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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang

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MensagemAssunto: Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang   Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang EmptyQua 08 Maio 2019, 19:23

Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Wolfgang Luna. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang   Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang EmptyQui 09 Maio 2019, 16:10


Os pulmões já se enchiam rapidamente de ar na primeira inspirada que conseguia sentir. O peito estava tomado pelo mal estar crônico que acompanhava a mente e coração do jovem poeta-ator desde cedo. Aquela dor com ar de previsão, ansiosa e depressiva, por perder-se em confusões de falta de estabilidade. Sua vida era de ciclos, sempre aliados de desgraças, e havia desenvolvido já um certo senso de quando tudo viria a baixo novamente e teria de buscar novos pilares sólidos para se reerguer.

E lá estava ela, Wolfgang Luna, sem saber como, sem saber porque, mas salva mais uma vez - infelizmente (?) - da morte que parecia negar-lhe o seu abraço de conforto, no seu manto estrelado que tanto aspirava a se deitar. E quando se dava conta, também já não tinha os "camaradas" da companhia. Já não tinha ninguém, e sequer sabia se tinha a si próprio.

Não tinha. Os pensamentos como espíritos assombrosos lhe corriam de uma ponta a outra da cabeça, ricocheteando em suas paredes e afetando-lhe o cérebro quase que por completo. Era dor, era mal. O gosto era quase como insegurança da vida - parecia que a perderia em qualquer instante.

Mas ficar abaixado, perdido, sem reação além do sorriso que já lhe vinha estampando o rosto em quase todo momento, claramente não o levaria a lugar nenhum. Talvez levasse a morte em alguns dias, quem sabe semanas, tudo a depender das condições do ambiente onde estivesse. Mas era dor demais para ter que esperar tanto. Já estaria morto por dentro muitos dias antes.

Sendo assim, a musa tinha de se levantar. Os pensamentos ecoavam como se seu crânio fosse uma caverna com uma acústica louca. Doía, sim, doía, mas não lhe sobrava outra opção. Os primeiros passos depois de se levantar seriam vagarosos, e os olhos, pela primeira vez, rodariam o entorno em busca de alguma informação. Qualquer que fosse. Só precisava de alguma referência.

E a partir dai se faria. O peito estufado, o ar de um lorde apesar de estar um derrotado, as roupas talvez amassadas, mas bem ajeitadas. O padrão clássico de Wolfgang Luna; Com passos mais acelerados que o normal, mas não chegando a corrida para não perder a pose típica, estaria com a atenção voltada a um lugar, qualquer que fosse, onde pudesse conseguir algo para suprimir a si próprio. Uma loja onde pudesse encontrar cigarros a venda, talvez. Um bar para pedir uma bebida forte e senti-la subir tão breve. Quem sabe algum posto de venda de substâncias ilícitas, que fossem.

E ao entrar ele logo lançaria olhar buscando quem pudesse fornecer o produto de seu interesse para si. - Venda-me, ser. - Logo apontando para seu alvo, com o sorriso na face. Infelizmente, como estava, não raciocinaria sobre preço ou valoração, pagando o que quer que fosse - dentro das possibilidades de seus 50.000 berries. É claro que não insistiria pelo preço maior, mas não o questionaria se fosse o caso. Caso houvesse ainda outro item a ser necessário, como por exemplo fósforos para acender cigarros, apontaria logo em seguida para este, e complementaria. - Este também. - E pagaria, ainda sob a mesma lógica anterior.

Tão logo obtivesse, possivelmente deixaria o local (considerando se fosse uma loja, mas não no caso de um bar, por exemplo) e, independente de tê-lo feito ou não, prepararia e usufruiria do fruto de sua compra. Beberia, fumaria, se entorpeceria inteirinha, só pra sentir a cabeça como em um estalo começando a se organizar.

Pós isso, permitiria-se então contemplar de forma mais racional o ambiente a sua volta, tentando assim apreender algo que pudesse lhe servir de referência para os próximos passos que daria.


Observações:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang   Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang EmptyDom 12 Maio 2019, 15:13

Takamoto Lisandro Boa Tarde



Os sons do mar ricocheteavam nos ouvidos do artista, as ondas batiam na areia, o barulho parecia ser uma soda sendo aberta, espumante e refrescante, batiam mais uma vez agora mais forte jogando água salgada na cara adormecida de Luna. Ao seu lado, seu fiel amigo esfregava sua calda na cara do humano que fungava tentando respirar, ainda estava molhado e cansado, o seu sono apenas tirou sua alma das mãos do ceifador e não relaxou seu corpo que debruçou no chão da ilha desconhecida antes de levantar, ou pelo menos tentar, seus braços não se erguiam quando tentou se levantar os usando como apoio. O guaxinim observou o esforço de seu mestre mais duas vezes antes de enfim vê-lo de pé e perfeitamente bem para carrega-lo em seu ombro, com suas pequenas patas subia nas pernas, coxas, costas e chegava em seu grande objetivo, os ombros de Wolfgang.

Batia mais uma vez sua calda felpuda na cara de Luna retirando o excesso de areia do rapaz que nem mesmo ligava para sua situação atual, era rotineiro perder seus propósitos e quase morrer por conta de sua estupidez. Sua mente não passava de um sistema de engrenagens onde faltava uma peça na região valorizadora da vida, seus atos de indulgência eram apenas o uso de drogas para entorpece-se, ele vivia em uma ilusão criada por si próprio. Seus passos eram vagarosos e tímidos, seus olhos turvos não percebiam a amplitude do cenário, havia começado em uma praia e agora estava em uma planície esverdeada com o tinido da brisa a esvoaçar entre seus fios castanhos, só foi enxergar direito depois de alguns segundos vigiando a arvore gigante de folhagens vermelhas no centro daquela ilha. Havia uma floresta a sua frente, seus passos já estavam mais ligeiros do que antes, suas pernas antes bambas se acostumavam com o peso do corpo do rapaz. O sol antes suave se escondia entre as folhagens daquela região, apenas feixes de luz passavam por aquela prisão de folhas escuras e verdes, existiam pequenas árvores e outra maiores.

Passava cerca de minutos andando e nada de encontrar qualquer tipo de civilização, animais rodearam o jovem por curiosidade, seus trajes finos eram requintados mesmo molhados, mais alguns passos e se deparava com uma área desmatada. As arvores faziam um círculo em volta daquele lugar, o sol se libertava totalmente irradiando rochas que mais pareciam lápides e em frente delas um buquê de lírios vermelhos. Se aproximava das duas lápides e uma flecha voava em direção a sua cabeça, porém passava de raspão e acertava o tronco de uma árvore. – Você! Quem és? – Uma criança em torno de 13 anos saia das sombras apontando uma flecha para o atirador, usava uma saia de pelagens rusticas de animais e em sua testa uma faixa com duas penas, possuía dois traços de tinta em cada bochecha e seus olhos eram da mesma cor de suas mechas encaracoladas, tons de azul cinzento. – Fala, tu! – Esticava a corda do arco. – Diga!


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MensagemAssunto: Re: Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang   Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang EmptySeg 13 Maio 2019, 14:43

A dor da depressão é terrível. Não haveriam metáforas ou outras figuras de linguagem suficientes para descrever o desejo infinito de atentar contra a própria vida, travado apenas pela sua própria consciência de auto-preservação. Era como se seu corpo, sua mente, pedissem aquilo. Toda esperança fora-se, e agora é só ele, e não consegue sequer confiar em si mesmo.

Mas no instante em que os olhos cansados de Wolfgang encontraram algum ambiente diferente ali, a lembrança de lápides, e as flores complementando o ambiente fúnebre. Por um instante pareceu até minimamente engraçado, mas de uma forma primitiva de mais, considerando o desespero que tomava conta da mente da artista. Só pedia por uma fuga, uma fuga única que fosse. A própria flor, quando viu, por um décimo de segundo creu que podia ser alguma substância. Ilusão. Pura ilusão.

E quando a flecha passou ao seu lado, tudo que ele desejou foi aquela ponta atravessando sua testa e matando-lhe de vez. Mas como a morte parecia gostar de seu jogo com ele, a flecha passou ao seu lado, e não o atingira. O autor, um jovem menino, surgira, e com o sorriso no rosto Luna o encarava. Um semblante majoritariamente simpático, mas com um fundo, bem no fundo, um desespero infernal. Era nítido somente em seus olhos, mas estes quase não apareciam por detrás dos cabelos.

Muitas perguntas, mas pouca racionalidade para sequer respondê-las. Compreender, de alguma forma, compreendia, mas a força de vontade que precisava para falar naquela condição levaria um tempo para criar. Assim, com seu corpo já todo virado na direção do menino, as mãos naturalmente nos bolsos da calça, e sem esquecer do sorriso, seus passos vagarosos reiniciariam. Os olhos, involuntariamente vazios, contemplavam aquele pequeno ser com toda atenção por um instante.

Quase que por instinto, os pés da musa estavam preparados, e o tronco pronto a envergasse a necessidade. Assim, caso realmente acabasse tendo algum projeto disparado contra si, como resposta quase involuntária, rápida, teria suas pernas minimamente flexionadas para então liberar sua energia em um salto para o lado, permitindo que as próprias pernas acompanhassem uma rotação lateral para escapar com mais precisão do que atentava contra ela. Basicamente, um side flip, baseado nas acrobacias e em sua velocidade de evasão. E alias, um não, mas quantos fossem necessários, enquanto se aproximasse do garoto.

Particularmente também não imaginava quando estaria próximo o suficiente para conseguir projetar as palavras para fora de sua boca, de forma curta e rápida. - Wolfgang. Luna. - Mas passados alguns segundos forçaria o soltar. - Me leve a cidade. - Sem perder o sorriso, as vistas se estreitariam, em expressão do sofrimento. - Por favor.

E bem, se conseguísse ajuda com aquilo, se permitiria ser ajudada. Com poucas palavras, como já citado antes, buscaria qualquer coisa que pudesse satisfazê-lo. Não dando nada certo, contudo, poderia seguir seu caminho em busca desesperada assim que notasse que não daria. Não sabia exatamente o que poderia acontecer a partir daquilo, mas no mais profundo de seu interior uma ferida pulsava o pedido de socorro. Socorro. SOCORRO. SOCORRO.


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MensagemAssunto: Re: Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang   Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang EmptyQua 15 Maio 2019, 20:54

Takamoto Lisandro Boa Noite



O jovem se apresentava, sua voz era masculina apesar de sua fragilidade e beleza, o garoto ficou meio confuso, suas feições femininas sempre o tornou mais bonito, porém também lhe trouxe estranheza. O cabo e a flecha eram apertados com força entre os dedos do pequenino, não gostava de estranhos em sua ilha, já ouvira histórias do passado e todo o sofrimento que pessoas estrangeiras trouxeram para os nativos. O sorriso de Luna era inocente e agradável ocultando seu lado sombrio e caótico que desejava acabar de vez com sua própria vida, destruir a vida soberba e reluzente que era transmitida para o garoto. O silêncio ecoava naquele momento e só foi quebrado por obra de trovoadas formada pelos galhos e os ventos, e neste momento, o artista trouxe para o dialogo seus desejos. Aquilo reforçava ainda mais a tese do menino, não havia cidades nesta ilha, não havia a civilização que Wolfgang estava familiarizado, mal sabia o jovem que se encontrava em uma ilha formada por humanos pré-históricos que tinha como a única fonte de conhecimento a biblioteca sagrada protegida por todos e contendo diversos segredos do mundo.

Ele com uma expressão de sofrimento mexia com o coração infantil do nativo, ele descia suas mãos e tirava a cabeça do atirador do alvo de sua flecha. - Cidade. Não existe. - Ele batia em seu peito e continuava. - Apenas vila. Minha vila! - Apontava mais uma vez o arco para o ator e insistia. - Anda! Vou levar você! Você, meu prisioneiro. - Ele sorria brincando, mas seus olhos eram sérios. - Andalé! - Passava a comandar, o prisioneiro estava dispor apenas de caminhar na direção que o garoto mandasse, afinal de contas, suas costas estavam sendo ameaçadas por uma flecha. Seguindo o rumo, ele iria se deparar com uma vila indígena, com algumas ocas feitas de palha e outras de galhos e troncos bem mais sofisticadas entre as outras, porém não se comparavam a arquitetura das cidades onde apresentou shows. Estrangeiros eram tratados de forma suspeita, já que a ilha já combateu constantemente agentes do governo e confiar em qualquer pessoa não traria nada de bom, todos tinham quer ser firmes, mas em cada vila havia uma pessoa mandada pela própria Lucy, a regente proclamada por todos da ilha, que seria uma espécie de inspetor. O garoto levaria seu prisioneiro para uma cabana diferenciada e lá tinha dois guardas carecas e usando saias de palha que observava o garoto encaminhando o artista para dentro do estabelecimento. - Criatura nova? Mais uma caça. - Dizia uma dos carecas, o que ficava a esquerda da entrada. - Sim. Perigoso talvez.. - Respondeu o garoto, o brutamontes abriu um sorriso de deboche. - Acho não. - Passando por eles, o artista conheceu diretamente a inspetora, não sabia ao certo o que estava acontecendo. - Aqui, novo pessoa. - Disse o garoto abaixando seu arco e apresentando o ator para a inspetora. - Julyus, muito bem. Trouxeste aqui um forasteiro. - Olhava primeiro para o garoto e depois direcionava suas pupilas ao ator. - Desculpe a indelicadeza, sou Flavor. A inspetora de estrangeiros e líder desta vila.

Diga-me, de onde tu és forasteiro? - Sua fala era diferente do dialeto dos habitantes da ilha que acabou de conhecer, sua forma de linguagem era mais parecida com o habitual. - O que fazes na ilha e como chegastes aqui? - Estas perguntas eram padrões para qualquer cidadão de fora da ilha, formalmente, as explicações indicariam se ele era mais um agente, pirata ou marinheiro querendo fazer confusão ou apenas uma simples pessoa que acabou no lugar errado sem saber onde está.

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MensagemAssunto: Re: Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang   Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang EmptySab 13 Jul 2019, 16:34

Devem correr pelas línguas do mundo todo, dos Blues ao Novo Mundo, jargões muito parecido com os existentes neste mundo não-ficcional - isso é, pressupondo a ideia de que o que aqui consta realmente acontece de uma maneira virtual, apesar dos que aqui sofrem jurarem de pé junto e com todas as letras de que a dor que sentem é terminantemente real. Considerando esta possibilidade, é certo também que alguém neste universo já deve ter proferido "Não se julga um livro pela capa."

Pois bem, se julgássemos Wolfgang Luna por sua capa, isto é, por seu sorriso típico estampando suas feições de artista, diríamos que era um indivíduo tranquilo, e suporia alguém, talvez, que era totalmente segura de si, pois transmitia tal segurança. Coitados dos que pensassem isso, pois definitivamente não se julga um livro pela capa.

Era até de alguma forma complicado para Wolfgang entender como um todo o que estava acontecendo naquela situação específica, mas tendo compreendido que aquela figura mais jovem lhe levaria para algum lugar, uma mínima, curta, tão pequena centelha de esperança de entorpecer-se brotou em coração. Havia a possibilidade do menino estar levando-lhe para a morte certa, e isso também seria lucro, apesar de que por alguns milésimos de segundo pareceu-lhe mais válido arriscar em busca de drogas do que morrer. Nada explicaria esses milésimos.

Mas Luna seguia. As mãos nos bolsos, o peito arqueado no andar lordótico, que mais refletia sua postura típica do que o que realmente tinha dentro de si. Em meio a confusão de seus pensamentos ricocheteando dolorosamente nas paredes de sua mente ele só conseguia seguir, sequer notando que ainda possuía algum risco com a flecha apontada para suas costas.

Seguiu, seguiu, seguiu, e estava mais dentro de sua mente do que naquele mundo externo. O dialeto não tão comum que era usado pelos nativos sequer era percebido até no momento em que ouvia uma outra fala em seu idioma conhecido. Eu poderia dizer que chegou a achar que não compreendia exatamente por sua condição naquele instante, mas essa conclusão seria muito complexa para esta exata condição. Quando ouviu dizeres mais próximos do que estava acostumada, contudo, concedeu mais atenção.

Involuntariamente baixou a cabeça num movimento rápido como cumprimentando a figura que se apresentava a ele pedindo desculpas. Enquanto ela lhe lançava outros dizeres, os olhos vazios de Wolfgang a acompanhavam, e depois o silêncio, pois não tinha condições de responder tão imediatamente.

Passados alguns poucos instantes deste frio e doloroso silêncio, mas sorrindo sempre, inspiraria, e então dos lábios palavras brotariam. - Sou Wolfgang Luna. De lugar nenhum e de todo lugar. - Desviaria o olhar para o lado um instante, como que involuntariamente buscando algum objeto de segurança para si, mesmo que não soubesse o que aquilo significava. Era tudo extremamente abstrato. - Me dê algo pra fazer a cabeça e falarei. - Bem, tão genial, minimamente conseguiria formular aquela proposta, mesmo sem imaginar que talvez não estivesse sendo tão claro.

- Drogas; Narcóticos; Entorpecentes. - Responderia após mais alguns instantes, caso houvesse a necessidade de maiores informações. Apesar de olhar a figura nos olhos, não transmitiria sua dor com aquilo talvez, pelo menos não até então, se não precisasse fazer daquilo para que lhe compreendessem e concedessem a dádiva do entorpecimento para si. - Por favor. Só te peço isso. - No caso de precisar disso, a olharia profundamente tentando então transmitir toda sua dor. Não simularia mais dor pois não conseguiria, estava no máximo que conseguia conceber, ou até além disso. Muito além de sua capacidade racional de abstração.


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MensagemAssunto: Re: Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang   Os Sofrimentos do Jovem Wolfgang EmptyTer 06 Ago 2019, 19:42

- Entorpecentes?? Em que tipo de lugar acha que está? - Flavor colocou as mãos na cintura, batendo os pés ao repreender Wolfgang. Sua voz era séria, e a moça parecia não gostar do pedido do rapaz. - Pelos Deuses… Mais um desses malditos drogados que estão vagando por ai! Como se já não tivéssemos problemas demais!  - Furiosa, ela então andou até a saída e ordenou algo aos seus guardas que Luna não pôde compreender.  Estes prontamente se aproximaram e pegaram o zé droguinha pelo braço, com o intuito de guiá-lo. - Vamo!

O rapaz foi acompanhado obrigado até a área externa daquele lugar, onde lhe foi mostrada a saída para que pudesse seguir seu próprio caminho dali em diante. - Flavor não querer viciados por aqui.  Você sair agora. - E alí ficaram os guardas, esperando que o mesmo se retirasse da pequena vila sem escolha alguma e nada de entorpecentes. Aquela parecia ser uma vila careta no final de contas.

Ao caminhar para fora, Wolf acabou esbarrando com uma garota cheia de flores no cabelo, e uma feição inocente. Trombaram e cairam ao chão os dois, acidentalmente e aparentemente muito distraídos. - Oh! Mil perdões!  Eu sou muito desastrada!- A garota é muito bonita, e pareceu encantada ao ver o animal que acompanhava o andarilho. - Que coisinha mais linda! Qual o nome dele! - Ela então acariciou a cabeça do pequeno mamífero, sorrindo. - Somann precisa ver esse carinha!  Você também pode vir! Minha tribo é muito receptiva! Quer conhecer?- A garota parecia avoada, mas muito simpática.

- Então... Eu me chamo Nahí! - Então de uma bolsa de pano, ela tirou uma pequena flor vermelha e delicadamente a colocou atrás da orelha direita do viciadinho, fazendo-o parecer bobo. - Na minha tribo, recebemos todos com muita amizade e principalmente… - Ela então se aproximou e mordiscou o lábio inferior do rapaz, antes de se afastar com as bochechas rosadas. - Muito amor… - Aquilo provavelmente causaria uma ereção a qualquer pessoa normal... Mas como Wolfgang Luna reagiria?
Nahí:
 

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