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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido

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MensagemAssunto: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyTer 21 Maio 2019, 16:16

Relembrando a primeira mensagem :

Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Aegir Ran Njord. A qual não possui narrador definido.


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Alê
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyQua 05 Jun 2019, 08:32




Maldição. A situação estava pior do que imaginava. Após andar por um tempo que não fazia a mínima ideia do qual havia se passado. — Que diabo é isso?! O que você pensa que está a fazer, sua criatura gigantesca?! — irado, afirmei olhando diretamente nos olhos daquele titânico inimigo. A iluminação do farol havia me ajudado e entender a situação a qual estava ali inserido. Ver meu filho e os humanos que haviam me acompanhado até ali, presos, me incomodava bastante, tanto quanto ver que aquele adversário usava de criaturas vivas, como o Joffrey, para tentar me causar dano. A consequência de tal atitude leviana era a morte das pequenas bolotas de pelo e presas.

— Você irá pagar por tudo que esteve fazendo a essas pequenas criaturas! Irei libertar meus aliados custe o que custar! — em uma afirmação de guerra, apontei em direção à figura de meu adversário, decretando o início do embate. O solo certamente estava molhado, devido as chuvas, a iluminação do farol poderia me auxiliar em ver o caminho e possíveis obstáculos para chegar até o inimigo. Totalmente tomado pela ira, flexionando a região mais rasa de minhas pernas, iniciava uma corrida em direção ao adversário. As criaturas vivas podiam novamente vir em minha direção por seu arremesso, por isso, alternando os lados de corrida, tentaria dificultar a maneira de ele me atingir.

Lado a lado, usaria obstáculos se possível, evitando ser atingido, para que assim, frente a frente com o inimigo, pudesse encará-lo como um verdadeiro guerreiro. Firmando meus pés, forçando minhas pernas, saltaria em direção ao inimigo. — Sofra com minha ira, colosso! — exalando toda minha excitação durante o combate, focaria em suas pernas, não de maneira convencional, mas sim de maneira efetiva para a situação.

Aproximando-me com sucesso de suas pernas, as usaria como apoio. Saltando em direção a uma delas, tentaria a usar de apoio para me dar impulso a outra, que também seria usada da mesma maneira, de lado a lado, para atingir meu objetivo principal. — Soco Especial no Saco Colossal! — afirmaria enquanto golpearia as regiões mais íntimas de meu adversário. Caso fosse atacado por um chute nesse momento, tentaria me agarrar de tal maneira ao material feito por sua bota, ou até pelos no local para não ser arremessado e, ao membro retornar ao ponto inicial, tentaria partir da mesma forma.

Após atingir a região escrotal do mesmo, tentaria apoiar-me em suas vestes, ou até pelo, e escalando suas costas, tentaria aproximar minha subida forçando meu peso em meus braços para tentar-me “lançar” mais acima e chegar ao ponto que havia pensado. Tal ponto seria o ideal para que, caso estivesse próximo, tentaria saltar em direção ao mastro onde as gaiolas prendiam meus aliados e, com um golpe de manoplas, tentaria quebrar as trancas de uma a uma, priorizando a do meu filho. — Eu falei que viria salvar vocês! — certo de minhas palavras, falava seriamente para todos — Muito cuidado! Se estiverem desarmados, apenas se afastem e deixem que eu cuido esse titã. Os demais que estiverem armados me acompanhem! — afirmaria.

Não conseguindo atingir as gaiolas, ou até se conseguisse, tentaria prosseguir em meu ataque. Visando a cabeça de meu inimigo, saltaria em direção a mesma. Concentrando meu foco a água que estivesse em meu corpo, devido à chuva, e até mesmo na água que caía dos céus, tentaria focar a mesma em uma esfera condensada que englobava ambos os meus punhos, juntos, para no fim, tentar aplicar um golpe “martelo”, com um soco descendente com ambos os punhos unidos, entrelaçados. — Shark Hammer Smash! — bradaria após atingi-lo.

Não caindo do mesmo após o impacto, onde se acontecesse, tentaria ao máximo fazer em pé, tentaria agarrar-me a suas vestes e correndo pelo seu corpo, tentaria deixar difícil de ser atingido ali. Tentando cair de costas para me esmagar, me impulsionaria em direção à frente de seu corpo e visaria os olhos do mesmo. — Boa noite! — afirmaria ao golpear um dos olhos, e após isso, visaria o outro.

Sendo jogado longe, em algum momento, tentaria proteger, novamente, minhas áreas mais sensíveis. Para facilitar isso, se necessário, abraçaria minhas pernas e assim tentaria me tornar uma “esfera” maciça, protegendo meu rosto e afins.
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyQua 05 Jun 2019, 17:56


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
Raivoso com a situação que se encontrava, acabou por gritar para aquele gigante. O segundo javali acertava o tritão logo após o grito ter acabado. Este não morrera, ficando estatelado ali respirando rapidamente desesperado pela situação que se encontrava. Aegir gritou novamente, alertando o gigante que este pagaria por aquilo que estava fazendo. Começou a avançar com toda a sua ira na direção do gigante.

Enquanto se aproximava via o gigante pegando mais um de seus javalis, a criatura grunhia desesperada com o que sabia que estava por vir. Os outros javalis tentavam criar distância dele, mas as correntes impediam isso. Além dele manter-se basicamente imóvel pelo fato de ser puxado por todos os lados. O gigante era tão grande que jogava no ar o javali, e o segurava de novo, como se o animal fosse uma mera pedra que iria tacar.

Aegir corria em zigue-zague, mas isso não adiantava muito para não ser acertado. O local era muito aberto, sem nenhum tipo de rocha ou árvore para usar como proteção. Além disso, mesmo sendo várias vezes menor que o gigante, Aegir ainda era um alvo muito grande, principalmente para alguém que provavelmente era acostumado a atacar pessoas.

No meio do caminho foi acertado duas vezes, ambas na região do ombro esquerdo. Na correria e na raiva que estava daquele gigante não possuía tempo para verificar se os javalis estavam vivos. O importante era chegar o mais cedo possível e acabar com aquele ser.

Quando chegou perto o suficiente pulou na direção do gigante, passando por cima dos javalis mais próximos das pontas, e pisando em cima de alguns outros mais próximos do centro do círculo de javalis,para assim chegar nas pernas do gigante. Este não poderia chutar Aegir nem se quisesse, provavelmente acabaria chutando um de seus javalis. O tritão, saltando da perna logo conseguia acertar o saco do gigante que sentiu o impacto e as pernas do gigante fecharam-se prendendo Aegir entre elas numa reação super natural de seu inimigo.

O gigante foi ao chão com Aegir ainda preso entre suas pernas. Porém, claro que ao chegar no chão o tritão conseguiu se soltar. O mesmo foi andando em direção aos olhos do gigante. Os javalis no entanto estavam frenéticos tentando fugir e por isso as correntes impossibilitavam bastante a ida de Aegir até o rosto de seu inimigo. Vendo o mesmo levantando-se logo antes dele poder socar seu inimigo. As correntes iam prendendo aos poucos o tritão no emaranhado de javalis.

PS: Já que ficou confuso para você pelo visto. O gigante estava virando para a esquerda e seguindo a costa, que era onde o farol estava. Não tinha forma alguma de você pular, estando em cima dele, nas gaiolas, sendo que o navio estava na sua frente antes de você partir na direção do gigante.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyQui 13 Jun 2019, 16:47

Malditas correntes. Minha tentativa de ataque complementar havia falhado por acaso do destino. Mas não era motivo para desistência, ali tinha uma boa oportunidade. Analisando o quão corte eram as correntes, tentaria quebra-las para, além de libertar as pequenas criaturas que sofriam, desarmar e liberar a munição de meu adversário. — Estilo Peixão: quebra de correntes! — bradaria ao bater as palmas de minhas manoplas uma na outra. Em seguida agarraria duas extremidades das correntes e assim tentaria quebra-las na força bruta, uma a uma. Tentaria quebrar o máximo de correntes que pudesse antes que fosse interrompido pelo gigante inimigo. Tentando me chutar, tentaria saltar e rolar lateralmente. Porém, se não fosse o suficiente, apenas tentaria segurar o impacto com meus braços, protegendo áreas menos resistentes. Tentando ser agarrado, tentaria usar minha arcada dentaria para golpear sua pele e conseguir uma brecha.

Conseguida, tentaria usar deu braço para seguir correndo em direção a área superior. Um simples movimento do membro inimigo podia me fazer voar longe, então, ainda usando a arcada dentária, se possível, tentaria me prender na pele inimiga, porém, se por algum motivo não conseguisse, tentaria saltar antes para outra região do seu corpo, nunca deixando de focar na área que almejava: sua cabeça. — Criatura horrenda, não pense que desisti de deitar-lhe no campo de batalha! — afirmaria, exalando toda minha fúria perante tal inimigo. Caso usasse de seus braços tentar me deter, tentaria ao máximo saltar para outro local, não deixando de escalar seu gigantesco corpo. — Não tente me impedir! — afirmaria focando minha força em acertar seu queixo em um golpe onde usaria a velocidade alcançada e a força de meus braços revestidos pela manopla. Um belo soco no queixo era meu cartão de boas-vindas. Pensando em como poderia ser o contra-ataque inimigo, tentaria ao máximo não me manter parado, correndo pelas extremidades de seu corpo que me fosse possível. — Para onde está indo, monstruoso titã?! — ao bradar, focaria meu próximo golpe em sua nuca, com um potente soco martelo, usando ambas as mãos entrelaçadas em um único golpe de manoplas. Saltando em direção ao pescoço, tentaria golpear sua nuca com a força de meu peso aliada a minha própria tentativa.

Não conseguindo subir pelo seu corpo, tinha de agir em terra firme. Tentado quebrar o máximo de correntes possível e liberada certa quantidade de criaturas estranhas do mundo humano, correria dando a volta por seu corpanzil, evitando ficar perto de seus pés, para não ser pisado, e longe de seu campo de visão. Meu foco: a parte posterior de seus joelhos. Estando próximo o bastante, tentaria saltar na direção da área e com um soco tentaria desestabilizar o seu equilíbrio. Não conseguindo atingir a área apenas com um salto, tentaria usar sua própria perna como apoio. Aplicado o golpe, tentaria evitar ao máximo ir de encontro as correntes, mas correndo para sua frente, agora, iria enfrentar o adversário frente a rente, em certo momento, com um salto, tentaria atingir seu queixo, esperando que o mesmo estivesse abaixado, se não, alçando-me em suas vestes, tentaria atingir o objetivo, socando seu queixo.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptySex 14 Jun 2019, 03:12


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
Perdido no emaranhado de correntes. O tritão tentava agarrá-las com suas mãos e quebrá-las. Mero engano. Elas não eram tão frágeis assim, seguravam a força de desesperados javalis que tentavam correr por suas vidas. Mas se havia algo que o tritão poderia quebrar, não eram as correntes e sim onde elas estavam presas, no cinto do gigante. Era claramente um cinto forte, com várias tiras de metal que seriam impossíveis para o tritão quebrar de mãos nuas. Porém, as partes onde as correntes se conectavam já estavam bem desgastadas, provavelmente pelo desespero constante dos javalis, o que fazia as correntes rasparem naquela região com muito afinco.

Infelizmente ele só viu isso quando o mesmo já pegava dois javalis, um em cada mão, para tentar esmagar o tritão por ambos os lados. Aegir via-se esmagado, mesmo o gigante não sendo muito bom acertando de perto, o tritão não era bom em desviar também. Enquanto era esmagado, viu o gigante preparando-o para chutá-lo com tudo para longe com sua perna direita. Como o gigante não queria chutar suas próprias mãos e não era acostumado a chutar, acabou por soltar Aegir um pouco antes de realmente executar o chute. O tritão assim conseguiu rolar e ir para trás do atirador de javalis.

Naquela posição perfeita para realizar seu golpe, o tritão saltou e socou a parte posterior do joelho esquerdo do gigante. Como o outro pé do gigante ainda estava voltando do seu chute realizado, o gigante acabou vendo-se caindo de joelhos no chão de forma desajeitada. Onde o joelho direito dele acabou ficando preso e ele sentiu-se caindo, provocando uma joelhada em sua própria barriga. O gigante vomitava um pouco de sangue com aquele movimento.

Aegir então aproveitou aquele momento e correu para a parte frontal do gigante, onde com um simples pulo conseguiu acertar o queixo do gigante. No entanto, ao contrário do que imaginava, este não caia com aquilo, até por estar impossibilitado disso, com o joelho direito dele o parando naquela mesma altura que já estava. O gigante então enfurecido, com seus dois javalis, um em cada mão, começava a bater no tritão como podia com eles, como se eles fossem meramente algum tipo de soqueira que se usasse nas palmas das mãos ao invés de nas costas. Atingindo-o por último com tamanha força que fez o javali e Aegir saírem voando alguns metros, até quase chegarem na água.

O gigante com dificuldade erguia-se. Suas pernas tremiam um pouco. O javali que foi utilizado várias vezes contra ele jazia morto ao seu lado. Igualmente o javali que estava na outra mão do gigante, esmagado pela forma absurda que havia sido apertado, foi descartado como se não fosse nada além de um inseto. Aegir sentia que seu corpo estava machucado, o gigante era absurdamente forte, mesmo não sendo tão resistente quando o tritão. O sangue de ambos ia sendo limpado aos poucos pela forte chuva que caía dos céus.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptySeg 17 Jun 2019, 01:45




— O que é isso? Tão quente, tão vivo, tão... Dolorido. Nunca senti essa... “dor”. Isso é... Sangue?!

Sentindo o flutuar parte de meu corpo naquela imensidão negra azulada em meio a uma tempestade selvagem, meu corpo padecia após o dano sofrido pelo gigantesco inimigo. Era a primeira vez em muito tempo, tempo esse que não tinha noção em minha memória, mas o fato é que a surpresa era um misto de sentimentos que vinha somado a excitação de enfrentar um formidável e doentio oponente.

— Esse não é o fim para você, Aegir. Não importa quanto as coisas estejam difíceis, você tem em suas costas o peso de todos aqueles que já padeceram para você poder estar aqui. Seus ancestrais, seus aliados, todos estão contigo!

Em uma conversa pessoal comigo mesmo, lembrava-me dos meus objetivos e de como havia chegado até aqui. Não era esse o fim que minha história teria. Decidido em mudar o atual cenário, primeiramente tentaria localizar de onde o aparente sangramento viria. Erguendo meu dorso ao sentar-me na beira do oceano, tentaria identificar meus ferimentos como planeado antes de prosseguir. Tinha de identificar a área que estava mais vulnerável em meu corpanzil, para então prosseguir na punição que aquela criatura deveria ter.

Localizado o ferimento, tentaria cessá-lo “tampando-o” com meu punho. Poderia ser impossível, mas tentaria, mesmo que ao fim, a água que escorria por minhas escamas limpasse meu corpo, dando-o requintes rubros de uma batalha intensa. Voltando me então para meu oponente, já ajoelhado, tentaria me erguer enquanto olhava para o mesmo. Eu havia golpeado com certeza, eu sentia isso, certamente havia lhe causado algum dano, era questão de tempo para eu deitá-lo aqui mesmo, todavia, o mesmo acontecia comigo.

— Você foi um bom guerreiro, colosso, mas nesse mundo o tamanho de um guerreiro não se dá por sua altura, mas sim pelo poder que o mesmo exala a não desistir de seus objetivos!

Com a dificuldade necessária me ergueria e, preparando-me para o embate inevitável, recuaria. Não era com vergonha, medo ou qualquer sentimento temeroso, pelo contrário, usaria da minha familiaridade natural para defrontá-lo. Aquelas criaturas do reino humano eram uma mão na roda para a atuação do inimigo, podendo usá-las a distância ou mano a mano, mas não podia reter-me a isso. Em meio a passadas à trás, aprofundaria as bases de meu corpo naquele límpido e puro líquido que dava vida a todo esse mundo. Sendo o mais clichê possível, usaria da água como minha principal “arma” para defrontá-lo.

— Dá água um dia eu vim, para a água um dia voltarei. Deuses deste universo, sei que minha missão terá fim, mas o dia não é hoje. Minha determinação ainda não cessou. Meus braços, minhas pernas, ainda tenho força para continuar e agora, nesse momento, eu lhes peço, não, eu lhes afirmo que a confiança depositada por vocês não irá padecer nesse campo de batalha. Eu, Aegir Ran Njord, a criatura no topo de todas as outras, mostrarei a vocês que estou determinado em alcança-los!

Ressoando minhas preçes em um tom de voz crescente, concentraria minhas forças em me tornar um com o oceano. Tentaria transformar meus braços e pernas em um líquido só, em sintonia com todo o campo líquido ao meu redor. Em silêncio, nesse momento, concentrar-me-ia, esquecendo o mundo caótico no qual me situava. Para mim, o meu mundo era água e para a mesma, seu receptáculo era eu. O escolhido. Respirando fundo, abriria novamente meus olhos, pronto para o prosseguimento.

— Prepare-se colosso. Aquele responsável por julgá-lo, isso o fez e sua pena será decretada! E será a mais justa de todas! A morte!

Afirmando minhas palavras, começaria um ataque. Concentrando ambos os punhos, tentaria acumular o máximo de líquido possível e, jogando-os para cima tentaria levar o máximo de água possível para mais “próximo” do adversário. “Agarrando” o oceano com minhas mãos, tentaria arremessar a água como se jogasse um saco cheio da mesma, em diagonal, ao alto em direção a sua fronte. Em seguida, moldando minhas mãos de globos aquáticos de água moldada, iniciaria minha corrida em direção ao alvo.

Bloqueando as criaturas que vinham em minha direção, tentaria ao máximo sofrer o dano de maneira que minha corrida não fosse atrapalhada ou cessada. Com socos, tentaria estapear as criaturas de maneira que não as matasse, mas sim as jogasse pra longe, esse era meu objetivo até encontra-lo. Com um soco em seu tronco, aplicaria meu primeiro golpe. Focaria minhas atenções e forças em um golpe inicial que abalasse sua estrutura de equilíbrio.

Continuando minha sequência de golpes, usaria do líquido que tentei lançar o mais próximo do inimigo para que assim, moldando-os após saltar em direção ao mesmo, conseguisse formar um glóbulo único de água, formado pela junção de meus punhos e assim aplicasse um soco duplo com meus punhos frontais. O golpe visaria usar uma maior concentração de água, tentando assim condensar mais o dano.

Em seguida, usando os resquícios de água que ainda tinha, tentaria golpear seu queixo de maneira que atrapalhasse ao máximo suas tentativas de retrucar. Com um soco forçando mina força em meus ossos do punho, tentaria golpeá-lo de uma maneira que forçasse meu corpo ao máximo de intensidade e poder, dito como “golpe” final para aquela cena.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyTer 18 Jun 2019, 05:17


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
Com a chuva limpando o sangue de ambos, Aegir se concentrava em achar seu ferimento, o gigante, por outro lado, em pegar um javali para o arremessar. O tritão tampava os cortes em seu corpo, provavelmente causados pelas presas dos javalis. Já o gigante arremessava mais um javali enquanto o tritão começava a falar com ele. O discurso de Aegir foi interrompido pelo javali que o acertou e o empurrou para o mar por completo.

Não era necessariamente algo ruim, o tritão já queria ir ao mar como objetivo inicial. Seu plano foi meramente agilizado. Lá o mesmo começava a falar sozinho enquanto controlava a água a sua volta. O gigante do lado de fora ia se aproximando aos poucos já pegando outro javali.

Aegir jogou uma torrente de água na direção do mesmo e já partia na direção do mesmo para a luta. O gigante se concentrou por um instante na torrente de água, mas notou que era uma mera distração, a água não tinha o impulso suficiente para chegar até ele, no máximo banhar seus já molhados javalis. Assim, o tritão viu um primeiro javali indo em sua direção, sabendo que não conseguiria desviar por completo optou por simplesmente levar o golpe da "melhor maneira possível".

Quando chegou no círculo de javalis, estes abriram espaço para o tritão passar por puro medo, ou quem sabe esperança, se é que animais possuem este sentimento. Chegando nas pernas trêmulas do gigante, mal realizou seu golpe e viu o gigante indo ao chão novamente. Acertou logo em seguida o golpe que queria no tronco caído do gigante. Finalizando com o golpe que desejava no queixo daquela aberração. Naquele golpe o gigante virou-se com força graças ao golpe e caiu no chão com tudo.

Com a chuva caindo ainda, sentindo diversas dores no corpo, viu seu inimigo desacordado no chão. Não estava morto, os javalis tentavam correr, mas não conseguiam. Havia alguns deles até mesmo embaixo do gigante desmaiado. Chorando desesperados naquela situação. Aegir havia vencido aquele ser de tamanho tão anormal.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyQui 20 Jun 2019, 01:47



— Acabou.

Ofegante, sentia a água que pairava nos céus cair sobre meu dolorido corpo. Vendo todo aquele corpanzil caído a minha frente não tinha outra reação a não ser erguer meu braço direito. Essa atitude era um sinal para meu bando, que provavelmente assistia a tudo que havia acontecido. Era um sinal de que a minha presença tinha de ser respeitada, era uma mensagem direta pra todos eles: eu os protegerei com minha vida. Olhando para todas aquelas pequenas criaturas atordoadas e amedrontadas, lembrei de vasculhar toda aquela imensidão de pele que remetia a traços humanos. Questionando-me, mesmo que em pensamento, a existência de humanos tão grandes, procurei por cada centímetro possível daquele corpo os objetos que o mesmo carregava consigo, analisando-os no fim. Encontrando o que fosse chaves, tentaria identificar se eram de alguma tranca que guardava as criaturas em suas correntes. Nada a respeito encontrado, tentaria desvencilhar as correntes para que as criaturas vivessem, livres daquele uso.

— Saiam!

Cansado, bradaria para que as criaturas enfim partissem. Voltando-me para meus aliados, após guardar o que havia obtido, claro que após analisa-los rapidamente, partiria em direção aos mesmos naquela gigantesca embarcação. Seria muito esguio de minha parte imaginar que aquele colosso não estaria com mais aliados ali, porém, atento me manteria até o encontro com as gaiolas. Entraria cautelosamente na embarcação e, uma vez com a chave iria até todas as gaiolas e soltaria quem estivesse preso, priorizando pelos meus aliados. Voltando-me para prisioneiros que não estivessem sob meu conhecimento, primeiramente mostrá-los-ia a realidade.

— Meu nome é Aegir Ran Njord, e como puderam ver, eu derrotei aquele que os prendia. Não quero vos obrigar a nada, porém, a partir desse momento essa embarcação e todos os bens que ele tinha são meus. Satisfeitos em serem comandados e protegidos por mim, não recusarei que vocês sigam caminho conosco, porém, se pretendem se revoltar, partam agora que não os punirei. Entendidos?

Pronto e certo de minhas palavras, soltaria todos os outros, caso houvessem mais presos. Não estando com as chaves em momento algum, procuraria algum meio de quebrar as trancas das gaiolas. Objetos ou com os próprios punhos, libertaria aquelas criaturas daquele local e uma vez soltas, daria prosseguimento a investigação de campo de batalha.

— Averiguem toda a embarcação. Estando em um estado melhor que a nossa, a usaremos a partir de hoje. Mais espaço, mais acomodação, nosso bando irá crescer e precisamos de um bom navio de guerra. Mantenham-se atentos! Me passem um levantamento de tudo que há na embarcação: desde alimentos até seres, de tesouros à armamentos. Quero um relatório completo, lembrando, principalmente do estado da embarcação. Estarei aqui de olho em tudo. Freir! Coordene o pessoal!

Cruzando meus braços, focaria minhas atenções para movimentações estranhas no terreno. Tentaria me manter atento para ataques ou invasões inimigas. Uma vez conseguido algum objeto estranho com o gigantesco inimigo, o olharia nesse momento mais “folgado” enquanto esperava as informações. Tateando o mesmo, tentaria identificar o que seria ou ter uma mínima noção que fosse. Mesmo que olhasse o que tinha de estudar, a ideia de chegar ao Farol propriamente dito não saía da minha cabeça. O fato de imaginar o chicoteador já me ouriçava por completo. Minha ira era tão volátil e maleável que em ondas de raiva meus músculos friccionavam. Uma vez recebido o que havia pedido aos meus aliados, ouviria as informações atento.

— Muito bem. Preparem-se que iremos partir em direção ao Farol. Não podemos nos descuidar, entendidos? Alguém tem alguma ponderação a fazer antes de partirmos?

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyQui 20 Jun 2019, 16:14


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
O tritão venceu a batalha e agora poderia se concentrar no que realmente tinha ido fazer ali, procurar seu filho, bom, já havia o encontrado, então precisava de uma forma de libertá-lo. Por isso começava a vasculhar as roupas daquele ser gigantesco que estava no chão. Apesar de não ser sua intenção, movendo o corpo desmaiado daquele ser para procurar nas vestimentas do mesmo, acabava por libertar os javalis aprisionados embaixo do mesmo. Encontrara poucas coisas ali que pudessem ser úteis, mas o importante, encontrara chaves. Muitas e muitas chaves. Feliz com aquilo libertava os javalis presos e todos começavam a correr com toda a felicidade do mundo por ali.

Aegir então ia na direção do navio que já desejava tomar para si, um simples e bom plano. Ao chegar no convés via que existia uma instalação gigantesca para fazer churrasco e ossos de provavelmente javalis estava espalhados por ali. Libertou seu filho e seus companheiros após algum custo para descer a gaiola da parte superior do mastro. Seu filho estava todo sorridente olhando e gritando vivas para os javalis libertos. O tritão então começava a procurar pela tripulação do gigante, além de outros prisioneiros.

O que não era uma tarefa árdua, pois a outra gaiola estava no chão, perto do timão, se aproximando viu um aglomerado de pessoas felizes com a sua presença. Após o discurso, um dos prisioneiros falou. - Pode ficar com tudo, nós trabalhamos como tripulação dele porque não conseguíamos matá-lo. - A voz de felicidade do homem de imaginar-se livre do gigante era gritante. No entanto, outros pareciam se perguntar se o gigante estava morto, ou se teriam que matá-lo. Alguns pareciam satisfeitos em seguir aquele tritão que libertara os javalis sem pensar duas vezes, outros pareciam querer a liberdade de ficar no farol e pronto.

Abrindo a gaiola viu todos ali saindo aos poucos e ordenou que vasculhassem o navio para procurar por bens. Só que percebeu também que não eram todos que saíam da gaiola. Alguns homens ficavam na ponta oposta de onde Aegir estava. E o tritão percebia o porquê disso com facilidade. Aquele rosto lhe era familiar, não só aquele, como os do lado. O chicoteador estava ali com toda a sua trupe, não estavam com suas armas e estavam assustados com a presença daquele meio gigante tritão a sua frente.

Antes mesmo de decidir fazer alguma coisa, ouvia da voz de seu carpinteiro em um grito calmo do outro lado da embarcação. - Essa embarcação está claramente melhor do que a nossa.



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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyQui 20 Jun 2019, 22:14




As surpresas que o destino me pregava naquele momento era ao menos curiosas, para não dizer satisfatórias. Minha busca pelo chicoteador se encerravam ali, com o mesmo a minha frente. Olhando a situação que o tão procurado homem se encontrara, por completo, o fato dele ter sido preso e derrotado pelo colosso que acabara por cair em minhas mãos, todo esse misto de ódio e fúria logo se esvaíam de meu interior, restando apenas a decepção e mais uma batalha em vão. A vingança ali não rugia tão grandemente e intensamente quanto antes. Para mim, aquele que era o meu tão procurado e aclamado rival havia se tornado apenas mais um naquele mundo.

— Vasculhem esta embarcação e me tragam todo resquício de coisas como pedi! Enquanto isso, terei assuntos para resolver aqui. Mais tarde teremos um julgamento a realizar!

Olhando para os homens que havia libertado, juntamente aos meus aliados, voltaria então minha atenção para o homem que desconfiado olhava para mim. Colocando minhas mãos na grade, inspiraria o mais fundo que minha atual situação me permitia. Apoiando meu corpanzil nas barras de metal, talvez, não sabia ao certo, minha cabeça estava a mil, mas fazendo tal coisa sem que empurrasse de fato a prisão, preparar-me-ia para ter uma franca conversa com aquele inimigo.

— Eu confesso que por muito tempo passei ansiando por te encontrar e arrancar sua cabeça, mas agora, não sinto isso, pelo contrário, não sinto nada por ti. Você é apenas um pedaço de merda humana que não tem serventia alguma para mim ou pra qualquer um que pense em mata-lo. Entretanto, você tem algo que eu quero, por isso você tem alguma serventia. Então, não tenho muito o que falar, apenas quero minhas coisas de volta. Se você não quiser devolver, não tenho problema algum, posso soltar sua grade na água e lá podemos conversar melhor. Entendido? Bem, então onde estão minhas coisas?

Sério, questionaria o paradeiro de minhas coisas da maneira mais fria e insensível possível, coisa que não seria difícil naquele momento. Sem anseio ou pretensão alguma em meu olhar, esperaria a resposta que mais fosse viável para a criatura a minha frente. Era simples: queria minhas coisas. Conseguindo ou não minha resposta bingo, focaria minha atenção para os outros que relutavam em me aceitar, talvez até companheiros de viagem do maldito que havia me nocauteado de maneira suja anteriormente. Caminhando lentamente em sua direção, após deixar todas as referidas gaiolas trancadas, minha conversa seria com eles. Olho a olho.

— Não tenho nenhum objetivo em puni-los, pelo contrário, estou lhes dando a oportunidade de largar seu companheiro, culpado, e viver ao nosso lado. Quem tiver essa escolha em mente, viver largando seu companheiro ao invés de morrer no fundo do mar com ele, se aproximem das portas de suas gaiolas.

Observando quem se dispusera a tal, assentiria com minha cabeça, me afastando das mesmas. Ficando pouco afastado, em pé e calado, restaria até todos os aliados fazerem o que pedi e me passarem o relatório de tudo que haviam encontrado na embarcação, assim como havia solicitado anteriormente. Prontos, ouviria tudo que tinham de falar, além de olhar algo que trouxessem. Prontamente, me dirigiria a criatura que havia pilotado a Roubada da Marinha até então e questionaria o mesmo a cerca do caminho que seguiríamos.

— O que está faltando para prosseguirmos por esse novo mar? Providenciarei tudo para zarparmos o quanto antes. Ah, aliás, obrigado por fazerem o que pedi, agora por favor, todos venham para próximo a mim, de frente para as prisões.

Colocando-os frente a frente com os presos, iniciaria então o julgamento dos mesmos.

— Em nome dos mais poderosos e onipotentes deuses que nos assistem em seu antro de descanso, eu lhes mostro os culpados que serão então punidos. O julgamento dos mesmos já fora feito e irei apenas decretá-los na frente de todos. O seu líder foi acusado de atentado a vida deste bando, tentando decretar o fim da vida daquele que irá reinar e ser o ser superior, acima da cadeia, usando de técnicas sujas e manejos impuros para conseguir o que queria. E seus aliados, aqueles que renunciaram seu líder para tentar viver em uma vida de vergonha, não merecem de fato viver e ninguém melhor que eu, o que está no topo de toda a cadeia decretar as suas punições. Não os deixarei cegos, como me deixaram, não irei deixa-los desacordados, como fizeram, mas sim darei mais umas chances a vocês. Aqui estão vossas chaves. Enquanto suas gaiolas caem no mar, as chaves também cairão. E vocês terão que pegá-las para sobreviver. Derrubem estas gaiolas no mar!

Bradando minha voz em um tom certo e audível a todos, ordenaria que a punição fosse feita. Caso o líder não tivesse me ajudado ou dito onde as coisas estavam, indicaria para deixa-lo por último, soltando um a um de seus aliados que haviam o traído naquele momento.

— Comecem por aqueles que mudaram de ideia tão rapidamente e abandonaram seu líder. Em relação a você, onde estão minhas coisas? Você tem mais uma chance de escapar, então não brinque comigo!

Bradaria caso não tivesse obtido a informação antes. Se realmente tivesse tido êxito anteriormente, eu apenas deixaria que todas as gaiolas citadas antes caíssem. Olhando as chaves, voltaria minha atenção para os que estavam presos ainda.

— Então, lhes darei mais uma chance. Vocês que não renunciaram seu líder no momento que pedi se mostraram companheiros valorosos e entendo se não quiserem me seguir. Lhes darei as chaves para que escapem, porém, o problema é que todas estão juntas e não sei quais são as deles. Se quiserem os salvar, darei as chaves depois, mas a questão é: vocês querem seguir sob a minha bandeira e proteção?

Nesse momento ouviria suas respostas. Prontas, de costas ficaria voltando minhas atenções para meus aliados.

— O que acham? Veem algum problema nessa decisão? Pois bem, antes de tudo, darei um tempo para todos pensarem e absorverem tudo. Vocês — voltando-me para os presos — Esperem mais alguns instantes. Navegador, onde consigo o que você está precisando para partirmos (se de fato faltasse algo)? Ainda não vimos o que tem no farol. Vamos prosseguir até lá!

Indicando com meu punho esquerdo, caso faltasse alguma coisa para pegar antes de partirmos, seguiria. Se tivesse coordenadas de onde minhas coisas estavam, seguiria primeiramente para lá, para assim, depois, ir até o Farol. Procuraria o local indicado pelo chicoteador e, com cautela, tentaria adentrar no mesmo, indo primeiro que meu bando, temendo armadilhas. Vendo que estava tudo ok até então, alertaria sobre a aproximação dos demais.

— Vasculhem tudo e pilhem o que encontrarem. Tudo aqui agora é nosso! Depois daqui, vamos para o farol!

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptySab 22 Jun 2019, 03:23


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
A situação dava uma reviravolta gigantesca na visão do tritão. Estava até mesmo decepcionado com seu adversário. Aquele homem que havia o apagado perdera para o gigante? Quem diria que isso era possível. Com esta reviravolta, Aegir brandia mais uma vez para que procurassem por pertences importantes no navio. Enquanto sua nova tripulação se locomovia, o tritão virava-se para seus antigos inimigos e agora prisioneiros.

Realizou uma simples pergunta e a resposta veio rápida e bem lógica. - No nosso navio. - A voz era do chicoteador e o tom era firme. - Ou o gigante levou, se ele levou eu não sei onde está. - Complementou com a outra alternativa possível que existia por ali. Que também era bem válida levando em conta que eram prisioneiros daquele ser que Aegir havia derrotado.

Apesar da resposta rápida e provavelmente real, o tritão trancava a gaiola e informava que ou eles se uniam a ele ou morreriam afogados com o chicoteador. Diversos deles já se rendiam a Aegir, somente o próprio chicoteador e mais dois ficavam quietos diante daquela situação absurda. O tritão então repousava, apesar das suplicas constantes que ocorriam dos presos ali que não queriam morrer afogados.

Seus novos tripulantes iam trazendo em geral algumas joias. Ouvi de seus novos aliados também que o barco estava bem abastecido em vegetais, mas que simplesmente não possuía carne. O que indicava porque possuíam ali uma churrasqueira onde os javalis eram assados. Do resto, eram itens mais necessários para a manutenção do barco, kit de carpintaria, panelas para cozinhar os bens, lençóis e outras coisas. Valioso mesmo somente as joias que haviam encontrado, e mesmo estas não eram tantas.

Perguntando para o navegador sobre o que precisavam para partir, viu o jovem meio perdido olhando para ele. - Eu não sei. A minha bussola simplesmente está girando como nunca desde que chegamos na Grand Line. - Viu que alguns começavam a rir ali. Falaram que aquilo era normal, que bússolas eram simplesmente inúteis na Grand Line e que precisariam pegar um item chamado Log Pose no farol.

Com aquele problema resolvido, o tritão então voltava-se para os presos que estavam ali e então fazia todo um discurso absurdo. Ordenando que as pessoas jogassem as gaiolas no mar. Viu com relutância alguns de seus novos aliados fazendo aquilo. Percebia também que havia alguma fonte de luz estranha vinda da terra. Os traidores do chicoteador afundavam enquanto ele e os outros dois ficavam no convés ainda só ouvindo entre a chuva seus ex capangas afundando para a morte. Aegir falava com os outros dois sobre salvá-los e sobre eles seguirem com ele. -Não. - Respondeu o primeiro e logo em seguida o segundo, na verdade a resposta deste começava antes mesmo do não do primeiro terminar. - Não. - E assim o tritão via que os dois homens não queriam nem ajudar os que os traíram, como também não queriam servi-lo.

Ignorando aquilo então, virou-se para seus aliados, que ainda pareciam apreensivos de terem jogado homens em gaiolas ao mar. Aegir via a fonte de luz diferente que havia em terra, alguns dos homens que libertou e que não desejaram segui-lo haviam tacado fogo no próprio gigante desacordado. O fogo era fraco porque brigava com a tempestade que estava acontecendo.

Eles precisavam ir até o farol, mas como Aegir precisava procurar pelo seu prêmio no navio do chicoteador, decidiu primeiro passar naquela embarcação que havia sido abandonada na praia. E enquanto se dirigia para lá junto de seus novos aliados e de seus antigos aliados, percebeu que seu corpo ainda estava bastante dolorido de sua batalha contra aquele gigante.

Quando chegou a orla em que seu navio e o navio de chicoteador estava, acabou obtendo uma visão um tanto quanto chata. O navio inimigo estava no mar. Via pessoas que havia libertado em cima do navio.  Via que algumas pessoas estavam até mesmo em cima de seu antigo navio menor, preparando-o para partirem.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 3 EmptyQua 26 Jun 2019, 23:52



Joias, pertences em geral e mantimentos saudáveis, talvez, era o que havíamos encontrado ali. Julgando rapidamente, a ausência de carne podia ser justificada pela outra utilização das criaturas que antes eram arremessadas a mim. Além disso, conversando com o navegador de minha embarcação, descobríamos um fato estranho, que de estranho era apenas para nós. — Vocês estão vendo motivos para risos? — sério, questionei a todos, esperando que minhas palavras não deixasse o piloto envergonhado ou indignado, ao mesmo tempo, em uma cartada só tentava instaurar o respeito a nós ali mesmo. Ali não importava mais. Os fracos afundavam. Os fortes relutavam. Minha missão continuava e não podia perder tempo ali mesmo.

— Por quê estão com essa cara? Isso é o que acontecem com os traidores. Aqueles que traem seus aliados, seus amigos, sua família, são piores que lixo. Na verdade, são nada. Então não se importem com “nadas” caindo ao mar! — interrompendo brevemente minhas palavras, atentar-me-ia para o brilho que crescia de acordo com que o corpo do gigante queimava. O ódio daqueles homens era tanto que a chama de seus ódios superava a água que caía dos céus. — Olhe para fora! Veem aquele fogo? Uma atitude cruel, certo? Tão cruel quanto sentenciar aqueles homens ao mar, correto? O que veremos daqui pra frente será isso e eu serei o responsável para que vocês não tenham esse fim, mas para isso preciso que vocês façam o mesmo por mim. Aqueles que não tiverem certeza de me salvar quando precisar não precisam continuar comigo. Ao fim de nossa aventura, vocês podem tomar seus destinos, não irei fazer nada. Porém, até lá cabe a mim proteger vocês e farei isso com minha vida, se preciso!

Pronto para partir, o caminho seguido com meus aliados fora calmo o bastante para conseguir perceber o quão dolorido estava meu corpo. Analisando-o, parte a parte, tentava identificar as áreas mais afetadas e que teria de ter cuidado, se possível, em futuros embates ali. — Droga! Por quê sempre escolhem o caminho mais complicado? — retoricamente questionaria ao ver a embarcação do chicoteador zarpando. Por sorte, havia uma pequena embarcação de partida. — Me sigam! Deem cobertura! — respirando fundo, correria em direção aos humanos que pensavam em partir de encontro a embarcação em alto mar. Caso a mesma já estivesse na água, saltaria em direção a mesma, tentando nadar até a pequena embarcação e se possível tentaria levantar a mesma, ou ao menos para-la — Vocês não vão ainda. Tem coisas minha naquela embarcação. Vocês — focaria em meus aliados — Não deixem que eles saiam daqui. Se resistirem ou ignorarem as ordens, façam entender quem está no controle. Entendido? Eu vou dar um oi para nossos recém-conhecidos amigos!

Voltando minhas atenções a embarcação que já estava no mar, mergulharia o bastante para avistar a água ao meu redor, ou tentar ao mesmo, enquanto tomaria destino até o amontoado de madeira que dava origem ao nome de embarcação. Pensando em criaturas selvagens, tentaria notar se havia ou não presença de vida próxima, tentando ver outros peixes, tentando assim manter minha atenção a possíveis ataques. Chegando à embarcação, flexionando meus braços na mesma, tentaria alçar meu corpo acima, escalando a mesma onde chegando na borda, tentaria fazer uma maior força para surpreender quaisquer tentativas de ataque surpresa dos mesmos. — Não se mexam! Não quero mais confusão. Vocês têm coisas minhas e só vim pegar isso. Eu derrotei um colosso, deitar vocês não serão impossíveis, então, fiquem ondem estão e me deixem pegar o que quero que vocês seguem vivos. Não pegarei mantimentos, apenas o que me interessa e é meu de direito. Entendidos? — seriamente questionaria a todos ali.

Se ocorresse tudo ok, vasculharia a embarcação atrás das minhas coisas roubadas, além das joias e tesouro que houvesse ali e que pudesse carregar. Caso contrário, tinha de demonstrar que estava afirmando o que havia falado. No primeiro sinal de revolta, flexionaria minhas pernas de maneira que meu calcanhar me desse a impulsão necessária para que, ao flexionar meu braço direito, conseguisse aplicar um soco no tronco do primeiro humano que visse, tentando arremessa-lo para fora da embarcação. — Mais alguém quer ir contra o meu pedido? — sério, questionaria olhando para todos os presentes. Após pegar o que havia vindo pegar, ou ao menos tentado procurar, saltaria ao mar e partiria de volta a terra firme, de encontro aos meus aliados. — Muito bem! Pode liberá-los! — afirmaria, assentindo que os outros humanos fossem de encontro ao seu aliado — Agora vamos até o Farol. Temos que encontrar alguma bússola que nos leve para longe daqui! — afirmaria — Mantenham-se atentos!

Pronto, seguiria até o farol. Manter-me-ia atento ao caminho para possíveis ataques surpresa ou emboscadas. Para a primeira opção, tentaria proteger minhas partes menos resistentes ao mesmo tempo em que tentaria proteger meus aliados. Já a segunda, tentaria salvar o máximo que pudesse, rasgando o que conseguisse com meus dentes e punhos. Chegando no farol, tentaria encontrar alguma bússola ou alguém presente lá. — Ow! Sabe onde consigo uma bússola que funcione? — questionaria, sério e relutante a primeira criatura pensante que visse.

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