo rapidamente. Nesse momento, eu despertei totalmente, isso era divertido.
Chegamos até a árvore onde costumamos treinar, um grande carvalho. De lá, pude ver o céu, e era magnífico. As estrelas estavam correndo o céu, assim como meu irmão corria na terra. - Não queria aproveitar esse momento sozinho, então te busquei... é bonito, não é? - Disse ele. - Sim, é muito bonito. - eu respondi, boquiaberto.
Esperamos aquele espetáculo acabar, e ele me levou de volta para casa. Me colocou na cama, e me desejou boa noite sussurrando, dando um peteleco na minha cabeça - Vê se dorme, amanhã será um longo dia de treinamento pra você. - Fechei os olhos, sorrindo, e dormi.

A voz de meu pai ecoara uma última vez pelos céus - VIVA, TAKEZO!-


Abriria os olhos e olharia em volta. Se estivesse no mini acampamento onde havia repousado, levantaria, bateria a sujeira do meu kimono negro, abriria e fecharia a mão, na falta da minha espada, e me despediria do lugar onde a tripulação que me criou se reuniu pela última vez com uma reverência, abaixando a cabeça. "Muito obrigado por tudo, pessoal" pensaria, e logo em seguida, sairia andando, procurando pela cidade.

Caso não acorde no lugar onde estava, olharia em volta, com estranhamento, e tentaria analisar com cautela o local. "Mas que merda" seria meu único pensamento. Se possível, me levantaria e daria uma volta no local, para ver se conseguiria reconhecer, após isso, tentaria me locomover até a cidade.

"Preciso de uma espada nova, não pensei que perderia a última no último combate, aquele maldito era realmente bom" Pensaria, enquanto ajeitaria meu ombro esquerdo, segurando-o com a mão direita, inclinando um pouco a cabeça, e abrindo e fechando a mão esquerda rapidamente, tentando mantê-la fechada.


Caso chegue até a cidade, procuraria por uma loja de armas. Andaria seriamente pelas ruas até que a encontrasse.

Caso o clima esteja muito frio, pensaria "Preciso encontrar algo para me cobrir, se não morrerei de frio" e procuraria antes por uma loja de roupas então. Caso não a encontre, procuraria por direções em placas, ou com pessoas que se encontrassem na rua. - Com licença, pode me dizer o caminho para uma loja de roupas, estou morrendo de frio... - Caso eu obtenha um caminho, o seguiria. Se encontrasse a loja, entraria e de modo simples e rápido, resolveria o problema. Se houvesse alguém, diria - Preciso de algo barato e que me proteja do frio, por favor! - Se mostrado algo de meu interesse, que fique por cima do kimono, como um sobretudo, compraria, e então, sairia da loja, e procuraria a loja de armas.

Caso o clima esteja suportável, apenas procuraria pela loja de armas. Se eu já tivesse obtido a localização da loja de armas de algum modo, caminharia até lá.

Caso não encontre a loja, procuraria por um poste com indicações sobre lojas, caso houvesse. No último dos casos, me aproximaria de algum civil e perguntaria - Com licença, pode me informar onde tem uma loja de armas por aqui? - Caso obtenha a resposta, seguiria o caminho proferido.

Caso encontre a loja de armas, entraria, e analisaria, se o vendedor não estivesse ali, sentaria no chão, em qualquer espaço que não estaria no caminho da porta. No entanto, se o vendedor estivesse na loja, andaria até ele, enquanto olharia rapidamente as espadas que estivessem a mostra. - Eu preciso de uma katana. Uma que seja simples. E que o corte esteja bom... por favor - Diria, pausadamente, abrindo e fechando as mãos. Caso o preço estivesse dentro do meu orçamento, pagaria, removeria a espada da bainha e a testaria cortando o vento com um corte na diagonal de baixo para cima, e um horizontal, de cima para baixo, colocaria-a na bainha, e a colocaria na minha cintura, do lado esquerdo. Se tivesse alguma espada de madeira a vista, apontaria para ela e perguntaria - E por quanto você venderia uma daquelas? -  Se o preço estivesse plausível, menos de quinhentas berries, eu pagaria, caso contrário, apenas faria uma reverência ao mercador, e me retiraria da loja, andando calmamente. Caso compre a espada de madeira, colocaria-a junto da outra, faria a reverência ao mercador, agradeceria - Obrigado! - e sairia da loja.

"Preciso encontrar alguém me leve para fora daqui, os melhores espadachins estão na Grand Line, quero voltar pra lá."

Se fosse possível, me moveria até o porto da cidade, em busca de qualquer embarcação que possa me levar para outra ilha. Colocaria a mão na espada, para controlar minha compulsão, e sentaria em qualquer caixote disponível olharia a movimentação. Procuraria também alguém que pareça ser intimidador, para que possa me ensinar. "Preciso aprender a intimidar meus oponentes, assim, poderei evitar lutas inúteis."

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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptyQua 28 Ago 2019, 22:04


 

'Cause I'm a survivor

Não sinto meu corpo... Não sinto o ar entrar em meus pulmões... Eu creio que não há mais vida em meu corpo, devo desistir? “─ Está na hora de acordar, querida?”  O timbre dócil e apinhado de feminilidade falava ao pé de meu ouvido, poderia sentir a respiração quente cair sobre o meu rosto enquanto o doce perfume invadia minhas narinas. Aquele perfume, aquela voz.... Me eram bastante familiares, mas não conseguia recordar de onde, foi quando minha ficha caiu. Era a voz de minha mãe. Sentia o coração em meu peito palpitar fortemente ao me lembrar dela, meus olhos vasculhavam desesperadamente por ela “─ MAMÃE?!” Gritei com todas as minhas forças, meus olhos se enchiam de lagrimas que logo escorreriam por toda extensão de meu rosto, eu finalmente iria me encontrar com a minha mãe...

─ A culpa é sua! Você matou eles, todos eles. Você os levou para a morte, assassina... ACORDE!
- Os olhos de Lucinda logo se abririam subitamente em desespero, puxando todo o ar possível para dentro de seus pulmões, tendo certa dificuldade em respirar normalmente, um breve calafrio percorreria por toda a extensão de sua espinha ─ podia sentir a vida em seu corpo novamente. Seus ouvidos zumbiam sem parar, em um som infernal, não conseguia nem sequer ouvir seus próprios pensamentos. O gosto salgado logo invadia sua boca, assim como o gosto arenoso, sua visão estaria completamente turva e nebulosa. Seus lábios estariam secos e rachados, por conta da grande quantidade de água do mar que haveria ingerido – precisava de um pouco de água doce.

Completamente sem forças para levantar, sua cabeça parecia que iria explodir a qualquer instante, como se uma bola de canhão tivesse a atingindo violentamente. Os zumbidos que antes lhe perturbavam os ouvidos, a impossibilitando de ouvir qualquer mínimo ruído a sua volta, logo iriam amenizando. Reuniu todas as suas forças e viraria seu corpo para baixo, com os braços ainda trêmulos, apoiaria ambas as mãos sobre o solo para que pudesse se levantar seu corpo. Porém, quando estava com torço completamente ereto e levantado, sentia seu corpo se estremecer, perdendo o pouco de força que ainda lhe tinha, a fazendo cair novamente sobre a chão. No entanto, ao desabar sobre o chão sentia uma forte dor em seu lado esquerdo da barriga, uma dor tão insuportável, tão aguda, que a fez chorar de pura agonia e desespero, as lágrimas quentes escorriam por toda a extensão de seu rosto. Os murmúrios agonizantes podiam ser ouvidos pelos arredores, Lucinda, puxou todo o ar que podia para dentro de seus pulmões e virou-se lentamente de barriga para cima, a vontade quase incontrolável de gritar era enorme, pois a dor só parecia aumentar conforme se mexia mais. Seus olhos se fecharam, provavelmente teria sido atingida por algo durante a grande tempestade, mordeu seu lábio inferior numa tentativa miserável de segurar seus gemidos agonizantes.

Caso acordasse na praia, Lucinda abriria seus olhos novamente e mesmo que ainda sentisse muita dor, apoiaria ambas as mãos sobre o solo arenoso e o forçaria seu corpo, para que pudesse se levantar do chão. Se por acaso conseguisse realizar tal feito, caminharia lentamente e manquejante para fora da praia, adentrando a vasta floresta, caso houvesse uma ali perto. Lucinda se esconderia atrás de alguma arvore, e mesmo estando bastante receosa sobre o machucado, criaria forças para levantar sua camisa com sua canhota e olhar para o ferimento, sua destra ainda bastante tremula iria até o machucado e o tocaria levemente, o que faria escorrer mais sangue ainda do corte. Não compreendia como havia se cortado, a noite tinha sido tão turbulenta que não conseguia se lembra de nada, por causa de um maldito erro em sua rota, toda a sua tripulação havia sido devorada pela Reverse Mountain. O que faria com que seu peito se enchesse de culpa e amargura, “─ VOCÊ OS MATOU, ASSASSINA!” Lucinda se assustaria ao ouvir a voz desconhecida, seus olhos vasculhariam por todos os arredores a procura da pessoa, ao ver que não tinha ninguém por perto, deduziria que era apenas mais uma alucinação sua, assim como o sonho que teria tido mais cedo.

Se em hipótese não conseguisse se levantar, tentaria se rastejar mesmo tendo bastante dificuldade. Se rastejaria lentamente até que não tivesse mais forças, conforme arrastava pelo chão deixaria um pequeno de rastro de sangue, pois a ferida em sua barriga estava sangrando muito. Deitaria novamente sobre o chão, sentindo uma dor agonizante no corte, sabia que precisava tratar rápido daquele ferimento, sua destra logo iria até o lado esquerdo de sua barriga, e, pressionaria fortemente o machucado na tentativa de estancar o sangramento.

Porém, caso acordasse e não estivesse na praia, e sim em alto-mar, estaria sobre um grande pedaço de madeira, provavelmente era alguma parte de seu barco que havia afundado. A culpa em seu peito apenas crescia mais e mais, havia visto seu navio afundando, junto com seus companheiros e não teve a sorte de ter morrido junto a eles, o ferimento em sua barriga não pararia de sangrar um minuto sequer, mesmo estando com sua destra bem pressionada sobre o local. “Eu deveria ter morrido com eles (deveria mesmo)... Eu sou uma inútil, deveria ter revisado as rotas novamente... Eu matei todos...(Assassina... Matou todos... Morra sozinha.)”  uma súbita vontade de chorar dominava seu ser, logo as lagrimas começariam escorrer sobre o seu rosto, não sabia mais o que fazer. A dor do ferimento parecia aumentar cada vez mais, sua única chance no momento seria reunir forças para remar com a mão ou morrer em cima daquela madeira.


 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptyTer 03 Set 2019, 15:02

Crows, Swords and Widow #01



Grim

Os sonhos eram reais em seus pensamentos, as fortes visões das quais tinha com monstruosidades querendo apagar qualquer rastro de seu ser. Eram pesadelos que assustariam qualquer homem e mataria uma criança de um ataque cardíaco. O próprio Grim reconhecia que aqueles sonhos havia sido bem pesado e acordava assustado em sua cama, o suor escorria pela sua testa e ensopava a cama da qual dormia, a sua boca, livre de qualquer líquido que lhe regeneraria a vida. Seu corpo por inteiro estava mais frágil do que tudo, mostrando estar mais quebradiço do que um pedaço de pão duro.

Seu corpo cansado tardava a levantar, com muito esforço ele conseguia se manter em pé, mas todas as partes de seu corpo doíam de forma agoniante e tinha seu encontro com o solo seco do chão, por sorte, não batera a cabeça ou outra parte do corpo na quina da cabeceira da cama. Talvez fosse a determinação ou o simples instinto de sobrevivência, mas ele se arrastava até se levantar novamente da cama e conseguir a tão desejada jarra de água que repousava no criado-mudo do lado de sua cama. Mais uma vez, o destino não estava tão favorável ao homem que além de machucados acabava por se engasgar um pouco com a água e um terço da mesma era desperdiçado caindo sobre suas vestes.

Tinha saciado a sua sede e não muito distante de sua cama encontrava-se o anão, aprofundado em um sono e o sorriso diabólico de Grim voltava a aparecer, estapeando o coitado até que o atirador acordava assustado e chegando a cair da cama indo para o lado oposto do qual o pirata estava. – Mas que maldito filha da puta que tu é, Grim! – O homem estava em um estado melhor do que o caolho, pois levantava-se em seguida sem pestanejar. – Tá ligado que também não confio, isso para mim é mó B.O. Bora ver onde está Fuyuki e partir daqui, morô?! – O anão procurava manter um pouco do bom humor do qual o homem rouco visava ter.

O atirador pegava os seus pertences e ria quando o homem de cabelos negros se esforçava para levantar mais uma vez, para seu corpo, não era fácil manter aqueles movimentos e a cada passo que ele dava, doía três vezes mais do que quando ele estivesse parado. Para sua sorte, lembrava-se do caminho de cor e não demorava muito para que encontrassem a garota de cabelos verde, esta já se encontrava de pé. – Vocês fazem muito barulho! Simbora, cumpadê! – Talvez fosse um pouco estranho aquela atitude dos seus companheiros, talvez eles apenas estivessem se acostumando com a presença de Grim e tentando manter o bom humor.

Cada passo era um desafio para um homem, de vez em quando, ele perdia o equilíbrio devido a tontura de estar sentindo uma enorme dor e os seus companheiros tinham que lhe ajudar. As bandagens pelo seu corpo continuavam posicionadas que os movimentos dos quais realizava não soltavam, ele sentia, de vez em quando, uma sensação fria vindo de alguns dos seus ferimentos como que o sangue escorresse para fora da ferida e voltasse de vez em quando ou talvez fossem os medicamentos.

A máquina encontrava-se estacionada na sala de estar, ela sorria para eles de forma que mostrava ser gentil, quando notava que eles estavam realizando o Check-Out do lugar, ele apenas respondia gentilmente. – Agradeço pela estadia de vocês, não cobrarei nada dos senhores, mas caso queiram deixar uma doação de cem mil berries, seria de bom grado para arcar com os custos. – O homem mostrava um grande pote escrito “Doações”. Seu tom havia sido calmo e tranquilo, mas algo dizia que ele estava querendo aquele dinheiro como uma obrigação por eles estarem ali.



Ryumu

O lugar do qual acordava lhe traziam recordações, em seus sonhos, lembrava de uma memória distante e de um pai do qual não havia visto mais. A sua espada já não pendia mais sobre a sua cintura e não havia mais o que ser feito naquele local. Seus olhos mostravam uma certa emoção e orgulho por ter estado ali e escondiam uma tristeza por ter que se despedir, terminando com uma reverência.

A cidade não ficava muito longe dali e foram necessário apenas vinte minutos de caminhada e logo as construções da cidade de Micqueot apareciam, o vento estava gélido e o clima não estava nada agradável para quem vestia apenas um kimono, não demorava muito para que ele encontrasse uma loja de roupas e um sobretudo azul bebê lhe chamava a atenção, não demorando muito para aproximar-se do vendedor e compra-lo pelo valor de 10 mil berries.

A loja de espadas também não ficava tão distante dali, conseguindo encontrar um homem forte e musculoso do qual estava atendendo a loja naquele momento, em sua camisa preta estava um símbolo de um martelo e uma bigorna, sua cara tinha um pouco de fuligem e uma porta atrás dele saia algum vapor como se fosse uma forja. – Oh! Sim! Temos aqui. – O homem pegava uma katana simples com o cabo preto e alguns detalhes em dourado, eram apenas um material pintado com essas cores, mas o homem testava o corte da espada em um abacaxi e a sua lâmina cortava como uma navalha em meio ao ar. O valor era de trinta mil berries e vinha junto com uma bainha preta. Haviam algumas espadas de treinamento e o valor também estava dentro do orçamento do pequeno espadachim, pagando em suas compras, um valor total de 40.500 berries.

Seu objetivo padrão era se direcionar até o porto da cidade a procura de alguém que pudesse leva-lo até uma outra cidade, infelizmente para ele, não parecia que ninguém estava anunciando contratos sobre novas mãos-de-obra. Ele sentava-se em um caixote vazio abandonado por ali, e observava a movimentação. O lugar era um tanto simples, haviam as docas e embarcações que iam e vinham como um tráfego bastante acelerado, o pessoal descarregava e carregava bastante das mercadorias. A presença da marinha por aquela região era um tanto agitada devido ao tanto de pessoas que circulavam pela aquela região, era possível ver que dentro das caixas, o principal material que estava sendo transportado era o Vinho, o famoso vinho de Micqueot.



Lucinda

A garota havia passado por poucas e boas e se encontrava deitada em um solo arenoso, a forte presença do sol esmagava o seu corpo com o calor e as sensações das quais sentira eram terríveis, sua saúde estava comprometida e a sede era maior do que tudo, a água do mar havia causado um grande ressecamento em várias parte do seu corpo e aumentado a sua desidratação. Tinha grandes dificuldades para se manter em pé e arrastava o seu corpo inteiro até uma das árvores presentes daquela região, ela conseguia reunir coragem o suficiente para olhar no seu machucado e tocá-lo e conseguia ver o inchaço que possuía naquela região, o corte deveria ter por volta de cinco centímetros.

Ela haveria de encontrar cuidados médicos não muito tempo dali, só pelo tempo em que passara pela água do mar já era o bastante para começar a causar uma infecção e o inchaço era um sinal de que isso não estava muito longe de acontecer. Lucinda, parada por ali, chamava um pouco da atenção de um homem que passava por ali, sua barba era escura e em sua cabeça era possível ver um chapéu do que parecia ser pele de esquilo com um rabo do mesmo estilo, ele tinha um arco repousando sobre o seu torso e uma aljava com metade de flechas.

O homem talvez tivesse olhos bons, pois não demorava muito para identificar a garota, de cara, ele percebia o sangramento e as vestes avermelhadas da mulher. Tomava cuidado para não se aproximar da mesma, apenas gritando de longe enquanto ficava um pouco perto de uma árvore, não se sabia bem o motivo de tal atitude, mas podia se imaginar um certo receio dela ser uma pirata e talvez estar armada, só que Castiel havia perdido qualquer arma que teria levado consigo, tendo apenas as suas mãos nuas para um possível combate, se fosse da natureza agressiva ou retroativa da mulher. – Ei! Você está bem?! – O homem deveria medir por volta dos dois metros, ele tinha músculos tonificados pelo corpo, mas não chegavam a ser exagerados.  Sua camisa era quadriculada em vermelho e preto, sua calça parecia ser feito de couro preto e sua bota vinha até sua canela da mesma cor e textura da parte inferior de suas vestes.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptyTer 03 Set 2019, 18:07


 

'Cause I'm a survivor

O calor maçante queimava a pele pálida de Lucinda, deixando certos pontos de sua face avermelhadas, seus lábios ressecados sentiam falta de um pouco de água, assim como seu corpo todo também sentia ─ precisava urgentemente se hidratar. Como não tinha forças suficientes para se manter em pé, decidia ir se rastejando até ás arvores daquele local, onde pelo menos poderia ficar na sombra. Com o pouco de coragem que ainda lhe restava naquele momento, Lucinda olhou para seu machucado, averiguando como o mesmo estaria logo movendo seus dedos vagarosamente até o mesmo e tocava levemente, assim poderia sentir o quão inchado estava o mesmo.

Sabia perfeitamente que a ferida logo infecionaria, precisava tratar o mais rápido possível aquele ferimento ou a coisa ficaria feia para seu lado. Lucinda pensava em algumas maneiras de sair daquela situação, foi quando a mulher pode ouvir uma voz não muito distante, sua cabeça logo se viraria em direção a voz desconhecida. Como sua visão ainda estaria um pouco turva e aos poucos se escurecendo, talvez pelo tempo que ficou de baixo do sol sua pressão havia caído, não conseguia identificar o tal estranho, o mesmo era apenas um grande borrão aos olhos de Lucinda, que por mais que forçasse seus olhos, não conseguia afirmar eles perfeitamente. Seus lábios secos e rachados logo se entreabriam, queria pedir por ajuda, por mais que fosse contra em pedir ajuda pra alguém, sabia que naquele momento não poderia negar nada, principalmente no estado em que estava.

Caso Lucinda consiga afirmar sua visão, logo avistaria o homem um tanto quanto robusto e alto não muito longe dali, com o resto de suas forças e se apoiando nas árvores, a mulher tentaria se levantar, e em passos extremamente lentos caminharia em direção ao homem, usando as diversas árvores a sua frente como apoio. Por mais que não conseguisse pedir por ajuda, pois sua garganta estaria complemente seca, seus olhos cheios de sofrimentos pediam, imploravam pela a ajuda daquele homem, por mais que não o conhecesse, precisava dele naquele momento. Entretanto, se por acaso ao tentar caminhar até o homem a mesma caísse por estar muito debilitada, Lucinda sentiria uma terrível dor em seu corte, o que a faria agonizar de forma angustiante, se arrependendo amargamente de ter tomado tal atitude estupida. Logo algumas lagrimas rolariam pelo seu rosto sujo de areia, a mesma não conseguia nem mesmo reproduzir o som de seu choro agonizante, mas por dentro estaria aos berros.

Porém, se em hipótese não conseguisse nem mesmo mover mais nenhum musculo, por estar muito fraca, Lucinda apenas viraria seu rosto para o lado oposto, enquanto fechava seus olhos lentamente, poderia sentir suas forças se esvaindo completamente de seu corpo, estaria cansada demais, fraca demais, para fazer qualquer movimento naquele momento. E antes que pudesse apagar de vez, desejaria que aquele desconhecido não fizesse nada com seu corpo.


 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptyTer 03 Set 2019, 18:37



No lollygaggin’.


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  Os enleios noturnos ainda perduravam na mente flagelada do caolho quando este reunira seus companheiros, de modo que forçasse o mesmo à permanecer com o único olho semicerrado, debilitando-o na caminhada que traçara até onde lembrava ser a saída do local. Tão desgastado estava que de pouco ouvira do matraquear daqueles a sua volta, retornando a si mesmo no instante preciso em que a máquina anfitriã lhe solicitava dinheiro.

A mais pura e sincera incredulidade fora talhada no cenho recheado de cicatrizes e suor naquele instante— ao que arquearia a sobrancelha direita, entreabrindo os lábios e pendendo a cabeça minimamente à destra, de modo que deixasse as madeixas enegrecidas despencarem contra o ombro. Fitou seu anfitrião sem lhe dar nada além do silêncio, como se permitisse ao mesmo um momento para se corrigir. Quando nenhuma correção deixou os lábios metálicos do mesmo, fora subitamente preenchido por uma profunda e poderosa vergonha.

Oh... — sugaria o ar pelas narinas num suspiro, levando a destra até o queixo hirsuto para que enrodilhasse os dígitos ásperos entorno do maxilar, tampando a boca dessa forma, pensativo. Acenando com a cabeça, aproximar-se então de seu exímio anfitrião, tomado pelo constrangimento devido à sua própria falta de modos. Como poderia ele, um capitão pirata deixar de pagar pela sua própria estadia? Como poderia ele, um criminoso, recusar-se à gastar um tostão por algo que poderia tomar à força? Como poderia sequer cogitar deixar um sujeito abençoado como aquele para trás, sem lhe dar nenhuma recompensa?

Fora então, com um imenso pesar no coração que o caolho uniria uma palma à outra, deixando-as prensadas nos lábios antes de movê-las num movimento alavanca de cima para baixo na direção do mordomo, deixando que todos os dedos ficassem apontados para o mesmo. Assim, invocaria uma voz rouca e diabólica como de praxe, soando como se estivesse entregando ao homem tudo que possuía:


...


Muito obrigado, até mais! — e assim, sua expressão se tornaria vivida e alegre como de sempre, desenhando o sorriso mais "cara-de-pau" nos lábios cicatrizados. No mesmo instante moveria os pés na direção da porta, deslocando-se como quem não devesse um tostão àquele estabelecimento. Não tinha tempo à perder naquele lugar, pois sua mente já cogitava e calculava os planos para o dia.

"Uau', você é mesmo muito generoso. Tenho certeza que ele ficou satisfeito — crocitava o corvo, voejando logo atrás de si antes de pousar por sobre o ombro direito. Como sempre, desejava que o animal não defecasse suas fezes fantasmagóricas por sobre sua pele.

Eu sei, Huginn. Francamente? Penso que fui generoso d'mais, sabe? Mas deixemos isso p'lá — Fora então que aumentaria o tom da voz para o restante do grupo, no instante em que estivessem do lado de fora, caso conseguissem: — O clima desse estrume de ilha é gostosinho até, não acham? —Discursava, despejando aos ares seu timbre roufenho e apinhado de uma fingida tranquilidade, este tão trêmulo quanto seus músculos e ossos que, em contato com o bafejo álgido daquela manhã, se entregavam ao delírio doloroso e contínuo. Contudo, orgulhoso como era, de pouco renderia aos olhos alheios uma aparência debilitada. "Aparências são tudo quando se está fraquejando, então de queixo erguido, caralho. No momento isso pode vir a me salvar nessa ilha desconhecida, quem sabe?"

E com aquilo em mente, simplesmente fecharia os dedos de ambas as mãos em punhos, apertando-os com diligência conforme escorregaria o polegar por sobre as juntas. Concentrando sua atenção numa respiração mais vagarosa, buscava assim despejar um hálito mais tórrido garganta adentro. Concomitante a isto, optaria por um ritmo de caminhada mais lento e remansoso, evitando assim que sua face cortasse o vento glacial matutino. Por fim, visaria aplicar uma força ainda maior em seus passos, de modo a evitar que a sola de seus sapatos escorregassem vergonhosamente no solo umedecido e congelado.

"— Te ver cair de bunda na neve seria foda demais, sabia?—" Corvejava sua ave, essa que voejava o perímetro ao redor de sua cabeça: "Ao menos isso apagaria teu fogo no rabo, penso eu!" E com aquilo, sentiria sua garganta coçar e, de repente, se renderia ao súbito desejo de gargalhar, de modo à rogar seu júbilo aos ares sem aviso nenhum. Percebendo então que soaria como um louco, daria sequência ao riso ao limpar brevemente a garganta.

Atenção no pai aqui — Lhes diria então, mantendo certa discrição na tonalidade da voz, ao que menearia com a destra para que se aproximassem um pouco mais de si. Assim, sugaria o ar gélido pelas narinas, prosseguindo: — Vamos arranjar umas roupas mais... adequadas para a espelunca que nos enfiamos. 'Cês tem dinheiro? E eu pergunto isso não por esmola. Não é como se eu tivesse apenas uns vintão' no bolso, não é nada do tipo! — Abriria então a palma direita, balançando-a de um lado ao outro num gesto de negação, antes de fechá-la novamente num punho e, por fim, estendendo o indicador até a cidade adiante — Depois disso, iremos até uma loja de conveniências procurar por um mapa da cidade. Teremos um dia cheio aqui, e não iremos sair antes de... aprontar um pouco, se é que me entendem.

Assim, manteria-se aberto à qualquer dúvida que ambos viessem a ter sobre o plano, ainda que não esperasse objeção alguma. Após explicar os planos, adiantaria três passos para frente antes de parar novamente, jogando um olhar de soslaio por sobre o ombro direito até os dois, e então suas palavras: — Vamos indo, sem tempo à perder. Agilizem o trote, um dois, um dois. Chop Chop — Diria à eles, amistoso como sempre.

E assim seguiria a primeira rua que encontrasse, confiando primeiramente no destino para encontrar o maldito estabelecimento. Fazendo uso de sua visão avantajada, buscaria fisgar com as pupilas quaisquer placas de indicação, sendo estas postas nas calçadas ou em vitrines. Todavia, caso se mostrasse azarado o suficiente para não encontrar o local, jogaria um olhar à Varric, e então ordenaria ao mesmo: — Cara, vamos precisar pedir indicação pros civis mesmo. Se eles me vissem nesse estado, começariam uma comoção desnecessária, então... né, agiliza aí pra gente. — E então esperaria que o anão cumprisse com a tarefa designada, aguardando seu retorno ali mesmo. Caso o mesmo voltasse com alguma referência, ou na eventualidade de ter avistado uma vitrine, seguiria até prontamente até o local, cuidando para não se deslocar de um modo que viesse a lhe flagelar ainda mais o corpo debilitado.

Assim, uma vez diante do estabelecimento, levaria a destra até a porta na intenção de abri-la, e assim o faria, buscando adentrar no local quando a entrada se mostrasse aberta para os três. Mantendo sigilo em seus modos, tentando assim parecer inofensivo, buscaria com os olhos quaisquer indivíduos ali dentro que aparentassem como vendedores. Encontrando o sujeito(a),  se aproximaria do mesmo ao envergar um sorriso amistoso em seus lábios cicatrizados, invocando suas palavras em seguida: — Bom dia, viemos comprar umas roupas picas' da galáxia, tá ligado?' — Tamborilando os dígitos da destra por sobre o bolso, buscaria assim produzir o som metálico das moedas se chocando umas com as outras, logo que viria a se aproximar de um balcão, caso houvesse um ali — Um casaco longo, de couro negro, saca? De qualidade, mas não bota' um trem' de milonáro' aí não. Tenho cara de patricinha? Não, então vamo.'

Assim, aguardaria que o vendedor buscasse as roupas solicitadas. Quando o mesmo voltasse, perguntaria ao mesmo: — Quanto vai ficar isso tudo aí? — Penderia a cabeça para a direita, indagando-o. Assim, caso o preço fosse dentro de suas capacidades financeiras, retiraria o dinheiro solicitado do bolso e despejaria o mesmo por sobre o balcão de modo organizado, simplesmente assentindo para o mercador em seguida. Isso, é claro, se o preço não passasse de trezentos mil berries. Se fosse o caso, diria ao sujeito com uma clara decepção enfeitando seu cenho, bem como também na voz: — Vem cá, não tem um modelo parecido, mas assim... MAIS barato?

Sendo possível a negociação, ou se o preço inicial já fosse favorável aos seus gostos, assentiria satisfeito. Murmurando uma certa canção dos lábios, diria-lhe: — No ponto, meu querido. Aliás, aproveitando que tu é um vendedor tão foda', saberia nos informar sobre umas paradas' aqui na cidade? Como anda o crime, essas coisas. A polícia deixa o lugar seguro pro'cês morarem? É que acabamos de chegar, sabe como é.

Ouviria as palavras do mesmo(a) atenciosamente, tamborilando os dedos da destra por sobre o balcão antes de apanhar suas vestimentas. Por fim, envergaria o casaco com deleite, deixando que o mesmo despencasse em suas costas. Assim, se a saída do grupo não fosse impedida pelo mercador ou quaisquer outras pessoas que estivessem ali dentro, daria as costas ao mesmo e se retiraria do estabelecimento em seguida, sem nem mesmo se despedir do sujeito. Uma vez bem agasalhado, se viraria prontamente para os dois assim que os mesmos saíssem da loja, o sorriso em seus lábios tão convidativo quanto as palavras que deixariam os mesmos: — Deus d'céu, olha só p'vocês! Cuidado, povo de Micqueot, meus parceiros são gostosos p'caralho. Misericórdia, mas mudando de assunto... — Dando uma pausa em sua fala, levaria os dedos da destra até o maxilar direito, coçando a pele hirsuta e barbeada ao jogar o olhar divertido à cidade, rogando: — ...agora, mapas. Uma loja de conveniência, talvez, onde vamos comprar umas coisas pra viagem. Luneta, bússola, essas paradas', talvez exista uma próxima ao maldito porto. Vamos indo.

E assim, finalizando seus assuntos ali com sucesso, trafegaria calmamente pelas ruas em busca da próxima loja, vasculhando as vitrines dos estabelecimentos com esperança de encontrar o local antes que ficasse muito tarde. Não obtendo sucesso ali, tentaria voltar até o porto caso conseguisse enxergar o mar dali, até mesmo seguindo o local mais movimentado para este fim.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptyQua 04 Set 2019, 17:12

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
Sentado nos caixotes no porto, Ryuma estava contente, havia conseguido uma vestimenta nova, e uma nova companheira de batalhas, uma afiada katana, também, reparava na gentileza e bondade dos vendedores da região, relembrando sobre seu antigo capitão...

"Talvez esse lugar não seja tão ruim quanto o capitão Silver falava... Mas agora, preciso encontrar uma loja de coisas para navegadores, talvez o dono do comércio possa me indicar algum bom... e depois, encontrar alguém que me ensine a ser intimidador."

Procuraria por qualquer placa que indicasse a presença da loja ali perto do porto, e caso encontrasse, me dirigiria até seu interior. Olharia em volta, e caso o dono da loja estivesse presente, e diria em um bom tom para marcar presença - Preciso de alguém que me leve até a Grand Line, pode me ajudar com isso? - Caso ele diga que não, me sentaria em qualquer lugar, nem que fosse no chão, próximo a entrada da loja, em posição de meditação, esperando que alguém apareça. Ouviria as conversas de dentro da loja, se possível, até que alguma me dê alguma informação, e então a seguiria.

Caso ele resolva me ajudar, ouviria atentamente suas recomendações. Se houvesse alguém presente na loja que possuísse métodos para me ajudar com meu objetivo, ouviria o que a pessoa tem a dizer. Caso a pessoa resolva me levar, diria - Você não vai se arrepender, de ter o espadachim do Carvalho Negro contigo, isso eu te garanto - enquanto abaixaria a cabeça em uma pequena reverência, abrindo e fechando a mão rapidamente.

Objetivos:
 

Histórico:
 


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Objetivos Futuros:
 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptySab 07 Set 2019, 13:35

Crows, Swords and Widow #01



Grim

O robô simplesmente não sabia processar a informação da qual Grim havia dito, para ele, deveria apenas pedir e receber o dinheiro, acabando não cometendo nenhum ato agressivo contra o grupo, vendo eles passarem. Era claro que os companheiros do pirata riam bastante da maneira que a situação se comportava. O caolho tomava as rédeas de sua própria caminhada, dispensando ajuda e permanecendo em pé enquanto traçava planos para conseguirem roupas, os seus companheiros gargalhavam quando começava a perguntar sobre o dinheiro - Caralho, cara! Tu acha mesmo que iremos gastar algum dinheiro para conseguir alguma coisa?! - Eles eram um exemplo claro do que havia sido feito para o mordomo, era provável que seguiriam o exemplo de seu capitão e não pagariam por aquilo que pegassem, aliás, eram piratas, livres!

Grim dava alguns passos a frente de seu grupo e começava a acelerá-los para que acompanhassem o seu ritmo, coisa que era mais fácil do que tirar doce de criança para eles já que o capitão se encontrava debilitado. O destino não estava favorável para o pirata que não encontrava o estabelecimento na primeira rua, tendo que apelar para que o anão fizesse o trabalho de questionar os civis e procurar pela loja de conveniência. - É pra já, chefia! - O anão logo andava pela cidade e não demorava mais que cinco minutos para retornar, em seus braços haviam alguns sacos de comida e em sua boca trazia um pirulito redondo(aqueles do chaves). A mulher ao seu lado colocava a sua mão no rosto balançando negativamente. - Que que foi?! Ué, parei para uma boquinha. E também para roubar o doce de uma criança.. - Ele dava uma leve tossida após falar a última frase em um tom bem baixo. - Então, tem uma virando a esquina ali. - Apontava o homem e então o trio se prontificava para dar início.

A loja era grande por volta de quarenta metros quadrados, ele abordava um vendedor que sorria ao vê-lo, procurando ser o mais amigável possível e via que o homem queria um casaco para acompanhar o seu visual. Não demorava muito para que ele trouxesse o que era pedido, a etiqueta do item mostrava valer cinquenta mil berries. Após a compra, tudo estava seguindo conforme planejado e o vendedor começava a explicar mais sobre a ilha. - A criminalidade daqui visa muitos piratas procurando pelos barcos que saem com os vinhos mais caros, mas a marinha está sempre em peso para ajudar a população. Conseguimose viver bem por aqui, não tendo muitos problemas com piratas. - Dizia o homem.

Ao saírem da loja, a garota de cabelos verdes trajava um casaco de pelos, mostrando também se aquecer e Varric tinha um estilo mais militar, usando um casaco camuflado. Não demorava muito até que chegassem ao porto e observassem uma loja de artigos marítimos, adentrando o local. Era claro ver que havia alguém dentro, um homem com uma katana em sua cintura e trajando roupas mais orientais, enquanto que o vendedor parecia ser um homem mais musculoso, tinha por volta de dois metros de altura e um metro e meio de puros músculos, as suas roupas ficavam justas em seu corpo. Os dois homens pareciam estar tratando sobre piratas.



Ryumu

O espadachim tinha um simples objetivo para seguir, mas era óbvio que as coisas não parecia que seria tão fácil como imaginava. Ele conseguia enxergar uma loja de objetos marítimos e se aproximava da mesma, o vendedor era um homem alto por volta dos dois metros e mais quase um metro e meio apenas de músculos. Sua roupa era justa por não ter muito onde correr e haviam várias cicatrizes em braços, rostos e até mesmo em seu cabelo que era algo parecido com o de um militar, quadrado e reto.

- Há?! Grand Line?! Garoto, não há muitas pessoas das quais vocês pode perguntar isso por aqui! - Ele dava uma gargalhada que poderia ser impressão de Ryumu, mas as janelas vibravam com a sua voz. - Você tem cinco opções: Siga o caminho da marinha como marinheiro ou agente do governo. Vire um pirata ou revolucionário e morra pelas primeiras opções ou vire um caçador de recompensas e tente a sorte na Reverse. Agora, eu duvido que alguém vá querer você indo para a Grand Line com eles.

O homem ficava de braços cruzados, mostrando uma grande intimidação que fazia até mesmo as formigas de cima da mesa recuarem diante de sua presença, talvez ele havia encontrado alguém que pudesse lhe demonstrar um tanto de intimidação. - De qualquer forma, garoto. A marinha e o governo são as opções mais fáceis. - Ele dava uma pausa em sua fala, esperando uma resposta ou compra de Ryumu.



Lucinda

A garota estava passando por maus bocados e sentia ficando cada vez mais fraca, sua visão tinha ficado turva sem nenhum motivo aparente e mesmo com o ferimento apenas lhe deixando com um perigo a mais de vida, não era aquilo estar acontecendo. Ela tentava se aproximar do lenhador e seus passos ficavam fracos, as suas pernas não sustentavam o peso do próprio corpo e ela sentia-se caindo em câmera lenta, o solo se aproximando de seu rosto e Castiel cairia de cabeça em uma pedra.

Mas o lenhador foi rápido ao perceber, seus passos largos eram velozes e mostravam uma facilidade para se aproximar, ignorando qualquer desconfiança antes tido para agarrar a mulher antes que ela caísse, em um tom dramático, ele ficava ajoelhado segurando-a em seu colo, os olhos de ambos se encaravam e a moça conseguia ver os lindos olhos castanhos claros que brilhavam conforme o sol se movimentava entre as folhas que tremiam diante do vento.

A sua visão se apagava e tempos depois ela acordava dentro de uma cabana, sua cabeça doía arduamente e sua boca não estava mais tão seca assim como sua garganta. Se olhasse para sua ferida, veria que estava enfaixada, mas suas vestes estavam tão justas como anteriormente, apenas tinha deixado o casaco(blazer) do seu lado em um criado-mudo. O ambiente era bem rústico iluminado por lamparinas, as paredes eram feitas de toras de madeira e a cama da qual estava deitado era confortável. Havia uma poltrona de couro a dois metros de distância a sua esquerda e uma estante a sua direita, a porta para outro cômodo estava aberta, era feita da mesma madeira que as paredes, mas usinada e com uma maçaneta de alumínio. A janela estava coberta por uma cortina que ofuscava a luz do lado de fora, mas do jeito que brilhava, sabia que ainda era dia.

A garota tinha melhorado de vários dos sintomas passados e apenas a dor latente em sua cabeça era o que sentia, sendo apenas uma única dor sentida ou qualquer outra sensação.



Grim & Ryumu

Os dois homens se encontravam no mesmo local, o vendedor logo identificava que um possível problema havia chego em sua loja, no caso, três problemas, três piratas com roupas de piratas fedendo a piratas com machucados de piratas. - Ah, já fazia um tempo desde que piratas não entravam em minha loja. - O homem tinha um ar intimidamente, parecia bem mais forte do que aparentava e tinha uma intimidação bem acima do normal, era possível sentir o ar ficando mais denso e um climão.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows EmptySab 07 Set 2019, 18:09



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  "Roubar um desses barcos não seria má ideia, até. O foda são esses ferimentos..." Viu-se ruminando os pensamentos em sua mente, após a explicação sobre a ilha deixar os lábios do vendedor. De fato, os ferimentos lhe flagelavam até mesmo a mais simples movimentação, ardendo com avidez até mesmo nos confins de sua alma. Ainda que o sangramento tivesse parado à tempos, provavelmente não seria necessário um esforço muito grande para que as feridas tornassem à lhe atormentar com um ímpeto redobrado. "Esse é o único motivo que esse zé' ruela' não está desmaiado, com a gente saindo daqui de bolsos gordos de grana."

As vestes lhe serviram com uma precisa perfeição, adornando o corpo egrégio do pirata com uma certa classe, ainda que o sorriso diabólico do mesmo deixava claro que pertencia à ralé, tal como preferia. Ao saírem da loja, percebeu então que o clima álgido daquela manhã não mais lhe importunava, sentindo até mesmo uma pitada de intensidade no ar matutino. Talvez fosse apenas seus instintos, mas estes nunca haviam se enganado antes. Algo lhe dizia que um acontecimento extraordinário estaria por vir, ainda que não fizesse ideia de onde, ou o quê.



A dúvida, contudo, desfez-se num piscar de olhos ao adentrar na loja de conveniências marítimas. No interior, logo avistava o vendedor recheado de um humor carrancudo em seu cenho desconfiado, este que, ao perceber a aproximação dos piratas, logo pareceu distinguir eles pelo que eram de fato. Contudo, o destaque no estabelecimento estava longe de ser aquele medíocre patife, e sim o homem que tratava com ele. O sujeito possuía uma altura equivalente ao caolho, mas sua aparência se mostrava ser um tanto diferenciada do mesmo— ou de qualquer outro presente. O que era certo, contudo, era que o homem exalava uma confiança que cativara o capitão, este que prontamente contou o moreno como um aliado.

Oh, você parece ser muito forte! Qual o seu nome?! — Invocando o timbre trovejante e grave, aproximaria-se do homem até que ficasse à um metro do mesmo, ao que exibiria os dentes um tanto amarelados num sorriso maquiavélico e convidativo. Atento à resposta do sujeito, daria continuidade, apontando para si mesmo com o polegar destro caso o mesmo se mostrasse ao menos respeitoso: — Eu sou Capitão GRIM, o Olho de Corvo! O que você acha de ir comigo até a Grand Line?! — Completamente despido de quaisquer modos, e ignorando o que o sujeito vendedor lhe acusava bem à sua frente, continuaria: — Você seria membro da minha tripulação pirata, e então velejaremos 'té o fim daquele mar, e além!

Assim, aguardaria a resposta do espadachim, mantendo o sorriso presente nos lábios à todo momento. Algo dentro de si ardia como nunca antes, visto que para ele, havia finalmente encontrado o primeiro de seus novos companheiros. Dada sua animação, persistiria caso o homem lhe recusasse à princípio: — O que? Não, tu não entendeu! Estou te levando para fora dessa ilha hoje mesmo! Você vê: existem milhares de sujeitos fortes p'caralho naquele mar, e mesmo que eu possa enfrentá-los todos sozinho, que graça teria nisso? De modo que vamos hoje mesmo, espadachim!

Todavia, na eventualidade do homem concordar, arquearia a sobrancelha num deleite tão claro quanto o sorriso aberto que enfeitaria sua boca. Dando um passo para trás, ergueria ambos os braços para cima numa velocidade que não lhe maculasse os ferimentos, rugindo de satisfação: — É DISSO QUE ESTOU FALANDO, PORRA! — Dito aquilo, risonho como de praxe, despejaria a risada vitoriosa aos ares por alguns segundos, antes de se recompor e levar ambas as mãos até a cintura. A canhota se acomodaria ali, enquanto a destra, sem descanso, logo seria levada na direção do vendedor, apontando para o mesmo num claro desafio: — E você, seu merdinha! Eu sou um pirata, mas não qualquer um. Sou o homem que irá se tornar o REI dos Piratas, grave isso nessa tua cabeça de rola! — E assim, diria aos companheiros, já não mais se importando sobre o que havia refletido sobre os ferimentos anteriormente: — Feche a porta, Fuyuki. Vamos roubar essa loja agora mesmo.

Desse modo, claramente esperaria uma reação violenta por parte do vendedor. Ainda que possuísse seu lado imprudente, a parte estratégica e cautelosa de sua mente estaria falando mais alto naquele momento. Devido à isso, daria um passo para trás de modo à deixar que Varric ou quaisquer outros dos companheiros, e até mesmo o espadachim, viessem a cuidar daquele vendedor ou pelo menos distrair o mesmo por hora.

Fosse impossível uma recuada sem impedimentos— isto é: caso o homem partisse para cima de si com os punhos ou quaisquer armas erguidas, flexionaria os joelhos o melhor que pudesse, confiando em seus resquícios de agilidade para que conseguisse recuar até a retaguarda o mais rápido possível, desviando para baixo caso em sua direção viesse um golpe horizontal, ou pressionando a sola do pé esquerdo contra o chão, impulsionando o corpo para a direita fosse um vertical. Ciente de seus ferimentos, contudo, contava com a distância anterior para com o vendedor para que sua escapada tivesse sucesso.


Hist;:
 


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