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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Big Brady] O Início   [MINI-Big Brady] O Início - Página 2 EmptySab 23 Mar 2019, 23:42



Mini-Aventura

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Dante devaneava sobre a refeição que estava por vir, inclusive já sendo capaz de senti-la em seus lábios, atiçando suas papilas gustativas e preenchendo sua boca de saliva, quando um alarido na cozinha fisgou sua atenção. Cauteloso, ele marchou na ponta dos pés até a porta dos fundos, arrastando as costas contra a parede que separava os cômodos ao passo que segurava o alento ritmado em detrimento do nervosismo, evitando ao máximo que fosse notado, já imaginando a pior situação.

Colocando apenas a cabeça rente ao batente da entrada, Dante lobrigou de soslaio o padeiro caído no chão. Ele arrastava-se pelo assoalho esforçadamente, de braço esticado na direção de um armário de madeira entreaberto. De sua posição, o menino era capaz de vislumbrar um nítido fulgor oriundo do interior da estante, ainda que não fosse possível enxergar com precisão do quê. Do outro lado de uma grande mesa metálica retangular, cuja superfície estava repleta de massa e trigo, Dante observou um garoto mais novo que ele, talvez com seus dezoito anos por alto. Ele é careca, exceto por uma listra única de cabelo que corta sua cabeça verticalmente. Carrega, também, alguns adornos no nariz e orelhas, como piercings e brincos e veste uma camisa vermelha com uma estampa demoníaca sob uma jaqueta de couro de gola alta.

– Droga... Pensei que não tivesse ninguém... – Sua pele estava lúrida, de beiços lívidos e arroxeados, e as extremidades das sobrancelhas ainda detinham um pouco de gelo, como se estivesse sofrendo no clima afora há alguns minutos. – Me arrisquei nessa merda de frio a toa, tsc... – De lábio proeminente, ele revelou sua desilusão, sugerindo que seu objetivo era assaltar a loja na espera que ninguém estivesse nela em decorrência do clima álgido.

– P-Por favor... Nos deixe em paz... – Suplicou o padeiro ainda no chão, de voz alquebrada e trêmula. No entanto, ele não tiritava somente pelo nervosismo, já que a janela que o larápio usou para ter acesso ao estabelecimento continuava aberta, garantindo que o denso zéfiro álgido de fora adentrasse naquela sala, imediatamente culminando numa temperatura mais gélida que outrora.

– Espera... Nos...? – De semblante confuso, o ladrão estranhou o termo usado pelo padeiro, momento este em que direcionou o olhar para Dante na porta. – Ei! Você! – Num sobressalto, ele arregalou as pálpebras e combaliu o queixo. Aproveitando desse átimo de distração, o padeiro finalmente atingiu o armário e o abriu, expondo uma katana desembainhada em seu interior. Sua lâmina era longa e brilhante ao passo que o porta-mão nem tanto, o que indicava que foi feita para ser usada com uma só.

O homem estava prestes a se levantar para alcançar a arma, quando uma bátega de cerâmica voou em sua direção, atingido sua cabeça e se despedaçando em cacos num choque agudo. Ele tombou imediatamente desacordado e, da região atingida, vertia um fio de sangue que espargiu pelo chão. A partir dali, era apenas o rapace e Dante, um encarando ao outro.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Big Brady] O Início   [MINI-Big Brady] O Início - Página 2 EmptySeg 25 Mar 2019, 13:37


Dante conseguiu identificar o que havia acontecido naquela cômodo, como imaginara não havia sido uma simples queda. Ao ver o bondoso padeiro no chão Dante se enchia de raiva, mas tentava manter a calma para o possível combate que se aproximava. “Droga, preciso pensar em algo para ajudar o padeiro”.

O esconderijo de Dante não durou muito, o jovem delinquente o descobrira após a utilização inconsciente de um pronome pelo o padeiro. Logo que Dante saiu de seu esconderijo para adentrar a sala, o padeiro aproveitara aquela distração do delinquente e revelava a localização de uma brilhante katana, contudo foi logo derrubado por uma bátega de cerâmica. “Desgraçado, acertou o padeiro sem dó”

Ao ver o sangue do padeiro escorrendo o jovem sabia que tinha que agir rápido, para ajudar a manter-lhe a calma, Dante usou um tom irônico ao falar com aquele garoto: - Ei pirralho, sua mãe não lhe ensinou que é errado invadir a casa dos outros?

“Esse piralho vai pagar pelo o que fez, nem me alistei na marinha ainda e já tenho um meliante para derrotar”.

Imediatamente após a irônica pergunta, Dante correria rapidamente em direção da prateleira da espada, no caminho buscaria pegar qualquer possível panela que estivesse ao alcance para arremessa-la no delinquente com intenção de distrai-lo, o jovem ao chegar na prateleira pegaria a espada pelo porta-mão com a mão mais próxima sem parar muito a corrida. O jovem então buscaria usar a mesa de metal com impulso para saltar em direção ao delinquente, Dante deixaria a espada na mão direita e usaria o pé esquerdo para pegar apoio na mesa e saltaria em direção ao delinquente, em salto ele atacaria com um corte em diagonal de cima para baixo, mirando no peito do invasor com intenção de ocasionar um sangramento que pudesse debilita-lo.

Caso acertasse, Dante seguiria pressionando com golpes laterais tanto da direita para esquerda como da esquerda para direita, mirando em seus braços e pernas para debilitar seus movimentos.
No caso de o delinquente conseguir desviar do primeiro ataque, Dante realizaria um salto para esquerda ao mesmo tempo que passaria a katana para mão esquerda e se utilizando de sua ambidestria atacaria o delinquente com um corte lateral da esquerda com toda potência mirando na região dos seus braços e peito.

Em qualquer cenário Dante recuaria um pouco e montaria sua base, com o pé esquerdo para trás virado lateralmente e com joelhos levemente flexionados, mantendo com as mão a sua espada empunhada para frente com a ponta da lamina na altura da sua cabeça pra que pudesse bloquear algum possível ataque. Dante provocaria novamente o oponente com a intenção que ele o atacasse: - Então você vai chorar pra mamãe vim te pegar?

Dante utilizaria a espada para bloquear algum possível objeto jogado contra ele, em caso de um ataque direto Dante jogaria o corpo para diagonal direta para que pudesse desviar e já contra ataca-lo com um corte em seu tórax. Acertando-o Dante lhe miraria a espada no pescoço, dizendo: - Já acabou?

Caso o ataque do meliante fosse muito mais rápido que a velocidade de Dante, ele usaria a espada para bloqueá-lo. Buscando depois se afastar antes de outra rodada de ataques.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Big Brady] O Início   [MINI-Big Brady] O Início - Página 2 EmptyQua 27 Mar 2019, 02:34



Mini-Aventura

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Dante não teve dúvidas do que deveria ser feito ao vislumbrar o padeiro desacordado e ensaguentado próximo a seus pés. A poça formada pelo líquido vital vertido aumentava a cada segundo, sugerindo que o aspirante a marinheiro deveria ser rápido em conter o assaltante para que pudesse prestar socorro à vítima. Ainda assim, deparar-se com uma situação tão real de perigo fazia seu coração acelerar e seu alento pesar, apreensão esta que ele tentou apaziguar com um motejo.

– Tsc, tá achando que eu estaria fazendo isso se tivesse tido uma? – Ele titubeou antes de responder, aumentando o tom de voz num retruque neurastênico, insuflando que havia tocado num assunto pessoal.

Sua maxila cerrada e olhos bem abertos rispidamente, então, foram substituídos por uma expressão de espavento ao ver um grande fragmento da bátega de outrora volitando em sua direção. Num ato reflexo, ele agachou e jogou o tronco para o lado direito, permitindo que o naco de cerâmica cortasse o ar e se desfizesse em pedaços ao se chocar contra a parede. Quando voltou a erguer o corpo e fitou Dante, visibilidade antes impedida pelo balcão metálico, engoliu em seco ao observá-lo com uma espada em mãos, já galgando sobre a bancada com os braços erguidos acima da cabeça.

O gume irrompeu o vento rapidamente num sibilo, mas, ao invés de talhar o corpo do invasor, colidiu contra a pia da cozinha num choque metálico agudo, isso porque o larápio havia rolado pelo chão acrobaticamente, sujando toda sua jaqueta de trigo. Dante, entretanto, sequer deu tempo para o adversário levantar, trocando a katana de mão antes de suceder a investida anterior com um lanho que cindiu o peito inimigo. Um fio de sangue percolou pela lâmina junto a trapos de sua camisa que, aliados a um grunhido abafado do meliante, sugeriram que ele havia sido atingido. Contudo, a cisão não foi grave, pois rasgou apenas a superfície de sua derme.

– Argh, desgraçado! Cê vai me matar com isso! – Reclamou com certo descontrole, assumindo uma postura de combate com os braços erguidos a frente da cabeça, de punhos cerrados. – Tsc! Vou chutar sua bunda, idiota! – Retorquiu de face entesada, colérico com o comentário de Dante.

O rapaz havia recuado por um instante, talvez disposto a dar uma chance de trégua por parte de seu adversário. No entanto, irritado pelo golpe que sofrera e com o vilipêndio de Dante, o rapace não cedeu e, após tatear o ambiente com as pupilas, recolheu um pacote de farinha de trigo na prateleira ao seu lado e o arremessou violentamente contra o chão. O impacto rompeu a embalagem e liberou seu conteúdo, que concomitantemente a um baque surdo, ascendeu numa nuvem nívea e ofuscante que cegou Dante, irritando seus olhos que começaram a marejar. Instantes depois, o aspirante a marinheiro desorientado apenas lobrigou vagamente um punho deflagrando a bruma e atingindo suas costelas, culminando numa dor intensa e respiração dificultada.

– Isso é só o começo, huhuhu... – Ecoou a voz inimiga pela cerração desnorteante, o qual parecia ter o conhecimento da localização de seu inimigo, ao contrário de Dante.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Big Brady] O Início   [MINI-Big Brady] O Início - Página 2 EmptyQui 28 Mar 2019, 15:36


Ainda sentindo a dor da pancada que levara na costela, Dante mesmo sem saber a localização do inimigo, buscaria uma maneira de sair do meio daquela nuvem de farinha de trigo que espalhara pelo local. O jovem indignado por ter caído numa armadilha do larápio, apressava-se em buscar uma solução que pudesse expelir aquela nuvem de farinha e resolver aquela luta rapidamente. “Desgraçado desse jeito não consigo ver nada, que golpe baixo”

Dante então colocaria a katana em sua mão direita e a giraria rapidamente em 360º, fazendo que os movimentos cortantes gerassem um vento que dispersasse a nuvem de farinha para outro local do ambiente. O jovem tinha a intenção de jogar aquela nuvem de farinha na direção do invasor, por isso miraria na direção que ouvira a voz do meliante ressoar.

Se o plano de Dante desse certo e a nuvem de farinha fosse justamente na direção do meliante e assim debilitando sua visão. Dante prontamente atacaria com cortes horizontais em suas pernas com a intenção de debilitar seus movimentos, após isso recuaria um pouco para logo depois retornar pelas costas do meliante lhe desferindo um poderoso golpe com o cabo da espada em direção a sua nuca, com intenção de fazê-lo desmaiar.

Se acaso Dante não conseguisse gerar vento suficiente para expelir a nuvem, ele então fecharia seus olhos para evitar que fossem mais prejudicados e continuaria o giro da espada, dessa vez se utilizando de sua ambidestria ficaria trocando sua espada de mão e mantendo o giro do corte em volta do seu corpo. “Se esse cara tenta me socar agora vai perder a mão” . Dante percebera anteriormente que o jovem pareceu se descontrolar quando ele citou sua mãe, então tentaria mais uma ironia para fazê-lo atacar descuidadamente. – Então você não conhece sua mãe não é? Não me espanta, ela deve ter morrido de susto quando lhe pariu!

Dante assim que sentisse que sua espada encostara na pele do adversário, aproveitaria a chance para desferir uma sequência de corte horizontais, e por fim um estocada em seu braço com força para tira-los da nuvem de farinha.

Sendo efetivo em um de seus planos, o jovem amarraria o invasor e buscaria um den den mushi para pedir socorro imediato ao padeiro. “Preciso me apressar, aquele ferimento do padeiro parecia muito grave”.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Big Brady] O Início   [MINI-Big Brady] O Início - Página 2 EmptySab 30 Mar 2019, 03:29



Mini-Aventura

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Os olhos ressumados pareciam ser alvos de uma tempestade de areia, castigando Dante com um detestável martírio a cada piscadela. Suas costelas a direita, por sua vez, latejavam incessantemente, de tal modo que os músculos abdominais aparentavam ter vida própria, repletos de contrações involuntárias num agonizante suplício. Até mesmo uma ação tão comum e imprescindível como respirar tornou-se penosa, uma vez que a farinha de trigo sorvia as narinas rasgando suas mucosas, ao passo que um dos pulmões, calcado em virtude do golpe na lateral do corpo, rezingava numa dor aguda a cada alento.

Apesar de todas as adversidades, Dante sabia que precisava se manter de pé para cumprir o seu objetivo, afinal, se não fosse capaz de parar um mero ladrão de bairro, como conseguiria se tornar um grande marinheiro no futuro? Portanto, amparado em seu espírito indômito, o rapaz resgatou uma solução rápida na mente conturbada em meio a tantos imbróglios. Com a espada que acabara de adquirir em punho, Dante volveu no próprio eixo, apoiando o corpo num dos calcanhares para promover uma rotação veloz. Embora seu escopo fosse rechaçar aquela bruma com a potência gerada em seu giro, sua força e velocidade ainda eram ínfimas para tamanho feito. Entretanto, ele reconhecia que este movimento continha outros pormenores em sua concepção, pois, por mais que não conseguisse se livrar do nevoeiro, ao menos se defenderia de uma investida inimiga; e assim aconteceu.

– ARGHHH!! – Vociferou o rapace em agonia no átimo que Dante sentiu um baque contra seu punho, sugerindo que havia atingido algo em seu deslocamento rotativo.

Ele ainda não era capaz de ver, mas o polegar direito do oponente havia sido arrancado fora assim que ele ousou um novo ataque na cortina de farinha. O dígito mutilado cabriolou até a pia, carregando, junto ao seu deslocamento, um arco de sangue. O larápio, por sua vez, continuava a gritar em detrimento da dor lancinante, segurando o pulso da mão cujo dedo fora talhado com a oposta firmemente. O olhar arregalado no semblante desesperado não parecia acreditar no que as retinas fotografavam. Pouco a pouco, então, sua feição ruiu, inicialmente a partir dos lábios tiritantes que introduziram o pranto arrependido.

– AGGHHH, V-VOCÊ VAI P-PAGAR, MALDITO! – O tom alquebrado já havia começado a ser consumido pelo choro, de forma que as palavras despontavam em tartamudos em decorrência da fauce obstruída.

Momentos depois, a cerração provocada pela farinha de trigo diminuíra, permitindo que Dante vislumbrasse os arredores, ainda que com dificuldade em virtude dos olhos irritados, a esta altura vermelhos e rorejados. Estava só, senão pelo padeiro que gemia no chão, movendo os ombros e o tronco paulatinamente. Ao que parece, o adversário havia escapado pela janela, aproveitando-se da bruma remanescente para desarvorar e manter o resto de sua integridade. Ele deixou para trás apenas um rastro de sangue que acolitava até a fenestra além de, claro, o dedo sem vida sobre a pia.

– Ugh... Ugh... – Os gemidos na surdina proviam do padeiro cujos braços titubeavam, esforçando-se ao máximo para erguer o corpo de mente ainda desnorteada. – O-O que... A-Aconteceu...? – Indagou de fôlego forte, exaurindo fortes bafejos a cada palavra, sugerindo todo seu labor em manter-se consciente. – Droga... Q-Que dor... – Levou a mão direita trêmula até a altura da cabeça, tateando-a com os dedos cujos dermatóglifos sentiram o sangue viscoso vertendo da chaga.

Embora consciente, estava mais que clara a gravidade do ferimento do pobre padeiro. Sabendo disso, Dante não hesitou antes de solicitar socorro através de um Den Den Mushi, requestando ajuda dos marinheiros locais. A ligação não demorou a ser atendida e logo o herói ouviu uma voz feminina por trás do caracol, que imitava as feições da locutora detrás do telefonema:

– Certo... Enviei três marinheiros. Estão a caminho! – Anunciou a figura por trás da chamada, cuja convicção irradiava esperança, desligando o aparelho por conseguinte. O silêncio preencheu o espaço mais uma vez, exceto pelo vento às lufadas que continuava a adentrar pela janela ainda aberta, atufando a cozinha com o tormentoso clima gélido de fora.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Big Brady] O Início   [MINI-Big Brady] O Início - Página 2 EmptySeg 01 Abr 2019, 23:34


Dante ao sentir que decepara o dedo do meliante sentia a euforia brotar dentro de si, feliz porque seu plano havia dado certo “Toma essa, te peguei” . Contudo o alivio só veio quando ao dissipar da nevoa vira que o invasor havia fugido, esse alivio breve foi imediatamente seguido por um sentimento de urgência em correr para buscar ajuda ao padeiro.

O pronto atendimento da telefonista da marinha lhe trouxera esperança, irradiava dentro do jovem uma certeza do socorro, uma certeza de tudo agora ficaria bem, uma certeza que vinha do nome e do símbolo da marinha. “Eles estão vindo, não importa nada agora. A marinha está vindo e tudo ficará bem.”

Dante buscava acalmar o ensanguentado padeiro, enquanto iria fechar a janela aberta da qual o invasor havia entrado, para que diminuísse o frio que fazia interiormente. – Calma senhor, eu expulsei o meliante que invadiu sua padaria e a marinha já está a caminho trazendo socorro, tudo vai ficar bem. Procure não fazer esforço.

O que atarantava o coração do jovem era o iminente encontro com os marinheiros, dentro de sua cabeção ia articulando combinações de palavras que formulassem sua apresentação aos primeiros marinheiros que iria encontrar naquela cidade.

Após a chegada dos marinheiros e os cuidados com o padeiro, Dante buscaria com firme feição levantar o braço ainda trémulo de nervosismo e com a ponta dos dedos na testa fazer um desajeitado mas sincero sinal de continência, pedindo então: - Com licença senhores, gostaria de me alistar na marinha, posso acompanha-los até o quartel general?

A felicidade no rosto do jovem seria facilmente perceptível, tinha consciência de que nada fizera ainda, mas que já dava o seu primeiro passo, e um belíssimo primeiro passo para um aspirante a marinheiro.

Legendas:
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"Pensamento"

Agradecimento:
 

~FEEDBACK~

Visando uma maior qualidade nas orientações, a Staff gostaria de saber a opinião do que achou do orientador em que teve a responsabilidade de narrar. É uma pergunta básica que deve ser respondida com sinceridade, ajudando bastante a qualidade de orientação dos orientadores, afinal os mesmos saberão onde estão indo bem, pecando e assim melhorando gradativamente. Então a questão é a seguinte: "O orientador demonstrou um regular/bom/ótimo trabalho? Desde a parte de tirar dúvidas, as dicas, o carisma do orientador com você (principalmente a atenção que foi dada durante a mini-aventura), o desenrolar dela e por fim se reconheceu uma maior clareza do sistema narrativo."
Opinião: Ótimo. O narrador foi bastante atencioso nas dicas e conselhos, além de se colocar disponível para resolução de possíveis duvidas. Único ponto negativo que apontaria foi que em algumas vezes usou palavras rebuscadas que não conhecia, mas que de toda forma contribuíram para que eu aumentasse meu vocabulário.
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Big Brady] O Início   [MINI-Big Brady] O Início - Página 2 EmptyQua 03 Abr 2019, 00:04



Mini-Aventura

[MINI-Big Brady] O Início - Página 2 254150cba682e05a09cd9d0c8b217774



– T-Tudo bem... – Com a face crispada, o homem demonstrou seu esforço para apoiar as costas contra a estante de outrora. – O-Obrigado, j-jovem... – Agradeceu com sinceridade, embora não trocasse olhares com Dante. Sua mão direita repousava no ferimento, agora com uma toalha branca às nódoas. A pele de seu pescoço estava rorejada, ainda que o ambiente estivesse frio, em detrimento da sudorese culminada pela baixa pressão.

Dentro de alguns minutos, o silêncio inquietante finalmente foi rompido com a chegada da marinha, anunciada graças aos tropéis no assoalho da recepção. Eram dois soldados, ambos com rifles em suas mãos, e uma enfermeira que carregava um kit médico; uma pequena caixa branca com uma cruz vermelha acompanhada do logo da organização, segurada através da alça em seu ápice. Ela trazia certa preocupação gravada em sua feição, provavelmente pelo estado da vítima já ter sido repassado de antemão.

– Oh, não! – Exprimiu com a mão livre sobre a boca ao vislumbrar o padeiro ensanguentado. Os olhos cerúleos arregalaram e o sobressalto espantou as madeixas flavas que antes caíam sobre a face. – Digo... Não se preocupe, não é nada! – Logo que percebeu sua estuporação, dissimilou o receio com os lábios proeminentes num bico, mirando o olhar em Dante de mão abanada; uma evidente atrapalhação esculpida em sua idiossincrasia, uma vez que não deveria repassar nenhuma apreensão para não assustar as vítimas.

– Hehe... Ela é assim mesmo, não se preocupe. – Comentou um dos soldados com um meio sorriso, repousando a mão sinistra no ombro de Dante. – Que bom que nos chamou, rapaz. Ele vai ficar bem! – De soslaio, o aspirante a marinheiro poderia lobrigar o padeiro sendo atendido pela moça, que já averiguava seu ferimento e limpava-o devidamente com o auxílio de gazes. – Oh!? – Interjecionou ao ouvir o pedido de Dante, alçando as sobrancelhas e combalindo o maxilar em surpresa. Não esperava a atitude do garoto, principalmente numa situação como aquela. – Bem, claro... Levamos você lá para que tenha um pouco de experiência. – Aquiesceu a solicitação Dante, meneando positivamente com a cabeça, cujo semblante estava blindado com um sorriso sincero.

Depois de cumprimentá-lo, o soldado caminhou até o padeiro que já aparentava melhoras, deixando Dante sozinho. Nesse instante, o rapaz poderia aproveitar o júbilo de ter sido assentido pelo marinheiro, quem sabe até contar os segundos até sair dali com o trio, pois enfim teria a chance de dar os primeiros passos em direção de seu sonho, sonho este que teve seu marco num episódio insólito recheado de abnegação e bravura; tudo que um bom marinheiro precisa ter.

~Mini-Aventura ENCERRADA~


Observações:

Olá, Dante! Foi ótimo ter você como orientado, companheiro. Sua evolução foi bem notória para mim e eu fico extremamente contente quando vejo o desenvolvimento daqueles que passam pelas minhas mãos. Ainda resta um longo caminho pela frente, meu caro, mas você já começou a se encontrar e isso basta para essa mini-aventura. Daqui em diante, tenho certeza que você crescerá muito mais!

Minhas últimas ressalvas a você são:

Atente sempre ao português! Embora não exijamos que nossos jogadores sejam letrados em língua portuguesa, é sempre importante que a quantidade de erros sejam encurtados ao máximo. Para isso, tente sempre fazer uma releitura de seu post após criá-lo, de modo a retificar as falhas que sempre passam desapercebidas. Eu, por exemplo, faço uma revisão de um parágrafo sempre antes de passar para o parágrafo posterior, fora a revisão geral no fim da escrita.

Se possível, procure por um template para você. Não precisa ser nada muito sofisticado. Basta ver o meu, que é bastante singelo, porém cumpre a função de ornar meu texto. Não é obrigatório, claro. Você não perderá nota em sua aventura pela construção estética de seu post, entretanto, tenha certeza que se sentirá muito melhor com ele bem ataviado ;D.

Pense bastante antes de criar seu personagem. Devo frisar que ele é fixo por, no mínimo, seis meses. Isto é, depois de criar sua ficha, caso arrependa-se, somente poderá produzir um novo em meio ano! Não estruture um personagem que dependa de uma akuma no mi para você ter felicidade em narrá-lo, por exemplo. Além disso, saiba que o crescimento aqui é lento e progressivo, então conceba um personagem interessante desde o início. Não tente criar alguém que apenas será divertido com determinados objetivos, como level, poderes ou akuma, como citei.

Por fim, nunca se acomode! A evolução é constante, meu caro. Saiba que você sempre pode melhorar, independentemente do quão bom esteja. Os melhores players do fórum compreendem muito bem esse ponto e é por isso que estão sempre no topo! Bem, boa sorte, companheiro!

O que fazer agora que terminei minha Mini-Aventura?
- 1º passo: Agora que encerrou sua mini-aventura basta criar a sua ficha na Criação de Personagens usando o Modelo de Ficha.
- 2º passo: Corra e crie sua aventura. Onde? Há um tópico chamado Crie sua Aventura, lembre-se de que você somente pode criar uma aventura se sua ficha for aprovada e dentro do limite de pedidos de criação de aventura pendentes. Caso haja alguma pendência espere alguém aprovar a aventura anterior, para postar a sua.
- 3º passo: Aventura aceita? Então procure um narrador, onde? Em T.N.D crie um tópico para solicitar seu narrador, e aguarde o ADM responsável pela área escolher um narrador para você.
- AH! Leia as regras para que você não venha a tomar punições.
- Lembre-se você tem 30 dias para pedir os 6 créditos da conclusão da mini-aventura neste link.



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