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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O vagabundo e o aleijado

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Azazel
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptyTer 03 Set 2019, 22:31



Narração
O Vagabundo e o Aleijado

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Aquela era, sem dúvidas, o maior teste de Mirutsu até então. Ele enfim havia descoberto informações suficientes sobre a bocória trupe pirata que buscava - os Corvos de Três Olhos. Enquanto Mirutsu se encarregava do brutamontes, Natasha volveria sua atenção para os capachos de Zeca, obstinada em derrotá-los. Mostrando-se uma exímia combatente, Natasha utilizava leques cortantes afiadíssimos para combatê-los. A situação aparentava estar sobre o controle da travesti, entretanto, Mirutsu não podia dizer o mesmo. Não ainda. O grandalhão era uma montanha de músculos intransponíveis, uma força incansável que aparentava não ceder de nenhuma maneira. Em resposta à isso, o universo encarregou-se por lhe dar um cérebro do tamanho de uma bolinha de gude. Vencê-lo em combate direto era quase impossível. A forma óbvia de derrotá-lo baseava-se em se utilizar a falta de inteligência do grandão contra ele próprio.

- Zeca vai esmagar o homenzinho abusado! - Anunciou o grandalhão, marchando até Mirutsu. O grandão brandiu seu "bastão" tentando alcançar o gatuno, mas não foi rápido o suficiente. O ataque desferido ao vácuo não pegou em Mirutsu por questão de centímetros. Devido o golpe, o bastão chocou-se contra o assoalho de madeira que racharia ainda mais com o impacto. Zeca bufava de raiva com o seu erro, ziguezagueando suas íris furiosas até encontrar o noviço. Na área da mesa destruída, Mirutsu encontrava poucos pratos bons o suficiente para serem lançados, mas era o suficiente para efetuar sua estratégia. O primeiro lance, acertou a nuca do balofo em cheio, estilhaçando-se em vários fragmentos. No entanto, não aparentou surgir muito efeito, exceto por deixar Zeca ainda mais furioso.

- HOMENZINHO CHATO! - Berrou Zeca, em uma cólera notória. Em uma marcha célere em direção à Mirutsu, o grandão brandiu o seu enorme bastão de madeira, chocando-o contra o chão - fincando-o. O baque causaria um mínimo tremor no chão, mas era o suficiente para causar um desequilíbrio em Mirutsu que encontrava-se em um terreno instável - repleto de fragmentos da mesa e cadeiras que o grandão destruíra. - SIM, SIM! ZECA ARRANCAR PERNAS E BRAÇOS DO HOMENZINHO! ZECA VAI DEIXAR SÓ A CABEÇA! - Anunciou o energúmeno, aproveitando-se do desequilíbrio de Mirutsu para agarrá-lo. Zeca desarmaria Mirutsu, efetuando um rápido tapão na mão que este empunhava sua faca. Dando um soco na boca de seu estômago, o brutamontes derrubava o noviço no chão - em uma área adjacente à parede. O golpe havia sido duro, retirando o fôlego de Mirutsu e colocando-o em cheque. Quase desnorteado, não parecia haver muitas esperanças para Mirutsu. Colocando a cabeça a frente de seu corpo, Zeca raspava a sola de seu pé no chão, preparando-se para sua última investida - como um touro. Afinal, Zeca era conhecido como o Cabeça de Prego.


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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptyTer 03 Set 2019, 23:52




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 8

Mirutsu se remoía em dores, devido ao golpe do brutamontes. Sua barriga estava completamente dolorida, e o jovem um tanto desnorteado. Nunca tinha lutado com alguém nesse calibre, apesar de viver nas ruas de Shells Town. Naquele momento, o rapaz percebeu uma coisa.

"Será que dá pra derrubar esse cara de algum jeito?"- o rapaz pensa enquanto olha para o Cabeça de Prego, que estava preparando seu ataque contra ele.

Como se um choque de realidade, Mirutsu nota algo. Havia sim uma maneira de derrubar o grandalhão, ele só precisaria colocar seu plano em ação a partir daquele momento.

"O piso! A resposta é o piso! Do jeito que esse desgraçado danificou, dá pra fazer uma armadilha com o piso!"

Porém, antes de executar seu plano, Mirutsu tinha que se certificar que iria sobreviver primeiro. O ataque de Zeca provavelmente viria em linha reta, e pelo visto não iria parar até atingir algo. Por um lado, Mirutsu tinha sorte de ter uma parede próxima de onde ele foi derrubado, mas, por outro, o Zeca provavelmente nem iria sentir esse golpe. Mirutsu já testou a resistência da cabeça do pirata brutamontes, e aprendeu da pior maneira o porquê de seu apelido ser Zeca Cabeça de Prego.

Pra pôr seu plano em ação, Mirutsu primeiramente iria tentar se desviar do ataque de Zeca, fazendo um pulo com rolamento para o lado, para assim desviar do golpe de touro do pirata.


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Assim que desviasse do golpe do Zeca, Mirutsu correria para o lado oposto de onde estava, evitando o solo que foi afetado pela luta, e focando em desviar dos obstáculos que estavam em seu caminho. Imediatamente buscaria alguma arma, qualquer uma. Mirutsu tinha um conhecimento básico de como funciona a maioria das armas, então qualquer coisa seria útil na situação que se encontrava. Preferencialmente ele escolheria uma arma corpo a corpo ou de arremesso, com o que era mais familiarizado, principalmente facas. Ficaria com a armas em mãos e se prepararia para colocar seu plano em ação. Buscaria um ângulo de ataque de onde o grandalhão teria que andar em linha reta para alcança-lo. O objetivo era colocar entre o caminho dos dois a parte do piso que foi mais danificada pelos golpes do grandão. Claro que no caminho, Mirutsu evitaria passar perto da área, pois, tinha o risco que ele próprio pudesse cair, dependendo do quão danificado o chão estivesse. Mirutsu então se prepararia para as possibilidades que poderiam vir a acontecer.

Uma vez com o chão danificado entre os dois combatente, Mirutsu apontaria para o grandão e exclamaria:


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- Hey seu merda, venha aqui! Vamos terminar essa merda desse combate rápido!- Mirutsu tentaria provocar um ataque furioso do Zeca, para então atraí-lo para a sua armadilha.

Se a sua isca desse certo, Mirutsu esperaria que o grandalhão realmente viesse em direção de Mirutsu pelo chão rachado, onde provavelmente abriria um buraco e cairia. Mirutsu se distanciaria do local de onde o grandalhão cairia e voltaria a atenção para a okama que estava acompanhando ele.

- Só pra desencargo de consciência, a pessoa por quem eu estou lutando realmente é ela ou é que nem você?- o rapaz falaria para a Natasha, ainda com um tom de desgosto e nojo.

Caso o seu plano desse errado, e o grandão não caísse por conta de seu peso, Mirutsu logo se afastaria o máximo possível, utilizando seu corpo leve. Focaria em observar o terreno por onde passava, por estar cada vez mais obstruído por causa do combate. Como sempre tentaria manter uma distância considerável, e buscaria algum objeto para arremessar contra o grandalhão. Mas, o alvo dessa vez seria diferente. Devido ao corpo resistente do Zeca, Mirutsu buscaria atingir os olhos do brutamontes. Mirutsu não se importaria em utilizar de métodos sujos para ganhar aquela batalha. Jogo limpo estava fora de cogitação ali.

Caso o gigante se aproximasse, desta vez não tentaria atacar caso estivesse com uma arma curta, mas, aproveitaria a vantagem do tamanho da arma caso ela fosse longa para acertar os olhos do grandalhão. Manteria-se longe do alcance dos braços do grandalhão, e agora que estava sem arma, o alcance do mesmo estaria menor para alcançar Mirutsu.

Em qualquer tentativa de ataque na região das pernas de Mirutsu, o rapaz reagiria com pulos para trás, e novamente pegaria distância. O rapaz já havia sido derrubado no combate, e ele não gostaria de ser novamente. O trabalho de pés havia se mostrado bastante importante naquela luta, e caso o rapaz notasse que Zeca realizaria um ataque que fosse fazer o chão tremer, Mirutsu pularia do chão para evitar que fosse desequilibrado e consequentemente, fosse derrubado novamente.



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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptySab 07 Set 2019, 21:45



Narração
O Vagabundo e o Aleijado

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O prosseguimento da situação de Mirutsu já iniciava-se frenética. O brutamontes braço-direito de Barnabé, Zeca, encontrava-se incontrolável. Natasha estava ocupada com a a meia dúzia de capangas dos Corvos de Três Olhos, portanto Mirutsu encontrava-se sozinho. O grandalhão em posição de touro avançaria em direção de Mirutsu em uma corrida imparável. Ele estava realmente irritado com a persistência do noviço de se manter em batalha, deixando-o em um transe de fúria profunda. Com a cabeça em frente de seu corpo, Zeca investia em fúria contra Mirutsu, a fim de executar o seu principal ataque. Tudo foi extremamente rápido. O segundo andar da Taverna do Chifrudo estremeceu com um enorme estrondo. Em questão de segundos, uma enorme quantidade de poeira e fumaça tomava conta da área.

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- Docinho?! - Berrou Natasha Caldeirão, incrédula com aquela situação. Nada estava claro, a fumaça expandiria-se por toda aquela pequena área, ofuscando a visão de todos. Mas ele ainda estava de pé. Por pouco Mirutsu não era atingido pelo ataque de Zeca, esgueirando-se para a esquerda, o aspirante à pirata deixava o ataque do grandalhão passar pelo vácuo. Rufando de alívio após observar Mirutsu escapar da investida do grandalhão, o travecão voltaria sua atenção para os poucos capangas que restavam. Natasha executava ataques acrobáticos belíssimos, cortando os piratas com seu leque cortante. Com uma parte de corpo dentro da parede e a outra fora, Zeca forçava à parede com suas mãos, afastando-se. Seu rosto estava repleto de arranhões e cortes - com sangue escorrendo de sua testa.

- Ninguém nunca escapou desse meu ataque... - Afirmou Zeca com um semblante soturno e insétil. Com seus punhos fechados, tornava-se notório que o grandalhão estava prestes a ficar fora de si. - Eu estou.. - Zeca aproximava-se de Mirutsu em passos instáveis, completamente enfurecidos. Com um forte puxão, o grandalhão rasgava o seu macacão - ficando de peito nu. - ENFURECIDO!!!!!! - Anunciou o homem, em um estado completo de fúria. Mirutsu encontrava dificuldades de manter-se em uma movimentação rápida, o soco de Zeca cobrava o seu preço no físico do noviço. No entanto, mesmo com essa notória dificuldade, Mirutsu marcharia em direção ao outro lado do pequeno salão - na entrada. Para sua infelicidade, o noviço não encontrava nenhuma arma para ser utilizada, estava largado à sua própria sorte.

- WUAAAAAAAAAAAAHH!!!!!!!!!!! - Berraria o grandalhão, executando uma corrida até Mirutsu. Era completamente desengonçada, não havia estratégia e nem estabilidade, era o puro instinto de um animal bestializado.  

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Foi o suficiente. Durante o seu pique, Zeca passaria pelo meio do pequeno salão, justamente na área danificada por seu bastão. Com os seus passos extremamente pesados e imbuídos por uma súbita cólera, o chão não aguentou - cedendo para a pressão. Surpreendido, Zeca cairia naquele enorme buraco que abriu-se no chão, em conjunto com uma pilha de escombros do piso. A estratégia de Mirutsu havia sido rápida e bem executada, derrotando aquele que era impossível ser derrotado. O fim de Zeca coincidiu com a derrota de seus capangas - empilhados em um canto por Natasha. - Você conseguiu derrotá-lo? Eu sabia! - Natasha aproximaria-se toda pomposa com seu salto alto carmesim, nunca perdendo a sua elegância.

- Não perca mais isso. - O travecão devolveria sua Faca Bowie perdida no conflito contra Zeca, efetuando um sorriso tortuoso, longe daquele sorriso de Hollywood que Natasha aparentava possuir. - Huh? Você quer saber da Michelle? Ela é tão linda quanto à mim, se é isso que você quer saber! Hihihihi! - Com às bochechas coradas e olhos revirados, Natasha encobria o seu sorriso com o seu leque. Uma resposta incerta. - Não demorará muito para os capangas acordarem. Vamos, docinho. - Natasha afastava-se daquela área, completamente destruída. Descendo às escadas para retornar para a área de serviços, a díade observava uma enorme confusão, com funcionários correndo de um lado para o outro.

Estava claro o porquê. Zeca havia caído lá embaixo. Desnorteado, o grandalhão encontrava-se abaixo do buraco no teto, com o corpo repleto por escombros. Ainda estava consciente, mas não tinha forças nem para mexer um único músculo. - Uau, você pegou ele de jeito mesmo. Vamos é nossa chance de conseguirmos informações do paradeiro do navio deles, essa é sua deixa. - Afirmaria, colocando ambas às mãos em sua cintura, empinando o seu popozão. Essa era a chance de Mirutsu extrair informações do grandalhão.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptyDom 08 Set 2019, 23:05




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 9

O rapaz mal acreditava que tinha conseguido escapar do golpe final de Zeca, muito menos que tinha conseguido efetuar seu plano. O franzino rapaz havia derrubado um pirata que aparentemente era experiente e com certeza bastante forte e isso era um feito impressionante para alguém como ele. Mirutsu caiu de bunda no chão com o estrondo que Zeca feito, por causa da enorme força que possuía. O rapaz se levanta e recolhe a faca que Natasha havia achado no meio do local do combate, mas, sem olhar diretamente para o rosto da okama, fixando sempre o olhar para a sua direita.

- Hmpf, valeu. Seria bom a gente voltar depois e vasculhar os bolsos dos capangas caídos, sabe como é, pegar algum dinheiro deles. Sair de mãos vazias depois dessa luta seria um desperdício não é mesmo?- O rapaz dá um sorriso sarcástico, enquanto olha para os piratas que Natasha havia derrotado sozinha. - Você é boa de briga hein. Enfim, depois voltaremos aqui, primeiro vou resolver com o grandão lá embaixo.- Mirutsu pega a sua faca e guarda ela em seu bolso.

Primeiramente, o rapaz bate em suas roupas, para retirar aquela poeira toda que havia passado pela sala. É notável a importância que Mirutsu dá para a sua aparência, mesmo que ela seja um tanto quanto estranha (ele não acha sua aparência esquisita, na verdade ele se acha bem estiloso). Logo após isso, ele passa a mão em seus cabelos e em sua cabeça raspada nas laterais, que dava aquele tom estranho no seu corte de cabelo.

- Vamos lá, hora de achar essa sua amiga.- Mirutsu fala para Natasha, enquanto caminhava rapidamente para o andar de baixo, onde estava o grande pirata estirado no chão.

Chegando lá, o rapaz percebe a enorme movimentação de pessoas no estabelecimento. Isso era ruim. Tudo que Mirutsu queria era não chamar atenção antes de poder sair de Shells Town. Infelizmente, devido ao combate, ele não poderia ganhar de Zeca se não utilizasse aquela tática. O rapaz levanta os braços, com as palmas das mãos abertas, e sinalizando para todos manterem calma.

"Merda. Espero que esse beco seja mesmo excluído do restante da cidade, não quero que saibam disso."

- Tenham calma todos, não se apavorem. A situação está sobre controle, apenas prossigam normalmente o que vocês estavam fazendo- O rapaz dá um sorriso para todos naquele local.

Então, o rapaz olha para o brutamontes no chão, ignorando o restante das pessoas ao seu redor, e rapidamente começa a se mover na direção dele.


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- Nada pessoal, cara. Afinal, provavelmente seremos companheiros de navio.- Mirutsu para sua caminhada no meio do trajeto de onde estava o grandalhão. Ele então levanta o braço e coloca-o na frente de Natasha, com um sinal claro para parar por ali. - Não vamos nos aproximar mais, ele pode estar fingindo estar derrotado, mas, pode atacar de surpresa.- Mirutsu desconfiava da situação de Zeca, e lida com cautela. - Agora, quero saber a localização do navio que a amiga de Natasha está. E mais importante ainda, eu quero saber se essa amiga dela é uma mulher mesmo. - o rapaz termina sua fala cruzando os braços e esperando a resposta de Zeca.

Após a resposta de Zeca, Mirutsu não partiria imediatamente, indo primeiro no local onde estavam os capangas de Zeca. Vasculharia seus bolsos, na procura de berries, e rapidamente guardaria todo ganho que pudesse nos seus bolsos. Após isso, aí sim o rapaz continuaria seu trajeto para resgatar a amiga de Natasha.

Caso fosse dito que a amiga de Natasha fosse mesmo uma mulher, o rapaz se animaria e falaria isso para a okama:

- Ok, Natasha, estou pronto para partir. Temos que ir atrás dela agora, e rápido.- em passos rápidos, Mirutsu sairia da Taverna do Chifrudo para ir encontrar a mulher e o navio onde ela estava.

Claro, que se Zeca falasse que a amiga de Natasha era na verdade uma okama que nem ela, o rapaz não demonstraria tanto ânimo.

- Ahh, eu nem tô acreditando que eu tô fazendo isso.- frustado, o rapaz colocaria a sua mão direita na testa. - Tá, tá, vamos indo logo com isso, Natasha...- nesse caso, o rapaz não iria tão energicamente para a localização, mas, seguiria o seu caminho até lá.



HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

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Última edição por Mirutsu em Sex 13 Set 2019, 16:42, editado 7 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptyQua 11 Set 2019, 15:32



Cremação #1

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-Você é um merda! Não se atreva a dar mais um passo! - E mesmo assim eu continuei. Já não tinha motivos para ficar mais com Stein, de fato até mesmo os motivos para continuar vivo já eram poucos, e de 10 anos para cá a única coisa que eu tinha feito era alimentar esse sentimento de solidão e desprezo próprio que me corroía até os ossos. No fim, só me restava sair de casa e buscar algo em que me agarrar, e o que seria melhor do que a razão da morte de meus pais? Minha curiosidade havia os matado, e agora era a única coisa que me fazia ficar em pé.

-Você vai precisar de uma arma para isso, afinal assim que começar a perguntar eles vão vir atrás de você.- Era verdade, assim que eu me voltasse para a missão de ir atrás do século perdido, atrás das respostas, eles viriam atrás de mim como vieram dos meus pais. Eu precisava me armar, e nada se encaixava melhor em minhas mãos do que uma longa foice. Seria minha prioridade máxima, então assim que começasse a caminhar pelas ruas de Shells Town me voltaria a procura de uma loja de armas. Como de costume estava trajado com calças negras e sapatos da mesma cor, as calças não eram totalmente de meu tamanho pela falta de dinheiro e um pouco dos calcanhares ficavam de fora. Trajava uma camisa branca e um casaco negro de mangas longas, um cinto de couro estava na cintura para segurar as calças, enquanto os grampos de metal seguravam a pele queimada abaixo da boca e orelhas e o sorriso característico marcado no rosco com os grampos, mesmo que ostentasse nos lábios um desprezo infernal pela sociedade. Involuntariamente levei a mão direita até um dos grampo logo abaixo do olho no mesmo lado e dei alguns pequenos puxões no mesmo, nada com força o suficiente para arrancar, mas um esboço de alivio se mostrou nos lábios.

-Você sabe onde tem uma loja de armas nessa cidade? - Tentaria perguntar caso encontrasse com alguém na rua, esperava obter uma resposta positiva e caso fosse assim seguiria para o local indicado, sem agradecer. No entanto caso a resposta fosse negativa continuaria tentando perguntar a quem encontrasse na rua, no fim das contas desistir não era um dos meus pontos fortes. E ao mesmo tempo olhando ao redor, tentando encontrar por si só alguma loja. Caso tivesse sucesso em sua empreitada inicial e encontrasse uma localidade que vende-se armas tentaria entrar na mesma, empurrando a porta com sua mão esquerda -caso ouve-se porta- e procuraria por um vendedor -Estou procurando uma foice com cabo longo, para usar com as duas mãos. Quanto mais velha melhor, não tenho muito dinheiro.- Esperaria então uma resposta do mesmo e caso ele tivesse algo perguntaria -E quanto custa?- No entanto se ele não tivesse de suas mãos eu iria sair e procurar outra loja, usando os mesmos métodos de antes.

-Você sabe que todo mundo te acha uma aberração né?- No fundo, sim eu sabia. E mais no fundo ainda, eu estava pouco me fudendo. Tinha um objetivo, e mesmo com a mente atormentada e com a certeza dos olhares de merda que sempre recebia por ter uma aparência tão fodida que poderia ter saído de uma daquelas histórias de terror, mesmo assim eu não poderia desanimar, não iria morrer antes de descobrir o que o governo escondia sobre os buracos na história, sobre o que eles tinha tanto medo a ponto de ter de matar para encobrir.

Histórico:
 

Informações do Personagem:
 

Objetivos:
 




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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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Azazel
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptySex 20 Set 2019, 21:14



Narração
O Vagabundo e o Aleijado

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Mirutsu

Mirutsu e Natasha encontravam-se excluídos de informações sobre a área externa da Taverna do Chifrudo, afinal já fazia tempo que a díade se encontrava dentro do estabelecimento. Muitos funcionários estavam em pânico com os eventos protagonizados pelo noviço. Os Corvos de Três Olhos eram bastante temidos em Shells Town, mas o pior estava diante deles, o braço-direito de Barnabé encontrava-se derrotado e exposto à todos. Era o suficiente para causar um enorme alvoroço na área de serviços da Taverna do Chifrudo. Com suas forças completamente exauridas, Zeca esbanjava um semblante de pavor ao atentar-se com a aproximação de Mirutsu e Natasha, aproximando às mãos de seus olhos cansados. O balofo mal conseguia manter uma frequência respiratória estável. - Buahh.. Homenzinho machucou Zeca.. - Queixou-se, com lágrimas escorrendo de seu rosto. Sem forças para efetuar qualquer ação contra Mirutsu, Zeca conformava-se com a situação em que se encontrava - choramingando.

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- N-Não machuque mais Zeca! O navio de Barnabé está ancorado no noroeste de Shells Town.. Perto da Caverna do Grito.. - Até mesmo falar acentuava às dores de Zeca, com o grandalhão retraindo-se a cada palavra. Com um notório gaguejo, Zeca esforçava-se para controlar suas emoções e seu choro. - Michelle é.. - E então escutou-se um enorme ruído que encerrou a revelação do grandalhão. Mais uma parte do segundo andar havia cedido, chocando-se contra o rosto do balofo - desnorteando-o. Agora desacordado, não havia mais como retirar informações do chorão. - Demorou então bebê! - Afirmou, remexendo o seu popozão. Antes de sair à procura de Michelle, Mirutsu retornaria para a área superior da Taverna do Chifrudo - revistando os pertences dos capangas desacordados. Não havia muito, exceto por uma chave em forma de corvo. - Vamos voltar para o primeiro andar e dar o fora daqui. Aja naturalmente, ouviu docinho? Sem confusões! - Tomando a dianteira, Natasha guiaria-o de volta para a área social da Taverna do Chifrudo.

O burburinho já estava instaurando no salão do estabelecimento. Assim que Mirutsu colocou os pés lá, as conversas cessaram-se e cada passo que realizava era visto com cautela pelos presentes. Eles estavam certos em serem temerosos. A notícia que Mirutsu havia derrotado Zeca corria pelo salão da Taverna do Chifrudo. - Estamos quase lá.. Continue com calma... - Sussurrou Natasha à Mirutsu, cautelosa em não arranjar confusões desnecessárias. A díade encontrava-se lutando contra o tempo, a notícia da derrota de Zeca em breve chegaria à Barnabé. Eles haviam de resgatar Michelle o quanto antes - pegando os Corvos de Três Olhos de surpresa. - Tudo vai ocorrer numa boa.. Nada vai atrapalh.. - Não houve tempo para completar sua frase, atentando-se com a chegada de uma figura às pressas no estabelecimento, Natasha parou para observá-la. Ela havia prevido a confusão que se instauraria.

- CORRE NEGADA!!!! A MARINHA TÁ CHEGANDO!!! - Anunciou um homenzinho de baixa estatura, com roupas surradas e com um semblante de completa angústia. Foi o suficiente para aquele silêncio romper-se, homens caíam de seus bancos no desespero, outros corriam para a saída para escaparem. Os músicos da Taverna do Chifrudo não titubeavam, era como uma releitra dos violinistas do clássico Titanic - recusando-se em abandonar o navio. Se a taverna já era uma enorme confusão generalizada, agora era o dobro.

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- AAAAAAAA! DEU MUITO RUIM! DESCOBRIRAM A CONFUSÃO QUE FIZEMOS LÁ EM CIMA! - Natasha não sabia que a notícia espalharia-se tão rápido. Ela havia sido pega inteiramente de surpresa. Nervosa, o travecão agarrou a primeira bebida alcoólica que encontrou - virando-a por completo. Bêbados dançavam sob às mesas, outros brigavam pelas bebidas deixadas para trás - era um completo manicômio. E Mirutsu encontrava-se no centro dele. - Vamos meter o pé se não sobra pra nós dois! - Se recompôs, atentando-se com às saídas possíveis que estavam disponíveis para a díade. A entrada do restaurante, única saída possível, estava uma enorme confusão. Sem rodeios, Natasha aproximava-se da entrada, com o seu leque-cortante em mãos, o travecão simplesmente foi ganhando espaço à força - abrindo uma passagem à ela e para Mirutsu. - Essa é a nossa deixa, vamos! - Gritou para o noviço, correndo para a área externa da Taverna do Chifrudo. Lá fora parecia um verdadeiro inferno.

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Havia pelo menos quarenta marinheiros prendendo todos os bêbados que estavam correndo para o lado de fora, outros estavam combatendo os marinheiros, mas caíam um por um. - OH MY GOD! São muitos, agora é cada um por si, vamos nos separar e depois nos encontramos! Sabe um lugar aonde podemos se reencontrar? - Não havia muito tempo para pensar já que a Marinha encontrava-se de frente para eles. Toda a decisão estava nas mãos de Mirutsu. - Lá estão eles! Vamos, homens! - Apontou um marinheiro para Mirutsu e Natasha, movendo uma manada de soldados em direção à eles. - Boa sorte, docinho! Glitter Race! - Em um rápido pique de corrida, Natasha atraía para si metade dos marinheiros que iam para prendê-los. O restante manteria-se no pé de Mirutsu. Salve-se quem puder!

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Tensei

Tensei atentava-se que a concentração de marinheiros na área comercial de Shells Town encontrava-se estranhamente mais assídua. À procura de uma loja de armas, Seijuro não precisou  de muito, defronte dele encontrava-se a Loja de Armas do Benja. Era o necessário para efetuar o primeiro passo, o primeiro passo para ter forças para enfrentar o seu passado. Mais cedo ou mais tarde, o passado se encontraria com o seu presente. A movimentação de transeuntes na área comercial da ínsula encontrava-se quase vazia, a única coisa em que se observava eram marinheiros. O velho Benjamin estava quase fechando o estabelecimento quando atentou-se com Seijuro, seu último cliente do dia.

- Urh? Por pouco você não fica para fora. - Comentou o comerciante, chamuscando o seu charuto. Convidando o noviço para adentrar no estabelecimento, Benjamin atentou-se com às movimentações na área externa de sua loja - esboçando um semblante pensativo em seu cenho. - Foice de duas mãos? Vejamos, garoto.  - Com uma expressão carrancuda, Benjamin baforou a fumaça para cima, atentando-se com às armas dispostas em seu balcão. Havia inúmeras, inclusive a arma requisitada por Seijuro - uma foice. - Armas velhas? Isso não existe aqui, garoto. Mas ela possui um bom preço.  - Retirando-a do balcão, Benjamin entregava-a à Seijuro, esperando um retorno do noviço sobre o seu equipamento.

- Pegue-a. É um ótimo produto, sairá apenas por trinta mil belly.  - Como um bom comerciante, Benjamin esboçava um meio-sorriso - puxando sardinha para os seus equipamentos. Típico de lojistas. - É bom armar-se em dias como esses. Já olhou a Marinha lá fora? É garoto, os dias estão estranhos. -Sibilou com um olhar solícito, afundando a ponta do charuto em um cinzeiro. De fato, Shells Town não encontrava-se em um dia casual. - Vai levar? - Cruzou os braços, com um cenho carrancudo.

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptySab 21 Set 2019, 15:44




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 10

Com a euforia do momento, Mirutsu encontrava-se em meio ao caos. Tudo havia acontecido muito rápido, em questão de segundos. Sem nem perceber, a marinha já estava correndo para cima de Mirutsu.

"Ahhhh, que merda!"

Tudo havia saído do controle, a última coisa que Mirutsu queria nesse momento, só que pior, por causa da participação da Marinha. O rapaz então percebendo a movimentação dos marinheiros que estavam correndo atrás de Natasha, avisa para o okama o local de encontro dos dois.

- Me encontre na loja do Velho Benja!- Mirutsu diz, enquanto vira as costas e começa a correr, para se distanciar dos marinheiros.

"Agora eu só preciso dar o fora daqui."



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Mirutsu enquanto dispara, logo pensa numa maneira de escapar dos marinheiros.

"Preciso despistar eles. Acho que seria uma boa utilizar os becos da cidade para isso. Ninguém conhece eles tão bem como eu."

Mirutsu passou a maior parte do tempo andando pelas ruas nos últimos tempos. Havia roubado várias pessoas com sua habilidade de bater carteira, e em diferentes locais. Teria que utilizar bem esse conhecimento das ruas para poder fugir dos marinheiros.

Mirutsu utilizaria primeiramente sua furtividade para se esconder, quando conseguisse escapar do campo de visão dos marinheiros. Após isso, o rapaz observaria bem o movimento da cidade, e andaria longe da visão dos marinheiros. O rapaz iria para a loja do Velho Benjamim na surdina, tentando sempre evitar utilizar de ruas muito abertas ou movimentadas, mas, caso não tivesse nenhum jeito, ele passaria por uma delas, muito rapidamente.

Caso conseguisse chegar na loja do Velho Benja, Mirutsu entraria no estabelecimento, e se dirigiria ao balcão. Então tiraria a sua chave em formato de corvo do bolso, e jogaria ela ao ar, pegando-a antes de cair do chão.

- Ei velhote, consegui o que eu estava procurando. Consegui mais informações do Corvo de Três Olhos.- Mirutsu falaria com tom de auto-satisfação, com certeza com um sorriso abobado em seu semblante.- Não vou demorar aqui velho, só tô esperando um cara aparecer. Marquei com ele de se encontrar na frente de sua loja.

Claro, isso seria na hipótese que se não estivesse ninguém na loja. Caso tivesse algum cliente, Mirutsu apenas falaria isso para o velho:

- Hey, velho, vim dar uma olhada nas armas para um amigo meu.- Mataria o tempo fingindo que se importaria com novas armas, demonstrando interesse na mercadoria do velho.- Cê tem algo como um leque cortante ai? Sabe, ele gosta desse tipo de arma esquisita.- Mirutsu passaria algum tempo obsevando as prateleiras, mas, sempre atento ao movimento lá fora. Mirutsu não era um cara difícil de reconhecer, afinal seu estilo bizarro de roupas e de corte de cabelo era único.

Caso notasse que a movimentação havia cessado lá fora, Mirutsu daria uma desculpa esfarrapada para não levar qualquer arma.

- Hmmm, eu acho melhor ele vir aqui e olhar essas armas por si mesmo. Não consigo decidir sobre isso.- Mirutsu então acenaria com a mão, e se iria embora da loja.- Até mais, velhote.- Mirutsu então iria para a calçada na frente da loja e se sentaria lá. Colocaria as mãos atrás da cabeça e olharia para a rua, procurando algum sinal de Natasha.

- Que sono...um almoço cairia bem agora e com um cochilo daqueles depois.- O preguiçoso rapaz mal tinha começado seu dia, e já queria tirar um cochilo. Estava com fome também, não havia comido nada ainda desde que acordou.



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Última edição por Mirutsu em Qui 03 Out 2019, 19:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptyDom 22 Set 2019, 17:47



Cremação #2

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As vezes parece que o mundo simplesmente quer acabar com você, ou no minimo te fazer repensar todas suas ações. Naquele dia, no dia em que escolhi para sair de casa o numero de marinheiros nas ruas parecia ter aumentado de uma maneira imprevista. *Você ta fodido, chama muita atenção com esse corpo de cadáver!* Era verdade, mas eu não havia feita nada de errado ainda. Então simplesmente continuei a caminhar.

Encontrar uma loja de armas não foi tão difícil quanto esperado, oque fez um pequeno sorriso aparecer em meus lábios, não que desse para ver, afinal graças aos grampos segurando a pele eu estava sempre sorrindo. A loja parecia pertencer a um tal de Benja, ao meno pelo nome na frente da mesma, sem enrolar muito levei a mão esquerda na porta e entrei.

Aparentemente o dono, um velho que tragava um charuto, já estava para fechar a loja quando cheguei e por sorte ele não fez isso. Seu rosto demonstrava um homem pensativo, e isso chamou minha atenção, por ser alguém com alguma idade ele devia conhecer bem a ilha, talvez eu pude-se conversar um poco com ele após a transação.

Permaneci calado enquanto ele olhava em seu balcão de armas a procurado de minha foice, quando ele colocou uma que atendia os requisitos sobre o mesmo eu finalmente abri a boca -Devo dizer, que me parece muito boa.- Tentaria segura-la com ambas as mãos para medir o peso da mesma, caso o dono me permitisse. O preço dito por ele parecia justo, e estava dentro de meu orçamento, era algo que eu podia pagar e ainda me sobraria algum dinheiro.

Quando o velho fez o comentário sobre a marinha fora da loja eu tive de perguntar, era a oportunidade para saber mais sobre a ilha -Sim, vi um movimento de marinheiros. Você sempre morou nessa ilha?- Não usava "senhor", nunca havia falado assim, e não começaria hoje. Enquanto perguntava tentaria levar a mão esquerda até o bolso e retirar os trinta mil belly, para então os colocar no balcão -A proposito eu vou levar a foice.- Faria uma pausa e esperaria uma resposta do homem. Caso ela fosse positiva eu continuaria o assunto -Queria saber se pode me dizer onde consigo informações sobre a ilha, sua historia e coisas do tipo. Para estudo sabe? Queria saber se os marinheiros estão na ilha a muito tempo, ou se piratas vem muito aqui, cosas do tipo. - Tentaria esboçar um sorriso, algo que eu sabia ser grotesco. A pergunta estava diretamente relacionada e meu passado, eu não tinha ideia -ao menos não me lembrava- se quando minha casa havia sido queimada já havia QG da marinha na ilha ou coisas do tipo, além disso descobrir sobre a historia da ilha seria importante para começar a estudar sobre o passado o East.

Independente da resposta do velho, ou seja sendo ela negativa ou positiva eu faria outra pergunta -E você sabe me dizer se no momento tem piratas aqui? Para os marinheiros estarem daquele jeito deve ter acontecido alguma merda grande.- A pergunta estava relacionada a outro de meus objetivos, conseguir informações através do submundo, e quem melhor que piratas para me dar elas?

Esperaria as respostas do homem, e elas me ajudando ou não somente diria um -Valeu.- Antes de finalmente tentar deixar a loja, não antes de pegar minha foice [já paga] com a mão direita e apoiar a mesma sobre o ombro. Ao sair da loja iria buscar informações, tentando me focar ao redor de tudo nas ruas, mesmo com o pouco movimento quando eu havia entrado alguém devia estar na rua. Caso o velho tivesse me dado alguma informação, eu iria tentar caminhar na direção indicada pelo mesmo, no entanto caso a conversar com ele não tivesse dado frutos eu iria tentar seguir na direção do porto, simplesmente por eliminação era o lugar mais provável para encontrar piratas. Para isso iria procurar alguém na rua e perguntar -Sabe como faço para chegar no porto?- Caso a pessoa soubesse eu seguiria o caminho sem agradecer, caso não, eu continuaria tentando, perguntando.

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptyQui 03 Out 2019, 19:01






MIRUTSU

A euforia reinava pela taverna, os recém-chegados oficiais da marinha já faziam um cerco pelo local, e tentavam, de toda forma, impedir a saída e entrada de pessoas suspeitas de começar a briga, mas a abundância de bêbados dificultava tudo.


Olhando para o teto, era possível ver piratas usando Zeca e os escombros por cima dele como apoio para chegar ao segundo andar em uma espécie de escada humana, muitos caíam, outros voltavam para baixo mais assustados ainda, o que apenas contribuía para a confusão generalizada.

Para os lados, via-se músicos tocando e mesas voando. Provavelmente, Mirutsu e Natasha eram os possíveis alvos dos oficiais, no entanto, o elevado número de mau elementos contribuiu para uma espécie de desinformação geral, ondes todos os salafrários do local acusavam-se como possíveis vítimas do ataque da Marinha, logo, tentavam revidar ou fugir. Situação essa que ajudaria muito na fuga do furtivo Mirutsu.

Antes que Natasha disparasse, o jovem conseguia proferir as palavras que informavam o ponto de encontro para ela, embora permaneça incerto se ela escutou ou não, visto o barulho da área. Naturalmente esguio, o rapaz abaixava-se perto de uma mesa jogada ao chão a fim de esconder-se, e, mais tarde, fugir. Tal ação foi fácil de ser realizada, o caos local, aliado aos dejetos e à poeira no ar, forneceram o nicho perfeito paro o ato de furtividade.

Poucos segundos depois, Mirutsu fitava uma quebra na formação dos marinheiros, ocasião a qual deu brecha para uma veloz investida com a finalidade de escapar do local. Obviamente ele foi seguido, mas o vasto conhecimento da geografia da cidade possibilitou a despistada dos oficiais no caminho para a loja de armas.



TENSEI

Mais uma vez, os Mórbidos pensamentos de Seijuro o atacavam por dentro, não que o incomodasse muito, o sujeito já se acostumara com isso, concordando ou não com as vozes de sua cabeça, era notório como ele tinha o dom de não ser tão afetado por elas. Talvez seu humor já fosse tão sombrio que não havia como deixá-lo em um estado pior, talvez ele tivesse desenvolvido espécie de resistência contra seu autoflagelo emocional, não importava qualquer que fosse a resposta, ele já havia se distraído desses pensamentos ao entrar na loja de armamentos.

Era um local bem organizado, lâminas menores ficam sob o balcão, guardadas dentro de vitrines, as maiores estavam todas penduradas na parede atrás do senhor. Haviam espadas, escudos, lanças, rifles... Qualquer arma comum que se pudesse imaginar. Mas logo, o dono do local chegava com a foice de Seijuro, e, respondendo a pergunta do rapaz, a entregava em suas mãos para o jovem averiguar.

— Tome-a, cuidado para não se cortar com a lâmina, heh, eu mesmo a poli.

O velho falava da arma com um certo tom de arrogância, típico de um vendedor.

Ela parecia, pesava e cheirava como uma foice comum, nada de muito especial além da aparência de nova e seu belo polimento na curvada lâmina, sendo justamente o que Tensei procurava.

Enquanto olhava para foice, o garoto entregava o dinheiro e fazia mais perguntas a Benjamin, que logo as respondia sem mostrar incômodo enquanto guardava o pagamento

— Huh ? Ah, sim, eu nasci aqui para falar a verdade, sempre fui costeiro, os mares não me atraíam.

Após tal resposta, Tensei obteve a deixa que queria, continuando o assunto, Benjamin — Em um tom já indiferente — dizia

— Bem... Pelo que me recordo a ilha era repleta de piratas, mas após a chegada da Marinha muita coisa mudou, para melhor é claro. No entanto, guerras ainda aconteceram, definitivamente a última foi a pior, explosões comandadas por piratas destruíram toda a área nobre daqui. Contudo, tal espaço foi comprado por certas... Damas... Da noite, se eu posso dizer, elas agora comandam grandes bailes e festas por lá, nada que me interesse muito por agora.

Pela terceira ou quarta vez, Tensei fazia outra pergunta, o jovem estava ávido atrás de respostas, mas antes que pudesse focar-se completamente no que o senhor diria, ouvia a porta abrir





AMBOS



Enfim Mirutsu chegava no estabelecimento, logo que passou pelo porta, havia percebido que Benjamin estava conversando com um sujeito um pouco menor que ele, com cabelos espetados, negros como as roupas que trajava. Era possível observar uma grande área queimada em sua nuca. Devido a isso, se conteve quanto ao assunto que tinha para falar. Contudo, no momento que ele iria disfarçar suas intenções, o velho logo o interrompia

Benjamin estava, definitivamente, irritado, e dizia, apressadamente e em voz alta, acenando com a mão direita

— Pelos Deuses, que maravilha, ei, carequinha! Tranque a porta e venha aqui.

Caso Mirutsu se aproximasse, interrompendo qualquer interação começada pelo jovem, o velho vendedor continuaria

— Bem, esse garoto veio aqui, assim como você, estava procurando uma arma e informações sobre piratas, então, já que você chegou, por que não conversa com ele sobre o que eu lhe disse ? Tenho certeza que você não deseja procurar as informações que busca sozinho, ainda mais em tempos perigosos como esse. No entanto, faça isso rápido, a loja está fechando


Antes de qualquer reposta, Benjamin começaria a guardar as armas em vitrines, mas logo as deixaria cair devido a um grave e alto som de batida advindo da porta, seguido por mais outros em frequências cada vez mais rápidas. Completamente furioso, mas com o pé atrás e claramente assustado, ele diria aos dois na sua frente


— M-merda, quem será essa hora ? Não vou me arriscar com piratas perambulando pela cidade. É isso!  E-eu não vou abrir a porta, v-verifiquem quem é quando saírem, em troca das informações que dei a vocês, se for cliente diga para o miserável olhar a hora! Era para eu estar fechado há 30 minutos.


Definitivamente, quem bateu contra a porta estava assustado, apressado ou furioso, não foi possível ouvir nenhuma voz vindo dela, apenas o barulho da madeira já velha sendo agredida.
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptySex 04 Out 2019, 19:13




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 11

Mirutsu, após a perseguição, mal podia acreditar que conseguira fugir e despistar os marinheiros, e de supetão, ele abre a porta da loja do velho Benjamim, logo trancando-o quando ouve a voz de Benjamim pedindo-lhe para realizar essa ação. Ofegante e suado, o rapaz coloca as mãos sobre os joelhos, apoiando-se depois da longa corrida.

"Caralho, consegui."

O conhecimento de 19 anos morando na cidade de Shells Town se mostrou útil naquele momento, auxiliando bastante Mirutsu em sua escapada. Apesar disso, o rapaz queria sair daquele lugar, de ver os mesmos rostos e lugares. Queria dinheiro, e na pirataria ele via tal oportunidade de suprimir essa ganância.

"Eu vou para os mares, custe o que custar. Os tesouros me aguardam."

Mirutsu não poderia ser parado agora, estava cansado de viver de pequenos furtos que os lucros nunca passavam de uma semana em seu bolso. A Marinha era o grande empecilho para isso, e meio que extintivamente, o rapaz olha para a porta em suas costas, para ver se algum marinheiro ainda estava na sua cola. Quando nota a sua distração, já que a porta já havia sido trancada anteriormente, o rapaz sente um alívio.

Depois de respirar ofegante por alguns segundos, o rapaz retorna a sua postura ereta, limpando o suor de sua testa com a palma de sua mão esquerda. Então, Mirutsu ajusta as suas grossas munhequeiras verdes, e coloca as mãos no bolso. Depois de respirar profundamente, o rapaz caminha até o balcão, onde o velho Benja conversava com um sujeito estranho. O homem media mais ou menos o tamanho de Mirutsu, com uma constituição física um tanto quanto parecida: alto e esguio. Outro ponto que chamou bastante a atenção de Mirutsu em relação à aparência do homem era sua pele queimada e repleta de grampos, o que dava um aspecto sinistro ao mesmo. Se consideravam Mirutsu ter uma aparência estranha, imagina o que achavam daquele sujeito que estava presente no estabelecimento.

"Wow, parece até alguém vindo de contos de terror."

Com uma expressão de espanto com a aparência do homem que estava na loja, Mirutsu vai até a frente do balcão onde estava o velho Benja. Ao chegar no balcão, o rapaz escuta as informações dadas pelo vendedor de armas. Após receber todas as informações de Benja, o rapaz coloca a mãos nos bolsos, e olha diretamente para o homem cheio de grampos ao seu lado, com uma expressão mais séria.

- Então você tá querendo dar o fora daqui também né? Tsc. Realmente essa cidade é um inferno, um fim de mundo. Enfim, essa movimentação de marinheiros é por causa de uma confusão que houve na Taverna do Chifrudo. Eu estava presente no momento, e consegui algo que pode nos ajudar a descobrir sobre esses piratas. Eles são conhecidos apenas por Corvos de Três Olhos, e seu capitão é chamado de Barnabé, o Negro. Ah, meu nome é Mirutsu.- Mirutsu não estende sua mão para cumprimentar o rapaz, já que ele não parecia ser muito disso.

Antes de puder falar algo mais, Mirutsu é interrompido pelo barulho da porta recebendo um pancada bastante forte. Rapidamente o rapaz olha para a porta, e com um reflexo, retira sua faca do bolso.

- Que porra foi essa?- com a faca em mãos, Mirutsu recebe a mensagem de Benja, que pede para ele verificar quem é. - Você, venha comigo, e esteja preparado.- Mirutsu dirige suas palavras para o desconhecido com uma face apreensiva, e sem esperar resposta, toma a dianteira até chegar na porta.

Primeiramente, ao chegar na porta, Mirutsu verificaria quem é perguntando quem estava lá fora.

- Quem for que seja, a loja está fechada no momento, volte uma outra hora.- Diria preparado, se posicionando ao lado da porta, com sua arma em mãos, para caso um possível arrombamento.

Se fosse Natasha, certamente ela reconheceria a voz de Mirutsu e caso ela se identificasse, Mirutsu abriria a porta. Já estava acostumado com a presença dela, e até mesmo se sentiria um pouco feliz em saber que que sua possível companheira(o) de bordo estaria bem, apesar de não demonstrar isso por meio de palavras ou expressões. Falaria então:

- Ah, então era você Natasha. Você realmente assustou a gente com essa batida na porta.- Guardaria a faca em seu bolso, e tiraria a chave dos bolsos para mostrar-lhe a chave em formato de corvo.- O que fazemos com isso agora? Ah, a propósito parece que temos um novo companheiro pra se juntar com a gente para sairmos de Shells Town.- E apontaria para o homem com pele grampeada com o dedo indicador.

Se por acaso fosse a voz de algum desconhecido ou de algum marinheiro, Mirutsu apenas faria um sinal com a mão para que o homem com a foice fica-se atento com um possível arrombamento, apontado o dedo indicador para a porta e se prepararia para atacar caso acontecesse mesmo. Caso a porta fosse arrombada, Mirutsu prontamente atacaria se fosse alguém desconhecido para ele, com golpes de sua faca bowie, mirando principalmente nas pernas do indivíduo, a fim de debilitar a movimentação do mesmo, utilizando-se do fator surpresa para tal ação.



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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 3 EmptySex 04 Out 2019, 22:11



Cremação #3

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Finalmente algumas informações! A conversa com o dono da loja de armas parecia me dar, além de obviamente uma arma, algumas informações sobre Shells Towns, ilha que mesmo tendo nascido eu havia estudado tão pouco. Aparentemente o confronto entre piratas e marinheiros era algo antigo na ilha, e isso era interessante *Então nenhum dos dois domina totalmente a ilha ... E ainda tem essas "damas", elas devem ter contato com bastante gente..* Enquanto ouvia as palavras saindo da boca do velho segurava a recém adquirida foice com a mão esquerda e a apoiava no ombro, tinha visto isso em algum filme de um ceifador, parecia legal.

Foi então que depois de outra pergunta ouvimos a porta abrir, com um virar de cabeça tentei lançar os olhos sobre quem interrompia nossa conversa. Em uma olhada rápida parecia um rapaz um pouco mais alto que eu, com um corte de cabelo estranho *Puta merda! Se não fosse por você esse cara ganhava o premio de estranho da loja de armas!* E no começo até que ele parecia sim estranho, mas enquanto se aproximava pude reparar mais. Ele não devia ser muito mais velho que eu, e não fosse pelas roupas ele até que seria normal, diferente de mim que tinha o corpo todo fodido. Talvez por impulso, levei a mão direita até o pescoço e comecei a puxar um dos grampos com força o suficiente para uma pequena sensação de dor, mas não o suficiente para que ele deixa-se a pele.

Depois que o cara se aproximou do balcão o dono da loja voltou a falar, e aparentemente o rapaz tinha alguns objetivos em comum comigo em relação a informação sobre piratas. Então depois que Benja terminou foi a vez dele falar. Ele queria deixar a ilha e estava envolvido com uma confusão na Taverna do Chifrudo, isso explicava os marinheiros lá fora *Bem, vocês podem se ajudar, ele está atrás dos piratas. E depois que você tiver informações sobre essa ilha não tem mais motivos para ficar aqui, ela é ultrapassada, uma merda!* Soltei o grampo do pecoço e finalmente comecei a falar, estava quieto até o momento -É... Sou Tensei. E acho que a gente pode se ajudar, eu com certeza quero dar o fora dessa ilha, mas quero algumas informações sobre ela antes.- A pausa foi feita para os pensamentos não se perderem, e respirei antes de voltar a falar -Acho que esses piratas podem me ajudar com essas informações e eu te ajudo com oque precisar, e se você tiver tempo eu queria ver as pu.. É... As damas da noite que o velho comentou, elas devem ter muitos contatos também. Acho que é isso.-

Até pretendia dizer que era uma honra, mas era mentira e não tive tempo para tal coisa. O barulho que veio da porta foi alto o suficiente para me fazer virar na direção dela enquanto ouvia as palavras de ambos, do velho e do jovem. Mirutsu pareceu querer tomar as rédeas de situação, e bem eu não liguei o espirito de líder nato nunca fez parte de mim. Iria procurar alguma prateleira ou qualquer luga em que pudesse ficar atrás e te uma visão boa da porta, caso encontrasse algo assim iria esperar uma resposta as perguntas de Mirutsu, já segurando a foice com ambas as mãos. No caso de ser algum aliado do mesmo iria segui-lo e me apresentar, para podermos começar nossos planos. Já havia ficado tempo de mais naquela loja de merda.

No caso de ter uma resposta hostil seja ela da marinha ou de piratas, ou mesmo não ter resposta e alguém invadisse o local iria esperar um ataque. Tentado flexionar os joelhos para jogar o corpo para a direita afim de desviar de qualquer projeto ou golpe que viesse em minha direção, sempre tentando manter minha foice junto ao meu corpo segurando a mesma com ambas as mãos. No caso de ter um invasor mas ele não atacar eu tomaria a dianteira, tentando acelerar a velocidade máxima na direção do mesmo esquerdo minha foice acima da cabeça para aplicar um golpe vertical mirando o topo da cabeça do invasor, na tentativa de cortar o cranio do mesmo. Sendo efetivo ou não, tentaria me afastar cerca de 5 metros do mesmo, sempre mantendo minha foice a frente do corpo.

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