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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo à Grand Line?

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptyQua 24 Jul 2019, 14:18

Relembrando a primeira mensagem :

Rumo à Grand Line?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Takamoto Lisandro, Nakamura Blumayden e Don Reed’s Wayne. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Takamoto Lisandro
Narrador
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptySeg 20 Jul 2020, 21:39




Rumo à Grand Line
Rumo ao Farol Parte 2



No final o discurso não valeu muito já que Don não conseguia fingir ao menos para os novatos que era confiável. – Vou ficar longe das velas se tu ficar longe do sakê! – Brandi com um sorriso no rosto descontando suas insinuações. – Vou aprender a mexer nessas velas pra tu ver do que sou feito. – Era uma disputa, não deixaria que o bebum ousasse ganhar de mim. Os outros tripulantes faziam o que queriam, desde que não danificassem ou sujassem o Hawk poderiam ficar à vontade. Vendo as ordens de Don, iria ver toda a movimentação do pessoal mais experiente se tratando de navegar. – Ei, de onde tu tirou aqueles caras? – Perguntaria cruzando os braços ao lado do nosso navegador, se ele não soubesse do que eu estava falando, faria uma breve menção ao quarteto “For Pilha” estendendo minha mão na direção deles. – Pensei que só gostasse de marujas. – Afirmei tirando de tempo. – Eu falei que iriamos para Grand Line. – Meus olhos brilhavam vendo toda uma tripulação. – Nunca me imaginei assim, pensei que iria rumar para outros mares sendo um cozinheiro tripulante ou invadindo um barco as escondidas. – Não podia deixar de expressar minha excitação. – Virar um caçador de piratas não estava nos nossos planos, nem mesmo arranjar um navio do céu. Não sei se temos sorte ou azar, se fosse o Blum agora falaria que era azar. Mas eu acho que.. Nossas aventuras estão só para começar e isso me traz uma felicidade imensa.

Queria gritar, mas não assustaria os demais por nada. – Vamos chegar ao farol, para comemorar faço um pequeno banquete. Ai quando estivermos na Grand Line, faço o maior de todos! – Meu sorriso era minha marca, sempre estampado no meu rosto mesmo nos piores momentos, ouvir falar uma vez que serve para espantar o desespero e medo, se for verdade é melhor continuar sorrindo sem parar, acho que alguns vão até me chamar de louco. Terminando a conversa com o atirador, desceria para o convés, Ares havia se trocado e não estava com o uniforme praieiro e eu por outro lado ficaria com minha bermuda e meus óculos escuros. – Que solzão. – Blum havia me explicado da garota, não era um anjo de verdade e querendo tocar na tecla, não iria fazer. Se Wayne acredita ser o homem mais incrível do mundo, ela pode acreditar em qualquer coisa, eu que não vou irritar ninguém sem motivo.

Hora de falar sobre os quartos! – Exclamei, teríamos que ter esta discussão. – Existem dois dormitórios além de quartos nos decks inferiores. Os homens ficaram no da direita enquanto as mulheres. – Olharia para a Ares, só havia ela de mulher. – Ares, pode escolher um quarto, ficar no dormitório da esquerda ou ficar no quarto do capitão, lá tem um banheiro pessoal. E se algum espertinho tentar algo, pode matar. – A última frase era realmente séria, mesmo tendo uma feição amigável. – No deck inferior tem um banheiro que comporta dez pessoas, se sujar limpem. Vamos ter quatro refeições ao dia, eu cuido da cozinha. – Mostraria em meus pratos minha habilidade, não foi atoa que eu fui o único churrasqueiro no período de Zeff. – Acho que só, vão fazer o que tem que fazer! – Dispensava a tripulação.

Não tínhamos um capitão, cumpria só a questão de organização e liderança, finalizei e fui ver o que os experientes em embarcações faziam para tentar aprender e executar funções simples como Reed´s mencionou, fitaria e perguntaria sempre. – Posso ajudar? Quero aprender aos poucos. – Alguns estavam só de carona, aprender a cumprir tarefas do navio decidiria mais a frente se morreríamos ou não em alto mar. Terminando o dia, faria mais do mesmo, preparar as refeições, fazer o treino diário, tomar banho e dormir. Talvez conversar um pouco com os tripulantes. Não podia esquecer de cuidar do pato que tanto me fez passar por problemas. – Ow, ow. Calma. – Ele não tinha nome, se eu desse um para ele ficaria com medo de me apegar, o nome seria bem legal, tipo: Paflow. – Um bom nome realmente. – Exaltaria a sugestão balançando a cabeça positivamente com um sorriso esgueiro no rosto.

Ei Blum. – Chegaria no meu irmão. – Do pessoal mesmo, só conheço o diretamente o Max. Ele parece ser gente fina e parece que vai caçar alguns piratas também, não acha que um quarteto é melhor que um trio. – Blum não era lá muito fã de estranhos. – A gente pode até juntar todos eles para navegar na Grand Line, imagina! – Abriria os braços na exaltação da ideia. – Ein, ein, ein, ein? – Ficaria dando leves cutucadas com meu cotovelo no médico. Parando de irritar meu irmão, voltaria a me esforçar, no deck principal treinaria fazendo flexões, abdominais e treinando ainda mais meu estilo de luta. Havia mais de uma pessoa que teria que derrotar, o mundo era mais grande do que pensei, tinha que ser forte o suficiente para proteger aquilo que era importante para mim e no momento, tudo que estava ao meu redor era o meu importante. – Han! Hum! Há! – Socos direcionados ao ar, movimentação de pés e defesas, imaginava uma sombra tentado me derrotar. – Não é real o suficiente.

Pararia e olharia para os lados, ainda me falta experiência, tinha aprendido isto com minha derrota para Jacob. – Alguém querendo lutar? Treinar basicamente. – Tentaria recorrer a um desafiante. – Posso recompensar, sei fazer uns pratos especiais e ensinar algumas coisas. – Joguei a isca, recompensas sempre atraem as pessoas. – Opa! Pode vim Max. – O alaranjado estava disposto a treinar comigo, pelo seu movimento e iniciativa, se tratava de um usuário de taekwondo. Aprendi fundamentos básicos dessa arte marcial, mas nunca havia feito uso dela ou treinado, meus socos já eram o suficiente, porém aprender nunca é demais. Depois de defender alguns golpes e desviar de outros, estava captando o senso de equilíbrio do Max além das posturas, não era uma luta de verdade, não o socaria de verdade, apenas leves empurrões. – Gostando de ver, preciso que mostre mais.

Sentia que os apuros que já enfrentei me deram vantagem e a força que adquiri tornava o treino ainda muito fácil. – Ares! – Enquanto lutava, meus olhos foram em direção da garota. – Venha também! Pode até descontar a ocasião do beco, além que vai ajudar o Max. – As brasas ficariam mais fortes. – Venham com tudo! – Depois de fazer o meu melhor e tentar não apanhar muito, notaria que os dois tinham algo em comum, eram dois taekwondocas e mesmo que estilos diferentes, me dava a ideia de realmente usar das minhas pernas quando os punhos estivessem ocupados. – Obrigado gente, foi muito.. – Massageava minha cara dolorida, mesmo defendendo e esquivando não conseguia deixar de levar golpes diretos, não atacar dava muitas brechas. – Esclarecedor, fiquei mais forte graças a vocês. – Caindo de bunda no chão e me deitando em seguida recuperei o folego aos poucos, deixaria que os dois escolhessem suas recompensas. – Podem falar o que querem, só descansar aqui e já faço. – Ouvindo suas palavras, me dedicaria a cumprir com minha palavra, tínhamos tempo para ensinar ou fazer pratos, ficaria apto para os afazeres.


FINALMENTE! – Depois de três dias podia ver do um dos locais mais famosos dos Blues, este que sempre foi a perdição de piratas e todos que tentavam passar por cima, precisaria mostrar respeito a este oponente. Wayne mostrava seu nervosismo, não parecia estar bêbado, meus pés quase ficavam bambos sentindo o poder do mar. – Blum! BLUM! VAMOS LÁ CARA! – Sorria animado agitando os braços, jogava o pessimismo para o lado e abria passagem para a coragem. – PESSOAL! ESCUTEM O DON E GRITEM ALTO! NÓS VAMOS PARA A GRAND LINE! – Erguia o braço ao gritar, trazer uma forte energia para a tripulação era meu plano. – Vou calar tua boca Don. – Usaria do que aprendi nesses últimos dias, a imagem a minha frente era assustadora, não podia deixar de arrepiar todos os pelos do meu corpo. Quando ouvi que não havia mais volta, notei que teria que prezar não só pela minha vida como daqueles que estavam sobre minhas asas. – ACREDITEM NO HAWK! – O nosso navio não perderia, ele veio dos céus salvando a mim e meu irmão, ele não nos deixaria na mão. – Eu acredito no Explosive Hawk, vamos juntos em mais uma aventura.

Executando tudo que aprendi, escutando as ordens do Wayne, segurando bem forte no que dava para segurar, ficaria em fronte para ajudar qualquer um que precisasse, se alguém se soltasse ou parecesse com dificuldade, iria ajudar. – VAMOS CONSEGUIR!


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptyTer 21 Jul 2020, 00:13


Act 6
Rumo à Grand Line?




Don havia nos chamado para subir a bordo, pude ver Takamoto e Blum, seguidos pelo velho Urahara. Ele acenava e falara casualmente com todo mundo ali, era incrível o quanto ele era extrovertido, capaz de falar daquele jeito com todos sem problema algum. Ele até mesmo comentava sobre o tamanho da embarcação como se fosse amigo de longa data, ou como se não estivesse ali por favor. Eu esboçava um leve sorriso vendo a situação se desenrolar entre as duas figuras, afinal Urahara era um esquisitão e Don um navegador bêbado.

Pude ver então as figuras as quais Don havia mencionado contratar, me pareciam um tanto quanto jovens mas ao mesmo tempo ter experiência no que nos seria útil naquele momento. Enquanto o intitulado capitão do grupo se apresentava eu murmurava com Urahara " Animados, hein? " Apontando com um gesto com a cabeça os jovens que falavam aparentemente com Wayne.

Assim que Don viu que todos estavam presentes, voltou a gritar com a tripulação do Hawk, demandando basicamente 3 coisas, que o Takamoto ficasse longe das velas, alcool e as posições que ele precisava que fossem ocupadas. Espera, realmente seria uma boa ideia dar alcool para o Don?" Eu acho que por nossa segurança, ninguém encontrar alcool pro Don. " Eu exclamava, não muito alto." Quanto á gávea, eu consigo subir lá tranquilo. " Afirmava, confiante nas minhas habilidades acrobáticas.

Tentaria então subir na gávea, para ficar de olho para Don, até que fosse a hora do revezamento, na qual então eu desceria lá de cima e ficaria de suporte caso qualquer coisa surgisse no momento e precisasse de minha atenção. Algo que realmente necessário foi trazido a tona por Takamoto, os quartos. Ainda não havíamos decidido nada disso e iríamos passar algum tempo no Hawk. Ouvi atento enquanto Takamoto explicava " Existem dois dormitórios além de quartos nos decks inferiores. Os homens ficaram no da direita enquanto as mulheres. " Eu poderia ficar com qualquer um dos quartos, não me importava tanto assim na verdade. Esperaria os outros homens decidirem e então ficaria com a opção restante " Eu fico com o que sobrar, pra mim não faz tanta diferença assim. " Eu disse que era importante, não que eu me importava com qual quarto eu ficava. Takamoto continuava a explicar " No deck inferior tem um banheiro que comporta dez pessoas, se sujar limpem. Vamos ter quatro refeições ao dia, eu cuido da cozinha. " Eu acenava com a cabeça que havia entendido e após Takamoto nos dispensar iria para o meu quarto para poder me trocar das roupas de praia, trajando minhas roupas casuais, porém, amarraria meu casaco preto em torno da minha cintura.

Nos dias das viagens eu tentaria primeiramente ser útil para Don, ajudar em onde fosse necessário, tentaria também treinar diariamente, me alongar antes e após os treinos para que não houvesse algum tipo de fadiga muscular ou lesões musculares. Tentaria também, convencer Urahara a me ensinar os básicos de como se rastrear alguém, isso é se ele soubesse. Se eu soubesse fazer mais alguma coisa além de ser um par extra de mãos e pernas no navio talvez Takamoto me deixaria ficar por mais um tempo além do farol. Não podia negar que aqueles estranhos me faziam me sentir incluso, em um grupo e isso era raro.

Pude ouvir, em um dos dias durante a viagem Takamoto fazer uma pergunta direcionada á qualquer um que quisesse desafiá-lo em um treinamento " Alguém querendo lutar? Treinar basicamente. " Eu sorria comigo mesmo enquanto me alongava ainda sem dizer nada, eu tinha total intenção de participar, apenas esqueci de responder enquanto me alongava. Takamoto então continuava o pedido dando uma recompensa " Posso recompensar, sei fazer uns pratos especiais e ensinar algumas coisas. " Quebrei o silêncio então após me alongar rapidamente " Claro, faz tempo que eu não treino com outra pessoa. " Respondi ao desafio do ruivo, " Opa, pode vim Max. " exclamava Takamoto. Levaria minha mão direita para perto do peito, e minha mão direita ficaria na mesma altura, porém mais distante de meu corpo, abriria certa distância entre minhas pernas formando a base de Taekwondo.

Não o chutaria pra valer, não era a minha intenção machucá-lo, assim como a dele também não era me machucar, entretanto eu tomaria a iniciativa encurtando um pouco a distância e dando chutes com menos força do que se estivéssemos brigando pra valer. Alguns chutes com maior arco e menor velocidade para que ele pudesse se acostumar com a força, velocidade e formas de ataque da luta, afinal ele queria aprender.

Eu também observaria a forma na qual ele se desviava, a base utilizada, pelos empurrões que eu havia levado e pela força do braço de Takamoto eu pude ver que ele era um provável boxeador e talvez eu pudesse aprender alguma coisa de seu estilo de luta. Após algum tempo de nosso treino eu pude ver a real distância entre nossa experiência de combate. Eu estava começando a ficar ofegante e o ruivo provavelmente percebendo isso havia chamado Ares para o combate.

" Ares, me dá uma mãozinha aqui, por favor? " Eu pedia, um pouco ofegante. Entretanto eu iria gastar um pouco mais de energia daqui pra frente, gostaria de fazer Takamoto pelo ou menos ficar mais ofegante do que eu em um 2 contra 1, isto é se Ares aceitasse entrar no treino. Se ela entrasse ou não eu perguntaria " Prontos? ". Tomaria então a iniciativa novamente, utilizando de chutes mais rápidos dessa vez, ainda com certo com controle, porém mais rápido dessa vez, queria propor um desafio maior para Takamoto. Utilizando minhas acrobacias tentaria fazer com que meus golpes fossem um pouco mais imprevisíveis, mudando de formas e de orientação da base (de destro para canhoto, uma vez que sou ambidestro). Faria meu melhor para ficar fora do caminho de Ares e seus golpes, caso ela entrasse no treino.

Após o treino eu ficaria parado um momento, curvado, com a mão direita apoiada no joelho direito e a mão esquerda no joelho esquerdo, enquanto recuperava meu fôlego. Ainda ofegante eu elogiaria Takamoto " Cara, olha, você é bom. Depois tem que me dar dicas sobre boxe. " E caso Ares participasse, a elogiaria também " E você, manda muito bem também, meus parabéns. " Já que Takamoto havia oferecido ajuda eu iria aceitar " Se quiser me dar aquelas dicas, parece que temos tempo. " E então passaria o resto do tempo livre treinando com Takamoto, caso ele aceitasse, treinaria também com Ares no que eu pudesse ajudá-la e caso ela precisasse de mim.

Após 3 dias de viagens, eu estaria saindo para a parte exterior do navio quando pude ouvir Takamoto gritando, desamarraria então o casaco de minha cintura e o vestiria, colocando o capuz deixando parte da franja de meus cabelos alaranjados á vista. Sairia correndo para ver onde estávamos. E realmente estava logo ali, na minha frente, uma paisagem linda, diferente de tudo que eu já havia visto, porém, igualmente perigosa. Um senso de perigo percorreu meu corpo, então eu respiraria fundo e me juntaria aos meus colegas de viagem, não que eu me sentisse tão mais seguro com eles, afinal de contas o que estava em minha frente era o cemitério de piratas, e era realmente tão assustador quanto as histórias do pops (o jeito que Max se refere ao pai).

Se visse Urahara, eu daria um leve empurrão em um de seus ombros, um sorriso determinado surgia em meu rosto enquanto eu dizia " É agora ou nunca, velhote. " Pelos avisos de Don já havíamos sido puxados pela corrente e agora era só reagir e tentar sobreviver mais aquele desafio. Pude ouvir Takamoto gritando "[...] GRITEM ALTO, NÓS VAMOS PARA A GRAND LINE! " O cara era praticamente um líder nato, me enchi com a inspiração e gritei logo após " NÓS VAMOS PARA A GRAND LINE! ".

Todos os 3 dias que passei ali havia tentado aprender alguma coisa, a ser útil no convés do Hawk, estaria com medo e definitivamente assustado, porém conseguia manter meu temperamento calmo e parte disso eu devia ao Takamoto, o cara realmente havia me inspirado. Tentaria acatar qualquer ordem que viesse de Don Wayne e executar rigorosamente para que não houvessem erros. Caso precisasse agarrar em algo para me manter dentro do Explosive Hawk, ou de pé seguraria na primeira oportunidade possível no que desse para me agarrar.

Se alguém precisasse de socorro ou ajuda para fazer força, para voltar ao seu posto ou algo do tipo tentaria ajudar, ficaria atento a quaisquer acontecimentos ali, estava determinado a conseguir passar por aquele trecho com meus companheiros e caso alguém precisasse de ajuda eu estaria ali para ajudá-lo! Ouvia Takamoto dizer " VAMOS CONSEGUIR! " e por algum motivo, eu acreditava nele com todo meu ser.


Objetivo:
 
Histórico:
 

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" Si vis pacem, parabellum. "

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptyTer 21 Jul 2020, 23:20


Cap. II
Rumo à Grand Line?

A subida
Reverse Mountain

- Por que diabos só temos o Don como navegador? É mesmo seguro deixar ele pilotar o Hawk desse jeito? – Expressava minha preocupação esfregando meus cabelos freneticamente. – Tanto faz. Esses caras não vão tomar jeito mesmo... - Suspirava, aceitando tal desfecho. Depois disso Takamoto falava algo sobre novas aventuras e essas coisas. – Idiota! Não fale essas coisas desse jeito. É vergonhoso... – Resmungava baixinho, de modo que ninguém ouvisse. Podia ser palavras vergonhas, porém sabia que eram verdadeiras e encorajadoras. – Francamente.

Agora olhando por outro lado, percebia que os novos tripulantes não eram pessoas ruins, mas, sabe, nenhum deles tinha de fato um oficio tão útil para o desafio que iriamos enfrentar agora. – OH GOD! – Pensamentos nada gentis rodeavam minha mente e perturbava-me, fazia-me sempre pensar em um destino cruel. Talvez, estivesse enchendo minha cabeça de besteira, porém a vossa senhoria azar adorava brincar comigo.

Não demorava muito e o cozinheiro reunia todas as pessoas e falava sobre os quartos. Escolheria qualquer quarto, se já tivesse uma cama era suficiente para mim, pois passei por maus bocados naquela ilha de gelo. O cabelo alaranjado parecia não ser muito diferente de mim, porque o mesmo optava por qualquer quarto que tivesse disponível. – Só falta saber o nome desse maluco. – Pensava. Também tinha uma obrigação de alertar aquela adorável criatura o possível mal que esperava. - Ares, certo? Aconselho a trancar sempre o seu quarto. Pois... – Fixaria-me no cowboy. – Apenas lembre de trancar. – Por algum motivo estranho tinha um déjà-vu ao olhar para o atirador. – Pera aí... Lá no hotel... – Trabalhava o cérebro, entretanto, não obtinha nenhum sucesso.

Mesmo querendo relaxar um pouco, não podia fazer tal ato ainda, pois todos nós tínhamos o dever de aprender sobre nossas funções para enfrentar o terrível mar que nos esperava. Dessa forma, tentaria absorver o máximo de informação possível sobre minha posição, pedindo ajuda de Don e/ou alguém que parecesse ter experiente na navegação. Também não podia esquecer de alimentar o gatinho.

Após isto, apenas repousaria um pouco e apreciaria a viagem. Tentaria afastar todos os pensamentos negativos e aproveitar essa serenidade, que raramente tivemos. E parando um pouco para pensar, os únicos momentos agradáveis que tive até agora foi no Hawk, será que aqui era um lugar encantado?

Partia para o banheiro e trocava de roupa, trajava o nosso queridíssimo traje de banho mayo, que pode até não parecer, mas ele era bem refrescante. Ia até a cozinha e fazia a famosa mayonada: uma deliciosa vitamina feita de arroz, maionese, água, gelo e banana. – Esse foi difícil! – Passava a mão sobre a cabeça a fim de limpar o suor. – Agora vamos tomar o pouco de sol e descansar. – Oferecia um pouco de mayonada aqueles caras estranhos - que entraram de última hora -, somente um aceitou e pelo visto não o vi mais, aparentemente, estava trancado no banheiro sabe lá o que aconteceu.

Chegando para apreciar a paisagem Takamoto e o Alaranjado estavam lutando. – Que desperdício de tempo... Pra que lutar, se pode relaxar? – No convés percebia um canto confortável e que não ia atrapalhar o treino dos dois, porém ao me focar nisso, acontecia o pior. De repente o cabeça espetado acertava Takamoto, fazendo o esbarrar em mim e, consequentemente, fazia com que minha mayonada fosse jogada ao mar. – N Ã Ã O o o! - Exclamava, porém era tarde de mais. O mal já estava feito. – Meu precioso... – Olhando para o oceano, não via mais nada, apenas alguns peixes boiando pelo o mar. E assim terminou o meu dia feliz.

Estava deitado quando ouvi os gritos do navegador. Hoje era o grande dia. Todos devíamos está em perfeita sincronia para que nossa chegada na Grand Line fosse concluída com êxito. Saia do quarto e ia direto para o convés até enxergar aquele fenômeno extraordinário. – Quê?! O mar tá subindo para cima... – Dava dois passos para trás. Takamoto tentava levantar meu astral, mas não adiantava em nada. – PESSOAL! ESCUTEM O DON E GRITEM ALTO! NÓS VAMOS PARA A GRAND LINE! – A única coisa que consegui proferir, foi. – NÓS vamos morrer... – Arregalava os olhos e ficava de boca aberta.

O ruivo dessa vez falava algo bastante sensato.  – ACREDITEM NO HAWK! – Não podia negar que esse navio quase me matava, mas de certo salvou minha vida, se tivesse a quem confiar seria nele. As palavras de meu irmão finalmente me atingiam, dessa forma, mantinha o foco durante essa encruzilhada. – Não vai ser dessa vez que a senhorita vai me pegar. – Insultaria minha má sorte.

Durante a subida tentaria executar as tarefas com bastante foco e agilidade. Caso em algum momento pudéssemos colidir com alguma montanha, uma ideia surgia em minha cabeça. Pediria para algum atirador me acompanhar até os canhões. – Acenda os canhões, vamos disparar! – Minha intenção era que o tiro fizesse com que fossemos na direção contraria da montanha, em decorrência da força de impacto do tiro.

Histórico:
 

NOVOS OBJETIVOS:
 

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Handa
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptySex 24 Jul 2020, 18:23

Quase lá


A vida como maruja certamente não seria nada leve, como eu originalmente pensava. Não levou muito tempo e várias novas pessoas subiram no navio e se tornando membros da tripulação, a qual era bem maior do que eu planejava para se viajar, apesar que para navegar com um navio tão grande realmente seria necessário uma boa quantidade de pessoas. Além do mais, era divertido ver como o diabo ruivo ainda era mal falado pelos membros de sua própria tripulação. Finalmente, caso me fosse ordenada para realizar alguma tarefa envolvendo a navegação do navio, faria como me foi dito e tentando ao máximo impressionar todos ali.

Após alguns minutos, Takamoto veio falar sobre os quartos e toda a situação envolvendo a embarcação, algo razoavelmente compreensível. Decidi ficar no dormitório da esquerda pois queria uma área mais livre para fazer alguns treinos que eu precisaria ao longo da jornada, e bom, eu sendo a única mulher da tripulação não me dava nenhuma vantagem nesse aspecto, pelo jeito que o Cara Azul falava. "Eu deveria começar a me preparar para a viagem, né?" e com este pensamento deixei o local.

É bem fácil de se imaginar que sendo a filha de Deus você já nasce com todo tipo de talento e habilidade, o que não é bem o caso. Como uma divindade em um corpo humano, eu ainda preciso passar pelas dificuldades que um humano normal passaria e umas delas é, sem dúvidas, a capacidade de utilizar as mãos. Ambidestria não é algo muito comum e eu sem dúvidas sentia que preciso ter pelo menos algo semelhante com ela para meus propósitos, afinal de contas, se eu quero ser uma divindade que defende e protege a justiça dos homens eu preciso ser capaz de sentir o que eles sentem todos os dias. Preciso passar pelas dificuldades de ambos destros e canhotos para poder guiar a todos igualmente e corretamente. Tendo isto em meus pensamentos por um bom tempo, resolvi começar a praticar para me tornar ambidestra.

Começaria tentando realizar alguns exercícios básicos usando de minha mão direita tais como a escrita, a qual faria questão de procurar pela embarcação inteira algo como papel e tinta, começando a praticar com palavras e letras simples e básicas de se escrever. Passando algum tempo nesta prática, eu iria fazer todas as atividades do meu dia usando apenas e unicamente a mão direita, tais como segurar objetos, cumprimentar as pessoas, realizar algumas brincadeiras como arremesso e até levantar algum tipo de peso que eu encontrasse pelo navio. Tudo seria usado como um objeto de treinamento para adquirir certa habilidade com a mão direita. "É um trabalho difícil, mas se me permitir conectar mais com a humanidade, vale a pena!" e após isso voltava a praticar a escrita mais uma vez.

Enquanto caminhava pelo Hawk, acabei dando de cara com Takamoto e Max se enfrentando e me perguntei por alguns segundos o que seria aquilo, mas observando por alguns minutos, era claramente algum tipo de treinamento. Não levou muito tempo e o próprio diabo me chamava para entrar na disputa também, porém diferente do alaranjado, eu não pretendia ter pena do ruivo. De fato, iria aproveitar o momento para praticar a última parte da habilidade dos ambidestros: a luta. Me colocaria em posição de combate, nesse caso, deixaria meu braço esquerdo na frente do corpo em uma posição horizontal, enquanto minha perna direita se movia para trás e ficava alguns centímetros longe de minha perna esquerda. Era um estilo de combate diferente, porém era perfeito para executar chutes mais fortes e com mais impacto, e se eu pudesse melhorar um pouco a minha forma e estilo com toda certeza seria capaz de enfrentar os desafios da Grand Line. Tendo em mente a posição e a maneira como deveria atacar, comecei esperando Taka se aproximar de mim e tentei desferir um chute muito forte em sua direção e por conta da minha falta de prática ele acabou sendo desviado, sem meu oponente nem mesmo tentar. Isso não era me desanimar e eu continuaria praticando e tentando realizar mais movimentos, até mesmo tentando dar algum "estilo" para eles, colocando a mão esquerda no chão e erguendo a perna direita para o ar e com o apoio de minha mão realizar um chute giratório. Tentaria fazer o mesmo com a minha mão direita e a perna esquerda.

"Ele é forte. Mais do que eu esperava", era o único pensamento que eu tinha. Apesar de estar lutando com uma certa desvantagem, era claro que o diabo era muito mais habilidoso do que eu e Max juntos, mesmo que nenhum de nós estivesse lutando a sério, era bem clara a diferença até mesmo da forma como ele se movia. Não queria pensar muito nisso, mas com o fim da luta, decidi procurar alguns objetos pela embarcação para praticar alguns chutes destros, tentando aprimorar tanto em força quanto em precisão com aquela perna. Iria adicionar este treinamento aos outros que havia desenvolvido para o dia-a-dia dali pra frente.

Tendo se passado os próximos dias apenas realizando tarefas básicas e treinamentos, eu certamente não esperava aquela imagem aparecer. Uma enorme montanha, que a água por algum motivo se movia de baixo para cima, era simplesmente impressionante. Instintivamente eu sabia que era a entrada para a Grand Line, puramente pela sua natureza bizarra e perigosa. Sem perder tempo, iria correr para o local onde Don me mandasse para tomar conta de toda a situação, em especial, iria olhar ao redor e observar o rosto de todos por ali, tendo quase certeza que estariam tão tensos como eu, e tal tensão era justamente o que eu me sentia qualificada para lidar.
- NÓS VAMOS PARA A GRAND LINE! - gritava, em resposta para as palavras inspiradoras do capitão, e após isso, tentando ao máximo manter minha compostura e capacidades, iria começar a cantar. Não uma melodia triste, nem uma melodia alegre demais, apenas algo calmo e relaxante para ajudar meus companheiros a não se estressarem demais e acabarmos sendo derrubados da montanha.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptySeg 27 Jul 2020, 16:37

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Don Wayne segurava fortemente o leme, tentando redirecioná-lo sutilmente na posição certa. O novo grupo de marujos, às ordens do cowboy, começava a recolher as velas, subindo-as, para que a mudança nos ventos não influenciasse a direção do navio, tirando-o da rota segura. Eram necessárias bastante pessoas para lidar com tantas delas! E os ventos estavam, de fato, mais violentos, o que dificultava a tarefa — Precisamos de ajuda! - o marujo de cabelo grisalho gritava. Ares se colocava à disposição para ajudar a puxar a corda das velas, o que exigia mais destreza do que força. Se as cordas se enrolassem ou fossem puxadas rápido demais, as velas poderiam enroscar!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Max, seguindo as ordens, havia adotado o posto do observatório da gávea, um local instável e perigoso, mas bastante essencial. Graças a ele que o barco estava na rota correta. Era uma posição em que a vida estava em iminente perigo, mas extremamente essencial para aquela árdua empreitada! Entretanto, a Montanha Reversa era violenta e incontrolável! Sua impetuosidade afetava a rota do navio, de última hora, mudando um pouco a rota estabelecida. O Explosive Hawk estava fora de rota e Wayne logo anunciava — Saímos de rota! Saímos de rota! - a Red Line já estava à frente, com aquele imenso paredão se erguendo sobre os aventureiros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Da forma como estava sendo conduzido, o navio não se chocaria diretamente contra o rochedo, mas ao subir, rasparia toda a sua lateral nele, até que ficasse aos frangalhos! A solução veio com uma medida ortodoxa de Blum! Don já estava pronto para ordenar que baixassem as velas, mas a verdade é que não havia tempo para isso; mas, se houvesse, conseguiriam ajustá-la a estibordo e mudar a rota da embarcação! Zetsu, o loiro do grupo Four Piles, como haviam conhecido nos últimos dias, se apressava, carregando uma bola de ferro dentro do canhão, como Nakamura havia ordenado. Talvez uma não fosse o suficiente, razão pela qual Urahara e Baxial, um dos ruivos do mesmo grupo de caçadores, faziam o mesmo, seguidos de Jhun e Takamoto, que também cooperavam, da mesma forma. Essa a única saída!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um! Dois! Três! este era o tempo para o pavio ser consumido - o que pareceu demorar anos - e disparar os canhões. BOOOOOOOOOOM! O estrondo foi o suficiente para criar um zumbido nos ouvidos de todos. Os fragmentos de rocha da Red Line voaram e machucaram todos os tripulantes com algumas leves - e irrisórias - concussões, mas que ainda tiravam-lhe algum sangue, devido às lascas de pedra — ESTAMOS DE VOLTA À ROTA! ESTAMOS DE VOLTA - Don gritava, segurando o leme com bastante força. Era apenas o início da subida e o navio começava a inclinar absurdamente!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os canhões começavam a deslizar pelo convés e eram inimigos mortais! Todos precisavam se segurar em algum lugar, senão cairiam para fora do navio! E era o que faziam, desesperadamente. No alto da gávea, uma sombrinha passava voando, sendo levada pelo vento; Max tinha a oportunidade de pegá-la, com um pequeno salto e se esticando na ponta da gávea, pois era o apreciado objeto de Urahara, que estendia a mão em vão para cima, vendo a sua sombrinha ir embora.

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Da posição que estavam, lutando desesperadamente para não cair do navio, ninguém conseguia ver, salvo Don — ESTOU VENDO O FIM DELA! ESTAMOS CHEGANDO! - se conseguiam, era apenas neste momento, em que a embarcação deixou a água e estava voando! O frio na barriga, contraindo os órgãos, foi maior do que nunca e, se antes estavam sendo jogados para trás, agora o impulso os jogava para cima. Estavam no topo do mundo! E se não tomassem cuidado, sairiam voando até lá embaixo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando o navio tocasse a água novamente, seria violentamente sacudido. Até mesmo um navegador experiente teria dificuldades em manter a embarcação, pois nessas condições, o leme estaria travado, salvo houvesse muita força - e demais poderia quebrá-lo! Se segurar não era o suficiente, era preciso tomar todas as medidas necessárias para o navio não colidir com as paredes rochosas!


Off

Considerem que os eventos narrados no passado aconteceram, pois só irei validá-los, já que ninguém fez caca, mas a narração continua do presente, rumo à GL!


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptySex 31 Jul 2020, 21:14


Cap. II
Rumo à Grand Line?

A descida
Reverse Mountain Parte 2

- O Hawk tá voando... – No ar, percebia que o Hawk era mais do que um simples navio, era um ser triunfante dos céus.

O momento rodava em slow motion e podia perceber a faceta de cada personalidade que ali residiam. Ao olhar para o meu irmão, ele parecia bem contente com o que estava acontecendo ali. – T a a k a, T U u   Aiind a a a   t á  me  d e vendo o   u m   a r ro m a y oo. – Talvez ali fosse a última chance que tinha para cobrar o cozinheiro. Ele pagaria a dívida nem que fosse em OUTRA DIMENSÃO.

O tempo voltava a correr normalmente e tinha que agarrar em algo. A primeira coisa que veio a minha cabeça foi segurar um dos mastros do navio, e isso que faria. Esforçaria-me para agarrar a madeira e com as pontas dos dedos tentaria encontrar uma superfície na qual pudesse sustentar-me. Depois tentaria deslizar aos poucos sobre o mastro, dessa forma, conseguiria amenizar a queda. Caso percebesse que não conseguiria me sustentar do mastro, tentaria usar a vela para descer.

Talvez não conseguisse ficar 100% após a aterrissagem, por isso, levantaria-me e tentaria recompor o meu senso de gravidade o mais rápido possível. Se não agíssemos logo seriamos levados para vala cedo e, sendo franco, não queria morrer em um lugar como esse – mas sim em um lugar recheado de arroz com mayo.

Retornando ao meu estado normal, via a situação que nós nos encontrávamos. A embarcação tinha grandes chances de colidir, e o dano causado seria fatal se não agíssemos a tempo. – Por mais que o Explosive tivesse quase me matado, ele salvou eu e o Taka. Agora a situação inverteu-se, estávamos perto de matar o Hawk... Mas eu não deixaria que isso acontecesse. Nó- Abruptamente o cozinheiro gritava. – NÓS VAMOS TE PROTEGER, HAAAAWK!!! – Fechava os olhos e abria um sorriso. - Vamos lá!

Minha estratégia de imediato era prontificar novamente os canhões, entretanto, eles estavam deslizando pelo convés e seria difícil manipulá-los daquele jeito. – Esses são os únicos canhões? – Chamaria o loiro que havia me ajudado anteriormente para ir até o porão. Se de fato, os canhões tivessem lá, pediria para o marujo ficar de prontidão para atirar na montanha. Tinha a intenção de utilizar a mesma estratégia usado anteriormente, que era afastar a embarcação da montanha com a força do impacto do tiro.

Caso não conseguisse encontrar os canhões iria para os canhões do convés. – Desculpe por isso, Hawk! – Cravaria as duas espadas no convés. Então com ajuda do loiro ou de alguém próximo, colocaria um canhão entre as espadas. Minha intenção era manter o canhão o fixo e pudéssemos atirar sem grandes entraves, forçarias minhas duas espadas para não deixar o canhão sair. Assim, permitindo que o atirador pudesse utilizar da artilharia.

Caso algum dos setores do navio fosse prioritário, ajudaria de imediato. Se precisassem da minha ajuda em ajustar a vela, iria colocar minhas mãos na massa. Como o Don já havia dito, se a vela estivesse armada, a embarcação aceleraria ainda mais, porém numa descida o efeito era o contrário. Se fosse a ordem de Don, iria rapidamente pegar nas cordas e armaria a vela o quanto antes. Na hipótese de o vento está muito forte seria melhor recolher a vela, pois assim diminuiria a velocidade e evitaria da vela rasgar.

Se o ruivo precisasse de ajuda em descer a âncora, ajudaria o mesmo. Como, por exemplo, rodar o mecanismo para descer a âncora ou até mesmo segurando a âncora com o cozinheiro.

Na hipótese de ver algum tripulante machucado, tentaria apoia-lo nos meus ombros e leva-lo até a um quarto. Dessa forma, ele ficaria mais protegido do que lá fora.

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Última edição por Blum em Qua 05 Ago 2020, 08:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptyDom 02 Ago 2020, 19:59




Rumo à Grand Line
Rumo ao Farol Parte 2



As complicações para subir a Reverse começava, a corrente era forte e desviava Hawk da linha certa, Blum pensou rápido e deu a ideia de usar os canhões para tirar o navio da reta de colidir contra um muro em alta velocidade. – Rápido! – Se juntava um grupo para efetuar os disparos que salvaram nossa embarcação e a gente de morrer com uma batida das grandes. – Não há tempo de relaxar! – Gritei ainda altivo sabendo que o futuro era imprevisível, sentia a inclinação que estávamos, meus pés se firmaram no chão e a brisa do ar era cortada com tamanha velocidade. Fazia uma boa base para não perder o equilíbrio, observei aqueles ao meu redor para ver se precisavam de alguma ajuda. – Se segurem em algo! Tem que ser algo firme e fixo!

Se algum canhão viesse ao meu caminho, desviaria pulando sobre ele e o usando de suporte para disparar em frente abrindo minhas pernas durante o salto e com as duas mãos com as palmas abertas jogar o canhão para trás e ganhar velocidade. Tinha que ir para o deck para ver se tudo estava bem, iria correr me segurando em tudo que fosse firme. Ao olhar diretamente para o horizonte, Don dizia algo sensato, a ponta da reverse era visível. – Estamos chegando no pico! TOMEM CUIDADO! VAMOS VOAR GARELA!!! – Sorria apertando os punhos, tinha total segurança que iriamos passar por essa sem problemas afinal de contas, Explosive Hawk é conhecido por ser uma caravela que caiu dos céus. – VOE HAWK! VOE!

Meus olhos brilhavam intensamente com confiança quando Hawk alcançou o pico do mundo, sentia meu corpo vibrar. – ESTE É NOSSO NAVIO DOS CÉUS! – Mesmo querendo levar meus braços ao céu e gritar com toda força do meu pulmão, não podia soltar o mastro sabendo que poderia sair dali voando que nem um pássaro e aterrissar nas violentas águas da Reverse e morrer. Se alguém não tivesse se segurado em algo ou tivesse perdido as forças, não demoraria para sair de onde estava e tentar alcançar o sujeito atirando qualquer parte do meu corpo para ele agarrar e com força na contra parte apertar bem alguma estrutura da embarcação. – Não solte!

Na hora do Hawk encostar novamente no mar, iriamos rumar mais uma vez em alta velocidade e grande instabilidade, tinha aprendido com Blum que não podíamos depender apenas da nossa embarcação ou do Don, somos companheiros e todos devem se ajudar. - NÓS VAMOS TE PROTEGER, HAAAAWK!!! – Gritei sabendo que teria que fazer algo. – Don, se eu jogar a ancora podemos diminuir a velocidade do Hawk né? – Indaguei ao navegador. – Não se preocupe, eu vou desacelerar a gente. É uma boa ideia? – Se ele concordasse firmaria minhas forças em segurar o dispositivo da ancora para solta-la e não a esticaria muito, se fosse demais temia que quebrasse ou o barco desse um mortal se fosse realmente possível, nessas horas que penso que física seria efetiva. – E lá vamos nós. – Soltaria apenas um pouco para que a ancora fincasse nas rochas, teria de cuidar para não deixar a ancora não ser puxada, por isso as mãos firmes na alavanca. – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!

Se não fosse uma boa ideia, teria que deixar para ajudar de alguma forma Blum ou outros que tivessem planos melhores, se alguém corresse perigo, não pensaria duas vezes em pular ou usar de acrobacias ou saltos para resgatar qualquer um da morte. – PODEREMOS VER O FAROL!


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptySeg 03 Ago 2020, 03:59


Act 7
Rumo à Grand Line?




Aquele era o momento, algo de repente clicava, eu estava no meio do ápice dos desafios exponenciais que se apresentavam em minha vida desde que saí de casa, e se por um momento Deus ou qualquer um acima ou abaixo duvidou de mim até aqui eu tenho certeza que vou prová-lo errado! O local onde eu estava no Hawk não era para qualquer um, a altura em si poderia assustar alguém que não estava acostumado ou não era fã de estar muito acima do chão.

Una esse lugar com as circunstâncias atuais, e resultaria no porquê eu estaria tentando ficar sempre agarrado em algo enquanto estivesse ali em cima. O navio saía de rota e eu podia ver o paredão meio carmesim se aproximando, não é como se fossemos simplesmente colidir com ele. A parede iria triturar a embarcação que se tornou meu lar nos últimos dias." DON!! O PAREDÃO, O PAREDÃO!!! " eu gritava usando todo o meu pulmão para notificar nosso navegador.

Eu arregalava os olhos, com um braço travado em qualquer parte da gávea que eu pudesse encontrar e tudo novamente ficava calado. Eu via o paredão se aproximar e me sentia, novamente, inútil...BOOM, um estrondou me trouxe de volta a realidade, a meio um zumbido forte em meus ouvidos e lascas de pedras voando sobre mim, entretanto uma notícia era boa. Havíamos voltado a rota.

" Bom, chega de ficar espectando, seu inútil! " Falava comigo mesmo tentando me colocar de volta no jogo. Cospiria um pouco de sangue de uma das pedradas que havia me atingido na boca. Tentando reagir a subida, eu tentaria ficar sempre de costas a algo que pudesse me parar caso eu fosse para trás, ou na pior das hipóteses algo que eu pudesse agarrar e segurar em nome da minha vida.

Entretanto, na gázea, você consegue enxergar, observar tudo. Inclusive uma sombrinha. A posse mais valiosa de Urahara voava e estava em meu alcance, eu olhava para ele e via sua mão estendida. Aquilo era precioso para ele. Não pestanejei. Utilizando todo o poder explosivo de minha stamina e meus talentos acrobáticos daria 110% de mim para que pudesse realizar o salto que estava entre eu e a parte da gávea na qual a sombrinha estava. Esticaria o meu braço, todo o meu corpo para pegar aquela sombrinha.

Se eu conseguisse agarrá-la ainda na gávea, assim que possível, voltaria a me segurar em qualquer parte do navio que estivesse em meu alcance. Se eu me desequilibrasse sem algo em meu alcance, caso a sombrinha tivesse em sua base uma parte curvada, semelhante a um gancho sem ponta, tentaria prendê-la em algo para evitar a queda.

Se eu não conseguisse, mas a sombrinha ainda se encontrasse ao meu alcance eu tentaria pular para alcançá-la, gritando " ALGUÉM ME SEGURA PELOAMORDEDEUS! ". Se a alcançasse eu tentaria novamente usar a sombrinha de Urahara para tentar de algum jeito prendê-la em algo para pelo ou menos amortecer a queda. Se alguém se disponibilizasse para ajudar e me segurar e eu tivesse com a sombrinha em mãos, tentaria deixá-la sempre acima de mim para que ela não caísse de mal jeito, machucando alguém.

Em último recurso, caso os solavancos de Hawk me jogassem fora da gázea, ou se eu me desequilibrasse de alguma forma, se eu pegasse a sombrinha mas nada estivesse ao meu alcance, e eu não pudesse segurar em nada, mesmo que o solavanco da inércia quebrasse meu braço. Eu faria algo que aprendi ao cair de uma alta distância treinando acrobacias, flexionaria o meu braço do lado que fosse atingir a superfície dura protegendo minha cabeça, encolheria minhas pernas  de modo que protegessem o meu tronco e órgãos internos, deixando o joelho o mais próximo possível do cotovelo do braço que protegia a cabeça, basicamente caindo em formato de uma bola, sacrificando um braço e uma perna para que o resto de meu corpo conseguisse sobreviver ao impacto.

Caso caísse, e sobrevivesse, tentaria não ser apenas um peso a meus companheiros, ouvindo seus pedidos como tentar se levantar, ou passar o braço por cima de seu pescoço como apoio ou qualquer coisa do tipo. Se alguém me segurasse na queda e se machucasse e eu estivesse bem o suficiente, iria ajudá-lo de qualquer forma possivel, a se locomover para as partes internas do Hawk, o deixando em um quarto e voltando assim que desse para auxiliar os presentes no convés.

Se eu fosse arremessado de forma na qual eu tivesse de ficar pendurado em algo, ou segurando na mão de alguém por minha vida eu seguraria com toda minha força, tudo que eu pudesse reunir de energia, gritando para a pessoa que me ajudasse " Caralho, tu é meu herói!(na) ", tentaria também assim que possível me erguer com a minha mão livre, ou utilizando a sombrinha pra me prender em algo, se possível.

Caso eu me encontrasse seguro no convés, tentaria me desviar dos canhões se algum viesse em minha direção ou empurrar alguém que se encontrasse na trajetória de um. Tentaria eventualmente encontrar um lugar para me agarrar e ir me locomovendo enquanto indo de um local possível de ser agarrado para outro, eventualmente chegando em Ares e ajudando-as com as cordas.

Caso eu conseguisse permanecer na gázea durante toda essa empreitada, teria certeza de ficar de olho em qualquer tipo de detrito na rota, qualquer tipo de dano que o Hawk pudesse ter sofrido e é claro, a saída para avisar a Don no instante em que eu observasse algo que pudesse ser de boa informação para ele.

Independentemente, da gázea ou do chão, gritaria " PERFURE OS CÉUS! HAWK!! "





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" Si vis pacem, parabellum. "

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptyQui 06 Ago 2020, 07:10

Red Line


Aquela montanha conseguia ser assustadora e imponente, ao ponto que ninguém no navio conseguiu evitar de ficar com medo de algo, nem mesmo eu pude. A Red Line era uma adversidade tão gigantesca que sem dúvidas ao concluir tal desafio, teria dado meu primeiro passo em direção ao paraíso. Sim, era hora de mostrar para o mundo o que Ares vinha fazer!

Rapidamente, aos pedidos de ajuda, comecei a tentar manusear as cordas do navio. Provavelmente era uma das tarefas mais importantes ali dentro, visto que qualquer erro em relação ao vento poderia facilmente jogar a embarcação com toda a força na montanha. Fechei os olhos, olhei fundo dentro da minha alma e com um suspiro forte, abri novamente meus olhos e segurei nas cordas com toda a força que eu pude, fazendo questão de observar algum dos outros marujos realizando a tarefa caso houvesse algum exemplo para que não acabasse realizando nada errado. Era uma questão de ter destreza para não enroscar a corda ou fazer algum movimento errado, mas também de força para não perder a disputa para o vento.

Enquanto ainda estava realizando minha tarefa, conseguia ouvir alguns outros tripulantes gritando sobre o Hawk saindo da rota e minha reação instantânea foi a de olhar ao redor e gritar - FAÇAM ALGUMA COISA!! EU ACREDITO EM VOCÊS!! - e não levou mais de dois segundos após isso e Blum, junto de outros, corria para pegar os canhões e utilizar da força deles para o colocar a embarcação em rota novamente. Era honestamente impressionante o trabalho em equipe do grupo, o que só me fazia pensar que com qualquer membro a menos, provavelmente não iríamos conseguir completar esta adversidade. "Certo Ares, você também precisa mostrar que consegue, aguente firme!"

As lascas do rochedo destruído eram as menores preocupações depois de voltar à rota. Agora, era hora de enfrentar a força da Reverse. Sem pensar muito, iria para o mastro principal e ficaria de costas para ele me apoiando em sua estrutura, caso conseguisse também iria enrolar a corda em meus pulsos e segurar ela enquanto me apoiava no mastro. Seria resistência o suficiente para não sair voando com aquela força intensa, e caso os canhões fossem deslizando em minha direção, usaria de meus dois apoios para pular por cima deles sem ser imediatamente lançada para fora do navio.

De repente, antes que eu pudesse me dar conta, o navio caía novamente na água e era sacudido de todas as formas. Antes de qualquer sensação de alívio, iria olhar ao meu redor e tentar ajudar com qualquer dificuldade que pudesse encontrar, seja um companheiro caído, alguém quase saindo para fora do Hawk, ou até mesmo qualquer trabalho ou a necessidade de manusear algo.

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 15 EmptyOntem à(s) 15:17

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por aquele único momento, o Hawk voltava para o lugar de onde se originou. Seria esta a "casa" da incrível embarcação ou ela estava ainda mais além?! Deixando de lado os questionamentos sobre de onde ela havia surgido ao cair dos céus, quando conheceu seus atuais donos, o ponto era que ela conhecera mais uma vez o seu momento de glória, quando os respingos violentos da Reverse Mountain colidiam com os raios solares e formavam o arco-iris pelo qual o Explosive Hawk passava, caindo mais uma vez na correnteza impetuosa. Um momento encantador que passaria em câmera lenta e ficaria gravado na mente dos aventureiros para sempre!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E tudo isso seguido de um terro semelhante a um terremoto! O barco todo chacoalhava, fazendo os dentes dos tripulantes tremerem e seus ossos vibrarem. Todos se seguravam como podiam; Ares até machucava o seu pulso ao se prender com uma corda no mastro, de tanta força que agia contra ela; Blum se segurava agarrando as espadas cravadas no chão, com todos os músculos de seu corpo doendo, enquanto o grupo de novatos que se segurava no parapeito da embarcação fazia um esforço conjunto, de quatro homens, para deslizar um dos canhões até onde Nakamura estava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Na parte superior do convés, Takamoto se agarrava ao parapeito, à sua vida, com as pernas voando ao ar, enquanto olhava para Don, este que também se agarrava ao leme o abraçando e tentando manejá-lo, segurando-se com todas suas forças. Mais acima, Max pulava da gávea, em um ato heroico, o seu último sacrifício — MAAAAAAAAAAX! - Urahara gritava. Como poderia explicar isso?! O garoto estava assinando seu decreto de morte! A sombrinha nem era tão importante assim, ele havia acabado de comprá-la! E assim, Max morreu.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era o que aconteceria, se o rapaz também não tivesse sido sagaz e, usando do cabo do objeto, tentava se segurar. Porém, ele estava na gávea e havia pulado dali. Ao seu redor, só havia velas e era em uma delas que ele apostava a sua vida, rasgando-a de cima à baixo, o que ajudou a amortecer sua terrível queda. O navio já havia colidido com a água e já não era tão mais necessário assim se segurar, razão pela qual Urahara deslizou pelo convés e aparou a queda do rapaz, o qual caiu em seus braços. Todavia, o navio continuava em uma situação violenta, o que os fez colidir contra a parede oposta a onde Takamoto estava. O impacto fora forte o suficiente para tirar-lhes o ar dos pulmões.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Falando no cozinheiro, este corria para a âncora, após bater os joelhos contra a madeira robusta do navio, ao momento em que ele colidiu com a água. Se estava com as pernas voando anteriormente, devido à súbita retranca do Hawk, elas voltavam a toda velocidade contra a superfície sólida — SOLTE-A APENAS UM POUCO! SÓ PARA RASPAR NA ÁGUA! SE FOR MUITO FUNDO E BATER NA ROCHA, IRÁ VIRAR O NAVIO! - foi o que Don havia-lhe dito. O ruivo seguia as instruções e liberava a âncora, ao puxar o seu mecanismo. O que não esperava era a força necessária para mantê-la ali! Se travasse o mecanismo e deixasse-o por si só, era capaz dele quebrar e todos morrerem! Neste momento, Lisandro contorcia todo o seu rosto e contraía todos os seus músculos para impedir a âncora de descer mais que o necessário; sua face estava completamente vermelha e suas veias sobressaltadas, enquanto grunhia involuntariamente pela dor que era manter a posição.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]BOOOOOOOM! O plano de Blum mais uma vez era executado. O maníaco dos canhões! Suas ações faziam mais uma chuva de pedregulhos cair sobre a tripulação; ao menos, podia não saber, mas havia ajustado o navio novamente! Esta era a intuição de alguém sagaz! Wayne havia falhado em observar tudo ao redor, devido à necessidade urgente de se segurar e não voar Red Line abaixo. Todos estavam sob uma enorme pressão! — BLUUM! EU TE DEVO UM SAKÊ! - Nakamura sequer chegava a escutar direito, devido ao alto barulho da correnteza, mas via que era Don gritando algo para ele; só estava preocupado demais, se segurando em uma das espadas, com as pernas abertas entre a outra, lutando para que não caísse e tivesse um triste destino com a lâmina entre elas — ESTAMOS CHEGANDO! - e o que se sucedeu era mais uma sensação que nunca iriam esquecer.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Explosive Hawk descia toda a Reverse Mountain e afundava na água! A ponta do navio era engolida pelo mar, envolvendo um quarto da embarcação. A parte traseira era completamente levantada e Max era jogado violentamente na direção oposta, como se atirado por uma gangorra. Quem o salvava, mais uma vez, era seu companheiro Urahara, que se segurava no mastro com uma mão e o segurava com a outra, gritando de dor. Ares estava próxima a eles, no mesmo mastro, pronta para dar-lhes a mão se necessário! Neste momento a garota via que a sombrinha se encontrava na mão de Evans, intacta, como se ele tivesse a protegido com a vida após aquela atitude insana - e realmente havia! Talvez isso lhe causasse uma profunda impressão sobre o rapaz!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A vista era amedrontadora e o Hawk passou alguns bons cinco segundos naquela posição, até começar a desentortar e jogar uma imensa coluna de água de mais de quinze metros para cima, a qual banhou todos da embarcação. Este era o batizado da Grand Line! Ao lado, a terra vermelha se estendia; ao longe, um Farol. Haviam chegado! Machucados e com diversas escoriações, com um Max completamente abalado e quase inconsciente, mas haviam chegado ao outro lado do mundo! O lado dos fortes, o lado das lendas!

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Takamoto Lisandro
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Rumo à Grand Line
Farol



Foi ao testemunhar Hawk voando aos céus que notei o quão bonito era o horizonte, foi alcançando o pico do mundo que pude testemunhar uma das imagens mais belas, guardaria a cena em minha memória para todo sempre e assim confirmei que nosso navio era um caminhante das nuvens. O momento não durou muito afinal de contas ainda tínhamos que descer e prezar por nossas vidas, foi estufando o peito e forçando meus pés a caminharem mesmo estando bambo após a subida, ouvi gritos desesperados e Max corria perigo, porém antes de me mexer, o companheiro do alaranjado havia tomado a iniciativa e conseguido salvar o rapaz por um triz, meu coração quase abriu meu peito. Vendo o salvamento, tinha que fazer meu trabalho e ajudar todos usando de minha força para tranquilizar e pacificar todo o risco da situação. – ESTAMOS QUASE LÁ! NÃO PERCAM A ESPERANÇA!

Wayne tinha afirmado que a ideia não era de todo mal, porém para realmente dá certo teria que aguentar o combate contra a correnteza da reverse, desafiaria este fenômeno natural se fosse para salvar meus companheiros. – Deixe comigo! Vou mostrar o resultado de todo meu esforço. – Treinar diariamente, lutar, comer, cozinhar, tudo fazia parte para crescer como lutador e pessoa. Olhei diretamente para a alavanca e apertei os punhos uma última vez antes de travar uma batalha contra a reverse montain. – Vamos ver do que é capaz. – Em um simples movimento, senti que estivesse sendo puxado por cem mil homens. – Poha! – Realmente não era algo a se subestimar, teria que lidar isso com tudo que tenho, travando meus pés no chão enquanto assumia uma postura enrijecida, transmitia toda minha energia para meus músculos os forçando a combater diretamente a força do mar. – Ugh..! – Cerrava os dentes e um sorriso brotava mesmo tremendo de dor e esforço.

Canhões eram disparados, sabia que o Blum estava mais uma vez fazendo a mesma estratégia, ele sempre estava ali ao meu lado para ajudar, tinha que fazer minha parte. Não soltei o mecanismo mesmo por milésimos obrigando a reverse a ceder para minha força, senti que havia vencido quando notei que havia conseguido retornar a ancora ao estado inicial e daí fui jogado para frente quase perdendo o equilíbrio. – Chegamos? – Excitado e curioso sai para fora indo de encontro ao deck e todos os tripulantes, arregalei os olhos encarando a forma da onda que surgia e como chuva caiu sobre nós. – Ainda bem que estou com a roupa da praia, perfeita para o momento. – Passei as mãos nos fios rubros os tirando dos meus olhos, os forcei para trás abrindo um sorriso contente, todos estavam bem e além disso, finalmente tínhamos chegado ao famoso farol. – CHEGAMOOOS!!!!!!!!!!!! O FAROL! – Vociferando com força levantando os braços para frente em vitória, caminharia até Don, apertaria sua mão com força encarando o navegador com confiança e após isto um abraço breve. – Boa Don. Não esperava menos de você.

Correria até Blum lhe agarrando com meu braço direito sobre seu pescoço o fazendo se curvar enquanto matava a preocupação. – Eu não disse que iriamos conseguir, irei fazer um arroz com maionese em comemoração e pagando com o trato. Que tal? – Afagando seus cabelos azuis e depois o soltando antes de um aperto. – Um passo da Grand Line, agora eu quero saber é como a gente vai pra lá mesmo. – Não sabia ao certo o que fazer depois do farol, ouvi falar que existia uma ferramenta que era feita especialmente para navegar por lá e somente navegadores experientes sabiam usar. – Espera! – Lembrei de algo importante, rapidamente iria a minha mochila retirando cartazes de procurados, Jamal havia sido pegue e restava o grupo, se não me engano, Karick havia dito que existiria ao menos um dos piratas soltos pelo Farol. – Não posso voltar atrás em minhas promessas. – Havia dito que iria pegar os fugitivos, toda a tensão me fez esquecer do pedido feito pelo comandante dos guardas de Lvneel, teria de recolher informações, dizem que existe um regente que comanda o lugar. Se alguém tivesse informações sobre as pessoas que entram e saem do farol seria o regente, não demoraria para me aprontar, enxugando meu corpo molhado e trocando de roupa para ficar mais quente, rumaria ao deck. – Blum, vou ir até o regente daqui. Se quiser vim, só vem. Mas quero que você ou o Don fique cuidando do Hawk, ouvir falar que esta terra é perigosa.

Reuniria todos os tripulantes para ver os estados de cada um. – Obrigado pelo trabalho duro, assim estamos quase na Grand Line. – Olharia para Max que quase teve um treco e talvez a vida passando diante de seus olhos. – Vou até o regente do farol fazer perguntas e achar o jeito de navegar na GL, podem ficar a vontade, acho que ficar um tempo aqui após toda a turbulência não é nada mal. – Sorriria colocando ambas as mãos na cintura. – Se divirtam e tenham cuidado, é isso! – Deixaria-os à mercê de seus objetivos, daria uma passada até Max para ver se o cara estava bem. – Você foi corajoso. – Um soquinho em seu peito simbolizando que o rapaz tinha um coração forte, se o meu tesouro tivesse voado, eu daria minha vida para agarrar assim com ele fez com a sobrinha. Sairia do Hawk em conjunto daqueles que quiseram me seguir ou ir à residência do líder local, levaria também o pato que esteve bem seguro dentro dos confins do navio até a chegada no farol. – Vamos nessa!

Observaria os arredores e as pessoas que viviam neste ambiente, indo ao destinado encontro, bateria na entrada se existisse alguma ou estivesse fechada. – Alguém em casa? – Indagaria, caso não houvesse resposta ou recebesse permissão, olharia nos olhos do sujeito. – Gostaria de uma ajuda.


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