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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O fim do que nunca começou

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptySeg 26 Ago 2019, 21:01

Relembrando a primeira mensagem :

O fim do que nunca começou

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo e do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptyTer 03 Set 2019, 10:20

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UTOPIA - GRAND LINE - 03



Próximo a Floresta Negra, a revolucionaria ainda tentava arrancar algumas informações do homem que se debatia ao solo, machucando a si mesmo, mais do que qualquer coisa – Guerra!! HAAH ESTAMOS EM GUERRA!! – gritava o sujeito, babando e sangrando, seus olhos vermelhos estavam vidrados nas pessoas que o cercavam, parecia que se o soltassem, ele iria mata-los a qualquer momento. Não precisou a ordem vinda de Katherine, o loiro sacava sua espada e batia o cabo com força na testa do indivíduo, que finalmente, fechava os olhos e desmaiava, ficando com o corpo adormecido.

No outro lado da cidade, mas não menos importante, estava Calros com Alexander, caminhando em meio aos destroços de cadáveres e pedaços soltos das casas que ardiam e caiam nas redondezas, se misturando ao som dos relâmpagos, tudo era assustador para novatos como aqueles, ou já eram veteranos? Agora a preocupação era outra, iriam procurar por medicamentos e agua, Alexander apenas concordava com a cabeça com a ideia do marinheiro. Logo a esquerda havia uma residência, estava com a porta aberta e uma das janelas quebradas, mas o fogo não tinha atingido ali, o que parecia ser promissor no final das contas.

Ambos entravam com um certo receio, o corpo e a mente estava pronto para um ataque ou algo do tipo, mas não havia nenhum sinal de vida. Era uma casa simples, com quatro cômodos. Estavam na sala, onde havia um sofá e uma prateleira com livros diversos. Seguindo, conseguia ver a cozinha, toda pintada de amarelo, havia uma mesa de madeira com três cadeiras, o armário ficava mais ao fundo, onde havia o fogão, com uma panela no fogo, e o fogo ainda acesso, não precisava ser um expert para notar que aqueles eram sinais recentes, algo estranho havia acontecido, bastava descobrir o que.

Battos acenava e cutucava Charlotte, que ainda parecia incrédula com tudo aquilo – Não baixem a guarda, voltamos logo – dando as costas para Katherine, o sujeito saia com a ruiva floresta adentro. A dupla entrava na floresta, sentindo primeira a mudança no clima, ali dentro era mais frio e não ventava tanto, o ar estava parado e era possível escutar arvores balançando apenas em suas copas. Ali não se escutava as explosões, o som era abafado pela flora densa. O solo era lamacento e rapidamente tinham lama até os tornozelos. As arvores eram largas e grandes, logo no inicio podiam notar sinais de combates, tais como arranhões nos troncos e sangue nas folhas, o que realmente chamava atenção era as pegadas no solo, evidenciando que pessoas passaram por ali.

A agua era limpa quando Calros ligou, demorou um pouco para o liquido cristalino sair da torneira. Havia copos logo ao lado, pareciam limpos, eram perfeitos para enche-los com agua e logo a sede dos dois era sanada. Ambos se sentavam, Alexander estava cansado, o suor escorria pelo seu rosto – Bati minhas costas em algo, não é nada tão sério quanto sua perna – O sujeito tirava sua camisa, para mostrar o ferimento. Realmente, não era nada demais, suas costas estavam avermelhadas, havia sofrido algum impacto severo, a dor seria menor por agora, mas quando o corpo e a tensão esvaziem, ai sim o jovem sentiria a verdadeira dor – Não preciso de remédio, acho que so preciso dormir – as palavras sem vida saiam da boca de Alexander, que abria a geladeira, encontrando uma jarra de leite, o sujeito bebia no bico e colocava o resto sobre a mesa, para que Calros pudesse beber também.

Ouvia-se ainda os relâmpagos caindo dos portais, a casa tremia, a madeira rangia, não havia muita coisa que chamasse atenção agora. O marinheiro se levantava para buscar por panos ou qualquer coisa para apagar os fogos da casa (sik), ele poderia não notar, mas ao dar o primeiro passo, sua perna esquerda cedia e ele caia de joelhos – Calros?? – perguntava seu acompanhante, se levantando bruscamente. O jovem ruivo tinha um espirito forte, mas seu corpo estava ferido, sua perna esquerda estava começando a perder a força, o sangue escorria do buraco da bala e escorria até seu tornozelo, quem precisava de remédios era Calros, e não o contrário.

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Caminharam por alguns metros, com grande dificuldade, nenhuma palavra era dita Charlotte tentava acompanhar a velocidade de Battos, que avançava sem receio. Já conseguiam ver o outro lado da floresta, entre a nevoa e as arvores, era possível ver o fogo e paredes de cimento – Tem uma cidade, vamos voltar e avisar ao pessoal – girando em seus calcanhares, avisava o rapaz. Os revolucionários voltavam, talvez a vontade de sair dali logo, ou o próprio medo, mas entre a nevoa, um sujeito aparecia, vestia um sobretudo preto, possuía o cabelo verde, contudo, o que chamava atenção era um tipo de casca que parecia proteger seu rosto, algo totalmente sobrenatural.

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Quando chegaram Katherine queria saber de tudo, Charlotte explicava – Tem uma cidade logo depois da floresta, podemos atravessa-la sem problemas – informava a mulher. Todos se juntavam e começavam a entrar na floresta, em fila indiana liderada por Katherine, onde Tin ficava por último. Como da última vez, os novatos sentiam a mudança no clima e apreciavam os vestígios pelo caminho. Enquanto seguiam pela trilha de antes, nenhum deles sentiam os olhos do sujeito estranho neles, mas como era de se esperar, o homem abria o casulo em sua cabeça – Alto lá – dizia o sujeito, sentado no tronco de uma arvore caída, agora sim, podiam ver o homem, que sorria diabolicamente.

A febre atacava o ruivo, que nessa altura estava deitado no sofá da sala, com a camisa molhada de Alexander em sua testa – Vou buscar algo, aguente firme – dizia o sujeito, vendo o rapaz saindo da casa, sem camisa. Ali deitado, podia ver o teto da casa, feito de madeira. Seu corpo doía e seus olhos estavam pesados, quase como que fossem fechar a qualquer momento. Não se pode dizer quanto tempo se passou, mas um barulho diferente era ouvido na rua, como um rugido e o grunhir de um gato gigante. Os passos pesados foram indo na direção de Calros, que não sabia se estava confuso ou realmente estava vendo coisas, uma sombra enorme entrou pela porta e então uma figura grotesca apareceu.

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... ignora o Tobi

Quando ouviram a voz do homem, aqueles que possuíam armas, as sacaram – Oh ... querem brigar? – dizia o sujeito, parecendo relaxado, mas Katherine ainda mantinha a calma, e dizia ser apenas náufragos – Ora, estão em Utopia – informava o sujeito, enquanto se levantava – Estranho, não parecem irados pela Akuma no Mi do Fish, não usam roupas da marinha, por acaso são escravos fugitivos? Estão com uma aparência horrível, devem ser escravos de fato – continuava o monologo – Bem, como revolucionário, deixarei vocês fugirem, sigam até a praia e nadem para longe daqui, a ilha está em guerra – o rapaz gesticulava e dava as costas, caminhando por outro rumo, diferente daquele que Battos tinha ido.

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Os olhos do pescador via um leão na porta, seu foucinho estava sujo de vermelho, seus olhos amarelos eram intimidadores, sua juba era grande, seu corpo era grande, o animal mostrava as garras e com passos lentos ia na direção de Calros. O animal se aproximava, até que uma voz feminina era escutada – Achou algo? – logo depois, o animal rugiu, alto o suficiente para fazer os pelos de qualquer homem se eriçar e o orifício anal trancar. Atras da fera, uma mulher loira, aparecia, sua roupa estava suja de poeira e fuligem, mas sua beleza estava ali – Não o mate – dizia a mulher – Quem é você? – a mulher empurrava a fera para o lado e se aproximava de Calros, que podia sentir o calor da mulher próximo de si.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 
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Vincent
Soldado
Soldado
Vincent

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptyQua 04 Set 2019, 02:18

É o bicho piruleta
 

O homem estava em um verdadeiro estado de fúria, seus olhos estavam vidrados em nós praticamente ansiando nossa morte por suas mãos a qualquer momento em meio aos seus gritos sobre estarem em guerra. Tin logo entendeu que o indivíduo não se acalmaria e antes que eu desse a ordem utilizou o cabo de sua espada para bater sobre a cabeça do alucinado, o fazendo desmaiar com o golpe. Charlotte ainda devia estar processando tudo o que estava ocorrendo já que precisou ser chamada por Battos para que ambos pudessem seguir até a floresta para conseguir algumas informações e assim determinar por onde seguiríamos na ilha. Não demorou muito para que eles voltassem, Charlotte me explicava sobre a existência de uma cidade após a floresta ”Talvez seja mais fácil encontrar alguém que possa nos ajudar lá do que nesse porto em chamas” era o que estava pensando no momento.  

Assim, nós seguíamos em fila indiana para entrar dentro da floresta e rapidamente era possível sentir uma mudança de clima ali naquela vegetação. Haviam vestígios de combate por ali, o que me fazia pensar em evitar tudo isso para não acabar tendo que lutar desnecessariamente com idiotas que aparecem pelo caminho. Seguindo a trilha, um indivíduo nos chamava a atenção o que era curioso e ao mesmo tempo perigoso já que não o conhecíamos, além de sua bizarra aparência que sequer o ajudava ”Como você julga uma pessoa pela sua aparência?” lá vinha a irritante me tirar do sério ”Mas não ajuda mesmo, é claro que vou ficar receosa quando um estranho desses aparece sem mais nem menos” responderia um pouco irritada com suas palavras anteriores. Imediatamente, os meus companheiros sacavam suas armas e ele perguntava se queríamos brigar só que essa de longe não era a minha primeira opção visto que queria evitar chamar muita a atenção na ilha. O homem acabava por nos ceder algumas informações interessantes, estávamos em Utopia, o efeito em que aquele sujeito estava na praia era fruto de uma Akuma no Mi e o que nos seria ainda mais útil era ele ser um revolucionário.

Não daria com a língua nos dentes imediatamente, a primeiro momento utilizaria a palavra secreta que Athena havia dado a Katherine enquanto estavam no Farol em seu último encontro com a comandante - Ei, espera um pouco ai! gritaria em sua direção - Jormungand diria em seguida, assim que ele se virasse para mim. Esperaria para ver a sua reação, caso ele voltasse e perguntasse algo a respeito teria a minha confirmação - Nós também somos revolucionários, desculpe-me por tanta descrição, mas não confio em sair por aí divulgando esse tipo de coisa daria uma rápida explicação - Eu sou Azura Silverstone, talvez vocês conheçam a major Katherine Silverstone continuaria a falar - Ela e eu somos a mesma pessoa prosseguiria explicando - Eu sofro de dupla personalidade, sendo que estou no comando agora finalizaria por aí o que tinha para dizer. Seguiria a conversa, tinha muitas perguntas para o homem que necessitavam de respostas - Há alguma base revolucionária por aqui? Precisamos nos comunicar com nossos companheiros de Aracne, relatar ao comandante Klaus o que ocorreu conosco faria um primeiro questionamento - Você disse que estamos em Utopia certo? O que raios está acontecendo por aqui? prosseguiria perguntando, poderia ser em meio a uma caminhada para a base ou então no mesmo lugar em que estávamos antes caso ele dissesse que não havia uma nas proximidades.  

Aguardaria por suas respostas antes de continuar com minhas palavras, queria entender toda a situação que estava cercando essa ilha - O que esse Fish está fazendo nessa ilha? Nós vimos um homem na praia totalmente enlouquecido... falaria mais uma vez informando o sujeito - Eu quero entender tudo ao máximo, assim poderei ajudar no que for preciso tanto se minhas ordens forem bater em retirada quanto apaziguar essa situação diria caso ele perguntasse algo relacionado a isso. Se ele não conhecesse a palavra secreta teria que inventar uma rápida desculpa - Ah, esquece eu pensei que te conhecia de algum lugar, talvez eu esteja delirando sorriria de forma desconcertada fingindo estar um pouco febril para que ele acabasse acreditando em minha história. Esperaria até que ele se afastasse para então fazer um sinal para que nosso grupo seguisse até a cidade para encontrar outra forma de contatar Klaus de que estávamos bem, mas que nos localizávamos em Utopia perdidos. Caso encontrássemos alguma outra pessoa no caminho repetiria as mesmas palavras ditas ao sujeito anterior - Olá, nós somos náufragos poderia nos ajudar? perguntaria forçando um sorriso como se estivesse alegre por encontrar uma alma vivente aleatória pelo nosso caminho.


 

Histórico:
 


Objetivos:
 


Spoiler:
 

Legenda e Status:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincentão em Sab 07 Set 2019, 10:53, editado 2 vez(es)
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptyQua 04 Set 2019, 02:57

Rei das selvas
Posts em Utopia - 4
Sabe aquele momento que você percebe que não está batendo bem da cabeça? Era eu naquele momento. Alexander e eu estávamos com sede e procurei por uma casa com água sendo que eu mesmo possuía água. Alguns momentos antes eu juro que vi caveiras em fumaça. E agora, deitado alucinando por causa da dor que finalmente infligira minha perna esquerda, estava vendo um leão entrando justamente na casa que estava. Eu nem sei falar se estava sentindo medo da alucinação ou não, provavelmente sim. Tanto que por isso acabei imaginando algo a mais e ele obedecia a uma loira. Ok, eu não havia imaginado isso, mas parecia, porque esse último ponto me parecia um pouco absurdo.

Só que absurdo por absurdo, eu já havia visto um lobo em duas patas lutando boxe, domei uma aranha que deve ter quase um metro com as patas esticadas, alguém domar um leão era só algo normal. - Calr... Calros Lazo. - Diria provavelmente gaguejando por causa da febre ou do medo do leão me devorar só porque sim. Então respiraria fundo agora, não iria gaguejar para qualquer fala, preciso mostrar alguma determinação ali para a pessoa que pode me matar a qualquer momento. - Por favor, me poupe. Não só eu, Alexander e Gwen também. - Falaria o último nome apontando para a minha aranhazinha, que provavelmente estava morrendo de medo perto daquele leão.

Aproveitaria inclusive para chamar a aranha para o meu colo e ficaria acariciando Gwen enquanto falaria e muito com a jovem loira que estava próxima de mim. Quem sabe assim ela não ficaria com dó. Uma, das muitas histórias de pescador que ouvira, era de um pescador que sobrevivera porque contara muito de sua vida para um pirata e este ficara com dó de matá-lo, não custava testar se isso era verdade.

Claro, teria que contar com certos limites, não seria louco de falar que era marinheiro naquela ilha sem saber quem lutava contra quem e sem saber quem era ela, talvez fosse melhor falar que era revolucionário, talvez fosse melhor falar que era civil. Precisava então pensar em outra abordagem ali e por isso falei de Alexander e Gwen, para mudar um pouco o foco. - Poderia me dizer onde estou? - Perguntaria tentando abusar um pouco da sorte. - Você é a primeira pessoa que aparece na ilha que não quer me matar e que não está morrendo. - Diria demonstrando que realmente não sabia o que estava ocorrendo por ali.

Talvez ela me perguntasse como estava ali ou simplesmente notasse que ela não estava aceitando a história por si só. - Fui sequestrado. Aconteceu um tanto de coisa contra um tanto de encapuzado que nem sei quem é, inclusive, eles que atiraram na minha perna. - Diria sinalizando a perna com um dos braços. - Ignorei esse ferimento por tanto tempo que agora estou aqui. Falaria sorrindo da melhor forma que podia. Nunca pensei que chegaria a ficar nessa situação. - Diria divagando um pouco, a dois dias estava entrando na Grand Line, agora nem sabia onde estava.

Claro que não poderia divagar por muito tempo. - No sequestro e tals acabei num dirigível que caiu no mar aqui perto. - Falaria simplificando um pouco a história para mostrar que era alheio a tudo que ocorria ali. - Enquanto andávamos na praia um tal Prosinek apareceu. - Falaria tentando dar alguma credibilidade a tudo que estava falando. - Eu senti que morreria ali mesmo, mas ouvi que ele foi lutar, ou fugir, com um espadachim que estava por lá também. - Concluiria naquele momento esperando ver se ela falaria alguma coisa.

A realidade é que meu corpo doía e eu queria só dormir. Mas como fazer isso com um leão daquele tamanho pronto para te devorar? Não só me devorar, se Alexander aparecesse ela poderia acabar mandando o leão devorá-lo em meio instante. Precisava deixar claro que ele não era uma pessoa ruim ou perigosa. - Um cara do grupo que me sequestrou acabou me ajudando contra os próprios encapuzados. Melhor dizendo, salvou a minha vida. - Comentaria com mais ênfase, para ela saber que ele não era completamente ruim por estar num grupo que sequestrava pessoas. - Ele está procurando um remédio para minha febre. - Concluiria.

Ok, após falar eu percebi que isso soava estranho. - Sei que parece muito que tenho aquela síndrome de Estocolmo ou qualquer coisa do tipo... - Iniciaria. - Mas é só porque ele salvou a minha vida mesmo. Eu não quero morrer até fazer um pirata ser preso, então sinto que devo a minha vida a qualquer um que me salvar. - Explicaria. - Eu nem estaria em perigo se aquele grupo não tivesse me sequestrado, é verdade, mas o que está feito está feito.

Com tudo aquilo dito, provavelmente esperaria ouvir mais perguntas ou só alguma ordem de me devorar, qualquer outra coisa já consideraria como lucro. Não sei se conseguiria me jogar no chão quando o leão fizesse algum movimento para me comer, mas não custava tentar. Só que antes tentaria jogar Gwen para o teto, para que ela pudesse fugir em paz se necessário. Se chegasse no chão começaria a tentar me rastejar para algum outro cômodo que talvez o leão não coubesse.


Ferimentos:
 

Consumíveis:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptySex 06 Set 2019, 11:24

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UTOPIA - GRAND LINE - 04



O grupo estava parado, encarando o homem esquisito a frente. O sujeito ouvia a palavra Jormungand, e mudava sua postura, relaxando seus ombros – Jormungand haha, quanto tempo não escuto isso – dizia o homem, ouvindo a apresentação – Dupla personalidade? – questionava, inclinando o rosto, como se não entendesse aquilo, como uma pessoa pode ser duas? - Claro que temos uma base, acha que não atuaríamos na ilha mais famoso do mercado negro? Haha – O sujeito então encolhia o que quer que fosse aquilo perto do seu rosto, ficando com uma aparência humana. Seu rosto era comum, pintado em preto e branco, tinha um cabelo verde e olhos claros – O Coronel Scamander ficara feliz de ver novas pessoas – dizia – De lá podem tentar entrar em contato com seus companheiros, temos uma central de comunicação, isso não será problema – levantando a mão, fazia sinal para eles o seguissem – Venham comigo, a entrada fica escondida logo ali.

Do outro lado da ilha, Calros ardia em febre, mas isso era o menor dos problemas. O leão se aproximava, farejando o medo do ruivo – Calros Lazo? – repetia a menina, colocando a mão na cintura, parecia pensar em algo. Enquanto isso, a fera passava pela sala, indo até a cozinha, seu rabo balançava e batia no rosto do Marine, que pedia para poupar a si e seus companheiros – Seu nome não me é estranho – falava a loira. Era uma menina relativamente jovem, tinha cabelos loiros escorridos pelos ombros, vestia um top preto e uma saia, mostrando muito do seu corpo, tinha uma beleza jovial, em sua cintura, um chicote era visível. Gwen saia de onde estava e caminhava até o colo do seu dono.

Inicialmente, a menina não notava o que era aquilo, mas quando seus olhos confirmaram suas dúvidas – KYAAAAAAAA, UMA ARANHA – gritava, assustada e enojada – ROMEOOO – gritava novamente e desta vez o Leão vinha em ajuda, rosnando para o inseto no colo de Lazo – Não o mate ainda, ele irá morrer de febre, deixe-o ai, vamos – virava as costas para partir – Temos que ir – batia na sua coxa, fazendo a fera segui-la, mas Calros perguntava onde estava, e começava a divagar sobre sua história. Que tinha sido sequestrado, sobre o tiro e tudo, até chegar num nome – Prosinek? – girando em seu calcanhar, a expressão jovial da menina havia esvaído, seus olhos ardiam em chamas – Onde esse filha da puta está? – seu rosto se aproximava do ruivo, o modo como ela estava inclinada, o rapaz podia ver o decote da menina.

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Na floresta, caminhavam atrás do homem que não havia se apresentado até então – Aqui lutamos contra o tráfico de escravos, o Coronel está nessa ilha alguns meses, já salvamos muitas vidas ... perdemos algumas também – terminava, baixando a cabeça. A floresta era menor do que podia imaginar, se estendia até próximo a costa, haviam caminhado alguns metros, até que o sujeito parou – O Complexo é subterrâneo – agachando, tirava a folhagem e abria um alçapão de metal – Bem-Vindos a Célula Sufletelle – podia ver uma escada que levava para baixo, sem pestanejar, Battos entrava sem medo, talvez querendo apenas sair daquela floresta estranha ou fosse realmente corajoso.

As paredes do local eram feitas de aço retorcido, mas fazia um corredor, era apertado e um pouco claustrofóbico. Rapidamente, chegavam numa sala circular, no meio dela, uma mesa redonda com algumas cadeiras. Vários papeis estavam sobre a mesma, canecas, garrafas, comidas, estava uma bagunça – Errr ... Não sabia que receberíamos visitas – falava o homem, coçando a cabeça sem jeito – Sente-se, vou chamar o Coronel – esticava a mão para as cadeiras. Havia algumas portas que podiam levar para outras salas, mas era visível que ali era a sala principal, havia cartazes de procurados, mapas e bussolas, aquelas pessoas não eram amadores. Após alguns minutos, ouviam-se passos pesados vindo de uma das salas, a porta se abriu e uma figura apareceu – Então Capullo estava certo – a voz era grossa e rouca – Bem-Vindo à minha célula, sou Coronel Astorian Scarmander.

A Febre atacava Calros, que tentava não ser morto, usando a velha tática de falar sobre sua vida para não ser estraçalhado por um Leão sujo de sangue. Quanto mais ele falava, mais fraco o rapaz ficava, a ponto de não conseguir distinguir aquilo – Não desmaie, onde você viu Prosineck? – falava a mulher, com o rosto próximo ao do marinheiro, a última coisa que ele viu foi o rosto belo da loira próximo ao seu, sentia até mesmo seu perfume doce, e então a dor o atacava e o ruivo sucumbia. Quando abriu novamente os olhos, estava nas costas de um leão, o local era tão quente e confortável que seus olhos se fecharam novamente. Tudo acontecia rapidamente na visão de Calros, que acordou deitado numa cama, sem camisa com um pano úmido na testa, ao seu lado, o Leão brincava com Gwen, que corria pela sala e o leão tentava pega-la – Então, eu sabia que conhecia seu nome, Marinheiro Calros Lazo – a voz era familiar, a loirinha jogava um jornal antigo no colo do ruivo – Porque não disse que era da Marinha? Eu poderia te matado você – a menina parecia ansiosa – Estamos em Guerra, então trate de ficar bom, você irá me levar até o Capitão dos Piratas Negros, Prosineck “A Caveira Negra” – o cartaz de recompensa estava ao lado da cabeceira, onde estava escrito – Recompensa: 56 Milhões de Berries – Vivo ou Morto.

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O Coronel Scarmander era um sujeito alto, tinha que se abaixar para passar pela porta, usava uma máscara de ferro que cobria seu rosto, era possível ver a cor verde dos seus olhos. Usava uma armadura de aço, coberto por uma capa verde musgo – Creio que vocês tenham muitas duvidas, podem sana-las antes de qualquer coisa – o homem se sentava, imponente em uma das cadeiras. Katherine começa a perguntar sobre Fish e a ilha em si – Fish era um dos Shichibukais, não sabemos muito, mas ele está lutando contra o Governo agora – falava o homem – Tem um CP8 aqui, todos são extremamente fortes, eu mesmo teria problema em enfrentar algum deles, contudo, estamos usando essa Guerra para invadir um dos complexos de Fish, aquele homem possui escravos no mercado negro – a voz demonstrava a raiva daqueles atos – Sei que você possui autoridade e está livre para fazer o que deseja, mas ... estou precisando de uma ajuda, acha que podemos salvar algumas almas juntos? – a pergunta era simples e direta. Podia notar que havia mais pessoas no complexo, elas apenas não estavam ali agora, em uma das paredes, podia ver a bandeira da célula. Era verde com alguns detalhes e o nome pintado, aqueles eram homens fortes, cabia a Katherine escolher.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptySex 06 Set 2019, 22:44

No jornal?
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Ao mesmo tempo que ia falando acabava ficando mais claro que eu estava alucinando, de alguma forma a loira parecia saber meu nome. Aquilo era tão improvável quanto o que ela vestia, um top e uma saia curta, sério, quem usaria isso naquele cenário apocalíptico? Apesar de que isso significaria que estava alucinando com mulheres seminuas. Não deveria pensar nesse tipo de coisa enquanto falava para salvar minha vida e por isso afastava aquele pensamento maluco de minha cabeça. Enquanto falava ela acabara se animando com o nome de Prosinek, vai entender, só que não cheguei a falar mais nada dele pois acabei apagando enquanto falava.

Acordei não sei quanto tempo depois sem minha camisa, minha febre havia passado e estava em outro lugar com a minha perna também tratada. A loira ainda estava ali falando comigo, então realmente não era uma alucinação, não só isso, ela jogava um jornal em meu colo enquanto falava e citava que a ajudaria a ir atrás de Prosinek. Não entendia bem como um jornal poderia ter a ajudado a saber que era um marinheiro e por isso pegaria o periódico para folheá-lo.

Obviamente faria isso procurando por Micqueot ou Aracne Island. E quando vi meu nome em Micqueot e li a notícia acabei não acreditando no que lia. - Que notícia distorcida. Por que só citam meu nome? - Indagaria indignado apesar de manter o tom calmo por ser mais fácil dela responder. - Onde está Yumi, Elrick, Ten, Crow e os demais na notícia? - Perguntaria para a loira ali que provavelmente nem sabia quem eram eles ou o que haviam feito. - Podiam ter pelo menos nomeado os que deram sua vida na batalha. - Falaria ainda indignado com aquela situação só que mudando para tristeza lembrando de Said que havia simplesmente desaparecido, não poderia nem afirmar que meu colega havia morrido.

Infelizmente não era o momento para gastar com aquelas perguntas. Precisava pensar no que estava ali na minha frente e no que não estava, mas era igualmente importante, como o sumiço de Alexander. - Eu caí aqui na ilha e vi um inferno de lugar. Não tem motivo algum para falar que sou marinheiro para alguém desconhecido. - Responderia explicando minha linha de raciocínio ao não me identificar como marinheiro. - Não é como se alguém te olhasse e pensasse: Oh, ela é marinheira. Não podia confiar em você... - Falaria apesar de ser bem óbvio que ela era minha superior, ela provavelmente entenderia.

Ela estava atrás de alguém com uma recompensa de cinquenta e seis milhões de berries. Ok... eu ainda não sei quanto é isso para um pirata na verdade, a única referência de recompensa que tinha em minha mente era Big Bang Kid de oitenta milhões e que escravizava pessoas, agora isso em forças eu não fazia a mínima. Levando em conta que aquele tal Prosinek me pareceu extremamente poderoso e assustador, alguém com oitenta milhões provavelmente seria uma aberração da natureza. E pensando nisso, ainda não sabia a recompensa de Himeriko.

- Mas vamos lá então senhorita... - Diria enquanto me levantava da cama, torcendo para que a minha superior finalmente se identificasse e eu soubesse pelo menos algo mais além de que havia aparecido no jornal. Até agora não sabia que ilha estava. Enquanto ela falasse, ou não, olharia a minha volta procurando por Gwen e tentando identificar onde eu estava. - Não conheço a ilha direito ainda, então vamos precisar voltar para onde estávamos quando você me achou. - Falaria. - Tem algum uniforme da marinha por aqui? O meu foi roubado pelos sequestradores. - Se não houvesse procuraria pela minha camisa.

Já de roupa, se possível, não duvido que aquela mulher goste de ir deixando o povo andando seminu por aí, falaria pedindo para ela me indicar o caminho, com a mão, para voltarmos. - Andei com Alexander pela praia até aquele bairro. - Iria explicando como faria para chegarmos naquele local mesmo eu não conhecendo nada. - Partindo de lá para a praia fica mais fácil. Na praia eu andei com o mar de um lado, é só fazer o caminho inverso que vamos acabar no ponto em que vi a colina onde estava Prosinek. - A lembrança do mar calmo de um lado e da ilha em chamas do outro era evidente em minha mente e pensar que agora eu voltaria para o lugar medonho era meio estranho, mas era o que precisava fazer na marinha, a loira parecia pelo menos mais forte do que eu, não que houvesse muitos méritos nisso, era um mero soldado.

No caminho perguntaria poucas coisas, sendo a primeira a mais preocupante em minha mente. - Você não viu Alexander por aí? É um homem que geralmente não demonstra expressões e possui o cabelo branco. - Falaria, eu não havia pagado minha dívida com ele ainda, não podia deixar que algo ruim ocorresse com aquele revolucionário enquanto estava vivo. Por mais que isso pudesse me complicar com a marinha naquele momento. - Ele estava procurando por remédio para a minha febre, talvez tenha fugido quando viu seu leão... - Era a melhor das hipóteses essa, as outras ele estava preso, ferido ou morto.

A próxima pergunta era mais simples apesar de provavelmente a resposta ser mais longa. - O que aconteceu nessa ilha para ficar desse jeito? - Seria a última pergunta por um tempo que faria naquele momento quanto a situação em si. Sendo aquela jovem minha superior só precisaria seguir suas ordens e tudo ficaria bem, teoricamente pelo menos, precisava entender mais do que ocorria ali para finalmente me situar e poder ajudar ao máximo.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptySab 07 Set 2019, 19:40

The Mission

   
Felizmente, o homem era realmente um revolucionário e também confirmava a existência de uma base na ilha, afinal Utopia aparentemente era uma ilha famosa no mercado negro. Essa informação só reforçava a ideia de que estávamos em um lugar realmente muito perigoso, mas haviam realmente pessoas importantes por ali como um coronel ”Agora a situação ao menos se torna um pouco mais tranquila” comentava comigo mesmo. Possivelmente o homem era usuário de Akuma no mi já que ele encolhia o que quer que fosse aquilo que escondia o seu rosto, talvez fosse alguma planta carnívora que confirmaria a minha teoria sobre ele ter em suas mãos um fruto. Conforme caminhávamos, o rapaz nos informava sobre a luta contra o tráfico de escravos de como haviam salvado algumas vidas e perdido outras ”Morrer por uma boa causa é ao menos digno de respeito, apesar que eu tentaria salvar a todos” era o que estava pensando no momento em que ele falava.

A base era em um complexo subterrâneo por um motivo até que óbvio, afinal não deveríamos chamar tanta atenção com uma base acima da terra. O local estava uma verdadeira bagunça e ele se sentia um tanto envergonhado por isso, logo nos dizia para acomodarmos enquanto iria chamar o coronel. Astorian Scarmander era o líder da célula Sufletelle, o que era curioso é que os dois que conheci estavam ou estão utilizando algo para encobrir o rosto, talvez não quisesse revelar sua face para qualquer um afim de evitar alguns transtornos. Era ele que me explicava a situação como um todo, o tal Fish estava lutando contra o governo e os revolucionários utilizariam isso para invadir a base do homem que haviam alguns escravos, assim o homem pedia por minha ajuda ”É uma tentativa arriscada se ele acabar descobrindo isso, mas também não posso deixar isso passar, espero que ele tenha um bom plano" começava a pensar nas possibilidades.

Soltaria um suspiro antes de confirmar qualquer coisa, em seguida começaria a pensar no que iria fazer por ali - Tudo bem, mas eu quero me comunicar com a base de Aracne diria de forma tranquila - Poderia me dar um novo par de botas? faria um novo pedido ao homem. Quando me dessem a oportunidade seguiria a pessoa designada para me levar ao comunicador  ou então esperaria pela chegada do den den mushi até ali. Assim que conseguisse contato com o QG de Aracne não perderia muito tempo - Olá, sou eu a major Silverstone seria a primeira coisa que falaria - Se puder chamar o comandante Klaus, agradeço prosseguiria em meu momento de fala - Eu estou ligando para informar que o dirigível acabou por cair em Utopia, mas todos que vieram comigo estão em segurança e não é necessário se preocupar já que estamos com o coronel Astorian falaria assim que o homem estivesse na linha. Por fim, ouviria tudo o que ele tivesse a dizer para então me despedir - Isso é tudo, adeus encerraria a ligação logo após ele também fazer uma despedida.

Mesmo não sendo muito fã de lutas, se iríamos invadir algum local eu consequentemente precisava de equipamentos melhores - Eu já usei bastante esse par de botas, então está na hora de trocá-los por um melhor diria caso perguntassem o motivo de eu querer um equipamento melhor. Com tudo pronto iria até o coronel novamente para receber informações a respeito da missão - Bom, onde é que fica esse lugar? faria um questionamento - Nós vamos em um bom número certo? perguntaria quando tivesse uma outra oportunidade ”Credo e se eles forem com poucos, mas escolheram bons revolucionários?” ela vinha com seus questionamentos ”Não me importa a força, afinal quanto mais subordinados mais chances de vencer uma guerra" diria de imediato. Uma nova batalha estava para começar, o que provavelmente aumentaria ainda mais o inferno que estava Utopia.
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptySeg 09 Set 2019, 23:53

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UTOPIA - GRAND LINE - 05



O jovem ruivo lia a notícia no jornal, retrucando sobre a distorção que havia sido feito sobre o artigo em que aparecia. Palavras e mais falação, a loira revirava os olhos, e suspirava, impaciente com aquela cena – Ok, Ok ... – falava sem paciência – Conte como chegou aqui – ordenava a mulher. Calros contava tudo que sabia, sobre sua chegada e as impressões que tivera da menina anteriormente. Era de se esperar a confusão do marinheiro, primeiro estava num lugar onde a guerra acontecia, agora estava num local limpo, sem camisa e com um leão dentro do quarto – Temos uniformes padrões e armas – respondia a pergunta, enquanto roía sua unha da mão direita. O pescador contava mais um pouco do que tinha passado, citava Alexander e tinha curiosidade sobre o paradeiro dele – Não tinha ninguém ali, se houvesse mais, Romeo iria sentir o cheiro – a menina estava inquieta, e caminhava de um lado para o outro – Terei que contatar minha amiga, ele estava no encalço dele, mas teve que recuar, os homens de Fish estão completamente enlouquecidos.

Dentro do bunker, estava a resistência da ilha. Katherine pedia para contatar a base de Aracne e era atendida sem problemas – Leve-a até a sala de comunicação, só não demore muito, podem interceptar a chamada e descobrir nosso paradeiro – alertava Scarmander, com uma voz tranquila e rouca, que saia pelo buraco da sua máscara de metal – Temos uma despensa com armas, talvez tenha algo lá – Assim, Katherine saia com Cappullo. Ele a levava até uma sala pequena com alguns mapas aleatórios e um Den Den Mushi grande – Pode usar, esperarei lá fora – Saindo da sala e Major ligava para Aracne. O caracol tocava por alguns segundos, até que uma voz feminina atendia – Oh, Major, o Comandante saiu – informava a pessoa do outro lado da linha – Que lastima, ainda bem que todos estão bem – a voz parecia aliviado – Oh, Astorian “Alma de Ferro”, que sorte, ele é um sujeito famoso – por fim, Katherine se despedia – Irei avisar, passar bem Major – a ligação então era encerrada.

A aranha vendo seu dono acordado, subia pela parede e caia no colo do ruivo, a pequena se escondia do grande leão. Calros ainda queria saber o que estava acontecendo na ilha – Fish entrou em guerra contra o Governo, após cassarem seu título de Shichibukai – alertava a menina – Ele possui uma Akuma no Mi que gera ódio nas pessoas, então tudo está fora de controle, portais brotaram no céu e des de então, estamos lutando para ajudar a CP8 que está enfrentando alguns imprevistos – agora era visível a irritação – Alguns piratas famosos estão na ilha, Prosineck e Sidney Thompson, já entraram em combate direto com eles, mas Fish ainda se esconde nas sombras do seus subordinados – era muita informação para um curto espaço de tempo, mas Calros teria que absorver tudo e tocar a bola para frente.

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- Vou pedir para alguém trazer seu uniforme, depois vá direto pro local de treinamentos, estarei dando a missão formalmente para você e outros marinheiros – saindo da sala, deixava o sujeito sozinho. Não demorou muito, até que um rapaz de cabelos negros chegasse e o levasse até a despensa, dando-lhe o uniforme padrão. Depois passaram no Arsenal, caso Calros queira alguma arma. Por fim, era levado até o local, onde conseguia ver duas pessoas – Muito bem, estamos todos reunidos – começava a falar a mulher – Iremos montar um esquadrão especial para enfrentar os Piratas Negros, soubemos que ele está envolvido com tráfico de escravos, fornecendo prisioneiros para Fish, por isso, iremos pega-lo vivo para obter informações – o leão sempre ao lado da sua dona, parecia relaxado –Escolhi vocês porque confio, primeiro uma atiradora – a menina ruiva erguia o braço e sorria – Um caçador – o sujeito ao lado erguia o braço – E o rapaz que viu Prosineck de perto – nenhum elogia era dado a Calros, mas que seja – E eu a Capitã Katt Knockout e esse é o meu Leão Romeo – o bichano abria a boca, mostrando seus dentes enormes – Primeiro iremos até um local onde nossa informante disse ser o esconderijo dos Piratas e de lá, procuramos algo – terminava a explicação – Alguma dúvida?

Voltando para a sala maior, Capullo levou a menina até o Arsenal, onde havia um par de botas de metal, não parecia em perfeito estado, mas iria cumprir bem o seu papel. Com todos reunidos na mesa redonda, o Coronel começava a explicar a missão – Descobrimos que Fish mantem alguns prisioneiros no lado oeste da ilha, por isso, iremos nos infiltrar e libertar aquelas pessoas – tirando um molho de chave do seu bolso, ele mostrava para os demais – Eu consegui as chaves das celas, na última vez que tentei entrar – Capullo abaixava a cabeça, ao escutar sobre este fato – Mas agora estou melhor preparado – Katharine questionava o número de pessoas – Pelo contrário, quanto menos, melhor. Iremos entrar pelos fundos, iremos enfrentar pouco resistência, já que Fish levou maioria dos seus homens para o porto – era possível sentir a respiração de Scarmander mudar – Contudo, podemos enfrentar aliados daquele homem, Piratas Mercenários que capturam homens para a revenda e até mesmo a CP8 pode estar lá – vendo que teria que explicar mais, ele continuava – Nesse caso, o inimigo do meu inimigo não é nosso aliado, ambos são nossos inimigos, então teremos que agir rápido e com força, acerta-los com um direto no queixo e sair fora antes da contagem de 10 segundos acabar – batia o punho na mesa, confiante - Alguma dúvida?



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptyTer 10 Set 2019, 11:52

Finalmente explicações
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A situação era mais ou menos explicada por ambos os lados. A minha superior entendia meus motivos para manter-me calado quanto ao fato de ser um marinheiro, igual eu finalmente recebia informações de o que exatamente acontecia naquela ilha.

Apesar disso tudo, a dúvida de o que exatamente aconteceu com Alexander permanecia em minha mente. Não fazia sentido ele simplesmente me abandonar... fazia? Estávamos só nós dois naquela ilha e aquela superior que consegue modificar a cor de seu cabelo havia ficado em Aracne, ele não ganharia muito simplesmente me abandonando, mesmo eu estando doente. Ok, ele ainda era um assassino e tals e sempre mantinha aquela cara estranha sem sentimentos, então ter me abandonado não seria o fim do mundo. A dúvida que batia em minha mente agora era um simples “como vou pagar minha dívida com ele nesse ritmo?”.

Isso infelizmente teria que ficar para outra hora, precisava agora me concentrar, muitas informações eram jogadas para minha pessoa e eu absorvia tudo da melhor forma possível. Shichibukai, CP8, piratas, Akuma do ódio, que akuma triste de existir. A do homem dos sonhos era muito mais interessante de se pensar, essa só traria tristeza para todos. E, por fim, aparentemente existia piratas famosos na ilha e eu acabei vendo um deles. Se ele era famoso, significa que cinquenta e seis milhões de berries é uma recompensa alta e ele é forte... ou assim imagino.

Essa dúvida quanto a força do tal Prosinek ainda martelava em minha mente enquanto eu andava com a superior e me era informado sobre meu uniforme e sobre o arsenal. Vestiria meu uniforme já pensando em quais armas pegaria, não podia pegar uma luva melhor sendo um mero soldado, a burocracia não deixaria. Além disso, finalmente recolocaria meu tapa olho, não estava em perigo naquele momento e finalmente podia colocá-lo novamente em minha cabeça, tamparia o meu olho direito nesse momento.

Como eu era limitado as armas mais fracas, poderia pegar outras armas que poderiam me ajudar e por isso encheria a pistola que possuía comigo, além de pegar mais dois cartuchos de bala dela, pegaria uma bota e olharia se existiam pesos para as minhas pernas de novo, era uma pena que havia jogado elas fora em Aracne, mas bem, é a vida. Se existisse pesos por ali colocá-los-ia na minha mochila.

E quanto a força do pirata, provavelmente minha imaginação estava correta, após a capitã Katt me informar dessas mais variadas coisas, me apresentou a outras duas pessoas e ela mesma. A tenente Helena e ao sargento Noxus. Eu era de longe o mais abaixo possível na linha de comando ali e só havia sido incluído na missão por ter visto Prosinek, o que provavelmente era um bom indicativo de que um soldado nem deveria se meter em uma missão desse nível. O que não fazia o menor sentido já que iriamos primeiro para o possível esconderijo dele e não para onde eu havia o visto, porém preferi ficar quieto, não possuía moral, não conhecia Knockout o suficiente para saber se ela aceitaria esse tipo de questionamento.

Agora que estava em missão precisava me concentrar em tudo a minha volta da melhor forma possível, possuíamos uma atiradora, um caçador e a capitã. Noxus eu não fazia a mínima de como lutava, mas provavelmente de mãos nuas. Já Katt andava com um chicote... Eles formavam e minha mente três linhas de ataque, o sargento na frente, Knockout no meio e Helena atrás. No máximo eu tentaria não os atrapalhar ou servir de algum tipo de aparador de golpes já que eu também lutaria na linha de frente a maior parte do tempo.

Como não sabia a localização do esconderijo, esperaria por orientações da tenente que sabia o esconderijo, andaria sempre na frente deles o mais atento possível. Não havia muito o que fazer além de olhar sempre, procuraria por pistas até de Alexander... que provavelmente me evitaria se me visse com o uniforme da marinha.

Visto que eu não aguentaria esperar chegar até o esconderijo calado, minha curiosidade acabou atacando por causa de uma fala da capitã. - Com licença. - Falaria olhando para todos os três, sem um alvo específico. - Antes de ser sequestrado em Aracne eu ouvi sobre um pirata chamado Big Bang Kid, que possuía recompensa de oitenta milhões e escravizava pessoas. - Falei só para eles entenderem onde eu queria chegar. - Ele também trabalha por aí com o Fish? Ou existem vários pontos de tráfico humano por aí? - Só a ideia já me deixava um pouco enojado.

Eu ainda não sabia nada de Big Bang Kid e de outro pirata que perguntaria logo em sequência, mesmo sem nenhuma esperança dele ser famoso ou qualquer coisa do tipo. - E já ouviram falar de um pirata chamado Himeriko Peisi? Ele é um meio-tritão. - Informaria. - Não sei onde foi visto por último, não sei se tem recompensa. - Se ele fosse famoso só o nome já seria o suficiente para lembrarem dele, se não fosse, era um sinal de que o maldito já estava preso ou não havia se destacado na Grand Line, o que, com base no que ele fez, era um sinal muito bom de que um grupo menor de pessoas sofreu.

A partir do segundo que saíssemos da base e eu já estivesse atento aos meus arredores, sempre que alguém desconhecido, sem uniforme da marinha ou de agente do governo, aparecesse já ficaria atento a qualquer tipo de ataque, a não ser que meus superiores demonstrassem estar tudo bem.

Em casos de ataques, surpresas ou não, tentaria sempre me manter em pé e observar o inimigo primeiro após o ataque inicial. Caso este não fosse repentino, tentaria me esquivar com um giro de meu corpo da forma mais rápida que eu conseguisse. Já para ataques horizontais tentaria me agachar com um joelho indo para frente enquanto o outro simplesmente desceria, desta posição tentaria pular nas pernas do atacante, derrubando-o se fosse possível.

Chegando no esconderijo dos piratas, iria esperar por ordens, provavelmente existia algum protocolo de como eu deveria agir.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptyQua 11 Set 2019, 19:25

Katherine’s Return


   O coronel me deixava ir até o den den mushi para me comunicar com Klaus em Aracne, mas para a minha infelicidade o comandante não estava e eu tive que falar com uma idiota qualquer. Após isso, o Capullo me levava até o Arsenal do QG para que eu pudesse pegar meu par de botas novos e por fim seguíamos até o primeiro cenário novamente onde Scamander explicava a nossa missão. Ele bateu com sua mão sobre a mesa demonstrando toda a sua confiança naquele momento e também nos perguntava sobre alguma dúvida - Eu compreendi tudo me limitaria a dizer isso, apesar de um pouco incomodada pelo baixo número em que iríamos para essa base. Isso não era o maior das minhas preocupações agora, afinal alguém que eu pensei ter lidado quando assumi esse corpo estava surgindo novamente para me atormentar. Nesse momento, eu provavelmente estaria sentindo o distanciamento das vozes ao meu redor como se estivesse sendo afastada do controle forçadamente, as forças fraquejavam ”Parasita maldita!” essa seria a última coisa que diria.  

Finalmente eu estava de volta, Katherine Silverstone era quem estava no controle agora e eu com toda certeza faria de tudo para não o perder novamente. O melhor de tudo, é que nós estávamos prestes a entrar em uma nova missão e com isso eu poderia fazer algo que não vinha fazendo até o presente momento, Lutar. Era bem provável que os dois homens que estavam por perto estranhassem minha transformação e eu teria de terminar a explicação que a Azura começou - Bom, eu sou a Katherine a verdadeira dona desse corpo somente essas palavras não bastariam obviamente - De uma maneira rápida, eu sofro com uma voz na minha mente que agora criou vida e fica tomando o meu corpo tentava esclarecer a situação mais um pouco para que eles pudessem entender rapidamente - Talvez eu tenha que me tratar,  mas não sei ao certo se isso realmente tem alguma cura sorriria de forma um tanto decepcionada com as prováveis baixas chances - Sou diferente da Azura, ela acha que se enviar um exército inteiro tem mais chances de vencer já eu não sou covarde assim e confio na minha própria força! diria me empolgando.

A partir desse momento poderia começar a me preparar, caso eles ainda estivessem surpresos com a minha mudança teria de fazer algo quanto a isso - Talvez seja algo surpreendente mesmo, mas nesse momento acho que deveríamos nos concentrar na nossa missão sorriria de forma desconcertada e olhando um pouco para os lados procurando demonstrar essa situação em que estava. Era perceptível a mudança entre nós dois, afinal sou muito mais alegre que Azura que só sabe reclamar dos outros os chamando de idiotas às vezes até mesmo sem motivo - Nós temos alguns escravos para libertar, vamos logo! manteria a minha empolgação tanto para a missão quanto para uma possível nova luta. Antes disso, eu logicamente teria de colocar as novas botas que Azura fora pegar com Capullo no Arsenal - Hehe, quase tinha me esquecido disso diria de uma forma sorridente ainda.

 



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptySex 13 Set 2019, 10:07

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UTOPIA - GRAND LINE - 06



Com o grupo de marinheiros formados, a trupe começava a se mover rumo a missão. O QG estava bem mais vazio do que deveria, muitos marines foram mortos e muitos outros estavam em combate. Os portais ainda estavam em suas cabeças e raios beijavam o solo da ilha, destruindo-a e colocando fogo em seu terreno. A fumaça negra cobria o céu e a fuligem caia sobre a cabeça daquele quarteto. Calros, entre todos, era o que tinha a patente mais baixa, mas fora escolhido por ter visto Prosineck e saído vivo de alguma forma. O rapaz havia colocado seu tapa olho e pegado algumas munições, infelizmente, não havia pesos ali. Noxus era um homem grande e forte, que possui mãos largas e um cicatriz chamativa no rosto. A ruiva era uma menina de belas feições que não parecia ser muito forte. A frente do grupo ia Romeo, cheirando o solo, atento a sua volta, e o pequeno grupo ia o seguindo.

Diferente de antes, eles seguiam para longe da bagunça. Naquele lado, a cidade estava menos destruída do que perto do Porto, mas a sensação era a mesma, talvez fosse o ar sujo. Calros se aproximava de Katt com educação, perguntando sobre um Pirata chamado Big Bang Kid – Hum, já ouvimos interceptações dele – explicava a loirinha, enquanto arrumava seu decote – Ele vende escravos aqui sim, mas no momento, não sabemos sua localização – informava, sem importar muito com sua pouca roupa – Todo mundo trabalha pra Fish – agora sua voz soava um pouco diferente, talvez enojada.

Não satisfeito, o ruivo ainda questionava sobre um tritão desconhecido – Peisi? – sussurrava a mulher – Não me lembro do nome agora, talvez a Helena lembre, ela tem mais interesse em gravar nomes de piratas do que eu – a menina então adiantava o passo, talvez querendo sair de perto de Calros, ou porque o Leão estava mais agitado. Noxus limpava as cinzas do seu cabelo e caminhava totalmente despreocupado, ele era o caçador, mas até agora estava seguindo em último, não mostrando suas habilidades. De repente, Katt se virava para eles – Alto! – dizia, se virando para eles – Há um grupo de piratas ali, eu vou chamar atenção deles, vocês seguem sem mim – falava a líder, tirando o chicote do seu apoio – Noxus, siga direto pro lixão, se aparecer inimigos, Helena, mate-os a longa distância, e você Calros, cuide da retaguarda – terminando as ordens, ela se levantava, indo em direção aos piratas. Eram pelo menos vinte homens armados, estavam bebendo e fumando, havia quatro mulheres amarradas com suas roupas rasgadas. Havia sangue escorrendo em suas pernas, seus rostos deformados, de longe, podia dizer que estavam mortas.

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No subsolo do outro lado da ilha, uma nova personagem finalmente aparecia: Katherine Silverstone. Sentindo seu corpo novamente, era notável a expressão “estranha” em sua face, um sorriso. Todos ali estavam se armando, cada um se preparando para invadir um local extremamente perigoso, até que finalmente, todos estavam preparados e se reuniam em volta da mesa redonda, prontos para partirem. Contudo, a menina preferia explicar a situação, arrancando uma reação de surpresa do Coronel, que por fim, dava uma risada abafada pela sua máscara – Enquanto ambas lutarem pelo nosso lado, não teremos problemas – os demais riam timidamente – Antes de irmos, também devo explicar que eu e Capullos somos usuários de uma akuma no mi – dava uma pausa, para todos absolverem a informação – Eu sou usuário da Fruta do Magnetismo – falando isso, ele erguia a mão e raios negros saiam da ponta dos seus dedos e o metal da sua mão começava a se afastar, mostrando sua pele enrugada, seu braço era completamente deformado – Então, caso sejamos rodeados por atiradores, apenas fiquem atrás de mim – Capullo erguia seus braços – Sou usuário da fruta do casulo – falando isso, ele fazia sair o que parecia ser um capuz verde em volta do seu pescoço – Eu posso me transformar numa borboleta ou usar isso para me proteger, então eu posso servir de escudo – A cara de Charlotte era impagável, ela não escondia o nojo que estava sentindo.

Os demais se apresentavam também, falando suas habilidades. Finalmente, com todos armados, começavam a caminhar para fora do esconderijo. Saindo do subsolo, podiam notar que o céu estava mais escuro, e que o ar estava pesado, com muitas faíscas em volta. O solo também estava mais seco – A ilha está morrendo, temos que agir logo – falava Scarmander, ajeitando sua capa. O grupo iria seguir direto pela cidade, sem pegar atalhos – Temos uma informante la dentro que disse estar chegando mais prisioneiros nesse meio tempo, temos que agir rápido para acabar com isso – virava as costas e seguia reto, com Cupullo atrás. A missão finalmente iria começar.



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 2 EmptySab 14 Set 2019, 18:34

Explicações

   

Ao invés da surpresa os homens optavam apenas por “brincar” com a situação rindo de forma tímida, o coronel dizia que enquanto lutássemos pela revolução não haveria problemas. Em seguida, ele e Capullo começavam a explicar sobre serem usuários de Akuma no Mi assim também como Alyssa. O primeiro possuía a habilidade de magnetismo e o segundo tinha o poder de formar um casulo sobre si podendo ser utilizado como escudo, além de se transformar numa borboleta. Charlotte fazia uma expressão de nojo que obviamente me faria rir da situação - Ei, não precisa fazer essa cara! diria entre risos, talvez o ambiente se tornasse um pouco mais suave com a minha presença ao invés de Azura que provavelmente brigaria com a jovem. Por fim, a nossa missão se iniciava quando íamos diretamente para a cidade e em meio ao caminho era possível ver o estado ruim da ilha, nós precisávamos agir rapidamente para evitar mais estragos. Scarmander ainda dizia que tínhamos uma informante que havia falado sobre a chegada de novos prisioneiros, assim precisávamos chegar mais agilmente até a cidade.

Spoiler:
 

Em todo o caminho, eu me manteria atenta a quaisquer perigos que pudesse surgir ao nosso redor e assim poderia evitar ser pega de surpresa por algum ataque covarde. No caso de aparecer alguém para atrapalhar nossa caminhada, eu teria ao menos uma primeira luta - Deixem isso comigo! exclamaria antes de todos de forma animada - Eu serei sua oponente diria para o meu adversário ”Sempre se expondo tanto, se prepararem uma armadilha você é a primeira a cair nela” Azura não perdia a oportunidade, mesmo depois de perder pra mim ”Se ele não for um covarde, nem vai passar pela cabeça dele fazer tal coisa” responderia ela com a minha afirmação de forma convicta, como se essa possibilidade nunca fosse ocorrer. Para acabar com o embate de maneira rápida, eu andaria um pouco para trás procurando por um impulso visando atingir minha velocidade máxima e assim poder realizar o meu ataque de um jeito que eu não de maneira nenhuma errasse. Quando estivesse próxima do oponente faria um salto que viria acompanhado do flying side kick e mesmo que acabe errando de alguma forma insistiria em meus ataques com um axe kick onde levantaria a perna direita para descê-la sobre alguma região entre o pescoço/ombro. Caso ele não acabasse derrotado de primeira eu iria recuar para evitar os seus golpes - Você é meio durão hein!? diria um pouco surpresa com essa situação. Até o momento não sabia a arma que ele estava utilizando e por esse motivo utilizaria as árvores ao redor para enganá-lo procurando propiciar meus movimentos, onde optaria mais por rolar pelos troncos - Você não vai me atingir! diria por fim.
Histórico:
 


Objetivos:
 


Spoiler:
 


Legenda e Status:
 

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