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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O fim do que nunca começou

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptySeg 26 Ago 2019, 21:01

O fim do que nunca começou

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo e do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptyTer 27 Ago 2019, 18:08

Onde estamos?

Posts em Utopia - 1
Respiraria fundo, ou como desse sem tentar trazer toneladas de areia para dentro de meu corpo. Aos poucos tentaria me levantar, meu corpo com certeza queria continuar deitado, ele merecia isso, mas não podia ter isso no momento.

Tive que deixar o encapuzado para trás. Uma pena... bem não sei se uma pena, estava difícil pensar depois de tanta coisa ocorrendo ao mesmo tempo. Abriria minha mochila. - Está bem Gwen? - Perguntaria para a minha nova amiga depois de tudo isso. Precisava estudar um pouco sobre aranhas para começar a cuidar melhor dela. Obviamente não esperaria algum tipo de resposta, só esperava que ela se mexesse e provavelmente fosse para meu ombro por conta própria. - Depois que relaxarmos vou ter que te dar um pouco de comida para recompensar por essa confusão toda. - Diria já parando de olhar para ela e me recompondo aos poucos enquanto fecharia a mochila e a colocaria em minhas costas novamente.

Depois que “conversasse” com minha pequena aranha iria olhar a minha volta de forma mais apropriada. Alexander estava bem? Provavelmente melhor do que eu com certeza, mas não custava perguntar. - Está tudo bem por aí? - Meu tom de voz provavelmente sairia mais cansado do que eu queria.

Quando averiguasse que ele estava bem, olharia para a minha própria perna. Havia tampado o ferimento da bala, mas não olhei para a minha perna depois de nadar. Olharia se o nó ainda estava firme e o apertaria se não estivesse. Respiraria fundo, quanto tempo mais teria que ignorar aquele ferimento? Será que não tinha um médico dando mole nessa praia?

Balançaria a cabeça um pouco, atento aos locais após o primeiro balanço. Precisava me concentrar no que realmente importava no momento para a nossa sobrevivência ali. Não sabia que praia era aquela, mas havia um farol por ali. Será que a carta que roubei deles falaria que local era aquele? Precisava ler ela depois para descobrir até mais sobre os números. Infelizmente isso não seria agora, precisava me concentrar na confusão que havia me metido. Tentaria localizar se havia alguém por perto, se os encapuzados estavam na água também estavam vindo em nossa direção ou simplesmente morreram todos afogados. Uma péssima forma de morrer, mas não possuía força no momento para ajudar. - Você consegue falar com aquela sua chefe? - Aquela revolucionária havia ficado em Aracne? Seria melhor eu ficar longe, mas ainda devia a vida para Alexander. - Tem um den den mushi ou algo do tipo? - Não sei se esse grupo usa algo diferente, na verdade, não sei nada desse grupo além do pouco que descobri literalmente hoje. Esse dia interminável que continuadamente enfiava informações novas em minha cabeça.

Se tudo estivesse tranquilo, tentaria guiá-lo com a sugestão óbvia inicial. - Que tal irmos para o farol? - Lá talvez finalmente poderia tratar a minha perna e descansar depois daquele dia, aí pensaria no que faria, precisava denunciar os revolucionários e ao mesmo tempo salvar Alexander, será que consigo convencê-lo a dedurar seus colegas e assim ficar a salvo?

Como poderia acabar encontrando encapuzados ali, iria me preparar para a batalha a qualquer movimento realizado por estranhos. Tentaria observar que armas eles teriam e quantos eram. Muitos já haviam morrido, não deveria ter muitos mais mesmo se fossem os números.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptyTer 27 Ago 2019, 20:31

Náufragos


 

Eu havia assumido o controle do meu corpo a pouco tempo, mas já tive que lidar com uma missão passada a Katherine e seu grupo de idiotas. Tentei ao máximo evitar o conflito com os encapuzados e posso dizer que tive um pequeno sucesso se estivesse falando somente dos que estavam comigo, afinal Calros e Alexander enfrentaram os inimigos. Com a queda do dirigível nós tivemos que nos apressar para salvar nossas vidas de um afogamento e após rasgar o balão conseguíamos escapar acabando em uma praia exaustos. A partir desse momento estávamos em um local totalmente desconhecido, o que obviamente era perigoso e nos obrigava a buscar contato imediatamente com alguma base revolucionária. Ainda precisávamos encontrar a dupla que permanecia perdida e que nem sabia se estava vivo para começo de conversa ”Caramba, você já pensa na morte deles sem nenhum indício disso?” a idiota surgia para me incomodar ”Se eu tivesse algum sinal do falecimento deles nem perderia tempo indo atrás de seus corpos” responderia praticamente de imediato ”Credo, você deveria se preocupar mais com seus subordinados” estava começando a me irritar com ela ”Eu me preocupo, afinal estou evitando que algo aconteça com o restante que está comigo até porque não saberia o que teria dado cabo da vida deles” diria por fim e passaria a ignorá-la, quem está dando as cartas sou eu.

Me levantaria de onde estava e em seguida limparia a areia que provavelmente estaria se acumulando em meu corpo - Não temos tempo para descansar agora, vamos atrás de alguma comunicação e dos outros dois assim que estivesse de pé começaria a dar ordens. Não poderia deixar de ficar a alerta quanto aos encapuzados - Fiquem de olho em tudo, ainda mais por que nossos estamos estão a solta e essa ilha é totalmente desconhecida para nós continuaria a falar tranquilamente - Iremos seguir pela beira da praia e se não encontrarmos ninguém, vamos tentar chegar naquele farol apontaria para única possibilidade de encontrar civilização naquele momento. Procuraria olhar atentamente para todas as direções buscando Calros e Alexander enquanto andava - Procurem evitar fazer barulho já que podemos atrair não somente a atenção dos dois daria a ordem até porque queria nos evadir de alguma confusão. Caso não os encontrássemos pela praia optaria por seguir até o farol e os achar por ali ou então encontrar alguma forma de comunicação com os revolucionários - Por favor, não sejam idiotas para dizer que são revolucionários ou seus verdadeiros nomes se possível eu os alertaria e consequentemente evitaria besteiras ou não por parte dos meus subordinados. Abordaria a primeira pessoa que encontrasse - Olá, onde nós estamos? Há alguma forma de comunicação por aqui com outras ilhas? perguntaria tomando a frente e somente me apresentaria se a situação requeresse isso - Nós somos um grupo de artistas e nosso navio naufragou utilizaria da minha lábia para ganhá-lo na conversa e atuaria uma falsa expressão de tristeza para aumentar o poder de convencimento.

 



Histórico:
 




Objetivos:
 




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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincentão em Qua 04 Set 2019, 00:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptyQua 28 Ago 2019, 13:31

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UTOPIA - GRAND LINE



O destino sorria aos necessitados e nesse caso estamos falando de Calros, jovem marinheiro que estava completamente molhado na praia de uma ilha desconhecida. Em algum lugar dessa mesma ilha, outra jovem se encontrava em situação similar. Ambos ao abrirem seus olhos, podiam notar rapidamente algumas coisas: Fumaça, Explosões, Sangue, Morte. Calros procurava por sua companheira em sua bolsa, assim que abriu o zíper, a aracnídeo começou a subir pelo seu braço, indo para o seu pescoço, ficando ali encolhida, entre a gola da camisa e a pele do rapaz. O marinheiro se virava procurando o sujeito que estava consigo, era fácil acha-lo, estava ao seu lado, completamente molhado, em resposta a pergunta, fazia um sinal positivo, não dizendo muita coisa. O olhos de Alexander focavam no céu, ele ignorava as perguntas de Calros, sua boca estava entre aberta, talvez ele nem tenha notado, mas uma coisa era certa, ele não parecia acreditar naquilo que estava vendo.


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Katherine se erguia, preocupada com os encapuzados, realmente, tinha vários deles em sua volta, todos mortos. Corpos espalhados ao seu redor, todos trazidos pela maré e que agora fariam parte do local. O que mais surpreendia era que havia não so corpos de encapuzados, muitos marinheiros mortos também ilustravam a cena. A agua do mar era tingida de vermelho escarlate, a espuma cheira a morte, e seu gosto provavelmente seria o mesmo. Era possível ver apenas a ponta do farol, em meio a fumaça que cobria o céu, deixando-o cinza, a revolucionaria talvez nunca tenha visto uma cena como aquela, o simples ato de respirar era pesado, o ar cheirava a sangue e fumaça, havia fogo em vários edifícios e até mesmo as ruas queimavam.

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O olhar de Alexander estava focado em buracos no céu – Será que estamos mortos? – a pergunta retorica do rapaz não necessitava de resposta, talvez tenham morrido de fato. De dentro dos buracos no céu, relâmpagos azuis beijavam a ilha, estrondos ecoavam alto nos ouvidos, abafando gritos de dor logo a frente. A dupla estava próximo do farol, conseguia o ver levemente danificado numa encosta acima. Calros estava na praia, para sair dali teria que subir uma encosta e assim chegar no Porto. Destarte, acima ele conseguia ouvir gritos, explosões, sentia o próprio solo tremendo, e não era terremoto. Sangue escorria pela encosta tingindo a areia como um pintor desenhando uma obra de arte.

Katherine tinha uma ideia: Seguir pela praia, até chegar no farol. Um bom plano, em situações normais. Contudo, na praia estava ocorrendo um confronto, homens lutavam por suas vidas, matando e sendo mortos. Cerca de 20 estavam naquele entrave, até que um relâmpago caiu do céu sobre eles, torrando seus corpos, queimando a areia. A única coisa que restou foi os ossos, que ficaram presos e erguidos, um jardim de cinzas. Ouvia barulho em suas costas, onde um homem apareceu – Você luta por quem? Fish, Moonlight, Marinha? – o homem segurava uma espada, sangrava no peito, estava completamente sujo, aquele homem era um verdadeiro guerreiro e parecia esperar pela resposta para fazer algum movimento – Grupo de artista? Maldito Fish – falava o homem, avançando com a espada erguida acima da sua cabeça, pronto para desferir um golpe.

Enquanto pensavam no que fazer, uma pessoa rolava pelo barranco, caindo perto de Alexander – Me aju... – antes de terminar a frase, cuspia sangue – Quero ver minha mãe – o sujeito tremia, estava sem um dos braços, sangue jorrava ao seu lado, o rapaz chorava enquanto que na outra mão, segurava uma foto da sua progenitora, ele já estava morto, so não sabia. Enquanto isso, podiam ouvir alguns sujeitos gritando acima – FISH ESTÁ VINDO PARA CÁ, VAMOS HOMENS, TEMOS QUE LIMPAR ISSO PARA ELE – outras vozes se juntavam a essa, podia escutar o barulho de aço batendo em aço, vidas eram tiradas, e tudo isso era completamente desconhecido pelos recém chegados, que teriam que sobreviver em meio aquilo tudo.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptyQui 29 Ago 2019, 12:00

Ok, estamos no inferno
Posts em Utopia - 2
Aos poucos fui me dando conta do ambiente que me cercava... era estranho desejar voltar para a floresta de Aracne? Sangue para todos os lados, o barulho da luta, portais no céu com relâmpagos saindo do mesmo. Que local era esse? Sentia todas as células do meu corpo mandando sair daquele local, essa ilha não é natural, que inferno é esse? Grand Line não pode deixar eu ter um momento de paz? Desde o primeiro dia, quando sai da correnteza da marinha, só morte me cercou a todo momento, claro, todos esses eventos envolviam os números. E essa era a ilha que eles queriam vir desde o começo.

Um homem sem braço chegava e rapidamente me aproximava dele. Tentava retirar a camisa dele ou qualquer peça de roupa que ele possuísse. - Precisamos parar o sangramento se você quiser sobreviver. - Falaria para o homem com a voz calma, ele precisava disso para manter-se firme, e poderia agradecer a conseguir manter-me calmo mesmo desejando simplesmente fugir. - Não sei quem é Fish, mas acho que não quero participar dessa limpeza que eles falaram. - Diria já me dirigindo para Alexander enquanto ainda tentasse colocar alguma peça de roupa para estancar minimamente o ferimento do homem. Apertaria bem a roupa no ferimento do ombro dele. - Vamos. - Falaria dando o que desse de apoio para o homem andar comigo utilizando o braço que ele ainda tinha. Nesse abraço, certificaria de que minha mão estaria apertando a roupa dele do outro lado para estancar ainda mais o sangramento se possível, tinha que impedir que aquele homem perdesse mais sangue. - Precisamos ir andando se quisermos fugir desse povo. - Falaria para os dois ao mesmo tempo. O nosso João sem braço estava com as pernas boas pelo menos e poderia me ajudar a andar ao mesmo tempo que ajudava ele com o sangramento.

Mas para onde iria andar? A vontade real era voltar para o mar de sangue que havia acabado de sair. Todo aquele sangue com certeza atrairia predadores, que daria sorte se fosse algo simples como um tubarão, principalmente julgando aqueles coelhos gigantes que destruíram o navio na batalha contra os números. - Vamos para o lado oposto ao porto. - Falaria para Alexander. - Temos que nos afastar da batalha. - Indicaria com a cabeça para seguirmos pela praia para o lado oposto ao porto. Se percebesse que havia um rastro de sangue seguindo a gente, iria indicar para andarmos onde a água do mar podia limpar o sangue e não atrapalhar tanto a gente a andar.

Enquanto andávamos, iria falando com o homem baixinho. - Ei, vamos lá. Fale comigo. - Daria uma pausa para ver se ele responderia alguma coisa mínima. - Como a sua mãe se chama? - Perguntaria só para ele parar de pensar na situação que estava e sim em lembranças. - Bonito nome. - Diria sem me importar realmente com o nome, era o nome da mãe dele, é claro que era um nome bonito. - E qual o seu nome? - Indagaria tentando ainda o afastar daquela situação catastrófica. - Olá nome do cara, eu sou Calros Lazo. - Diria ainda tentando habituá-lo ali. - Conhece algum lugar seguro aqui na ilha que podemos ir? - Falaria por fim. Após afastá-lo mentalmente da confusão, tentando deixá-lo mais calmo com memórias dele mesmo, e até apresentando-me com calma para ele sentir confiança em minha pessoa, poderia finalmente perguntar isso para assim ver se conseguia a informação. A ideia era seguir com ele para alguma base segura, só que não sabia nem mesmo a ilha que eu estava. E saber isso com certeza poderia ficar para quando eu estivesse numa base tranquila, se é que isso existiria nessa ilha.

Continuaria a andar enquanto fosse seguro. Não possuía outra opção além de me afastar daquele inferno. Era claro que alguma hora iriam chegar até a gente ou alguma hora chegaria na base indicada pelo homem. Se é que ele sobreviveu. Caso, infelizmente, ele acabasse perecendo durante a caminhada, iria soltá-lo com calma no chão, sem desonrar seu corpo. - Desculpe não ter ajudado mais. - Diria me levantando para continuar me afastando daquele ponto inicial.

Porém, pelo inferno que estava aquele local, era só questão de tempo até finalmente algum maluco, ou mais de um, surgir querendo lutar comigo por motivos de porque sim. Provavelmente viriam de nossas costas pelo trajeto que faríamos, e por isso sempre daria uma olhada para trás a cada poucos dois ou três passos. Ninguém morreu à toa sendo prevenido.

Assim, quando avistasse potenciais inimigos, calmamente soltaria o homem que estava comigo, se ele estivesse, é claro, e tentaria analisar quantos homens estariam contra mim, que armas estavam portando e se parecia haver algum “líder” entre eles. - Alguma ideia? - Indagaria para Alexander em tom mais baixo, precisava protegê-lo também. Daria alguns passos mancando para lutar contra quem quer que fosse, que mirassem em mim primeiro pelo menos. - Alto lá! - Gritaria, claro que somente gritaria se eles claramente tivessem me visto, como um pedido para que não se aproximassem sem se identificarem, sendo sincero, duvidava que isso iria funcionar. - Pode me falar em que ilha estou?! - Perguntaria gritando para eles, demonstrando que eu simplesmente não fazia parte daquela confusão toda que estivesse ocorrendo. Se indagassem quem eu era, não poderia responder da marinha na hora, claramente não seria a marinha que estaria “limpando o território” para alguém chamado Fish. Podia agradecer ao Battos por ter pegado meu uniforme. - Eu estava em Aracne Island e uns encapuzados me sequestraram. O dirigível deles caiu na praia lá perto do porto. - Diria, provavelmente eles teriam visto o dirigível... certo? Não sei se alguém podia desviar o olhar nessa ilha e sobreviver para contar a história.

A verdade é que independente da resposta deles, eu esperava que acabassem me atacando. Para isso, quando avançassem, gritaria para Alexander. - Chute areia para cima deles. - Já diria me preparando para o primeiro que chegasse. Quando este estivesse próximo, retiraria minha pistola com a mão esquerda, possuía somente mais uma bala com ela, poderia ter procurado por mais balas na praia? Poderia, mas aquilo não me veio a mente naquela hora. Tentaria me aproximar acertando um gancho com a mão direita. Caso ele tentasse me acertar com golpes horizontais, me jogaria no chão sem pesar algum, areia me esperava embaixo, logo no chão tentaria agarrar a perna deste para derrubá-lo no chão. Lembro-me do que Alexander faz quando um inimigo está no chão e desviaria o olhar para não ver a finalização que o revolucionário é acostumado a fazer.

Para golpes verticais, tentaria me esquivar com um giro rápido do meu corpo para o lado direito, de forma que minha arma na mão livre ficasse para o lado da nuca do inimigo mais fácil. Iria assim tentar prendê-lo com a mão livre pela região do pescoço e apontaria a pistola para sua cabeça. - Todos vocês para trás! - Diria para os outros inimigos se houvesse mais de um.

Se algum deles atacasse Alexander, me ignorando por completo, utilizaria de minha última bala e atiraria no homem enquanto este se aproximava do meu salvador. Pelo menos eles não saberiam que era a minha última bala. - Vamos parar com essa luta desnecessária! - Falaria se o tiro acertasse, independentemente de onde acertasse.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptyQui 29 Ago 2019, 14:12

Que p#@% é essa marreco!?

 

As coisas na praia estavam um verdadeiro caos, a primeiro momento haviam diversos corpos mortos ao nosso redor tanto de encapuzados quanto de marinheiros. Isso me fazia pensar no que havia acontecido nessa ilha antes de chegarmos até ela, o mar estava tingido de sangue e eu mal conseguia respirar já que o ar cheirava a fumaça misturada com o líquido rubro. Caminhar por ali também era difícil já que um confronto ocorria por ali, mas eles logo eram torrados por uma descarga elétrica ”Mas o que está acontecendo aqui!?” começava a ficar irritada pela nossa falta de sorte ”Não tinha um lugar mais tranquilo para esse dirigível cair não!?” a indignação também se demonstrava presente em mim. Dos que estavam lutando apenas os ossos sobraram o que deixava uma grande quantidade de cinzas espalhadas pela areia, isso estava sendo um verdadeiro circo de horrores onde nos encontrávamos no meio do “espetáculo” e o pior é que sequer tínhamos um local para ir já que eu obviamente queria evitar nos envolver em toda essa algazarra. Para “melhorar” a situação, um homem surgia atrás de mim coberto por sujeira e sangue que saía de sua ferida no peito, em suas mãos estava uma espada a qual apontava para mim enquanto perguntava por quem eu lutava. Mesmo com a minha mentira sobre sermos artistas ele não recuava e nos evitava por sermos “civis” apenas seguia para fazer o que estava em sua mente: Atacar.

A primeiro momento me preocuparia em somente evitar seu primeiro e os seguintes ataques, enquanto tentaria apaziguar seus ânimos evitando um confronto - Vai com calma, não queremos nenhum tipo de confusão! fingiria algum desespero para apelar ao seu emocional. Com a espada acima da cabeça, ele limitava um tanto seus ataques e era bem provável que os golpes viessem na diagonal ou frontalmente mirando a minha cabeça possivelmente. Seguindo a primeira opção, movimentaria parcialmente o meu tronco de forma que ele passasse diretamente por mim e abrisse um espaço para que eu conseguisse contra-atacar em algum momento, dependendo de sua proximidade escolheria jogar todo meu corpo para o lado combinado com um rolamento para amortecer a queda ao chão. Me movimentaria para um flanco que propiciasse a utilização da minha perna destra, ou seja, procuraria ir sempre para a direita. Se fosse um ataque na frontal, eu teria de me abaixar rapidamente e rolar para um lado qualquer nesse momento - Nós não somos inimigos, se puder nos ajudar a somente sair daqui seria muito bom me ergueria da forma mais veloz possível nesse instante. Seria difícil extrair informações dele, mas se ele resolvesse parar acabaria perguntando algo de novo - O que está acontecendo aqui? Por que essa ilha está um inferno? a todo momento atuaria falsas emoções para que ele não acabasse descreditando a mim.  

Caso ele não parasse de forma alguma teria de apelar para um pouco de violência para impedir o avanço do idiota, faria um frontal sweep, movimento onde ficaria parcialmente de costas ao oponente e com isso abaixaria o meu corpo, em seguida faria um movimento giratório passando uma espécie de rasteira, para conseguir derrubá-lo. A vantagem seria pegá-lo de surpresa e assim aumentar a efetividade do movimento - Venham aqui me ajudar! daria a ordem enquanto me dirigiria na direção do homem para segurá-lo. Dessa forma, poderíamos interrogá-lo - Agora, nos explique o que raios está acontecendo nessa ilha! bradaria irritada com o homem - Quem é Fish? seguiria com meus questionamentos. Se o meu movimento não desse certo ou então ele de alguma forma evitasse ser atingido teria de apagá-lo mesmo - Você é quem pediu por isso soltaria um suspiro antes de golpeá-lo. Visando atingir a parte direita da lateral de sua cabeça, levantaria a minha perna na altura do membro e miraria em sua têmpora para nocauteá-lo de forma mais eficaz, sem prolongar muito uma luta que ao meu ver era totalmente desnecessária ”Você tem que derrotar todos os que aparecerem, nada de ficar resolvendo de forma covarde com uma conversa, ouviu?” a retardada vinha me azucrinar ”Larga de ser idiota, nós nem sabemos o que está acontecendo aqui e o que está nos esperando, toda cautela nesse momento é pouca” esbravejaria com ela. Caso obtivesse êxito dessa vez, eu teria mais ordens a dar - Alguém se livra dessa espada e outros dois tratem de amarrá-lo em algum lugar para que ele não venha mais nos atacar diria de imediato.

Não podia contar que tudo daria certo e justamente por isso me prepararia para evitar mais possibilidades de ataque por parte do meu oponente mesmo que fosse improvável ele ter tamanha habilidade para mover sua espada enquanto estava em movimento. Se o homem tentasse um golpe na horizontal, buscaria dar passadas para trás até que depois de alguns metros ou centímetros me movimentaria para o lado direito. Assim, quando estivesse em sua lateral procuraria atingir sua costela erguendo minha perna em uma altura considerável e realizando mais uns 2 passos para trás para dar um chute com toda a minha força. Caso ele fizesse um movimento vertical de baixo para cima, buscaria me movimentar para um dos lados e novamente ficar em seu lado tentando sempre realizar o chute que tinha planejado - Eu tentei não te ferir, mas você é muito idiota por não parar e olhar sua situação até porque estamos em um número bem maior que o seu diria quando o atingisse - Ainda por cima está ferido, acha mesmo que é tão poderoso para ficar por ai brandindo essa espada nesse estado? o questionaria de forma irritada - Talvez seja somente isso que idiotas como você saibam fazer faria isso soar como um verdadeiro insulto a sua pessoa. O importante agora era conseguir informações do que diabos estava acontecendo nessa ilha, as coisas estavam muito estranhas - Essa ilha está parecendo um verdadeiro inferno na terra comentaria voltando a olhar para o porto em chamas.

 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptySab 31 Ago 2019, 00:04

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UTOPIA - GRAND LINE - 02



O Diabo castigava aquela ilha, ou seria Deus? Não importa, toda a raiva do mundo estava desabando sobre a cabeça dos habitantes de Utopia. Na praia, o jovem Calros tentava salvar a vida de um estranho – Fish ... – ele tartamudeava o nome estranho para a dupla – Fish ... – as lagrimas escorriam pelo seu olho, molhando a areia suja de sangue – Ex-Shichibukai – falava suas últimas palavras, antes de entregar sua alma para o purgatória, ali, nos braços do ruivo, a morte o abatia novamente. Soltando a cabeça do homem lentamente na areia, a dupla teria que continuar a avançar, como diz aquele ditado “movimento é vida”.

Alexander não parecia tão abalado com a morte do homem, parecia incrédulo com aquilo tudo – Onde está Katherine? – perguntava o homem, completamente atordoado com o que via. Nesse tempo um sujeito enorme, com um capacete de ferro aparecia na encosta, olhando para a dupla – Calros! – chamava o rapaz, sua voz demonstrava o que sentia: Medo. Enquanto isso, do outro lado da ilha, a revolucionaria enfrentava seu primeiro oponente com certa facilidade. O rapaz estava enlouquecido, ele chorava e ria ao mesmo tempo, faltava dentes em sua boca – AHHHHHH – gritava, enquanto atacava com um corte superior. Com um passo para o lado, conseguia se esquivar do ataque, enquanto alertava que não queria confusão.

Era possível sentir uma aura estranha vindo do sujeito, seus braços tremiam enquanto ele se levantava, gritando enlouquecido e tomado pelo ódio, indo para a segunda investida, mas desta vez, Katherine não iria apenas defender, com um movimento rápido, conseguia colocar o homem ao chão, onde rapidamente era imobilizado pelos companheiros da mulher – EU VOU TE MA... ME AJUDE! – o sujeito se contorcia, espasmos faziam ele trocar de personalidade, parecia uma luta interna. Escorria uma saliva da sua boca, enquanto um fio de sangue saia pela sua narina – FISHH, MEU MEST... MONST... POR FAVOR – sua voz era uma mescla de diabo enlouquecido e suplicas de um crente, o tom variava e ele tentava se conter, ao mesmo tempo que explodia numa fúria. Algo muito estranho estava acontecendo naquela ilha, a pergunta correta não era quem, mas sim o que?

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Acima de Calros, um homem aparecia. Usava um capacete de metal adornado por chifres amarelos, seu rosto era encoberto pelas sombras, destacando apenas seus olhos vermelhos; Seu corpo era musculoso e forte, usava um machado grande, de onde pingava sangue; Vestia uma roupa vermelha, com uma armadura por baixo, em suas costas, era possível ver uma fumaça negra subindo, talvez o medo, ou uma ilusão, igual quando se vê figuras nas nuvens, mas a fumaça ia se transformando aos poucos em caveiras com sorrisos em seus dentes. O homem não falava nada, Alexander tremia (so pra ficar claro, o homem tem intimidação, não tem nada de haki) e sentia seu corpo se virando para correr, mas lutava para ficar ali.

O homem encarava a dupla por alguns segundos, até que uma voz alta era escutada na encosta – CHEFE PROSINEK, AQUELE ESPADACHIM ESTÁ AQUI – terminando a frase, um furacão de vento formava, de onde Calros estava, via apenas homens sendo jogados para todos os lados, fumaça e cinzas erguiam no porto, encobrindo os portais, até que o homem dava as costas, ignorando aquelas pobres almas na praia – Vamos sair daqui, com pressa – era mais um pedido que uma ordem. Os dois seguiam, cansados, com fome, com sede para um lugar desconhecido onde havia portais caindo relâmpagos que faziam a ilha tremer.

Caminhando pela praia, conseguia notar o ar ficando mais frio, talvez seja a brisa vindo do mar, ou seja uma sensação de medo, o certo era que a ilha ardia de um lado, enquanto no horizonte do lado direito, podia ver o mar, belo como sempre, um contraste lindo. Katherine via o sujeito se debatendo, sua loucura era tanta que ele havia mordido a língua e o sangue escorria pelo seu queixo, sujando ainda mais seu rosto – Eu já ouvi falar de um tal de Fish – começava Charlotte – Ele é, bem, era um Shichibukai famoso, conhecido por atuar no submundo – a mulher olhava incrédula para o homem no solo, sendo segurado por Battos e Tin. O sujeito não iria ceder.

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A revolucionaria estava perto da praia, a sua frente seguiria para uma floresta. Indo para a direita, iria caminhar pela praia até o porto, local onde ardia prédios e gritos eram perfeitamente audível. Naquele local se concentrava uma quantidade maior de portais. A esquerda, havia apenas um desfiladeiro que daria no mar. A floresta estava coberta por uma nevoa sobrenatural e pouco amigável, mas cabia aquele grupo revolucionário decidir o que fazer, afinal, movimento é vida.

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Alexander sentia dores, o sujeito não reclamava, mas mataria por um copo com agua. A dupla seguia pela praia, contornando o porto e chegando numa parte destruída da cidade, naquele lado não conseguia ouvir mais sons de homens de degladiando, o único som era dos raios beijando o solo. Era um bairro aparentemente, no meio da rua havia uma carroça pegando fogo, assim como no restante da ilha a fumaça dificultava a visão e fazia os olhos arderem, mas era possível notar que ali era um bairro residencial, com várias casas abandonadas, algumas trancadas e outras abertas, mas havia uma coisa em comum, estavam com resquícios de combate, sangue, fogo e corpos, era possível ver pelos cantos.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptyDom 01 Set 2019, 02:42

Decisões a tomar
 

O homem que estava a minha frente parecia estar totalmente louco, o que me fazia pensar no que ele havia visto para ficar dessa forma. Não haveria como conversar com ele mesmo, após eu o derrubar e ele ser imobilizado por meus companheiros uma coisa bizarra acontecia ”Eu espero nunca chegar a esse estado” dizia em relação a troca de personalidade que aquele homem tinha. A todo momento, ele insistia em gritar pelo tal de Fish enquanto se contorcia e explodia em fúria, ao mesmo passo que tentava se controlar ”Há algo realmente muito estranho nesse lugar” continuava a pensar comigo mesma. Diante de tudo o que acontecia, a minha vontade de permanecer nessa ilha diminuía a passos ligeiros o que me fazia cada vez mais pensar em uma forma de sair dela, todavia nós primeiro necessitávamos encontrar os revolucionários que com toda certeza facilitariam nossa partida. Ao menos Charlotte sabia quem era aquele ao qual o homem pronunciava, um ex-shichibukai famoso conhecido por agir no submundo ”Cada vez mais as coisas se tornam perigosas” as chances de dar de cara com esse sujeito, poderiam ser bem altas ”Larga de ser medrosa!” ela surgia no intuito de me irritar ”Claro, eu não vou ficar com um pé atrás só por que apareceu alguém famoso e que além da força própria deve ter muitos subordinados a seu serviço” diria de forma irônica a ela ”Você é mesmo uma completa idiota” diria por fim. Restava a mim a decisão de como prosseguir naquela ilha, seguir para o porto que ardia em chamas a minha direita, caminhar pela nebulosa floresta ou então ir para esquerda e me deparar com um desfiladeiro. Todas as direções eram muito perigosas e se eu pudesse escolher permaneceria onde estava, mas ainda assim precisa arranjar um jeito de sair da ilha, apenas ficar parada não iria me ajudar muito no meu objetivo.

Com isso, eu olharia novamente para o homem que havíamos capturado e esperava que ele ao menos tivesse se acalmado - Você agora pode me explicar o que raios está acontecendo aqui? perguntaria de imediato. Essa possibilidade era difícil e por isso utilizaríamos a força novamente, isto é, se ele não acabasse morrendo engasgado com seu próprio sangue depois de morder a língua - Deem algum jeito de deixá-lo desacordado, talvez se você usar o cabo de sua espada será mais efetivo Tin dava uma ordem a dupla que segurava o indivíduo. Após isso, nós ainda não avançaríamos todos em uma direção já que queria me certificar a respeito de algo - Battos, você pode ir com Charlotte naquela floresta? não iria forçar nenhum deles, mesmo idiotas eram necessários e eu sequer pensava na possibilidade de perder meus poucos subordinados que tinha comigo - Não é necessário ir muito fundo, somente o suficiente para ver os perigos que hão de ter por lá continuaria a falar - Evitem qualquer tipo de conflito e retornem o mais rápido possível encerraria minhas instruções caso eles dissessem que sim. Se por algum acaso ele rejeitasse isso nós iríamos direto para o porto que mesmo podendo ser mais perigoso que a mata, ainda haviam fatores que poderiam colocá-lo como mais acessível para nós como por exemplo ter um espaço aberto um pouco maior. Quando eles fossem aumentaria ainda mais meu estado de alerta, afinal estávamos em um número ainda menor o que tornava a nossa situação um pouco mais perigosa, mas esse era um risco que eu tinha de assumir para obtermos uma taxa de sucesso ainda maior - Atenção a todo momento! diria em um tom mais elevado a Tin e Ramiro.

Esperaria até certo tempo, caso eles demorassem a regressar teria de assumir que algo aconteceu e que precisaria ver se haviam sumido ou se estavam lutando contra algo. Caso eles voltassem sem demora faria algumas perguntas antes de passar para o próximo passo - Encontraram algo por lá? Parece ser mais seguro que um porto em chamas faria rápidos questionamentos esperando alguma resposta positiva por parte dos dois - Bom trabalho diria independente da resposta dos dois. Se a resposta fosse positiva iríamos seguir pela floresta, mas ainda assim nos manteria em estado de alerta até porque eles não tinham andado muito pela região e nós poderíamos acabar por encontrar algo que sequer passará por eles - Evitem relaxar muito, pode haver algo ou alguém à espreita somente nos esperando por aqui daria a ordem. Para caso de encontrarmos uma pessoa contaria alguma história para convencê-la - Olá, nós acabamos naufragando nessa ilha e sequer sabemos onde estamos, pode nos dizer? estaria nesse momento com uma expressão que misturava angústia com desespero, esperava conseguir alguma informação e utilizaria minhas habilidades para conseguir isso. Se em algum momento fosse forçada a lutar, primeiramente optaria por me defender dos ataques até que estivesse ciente da forma que meu oponente lutava - Se você quer confusão diria dando com os ombros, mas se houvessem mais inimigos por ali seria mais seguro recuar para a praia e evitar alguma perda. Caso tentassem um ataque por cima, eu procuraria rapidamente jogar meu corpo para um dos lados e rolaria para perto de uma árvore, assim poderia utilizá-la como uma forma de distração para um possível contra-ataque onde passaria ao redor dela dando a volta para atingir meu oponente com um chute frontal pelas costas ”Onde você quer chegar tomando essas decisões covardes?” me questionava como se eu estivesse fazendo algo vergonhoso ”Em uma luta o que importa é sair vitorioso e não se importar se algo vai tirar a sua honra” responderia um tanto indignada.

Caso o ataque viesse pelos flancos na direção dos meus braços ou do tronco, eu procuraria tomar a decisão mais rápida me abaixando e jogando o tronco para trás erguendo as pernas para realizar um kip up enquanto estivesse no chão, tentando utilizar esse movimento como uma forma de contra-ataque. Se o oponente não viesse ao ataque, aproveitaria para ir eu mesma resolver a nossa situação para então poder seguir pela floresta - Não vai querer vir? Tudo bem, irei te ensinar algo do mesmo jeito diria de forma provocativa. Tentaria usar as árvores para ocultar o lado que atacaria, antes tomaria um pouco de distância para que atingisse a minha velocidade máxima enquanto me movimentava na direção do meu adversário. Executaria um flying side kick quando estivesse a uma distância considerável, movimento de chute onde realizaria um salto em meio a corrida para golpear utilizando a perna direita, visaria atingir o rosto ou alguma parte do tórax para fazê-lo recuar e em seguida quando atingisse o solo novamente recuaria alguns passos para avaliar a minha situação nesse momento, depois poderia seguir com o embate.

Caso a dupla voltasse da floresta com notícias ruins, a nossa alternativa seria ir para o porto mesmo com todo aquele caos - Vamos ter que correr esse risco, talvez possamos encontrar alguém lá que nos ajude diria rapidamente já que quanto mais demorássemos mais ficaríamos passando perigo nessa ilha. Olharia bem para todos os lados enquanto caminhávamos pra ter certeza que estávamos seguros até o instante presente e assim que chegássemos no local teria alguma ordem para dar - Pode haver a possibilidade de que Calros e Alexander vieram para cá, além disso tentem procurar por alguém que aparenta ser um civil ordenaria ao mesmo tempo que observava tudo com máximo de atenção que poderia colocar no momento. Se achássemos a nossa dupla de companheiros perdida seria um alívio e um aumento em nossos números, caso fosse alguém que pudesse nos ajudar me sentiria da mesma forma diria respectivamente - Vocês também presenciariam coisas estranhas naquela praia? É bom que estejam bem, para sobreviver a esse inferno iremos precisar do máximo de ajuda possível faria um questionamento junto de um comentário em seguida - Nós estamos perdidos em meio a essa confusão, pode nos ceder algum den den mushi somente para a nossa comunicação com nossos companheiros em outra ilha? Somos alguns artistas diria caso a segunda opção ocorresse. Caso em algum momento tentassem me atingir pelas costas ou frontalmente, faria um movimento giratório para um dos lados rodando todo o corpo acompanhado de alguns passos para facilitar a movimentação e eu não acabar estática para acabar sendo atingida por algum golpe. Se por último momento fosse tentado algum movimento na diagonal, faria passadas alternadas para trás e para um dos lados seguidamente até que encontrasse alguma brecha para passar uma rasteira no meu oponente, consequentemente o derrubando então.  

 

Histórico:
 


Objetivos:
 


Spoiler:
 

Legenda e Status:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptyDom 01 Set 2019, 23:42

Tá, não é o inferno
Posts em Utopia - 3
Ok, no inferno eu não estava, porque se fosse o inferno o cara não iria morrer nos meus braços. Ao colocar o corpo dele no chão não pude fazer nenhum tipo de ritual, não sei nem se ele gostaria disso, pois logo vi um homem no topo da colina. Não sei o motivo, mas sabia que se ele descesse a gente estava morto. Apesar do meu corpo ainda poder se mexer naquele momento, minha mente se perguntava se era algo esperto realizar este ato. Por sorte, ou por algum azar que me atingiria depois, o homem simplesmente foi embora e assim pude seguir caminho tranquilamente com Alexander, me indagando que diabos de nome era Prosinek, e olha que me chamo Calros.

E que caminho, nada representava mais a minha vontade de pular no mar e sair nadando do que ver o contraste entre o apocalipse que ocorria de um lado e a beleza e calma do outro. Durante a caminhada e minhas calmas passadas que doíam eu notei que Alexander também sentia dores. - Onde você está machucado? - Perguntaria, não lembro de ele ter se machucado, talvez na queda, mas não tinha notado antes. Se ele não respondesse não poderia fazer nada, na verdade mesmo respondendo, imagino que ele saiba que não consiga ajudar e por isso não falou nada antes.

E com isso seguimos até quando finalmente chegamos em uma parte “calma” da cidade. Claramente a luta já havia passado por ali e agora só os destroços seguiam naquele local. - Podemos entrar numa dessas casas e ver se tem medicamentos e água. - Falaria para ele. Não me parece que alguém já teria roubado as casas no meio da luta que tinha ocorrido e que ainda estava ocorrendo. - Se souber abrir a porta podemos ir em uma trancada que seria mais seguro talvez... - Apesar de imaginar como uma hipótese, talvez alguém estivesse dentro da casa trancada justamente pensando em se esconder e nós iríamos literalmente matar essa pessoa do coração.

Iria assim primeiramente na casa aberta mais próxima, tentando notar se havia algum tipo de numeração ou jeito de identificar aquela casa no futuro. Entrando, tentaria procurar pela cozinha, sempre atento a barulhos que poderiam indicar que havia alguma pessoa na casa. Achando, veria se a torneira ainda estava funcionando e se ela jorrava água limpa e não sangue, porque sinceramente, depois da minha visão na praia, me espantaria imaginar que algo não possuísse sangue naquela ilha. Estando limpa, deixaria Alexander beber primeiro, talvez existisse algum copo por ali, se não era só limpar a mão e beber depois formando um copo com ela, nada de outro mundo.

Quando matasse a sede, iria então procurar por panos na casa que havia conseguido água. Molharia vários panos, todos, cortina se pudesse também e iria para o lado de fora abafar o fogo da carroça com os panos para diminuir aquela densidade absurda de fumaça que havia por ali. E aproveitaria e faria isso a cada mudança de casa que houvesse o menor resquício de fogo existente, com várias casas abertas provavelmente pano não faltaria tão fácil. Iria aos poucos extinguir os fogos daquele local para respirarmos melhor e enxergarmos melhor. Talvez até utilizarmos de base temporária enquanto a luta do apocalipse não acabava.

Com isso feito, voltaria para a casa a busca de remédios, nem que fosse só para Alexander parar de sentir dor e eu também, já era melhor que continuarmos andando com esse incômodo constante. Não havia muito o que fazer além de abrir cada armário inteiro e cada pote que houvesse em cada um deles. Vai que algum viciado em remédios guardava em algum lugar diferente, nunca se sabe. Além de imaginar que dando tempo aquela luta na praia poderia finalmente acabar e quem sabe a paz não reinaria na ilha de novo.

Se infelizmente na primeira casa, por sei lá que motivo, não houvesse nenhuma gota de água, iria para a próxima casa aberta e assim seguindo até todas acabarem. Sempre tentando lembrar qual casa estava entrando, seja por número, cor, até a construção. Precisava notar esse tipo de coisa e ver se tudo continuava constante, se nada estava mudando de pouco em pouco. Havia visto caveira em fumaça, não estava confiando plenamente em minhas capacidades mentais naquele momento.

Quando acabassem as casas, ou tivesse conseguido tanto beber água quantos os remédios, deixaria Alexander tomar primeiro, tomaria um depois. - Certo. Qual a maior casa aqui? - Perguntaria já olhando para os lados. - Vamos subir nela e tentar ver até onde dá. - Diria.

Se infelizmente após passarmos por todas as casas nenhuma possuísse água, iria até realmente pensar que havia voltado para o inferno. - Ok... não tem nada para gente aqui... vamos tentar entrar mais na cidade e procurar pelo quartel general da marinha? Eu sou marinheiro ainda nos registros. - Falaria para ele lembrar que havia entrado literalmente nesse dia no grupo revolucionário, não por vontade própria, e que a marinha não sabia disso. - E eles não sabem que você é revolucionário, podemos conseguir abrigo, água e tratamento lá. - E dando uma pequena pausa já comentaria. - E eu não vou te prender, você salvou a minha vida.

Como nem nesse lugar calmo eu ficaria em paz comigo mesmo. Eu estaria atento a qualquer ataque o tempo todo principalmente apagando fogos, isso poderia chamar a atenção do povo ao notar que a fumaça aos poucos ia diminuindo, e claro, eu faria mesmo sabendo disso, respirar bem, enxergar bem e até manter um pouco da estrutura da cidade era melhor que o risco. Imaginando então que me atacassem a longa distância, iria sempre tentar me esquivar com o melhor pulo de bosta que conseguisse com a perna machucada indo para dentro da construção mais próxima ou indo para a esquina de construção mais próxima. Olharia que arma o inimigo estava portando porque provavelmente ele teria mais balas do que eu com a minha pistolinha.

Para inimigos que me atacassem de perto não havia muito que fazer. Quando ele se aproximasse bastante tentaria verificar que arma ele possuía, iria me esquivar para o lado que a minha perna estava boa, dando um pequeno impulso com ela para o lado e tentando acertar com meu braço deste lado no rosto do oponente com um cruzado.


Ferimentos:
 

Consumíveis:
 

Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou EmptyTer 03 Set 2019, 10:20

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UTOPIA - GRAND LINE - 03



Próximo a Floresta Negra, a revolucionaria ainda tentava arrancar algumas informações do homem que se debatia ao solo, machucando a si mesmo, mais do que qualquer coisa – Guerra!! HAAH ESTAMOS EM GUERRA!! – gritava o sujeito, babando e sangrando, seus olhos vermelhos estavam vidrados nas pessoas que o cercavam, parecia que se o soltassem, ele iria mata-los a qualquer momento. Não precisou a ordem vinda de Katherine, o loiro sacava sua espada e batia o cabo com força na testa do indivíduo, que finalmente, fechava os olhos e desmaiava, ficando com o corpo adormecido.

No outro lado da cidade, mas não menos importante, estava Calros com Alexander, caminhando em meio aos destroços de cadáveres e pedaços soltos das casas que ardiam e caiam nas redondezas, se misturando ao som dos relâmpagos, tudo era assustador para novatos como aqueles, ou já eram veteranos? Agora a preocupação era outra, iriam procurar por medicamentos e agua, Alexander apenas concordava com a cabeça com a ideia do marinheiro. Logo a esquerda havia uma residência, estava com a porta aberta e uma das janelas quebradas, mas o fogo não tinha atingido ali, o que parecia ser promissor no final das contas.

Ambos entravam com um certo receio, o corpo e a mente estava pronto para um ataque ou algo do tipo, mas não havia nenhum sinal de vida. Era uma casa simples, com quatro cômodos. Estavam na sala, onde havia um sofá e uma prateleira com livros diversos. Seguindo, conseguia ver a cozinha, toda pintada de amarelo, havia uma mesa de madeira com três cadeiras, o armário ficava mais ao fundo, onde havia o fogão, com uma panela no fogo, e o fogo ainda acesso, não precisava ser um expert para notar que aqueles eram sinais recentes, algo estranho havia acontecido, bastava descobrir o que.

Battos acenava e cutucava Charlotte, que ainda parecia incrédula com tudo aquilo – Não baixem a guarda, voltamos logo – dando as costas para Katherine, o sujeito saia com a ruiva floresta adentro. A dupla entrava na floresta, sentindo primeira a mudança no clima, ali dentro era mais frio e não ventava tanto, o ar estava parado e era possível escutar arvores balançando apenas em suas copas. Ali não se escutava as explosões, o som era abafado pela flora densa. O solo era lamacento e rapidamente tinham lama até os tornozelos. As arvores eram largas e grandes, logo no inicio podiam notar sinais de combates, tais como arranhões nos troncos e sangue nas folhas, o que realmente chamava atenção era as pegadas no solo, evidenciando que pessoas passaram por ali.

A agua era limpa quando Calros ligou, demorou um pouco para o liquido cristalino sair da torneira. Havia copos logo ao lado, pareciam limpos, eram perfeitos para enche-los com agua e logo a sede dos dois era sanada. Ambos se sentavam, Alexander estava cansado, o suor escorria pelo seu rosto – Bati minhas costas em algo, não é nada tão sério quanto sua perna – O sujeito tirava sua camisa, para mostrar o ferimento. Realmente, não era nada demais, suas costas estavam avermelhadas, havia sofrido algum impacto severo, a dor seria menor por agora, mas quando o corpo e a tensão esvaziem, ai sim o jovem sentiria a verdadeira dor – Não preciso de remédio, acho que so preciso dormir – as palavras sem vida saiam da boca de Alexander, que abria a geladeira, encontrando uma jarra de leite, o sujeito bebia no bico e colocava o resto sobre a mesa, para que Calros pudesse beber também.

Ouvia-se ainda os relâmpagos caindo dos portais, a casa tremia, a madeira rangia, não havia muita coisa que chamasse atenção agora. O marinheiro se levantava para buscar por panos ou qualquer coisa para apagar os fogos da casa (sik), ele poderia não notar, mas ao dar o primeiro passo, sua perna esquerda cedia e ele caia de joelhos – Calros?? – perguntava seu acompanhante, se levantando bruscamente. O jovem ruivo tinha um espirito forte, mas seu corpo estava ferido, sua perna esquerda estava começando a perder a força, o sangue escorria do buraco da bala e escorria até seu tornozelo, quem precisava de remédios era Calros, e não o contrário.

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Caminharam por alguns metros, com grande dificuldade, nenhuma palavra era dita Charlotte tentava acompanhar a velocidade de Battos, que avançava sem receio. Já conseguiam ver o outro lado da floresta, entre a nevoa e as arvores, era possível ver o fogo e paredes de cimento – Tem uma cidade, vamos voltar e avisar ao pessoal – girando em seus calcanhares, avisava o rapaz. Os revolucionários voltavam, talvez a vontade de sair dali logo, ou o próprio medo, mas entre a nevoa, um sujeito aparecia, vestia um sobretudo preto, possuía o cabelo verde, contudo, o que chamava atenção era um tipo de casca que parecia proteger seu rosto, algo totalmente sobrenatural.

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Quando chegaram Katherine queria saber de tudo, Charlotte explicava – Tem uma cidade logo depois da floresta, podemos atravessa-la sem problemas – informava a mulher. Todos se juntavam e começavam a entrar na floresta, em fila indiana liderada por Katherine, onde Tin ficava por último. Como da última vez, os novatos sentiam a mudança no clima e apreciavam os vestígios pelo caminho. Enquanto seguiam pela trilha de antes, nenhum deles sentiam os olhos do sujeito estranho neles, mas como era de se esperar, o homem abria o casulo em sua cabeça – Alto lá – dizia o sujeito, sentado no tronco de uma arvore caída, agora sim, podiam ver o homem, que sorria diabolicamente.

A febre atacava o ruivo, que nessa altura estava deitado no sofá da sala, com a camisa molhada de Alexander em sua testa – Vou buscar algo, aguente firme – dizia o sujeito, vendo o rapaz saindo da casa, sem camisa. Ali deitado, podia ver o teto da casa, feito de madeira. Seu corpo doía e seus olhos estavam pesados, quase como que fossem fechar a qualquer momento. Não se pode dizer quanto tempo se passou, mas um barulho diferente era ouvido na rua, como um rugido e o grunhir de um gato gigante. Os passos pesados foram indo na direção de Calros, que não sabia se estava confuso ou realmente estava vendo coisas, uma sombra enorme entrou pela porta e então uma figura grotesca apareceu.

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... ignora o Tobi

Quando ouviram a voz do homem, aqueles que possuíam armas, as sacaram – Oh ... querem brigar? – dizia o sujeito, parecendo relaxado, mas Katherine ainda mantinha a calma, e dizia ser apenas náufragos – Ora, estão em Utopia – informava o sujeito, enquanto se levantava – Estranho, não parecem irados pela Akuma no Mi do Fish, não usam roupas da marinha, por acaso são escravos fugitivos? Estão com uma aparência horrível, devem ser escravos de fato – continuava o monologo – Bem, como revolucionário, deixarei vocês fugirem, sigam até a praia e nadem para longe daqui, a ilha está em guerra – o rapaz gesticulava e dava as costas, caminhando por outro rumo, diferente daquele que Battos tinha ido.

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Os olhos do pescador via um leão na porta, seu foucinho estava sujo de vermelho, seus olhos amarelos eram intimidadores, sua juba era grande, seu corpo era grande, o animal mostrava as garras e com passos lentos ia na direção de Calros. O animal se aproximava, até que uma voz feminina era escutada – Achou algo? – logo depois, o animal rugiu, alto o suficiente para fazer os pelos de qualquer homem se eriçar e o orifício anal trancar. Atras da fera, uma mulher loira, aparecia, sua roupa estava suja de poeira e fuligem, mas sua beleza estava ali – Não o mate – dizia a mulher – Quem é você? – a mulher empurrava a fera para o lado e se aproximava de Calros, que podia sentir o calor da mulher próximo de si.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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