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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptyQua 08 Maio 2019, 13:07

Relembrando a primeira mensagem :

II - Armas Químicas & Poemas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Natasha Romanov Natreyeva. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptySeg 23 Set 2019, 17:41



NARRAÇÃO



Cena: Linda

Com o sol ainda se pondo aquela batalha teve um rápido início, os agentes estavam claramente em desvantagem numérica mas Linda não deixava isso abalar sua confiança, a ruiva aproveitou do momento para provocar mais seus oponentes tentando disseminar o medo naqueles na retaguarda. - Vamos ver quem vai sair daqui acéfalo! - Gritou o pirata manejando mais uma vez o seu bastão, comparado a Linda o pirata era lento, forte mas lento. Dessa vez o golpe vinha na vertical de cima para baixo mirando na ruiva mas como mencionado antes ela era mais veloz, mais uma vez o assoalho no porto era danificado mas nada disso dizia respeito a Linda que após se movimentar para a esquerda conseguiu acertar uma joelhada não exatamente nas costas mas sim um pouco abaixo do quadril de Joubu devido a altura do mesmo.

- Maldita cadela, o que estão esperando!? Peguem eles! - Gritou o capitão para seus subordinados que começaram avançar, eles tinham ouvido as ameaças de Linda mas não teriam motivos para recuar diante de uma vantagem númerica. - OOOOOH!/ Peguem eles!/ Morte aos cães do governo!/ Acabe com ela capitão! - Os gritos dos piratas eram escutados ao longe, diversos palavrões e obscenidades eram pronunciados por aquelas figuras que se encontravam ali no prestando suporte a Joubu. - Joubu você está cercado! - Uma voz nova surgia do nada surpreendendo todos no local, era a marinha, homens e mulheres uniformizados surgiam se posicionando atrás dos piratas enquanto na frente do grupo estava o homem que se pronunciava.

- Merda é a marinha!/ Capitão o que vamos fazer!?/ Joubu-sama o que faremos agora!?/ Merda eu não quero voltar para a prisão. - Os piratas iam ficando nervosos assim como o seu capitão ia ficando mais e mais irritado. - Rendam-se, larguem suas armas e ponham as mãos onde podemos ver! - O marinheiro que liderava aquele grupo dava passos a frente com sua espada já em mãos mas Joubu não parecia ter intenção de se render. - Seus merdas, não pensem que me darei por vencido! Malditos cães! - O pirata começou a girar com o seu bastão como se fosse um pião mirando acertar Linda e qualquer outro que estivesse em seu alcance, tal “técnica” pegava a ruiva de surpresa pois a mesma demonstrou uma velocidade que antes o homem não possuía, sendo acertada no tronco a ruiva foi jogada para trás mas imediatamente foi pega por ninguém mais e ninguém menos que Senku. - Não se preocupe mademoiselle está segura agora. - Dize o agente usando todo o seu Sexy appel ali.

Shishio por outro lado saltou por cima dos caixotes empilhados na doca, Joubu terminou seu giro mas imediatamente viu o agente responsável por aquela escolta descer um soco contra ele, o pirata deu alguns passos para trás cambaleando e se segurando para não cair ali. - Vamos acabar com isso de uma vez... - Terminou Shishio se posicionando ao lado de seus colegas, agora eram eles com a vantagem numérica mas o pirata não parecia querer desistir ali. Os marinheiros por outro lado já começavam o seu combate, o líder daquele grupo manejava sua espada contra um e outro ali enquanto os dois que lhe acompanhavam tentavam prestar suporte enfrentando os piratas adjacentes, os atiradores trocam disparos com os outros mas a vitória daqueles que lutavam pela justiça já estava evidente a esse ponto.

- Temos que sair daqui!/ Merda estamos cercados, como faremos isso?/ Capitão o que faremos? - Claramente desesperados os piratas não sabiam mais o que fazer, de um lado estava os agentes e do outro a marinha, no fim eles confiavam a decisão para o seu capitão. - Derrubem eles, matem todos! Até parece que cheguei aqui para desistir! - Se recuperando o pirata mais uma vez parecia pronto para avançar contra o trio de agentes. Linda estava bem, o golpe tinha tinha sido doloroso no momento mas nada que gerasse sequelas durante o combate além de alguns hematomas, em cada lado da ruiva estava um companheiro pronto para uma investida final contra Joubu.

Se olhasse melhor para o cenário ela poderia identificar que as barracas que antes estavam funcionando ali agora estavam fechadas, não tinha uma alma viva na redondeza se não por aquelas que lutavam no porto, os piratas já estavam desesperados e começando a ficar severamente feridos, a luta contra os marinheiros tinha apenas começado mas alguns criminosos já começavam a se machucar, Joubu estava com a respiração pesada e com o corpo moderadamente surrado devido a sua luta com Linda e o golpe de Shishio.

Mapinha 2:
 


Cena: Grimm

Era estranho mas tal dupla mesmo com suas extremas diferenças parecia funcionar com uma certa harmonia, como yin e yang, Meursault e Anael tinha suas interações com o anjo apenas demonstrando preocupação, às vezes nervosismo e outrora vergonha. “- Pff não diga bobagens... -“ Teria respondido uma hora. “- Você pode falar isso mas no fim você nasceu para a profissão, é quase como se fosse o seu papel no plano divino. -“ Teria respondido em outra. “- Oh, Lord… Perdoe senhor, ele não sabe o que diz. -“ Falou fazendo o gesto da cruz em uma rápida prece quando Grimm comentou sobre o motivo em cada batida no maço de cigarro. A fé de Anael não surpreendia Meursault, o anjo sempre teria se mostrado uma figura religiosa e temente a Deus.

Grimm lembrava de um detalhe importante sobre o seu querido colega, a vasta coleção de livros que o celestial costumava ter. - Oh… Sim eu ainda tenho a minha coleção. - Respondeu um pouco surpreso pelo tópico repentino mas não incomodado pelo assunto, ao ouvir os motivos da pergunta de Meursault o anjo não conseguiu evitar o largo sorriso que quase iluminava a faceta de Grimm - Oh céus, fico feliz em ver você levando isso a sério! - Não era difícil para tal risada angelical despertar sérias dores de cabeça em Grimm mas o anjo não parecia se incomodar, a felicidade e o sorriso são coisas que não devem ser interrompidas nesta vida. - Eu irei providência-los para você assim que tivermos tempo, mas devo dizer hein… Sedução? Está com problemas no “paraíso”? - Brincou o anjo com um semblante mais travesso.

Com a promessa de se encontrarem depois os dois amigos foram separados para resolver seus respectivos assuntos, Meursault com a sua glamurosa tarefa de lavar roupas, talvez existissem outras opções mas Rafael não pareceu interessado em oferecer elas. Sozinho na lavanderia o candidato a agente descontava sua raiva naquelas pobres roupas indefesas, urrando a cada golpe o lutador produzia mais e mais espuma enquanto literalmente batia aquela roupa suja, era quase fascinante o quão efetivo era aquele método para aliviar o estresse acumulado e ao mesmo tempo para lavar roupas. Por ser uma quantidade grande de roupas sujas Grimm levou um pouco mais de quarenta minutos para lavar todas, gastando mais um pouco de tempo para pendurar todas o lutador já estava um pouco cansado, os braços doíam pelo movimento repetitivo mas nada que um pouco de repouso ou um alongamento não resolvesse.

Não foi difícil encontrar Rafael, lembrando que o mesmo havia informado onde estaria tudo que Grimm precisou fazer era caminhar seguindo a sinalização local e perguntar uma vez sobre seu destino para um marinheiro transeunte no QG, a administração não era uma sala grande, quatro mesas de escritório com suas respectivas papeladas, alguns gaveteiros de aço em um canto e prateleiras e armários no outro, o lugar não tinha janelas então toda iluminação ali era artificial, graças a ventilação via dutos de ar o lugar não era quente mas o fato de ser apertado e de certa forma tumultuado poderia despertar um senso de claustrofobia para aqueles que não estavam acostumados. Rafael estava ali sozinho sentado em uma das cadeiras frente a uma das quatro mesas parecendo analisar uma papelada que para Grimm era aleatória. - Ótimo, vamos então para a segunda etapa. - Falou ele se levantando e caminhando até a porta. - Me siga. - Continuou sem parar ou sem fazer contato visual com Meursault.

A figura de Rafael era tão orgulhosa e talvez tão teimosa quanto Meursault, era quase como se o agente quisesse deixar claro que era ele quem mandava ali. Seguindo-o Meursault se veria seguindo o mesmo caminho de antes para a lavanderia, indo além eles saiam da construção principal e iam até onde estava o varal de roupas, depois do varal tinha uma pista de corrida que circulava em volta de uma academia a céu aberto, a academia em si era uma mistura de gta e praça de exercício para idoso, uma maravilha. - Agora vem o exame físico, o circuito é um tanto simples cinco voltas na pista, três séries de trinta repetições de flexões, agachamentos e abdominais, no fim quero ver você fazendo aquela barra ali pelo menos umas dez vezes. - Terminou ele apontando para a barra fixa na academia no centro da pista.

Talvez aquilo fosse uma bateria de exercícios bem pesada mas o agente não pareceu se importar com o pedido, se aquilo era possível ou não ele não se importava apenas mandava e esperava ver até onde Meursault iria chegar, Rafael se sentou em um banco que tinha ali na proximidade da pista de corrida e ficou ali dando a entender que iria avaliar de perto esta etapa.

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptySeg 23 Set 2019, 23:37



En avoir ras le bol




Meursault ficaria surpreso ao notar que existia um pingo de humor mais ácido, mesmo que de qualidade duvidosa, no repertório do celestial, mas, apesar da surpresa inicial, responderia com a ironia costumeira. - Problema nenhum, apenas resolvi abandonar a minha vida de castidade e abnegação dos demais prazeres. - Mesmo para um desconhecido, provavelmente seria difícil levar as coisas ditas por Grimm a sério. - Seu amiguinho alado tem tido problemas para acertar as flechas ultimamente, como sou uma alma caridosa, resolvi que não faria nenhum mal dar uma mãozinha. - O jovem não tinha nenhuma dúvida de que Anael compreenderia a referência feita ao cupido, mas, para ser honesto, não existia nada de errado com sua vida amorosa, ele simplesmente acreditava que não era necessário que existissem motivos para melhorar o que já estava bom.

Após ser separado de Anael, Grimm agradeceu aos deuses, pois, claramente não sentiria gratidão em relação a Rafael, e dedicou-se a sua tarefa tediosa que mais parecia uma punição dada a uma criança malcriada. Para ser justo, a atividade foi bem mais divertida do que o boxeador imaginava, obviamente por seu próprio mérito e genialidade, ou infantilidade e despreparo, dependendo do prisma do observador. De toda forma, após desperdiçar aproximadamente uma hora de sua vida, Meursault partia em busca de Rafael com sua tarefa devidamente cumprida, ou o mais próximo disso possível.

Não existiu nenhuma dificuldade para reencontrar o agente, Grimm podia farejar aquela arrogância e prepotência a centenas de metros de distância, ou pelo menos jurava que podia quando, na verdade, apenas seguia placas e pedia informações, de toda forma, não foi necessário nenhum esforço para ter o desprazer de rever Rafael. A visão do homem na administração era deplorável, ou seja, causava grande alegria no coração de Meursault, o agente parecia um rato preso em uma gaiola minúscula se afogando em papelada enquanto navegava em um mar de burocracia. - Você parece estar se divertindo bastante. - O jovem deixaria um pouco de veneno escorrer em suas palavras, era mais forte que ele, além de ser um processo basicamente natural. Assim que soubesse da existência da segunda etapa, Meursault deixaria um pensamento escapar em forma de sussurro. - Segunda e, se a sorte me sorrir, última. - Quando fosse convidado a seguir o agente, ele simplesmente acenaria com a cabeça e seguiria pelo percurso indicado.

A visão do pátio não animava Grimm, mas ao menos era mais empolgante que a lavanderia. Quando soubesse do percurso de exercícios que precisaria fazer, Meursault deixaria certo descontentamento transparecer em seu semblante, para dizer, sem nenhuma animação. - Certo, certo, certo... Molezinha, vou só descansar um pouco antes, acabei de fazer um esforço descomunal lavando as roupas e na minha idade a coluna já não é mais a mesma. - Tentaria repousar por cerca de quinze minutos, apenas para irritar seu avaliador. Quando o tempo terminasse, ou quando fosse forçado a acabar seu descanso, faria um alongamento longo e detalhado, sem nenhuma pressa. Esticaria seus braços, pernas, giraria o tronco e o pescoço, se abaixaria e tocaria as pontas de seu pé, daria alguns pulinhos e finalmente estaria pronto para começar. - Observe. - O jovem faria uma finta, adotando uma pose de corrida, mas, logo em seguida, simplesmente sairia andando pela pista sem nenhuma pressa. Ao completar uma volta, se dirigiria a Rafael. - Você nunca mencionou que eu deveria correr. - Grimm planejava completar as voltas restantes na mesma velocidade, mas, se ocorresse algum contratempo, abriria mão do orgulho e correria, afinal de contas, podia ser debochado, mas não era estúpido.  

A essa altura do campeonato, Meursault já esperava ter tirado a paciência de Rafael, ou ao menos testado a mesma um pouco, na melhor das hipóteses teria comprometido a sanidade mental do agente, da forma que fosse, lhe pareceria que já era hora de levar as coisas um pouco mais a sério. Grimm se concentraria e tentaria fazer as trinta repetições de flexões, agachamentos e abdominais em um ritmo constante, não pecando pela lentidão ou pelo excesso. Ao fim de cada série, repousaria por cerca de um minuto antes de dar continuidade aos exercícios. Por fim, descansaria um pouco mais, algo em torno de três ou quatro minutos, antes de fazer as 10 barras, tentaria imprimir um ritmo explosivo no último exercício para aumentar as chances de bater a meta estipulada, mesmo que isso significasse ficar exausto depois. Conseguindo ou não realizar tudo que havia sido requisitado, Grimm se deitaria no chão após dar o seu máximo e diria. - Acho que acabamos por aqui, posso receber meu terno agora? - Ele realmente esperava que a resposta fosse positiva, mas não hesitaria em passar por mais provações depois de tudo que já havia feito.

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptyTer 24 Set 2019, 15:52

Meu plano não tinha dado muito certo, como eles estavam em vantagem numerica os piratas ainda acreditavam que teriam chance, mas a parte de deixar o joubu irritado deu bastante certo então não era uma completa derrota. A chegada da marinha ajudou a gente, os piratas pretendiam todos me atacar mas antes que fossem capaz de fazer isso a marinha estava lá para cercar todos e mudar os rumos do combate. Agora sim o medo ja estava instaurado no bando do pirata e com a marinha era possivel ficar mais tranquilo no combate ainda assim, que demora o cara ficou nos esperando no porto e a marinha só chegou agora, tão precisando treina mais ou coloca mais guardas no porto, é uma das partes mais importantes da ilha.

Joubu me pegou de surpresa com um golpe giratorio, eu era rapida mas não esperava aquela velocidade dele, o que me fez ser jogada para trás somente para o deleite de Senku e suas frases irritantes. - Da pra ti ser um agente normal uma vez na vida? - Eu respondia para ele, então me levantava e me preparava para voltar ao combate ignorando qualquer outra frase merda vinda de Senku. Já Shishiu desferia um potente soco em Joubu. “Assim que se faz ta vendo Senku…” Olhando em volta percebia que o porto estava vazio, apesar de estarem atrasados a marinha era boa em evacuar civis o que era uma boa qualidade deles.

- Pronto pra prisão Jubilu? - Diria enquando iniciava uma investida esperando que pelo menos Shishiu me seguisse para acabarmos logo com aquilo. Meu golpe seria uma finta, avançando com minha velocidade como se fosse ir para a esquerda de Joubu mas mudaria meu movimento com um giro indo para a direita, aproveitaria o embalo do giro pra um chute rodado focado na cabeça do pirata, estaria mais ligada aos seus golpes depois de receber o ultimo. Tentaria levar o meu corpo ao limite de sua velocidade sem reduzir até derrubar o grandão.

Manteria esquivas com pequenos saltos para o lado do pirata de forma a não atrapalhar que mais estivesse lutando contra ele, e sempre com chutes focados na cintura e costas do homem. Se não fosse possivel me esquivar para o lado me esquivaria para trás me afastando dele e entrando com um chute no joelho seguido de um no queixo. Se conseguir uma oportunidade de uma boa sequencia de golpes enquando ele se ocupa com um dos outros agentes caso eles entrem no combate comigo, daria um chute na barriga, seguido de um soco no rosto e terminaria com um chute rodado nas costelas do pirata. Tendo outros agentes me ajudando, tentaria sempre dar os meus golpes logo após um deles acertar ou receber um golpe com o intuito de deixar Joubu confuso e sem tempo de reagir.
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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptyQui 26 Set 2019, 00:45



NARRAÇÃO



Cena: Linda

A vitória naquele campo de combate era tão certa quanto o anoitecer que aos poucos ia chegando e escurecendo os céus, ao lado de dois de seus companheiros Linda se preparava para a investida final enquanto a marinha já parecia aos poucos terminar com os peixes pequenos. Partindo para cima do pirata Shishio e Linda corriam quase em sincronia enquanto Senku vinha logo atrás parecendo ter perdido o sinal de largada. - Morram! - Respondeu o bruto manejando a sua arma com uma ferocidade e brutalidade maior que antes, Shishio parou e manteve posição assumindo uma postura defensiva decidindo não só aguentar o golpe como também segurar a arma para gerar uma abertura para os seus colegas.

O golpe do pirata se encontrou com os antebraços cruzados em cruz posicionados na frente do corpo do agente que rapidamente agarrou o bastão de Joubu. - Agora, acabem com ele! - Linda executou sua finta e acertou um chute alto na cabeça do pirata enquanto Senku com um par de adagas executou um corte em X no tronco do criminoso, cada um posicionado em um dos lados de Joubu, os agentes só viram a pegada do pirata afrouxar no punho de sua arma largando a mesma, os olhos rolando antes de perderem o seu brilho e finalmente o pirata caia. Olhando para a outra parte do combate era possível ver que os marinheiros também tinham terminado com a luta deles a essa altura, os derrotados eram algemados e amarrados.

O aparente líder daquele grupo caminhou até o agente com mais dois marinheiros que começaram amarrar Joubu ainda inconsciente. - Estão todos bem, alguém machucado? Desculpem por terem que participar de tal evento, não esperávamos que alguém chegasse a esse horário. - Enquanto o marinheiro ia falando Shishio caminhava até o mesmo assumindo a liderança do grupo, nenhum agente estava ferido, Linda teria tomado um golpe mas ao olhar para o seu corpo ela não veria nenhuma necessidade de tratamento médico ou algo do gênero. - Somos agentes da CP 2, estamos bem mas o que você quis dizer com “não esperavam ninguém”? - Perguntou o líder de forma neutra não parecendo mostrar ou talvez escondendo qualquer indício de curiosidade. - Joubu é um pirata novo mas que andou causando um pequeno distúrbio no reino do outro lado da ilha, não tínhamos nenhuma informação sobre ele então nosso serviço de inteligência bolou um plano para pegá-lo... - Ia o marinheiro dizendo enquanto o restante do grupo terminava de prender todos os criminosos e levá-los para dentro de diversas jaulas dentro de alguma carroças fechadas que também eram guiadas por marinheiros, Senku por sua vez limpava suas armas e piscava de forma nada discreta para Linda. - ... Nossa inteligência bolou uma “campanha de sussurros” em bares e tavernas criando o boato de uma entrega secreta de vinhos e outras riquezas guiadas por um nobre de uma ilha muito distante, essa entrega seria uma hora após o anoitecer mas parece que vocês chegaram e fizeram o pirata pensar que vocês eram a tal entrega que originalmente nunca existiu. - Completou o marinheiro esclarecendo alguns pontos soltos que antes não faziam sentido.

O marinheiro e Shishio começaram a caminhar continuando com aquela conversa mas antes que Linda pudesse sequer pensar em segui-los algo a parou, ou melhor, uma voz. - AAAAAAIIINNNN Essa algazarra já acabou? - A voz estridente e perturbadora do representante alcançava Linda e Senku que estavam razoavelmente próximos da embarcação. - Espera ainda não podemos sair! - Falou outra enquanto o representante já saia do navio caminhando de forma pomposa mas com uma expressão irritada. - Estamos perdendo tempo aqui, ruiva sera que podemos agilizar? Temos horário, por que você não aproveita esses músculos e ajuda os serviçais a descarregar o navio? - Dize enquanto caminhava passando por Linda e Senku, a tripulação vendo que o perigo passou voltou a descarregar o navio e a mover toda a carga para outras carroças que ainda estariam disponíveis pelo o local e não eram usadas pela marinha.

As pessoas que moravam por ali ficavam mais aliviadas e voltavam para os seus afazeres e recolhiam quaisquer coisas que teriam deixado antes para trás durante a evacuação, Shishio ainda conversava com alguns marinheiros, Senku e Yuzuhira se aproximavam de Linda enquanto o representante supervisionava o processo de locomoção de sua tão preciosa carga.


Cena: Grimm

A provocação de Grimm para com o Rafael era ignorada, ou pelo menos era isso que parecia ou o mesmo dava a entender, infelizmente para o agente seu candidato grisalho não se rendia fácil quando o assunto era chacota. Grimm começou repousando por um período de tempo que fazia o agente franzir o cenho, Rafael falhava em esconder qualquer semblante de nervosismo ali o que acabou fazendo ele perder a sua compostura por um momento. - Você está achando que tem o dia todo? Ah me desculpe, se quiser eu posso simplesmente carimbar fracasso em sua ficha e te mandar de volta para casa. Sendo franco isso pouparia tempo para nós dois já que ambos sabemos que você não foi feito para isso. - Falou ele aumentando a voz de acordo que Meursault ia se afastando, Rafael não provocava Grimm e muitos menos procurava meios de motivá-lo, aquilo era a pura intenção de ofensa.

Segundos após tais palavras o agente ajeitou sua gravata e voltou a sua postura ereta e séria enquanto permanecia sentado no banco, não demonstrava arrependimento em suas palavras, talvez se arrependesse de se dar o luxo em ficar irritado com alguém que para ele era tão insignificante mas depois de uns breves segundos tal reação era indecifrável em sua expressão. Grimm por outro lado começou o seu percurso aproveitando de um furo no pedido de Rafael, ele poderia continuar caminhando e seguindo em ritmo confortável o que lhe forneceria energia para os demais exercícios mas sem que percebesse ele teria confirmado um conceito, ou melhor, preconceito que o agente teria formado sobre o grisalho candidato. Por outro lado Grimm poderia correr e provar que Rafael estava errado o empurrado de seu pedestal imaginário, mas será que isso valeria a pena?

O importante era que o percurso naquela pista de uma forma ou de outra exigia um esforço cardiovascular, o forte de todo fumante. Nos demais exercícios Grimm mostrava mais vontade, o ritmo constante lhe trazia benefícios com o tempo e cada descanso era bem vindo para lhe trazer forças para uma nova série, as barras não seriam um grande desafio para alguém com a força de Meursault mas a exaustão tinha um papel importante ali. Se antes pessoas comentavam sobre o mal cheiro da bebida e do tabaco em Grimm agora existia o suor deixando tudo pior, o lado bom é que agora a ressaca era o menor dos problemas do candidato, ele tinha fome, estava fedendo e agora estaria cansado.

Terminando todos os exercícios conforme o pedido Grimm caia no chão deitado respirando pela boca, encarando o céu ele via o agente se aproximar dele e após seu honesto comentário Rafael abria um sorriso, um macabro sorriso. - Agora? Não, agora não… Agora vamos lutar. - Antes que sequer pudesse processar algo Rafael já pegava Grimm pelo colarinho e o colocava de pé a força como se ele fosse um simples boneco, ainda sem entender nada o grisalho só viu o agente se movimentar de forma rápida executando um giro no sentido horário enquanto ainda segurava Grimm, aproveitando da velocidade criada em tal movimento o agente arremessou Meursault ainda no meio de tal rotação. Meursault voou alguns metros e rolou mais alguns outros sentindo o sabor da terra em sua boca, olhando para a direção de que veio ele poderia notar Rafael caminhando até sua localização enquanto o mesmo deixava o seu sobretudo cair no chão não parecendo ligar muito para tal vestimenta. - Vou tentar não gostar disso. - Falou ele estalando os dedos de sua mão antes de mostrar um sorriso no canto de seus labios.

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptyQui 26 Set 2019, 19:09



Lancer un regard noir




Era um prazer inenarrável ver Rafael perder a compostura, Grimm esperava que a tarefa seria um pouco mais árdua, talvez por superestimar demais o adversário por qual sentiu ódio à primeira vista, mas se existia algo melhor que uma vitória era uma vitória fácil. O jovem não se rebaixaria ao mesmo nível de seu avaliador e aproveitaria a oportunidade para provocá-lo mais ainda. Levaria o dedo mindinho da mão esquerda até o ouvido do mesmo lado do corpo e fingiria tirar cerra do local, se bem que não seria nenhuma surpresa se realmente existisse cera, em seguida, diria. - Perdão, você poderia repetir? Eu acabei me distraindo, aquela nuvem parecia um javali. - Tentaria fazer com que as palavras soassem da forma mais inocente possível, mas não teria dúvidas de que Rafael seria capaz de ver suas reais intenções. De toda forma, não esperaria por uma resposta do homem e simplesmente começaria a bateria de exercícios, sem fazer nenhuma questão de impressioná-lo no decorrer das atividades.

Sem nenhuma surpresa, Meursault era capaz de completar tudo o que fora exigido, o aspirante a agente não tinha nenhuma dúvida de que conseguiria, afinal de contas, seu pulmão era basicamente uma máquina movida a vapor. O resultado, entretanto, não vinha sem esforço, o corpo do jovem pedia por um bom banquete, uma boa banheira e uma companhia agradável, talvez não fosse uma má ideia revisitar Eva depois que ficasse livre. Perdido em seus pensamentos prazerosos, Grimm deixava escapar o seu desejo sincero de que tudo aquilo acabasse, para a sua surpresa, descobriu que Rafael era um ser capaz de sorrir e que sua cara ficava ainda mais horrendo quando fazia isso. Infelizmente essa não foi sua única surpresa, foi erguido pelo avaliador, que fez seu mundo girar, literalmente. Demorou um pouco para que o boxeador fosse capaz de entender a situação, mas, quando compreendeu, o gosto arenoso em sua boca se tornou doce, ao menos em sua mente, pois seu paladar expurgaria o que quer que se encontrasse em sua boca por meio de uma sequência de cuspes.

Apesar de não ser extremamente doloroso, o golpe sofrido era repentino e humilhante, fique claro que Grimm não tinha nada contra isso, cortesia e combate eram coisas que não deveriam andar lado a lado em sua visão, na verdade, ficava até feliz em ser vítima de uma estratégia tão baixa, já que assim poderia revidar como quisesse. Um sorriso sincero surgiria no rosto do homem, que não faria questão de se levantar rapidamente. Por um breve instante, Meursault pensaria que o agente havia sido, por mais que lhe doesse admitir, bastante inteligente, fazendo com que ele se cansasse antes de começar a luta e atacando sem da chance de recuperação, era uma atitude implacável e formidável.

Antes de se levantar, o jovem tentaria apanhar um punhado de terra com sua mão esquerda, em seguida, cerraria bem a mão e bateria a mesma no chão algumas vezes, para que o excesso de terra caísse e não ficasse tão claro aos olhos de Rafael o que levava consigo, após isso, tentaria se recompor e, já de pé, provocaria seu adversário. - Pode aproveitar sem culpa, eu vou amar isso. - Sem perder tempo, Meursault assumiria sua postura de batalha, afastaria os pés na altura dos ombros enquanto flexionava levemente os joelhos, para ter uma base sólida e equilibrada, botaria o pé direito na frente do esquerdo e giraria levemente o seu tronco, fazendo o lado direito de seu corpo ficar ligeiramente mais próximo de seu alvo que o esquerdo, por fim, se curvaria um pouco para frente e elevaria ambos os braços, o direito na frente do esquerdo, utilizando ambos os antebraços para proteger o rosto e o peito. - Agora vai ser minha hora de brilhar, eu sou péssimo para seguir ordens, mas adora tirar sorriso do rosto de otário. - Sem mais delongas, Grimm comeria a dar pequenos saltos de alturas irregulares, além de gingar para a esquerda e para a direita enquanto realizava o movimento, tal artifício tinha como objetivo fazer com que Rafael tivesse dificuldades para acertar com precisão a área que desejasse, já que seu alvo estaria em um movimento constante e irregular.

O boxeador tinha plena ciência de sua desvantagem, devido ao estado físico atual, mas agora não era hora de poupar esforços, de forma que tentaria imprimir um ritmo de respiração constante e profundo enquanto se movimentava para cansar menos. Meursault não fazia ideia do estilo de combate utilizado por seu oponente, mas isso não faria nenhuma diferença desde que pudesse prever por quais direções viriam os golpes. Sem se afobar, Grimm avançaria em direção ao seu adversário e, assim que estivesse em uma distância plausível, desferiria alguns jabs com a mão direita, sem intuito de acertar Rafael, apenas de medir a distância entre os dois e afastar o homem por alguns momentos enquanto tentava se recuperar. Assim que estivesse pronto para realizar sua ofensiva, o jovem desferiria o primeiro golpe verdadeiro, seria mais um jab de direita, mas, diferentemente dos anteriores, Meursault imprimiria toda a sua velocidade e força no golpe, esticando o braço ao máximo em um breve instante e girando o mesmo antes de seu punho atingir o alvo, visando causar mais danos desta forma. O objetivo seria atingir o resto de Rafael em qualquer ponto, mas, se percebesse que a defesa de seu oponente era eficaz nessa área, buscaria por um golpe em seu tronco, seja na altura do peito ou estômago.

Acertando ou não o primeiro golpe empregado, Grimm tentaria retrair o braço direito com urgência enquanto mudava sua postura no mesmo movimento, trocando o lado direito pelo esquerdo em todos os aspectos, no jogo de pés, posição de mãos e inclinação de tronco. Aproveitaria o embalo e fintaria um jab de esquerda, mas, ao invés de concluir o soco, jogaria o punhado de terra que havia pego em sua queda no rosto de Rafael, conseguindo ou não concluir seu objetivo, começaria uma investida implacável. Mantendo a postura de canhoto, Meursault usaria o braço direito para desferir um soco cruzado, seu punho avançaria em um ângulo mais aberto visando atingir a lateral esquerda do rosto de Rafael em qualquer altura de forma potente. Em sequência, o boxeador retornaria para a sua postura original e se agacharia, logo após, levantaria novamente em uma explosão com seu braço esquerdo arqueado e punho cerrado, pronto para desferir um uppercut, mas, em vez de buscar o queixo do adversário, visaria acertar o mesmo na altura do estômago. Grimm não abaixaria sua guarda, mas esperava que esses movimentos fossem suficientes para dar um fim ao teste.

Durante todo o percurso do combate, Meursault ficaria atento para evitar os golpes de Rafael, se fosse vítima de um golpe vertical, sendo este ascendente ou descendente, tentaria se esquivar saltando para trás, visando evitar o golpe por meio da distância, em seguida, tentaria retornar para a distância original do combate. Caso fosse alvejado por um golpe horizontal, tendo este vindo da esquerda ou direita, se agacharia para evitar a trajetória do golpe, caso fosse em uma altura superior ao seu peito, ou saltaria, caso fosse em uma altura inferior aos seus joelhos. Na hipótese de sofrer um golpe horizontal, vindo da direita ou esquerda, em uma altura entre os joelhos e o peito, recuaria para trás rapidamente, buscando fugir do alcance do golpe de tal forma para retornar logo em seguida. Se surpreendido por um golpe direto na altura do rosto, usaria o gingado presente na postura de combate conjuntamente com uma flexão do tronco para o lado mais adequado, buscando evitar o golpe de tal maneira, em caso de golpes diretos em ouros lugares, tentaria aguentar a dor. Em nenhuma hipótese tentaria contra-atacar, já que estava ciente que não poderia desperdiçar uma gota de energia em vão.

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptySex 27 Set 2019, 00:07

Por um segundo Shishiu me surpreendeu segurando o golpe do grandalhão, mas logo lembrei que ele era o líder ali e isso era o mínimo que devia se esperar dele, Senku por outro lado se mostrou meio lento demorando um pouco para iniciar o seu ataque, seu golpe deixou um corte em forma de X no pirata, o que me fez pensar que talvez eu deva começar a usar armas que causem algum tipo de dano físico que não seja impacto, ou talvez conseguir alguém para fazer umas botas e luvas especiais para mim conseguir causar algum tipo de dano cortante ou perfurante. “É algo a se pensar pro futuro quando estiver mais forte, arrancar um membro de alguém em um golpe talvez seja útil.”

Depois de tudo resolvido a marinha começou a fazer o seu trabalho, um tanto atrasado mas estavam fazendo. Enquanto o marinheiro chefe explicava o porque Joubu estava ali livre a este horário eu analisava para ver o que doía e onde doía depois de receber o golpe do grandão, com uma certa surpresa percebia que estava tudo bem e isso até melhorava meu humor por certo tempo. Ouvindo o que o marinheiro tinha para falar a ideia deles realmente era boa, e não esperar que alguém chegasse provavelmente era culpa do representante de nobre com ego gigante, se era tão importante manter os vinhos seguros era bom ter combinado com marinheiros ou outros agentes para cuidador do porto e esse tipo de coisa ser evitada.

Então enquanto meu humor parecia melhorar o representante chega gritando ordens sem sentido com sua voz irritante e aquilo me fez reagir automaticamente com um soco no estômago do homem, eu não queria o fazer desmaiar nem nada do tipo, somente sentir dor mesmo. Provavelmente foi uma reação exagerada mas meu mau humor já estava num limite com aquele cara e “meio que” não consegui me controlar direito, meu trabalho ali era proteger o vinho não ser burro de carga. - Os agentes estão aqui para proteger a carga não transporta-la, lembra disso… e não te preocupa em escrever carta vai ta tudo no relatório final, inclusive esse soco. - Diria meu soco dando certo ou errado, depois disso sairia ignorando o representante e com uma cara de alguém bastante irritado, olharia para Senku com cara de ódio para ele entender que não era para vir me encher o saco como ele tem feito desde que a missão começou, se não foca-se em algo diferente naquele momento provavelmente iria fazer alguma besteira maior, então mesmo sabendo que o local estava seguro ficaria fazendo rondas pela volta até ser hora de partir ou Shishiu me chamar falar algo. “Mais um minuto e talvez eu matasse esse cara, o bicho doente mental, se ele fosse nobre pelo menos, mas nem isso, é um merda chato pra caralho....” - arrrg que raiva...
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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptySab 28 Set 2019, 21:12



NARRAÇÃO



Cena: Linda
Os piratas estavam todos aprisionados enquanto os civis se aglomeravam aos poucos para ver o resultado daquela rápida batalha, agora que o combate chegava ao fim Linda podia ver e analisar o lugar e as pessoas que estavam ali, o lugar era uma pequena vila, extremamente pequena com quatro a cinco construções locais, cada uma possuía um terreno grande e variado, algumas possuíam plantação de algum tipo de vegetal ou algo do gênero, outra parecia ter algum tipo de oficina no espaço de sua varanda, duas das casas possuíam apenas um quintal comum enquanto outra casa ficava perto do porto. Quase que no centro daquela vila era possível ver o quartel general da marinha, a vila até poderia ser pequena mas cada construção tinha um terreno relativamente grande e o porto era a construção mais distante não só do QG como de toda vila por ser uma construção existente na costa da ilha, o que talvez justificasse a demora daquele esquadrão marinheiro.

As carroças que portavam dos prisioneiros seguiam para o quartel general, uma construção não tão grande quanto a de Micqueot mas ainda assim era a maior construção daquela vila, talvez para os moradores da vila o QG da marinha fosse uma grande fortaleza mas para Linda e seus companheiros o local não passava de um prédio de dois andares atrás de um muro de concreto com três metros de altura e arames farpados no seu topo, de onde estava não teria como ter mais noção do quartel general mas até onde via o muro parecia ser o único tipo de fortificação daquele QG. A vila não parecia ter muitas pessoas também, a ideia que poderia se tirar daquilo era que a vida ali deveria ser normalmente calma o que justificava a curiosidade do povo diante a tal evento.

A pequena multidão aos poucos foi se dispersando, o céu escuro da noite fazia que o restante dos marinheiros que ainda estavam ali acendessem as tochas em postes locais, infelizmente para Linda ela não parecia ter descanso, enquanto mal tinha tempo para ver toda essa cena correr enquanto Shishio e o Marinheiro conversavam o representante nobre a incomodava mais uma vez, a ruiva já estourando sua fúria mira um golpe no mesmo mas Senku que estava ao seu lado percebe tal intenção vinda da mulher e imediatamente pula na frente dela, o golpe de Linda acerta a boca do estômago de seu companheiro naquela missão o mesmo se curvou ao receber o dano mas se segurou para não cair. Por sua vez Senku fez uso de suas duas mãos para segurar o braço que Linda utilizou no ataque e manteve uma postura firme tentando não deixar ela escapar.

A mulher reclamou mas o representante sequer pareceu ligar, na verdade o mesmo nem parecia ter percebido o que acabou de acontecer já que sua caminhada não tinha parado até chegar próximo da carroça onde o vinho estava sendo depositado, ele já estava dando instruções aos transportadores deixando Linda ali reclamando sozinha. - mademoiselle por favor não confunda as coisas, ele faz parte da nossa “carga” nenhum mal pode cair sobre ele assim como não pode cair sobre os vinhos que transportamos, afinal ele está representando o verdadeiro dono sobre esta carga, uma ofensa a ele é o mesmo que uma ofensa a família que ele está representando. - Senku tentou pronunciar tais palavras com algum charme mas o soco não tinha permitido isso, soltando Linda ele tentava recuperar a sua compostura enquanto massageava o local acertado.

Yuzuhira tinha se juntado a dupla e olhava um pouco confusa para os dois já que a mesma não viu a cena anterior, Shishio também se juntou aos recrutas antes que mais daquele evento se estendesse enquanto manteve todo o seu semblante sério e profissional. - Muito bem, estamos perto do fim agora só precisamos cruzar a floresta e chegar no Reino de Lvneel, fiquem atentos pois essa ilha é conhecida pelo seus animais selvagens que vivem nas florestas. O caminho até o reino não é simples e ainda estaremos viajando a noite, até onde entendi parece que não aportamos já no Reino pelo fato do representante não ter feito gasto adicional para a doca local e não ter os documentos necessários… Entendo que isso seja um dor de cabeça mas isso não muda o nosso trabalho, essa experiência vai ser boa para vocês no futuro já que nem sempre estarão trabalhando em um cenário ideal. Linda e Yuzuhira vocês irão na carruagem da frente, eu e Senku vamos na de trás, iremos manter contato através disso. - Shishio entregava um pequeno caracol para Yuzuhira. - Vamos tentar manter a caravana em movimento para não ficarmos muito tempo dentro da floresta, o tenente ofereceu apoio mas recusei, não quero um grupo de marinheiros nos atrasando, mais pessoas só serviriam para diminuir o nosso ritmo sem contar que essa missão serve para vocês vivenciarem a verdadeira experiência em campo… Então não me decepcione. - Terminou o agente seguindo para uma das carruagens, no fim do porto agora teria uma grande caravana composta por carruagens vazias e carroças cheias de barris que tinha sido movimentada durante toda a conversa e desenvolvimento que os agentes passavam.

Liderando a caravana tinha uma carroça com quatro lugares sendo um deles ocupado pelo condutor e outro por um dos trabalhadores que transportava a mercadoria, os outros dois lugares ficaria as duas agentes, atrás dessa carruagem tinha uma carroça com o condutor, outro civil e o espaço de carga cheio de barris, no centro tinha a carruagem do representante e outros civis que trabalham transportando a carga, atrás desta teria outra carroça com os respectivos civis e o espaço da carga cheia de barris, por fim teria a carruagem de Senku e Shishio com os outros dois civis. Linda podia dizer que tinha certa experiência com caravanas e transporte de coisas mas aquela situação poderia lhe deixar tão desconfortável quanto o cenário diante de tal caravana, cada carroça/carruagem teria uma par de lamparinas posicionados na frente de cada veículo quanto atrás de cada um, a vila era cercada por uma densa floresta, não existia trilha ou caminho ali, nenhum tipo de estrada ou algo do tipo.

Por causa da noite a floresta se encontrava em um breu total, a vila tinha iluminação é claro mas a mesma jamais alcançaria a floresta pelo fato da vegetação abundante existente ali, ninguém ali enxergava no escuro então as lamparinas eram essenciais caso desejasse evitar acidentes como derrubar um cavalo ou quebrar uma roda, o perigo disso ocorrer era grande, ainda mais para um grupo de pessoas que não estavam acostumados com a geografia local. Tudo que faltava para seguir viagem era que os agentes assumissem os seus postos caso os mesmos não tivessem mais nada para fazer ali.



Cena: Grimm
Para Grimm o agente tinha agido de forma baixa, suja e injusta, era quase impressionante, enquanto se levantava Meursault podia sentir todo o peso daquela exame em seu corpo, os efeitos eram si prejudiciais ao seu desempenho mas não tinha muito que ele poderia fazer sobre isso. O gingado de boxeador que costuma ser algo simples para o grisalho agora era um movimento pesado e lento, seus pés doíam de alguma forma e sua perna parecia mais pesadas mas o combate não poderia ser adiado por causa daquilo, Rafael não parecia dotar de uma postura combatente assim como Grimm, talvez o agente estivesse o subestimando ou realmente ele não possuía uma.

Avançando contra o agente Meursault começou sua investida, executando alguns jabs apenas para manter distância Rafael executava algumas esquivas com movimentos casuais de corpo, a distância era mantida fazendo Grimm se recuperar e se preparar para o verdadeiro golpe mas Rafael era mais rápido, parecendo notar uma ação diferente por parte do grisalho ou pelo menos uma oportunidade, Rafael executou um chute na horizontal com a perna esquerda mirando a perna posicionada mais à frente do corpo de Meursault. O golpe acertou em cheio a perna do grisalho causando um breve desequilíbrio que afetava a potência de seu golpe, devido a isso não foi difícil para Rafael bloquear o jab de Grimm posicionando o antebraço direito na frente do rosto. Meursault tentou se recuperar mas Rafael parecia mais rápido, ele corrigiu sua postura antes de Grimm e ainda usando a mesma perna ele executava um segundo golpe, dessa vez um chute frontal mirando o abdômen do grisalho candidato.

Grimm tentou resistir mas a força do agente também parecia ser maior que a do jovem aspirante, ou pelo menos assim parecia naquele momento, Meursault acabou sendo forçado a cambalear alguns passos para trás após receber tal golpe, Rafael começou a se sentir confortável com aquele combate já iniciando uma ofensiva tentando se aproximar mais de Grimm, começando a sentir a soma daqueles danos com a sua exaustão anterior Meursault poderia começar a se sentir encurralado, ainda assim o boxeador conseguiu se manter firme e não cair. O grisalho lutador viu o agente se aproximar e por isso mudou sua postura dando a entender que usaria sua mão esquerda, para Rafael isso já não fazia mais diferença, já parecendo esperar o golpe o agente ficou em guarda para então ter a surpresa da terra sendo jogada em seu rosto, um plano bem efetivo se Rafael não estivesse mais usando seus óculos.

A ideia era boa mas a prática não, além do fato do agente usar óculos Meursault tinha uma pontaria horrível fazendo toda a terra antes segurada agora voasse seguindo a brisa contra o rosto dele para o além, ainda assim tal gesto não tinha falhado completamente. O agente diante de tal cena pareceu ter ficado confuso, por alguns meros segundos ele pareceu não entender nada, não sabia se ofendia Grimm por possuir uma pontaria horrível ou se ria da cara dele, mas o mais importante era que de um jeito ou de outro Meursault conseguiu criar uma abertura. Iniciando mais uma vez o seu ataque o aspirante executou um cruzado que pegava Rafael de surpresa, de forma desajeitada o mesmo conseguiu levantar seu bloqueio e impedir o primeiro movimento mas o segundo acertou em cheio.

Rafael tinha levantado sua defesa mas por se encontrar em uma postura não muito favorável ele cambaleou um pouco o que atrasou sua recuperação, no entanto isso nada impedia Grimm e sua sequência, enquanto Rafael tentou se recuperar Meursault seguiu com seu uppercut mantendo o ritmo acelerado de sua sequência acertando o estômago de Rafael fazendo-o cambalear alguns passos para trás para recuperar toda sua compostura. O agente não demonstrava surpresa, raiva ou qualquer outra emoção diante do golpe apenas massageava a região acertada. - Acho que isso é o bastante não? - Uma voz feminina vinha de alguns metros ao lado de Grimm, olhando para a origem de tal voz a dupla via uma mulher se aproximando com Anael seguindo ao seu lado. - Srta. Louise. - Falou Rafael de forma cordial abaixando sua cabeça por um breve momento.

- Foi um bom exame o que você conduziu Agt.Rafael mas já está ficando tarde e acredito que o Sr. Meursault já se mostrou apto. - Falou ela enquanto ainda caminhava em direção ao grupo, Anael seguia ao seu lado com suas mãos juntas posicionadas na frente de seu corpo, agora ele carregava uma bolsa tiracolo grande a qual não tinha antes, o celestial possuía um sorriso amistoso comum em seu semblante enquanto a mulher em si estava mais neutra como se ainda estivesse analisando o que tinha acabo de ver ali. Alcançando a dupla Rafael demonstrava uma calma maior demonstrando talvez certa importância por trás daquela mulher. - Com isso agora você será um agente em treinamento, não nos desaponte. - Falou ela diretamente para Grimm. - Parabéns, nunca duvidei de sua capacidade. - Continuou Anael parabenizando o amigo.

- Por agora descanse, pode usar os alojamentos do QG se quiser descansar ou passar a noite, me procure amanhã na administração as cinco horas para discutirmos sobre o seu primeiro serviço ok? - Perguntou ela esperando uma resposta do mais novo recruto. A noite também tinha chegado em Micqueot Island, as luzes artificiais já estavam acesas, o céu nublado não permitia o vislumbre da lua e muito menos das estrelas, o clima parecia ficar mais e mais frio conforme o tempo ia passando.

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptySeg 30 Set 2019, 00:10



Avoir le coup de foudre




Apesar de ter elaborado um plano de ação funcional para diminuir suas desvantagens e se aproximar de Rafael em termos de combate, Meursault não foi capaz de executar com eficiência os movimentos que havia idealizado. Por mais que odiasse admitir isso, o jovem sabia que o agente em questão era um oponente formidável e, a cada golpe trocado, o respeito pelo homem crescia um pouco, embora a inimizade continuasse. Antes do fim do combate, Grimm já estava convencido de que não sairia com a vitória, não se tratava de pessimismo, apenas tinha um bom senso de realidade. Da forma que fosse, não se deixaria abater, ganhando mais fôlego a cada golpe acertado e tentando não deixar que os danos sofridos o abalassem além do aspecto físico.

A batalha finalmente estava tomando um rumo mais agradável quando uma voz angelical soou, atingindo Grimm em um local que seu oponente jamais conseguiria alcançar, seu coração. Subitamente, toda a vontade de batalhar se dissipava e o jovem sabia que era sua hora de brilhar. Sem se preocupar com sua dignidade, Meursault se jogaria ao chão, gritando, enquanto levava as mãos ao estômago, como se simulasse uma dor no local. - Socorro, socorro! Estou ferido, com uma dor agonizante. Eu caí! - A intenção de fato era ser exagerado e da dramático, mas ele se recuperaria em um instante, se ajoelhando e virando-se para a mulher que sabia ser chamada de Louise graças ao comentário de Rafael. - Caí de amores por você, se preocupou né? - Diria Meursault, enquanto encarava a recém-chegada com um sorriso desprovido de vergonha. Quando Louise comentasse sobre sua aptidão, complementaria. - Você ainda não viu nada, aliás, pode me chamar de Grimm. - Ele estenderia a mão para a mesma, em um cumprimento, ainda ajoelhado e, se a mesma demonstrasse reciprocidade, agarraria sua mão e beijaria as costas da mesma, antes de colocar um sorriso cortês no rosto e dizer de forma afável. - Infelizmente eu não tenho um dom com as palavras, mas, se tivesse, você com certeza seria a inspiração de todo verso que eu fosse capaz de compor. - Grimm era exagerado como sempre, mas a figura de pele alva, cabelos dourados e olhos castanhos realmente o encantava.

O boxeador ainda não haveria notado a presença de Anael, afinal de contas, tudo o que importava naquele momento era a existência de Louise, desta forma, quando a mulher fizesse a ressalva sobre não desapontar, diria prontamente. - Não precisa se preocupar, eu preferiria tirar a minha própria vida do que lhe causar qualquer descontentamento, minha senhora. - Assim que notasse a voz de Anael, Meursault tomaria um pequeno susto, se levantando. - De onde é que você brotou? Não apareça do nada assim, ainda mais interrompendo um momento íntimo como esse, é deselegante. - O tom utilizado para falar com o celestial seria totalmente diferente do usado para tratar com Louise, muito mais rude e, de certa forma, sincero. Após este breve momento, Grimm escutaria atentamente as instruções de Louise e responderia de forma obediente. - Como desejar, estarei à vossa disposição. - Apesar da alta formalidade das palavras, ele as proferiria de forma galante, não em tom de deboche.

Quando ficasse a sós com Anael, daria um abraço na criatura alada, dizendo de forma animada. - Você devia ter me arrastado para cá há anos. Se eu soubesse que uma mulher como Louise estaria aqui, teria vindo muito antes. - A empolgação no semblante de Grimm deveria ser notável. - Eu achei que só encontraria criaturas desinteressantes em ternos cafonas por aqui. - As palavras seriam ditas no calor do momento, mas logo em seguida o jovem perceberia que poderiam soar mal. - Sem ofensas é claro. - Ainda bastante animado, Meursault colocaria o braço esquerdo sobre o ombro esquerdo de Anael e arrastaria o mesmo para fora do Quartel. - Hoje nós vamos comemorar, sim, do meu jeito e não, você não pode dizer não. - Ele simplesmente ignoraria qualquer ato de resistência por parte do celestial e partiria em direção à Casa de Eva. No caminho, perguntaria ao agente. - Então, sobre minha futura espora, quer dizer, Louise, o que você pode me dizer? Conte-me tudo, principalmente os detalhes. - Ele prestaria atenção em qualquer detalhe revelado por seu colega enquanto saltitava alegremente até o seu destino.

Chegando à Casa de Eva, Grimm se dirigiria a quem quer que se encontrasse no balcão, mas, antes, mandaria Anael arrumar um lugar para os dois. - Hoje eu tenho motivos para comemorar. - Alegremente, ele arremessaria B$ 400.000 no balcão e diria. - Três drinks do mais barato, com muito álcool por favor, de resto, pode servir para os outros na minha contra enquanto sobrar dinheiro. - Com as três bebidas em mão, procuraria pelo celestial e sentaria com o mesmo no caso de encontrá-lo. Assim que estivesse acomodado, viraria em apenas um gole uma das bebidas, ofereceria outra para Anael e aproveitaria a última sem pressa. - Você tem uma missão meu amigo, me deixar sóbrio às quatro e meia, não suportaria a dor de decepcionar o amor da minha vida, mas, até lá, aproveite. - Empolgado, Meursault subiria na mesa, dando alguns pisões em seu palco para atrair a atenção dos demais frequentadores do local. - Podem ir pegar bebidas, por minha conta, mas é melhor irem rápido, não sou tão rico assim! - Anunciaria com um sorriso no rosto e, em seguida, simplesmente aproveitaria o resto da noite na companhia do agente, bem, ao menos até que uma companhia mais agradável aparecesse.

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptySeg 30 Set 2019, 00:42

O local era realmente pequeno, ao invés de fazer o mais seguro e aportar em um grande porto para descarregarmos tudo, o incrivel e inteligentíssimo representante resolveu poupar gastos e aportar em um canto qualquer, afinal o que poderia dar errado não é mesmo… “Como esse cara ainda tem a cabeça dele no lugar? Deve ter um bom motivo pras ideias dele darem certo… ou então ele manipula muito bem o nobre… não é possível.” Minha fúria finalmente chegou no limite quando ele teve a pachorra de me ordenar ajudar com o vinho das carroças, por sorte… ou azar… Senku me impediu de desferir um soco no homem que nem percebeu o que estava acontecendo. Quando percebi que ele havia segurado meu soco, meus olhos cheios de fúria encontraram os dele, e mesmo sabendo que ele estava certo e que eu não devia atacar o nobre, naquele momento eu estava com muita raiva para admitir isso, e provavelmente também não o faria se não estivesse com raiva.

Me sentei como se nada tivesse acontecido, somente eu e minha raiva. Shishiu chega então e explica o que resta da missão, e lá estava eu mais uma vez em uma escolta noturna. “Só pode ser zueira isso, esse representante é tão merda assim? Como ele me planeja esse tipo de coisa não faz sentido… puta que pariu… e que merda é essa que a vida ta fazendo comigo? Outra missão de escolta a noite com carroças? Caralho eim… dá pra me passa uma missão mais bem planejada não? Na anterior pelo menos a floresta tava longe… essa agora nem isso… sem conta a vila minúscula e abandonada pela civilização… ai ai, fazer o que… paciência Linda, tu acabou de entrar no governo, espera teu cargo subir mais que a coisa melhora…. eu espero.” A parte boa era que o representante ia em uma carroça diferente, então não ia ficar ali na minha volta enchendo o saco de forma mais irritante que o normal.

Com meu mau humor de sempre me posicionei no meu lugar na carroça, ao passar pelas carroça com as carroça, tentava perceber o cheiro do vinho nos barris, se ele estivesse muito forte com certeza aquele cheiro doce de vinho iria chamar a atenção de animais selvagens a procura de alimento, o que me faria ficar mais alerta ainda. Agora o grande problema, as lanternas das carroças eram as únicas coisas que nos permitem enxergar algo e isso era um problema maior ainda, qualquer um poderia se esconder no escuro e ver as carroças passando, nós simplesmente éramos uma sinalização ambulante cruzando um caminho escuro pela floresta. “E mais uma vez, um farol para assaltantes… por que não colocar uma placa grande e brilhosa escrito venha roubar nosso vinho? ia facilitar as coisas um pouco pelo menos.”

No meu local ao lado de Yuzuhira, manteria vigília para todos os lados, tentaria manter meus ouvidos mais ligados para sons estranhos vindos da floresta, como estava tudo muito escuro, provavelmente por estarmos passando por uma floresta bem fechada, seria difícil perceber algo usando a visão antes que seja tarde demais, precisava então manter meus ouvidos bem focados, para sons de animais ou então bandidos. Cheiros também eram importantes, um cheiro muito forte de algum animal, que eu obviamente não iria reconhecer, significava que o animal estava perto. Cheiro de carniça podia significar que estamos passando pelo território de algum animal caçador. Felizmente animais durante a noite não seriam atraídos pela nossa luz, talvez um ou outro por curiosidade, mas no geral a luz não seria um problema em relação a animais. Agora se algum animal ou no pior dos casos um grupo de animais passe por nós correndo como se estivesse fugindo de algo, isso sim seria um problema, afinal seja lá o que eles estejam fugindo está provavelmente vindo em nossa direção. “As vezes eu penso que talvez aprender estratégia não tenha sido uma boa idéia, isso sempre me faz pensar nas piores possibilidades possíveis, o que junta com meu mau humor e só me deixa mais irritada ainda…” Qualquer coisa que eu note, tentaria avisar Yuzihira de forma discreta, para não fazer muito alarde ou causar pânico, como ela tinha a linha direta com Shishiu cabia a ela passar ou não a informação para ele. Avisaria ela sempre indicando a direção sem apontar de forma muito chamativa, e se ela não perceber onde estou indicando aí sim apontaria para o local. Talvez fosse bom ter alguns atiradores da marinha conosco, eles seriam úteis como os outros foram na missão passada, mas Shishiu não quis pedir ajuda para que nós possamos aprender mais sobre as missões então, precisavamos nos virar com o que tínhamos.
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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptyTer 01 Out 2019, 19:33



NARRAÇÃO



Cena: Linda

A ruiva não era única ali insatisfeita com a missão, os agentes tinham que lidar com uma pessoa extremamente irritante e agora teriam que seguir com uma caravana no meio da noite pela floresta, sem o apoio da marinha é claro, Senku estava visivelmente incomodado com aquilo mas apenas suspirou pesadamente diante de tal situação, Yuzuhira chegou a balbuciar algo mas tinha sido baixo demais para alguém ali escutar as suas palavras. Linda começou a caminhar até a carroça tentando sentir o aroma que vinha dos barris mas os mesmos eram bem velados não chegando a emitir nenhum odor ou algo do gênero, se mexesse nos barris ela poderia sentir o peso que indicava estarem cheios e seguros, sua companheira sentada ao seu lado começou a mexer em sua arma querendo já deixar engatilhada para evitar surpresas.

A viagem começou naquela trilha natural e sinuosa, o ritmo era bem lento devido a escuridão e o terreno complicado, os solavancos se tornaram comuns o que mostrava que tal viagem não seria nada confortável para aquela equipe. Os sons vinham por toda parte, era o som de uma coruja que vinha de um lado, a canção de um grilo do outro, às vezes eles também poderiam ouvir sons estranhos de origem desconhecida, grunhidos, farfalhar de arbustos e coisas do gênero, era ingenuidade de qualquer um pensar que a noite em uma floresta era silenciosa a vida noturna ali era bem ativa, não similar como a matinal mas ainda assim ativa a sua maneira. Buscando sentir os odores nada alarmante era farejado, terra molhada, umidade no geral e ocasionalmente o cheiro de carvalho, mesmo assim era difícil ficar tranquilo em um cenário como aquele. A escuridão cercava a caravana tornando visível apenas alguns metros à sua volta devido as tochas, os cocheiros tinham que tomar cuidado para conduzir a caravana em um caminho tão ardiloso, o companheiro civil ao lado analisava o caminho no mapa e ajudava dando instruções e apontando perigos como buracos ou raízes pudessem danificar as rodas ou derrubar os cavalos.

As agentes tentavam fazer o mesmo para perigos que pudessem vir daquelas matas mas era difícil enxergar em meio de tal penumbra, algo parecia correr e grunhir de um lado mas se a ruiva procurasse o responsável por tal gesto ela não veria nada além de um vulto grande, aparentemente maior que um dos cavalos passar por ali em uma velocidade assombrosa, ao alertar Yuzuhira ela notaria que já era tarde demais, tal vulto já tinha passado, talvez perseguia algo ou estivesse apenas de passagem por ali o importante era que por enquanto a caravana não tinha chamado a atenção da criatura. Se Linda dissesse a companheira o que viu ela poderia passar a mensagem para os demais companheiros via den den mushi.

O ritmo era um tanto lento, a viagem teria começado a trinta minutos mas ainda não tinham se afastado tanto assim da vila apesar dela já não estar mais no campo de visão dos agentes, aos poucos eles iam se afastando mais e mais, a velocidade reduzida e a escuridão no entanto não passava nenhuma sensação ou noção de distância, era como se mal saíssem do lugar. Ainda ouviam os sons típicos da vida noturna daquela selva assim como o trotar dos cavalos e o giro das rodas. Se olhasse para Yuzuhira a ruiva notaria que a companheira aos poucos parecia ficar cansada e sonolenta ao ponto de bochechar. - Estou exausta… Sera que podemos descansar um pouco? Dormir em turnos talvez? - Recomendava a garota agindo com certa casualidade.


Cena: Grimm

Grimm tinha suas expectativas com o Governo Mundial, ternos, missões secretas, cenários em preto e branco e longos monólogos de vilões, no entanto o que ele não esperava era ver tamanha beldade ali no meio de seu exame. Completamente maltrapilho o grisalho usou de todas as suas habilidades (inexistentes) para atuação fazendo o seu drama e usando seu charme em Louise, em resposta a loira tentava manter o seu semblante neutro e seguir com a sua fala mas era possível ver que ela mesma não esperava tal reação de um recruta, em alguns momentos ela olhava para Anael como se esperasse algum tipo de suporte ou explicação mas o celestial era ingênuo demais para entender tal olhar, isso no entanto não significava que ele não entendia o que Grimm estava fazendo, o anjo ficava meio que envergonhado mas tentava muito não demonstrar tal reação afinal Meursault era uma recomendação dele.

Louise mesmo diante daquela situação manteve um ar nobre, não recusou o cumprimento e não pareceu se incomodar do gesto de Grimm no geral. - Agradeço as palavras gentis. - Respondia ela de forma profissional antes de seguir seu caminho como descrito antes, Rafael também tinha deixado o campo de treinamento fazendo Anael e Grimm ficarem a sós. - Não, não, não… Por favor não... - Falou Anael já começando a massagear o cenho de seu rosto com os dedos já sabendo para onde aquela conversa seguiria, o celestial como qualquer outro religioso não aprovava o estilo de vida que Meursault seguia, ele poderia entender e até mesmo apoiar o seu amigo em momentos de necessidade mas isso não mudava o fato dele não gostar de toda as bebedeiras, drogas e toda a luxúria que o grisalho perseguia. - Meu terno não é cafona... - Respondeu em um tom de voz um pouco mais baixo enquanto ajeitava suas roupas esquecendo de responder sobre a primeira parte do comentário de seu colega.

As bochechas de Anael já estavam começando a corar mas esse detalhe mal era percebido pelo jovem pecador que começava arrastar o pobre anjo para o mau caminho, o celestial tentava mudar de assunto desesperadamente dizendo coisas como “Esse tempo esfriou né?”; “Então como foi o seu exame?”; “O que achou de Rafael?” Mas Grimm queria comemorar como sempre. As ruas de Micqueot estavam bem iluminadas apesar do céu noturno, pequenos flocos de neve aos poucos começavam a cair deixando as ruas um pouco úmidas e o tempo mais frio, ainda assim era cedo para se criar alguma camada de neve no cenário em si.

Não demorou muito para chegarem nas proximidades da taverna, o anjo claramente não estava confortável com aquela ideia mas também não queria ser rude e recusar a celebração de seu amigo. - Você quer dizer sua chefe, na verdade nossa chefe... Por favor não faça nada que possa me envergonhar, lembre-se que nós agentes somos a luz em meio a escuridão, a esperança no mar de desespero, os cavaleiros da ordem perante a... - Respondia ele quase esquecendo para onde estavam indo em meio aquele discurso de somos heróis e só fazemos o bem. A Casa de Eva estava relativamente cheia para os padrões do lugar, a noite fria sempre atraia clientes, no balcão se encontrava Hana, a gerente do estabelecimento e esposa de Hugo, o proprietário e cozinheiro, o mais novo agente conhecia cada pessoa de bem que trabalhava ali e chegava até mesmo reconhecer um rosto ou outro de alguns clientes apesar de claro nunca saber seus nomes. - Oh ho… Okay, vou manter isso em mente. - Respondeu a mulher pegando o dinheiro e entregando duas canecas de cerveja para Meursault e bebendo o conteúdo da terceira em um só gole quase em tempo recorde. - Ah ha, calma, calma estou só brincando… Aqui está a terceira. - Falou de forma zombeteira depois de bater a caneca vazia com força no balcão, ela entregou a terceira bebida para o rapaz e o deixou seguir até o seu lugar com Anael quase no meio da taverna.

- Você está falando sério? Você precisa descansar e também de um banho! - O anjo tentou ser a voz da razão mas Grimm a essa altura já estava em pé na mesa gritando e motivando as pessoas que já estavam ali. - AEEEE! - Canecos eram levantados em meio aos gritos de comemoração. - Como você espera conseguir trabalhar às cinco horas da manhã? - Retrucava o anjo enquanto seu amigo voltava a se sentar, Anael ainda segurava o copo como se buscasse coragem para tomar o primeiro gole. - Você não toma jeito mesmo eu pensei que íamos comprar um… Oh céus aquilo parece delicioso... - O celestial ficou sem palavras ao ver Hana chegando na mesa segurando um bandeja redonda com um largo prato de petiscos variados, salame fatiado e um pedaço de limão, iscas de carne com cebola e aipim/mandioca frito(a). - Cortesia da casa, vejo que trouxe um amigo hoje… Isso é raro. - Falou a mulher antes de cumprimentar Anael e ambos se apresentarem.

O clima como sempre ali era bem hospitaleiro e animado, ou pelo menos era assim para pessoas que não se incomodavam com outros ficando mais bêbados, chapados e et cetera, no canto do salão uma pequena banda começou a tocar uma música muito bem conhecida “Another one bites the dust” o que deixava tudo bem mais animado, alguns cantavam juntos enquanto outros apenas trocavam ideia ou admiravam as garçonetes, essas vira e mexe acenavam ou cumprimentavam Grimm com certa casualidade ou intimidade dependendo de cada garçonete em si. Hana ocasionalmente voltaria ao seu posto e Anael começaria atacar alguns dos petiscos tentando não parecer indelicado ou ansioso com a ideia de comer tais iguarias.

- Ah! Eu estou com os livros que pediu aqui na bolsa, também estou com seu uniforme e a insígnia da CP-2, significa Cypher Pol 2, a agência responsável pelo North Blue. - Explicava o celestial um pouco mais calmo agora que comia algo tão saboroso chegando até mesmo saborear de sua bebida, se fosse da vontade de Grimm seu colega entregaria o conteúdo da bolsa que pertencia a Meursault, livros referente a duas das perícias de maior desejo do humano, seu novo uniforme e a sua insígnia. - Eu ainda não tive tempo para pegar o terceiro livro, tive que resolver uns assuntos para administração da agência. - Completava ele depois de entregar os itens.

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Armas Químicas & Poemas   II - Armas Químicas & Poemas - Página 3 EmptyQua 02 Out 2019, 21:36



Chacun voit midi à sa porte





Meursault ficaria surpreso ao saber que Louise era sua chefe e ficaria ainda mais admirado ao saber que a mulher também era uma das superiores de Anael. O espanto não era causado por nenhum preconceito devido ao fato dela ser uma mulher ou qualquer outra ideia retrógrada e estúpida, apenas não havia passado pela cabeça do jovem que uma mulher tão bela e, aparentemente, delicada, poderia executar certos serviços um tanto quanto desagradáveis que se fazem necessários quando se é um agente do Governo Mundial. Da forma que fosse, a competência da mulher não poderia ser questionada de nenhuma forma, o celestial era uma criatura insuportável e dedicada, se Louise era sua superior em termos de hierarquia, certamente havia feito por onde merecer, era bom manter isso em mente. Depois do susto inicial com a ideia, Grimm começaria a se animar com as possibilidades que surgiam de tal fato, um sorriso depravado surgiria em sua face e ele começaria a comentar livremente as fantasias que passavam em sua mente, com uma animação nítida, na tentativa de suprimir o discurso tedioso de seu colega.- Então ela é nossa chefe? De verdade mesmo? Isso é uma maravilha! - Ele saltitaria de alegria enquanto comentava a situação. - Sabe o que é melhor que uma mulher? - Meursault faria uma pausa muito pequena antes de prosseguir, de forma que seria impossível responder. - Eu sei que não sabe, não perca seu tempo, mas não precisa se afligir, estou aqui e posso responder. É simples meu amigo, uma mulher empoderada e independente. - O jovem adquiriria um semblante mais austero e reflexivo, como se um pensamento sério e realmente importante tomasse conta de sua mente. - Será que ela tem um fetiche com subordinados desleixados e indisciplinados? Espero que sim. - Sem esperar uma resposta, simplesmente rumaria até o destino de sua comemoração.

A Casa de Eva era como o Jardim do Éden na visão do agente em treinamento, o que significava que deveria ser algo similar ao purgatório para o celestial, mas Grimm não deixaria que sua consciência pesasse com isso, a noite era sua e uma noite desagradável nunca havia matado ninguém, ao menos até agora, Anael com certeza conseguiria aguentar, no pior dos cenários com leves traumas e cicatrizes emocionais que carregaria para sempre. Quando o homem externasse suas preocupações, Meursault responderia de forma tranquila e natural. - Estou falando sério, essa é minha forma de recarregar as baterias e eu sempre posso tomar banho cinco minutos antes do encontro, assim fico limpo por mais tempo. - O raciocínio realmente parecia fazer sentido em sua cabeça, de forma que dificilmente uma observação feita por Anael seria validada. Assim que o horário do encontro com Louise fosse mencionado novamente, Grimm ficaria chocado, bateria com as duas mãos na mesa, de forma brusca, e cuspiria qualquer líquido que tivesse na boca, sem nenhum cuidado. - Cinco da manhã? Você não disse que esse emprego era bom? Eu tenho quase certeza que isso é ilegal, é praticamente escravidão na verdade, não temos um sindicato? Vamos lutar pelos nossos direitos Anael, uma revolução começa aqui, vamos nos livrar das correntes das praticas trabalhistas abusivas. - As palavras seriam ditas com seriedade, quiçá de forma inspiradora, mas tudo iria por água abaixo quando o jovem tivesse uma ideia do que poderia acontecer. - Na verdade esqueça, se ela marcou tão cedo, certamente quer me encontrar a sós, sabia que tinha rolado uma química entre nós. Agora tudo faz sentido. - Meursault olharia o celestial da cabeça aos pés antes de fazer um comentário ácido, apenas para não perder o costume. - Você vai precisar malhar um pouco mais se quiser ser padrinho no nosso casamento. - Assim que presenciasse a cortesia de Hana, Grimm agradeceria de todo o coração. - Eu poderia amar você se Hugo não tivesse feito isso antes, mas não fale essas coisas, ele vai achar que eu não sou popular e você sabe que todos aqui me amam. - Ele repensaria por um momento na situação e voltaria a se dirigir para a mulher. - Na verdade, meu amor, pode falar o que quiser, desde que consiga manter ele com a boca fechada, é um preço pequeno a se pagar e todos ficam felizes. - Meursault simplesmente se deixaria levar pelo ritmo da música, pelas bebidas e pela presença inebriante de certas garçonetes durante o decorrer da noite.

Assim que Anael entregasse o uniforme, a insígnia e os livros, Meursault se emocionaria e daria um abraço no celestial. - Eu não odeio você o tempo todo, só na maioria das vezes. - Após tal declaração, guardaria tudo o que havia recebido em sua bolsa e se dirigia até o Quartel General, mas antes, se despediria adequadamente. - Acho que é melhor eu ir, já está quase na hora. Nós vemos amanhã. - Chegando ao Quartel General, Meursault tomaria um banho, tendo cuidado de ficar bem aprensentável para sua superior, trajaria as vestes apropriadas e aguardaria na sala em que o encontro havia sido marcado. Enquanto esperava a chegada de Louise, leria o livro trago por Anael que versava sobre sedução.

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