One Piece RPG
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 XwqZD3u
One Piece RPG
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» LightPoint!Os herois e amigos se reunem novamente!
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Noah Hoje à(s) 15:50

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor AoYume Hoje à(s) 15:08

» Pandemonium - 9 Brave New World
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor GM.Milabbh Hoje à(s) 14:50

» Uma promessa ao céu
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Bolin Hoje à(s) 13:32

» Lealdade, Valor e Morte
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Coldraz Hoje à(s) 11:47

» Steps For a New Chapter
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Achiles Hoje à(s) 10:49

» Right Punch, Left Punch!
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Razard Hoje à(s) 10:36

» ~ Acontecimentos ~ The Wonderful Land
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor GM.Milabbh Hoje à(s) 10:17

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Shogo Hoje à(s) 09:22

» [Mini - Toji]
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Mephisto Hoje à(s) 07:33

» Um Encontro Destinado
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Cloe Kaminari Hoje à(s) 02:24

» Drake Fateburn
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor ADM.Tonikbelo Hoje à(s) 01:49

» I did not fall from the sky, I leapt
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Formiga Hoje à(s) 01:47

» Alipheese Fateburn
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor ADM.Tonikbelo Hoje à(s) 01:43

» Sophia Aldebaran Rockfeller
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor ADM.Tonikbelo Hoje à(s) 01:38

» Vol 2 - The beginning of a pirate
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Formiga Hoje à(s) 01:09

» [MINI-HOKI] O Espadachim Negro
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Hoki Hoje à(s) 00:35

» União Flasco: Inicio do Sonho
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Takamoto Lisandro Hoje à(s) 00:12

» I - Justiça: Um compromisso obstinado!
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Hammurabi Ontem à(s) 22:57

» 11º Capítulo - Cataclismo em Skypeia!
Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Emptypor Marciano Ontem à(s) 22:05



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Cap I - A minha verdade e nada mais importa

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 77
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : Fishman Island

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySab 06 Jul 2019, 22:57

Relembrando a primeira mensagem :

Cap I - A minha verdade e nada mais importa

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Inavar Bolin. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Bolin
Membro
Membro


Data de inscrição : 03/06/2019

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptyQui 11 Jul 2019, 16:25

~ Post 05 ~


Frustração. Não havia outra palavra que melhor explicasse o sentimento do celestial frente ao fracasso que foi a sua prática de exercício. Sua cabeça estava vazia, apenas o receio de ser eliminado do processo seletivo martelava seu coração e um frio descia-lhe pelo corpo. Segurou, entretanto, toda essa sensação dentro do seu corpo, exteriormente apenas houve um gesto de derrota e a consequente pergunta "o que vem agora?".

O agente que há pouco conversara com um soldado, levou Bolin para um dojo e após tirar os calçados convidou o celestial para que fizesse o mesmo. O jovem não entendeu ao certo o que aquilo significava: o agente já esperava a falha no exercício passado a fim de causar um desequilíbrio emocional no jovem para essa fase ou esta fase seria a última chance de entrar em uma Cipher Pol? "Argh! Não é hora para pensar nisso, apenas tente dar o seu melhor", pensaria balançando a cabeça.

O desafio agora aparentemente seria o mais difícil de todos. Era necessário atingir o agente para concluir o teste. Estranhou o convite para uma luta corpo a corpo mesmo avisando que em essência era um atirador. "Talvez ele queira testar minha criatividade para sair de situações adversas... justo". Bolin, portanto, sem dizer uma palavra sequer, tiraria os calçados para entrar no tatame. Deixaria que o olhar determinado do celestial falasse por ele, enrugando a testa e pressionando os lábios. "Acho que vai ser impossível vencê-lo, mas um golpe pelo menos eu tenho de conseguir!". Posicionar-se-ia flexionando levemente os joelhos com a perna esquerda na frente, a fim de formar uma base firme. Flexionaria igualmente os braços na mesma disposição que às pernas, deixando ambas as mãos serradas e na altura da boca.

"Vamos aos fatos, ele provavelmente é mais forte, mais experiente e veloz do que eu... vai ser uma luta divertida heh.. Gotun dizia que eu tenho uma esquiva habilidosa, realmente acima da média. Então vou abusar disso, meu conhecimento de briga de rua e de todas as artes marciais que eu aprendi no céu". Não esperaria o agente se mexer e tomaria a iniciativa do combate, correria retilineamente para cima dele desferindo um jab seguido de um direto com a destra. Nessa primeira investida, manteria as asas contraídas para trás a fim de evitar serem puxadas pelo adversário. Era esperado que o agente respondesse esse básico ataque de boxe, a pergunta seria como?

Se os golpes fossem bloqueados com o braço esquerdo então levaria a canela destra à lateral esquerda do tronco do agente, que provavelmente estaria desprotegido. Na hipótese de bloqueio com o braço direito, traria o joelho esquerdo mais ou menos na altura da base pulmonar e atacaria com um "pisão" reto mirando o tronco exposto do agente. Se o agente esquivasse dessa primeira sessão de golpes, não tentaria bloquear um eventual contra-ataque, Bolin apenas esquivaria saltando para trás a fim de ganhar distância e propositalmente "convidar" o homem a avançar para atacá-lo. Falhando na esquiva e sendo atingido por um golpe, tentaria agarrar, com o braço ipsilateral, o membro do agente utilizado para o ataque e empurrar o peito do mesmo com a mão contralateral para abrir uma brecha de saltar para trás. Na pior das hipóteses em que nada funcionasse, protegeria o rosto com as mão para não ser nocauteado e esperaria por um momento de correr para trás e firmar a base novamente.

"Acho muito difícil eu conseguir uma abertura a partir de uma sequência de golpes... Ele tem muito mais experiência que eu, mas preciso encontrar algo para abusar... É ISTO! Ele mostrou surpresa com as minhas quando nos conhecemos, provavelmente ele não sabe muito lidar com celestiais e asas, vou aproveitar disso". Em um segundo momento do combate, esperaria o agente vir atacá-lo. Se ele não viesse, Bolin o faria então. Independentemente da maneira, quando se "encontrassem" novamente, o celestial gritaria furiosamente enquanto chutaria horizontalmente com a perna esquerda na altura da cintura, rodando o corpo para que a asa esquerda ficasse esticada de frente ao agente e o celestial perpendicular a ele, mas com o pescoço virado de maneira que não perdesse o adversário do campo de visão. A ideia era "seduzir" o homem a puxar a asa que estaria exposta. Se isso acontecesse, o jovem sorriria mostrando os dentes e agarraria no braço como um tigre que crava ambas as garras em meio a árvores, o plano tinha esse requisito para funcionar: travar um único braço do agente com ambos os membros superiores do celestial. Partiria em seguida para um golpe baixo de morder o pulso do inimigo até que este mostrasse um sinal de dor, para enfim tentar uma cabeçada final mirando o queixo. "Duvido que esperava por um golpe baixo de quem se mostrou tão nobre até então".

Cogitando que a cabeçada fosse defendida com o outro braço ou o agente esquivasse, não desistiria tão fácil, pois dificilmente teria uma chance melhor de acertá-lo. Pensando assim, estariam com os corpos muito próximos, logo tentaria acertar uma joelhada direita rápida na barriga do homem que eventualmente estaria ocupado esquivando ou defendendo a cabeçada. "Por favor dê certo" seria o único pensamento que passaria pela cabeça do celestial.

Havia a possibilidade de nada funcionar, então o celestial esquivaria para trás em golpes horizontais, deslocaria e giraria o corpo para o mesmo lado do membro utilizado pelo agente em ataques verticais e "estocadas". Durante esse meio tempo entre uma esquiva e outra, tentaria observar o jeito de luta do adversário para pensar em uma estratégia melhor.

Entretanto, se conseguisse obter a "vitória" a partir do plano que havia pensado, sorriria desconcertadamente enquanto coça os fios de cabelo na nuca e contrai as asas para baixo.

- Desculpa-me por isso... eu costumo lutar honestamente, mas fiquei assustado de não conseguir atingi-lo e acabei "apelando" - terminaria fazendo sinais de reticências com o dedo indicador e médio da mão canhota quando dissesse "apelando". Se, surpreendentemente, conseguisse ter acertado um golpe sem a "baixaria", apenas sorriria orgulhoso fazendo um sinal de "joinha" com a mão direita e aguardaria a aprovação do agente.

Sendo parabenizado e/ou finalmente admitido como agente do Governo, Bolin soltaria os braços e cairia de joelhos no chão, aliviado de ter concluído seu primeiro desafio. Seria inevitável controlar lágrimas de alegria ao pensar em como seu pai e Gotun estariam orgulhosos, mesmo que ainda guardasse ressentimento de ambos. Se fosse questionado pelo motivo de suas lágrimas, apenas enxugaria os olhos com as mãos e diria:

- São lágrimas de orgulho... - Omitiria a parte de que também eram lágrimas de redenção e agradecimento à mulher misteriosa que o salvara tempos atrás. Pensava também que sendo um agente poderia encontrá-la mais facilmente e saciar a curiosidade patológica que o corroía por dentro.

Por fim, olharia ao homem que fez a sua seleção e questionaria:

- Desculpe, senhor, percebi que ainda não sei seu nome - Finalizaria com um sorriso amigável e levantando para acompanhar o membro do Governo Mundial ou ir aonde fosse indicado.


Aventura:
 

Obejtivos:
 

OFF:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Mad
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Mad

Créditos : Zero
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 9010
Data de inscrição : 30/05/2019

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySex 12 Jul 2019, 12:07


O celestial parecia ter em mente de que seu adversário era deveras mais forte, além de não ser um lutador corpo-a-corpo naturalmente — apenas sabia se virar em brigas — mas mesmo assim, aceitou o desafio. Inavar não esperou a iniciativa do agente e zarpou contra ele, tentando dois socos seguidos. Em sua mente, todo o plano estava feito, mas algo escapou de seus cálculos.

O agente, experiente, jogou seu tronco para o lado e foi rapidamente se “deitando” com a as mãos o apoiando no solo, com isso ele rodou seu corpo e passou a perna com força no rapaz que vinha com velocidade em sua direção e caiu tão rápido quanto. Mediante a isso, o rapaz ergueu as mãos para defender seu rosto e lá ficou, esperando que o inimigo o atacasse, mas ele não o fez. — Vai ficar deitado aí o dia todo? Haha! — Caçoou o lutador.

Como o agente não o atacou, Inavar ergueu-se para ir de encontro a ele outra vez, berrando em fúria. Bolin tentou chutar a linha de cintura do agente, mas o moreno do rabo de cavalo bloqueou sua ofensiva e segurou imediatamente sua perna ao mesmo tempo que passou a própria perna no único membro de apoio do celestial ainda tocando o chão, derrubando-o outra vez. — Você gosta mesmo do chão, ein? — Ele ria no combate, completamente entretido em brincar com o novato. Largando a perna que segurava de Bolin, o lutador se afastou e bocejou. — Você está se esforçando?

Histórico do Player:
 
OFF:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bolin
Membro
Membro
Bolin

Créditos : 6
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 03/06/2019
Idade : 21

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySab 13 Jul 2019, 02:37

~ Post 06 ~


As duas impetuosas investidas de Bolin foram completamente dizimadas pelo homem que não mostrava o menor sinal de esforço. Pelo contrário, ria e bocejava desdenhando daquele que enfrentava. Ainda que sentindo as pancadas que levara e ouvindo a zombaria, o determinado aspirante não se deixou abalar. Pelo contrário, sentiu-se cada vez mais motivado a descobrir o caminho para a vitória. Era como uma batalha que costumava ler nas canções heroicas, um obstinado cavaleiro que enfrenta um terrível monstro muito mais forte e mesmo aparentemente sem saída, surpreendia a todos os leitores superando o obstáculo e partindo para a próxima aventura. Era o que pretendia fazer. Contudo, o velho dito vinha à tona: há uma grande diferença entre o pensar e fazer...

"Tá certo, o que deu pra entender até agora: a pancada dele dói, ele tem conhecimento de acrobacia e não vai cair no erro de puxar minha asa... Tenho que fazer algumas alterações no plano, mas acredito que ele ainda não espere golpes, como posso dizer, baixos.. sim, vou seguir com isso". Contrapondo a origem nobre do celestial, ele não se importava de usar golpes ditos indignos e ser julgado por isso, o que realmente era significante em seu pensamento era atingir o objetivo. Foi este pragmatismo que sempre o guiou durante todas as intempéries vividas até então, não haveria o porquê ser diferente agora.

Aproveitaria que o lutador se afastou em gracejos para levantar-se e novamente firmar-se ao chão com uma base semelhante a utilizada no boxe e muay thai: membros inferiores afastados e levemente flexionados com a perna esquerda à frente, igualmente aos membros superiores de modo que as mãos fiquem em formato de garra (semi-fechadas) e pronadas à altura da boca e protejam o queixo de golpes. "Em uma franca troca de golpes é muito difícil vencê-lo, preciso criar uma abertura para conseguir agarrar uma perna ou braço e partir para baixaria heh", pensaria deixando escapar agora um sorriso animado com a situação e ao mesmo tempo enrugando a glabela em sinal de determinação. Deixaria também as asas contraídas para trás, evitando tê-las puxadas.

Aproximar-se-ia com um comportamento totalmente diferente de anteriormente, avançaria lenta e atenciosamente, um passo de cada vez: primeiro a esquerda depois a direita. Ao passo que se aproximasse, desferiria "elásticos jabs" que viajariam tão rápido à frente quanto voltariam à posição inicial. O objetivo era apenas testar a distância entre ambos duelistas e não de servir como um golpe, ainda que mirasse a cabeça. Posto que alcançasse uma distância satisfatória, quando o braço esquerdo esticado ficasse a poucos centímetros do alvo, iniciaria os movimentos do combate propriamente dito. É claro. Se o agente avançasse primeiro, não perderia tempo medindo a distância com jabs e começaria imediatamente para o embate.

A ideia principal seria conseguir agarrar uma perna ou um braço com ambas as mãos, cravando os dedos no membro adversário e fazendo o máximo de força possível para estabilizá-lo e prendê-lo, tanta força a ponto de fazer os músculos, tendões e vasos saltarem à pele como se fossem escapar. Em seguida morderia fortemente o local adjacente aonde estariam as mãos e, se necessário, rotaria o corpo para que a perna contralateral ao membro preso ficasse à frente da base, de modo que a lateral do ombro também contralateral ficasse "face a face" com o agente. Inspiraria profundamente para preencher completamente os pulmões de ar e imediatamente após largar a mordida, literalmente se jogaria em cima do homem de terno enquanto pendularia a cabeça para atingir o queixo do adversário durante a "trombada" de ambos. Ressalta-se que tentaria não perder o agente de vista mesmo quando de lado para este, observando-o pelo canto do olho.

Destacado a parte final do plano, era hora de se atentar no processo até concluí-lo. Levando-se em consideração que conseguisse agarrar um membro, tentaria ao máximo mantê-lo preso. Se o agente o forçasse para trás, o aspirante usaria o próprio corpo como contra-peso para o sentido oposto. "Você pode ser mais forte do que eu, mas duvido que com um braço ou perna supere o peso do meu próprio corpo". Pensaria confiante. Cogitando ter prendido um braço, caso o agente tentasse acertá-lo com um chute ou joelhada baixas durante o processo, defender-se-ia levantando a perna ipsilateral ao ataque, colocando-a como um obstáculo no meio à ofensiva (clássica defesa de muay thai) enquanto tencionaria a outra perna para criar um ponto de apoio. Descontaria a eventual dor do bloqueio aumentando a potência da mordida. Percebendo que seria alvo de um soco e cotovelada do braço livre ou um chute alto de uma das pernas, apostaria na sua habilidade de esquiva acima da média e partiria para a parte do plano de soltar a mordida e trombar com o agente. Para isto, com o pé da frente "puxaria" o chão enquanto que o de trás empurraria utilizando toda a musculatura do quadríceps, panturrilhas e glúteos a fim de impulsionar o corpo para frente, o que tanto serviria para a planejada cabeçada quanto para escapar do contra-ataque do homem.

Agora cogitando ter prendido uma perna, agiria da mesma forma em resposta às ofensivas descritas, exceto para um chute. Como havia notado, o adversário era dotado de um certo domínio em acrobacia então seria possível a repetição de algo semelhante ou igual ao movimento utilizado para derrubar Bolin pela primeira vez. Portanto, se percebesse um movimento de apoiar as mãos no chão para lançar um chute, o aspirante à agente puxaria imediatamente a perna presa para si e a soltaria a fim de desequilibrar o inimigo, ao mesmo tempo em que fixaria a perna da vanguarda da base e levaria a canela da outra perna ao destino certo, que assim como um taco atinge uma bola, era atingir o peito do acrobata em meio aos seus ataques mirabolantes. Entretanto, se o adversário saltasse em direção a Bolin numa tentativa de luta corpórea, apenas responderia também indo de encontro a ele, efetuando o tão ansiado golpe no queixo.

Esclarecidos o "ataque final" e as maneiras de se proteger durante a execução deste, era hora de voltar à realidade. Mesmo que esses diversos vislumbres da vitória já tenham passado pelo imaginário do protagonista, ainda era preciso cumprir o requisito principal do plano: grudar no almejado braço ou perna. Assim sendo, era necessário forçar um bloqueio por parte do outro ou ter a sua asa agarrada e segurar o braço em resposta. "Golpes diretos geralmente são esquivados, então vou dar preferência a movimentos curvos". Após ambos combatentes estarem próximos o suficiente para lutar, primeiramente efetuaria um cruzado de esquerda mirando o queixo e retornaria-a à posição de guarda inicial concomitantemente a um uppercut de direita. Se em algum destes momentos ocorresse um bloqueio, aproveitaria da mão em garra para segurar no terno do agente e dar início ao planejado. Se tivesse a ação frustrada, recorreria a uma nova aproximação, mas desta vez iniciaria estendendo a perna esquerda e mirando uma canelada na parte lateral do membro inferior ipsilateral do avaliador, o intuito era desviar a atenção e ganhar espaço para entrar com um longo ganho de direita à costela da base pulmonar adversário utilizando toda a envergadura das costas e rotação da cintura para aplicar dinamicidade ao ataque. Note que o gancho teria um movimento de meia-lua, ou seja, giraria o tronco pouco para a direita e para baixo ao mesmo tempo que puxaria o braço destro abaixo para preparar o cruzado, pois assim não exporia a face destra que estaria exposta durante o balanço do gancho e, após este, retornaria a mão à guarda inicial. Novamente, conseguindo o bloqueio, comportar-se-ia como já falado e reiterado.

Para desviar de golpes retos e verticais, manteria a perna esquerda no mesmo ponto e deslizaria o pé destro como um compasso a desenhar uma circunferência, para não perder distância e poder contra-atacar com um rápido direto ao queixo. Ocorrendo um golpe horizontal ou diagonal de perna ou braço, que não mirasse a cabeça, aceitaria o impacto contraindo as pernas para não vacilar e prenderia com as mãos o membro utilizado para atacar. Era possível que não suportasse o dano, mas era um risco que estava disposto a correr mesmo grunhindo de dor, pois precisava de qualquer forma vencer aquele desafio. Na ocorrência de golpes baixos como rasteiras, apenas saltaria para trás utilizando a perna destra para amortecer a chegada e estabilizar novamente a base. Não desviaria a ataques contra a cabeça, usaria ambas as mãos em garra para ir de encontro ataque e tentar barrá-lo, fincando as mãos na parte do corpo utilizada para o ataque. Se fosse atacado impetuosamente por movimentos que unissem ambos os braços, utilizaria as estratégias de esquiva e apenas tentaria o bloqueio na impossibilidade de fuga, colocando ambos os braços como escudo. Quando eventualmente ocorresse o contato entre pelo menos uma das mãos do celestial e a perna ou braço do humano, deslizá-la-ia prendendo-a ao membro e não à roupa, visto que essa poderia escorregar. Então juntaria ambas as mãos para defender aquele "tesouro" de carne e osso que no momento valia mais do que majestosas joias.

Se conseguisse obter a "vitória" a partir da estratégia marcada pelo intercâmbio da mais baixa luta de rua e mais nobre estilo marcial, sorriria desconcertadamente enquanto coçaria os fios de cabelo que tocassem a nuca e contrairia as asas para baixo.

- Desculpa-me por isso... eu costumo lutar honestamente contra alguém honrado como o senhor, mas fiquei assustado de não conseguir atingi-lo e acabei "apelando" - terminaria fazendo sinais de reticências com o dedo indicador e médio da mão canhota quando dissesse "apelando". Se, surpreendentemente, conseguisse ter acertado um golpe sem a "baixaria", apenas sorriria orgulhoso fazendo um sinal de "joinha" com a mão direita e aguardaria a aprovação do agente.

Sendo parabenizado e/ou finalmente admitido como agente do Governo, Bolin soltaria os braços e cairia de joelhos no chão, aliviado de ter concluído seu primeiro desafio. Seria inevitável controlar lágrimas de alegria ao pensar em como seu pai e Gotun estariam orgulhosos, mesmo que ainda guardasse ressentimento de ambos. Se fosse questionado pelo motivo de suas lágrimas, apenas enxugaria os olhos com as mãos e diria:

- São lágrimas de orgulho... - Omitiria a parte de que também eram lágrimas de redenção e agradecimento à mulher misteriosa que o salvara tempos atrás. Pensava também que sendo um agente poderia encontrá-la mais facilmente e saciar a curiosidade patológica que o corroía por dentro.

Por fim, olharia ao homem que fez a sua seleção e questionaria:

- Desculpe, senhor, percebi que ainda não sei seu nome - Finalizaria com um sorriso amigável e levantando para acompanhar o membro do Governo Mundial ou ir aonde fosse indicado.
Aventura:
 

Obejtivos:
 

OFF:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Fala - #006600
Pensamento - #666666
Narração - #ffffff

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] l [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Faktor
Civil
Civil
Faktor

Créditos : 12
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 04/01/2019

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySeg 22 Jul 2019, 00:41




Narração
06#



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]





Horário: 22:35
Clima: 19 Graus - Tempo: Chuvoso (Uma chuva não tão forte mas que dá pra molhar bem.)



O jovem Bolin estava em uma situação bem crítica, perdendo ora bolas. Ele estava lá parado com água correndo por toda a sua carcaça, gelada que o fazia sentir mais frio ainda só que pelo calor da batalha ele parecia não estar notando tal acontecimento. Começa a andar lentamente na direção do inimigo, dando golpes no ar sendo usados para "testar" a distância entre os mesmo naquela hora. Já com uma estratégia em sua cabeça, ele avançou no inimigo para um gancho de esquerda onde o Agente caiu nessa e assim bloqueou seu ataque com uma mão só. Depois disso felizmente o jovem conseguiu agarrar seu braço o mais forte possível e morder, sendo que logo depois o Agente irritado o jogou pra longe num só movimento de braço onde ele rotacionou o mesmo na vertical para o lado esquerdo o jogando contra uma parede.

Após essa pequena falha no plano de Inavar o Agente ia se aproximando mas sem prestar atenção escorregou na chuva indo em direção a Bolin, no meio tempo ele se estabilizou e estava prestes a acertar uma belo chute na cara no aspirante mas uma mulher caiu do alto parando na frente de Bolin e o Agente com uma espada apontando a mesma para a jugular externa do superior na qual fez ele parar tudo o que estava fazendo na mesma hora. -A luta acabou!- Falou a mulher misteriosa com sua cabeça coberta por uma franja de cabelo pela chuva. Agora resta a Bolin tomar a decisão do que irá faze. To be continued...

Legenda:
 

(c) DΛNDELION


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bolin
Membro
Membro
Bolin

Créditos : 6
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 03/06/2019
Idade : 21

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySeg 22 Jul 2019, 19:00

~ Post 07 ~

A forte chuva se misturava ao vento em uma dança fatiante que penetrava o corpo do celestial. Não se sabe dizer o que doía mais: os impiedosos golpes do adversário ou o tempo de ressaca que fazia até o osso mais forte chacoalhar. Bolin conseguira cravar os famintos caninos no braço do agente, após este equivocadamente defender um jab. A vitória agora é certa, só continuar no plano. Entretanto, num ligeiro movimento o celestial foi lançado contra a parede do dojo a céu aberto.

"Uau, eu não esperava essa força, ele definitivamente estava se segurando mais cedo" pensaria ainda no chão, "de qualquer forma eu venci! eu o atingi uma vez, mesmo que tenha sido uma mordida hehe". Levantaria com um sorriso a espera da aprovação do agente, afinal havia conseguido surpreender um combatente que provavelmente já esteve em incontáveis outras lutas. Era a certo modo motivo para se orgulhar. Esse ingênuo momento durou tanto quanto o celestial conseguiu se manter em pé na luta: nada. O clima até então leve simulou o tempo e se tornou numa tormenta. Onde antes esboçava sorriso, agora mostraria um rosto preocupado arregalando os olhos e levemente abrindo a boca em espanto. O agente parecia não ter gostado nada do gole baixo que acabara de sofrer e preparava um chute endereçado ao rosto paralisado do celestial. "Fo***".

Engraçado. Ser salvo de uma situação horrenda uma vez já pode ser considerado sorte ou até um milagre. Agora ser salvo duas vezes? Qual nome pode-se dar para isso? "Parece que tem alguém que gosta muito de mim escrevendo um roteiro da minha vida, não pode ser". Pensaria incrédulo ao ver que uma mulher misteriosa saltara de não se sabe onde para pousar entre Bolin o seu adversário. A figura feminina ameaçou o pescoço do superior agora paralisado com uma espada ao mesmo tempo em que proferia uma ordem: A luta acabou!.

"O que é isso? Uma inimiga? Ela acabou me salvando mas está com uma espada apontada para o pescoço de um agente do governo! Aliás como ela entrou no QG? Aqui deveria ser o lugar mais seguro da ilha!!". Pensaria enquanto pendulava rapidamente o olhar entre o agente imóvel e a misteriosa mulher como se estivesse buscando uma pista do que fazer. A fim de não fazer nada impulsivo e ocasionar uma situação pior ainda, tentaria fazer um exercício de longas inspirações pelo nariz seguidas de expirações pela boca para se controlar, afinal provavelmente estaria tremendo da luta, do frio, da surpresa ou de tudo isso junto? Não se sabe dizer.

Ficaria em pé com os braços abaixados e pernas casualmente afastadas, mas com as mãos em garra prontas para qualquer intervenção que fosse necessária. Esperaria um pronunciamento de um dos dois. Se o agente dissesse que ela era uma inimiga saltaria para agarrá-la pelas costas, trançando os braços no tronco da mesma. Não se importava que há pouco o agente provavelmente iria nocauteá-lo. Esta é uma das vantagens do pragmatismo, esperava impressionar o homem fazendo o que deveria ser feito independentemente do que acontecera há pouco.

Se ela se mostrasse também um membro do Governo, suspiraria aliviado enquanto jogaria o cabelo molhado para trás com o intuito de livrar a visão, assim podendo observar com mais detalhes a mulher que acabou de salvá-lo de certa maneira. Em uma maneira quase infantil para pedir a vez de fala, levantaria a mão destra até mais ou menos a altura do queixo, então diria mesmo se fosse interromper uma conversa entre as duas figuras ali presentes:

- Espera aí, primeiro desculpe-me senhor por mordê-lo, mas a regra do combate era clara e eu queria muito passar no teste... - Desviaria em seguida o olhar para a mulher - Éhr, obrigado.. - Falaria em tom mais baixo quase como um sussurro para ela. Terminaria por dizer em bom tom voltando o olhar para ambos - O que vem agora?

Se acontecesse de ter sido reprovado no teste de combate, suplicaria em um tom nervoso juntando as mãos à altura do peito e angulando um pouco o tronco para frente:

- Por favor mais uma chance! Eu não sabia que não poderia utilizar esses golpes, não os utilizarei da próxima!

Na hipótese de ter sido aprovado, Bolin entenderia rapidamente que a melhor opção seria ficar quieto, afinal a tensão imperava no local. Apenas agradeceria com o clássico cumprimento de abaixar e levantar a cabeça. Então seguiria a instrução que lhe fosse dada. Conseguindo ficar a sós com a mulher que interrompeu a luta, indagá-la-ia, isto é se ela não tivesse se apresentado antes:

- Com licença, posso saber seu nome e quem é você?

Aventura:
 

Obejtivos:
 

OFF:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Fala - #006600
Pensamento - #666666
Narração - #ffffff

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] l [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Faktor
Civil
Civil
Faktor

Créditos : 12
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 04/01/2019

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptyTer 23 Jul 2019, 19:05




Narração
07#



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]




Horário: 22:35
Clima: 19 Graus - Tempo: Chuvoso (Uma chuva não tão forte mas que dá pra molhar bem.)



O mais novo Agente do Governo ficou sem saber o que fazer com essa situação. Uma mulher misteriosa o salvou? Ele conseguiu passar no teste ou falhou? Isso tudo seria respondido logo agora. Ele se levantou e a mulher tirou a espada do pescoço do homem. Guardou a espada em sua bainha e logo após se virou para o garoto. -Quem diria que iríamos nos ver de novo em...- Ele pode reconhecer essa voz, uma voz muito familiar de alguém que ele conheceu a um tempo já, mas será que o mesmo conseguiu recordar?

Depois de alguns minutos andando eles foram conversando no caminho para o toalete e a mulher ia parecendo mais familiar ainda para Bolin ou até mesmo ele já tenho descoberto quem é ela. Não responderam nenhuma pergunta da qual ele fizera, pois, a tenção estava no ar, mas quando o Agente vou para o banho quente Inavar provavelmente iria com o mesmo e nessa hora ele se abriria. - É meu caro, parece que você me acertou... Parabéns finalmente entrou para a Cipher Pol e agora poderá seguir sua vida. Bom, talvez a Taimi tenha mesmo gostado de você por que o "salvou" de levar uma surra, confesso que pelo tempo que ela ficou sem treinar (muitos anos) ela esteja mais fraca só que a atitude dela me deu medo. E esqueci de falar maus meu nome de Kan hehe.- Após as falas de Kan o momento parece parar, Inavar teria um tempo para refletir e fazer perguntas mas sabia que era pouco pois logo após muita viagem o esperaria sendo assim fiquem com o post de Bolin para ver como ele irá se comportar. To be Continued...

Legenda:
 

(c) DΛNDELION


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bolin
Membro
Membro
Bolin

Créditos : 6
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 03/06/2019
Idade : 21

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySex 26 Jul 2019, 16:56

~ Post 08 ~


A situação começa a se apaziguar conforme a mulher retirava a espada do pescoço do agente e proferia palavras em um timbre familiar ao celestial: “quem diria que iríamos nos ver de novo em...”. Por mais que batalhasse em sua mente, não conseguia resgatar com certeza quem era aquela mulher. Ainda mais que a noite escura e chuvosa não permitia que uma efetiva visualização dela. Enfim, não percebeu quando, mas os três colocaram-se a andar enquanto os agentes conversavam à frente.

Chegaram Bolin e o agente ao toalete. Os músculos do protagonista ainda refletiam a tensão dentro deste. “É de fato estranho estar indo tomar banho com a mesma pessoa que há pouco me espancaria”. Refletiria enquanto se despiria para tomar um merecido banho quente. Jogaria as roupas carregadas pelo suor e esforço recente em um canto qualquer. Durante esse meio tempo, o agente de rabo de cavalo começou a falar as tão esperadas palavras : parabéns, finalmente entrou para a Cipher Pol.

Ficaria um tempo ali restrito a si após ouvir aquelas palavras. Como se o mundo tivesse parado. “Finalmente...”. Engraçado. O jovem não ficou feliz, diferentemente do esperado a sensação que prevaleceu foi a de alívio. “Engraçado como sempre estamos desejando por mais... eu acabei de virar um agente e já estou pensando no que preciso fazer a seguir... completar uma missão talvez? Acho que essa é a única maneira de progredir agora”. O momento reflexivo seria interrompido no momento em que o agente citasse o nome “Taimi”, pescando assim a atenção do celestial. “Taimi? Ele só pode estar falando da mulher que acabou de me salvar, eu preciso saber mais dela!”. A curiosidade patológica novamente lançou a mente do celestial ao etéreo. Ignorando quaisquer que tenham sido as palavras dele após aquele nome feminino, indagá-lo-ia:

- Então o nome dela é Taimi? Ela é uma agente do governo? – Mesmo que fosse uma pergunta redundante, esperaria pela resposta do agente e então seguiria – Certo... eu gostaria de perguntar duas coisas: tem algum alojamento aqui no QG e eu vou receber algum uniforme? Acho que aquelas roupas ali estão meio inutilizáveis – Diria apontando para a pilha enquanto esboçava um sorriso. Antes de deixar o banho tentaria perguntar disfarçando o máximo possível da curiosidade – Éhr eu tenho que agradecer a Taimi por ter me livrado de apanhar né – Riria e continuaria – Onde eu poderia encontra-la?.

Após a conversa, despedir-se-ia com um aceno e sairia do banho. Procuraria por roupas limpas ou o uniforme se fosse indicado. Na pior das hipóteses pegaria a roupa suja mesmo e as vestiria após utilizar uma toalha para se secar. Como já era muito tarde, possivelmente Taimi já estaria dormindo. Entretanto a procuraria mesmo assim seguindo as instruções do agente, isto é se este tivesse falado algo, senão a procuraria à própria sorte. Se não a encontrasse, procuraria um alojamento ou algum lugar que pudesse tirar o merecido descanso, esticando as costas em uma cama ou qualquer coisa que a substituísse em função de apoio. Encontrando a misteriosa mulher no dia seguinte ou antes mesmo de dormir, falaria em um tom baixo e sublime de uma madrugada chuvosa:

- Oi, você disse que já nos encontramos... onde e quem é você? – Indagaria agora focando sua atenção nos detalhes daquele ser, desde vestimenta à aparência.

Aventura:
 

Obejtivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Fala - #006600
Pensamento - #666666
Narração - #ffffff

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] l [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Faktor
Civil
Civil
Faktor

Créditos : 12
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 04/01/2019

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySab 27 Jul 2019, 14:12



Narração
08#



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]



Horário: 22:55
Clima: 17 Graus | Tempo: Frio



O jovem estava com um pouco de receio em tomar banho logo com o cara que iria dar uma surra nele, mas mesmo assim foi. Tirou suas roupas imundas e entrou numa grande banheira onde caberia facilmente 6 pessoas, era como se fosse uma terma só que dentro do QG. Ele pode observar melhor que teria 4 mictórios, 5 pias com 2 caixas de papeis para a secagem e 3 espaços separados por pedras de mármore longas dos dois lados e é onde ficam os vasos, nesse momentos as portas que teria estavam todas abertas pois numa hora dessas poucos estariam acordado mas sua atenção foi tirada por um motivo na qual foi um nome citado na frase de Kan.

"Taimi" O garoto voltou-se para o agente de rabo de cavalo e perguntou se a moça citada era uma Agente do Governo. -Sim, ela foi uma agente boa a uns tempos mas sua motivação acabou e parou de treinar, assim caindo bem seu nível mais ainda não se deve brincar com a mesma.- Logo após a resposta do Agente Bolin continua, perguntou se teria algum lugar para o mesmo se deitar e se iria receber uniformes pois as roupas dele estavam todas sujas, então o agente com um grande sorriso responde. -HAHAHHA! Se tem? Temos muitos, você receberá vestes adequadas a sua classe agora que é o mais novo Agente desse QG e poderá botar pra lavar suas roupas também. Falando nisso acho melhor irmos para agilizar. -

Depois de responder à pergunta de Inavar ele ainda da outra questão, aonde poderia encontrar Taimi? Enquanto ele se levantava para se secar e botar seu roupão, respondia. -Certamente ela deve estar saindo de seu banho agora. Fica do outro lado seguindo pelo corredor a direito, a primeira esquerda, depois segue reto e vira à esquerda lá na esquina e dá de cara com ela. Aproveite e peça ajuda com ela pra descobrir os locais, bote seu roupão que está do seu lado e vá. Só espero que não seja um tarado...- Após suas falas saiu do local e seguiu rumo a seu quarto enquanto Inavar estaria quase pra sair pelo visto. Já que recebeu as informações para encontrar a mulher misteriosa chamada de Taimi e assim depois de botar seu roupão foi na direção certa.

Passou pelos lugares podendo observar que todos estavam bem limpos e com seus pertences novos, bancos brilhando e sem arranhões, portas branquinhas sem nenhuma sujeira e lixeiras entre os banco que tinha a cada porta que no caso ali eram três a cada 3 m. Então chegando no local avistou Taimi com seus belos cabelos brancos soltos usando uma longa toalha que estava enrolado e fixada para cobrir seu corpo partindo de seus seios até seus joelhos, o celestial assim que a avista a questiona, a mesma se aproxima e responde. -Nos vimos a muito tempo jovem Inavar, conheci sua família e fico grata por ter lhe encontrado aqui neste lugar.- As falas de Taimi foram rápidas mas agora um dúvida poderia estar preenchendo o coração de Bolin, ele soubera que ela conhecia sua família. Certamente o Agente vai ficar com muitas dúvidas, mas só iremos ver no seu próximo post. To be Continued...

Legenda:
 

(c) DΛNDELION


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bolin
Membro
Membro
Bolin

Créditos : 6
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 03/06/2019
Idade : 21

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySeg 29 Jul 2019, 23:14

~ Post 09 ~


“Taimi... então ela é mesmo uma agente do Governo, interessante..." Bolin refletia enquanto Kan descrevia o que ele poderia encontrar no Quartel General. Era um alívio saber que existia um lugar gratuito para descansar em paz, pois assim que chegou em Toroa o jovem não havia procurado nenhum hotel ou semelhante, foi focado e certo de apenas uma coisa: entrar em uma Cipher Pol. “Rapaz, se eu não passasse no teste provavelmente teria de dormir na rua e nesse frio hehe que sorte!”.

Após Kan sair do banho e instruir onde encontrar Taimi, Bolin achou que seria bom fazer o mesmo. Não tinha noção do horário, mas sabia que era tarde, melhor se apressar. Levantaria da banheira chacoalhando um pouco os membros para ajudar na secagem e vestiria um roupão um pouco acima do número, para não apertar e incomodar as asas (era claro que não esperava encontrar um roupão especial com orifícios posteriores para elas). Seguraria debaixo do braço esquerdo a pilha de roupas sujas que estavam no chão, jogaria o cabelo molhado para trás e, aprontado, partiria pelos corredores seguindo as instruções do agente.“Corredor direito, esquerda, reto e esquerda” repetia consigo para lembrar o caminho. Enquanto andava pode notar incrível contraste entre aquela parte do QG e a sala que foi obrigado a limpar mais cedo naquele dia. “Pô, isso é quase poético: é como se eu estivesse finalmente progredindo do lixo ao céu, de renegado a agente do Governo ” - desviaria o olhar para a possível pilha de roupa suja - “Quer saber de uma coisa? Hora de novos ares não é mesmo?” jogaria aquelas roupas em uma das lixeiras que estavam no corredor.

Quando chegou ao encontro de Taimi ficou atônito. O encontro anterior ocorreu em um momento de tensão no meio da chuva. Mas agora na noite serena a beleza da mulher ressaltava-se como uma força sufocante que sequestrava olhares. Os longos cabelos albinos e a toalha delimitando-a anatomicamente estupefaziam ainda mais o celestial que não sabia como disfarçar a admiração. “E-esses cabelos... lindos... me lembram daquela mulher que me salvou..”.

Bolin então perguntou à moça onde eles haviam se encontrado. Para mais surpresa, ela afirmou ter conhecido a família do protagonista.

- Co-como assim?! – Agarraria ansiosamente ambos os punhos dela e continuaria – Você conhece minha família? Como meu pai está? Por que ele me mandou pra cá?!

Ela reagindo mal ou não ao súbito ataque de ansiedade que o celestial teve, desculpar-se-ia logo em seguida:

- Desculpe, não foi minha intenção te assustar – Diria enquanto daria um passo para trás – Mas eu quero muito saber o que aconteceu... Minha última lembrança é estar em Teméria lendo numa tarde chuvosa e de repente acordei num barco no meio da Grand Line... Desde então só tenho pesadelos com gritos e dor de cabeça...

Esperaria pela resposta. Ouviria atentamente o que ela tivesse para dizer, qualquer informação que ajudasse a entender o passado “recente” seria bem vinda. Caso contrário, se ela não tivesse o que falar sobre a amnésia de Bolin, apenas balançaria a cabeça no já usado e repisado sinal de concordância. Prosseguiria em qualquer que fosse o caso:

- Bom... Eu sou novato aqui, você poderia me mostrar onde posso dormir e arrumar roupas novas? De preferência alguma que sirva em mim – Esboçaria um tímido sorriso enquanto apontaria com o polegar direito para as asas – Enquanto caminharmos, podemos aproveitar para conversarmos melhor, se você permitir.

Na hipótese de Taimi concordar em mostrar o QG, Bolin timidamente coçaria a nuca com a mão canhota e risonho diria:

- Você quer ser vestir primeiro? Eu posso esperar.

Caso Taimi se negasse a acompanhar o recém agente do Governo, então este partiria sozinho atrás de alguma roupa e lugar para dormir no Quartel General, mas não antes de dizer:

- Entendo... Mas poderia, por favor, me dizer onde encontrar uma roupa e local para deitar? – Antes de se virar para seguir as eventuais instruções de Taimi, diria – Desculpe se te incomodei de alguma maneira, não vai se repetir... Até amanhã então!

Aventura:
 

Obejtivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Fala - #006600
Pensamento - #666666
Narração - #ffffff

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] l [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Faktor
Civil
Civil
Faktor

Créditos : 12
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 04/01/2019

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptyQua 31 Jul 2019, 17:59



Narração
9#



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]



Horário: 23:25
Clima: 17 Graus | Tempo: Frio




Assim que Kan saiu do banheiro, o Celestial fez o mesmo no intuito de conseguir se deparar com a moça chamada Taimi ainda. Logo então se levantou e vestiu um roupão, talvez um pouco incomodado pelas asas, mas nada que fosse absurdamente insuportável, assim seguiu pelos corredores com suas roupas em mão até que decidiu joga-las no lixo e "deixar" a vida antiga de lado. Após isso andou mais um pouco e se deparou com a Agente saindo do seu banho e na mesma hora ficou "paralisado" pela beleza da mulher e assim foi até a mesma.

Logo ao olhar a moça reparou em seus belos cabelos albinos, o lembrou de uma pessoa que a "muito" tempo teria lhe salvo, mas não deixou isso o atrapalhar e foi falar com ela só que assim que a mesma anuncia conhecer sua família o garoto em pouco tempo já chegou com perguntas sobre o seu pai, o por que dele ter o mando para esse lugar. Ele vê que poderia ter assustado a moça e então se desculpa, mas Taimi com um pequeno sorriso no rosto fala. -Por hora não poderei lhe dar informações sobre isso, enquanto as desculpas. Eu entendo, também ficaria a mil se soubesse que alguém sabe algo sobre meu passado no qual eu mesma não sei e sei que pode ser frustante.-

Assim que Taimi acaba sua fala, Inavar pergunta a mesma se ela poderia lhe mostrar onde pegaria novas roupas e um lugar para dormir pois estava bem cansado, sendo assim ela se vira para a direção contrária e começa a andar onde provavelmente Bolin iria acompanha-la. - Não se preocupe com suas asas, amanhã peça para o Kan fazer os "buracos" para elas ficarem mais confortáveis.- Assim seguiram pelos corredores por um tempo até que o celestial ficou "incomodado" pelo fato de Taimi estar só enrolada em uma toalha assim ele pergunta a ela se ela se sentiria melhor ao botar uma roupa e ele poderia esperar, felizmente ou infelizmente ela respondeu com a cabeça balando ela pro lado direito e esquerdo em seguida, um típico "não" e então seguiram o caminho.

Depois de mais um tempinho, eles chegam em uma área onde tinha diversas portas e Taimi vai em uma cuja estivesse destrancada(sem ninguém). -Você ficará aqui, lá dentro tem a chave do quarto e roupas limpas para você, tenha uma boa noite e até amanhã.- Taimi terminava sua fala partindo para seu quarto, ela parecia não querer se abrir muito a Bolin por algum motivo mas um esperança talvez fique no Celestial para que consiga saber mais sobre seu passado. To be Continued...

Legenda:
 

(c) DΛNDELION


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bolin
Membro
Membro
Bolin

Créditos : 6
Warn : Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 03/06/2019
Idade : 21

Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 EmptySab 03 Ago 2019, 19:47

~ Post 10 ~


Felizmente Taimi reagiu empaticamente ao instintivo impulso de Bolin. Afinal, o cerne de todo ser é a sua história, logo, é absolvido aquele que tenta alcança-la. “Por hora não poderei te dar informações sobre isso... o que ela quis dizer? Então ela sabe de alguma coisa!”. Essa dúvida latejava durante toda a caminhada de ambos até o quarto. Bolin durante todo o caminho ficou enrugando a testa ao pensar em hipóteses do que a agente escondia.

Chegaram finalmente em uma área com diversas portas. Foi indicado que Bolin ficaria em um daqueles quartos. Abriria a porta e pararia ali por um instante, repousando a mão destra na parede. “Uau, um quarto só para mim... eu esperava algum tipo de alojamento ou no máximo um quarto compartilhado, acho que agentes da Cipher Pol devem ter um tratamento diferenciado”. Conforme Taimi foi se afastando para o seu quarto, gritava a curiosidade sobre o que Taimi escondia, e, como já é sabido, o protagonista era muito curioso e por vezes poderia ser inconveniente por isso.

- Ei! Espere por favor! – Diria levantando o indicador na altura do rosto, o clássico sinal de pedir a fala – Eu sei que já é tarde e você deve estar cansada, mas, por favor, podemos conversar sobre isso em outro dia? - Sendo a resposta positiva, continuaria – Ótimo! Como eu posso te encontrar? – Encerraria o diálogo com um sorriso sincero e um aceno de mão – Tenha uma boa noite!

Assim que ficasse sozinho, entraria no quarto e procuraria diretamente por uma cama. Sem perder tempo desabaria o corpo em bruços na cama ou similar. Deixaria apenas o rosto virado para o lado a fim de permitir uma boa respiração. Esperava cair logo no sono, afinal o dia foi bem cansativo. Limpou, esfregou, lutou, apanhou, conversou, sonhou. Quando e se dormisse, o inconsciente desenharia primeiro obviamente o que mais havia lhe intrigado no dia: Taimi. Começaria relembrando da beleza da agente. Os traços anatômicos exaltados pela toalha justaposta se misturariam aos longos cabelos brancos em um encantador sonho. Infelizmente, a imagem da bela mulher carregava o gatilho para o infortúnio do celestial. O que antes era um sonho agora se transformava em imagens escuras e borradas ao som de gritos e correria. O corpo ofegante subitamente forçaria a consciência a romper o sono, pois, como de praxe, uma forte cefaleia tomava conta de Bolin quando este tinha esse pesadelo em específico. Flexionaria o abdômen e levaria ambas as mãos à face.

- De novo isso... – Terminaria por esfregar os olhos e levantar de onde estivesse deitado para abrir a porta e ver se o dia já havia começado. Assim sendo, ajeitaria o roupão tentando tirar o amassado com as mãos e sairia do quarto. Caso contrário, percebendo que ainda era cedo demais, voltaria a tentar dormir.

Há três anos esse azar acompanhava o celestial, e durante todo esse tempo nunca conseguiu explicar o motivo de tal pesadelo e dor. Mas pode notar que isso costumava acontecer quando ele remexia em seu passado. Enfim, tinha coisas a fazer e precisava tomar uma decisão. Pararia na porta do quarto um instante antes de sair e passando a mão repetidas vezes pelo cavanhaque, pensaria: “Eu quero muito ir direto falar com a Taimi... Mas eu acabei de ser admitido no Governo, não posso vacilar. Certo, primeiro vou me apresentar ao Kan e depois conversar com a Taimi”. Sairia do quarto um pouco desconfortável por estar andando de roupão em um Quartel General da Marinha, mas a outra opção era andar nu e com certeza não seria apropriado.

Caminharia pelo Quartel procurando por placas ou indicativos que o guiassem até o quarto de Kan ou um local de uniformes. Se tivesse dificuldade, perguntaria para algum marinheiro ou agente que encontrasse:

- Com licença, onde posso encontrar o agente Kan e um uniforme para mim? Sou um agente do governo recém-admitido. – Esperaria por instruções e as seguiria. Priorizaria conseguir roupas antes de encontrar o Kan, mas se não conseguisse, quando o encontrasse a primeira coisa que diria animadamente é:

- Bom dia senhor! Desculpe estar de roupão não consegui encontrar um uniforme pra mim, sabe onde posso encontra-los? Preferencialmente um preparado para minhas asas.. – Após as instruções ou na hipótese de já ter conseguido as roupas, seguiria – Senhor, tem alguma ordem para mim hoje? – Esperaria pelas respostas.

Aventura:
 

Obejtivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Fala - #006600
Pensamento - #666666
Narração - #ffffff

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] l [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap I - A minha verdade e nada mais importa   Cap I - A minha verdade e nada mais importa - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Cap I - A minha verdade e nada mais importa
Voltar ao Topo 
Página 2 de 3Ir à página : Anterior  1, 2, 3  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Toroa Island-
Ir para: