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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptySab 11 Maio 2019, 02:07

Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptySab 11 Maio 2019, 13:36

Encapuzados! O Início da Procura!


Lendas... Histórias dispersas pelo tempo. A humanidade tem gostado de recontar as aventuras de heróis e vilões. Esquecendo tão facilmente que somos restos, subprodutos de um passado esquecido. A humanidade era forte, sábia e engenhosa, mas ela nasceu em um mundo impiedoso. Porém, até mesmo a menor faísca de esperança é o suficiente para gerar mudanças. E com o tempo, a paixão, as habilidades, e a engenhosidade da humanidade, a guiou para as ferramentas que ajudariam a criar alguma disputa, a genialidade era o que fazia a diferença. Mas até as mais brilhantes luzes um dia oscilam e morrem. E com isso, a escuridão voltará... Essa lógica pode se aplicar a pessoas normais, mas não para aquela que se tornará a Rainha dos Piratas, Fanalis B. Ria.

Transformada na forma híbrida de minha akuma no mi, ainda com um ou dois ferimentos e parte de minha cauda faltando, enquanto usava o capuz de minhas próprias roupas para não ficar aparente de quem eu era, já que meus longos e belos cabelos avermelhados se destacavam da multidão, olhava para o mar daquele porto onde estávamos, enquanto era acompanhada pelos outros. Como não tinha nada que pudesse ver, ficaria estagnada, com minha sobrancelha direita e as brânquias externas balançando para cima e para baixo algumas vezes, até que diria sem olhar para os outros, ainda decepcionada e encarando a imensidão azul.

- Ooook... Viemos até aqui e nem sinal de encapuzados ou do Urso... O que diabos vamos achar aqui? Sem falar que está cheio de navios da marinha. - Olharia para os outros, especialmente para o Ciborgue e o Macaco, esperando para ver se diriam alguma coisa, mas independentemente do que fosse falado, continuaria. - Escuta, eu não tinha comentado nada ainda, mas, lutamos contra alguns encapuzados no farol, eles tinham um navio suspeito de velas negras, acha que são as mesmas pessoas? Eles tentaram roubar o nosso navio. – Colocaria a mão direita no queixo com o rosto levemente abaixado e começaria a pensar comigo mesma.

“Parando para pensar, até que parece ter alguma ligação, mas por que diabos eles estariam sequestrando pessoas e trazendo para essa ilha repleta de marinheiros?”

Então, ainda pensativa, levantaria a outra mão a frente de meu corpo com o punho fechado e começaria a esticar um dedo de cada vez conforme fosse contando as coisas que tínhamos visto de estranhas até o momento que poderiam ter alguma ligação, apesar de parecerem totalmente aleatórias, isso enquanto falaria em voz alta o nome de cada uma, embora não desse nenhuma descrição mais aprofundada.

- Encapuzados... Um raio enorme... Um Grifo... Navios estranhos... Um Ciborgue... Pessoas sendo levadas para Utopia... – Bateria a mão que usava para segurar meu queixo na mão que estava com a palma aberta após contar as coisas que tínhamos presenciado e concluiria com uma piada ao parecer que tinha chegado em uma conclusão, de forma que gerasse uma gargalhada. – Já sei! Nada disso tem ligação, só podem ser situações isoladas! RIAAAAHAHAHA. –

Apontaria com o indicador para os céus e daria a todos algum caminho para seguirmos, já que querendo ou não, eu era a líder daquele grupo e tinha que tomar alguma decisão, uma tão boa que nos levasse para algum lugar decente onde conseguíssemos descobrir algo, então gritaria ao tirar minha conclusão. – UM BAR! Vamos para um bar beber e comer, não dá mais... Riahahahaha. Desisto de tentar entender esses encapuzados, vamos ter que dar algum outro jeito, certo, Macaco? –


“Qual o melhor lugar para descobrir coisas sobre uma ilha, que um bar? Não é mesmo? Agora... Analisando o que me foi dito e todos esses navios da marinha, lá pode ter marinheiros... Bem, não é como se eles soubessem que Fanalis B. Ria, A Ruiva, estaria aqui, se soubessem, já devia ter uma sirene ou algo do tipo ecoando por toda a ilha com todos preocupados.”

Caso ninguém soubesse do caminho, me aproximaria da primeira pessoa que avistasse, desde que não parecesse ser da marinha e a perguntaria calmamente com minha doce voz, enquanto balançaria minhas sobrancelhas para cima e para baixo algumas vezes. – Sabe onde tem um bar por aqui? – Independentemente da resposta, agradeceria. – Obrigada. – Tomando caminho na direção indicada ou indo para a próxima pessoa, se a anterior não soubesse me informa, o que me levaria a dizer as mesmas coisas até que conseguisse um rumo para algum bar.

Assim que encontrasse algum, sem me importar se chamaria atenção ou não, adentraria o local, esperando que os outros estivessem me acompanhando ao abrir a porta com certa força, se é que teria alguma fechando o local. Depois, se houvesse alguma mesa disponível, me aproximaria e me sentaria, se houvessem cadeiras, do contrário, ficaria em pé mesmo, com isso, faria um sinal para qualquer pessoa que parecesse trabalhar no lugar se aproximar e assim que o fizesse, diria.

- Me traga uma taça de vinho, por favor... –

“Acho que é melhor não revelar que somos piratas, isso pode colocar meus companheiros em perigo, preciso ser cuidadosa nesse quesito. Tenho que colocar na minha cabeça que nem todos são fortes como eu.”

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Então, assim que a pessoa trouxesse as bebidas, daria uma golada e em uma perfeita atuação, diria confiante para a pessoa, mas tomando cuidado para que ninguém mais, além de meus companheiros, escutasse. – Somos caçadores de recompensa, estamos atrás de pessoas estranhas, alguns estão os chamando de encapuzados, você deve ouvir sobre todos os tipos de coisa, poderia nos falar um pouco sobre a ilha também? Mas o principal são esses encapuzados... – Escutaria atentamente o que quem estivesse nos atendendo dissesse, mas sem me desconcentrar dos outros que estivessem no lugar, estávamos em território inimigo e qualquer movimento suspeito, poderia significar uma possível tentativa de nos capturar.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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Dante
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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptySeg 13 Maio 2019, 21:26



Chapeuzinho vermelho? É... Quase isso

Sai lagarto
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O manto negro que cobria os céus atingia seu pico na profunda noite. Pequenas gotículas brancas e brilhantes furavam seu tecido, desenhando estrelas naquela tapeçaria real. E não era disso que se tratava o destino? Uma tapeçaria que delinea nosso futuro e passado, entrelaçando-os com o presente de forma perfeita. Há quem não acredite em destino, há quem possa mudá-lo. Sobretudo, são poucos os que realizam tais feitos. Era possível que a mulher escarlate estivesse destinada a ser rainha? Ou seria ela aquela que mudaria seu destino? Bem, uma coisa é certa; Muitos sucumbirão ao destino percorrendo por essa jornada.

- Olha, é possível. Mas acho que não tem nada a vê... Não posso te dar a certeza, não estive lá, e não sei ao certo o que esses caras querem. - Falou o macaco com o mesmo semblante de dúvida que a ruiva. - Ou, não me chama de estranho não, porra. - Boujin franziu a testa e fechou o punho, raspando a cabeça do Cyborg num cascudo - Olha a boca ein, fala com respeito senão vou te mostra o saco! - Quando ela apontou para o céu, irônica ou fantasiosamente, viu o rosto do mordomo redondo no lugar da lua por dois segundos, e logo isso sumiu assustando-a repentinamente. - A prisão da comida nera boa não. Espero que aqui tenha um xis salada com direito a milho e ervilha extra... - Ela devolveu a risada de sua capitã com um sútil sorriso, então eles seguiram até o bar que o Cyborg havia lhes guiado - Como eu já disse, temos que ter cuidado. Esse lugar tá infestado de marinheiro e agente, esses fela da puta é igual formiga. Tem em todo lugar... - O Macaco riu e deu pulinhos como de padrão, mas embora houvesse alegria e descontração, um sentimento causava desconforto em Ria. Se sentia observada, como se olhos lhe julgassem, e de fato estavam. No caminho percebeu que muitos olhavam na sua direção, mas, diferente do padrão, não olhavam com admiração para sua beleza ou algo assim, apenas encaravam com certo receio e medo em suas faces por algum motivo, evitando passar por perto na rua.


Até que chegaram em um bar bem movimentado. As luzes eram destacadas naquela escuridão, e o barulho imponente no silêncio. Um piano poderia ser escutado alegremente, tal como os passos pesados de dança no fundo e vozes cantarolantes. - Se me lembro bem, não teremos problemas com a lei por aqui. Mas sejam discretos ainda, por favor. - Ele se virou para o macaco, tirou seu boné e prosseguiu - Ah e, por favor, retire isso. - Terminou por puxar com força a parte superior do uniforme do mink, retirando e colocando do avesso de volta, mostrando apenas uma tonalidade branca e leves tons de azul que dificilmente poderiam ser lidos. - EPA! Peraí! Safado, eu uso espada mas não corto pra esse lado não. - O macaco ficou corado mas logo percebeu do que se tratava, gerando uma risada em Boujin e Yue. Então todos eles entraram, e TODOS os outros olharam de volta. O piano parou repentinamente, e um silêncio desesperador acometeu o local.

As pessoas do estabelecimento pareciam ter sua atenção chamada pelo grupo um tanto exótico, um macaco, uma mulher loira e bela com os cabelos soltos depois de tanto tempo, e por fim, algo que não sabiam ao certo se era uma mulher encapuzada ou um demônio. Seus olhares julgavam bastante, principalmente se tratando de Ria. Muitos aparentavam olhar para suas costas, onde precisamente? Só saberia se tivesse olhos nas costas. Mas talvez quisesse deduzir, e não deveria ser difícil. - Eu... Err... - Yue ficou sem palavras, enquanto Boujin murmurou - Olha... Eu acho que fodeu. -

Só tinha a certeza de que chamava atenção e não parecia ser da boa. Quando enfim se sentaram, a música retornou e o clima anterior se amenizou com as pessoas voltando a beber. Não tinha muito a se dizer daquele local, era uma taverna como todas as outras. Tinha dois andares, uma escada lá no fundo qual dava para o parapeito do segundo andar onde haviam mais pessoas bebendo e festejando. Havia um espaço bem grande ali, várias mesas e cadeiras de madeira e parecia bem cheio, mas não lotado. Se sentaram numa mesa que couberam todos sem dar espaço a nenhum estranho, então chamaram o barman. - VinhKKKKKKKKK EU vou querer whiskey. - Falou o Cyborg rindo de canto, enquanto Boujin e Yue também tomaram atitude - Trás aquela ceva TRINCANDO de gelada meu sacro imperador romano. - Ela sorriu sútilmente de novo e hesitou por alguns segundos, mas logo disse - Eu só vou querer um Xis salada completo mesmo, por gentileza. - Não tardou e ele trouxe as bebidas de cada um, chegando o Xis por último. O Mink apenas puxou uma garrafa de 51 e misturou com batida de banana, bebendo num grande entusiasmo sendo tudo retirado da sua mochila-mochila.

- Hmm caçadores não é. A maioria daqui também é assim, nada de diferente por aqui. - Seu corpo saltou ligeiramente para trás quando ouviu a palavra encapuzados, mudando completamente seu semblante para algo mais sério e assustado. Se aproximou falando baixo no meio daquele barulho imenso - Olha, sim sim, eu sei do que estão falando. Mas é melhor não falarmos disso aqui. - Ele olhou para os lados depois de sussurrar e amigavelmente pegou um gole da cachaça com banana do mink. Fez careta, e continuou - Tenho um porão aqui e podemos conversar lá se vocês quiserem. Mas não aqui. - Boujin olhou desconfiado, o mink permaneceu descontraído parecia até estar bêbado já. Enquanto Yue comia seu Xis e o Cyborg apenas cruzava os braços esperando Ria responder. - Eu não sei bem por onde podemos procurar, mas parece que aqui é um começo. -  




OFF:
 

Importante kk:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptySeg 13 Maio 2019, 23:02

Porão! Verdade Reveladas!

Cada vez mais eu via meu precioso amigo pelos lugares, isso já havia acontecido antes, mas achava que fosse pela desidratação, a fome ou pelo ódio que sentia por aquele homem, mas de novo isso? Eu tinha visto o Mordomo de novo ou será que estava delirando, parecia até que a alma dele não havia partido e de alguma forma, estava lá me atormentando, aparecendo hora ou outra, não era como se eu quisesse aquilo ou me assustasse, mas também não era como se eu não quisesse. Não poderia deixar transparecer essas dúvidas para os demais, então, continuaria agindo normalmente, por mais que possuísse diversos conflitos por dentro em relação a minha sanidade.

“Mordomo? O que está acontecendo aqui? Por que eu não paro de te ver? Você está aqui? Porque se estiver, acho que não tem problema... Pode ficar... Pode aparecer quando quiser, eu não vou ter medo, fique comigo e me assombre... Puxe meu pé a noite... MORDOMO?!”

Por mais que não tirasse ele de minha cabeça, agiria normalmente o tempo todo, não deixando transparecer meus pensamentos para com meu amigo, ainda mais para proteger Yue, que parecia estar superando sua morte de alguma forma. Quando o barman falou sobre o porão, piscaria os olhos algumas vezes, estaria surpresa com suas palavras, o que levaria minhas brânquias externas a dar alguns pequenos saltos por baixo do capuz e começaria a falar séria.

- Porão? O que é isso? Algum tipo de armadilha ou filme de terror? Existem infinitos lugares onde poderíamos ir conversar e você quer ir justo no porão? – Daria um sorriso e concluiria mais calma e em tom de deboche. – Tudo bem. –

“Não é como se ele pudesse fazer qualquer coisa contra mim, quer dizer, ele não me parece ser um marinheiro ou um pirata... Não tem porque não confiar em um simples barman. Agora marinheiros e piratas? Tsk. Ah, eu sou uma pirata. Riaaahahahahaha.”

Viraria de uma só vez minha taça de vinho, esbanjando requinte juntamente de uma enorme pose, como se fosse a melhor pessoa do mundo em beber vinho, ao dizer para o Ciborgue com bastante confiança. – Você devia beber algo decente de vez em quando... Essa coisa de beber óleo não pega bem... S2 – Completaria em um tom amável ao dar uma piscada com o olho direito e finalizar com um leve sorriso de canto.

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É claro que não faria isso inutilmente, enquanto falasse isso, sem qualquer som, tentando não chamar atenção, com minha cauda, pegaria a batida de banana do macaco, então viraria meu corpo de forma que não pudessem ver minha frente ao me posicionar um pouco à frente dos demais. Com isso, ainda tentando fazer de forma que ninguém percebesse, daria uma bela golada, experimentando daquela batida que eu tinha ficado com vontade, depois, devolveria ainda com a cauda para o lugar onde tinha pegado, para logo depois dizer não muito alto, de forma que apenas meus aliados escutassem, embora provavelmente com uma voz de enjoo se não tivesse gostado.

- Argh. Vamos logo nesse porão, nos mostre o caminho, aposto que vamos descobrir algo bem maluco lá em baixo, plot twists sempre acontecem em porões! –

“Parando para pensar, acho que eu nunca tinha ido em um porão na vida, deve ser só um lugar cheio de móveis usados, teias de aranha e provavelmente garrafas de bebida, já que estamos em um bar...”

Se avistasse alguma garrafa de vinho dando sopa, a pegaria com minha cauda e colocaria em minha mochila, como se soubesse o que estava fazendo, mas tomando cuidado para não chamar atenção, enquanto falaria. – Vou pegar emprestado. – Por mais que o barman não entendesse do que eu estava falando, na hipótese de ele não ter percebido que eu havia acabado de o furtar descaradamente, para mim, seria mesmo apenas um empréstimo mesmo, já que tinha intenção de pagar algum dia quando conseguisse muito dinheiro.


Assim que chegássemos no porão, se tivesse algum lugar propício para que nos sentássemos, eu me sentaria, colocando os pés sobre a mobília caso fosse possível, para que ficasse de forma mais relaxada, então, começaria a pedir por informações para o barman ou quem quer que tenha nos acompanhado a mais. – Então... Acho que você pode falar agora... – Olharia para os lados, aproximando levemente meu rosto do rosto do homem ao colocar minha mão direita com a palma aberta ao lado de meu rosto e dizer desconfiada. - Nós somos descendentes de titãs e tem um povo nos oprimindo e nos prendendo nesse mundo com a grande era dos piratas, enquanto espera para nos matar futuramente ou coisa parecida? – Começaria a rir daquela situação maluca que teria acabado de inventar. – PPPPPPFFFFFF. RIAAAHAHAHHAHA. Estou só brincando com você, pode falar.  –

“Ele não deve saber de muita coisa, mas de alguma coisa ele deve saber.”

O escutaria atentamente, balançando minha cabeça ao concordar com suas palavras, demonstrando que estaria entendendo tudo que dissesse e realmente estaria, desde que o que saísse de suas bocas fizesse algum sentido. Afinal, se os encapuzados são um problema, assim como parecem ser, dada sua reação quando os mencionamos, essas pessoas estão com a pessoa certa aqui.

Após escutar e entender tudo, daria mais um leve sorriso, tentando demonstrar para ele que havia entendido sua situação, apesar de não ligar muito para os encapuzados ou o que eles faziam com os outros piratas, nenhum além do Urso e de Sabrina, já que eram meus companheiros. Então depois de pensar um pouco, faria mais uma pergunta, dessa vez, sobre o assunto que ele mesmo estava tratando conosco, embora não ligasse muito para sua opinião, só queria o conhecer melhor.

“Eu acho que eu até poderia ser mesmo uma caçadora de recompensa, que dizer, atualmente somos piratas pobres, será que os caçadores são ricos? Depois de salvarmos aqueles dois, eu queria me encontrar com algum para descobrir... Esse Ciborgue é muito mão de vaca, deve ser tão pobre quanto a gente.”

- Qual era o seu no mesmo? – O encararia olhando diretamente em seus olhos com meu olho avermelhado e o outro preto, graças a heterocromia gerada pela minha akuma no mi e completaria, ainda mais confiante e séria que antes. – O que acha que deveríamos fazer? -

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptyQua 15 Maio 2019, 01:36



Chapeuzinho vermelho? É... Quase isso

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O Taverneiro esboçava uma reação de surpresa seguido de risos com a resposta de Ria, largando o copo que havia tomado na mesa - Obrigado macaco. Aliás que roupas estranhas essas, hein? - O macaco sorriu e se distraiu com o homem, respondendo em seu tom de deboche de sempre enquanto Ria se ocupava zerando a taça com certa facilidade. Silver perdeu as estribeiras num instante, arqueando a sobrancelha e se surpreendendo com o tom novo, mas principalmente com a boa aparência da pirata. Não tardou, e alternou seu semblante para um sorriso sarcástico - Óleo? Tá de brincadeira? O gosto de malte é impecável. Sem falar que a porcentagem de álcool é infinitamente superior, tsc. - Ele já havia tomado do copo e como resposta apanhou outra garrafa de Whiskey do Barman, descendo garganta a baixo como um carro sendo abastecido, batendo a garrafa com força na mesa por fim - Imagino que tome vinho pelo gosto doce. Hah, bom, é verdade, sabia que o alcoolismo pode vir de predisposição genética? - Ao terminar de falar isso, o macaco virou-se de novo rindo em escárnio - Macacos me mordam! AQUI ESTÁ O CDF MAIS MUSCULOSO DA HISTÓRIA HUMANA! (E Científica) - Boujin soltava um tiro de espingarda disparando toda a cerveja que estava impregnada em sua boca, molhando toda a mesa ao cair em gargalho, fazendo Jonathan rir sutilmente junto de Yue.

Se aproveitando da cena, Ria surrupiava a batida do macaco e tomava no momento em que estavam distraídos. Ela sentia o aroma da banana impregnar suas narinas brevemente, junto da cremosidade misturada ao teor alcoólico da cachaça agraciando sua boca. Era bom, evidentemente. Mas ainda fazia careta.   

- Ussoé muito gonveniente. - Falou Yue se apressando para terminar o Xis no caminho para o porão, onde Ria derrubava uma garrafa parada com seu semi-cotoco que falhava desta vez. O líquido ia ao chão e se espalhava, quebrando-se no meio daquela somzeira desgraçada de piano, gaita, e gritaria, passando despercebido. Então a escuridão tomou o cenário, e ao porão desceram.



- Cacete, tinha mesmo que ter teias de aranha, poeira e pouca luz, né? - A descrição de Boujin batia perfeitamente com o local, exceto pelo fato de que a pouca luz que emanava daquele lugar parecia estar coberta por caixas de madeira, chegando ao seu auge no fim do corredor. - Sério? - Havia um cheiro estranho no local, além de um sentimento terrível que percorria pelas veias de cada um dos presentes, como se algo de ruim estivesse ocorrendo ali. O cheiro era incenso, e sons de um canto sem significado era ouvido ao fundo. Eram muitas vozes, muitas, e em sincrônia. Suas inseguranças eram tomadas pelo desconhecido, que estranhamente fornecia uma sensação conhecida: Medo.  

No final do corredor, encontraram uma fogueira e cerca de 10 encapuzados ao redor dela. Eles estavam com suas mãos estendidas ao alto enquanto cantavam do fundo de suas gargantas uma canção amedrontadora. Era até estranho ter uma fogueira num local fechado na verdade, já que a fumaça prevalecia por todo o canto. Inclusive, um dos ner-Digo, encapuzados, estava tossindo incessantemente - Porra Marcos, não seria melhor ter feito essa reunião no teu quintal? - Todos reprovavam fazendo um grande SSHHHHHHIU, e o homem mais próximo reprimia a voz juvenil com um tapão na nuca. - Olha só... Eu acho que houve um engano hahaha.... - Riu o Cyborg sem jeito, com sua voz já meio distorcida pela bebida. - Engano? Não não, vocês falaram encapuzados. É aqui mesmo, sejam bem-vindos ao nosso culto ao Deus Cthullu. - Ele abria as mãos e sorria forçadamente, dando passagem. Todo mundo se entreolhava de uma maneira estranha ali, principalmente Boujin e Yue. O macaco tratava aquilo como se fosse uma grande brincadeira, e ele entrava no jogo se sentando sob a luz da fogueira despreocupadamente.

- Meu nome é Carlo e vocês tem sorte. Chegaram bem a tempo do culto e podemos preparar o ritual de passagem já que estamos com tudo aqui. Só vamos precisar de um pouco do sangue de cada um de vocês e de uma faca... - A loira do grupo ficava boquiaberta, enquanto o mink simplesmente estendia o braço e arregaçava a manga com um sorriso. - Olha só eu... - Soluçou, e continuou -  Tenho CERTEZA agora que foi só um engano e... Imagino qu seja milhor sairmos daqui e fingir que nada conteceu... Não quremos causa ninhum incô-Modo - Todos os encapuzados faziam expressões de surpresa e se entreolharam, então Carlo tomou atitude de novo. - Sair? Não Não não, vocês queriam saber dos encapuzados e estão aqui e agora em frente a eles! Ou vocês entram no culto ou... - Todos começavam a se aproximar de uma maneira estranha indo até eles, enquanto o macaco sentado tinha apenas seu ombro tocado de forma não tão gentil.

Ele deixava de sorrir, e todos junto dele sentiam o mesmo sentimento terrível invadir seu espírito e despedaçar suas vontades uma vez mais. - Deviam imaginar que depois de presenciar o culto do verdadeiro deus, não há mais volta... - O Barman estalava seu pescoço e começava a rir insanamente.




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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptyQui 16 Maio 2019, 01:34

Encapuzados! Só Existe Uma Deusa!


Aparentemente as coisas nem sempre são como parecem. Imagine só essa situação, você chega no porão de um bar aleatório, chegando lá, você se depara com várias pessoas em volta de uma fogueira... Sim, uma fogueira em um porão. Depois dizem que estão fazendo uma reunião, escutando isso, qual o seu pensamento? Estão cultuando um demônio? Pessoas não cultuariam uma divindade bondosa em um lugar tão escondido... Mas de que adiantava? Eu não acreditava nessas coisas, então não me assustaria com alguns nerds em um porão.

Desgostosa de mim por ter derrubado a garrafa de vinho aleatoriamente, apesar de toda minha perícia, continuaria fingindo que nada havia acontecido e que eu parecia saber exatamente o que estava fazendo. Mas ao ver aquelas pessoas em toda aquela organização em volta de uma fogueira e orando para alguém, não deu outra, daria um sorriso toda confiante ao começar a criar teorias sobre o que estavam fazendo.

“Olha só, não esperava que começassem a me cultuar... Mas nem para fazer um templo ou coisa parecida... Acho que ainda estão começando com a religião, quer dizer, não tem tanto tempo assim que fiquei famosa pelo mundo...”

Quando escutei para quem estavam rezando, passaria de um sorriso para um semblante tão fechado quanto o do macaco, quanto os outros, não porque estaria com medo ou coisa parecida, mas porque passaria a sentir desprezo com relação a aquelas pessoas que perdiam seu tempo rezando para uma coisa da qual eu nunca nem tinha ouvido falar, quando poderiam estar rezando para mim.

O efeito da bebida aparentemente era insignificante, afinal, não tinha bebido a ponto de me sentir mal, o que poderia ajudar naquele momento, diferentemente de todos aqueles bêbados que me acompanhavam. Olhando com ainda mais desprezo para o barman, que tentava nos obrigar a entrar em seu culto, arregaçaria a manga de minha blusa, deixando meu pulso, então falaria tranquilamente ao oferecer meu braço para eles.

- Ah, então é só dar um pouco do nosso sangue e vamos poder finalmente seguir o... Xibil?! – Deixaria o braço por alguns segundos, mas sem deixar que tirassem uma gota de sangue, o trazendo de volta logo depois com agilidade para perto de meu corpo, já colocando a manga da camisa de volta, caso isso fosse acontecer. – COMO SE EU FOSSE FAZER ISSO, IDIOTA! Riaahahaha. –

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Daria um sorriso malicioso, não era como se temesse aquelas pessoas, mas também não ia ficar parada deixando que me matassem ou tentassem me converter para aquela coisa que estavam seguindo, coisa essa que me levaria a dizer, ainda mantendo meu sorriso, mas em tom de escárnio para com eles. – Por que cultuam esse deusinho inferior quando estou aqui? Qual o problema de vocês? – Assim que terminasse, assumiria posição de batalha, já me preparando para lutar contra aqueles malucos, sendo que sem tirar os olhos deles, falaria para os outros concentrada. – Escuta, bando de bêbados, acham que dão conta de alguns deles? –

“Tomara que consigam pelo menos se manter em pé, não sei se vai dar para proteger todo mundo... Não, no que estou pensando? Sou eu aqui, nunca mais vou deixar ninguém morrer, mas acho que não vou cortar eles, vamos precisar de alguns vivos para interrogar.”

Aparentemente desvantagem numérica era algo que havia se tornado muito comum, mas eu não deixaria que isso me impedisse de atacar ou me atrapalhasse. Se já não tivessem começado tentando me atacar, faria o primeiro movimento, mas se já tivessem tentado, atacaria da mesma forma, realizando meu primeiro ataque contra o barman ao dar um gancho de direita almejando atingir seu abdômen. Conseguindo o atingir ou não, completaria ao pular já realizando um chute contra a sua cabeça, almejando atingir seu queixo em um golpe vertical de baixo para cima com a perna direita, para logo depois o acertar horizontalmente com o pé esquerdo, na cabeça, tentando o jogar para longe.

Se tivesse conseguido o lançar, partiria para o encapuzado mais próximo, do contrário, continuaria atacando o barman. De toda forma, daria mais um chute horizontal, almejando atingir a lateral do corpo de quem quer que fosse, de preferência na altura das costelas, também com bastante força, assim como os outros golpes e mais uma vez, tentando fazer com que a pessoa seja arremessada, mas dessa vez em outros de nossos inimigos.

“Vamos ver, talvez isso funcione...”

Então, seguraria com a parte da cauda que ainda me restava algum dos encapuzados pela perna com cuidado para que ele não percebesse a aproximação, assim que conseguisse, com cuidado para que não soltasse, assim como aconteceu com a garrafa de vinho. Se conseguisse o segurar, utilizaria seu corpo como se fosse um bastão para atingir os outros encapuzados com golpes horizontais, almejando seus braços, abdomens e costelas, de forma que assim que atingisse todos, independentemente de se fossem derrotados ou não, sorriria e arremessaria o corpo em alguma parede qualquer.

Talvez tentassem me atingir com alguma arma cortante para tentar extrair um pouco de meu sangue ou mesmo me atacar com golpes contundentes ou tiros. Nos dois primeiros casos, tentaria sair do caminho dos ataques ao me abaixar rapidamente, pular, recuar ou ir para os lados dependendo da situação. Sendo que recuaria como última medida, primeiramente, para ataques horizontais pularia para ataques baixos e abaixaria para golpes altos. Para ataques diagonais, me abaixaria e me moveria para o lado mais propicio a realizar a esquiva.

A todo momento, faria de todo possível para evitar de que tivessem a chance de mirar em mim, sendo que me manteria sempre com pelo menos um encapuzado entre mim e os demais, o que já dificultaria muito a mira. Sem falar que me manteria sempre em movimento durante os ataques e procuraria sempre sair da mira de qualquer arma de fogo, caso notasse alguma sendo sacada, tendo sempre isso em mente. Além disso, me ateria para que não entrasse no caminho de meus companheiros, não os atacasse e não acabasse me queimando com a fogueira ou o fogo que estavam utilizando para o culto.

“Eles podem ter quaisquer armas escondidas nessas vestes. Melhor tomar cuidado, podem acabar ferindo meus companheiros, é melhor os derrotar rapidamente.”

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptyDom 19 Maio 2019, 04:41



Chapeuzinho vermelho? É... Quase isso

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- Err... Quem é você mesmo? Respeite o meu deus. O nome é Cthullu! - Falou o Barman dando inicio aquele furduncio.

Apesar da bebida não ter sido um male muito efetivo na ruiva, seu corpo ainda não estava completamente curado dos eventos passados e suas forças estavam reduzidas em parte. Sobretudo, ela não estava sozinha. - Bêbado? O máximo que eu fiz foi cuspir cerveja com as piadas desse macaco. - Respondeu Boujin sacando ambas as espadas enquanto que nesse meio tempo o Cyborg era atacado com uma seringa. - Quê? AHAHAHAHAHA - Essa que quebrava simplesmente no toque do braço metálico. É claro, estava coberto pelo seu sobretudo e o que o encapuzado fazia era recuar dois passos com medo. Mas não fugia, não sem antes levar uma só pancada horizontal com o braço do Cyborg, voando até a parede. - Eu tô bêbado, não sem os braços, sua falastrona. - Yue hesitava em parte por não querer ferir ninguém, mas sacava sua adaga e apontava para um dos encapuzados na sua frente, fazendo-o parar. - Olha... Eu não acho que isso precisa ser assim. Só vaza daqui e a gente finge que nada aconteceu - Ela piscava fazendo o homem hesitar ainda mais com o que faria a seguir.

Certo de que nenhum dos dois tomaria uma atitude, Boujin fazia isso por eles girando na direção do homem com as duas espadas levantadas. De primeira, um corte horizontal da mão direita, e ao fim do giro, um outro com a esquerda sendo ambos direcionados ao pescoço levando ao resultado óbvio de jorrar sangue e manchar algumas roupas. Yue parecia não concordar, mas nada falava.
E então a ruiva agiu. Num soco apenas, fez o Barman ser lançado para trás e ir a nocaute junto de mais dois. Em fato, eles eram bastante frágeis, e mais um caiu com apenas um chute nas costelas. Isso se seguiu com ela arrastando um deles com o rabo e batendo com os poucos que restavam, então o macaco atravessou o buxo do último, e mais sangue manchou o cenário.

A fogueira se apagava, e a escuridão tomava conta de tudo. O frescor vermelho que se apossava de suas roupas parecia ser viscoso e vivo, de toda forma, era desagradável. Quando a luz se apagou, seus maiores medos emergiram. Por um momento, podia ouvir o Cyborg e Boujin gritando em desespero, e noutro, tudo o que enxergava era a imensidão dum oceano desconhecido, e ao fundo dele numa tempestade poderosa, uma fera colossal se revelava no intervalo dos trovões que clareavam o escuro céu. Desespero, sentiu em cada camada do seu corpo ao perceber a magnitude daquela fera e que chance alguma tinha contra ela.

Um baque era ouvido, e esse som era conhecido por Ria. Era mais um corpo caindo ao chão. E esse fora o gatilho para retirá-la do pesadelo que parecia estar presenciando no momento, trazendo-a de volta a realidade. Percebera então, que o gatilho era o Cyborg desmaiado no chão com todo mundo confuso e acometido por dores na cabeça. Boujin sangrava pelas narinas e o macaco parecia ser o único de fato saudável ali. - UAAAA UAAA que houve com cês?? - Perguntou em meio ao gemido dos dois que continuavam estavam de pé, e a expressão ainda inerte de Ria. - Puto desgraçado, que merda esse barman colocou na cerveja? - Falou chutando o corpo caído do homem ainda sentindo sua cabeça.




OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptyDom 19 Maio 2019, 14:59

Ladra Exorcista! Queimando Demônios!

Nem sempre entendemos nossos demônios interiores, ainda mais quando eles se tornam criaturas mitológicas enormes que avistamos no meio do oceano de dentro de um porão, se é que isso é realmente possível. Para mim, aquela ilusão ficava clara, apesar de me surpreender ao manter os olhos bem abertos encarando a criatura e esperando para ver o que ela faria e se é que faria alguma coisa.

“Mas o quê? O Deus deles realmente existe? Isso deve ser algum tipo de alucinação.”

Ao despertar do transe, colocaria a mão sobre o rosto tentando entender o que tinha acontecido, mas aparentemente não precisaria me preocupar com o que quer que fosse, já que aparentemente todos estavam bem, mesmo tendo visto aquela coisa juntos. Me aproximaria de Boujin, já colocando as mãos em seus ombros e tentando entender como estava a sua situação, o perguntaria, tentando o passar segurança.

- Ciborgue, acenda a fogueira! Boujin, está tudo bem com você? Você gritou e está sangrando... Acho que eles nos drogaram... E o resto de vocês, está tudo bem? – Olharia para baixo, mais especificamente para o corpo do barman e continuaria. - Mas isso é muito estranho, apenas mencionamos sobre os encapuzados depois de pegar as bebidas, então é como se o barman tivesse o plano de nos drogar antes mesmo de saber o que queríamos ou quem éramos... –

“Não podemos deixar eles jogados aí de qualquer jeito...”

- Me ajudem a achar uma corda, vamos amarrar eles. – Diria isso já revistando os corpos, procurando por seringas do que tentaram utilizar antes no ciborgue, qualquer coisa de valor como joias e dinheiro, além de qualquer coisa que pudesse nos dar alguma informação sobre a ilha ou ser útil como um isqueiro ou uma carteira, colocando tudo em minha mochila. Depois de os revistar completamente, ajudaria os outros a achar alguma corda e amarrar todos os encapuzados entre si ou os deixaria sentados formando um círculo, estando todos eles lado a lado e de costas uns para os outros, além de remover seus capuzes para identificar seus rostos, inclusive máscaras, se tivessem alguma.

Os deixando organizados, mas sem uma posição para tramar qualquer coisa, diria para meus companheiros. – Escuta, em cem porcento das vezes que tentei interrogar alguém, não deu certo. Algum de vocês é bom nisso? Eu quero saber se eles não sabem dos encapuzados de verdade e o que podem nos dizer de qualquer coisa estranha que tenha acontecido na ilha nos últimos tempos. – Independentemente da resposta dos outros, não teria escolha, me aproximaria do barman e o encararia por alguns segundos.

Daria de ombros e atingiria o homem com alguns tapas com minha cauda em suas bochechas para que pelo menos ele acordasse, já que parecia ser o principal naquele grupo de cultistas da divindade sei lá quem. Assim que conseguisse fazer com que ele acordasse, me sentaria em qualquer mobília que tivesse a minha disposição e o encararia, dando alguns breves momentos de silêncio para que ficasse clara minha superioridade para com ele, então, brincando com minha foice em mãos ao girá-la algumas vezes, o perguntaria sobre o que queria saber com um semblante bem mais sério que o comum.

- Então... Você sabe algo sobre os encapuzados? Viu ou ficou sabendo de algo estranho acontecendo na ilha? E não me venha com essa de que você só conhece esse grupinho satanista de vocês... –

Escutaria o que o homem teria a dizer, se não dissesse nada, olharia para os outros, para ver se mais alguém tinha algo a falar. Se mais ninguém tivesse nada a acrescentar, me aproximaria do barman e aplicaria mais um potente soco em sua face para que o mesmo desmaiasse mais uma vez, isso se ele não estivesse amarrado, se estivesse, simplesmente o deixaria lá com os outros e me aproximaria de meus companheiros, levando o que tivesse pilhado de seus corpos. Ao me aproximar, diria para todos.

“Eles tentaram matar meus companheiros, isso não pode ficar assim!”

- Pessoal, eu não quero saber de rituais acontecendo aqui com pessoas inocentes sendo sacrificadas assim como tentaram fazer com a gente... Vamos acabar com esse lugar! Ciborgue, me ajude aqui, vamos destruir esse bar. –

Começaria a pegar garrafas de bebida e as jogar de forma que se quebrassem, espalhando o álcool pelo chão, os móveis e as paredes do lugar, então pegaria algum pedaço de madeira da fogueira ao falar para os outros. – Vamos sair daqui! – Assim que todos os meus aliados tivessem subido pelas escadas, quando estivesse subindo, arremessaria o pedaço de madeira em chamas no álcool, incendiando todo o lugar e esperando que o fogo se alastrasse por todo o bar posteriormente.

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Então, deixando todos aqueles encapuzados para trás em chamas, voltaria para o ambiente do bar, analisando se algo tinha mudado no tempo em que fomos para seu porão. Caso estivesse tudo nos conformes, me aproximaria das bebidas como se soubesse exatamente o que estaria fazendo para não chamar atenção, já pegando três garrafas de vinho e procurando atrás do balcão para ver se encontrava algo, o mesmo que havia procurado nos corpos dos encapuzados, principalmente o lugar onde era guardado o dinheiro arrecadado pela venda de bebidas no bar. Tentaria ser o mais rápida possível, já que provavelmente a fumaça e as chamas tomariam conta de tudo rapidamente.

Com isso, me aproximaria dos outros, levantando os braços um pouco e diria normalmente, dando um sorriso despreocupado. – Acho que entramos no bar errado... Vamos tentar outra coisa, não tem jeito... – Se tivesse conseguido algo de valor ou que indicasse algum caminho, bateria em minha mochila levemente ao falar sarcasticamente e rindo da situação. – Pelo menos não saímos de mãos abanando, não é mesmo? RIAAAHAHAHAHA. –

Então sairia do bar, olhando para o céu e me imaginando abraçada com o Urso, enquanto procuraria a luz da Lua para ver se encontrava. “Onde será que você está, Ursinho-kun?”

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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptyQua 22 Maio 2019, 01:32



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Aquela série de eventos transcorria de uma forma um tanto quanto rápida e difícil de acompanhar. Logo que deu-se a alucinação, teleporte ou o que quer que fosse, a ruiva foi ao chamado de socorro de seu companheiro. - Eu não sei, não consegui compreender. Só... Só percebi uma grande fumaça negra engolindo tudo, tudo. E então ele falou algo. Mas eu não entendi o que quis dizer. - A conversa se seguia com mais dúvidas carentes de respostas - Mas isso é muito estranho, apenas mencionamos sobre os encapuzados depois de pegar as bebidas, então é como se o barman tivesse o plano de nos drogar antes mesmo de saber o que queríamos ou quem éramos... – Yue se levantou de onde estava sentado, e ainda tremendo guardou a adaga - Ou talvez não tenham sido drogas. Foi muito repentino isso. Você viu algo também, Ria? - Hesitante, mas ainda assim, ela perguntou. O macaco parecia perdido, como se nada tivesse acontecido com ele. Descontente, gritou - UAAAAAA Vamo sair logo daqui macacada acho que caguei nas calça. - Balançou a destra no seu traseiro tentando fazer ventinho.

No fim, todos exceto o cyborg caído concordaram em amarrar os cultistas partindo da iniciativa do símio que retirava uma corda da sua mochila-mochila. Em poucos minutos a ruiva estabefava o barman fazendo-o retornar a consciência ao custo simples de um rosto vermelho e inchado. Antes que ela falasse o que planejava, era como se sua traqueia travasse, e algo terrível começasse a engasgá-la com suas próprias palavras. Não conseguia falar, não conseguia gritar e tampouco respirar. Por alguns poucos segundos aquilo tornou-se num grande desespero, mas foram longos segundos. - Isso não sairá impune... Eles sabem. Ele sabe - Ouvia uma voz rouca e frágil, mas era conhecida - Você me abandonou e fugiu, e eu confiava em ti. - Ela perambulava de um lado para o outro na cabeça de Ria, como se estivesse se movimentando em sua cabeça de um ouvido para o outro. - Sua covardia, sua ganância, será o seu motivo de queda um dia. E eu estarei lá para ver o tropeço - Um toque suave no ombro da ceifeira era sentido, eram as mãos macias de Yue. - Ria? - Assustada ela suspeitava algo de estranho ocorrendo, e o som se dissipou e sua respiração voltou. Ofegante ainda, ela tentava falar e sua voz saía rouca e baixinha. Não era nem um pouco ameaçador para o interrogado.

Mas ele respondia mesmo assim. Só talvez não fosse o que queria ouvir - Não somos satanistas. Meu grupo preza um deus verdadeiro e colossal. Você deveria nos soltar enquanto ainda pode. Eu posso te dar essa chance, mas não vou falar de novo. Aproveite e faça a escolha certa, ou se arrependerá. - Então ele fechou seus olhos e abaixou sua cabeça, sendo surpreendido pelo barulho de tecido sendo rasgado. - Fale de uma vez o que ela quer ouvir. Chega de enrolação, cacete. - A espada dele havia atravessado mais uma barriga, dessa vez, bem ao lado do Barman pegando um dos encapuzados que agonizou e morreu. O tom sério do macaco era algo novo para todos ali, realmente era estranho vê-lo assim e até mesmo o inimigo sucumbiu às suas vontades. - Eu não sei! Não sei de nada sobre isso, alguns homens. Sim, sim, alguns homens eles, bem, eles aparecem por aí às vezes de manhã às vezes de madrugada. Parecem carregar sacos grandes que eu arrisco dizer que já se mexeram uma vez. Eles sempre veem do porto, mas eu nunca soube para onde se abrigam. É tudo, isso é tudo. - Sua postura fria era quebrada completamente, e após falar sem qualquer pausa ele ficava ofegante e suado pelo nervosismo.

No fim, o que Ria conseguia retirar de todos eles fora no máximo 1 isqueiro e duas seringas. O líquido era branco, e a outra, estava vazia. O Cyborg permanecia no chão, depois de todo aquele interrogatório ele permanecera desmaiado lá após a mudança repentina de cenário. Boujin tomava seu lugar e ajudava a derramar diversas bebidas com álcool no lugar. E então eles saíam, enquanto que o Cyborg era arrastado pelos cabelos nas mãos do Símio. Quando Ria tentou acender seu isqueiro, o fogo apagou-se repentinamente. Tentou acendê-lo de novo, quem sabe, mas outra vez mais ele se apagaria. E se tentasse uma terceira vez o fogo surgiria, e a tábua seria jogada. No momento em que tocasse o álcool, tudo explodiria em chamas. Mas no fim, a explosão retornaria ao zero no mesmo pouco tempo que levara para se expandir, e um urro ensurdecedor seria ouvido enfiando-se em seus cérebros violentamente. E então tentáculos gigantescos quebraram o chão e forçaram todos a sair dali às pressas.

Yue, Boujin e até mesmo o macaco gritavam de desespero. No entanto, quando a luz se fez, ninguém do bar percebia o medo em seus rostos. Sequer notavam seus gritos. Eles apenas continuavam a cantar e ouvir, e é claro, a festejar. A capitã conseguiria reagir como esperava, e rir, como imaginava, depois de tudo aquilo?



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MensagemAssunto: Re: Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados!   Chapeuzinho Vermelho! A Exterminadora de Encapuzados! EmptyQua 22 Maio 2019, 22:16

Loucura! Demônios Da Ruiva!

Às vezes é como se as pessoas que nos deixaram ainda estivessem do nosso lado, podendo ser até que consigamos escutar essas pessoas de alguma forma, desde que alguma forte ligação seja estabelecida, por mais que não nos provoquem nada, talvez escutar o seu nome sendo chamado, sentir uma respiração em seu ouvido... Mas aquilo? Aquilo já estava ultrapassando os limites e chegando em um nível completamente diferente, quer dizer, era a voz do Mordomo, mas estava... Diferente! Ele não me parecia ser o tipo de pessoa que me falaria tais coisas, não em minha mente, por mais doentia que fosse aos olhos dos outros.

Por sorte, eu sou extremamente habilidosa na arte da atuação, então, não havia situação da qual não conseguia sair bem ou pelo menos por cima. Quando questionada por Yue, viraria o rosto para ela com um sorriso, fingindo que nada estava acontecendo, por mais que tivesse ficado parada alguns segundos e a responderia calmamente.

- Não é nada, eu só estava pensando em uma coisa... –

“Eu não tenho certeza de se fui drogada e nem o que está acontecendo, devem ser drogas, esses idiotas colocaram algo no vinho que me deram...”

Depois de ter tentado incendiar o lugar e ver os tentáculos saindo de sabe-se lá aonde, ao me juntar com os outros e ver que nada tinha mudado no ambiente do bar, sorriria dando um beliscão em meu próprio braço para ter certeza de que não estava sonhando, fazendo um simples teste com a dor pra ter certeza se aquilo era real. Feito isso, sorriria de leve com algumas piscadas e diria rindo em tom de ironia, já que aquilo não fazia o menor sentido e ainda tinha me atrapalhado a colocar o fogo.

- Vocês também viram um tentáculo gigante, não viram? Ou eu estou ficando louca? –

“O Mordomo só pode ter sido loucura, quer dizer, ele já morreu... Eu mesma vi, mas e aquilo do fogo se apagando? Talvez uma Akuma no Mi?”

- Tomara que eu não desça lá e veja o tentáculo fazendo coisas indecentes com aquelas pessoas. Pffff. RIAAHAHAAHA. Imagina? – Daria uma gargalhada enquanto falasse sobre essa possibilidade, já quase sem me segurar.

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Apontaria para o chão ao dizer calmamente. - Não tem jeito, eu vou conferir, esperem aqui! – Então pegaria uma tocha, vela ou qualquer coisa que visse no bar que gerasse alguma iluminação, colocando fogo no objeto caso necessário e começaria a me locomover pelas escadas com muito cuidado, prestando atenção para não cair. Me aproximando do grupo o máximo que pudesse, sem cair ou ficar no alcance de tentáculos gigantes, observaria a situação.

Com a exceção de que houvesse um abismo onde o tentáculo quebrou o chão, onde simplesmente subiria de volta para me juntar aos outros, eu atearia fogo no porão. Querendo ou não, eu tinha que apagar aquele lugar, não queria que aquelas pessoas ficassem pegando pessoas indefesas no bar para fazer vai saber o quê, então, da mesma forma que antes, tentaria colocar fogo no lugar ao jogar garrafas de bebida que se quebrassem pelo chão e nas paredes e depois ascender com cuidado para não me queimar, até que conseguisse ou percebesse que seria impossível de colocar fogo lá, enquanto pensava.

“Não posso correr o risco de que existam satanistas que não estavam aqui e decidam continuar com o legado do Deus deles... Por sorte era eu, mas e se fosse alguma ruiva qualquer?”

Então, voltando a me juntar com os outros, independente do que tivesse feito, fecharia a porta que ligasse o bar ao seu porão caso houvesse alguma, já falando para os outros calmamente. – Vamos sair daqui o melhor é irmos para o porto. -  Então como havia planejado, pegaria duas garrafas de vinho, todo o dinheiro que guardassem atrás de seu balcão e sairia do lugar como se soubesse exatamente o que tinha feito e nada de errado tivesse acontecido.

Se chegasse nesse momento, no caminho para o porto, falaria para todos em um tom alto o bastante para que apenas eles escutassem, sempre olhando para frente, mas, atenta para qualquer um que passasse pela rua, encarando cada pessoa nova que entrasse na vista, já que poderia ser uma das pessoas que estávamos procurando. – É como eu pensei, eles passam pelo porto mesmo, não podemos enfrentar nenhum de frente, não os conhecemos e pode ser que sejam casca grossa... Se virem algum encapuzado estranho, avisem os outros e vamos segui-lo! –

“Pode ser arriscado desperdiçar qualquer oportunidade de encontrar o Urso, acho que o ideal é ser cautelosa agora, se eu simplesmente chegar matando o encapuzado, isso pode acabar com tudo e colocar o Urso em perigo. É isso, deve dar certo.”

Andaria até o porto e me sentaria lá para esperar e ver se avistava alguém que batesse com a descrição, se avistasse algum encapuzado, faria um sinal para que os outros disfarçassem ao colocar a mão direita aberta na frente dos outros e apontar para o suspeito. Assim que achasse que poderíamos o seguir, sorrateiramente, mais uma vez com a mão direita, apontaria para cima e depois na direção que fossemos seguir, tentando evitar de nos aproximar muito e sempre utilizando becos, barris, caixas, pessoas e o que mais tivesse na rua para parecer que não estávamos seguindo o encapuzado, além de sempre nos manter a uma distância segura de sermos notado, tentando evitar isso ao máximo.

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