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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo à Grand Line?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptyQua 24 Jul 2019, 14:18

Relembrando a primeira mensagem :

Rumo à Grand Line?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Takamoto Lisandro, Nakamura Blumayden e Don Reed’s Wayne. A qual não possui narrador definido.


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Buggy
Coringa
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptyQui 16 Abr 2020, 16:41

Luxo

Como ele ousou, aquele cabron! Bater em mim, em mim, na frente de todos estes guardas, como se eu fosse um cão de rua qualquer! Ah, ele vai pagar, vai pagar, com o sangue dele! Ou com uma noite em um hotel de luxo. Uma comoção agora me traria apenas prejuízo. Aquele rico pelo visto não liga para minhas ameaças, e com uma certa razão: apenas com aquele golpe que recebi, deu para perceber que ele não é nenhum fracote. Bem, pelo visto, terei que mudar meu plano de ataque: se ameaças não servirão de nada, terei que recorrer à bajulação e à falsa amizade. E o negocio que aquele homem me propôs é perfeito para este plano: se eu ficar tempo o suficiente com eles, eles acabarão por ter confiança em mim, e, como um jaguar escondido na mata, eu esperarei por meu momento...

Minha decisão então foi feita: aceitar a oferta daquele safado é, sem sombra de duvidas, minha melhor opção. Assim, com um sorriso carinhoso e apaguizador no rosto, eu esfregaria minha testa que ainda latejava, e diria, a voz calma escondendo toda a magoa por trás:

Você é generoso demais, mi amigo. E acompanhar um hombre valente como você em um caminho tão árduo quanto a Reverse Moutain é uma honra para mim. Sim, meu caro, era errado de mim de tentar chantageá-lo... e por isso, peço mil perdões.

Com estas palavras, ajoelharia-me em frente do homem, a cabeça para baixo, aguardando a reação do ricaço a minha frente. Então, prontamente, seguiria-os até o hotel de luxo. Até que eu me dei muito bem com esta situação: um hotel que possa cuidar de meu belo rosto como ele merece é, sem dúvida alguma, um prazer incrível. Durante o caminho, eu me viraria em direção daquele grupo bizarro, e cheio de diñero, e lhes perguntaria, a voz agradável e amigável:

Señores, creio que começamos nossa relação com o pé esquerdo. Me chamo Alejandro, Alejandro Alacran, e sou um músico de profissão. Um bardo que vive cada dia em uma ilha diferente, se preferirem. E, se não for intrometido demais de minha parte... eu poderia conhecer vossos nombres?

Escutaria atentamente o que eles tinham a dizer, para poder traçar o melhor possível o caráter de cada um daqueles homens; se eu quiser passar a perna neles, eu preciso saber onde atacar. O mais problemático, pelo que me parece aquele cowboy bizarro: eu sei exatamente o que ele está sussurrando para os dois outros com aquela cara de ranzinza. Com certeza quase absoluta, ele está falando mal de mim. Que eu sou um malandro, um ladrão etc... O que ele esquece porém, é que eu sou lindo e charmoso: e isto é uma qualidade que transcende, e muito, todos os problemas de meu estilo de vida.

Enfim, o importante agora é que eu finalmente terei os cuidados que mereço: este descanso e luxo será perfeito para eu esquecer destes mal bocados pelos qual andei passando, e daquele mariñero safado que roubou todo meu dinheiro e meus dados. Agora, é hora de relaxar. Assim que entrasse no hotel, eu subiria em meu quarto para guardar minha guitarra, que, infelizmente, é minha única possessão por enquanto. Então, seguiria até o SPA do hotel, onde eu seria coberto de cremes exóticos e hidratantes para dar ainda mais esplendor à minha pele perfeita, e, em seguida, iria a sauna. Obviamente, Pequeño me seguiria naquele salão de beleza, e receberia um tratamento digno, com direito a banho, tratamento de pelo e de focinho. Tudo ia perfeitamente, e meu rosto divino recebia toda a adoração que merecia. Porém, na sauna... tudo mudou.

Um homem enorme, musculoso, e com um bigode de dar inveja entrou na sauna, com uniforme completo. Claramente, era um funcionário. De inicio, eu nem liguei; porém, estranhamente, ele se sentou do meu lado, perto demais. Ele abriu um sorriso constrangido, as bochechas rosadas e o olhar fixo em mim. Então, eu soube exatamente em que direção aquilo estava indo. E nenhuma duvida sobrou quando ele começou a falar, com sua voz grossa e, ao mesmo tempo, efeminada:

Ora, você é um galã mesmo hein! - Uma de suas mãos começou a se aproximar de mim, perto demais.  - Sabe, eu sempre tive um fraco para arrasadores de corações...

Sua outra mão subiu até sua boca, escondendo uma risadinha nada discreta ou elegante. E, enquanto isso, sua mão se aproximava cada vez mais de minha toalha, cada vez mais perto, perto demais. Eu sabia que tinha que dar o fora de lá antes que algo de muito, muito estranho acontecesse. Sim, eu sou um sedutor... mas um jaguar não caça outros jaguares, e eu não seduzo outros homens. Deus, e a situação apenas piorava: o funcionário começou a desabotoar seu paletó com uma só mão, dizendo:

Ufa, está tão calor aqui... Não acha, garanhão? Talvez essa toalha...

Instintivamente, eu agarrei minha toalha e me levantei, sem jeito, tentando achar uma desculpa para dar um fora naquele brutamontes:

Oh, perdoe-me, mi señor, mas... eu tenho que... tenho que ir... oh não, Pequeño, você está engasgando! - Peguei minha fuinha de estimação, que estava claramente bem, e sai correndo do lugar, deixando aquele enorme homossexual para trás.

Logo após esse episódio assustador, eu segui até a sala de estar principal do hotel, pedindo um enorme pedaço de carne bovina, esta ainda presa no osso, perfeitamente cozida e com uma camada quase invisível de sal grosso adornando seu exterior. Enquanto eu comia, porém, percebi o homem que havia me convidado neste luxo, e logo o chamaria, antes de lhe dizer, a voz doce, porém venenosa:

Meu caro, como é bom vê-lo! Você realmente é um amigo, e eu lhe sou grato para siempre. - Pediria ao barman um prato de comida para o rico, e dois copos de cerveja cheios até quase transbordarem. - Diga-me, mi amigo; o que me diz de um jogo entre novos colegas de viagem? Com uma aposta, óbvio; não gostaríamos que o juego fosse chato demais, não é? Hahahahaha!

Eu bateria amigavelmente nas costas do homem, com um sorriso de víbora no rosto. Caso ele aceitasse minha proposta, eu começaria a explicar como o jogo funcionaria:

Veja bem: o barman vai nos trazer um copo cheio de cerveza. E as regras do jogo são simples: você precisa por o máximo de moedas no caneco que virà, sem deixar transbordar uma gota sequer de cerveza. o primeiro que fizer alguma coisa cair, ganha. O que acha? - Abriria um sorriso, abrindo os braços de maneira casual - Ah, e obviamente, você não pode beber o que tem no caneco, ou esvazia-lo de maneira alguma.

Vamos apostar... já sei! Se eu ganhar, você me da o dinheiro que tem. Senão... eu serei seu escravo até chegarmos ao farol. Qualquer coisa que você quiser que eu faça será feito. O que me diz?

Caso o homem aceitasse minha proposta, o jogo começaria. Eu desenrolaria as mangas de minha camisa, que normalmente sempre ficam dobradas, e com uma ligeira cutucada, eu mandaria Pequeño dentro de minha manga direita. Então, eu começaria a por uma moeda logo após o turno de meu adversário, tomando cuidado sempre que o caneco estivesse prestes a transbordar: se eu percebesse que uma moeda a mais me levaria a derrota, eu aproximaria minha manga da borda do caneco, e deixaria Pequeño espichar sua língua, por trás de meu braço, para lamber suavemente a cerveza, esvaziando-a suficientemente para que minha moeda possa entrar no liquido com segurança. Este truque, ou trapaça, já funcionou muitas vezes contra palhaços em tavernas por todo o mundo. Tudo bem, eles estavam frequentemente bêbados, mas... bem, geralmente funciona. Eu ensinei meu querido Pequeño o suficiente para que ele não arruinasse tudo. Eu espero, pelo menos.

Quando a aposta terminasse, independentemente do resultado, eu voltaria para meu quarto, deitaria naquela cama tão macia e confortável, e dormiria como um anjo. A quanto tempo eu não durmo em uma cama tão boa...

Assim que o dia amanhecesse, eu desceria até a porta de entrada do hotel, esperando os homens que me dariam uma carona, dizendo, a voz relaxada:

Que noche, meus amigos! Vocês realmente sabem viver bem, não é? - Sacaria então minha guitarra, meus dedos brincando suavemente com as cordas - O que acham de uma musica para o caminho, señores?

Caso eles aceitassem minha proposta, eu começaria a tocar uma música de flamenco, tão bela quanto eu, e seguiria-os para o barco que eles provavelmente têm. Finalmente vou deixar esta ilha, que, apesar de me dar a oportunidade de passar uma noite relaxante como eu nunca tinha passado... ainda me deixava um gosto amargo na boca. Foi aqui que eu perdi todo meu diñero, e minha antiga guitarra...

Historico:
 


Última edição por Buggy em Seg 27 Abr 2020, 11:39, editado 1 vez(es)
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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptyQui 16 Abr 2020, 21:29




Rumo à Grand Line
Não tanto.




Foram tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, um mendigo de rua me extorquindo enquanto havia o Blum falando sobre doenças de álcool no sangue ao mesmo tempo que os guardas levavam Jade para o hospital, quando parei para pensar, eu já tinha gastado o dinheiro dos quartos e estávamos hospedados nesse hotel de altíssima qualidade, fui para o quarto tomar um banho e deixar as roupas lá as colocando na mochila junto com meu dinheiro e deixando no quarto. – Finalmente posso tomar um banho. – Retirava toda a sujeira e cheiro de suor do corpo, não deixaria qualquer canto sem sabão a não ser os olhos, odiava a ardência e irritação que o sabão causava, tomando cuidado no banho e saindo renovado quase senti que fosse ser derrubado pela gravidade, sentia meu peso puxando todo meu ser para o chão afim de descansar.

Era tarde não noite, tempo para diversão sem preocupação, a única pulga que tinha atrás da orelha era o fato de o artista querer me passar a perna. – Eu sou Takamoto Lisandro, este é Blum, meu irmão, e o outro ali é Don. – Apresentava o grupo sabendo que tanto Blum e Don sabiam que este sujeito não cheirava bem, seu nome era Alejandro parecido com o meu o que me deixou um quanto mais próximo do mesmo, mesmo sabendo que sua personalidade não era lá muito das boas, por enquanto, teria que fazer a mesma coisa que fiz quando conheci Don, mais um que não tem a melhor das qualidades, escolher entre quebrar na porrada ou aguentar.

O cowboy avisava sobre as pretensões do sujeito. – Não se preocupe, nos não somos fracos e ter alguém ajudando na subida da reverse ou na viagem para Flevance não faria mal. – Alertaria, acabar com o musico seria mais fácil que derrotar a serpente branca sobe o efeito do veneno de paralisia. Descansaria na piscina observando o sol da tarde se esvair, no meio disso notei que Don estava meio preocupado com algo e começou a agir estranho, tinha ido em direção ao vestiário, porém não era o masculino e sim feminino, ergui meu torso surpreso ele estava tramando algo e não pude fazer nada, já que ele começou a correr e ouvir algumas vozes femininas irritadas gritando, passou pelo Blum e seguiu adiante, eu tinha que o perseguir deixei meu irmão para trás, daria um jeito de ensinar ao cowbou uma lição, porém o perdi.

Quando notei, estava sendo arrastado para uma aposta com Alejandro. – Eu aposto somente 1 milhão de berries, é pegar ou largar. – Disse, aceitando o trato, faria o homem sofrer, eu nunca voltava atrás em promessas e assim, jogaria as moedas sem medo, porém com cuidado, não queria fazer a bebida transbordar e sair do copo. Não trapacearia, faria disso uma disputa justa e usaria apenas minhas habilidades e precisão, colocaria sempre a moeda pela borda e nunca no meio já que tinha mais chance de transbordar, pela porta desceria e o espaço seria direcionado para o lado oposto, graças a polaridade da bebida seria mais fácil dela não sobressair do copo.

Vencendo ou perdendo, aceitaria o destino pagando como fosse. – Agora irei dormir, uma boa noite Alejandro. – Deixaria o homem enquanto ia para o quarto, dando boa noite para todas as pessoas que passassem por mim e me jogaria na cama. De manhã cedo, levantaria esperando que todos se reunissem. – Vamos para Flevance! – Afirmaria começando a caminhada indo ao porto e finalmente dando de cara se a loja de barcos colocou tudo que havia comprado e reabastecei o navio.



Offs:
 

Histórico:
 

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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptySex 17 Abr 2020, 18:07

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A noite passou rápido, com cada um dos rapazes aproveitando a estadia à sua maneira. Alejandro e Takamoto haviam entrado em uma disputa calorosa, onde o bem e o mal se confrontavam em um jogo de bar! Alacran, sabendo que não prestava e era um traste, vendia-se por meros um milhão de berries. Uma aposta emocionante! O barman logo enchia dois corpos de cerveja, sem se importar com as condições do jogo, apenas querendo testemunhar um momento de diversão — Façam o seu melhor, a primeira é pela conta da casa! - exclamava, empurrando os canecos para ambos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a fuinha sob suas vestes, Alejandro logo colocava a primeira moeda sem um único problema, após o animal dar algumas rápidas bebericadas. Igualmente também fazia Takamoto, mas a sua bebida já estava no limiar de transbordar com uma única moeda! O barman havia enchido demais o copo e, dessa forma, ele logo perderia! Para a segunda rodada, não era necessário sequer se arriscar. Alacran colocava a sua moeda, enquanto Lisandro lentamente botava a sua, com uma gota de suor escorrendo ao lado da face. Sucesso. Nem uma gota derrama. A sorte estava ao seu lado!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vendo o ruivo no limiar da derrota e o cuidado com que colocava a moeda, o barman tomava partido e Alejandro começava a se sentir pressionado pelo seu olhar. Não lhe faltava experiência para saber que tipos de trapaças eram possíveis nestes jogos. Agora, sem seu Pequenõ para lhe ajudar, um movimento em falso poderia fazer a cerveja transbordar! O terceiro round logo chegava e, com suas moedas em mãos, com os batimentos calmos e uma precisão cirúrgica o vencedor era...!

Spoiler:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Blumayden tinha uma deliciosa noite de massagem, a qual lhe permitiu dormir com tranquilidade após relaxar bastante! Já de manhã, no que constataram ser um ótimo dia para velejar, o grupo se reunia em frente ao hotel Lvneel Garden - para alguns, Lvneel Paradise - e rumava em direção ao porto. Dias atrás haviam deixado o Explosive Hawk em um estaleiro, onde Takamoto pagou por alterações que lhes permitissem navegar até pelo mar mais tempestuoso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Haviam duas notícias, uma má e outra boa. Ao chegar ao porto, mal reconheceram a própria embarcação, mas ali estava ela: o Explosive Hawk! A reforma havia dado-o uma nova cara e, assim, com certeza ele conseguiria navegar pela Grand Line com a segurança e impetuosidade necessárias. Essa era a boa notícia. Quanto a má notícia... — O preço do reforma saiu um pouco do orçamento devido a alguns problemas com o câmbio da madeira, etc, consequências de por mais canhões, suprimentos... o preço total ficou de B$ 8.000.000! - era um homem forte e de músculos robustos, o qual havia se preparado bem com sua equipe atrás de si, a fim de não levar um calote. Estavam prontos para uma briga, se assim desejassem.

Explosive Hawk - Atualizado:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, se o grupo desse o seu jeito para pagar o valor, poderiam seguir viagem ao encontrar um Explosive Hawk totalmente preparado, com novos canhões, balistas, suprimentos, carapaça reforçada, mais quartos, mais mastros e até mesmo um banheiro privativo para o Capitão! Este era o novo navio da tripulação e, uma vez que fosse tudo resolvido, com Don Wayne comandando o leme, o navio partiria rumo à Flevance. E, para a surpresa de todos, ao subirem na embarcação, seriam recebidos por seis marujas. Após um momento sem entenderem nada, Don prosseguiria — HAHA! Eu sou mesmo foda, sabia que vocês iam esquecer da parte mais importante! Uma tripulação! O que vocês tem na cabeça, miojo?! - o atirador mulherengo caçoava. Wayne podia ser desprezível, mas era muito inteligente, de fato — IÇAR A ÂNCORA! DESAMARRAR AS CORDAS! ABRIR AS VELAS! ESTAMOS DE PARTIDA! - anunciaria, zarpando e, rapidamente, deixando Lvneel como se fosse uma mera lembrança.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era oficial, estavam em mar aberto, em um dia ensolarado, com nuvens brancas e clima de festa! — Yohohoho! - Don cantava, com uma mão no leme e outra segurando seu chapéu de cowboy ao alto, enquanto três marujas dançavam e bebiam ao seu lado — O que estão fazendo aí parados?! Eu recebi uma facada ontem e ainda estou mais animado que vocês! - suas bochechas estavam coradas e, como sempre, estava bêbado, vivendo o que tanto sonhara.


Off

Espero que tenham gostado de narrar um pouco mais livremente, pois vi que foi bem proveitoso! Agora voltamos à programação normal: abram o spoiler e descubram quem venceu! Taka ganhará o toba do Buggy? Buggy ganhará um milhão de berries do Taka? Uma aposta completamente equivalente!

@Avaliador Os jogadores já possuíam uma Caravela antes do sistema de barcos. Com a implementação do sistema, essa embarcação passou a custar 50kk, valor muito maior do que o obtido, porém com atributos superiores ao barco atual deles. Assim, como já constava na ficha que eles tinham uma Caravela (Ficha do Blum) e o Taka comprou upgrades no início da aventura, vou adicionar um valor a mais a isso, para adequar o barco antigo ao novo do sistema via esse valor adicional que cobraram a eles nesse post. Para esclarecer, eles tinham comprado 4x Canhões Avançados, que eram os da última categoria, logo transformarei em 4x Canhões Grandes - porém, também tem a opção de deixar como Balistas Avançadas, que tem o mesmo preço do que ele pagou, apesar de não fazer sentido narrativo. Todavia, com o novo sistema, ele não poderia usar esses canhões. Para resolver o conflito, coloquei ele pra pagar um upgrade no navio, deixando-o com Dano 7. Também teve o problema com os tripulantes, o que foi resolvido com o grande Don Wayne.


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Última edição por GM.Kekzy em Sex 17 Abr 2020, 18:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptySab 18 Abr 2020, 14:49


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Nem todo final é belo
Maldição

Dessa vez o atirador me impressionou, tinha agilizado todo o processo para nossa partida, porém ainda achava algo esquisito. – Se não me engano, não precisou de tanta gente para navegar. Ah, deve ter sido as reformas feita no Hawk. – E falando nas reformas, o navio estava de cara nova, nunca imaginei que ficaria tão lindo assim, palmas para o marceneiro. E tudo isso não foi de graça, obviamente, por isso perguntaria ao ruivo se ele tinha grana suficiente para pagar por todos esses reparos, se não tivesse ajudaria dando a quantia restante. Aproximaria-me da embarcação, daria um leve sorrido e sentiria o cheiro da maré anunciando uma nova jornada. – E estamos aqui outra vez. – Enfim, adentraria na caravela. – Ah, quase ia esquecendo. Vem cá. – Pegaria o gatinho e colocaria sobre minha cabeça.

Na embarcação perguntaria se Don precisava de algum tipo de ajuda para pilotagem do Hawk, se sim, auxiliaria no que fosse necessário, caso fosse algo complexo pediria algum das marujas para mim dar uma mãozinha na tarefa. Se não precisasse de nada, apenas sentaria em algum lugar do convés e aproveitaria a viagem.

Tinha uma desconfiança do músico e Don também, por isso ficaria de olho nele.  Não sabemos quem era realmente o mesmo, talvez fosse um ladrão, pior ainda, um ladrão de arroz com mayo. – Mas quer saber? Tanta faz. Se o Taka realmente confiasse nele, não teria problema. – Na hipótese de Alejandro conversar comigo, apresentaria-me. – Sou Blum, o médico desse... Grupo? Enfim, espero que não arranje confusões, que nem os outros dois. - Após isto, ouviria o que ele tinha a falar e responderia o que fosse necessário.

Existia diversas coisas a se conversar e, se o Taka viesse até mim botaríamos o papo em dia. Havia várias dúvidas que eu devia sanar, então levaria o tempo que fosse necessário para explicar tudo. Falaria do começo, quando fui desertado da minha família de caçadores, virei aprendiz de um capitão de um bando pirata e de alguma forma esquisita acabei parando naquela ilha de gelo. Também ouviria a história do boxeador e o que eu tivesse dúvida, perguntaria.

Outra coisa incomodava-me desde de manhã para falar a realidade. – Quem diabos amarrou esse cordão no meu dedo? – Não importava o que eu fazia, ele simplesmente não saia. Sim, já tentei usar minha espada e nada, quem fez essa pegadinha certamente estava elaborando há um bom tempo. – Tá bom, Taka, todo mundo já riu, mas já tá na hora de dizer qual é o truque... Tira isso daqui. – Perguntaria ao meu irmão, certamente foi ele quem fez isso. Após questioná-lo constantemente e enfim saber que não era obra do cozinheiro, só faltava outra pessoa, Don. Interrogaria o mesmo até achar uma resposta sucinta, entretanto, não dava em nada, se não foi nenhum desses dois, faltava apenas aquele hombre, perguntando sobre o caso, e rapidamente negaria. Pararia em meio ao convés e olharia novamente ao meu dedo midinho, a palma da minha se tremia e meus olhos saltavam. – O que é isso? Esse fio tá flutuando? – Piscava meus olhos diversas vezes, mas não havia dúvidas. – Eu fui amaldiçoado!

Histórico:
 

Objetivos:
 

Spoiler:
 

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LEGENDAS:
Falas #0066FF | Pensamentos - #FF6600
-''Arroz'' ~
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Última edição por Blum em Ter 21 Abr 2020, 14:30, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptySab 18 Abr 2020, 22:42




Rumo à Grand Line
JUEGA Y JUEGA. BIG BRODER ONE PIECE




Acordei com o corpo pesado, nada que não me fizesse levantar da cama, estava animado para uma nova aventura chegando sendo tão fresca quanto a brisa do mar que logo iria me deliciar ao olhar o mar indo para Flevance. – E lá vamos nós. – Trajava o kit número três com meu moletom que não permitia que o frio surgisse na minha espinha como em Fernand Ice Island, aquele frio era quase de matar. Blum já tinha se aprontado e estávamos no hotel, não deixaria o artista sumir de minha vista, ele havia perdido a aposta de ontem, o resultado era esperado já que com determinação e força sou capaz de fazer qualquer coisa. – Vamos! – Falava como um capitão mesmo não sendo um de verdade, somos só um bando de marmanjo explorando tudo que as ilhas tinham a oferecer.

Não deixaria o malandro sair de fininho, sempre transmitindo meu olhar severo para o mesmo, ele ajudaria Don na navegação do Hawk, não queria ter que trabalhar muito sentindo a fadiga das brigas dos dias anteriores. Chegando ao porto, não podia notar a beleza do nosso navio, a caravela mais bonita de todos os Blues e talvez quando estivéssemos na Grand Line, dela também. – O quê?! OITO MILHÕES?! – Meus olhos quase saltaram, tinha combinado no preço anterior e pagado adiantado pelo serviço, não podia deixar de ficar cabisbaixo, porém vendo o trabalho feito no Hawk sentia que a empresa merecia. – Aqui, obrigado. – Entregava sem rodeios, dinheiro não era tudo na vida.

Don sorria como se tivesse ganhando uma disputa contra o diabo, foi quando notei que ele havia contratado marujas ao subir no Hawk. – MASOQUÊ?! – Foram duas surpresas no mesmo dia, ser recebido por mulheres não era tão ruim, Don havia gastado o dinheiro do seu modo de ser e não parecia ter arrependimentos, teríamos uma ajuda das moças. – Você não tem salvação ein Don.. – Arreganharia as mangas, indo ajudar as garotas no que fosse preciso quanto a força bruta. – Alejandro, não fique de pegação. Ganhei a aposta ontem, quero total esforço aqui! Ei Wayne! Use o musico ao seu bel prazer! – Sorriria confiante, homens deviam cumprir suas promessas.

Estávamos em alto mar, podia relaxar um pouco antes de chegar a Flevance, iria até Blum, botar o papo em dia já que parecia que muitas coisas aconteceram com ele no tempo que me ausentei e treinei meu corpo e mente. – Caraca. Isso tudo é bem louco pra falar a verdade, não esperava isso de você Blum, pensei que ia virar um médico e viver tranquilamente. – Batia em seu peito, encostado no parapeito passava um tempo conversando com meu irmão como antigamente. – Ei cara, fui eu não, sei de nada desse laço vermelho, o Don também tava no quarto, vai perguntar para ele. – Deixava que o mesmo tivesse uma conversa com o cowboy enquanto ia até Alejandro. Cruzaria os braços, queria ter uma conversa direta com o mesmo já que sua presença não era tão desejada pelo grupo. – Gostando da carona? – Relaxava um pouco, não queria intimida-lo.

Quando chegarmos em Flevance, você pode fazer o que quiser, pode desconsiderar a aposta. – Soltava as algemas morais do rapaz, não que ele não já tivesse soltado. – Temos o plano de ir até o Farol e ingressar na Grand Line, não sei seus planos, a carona continua de pé. Eu não sei muito sobre você, não quero problemas, sendo sincero.. Eu prefiro que você aja de forma normal sabe.. É meio estranho falar desse tipo de coisa, é que fui avisado pelos dois ali. – Apontava para Blum e Don, um gritando sobre maldição e outro sendo paparicado e bebendo mesmo estando pilotando o navio, deveria ir dá um check nele daqui a pouco até. – Para não confiar em você, pelo menos, não muito, pois você demonstra ter uma segunda face. – Explicava a situação. – Eu cai de primeira, mas depois da chantagem foi meio fácil enxergar então.. Pode ser você. – Abria um sorriso mesmo estando um pouco estranho devido a conversa, ficava um pouco mais sério agora, pois estava prestes a falar algo importante. – Se quiser fazer algo ruim para alguém aqui, espero que me escolha primeiro, não quero ver meus companheiros sofrerem por uma escolha minha. – O avisava o deixando e rumando até Don.

Licença. – Pediria para as garotas. – Tudo certo aí? Beber de manhã cedo assim faz mal ein, não bata o Hawk se não te parto em dois.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptySab 25 Abr 2020, 15:04

Perdedor

Puta madre! Como eu pude perder essa aposta para um cabeça de vento como aquele? O cabrón nem tentou trapacear, ou viu minha trapaça! Como alguém que joga honestamente pode derrotar alguém que usa tudo no seu arsenal? Não, deve ter sido sorte, sorte de principiante! Ou talvez seja destino... não, isso é besteira. Ele deve ter trapaceado, mas eu não percebi. Como eu, um veterano na malandragem, pude não perceber que ele estava me enganando logo abaixo de meu nariz? Tsc... talvez este rico seja mais do que seu rosto de palhaço mostra. Bem... é um saco perder a chance de faturar um bom dinheiro, mas a derrota não é tão ruim. Afinal, não é como se eu tivesse honra o suficiente para cumprir minhas promessas...

Pelo menos o universo foi rápido em me consolar de minha derrota: seis muchachas hermosas apareceram, subindo no barco e repentinamente deixando esta viagem ainda mais interessante. Heh, parece que eu julguei errado o caráter daquele bêbado: aquele sim sabe viver! Por alguns segundos, eu observaria as mais novas adições à tripulação, esfregando minhas mãos e abrindo um sorriso convencido e ligeiramente maquiavélico. Começaria a andar em direção daquelas coelhas prontas para serem caçadas, quando um calafrio percorreu minha espinha, e eu fiquei imóvel por alguns segundos. Aquele maldito Takamoto, com sua aposta estúpida! A felicidade de ver seis hermosas me havia feito esquecer aquela desonra... E agora ele quer que eu vá trabajar, como um marujo qualquer! Parece até que ele não liga para minhas mãos perfeitas, sobre as quais a aparição de um calo sequer seria uma blasfêmia contra o Amor!

Porém, acho que, por enquanto, vou ter que seguir as ordens daquele payaso. Seria preferível eu não criar nenhum conflito neste barco, não enquanto eu não tiver um plano. Então, com um sorriso, eu acenaria em direção de Takamoto, e diria, amigavelmente:

Não se preocupe, mi amigo! Trato é trato, não é?

Então, relutantemente por dentro, e animadamente por fora, eu iria até Don, lhe dizendo, com um amplo sorriso feliz no rosto, beirando a expressão de um puxa-saco:

Mi amigo! Tem algo que precisa que eu faça para o señor?

Caso ele me desse uma tarefa que com certeza seria muito abaixo de minha grandeza e beleza, eu a cumpriria, enquanto uma pequena voz dentro de mim gritasse sem para, pedindo que eu parasse de me desonrar assim. Mas eu a ignoraria, e terminaria com seja lá o que aquele caubói tão fora de moda me dissesse. Tsc, essa roupa que ele usa... eu não tinha pensado nisso antes, mas ele vestir isso é quase um insulto à minha Terra Natal. Como se ele soubesse uma coisa sequer de desertos, caubóis ou tavernas de Cactus Island. Enfim. Eu já cortei meus laços com aquela ilha há muito tempo, não vejo por que eu me apegaria a coisas como essa agora.

Se eu não tivesse mais nada para fazer, eu me viraria em direção das mujeras que não estavam sendo monopolizadas por aquele caubói de segunda, e andaria em direção delas, sacando minha guitarra e deixando Pequeño sair de dentro de minha camisa. Aquela pequena fuinha sempre aumenta minhas chances de sucesso durante minha caça. Sentar-me-ia ao lado daquelas belezas, e começaria a xavecar, contando-lhes historias, piadas e ouvindo o que elas tinham a me dizer. Finalmente, após ser rodeado de tantos marmanjos, eu estaria com a companhia certa. Caso eu sentisse que a minha conversa com as hermosas estivesse começando a perder gás, eu lhes diria com uma voz mais grave que habitualmente, e com um tom talvez excessivamente sedutor:

Una musica, mi amores?

E, independente do que qualquer um dissesse, eu começaria a fazer arte com as cordas rústicas daquela bela guitarra, e começaria a cantar uma canção que, pelo menos para mim, é mais bela que aquelas seis mujeres juntas. Essa é a musica que minha madre cantava para mim... nos bons tempos. Ah, isso não importa. Não posso ficar me grudando ao passado como um velho ultrapassado. Enquanto meus dedos dançassem sobre as cordas do instrumento, eu tentaria me afastar do que já passou, e aproveitaria o presente, o vento em meus cabelos sedosos, os pingos de agua em meu peito definido, e as hermosas mujeres a minha frente.

Quando a música tivesse terminado, se eu visse Takamoto se aproximando de mim, querendo conversar mano a mano, eu suspiraria devagar e me levantaria, soltando um beijo no ar para as mujeres atrás de mim, e começaria a ouvir o que o payaso tinha a dizer.

A carona, mi amigo? Ela é tudo que eu poderia sonhar, e um pouco mais. - me viraria em direção das señoritas, lhes lançando uma piscadela.

O que viria depois me surpreenderia muito. Ele estava aliviando minha barra? Depois de tudo que eu fiz para ele, de todos os problemas que lhe dei? Parece que eu estava errado sobre esse rico: ele é ainda mais estúpido que pensei! Hah, pelo visto, eu posso roubar muito mais dele do que eu achava! Ficar com esse payaso, pelo menos por enquanto, parece ser o investimento mais lucrativo que apareceu para mim em um bom tempo. Até aparecer algo de ainda melhor, então preciso conseguir todos os favores dele. E, quando ele menos esperar... eu irei morder a mão que me alimenta.

Você é generoso demais comigo, mi amigo! Eu lhe devo tudo que tenho; se precisar de ajuda, é só me chamar. Você pode contar comigo! - eu levantaria o polegar, em um sinal de afirmativo,e piscaria em direção de Takamoto, tentando encanta-lo com meu carisma - E não se preocupe, mi amigo, eu nunca trairia vocês, não depois de tudo que vocês me deram. Eu tentei chantageá-los, é verdade; mas eu faria isso apenas com um desconhecido. - esta mentira seria tão grande que eu quase não conseguiria conter a risada - E vocês não são desconhecidos para mim; são amigos. Ou companheiros, se preferirem.

Com estas palavras, eu estenderia minha mão, para que Takamoto a apertasse, e selasse esse falso pacto vazio.

Caso Blum se aproximasse de mim, me perguntando sobre o cordão vermelho, eu coçaria meu queixo, escondendo um sorriso malfeitor. Seria bom eu assustar um pouco este dai, que me parece estoico demais para meu gosto. Acho que é mais que hora de tira-lo de sua zona de conforto.

Hmmm...

Eu analisaria aquele fio atentamente, antes de dizer, a voz solene e cheia de curiosidade falsa:

Eu achava que isto era apenas uma lenda de marinheiros bêbados... mas acho que você está sendo assombrado pela Llorona. Pelo que dizem, ela vai atras de malfeitores que não foram caridosos o suficiente durante suas vidas... - Fingiria estar desconfortavel, e, com um medo falso, eu me afastaria lentamente de Blum, fingindo me esconder atras de minha guitarra - Com licença...

Então, me afastaria do médico, voltando às minhas queridas mujeres.

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Última edição por Buggy em Seg 27 Abr 2020, 11:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptyDom 26 Abr 2020, 17:05

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Explosive Hawk já adentrava o oceano aberto e, entre mistérios, temores, comemorações e festas, o dia logo passava. A noite caia e todos os tripulantes voltavam a dormir. Ao acordarem, uma das tripulantes que estava na função de mirante, no observatório da gávea, anunciava — Terra à vista! - a este ponto, todos já haviam acordado e Wayne conduzia a embarcação, enquanto o restante dos tripulantes exerciam as funções básicas do navio — IHA! Vocês escutaram! Flevance à vista! - o cowboy comemorava, erguendo o seu chapéu. Havia sido uma viagem bastante tranquila e Don passara parte dela sentado, em uma cadeira que colocara em frente ao leme; afinal, ainda estava ferido e ficar de pé tantas horas seria muito prejudicial para a sua recuperação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quanto mais se aproximavam, mais a ilha crescia. Era uma ilha grande, maior que Lvneel, podiam perceber logo de cara. Ajustando o leme, Don começou a percorrer a costa da ilha, em busca do porto. Logo o encontravam e lá havia diversos navios, de pequenas escunas até grandes caravelas, até mesmo maiores que o Explosive Hawk. Ainda, dois grandes navios da marinha encontravam-se naquele porto, mostrando que a organização possuía força e influência na ilha. Para caçadores de recompensa, talvez sequer houvesse o que fazer ali. De toda sorte, lentamente o navio atracava e ancorava no cais, dando a liberdade dos membros saírem e explorarem aquela nova região — Eu quero comprar uns barris de saquê! E vocês, o que irão fazer? Prefiro seguir viagem logo quando possível, de toda forma... - Wayne dizia, tomando um gole de sua cachaça e envolvendo os dois irmãos perdidos com seus braços, ao redor do pescoço — Ein, qual foi?! - o hálito de álcool era forte... talvez até tivesse começado a bebedeira antes mesmo de atracar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não tardou para que quatro marinheiros  colassem na lateral do navio, pedindo para que colocassem uma rampa de acesso, a fim de fiscalizar a embarcação. Como eram caçadores de recompensas, não tinham o que temer, mas não podiam fugir aos procedimentos formais. Assim, o grupo de fardados olharia cada cômodo e faria perguntas a cada um — Quem são vocês? De onde vem? O que querem na ilha? - o Sargento indagaria, com os três soldados atrás dele, anotando em um formulário as respostas. Após todo o processo, falaria a todos — Podem desembarcar. Está tudo limpo. Sejam bem-vindos e evitem encrencas - assentia com a cabeça e se despedia, deixando o local.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora, de fato, estavam livres para explorar Flevance e fazer os últimos acertos antes de zarpar para a Grand Line! E a aventura poderia começar com o anúncio  — Venham! Venham! Escolham a bola premiada e ganhem um incrível Pato Selvagem! Por apenas um milhão de berries! O ganhador não tem que pagar! - um homem com o visual de marujo anunciava, com uma caixa repleta de bolas douradas que se bipartiam em cima de uma mesa. Ao redor, diversas pessoas se juntavam e pegavam uma das bolas, abrindo-as e se frustrando — É uma pena! Não é a bola vencedora! - ainda restavam bastante bolas  — Quanto menos bolas sobrarem, mais chances de ganhar! Tirem a sua bola e me paguem depois! - anunciava, com o tipo de confiança que só era possível pelo local estar repleto de marinheiros, os quais asseguravam que ninguém sairia correndo dali sem pagar. E, atrás do homem, encarcerado em uma gaiola, encontrava-se um triste pato selvagem, o qual esmaecia-se no chão de ferro, olhando para o lado de fora com desesperança. Era um animal que amava a liberdade e estar cercado por barras de ferro não era lá o que gostava.



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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptySeg 27 Abr 2020, 17:29


Cap. II
Rumo à Grand Line?

A cidade Branca
Flevance

Estava conturbado com aquele lance místico e isso aumentou mais ainda com a história do músico. Como esperado, a dona do azar não dava-me um dia de descanso, será que teria que viver com aquele laço por resto da minha vida? – Droga!

Não podia deixar de ouvir o grito do navegador, o mesmo afirmava que estávamos em Flevance. Com certeza esse nome despertou-me certo interesse e, como um bom médico não tinha como eu não conhecer essa cidade, nela residia um dos melhores hospital do mundo, senão o melhor. Há muito tempo os médicos daqui foram responsáveis por eliminar a tal doença do Chumbo Branco, nesta parte que estava tão curioso, como eles conseguiram?

Olhando ao redor percebia a lindeza da paisagem, tudo branco, uma cor calma e aconchegante, quem morasse nessa cidade, provavelmente, não teriam muito problemas. Apreciava aquela pacata cena até que subitamente Don agarrava-me pelo o pescoço e começava a falar, virava a cara tentando evitar o aquele odor, enquanto sagazmente tiraria seu braço do meu pescoço. – Tenho alguns assuntos a resolver nessa cidade. Não demorará muito para partimos.

Notava a aproximação de alguns marinheiros vindo inspecionar o Hawk e pelos seus gestos podia perceber que tratava-se de uma ação rotineira. Após revirarem a embarcação ouvia um comentário bem sutil do oficial da lei. – EVITEM ENCRENCAS. – Para mim essa frase soou bem grave e ecoou por todo o meu cérebro, logo, trocaria olhares com os meus companheiros. Não precisava nem acrescentar mais nada, se eles fizessem besteira por aqui fingiria que não os conhecia.

- Falô. – Sairia mais que rapidamente, pois se recordava-me bem que na última vez que fui fazer minhas coisas sozinho, quando voltei o cozinheiro já havia me metido numa nova aventura, por isso minha viagem demoraria um pouco mais do que planejado.

Daria uma olhada para trás procurando o felino, pois acabei saindo de uma vez e não sabia se havia me acompanhado. Se ele tivesse vindo, falaria. - Um pouco de companhia não é ruim. Espero que possa me acompanhar.

Andaria lentamente e ficaria olhando para arquitetura da cidade, percebendo os detalhes como ela foi projetada. Ao ver um cidadão, perguntaria para o mesmo onde ficava o tão aclamado hospital, quando a resposta fosse positiva iria até o local indicado. Chegando lá, procuraria por um recepcionista ou algo do gênero. – Olá, sou um médico e gostaria de ter acesso a biblioteca de vocês se possível. – Perguntaria na esperança que alguma porta fosse aberta, mas sabia muito bem que podiam não me deixar entrar tão facilmente, então teria que usar de artifícios o qual não queria. – Sou um Nakamura, talvez tenha ouvido falar de minha família, muita famosa na Grand Rota. – Agora contaria com a sorte do(a) funcionário(a) conhecer.  Se conseguisse, prosseguiria ao acervo do conhecimento.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptyQui 30 Abr 2020, 18:07

Flevance

Ah, o cheiro de ilha nova. Este cheiro sempre é um prazer para mim; uma região nova significa mulheres e sensações novas. Normalmente, pelo menos. E, por enquanto, Flevance parece estar saindo da norma: sequer atracamos que mais mariñeros apareceram para fuçar. Puta madre, por que eles não podem simplesmente deixar os outros em paz? Tsc... acho que aquele mariñero de Lvneel me enojou da Marinha inteira. Enquanto aqueles intrometidos reviravam o barco como fuinhas procurando comida, eu mal conseguia conter minha língua para dizer alguma vulgaridade, ou algum comentário sarcástico. Felizmente, eu não dou a mínima para aquele barco, ou as mujeres que lá estavam, visto que elas já perderam a graça para mim.

Após a partida dos mariñeros, que eu seguiria com um olhar frio e cheio de ressentimento, eu respiraria fundo e olharia a mais nova paisagem que se apresentava a mim. Pelo visto, eu terei um pouco de tempo para explorar aquela ilha e, quem sabe, me divertir um pouco com a mulherada local, ou conseguir ganhar algumas coisas de valor. No pior dos casos... eu sempre posso voltar a esse barco, e voltar à boa e velha Grand Line. Afinal, é lá que está a verdadeira diversão. Não vou mentir, eu me arrependo um pouco de ter vindo nesse oceano. Eu achava que as coisas seriam mais fáceis, e, mesmo se isso for verdade... fácil é entediante. Eu quero sensaciones fortes, e nem as mujeres, nem os lucros a se fazer aqui se comparam à minha terra natal. E, imagino eu, ao resto da Grand Line.

Prontamente, eu desceria do navio, olhando de soslaio para a venda de patos. Não preciso de um outro animal, não quando eu tenho Pequeño ao meu lado. Além disso, eu não tenho um milhão de berries; eu poderia tentar roubar, ou enganar o vendedor, mas um pato besta daqueles não vale nem o preço, nem o esforço que eu precisaria fazer. Apenas seguiria para o centro da cidade, andando sem rumo, procurando alguma bela presa para o jaguar, uma mujer digna de ser cortejada por mim. Também ficaria atento a qualquer oportunidade interessante que pudesse vir. Não tenho nada além de minha guitarra e meu amigo Pequeño; a este ponto, tudo que eu posso fazer, é aceitar o que o Destino me trouxer.

Caso eu visse uma mujer que atraisse minha atenção, eu me aproximaria dela lentamente e confiantemente, com um sorriso convencido no rosto. Quando estivesse suficiente próximo dela, eu sacaria minha guitarra, sem desviar meu olhar de seu rosto, e lhe diria:

Mi amor, de todas as ilhas que visitei, de todas as cidades que conheci, de todas as tavernas que me acolheram, nenhuma tinha a honra de possuir uma hermosura como você. A señorita aceitaria esta humilde canção minha? Uma bela musica, para uma bela dama...

Caso ela aceitasse minha proposta irresistível, eu abriria um largo sorriso, como um jaguar mostrando suas presas, e, após beijar sua mão, caso ela me permitisse, eu começaria a tocar minha guitarra, sem cortar meu contato visual com ela. Com isto, com certeza, o coração dela deveria derreter como manteiga quente. Ninguém consegue resistir meus charmes.

Porém, se o impossível acontecesse, e ela recusasse minha canção, eu tentaria esconder minha frustração, que, apesar de meus esforços, com certeza transbordaria. Incrédulo, eu olharia aquela mulher, meu cérebro tentando processar aquilo. Não, não é possível que uma mujer me esnobe assim: sou eu quem deveria esnoba-la mais tarde! Algo deveria estar errado com ela... Após alguns segundos, eu voltaria ao normal, abrindo um pequeno sorriso maligno. Heh, finalmente, um desafio à minha altura. E eu não posso deixar um baiacu tão grande escapar de minha vara de pescar. De longe, eu começaria a segui-la, tentando não ser notado. Você não vai escapar de mim, mujer... eu vou ter seu coração para estraçalha-lo depois.

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptySex 01 Maio 2020, 21:26




Rumo à Grand Line
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Uma mentira? Talvez, pelo menos deixei minhas vontades explicitas para o passageiro tão ludibriador quanto Don bebia por dia. A terra foi achada com sucesso, não demorou muito para chegar em Flevance sentia que a viagem foi bem mais prática com as garotas, o navegador sabia realmente das coisas. – Desembarcar! – Gritaria ao aportar na ilha deixando a rampa em perfeita sintonia com a terra, o atirador já queria comprar mais bebida para a viagem até a Grand Line mesmo estando bebendo desde cedo. – É melhor dá uma parada, podemos comemorar depois de atravessar a Reverse, não quero morrer durante a passagem porque tu tava bêbado. – Ele não parecia ter muitos problemas com bebida, seria só uma fase para esquecer da dor de perder uma briga no bar devido ao seu grande orgulho? Don Reed Wayne tinha uma personalidade complexa, teria que tomar conta dele se não quisesse que o Hawk ficasse aos pedaços.

A chegada de marinheiros era esperada. – Estamos apenas de visita, não ficaremos muito, só reabastecer o navio e seguir para Grand Line. – Explicaria para os homens da lei, eles vasculhavam Hawk mesmo não tendo a real autorização, mas dado a liberdade por minha parte, não precisava arrumar problemas por agora ainda mais com soldados do governo, havia caçado piratas e não queria me tornar um. No porto, algo me chamou atenção, uma multidão por perto com uma grande propaganda. – Uma competição? – Murmurei andando até lá, se fosse para competir em disputas de força, não havia como eu não entrar e ganhar o prêmio principal, porém era um jogo de sorte e nem precisava pagar nada se eu ganhasse.

Um pato selvagem! Era a recompensa do sorteio, nunca havia cozinhado um, criar um novo prato de pato seria um bom ganho de ter atracado em Flevance. – Minha sorte não está tão mal, vamos tentar. – Sorri sabendo que havia ganhado a aposta contra Alejandro, a maré podia pender para meu lado mais uma vez. Não tinha visto diretamente o pato, entrei no meio de todos visando as bolas douradas. – Vejamos.. Qual eu pego? – A indecisão nunca foi do meu feitio, colocando a destra sobre algumas indo de um lado para outro finalmente senti uma força maior deixando meu braço pesar, podia ser apenas a fadiga acumulada também, a bola havia sido escolhida e abriria para ser o vencedor. – Ganhei! – Gritaria levantando a bola premiada e indo em direção ao marujo. – Quero ver esse pato! – Meus olhos brilhariam, seria ótimo ter uma refeição tão boa com a carne macia dele, porém quando bati o olho nos olhos daquele animal notei. – Não tenho panela pra isso. – O pato era maior do que esperava, não sabia que a espécie podia chegar a este tamanho e ainda assim, a fera parecia triste ao estar engaiolada, recebendo o prêmio, abriria a prisão do pato e diria. – Livre agora.

Sorriria gentilmente, não queria mais fazer um pato ensopado ou assado, era quase do meu tamanho e suas penas tão bonitas, não colocaria minhas mãos no espécime. – Agora não sei o que faço com você.. Deixar solto pela cidade não parece uma boa ideia..


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 10 EmptyTer 05 Maio 2020, 20:19

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Desembarcando em Flevance, Takamoto imediatamente se dava a testar a sua sorte naquele jogo. Se aproximando da bancada, o cozinheiro retirava a sua bola, sob o olhar do anunciador — Teste a sua sorte e abra, se acha que tem o que é preciso! - estimulava. Olhando os estranhos ao lado, todos abriam bolas que não possuíam nada dentro. Assim, Lisandro pegava a sua bola e abria lentamente. Plock! Ela se abria, revelando uma chave metálica — M-mas... - o homem de cartola gaguejava, olhando para a bola e para o balde, um tanto atordoado — Olhem! Ele venceu! - uma das pessoas próximas falava, fazendo todos os olhares recaírem sobre o ruivo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem perder tempo, o caçador se dirigia à jaula e, nesse momento, o pato levantava a cabeça, observando-o. Assim que colocou a chave, o animal se levantou. Ao abrir a porta, ele permaneceu ali. E lentamente, passo a passo, foi se aproximando da saída, sem retirar os olhos de Takamoto. Se aproximando, de repente... uma bicada! Uma bicada feroz no estômago de Lisandro, seguida de diversos bateres de asas em sua face, com mais bicadas. E, no instante seguinte, o pato partia em disparada, correndo a uma velocidade surpreendente! Não fosse o suficiente, o cozinheiro logo sentiria a ausência de algo. Era a sua bandana. Ela havia se prendido no bico do pato! O seu precioso tesouro em uma fuga de alta velocidade!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Blumayden se dirigia ao hospital local. Conhecia um pouco daquele país; afinal, era impossível não conhecê-lo, sendo um médico. Foi ali que a doença do Chumbo Branco se espalhou e, também, foi curada, graças ao Hospital Trafalgar, que se agigantava à sua frente, com suas enormes colunas brancas. Havia conseguido a informação com um homem que esbarrara consigo, o qual, um tanto ríspido, lhe informou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Superado tal feito, tão logo ultrapassou a porta, junto com o felino, escutou um grito — Pelo amor dos céus! O que é essa mancha branca em seu braço?! - o grito chamou a atenção de vários presentes e, se olhasse, realmente havia uma grande mancha branca em seu braço direito Llogo um enfermeiro se aproximou — Se afastem! Se afastem! Senhor, venha conosco! - e imediatamente diversos outros enfermeiros e enfermeiras começaram a surgir, trazendo uma maca para levar o médico à sala de cirurgia e diversos panos para cobri-lo, se assim o permitisse. A correria era grande e, no processo, ignoraram completamente a apresentação do rapaz — Chamem o Doutor Leon! Rápido! Precisamos fazer os testes! Talvez seja a doença do Chumbo Branco! - exclamava. A onda de azar do espadachim parecia ter retornado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De volta ao porto, Alejandro fazia o que ele sabia fazer de melhor — Dê o fora daqui! - a mulher o rejeitava, enquanto o astro tocava uma bela serenata para a sua nova paixão: uma formosa beldade de cabelos roxos. — Eu irei chamar a marinha! - ameaçava, ao ver que estava sendo perseguida pelo inoportuno homem. Sua expressão era severa e parecia bastante irritada, mas isso só parecia alimentar o espírito trovador do músico. Talvez fosse o tipo de mulher que gostasse; ou a forma de ser tratado que preferia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O que importava, no entanto, era que a moça rapidamente virava a cabeça, gritando de espanto. Ao acompanhar instintivamente aquilo que chamava mais atenção do que si, Alejandro se deparava com um pato dourado correndo a toda velocidade em sua direção, com uma longa bandana a cobrir-lhe o rosto — QUAAAAAAAAAAAAACK! - o pato levantava até mesmo uma nuvem de poeira atrás de si e estava em alta velocidade, às cegas, rumando ora em direção à moça, ora em direção ao próprio Alacran. Este que possuía a oportunidade de fazer algo!


Off


PS: Ciente que é uma pata.



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