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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I - O cavaleiro

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 3 EmptySex 07 Jun 2019, 12:03

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I - O cavaleiro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Arthur Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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Mad
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 3 EmptySex 28 Jun 2019, 09:31






No fim das contas, Arthur e Geraldin depararam-se com um sujeito de roupas comuns. Não parecia um nobre, mas também não parecia um bandido – ou pirata. O loiro exigiu uma identificação, mas o rapaz bradava que somente queria assistir ao espetáculo com sua namorada, que surgiu das sombras atrás de sua silhueta. Geraldin pôs a mão no ombro do espadachim, que suspirou de alívio e retrucou: — É, bem... Deixo eles com você — Geraldin o lembrou da água também, que por um momento havia esquecido. — Ah! É mesmo — Arthur afrouxou a mão no cabo da espada e depois a soltou, deixando-a em sua bainha para retornar à cozinha e buscar uma garrafa d’água.

Pediria uma garrafa com aproximadamente dois litros e cinco copos, um para cada membro do grupo Sulfato, levando consigo para os bastidores do palco. O ambiente parecia verdadeiramente deslumbrante, bem arrumado para ocasiões nobres, Arthur tentou lembrar-se de sua terra natal — sem êxito, o que fez sua cabeça doer graças à amnésia. Entregou os copos aos cantores e preencheu-os com água, recebendo o agradecimento pelo favor. — Não há de quê. Bom show à vocês! — Proferiu com um sorriso no rosto, afastando-se com os objetos logo em seguida para ficar no canto do palco. Deixou a água e os copos em um canto separado, deixaria em uma mesa se houvesse, ou simplesmente no chão se não.

Perpassando o olhar pelo centro do estabelecimento encontrou Two e Fang, ambos sérios e cumprindo seu dever. "Talvez fosse só impressão minha mesmo" Pensou sobre o que havia notado mais cedo. O espetáculo teve seu início, com a menininha de antes abrindo a cantoria com sua voz estupenda. Contavam a história de um rapaz sem força ou bens, que conquistou tudo com seu próprio esforço. Mesmo que Arthur repousasse seus olhos nos arredores para cumprir seu trabalho, não deixava de ouvir o belo conto. — Uma linda história... — Proferiu em baixo tom. Mas a calmaria e deleite da apresentação não duraram tanto quanto todos queriam, sendo interrompidas de súbito pelo estouro de tiros na entrada. — Nani?! — Arthur espantou-se, lembrando-se do seu dever de proteger o grupo Sulfato e correndo na direção do palco onde estavam assim que ouviu o primeiro tiro. — Escondam-se, vamos! — Gritou para eles, guiando-os com os braços e puxando levemente aqueles que estavam mais próximos, mas não deu tempo.

Ouviu a proclamação ironicamente educada do bandido que invadia o estabelecimento, observando de cima do palco Two e Fang sacarem suas armas e a reação do bandido em pegar um refém "Tsc, ele tem um refém!" Contava nove bandidos ao todo, um grupo relativamente grande em comparação ao de Arthur. O bandido havia jogado a arma de fogo fora e puxava uma espada longa, mas Arthur mantinha em sua mente se não havia mais pistolas com eles. Pelas afirmações do meliante, pareciam ter como alvo o grupo Sulfato e não os civis, uma vez que o líder dos bandidos largou sua refém para Fang e direcionava-se na direção de Arthur e os cantores. A mais jovem do grupo abraçou-se forte com o loiro. — Calma! Eu vou lhe proteger, agora fique junto com o restante do grupo e se afastem! — Proferiu para a menina, mas entonou o “se afastem” alto e claro para o restante do grupo, ordenando que mantivessem distância. — ADLET! GERALDIN! — Gritou pelo restante de seu grupo, alto o suficiente para talvez ser escutado até mesmo nos fundos do estabelecimento, firmando a mão no cabo da espada longa e a sacando de sua bainha.

Havia uma gritante desvantagem numérica, mas Arthur não negaria a proteção de alguém mediante uma situação daquelas e jurou proteger a paz. — Nem mais um passo! — Vociferou, erguendo a espada rente ao seu peito e segurando-a com ambas as mãos no cabo, firmando uma base sólida com o pé direito na frente e o canhoto atrás. As ordens do Sargento eram claras, proteger o grupo, uma vez que tanto ele quanto Two estavam ocupados com os bandidos a medida que eles se dividiram. Precisava da ajuda do restante do seu grupo, mas conseguiria segurá-los até sua chegada. Geraldin apareceu nos momentos seguintes, pronto para lutar. — Conto com você, Geraldin-san! — Proferiria ao companheiro e senpai, confiante de sua ajuda.

Agora eram dois contra quatro, ainda que injusto não era um combate impossível, e Arthur sabia disso. Se os rapaces atacassem primeiro com golpes cortantes ou contundentes, Arthur firmaria bem seu pé de apoio e contraporia sua lâmina contra o golpe para rebatê-lo para longe de seu corpo, imediatamente contra-atacando em seguida com um corte em que deslizaria a espada longa na diagonal em direção ao peito do que atacasse primeiro, recuando com passos para trás em agilidade caso viesse um segundo golpe de outros ou dele próprio. — Quem são vocês?! Por que querem o grupo Sulfato?! — Questionaria em grito ao líder dos bandidos. Se não houvesse o ataque inicial por parte dos oponentes, Arthur iniciaria com o golpe diagonal no peito do que estivesse mais próximo, porém daria um passo para o lado oposto ao dos outros indivíduos para evitar que um ataque deles o acertasse de surpresa, e assim colocaria o bandido entre Arthur e o restante dos bandidos como um “escudo humano”.

Estava à postos para defender qualquer ataque, onde compeliria o gume da espada longa em colisão contra as investidas para neutralizá-las. Se fossem ataques verticais, daria um pequeno passo para o lado ao mesmo tempo que embateria a lâmina contra o ataque de forma horizontal, mas inclinaria sua espada para baixo, para que a arma de seu inimigo deslizasse para baixo e assim aproveitaria para acoplar um golpe com as costas das mãos na boca de seu opoente enquanto a mão oposta continuaria a segurar a espada. Se fossem ataques horizontais, colocaria a lâmina em vertical entre seu corpo e o ataque para barrá-lo e compeliria a sola de seu pé contra o estômago do atacante. Firmaria ambas as mãos em sua arma outra vez e brandiria a lâmina em horizontal para acometer um corte na região da costela do máximo de inimigos que conseguisse no momento, recuando a si mesmo e sua arma caso fosse bloqueado e defendendo com a espada um possível contra-ataque.

Se sacassem armas de fogo outra vez, Arthur colocaria a espada em vertical e de lado entre seu corpo e as armas e correria em diagonal para tentar escapar dos tiros ao mesmo tempo que rodeava os inimigos até acabar suas balas, aproveitando disso para abaixar seu centro de gravidade enquanto realizaria um corte horizontal contra as pernas do inimigo armado, bloqueando e rebatendo com a espada qualquer golpe que viesse antes do seu contra-ataque.

Sempre se manteria entre os bandidos e o grupo Sulfato para garantir sua segurança, uma vez que sua prioridade era proteger os civis ali presentes — incluindo o grupo de canto. — Rendam-se! Vocês logo serão cercados pela marinha, se resistirem serão feridos! — Proferiria por último, buscando o recuo dos malfeitores.




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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 3 EmptyDom 30 Jun 2019, 12:18

Okay A vida tem dessas



Ei? – Uma figura negra chamava outra. – Você quer ouvir uma história? – Indagou esperando uma resposta. – É uma história bonita? – A face talhada na escuridão tinha um formato feminino. – Sim, mas também é uma história triste.. Quer saber? – indagou novamente ciente que despertou a curiosidade da donzela. – Triste? Eu não gosto de histórias tristes... Mas quero saber sim. – A figura nas sombras sorria mostrando dentes esbranquiçados. – Era uma vez uma voz, ela tinha alma e figura esbelta, sua forma soava como uma ave de rapina que subia sua entonação e descia rapidamente agradando todos que a ouviam. Dizem que podiam escutar o som do paraíso por essa voz, sabendo disso muitas pessoas iam atrás dessa voz tentando encontrar a felicidade. O primeiro a acha-la foi uma senhora, amarga e impertinente, não sabia com que havia se deparado e muito menos estava ciente, ao vê-la, a voz cálida reconheceu seu coração escuro e com um soar elegante tocou a idosa, seu coração foi purificado e ela se tornou uma irmã de batina. – A forma feminina fechava seus olhos e abria lentamente, estava com sono. – Outra pessoa que a encontrou foi um homem solitário, havia perdido sua mulher e não conseguia viver sem esse amor. Mais uma vez, a voz apareceu e com um sobrar do vento, os cânticos chegaram aos ouvidos do homem e seu coração foi mudado. Ele passou a amar novamente. – Foi interrompido por um instante. – Nossa bem bonito, mas onde estar a parte triste? – Sorrindo mais uma vez, e observando a donzela no escuro continuou. – A última pessoa que escutou a voz, foi outro homem, este tinha um coração puro de maldade, ele encontrou a voz e escutou suas canções.

E ela o curou também? – Indagou a mulher. – Não, este coração não tinha mais volta, a voz só o fez lhe tornar mais negro. Distorcido pela ambição e encantado pela voz, o homem buscou roubá-la e assim teve êxito, porém a voz não podia apenas curar o coração das pessoas, mas também as prender. Um ressoar saia de sua garganta, e o bandido dormia profundamente, e ficou dormindo até morrer e junto estava a voz que cantarolou para ele para sempre. Assim ele havia roubado a voz e ficado apenas para ele. – Quando notou, a outra sombra havia dormido e assim como na história, a figura ficou ao lado de sua companheira para todo o sempre.

Geraldin parecia para salvar a pele de seu kouhai, e a garotinha não fazia o que Arthur mandava e ficava atrás do mesmo se escondendo da figura ameaçadora no qual o marinheiro se deparava. – Adlet! – Gritava Geraldin e dos fundos surgia dos fundos para salvar o novato de enfrentar três bandidos de uma vez. – Deixe comigo! Eu sou o mais forte! – Vociferou ao tirar uma espada um pouco longa das costas e desembainha-la colidindo com o líder do grupo de bandidos. Jogando o peso da espada pesada, o líder jogava com força o marinheiro de cabelos vermelhos para o lado e com os olhos ordenava que seus subordinados fosse enfrenta-lo, esta distração deu tempo de Geraldin seguir pelo franco e acabar com dois golpes certeiros na cara do bandido a direita de Arthur. Ele utilizava seus pés e como um chicote disparava 2 chutes no queixo do pirata o jogando ao chão, e ficava ao lado do loiro e dizia. – É-é.. Esse cara é grande. – O líder do bando dos piratas tinha cerca de 2 metros e meio e um porte gordo e forte, seus braços eram grossos e sua espada quase alongada e rustica, um alfanje bem curvada e pesada. – Eu vim pegar o que é meu! – Declarava o pirata investindo contra Arthur, era um ataque forte que vinha na horizontal, o marinheiro já havia previsto uma maneira de escapar daria um passo para o lado e sairia ileso, tinha velocidade o suficiente para desviar e contra-ataca, mas a menininha ainda estava em suas costas e se desviasse do golpe ela iria ser acertada e morreria.

Sabendo disso, por impulso, ele respondia ao golpe com força e uma disputa de espadas era iniciada. – Você já perdeu garoto! – A voz rabugenta e risonha do pirata era sua característica principal. A força do pirata não era de se enfrentar, rapidamente o espadachim se encolhia e perdia, porém, um forte chute com a sola enrijecida de Geraldin, a espada de Arthur foi jogada para cima e o pirata surpreso abria brechas para acerta-lo em seu torso. Colocando suas mãos no chão e girando rapidamente seu corpo, as pernas giravam e em um instante, disparava um golpe com os pés acertando o estomago do pirata. Ele era arremessado para trás, porém robusto como é, apenas coçou sua barriga despida e disse. – Cês vão morrer.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 3 EmptyDom 30 Jun 2019, 13:59






Para o infortúnio de Arthur, a garota a quem mandou afastar-se não obedeceu ao simples comando, causando certa confusão em Arthur que tinha certa aptidão para liderar. De todo modo, Adlet chegou para dividir as forças do grupo de bandidos mas tomou a decisão tola de enfrentar sozinho o mais forte deles e acabou por ser arremessado para longe com um único golpe. Acidentalmente, os rapinantes caíram na armadilha de enviar suas tropas contra Adlet, culminando no mesmo fim que Arthur esperava anteriormente.

Geraldin surgiu chutando a face de um dos oponentes de Arthur, transformando a luta em um embate de dois contra o líder dos bandidos. — É, grande e gordo. Deve ser lento — Sussurrou para o colega, que se colocou ao seu lado. Sem tempo para conversas, o pirata investiu contra o loiro com um ataque relativamente fácil de desviar, porém graças à presença da menina Arthur ficou para defender o ataque e sucumbiu, sendo resgatado a tempo por seu companheiro que atingira bons golpes no homem. — Grrr! Essa força não é brincadeira! — Resmungou, recompondo-se do baque provindo do choque entre as lâminas que o aturdiu no ato. Quando sua espada fora jogada para cima, firmou bem as mãos para evitar que ela escapulisse de sua posse — se não conseguisse evitar, esperaria sua queda no chão e a apanharia outra vez, desviando da rota de colisão e empurrando a menina se necessário, para evitar que fosse atingida — e firmou sua base outra vez.

Mediante o comentário do gordo, decidiu simplesmente ignorá-lo e focar-se momentaneamente na garota. Levemente irritado e com uma feição que expressava isso, apoiou uma das mãos na menina e a guiou para o grupo de cantores. — Cuidem dela — Entregaria a menina para seus companheiros, mantendo sua audição focada em ouvir os passos ou investidas do pirata que enfrentava. Se o pirata atacasse no meio tempo em que entregava a menina ao grupo Sulfato, empurraria a garota para trás enviando-a para longe do combate e moveria seu corpo para desviar do ataque — abaixando-se se fosse um ataque horizontal na altura da cintura ou acima, ou dando um salto para o lado se fosse vertical — e se essas esquivas não fossem possíveis, firmaria bem a lâmina para contrapor à alfanje do homem, abaixando seu centro de gravidade para que sua espada em pé ficasse da sua mesma altura e dessa forma colocaria a lâmina verticalmente com a ponta para baixo levemente fincada no solo para aguentar o golpe (se ele fosse horizontal), ou rebateria a alfanje com um golpe na lateral da lâmina para desviar sua rota se o corte viesse na vertical, movendo seu corpo para fora do alcance do fio ao mesmo tempo.

Se obtivesse êxito em desvencilhar-se da menina, retornaria para o lado de Geraldin. — Vamos juntos flanquear ele?! — Firmaria sua guarda usual e avançaria em diagonal contra o pirata para ficar ao seu lado, ainda mantendo uma distância segura para não ser alvejado por seus ataques. Esperaria Geraldin posicionar-se também, caso ele aceitasse seu plano, e diria: — Agora! — Com isso avançaria realizando dois cortes cruzados mirando as pernas do homenzarrão, mas pararia seu ataque e recuaria com um salto ou desviaria/bloquearia caso visse que ele fosse atacar. Desviaria para baixo se fosse um ataque vindo pelos flancos ou para o lado se viesse por cima, bloquearia com a lâmina caso a esquiva não pudesse ser feito e recuaria para trás somente se nenhuma dessas esquivas ou bloqueios fosse salvá-lo, e assim prosseguiria com seu ataque anterior — usando-o como contra-ataque rápido caso evitasse um ataque ou bloqueasse. Esperava que Geraldin atacasse o homem ao mesmo tempo, para que a estratégia de vantagem numérica surtisse efeito.

Se o homem abrisse uma brecha entre as investidas, giraria seu próprio corpo dando um passo para o lado e balançaria a espada longa em horizontal com um poderoso corte mirando a cintura de seu antagonista, visando remover sua mobilidade no combate. Se ele desse as costas mesmo que por pouco tempo, Arthur fincaria a lâmina em sua coxa direita e a removeria rapidamente para recuar caso o homem o atacasse de volta e assim evitar o acerto.




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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 3 EmptySeg 01 Jul 2019, 15:07

Aventura cancelada a pedido do player.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I - O cavaleiro   Capítulo I - O cavaleiro - Página 3 Empty

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