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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato II: O caminho da R-evolução

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptyDom 26 Maio - 14:34

Ato II: O caminho da R-evolução

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Allen Dorrus. A qual não possui narrador definido.


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Flame Spearrow
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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptyQua 29 Maio - 19:23


Tantas coisas já haviam ocorrido e ainda tentava digerir as informações, em alguns dias havia sido preso, recebi minha primeira missão, lutei contra mercenários e marinheiros e agora eu finalmente cheguei a essa ilha, só de pensar nisso me espantava, nunca havia feito nada assim antes, mas acho que agora essa seria minha rotina, bem se quero derrubar a marinha acho que entrarei em muitas batalhas.

“Torino” repetia para mim mesmo enquanto estava naquele barco, era a primeira ilha que conheceria com exceção de Briss Kingdom, e francamente minha curiosidade me matava, saber que poderia encontrar qualquer coisa por lá me animava, essa poderia ser uma das ilhas do South Blue que ainda tem marinheiros só de pensar nessa hipótese começava a sorrir como um bobo.

Embora não soubesse o que havia naquela ilha, eu tinha certeza que duas coisas existiam por lá, Nativos e frutas milagrosas, na verdade não sei ao certo o que é cada coisa, “deveria ter perguntado antes” de qualquer forma eu sabia que as frutas tinham poderes curativos e poderiam ser de grande ajuda para mim, ainda mais com os ferimentos que adquiri na minha ultima batalha, embora Sabrina tenha ajudado com eles eu ainda sinto as dores.

Havia também outro ponto que me preocupava, o que aconteceria com Gatou? Eu sabia que ele estava preso e seria entregue a outro grupo de revolucionários, mas quando acharíamos eles? Não tinha a mínima ideia e sei que se alguns de seus mercenários ouvissem sobre sua localização poderíamos acabar tendo que entrar em outros confrontos.

“Mais que merda, mesmo preso você ainda pode nos atrapalhar Gatou?” soltava as palavras ao ar, não seria bom que alguém escutasse, poderia acabar preocupando alguém e criando confusões mais afrente, ou só poderia ter que ouvir de Grouge que ninguém poderia ajuda-lo, bem era algo que não nos importava, se ele escapar vamos prendê-lo novamente simples, eu acho.  

Mesmo com tantos pensamentos sabia que deveria desembarcar e perguntar a Grouge se há algo para fazer, não poderia ficar vadiando enquanto ele iria abastecer nossos mantimentos, logo começaria a buscar alguns de meus superiores podendo ser Grouge ou Wanda “Bem, tem algo que eu deva fazer?” diria a qualquer um dele quando os encontrasse, também poderia acabar encontrando Sabrina “Sabrina você viu Grouge e Wanda?” a indagaria assim que a visse e se me fosse indicado um local eu seguiria, senão continuaria a buscar pelo barco.

Poderia acabar não encontrando ninguém pelo navio, sendo assim me veria obrigado a procura-los do lado de fora, engoliria minha ansiedade e calmamente sairia observando a ilha, meus companheiros não deveriam esta muito longe e, portanto não me veria na necessidade de ter que andar muito, assim que encontrasse-os faria as mesmas perguntas que já tinha em mente.

Havia a pequena possibilidade de não haver nada para fazer, portanto questionaria “Bem... e o teste de Sabrina?” ela havia aceitado se tornar uma revolucionária, porém Grouge prometeu fazer o teste dela na ilha e bem estamos aqui, fora de que seria uma ótima possibilidade para ver a determinação dela, eu ainda não estava satisfeito com sua resposta antiga, ela acreditou em mim porque tinha chances de sobrevivência mais altas? Se ela se preocupar só com isso pode acabar fugindo no meio de uma missão.


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Paulo Bruno XVIII
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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptySab 1 Jun - 10:04


O caminho da R-evolução


Para ser sincera eu não me sentia confortável em pensar que estava deixando toda minha vida de apresentações para trás, porém me sentia orgulhosa de estar optando em um bem maior para mundo. Eu me encontrava em um barco junto a alguns fãs, de boa vontade eles haviam me oferecido essa carona até um South blue, que era um lugar que eu não fazia ideia do o que poderia conter. “Será que Bruce ficará bem?” Constantemente imaginando o pior eu me encontrava meio cabisbaixa em pensar que ele poderia vir a se machucar ou até morrer, com certeza ele é a pessoas mais importantes da minha vida, mas já estava mais do que na hora de eu deixar de ser um peso para ele.

Eu havia feito questão de dizer que me largassem em uma ilha diferente da que ele iriam ficar, já que eu não buscava atrapalhar eles ou vir a se tornar uma preocupação, confesso que não sou muito forte, porém conseguiria me virar a partir do momento em que portasse uma arma de fogo. “Eu não quero pressioná-los de forma alguma, sou uma miséria passageira, mas será que falta muito ainda?” Ficava pensando enquanto observava o mar que me rodeava buscando encontrar alguma ilha ou peixe diferente para comer o tempo mais depressa. Assim que tomasse visão da ilha em que iria descer, começaria a analisar buscando ver alguma cidade ou um porto, qualquer coisa que ela tivesse explicita e eu conseguisse ver.

Assim que chegasse propriamente na ilha, mesmo que não tivesse avistado ela previamente, eu desceria olhando aos meus arredores analisando tudo que estivesse no meu campo de visão. – Obrigado rapazes, vocês são incríveis! – Eu agradeceria aos fãs que me deram carona por quebrarem esse galho para mim. Com uma forte inspirada de ar seguida de uma lenta expirada, eu começaria a sorrir olhando diretamente para minha frente, agora eu estava livre, literalmente, poderia fazer o que bem entendesse para alcançar meu sonho de mudar o mundo; para começar minha revolução eu necessitava de armas de fogo, de preferência duas, para poder ter maior poder de estrago comigo, adentraria a ilha independente de como ela fosse em busca de mercantes que pudessem me vender, seguiria ao meu norte sempre.

Claro que eu não era boba nem nada, portando comigo apenas 50.000 berries eu ficaria sempre atenta para tudo que me rodeasse, caso fosse necessário eu realizaria algum saltos para trás e tentaria correr para evitar receber qualquer ataque independente se viesse de um ser humano ou não, correria na direção em que eu havia vindo até o ponto em que desembarquei, assim não precisaria me preocupar com mais problemas; novas experiência exigem novos cuidados, já que eu não costumava ficar tão atenta assim. Caso eu encontrasse o mercante sorriria como habitualmente faço buscando criar uma simpatia. – Olá meu caro(a), você teria alguma arma de fogo de pequeno porte para me vender junto das balas? Por mais simplória que seja, eu estou disposta a pagar. – Falaria pausadamente evitando ter dicção nas frases.

Eu não tinha certeza do preço que me seria feito, se duas pistolas estivessem dentro do meu poder aquisitivo junto as munições, eu não hesitaria em pagar e agradecer. – Muito obrigada! – Agradeceria no momento em que recebesse as duas armas com as respectivas munições. Caso não conseguisse adquirir duas eu não retiraria o sorriso do rosto. – Então pode ser só uma junto às balas dela. – Indagaria ao mercante enquanto pagaria a ele pegando minha nova arma. Independentemente da quantidade de armas que eu tivesse comprado, analisaria bem ela/elas para entender como funcionavam. “Me parece/parecem boa/boas” pensaria comigo mesma. – Adeus, espera que tenha outras vendas durante o dia. – Falaria para o mercante enquanto seguiria minha jornada em busca do centro da ilha.

Se eu não encontrasse nenhum mercante na nova ilha que havia recém chegado, procuraria por informações perguntado a quem aparecesse pela frente. – Desculpa incomodar o senhor/senhora mas você saberia me dizer aonde eu consigo alguém que produza armas ou só comercialize na ilha? Sou nova aqui e não tive sucesso buscando sozinha. – Falaria para todas as pessoas que encontrasse, até conseguir a informação que eu desejava e então partir em direção a o lugar. Meu objetivo ali também era ajudar quem necessitasse, se avistasse alguém em perigo ou sendo prejudicado por ação antrópica, mesmo que estivesse desarmada tentaria intervir para ajudá-la. – Ei, pare com isso agora! – Eu diria a possíveis valentões que avistasse.




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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptySeg 3 Jun - 16:06

Allen Dorrus
Nos mares perto de Torino, podia se avistar um barco, dentro dele estavam Revolucionários, pessoas dedicadas e focadas em mudar o mundo e torna-lo um lugar melhor para todas as raças e tipos de seres vivos. Estava a noite, o clima estava chuvoso, aparentava estar cerca de uns 16 graus; do lugar em que Allen e seus companheiros estavam, já dava para ver alguns acampamentos com a fogueira ainda ligada, e perto dela havia agentes do governo, umas 5 pessoas para ser mais exato.

Enquanto ainda se mantinha no barco, o jovem Allen Dorrus que havia acabado de entrar nos revolucionários, já estava pensativo e entusiasmado sobre a ilha em que ele estava prestes a chegar, porém, mesmo com todo esse entusiasmo, Allen resolveu perguntar a um de seus superiores o que ele poderia fazer para ajudar, e encontrando Grouge, resolveu pergunta-lo, e então Grouge enquanto estava sentado olha para Allen e o responde - Se você quiser ajudar, garoto! Pode nos ajudar guardando as velas, pois já estamos parando. -; seguindo as ordens de seu superior, Allen guarda as velas do navio e então atracam o navio na encosta da ilha.

Ao chegar na ilha, os revolucionários sentem a chuva parar e então sentem uma brisa fresca vindo em seus cabelos e em suas roupas, o dia já estava amanhecendo e com o sol vinha as gaivotas por cima da ilha fazendo seus respectivos barulhos. Wanda então olha para todos que estão em sua volta e fala - Gente, tem 5 agentes do governo a nossa frente, vamos elimina-los antes que eles acordem. - - Me desculpe discordar, Wanda, mas eu acho melhor amarra-los em algum lugar e interroga-los para conseguirmos informações do porque que eles estão aqui... Allen! Você resolve onde quer prende-los, vou deixar em suas mãos o que teremos que fazer com eles, e é melhor decidir rápido pois eles podem acordarem em qualquer hora. Após isso, os interroguem e tente arrancar o máximo de informações deles, e quando terminar nos encontre no centro da ilha, e tome cuidado para não ser detectado, pois os nativos daqui não curtem muito visitantes. - terminando de falar, Grouge dá um pequeno sorriso de canto de rosto, e ouvindo o que ele disse, os parceiros de Allen fazem sim com a cabeça e então vão até lá para os prenderem em algum lugar.
Agnes Zatara
Enquanto tudo aquilo acontecia com Allen Dorrus, no outro lado da ilha, podia se ver um grupo de civis dentro de um barco, nele estava Agnes, uma jovem morena que estava prestes a começar a sua aventura. Estava a noite e chovendo, o mar estava agitado e o clima estava frio e aparentava estar a 16 graus; Agnes enchia a sua cabeça de pensamentos e distrações para assim tentar fazer o tempo passar mais rápido para ela. Ao atracar na ilha, a jovem agradecia aos seus fãs por traze-la até a ilha Torino, ilha essa que ela não sabia nada sobre. Saindo da posição em que estava, Agnes decide começar a sua procura por um marcante.

A chuva acaba e então surge o pôr do sol no horizonte e junto com ele vem uma brisa leve e fraca, porém relaxante, as gaivotas surgem por cima da cabeça de Agnes fazendo seus barulhos de costumes, estava iniciando-se um dia relaxante para todos da ilha. Ao encontrar um mercante, Agnes pede por 2 armas, a mercante então vira-se para Agnes tirando o seu capuz, ela é uma velhinha que anda com uma bengala e leva todas as suas mercadoria de sua bolsa, a velhinha então se vira para Agnes e a diz - Ah, ola menina! Então você quer duas armas? Tá bom então... - ela logo em seguida tira devagarinho de sua bolsa duas armas com 8 balas já nelas - ... Já faz um tempo que eu nunca mais vi alguém de fora da ilha, porque, normalmente essas pessoas são mortas/assassinadas pelos nativos daqui, então, para lhe ajudar na sua sobrevivência, irei lhe fazer uma promoção, duas pistolas por 50.000 berries. -. Custava 50.000, e ao pagar pelas armas, a mercante da um sorriso para Agnes e sai de lá e desaparece em meio a floresta densa que circulava a ilha. Após ter ganhado as suas novas armas, Agnes começa a ir rumo ao centro da ilha, porém, ao atravessar a floresta, a jovem acaba sendo parada por um homem, que aponta a sua lança para ela e diz - Mulher! Minhas desculpas, mas você não poderá passar além deste ponto, nós não confiamos em estranhos, muito menos em pessoas vestidas assim! -. Estava prestes a começar uma batalha, mal havia começado a sua aventura e Agnes já estava prestes a lutar.

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Última edição por KingSalazar em Qua 5 Jun - 14:19, editado 2 vez(es)
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Paulo Bruno XVIII
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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptySeg 3 Jun - 22:08


O caminho da R-evolução


Para ser sincera era quase que inexplicável minha felicidade ao adquirir duas armas por 50.000 berries, o problema era que agora todo meu dinheiro havia ido pelo ralo. – Muito obriga... – Eu falava enquanto erguia minha cabeça após analisar meus novos revolver e me deparava que a mercante não estava mais ali, ela simplesmente havia desaparecido. “Para onde foi aquela mulher?! As pessoas não desaparecem assim do nada.” Eu me questionava enquanto mexia a cabeça para todas as direções possíveis buscando vê-la para aliviar meu medo. Não tento sucesso na busca, de forma imediata eu começava a sair do local atenta para qualquer movimento que me rondasse, estava chovendo e a densa floresta incapacitava meus sentido, era um ambiente hostil que poderia acabar me machucando, sacaria minhas novas armas estando pronta para qualquer coisa que viesse acontecer.

Era então que de repente um indivíduo desconhecido surgia a minha frente, ele portava uma lança que estava pronta para me furar sem tempo de reação, ele começava então a falar que eu não poderia exceder aquele ponto que ele delimitava, uma das desculpas era meu traje supostamente improprio para ele. – Você está me julgando pela aparência? Me desculpa senhor se estou causando algum desconforto no senhor, deixe-me passar que assim que encontrar alguma loja com roupas mais descentes eu não hesitarei em adquirir, esse é meu traje de mágica, peço desculpas pelo mal entendido. – Eu sempre fui checada em pessoas, desde pequena interajo com diversas pessoas de crenças e etnias diferentes, aceito cada uma com sua divergência e estou nessa missão com objetivo de proteger todas que são boas, eu não iria contestar aquele homem que estava no direito dele, tentaria manter o diálogo até persuadi-lo.

A chuva de certa forma estava a me molhar, isso poderia ser um problema já que eu estaria propicia a pegar doenças que derivem dela, eu não sou especialista em nada dessa área, mas conforme Bruce me dizia desde pequena, eu deveria tomar cuidado com ela. “Esse homem está certo, eu irei priorizar a compra de um sobretudo ou alguma jaqueta que possa me ajudar a manter meu corpo quente e protegido; se eu quiser mudar o mundo, a saúde é imprescindível.” Eu pensaria logo após ter dito o que falei enquanto aguardava a resposta provinda do homem. Pelo fato de eu não possuir nenhum coldre de arma, ainda estaria portando-as em minhas mãos o que facilitaria caso houvesse uma resposta não muito amigável por parte do nativo daquela ilha. Eu não pretendia machuca-lo, por isso eu não o atacaria a princípio, caso algum ato nocivo viesse a ser realizado contra mim, aproveitando de meus conhecimentos sobre acrobacias e minha qualidade em esquiva, realizaria um salto para direita seguido de outro para trás visando me afastar, faria isso caso o ataque do homem fosse uma estocada.

Se o ataque realizado por ele fosse na horizontal, uma esquiva me abaixando e me propulsionado com minhas pernas para trás seguido de uma cambalhota que me possibilitasse levantar imediatamente seria minha resposta; ataques na horizontal e diagonal teriam prioridade de esquiva com saltos para o lado direito ou esquerdo, dependeria de qual estivesse mais fácil para ser esquivado. – Mas o que foi isso?! Não quero combater com o senhor, acredito que não será vantajoso para nenhum de nós! – Eu gritaria logo após uma esquiva seguido de um afastamento meu do homem. Ficaria atenta para quaisquer ataques que pudessem ser provindos dele em seguida, o mesmo esquema de defesa seria minha opção, enquanto não recebesse nenhum ataque dele, não retrucaria com outro ataque. – Merda! O que você está fazendo, não demonstro perigo algum para você. – Caso falhasse em minha esquiva e recebesse algum ataque dele, falaria isso enquanto me afastaria dele, apontado minhas duas armas diretamente para ele, a esquerda seria apontada para a perna esquerda e logo disparada enquanto a direita esperaria alguma reação sendo atirada em alguma de suas pernas logo após uma esquiva realizada pelo mesmo. Após meu tiro continuaria atenta para qualquer ataque dele.



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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptySeg 3 Jun - 22:58


Se precisasse resumir minha chegada a Torino com uma única palavra seria: Frio, uma noite chuvosa que abaixava a temperatura do local era algo que nunca tinha imaginado ter que passar durante essa viagem, meu corpo tremia completamente quando tive que ajudar com as velas –“Espero não ficar resfriado depois disso”- falava após terminar meu trabalho.

Assim que terminei meu trabalho percebi algo, minhas roupas estavam encharcadas e eram as únicas que tinha “Merda...” dizia enquanto retirava meu capuz com a esperança de poder guarda-lo seco, o que era obviamente em vão, porém vendo ele fora de meu corpo começava a notar os buracos que estavam nele “Duas balas e um corte, vou precisar comprar um novo quando conseguir” eu até gostaria de sair para procurar algum capuz novo mais estava sem dinheiro, àquela promoção para cabo seria algo bom se conseguisse no mínimo receberia algum dinheiro.

Quando finalmente coloquei meus pés na ilha a chuva cessou, agora só precisava me secar, mesmo assim me incomodava a brisa “Quando esse frio vai parar?” conseguia dizer para mim mesmo observando o nascer do Sol, era reconfortante, talvez em breve eu não precisasse me preocupar em ficar doente. Ainda com minhas preocupações tinha que observar o que estava ao meu redor.

Durante minha pequena olhada pelo local via árvores e árvores, e mais árvores, acabava me pegando pensando onde eu estava, mas algo me chamava a atenção, algumas fogueiras acesas “Não apagaram com a chuva?” me indagava até Wanda começar a falar, em pouco tempo já tinha que prender algumas pessoas e interroga-las?

“Agentes do oque?” ouvia as ordens de Grouge, porém não conseguia as entender, não temos motivos para ataca-los, afinal eles não são marinheiros e não parecem estar fazendo algo errado, eles simplesmente estão dormindo. Pensado melhor, agentes do Governo, Grouge já falou sobre tal de governo mundial, eles seriam empregados deles? Bem... Quando for começar a interrogação eu pergunto para eles.

Mas e se esses agentes não tivessem ligação com o governo? O que eu estaria fazendo? Não tenho motivo para lutar com eles, em meio a minha confusão mental ponderava em questionar as ordens e rejeita-las, mas... seria o certo? Grouge nunca me pareceu alguém que atacaria sem motivos, acho que essa seria a única vez, mas confiaria em alguém sem entender a situação completamente.

Confesso que botar a decisão sobre mim acabava me pressionando, nunca fui um líder ou algo assim, e não gostava de ter que prender pessoas que não parecem ter feito algo errado, mas era melhor decidir o que fazer só me lembrava de dois lugares para prendê-los o barco que seria muito difícil coloca-los lá então era algo que não valeria a pena, e tínhamos as árvores, amarrar cada um deles em uma seria eficiente “Vamos amarra-los nas árvores” diria me impondo para que ninguém duvidasse.
 
“Pode ir para o centro Grouge eu te alcanço, mas peço que deixe alguém aqui... vai facilitar meu trabalho” falaria antes de me colocar a procura de algumas cordas para poder amarra-los, procuraria no acampamento e no interior do barco se necessário, com as cordas em mãos começaria a verificar se alguma arma aparente estava por perto, se houvesse não pensaria duas vezes e as jogaria ao mar para evitar algum ataque se eles acordassem.

Assim que me certificasse de não haver nenhuma arma eu começaria a arrastar as pessoas para coloca-las na árvore e tentar amarra-las, seria uma tentativa que poderia ser interessante, mas não tinha a mínima ideia de como amarra-los, nunca havia feito uma amarra então não confiaria em minhas habilidades “Tem ideia de como fazer alguma amarra para prender esse maluco?” diria partindo para o próximo agente deixando assim a responsabilidade para a pessoa que estivesse junto a mim.

Repetiria esse ciclo até que todos os agentes estivessem presos, não sabia como prosseguir na interrogação, bem... Eu só deveria força-los a falar porque estão aqui? Como as pessoas fazem isso? Será que alguns socos bastariam? Não sabia o que tinha que fazer e me via cada vez mais pressionado pelas ordens de Grouge. Começaria sacudindo a pessoa tentando acorda-la, e se não ocorresse começaria a soca-la na esperança de não desmaia-la.

Com a pessoa desperta começaria o interrogatório, ou seja, lá o que tivesse que fazer “Opá, me chamo Allen Dorrus e você?” faria um começo calmo e com um sorriso no rosto, não queria assustar um possível civil “Bem... Vocês são agentes? Se sim o que fazem aqui?” continuaria com meu sorriso esperando que ele falasse, porém a pessoas poderia se recusar a falar logo começaria a acerta-la tentando força-la a dizer algo.

A chance de estar fazendo algo errado era grande por isso se percebesse que a pessoa falava a verdade e não fosse um agente eu a soltaria “Saia daqui rápido” diria quase que a intimidando fazendo com que ficássemos sozinhos com os agentes. Também poderiam começar a falar baboseiras para me irritar, portanto acertaria o estomago de cada um “Se continuarem brincando eu juro que vou mata-los” falaria seriamente para que entendessem.

Mesmo estando na suposta vantagem que poderia ataca-los enquanto estavam dormindo ainda tinha chances de algum deles acordarem, devido a esse fato estaria preparado para me esquivar de algum golpe que fosse dirigido a mim, sendo uma arma de curto alcance me poria a pular para trás visando ficar longe da arma, já uma arma de longe faria movimento alternados da direita para esquerda tentando ir para trás de alguma árvore.


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Última edição por Flame Spearrow em Qua 5 Jun - 17:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptyQua 5 Jun - 15:41

Agnes Zatara
Agnes havia sido parada por um nativo daquela ilha, um homem portador de uma lança grande e afiada, apesar de ter uma aparência daquelas lanças antigas, mas, mesmo sendo antiga, Agnes não poderia simplesmente ser orgulhosa e tentar atacar o homem com as suas duas novas armas, afinal o homem poderia ser mais habilidoso do que parecia; resolvendo manter a sua pose de pacifista, Agnes tenta conversar com o homem para ambos os dois conseguirem chegar a um consenso e além disso deixa-la sair de lá sem nenhum problema. O homem ainda desconfiado esperava Agnes terminar de falar e então logo respondia a jovem com um tom de autoridade - Jovensinha, pelo jeito você não sabe sobre as regras da ilha, aqui nesta ilha, pedir para entrar é a mesma coisa de pedir para morrer... - o homem então deu uma pausa na sua fala e então sentou em um tronco de arvore cortado que estava ao seu lado e então continuou - ... Eu quando era pequeno não fui muito bem ensinado sobre a ilha, pois sempre ficava treinando com uma lança, mas, se tem uma coisa que eu sei, é de que o povo desta ilha é muito preconceituoso com estrangeiros, para falar a verdade, eu pouco me importo com os estrangeiros, porém, caso eu deixe você entrar desse jeito, as pessoas desta ilha irão reconhecer que você não é daqui, e então irão fazer diversas coisas ruins com você, incluindo assassinato. Então, caso você queira entrar, tente utilizar algum manto/capuz, ou então entre escondido. -

O homem se levanta do tronco em que estava e então vê um homem que parecia também ser um guarda chegando até ele e o avisando de uma invasão na ilha, fazendo assim o homem sair de lá. Graças a distância em que Agnes estava dos homens, ela conseguiu escutar claramente algumas palavras, "Atacando", "Piratas" e "Governo Mundial", 3 palavras que deixariam qualquer um na situação de Agnes com várias emoções, medo, dúvida, orgulho e etc. Graças ao ataque repentino na ilha foram chamados diversos guardas e soldados para defender a ilha, e além disso Agnes havia tido um passe livre para entrar nela, porém, teria que ser que nem o homem havia falado, utilizando-se da furtividade ou então comprando algum manto/capuz para esconder a sua roupa e o seu rosto, sendo essa segunda escolha incapaz de ser feita sabendo que Agnes estava sem grana para comprar qualquer coisa. Agnes podia ouvir vários barulhos vindo das laterais da ilha, pessoas gritando com medo, canhões sendo disparados em navios e tiros desenfreados. O que Agnes fará agora? Ajudará o povo da ilha preconceituosa e desconfiada, ou irá utilizar-se da situação para se esconder em meio a multidão e então conseguir chegar ao centro da ilha, local em que se localiza as tais frutas milagrosas.
Allen Dorrus


Ao chegar na ilha, Allen já se deparava com uma ordem que pesava em suas costas, ele teria que interrogar pessoas que ele não fazia a menor do que eram ou o porque de ele ter que interroga-las, porém, mesmo com essas dúvidas em sua mente ele resolveu não perguntar ao seu superior e então seguiu as suas ordens. Ficou apenas ele e Wanda, a 'imediata' do grupo; após pensar no que fazer por um tempo, o jovem Allen resolveu começar jogando as armas dos agentes em alto mar para as ondas a levarem para longe e logo em seguida prendeu-os em arvores altas e grossas que tinham ali por perto na frente do acampamento juntamente com Wanda. Ao ir acordar os agentes, Wanda chama a atenção de Allen e fala calmamente antes dele acordar os agentes - Allen! Sei que você está cheio de dúvidas sobre quem são esses caras e o porque de estarmos fazendo isso, então, enquanto estávamos no navio andei conversando com Grouge, e ele me disse para explica-lo o porque de estarmos fazendo tudo isso e o porque de sermos revolucionários... Em várias ilhas por aí, o Governo Mundial está no controle delas e graças a isso, por ele ser egoístas, ele apenas beneficia os ricos e nobres que os pagam, logo os pobres são deixados de lado para morrerem, e as outras raças continuas sofrendo nesta sociedade, e esses agentes que estamos interrogando trabalham para o Governo Mundial, seja cobrando imposto ou silenciando pessoas; os revolucionários foram feitos para se opor a tudo isso e trazer ao mundo um raio de esperança, e se conseguirmos derrotar o Governo Mundial, conseguiremos através de muito trabalho dar a todos uma vida melhor e mais igual, sem preconceitos e sem mais mortes... Bem, é basicamente isso, então já explicado, podemos continuar. -

Ao acordar os agentes do governo, o jovem Allen começa o interrogatório; para dar uma impressão mais amigável e confiante ao interrogados, Allen começa com um sorriso no rosto e se apresenta para o primeiro agente do governo, que estando altamente assustado não responde a pergunta de Allen e grita desesperado - O que? Quem é você? Por que estou aqui? Eu sou um Agente do Governo então é melhor me soltar, ou então... - antes que ele pudesse terminar a sua frase, Wanda que estava observando tudo tampa a boca dele e então o responde com firmeza - Digamos que nós somos apenas civis corajosos o bastante para lhe prender aqui, então, se você quiser que nós peguemos leve, apenas responda as perguntas sinceramente e nada de mentiras... Bem, pode continuar Allen. - ela então para de tampar a boca do homem e então deixa Allen continuar com as suas perguntas, sendo a segunda respondida rapidamente pelo agente do governo - Me chamo Harry, nós somos agentes do governo enviados para esta ilha para... - antes que ele pudesse terminar a sua frase, o mesmo é interrompido novamente só que desta vez pelo seu parceiro - Harry! Não ouse responder a pergunta dessas pessoas. - ele olha para Allen e Wanda e continua - Vocês me dão nojo, nós somos a justiça e não iremos dar nenhuma informação para vocês; eu acredito que o Governo Mundial possa mudar este mundo para melhor e por isso me juntei a eles, e não será revolucionários que irão me fazer trair ao Governo Mundial. -.

Após a fala do homem uma discussão se inicia entre ele e o seu parceiro, um falando que o Governo Mundial é a justiça e está certa, e o outro falando que o Governo Mundial os traiu enviando-os para aquela ilha, para a morte deles, até que o Harry resolve contar tudo para Wanda e Allen - Vocês dois! Eu não confio nada em vocês, porém confio muito menos no Governo Mundial, eu entrei nele pensando que teria uma vida melhor, mas eu estava enganado, drogas, suborno, assassinato, todo tipo de coisa de ruim eu vi no Governo Mundial, fiquei desiludido com ele e resolvi deixar o Governo Mundial, porém esse cara conseguiu me convencer a ficar por mais alguns dias... Nós viemos para cá pois, recebemos chamadas de alerta de que está ilha estaria sendo atacada daqui a pouco por piratas, mas eu descobri que na verdade os piratas estavam vindo para cá apenas para pegar o seu capitão que ficou aqui por um tempo após fugir da marinha, então o governo mundial resolveu que deveríamos fazer uma ofensiva pela terra e uma distração pelo mar. Se você prestar atenção, já da para ouvir os gritos das pessoas desta ilha. Por favor, me deixe me unir a vocês apenas nesta luta. -

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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptyQua 5 Jun - 19:23


O caminho da R-evolução


Era meio confuso a afirmação do nativo, eu não tinha convicção se tinha entendido direito o que devia fazer, porém outra coisa no momento me chamou mais atenção do que adentrar a ilha. Algumas pessoas falavam acerca de piratas, ataques e governo mundial, essa última palavra era a que mais me tomava a atenção. “O que está acontecendo? Preciso averiguar.” Junto ao meu repudio pelo governo mundial, uma imensa curiosidade minha como de praxe surgia por saber o que estava acontecendo lá, quase que imediatamente eu me dirigia até o local do qual os barulhos provinham.

Aparentemente barulhos de balas de canhão chocando-se com navios rodeados pelos gritos desesperados de pessoas me deixavam nervosa, eu tentaria acelerar o passo para chegar lá o quanto antes, sempre atenta enquanto porto minhas duas novas pistolas. Assim que chegasse próximo ao local, procuraria me esconder e analisar a situação, com minhas armas de fogos prontas para o combate eu buscaria algum lugar para me manter enquanto observaria a situação.




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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptyQua 5 Jun - 20:58


Em pouco tempo tinha feito várias coisas, mas algo não me parecia certo... Estava fácil demais, nenhum deles percebeu nossa presença, seriam realmente inimigos que deveríamos prender? Bem embora ainda me indagasse saberia que não poderia mais reclamar do frio, querendo ou não estava aquecendo meu corpo e tive um breve alivio quando conseguimos amarrar o grupo completamente, talvez não fosse necessário lutar.

Assim que íamos iniciar o interrogatório Wanda me explicou quem eram os agentes e para ser sincero... Aquilo não me interessava, eles estavam em várias ilhas? Pessoas sofriam por culpa deles? Eles eram nossos principais inimigos? Bem que se dane tudo isso, eu virei um revolucionário para lutar com a marinha, mas pensando bem... Eles eram quase iguais, será que realmente não deveria me importar com eles? Quer saber, se eles entrarem no meu caminho, eu simplesmente acabarei com eles.

Acabava sendo forçado a começar as perguntas, e novamente tudo estava fácil demais, o primeiro questionado abriu a boca sem precisar pressiona-lo “Isso é sério?” novamente perguntava a mim mesmo se esses agentes eram pessoas realmente fortes e se alguém realmente sofria pelas ações desse governo mundial? Devo conseguir alguma resposta algum dia, ao menos eu espero.

Pelo menos um dos companheiros daquele cara prestava no mínimo, ele demonstrava que não abriria a boca, ver aquilo aumentava minhas esperanças de não estar cumprindo ordens ridículas, mas ao fim o tal Harry nos contava tudo, e que coisa chata, eles estavam aqui para cuidar de piratas, então qual o sentido de nos metermos no meio, nenhum marinheiro estava envolvido mesmo, pelo menos para mim aquele seria um conflito em que nós poderíamos nos afastar.

Por fim o ‘boca solta’ me pedia para deixarmos entrar na luta, obviamente eu me negaria a lutar a seu lado, ainda me lembro da traição de Lia em um ponto crucial de minha missão, não seria idiota a ponto de libertar um possível inimigo “Escute... Você só quer uma vida fácil? Se é assim então fique rico e more em algum lugar bom” falaria enquanto me certificaria que minhas manoplas estavam bem colocadas “É claro que não te ajudarei você mesmo disse que não confia em nós, e eu digo o mesmo para você, soltar algum inimigo é ser idiota” diria assumindo posição de batalha e em seguida acertando sua barriga com minha mão direita para me certificar que ele não continuaria implorando.

Ao completar meu ataque me direcionaria a Wanda “Devemos ir na direção dos gritos? Existem agentes por lá e eles são nosso inimigos certo?” apenas gostaria de confirmar com minha superiora, afinal ela era quem decidiria o que teríamos que fazer, e se tivesse sorte ela não iria querer ir para lá, logo a perguntaria “Vamos atrás de Grouge?” as ordens já estavam cumpridas, só precisava ir até o centro da ilha mesmo, mas como eu saberia qual o centro?

De qualquer maneira sei que Wanda iria decidir irmos até a confusão, logo começaria a correr e antes de sair do campo de visão dos agentes gritaria para os mesmos “Quando voltarmos iremos levar vocês para um lugar legal!!! E chama prisão!!!” queria ter certeza que não ficariam tentando escapar, principalmente porque se algum deles escapasse seria bem chato caçar eles.

Assim que chegasse ao local da confusão me posicionaria mais afastado da luta observando o local e tentando ver todas as pessoas envolvidas, porém não tentaria intervir no conflito por nenhum motivo, até mesmo se fosse uma ordem de Wanda, aquele era uma confusão que não tinha interesse, mas seria legal ver o desenrolar daquilo, talvez pudesse confirmar qual a força dos nossos inimigos.

Mesmo assim ainda não estaria satisfeito, algo parecia me faltar, Wanda poderia acabar conseguindo me responder quem sabe “Wanda, eu sei o porquê você se tornou uma revolucionaria, mas pelo o que você luta?” a resposta de minha companheira poderia acabar me motivando, além do mais, não tinha nenhuma motivação ‘nobre’, não queria acabar com as guerras, não queria livrar as pessoas da opressão, apenas queria destruir a marinha, tudo por vingança, mas ela poderia acabar me dando alguma luz.

Ainda que estivesse evitando a luta, algumas pessoas poderiam acabar me atacando por me confundir com o inimigo, sendo assim me moveria para trás contra uma arma de curta distancia com o intuito de me afastar do alcance dos golpes, já contra armas de médio tentaria me agachar no momento exata do ataque enquanto iria para trás criando assim uma distancia entre nós, e por fim contra armas de longa distancia iria na direção da pessoa em ziguezague e próximo dela rolaria ao chão e em seguida seguraria sua arma par evitar algum disparo.


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MensagemAssunto: Re: Ato II: O caminho da R-evolução   Ato II: O caminho da R-evolução EmptySeg 10 Jun - 16:34

Agnes Zatara
Agnes, logo tinha a sua atenção chamada com uma simples palavra "Governo Mundial", palavra essa que Agnes tinha repudio pelo o que ela representava. Após ter escutado essas três palavras, a jovem rapidamente mudou o seu foco, mesmo ela podendo simplesmente ignorar tudo o que estava acontecendo e seguir em frente rumo ao seu objetivo principal, ela ainda sim mantinha o seu código de sempre ajudar os mais fracos e oprimidos, sendo eles as pessoas inocentes que poderiam e muito provavelmente estavam sendo mortos pelo confronto que veio parar logo na ilha em que Agnes estava.

Seguindo o som de origem da batalha em que estava sendo travada, a jovem Agnes vê em sua frente uma cena horrível que poderiam facilmente traumatizar qualquer pessoa fraca, diversos corpos sendo pisoteados de ambos os lados, marinheiros explodindo as cabeças de piratas com suas longas armas, piratas arrancando membros de marinheiros para facilitar na hora de finaliza-los, e civis morrendo em vão se vendo no meio daquela situação, sendo usadas como reféns pelos piratas porém sendo ignoradas e mortas friamente pelos marinheiros; enquanto tudo isso acontecia, havia ainda os guardas da ilha tentando corajosamente defender os civis/nativos da ilha que estavam sendo usados como defesa pelos piratas; ainda em cima dos seus respectivos navios, via se um capitão pirata e um capitão da marinha

Enquanto Agnes analisa a situação escondida de trás de uma arvore, a mesma acaba por ser surpreendida por um pirata que a pega desprevenido e então puxa para usa-la como escudo humano juntamente com os civis; o pirata possuía adagas arremessáveis e duas adagas sais para pequena distância.
Allen Dorrus
O jovem Allen continuava a se perguntar se aquilo que ele estava fazendo realmente era serio, estava tudo vindo fácil demais, talvez o seu superior sabia que seria fácil e por isso deixou eles em sua mão, mas mesmo questionando tudo isso, Allen escutava tudo o que o agente dizia atentamente; porém, tudo aquilo estava novamente sendo muito fácil, o que o fez desconfiar mais ainda no que o agente dizia. Allen Dorrus já havia sofrido uma traição antes e ele não queria que isso acontecesse novamente de jeito nenhum. Após um breve momento de respostas ao pirata, o jovem revolucionário acerta um soco na barriga do agente, o que surpreendentemente acaba fazendo o agente dar um sorriso de canto de boca para Allen e Wanda e então acaba por explodir, fazendo assim com que os dois revolucionários acabem seriamente feridos graças a explosão que por sorte não os matam.

Abrindo os seus olhos, Allen e Wanda se veem no chão perto da água e cercados por agentes do governo que tem as suas armas mirando neles; por trás dos agentes surge um homem grande e musculoso que aparenta ser o superior de lá - É, pelo jeito aqueles inúteis foram úteis no final, bem que eles tinham a ideia de utilizarem bombas que acionam quando sofrem algum impacto por baixo das suas roupas no tronco. Bem, olá revolucionários! Pegamos vocês no fraga em. - o homem se vira para os agentes e fala -Eles ainda estão fracos e tontos por causa da explosão, apaguem eles.- dois agentes então pegam sacos e asfixiam Allen e Wanda que não podem reagir graças a suas perca de forças.

Ao abrir os olhos Allen vê ele e Wanda presos em cadeiras de metal, estando Wanda ainda desacordada, em um local vazio com apenas uma luz vindo por cima deles e algumas ferramentas em cima de uma mesa. Um homem logo entra dentro da sala e pega uma das ferramentas, o homem então olha para Allen e faz uma pergunta - Sabe, garoto! Eu sempre me perguntei o que se passa dentro da cabeça de um revolucionário, e por ironia do destino aqui estamos nós; ah, e pode me agradecer pois fui eu que cuidei dos seus ferimentos para conseguir abri-los novamente. Então, onde está o resto dos seus colegas? Se você não quiser responder, tudo bem, eu posso perguntar a sua amiga aqui ao lado. -
Capitão pirata :
 

Capitão da marinha:
 
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