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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Legado Bitencourt Act I

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MensagemAssunto: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyTer 16 Jul 2019, 02:21

Relembrando a primeira mensagem :

O Legado Bitencourt Act I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ineel Von Ritter Bitencourt. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyTer 26 Nov 2019, 17:23

A comida realmente estava ótima, me deliciava com o sabor nos lábios com fervor a ponto de declarar que era a melhor refeição feita até então de sua vida, e quando soube que poderia me servir a vontade o prazer tomava conta. '' Tudo isso??!!! QUE DELÍCIAAAAAAAAAAAAAAAAAA CARA!!!!'' - Pensaria, em quanto me servia mais um prato da forma mais educada possível pois não deixaria de demonstrar minha criação culta que meu avô tanto insistiu em lecionar, regras básicas de etiqueta pela aparência, pois dentro de si na verdade havia um leão esfomeado que desde a manhã não havia comido algo de tamanha qualidade e aproveitamento, o extacse da refeição fizera até mesmo se esquecer de seu ferimento na cintura, que agora que se foi lembrar latejava levemente. '' - Logo vai passar.. Calma... Calma.. '' - Dizia para si mesmo, em quanto sustentava a dor. Com tudo não poderia deixar de agradecer e ao se levantar do local de refeição me expressaria em plena forma de gratidão me curvando para a mesa. - Muito obrigado a Deus e por vocês por esta ótima refeição que muitos desejam mas as dificuldades do mundo não permitem, obrigado! - Agradeceria cordialmente e se retiraria em seguida rumo ao convés.

O conhecimento pela navegação ainda fascinava o jovem soldado, que ansiava por mais e mais.. Buscaria um calmo local ao convés para um pequeno momento de reflexão sobre oque aprendera mais cedo, observava com detalhe os céus quando percebera que estava começando a ficar limpo indicando que era um ótimo dia para navegar, e então veio a ideia de pedir por mais instruções a Sam, desta vez todo o complemento possível para por a mão em um timão e guiar definitivamente o navio pelos mares, e com isso ineel partia mais uma vez para Sam onde se apresentava mais uma vez. - Senhor! Fiquei muito honrado com suas instruções, porém eu gostaria de aprimorar ainda mais meus conhecimentos tanto no nível teórico e prático, agora a pouco pude perceber que é um dia calmo e ótimo para navegar, o senhor poderia me instruir sobre como pilotar e manobrar uma embarcação? Além de permitir guiar o navio na prática pondo a prova meus conhecimentos sobre navegação também! Por favor ! - Diria, deixando transparecer o brilho da determinação em seus olhos quase que dizendo apenas com o olhar, que seria algo de muita importância para a vida pessoal do jovem soldado e que tinha de ser atendido. Tendo uma resposta positiva, ineel não deixaria de se expressar realizando um pequeno salto em quanto elevava suas mãos para o alto. - O Senhor não irá se arrepender! Hehe! - Gritaria euforicamente, dando leves gargalhadas de alegria e determinação.

Com seu pedido aceito, ineel prontamente se aproximaria do timão e de Sam e se concentraria ao máximo para ouvir suas instruções teóricas sobre a pilotagem e manobramento do navio além de observar de perto como se faz, vendo as movimentações com as mãos e braços de sam no timão do navio, assim como não exitaria sempre em sanar qualquer dúvida que surgisse com a devida educação. Logo após Sam passar todo seu conhecimento de pilotagem para ineel, estaria na hora da enfim prática... A hora da verdade, para ver se realmente havia aprendido e com delicadeza pediria para tomar dianteira do timão. - Por favor, me deixe navegar um pouco e por a prova meus conhecimentos! Eu sei que posso pilotar o navio e nos manter na rota! - Pediria, após absorver toda a teoria de Sam.




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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyTer 26 Nov 2019, 23:03








Narração
#15






Hora: 13:07
Temperatura: 25 Graus | Clima: Começando a ficar limpo.



O jovem Marinheiro estava totalmente feliz por toda a comida, era algo incrível. Após comer e repetir duas ou três vezes agradeceu pela comida e logo foi passar um pouco do tempo. A comida quente fez com que sua ferida doesse um pouco mas logo após acabar ele aliviou bastante.

Depois de uns 10 minutos o desejo por ensinamento subiu no garoto, viu como estava o tempo e decidiu tomar uma decisão onde muitos não conseguiriam tomar... Foi novamente até a sala, bateu na porta e a mesma se abriu sozinha e pode ver Sam e Yami deitados roncando, enquanto a condução do barco ficou presa por um cabo de vassoura. Assim que Ineel adentrou a sala ambos se levantaram rapidamente fazendo o cabo cair e o mastro girar um pouco, o navio deu uma balançada mas logo Sam reassumiu o controle. Após suas palavras ele olhava diretamente para Yami, essa era uma tarefa muito difícil ele estaria em mãos de 9 pessoas dentro daquele navio mas o soldado não parecia se preocupar.

- Muito bem. Preste bastante atenção em como eu faço e em meus ensinamentos. - Após isso ele deixava Ineel ficar bem ao seu lado, podendo observar claramente seus movimentos e tudo mais. - Começou o vento forte e o temporal e se você está longe do porto, pare conte até dez (tenha calma), vai até a margem próxima e espere passar, geralmente estas tempestades duram 30 min. até 1 hora, depois melhora. Se levantar ondas de até um metro, corte-as de frente (90 graus), distribua o peso na embarcação. Não caia no desespero dos amigos (a maioria se desespera e quer ir embora rapidamente), já aconteceu comigo e quase deu !@#$; você é o comandante e é você quem decide, não a maioria!
- Falava enquanto comandava calmamente o mastro, esse era só o princípio mas ele abrangia muito e muito mais com o tempo, falava sobre muitas coisas e muitos detalhes, novamente se passou umas horinhas ali mas Ineel haveria recebido muito dos ensinamentos, Sam gostava disso, era como se ele estivesse passando o que realmente gostava de fazer para os outros.

E então chegou o final do aprendizado, e nessa hora Ineel ainda não contente, parecia ter mais um pedido ao Navegador. O pedido chocava até mesmo Yami que caía da cadeira soando um até um pouco, indo em direção a eles.

- Muito bem. Isso já é perigoso demais, qualquer erro seu pode fazer com que coisas ruins aconteçam. - Após sua fala com certeza Ineel contestaria, isso faria Sam ter que tomar uma providência...

- E-Eu o permito... Tenente Yami, pode se acalmar. Qualquer erro cometido pelo jovem será sobre minha responsabilidade. - Falava o Agente abaixando seu boné até a altura de seus olhos, fazendo o Tenente relutar contra a resposta de seu amigo mas a respeitou, neste momento Sam largava a mão do mastro que ficava a par de Ineel agora seguir os ensinamentos e dar seu máximo.

To be Continued...

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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyQui 28 Nov 2019, 04:21

Não satisfeito apenas com conhecimentos teóricos, Ineel apelava para que o agente permitisse que os conheciementos fossem postos em prática pilotando e guiando o navio durante a viagem, tomando o lugar de navegador da embarcação temporariamente, de pronto, o tenente yami já se manifestava contra mas Sam apoiava e assumia a responsabilidade depositando certa confiança no jovem soldado, e agora aspirante a navegador. - Não irei decepciona-los! - Afirmava Ineel, totalmente eufórico com a oportunidade. O jovem marinheiro então prontamente pediria o diário de bordo, observando as anotações recentes, buscaria por checar alterações nos céus e obviamente no nível das ondas do mar seguidamente do clima e intensidade dos ventos para realizar novos cálculos e ter a certeza de que o navio estaria na rota certa, e caso houvesse alterações na rota por variados motivos climáticos ou situacionais, tentaria rapidamente corrigir a rota guiando manualmente pelo timão o mastro do navio, com o máximo de cuidado possível até se estabelecer novamente ao caminho certo sem variações ou com o minimo de variantes possíveis. - Como estou me saindo senhor? - Perguntaria a Sam, buscando uma certa aprovação.

O jovem marinheiro faria periódicas checagens ao convés, para observar o clima e formação de nuvens que poderiam indicar chuva ou tempestade, rapidamente refazendo seus cálculos no diário de bordo e traçando uma nova correção de rota para o mastro, que por sua vez, também analisaria a intensidade dos ventos para ajustar as velas impedindo que se danifiquem, caso seja possível realizar sem grandes complicações o faria, caso contrario pediria o auxilio de algum companheiro próximo para que subam ao mastro e ajustem as velas de acordo com suas instruções. Em todo este tempo, o soldado jamais se distanciaria por mais de minutos do timão impedindo que um desvio crucial de rota seja feito, além de que em suas rápidas checagens ao convés o marinheiro buscaria observar também a formação de ondas ou possíveis obstáculos a frente que poderiam causar problemas, indo diretamente ao timão e girando-lhe em 90° graus ao bordo oposto do obstáculo impedindo que se choquem. Em quanto realizaria manobras com o timão do navio, ineel tentaria se familiarizar o máximo possível com o material, tocando levemente cada limite da madeira, sentindo seu peso e vendo com qual quantidade de força deveria puxar o timão para manobra-lo, com o cuidado para não quebrar ou talvez girar com muita força criando uma variação gritante para o traço de rota que caso aconteça, rapidamente observaria a situação climática e os céus, assim como o mar para refazer os cálculos e retraçar a nova rota guiando o mastro.

Ineel pilotaria a embarcação, até que Sam pedisse para retornar, ou depois de sentir a exaustão de guiar o navio pelo timão, pedindo a Sam que retome a navegação para que pudesse fazer uma pausa para descansar ou quem sabe tirar um cochilo. - Senhor, podemos revezar o comando de navegação? - Perguntaria Ineel, ao final de seu teste prático. E quando retornasse do descanso assumiria mais uma vez, expressando a felicidade máxima em seu rosto não deixando de pensar consigo mesmo que este seria apenas o começo de suas aventuras... Explorar o desconhecido, e logo tocou a ideia. '' Todas as boas aventuras começam na Grand Line, certamente tenho que ir para lá!!!'' - Pensava, cada vez mais entusiasmado.   



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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptySab 30 Nov 2019, 23:33








Narração
#16






Hora: 14:34
Temperatura: 26 Graus | Clima: Limpo



Bem.. Parece que não só Sam como Mestre quanto Ineel como aprendiz se esforçavam ao máximo. Ambos deram tudo de si, para repassar e aprender, a conclusão foi... O nosso Soldado agora sabia Navegar e Pilotar um barco, com isso nada lhe impede de desbravar o mundo navegando seu próprio navio, claro. Caso fosse pirata...

Depois de longos minutos o cansaço podia ser notado em Bitencourt como o tédio em Sam, e neste momento Sam se levantava e iria até o jovem.

- Muito bem, eu irei assumir o caminho até a ilha daqui, você foi realmente bem. Agora descanse. - Ele falava com um grande sorriso no rosto, um sorriso no qual mostrava sua paixão por Navegar... Ainda na sala os roncos do Tenente era de se ouvir até fora dela, estava deitado em dois bancos acolchoados, e foi então que ao o garoto bater a porta ele acordava caindo ao chão e gritando.

Após sair da sala ele claramente iria até seu posto ou algum lugar para descansar, mas alguém lhe chama lva atenção, uma Marinheira, ela estava conversando com Lucy na beira do barco, belos cabelos, bonito corpo e olhos... Quem seria? Ele se aproximaria? Não ligaria e deixaria pra lá?

To be Continued...

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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyTer 03 Dez 2019, 02:49

A incrível experiência de assumir a responsabilidade de navegador do navio, mesmo que temporariamente me fizera encontrar com minhas essências e anseios por aventuras, conhecer o mundo cada vez mais e explorar seus mistérios além da fronteira já conhecida e estipulada, e não poderia deixar de agradecer ainda mais a oportunidade por estar em um navio navegando por essas águas pois certamente não me arrependeria da minha decisão de ingressar na marinha dada as oportunidades que estou tendo.

Depois de um breve descanso, o jovem soldado era substituído por sam no controle da embarcação, que já completamente realizado aceitava sem pestanejar totalmente grato e agora estava na hora de procurar algo para fazer em quanto aguardaria os momentos finais da viagem, pois com as informações e cálculos do diário de bordo o jovem sabia que a chegada estava próxima. Retornando ao seu posto como de praxe, a imagem de uma bela donzela tomava sua curiosidade a tona forçando uma rápida análise da cabeça aos pés da moça que conversava com a sargento Lucy.'' Ei Ei Ei... Quem é essa? Não me recordo de te-la visto na apresentação quando embarcamos... E ela é tão linda...'' - Questionava o jovem, em quanto que admirava a mulher aparentemente marinheira. Só lhe restava um pouco de cordialidade para a situação, optava então por se aproximar das mulheres, mesmo que estivesse surpreso pela aparência da jovem até então desconhecida buscaria relevar a sensação tentando passar o máximo de fluidez possível na abordagem, finalmente ao se aproximar realizaria uma rápida e singela continência, como anteriormente a sargento havia dispensado a apresentação formal o jovem ineel se sentia mais a vontade. - Boa tarde! Eu não pude deixar de notar a senhorita (se referindo a nova marinheira), meu nome é Ineel e sou recém alistado, tenho algumas aspirações e objetivos de vida um tanto quanto aventureiras... Mas enfim, como é seu nome? - Diria para a garota, buscando passar tranquilidade e total fluidez para a conversa e ao final estendendo a mão em sinal de cumprimento.

Como não haveria mais nada de interessante para fazer durante o termino da viagem, ineel optaria por continuar conversando com as mulheres se empenhando em quebrar um gelo também com a sargento lucy, puxando alguma conversa da forma mais educada possível na medida em que desse espaço para tal, da mesma forma com a marinheira desconhecida até então, com o objetivo de conhece-las o máximo possível e formar um certo ''entrosamento'' ou espirito de corpo, quem sabe desenvolver até mesmo um vinculo de amizade pessoal futuramente, ouvindo seus gostos peculiares e compartilhando objetivos de vida. Buscaria desenvolver a conversa até o momento em que se avistasse a terra firma, dado o momento retornaria ao meu posto onde checaria todos meus equipamentos e apresentação individual para ficar em prontidão para qualquer instrução dos superiores. - O que faremos quando chegarmos em terra senhor? - Questionaria, se tivesse chance.

Com o termino esperado da viagem, aguardaria e ouviria todas as instruções do comandante da missão e logo colocaria em prática se fosse requisitado de imediato, desceria da embarcação atento e com o rifle pronto para ser empregado a qualquer momento, caminhando na mesma intensidade dos superiores e os seguindo pelo caís ou para onde quer que fossem se agrupar para a execução da missão, onde novamente aguardaria novas instruções ou ordens para cumprir, buscando também dar uma boa observada no ambiente que encontrava, assim como alguns pontos de referência como comércios ou residências para se guiar sozinho na ilha caso em algum momento fosse preciso.




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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyQua 04 Dez 2019, 19:10








Narração
#17






Hora: 15:37
Temperatura: 26 Graus | Clima: Limpo



Este momento era o de chegada, o momento que terminaria sua primeira missão, isso foi até que fácil, sem interrupções, conseguiu aprender novos conhecimentos, agora só restava a entrega.

Antes disso, pode ver uma linda mulher, conversando com sua conhecida, talvez pudesse bater um rolo com elas. Foi o que pensava, depois de suas palavras Lucy se levantou botando a mão no cabo de sua espada ameaçando a tirar e com um olhar severo citou.

- Você saiu de seu posto logo agora?! Volte para o mesmo imediatamente... - Falava ela com uma voz assustadora, no mesmo instante não podendo rejeitar as ordens de um superior ele se dirigiu a seu posto, ficando pronto com seu rifle armado para qualquer coisa. Depois de Ineel ter dado no pé e ido para baixo, a jovem ao lado de Lucy a questionava. - Ele não é neto do grande Capitão Bitencourt? - Repetia ela, a Sargento não parecia se mostrar interessada então cortou o assunto, mas pelo visto ela sabia um pouco da história de sua ilha...

A viagem ainda levou um tempo, mas tudo o que podia fazer era o seu trabalho, já havia se divertido bastante para uma viagem "importante" como essa.

Depois de minutos, eles chegam, Yami desce e pega a estátua enquanto os 4 ali dentro o acompanha descendo do navio e o seguindo. Sam e o resto ficava no barco, a garota estava lá, observando toda a cena, parecia que estava concentrada em alguém... Ineel pode ver 4 aparentes guardas todos com lanças empunhada e fazendo um formato de quadrado com alguém no meio, talvez fosse o tal Rei de Porto Branco. Yami tomou a liderança, o resto ficou em fileira a frente ao barco enquanto o Tenente se aproximava, depois de sua autorização falou com o comprador. Não demorou muito,  ele já estava se virando para ir embora quando algo inesperado aconteceu.

- HAHAHA!! EU QUE VOU COMANDAR TUDO AGORA! - Um dos soldados tinha pego a estátua, estava amarrada em suas costas enquanto com a ponta de sua lança ameaçava a garganta do Rei, os outros guardas ficaram em posição de ataque mas não sabiam realmente o que fazer, no momento os que estavam no barco quanto os que estavam fora e ainda mais Yami ficaram espantados com tal ação. - Tenho certeza que tanto o Rei quanto a Marinha tem muito dinheiro, claro que tem, e eu quero ele. Quero 500kk de Beries de cada, não vou enrolar muito aqui, você Tenente! Quero o dinheiro até amanhã aos 12:00 em ponto! Irei agora pegar os 500kk do Rei. Irão me acompanhar, todos! Até os do barco, podem descer. - Isso era ameaçador, mas o guarda botava tamanha confiança em suas falas que aqueles mas frágeis podem não saber lidar nada com isso. No momento o Rei gritava é ordenava farias coisas até que um pequeno corte foi feito por ele mesmo. Agora que tudo havia acontecido, Yami e Sam se prontificaram.

- Muito bem, vamos ficar calmos. Você não tem motivo para matar ele, o solte, lhe daremos tudo o que precisa, e iremos lhe entend... - Sua frase era cortada por ele. - MENTIRA! Não irão fazer nada disso. Eu sei... - Falava ele colocando algo no pescoço do homem, parecia um colar... Um colar com... BOMBAS. - Muito bem, pra não ter erros... Se eu soltar este botão (mostrava ele um botão que segurava com sua mão direita e seu dedão esquerdo pressionando o botão) o colar explode, e grandes abates vai ocorrer... - O assunto era muito sério, e nesse momento todos ficaram muito mais tensos, não poderiam fazer nada a não ser ouvir...

- TODOS IRÃO EM DIREÇÃO A CASA DO REI! ENFILEIRADOS, PODEM PASSAR A FRENTE E IREI ATRÁS DE TODOS. ATÉ OS DO BARCO! - Agora ele esperava a ação de todos ali. Os do barco saiam dele e assim começaram a caminhada, todos em Porto Branco abismados com a situação, uma marcha feita por todos os 13. Mas neste momento, o que fazer a Ineel? Qual seria sua reação? Suas ideias?

To be Continued...

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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyQui 05 Dez 2019, 23:36

A expectativa de uma missão monótoma se esvaia diante de meus olhos, em poucos instantes tudo acontecia na velocidade um relâmpago em tempestade e como um estrondo, os gritos do sequestrador me puxava para a realidade. Em quanto tentava manter a calma, via os esforços das negociações com meus superiores se tornarem perda de tempo e logo após fomos induzidos a abandonar a embarcação e tragicamente mudar o conteúdo da missão, pois sabia que agora tínhamos que salvar aquele homem que se deixou ser pego.'' Maldito seja! '' - Pensava, não escondendo o ranger dos dentes demonstrando a frustração.

Na medida em que marchávamos acompanhando o sequestrador, buscaria ficar ao máximo atento pelos detalhes do trajeto para decorar o caminho até o porto que futuramente poderia ser útil, além de observar com cuidado a situação, tentaria chamar minimamente a atenção de algum superior próximo para murmurar o que faríamos, porém apenas se tivesse certeza que não seria plotado pelo sequestrador. Ainda estávamos com nossas armas e estava claro que o sujeito não podia nos desarmar por clara desvantagem numérica, porém o dedo estava pressionando o botão e não podíamos reagir sem condenar a vida do Rei. - Tsc.. - Murmurava.

Caso meus superiores tivessem um plano, imediatamente ficaria preparado para executa-lo e para seguir as ordens, porém também ficaria a postos para o caso de que tudo tivesse falhado e o colar de bombas explodisse, buscando um abrigo o mais rápido possível em qualquer estrutura próxima, ou imediatamente se jogando ao chão para se proteger de estilhaços. Após a explosão me distanciaria até um local seguro e ficaria preparado para qualquer combate, sob cobertura e a distância como um bom atirador. Porém, se nada pudesse ser feito continuaria a seguir com meu grupo sob as ordens diretas do tenente, mantendo a calma e aguardando o momento certo de agir. '' Maldição!!! o maluco está com o dedo no explosivo, se ao menos não tivesse... Eu poderia mata-lo com um belo tiro daqui mesmo! - Lamentava o soldado.


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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyDom 08 Dez 2019, 02:39



Story Telling



Uma bela missão, calma e tranquila. Obviamente não. Após a falha tentaria de entrega da Estátua que havia levada pelos marinheiros, tudo havia dado errado.

A vista dali, sem contar todo aquele caos era belíssima, a praia era bem limpa e o porto até bem organizado. O céu da tarde estava lindo, o sol estava com a força certa, o vento vindo dos mares deixava o clima mais fresco e ameno. Existia certa vegetação ao redor das praias e do cais em si, porém era controlada e mais intensa quando se afastada dessas áreas, o caminho para a cidade era bem claro, a estrada era feita de forma simples, porém visualmente conservada. Dali já era possível de se ver os muros da cidade, que eram bem alto e que possuíam partes mais altas em seu interior, caracterizando doi círculos, um maior que cobria tudo e o menor, que cobri o centro, separando a nobreza e a elite, dos plebeus.

A fila das 13 pessoas se encaminha devagar, os 9 marinheiros e os outros 3 guardas do Rei,  todos pareciam tensos. O sequestrador estava por último com o rei, totalizando 15 pessoas. O sequestrador possui uma aparência bem comum, não seria mais do que um camponês que chegou naquele cargo, cabelos e barba negros e por fazer, eram ondulados e demonstravam um pouco de desleixo ou falta de condição, sua pele era bem castigada pelo sol,  suas vestimentas eram basicamente a armadura, igual entre os outros guardas, ele tinha um físico musculoso, porém nada excepcional, apenas alguém que claramente fazia muito trabalho pesado, seus olhos possuíam muitas olheiras e pareciam cansados, seu olhar naquele momento estava tomado pela fúria, não era apenas ganância, parecia algo mais.

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Já o rei, era claramente um nobre, um homem que havia o poder e o privilégio simplesmente por ter nascido na família certa, claramente não havia feito nada merecedor de um título desse nível. Era um homem branco e gordo, com um bigode que se unia a sua barba e cabelo, que eram acinzentados, havia uma clara entrada para a calvície, suas vestes eram finas e elegantes, obviamente caras, suas feições naturais traziam uma sensação de acolhimento e gentileza, porém que naquele momento estavam envoltas por medo e pânico.

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Os superiores, estava no meio, Ineel conseguia vê-los conversando de forma discreta, porém não, Yami olha pra olhe de forma direta, dando um sinal que logo mais iriam agir, porém o jovem era incapaz de saber o que é que eles iriam fazer e que independe de qualquer coisa, os riscos eram MUITO altos, afinal não só a vida do Rei, mas também devido às bombas em seu pescoço, muitos mais poderiam ser ferido ou pior, mortos.

Tanto Yami quanto Lucy, pareciam planejar alguma coisa, eles olhavam para os lados e para o caminho que estavam tomando, por aquela pequena estrada até os portões do primeiro circulo da cidade, onde haveriam muitas pessoa, afinal existia movimento aquela hora do dia, trabalhadores, indo e voltando do porto e pessoas que apenas passavam por ali.

-Hey Hey. Acho que não podemos mais seguir por esse caminho! - Dizia o sequestrador muito nervoso - Existe algum outro caminho para o castelo reizinho? - Dizia de forma debochando da situação do rei naquele momento. O homem aponta para o lado direito, que o faziam entrar na mata, o que poderia dificultar a visão do sequestrador a dos demais.

E aquele caminho era o qual começavam a seguir. Era bem aberto, porém começava a se tornar estreito conforme adentraram na mata, porém sempre era possível ver o muro da cidade. O cheiro era bem forte de praia, porém alguns traços de vegetação faziam o aroma uma mistura bem interessante de terra úmida, areia e mar, alguns pequenos animais como esquilos, aranhas, pássaros e insetos pequenos poderiam ser vistos pelo percurso.Naquele momento, Ineel consegue perceber Yami saindo da fila, conseguindo se esconder e sem atrair atenção do sequestrador. Porém foi quase uma vista de segundos, ele não teria visto se não fosse por sorte.

Logo mais eles se aproximam de uma porta bem estreita no muro, aquela deveria ser uma passagem secreta que poucos deveriam ter acesso. Logo o homem grita.

-Abram essa porcaria. Abram logo! - Dizia completamente fora de si, porém estava fechada por dentro, ele então se vira para o Rei, possesso - Seu porco nojento, você tentou me enganar, eu deveria matar você e todos os outros riquinhos dessa cidade!

Nesse momento, o grupo parecia ainda mais tenso, a formação de fila já não existia mais, estavam num espaço um pouco estreito, estavam numa formação circular, sendo que em uma das direções estavam o Rei e o sequestrador mais afastados. No fundo, Ineel consegue ver Yami se aproximando por trás de forma sorrateira, o homem faz um sinal simples para que o marinheiro tentasse distrair o sequestrador para quem sabe, ele conseguir agir.

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-Sequestrador
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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptySeg 09 Dez 2019, 05:30





Enfim a caminhava terminava, seguindo um caminho pelo mato no qual evitávamos a presença de mais civis pelo caminho o sequestrador enfim conduzia o grupo até o destino, o homem aparentemente se demonstrava oriundo de uma família humilde, traços predominantes da classe trabalhadora e com feições exaustivas nos olhos. A todo momento buscava por pensar em algo de útil que poderia executar naquela situação que até então era sem saída, não tinha muito o que se fazer com um refém em mãos do sequestrador, o homem exausto parecia impaciente com os portões que não se abriam e logo revelava também um profundo ódio a burguesia, algo que se era notado devido as diferenças de classe da ilha onde de fato havia uma grande segregação, porém neste meio tempo observava o tenente se movendo, ele certamente tinha algo em mente e conseguia captar sua mensagem talvez por sorte. '' Entendi, então temos um plano!''- Pensava, determinado em auxiliar na execução.

Sabendo que precisavam de uma distração, o atirador imediatamente levaria o misterioso homem com um questionamento argumentativo, atraindo seu foco para o jovem soldado. - Ei.. Por quê você odeia tanto a nobreza? O quê aconteceu nessa ilha? - Questionava, demonstrando disposição a ouvi-lo e argumentar, buscando se manter com as feições neutras como se estivesse sanando naturalmente uma dúvida, e continuaria até que o tenente yami estivesse próximo o suficiente. - Entendi, como você acha que irá resolver isso? - Continuava, expandindo mais a conversa.

Mesmo com a atenção dobrada, o jovem soldado se empenharia ao máximo para perceber os mínimos detalhes que seu superior faria no seguinte momento em quanto se aproximava do sequestrador e caso realizasse o mais óbvio de tentar mobilizar o homem de surpresa pegando-lhe por trás, ineel agiria rapidamente pondo seu rifle em guarda e ficando em posição de tiro, flexionando o joelho esquerdo a frente em quanto se agachava, esticando a perna direita até tocar o solo, adotando uma posição de tiro confortável e de ótima visão. - Mantenha o dedo dele pressionado no dispositivo tenente! - Gritaria o jovem soldado, em seguida se concentrando o suficiente para efetuar um disparo contra o sequestrador mirando suas pernas, na tentativa de ajudar na contenção do mesmo. Em seguida, caso ninguém tomasse a iniciativa de retirar o colar de explosivos do nobre o atirador pediria permissão a o superior mais próximo para tomar a iniciativa de retirar os explosivos do pescoço da vítima, rapidamente correndo até o mesmo. - Por favor, mantenha a calma pois iremos ajuda-lo. - Dizendo ao nobre para acalma-lo, retirando-lhe com cuidado o colar de explosivos e em seguida atirando-o para longe dali, deixando todo o pelotão longe do alcance da explosão.

Porém, caso o tenente yami encontre dificuldades para imobilizar o sequestrador, ineel arriscaria e buscaria realizar um disparo certeiro visando a cabeça de seu alvo, dando uma pequena pausa de segundos em sua respiração, sabendo que o movimento de inspiração e transpiração em seus pulmões poderiam afetar sua precisão, além de que a imobilidade em sua posição de tiro também seria prioridade tentando se manter inerte a todo custo, e enfim pressionaria o gatilho, alinhando o cursor da massa de mira do rifle retilineamente ao seu olho direito, mantendo o esquerdo fechado ampliando assim seu foco. - Conseguimos! - Comemoraria, se erguendo em quanto pediria permissão ao superior mais próximo para ir retirar os explosivos do nobre, em quanto que provavelmente yami manteria o detonador pressionado.


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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyTer 10 Dez 2019, 04:07



Story Telling



Um único click e todos ali poderiam morrer. Um único passo em falso e todos ali poderiam morrer. Um único segundo e todos ali poderiam morrer. Era de fato um momento de tensão, o jovem marinheiro, usa de conversa para distrair do sequestrador. Ele não estava tão atento nos demais, estava descontrolado e por isso olhou diretamente para o jovem quando o mesmo começou a falar.

-Por que? Essa cidade é divida entre esses porcos! Eles ficam com todo o dinheiro enquanto o povo fica na miséria! Acha isso justo? - Ele parecia ter bons argumentos, sua perspetivas era de um homem que viveu vendo pessoas que possuíam tudo apenas por terem sangue nobre, enquanto ele tinha de trabalhar muito para poder comer.

Durante esse segundo. Yami avançava de forma brutal em cima do homem, ele faria a estátua se desamarrar das costas do homem, deixando ele desnorteado pela reação inesperada. Ele com seu braço direito prensaria o pescoço do alvo e com seu braço esquerdo seguraria a mão do mesmo pressionando o botão do colar de explosivos. Nesse meio tempo Lucy iria acompanhá-lo para neutralizar qualquer reação do sujeito.

-Mas o… Eu vou matar ele.. Me solte! Me solte! - Se debatia o homem enquanto começava a perder o ar. Nesse momento ele começa a apertar o Rei também, ação movida ao desespero, que começa a pedir socorro. Lucy consegue fazê-lo soltar o nobre e tirar aquele colar. Jogando o longe. Nesse instante Yami solta a mão do controle do explosivo, que cai no chão.

O tenente de forma ágil se joga no chão segurando o sequestrador. imaginando que a explosão poderia abalar tudo ali e ferir alguém. Todos de forma instintiva, fazem o mesmo, pulando no chão para evitar a explosão. Porém para a surpresa de todos, a bomba, que deveria matar quem a estivesse usando, começa a explodir, porém em proporções mínimas, como estalinhos de fogos de artifícios baratos, depois de alguns segundos de explosões que não feriram um gato. Todos se levantam.

O sequestrador, completamente detido e frustrado, começa a chorar. Ele pareciam tão desapontado. O guardas do Rei, o prendem, sendo que um deles ficou encarregado de pegar a estátua que estava no chão, deixando tudo pronto para ser levado para o castelo. O rei se levanta do chão e bate com as mãos em suas roupas caras para se limpar da terra, ele aparenta estar furioso.

-Gr… Maldito Seja! Levem esse desgraçado para a guilhotina! Arranquem a cabeça desse patife! - Dizia alto aos seus guardas, depois se vira para Yami - E você! Como pode ser tão desajeitado, não viu que eu caí no chão, minhas roupas estão todas sujas! Você deveria limpá-las para aprender como tratar alguém da realeza.... Humph!

O homem não parecia nenhum pouco grato depois de sua vida ser sido salva, aquela atitude era a prova que o sequestrador não estava mentindo. Yami abaixa sua cabeça, deixando o Rei parar de falar e seguir seus guardas. Depois de todos eles terem se afastado, Yami e Lucy se voltam para os outros marinheiros e pessoas que estavam na tripulação. Yami parecia tranquilo, mas Lucy furiosa com o tratamento que o homem havia dado.

-... - Range os dentes e cospe para o lado - Como ele pode falar desse jeito.. Sua vida acabou de ser selva e nem ao menos agradece! - Ela estava indignada com aquele momento.

-Isso não importa… Todos estão bem? - O homem se virava para a tripulação, após conferir como todos estavam, o homem se vira para Ineel - Bom trabalho garoto… Continue assim!

Ele dizia num tom agradável, demonstrando orgulho pelo pensamento rápido do rapaz para chamar atenção do sequestrador, mesmo que a maior ameaça era mentira, o rapaz estaria preparado para agir, o que era um ótimo sinal dada as circunstâncias. Ele indica com o dedo a direção a qual deveriam ir. De volta ao porto, onde fariam a conferência se o navio e as cargas estariam bem.

Em alguns instantes já estariam lá, afinal andar sem a pressão de uma possível bomba explodir sua cabeça, é um pouco mais tranquilo. Ao chegarem lá, não sentem falta de nada, nenhum objetivo havia sumido, afinal quem poderia saber se o sequestrador estava sozinho e se outro capanga dele pudesse roubar suprimentos dentro do navio. Sempre era bom conferir.

-Tudo está em ordem, porém acabamos de não pegar o pagamento dessa entrega com o Rei… Isso pode dar problema, mas não podemos fazer viagem dessa e sair de mãos vazias.. - Dizia Lucy um pouco nervosa. Ela parecia ainda mais insatisfeita do que antes, imaginando que teria de falar com aquele homem novamente.

-Eu posso ir lá falar com ele. Eu sei bem como agir com pessoas da nobreza! - Dizia Sam de forma meio inconveniente, ele tinha um ar meio de “superior”, coisa que poderia ser sentida por aqueles que ouviam - Eu não devo demorar mais de um dia para conseguir esse dinheiro, acho que isso terão de ficar ancorados me esperando.

Yami confirmava com cabeça.

-Não se preocupe, ficaremos um tempo aqui, tenho alguns assuntos para resolver na cidade, então o tempo não será desperdiçado - O homem falava de forma tranquila, ele mesmo possuindo uma grande patente agia de forma humilde com todos os presentes, independente do cargo que ocupavam - Já que não temos mais coisas para fazer, vocês podem ficar à toa, pelo menos por enquanto, eu e Sam iremos para cidade resolver tudo, demoraremos um dia exatamente, então estejam aqui no navio quando voltarmos, senão ficarão para trás! - Ele dizia isso rindo, mesmo que fosse verdade, mas com certa descontração.

Alguns soldados entravam no navio, Lucy ficava em cima, observando, Sam e Yami iriam andando para a cidade e aquela figura feminina se sentava em uma caixa no porto, ela olhava para baixo, parecia ter ficado bastante nervosa com aquela situação e precisava de um momento respirando, para pdoer se acalmar, ela usava um manto que a cobria quase completamente, só era possivel ver suas botinhas pequenas.

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MensagemAssunto: Re: O Legado Bitencourt Act I   O Legado Bitencourt Act I - Página 4 EmptyTer 10 Dez 2019, 05:38

Havíamos tido  o melhor desfecho possível para a tropa, mas não para o sequestrador, que até então havia acabado por me simpatizar por sua causa pois algo me dizia que havia uma luta pela liberdade em suas ações emotivas. O dilema entre justiça e liberdade estava martelando minha mente naquele momento, não conseguia raciocinar muito bem todas as informações que tinha presenciado, a confusão me tomava conta antes que percebesse que tudo havia acabado porém as memorias possivelmente me atormentariam por um tempo, a primeira duvida de meu trabalho. '' Aquele homem realmente não parecia mentir, algo em seus olhos me dizia que ele buscava a liberdade... O quê o senhor faria em meu lugar vô rainer?.. - Questionava consistentemente. Diferente do tenente que se manterá calmo, uma enorme sensação de culpa me transbordava e mesmo quando retornava para o navio, não conseguia neutralizar minhas emoções, realmente estava inquieto em um misto de raiva e culpa, quando sam havia informado que poderia barganhar nosso pagamento, demonstrando um tom similar ao nobre depravado, mal consegui segurar a raiva prestes a ofende-lo, dai lembraria de minha posição hierárquica no momento e me contia.

Após uma breve checagem, toda a guarnição retornava para a embarcação e como fora estabelecido teríamos de esperar o retorno de sam com nosso pagamento, até então o tenente disse que resolveria algo na cidade, alguns seguiam para a cidade e outros ficavam na embarcação, destes estava a sargento lucy na qual o jovem soldado não poderia deixar de notar completamente coberta em um manto visivelmente abalada pela situação exposta. '' Então eu não fui o único..'' - Pensava aliviado, em quanto tentaria se aproximar calmamente para iniciar um rapido dialogo, vendo uma boa situação na qual suas filosofias provavelmente seriam simpáticas. - Sargento... Posso ficar aqui um pouco? - Perguntaria, tendo uma resposta positiva continuaria. - Aquele homem... Ele não parecia mentir sobre sua situação, e a maneira na qual o nobre nos tratou foi convincente o suficiente para vermos o outro lado, fui preenchido por uma sensação de culpa com tudo isso, como se a justiça que levamos aos mares fosse comprada, não sei o que dizer, desculpe. - Falaria, desabafando completamente esfregando a mão direita aos olhos limpando qualquer vestígio de tristeza. Ineel ouviria tudo que a sargento teria a dizer, buscando algo em suas palavras que pudesse acalmar seu estado emocional, mesmo que por minimo e em seguida agradeceria e se direcionaria para as demais salas da embarcação que não havia visitado antes por conta do navio cheio.

Fora a conversa isolada com lucy, o jovem soldado pensava em algo para distrair sua mente em quanto não zarpavam dali e neste momento se dava conta que poderia conhecer melhor a cidade a ilha ou as pessoas, pois afinal também era um arqueólogo de oficio e quem sabe poderia encontrar algo de interessante e memorável para suas histórias e com isso vasculharia as salas para encontrar alguma lanterna ou equipamento para iluminação que poderia ser utilizado para iluminar o caminho durante a noite, juntamente com algum material de anotação em alguma escrivania como alguma caderneta e caneta, ou até mesmo folhas em branco apenas para registrar algo de interessante que encontra-se, colocando tudo cuidadosamente em sua mochila e então partindo para a cidade, onde primeiramente buscaria visitar os principais locais se possível até mesmo pedindo informações, ou encontrar alguma praça ou centro de convivência para conhecer da população local a história da ilha, assim como sua formação e política local, pequenas informações que despertavam o interesse para conhecer melhor a realidade daquele povo.


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