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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O vagabundo e o aleijado

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
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MensagemAssunto: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptyQua 31 Jul 2019, 15:29

Relembrando a primeira mensagem :

O vagabundo e o aleijado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mirutsu Haretsu e James "Jimmy" Fleetwood. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Tensei
Civil
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptyDom 05 Jan 2020, 12:08


Cremação
Imagine uma frase legal aqui





A conversa com Yumeko tomava um rumo agradável, ela parecia tão estranha quanto eu imaginei e isso era bom, pessoas normais não era boas. Além disso a informação sobre o motivo dela usar as roupas de marinheiro era boa e dei ombros -É tudo bem, você ficou bonita nelas mesmo. Só não gosto de marinheiros sabe ...- Enquanto falava puxava um grampo no pulso esquerdo com a mão direita -Mas acho que se fosse alguém como você, eu não ligaria de ver essa roupa todo dia.- Havia feito dois elogios em frases seguidas e não queria parecer que estava flertando com ela, apesar de no fundo estar. Então tentei esboçar um sorriso que não devia ficar muito bonito em um rosto queimado como o meu, mas faria do mesmo jeito. Enquanto eu falava com a loira as coisas ao nosso redor pareciam ter se acalmado e finalmente estaríamos livres daquela caverna de merda -É seu merda, será que se esqueceu do motivo de estar aqui? Do motivo de sair de casa? Seus objectivos são tão fracos assim a ponto de largar eles pra ficar com o primeiro rabo de saia que viu?!- A voz do subconsciente estava certa, eu não poderia esquecer de meus pais, esquecer de meu passado!

Então assim que ouvi a marinheira chefe gritando sobre um elevador voltei a mim -Então, vamos nos juntar aos outros? Quero sair dessa merda de gruta logo, acho que estou ficando caustofrobico.- Chamaria Yumeko e então iria tentar guardar bem meu livro recém adquirido e pegar minha foice longa, nunca soltando a mesma e tentaria caminhar na direção do elevador. No caminho a conversa com Mirustsu e seu novo amigo revelava nosso possível futuro, então era minha hora de me apresentar e dar minha opinião -Sou Tensei, e prefiro que me chamem de Tensei, é um prazer e valeu por ajudar.- Daria uma chance para que Yumeko se apresentasse também, e ela fazendo isso ou não eu voltaria a falar -Acho uma boa ir até as prosti..Gueixas, mas precisamos de dinheiro primeiro. Então a recompensa antes, certo?- Falaria e esperaria respostas do pequeno grupo, tentava segurar a foice com a mão direita e apoiar ela sobre o ombro -Além disso vamos chegar no bar com status de caçadores que mataram barnabé, vai ser foda...Ah, e Mirutsu a Yumeko quer vazar dessa ilha também, acho que ela pode nos ajudar.- Falaria minhas ultimas palavras e então esperaria alguma resposta.


   

« Algo Interessante »


   Nada acho.

Histórico:
 

Informação do personagem:
 

Objetivo:
 




© AnimaDaph
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Ghast
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Ghast

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptySab 11 Jan 2020, 03:00


Narração

Noite, chuva, 12 graus.
Localização: Shells Town - East Blue



O Vagabundo, o Psicopata e o outro Vagabundo

Mirutsu




Com a pergunta feita a Mirutsu respondida, Natasha fazia uma expressão de compreensão e levava os dedos ao queixo enquanto mantinha os olhos fechados

— Sabe, Miru-boy, você fez muito por hoje e, mesmo assim, ainda se preocupou em avisar para Michele que eu estava bem. Acho que já é hora de descansar —

Bem, era  certo que o jovem havia sido um herói hoje, mas também é certo que ele desgastou-se completamente, com fome, sede e sono, não há como simplesmente ficar contente, é hora de descansar. Mas antes, dê a césar o que é de césar, a capitã da Marinha anunciava que os elevadores estavam prontos, indicando que enfim já estava no tempo de sair dessa críptica gruta, ou seja, era hora de pegar a recompensa por Barnabé e o resto de seus ratos. Mirutsu então levantava às forças e — como já estava em pé — perguntava ao okama sobre a informação que ele ficou devendo

— No problem, dear! qualquer lugar da ilha pode ser um “aquele lugar”. Mas… se bem que… esquece isso! Fica realmente suspeito demais! Ainda mais com sua cara de menor infrator, deixa que eu me viro com isso, docinho —

Respondia Natasha enquanto mexias as mãos para cima e baixo indicando não se importar tanto com isso. Um pouco abatido, Mirutsu despedia-se dela e ia de encontro a tensei, mas antes, era respondido por Natasha um pouco surpresa

— No lar das queixas? Eu trabalho por lá, docinho. Amanhã eu passo lá e facilito as coisas pra vocês! —


Megalinho


Com o peitoral despido, Kid lançava sua excêntrica regata aos ombros e decidia esquecer um pouco dela por hora. Isso é, tentava esquecer, afinal, ele percebia que os olhar afiado de Mirustu e o ataques do recruta quanto à estampa da peça. Todavia, isso não abalava, para falar a verdade, deu até motivo para o ceifador lançasse alguns comentários ácidos para o ruivo em sua frente. Mesmo percebendo que não é um ato de esperteza criticar todo um órgão enquanto você está aos cuidados dele, Kid não conseguiu se conter

— Ei, ei, cara, fica tranquilo. O lance da camisa foi só uma brincadeira, foi mal se ela é tão especial assim. Não precisa atacar a firma toda, pô —

Dizia o ruivo enquanto fazia um sinal de afastamento com ambas as mãos. Mesmos que os comentários de Megalinho tenham sido consideravelmente ofensivos, o garoto pareceu levar na esportiva, algo não muito difícil de imaginar para ele, visto sua personalidade mais descontraída e leve. De qualquer jeito, ele enfim desculpava-se pelo que tinha dito, sendo respondido com desculpas também pela parte do marinheiro, aparentemente, ele realmente se sentiu culpado pelo lance da camisa.

Assim, Farway assimilava o que fazer agora, remediar sua camisa era realmente uma de suas maiores prioridades e, para isso, ele dirigia-se para os elevadores com seus companheiros de batalha. Todavia, antes disso dava um último aceno para as pessoas que havia salvado anteriormente, sendo recebido com sorrisos aconchegantes e algumas ovações por um grupo de crianças que estava lá.


Tensei


Admirado pelos maneirismos, pela aparência e — de modo geral —  pela garota a qual encontrou faz pouco, Tensei continuava a conversa. Dessa vez, lançava alguns flertes mais descarados para a loira, tendo seus efeitos evidentes na mudança de reação dela, que olhava para o lado e coçava sua bochecha direita ao responder o ceifador

— Err… O-Obrigada, eu acho —

Bem, de fato, ela corou mais uma vez, mas a olhadela dada para o lado foi acompanhado por um sorriso sem graça e acanhado. Tentando amenizar o clima, Tensei também sorria, o garoto não era muito acostumado a isso, mas mesmo assim o fazia. A cena de dois jovens sorrindo envergonhadamente em um quarto — talvez não pelos mesmos motivos — era surpreendentemente aconchegante depois de eventos tão complicados quanto o de hoje, mas não durou muito. Logo a capitã anunciava a o funcionamento dos elevadores, quebrando o — talvez — desconfortável e incerto, ou fofo e encantador clima. Aproveitando-se da deixa, Seijuro chamava Yumeko para sair dessa mórbida gruta. A garota logo concordava, mexendo a cabeça em confirmação e seguindo tensei até os elevadores, com seu manto e capuz já postos sob si.


Todos


Enfim, fora das tendas, era perceptível a todos que o fluxo de pessoas saindo não era lá muito grande, normalmente, um ou dois marinheiros apressados utilizavam o transporte sob ordens aparentemente. Quanto aos civis capturados, ninguém ia, seja para comer, repousar ou ser tratado, nenhum deles aparentava lá muita afobação para ir embora. Durante a caminhada para o elevador, Tensei, Megalinho, Mirutsu e Yumeko enfim encontravam-se e, para os que não se conheciam, as apresentações eram feitas. O vagabundo e o cicatrizado já se conheciam, então elas foram reservadas para Megalinho e Yumeko que mostrava no máximo “aturar” o resto dos rapazes. O interesse por eles não era muito aparentemente

— Eh? Ah, Yumeko, prazer —

Olhando para os lados, dizia a desinteressada loira a qualquer um que fosse cumprimentá-la.

O elevador era demorado, barulhento, tremia como se fosse despencar a qualquer momento, nem sequer haviam bordas para prevenir quedas, a base era apenas uma grande plataforma de madeira, entretanto… ele cumpriu seu dever, enfim levando a — um pouco modificada desde que chegou à gruta — excêntrica esquadra para as ruas de Shells Town. Após levantadas as sugestões e opiniões por parte de cada um, foi decidido que o primeiro destino era o Q.G da Marinha, estava mais que na hora de arranjar algum dinheiro. Apesar da fraca chuva que importunou um pouco durante o percurso, eles atravessavam as vazias vielas da cidade sem quaisquer problemas ou imprevistos, o conhecimento prévio da maioria do grupo quanto às ruas locais fez o trajeto ser rápido.

Antes que chegassem, a calada Yumeko levantava um ponto pertinente para o grupo

— Então… Err… Como vocês planejam pegar a recompensa? Digo, têm algo que prove que os piratas foram derrotados por vocês? —

Dizia ela enquanto caminhava com o corpo arqueado para a frente e as mãos voltadas para trás, ambas segurando-se uma na outra acima de seu quadril. Independente da resposta recebida, ela puxava duas grandes tiras de… couro de sua bolsa e continuava, dessa vez com um sorriso em seu rosto

— Bem, eu tenho isso aqui, acho que dá pro gasto, né? Pelo menos prova a identidade e o estado dos meus alvos —

Quem quer se questionasse como duas grandes tiras de couro provariam as mortes e tentasse acirrar os olhos para vencer a escuridão da noite e a turbidez da chuva poderia ver que aqueles objetos não eram bem o que pareciam. Na verdade, as tiras eram rostos, ao menos as camadas superficiais que cobriam a epiderme e uma parte da derme, no lugar dos olhos, nariz e boca havia apenas cavidades ocas que davam para o outro lado, Yumeko até brincava um pouco passando seu indicador por um desses buracos para quem se aproximasse a fim de visualizar a mórbida peça. Apesar da deformação dos rostos, estava claramente visível que um pertencia ao cozinheiro do bando, enquanto o outro era de um dos gêmeos

— Tá aí o questionamento, vocês tem alguma cabeça ou a assinatura de um superior pelo menos, né ? —

Talvez um pouco mais receoso, o grupo enfim chegava ao Q.G, não era bem o próprio Quartel General, esse ficava no topo da colina de Shells Town, não valia a pena subir até lá para pegar apenas algumas recompensas. Por isso, os jovens dirigiam-se até uma das “filiais”, centros um pouco menores, mas que ainda detinham certo poder para pequenas ações executivas. Passavam por algumas guardas, não muito interessados em seus trabalhos e iam sem problemas à construção. Entrando pela porta frontal, era possível ver uma sala branca com 4 sofás — 2 à direita, 2 à esquerda — 4 jarros de samambaia ao lado de cada móvel, 2 portas que davam para locais desconhecido e, enfim, o balcão de serviços. Lá, uma garota de cabelos azuis e roupas executivas cochilava acima da mesa, dando um ar deserto para o local.

Yumeko:
 
Michele:
 

Legenda:
 


Ferimentos:
 


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Mirutsu
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptySab 11 Jan 2020, 18:00




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 25




O grupo finalmente havia conseguido a chance de sair daquela gruta miserável, cheia de corpos mortos e sangue. Mirutsu tinha se despedido de Natasha, sem poder dar a informação que era pedida por Natasha. Seria óbvio demais, e claro, era possível que alguns dos marines pudessem identificar o rapaz que vivia vagabundeando pelas ruas de Shells Town, afinal Mirutsu passava a maior parte de seu tempo nas ruas e nada impedia que alguns marinheiros das patrulhas da cidade reconhecessem ele, caso estivessem nessa operação de resgate aos nobres que estão na gruta. Então se um vagabundo chega para uma nobre que foi sequestrada falando sobre ir se encontrar "naquele local", seria um tiro no pé para o vagabundo, ainda mais quando se tem uma cara de menor infrator. Pior ainda, já que Mirutsu já tinha os seus 19 anos e era considerado um adulto para a lei, apesar de não agir como tal. No entanto havia um lado bom (ou não), de sua conversa com a okama. A mesma afirmava que trabalhava no lar das queixas, onde ela poderia facilitar algumas coisas pro rapaz e sua gangue. Mas, por outro lado isso poderia sinalizar que o restante das queixas poderiam ser como a Natasha... o que fazia um calafrio subir a espinha de Mirutsu, fazendo-o suar frio.

"Não, não pode ser. Vou deixar pra pensar nisso depois que eu pegar a minha bolada no QG."- Mirutsu continuava o seu caminho até o elevador, claramente um pouco assustado com seus próprios pensamentos.

Mirutsu se apresentava de maneira cortês para a loira, que havia revelado seu nome, Yumeko. O salafrário conseguia perceber uma conexão de Tensei e Yumeko... apesar de não ser difícil de perceber tal sentimento, se olhado com calma. A garota não prestava muita atenção para Mirutsu e o ceifador com camisa de frango, mas, isso não incomodava o vagabundo. Psicopatas são o contrário do tipo de garota que Mirutsu gosta, então tava tudo tranquilo.

"O Tensei tá bem na fita com a loirinha então, acho que ele bateu na loteria. Ou não né. Bom, é verdade que ela até que é bonitinha... mas, em contraparte tem essa mente doidona aí. Eu não arriscaria ficar com uma mulher dessa não. Vai que ela passa a faca em você de noite enquanto tu tá dormindo. Bom, desejo o melhor para o casal e seja o que Deus quiser."- o ladino pensava, enquanto escutava e via a conversação de Tensei e Yumeko, os dois pombinhos apaixonados (pelo menos na cabeça de Mirutsu), que também eram igualmente doidos. Um casal perfeito.

- Então cê quer sair dessa ilha também, Yumeko? Por mim tudo bem, mas, o mais importante agora, é ver se conseguiremos pegar o navio de Barnabé só na godela.- o ladino respondia a pergunta de Tensei, enquanto coçava as laterais carecas de sua cabeça.

Subindo pelo elevador, o rapaz percebia a baixa segurança do mesmo, mas, pelo menos ele servia para fazer as coisas ou pessoas subirem. Talvez a Marinha de Shells Town não estivesse recebendo tanto investimento assim, fazendo-a ficar nesse estado de precariedade. Bom, ela levaria outra facada no seu cofre, já que o grupo seguia para recolher a sua recompensa. Deixando isso de lado, durante a subida, Mirutsu deu uma rápida olhadela para baixo foi inevitável pelo gatuno, que estava receoso com a subida.

"Quem cair daqui iria se desmontar igual um boneco. Ou virar uma papa de cor vermelha."- o rapaz fazia uma cara de nojo, ao imaginar ambas as cenas, por causa de sua imaginação bastante fértil.

Outra coisa que foi dita, foi o nome do ceifador com camisa de frango, onde o próprio revelava para o restante do grupo. Se chamava Kid Farway, mas, preferia que fosse chamado por um apelido esquisito que tinha, até mesmo parecendo se orgulhar dele. Bom, um rapaz que possui um estilo esquisito como Mirutsu não poderia julgar apenas um apelido estranho né? Bom, não era o que o gatuno achava.

"Megalinho? Que apelido mais sem sentido. Como esse homem aceitou ser chamado assim?"- Mirutsu fazia uma expressão confusa, olhando o homem que beirava quase 2 metros e era bastante pesado.

- Ótimo, agora que todos se conhecem, vamos ir até o QG, eu sei um caminho até lá.- Mirutsu colocava as mãos nos bolsos da sua calça, fazia uma expressão de maior interesse juntamente com um sorriso ganancioso, afinal ele estava indo pegar a sua grana tão desejada.

A chuva ainda continuava, mesmo que fraca e o ladino não se importava tanto com isso, afinal essa chuvinha poderia ajudar o mesmo a ficar um pouco mais acordado. Enquanto caminhavam, Yumeko dizia sobre a recompensa pelos piratas de Barnabé, e mostrava ao grupo algumas tiras de couro, que havia retirado dos capangas que foram abatidos por ela. Por fim ela questionava se tínhamos alguma coisa que comprovasse que tinha sido nós que tínhamos matado o Barnabé. Mirutsu olhava para a garota com uma expressão séria, afinal ela tinha uma certa razão.

"Porra, eu esqueci de pegar alguma coisa que pudesse usar como prova! Mas, o que merda eu poderia fazer? Arrancar uma orelha ou um dedo do infeliz do Barnabé? Isso é nojento pra caralho!"- O gatuno ficava apreensivo, mas, prosseguia seu caminho.

O grupo adentrava numa "filial" da marinha, mas, que deveria servir para o recolhimento de recompensa de piratas caçados. Mirutsu observava os arredores do estabelecimento, percebendo uma certa simplicidade, talvez por não ser o QG principal, mas, não se importava tanto com tal fato. No entanto, ficava um pouco irritado ao ver a mulher de cabelos azuis dormindo.

"A gente levando surra e ela aqui dormindo de boa. Se eu soubesse que ser marinheiro era desse jeito, eu tinha aceitado quando meu pai falou pra eu ir me alistar.- Mirutsu pensava, enquanto se aproximava da mesa.

- Boa noite, nós viemos recolher a recompensa de Barnabé e nos registrar como caçadores de recompensa.- O ladino aumentava a voz, esperando que a moça despertasse.

Caso a mulher ainda assim não despertasse, o rapaz tocaria o ombro da mesma com a mão e chacoalharia ela levemente.

- Ei, nós viemos pegar nossa recompensa!- diria enquanto chacoalharia a mulher.- A gente desmantelou a tripulação de Barnabé e viemos nos registar como caçadores de recompensa.- prosseguiria, até que a mesma acordasse.

Uma vez que a moça despertasse, o ladino cruzaria os braços, para passar um ar de seriedade maior.

- Infelizmente o Barnabé não saiu vivo no processo. Ah, infelizmente também não temos nada dele aqui, mas, você pode usar um daqueles caracóis estranhos, para se comunicar com a capitã que estava comandando a operação e confirmar com ela. É aquela senhora de cabelos grisalhos, ela que resgatou os nobres do local.- terminaria a explicação, esperando a resposta da mulher.



HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

OBJETIVOS:
 

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Última edição por Mirutsu em Seg 13 Jan 2020, 21:12, editado 4 vez(es)
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Megalinho
Caçador de Recompensas
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Megalinho

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptySab 11 Jan 2020, 19:46

ACEITAÇÃO-12

O dia exaustivo de Megalinho ainda não havia acabado. Mesmo saindo da gruta, ainda haviam coisas para se resolver, quanto ao corvo de três olhos: o Saque e divisão da recompensa. Kid acompanhava o estranho grupo em que havia se metido durante o combate, e, quanto mais aproximava-se destas pessoas, um fio de tensão espalhava-se por seu corpo.

*Hum... Mirutsu é meio estranho e avoado, mas parece que é o mais próximo de líder aqui... Ainda não troquei palavras com Tensei, mas duvido que seja tão problemático o quanto parece, agora, Yumeko... Essa mulher definitivamente tem sérios problemas!* -Kid pensava em formas de interagir de alguma forma com o grupo, de uma forma que não acabasse criando confusões. Para isso, a própria indagação de Yumeko, enquanto exibia seus espólios de guerra: dois pedaços de couro, que, na verdade eram os rostos daqueles que ela havia derrotado, Para provar seus feitos. Kid olhava a cena com um certo temor, mas, respondia a pergunta da garota sem desviar seu olhar da cena abominável: -tsc... Eu até tentei convencer algum marinheiro de me acompanhar até o local para servir de testemunha, mas o pica-pau da marinha falou que era só ir em qualquer lugar sob administração da marinha que seria possível receber a recompensa... -O ceifador, após responder a pergunta da garota, ajeitava sua foice no ombro, por cima da camisa também pendurada, e dizia: -Se bem que a Marinha consegue confirmar isso de qualquer modo, se não, trabalhar como caçador de recompensas seria estressante demais... -Kid, após algus momentos de silêncio, voltava a falar: -Se bem que é uma ideia e tanto marcar quem derrotamos... assim cada um ganha sua recompensa de acordo com os próprios combates... o problema é se algum azarado aqui tiver enfrentado alguém sem recompensa... ah, podemos conferir isso nos cartazes de procurado no próprio lugar que receberemos à recompensa...

Kid finalmente deixava o assunto da recompensa de lado, pois realmente acreditava que não seria necessário tanta burocracia para recebê-la, principalmente pela repercussão causada pelo sequestro da tal filha do banqueiro. Mesmo que duvidasses de nossos feitos, ainda era possível confirmar com a própria marinha.

Ainda durante a caminhada, Kid finalmente dirigia palavras diretamente para Tensei: -Vida difícil... e eu só queria roubar um barco e sair dessa ilha... Enfim, depois de usar, poderia me emprestar aquele livro que te deram lá na tenda? Quero ver se tem algo que possa ser útil pra aprender a costurar. Se bem que deve ser um livro de medicina ou algo do tipo, então qualquer coisa que envolva agulhas seja sobre suturar feridas. Mas não deve ser tão diferente assim... -Kid falava em um tom sério, apesar de suas palavras serem melhores em um discurso cômico. Megalinho tentava amenizar os efeitos de suas palavras com o método clássico. Não é "o que se diz", e sim "como se diz", a fim de evitar fazer que Tensei pensasse que estava tentando fazer chacota com sua aparência.

Independente da resposta de Tensei, Kid apenas diria: -ok... ah, foice maneira, se quiser um polimento na Lâmina, é só avisar. Geralmente eu cobraria, mas vocês me pouparam um trabalho e tanto derrotando os vigias na entrada da gruta... mas, vai ter que esperar eu montar meu equipamento pra manutenção, ou comprar o próprio pra eu fazer o serviço.

Megalinho detestava relações desnecessárias, contudo, foices são lâminas que devem ser apreciadas.

O ceifador mantinha-se calado pelo resto do caminho até um dos pontos de controle da Marinha. caso necessário, responderia perguntas feitas a ele.

Uma vez dentro do local, Mirutsu dirigia-se para falar com a atendente dorminhoca de cabelos azuis. Kid optaria por procurar algum lugar com cartazes de procurados, a fim de ver se reconhecia alguns deles entre os piratas do corvo de três olhos. Por sorte, Megalinho lembrava das feições daquele que havia derrotado, e de alguns outros que anteriormente havia visto. então, Caso achasse cartazes pela recepcão, bastava procurar o cartaz daquele que havia sido derrotado pelo próprio Megalinho, o qual sequer sabia o nome, o cartaz de Barnabé, que mesmo não tendo visto de perto, o nome bastava, o Cartaz que mais se assamelhassem com os rostos que Yumeko carrega, e, por fim, qualquer outro cartaz que mencionasse o corvo de três olhos em sua descrição. Por levaria estes cartazes até onde o grupo encontra-se e, separaria o cartaz de Santana do volume (caso estivesse lá), e leria-o, para descobrir o quão valioso tal homem era no bando ao qual pertencia.
Caso não encontrasse cartazes, iria até a recepção, daria um forte tapa na mesa, caso a moça ainda estivesse dormindo ou sonolenta (não seria feito caso já estivesse realmente acordada), e diria em um tom firme, mas o menos ameaçador possível: -poderia nos mostrar todos os cartazes do bando do corvo de três olhos, por gentileza, senhorita!


Histórico:
 

Objetivos:
 

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Legenda:
 



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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptySeg 13 Jan 2020, 20:42


Cremação
Imagine uma frase legal aqui






O momento com Yumeko foi constrangedor, mesmo após alguns minutos de conversa parecia que eu já conhecia aquela garota. Graças ao barulho do elevador aqueles segundos de sorrisos com cantos de boca foi quebrado, e finalmente depois de tanto sofrimento e tanto tempo naquela bosta de gruta poderíamos sair dali. Após chamar a loira e caminharmos na direção do tal elevador o momento de apresentações começou, primeiro Yumeko foi apresentada ao resto do grupo eu pude conhecer o tal Megalinho, um cabeludo que apesar de tudo parecia ser normal para os padrões do grupo encontrado ali. Quando o trambuco começou a subir o balançar do mesmo foi tanto que por alguns momentos tive um pouco de tontura -Já imaginou, morrer caindo de uma merda desta? - Enquanto subíamos e aquilo balançava megalinho puxou assunto comigo -Tudo bem, eu só preciso dar uma estudada antes. Sabe ainda não aprendi tudo que preciso sobre costura em pele.- Falava em tom descontraído, ao menos tentando parecer o mais possível.

Alguns momentos depois finalmente estávamos na cidade, parecia que dias haviam se passado desde o momento em que eu, Mirutsu e o travesti tínhamos pulado naquela gruta. -Finalmente, o bom e velho cheiro de merda dessa cidade!- Dizia ironicamente enquanto caminhava e olhava paro o céu, tentando identificar mais ou menos o horário. Depois no caminho mais algumas palavras foram ditas por megalinho, dessa vez sobre minha foice -É, tudo bem. Pode polir ela depois ... Eu acho.- Não era de muitas palavras, mas o fato do cara estar puxando assunto parecia legal, ao menos ele não era do tipo mudo e esquisito -É não precisamos de outra múmia quieta e neorotica no grupo.- -Fica quieto um pouco...- Falar consigo mesmo não era algo bom, principalmente em grupo mas as vezes se controlar não era meu forte. Só esperava não ser mal interpretado pelos outro do grupo.

Quando finalmente estávamos próximos a filia do Q.G Yumeko fez um pergunta que aparentemente pegou todos de surpresa. Nem mesmo Mirutsu que era o cérebro ao meu ver não teve resposta, e o fato da loira ter sido a única a se ligar nisso me fez a ver como ainda mais linda. Quando a garota sacou os dois pedaços de pele e relevou os rostos um "plac" tomou minha mente -Caralho, você é um génio lindo! Que tal a gente dar isso pro megalinho aprender a costurar?- A risada depois da frase revelava que após muitos anos eu havia encontrado alguém com uma cabeça boa como a minha. Independente de qualquer resposta eu entraria seguindo todos os outros, não tinha muito que falar mas tentaria olhar ao redor e me concentrar em todos os detalhes daquele local. Quando chegasse procuraria algum marinheiro que não fosse os que estivessem conversando com Megalinho e Mirutsu para me perguntar -Hey, vocês tem alguma biblioteca publica aqui? Quero um livro sobre historia dessa ilha, acho que um local publico como esse deve ter umas informações dessa...- Falaria e aguardaria uma reposta. Ficaria próximos aos outros para ouvir o valor que receberíamos, não queria ser roubado. Afinal mesmo achando a loira bonita e conhecendo Mirutsu por mais tempo não confiava em ninguém.

   

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   Nada acho.

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptyQua 15 Jan 2020, 03:34


Narração

Noite, chuva, 12 graus.
Localização: Shells Town - East Blue



O Vagabundo, o Psicopata e o outro Vagabundo

Todos



Dentro do Q.G, Mirustu tomava a iniciativa e chamava pela marinheira adormecida, mas, sem sucesso, terminava tendo que chacoalhá-la até que a mesma acordasse. Não demorou muito até que o fizesse, após 3 ou 4 empurrões dado pelo gatuno, a garota desadormecia e — com um longo e desavergonhado bocejo — finalmente falava

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— Nha, Nha, você diz o Corvo de três olhos? Sim, sim, as informações foram repassadas para mim, mas preciso confirmar que foram vocês, onde estão as provas? Nha, Nha —

Respondendo de forma calma e concisa, a marinheira — mesmo que indisposta — não mostrava qualquer indignação pela forma que era acordada, inclusive, a maneira breve e corriqueira na qual ela falava indicava um possível “costume” de ter que dar respostas assim. Antes que qualquer um da esquadra pudesse responder, Yumeko — ainda encapuzada — tomava a frente e colocava as duas faces decepadas sob a mesa da oficial, que olhava a loira de modo tedioso e indiferente

— Aqui! eu vou primeiro! —

Sem se aproximar muito das peças, a indisposta marinheira dava breves olhadas nelas enquanto puxava alguns cartazes de uma gaveta em sua mesa e fazia as comparações. Após algum tempo, ela guarda os posters e — de outra gaveta — puxava um envelope marrom

— Nha, Nha, você de novo ô do capuz? Nha, reclamar eu não posso, pelos menos tá poupando trabalho. Bem, tá aqui, as recompensas pelo Carniceiro branco e pelo gêmeo azul, 2.000.000 e 650.000 berries. Até a próxima —

— Até a próxima e boa noite, Lazuli! —

Tendo terminado seus negócios, a loira sentava-se no sofá e esperava pelo resto do grupo. Após isso, Mirutsu exclamava que não tinha como provar a morte de Barnabé, mas — sagazmente — indicava o uso dos Den Den Mushi para comunicação

— Nha, Nha, tá certo esperem um pouco —
Então, Lazuli puxava um grande caracol amarelo com conxa roxa na qual estava pintada o símbolo da marinha do canto de sua mesa e, lentamente, começava a girar uma roda de metal com marcações numéricas circulares em um aparelho nas costas da criatura

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— Nha, como era mesmo… Ah, lembrei —

Após questionar-se um pouco, a marinheira terminava o que parecia ser uma combinação e colocava nas orelhas o que parecia ser um fone de ouvido acoplado ao animal

— Nha, Nha, Capit- O que? D-Dormindo? N-Não, e-eu nunca faria isso em serviço. M-Minha voz de sono? E-Eu não sei do que está falan- o-ok, me desculpe, n-não se repetirá. Ah sim, 3 jovens vieram reclamar a recompensa do bando do corvo, um branquelo meio estranho com corte de tig- ah, é ele mesmo? Então eu posso repassar, né? Ok, Ok. Até mais —

Colocando novamente o fone em seu gancho, Lazulli empurrava o caracol novamente para o canto da mesa, abria a gaveta puxando alguns envelopes e falava, retornando ao tom puxado que denotava preguiça

— Nha, ossos dos ofícios. Bem, aqui estão as recompensas de qualquer forma, 9.800.000 de berries pelo corvo, 5.140.000 pelo Acorrentado e 650.000 pelo Gêmeo Vermelho. Isso é o que foi passado para mim, então provavelmente deve estar certo, Nha. A-Ah, antes que me esqueça, foi reportado que dois de nossos marinheiros foram mortos enquanto faziam uma investigação pela gruta, seus corpos foram desovados no corpo d’água que fica nela, mais um pouco e eles teriam passado-nos as informações sobre o bando de Barnabé. Vocês não teriam informações disso, teriam? —


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Ela finalizava falando de maneira séria, séria como os integrantes do grupo nunca haviam visto nestes poucos minutos que a conhecem.

Ademais, enquanto as negociações eram feitas, Megalinho procurava por alguns cartazes pelo local, mas nenhum estava expostos nas paredes, talvez como uma forma de manter o orgulho e a integridade da Marinha? De qualquer jeito, ele ia até Lazuli a fim de pedir pelos os quais pertenciam ao bando que caçou, mas quando chegou lá, a garota já estava falando ao Den Den Mushi. Quando ela terminava, já confirmava o transferimento do dinheiro para os membros do grupo enquanto puxava os cartazes do bando do Corvo de Três Olhos. Como pedido pelo ceifador, ela mostrava a recompensa de cada um dos piratas, logo pondo o pagamento sob a mesa nos três envelopes marrons.

Na medida que o resto de seus companheiros procurava meios para conseguir as recompensas pela caçada, Tensei — que pôde escutar toda a conversa com Lazuli —  chamava a atenção de um dos guardas internos próxima a porta da base e realizava algumas perguntas quanto uma possível biblioteca local. O homem logo respondia-o sem quaisquer problemas, mas também lançava uma perigosa pergunta ao jovem

— Na Alta Shells Town, ao lado da prefeitura, você pode encontrar uma biblioteca de Médio Porte que tem alguns livros locais e estrangeiros, não há nada de muito especial neles, mas deve responder sua pergunta. Aliás… essas cicatrizes… eu não te conheço, conheço?

Antes que pudesse responder, Yumeko chegava pelas costas de Tensei e cutucava-o, sussurrando em seus ouvidos um levantamento extremamente casual em meio a uma situação possivelmente tensa.

— Acho que não vai dar para o Megalinho treinar com o rosto do pessoal, a Lazuli teve que ficar com elas —

off:
 

Yumeko:
 
Michele:
 

Legenda:
 


Ferimentos:
 


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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptyQua 15 Jan 2020, 10:42




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 26




O gatuno esperava a confirmação das informações passadas para a garota da cabelos azuis impacientemente, enquanto batia o pé contra o chão. Não via a hora de passar a mão nos berries referentes as recompensa de Barnabé. Escutava a menina falando com o Den Den Mushi, mas tudo que Mirutsu ouvia era um "blah blah blah" interminável, como se fosse proposital para deixar o rapaz nervoso.

"Vai logo, rápido! Quero a minha grana para poder dar o fora daqui o mais rápido possível. Eu quero comer e tomar um banho, desgraça!"- o rapaz passava a mão na testa, como se estivesse a uma eternidade escutando uma metralhadora de "blah blah blah" saindo da boca da garota com cabelos azuis.

Yumeko pelo visto tinha uma vantagem, já que tinha as provas de que tinha matado alguns da tripulação de Barnabé, logo a loira recebia a recompensa pelos caras que ela tinha escalpelado, para poder utilizar as peles como prova. Realmente fazer algumas coisas nojentas de vez em quando, poderia lhe render  a recompensa de forma mais rápida, mas, Mirutsu não tinha a mínima vontade de fazer dessa maneira que Yumeko tinha feito, refletindo um pouco como poderia fazer para provar que tinha derrotado o Corvo.

"Eu poderia simplesmente trazer algum item que fosse dele, algo que representasse que eu havia o matado... a bandeira de seu navio, talvez?"- o rapaz levava a mão ao queixo, pensativo.

Mirutsu tinha pedido para Lazuli utilizar de um Den Den Mushi, que era o caracol estranho que ele tinha mencionado antes, um objeto extremamente útil para comunicação. Poderia vir a ser útil para o grupo que havia se formado ter um desse em mãos. Por exemplo, em uma operação que necessitasse de se separarem, manter a comunicação utilizando desses bichos seria ótimo. Bom, a única coisa que Mirutsu poderia ficar receoso ao comprar um desses, com certeza seria o seu preço, já que o gatuno nunca antes tivera ninguém para se comunicar utilizando de um Den Den Mushi, não se tinha motivo para pesquisar o preço de um desses.

"Esses bichos são uma mão na roda para algumas situações. Depois eu posso combinar com o resto dos caras, para cada um comprar um desse."- o ladino pensava, olhando para o restante do grupo.

Lazuli então colocava os envelopes com as recompensas pelos piratas em cima da mesa, fazendo Mirutsu abrir um sorriso de orelha a orelha. O rapaz ia até a mesa e pegava o envelope referente a recompensa de Barnabé, levantando-o com a mão, logo após virando-se, para olhar em direção a Tensei, balançando tal envelope de um lado para o outro.

- Esse daqui é o da gente, Tensei.- o rapaz gargalharia, se antes não tivesse escutado as palavras seguintes que foram proferidas por Lazuli, a respeito da morte de dois marinheiros. Suor frio começava a escorrer da testa de Mirutsu e seu coração acelerava, ao lembrar do que fizera anteriormente.

"Merda, aqueles caras realmente eram marinheiros? Mas, o que porra eles iriam fazer contra Barnabé? Se eles apanharam para a gente, imagina para Barnabé. Eles iriam morrer! Não era pra ter sido dessa maneira... foi tudo um mal entendido.- o rapaz franzia o cenho, como se estivesse sentindo alguma dor.

Assim como Tensei e Mirutsu juntos tinham terminado a carreira de pirataria de Barnabé, do mesmo jeito haviam tirado a vida de dois marinheiros inocentes. Mirutsu poderia ter várias qualidades negativas, mas, nunca ele mataria dois inocentes daquele jeito. Aqueles marinheiros poderiam ter filhos, amigos e pessoas com quem eles queriam proteger, se arriscando para garantir a segurança de Shells Town indo contra a tripulação de Barnabé. Mirutsu tinha noção disso, por isso ele se sentia culpado por toda a situação que ocorrera.

- Nós não temos nenhuma informação não.- O vagabundo respondia por si e por Tensei, sentindo-se incomodado pela primeira vez na sua vida ao dizer uma mentira.

Mirutsu guardava o envelope em seu bolso direito, olhando novamente para Tensei, fazendo um sinal com a mão, um movimento circular rápido com o dedo indicador, como se indicasse que trataria sobre a divisão da recompensa após saírem do QG.

Então, o ladino se aproximava do restante do grupo, cruzando os braços, enquanto mantinha uma expressão séria e pesada, algo dificilmente visto no semblante debochado e descontraído do gatuno.

- Então, vamos até o Lar das Queixas agora? Posso aproveitar para descansar um pouco...- o rapaz dizia como se estivesse bastante cansado.

Após isso, Mirutsu esperaria o restante do grupo terminar o que tinha para fazer ainda no QG, sentado no sofá, claro, sem se aproximar muito de Yumeko, de preferência na outra ponta. Continuaria pensativo, até alguém lhe chamar a atenção, onde se levantaria e seguiria para fora do QG, se fosse o caso de todos terem terminado o que tinham de fazer pelo QG.

Após isso, o ladino ficaria calado, outra atitude realmente destoante de como Mirutsu realmente é, onde se manteria apenas guiando o grupo até o Lar da Queixas, pois, provavelmente conheceria a localização do estabelecimento.

Se na caminhada, o rapaz acha-se alguma lata de lixo, o mesmo pegaria a medalha da marinha que tinha guardado após a luta contra os dois marinheiros, e jogaria a mesma lá na lata, logo após colocando a suas mãos novamente dentro do bolso.

"Merda."- o rapaz pensaria, com tristeza, após realizar tal ato, mas, prosseguiria seu caminho.



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Última edição por Mirutsu em Qua 12 Fev 2020, 23:54, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptyQua 15 Jan 2020, 15:29

ACEITAÇÃO-13



Pouco antes da chegada ao local de recebimento, um comentário de tensei sobre os rostos de yumeko servirem de teste para costura eram ouvidos, e, Kid logo os respondia: -Boa ideia... aí eu faço uma máscara pra você cobrir essa sua ca- -Kid cobria sua boca com as duas mãos, e, logo voltava a falar: -Por isso prefiro ficar calado... Desculpe! -Deixando as conversas de lado, finalmente haviam chegado a um ponto da marinha.

Kid sentia um alívio absurdo ao ter o pagamento pela derrocada de Santana em cima do balcão de atendimento, enquanto ouvia sobre sua recompensa. -Ah... cinco milhões e cento e quarenta mil... Pelo jeito, dei sorte! -Disse Farway para a atendente, e, logo continuava: -Bem... caso ainda exista alguma dúvida, essa ferida no peito foi feita pelo cara das correntes, e o ferimento de tiro debaixo dessas faixas também. Então, espero que essa relação de colaboração com a Marinha seja duradoura! Após trocar suas palavras, Kid pegava o envelope referente ao pagamento de Santana, contava as cédulas presentes nele, e, separava 1.500.000 do montante, antes guardar o envelope no bolso, já o dinheiro em mãos, ele colocava no outro bolso. Assim que Kid virava as costas, ele logo virava novamente para e via um envelope ainda na mesa, referente a derrota de um dos gêmeos, e, diria: -Ei, Mirutsu... aquele seu colega travestido derrotou um também, não foi? Já que ele não está aqui... -O ceifador pegava o ultimo envelope na mesa, e colocava na mão de Mirutsu, depois acenava para a atendente de cabelos azuis e diria: -Desculpe atrapalhar seu descanso, mas, "ossos do ofício"...

Quando Megalinho já estava pronto para sair daquele local, Lazulli fazia uma pergunta sobre dois marinheiros que haviam sido mortos no local e foram jogados no mar. Neste momento, Kid, neste momento, lembrava da cena que havia visto na entrada da gruta, e de seus comentários anteriores, sobre Mirutsu e Tensei terem derrotados os vigias da gruta, e lembrava que não havia visto marinheiro algum na gruta, com exceção de Yumeko fantasiada, e, ao ligar os pontos, pensava: *M-merda...  não acredito que esses malucos fizeram isso! Por um momento, Kid franzia sua sobrancelha esquerda, e respondia para Lazulli: -Sinto muito, queria ter informações sobre isso, mas o melhor que pudemos oferecer foi vingá-los! -Kid falava em voz baixa, mas firme, para demonstrar peso com a morte dos homens, não que ele se importasse com isso.

O que mais impressionava na situação era a mudança de atitude de Lazulli ao tocar nesse assunto, o que fazia com que Kid olhasse para a jovem novamente, percebendo a seriedade da situação. Por isso, dirigiria a palavra a Lazulli uma ultima vez: -Parece que você é do tipo que faz um bom trabalho, mesmo sendo meio lenta... Se nos esbarrarmos em algum lugar deste vasto mundo, espero trabalharmos juntos de novo! -Diria Megalinho, antes de recostar-se na parede da entrada do local, e ajeitava sua camisa no ombro esquerdo, e colocava a foice novamente por cima da mesma, para esperar o grupo terminar suas atividades no local antes de irem embora.

Uma vez que o grupo partisse com suas recompensas em mãos, Kid diria para o grupo: -Parece que, por enquanto, estaremos trabalhando juntos. Não que eu me importe com que morre ou deixa de morrer, mas vamos torcer para que tenha alguma foice e adagas sujas de sangue lá na gruta para a culpa da morte dos marinheiros não cheguem em vocês... isso acabaria me envolvendo também! -Após seu pequeno discurso, Kid seguiria calado até o próxima, e talves ultima parada dentre desta ilha: a área das geixas!
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Objetivos:
 

Piu!?:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptyQua 15 Jan 2020, 20:05


Cremação
Imagine uma frase legal aqui






O comentário de Megalinho foi interrompido por ele mesmo antes de ser terminado, com toda certeza seria uma merda e por alguns segundos pensei em responde-lo mas ... Não. Depois de entrar no pequeno QG e o pequeno grupo ir todo junto na direção da balconista perguntar pelas recompensas eu me afastei para falar com um dos outros marinheiros ali sobre uma possível biblioteca, mas permaneci atento a todo conversa do grupo. A marinheira de cabelos azuis e sonolenta teve que ser acordada por Mirutsu antes de começar a trabalhar mas finalmente começou a questionar sobre oque faziamos ali. Após alguns questionamentos a única com alguma prova de ter matado membros do bando era Yumeko, e parecia que não era a primeira vez que ela fazia aquilo, então depois dela trocar os rostos por dinheiro a loira se sentou em um sofá no canto. Quando a mulher perguntou sobre provas de que haviamos matado Barnabé foi que a imagem dele veio em minha mente, a imagem daquele homem todo cortado e sangrando mas com um sorriso no rosto e que só não me matou por sorte -Se ele tivesse acertado seu coração você estaria morto. Como um lixo como você tem tanta sorte? Você devia morrer!- Era verdade, eu deveria estar morto e não aquele homem que estava acostumado com as batalhas e lutas de verdade, eu deveria ter morrido naquele barco e ido para o inferno em encontrar com minha mãe e meu pai, queimar com ele por toda eternidade!

Minha mão esquerda foi sozinha até um grampo localizado abaixo de meu olho do mesmo lado do corpo e o puxou com força, retirando o grampo e fazendo um pequeno filete de sangue escorrer como uma lágrima vermelha. Essa pequena dor me fez despertar do pequeno pesadelo interno e quando em dei por mim a garota de cabelo azul já desligava o telefone caracol e entregava alguns envelopes para Mirutsu. Este então me fazia um sinal para irmos embora, no entanto antes disso me voltei para outro marinheiro e perguntei sobre uma biblioteca e obtive uma resposta nem um pouco legal que me fez fechar a cara, nesse momento eu já havia esquecido da lágrima vermelha em minha face. Já ia me virando sem dar nenhuma resposta ao homem quando ele fez uma pergunta, e por alguns segundos pensei. Eu não me lembrava realmente dele, não de verdade e por isso fui sincero ao responder -Não sei, não lembro de todo mundo que vejo. Mais meu rosto é fácil de lembrar, pode ser que já me viu na rua, moro nessa ilha desde que nasci.- A resposta saia de forma natural e eu tentaria sair do local na direção da porta, quando a cabelos azuis fez outra pergunta mas dessa vez eu sabia a resposta, e não era nada boa. Pude notar que Mirutsu estava desconfortável e se eu podia os outros também, então esperei ele e Megalinho falar para dar minha resposta -Barnabé era um psicopata, ele lutava bem mas era um assassino. Se seus amigos estavam tentando enganar ele não vejo como poderia acabar bem, sinto muito mais não sabemos de nada.- Tentaria desviar a atenção de nós para o homem morto que não poderia se defender e então tentaria caminhar para fora daquele local. Caminhando na direção do bar das gueixas, agora mais do que nunca precisava mudar o assunto da cabeça. Seguria Mirutsu já que era ele que mais conhecia a cidade.

   

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptySab 18 Jan 2020, 18:28


Narração

Madrugada, Céu nublado, 14 graus.
Localização: Yotsuba Island - East Blue



O Vagabundo, o Psicopata e o outro Vagabundo

Todos



Após ter ouvido a pergunta do marinheiro, Seijuro dava sua resposta sem quaisquer problemas, não mostrando hesitação ou preocupação, mesmo com seu passado conturbado, o jovem não era procurado nem e carregava uma recompensa por sua cabeça, então achar que essa situação era séria seria simplesmente pensar demais. De qualquer jeito, o sujeito com qual falava logo respondia-o, coçando seu queixo e colocando uma expressão de confusão

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— É, faz sentido, não seria lá muito fácil esquecer de seu rosto, e também… faz tanto tempo... é, acho que estou imaginando coisas. Bem, boa sorte na biblioteca —

Voltando para sua guarda, o rapaz perdia qualquer atenção que ainda pudesse ter em relação a Tensei, esse que, por sua vez, finalmente ia até a saída.

Partindo ao que interessa, enfim com o tão suado dinheiro em mãos, o grupo podia dizer, de uma vez por todas, que a saga contra Barnabé chegava ao seu fim. Quase como se fosse livrado de um grande fardo, Megalinho aliviava-se ao ver sua percentagem da caçada, verbalizando o copioso valor que recebia e soltando um — surpreendentemente amigável — comentário para Lazuli

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— Nha, espero que não fiquem cicatrizes, se ficar nem liga, é legal. De qualquer forma, agradecemos pelo serviço de vocês, era uma situação complicada nha, nha—

disse a garota com a visão cerrada de sono enquanto olhava para as feridas no peitoral de Kid por alguns segundos, suas reações eram lentas, por isso, não percebeu que os próprios olhos miravam aquela região por um tempo constrangedoramente maior que o necessário. Mas logo ela notava isso, não demonstrando outra reação além de uma casual desviada de olhar para o rosto do rapaz em conjunto com a formação de um amistoso e leve sorriso em seu rosto.

Farway então tomava ambos os envelopes restantes em mãos — separando certa quantia para futuros usos — e dava o segundo para o gatuno, visto que tratava-se da parte do garoto derrotado por Natasha. Assim, ele despedia-se de Lazuli e caminhava até a saída

Outrossim, Mirutsu balouçava o envelope referente ao pagamento para Tensei, indicando que a transição havia sido realizada. Era totalmente compreensível que o gatuno estivesse em um estado de êxtase por — talvez pela primeira vez em bom tempo — ter seu árduo trabalho recompensado de maneira tão farta. Tamanha era sua alegria que uma gargalhada quase escapava de sua boca ao anunciar o contracheque ao seu companheiro, todavia, antes mesmo que o ruidoso som das risadas atravessasse sua úvula, uma pergunta era lançada ao salafrário, fazendo um gélido arrepio percorrer todo sua espinha e, portanto, congelá-lo, calando sua boca.

Com o questionamento feito, até Kid e Tensei paravam e retornavam ao balcão. A primeira resposta era dada pelo gatuno, que ,de imediato, afirmava não ter nenhuma informação do caso. Seijuro também dava uma resposta direta, remarcando a periculosidade de Barnabé e poupando-se de demais explicações. Megalinho no entanto, elaborava um pouco mais o que dizia, até mesmo desculpando-se por não ser de muito uso no caso e soltando palavras altruístas quanto a uma “vingança” — ainda que essa fosse inexistente —  para Lazuli. Tamanha foi a preocupação do ceifador com a súbita mudança de expressão e a seriedade da marinheira que ele ainda soltava mais algumas palavras para a garota, que já estava totalmente acordada, fazendo de seus estonteantes olhos azuis mais perceptíveis.

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— Huh? Obrigada, mas cuidado com o que diz e quando diz, me senti bajulada por um criminoso tentando limpar sua barra... tô zoando Nha —

Dizia Lazuli mais séria, mas logo soltando alguns risos ao pregar uma peça em Kid. De qualquer modo — após um mal-humorado e cansado suspiro de olhos fechados— ela continuava

— Nha, até qualquer outro dia, o registro de caçador de todos está feito, acho que é isso apenas, não é? De qualquer jeito, sempre pego o turno da noite, podem passar por aqui se arrumarem informações, até mais, Nha —


Reunindo os cartazes em um único bolo, Lazuli rasgava-os ao meio e lançava os restos em uma lixeira próxima a sua mesa, anunciando o fim da problemática de Barnabé de uma vez por todas.

Dessarte, a esquadra partia para o segundo ponto importante de sua jornada: o Lar das Queixas. Novamente guiados por Mirutsu, o grupo permanecia calado na maior parte do tempo, apenas Megalinho soltava algumas palavras, exclamando sua preocupação quanto ao caso dos marinheiros. Um pouco antes de chegarem, Mirustu colocava a medalha da pessoa a qual tinha assassinado em uma lata de lixo qualquer, um tratamento não muito adequado aos mortos, mas talvez necessário para lavar a consciência do rapaz, ainda que ele sempre vá carregar o sangue daqueles dois em suas mãos.

Em vinte minutos a chegada de todos ao Lar da Queixas era acompanhada pela estiagem da chuva — não que fosse de muito uso agora, todos já estavam literalmente encharcados — restando apenas alguns passos para entrar no estabelecimento.

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Pelo que podia ser notado de onde estavam, o Lar das Queixas era uma taverna e estalagem com a estrutura de — literalmente — uma mansão, a área coberta pela Imperiosa instalação era colossal, fazendo jus à grandeza das festas que lá ocorrem. Tamanho são os detalhes de uma casa deste porte que nem sequer valem o esforço de serem citados, é como contentar-se por pegar 100 grãos de areia em uma praia de bilhões. Ademais —  além do habitual de uma mansão — o lugar tinha uma decoração carnavalesca, ostentando faixas e estandartes roxos, azuis e brancos por todo o seguimento da propriedade. Também podia ser visto — e ouvido — confetes jogados e sendo estourados por lá, seja na entrada, pelos jardins ou no — ainda oculto por uma grande porta dupla de carvalho — no espaço interno. Uma última característica incomum era notada, todas as pessoas — inclusive alguns dos seguranças que faziam a ronda e guardavam o local — eram vistos vestindo máscaras de carnaval pelo rosto em conjunto com ternos caros ou vestidos finos, era claro que um evento de grande porte ocorria por lá. Tudo isso era notado por Mirutsu, Tensei e Megalinho, mas eles ainda estavam do lado de fora e, por conta de um alto muro brancos, só conseguiam ver algumas partes da residência e algumas pessoas que saíam sempre às gargalhadas de lá. Para finalizar, do portão que estavam, apenas dois homens de terno preto — também com máscaras de carnaval — eram vistos fazendo a vigia e controlando a entrada e saída de pessoas, vez ou outra eles eram vistos falando com quem entrava e saia, mas sempre mantendo a atenção e a seriedade. Em uma dessas situações, foi possível escutar alguma pergunta referente ao valor do ingresso na festa, tendo como resposta 250.000 mil berries. Contudo, isso não era referente ao valor do descanso na estalagem, esse ainda era incerto.



Yumeko:
 
Michele:
 

Legenda:
 


Ferimentos:
 


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Mirutsu
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 9 EmptyDom 19 Jan 2020, 23:46




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 27




Antes de partir para o Lar das Queixas, Mirutsu esquecia de recolher a outra recompensa, referente ao capanga de Barnabé que Natasha havia derrotado. Talvez fosse a euforia de pegar a recompensa do Corvo, que era a maior de todas dali ou o choque que recebeu que ao descobrir que realmente eram marinheiros os homens que ele e Tensei haviam matado. Mesmo que o gatuno no momento não tivesse dado o golpe fatal, como uma forma de livrar sua culpa, sua consciência pesava ao relembrar da sua participação daquele ato, então, o rapaz não ficava de consciência tão limpa quanto pensava. Megalinho entregava o envelope para Mirutsu, enquanto o mesmo estava no sofá, parado enquanto pensava sobre o assunto. Quando o ceifador chegou para falar com ele, o rapaz respondeu a ele quase como se um transe tivesse sido desfeito, enquanto se perdia em seus pensamentos.

- Ah, valeu, Kid.- o rapaz estendia a mão e pegava a recompensa, guardando-a sem muito interesse em seu conteúdo, algo totalmente fora do normalidade de como  Mirutsu age. Realmente o gatuno se sentia afetado.

O grupo então avançava para o Lar das Queixas, local onde Mirutsu conhecia e por isso servia como guia para o local, sem dizer muita coisa. Jogara a medalha do marinheiro na lata de lixo, não conseguindo manter aquela coisa perto de si, como algo que lembrava de seus atos. Mirutsu até poderia superar a morte de um psicopata assassino de forma mais tranquila, mas, a de dois marinheiros seria um pouco mais difícil para o gatuno. Por isso, o rapaz se deixava ser banhado pela chuva mesmo que ficasse cada vez mais fraca, como se as gotas vindas do céu limpassem o seu corpo, ainda que não alcançassem a sua alma. Mantinha então o semblante sério e apreensivo o tempo todo durante a caminhada, onde também preferia seguir um pouco mais a frente do restante do grupo, procurando ficar um pouco mais sozinho durante o trajeto e quando Megalinho falou sobre o assunto, o vagabundo nada disse, ainda que por dentro ele se remoía com as palavras de Kid; afinal, ele estava certo.

"Tinha que logo ser você a falar disso..."- o rapaz se sentia incomodado, afinal Kid havia sido escolhido por Mirutsu como se fosse um tipo de rival, logo não curtia muito a ideia do mesmo estar correto na situação.

Ao chegar na frente do Lar das Queixas, o gatuno parava para perceber todo aquele ar de folia e a estrutura do local em geral. Nunca tinha parado muito para observar a estrutura e nunca tivera tanto dinheiro para poder gastar naquele local... bom, pelo menos não até agora, afinal, esse era o ponto em sua vida onde está mais rico do que nunca estivera antes. O lar, que na verdade poderia ser tranquilamente chamado de Mansão das Gueixas, era obviamente uma mansão enorme, totalmente coberta e bem-estruturada. Com aquela enorme estrutura, o Lar conseguia fazer festas enormes e bastantes conhecidas pelos moradores de Shells Town. Haviam diversos estandartes pelo local, das mais diversas cores, como por exemplo o roxo, azul e o branco, que dava o local o aspecto mais vivo e animado, juntamente de sons de confetes estourando pelos jardins da mansão ou dentro mesmo do Lar. Os frequentadores e trabalhadores do local pareciam estar em clima de festa, ao passo que ambos vestiam mascaras e vestidos finos, algo totalmente destoante de Mirutsu que vinha sem sua camisa, utilizando faixas brancas devido o seus ferimentos no lugar, que também tinham manchas de sangue. A farra parecia estar boa, já que todo mundo que saía parecia alegre e sempre gargalhante, diferente do clima pesado que a esquadra havia trazido consigo do QG da Marinha.

"Talvez esse povo não olhe a gente com bons olhos, afinal, a gente tá vindo tudo fodido de uma luta."- o rapaz dava uma rápida olhada para o seu próprio estado e do restante do grupo.

Mirutsu escutava de alguém sobre o preço da entrada na festa, mas, com o rapaz fisicamente cansado e mentalmente abalado, não se tinha muito interesse em festejar. Apesar que uma bebida alcoólica poderia ser bom para ele deixar de lado o que ele tinha feito naquela gruta e tentar prosseguir.

- Vamos lá. Eu irei apenas pedir o preço da estalagem, não tô muito afim de festejar nesse momento. Quero tomar um banho e comer alguma coisa e logo após me deitar. Tô ficando agoniado já com essa sujeira em meu corpo.- Mirutsu dizia para o restante do grupo, acenando com a cabeça em direção aos seguranças que faziam a guarda de onde o pessoal saía e entrava, fazendo um semblante de tédio.- Mas, se vocês quiserem aproveitar, não tem problema. Lembrem-se que amanhã a gente terá que dar um jeito ainda de tirar aquele barco do Barnabé para poder dar o fora daqui, não quero que ninguém esteja caindo pelas tabelas quando a gente for viajar não hein.- o rapaz dizia, com sua toxidade habitual.- Tensei, pegue a sua parte da recompensa de Barnabé.- Mirutsu estendia a mão retirando o dinheiro no equivalente a 4.900.000 de berries e entregava para o ceifador, colocando o restante, que era sua parte, de volta ao bolso.

Mirutsu virava-se então e prosseguia em direção dos seguranças, levando as mãos aos bolsos enquanto caminha, como habitual de seu costume.

- Boa noite. Vejo que tá tendo uma festa e tanto aqui. O que tá acontecendo? Enfim, eu queria saber quanto custa a hospedagem aqui e o que ela acompanha. Por exemplo, algum tipo de comida, banheiro e coisas assim.- Mirutsu dizia, levantando as mãos do bolso, puxando os seus berries, ainda que com um rosto aborrecido por ter que livrar uma parte deles tão rapidamente.

Ao fim da resposta dos seguranças, o rapaz pagaria o valor referido pelos mesmos, ainda que de mau grado. Ele não estava com muita vontade de pechinchar nesse momento, queria apenas um banho relaxante e uma cama gostosa para se deitar e dormir um pouco, para se preparar finalmente pro dia que iria embora de Shells Town, que foi adiado um pouco devido a caçada toda que teve contra Barnabé.


Após pagar, o rapaz buscaria comida e bebida, para se alimentar na estalagem ou se fosse melhor, primeiramente iria atrás de um banheiro para se banhar, limpando-se antes de partir para onde tivesse comida.



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Última edição por Mirutsu em Ter 03 Mar 2020, 01:15, editado 3 vez(es)
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