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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Partindo pra briga! A primeira caçada!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptyQua 08 Maio 2019, 13:07

Relembrando a primeira mensagem :

Partindo pra briga! A primeira caçada!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Kirihara Tetsuya. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Paulo Bruno XVIII
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptySex 24 Maio 2019, 18:39


Partindo pra briga! A primeira caçada!


Akira:

Akira de forma bondosa se sentia forçado a prestar ajudas ao homem que estava sobre submissão dos piratas ele não tinha certeza do o que estava acontecendo e o porque, mas mesmo assim ele não iria deixar aquela cena proceder. De forma irracional a jovem pegava a primeira coisa ao seu redor que pudesse ser arremessado contra o capitão daquele bando que estava enfurecido, o seu achado, uma banana que estava no chão aparentando estar estragada. Incrivelmente a jovem tinha hesito em seu arremessar, talvez o calor do momento tivesse ajudado, porém era algo que talvez só fosse acontecer uma vez na vida. A banana era arremessada e acertava exatamente no centro do crânio de Kaio. – MAS O QUE?! QUEM OUSA FAZER ISSO CONTRA KAIO, O ANARQUISTA?! – Quase que imediatamente o enorme lutador virava com suas luvas de boxes ensanguentadas para checar quem lhe havia atingido.

Akira sabia que a coisa estava preta para seu lado, quase que imediato ele começava a correr na direção que havia vindo, sem hesito em pegar o café devido ao vasto peso da caixa que acima estava e ao fato de caixote ser composto por quatro chapas solidas de madeira, a jovem precisava logo ingerir sua cafeína, tanto quanto despistar aqueles homens que estavam agora atrás dela. A velocidade da jovem não era uma das mais rápidas, despistar aquele enorme cara junto de diversos capangas que vieram junto a ela era uma tarefa difícil, porém ela possuía uma estratégia para se salvar, usando de sua perícia em acrobacias ela tinha êxito em se propulsar até um galho não muito alto, e então saltitar de arvore em arvore tentando tornar impossível ser vista.

Kaio tinha uma velocidade surpreendente, para o tamanho dele era quase impossível imaginar que fosse capaz de correr tanto em tão pouco tempo. A jovem se encontrava exatamente em cima do balde de mais cedo. – Onde foi aquela pessoa?! Não quero saber como, mas achem logo ela e tragam a mim! – Provando estar irritado, o capitão pirata dizia em uma entonação grave causando certo desconforto em quem ouvisse tal timbre, à primeira vista todos os piratas estavam ali, dependia de Akira o que fazer para se livrar. A jovem estava muito alta, uma das opções talvez fosse caminhar pelos topos das arvores em busca de algo, como a praia que agora poderia estar sem nenhum vigia para então adquirir seu almejado café.


Kirihara:

Tetsu ainda estava escondido sem saber o que fazer presenciando aquela situação, quando de repente uma banana vinha em direção a cabeça de Kaio. – MAS O QUE?! QUEM OUSA FAZER ISSO CONTRA KAIO, O ANARQUISTA?! – O capitão do bando imediatamente falava enquanto se virava na direção em que a banana havia vindo, um desconhecido havia arremessado a banana e imediatamente corrido, talvez Tetsuya não entendesse o que havia acontecido mas mesmo assim deveria sentir um alivio pelo fato de não ter que se arriscar tanto pelo homem que estava sendo quase que um refém daqueles piratas. 11 homens incluído o capitão seguiam imediatamente correndo atrás daquela pessoa, apenas dois ficaram para trás. – Eu não vou permitir que ele saia impune daquela situação, eu vou lá ajudar e você fica aqui. – Um dos piratas dizia enquanto seguia junto ao bando que havia corrido.

Agora parecia a hora perfeita para o jovem avançar e salvar o homem. Abusando de sua aceleração e sua furtividade, Kirihara seguia na direção oposta em que o pirata estava olhando, seu objetivo era tirar ele de combate e salvar o homem de uma possível morte. Mesmo que seu avanço tivesse sido quase perfeito, no momento em que o mink fizesse seu primeiro ataque contra o lutador que estava a sua frente, de forma inacreditável o pirata se esquivava com sucesso do corte. – Muito lento, eu diria. – Sorrindo enquanto executava um contra-ataque no homem-cão, o jovem recebia de forma direta um soco em sua costela do lado esquerdo, nada muito sério ou que fosse realmente machuca-lo devido ao fato do pirata estar usando luvas de boxe.

– Eu não sei quem diabos é você, mas pode ter certeza que eu sou um dos piratas mais for... – Antes mesmo que pudesse completar sua frase, o homem que aparentava estar incapaz de se mexer se havia se levantado e com uma pedra que estava próxima a ele executado um ataque direto na cabeça do pirata, imediatamente o bandido do mar se ia ao chão sem muito tempo de reação. – Obrigado por isso... – Escorrendo sangue e com a respiração ofegante, o homem mostrava estar quase morrendo devido aos ferimentos, mas de alguma forma havia conseguido tirar forças de algum lugar para “ajudar” Kirihara, mas logo após tal ato, o homem de ainda nome desconhecido voltava ao chão embora estivesse ainda conciente. – Essa arma... Você não aparenta saber usa-la, de ela para mim, fui um atirador da marinha... – Ele proporia para o mink desejando a arma que ele realmente não sabia usar, dependia apena do jovem o que fazer, o acampamento estava todo ao seu despor, mas ele ainda deveria responder ao homem o que faria.



Falas:
 

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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptySab 25 Maio 2019, 17:31

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Welcome To The Jungle - Parte IV

Tá bom... Talvez chamar a atenção daqueles piratas não tivesse sido a melhor ideia do mundo. Essas frases normalmente seriam proferidas por alguém cujo plano deu completamente errado, mas no meu caso foi o exato oposto. Minha abordagem tinha dado tão certo que praticamente todos os pirata haviam vindo em minha perseguição, incluindo o capitão. Quando havia pensando em os provocar, eu imaginava que no máximo meia dúzia viesse, uma quantidade razoável que eu poderia despistar sendo esperto, MAS ONZE PIRATAS? Eu nunca confrontei tantos inimigos assim, é o fato de eu estar desarmado apenas tornava aquela situação mais desesperadora. Naquele momento eu corria pela minha vida, por que eu sabia que se fosse pego, especialmente depois de jogar uma banana podre na careca do capitão daquele bando, seria otimista achar que eu ficaria no mesmo estado que aquele cara surrado de antes. Felizmente aquela floresta irregular não chegava a ser uma adversária em meio à fuga; as raízes e pedras que normalmente dificultariam a movimentação eram apenas deixado para trás graças aos meus saltos, ao mesmo tempo que atrasavam os piratas e me davam um margem suficiente para escapar do ritmo frenético do tal Kaio.

Tendo ao final fugido para o topo das árvores, o único local agora minimamente seguro, finalmente tinha um tempo para retomar o fôlego e pensar. Era incrível como eu havia confrontado o bando pirata para deixar o cara de antes se recuperar um pouco do espaçamento, mas eu que acabei sendo encurralado. Talvez fosse um sinal divino para não tentar fazer aquilo novamente? Talvez, mas diferente dele eu ainda estava íntegro e intacto, o que já era uma vantagem. Uma vantagem ainda mais incrível se fosse analisar a situação, e perceber que se não fosse pela floresta eu certamente já teria sido pego por Kaio; aquele mostro era muito mais rápido do que o seu tamanho aparentava, uma vez que aquela massa de músculos na parte superior do corpo fazia ele parecer mais alguém resistente e forte do que alguém rápido. Aquilo só me fazia perceber mais que ele era o tipo de criminoso que as pessoas evitariam ao máximo ter como inimigo, mas agora, bom, já era tarde demais. Mesmo que eu fugisse para outra parte da ilha, do jeito que ele parecia estar procurando algo hora ou outra nos nos encontraríamos novamente, então minhas únicas chance são ser esmurrado até a morte era ou o derrotar, ou fugir da ilha, e eu não estava lá confiante quanto à primeira opção, ao menos não no estado atual.

Enquanto via os piratas zanzando pelo chão igual formigas tontas atrás de mim, um pensamento repetido tomou conta da minha cabeça. Se aquele tanto de piratas havia me perseguido, como estava a situação na praia? Eu não havia tido tempo de contar em nenhuma das duas vezes, mas eu sempre tive um raciocínio rápido, e a proporção de piratas que me procuravam não parecia muito diferente da que eu havia visto antes na praia, talvez com um ou dois a menos, o que me levava a pensar se eles eram tão burros a ponto de deixar a fonte de informações deles sozinho e desamarrado lá, junto dos carregamentos e provisões. Bom, letrados eles definitivamente não eram, mas essa confiança toda ainda parecia ingenuidade demais para um pirata, e quase me fazia querer jogar em suas caras essa estupidez - "Não, Akira, você sabe que pode dar ruim. Ainda deve ter gente lá, você não vai conseguir lidar com eles sem armas e sair impune..." - Minha voz da consciência me dizia, mas aquilo era tentador demais. Deixar eles me procurando ali como se eu estivesse escondido em algum buraco, quando eu na verdade estava roubando o estoque deles? Eu provavelmente não teria denovo uma chance que nem esta pra conseguir o café, então, por mais que eu anda estivesse com um pouco de receio, eu precisava tentar.

Observando eles por mais alguns segundos, tentando ver onde mais ou menos os piratas estavam, eu puxava a maçã que havia guardado comigo, meu único pertence com alguma utilidade real ali. Eu sabia que se eu simplesmente voltasse o caminho pelas árvores, correria o risco de eles me perceberem, uma vez que eu pular de galho em galho não era tão silencioso assim" eu precisava de uma distração momentânea, ao menos para voltar a concentração deles para outra coisa enquanto me afastava, e naquele momento a maçã era a única coisa que poderia me ajudar. Procurando uma árvore na direção contrária à que eu estava, que eu pudesse visualizar decentemente, que não tivesse nenhum pirata próximo mas que também não estivesse tão distante deles, eu ergueria minha mão direita, que segurava a fruta, enquanto mirava no tronco da planta. Meu objetivo era acertar a árvore com toda a força ao disparará a maçã, com o intuito de fazer um barulhão e chamar a atenção dos piratas, que provavelmente achariam que eu estava ali ou que havia acabado de passar por ali. Por mais que fosse um barulho meio estranho, o da maçã se partindo no tronco, eu duvidava que eles sequer se dessem ao trabalho de verificar, especialmente perdidos do jeito que estavam, e seria nessa hora que eu partiria em direção a praia novamente, aproveitando que suas atenções teriam se voltado ao barulho - "Desculpe, maçã, é para um bem maior" - Eu pensava, enquanto dava a volta na área que os piratas estavam por cima das árvores para ter mais confiança de que não seria ouvido.

Uma vez que retornasse a praia, tendo certeza de que não estava mais sendo perseguido pela gangue de piratas sedentos por sangue, Dária uma rápida olhada em como estava a situação no local. Caso ainda houvesse algum pirata, provavelmente tentando se distrair enquanto os companheiros resolviam o problema, eu tentaria dar a mesma volta de antes, indo para trás dos caixotes e tentar novamente abrir o do café. Porém, caso não houvesse nenhum pirata, acordado ao menos, ou até mesmo se houvesse alguém ajudando o homem espancado, eu saberia que não havia mais perigo ali, e me revelaria. Caso simplesmente não houvesse mais ninguém ali, eu iria direto na caixa do café tentando novamente a abrir, mas no caso de haver um ajudante misterioso - Quem é você? - Perguntaria à pessoa, antes de perceber que se ele estava ajudando o homem ferido, provavelmente estava esperando uma chance para aparecer, e provavelmente eu havia sido a chance - V-você não viu aquilo, n-né? - Perguntava, mesmo já tendo ideia da resposta, enquanto abaixava a parte da frente do meu boné sobre a face. Aquele  tipo de atitude normalmente não era do meu feitio, e era constrangedor praticamente ser apresentado a alguém atirando uma banana podre e ofendendo terceiros. Caso ele se recusasse a se apresentar sem que eu também o fisesse, bastante receoso eu responderia - ...Sou Akira, Akira Suzuki. Eu naufraguei nessa ilha.

O estrago já estaria feiro, e eu tentaria ao menos me aproveitar do fato de eu ter cruzado caminhos com mais uma pessoa menos hostil - Err... Você teria alguma lâmina ou algo do g-gênero ai? Eu meio que tentei abrir um desses caixotes antes e não consegui - Tentaria conseguir sua ajuda, enquanto dava um chute de leve na caixa do café - E-eu não reclamaria de uma ajudinha - Diria em um tom mais baixo, um tanto constrangido por ter que pedir ajuda a um completo estranho, mas com a urgência por café falando mais alto. Caso eu conseguisse abrir o caixote, fosse sozinho caso não houvesse mais ninguém na praia ou fosse com a ajuda de um estranho, encheria os bolsos da minha jaqueta com os prováveis grãos de café, pegando também um pouco d'água para beber também caso o rótulo do caixote não fosse mentiroso - Obrigado - Agradeceria ao estranho caso tivesse tido ajuda. Terminando de pegar o que tinha pra pegar, me viraria ao homem ferido - Você está bem? Quer ajuda pra se levantar? - Perguntaria, me aproximando dele. Do jeito que aquele cara estava ferido, eu duvidava que ele conseguisse andar sozinho, então estenderia minha mão pra dar um pouco de apoio para ele - É melhor sairmos logo daqui. Eu consegui despistar os piratas na floresta, mas pelos meus cálculos eles não devem demorar muito pra perceber que eu sumir e voltarem - Diria após respirar fundo, me concentrando para não gaguejar dessa vez é parecer mais confiável. Enquanto ajudava o cara ferido a sair de lá, quer fossemos pela borda da praia quer seguíssemos a indicação de alguém (dele ou do suposto estranho), ergueria mais uma vez a voz para fazer a ele(s) uma pergunta que estava me devorando a um tempo - Você(s) sabe(m) me informar se essa ilha é deserta ou se tem alguém aqui? Desde que eu cheguei as únicas pessoas que vi foram os piratas e, bom, você(s), e eu não estava exatamente animado pra ter que sobreviver em uma ilha deserta - Questionaria, tentando não reduzir o ritmo, ainda mais se estivesse seguindo as direções de alguém.
OFF:
 

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Última edição por Ceji em Dom 26 Maio 2019, 07:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptySab 25 Maio 2019, 23:41


Aquele era o momento perfeito! Eu não entendi o que exatamente tinha acontecido, mas por ter uma audição tão apurada, ouvi alguém insultando Kaio depois de jogar alguma coisa que eu não consegui identificar e logo em seguida saiu correndo levando quase todos os piratas consigo. - Agora! - exclamei em voz baixa enquanto saí do meu esconderijo e fui correndo em direção ao único pirata que ali estava. Eu não sabia exatamente o quão forte ele era, mas eu estava bastante confiante devido ao meu posicionamento, fator surpresa e furtividade, na minha cabeça aquela investida estava perfeita, porém algo muito inusitado aconteceu, no momento em que eu apareci por trás do pirata, incrívelmente ele já esperava por mim e com um movimento ainda mais incrível ele se desviou do meu ataque estando de costas e como se não fosse suficiente, apesar de eu ter uma alta habilidade de bloqueio, ele foi tão rápido e tão preciso que me acertou um poderoso soco nas minhas costelas. O impacto do golpe me fez dar um leve gemido de dor ao mesmo tempo que dei um passo para trás. - Maldição! - exclamei no momento em que senti a dor.

Naquele momento eu simplesmente fiquei em choque, não consegui acreditar que com minha investida perfeita, aquele pirata conseguiu fazer aquilo e saiu ileso, ele começou a falar algumas baboseiras que eu sequer escutei por estar mais focado em outra coisa. - " Como ele fez isso? O meu ataque foi perfeito... Ele não sabia da minha presença, eu me aproximei por trás dele de forma furtiva... COMO?! " - era a única coisa que passava pela minha cabeça naquele momento, porque aquele tipo de pensamento me fez parar para refletir do quão forte seria Kaio. Se um mero capanga dele foi capaz de tamanha proeza e habilidade, eu não tinha a mínima chance contra o capitão. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, o pirata instantaneamente foi ao chão desmaiado e eu só sai daquele choque por isso, ao olhar para o lado pude notar que aqueleme mesmo homem que aparentemente estava indefeso conseguiu nocautear o pirata, pegando-o desprevinido. Depois de ver como aquele piratinha havia caído de forma tão patética e simples enquanto esquivou do meu ataque bem elaborado, eu ignorei completamente o homem ferido.


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- Seu animal imundo! Então depois de se esquivar milagrosamente do meu ataque, você cai de maneira tão patética assim?! - disse com a fúria nítida em meu tom de voz enquanto dei um chute com força na cabeça do pirata caído. Depois de alguns segundos bufando de indignação eu resolvi prestar atenção naquele conhecido de Elizabeth, que depois de me agradecer, pediu a arma que estava comigo. - E você escuta aqui, eu não precisava da sua ajuda, estava tudo sob controle! - disse ao homem ainda nervoso, mas logo em seguida tirei a arma que estava comigo e joguei em sua direção tomando um certo cuidado para não disparar. - Faz o que quiser, isso é inútil pra mim mesmo. - finalizei desviando a cara como uma criança.

Se por acaso notasse a presença daquela pessoa que distraiu o pirata mais cedo, iria me aproximar devagar com a cara fechada. - Ei! - chamaria a atenção dele, mas logo em seguida fui respondido com a pergunta de quem eu era. - Sua mãe não te ensinou que é falta de educação perguntar o nome de alguém sem se apresentar antes? - disse de forma séria enquanto o encarava, notando que estava tentando abrir algum tipo de baú. - O que você quer com esse baú? Você por acaso é um ladrão? - perguntei arqueando a minha sobrancelha direita, mas logo em seguida sacaria minha espada para tentar abrir o baú, golpenado com força e tomando cuidado para não danificar seja lá o que houvesse ali. Depois daquele jovem se apresentar, e só depois dele falar o nome dele, eu diria o meu. - Eu sou Tetsu. - seria curto e grosso, e só diria o meu nome porque ele de certa forma foi útil distraindo os piratas. - Tem uma tribo de nativos que mais parece um acampamento aqui perto, vamos dar o fora daqui antes que aqueles trogloditas voltem. - diria ao jovem enquanto me afastava e ia em direção ao corpo do pirata caído, o carregando para não deixar rastro na areia e logo em seguida iria esconde-lo de forma segura e dificil de achar. Eu não iria ajudar aquele homem ferido a andar, se o estranho ali quisesse, que ajudasse. Durante toda a caminhada de volta a tribo eu iria estar com meu olfato e minha audição bem afiados para tentar notar qualquer tipo de aproximação, se por acaso notasse, iria imediatamente avisar aos outros dois. - Está vindo alguém, escondam-se! - diria de forma baixa e segura ao mesmo tempo que correria até uma árvore e subiria na mesma para ocultar a minha presença até descobrir o que era. Mas se não notasse nenhuma presença durante a caminhada, levaria os dois até aquela tribo, mas sempre com a guarda bem fechada e pronto para realizar manobras evasivas com meus bloqueios precisos.








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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptyDom 26 Maio 2019, 22:05


Partindo pra briga! A primeira caçada!



Enquanto o homem ferido pegava a arma que Tetsu havia cedido e a “vestia” assim como o humanoide estava fazendo antes, cada movimento realizado parecia uma tortura devido aos diversos gemidos que deixavam explicito a dor que ele sentia. – Me chamo Asuma. – Era proferido pelo conhecido de Elizabeth enquanto ele se levantava pegando uma carteira com alguns cigarros possivelmente caseiros devido a sua aparência esdrúxula. – Temos que sair daqui, me leve até minha irmã, por favor. – De forma direta com sua cara baixa, Asuma pedia para que o jovem mink o guiasse até onde Elizabeth estava. Ele dizia isso enquanto colocava um cigarro entre seus lábios e o acendia com um fosforo que estava no bolso de sua calça. A fumaça do cigarro não apresentava um cheiro tão significativo, mesmo com o eximo olfato do Kirihara, a presença da nicotina no ar era quase nula, uma vantagem já que o odor provindo do fumante não viria a atrapalhar seu olfato.

De repente próximo aos 7 caixotes que estavam não muito longe da posição deles, uma pessoa desconhecida a princípio pelos dois, chegava também se focando nos dois, quando essa pessoa realizava um questionamento acerca de quem eram eles. – Obrigado por fazer o que fez, eu devo recompensa-lo de alguma forma assim que conseguir. Me chamo Asuma – O homem ferido dizia de forma meio lenta mas deixando claro, mesmo que de sua forma, estar agradecido pela atitude dele. O jovem que recém havia chegado dizia se chamar Akira Suzuki enquanto o mink dizia ser chamado de apenas de Tetsu. – Por favor Tetsu, temos que ir agora ver minha irmã, ela corre perigo. – Asuma, devido ao seu desespero, suplicava novamente pela ajuda do humanoide para logo encontrar sua irmã, a Elizabeth.

Akira necessitava devido ao seu vício ingerir café logo, as caixas que estavam no local possivelmente teriam uma quantidade enorme de grãos de café dentro, o que complicava seu acesso era o fato de uma outra caixa estar em cima dela com alguma balas de canhão, que normalmente são pesadas. Ele tinha ciência disso tudo, não muito tempo atrás Akira havia checado e se certificado disso, agora bastava conseguir uma maneira de tirar aquela caixa com as munições de canhão de cima. Tetsu realizava uma pergunta acerca do por que Akira queria abrir aquela caixa que ele havia começado a tentar, mesmo sem resposta o mink não hesitou em ajuda-lo, utilizando de sua espada os dois tiveram sucesso e para sua surpresa se depararam com uma caixa vazia. Não havia os tais grãos de café que Akira tanto desejava, muito menos a possível agua potável que também devia estar ali dentro.

– Os piratas do Kaio não conseguem lutar sem o uso de café, é como se isso na cabeça deles fosse um estimulante para lutar, todos do bando são exímios mestres na arte da esquiva, o único jeito que eu achei de acerta-los é no momento em que eles abrem a maldita matraca para falar besteira. – Asuma ainda tragando de seu cigarro com aparência esquisita, falava agora aparentando estar um pouco melhor embora tivesse muito sangue escorrendo de seu corpo. – Se é a cafeína que você busca, conseguira nessa ilha apenas retirando do diretamente do estomago desses insetos, Tetsu poderia utilizar de sua espada para abrir esse cara aqui – Caminhando mesmo que apresentando dificuldade, Asuma se dirigia até o pirata nocauteado dando a certeza que era daquele pirata que ele falava.

Isso seria completamente insano, abrir uma pessoa viva para retirar grãos de café que muito provavelmente já estivessem digeridos, para dar ao Akira, mesmo que achassem os grãos inteiros dentro do estomago do bandido, seria muito nojento ingeri-los. O mink possuía consigo 10 grãos de cafés que ele havia pego do pirata que nocauteou a pouco tempo, ele não tinha certeza de se era isso que Akira buscava na caixa mas pela cena que estava ocorrendo, era muito provável que fosse, caberia a ele então entregar os grãos para o jovem ou fingir não ter nada consigo.

Logo após a abertura da caixa sem sucesso em encontrar o que buscava, Akira dava a sugestão de sair logo do “acampamento” em que estavam. – Você tem toda a razão, no momento eu seria inútil em um confronto contra Kaio e seu bando, Tetsu você sabe onde está Elizabeth né? Eu lembro de você estar observando nós na floresta, por favor... Nos leve até ela, se acontecer algo com ela eu não terei força para continuar. – Tendo seus olhos tomado em lágrimas, Asuma trazia à tona sua preocupação com a jovem que o mink havia ajudado, talvez ela fosse a única pessoa que ele tivesse e só de pensar em sua morte, os sentimentos seriam quase impossíveis de serem escondidos se ele trabalhasse com essa hipótese. Tetsu alegava ter uma tribo de nativos próximo a eles. – Se a minha Irmã estiver lá, vamos agora mesmo! – Com seus olhos enxugados pela sua mão esquerda enquanto a direita segurava o cigarro que estava quase no fim, Asuma demonstrava estar mais contente com a situação e devido a sua gesticulação não estava sofrendo tanto assim ainda.

Era então que o trio juntos, seguiam em direção a tribo dita por Kirihara, o mink era quem guiava eles se posicionando mais a frente de Akira e de Asuma. O jovem de gênero duvidoso realizava uma pergunta acerca da ilha em que estava já que para ele ainda era um incógnita. – Estamos em Torino Kingdom, uma ilha com predominância de povos tribais, não creio que irá achar muitas pessoas urbanizadas por aqui. – Asuma respondia a pergunta de Akira tragando o final de seu cigarro que logo após seu termino era descartado, ele demonstrava certa dificuldade para andar devido aos ferimentos, mas ainda sim sua obsessão em ver sua irmã parecia lhe dar força para permanecer persistindo em caminhar.

Tetsu estava centrado em prevenir o grupo de se encontrar com o bando pirata, ele estava colocando seu olfato e audição aguçadas em pratica. O mink conseguia escutar certo tagarelo por parte do piratas e davam conexão com os que ele tinha escutado até agora, mas devido a distância que vinham era bem provável que estivessem muito longe do percurso que eles estavam fazendo, o cheiro característico que os piratas tinham não era sentido pelo jovem, mais um ponto para dar a segurança que eles estavam realmente longe. Cerca de 17 minutos da praia haviam sido percorridos pelo trio até chegar a tribo conhecida por Kirihara, aproximados 7 nativos estavam no centro do acampamento na chegada deles, quando os mesmo notaram a aproximação do espadachim, o acrobata e o fumante, imediatamente correram em direção a três ocas diferentes, se dividindo em dois, três e dois. – Olha só quem está aqui! Meu amigo! – Uma voz conhecida apenas por Tetsu era escutada.

Era ninguém menos que Kirin, o mercante que havia vendido a espada para o mink mais cedo. – E então, gostou da espada? Calma calma, não precisa responder, eu sei que sim! – Sempre sorrindo, o mercante terminava sua frase dando uma gargalhada por um curto momento. – E quanto a vocês dois, eu não sei quem são mas estão interessados em adquirir algumas armas de corte? Eu tenho as melhores que encontraram em quilômetros, espadas, adagas, sais e shurikens que são capaz de cortar até ferro se usadas com maestrias! – Era proposto a venda pelo mercante a Asuma e Akira. – Eu não vim aqui para comprar armas, eu quero apenas minha saber da minha irmã. – Tomando a frente, Asuma de forma séria demonstrando preocupação ainda mancando seguia em busca de Elizabeth independentemente de onde ela estivesse naquela tribo. – Azar o seu, sobra mais armas para o meu amigo e o outro. – Era dito por Kirin que apresentava agora repudio por Asuma.

Akira poderia aproveitar a chance para adquirir seu armamento evitando em partes estar em tanto perigo quanto está agora, talvez uma chance dessas não viria a aparecer assim de novo na ilha em que estivessem, então era pegar ou largar. Asuma parecia já conhecer mais ou menos a geografia do acampamento, de forma direta ele havia entrado na oca maior onde o médico de mais cedo tinha entrado com Elizabeth, ignorando completamente a regra dita pelo médico a Tetsu de não entrar naquele ambiente. O mink tinha a escolha também de ir até a mesma oca para certificar-se de que estava tudo bem com a jovem, ou então poderia conversar com Akira buscando conhecer mais sobre ele, já o Akira poderia além de adquirir suas shurikens também conversar com o homem-cão que estava o acompanhado até agora, ambos podiam também seguir atrás dos piratas ou furgir daquele lugar para outro em busca de outras coisa que tivessem espalhadas pela ilha, isso dependeria agora apenas dos jovens.



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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptySeg 27 Maio 2019, 18:00

In The Belly Of The Beast - Parte I

- NÃÃÃÃOOOOO - Curvado, gritava em um misto de fúria e profunda decepção. Minhas mãos se chocavam contra areia como se tentasse descontar nela o choque que foi ver aquele maldito caixote vazio. O caixote que eu tinha arriscado tanto para abrir e pegar um pouco do seu conteúdo, absolutamente vazio. Eu não conseguia crer que aqueles asnos havia desembarcado o caixote e deixado ele lá de enfeite mesmo já tendo removido todo o seu conteúdo; e pior, pelo peso o de cima estava com seu conteúdo ainda, o que só podia significar que o botaram ali depois de já terem esvaziado o café. Por mais idiota que fosse ficar com raiva disso, eu não conseguia deixar de querer apunhalar aquele maldito Kaio por ter me dado esperança e depois as arrancado na frente dos meus olhos, que me fez ter que ser perseguido por uma dúzia de piratas e jogar fora minha maçã em troco de nada. Infelismente eu sabia que tentar o enfrentar seria suicídio, assim como sabia que não mudaria em nada minha situação, então apenas me concentrei em minha respiração para voltar à sanidade - D-desculpem por isso, eu só... Realmente esperava encontrar os grãos de café ali... - Diria, meio ruborizado por eles terem visto meu surto, mesmo que tenha sido simples e rápido.

Mais uma vez eu estava na estaca zero, sem ideia de como conseguir um pouco de café naquele fim de mundo, ou ao menos estava até Asuma se pronunciar - Espera, eles usam café pra se energizar assim? - Minha mão direita se deslocava ao meu queixo em uma expressão pensativa - Pra algo nesse nível eles devem ingerir uma quantidade o suficiente de cafeína pra acelerar seus metabolismos, o que não e pouca coisa. É impossível que eles já tenham consumido todo o estoque, senão iam ficar indisposto em menos de 24 horas, eles devem ter mais café em algum lugar - Minha visão vagava ao meu redor, me permitindo ver o navio ancorado - Oh, droga. Deve estar no navio. Mas... - Minhas sobrancelhas arqueavam, vendo o pirata desmaiado - Duvido que eles fossem se dar ao trabalho de ir e voltar do navio toda hora assim, especialmente vendo a quantidade de caixotes que deacarregaram... - E então iria até o caído, vasculhando suas roupas em busca de algum recipiente com café, uma bolsa/mochila com grãos ou algum outro tipo de armazenamento que ele pudesse possuir - Aha! - Exclamaria caso achasse, mas se não eu apenas prosseguiria de cabeça baixa.

Com ou sem café, não havia outra opção a não ser seguir aqueles dois, ficar lá esperando o bando de Kaio seria apenas um tiro na culatra. Por falta de iniciativa de Tetsu eu acabei tendo que ajudar Asuma a andar, e seria mentira se falasse que estava confortável com aquilo. Mesmo com minhas roupas pesadas eu tinha medo que a mão do homem, que estava por cima do meu ombro, tocasse em algum lugar estranho ou o fizesse perceber algo quanto a mim, eu com certeza não sabia reagir se isso acontecesse. Claro, eu sabia que as chances de algo assim ocorrer sere. baixíssimas, uma vez que ele estava um bagaço e mal conseguia se manter de pé sozinho, era difícil ele ter condições de perceber algo tão sutil assim, mas era impossível de não temer meu segredo ser revelado - "Sigh, nessas horas eu não sei se é bom ou ruim o fato desse Tetsu não querer 'ajudar as damas'..." - Mas, assim que percebi o que eu mesmo havia pensando, suavemente chacoalhei minha cabeça para afastar aqueles pensamentos - "Não, claro que é bom. Se eles soubessem do meu segredo não haveria motivos para eu temer correr o risco de carregar esse cara. Se eles soubessem apenas seria mais um motivo pra eu fazer isso, não sei nem porque pensei em algo tão idiota" - Briguei comigo mesmo, quase que para me distrair do receio que aquela situação me proporcionava.

Felizmente no trajeto havia algo que se destacava mais do que meu rosto vermelho ao carregar aquele cara, e que chamou minha atenção o suficiente pra me distrair daquilo tudo, e este era o tal Tetsu. Eu sabia pouco sobre ele, nada mais que seu nome e algumas características pontuais que sua aparência mostrava, e talvez a mais proeminente delas fosse suas estranhas características físicas. Quando o vi pela primeira vez eu estava tão concentrado em conseguir o café que mal havia me tocado sobre as orelhas no topo de sua cabeça e aquela cauda branca saindo da parte posterior de sua cintura. Por mais que sua aparência fosse quase totalmente humana, aquelas características definitivamente não eram, o que me levava a pensar o que era aquele tal Tetsu. Eu nunca havia visto ninguém ou nada como ele, talvez por causa da vida limitada que tinha até a pouco tempo, e não podia deixar de encarar aquelas características que me faziam me lembrar um pouco de um lobo. Ou talvez de outro animal semelhante, não era como se eu conhecesse muito bem diferenças entre esse tipo de animal, ainda mais quando aplicadas a um corpo humano. Mesmo um tanto curioso e querendo o questionar sobre aquilo, eu sabia que aquela não era a hora nem lugar, fora o fato de eu temer ele se sentir ofendido por questões que talvez fossem delicadas, então acabei me limtando a observar suas características peculiares de canto de olho, evitando deixar que ele percebesse.

A vila, por outro lado, foi incrivelmente decepcionante. Eu não sabia o que esperanças eu tinha quanto a uma aldeia nativa, ou o que esperava fazer lá antes, porque ao menos naquele momento eu realmente não sabia. Ao menos era bom encontrar um grupo decente de pessoas não hostis naquela ilha, o que incluía um vendedor que coincidentemente declarava vender armas de corte, quase como se conseguisse sentir que eu estava desesperado pra me armar - ...Você sabe que é suspeito demais, né? - Eu dizia a ele, após o olhar de cima a baixo, e logo suspirava antes de completar - Mas não é como se eu tivesse muitas opções nesse lugar. Tá quanto as shurikens? - Eu já estava tão cansado que nem me preocupava mais, e compraria as armas desde que eu tivesse dinheiro o suficiente. Mais uma vez voltando a estagnação, estava na hora de listar oque eu precisava pra ver se tinha uma ideia de algo que pudesse fazer de produtivo ali. Conseguir um navio, provavelmente não. Conseguir suprimentos para viajem, não a não ser que eu trocasse por algo, fora de cogitação no momento. Aprender a me localizar no mar para não me perder denovo? Talvez, nativos de ilhas isoladas normalmente detinham bons conhecimentos sobre navegação, e eu realmente esperava que esse fosse o caso. Procuraria algum nativo com aparência mais amigável e o questionada, meio retraído - C-com licença? Desculpe p-pedir isso tão repentinamente, mas vocês por acaso teriam algum registro com técnicas de navegação ou alguém experiente na área? Eu agradeceria se pudessem me ajudar nisso... - Mas, caso ele se recusasse ou ficasse com dúvidas se deveria me ajudar ou não, prosseguiria - E-eu posso ajudar com alguma coisa em troca também! Por favor, eu realmente preciso disso - Diria a última parte firmando mais a voz, em um tom de voz mais confiante e confiável, para evitar que ele não ficasse meio receoso quanto a mim. Após isso, caso indicado o que fazer por ele, leria o livro ou ouviria o nativo conhecedor, tentando absorver o máximo possível e triste por não ter um caderninho para anotar as coisas. Após isso, me sentaria em algum lugar pra descansar a cabeça e deixar o conhecimento ser absorvido decentemente. Caso o tal Tetsu se sentasse também ou ficasse por ali sem fazer nada também, deixaria minhas reflexões de lado e levantaria a voz à ele - Com licença. Tetsu, né? - Chamaria sua atenção - Você, err... Não parece ser daqui. Ou eu estou errado? - Diria, após uma olhada rápida ao topo de sua cabeça, mas sem coragem de comentar daquilo diretamente - Se estiver tentando sair daqui, podíamos colaborar. Eu naufraguei aqui, então não acho que conseguiria fazer muita coisa sozinho - Dizia, coçando mimha nuca, meio pra baixo - Quer dizer, se não quiser tudo bem, você parece saber se virar sozinho, mas é só que... Aquele tal Kaio parece ser bem perigoso, e se ele cismar conosco por causa da nossa ação, certamente seria um problema - Eu dizia. Não estava muito confiante, interações desse tipo não eram muito bem meu forte, mas esperava que ao menos conseguisse começar uma conversa saudável.
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptySeg 27 Maio 2019, 23:23


Parece que finalmente toda aquela situação perigosa havia terminado, ou pelo menos parcialmente. Depois de apanhar para um pirata randomico que logo em seguida perdeu para o semi-morto ali, eu confesso que fiquei em choque por um momento, mas nada que não pudesse superar. O jovem que havia chegado se apresentou como Akira Suzuki, e ele parecia algum tipo de drogado procurando alguma coisa. Enquanto eu tentava me concentrar no Akira, aquele idiota quase morto não parava de me amolar dizendo que precisavamos sair de lá rápido, mas eu não estava muito interessado nele e por isso o ignorei. Foi só depois de algumas trocas de palavras entre Asuma e Akira que eu notei que ele era algum tipo de viciado em cafeína, e por coincidência eu havia encontrado alguns grãos de café quando nocauteei o pirata que estava armado, ao mesmo tempo que também descobri para que eles usam tanto café. - " Ah, isso explica porque ele estava com esses grãos de café no bolso. " - pensei enquanto meti a mão dentro de meu kimono e peguei os grãos de café, os encarando. Olhando direito eu pude notar que haviam 10 grãos e eles seriam inuteis para mim. - Ei! Encontrei isso no corpo de um desses idiotas, e isso não me serve de nada. - disse enquanto entreguei a ele aqueles poucos grãos e logo dei as coisas, e foi ai então que eu percebi que aquele Asuma ainda estava falando, pra falar a verdade eu não ouvi nada do que ele disse antes, mas só o fato dele continuar falando me incomodava.


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- Você fala muito para alguém que está quase morrendo... - disse enquanto o encarei brevemente e logo ia me afastando, indo em direção a floresta para guiá-los. Ok, eu não sou exatamente o exemplo de pessoa madura, mas aquele cara me incomodava. Durante a caminhada Akira e Asuma seguiam conversando, mas eu estava muito focado em notar a aproximação de inimigos e por isso não prestei atenção em quase nada do que eles falavam, apenas algumas parte aleatórias como por exemplo, ele era o irmão de Elizabeth. - " Quanta informação inútil... Esses humanos não tem jeito, ficam ai conversando tranquilamente no meio de uma floresta com piratas a solta. " - fiquei resmungando mentalmente quando ouvia as partes aleatórias da conversa da qual não me interessava. - " Pelo menos os piratas estão longe, menos um problema por agora. " - continuei perdido em meus pensamentos enquanto caminhava com a guarda ainda bem fechada. Não demorou muito até chegarmos na tribo, mas tinha algo diferente de antes, eles estavam mais reunidos e por um momento eu até fiquei curioso, até que depois de ouvir a voz de Kirin, fiquei totalmente desanimado.


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- Nós não somos amigos, oh coisa feia. - disse com um tom de decepção ao mesmo tempo que desviei o olhar. Logo em seguida, como sempre, aquele cara começou a tagarelar sem parar querendo vender suas armas, e ao ver que aquilo estava virando uma feira, eu me afastei. Depois de me afastar um pouco eu pude notar que Asuma havia entrado na cabana onde estava Elizabeth, eu até poderia ir ver como ela estava, mas não me interessei e por isso fui na direção oposta. Aparentemente eu tinha algum tempo livre naquele momento, como seria burrice ir atrás de Kaio sozinho depois de testemunhar um de seus capangas me acertar sem problema, eu ainda não sabia exatamente o que fazer, e por isso fui em busca de conhecimento. - " Esses nativos moram na selva, provavelmente devem ter algum conhecimento sobre botânica e toxicologia, para saber o que é venenoso e o que não é. - foi então eu eu tive um novo objetivo: aprender um pouco mais sobre isso. Andaria um pouco pela tribo até encontrar alguém que eu julgasse que poderia me ajudar, e se encontrasse, não faria cerimônia. - Ei! Você! Preciso que me ajude em uma coisa. Queria conhecer um pouco mais sobre botânica, se você tiver algum livro ou pergaminho, seja lá o que vocês usam, eu quero pegar emprestado por um momento. - certo, eu não sou a pessoa mais educada do mundo, admito, mas eu estava tentando. - Se não tiver nada parecido, me passe algumas informações, não vou tomar muito do seu tempo. - diria de maneira séria e determinada, embora odiasse pedir ajuda, eu não sou burro, sei reconhecer quando preciso.

Se tivesse conseguido estudar um pouco sobre a botânica, iria me afastar sem nem agradecer, eu sou um pouco mal educado mesmo, faz parte. Em seguida eu olhei em volta para ter um pouco mais de informação de onde estavam as pessoas e foi nesse momento que seria surpreendido por Akira, que me abordaria para me fazer uma proposta. Ele falou algumas baboseiras sobre o que aconteceu com ele e como foi parar ali, coisa que apesar de ter prestado atenção, não me importei muito, só na ultima parte que eu confesso que me chamou a atenção, sobre fazer uma aliança contra Kaio. Eu estava tentado a dizer que sim naquele momento, porém surgiu algo mais importante e urgente para mim. Enquanto Akira falava, eu não pude deixar de notar o quão estranho ele era, aquelas roupas, aquele jeito estranho e tímido. - " Hã?! " - pensei enquanto o encarei nos olhos por um momento e logo fui aproximando o meu rosto gradativamente. - " Tem alguma coisa errada com ele... " - continuei refletindo enquanto me aproximava cada vez mais com a expressão claramente desconfiada. Eu apertei meus olhos e fechei a boca enquanto continuei a aproximar o meu rosto dele, ok eu não era a pessoa mais discreta ou mais educada do mundo, mas aquilo era muito estranho. Eu não me importei nem por um momento o que as outras pessoas iriam pensar com aquela aproximação, eu apenas estava muito desconfiado. - Você é um carinha bem estranho... - disse quando finalmente parava de aproximar o meu rosto, mas ainda o encarando. Isso não levaria muito tempo porque logo em seguida eu me afastaria para responder o que ele queria. - Eu não gosto de fazer aliança, muito menos com humano, mas eu também não sou tolo e sei que provavelmente não vencerei sozinho, então tudo bem... Podemos nos unir para chutar o rabo daquele carequinha. Mas vê se não me atrapalha! - finalizaria de forma rude e infantil, como uma criança mesmo e logo em seguida viraria o meu rosto. Agora que eu tinha pelo menos um aliado, com certeza ficaria mais fácil.








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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptyTer 28 Maio 2019, 21:18


Partindo pra briga! A primeira caçada!



Todos os nativos que lá estavam aparentavam temerem a presença de Akira, Asuma e Tetsu em sua vila, todos que foram vistos até então estavam distribuídos pelas três ocas que aparentavam serem as casas, mas isso aparentemente não parecia preocupar Tetsu que estavam aparentemente dedicado em buscar conhecimento acerca de botânica. Enquanto o Mink caminhava pela tribo, Akira começava a negociar com Kirin que havia proposto vender as tais shurikens que ele buscava. – Elas estão pela metade do preço hoje para sua sorte, 30.000 berries e são sua. – Era pago então pelo Akira para o mercante com dinheiro vivo.

– Foi mais que um prazer fazer negócio contigo – Se curvando enquanto tirava o chapéu demonstrando estar agradecido, o mercante de cabelos loiros que trajava um quimono verde começava a contar o dinheiro para certificar-se de que estava tudo ali, e no caso, estava. O jovem que estava frustrado pelo fato de não ter conseguido seus cafés na caixa demonstravam ser extremamente sortudo, não só havia conseguido achar um mercante naquela vasta ilha aparentemente tribal como havia conseguido 10 grãos de café puro graças a Tetsu que tinha cedido a ele.

Era então começado a busca de ambos os “garotos” procurarem aperfeiçoassem em botânica e navegação; a vila era bem pequena parecendo ser mais um acampamento, Kirin após terminar de contar o dinheiro pegava a sacola da qual havia tirado as shurikens e segurava com suas duas mãos. – QUEM QUER COMPRAR ARMAS DE QUALIDADE POR UM PREÇO DE BANANA?! VENHAM ATÉ O COMÉRCIO AMBULANTE DE KIRIN, O GRANDE! – De forma extremamente aleatória e capitalista, o mercante chamava imediatamente a atenção de todos que estivessem ali, principalmente de Tetsu que não estava muito longe.

Antes que Akira ou Tetsu pudessem pensar em agir para calar o homem e evitar que Kaio fosse até o local averiguar, uma faca de operação médica extremamente certeira era arremessada de dentro da oca maior pegando na aba de seu chapéu removendo-o e o pendurando-o em uma arvora próxima. – Cadê o respeito com a jovem doente? – O médico conhecido por Tetsu antes começava a sair da oca maior junto de seus dois ajudantes. – Eu vou ser direto com o senhor, estou trabalhando com esses nativos e está explicito que eles temem a presença de desconhecidos, você ousar gritar gerando mais medo neles me deixa de certa forma nervoso... – Depois de mostrar seu poder o médico colocava certo medo em todos que estivessem ali.

– E-eu não sabia... Por favor, me desculpe! – Tremendo tanto quanto havia tremido ao ver Tetsu pela primeira vez, Kirin começava a tentar retirar a faca de operação da arvore que parecia não sair dali tão fácil. – Está tudo bem, vá vender suas tralhas na direção leste, lá tem outras tribos que talvez se interessem. – O médico de certa forma expulsava Kirin de maneira “formal” – Ei jovem, você meio que salvou a vida daquela garota. – Olhando diretamente ao mink o doutor falava com uma feição intimidadora. – Ela está bem, conseguimos cura-la a tempo... – Se aproximando de Kirihara junto aos seus dois companheiros, o médico começava.

– Me chamo Travis, muito prazer. Sou médico da marinha e fui enviado a essa ilha para ajudar os nativos e aperfeiçoar meus conhecimentos sobre botânica, ironicamente devo partir daqui um dia da ilha. Agora... Quem são vocês dois? O que buscam nessa ilha? – já cara a cara com o humanoide, olhando mescladamente junto de seus parceiros tanto para Akira quanto para Tetsu o médico buscava saber seus respectivos nomes e seus objetivos na ilha que decerta forma, ainda estava na época das cavernas.
Tetsu tinha interesse em aprender sobre a flora, essa era a deixa perfeita para ele pedir que o ensinasse o que sabia. – Olha, eu estou meio que de olho na garota ainda, ela não está nem 90% bem ainda... Eu posso lhe entregar meus estudos e alguns livros que tenho sobre isso... Claro, se você souber ler e quiser – Sorrindo, Travis falava para Tetsu que aceitava os livros. – Ótimo, pode pegá-los na oca maior, estão exatamente a direita da porta, se quiser pode checar também como está a garota que deve a vida ao senhor. – Era proposto ao mink que logo seguia em direção a oca maior pegando o livro que buscava.

Akira também se aproveitava da situação para pedir acerca de navegação. – Gosto de ver pessoas empenhadas em aprender, estou lendo um livro que contém tudo sobre como navegar, acho que está no meu bolso... – Ele falava enquanto buscava em todos seus bolsos um livro similiar a uma bíblia. – Ah... Aqui está. – Com sucesso em sua procura Travis encontrava no segundo bolso que checava. – Ele tem todos os fundamentos sobre como navegar, eu estou aprendendo só por aprender já que não me interesso nenhum pouco em pilotar um barco. – Sorrindo o médico dizia a Akira, que agora tinha acesso a sua leitura.

Foram necessários 10 horas sem pausas para ambos aprenderem, eles haviam sentado próximos e aproveitado do silencio que havia naquela vila para se concentrarem, os dois não apresentaram dificuldades em entender o que estava no livro e de se aperfeiçoarem no que buscavam; após estarem livres para fazer o que quiserem, os jovem entravam em consenso de então trabalharem juntos para impedir Kaio. Elizabeth estava em pé, aparentemente melhor, algumas faixas estavam pelo seu corpo porém sua feição mostrava que a jovem não estava mais sofrendo.

Asuma saía em seguida de Elizabeth da oca, também estava com faixas, porém eram quase que o triplo do que Elizabeth. – Ei! Você. – Olhando para Tetsu e se aproximando, a jovem que não demonstrava perigo algum, quando chegou perto o suficiente não hesitou em abraçar o mink demonstrando não ter medo algum do fato de ele ser um hibrido. – Muito obrigado por salvar a vida do Asuma – Ela dizia enquanto começava a tremer e lacrimejar. O humanoide junto a Akira haviam salvado a vida dos irmãos, eles agora eram heróis na visão deles. – Obrigado a vocês dois... – Asuma meio tímido com sua cabeça baixa, falava aos benfeitores.

Porém nem tudo eram rosas, não era necessário Tetsu estar centrado para perceber que próximo a eles um dos piratas de Kaio se assustava e começava a correr, ele havia seguido direto para os sons de origem do seu capitão demonstrando que estava indo chama-los, agora não só Akira e Asuma corriam perigo. Porém havia um problema, o único que havia notado a presença do bandido havia sido o mink que deveria tomar uma providência a respeito se desejasse que ninguém morresse. Akira até havia escutado algo mas não teve sucesso em enxergar o que era podendo confundir com um animal silvestre, agora dependeria deles, o que fazer a respeito.



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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptyQua 29 Maio 2019, 15:30

In The Belly Of The Beast - Parte II

O QUE HAVIA SIDO AQUILO?!?!? Aquele Tetsu parecia estranho antes, mas aquela sua reação enquanto conversava comigo havia sido completa e absolutamente anormal. Enquanto sua face cerrada se aproximava da minha, não podia deixar de ruboriziar e recuar meu corpo para trás, limitado apenas pelo tanto que minha coluna conseguia de curvar sem me fazer cair no chão. Por mais que ele tivesse aceitado minha proposta, minha mente naquele momento não conseguia raciocinar direito, e eu apenas me mantinha levemente paralisado. Aquela aproximação... Será que ele havia me descoberto? Eu me agitava sob essa possibilidade, protegido de olhares estranhos apenas pelo fato de não ser tão transparente assim. Tetsu anteriormente havia de fato demonstrado sentidos excepcionais, mas só aquilo era realmente o suficiente pra me descobrir? Não, eu não podia tomar conclusões precipitadas. Ele havia me chamado de "carinha" naquela hora, por mais que pudesse ter suas suspeitas, ele não havia descoberto ainda. Isso apenas me mostrava o quão perigoso ele era como aliado ou inimigo, e que eu precisaria tomar muito cuidado com ele de agora em diante.

Retornando do choque, não demorei a retornar minha postura, sabia que a manter dali em diante faria diferença. Mesmo que estivesse a menos de um dia na ilha eu sabia que minha estadia ali poderia ser longa no pior dos casos, o que me lembrava da resposta que havia dado a Trevis - S-sou Akira Suzuki. O que eu quero a-aqui é só sair da ilha em segurança, já que eu vim parar nesse lugar por acaso. Agora, o que eu preciso aqui agora é dar um jeito naquele tal de Kaio, mas isso é conversa para outra hora - Lembrava dessas palavras, que me faziam perceber o quanto eu precisava ainda pra sair dali; aquela era a hora de me empenhar. Por mais que eu quisesse já tomar a dianteira nas ações para não perder tempo, as dez horas de estudo haviam causado um belo cansaço mental, me deixando mais lento, e trabalhar nesse estado significaria que eu estaria sujeito a erros, o que não era uma boa. Brincar um pouco com uma das shurikens que havia comprado acabou que foi o que eu achei pra distrair minha cabeça e deixá-la se recuperar, uma vez que o fato daquele lugar ser uma floresta fazia com que houvessem poucas coisas lá para fazer no tempo livre. Enquanto a lâmina rodava pelos meus dedos, minha mente cada vez mais se distanciava seguindo os constantes giros, me levando cada vez mais longe quase como se conseguisse sair dos limites daquela ilha dentro da minha cabeça, apenas para ser ao final trazido devolta a realidade.

Um pouco mais relaxado, via Asuma e uma mulher desconhecida, provavelmente à que o primeiro havia tanto falado, saírem de uma das tendas e irem agradecer a Tetsu. O rapaz aparentemente havia a ajudado antes, mas isso não era realmente algo que me fazia jus, então decidi por não fazer perguntas sobre o acontecimento. Enquanto via a mulher abraçar Tetsu, mais uma vez minha visão recaia sobre as orelhas animalescos sobre sua cabeça, enquanto suas palavras sobre não acostumar a se aliar com um humano ressoavam em meus pensamentos - "Aquilo foi quase como admitir que não era humano. O que será que ele é? Nunca havia visto uma pessoa assim..." - Refletia, mas dessa vez, diferente de antes, com a certeza de verbalizar essas dúvidas não seriam uma boa ideia. Quem sabe que outros sentidos aguçados graças aquele suposto lado animal ele teria, ou que perguntas ele tentaria fazer em resposta?

Mesmo sendo uma cena mais de agradecimento por parte de Asuma e de sua irmã, apenas gratidão não seria o suficiente ali para fazer valer o nosso esforço. Eles sabiam mais coisas do que nos sobre aquilo tudo, sobre o que Kaio queria, e eu precisava que eles colaborarem. Me levantando caso já não estivesse, me viraria a Asuma e o questionada diretamente - Senhor, agradecido ou não, creio que você sabe bem que só palavras não são o suficiente para lidar com aquele Kaio. Ele parecia querer fervorosamente algo que você tinha, ou ao menos algo que você sabia sobre, a ponto de fazer aquilo tudo. Ele certamente não irá te deixar em paz, e muito menos a nós dois depois daquilo. Preciso que você nos conte o que sabe, sobre Kaio e sobre o que ele busca aqui, para que nos possamos contra-atacar. Não precisa dizer todos os detalhes, entendo que certas coisas possa preferir manter consigo, mas nós nos envolvemos nesse problema também, precisamos saber com o que estamos nos metendo - Diria ao homem, com a voz mais firme dessa vez, para passar confiança. Era um pouco complicado fazer um "discurso" daquele tamanho para alguem que havia conhecido no mesmo dia, mas eu sabia também que se me deixasse levar pelo nervosismo eu acabaria sendo subestimado por Asuma e talvez até por Tetsu.

Mesmo naquela calma toda e querendo ouvir o que Asuma tinha a dizer, eu sabia que podíamos ser atacados a qualquer momento por Kaio e seu grupo. Me manteria sempre alerta, mesmo sabendo que Tetsu certamente perceberia algo antes de eu sequer perceber algo estranho, mas precaução extra nunca era demais. Caso Tetsu percebesse um inimigo e me avisasse, rapidamente sacaria uma shuriken com cada mão e me viraria na suposta direção, tentando o buscar com minha visão. Caso não conseguisse o achar, seguiria as instruções de Tetsu quanto à ação, uma vez que sabia que ele teria uma melhor noção da situação, nem que precisasse seguir floresta adentro. Aliás, caso Tetsu entrasse sozinho na floresta após falar algo sobre inimigo, eu também o seguiria, pois sabia que se ele caísse sozinho em uma armadilha as suas chances seria baixíssimas - Err... C-com licença - Diria a Asuma caso tivesse que adentrar na mata, logo antes de o fazer.

No caso de perseguição, me manteria buscando o pirata com os olhos, preparado para atirar shurikens nele, preferencialmente na parte inferior de seu corpo para dificultar seu movimento. Avançaria atento às raízes e partes menos sólidas do chão, assim como quando vaguei pela floresta anteriormente, tentando me manter no encalço do pirata e tentando fazer aquilo durar o mínimo possível. Caso eu adentrasse pelo chamado de Tetsu ou caso ele ao menos estivesse colaborando ficando próximo a mim, levantaria a voz para que ele me ouvisse em meio a correria - Você tem ótimos sentidos, não é? Me indique a posição aproximada dele, por favor! - Pediria a ele caso eu não conseguisse visualizar decentemente o pirata, e atiraria minhas shurikens na direção indicada, buscando identificar um acerto efetivo para jogar mais lâminas nessa direção. Caso ficasse para traz, tentaria seguir direções que Tetsu houvesse indicado, além de tentar ouvir barulho de correria e seguir o mesmo, pronto pra atirar shurikens assim que eu visse um pirata. Caso conseguisse o derrubar, ou caso a perseguição estivesse durando muito tempo, só por garantia atiraria duas shurikens para minhas diagonais frontais, para garantir que não haveriam mais pirata a frente prontos para nós emboscar, e recuaria caso houvesse resultado positivo - Tetsu, parece ser uma armadilha! - Diria, mesmo sabendo que ele provavelmente perceberia antes, e, claro, recuaria também caso ele percebesse e me avisasse. Após derrubamos e alcançarmos o pirata, após tirar mais duas shurikens em suas pernas ou pés para ter certeza que ele não conseguiria mais correr, deixaria Tetsu fazer o trabalho, fosse para o desmaiar, matar ou interrogar, uma vez que ele tinha cara de quem se dava melhor nesse tipo de situação. Caso ele fosse demasiado ou morto, buscaria grãos de café em suas vestes; ajudaria Tetsu a carrega-lo, ou carregaria eu mesmo, caso fosse o primeiro caso e ainda pudéssemos o interrogar. Tendo resolvido aquilo, retornaria a vila, carregando pirata desmaiado/amarrado ou não, sempre atento aos meus arredores para não nos depararmos com mais inimigos.
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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptyQua 29 Maio 2019, 23:25


Mesmo depois de chegarmos na tribo e estarmos aparentemente seguros, em nenhum momento eu baixei minha guarda, por mais que eu soubesse que os piratas não estavam por perto por conta do meu olfato e minha audição, só o fato de ouvir eles de longe já me deixava nervoso e esse sentimento não me permitia baixar a guarda. Claro que com aquele idiota do Kirin gritando tentando fazer os nativos comprarem as armas dele ficava mais difícil de eu me concentrar nos piratas, porque ele era muito barulhento. Quanto mais ele gritava, mais eu começava a rosnar, estava muito incomodado com isso, foi quando o médico saiu bem irritado e começou a reclamar com o mercador, que logo se calou. Naquele momento eu arregalei meus olhos levemente um pouco surpreso com tal atitude, mas não demorou muito para aquela expressão surpresa se transformar em um sorriso. - " Bem feito, seu idiota. " - pensei enquanto me deliciava com aquele momento. Porém a minha alegria não durou muito porque logo em seguida aquele médico veio em minha direção para falar sobre o estado de Elizabeth, apesar de eu ter me irritado com a atitude dela, depois do que aconteceu quando eu salvei Asuma, quando o pirata desviou do meu golpe e contra-atacou, eu entendi melhor o que motivou ela a falar aquelas coisas, realmente eles eram muito fortes e eu provavelmente não conseguiria sozinho, mas obviamente eu nunca daria esse gostinho a ela. Quando o médico terminou de falar sobre o estado dela, não demorei para responder. - Me poupe desses detalhes, não fale como se eu me importasse com ela. - disse de maneira infantil e como se não bastasse, virei o rosto para o lado. Mas mesmo não querendo admitir, naquele breve e único momento eu suspirei levemente, ok, eu estava um pouco preocupado e saber que ela estava bem me deixou aliviado, mas é claro que eu nunca iria dar esse gostinho a esses humanos.

Quando aquele assunto desagradável terminou, Travis não fez cerimônia em perguntar quem eu era e o que pretendia. Eu não sou de me apresentar de forma adequada e acho que nunca disse o meu nome completo para ninguém, sempre me apresentava com a abreviação do meu nome por julgar que não era necessário saberem meu nome, porém como ele era um marinheiro e eu pretendia me tornar um caçador, seria bom eu já começar por agora. Ao ouvir que Travis era um marinheiro e me fez tal pergunta, eu sorri de forma confiante enquanto levantei minha mão na altura do meu peito e fiquei pressionando o mesmo com meu polegar. - Eu me chamo Kirihara Tetsuya, e é bom você gravar bem esse nome, porque em breve eu serei o maior caçador desse mundo e graças a mim vocês marinheiros terão a vida mais fácil porque eu vou capturar todos esses piratas inúteis! - disse me gabando como um menino tentando se exibir, mas o que importa é que na minha cabeça isso ficou muito legal.

Depois que tudo se normalizou, eu não perdi tempo em buscar por informações sobre botânica, e foi justo Travis que me forneceu alguns livros sobre o assunto, eu os peguei e sem dizer uma palavra de gratidão dei as costas e fui até um local mais afastado para estudar. Por ser basicamente um gênio, eu não tive muita dificuldade em ler a aprender sobre o assunto, mas claro que tão pouco foi rápido. Levei algum tempo lendo todo aquele material e confesso que em alguns momentos precisei reler para entender bem o assunto. Depois de passar mais algum tempo eu finalmente havia terminado de estudar e tinha uma boa ideia do assunto, o resto só seria comprovado na prática. Quando fui caminhando até Travis para devolver o material, pude notar que Elizabeth já estava muito melhor e inclusive de pé, apesar de nota-la, eu não mantive contato visual mas isso não foi o suficiente porque logo em seguida eu fui surpreendido com um forte abraço junto com agradecimento, naquele momento eu fiquei em choque enquanto ela me abraçava.


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A princípio eu fiquei sem reação porque apenas uma coisa se passava em minha cabeça. - Porque? Ela não parece ter medo de mim... Muito pelo contrário, está feliz... " - eu fiquei alguns segundos sem reação apenas pensando no porque dela não ter medo, raiva ou esses sentimentos primitivos que tem os humanos, ela parecia muito agradecida e amável comigo, foi a primeira vez que alguém me abraçou sem ser a minha mãe. Depois de ficar tentando imaginar o motivo, eu me dei conta de que haviam outras pessoas em volta e o que eles estariam pensando. - E-Ei! Você está muito perto... sai... - disse enquanto ia empurrando ela devagar para não machucar, e quando me "soltei", dei um passo para trás levemente corado e desviei o rosto para o lado com os olhos fechados. - Eu não fiz nada demais, o idiota do seu irmão que tava entre mim e o pirata. - tentei parecer rude para tentar disfarçar que estava embaraçado. Foi nesse momento que eu senti um cheiro diferente e ao olhar na direção de onde vinha, me dei conta que havia um dos piratas de Kaio.

- Maldição, tem um pirata aqui! - disse em voz alta enquanto apontei para o local onde ele estava e logo em seguida sai correndo. Eu era um ser naturalmente rápido e tinha uma grande vantagem que era a minha aceleração. Eu iria correr usando toda a minha velocidade e se eu conseguisse uma distância aceitável e possível, daria um grande salto para frente afim de dar uma voadora nas costas do pirata e faze-lo cair no chão, e se tivesse conseguido com sucesso, sacaria a minha espada e usaria o cabo para golpea-lo na cabeça e faze-lo desmaiar. Mas se por acaso eu notasse que não estava conseguindo me aproximar nem mesmo usando toda a minha velocidade, usaria minha audição aguçada somado com meu faro avantajado para tentar saber por que lado estava o bando dele, e uma vez que tivesse notado onde estavam, eu tentaria pegar algum tipo de atalho cortando o caminho porque se ele tivesse voltando para onde estava seu grupo e não estivesse no caminho 100% certo, ele teria que mudar de direção nem que fosse um pouco, e se isso acontecesse eu tentaria estar um passo a frente e uma vez que tivesse condição, iria seguir a minha estratégia anterior de dar uma voadora nele e faze-lo desmaiar com o cabo da minha katana.

Se eu tivesse conseguido nocautear o pirata, pegaria o seu corpo e levaria de volta a tribo, onde o amarraria de forma segura para que assim pudesse interroga-lo, mas se eu não tivesse sucesso em captura-lo e ele conseguisse voltar para o seu bando, usando a minha furtividade eu ficaria escondido da maneira mais segura possível tomando cuidado com batedores ou piratas que pudessem estar fazendo guarda, e uma vez que eu tivesse seguro, ficaria bem atento ouvindo tudo o que era dito ao mesmo tempo que cuidadosamente ia seguir os piratas.








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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptyQui 30 Maio 2019, 14:01


Partindo pra briga! A primeira caçada!



Akira havia sido direto com Asuma, para ajuda-los era necessário que ao menos os almejantes a caçadores de recompensa soubessem o que Kaio queria. – Entendo... – Com um suspiro enquanto sacava outro de seus cigarros para fumar, Asuma acendia-o com um fosforo que estava em um de seus bolsos aparentemente solto. – Eu e a Elizabeth somos arqueólogos, de forma independente navegamos pelos mares em busca de entender mais sobre as coisas e encontrar tesouros que muitos duvidem que exista. – Ele contava de forma pausada dando ênfase em que eram arqueólogos.

– Ganhamos uma certa fama por termos tido sucesso nos nossos achados. Dos dois tesouros que fomos atrás, conseguimos encontrar ambos e provar a sociedade que nunca devemos ter certeza que algo não existe. – Elizabeth complementava seu irmão enquanto se aproxima dele e olhava diretamente para Akira. – Kaio sabe bem quem nós somos e sabe também qual é nossa finalidade na ilha; ele meio que queria obrigar a gente a se juntar a eles, mas fazer o mal não é nossa praia... – Asuma indagava olhando para o céu enquanto lentamente terminava sua frase tragando novamente seu cigarro.

Era então que o clima era cortando quando Kirihara sentia a presença de um dos piratas por perto, se tratava de apenas um que aparentemente havia chegado no mesmo instante. O pirata do bando de Kaio imediatamente começava a correr na direção oposta da vila, chamado a atenção de todos ali. Porém o pirata apenas começou a correr depois que o mink já havia começado sua investida; Akira imediatamente sacava duas shurikens a as arremessava contra o bandido do mar, mas infelizmente acabou errando devido a uma resposta imediata do pirata saltando. – Não é hoje o dia que irá me acertar ninja medíocre. – O pirata ainda no ar falava provocando de certa forma o Akira.

Nesse momento em que o meliante estava no ar, Tetsu havia tido sucesso em se aproximar do homem, era então que imediatamente ele saltava na direção dele realizando uma espécie de voadeira que havia sido na visão dos outros um tanto estranha. Porém seu ataque havia se completado com excito, jogando o pirata em encontro ao chão, imediatamente Akira que também estava atrás do homem jogava outras duas shurikens nas pernas do homem visando evitar com que ele pudesse se levantar e fugir. – Desgraçado! – Urrando de dor o pirata falava.

Tetsuya então sobia nas costas do homem que estava de barriga para o chão e com o cabo de sua espada realizava um golpe direto na nuca do pirata fazendo com que ele instantaneamente dormisse. Pelo fato do mink estar mais próximo e o homem não ter corrido muito deles, foi ele quem o arrastou até a vila que estava a menos de 2 minutos deles. Chegando lá, antes mesmo que pudessem o amarrar Akira aproveitava o único espaço que teve para checar o que ele portava consigo, para sua surpresa, apenas um misero grão de café.

– O que aconteceu aqui? – O médico falava enquanto saia da oca maior que aparentemente costuma ficar. – Quem é esse cara? O que houve? – Travis completava questionando sobre os acontecimentos prévios que explicassem o ocorrido. – É um dos piratas do Kaio que falei, o Tetsu novamente mostrou ser muito forte derrotando-o. – Elizabeth dando ênfase novamente no mink, falava sorrindo para o médico. – Ele e o Akira pegaram-no tentando fugir – Asuma repartia parte do mérito com Akira falando isso. Era estranho como eles haviam conseguido “derrota-lo”, o pirata mesmo de costa havia conseguido esquivar-se das shurikens arremessadas contra ele de forma incrível.

– Aposto que fizeram o que disse, um de vocês fizeram ele falar e o outro o atacou, não é? – Asuma perguntava a os jovens sorrindo como se tivesse ajudado, de certa forma. Mais cedo naquele mesmo dia o pirata que havia socado o mink no lado de seu tórax havia recebido uma pedrada do fumante diretamente na cabeça, o detalhe que poderia ser observado de que Tetsu errou seu golpe e o homem completamente machucado acertou era que apenas no golpe do ferido que o pirata havia falado algo. Deduzindo de forma chula, era como se quando eles falassem suas guardas temporariamente fossem baixadas.

Amarrando o pirata em uma arvore das redondezas da tribo, demorou cerca de 15 minutos para ele recuperar a consciência e conseguir falar. – Onde estou... – O pirata lentamente levantando sua cabeça questionava enquanto o sol, que estava quase se pondo, iluminava direto em sua cara. Apenas Akira e Tetsu estavam cuidando o homem, os outros haviam ido até a uma das ocas para descansarem já que estavam ainda em recuperação, agora era o momento em que eles poderiam colher a maior quantidade de informação que conseguissem e fazer o que quisessem com o pirata. Depois ainda deveriam tomar alguma providência do o que fariam durante a noite que estava chegando, talvez fosse mais seguro pedir abrigo ali mesmo, mas isso dependia apenas dos jovens e de suas decisões.



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MensagemAssunto: Re: Partindo pra briga! A primeira caçada!   Partindo pra briga! A primeira caçada! - Página 3 EmptySex 31 Maio 2019, 11:57

In The Belly Of The Beast - Parte III

Sinceramente, eu já estava ficando um pouco desgostoso com aquela irmã do Asuma. Tudo bem que o Tetsu havia salvo ela anteriormente, o que significava que tinha grande gratidão por ele, o era normal nesse tipo de situação, mas aquilo já chegava a parecer uma paixonite dela. Eu não ligava muito de ela ter agradecido apenas ao Tetsu antes, mas eu não havia me dado ao trabalho de perseguir o pirata ali a pouco para ela dizer que o Tetsu havia dado cabo nele. Por mais que eu não tivesse sido quem nocauteou, qualquer um que houvesse visto saberia que o Tetsu só havia conseguido o alcançar e atingir graças ao meu ataque, nada mais justo me dar algum crédito também! Sem contar, claro, o fato de eu ter arriscado minha vida para ajudar Asuma, enquanto até onde eu sabia Tetsu havia apenas chegado pra limpar a sujeira restante que sobrou depois da minha ação. Sorte dela que Asuma era consciente e não ignorou minha existência, porque senão eu pensaria em parar com as caridades.

Falando em Asuma e sua irmã, arqueólogos? Eu sinceramente não sei o que eu esperava, mas estranhamente não havia cogitado nisso. Kaio havia falando tanto sobre mapa, localização, que eu já estava pensando mais que eles possuíam algum tesouro enterrado na ilha ao qual queria roubar ou algo do gênero. Quer dizer, tinha de fato um tesouro envolvido, mas pelo que eles falaram era mais como uma ruína antiga do que um bau enterrado - "Então Kaio queria a localização ou colaboração deles para arrebatar esse tesouro? Típico pirata, querendo tudo pra si, até o que não precisa" - Suspiraria após refletir. Se aqueles criminosos estavam se esforçando tanto pra fazer Asuma falar, isso significava que eles não faziam ideia da localização do suposto tesouro, então ao menos não corria o risco de eles arrebataram aquilo sem ninguém perceber, ao menos eu achava que não - Existe alguma chance de eles acharem o lugar por acaso? Seria problemático se alguém como Kaio botasse as mãos em um "tesouro perdido", se eu entendi corretamente - Diria, após me reaproximar de Asuma e sua irmã - Eu não sei ao certo do que se trata esse tesouro ou qual a importância dele, mas só o fato de estarem se opondo àquela escória dos mares já mostra que estão do lado certo. Ou ao menos do menos errado - Minha cabeça se virava, olhando de lado para o pirata caído - Seja o que precisarem, podem entrar em contato comigo. Eu vim ao mar viver aventuras mesmo, então não custa nada ajudar exploradores - Terminava, com um pequeno sorriso, que conseguia escapar graças ao meu olhar que não mais encarava ambos nós olhos.

Virando agora todo meu corpo em direção ao pirata, encerraria - Agora se me dão licença, temos um probleminha pra cuidar aqui - Diria, já um pouco mais confortável perto deles. Talvez o fato de eu ter salvado Asuma e de eles parecerem boas pessoas tenha ajudado a me relaxar, mas agora não era hora de pensar nisso, era hora de me ficar no nosso "prisioneiro". Aquele pirata era definitivamente estranho, ele tinha uma aparecia bem típica de pirata, claramente era apenas um capanga, mas aqueles seus movimentos pareciam até mesmo não-naturais. Olhando de perto ele parecia até um pouco fraco, o que deixava ainda mais surpreendente aquela agilidade e reflexos que ele havia demonstrado anteriormente, que haviam o permitido até mesmo desviar de shurikens estando de costas. Certamente só o excesso de cafeína não era o suficiente para proporcionar aquilo, era uma capacidade de reação treinada, o que era bem estranho para piratas, que normalmente ligavam mais para destruir e matar. Mesmo estranhando, era inegável que essa agilidade seria um problema, uma vez que não havia condições de vencer uma dezena de piratas que não conseguimos atacar com facilidade. Asuma havia falado sobre os fazer falar, mas aquilo soava idiota, uma vez que o que parecia era que eles apenas baixavam a guarda com facilidade quando se focavam em mais de uma coisa ao mesmo tempo. Fazer eles falarem não era O METODO, era apenas uma tática fácil de explorar essa fraqueza, mas que provavelmente não seria tão útil caso fossemos enfrentar vários de uma vez. De um jeito ou de outro, precisaríamos pensar em um outro jeito de explorar aquela fraquesa.

Finalmente vendo o pirata capturado acordar, logo parava de divagar e me focava na realidade. Não fazia sentido continuar analisando a situação sozinho se eu podia questionar o pirata diretamente. Lentamente me aproximando do pirata, dava uma boa olhada nele; por mais que eu estivesse um tanto nervoso pra ter que fazer um interrogatório mesmo não estando sozinho, eu sabia que aquele pirata estava em uma situação bem pior, ele não teria tempo pra ficar prestando atenção em mim ou coisa parecida, então respirei fundo e me acalmei - Ah, parece que finalmente acordou - Chamava sua atenção com minha voz. Pelo pouco que conhecia de Tetsu, ele parecia uma pessoa um tanto direta e inconsequente, então eu já esperava que ele agisse de forma agressiva com o pirata, nem que fosse apenas pra meter medo nele. Por causa disso, mesmo com a vontade de enfiar shurikens nos seus ombros por me chamar de "ninja medíocre", acabei decidindo ter uma abordagem um pouco mais suave com o pirata - Você ta em uma situação bem ruim, né? Mas sabe, não precisa ser ruim - Diria, tentando deixar ele mais calmo - Eu não sei meu amigo aqui, mas eu acho que podíamos fazer isso ser rápido e benéfico para nós dois, não? - Prosseguiria, tentando amaciar ele - Sabe, nós já sabemos o objetivo de vocês, então não é como se você fosse comprometer a ação do seu bando. Nós só queremos saber algumas coisas simples, você não precisa tornar isso difícil pra defender coisas tão simples, não é? - Caso ele estivesse colaborando minimamente, faria a primeira pergunta - Quem exatamente é Kaio? - E, caso ele seguisse colaborando, prosseguiria as perguntas - Quantos de vocês tem nessa ilha? - Depois - O que vocês levam no navio? - E por último - Vocês tem algum outro esconderijo além da praia?

É claro que eu não esperava que ele colaborasse com uma abordagem dessas, e era pra essas horas que eu esperava que Tetsu agisse. Ele inspirava muito mais medo que eu, e, se fosse inteligente, já saberia que abordagem eu estava tomando vendo minhas ações. Assim que o pirata começasse a ficar agressivo, se recusar a responder, dar respostas inválidas ou inconclusivas, esperaria Tetsu liberar uma onda de agressividade física ou verbal, fosse um ataque em alguma árvore ao redor, naquela mesma próximo ao pirata, ameaças violentas ou simular um ataque contra ele; esse último ao qual eu ergueria minha mão para "parar meu companheiro. Após isso, voltaria a falar com o pirata - Senhor, meu companheiro não está com um humor muito bom, e ele não costuma ter uma paciência muito grande. Eu estou me esforçando pra deixar ele sob controle, mas você precisa colaborar também, entende? - Diria, suave, tentando fazer ele se retrair e ficar mais receptivo à mim - Eu sou seu amigo aqui, estou tentando evitar que algo ruim aconteça contigo, mas eu não posso segurar meu amigo pra sempre. Então que tal voltemos às perguntas, são simples, sei que você consegue responder sem problemas - E voltaria as perguntas. Caso ainda assim ele se recusasse a colaborar, especialmente se Tetsu começasse a rosnar, alisar sua espada ou outras ações especialmente ameaçadoras em reposta a ele, mais uma vez chamaria sua atenção - Senhor, meu amigo não está gostando desse seu comportamento. Eu disse, a paciência dele é baixa, e eu não posso garantia sua segurança se ela acabar. Eu preciso que você me ajude para eu te ajudar. Espero que esse não acabe sendo o último aviso - Caso as perguntas fossem todas respondidas decentemente, porém, chamaria Tetsu para longe com um sinal de mão - Tá, e agora, o que fazemos com ele? Desmaiamos denovo e deixamos amarrado em algum canto? Podemos precisar denovo dele depois.
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