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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Violet   Violet - Página 2 EmptyQua 14 Ago 2019, 00:57

Relembrando a primeira mensagem :

Violet

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Violet. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptyQui 28 Nov 2019, 19:39

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Otimista, a ruiva preferiu focar nas horas que teria até o escurecer do que a persistência da chave em permanecer misteriosa. Andando pelos caminhos de pedra da cidade, era possível sentir a suave fragrância das flores pelo caminho. O sol estava alto e quente, mas um vento suave mantinha o calor à distância.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegando ao centro, era possível ver praticamente todos os comércios já abertos, com alguns funcionários varrendo as calçadas enquanto outros organizavam as vitrines. Os olhos da ruiva, no entanto, passavam direto pelos mostruários dos diversos produtos expostos e seguiam em busca das portas. Mais especificamente, por suas fechaduras e se a sua chave encaixaria ali ou não.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Adentrando uma loja bem colorida e cheirando a tutti frutti, Violet trocou 10 mil dos seus trocados por uma caixa de chiclete de morango. A senhora baixinha e de cabelos brancos que a atendeu ouviu sua pergunta atenciosamente, respondendo: — Algum armazém que as pessoas frequentam… Não, querida, sinto muito!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Saindo da loja, Violet foi até um banco de madeira próximo ao lago no centro da cidade. O som da corrente de água que vinha do topo das montanhas era suave e acolhedor e o banco de madeira havia sido habilmente esculpido, com um encosto de folhas e braços com diversas flores, começando com uma flor madura (fechada) e indo até a última, completamente desabrochada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto a ruiva mascava seu chiclete e observava os transeuntes, Jamal comia seu desjejum com o sargento. O homenzarrão, apesar de cego, já havia comido centenas, senão milhares de vezes, e pôde passar por aquele processo novamente sem dificuldade. Com mãos habilidosas, cautela e bons sentidos, o negro conseguia encontrar os objetos e as comidas com facilidade. Apenas em um momento este tentou pegar a chaleira de forma errada, quase segurando o metal e se queimando no processo, mas sentiu o calor no último momento e reajustou sua mão, servindo-se sem problema.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após alguns minutos de silêncio do marinheiro, Jamal pôde escutar um suspiro bem fundo antes de voltar a ouvir sua voz. — Lhe devo um pedido de desculpas pela minha ignorância, Jamal! O julguei precocemente e desde então você apenas me mostrou como eu estava errado. Você parece ter um tato incrível e tenho certeza de que conseguirá algo facilmente. Talvez você até trabalhe para Charles algum dia! — O marine gargalhou brevemente, esquecendo que o turista provavelmente não conheceria o nome e, portanto, não entenderia a piada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Terminaram o desjejum e o marine pediu a conta, pagando metade. Após se despedirem do padeiro, com mais um abraço por parte do marinheiro, a dupla voltou a andar pelas ruas da cidade, com o cheiro de pão e bolo sendo gradativamente substituído pelo odor das flores. — Eu sei o lugar perfeito para você trabalhar. Uns dez minutinhos de caminhada leve e chegaremos lá!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, a frustração tomava de conta da jovem Violet e esta se levantava, indo até a loja mais próxima. Um sino soava acima da sua cabeça ao abrir a porta e uma cabeça surgia atrás de um balcão, lá no fim da loja. — Mas já? Q-quer dizer… Bom dia! — Um homem na casa dos trinta e cinco anos, de corpo comum e com covas profundas no couro cabeludo, soltava suas ferramentas e vinha em sua direção.

A garota não reconheceu muito além da lupa que o homem usava, mas ele parecia consertar algo bem pequeno. — Desculpe, não estou acostumado a ter clientes tão cedo… Ah, eu já a vi uma vez naquele… lugar na periferia da cidade. Foi um ótimo espetáculo! Mas enfim, em que posso ajudá-la? — Indagou, ajeitando os óculos redondos e de armação fina em seu rosto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pegando a chave, o homem voltou ao seu balcão, pegando a lupa e analisando cada detalhe. Se quisesse, Violet poderia observar a loja do homem enquanto esperava, vendo diversas prateleiras preenchidas principalmente com antiguidades. Desde itens velhos e aparentemente sem valor algum, até algumas esculturas e quadros que realmente chamavam atenção. Também era possível notar como tudo estava bem limpo e cuidado, mesmo a seção dos itens que pareciam lixo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma chave simples… Com exceção das ranhuras em sua extremidade. — Dizia o homem, dando a volta no balcão e se sentando para ficar mais à vontade. Aproximou tanto a chave e a lupa do seu rosto que faltou pouco para o objeto tocar seu olho. — Normalmente uma chave tem umas oito elevações e vales, esses dentes em sua ponta. — Mostrou a ruiva, deduzindo que ela era uma leiga no assunto. — Mas essa tem dezesseis! — Exclamou, voltando a quase enfiar a chave nos seus olhos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após mais alguns minutos de ponderação, o homem devolveu a chave a mulher e foi até uma prateleira próxima, com diversos livros e pergaminhos. — Vejamos... — Voltou com um mapa da ilha, abrindo-o sobre o balcão, e colocou uma folha branca, mas transparente, por cima do mapa antigo. — Você disse que essa chave é de um armazém e eu já estive em vários para coletar alguns dos meus itens. Sendo assim, focando apenas nos armazéns e excluindo aqueles que já fui... — Dizia, marcando a folha em branco com círculos, traços, cruzes… Por fim, sobrou três armazéns: Dois na periferia da cidade, à sudeste, e outro próximo ao laboratório do cientista Charles.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu apostaria nesses aqui. Se essa chave não abrir nenhuma porta nesses armazéns, provavelmente abra alguma no QG. Mas algo me diz que essa sua chave não veio de lá... — O homem dava um meio sorriso antes de continuar. — Quando você não tiver mais nenhum uso para essa chave, lembre-se de mim! Pago 25 mil berries por ela, o dobro se me disser qual porta ela abre. — E, antes que a garota saísse da loja, completou: — Pago 200 mil se me vender agora! — Suas mãos haviam voltado para o pequeno objeto e as ferramentas delicadas à sua frente, mas seus olhos não saíram da garota.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto a ruiva pensava sobre as propostas — Ou não! —, Jamal ouvia seu guia parar e falar: — Horst, lhe trouxe um ajudante! — O cego já sabia a léguas para onde iam devido ao som ritmado de ferro contra ferro e do cheiro de carvão, o acréscimo de calor repentino apenas confirmava a sua teoria. O tinir do aço continuava, sem resposta audível do ferreiro. O marine, enquanto isso, parecia mais uma vez desconfortável e se apressava a explicar a situação para o turista: — E-ele está ocupado, mas já já nos responde. — Completando pouco depois: — Ele é um cara legal, juro!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quase dois minutos depois, a batida cessou e um forte chiado foi ouvido, com o aço em brasa sendo colocado num balde d'água. — Hum? Alfred! Que bom vê-lo! Como está o relógio? — Os dois se abraçavam e o marine retrucava: — Trabalhando sem parar, como você! — Os dois riam e o ferreiro se aproximava de Jamal. Era possível sentir o odor de suor e sal.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aprendiz, hã? E quase tão alto quanto eu! Prazer, Jamal, vejamos se você é mesmo bom! — O ferreiro se afastava alguns passos e batia em algo, pelo som produzido, provavelmente uma mesa ou bancada feita de madeira. — Preciso consertar isso, mas estou sem tempo, como pode ver! Então mãos à obra! — O ferreiro continuava a se afastar e pegava o aço batido novamente, com a temperatura do ambiente aumentando consideravelmente. Não demorou até o tinir constante recomeçar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E eu devo ir. Tenho rondas à fazer, criminosos à prender. HAHAHA! Boa sorte, Jamal, e até breve! — E, com isso, o sargento se afastava, deixando Jamal à sós com aquele ferreiro que nem se deu ao trabalho de explicar ao novato o que ele teria de fazer.

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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptyDom 01 Dez 2019, 23:35





Antes que pudesse perceber, sentia o botão do meu umbigo fugindo do meu estômago. O pão que aquele homem de voz grossa fazia era maravilhoso! Normalmente uma voz daquele timbre pertencia a alguém mais versado em trabalhos pesados. Um verdadeiro artesão farináceo. Charles era um nome que provavelmente eu deveria gravar, recém-chegado na Ilha, eu ainda me atentava as coisas que rondavam aquele local, cada vez mais familiarizado. Coisa que, para um cego, é de suma importância.

Eu ainda não havia descoberto outro jeito de sobreviver a um local como um cego, que não fosse me familiarizando com ele, mapeando ele, cuidadosamente, em minha cabeça.

O local para onde o marinheiro me levava, propiciaria ainda mais esse aprendizado. Os comércios constituem o coração de qualquer Ilha, é por eles que as pessoas, como o sangue, são bombeados todos os dias. Estar em um, me facilitaria obter informações sobre quase todos, utilizando a minha audição aguçada.

O clima conhecido me dava boas-vindas. O velho Marcos nunca teve tempo de me ensinar a forjar. Também pudera, ensinar algo tão dependente dos olhos para um cego, jamais seria uma tarefa fácil, entretanto, como em todas as outras, eu sabia que daria o meu jeito. Talvez ali eu teria a chance de, finalmente, aprender esta arte. A demora do homem na resposta, expunha sua atenção requerida ao trabalho.

— Prazer Sr. Horst, creio que ficará surpreso com o que posso fazer! — um sorriso surgiria em meu rosto, apesar de tudo, ser desafiado sempre mexera comigo — Muito obrigado Alfred, eu nunca esquecerei o que você fez por mim, te devo uma! —

Havia sido uma experiência, interessante, eu nunca havia sido bem tratado por um marinheiro. Há sempre uma primeira vez para tudo. Realmente não esqueceria a simpatia de Alfred comigo, a gratidão estava guardada em meu peito. Enfim, uma outra hora pensaria melhor nisso.

Pois bem, agora eu possuía um objeto em minhas mãos, a primeira coisa que faria, seria tentar apertar um botão ou girar a alavanca que houvesse. O som seria muito importante naquele instante, todo equipamento mecânico é como um acorde. Suas engrenagens são como as notas formadoras daquele acorde, se você achasse qual nota estava desafinando, você consertaria o acorde! Assim, com a função do objeto sendo feita pelo acionar do mecanismo, eu tentaria descobrir a nota que estava fora de sintonia.

Tendo ou não uma ideia do que estava rolando, passaria meus dedos pelas peças e partes do objeto, tentando imaginar aquela coisa em minha cabeça, utilizando meus conhecimentos obtidos quando o velho me ensinara Mecânica e Engenharia Mecânica. Assim, tentaria encontrar mais um indício da má funcionalidade do objeto. Por fim, para obter mais um pouco de informação, balançaria levemente o dispositivo, procurando algum som que mostrasse uma peça solta.

Tendo encontrado o possível problema, se fosse possível resolver o mesmo sem utilizar nenhuma peça nova ou ferramenta específica, resolveria rapidamente, dizendo — Ahá! Nada como uma besteira dessas para emperrar um objeto tão complexo!

Se fosse necessária uma ferramenta ou uma peça nova, tentaria arranjar na própria loja sem interrompei o Horst, afinal, ele já se mostrara alguém muito concentrado em seu ofício. Tatearia o entorno do local onde o objeto repousava, talvez ali perto eu encontrasse os objetos que precisava. Eu faria isto com um cuidado maior que o habitual, dentro de uma oficina, podia dar de encontro facilmente com algum objeto indesejavelmente pontudo. Conseguindo os objetos, consertaria, dizendo: — Uma apertada aqui, outra ali e… pronto! Você tá novinho em folha!

Se eu não achasse os objetos, tentaria improvisar com as coisas que eu havia encontrado e julgasse dignas das funções, caso conseguisse, diria: — Ahá! Nada como um improviso aqui e ali para consertar um belo objeto! — e guardaria para dizer a Horst: — Olha Sr. Horst, eu usei isso e isto para consertar esse objeto, se o senhor tiver as peças, eu faço direitinho!

Se em algum momento o objeto fosse consertado, eu não chamaria o ferreiro para verificar, apenas acionaria os mecanismos, fazendo que ele ouvisse a funcionalidade do mesmo, mostrando que, eu havia consertado.

Se de nenhuma forma eu conseguisse consertar o objeto, esperaria o Sr. Horst com o fracasso estampado no rosto.

— É Sr. parece que não consegui, mas tenho certeza que conseguiria aproveitar alguma dica sua!

E em todos os momentos, manteria meus ouvidos abertos a qualquer coisa útil que eu pudesse escutar enquanto tentava consertar o objeto.


















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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptyTer 17 Dez 2019, 01:09


Elevações, vales... Dezesseis vales! Ou elevações? Ou dentes? Já não sei mais. Por mais que eu não fizesse a mínima ideia do que isso significava, a surpresa daquele homem era contagiante, e a disposição para me ajudar me deixava bem a vontade.

A loja era fascinante, cada detalhe, cada coisinha mínima. Parando para pensar, toda ilha era feita de pequenas belezas, até para um centro, som das águas descendo de montanhas, cheiro das flores dividindo comigo o caminho, bancos de madeira adoravelmente decorados, até o sol e toda sua imponência eram acalmados por brisas suaves. Essa loja cabia perfeitamente aqui. A mesma era repleta de histórias, e não apenas as contadas pelos livros. Em minha imaginação, cada objeto continha o próprio passado, e isso era incrível. E o mais chocante: nenhuma poeira. A minha vontade era perguntar sobre todas as coisas que preenchiam as prateleiras, mas tenho certeza que se fizesse isso talvez não saísse de lá nunca mais.

200 mi...ha.. como...  — não conseguiria conter o riso de nervoso — Muito obrigada!! — diria ao me aproximar da porta, com um grande sorriso ao rosto — Agora não, mas com certeza eu vou voltar para retribuir a ajuda que me fez! Talvez eu venda a chave mesmo! — diria ao sair da loja.

Com o mapa em mãos, levaria alguns minutos para pensar sobre o próximo passo. Bom... espero que seja um desses aqui, porque acho que não cairia bem se chegasse eu, sozinha, enfiando minha preciosa chave de mil vales e elevações nos buracos de um QG... Hmmm... Olhando bem, dois armazéns são próximos e um mais distante...

Se eu ainda tenho muito tempo... —  Sussurraria andando alguns passos à frente da loja, olharia para o céu em busca do sol como se eu tivesse alguma noção de como saber o tempo dessa forma — Que que eu to fazendo... — cairia rapidamente na real.

Pararia a primeira pessoa que passasse por mim — Oi oi, bom dia... desculpe, você tem horas? — esperaria a resposta com um sorriso simpático no rosto — Ah sim, obrigada!

De qualquer forma certamente é melhor ir ao mais distante primeiro, né? Depois, se não der certo, eu volto correndo e cubro os outros dois, e talvez ainda de tempo de voltar para casa antes da Vó ficar preocupada... Lembraria de sua reação mais cedo, balançaria a cabeça para espantar os pensamentos e seguiria. Decidida, independente da hora, iria em direção ao armazém próximo ao laboratório do cientista.

Laboratório do cientista Charles...

Determinada iria em direção ao meu destino, não daria muita atenção para a rua e as pessoas, só queria ir rápido para economizar tempo. Afinal, se a chave entrasse lá, de primeira, eu ainda teria que voltar a noite.

Chegando no local, se avistasse o armazém de longe, iria com maior cautela. Primeiro tentaria achar algum lugar onde pudesse me esconder e observar o local ao mesmo tempo. Se tivessem pessoas próximas ao portão, ficaria observando-as, com minha ótima audição tentaria entender o que fazem ali, até se dispersarem.

Quando isso acontecesse, me aproximaria do portão buscando a fechadura que pudesse acolher minha preciosa chave de 200 mil berries. Se o portão abrisse, devagar, eu iria aos poucos me enfiando para dentro tentando enxergar e entender o máximo possível sobre o lugar que entrara.

Se as pessoas não saíssem de perto, esperaria algum tempo para analisar o comportamento delas e ouvir alguma coisa, caso julgasse que não fossem perigosas, me aproximaria, pigarreando a garganta para chamar um pouco de atenção — Oi, olá, tudo bem? Sei que pode parecer estranho, mas... o que é esse lugar ai? — acenaria para o armazém com a cabeça. Quando acabassem de responder, ou se me perguntasse o porquê da pergunta, diria — então, é que eu tenho uma chave que eu queria ver se abre isso ai... — responderia me aproximando da fechadura e tentaria encaixar a chave, se me fosse permitido.

Se no fim das contas a chave não abrisse, ou se julgasse que seria perigoso demais me aproximar, voltaria o mais rápido possível em direção a periferia para o outro armazém marcado no mapa. Se chegasse no local sem intercorrências, faria a mesma abordagem anterior.

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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptyQua 18 Dez 2019, 00:12

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O vendedor não conseguia esconder o descontentamento ao ver a jovem atravessar a porta com a chave ainda em mãos, mas findava acenando com um leve sorriso, voltando sua atenção ao seu serviço enquanto o sino sobre a porta tocava mais uma vez.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Meio desnorteada, talvez devido a proposta inesperada, a ruiva olhava para o alto. Seus cabelos longos brilhavam com a luz do sol e levitavam com a brisa suave, dando a leve impressão de uma chama viva sobre a sua cabeça. Um jovem marinheiro passava pelo local e atrapalhou-se com as palavras antes de responder: — C-c-lato! Saum oito e vint-Trinta! E cinc-quatro! AAAH! — Bradou de frustração e se afastou emburrado, como se a ruiva o tivesse ofendido ou algo do tipo, mal dando tempo para que esta observasse as suas feições sobre o boné curvado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O importante é que ainda tinha várias horas para explorar a ilha e descobrir a porta a qual aquela chave misteriosa abria. Por sorte, ou talvez puro instinto, escolheu um dos armazéns e seguiu em sua direção, decidida!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Jamal encontrava-se sentado, tateando cuidadosamente um objeto misterioso enquanto o tinir do metal ressoava constantemente. Ao segurar o objeto, o mesmo não passava de uma caixa preta para o cego. Com seu tato e muita paciência, os contornos foram tomando forma e os espaços internos foram sendo imaginados de forma intuitiva, preenchendo a caixa preta com cada vez mais informações.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A princípio, o que chamava mais a atenção era uma espécie de manivela, tão pequena quanto a caixa de madeira em questão. Parecia clamar que o cego a girasse e isso ele fez. Ou melhor, tentou! A manivela parecia travada para ambas as direções e Jamal não forçou, o que foi uma decisão sensata. Levou a caixinha próxima ao ouvido e a sacudiu em busca de uma peça solta, mas nenhum barulho foi ouvido além do tinir do metal causado pelo ferreiro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tendo uma possível causa do problema em mente, tateou os arredores da mesa com cautela e não demorou a achar uma chave de fenda próxima. Abriu a caixa rapidamente e sentiu suas pequenas engrenagens com as pontas dos dedos, partindo da mais próxima da manivela. A quinta e a sexta estavam emperradas devido a um pedaço de algo duro como pedra, preso entre elas. Com facilidade, retirou o intrometido e voltou a fechar a caixinha, girando a manivela a seguir.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após os vários minutos que levou para encontrar e solucionar o problema, o tinir constante do metal se tornou cada vez mais irritante. Sua audição aguçada amplificava o retinir do metal e sua cabeça já começava a latejar a cada martelada, ressoando como um sino e lhe causando uma leve dor de cabeça. A princípio era algo ignorável, mas que prometia piorar se permanecesse ao lado da forja por algumas horas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma apertada aqui, outra ali e… pronto! Você tá novinho em folha!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quase que simultaneamente, o ferreiro voltou a mergulhar a lâmina batida na água e o chiado borbulhante preencheu o ambiente, encobrindo, em parte, a melodia da caixinha. Uma risada forte e gutural, embora extremamente calorosa, veio do homem, que se aproximou de Jamal com passos pesados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estou surpreso, Jamal, você foi mais rápido do que previ. — Alguns tapinhas eram sentidos em seu ombro esquerdo, com mais força do que aquela interação pedia. — Engraçado como uma pedrinha como essa consegue interromper todo um mecanismo complexo e bem projetado, não é? Ou isso quer dizer que ele não foi tão bem projetado?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um leve estalo de língua foi escutado, antes que o homenzarrão prosseguisse: — Enfim, estou divagando! Você parece habilidoso, então abrirei uma exceção. Diga com o que você quer trabalhar e eu lhe arranjarei um serviço. Serviço é o que não falta aqui! HAHAHA! — E, no caso do negro pensar ou se prolongar demais: — Não, é sério! Serviço é o que não falta aqui, então se decida logo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Violet, por sua vez, chegava ao seu destino. E o grande galpão que se estendia a sua frente era… O mais horrendo que já havia visto. Como que aquilo existia em Toroa Island, uma ilha considerada o paraíso no mar? Ou melhor, como ela nunca havia visto aquilo ali?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já que estava lá, melhor tentar do que desistir, não é? A frente do galpão possuía uma porta de rolo maciça, embora já bem desgastada e consumida pela ferrugem. O burado da fechadura estava danificado e, mesmo que abrisse, seria necessário um esforço desmedido para conseguir içar aquele bloco sólido de metal.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma das laterais do galpão dava para um tapete de flores, onde a ruiva não poderia pisar a não ser que quisesse pagar uma das multas criadas por Clarice. Sendo assim, seguiu pelo beco à direita, com sinais claros de abandono. O beco tinha uma curva à esquerda, formando um 'L', e terminava em uma porta cinza na parte traseira do galpão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A porta, igualmente antiga e mal cuidada, destoava do restante do cenário, embora a ruiva não soubesse identificar o motivo. Sem mais, levou a chave a fechadura e tentou girar. Um *Click* soou e a porta girou para dentro, apenas alguns centímetros. Mesmo assim, era possível ver que a porta de metal deveria ter uns 5cm ou mais de espessura. Seu estado mal cuidado não era nada mais do que uma pintura bem feita. Pela pequena fresta, uma voz feminina foi escutada por Violet. Ela não parecia muito feliz...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]VOCÊ FEZ O QUÊ?!

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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptySex 20 Dez 2019, 23:46





Girava a chave e… BANG! Pegava o parafuso e… BANG! Retirava o objeto que impedia o funcionamento e… BANG! Fechava o dispositivo e… BANG! Tocava a música e… BANG!

O martelo daquele homem começava a perturbar minha cabeça. Quando cessou, o encontro pesado entre a sola de seu pé e o chão soavam como música para mim, parecia que eu estava entrando debaixo de uma cachoeira gelada depois de um dia de trabalho no campo. Virei meu ouvido para a direção do som que aproximava.

Um leve sorriso emanava do meu rosto, o velho ficaria orgulhoso de ouvir o elogio. As palavras do ferreiro mexiam comigo, com uma doce e delicada metáfora que preenchia minha mente.
— Todo sistema é projetado para suportar aquilo que ele deve suportar, só que, as vezes, algo aparentemente inofensivo, que nem o melhor projetista poderia esperar, faz algo… diferente. Essa pedrinha podia estar aí dentro há anos! Rolando de um lado para o outro, enquanto a música era tocada, mas, um dia… ela rolou para o lugar certo e todo o sistema parou de funcionar, tudo por conta de uma pedrinha, no lugar certo e na hora certa. — suspirando, eu contemplava a pequena beleza que aquela conversa causara — Isso mostra que qualquer sistema pode ser parado, se alguém… ou melhor, alguma coisa, estiver no lugar certo, na hora certa.

Aquilo havia enveredado de forma tão perfeita no que eu pensava para minha vida, que um novo sorriso tornou-se inevitável.

— Eu gosto de ajudar as pessoas quando elas não sabem mais o que fazer! Esse tipo de serviço, consertar coisas, me agrada muito! — por um breve momento, a empolgação foi cortada pela minha memória — Ah sim! Eu não necessito de muito dinheiro, eu gostaria mesmo é do conhecimento! — levantando minha mão, eu apontava em direção do lugar onde vinha o barulho da forja — Eu gostaria de encontrar alguém disposto a me ensinar como forjar uma lâmina!

A proposta estava na mesa. Caberia ao ferreiro aceitar ou não.

Caso ele não aceitasse, iria embora agradecendo por tudo até ali.
— Obrigado Sr.! Tenha um bom dia.

Então, partiria até o local de maior volume de vozes, tomando cuidado com o meu braço direito para não bater em algo com a minha cabeça, andando sempre devagar, para evitar cair em um buraco ou tropeçar.

Com ele aceitando, diria:
— Mas antes… você poderia me arrumar algo para que eu pudesse tampar meus ouvidos durante as marteladas? Como algodão ou cortiça de uma garrafa de vinho aberta… — utilizaria isso apenas na hora em que o martelo fosse usado, não queria perder a sanidade mental.

Então, durante o aprendizado, eu colocaria o máximo de atenção possível em suas palavras de instrução. Existira um esforço especial para não me queimar, utilizando a genialidade, tentaria memorizar as distâncias e os espaços para fazer o que fosse necessário de forma segura. Utilizaria o cheiro do ferro quente e o barulho do tinir dos metais para aprender o ponto certo de fazer os passos que me fossem ensinados. Tudo tinha um cheiro e um barulho, nem o mais duro dos componentes era diferente nisso. Pediria dicas que apenas os anos de experiência poderiam ter oferecido a Horst, como o ponto certo de parar de bater no metal, gravaria o som do momento em que o metal não precisasse ser mais agredido. Na lâmina fria, tateando levemente seria como eu avaliaria o fio, buscando a precisão.

No fim, agradeceria ao homem.
— Muito obrigado Horst, em que posso ajudá-lo em retribuição?!






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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptySab 21 Dez 2019, 01:42


Eu vos agradeço, Deusas e Deuses.

Mas que lugar feio ein! Os arquitetos divinos responsáveis por essa área certamente falharam em capturar a bela essência do resto da ilha, apesar das flores. Eu nunca vi um lugar como esse, e não me importaria se continuasse sem ver.

Ao abrir a porta, não sei se pude sentir de fato o encaixar da chave dentro do meu estomago e a falta do ar quando ela realmente se abriu, ou se era tudo minha imaginação transformando em sintoma minha ansiedade.

A fechadura par da minha chave, eu já encontrei. Talvez eu devesse ir embora... e voltar a noite? Guardaria a chave novamente em meu bolso.

VOCÊ FEZ O QUÊ?

Eita, será mesmo que eu deveria estar a agradecer?

Não sendo imediatamente percebida, ficaria com um o ouvido pela fresta, atenta no que estava se passando lá dentro, segurando a porta para manter a impressão de que ela ainda estivesse fechada, como uma boa fofoqueira.

Se eu conseguisse me manter despercebida até o fim daquilo que parecia ser uma conversa, eu tentaria encostar a porta o mais silenciosamente possível, e refazer meu caminho de volta para casa. Para pensar mais sobre o que havia acontecido, e contar as horas até o momento marcado para o encontro. Chegando lá, iria diretamente para meu quarto evitando o contato com qualquer pessoa.

Na hipótese de ser descoberta, eu inicialmente não falaria nada. Apenas entraria e encararia quem quer que estivesse lá dentro, observando e esperando primeiro a sua reação.

Encontrando algum rosto conhecido, me dirigiria a este para perguntar: — O que tá acontecendo aqui? O que é isso...

Se me perguntassem quem sou, diria:  — Sou Violet, e você? — ou o que eu estava fazendo ali, diria: — Me chamaram aqui, e você? — ou como eu cheguei, diria: — Por ali... — e apontaria pela porta pela qual eu havia entrado. Aproveitaria para analisar o local entre as perguntas e respostas feitas.

Se nenhuma pergunta a mim fosse feita, e o silêncio fosse mútuo, eu então diria: — O que é isso?

Caso eu percebesse que a interação em algum momento tendesse para violência, tentaria me por próximo a porta e correria para fora na primeira oportunidade, de volta para casa.

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Última edição por Nana. em Sex 03 Jan 2020, 00:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptyDom 22 Dez 2019, 12:53

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O ferreiro ponderava por alguns minutos, em silêncio, dando alguns passos pela oficina ocasionalmente. Se decidia ensinar ou não Jamal, ou se pensava em como ensinar tal ofício para um cego, o espadachim não sabia. — Talvez dê certo... — O homem falou, como que para si mesmo, antes de começar a andar pela oficina novamente, desta vez com firmeza.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vai ser um desafio e eu vou atrasar alguns serviços, mas você tem sorte de eu me animar com coisas assim, garoto! — Jamal já não era garoto a umas oito primaveras ou mais, mas talvez isto ainda fosse verdade na visão do homem mais velho. Ainda rindo, Horst começou a jogar algo pesado dentro de um balde ou similar, indo até Jamal logo em seguida.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Você pode forjar basicamente qualquer coisa com qualquer metal. Esses são os que mais uso, cobre, chumbo e ferro. — A cada metal mencionado, um baque era ouvido na bancada de madeira. — Vamos tentar com o cobre. Ele derrete em uma temperatura menor e você não vai desperdiçar o meu ferro ou chumbo. — Os passos do homem se afastaram e, pelo som seguinte, Jamal o imaginou colocando o balde entre as brasas, para que o cobre pudesse derreter. — Agora esperamos. — Uma cadeira foi puxada e Horst se sentou pesadamente. — Essa é a melhor parte… Já pensou no que quer forjar?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Do outro lado da cidade, Violet se encontrava imóvel como uma estátua, com a respiração presa e o ouvido colado à porta, ouvindo uma conversa a qual ela provavelmente não deveria ouvir. A primeira fala — Ou melhor, grito. — havia sido feminino. Uma mulher na casa dos vinte, talvez. A segunda era de um homem, provavelmente, já que não havia grave em sua voz. Talvez um garoto?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]M-m-m-mas...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]VOCÊ ENLOUQUECEU? — Gritou a mulher, novamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]M-m-mas era ela, Leah! Você disse que ela já foi a melhor rev—

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]NÃO! NÃO FOI ELA! É impossível...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A ruiva conseguia ouvir passos pesados e impacientes, andando de um lado para o outro, ecoando pelo galpão. Já o dono da outra voz parecia estar sentado, pois era audível o rangido que a cadeira fazia a cada movimento do seu usuário.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ela era exatamente igual a como você me contava. Igual, igual! Eu juro! Ela vai vir hoje à noite e você vai ver como eu estou certo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não é possível... — Contestou novamente, num timbre consternado, e um longo silêncio se seguiu. — Se ela voltasse, eu saberia. EU, saberia! — A voz voltou a se amplificar, com a mulher quase gritando novamente. — Se essa chave cair nas mãos erradas… Nós precisamos encontrar outro lugar, o mais rápido possível! Se Vickon nos enc… Você deixou a porta aberta?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quê? Não!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As vozes sumiram e, agora, a única coisa que a ruiva ouvia eram passos vindo em sua direção, passos rápidos como se corressem. E, no meio desses passos, uma arma sendo carregada.

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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptyTer 24 Dez 2019, 19:52


Post Aprendizado: Forja


Minha nuca formigara um pouco durante a pequena espera pela resposta. Quando você é diferente, como eu, isso é comum. Costumam preferir se abster e evitar uma fadiga atípica… a se soubessem como a atitude oposta salva vidas.

Minha bochecha quente fazia parecer que eu explodiria de felicidade pelo sim, entretanto, mesmo com o sorriso no rosto, eu tentava ser contido, afinal eu não possuía ainda muita intimidade com aquele homem. Por sinal, Horst era uma pessoa interessante. Bruto como o próprio metal antes de ser transformado, parecia que, além das armas, ele também havia sido forjado por aquele lugar. Acho que, quando fazemos muito tempo a mesma coisa, nos tornamos um só com aquilo.

Minhas mãos fechavam levemente com a ansiedade que tomava conta do meu corpo, segurando um pouco de pano das minhas vestes. Meus devaneios me lembravam das palavras do velho Marcos.

“Mesmo que você não enxergue, se você praticar o suficiente, cortará qualquer coisa com a sua espada!”

Velho maldito, com a sagacidade que apenas a idade provém, suas palavras faziam meu sangue ferver.

Enquanto o grande homem falava sobre os principais metais, eu poderia sentir a caldeira aquecendo na minha frente em comunhão com o turbilhão de pensamentos em minha cabeça e, quando fui indagado sobre o que queria forjar, a resposta saiu por conta própria de meu peito.

— Uma espada! — retumbante de minha decisão, eu batia o pé de animação em harmonia com minha voz.

Enquanto isso, eu alcançaria os metais que haviam sido postos com vontade em cima da bancada de madeira. Um por um, eu pegaria eles e analisaria minuciosamente com meu tato, olfato e audição. Passando a mão devagar sobre a parte externa de cada um, eu tentava sentir a textura que cada peça me oferecia. Aproximaria eles bem perto do meu nariz e inspararia profundamente, tentando identificar um cheiro que diferenciasse-os. Com a junta do dedo indicador, eu batia levemente em cada um deles, tentando também achar um padrão para cada diferente metal.

— Sabe… eu era um espadachim antes de ficar cego... — comentava com Horst enquanto avaliava e esperava o caldeirão esquentar.  

— Ficando cego, meus outros sentidos ficaram melhores e eu uso isso para fazer o que não esperam de mim — se aproximando do calor, eu começava a me acostumar com a ardência — Se eu souber a quantos passos estou da forja, tenho certeza que posso memorizar a sensação quando o fogo chegar na temperatura certo… a quantos passos eu estou da forja Horst? — com a resposta, eu aprendia como saber a temperatura ideal.

Com o metal derretendo, eu aprendi a hora certa de retirá-lo de dentro do fogo pelo cheiro exalado, reparando bem, o metal no ponto certo tinha um cheiro parecido com o de carvalho seco. Me acostumando com o espaço, sendo auxiliado pelo meu professor, memorizava e passava a saber exatamente onde estava cada ferramenta necessária, isso seria um pré-requisito para quando eu fizesse por conta própria.

Colocando o metal em cima da bigorna, eu batia contra o material com um martelo tão pesado quanto uma Katana, essa parte foi especialmente fácil, qualquer espadachim estaria acostuma àqueles movimentos. O metal mais plano possuía um barulho mais agudo, podia dizer o ponto certo dele.
Meus ouvidos também me ajudaram a detectar o som certo do metal esfriado, um chiado sinuoso era emitido do balde de óleo usado para baixar a temperatura do material, até um ouvido normal poderia perceber isso.

Os adereços para que aquela barra de metal virasse uma espada foi a parte mais tranquila. Minhas mãos já estavam acostumadas a manipular coisas mais complicadas, na engenharia mecânica isso acontece o tempo todo.

Afiar a lâmina fora a parte mais prazerosa, literalmente um passatempo para qualquer apreciador de espadas. A ponta dos meus dedos passadas levemente sobre o fio me ajudava a verificar se aquele metal havia tornado-se uma arma.

— Muito obrigado Senhor!  — diria me curvando levemente em direção ao ferreiro — Eu poderia ficar com a minha primeira fabricação? —

Não importando a resposta, eu já era muito grato àquele homem.

— Bem, como eu disse, eu quero te ajudar! — diria, gesticulando, tentando me limpar levemente da sujeira feita pela forja.

— Eu sou novo na cidade, portanto, não tenho lugar para ficar… se eu pudesse, dormiria aqui mesmo e te ajudaria durante o dia com os afazeres, prometo não ser um estorvo! — inclinaria minha cabeça levemente, em sinal de submissão, trabalhar em um local como aquele, seria perfeito para mim, com certeza lidaria com todo tipo de pessoa e ouviria todo tipo de coisa, até sobre… o Exército Revolucionário…

Se a resposta fosse negativa, eu agradeceria e partiria em direção ao que eu julgasse ser o centro da cidade, me guiaria pela alta quantidade de vozes.







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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptySex 03 Jan 2020, 00:36


Na dança é muito fácil mergulhar no som e no ritmo, e esquecer por alguns segundos o que é respirar. A Vó sempre me chamava atenção sobre isso, sempre me mandando respirar, dizia que era feio terminar a apresentação sem fôlego porque tirava a magia, fazer a perfeição sem ter esforço. Pois é, mas a concentração mental para ouvir aquela conversa e não ser descoberta exigia um pouco dessa apneia.

Definitivamente era tudo sobre minha mãe. Mas quem é essa que com tanta convicção saberia se minha mãe tivesse voltado? E voltado de onde? E quem é Vickon?

Não tenho muito mais tempo para gastar com esses debates mentais, passos e... uma arma?
Correr já não parecia mais uma boa ideia, poderia ser facilmente mal interpretada e as coisas poderiam acabar muito mal.

Olharia rapidamente a minha volta a procura de algum lugar perto onde eu pudesse me esconder de forma segura, até que um dos dois verificasse e voltasse para dentro. E então sairia, de volta para casa.

Caso não tivesse nenhum lugar do tipo, ficaria parada e ergueria as mãos, como se me rendesse, quando me encontrassem.

O que você sabe sobre Leah? E de onde ela voltaria?  — mesmo com as mãos erguidas, diria firmemente como se não tivesse medo algum de quem aparecesse.

Se me perguntassem quem eu sou, se notassem alguma semelhança entre mim e minha mãe ou se ficassem em silêncio, diria: — Leah é minha mãe. E vocês parecem saber onde ela foi.

Se o ambiente se tornasse mais hostil, abaixaria as mãos, e falaria gesticulando como se pedisse calma: — Olha eu não sei o que vocês são ou o que fazem aqui — tentaria dar uma olhada para dentro do lugar — mas eu não sou minha mãe, você não é a sua né, como podem ver... Então... Acho melhor eu ir indo, foi tudo um mal entendido... Nada demais, nem vi nada... — me afastaria devagar com cautela andando de costas enquanto falava, me viraria para ir embora sem olhar para trás.

Mantendo o clima mais pacífico, se não respondessem minhas perguntas, eu insistiria: — É minha mãe. Eu tenho direito de saber seja lá o que vocês sabem — continuaria até que me falassem algo, e cruzaria os braços.

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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptySex 03 Jan 2020, 22:03

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Violet se encontrada em um corredor que continha apenas paredes e nada mais. Sem lugar para se esconder, levantou as mãos e esperou pelo inevitável. Da porta rompeu duas pessoas, uma loira armada com um rifle, pronta para atirar, e, mais atrás, um garoto. Ou seria uma garota? Bem magro (a?) e aparentemente desarmado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Leah… ? — A loira estava embasbacada, inclusive baixando a ponta do seu rifle. O garoto-ota abriu um largo sorriso, olhando para a loira e apontando para a ruiva. — Viu, viu? Eu disse!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O que você sabe sob—Ughg!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com um movimento rápido, quase imperceptível para Violet, a loira girou sua arma e acertou o queixo da ruiva com tanta força que, em um momento, ela olhava para a dupla do galpão e, no momento seguinte, olhava para o céu azulado com poucas nuvens. Sua visão escureceu e, ouvindo o grito de surpresa do garoto-ota, apagou de vez.

- x -

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Jamal experimentava uma sensação bem diferente da ruiva, sendo ensinado a fazer algo que amava e que muitos diriam ser impossível para ele, um cego. Horst soava extremamente animado, auxiliando o aprendiz quando necessário — Inclusive empurrando alguma ferramenta para mais próximo do seu alcance —, mas deixando-o por conta própria sempre que possível.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Horas se passaram, o suficiente para o Sol se mover de um lado do céu para o outro. Jamal empunhou sua recém forjada espada e Horst soltou uma alta gargalhada. — Para o seu primeiro trabalho, até que ficou… Aceitável! — O homenzarrão gargalhava novamente, dando um tapa no ceguinho que quase o derrubava. Ouvindo seu aprendiz, o ferreiro não demorava a responder: — É claro que você pode ficar com a espada! Quando tiver tempo, veja, ou melhor, sinta! Sinta cada detalhe, cada imperfeição, e melhore! — Diferentemente de Alfred, o ferreiro não parecia nem um pouco incomodado com a deficiência do negro. — No momento, você pode dormir no sofá da minha casa, Elain não deve se importar. — Indo para lá e para cá, o ferreiro voltava com algo e dava para o aprendiz. Após alguns segundos, reconheceria como pão. Um pão velho e duro. — Coma e, sim, você IRÁ me ajudar! HAHAHA!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto comia (ou não) o pão velho, o ferreiro voltava a derreter alguns metais e preparar o ambiente para as próximas forjas. — Vejamos… Ainda preciso fazer três espadas, um escudo, cinco lanças, oito pás, dois martelos e um balde. — Horst suspirava pesadamente. Mesmo o conhecendo a pouco, Jamal podia afirmar que ele adorava o seu trabalho. Mas aquela quantidade de encomendas não poderiam ser concluídas ainda naquele dia nem se houvessem três Horst's trabalhando ali!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bem, faremos o que der! Continuarei as espadas, já que só faltam três. Escolha algo e vá fazendo. Pergunte, se necessário, mas não espere uma resposta imediata. — Após alguns segundos, completou: — Trabalharemos até o anoitecer e depois iremos para casa. Um banho, uma refeição e depois um bom sono, pois amanhã teremos ainda mais para fazer!

- x -

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O primeiro sentido que a ruiva recuperou foi a audição. Um assobio próximo, uma música animada, embora num ritmo lento. Mais tênue, o som de algo raspando em algo. Um tecido? Limpando? Cheiro de mofo e ferrugem invadiu suas narinas e não demorou até recuperar a sua visão, embora ainda levemente embaçada. O assobio parou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ei, ei! Ela acordou!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passos ecoando pelo galpão. A cabeça da ruiva ainda estava pesada e sentia uma dor latente no seu queixo, local onde a loira pôs a mão para suspender o rosto da prisioneira e olhá-la nos olhos. — Quem é você?! — Bradou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Leah é minha mãe. E vocês parecem saber onde ela foi. — Embora tentasse soar confiante, sua voz rouca se expressava diferente. Mesmo assim, a loira voltava a demonstrar extrema surpresa, com sua expressão atual rivalizando com a anterior, ao vê-la pela primeira vez. O garoto-ota, se esticando para ver a ruiva por cima do ombro esquerdo da loira, fazia um 'O' com a boca, igualmente surpreso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A mulher se afastava, sem palavras, e Violet finalmente percebia estar amarrada em uma cadeira pelo quadril e pelo busto. Também haviam lhe amarrado os pulsos e as canelas. — Se ela é filha da Leah, então ela é confiável, né? — A loira não respondia, perdida em pensamentos. — Sou Edward, mas pode me chamar de Ed. E ela é Riza, mas pode a chamar de Haw— Um tapa silenciou o garoto, deixando-o com lágrimas nos olhos enquanto alisava a cabeça com ambas as mãos. — Riza malvada!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem dar a menor atenção ao garoto, a loira encarava Violet por alguns segundos antes de falar: — Vamos supor que seja verdade, que você seja realmente a filha dela.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Supôr? A cara de uma é o focinho da out— Outro tapa e mais alguns segundos de silêncio, enquanto o garoto alisava o outro lado da sua cabeça. Seu cabelo já completamente despenteado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se ela a escondeu de nós, porque eu deveria lhe contar algo? Se ela quis lhe proteger, embora eu não consiga acreditar que ela esconderia algo assim de mim, porque eu deveria ir contra a vontade da minha m- amiga?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Impassível, a loira olhava para Violet, esperando uma resposta. Ed, sentado em uma cadeira mais atrás, também esperava, observando com uma mão em cada lado da cabeça e seus desgrenhados cabelos ruivos-alaranjados apontando para todas as direções.

Legendas:
  • Vó, Gaia, Úrsula, Joy e irmãs Baron.
  • Alfred
  • Horst
  • Riza
  • Ed
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Espadas Simples de Cobre:
 

Riza:
 

Ed:
 

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MensagemAssunto: Re: Violet   Violet - Página 2 EmptyQui 16 Jan 2020, 21:44




O ofício que tratava de fabricar lâminas era duro como pudera imaginar. O calor da forja e o barulho que ecoava do metal em transformação haviam mascarado o passar do tempo. Focado no aprendizado, não me toquei que a noite se apresentava, até que pude ouvir o silêncio que a rua começava a oferecer.
E assim que senti que havia acabado de lixar a nova espada, os calos do ferreiro encontraram, mais uma vez, as minhas costas.

— Muito obrigado Sr. Horst! Amanhã de manhã irei me atentar mais ao meu trabalho! Já está de noite, não?! Assim dá tempo da lâmina esfriar e o aço se assentar, conforme o Sr. me explicou… — dizia enquanto manuseava a espada com delicadeza, àquela altura, ela já estava cumprindo seu propósito e podia machucar meu tutor — Muito obrigado, estou ansioso para conhecer Elain, imagino que tipo de pessoa interessante ela deva ser, assim como o senhor! — enquanto as próximas palavras tocando meus ouvidos, eu pegava o pão me oferecido e com a recém-fabricada espada, cortava-o em rodelas, para facilitar a minha mastigação. Um cego cortando um pão com uma espada, dentro de uma ferraria, o que poderia dar errado?

— Acho que eu começarei com uma das três espadas, o que acha? Assim te ajudarei a terminar logo essas últimas, além disso, acabei de fazer uma, seria bom para ajudar a fixar em minha cabeça, assim eu teria mais confiança em ir para o próximo artefato. Depois, começo a fazer as lanças e depois as pás!

Caso Horst discordasse de mim quanto a ajuda nas espadas, começaria direto com as lanças e depois iria para as pás.

O mais importante ali, para mim, era saber para onde iriam todos aqueles armamentos, talvez eles não fossem encomendas de um único local, pela variedade de finalidades dos pedidos. Marcos me contara que em todos os cantos haviam células revolucionárias. Eu sei que qualquer cidadão comum poderia encomendar uma arma para se proteger, mas a quantidade era chamativa. Poderia ser para qualquer um, mas poderia ser para àqueles que eu procurava.

— Sr. Horst, para quem são todos esses pedidos bélicos? Sempre ouvi de Toroa apenas relatos sobre seus belos campos floridos e sobre sua beleza natural, nunca sobre conflitos! — enquanto proferia as palavras, me colocava a postos e começava os procedimentos para a confecção dos itens pedidos.

Se o Mestre Ferreiro mostrasse ser bem receptivo com as minhas perguntas, continuaria até que elas cessassem ou que eu percebesse que a sua paciência estava se esgotando.

Se as armas não fossem destinadas a marinha, diria:
— E é comum pedidos volumosos dessa forma de organizações que não sejam a marinha?

— E aonde esses grupos costumam ficar, como eles buscam essas armas, isso não é… perigoso?

Com as perguntas feitas, continuaria a trabalhar conforme o ferreiro havia me ensinado e indicado, seguindo suas ordens e passos até a sua casa quando a hora chegasse e quando fosse apresentado a Elain, diria:

— Olá! É um prazer conhecer o(a) senhor(a)! — estendendo a mão e com um sorriso no rosto — Muito obrigado por me deixar ficar por aqui, prometo não causar muitos problemas, hehehe! — riria, sem jeito.










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