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Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

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Raizen
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MensagemAssunto: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptySab 02 Mar 2019, 22:45

Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere e Garfield Henryford. A qual não possui narrador definido.


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Kenshin Himura
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Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptyQui 07 Mar 2019, 05:54



A gigantesca cidade do começo e do fim estava a nossa frente, apesar de tudo que tinha acontecido no dia anterior, estava bastante empolgada para mais um capitulo em minha vida, diferente da ultima vez que estava chegando numa ilha nova como uma mera aspirante a revolucionaria. Agora estava chegando em uma nova ilha como um membro de algo maior, e estava na hora de me redimir pela minha ultima missão, apesar de conseguirmos concluir com sucesso, quase tinha posto tudo a perder.

“Espero não perder o controle tão fácil dessa vez!” olhava para meu pé que ainda estava dolorido por causa da ferida na noite anterior, suspirava logo voltando a olhar para a cidade que já parecia estar bastante movimentada, como esperava de uma cidade famosa, a mesma era gigantesca. De longe conseguia ver uma gigantesca construção que claramente era bem maior que as outras, não sabia do que a mesma se referia, mas tinha certeza de uma coisa aquele lugar era importante.

A nossa volta conseguíamos ver bastante civis no porto, graças a nossa embarcação discreta não tínhamos chamado a atenção de ninguém, e ficava mais aliviada que os agentes da primeira missão Conomi aparentemente tenham me dado como morta na explosão. – Ao menos não tem ninguém enchendo a porra do meu saco! Falava para mim mesmo enquanto descia do barco, vários marinheiros passavam por perto, enquanto civis tinham seus afazeres.

Apensar de estar feliz por ter sido mandada para aquela ilha, eu estava um pouco perdida, não conhecia nada ali, e Grambos não tinha informado quem deveríamos encontrar ou oque fazer na ilha, apenas nos mandou para fora. Bom a não ser que o mesmo tenha falado algo com M-4 a final ela era nossa superior e nós éramos apenas revolucionários recém recrutados, olhava em direção a mesma e começaria a falar em um tom aonde apenas nosso grupo poderia escutar.

- O senhora garotinha, você que e mais experiente que nós o que deveríamos fazer? Não tenho ideia nenhuma para você sabe quem ter nos mandados para cá! Dava uma pequena pausa olhando para Duncan e Garfild. – Não sei vocês almofadinha e maluco do sol, mas eu voto para irmos a um bar! Coisas divertidas sempre acontecem no bar! Sorria para ambos, estava na hora de deixar oque tinha acontecido na noite anterior para trás, mesmo que minha vontade naquele momento era de dar um soco na cara do Duncan, e Garfild mesmo sendo maluco se mostrou um aliado bastante valoroso.

- Creio que dada a nossa situação. Olhava para meu pé de relance como um ato involuntário, rapidamente voltando a falar. – Deveríamos escolher um lugar que não chamasse tanta atenção, a final somos turistas com um adendo a mais rs! Não conheço nada aqui, mas seria interessante irmos para a parte periférica da cidade, talvez lá poderemos discutir oque fazer! Assim esperava as ordens de M-4 a final a garota era nossa superior, ao menos por horo.

Assim prestaria atenção no que a mesma tinha para falar, e em seguida seguiria a mesma seja lá qual for a decisão que a mesma tivesse tomado, tentaria ir apoiada no braço esquerdo de Garfild, a final meu pé ainda não estava bom, e não estava afim de ser deixada para trás, ou ser um estorvo para o pessoal. E me apoiando no perna longa seria a maneira mais eficiente de não forçar o pé e ter uma recuperação mais agradável.

Assim que chegássemos no local que a M-4 nos levasse ou que o grupo apenas seguisse andando aleatoriamente, olharia a nossa volta, cidade  nova mas os perigos são os mesmos de qualquer outro lugar, tinha que ficar atenta, poderia ainda esta me recuperando, mas  ainda conseguiria me defender caso algo acontecesse. E assim esperaria pelas instruções da pequena garota.
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Última edição por Kenshin Himura em Sab 09 Mar 2019, 11:59, editado 1 vez(es)
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Sagashi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptyQui 07 Mar 2019, 20:22


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A viagem com o eclipse, Azura e os demais membros da célula me agradava, no geral. Estava ao redor de pessoas confiáveis, quase tão fortes quanto eu, úteis para qualquer tipo de missão e que me ajudariam no que eu precisasse — isto é, se eu precisasse de alguma coisa que o Sol não me providenciasse. Com os braços cruzados atrás da cabeça e as costas apoiadas em uma das bordas do navio, me levantaria, acompanhado de um bom bocejo e um espreguiçar de corpo que me reporia energia suficiente para continuar a minha jornada. Estenderia minhas longas pernas e as colocaria para fora do navio, em sincronia com meus parceiros. Colocaria um sorriso discreto no rosto e deixaria apenas um de meus olhos abertos, sem retirar as mãos da nuca ao caminhar. Dado um certo período de caminhada, notaria que Azura se aproximaria para se apoiar em um dos meus braços, claro que por causa do seu pé, e portanto, daria meu braço a ela tranquilamente, sem comentários sobre o ato, já que ambos entendíamos sua situação.

Passado tempo em caminhada, na qual estaria somente seguindo M4 ou o restante de pessoas no grupo, ouviria o comentário de Azura sobre o lugar no qual estávamos indo, ou melhor, no lugar que poderíamos ir. — Não sei vocês almofadinha e maluco do sol, mas eu voto para irmos a um bar! Coisas divertidas sempre acontecem no bar! — Ao ouvir a sentença por completo, buscaria estender meu pescoço um pouco para frente e desviar o olhar pra cima, de forma que me permitisse enxergar a situação dos céus. Caso o Sol estivesse lá, sorriria rapidamente, e responderia da seguinte maneira: — Não há o que temermos, afinal. O Sol deu o sinal de que podemos ir. A Azura parece poder pagar a conta. Comemoremos! — Claro que, pela personalidade forte de Azura, ela provavelmente se recusaria a pagar, e não haveria problema com isso, apenas riria caso proferisse insultos ou ameaças contra mim, tornando o calor de uma briga em um quadro cômico. Entretanto, caso não houvesse sol, apenas diria a parte de que Azura pagaria a conta.

Em alguns segundos após tal cena, ainda com Azura apoiada no meu braço, faria sinal para que Duncan se aproximasse de mim, o que não seria tão difícil, dado meu tamanho. — Venha cá. Você tinha me perguntado agora há pouco sobre o Sol, certo? Eu estava um pouco sonolento, perdoe-me por isso. — Diria, diminuindo o sorriso a uma expressão contente, extrovertida, mas apenas para ele. — Pois bem. Faremos muitas coisas nessa ilha. Preste atenção em todos os momentos que você pensar que foi mera coincidência ter sido salvo ou ter vencido algo, desde uma simples aposta à uma batalha. Descobrirá então o que eu quero dizer com as bençãos "Dele". — Piscaria com o único olho aberto e abriria os dois logo em seguida. Em meio de um comentário de Azura, no caso, logo após o término desse, complementaria sua ideia com uma brilhante minha. — Seria interessante se nessa área per...ci...férico... existisse um terreno para forjas. Encontrei um escudo no nosso cafofo anterior e gostaria de fazer dele um aliado poderoso. Sou muito bom com escudos... — Pregaria meu icônico semblante convencido no rosto. — ... sou muito bom com tudo, aliás. Não que vocês já não soubessem, é claro. — Riria, mas talvez só eu risse. Não faria diferença, afinal. Ouviria atentamente quaisquer ordens superiores, e ouviria também pedidos de semelhantes. Buscaria acompanhar o grupo na caminhada, me colocando sempre a frente de quem não estivesse guiando, para mostrar a imponência da nossa linha de frente. A todo momento, usaria da minha audição aguçada para ouvir cochichos, conversas, rumores em geral que pudessem contribuir para alguma coisa ou que fosse interessante aos nossos objetivos. Ao ouvi-los, informaria meus parceiros de equipe sobre o relatado.


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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
-Completar uma missão.

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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptyQui 07 Mar 2019, 22:58


Misturados à multidão de civis, finalmente chegavamos a nova ilha, onde esperava que o grupo pudesse se revigorar após a missão anterior. Avistar a cidade era, para mim, algo bastante animador. A cidade do começo e do fim, certa vez havia viajado até esta ilha com meu pai por turismo, mas ainda era novo demais para me lembrar de alguma coisa importante e por isso, vê-la agora fazia com que eu me empolgasse e sentisse uma certa nostalgia. Desta vez eu poderia explorar totalmente esta ilha tão famosa, e quem sabe me redimir por seja lá o que for que meu pai já tenha feito neste local.

O movimento no porto da cidade servia para tomar minha atenção por alguns instantes, enquanto começava a descer a rampa junto do resto do grupo. A verdade é que buscava discretamente por alguma pista do que deveríamos fazer, afinal havíamos sido enviados para aquela ilha sem muitas explicações sobre qual seria a nossa missão naquele lugar e por onde deveríamos começar. Junto do grupo, ouvia quando Azura finalmente quebrava o silêncio e começava a falar no seu mesmo tom irritante de sempre.

Desta vez, por mais incrível que pareça, ela dizia algo que realmente contribuía para a missão e não tentava simplesmente massagear o próprio ego, talvez estivesse realmente aprendendo a viver em sociedade, e eu como um bom companheiro lhe daria uma nova chance - Agora você está falando a minha língua - Dizia sorridente apontando para a garota, mas não perderia também a chance de debochar - Você devia trabalhar mais esse seu lado, é mais legal assim do que surtando por aí - Dizia aquilo mantendo certa distância, o suficiente para garantir que o pé machucado a impediria de me atacar em um acesso de raiva agora mesmo.

-É disso que gosto em você grandão, cheio de boas ideias! - Respondia contente também a sugestão de Garfield para que Azura pagasse a conta, a realidade é que estava decidido a aproveitar qualquer oportunidade possível para fazer raiva na lutadora, e não abriria mão disso. Enquanto esperávamos pelas ordens de M-4, eu era chamado pelo bárbaro que só agora resolvia responder a pergunta que eu lhe havia feito no barco. Sem ressentimentos, tinha relevado a falta de resposta naquele momento julgando que ele havia sido afetado pela maresia ou algo assim -E acha que o Sol trabalharia junto com o eclipse? - Respondia, olhando par os céus como quem refletia sobre o que ele havia falado. A verdade é que nunca me apeguei a religiões ou qualquer discurso semelhante, mas gostava e respeitava a paixão que aquele homem demonstrava pelo Sol, e aquilo fazia com que eu quisesse saber mais sobre o modo como o meu novo amigo vê o mundo.

Esperaria então para que M-4 ditasse o que deveríamos fazer a seguir, e acataria qualquer que fosse a ordem - Eu pensei em um modo de encontrarmos nossos amigos - Dizia - Conto a vocês no bar depois que a Azura nos pagar uma cerveja - Dito isso, continuaria andando e prestando atenção aos arredores, tentando descobrir principalmente o caminho para o QG e também a quantidade de marinheiros que aquela ilha aparentava ter. Estava dado o início de mais uma aventura.
Historico:
 

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Em homenagem aos que se foram::
 
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptySex 08 Mar 2019, 19:39


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Dia ~ manhã

Todos
Todos ali desceram na cidade acinzentada, casas e pessoas para todos os lados. Não havia um único rastro de vegetação rica naquele local enquanto adentravam a cidade. O sol a pino batia nas pedras e no cimento de toda a região, o que deixavam o lugar bem quente. O grupo que descia do barco era bem chamativo por si só, desde uma raça diferente, a um homem tão bonito que chamava a atenção por simplesmente estar ali. A primeira ali a se expressar foi Azura, a jovem queria sair para beber. E os outros dois pareciam compactuar com a ideia, fazendo brincadeiras sobre a mesma pagar por toda a bebida. Eles não sabiam o que fariam ali naquela ilha ainda e nem ao menos se já podiam sair para beber. Tanto, que eles perguntaram isso para a M-4, a líder ali de todos. - Podem ir beber... - Falou ela olhando para ambos os lados, vendo se alguém estava prestando atenção naquele seleto grupo. - Tem uma taverna famosa na cidade... ela se chama Red's Pub. - Informou. - Podem ir beber lá. Só peço que não chamem atenção. - Disse ela preocupada olhando para todos os lados. - O prefeito dessa cidade é da marinha. Existem marinheiros e informante provavelmente por todos os lados. - Ela retirou um relógio de sabe-se lá onde e depois informou. - Vou me encontrar com vocês lá as duas da tarde. Tentem não causar nenhuma confusão, na verdade, tentem nem ao mesmo parecer que existem. - Informou e assim começou a andar de volta ao navio, virando pouco antes de chegar no mesmo.

Livres, porém sem uma direção exata para irem andando, os revolucionários, juntos de Lenora iam andando sem um rumo definido. Apesar de não terem rumo, Azura havia guiado o grupo para que ficassem na periferia. Longe daquele grande quartel general que ficava no meio da cidade. E isso foi bom, era difícil imaginar que o grupo não chamasse a atenção pela própria forma que o grupo era, por não falarem nada com ninguém e simplesmente terem falado de bebidas, acabaram passando desapercebidos como podiam. Marinheiros ali ou aqui olhavam para eles, mas não havia motivo para isso ser uma preocupação em geral, não era perseguidos ainda por serem revolucionários.

Garfield ouvia no geral elogios a beleza das mulheres que andavam com ele, comentários diferenciados sobre ele e o corpo "diferente" dele, já tanto homens quanto mulheres pareciam se apaixonar por Duncan. Nada realmente espetacular ocorria por ali. Foi quando todos eles viram um homem sendo jogado de um estabelecimento no meio da rua. O estabelecimento tinha a placa Red's Pub escrita. A faixada quebrada chamava um pouco a atenção. Além disso, após desviarem a atenção do homem que havia acabado de cair no chão, perceberam que até as construções por perto possuíam algumas trincas nos vidros.


off:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptySab 09 Mar 2019, 19:26



O clima estava bastante quente na ilha, o que me fazia lembrar da minha terra natal, uma gigantesca ilha aonde nunca se ventava, o mormaço do sol castigava a floresta que a fazia ser bastante abafada, assim como estava fazendo com aquela ilha, mas nesse caso talvez pela quantidade de casas e pavimentações, transformando a cidade em uma verdadeira selva de pedras. “Não me admira as historias das pessoas que moram em cidade grande sempre estarem estressadas” pensava enquanto seguíamos andando pela cidade.

M-4 como líder por hora liberava para que pudéssemos ir ao bar beber, olhava para os outros companheiros, via que todos curtiam a ideia. Algumas piadinhas eram soltas a minha direção sobre eu pagar a bebida. – Meus queridos a ultima coisa que vocês vão ver na vida e eu gastando dinheiro com vocês, ainda mais para comprar bebidas, apenas chamei, vocês se virem para pagar! Falava por cima do desaforo de Duncan, naquele momento não estava a fim de me irritar com meias palavras de um almofadinha como ele.

A garota nos dava algumas informações sobre aonde encontrar um lugar, para uns bons drinks, mas a informação não era lá muito útil, já que não conhecíamos nada da região, estávamos perdidos como um grupo de fazendeiros chegando na cidade grande. Para completar o prefeito da cidade era um membro da marinha, isso era mais perigoso ainda, visto que tivemos de lidar com um que era apenas um informante chifrim. Isso explicava a quantidade de marinheiros rondando pela cidade.

Assim a mesma dava as ultimas instruções e seguia de volta aonde estava o barco, aparentemente estávamos livres para fazermos oque quisermos, batia minhas mãos no bolso enquanto andava ainda me apoiando no braço de Garfild, e sentia que meu dinheiro estava acabando, isso não me deixava muito feliz, não gostava da ideia de ficar sem dinheiro, tinha de arranjar uma maneira de conseguir mais o quanto antes. Seguindo rumo a periferia para que possamos ficar o mais longe dos olhos da marinha, as mulheres a nossa volta pareciam desesperadas, tinha algo no bobalhão do sol que as faziam vibrar e ficarem interessadas.

- Minha santa serpente que mulherada desesperada! Resmungava para mim mesmo enquanto me apoiava em Garfild, olhava de relance para meu pé, não via a hora dele melhorar para que eu pudesse me “livrar” do idiota do sol. Quando firmava meu pé no chão, as coisas a minha volta pareciam se mover em câmera lenta, via um homem sendo arremessado de dentro de um estabelecimento, olhava para o lugar de onde o mesmo tinha sido arremessado. Via que por um acaso do destino chegávamos ao lugar aonde M-4 havia nos informado, um sorrio podia ser visto longe em meu rosto, meu corpo ficava empolgado com tudo aquilo.

- Bebida e diversão grátis, acho que a mamãe chegou em casa! Falaria olhando encantada com o lugar, mesmo sendo um tanto acabado, certamente ali que eu poderia recuperar o meu pé rapidamente. – Pessoal parece que as coisas vão ficar bem divertidas he he he! Falaria me virando para o grupo que estava andando comigo, me soltaria de Garfild e iria em direção a Lenora. – Vamos Lenora, para você eu pago uma bebida, as coisas estão ficando interessantes! Assim colocaria o braço no ombro da media para que pudesse me apoiar e começaria a andar em direção ao bar, passaria por cima do corpo do homem que tinha sido arremessado pelo bar.

Ao pisar na entrada com um sorriso no rosto olharia a minha volta, ver quem estava no local, se tinha pessoas bonitas ou ate mesmo interessantes para um bom papo. Assim que fizesse seguiria em direção al balcão tomando cuidado para não esbarrar no que poderia ter arremessado o homem para fora do bar, assim que chegasse lá, com um belo sorriso falaria – Poderia me ver uma garrafa de vinho e dois copos? As coisas parecem ser bem divertidas por aqui e gostaria de degustar algo enquanto assisto! Caso fosse uma mulher a me atender daria uma piscadinha com o olho direito para ela e em seguida, tentaria me sentar no banco mais próximo do lugar. Caso Duncan viesse em minha direção falando algo apenas estenderia minha mão esquerda mostrando o indicador em seguida levando a minha boca, fazendo sinal para que o mesmo não falasse nada comigo e o ignoraria, e se o mesmo quisesse uma bebida o mesmo tinha de pagar por ela.

Assim que a bebida chegasse enquanto estivesse olhando em volta do bar, agarraria a garrafa e serviria no meu copo e no da Lenora. – Esse é o mínimo que posso fazer para me desculpar pelo que você passou na ultima missão! Daria uma pequena pausa estendendo minha mão direita em direção ao copo levando-a a minha boca, deixando que o gosto da bebida saciasse minha sede enquanto me divertiria olhando para as figuras interessantes que estivessem no bar, esperando a hora da M-4 chegar. - Vamos aproveitar esse momento juntas! Daria um sorriso meigo para a doutora esperando que a mesma se sentisse mais confortável.
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Última edição por Kenshin Himura em Dom 10 Mar 2019, 01:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptySab 09 Mar 2019, 21:43


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As pessoas que falavam entre si certamente não tinham entendimento nenhum sobre o que significava ser belo. Seus olhos, pobres olhos, são ofuscados pela teimosia dos padrões, suas mentes são bloqueadas pelos maus-hábitos de ver apenas humanos baixos e sem potencial de mudança andando pelas ruas, não podiam ver alguém mais alto do que eles que pensariam coisas absurdas sobre o ser, ainda mais um ser como eu, alto, forte, desbravador de terras e mares, entre tempestades e raios de sol. Empinaria meu nariz e queixo e continuaria andando, como uma boa beldade como eu deveria agir, colocando um olhar reclinado sob os que estivessem olhando para mim. O quão rude consegue ser um mero mortal, dependente de indulgências? Não gostaria de perder meu tempo pensando nesse tipo de coisa, já que não poderia ser capaz de mudar suas raízes, de qualquer forma.
Ouvindo o que Duncan disse e notando sua relação deveras corroída com Azura, pensaria sobre uma maneira de unir os dois. O Sol não gosta de desavenças, muito pelo contrário, gosta apenas quando estas são direcionadas a pessoas de má índole: apenas os mais justos, bondosos e fiéis serão aceitos no reino do nosso salvador. Todos que agem diferente desses termos serão afogados no poço de sua própria crueldade. Tendo isso em mente, minha obrigação era salvar Duncan desse julgamento, seja pela fé, seja pela moral. — Sim, para que haja eclipse, é preciso haver o Sol. Lindo será o dia em que todo fenômeno for independente. Sempre, Duncan, sempre precisamos de alguém conosco. Não podemos mudar as coisas sozinhos, independente de nossa grandeza. — Olharia para Azura, depois olharia para os céus, para o mesmo lugar que Duncan estivesse olhando. — A lua que o diga. Hah! — Riria, novamente olhando para Azura, que pareceria me soltar.

Ficaria confuso por alguns segundos, vendo Azura me soltar. Diria, quase que instintivamente: — Ei, ei, você não ouviu o que eu acabei de di-- — Me interromperia ao ver que ela se unia à Lenora. Afinal, ela não estava tentando trabalhar sozinha, só estava mudando de apoio por um tempo, uma respeitável decisão por parte dela. Sorriria sem os dentes, arquearia uma de minhas sobrancelhas e deixaria as palmas das mãos à mostra. — Parece que não tem jeito, né? Hah. — Diria para mim mesmo, com olhos de orgulho em ter amigos fieis a mim, passando os olhos em Lenora e Duncan logo em seguida.

Segundos depois, veria o corpo voando. Não recuaria e nem ficaria assustado, na verdade, é até comum seres frágeis serem arremessados tão facilmente. "Pobre Lenora, aliás." — Lembraria, logo após ver o corpo ali. Me dissiparia ligeiramente do grupo, em uma corrida leve para perto do homem. O motivo normal de taverneiros arremessarem seus clientes para fora de tavernas são as brigas e desavenças. Uma desavença, como já mencionado, é uma característica mutável, portanto, eu precisava no mínimo ajudar o rapaz a se levantar para que ele possa ter chance de resolver sua desavença. Arquearia um dos joelhos e me abaixaria, colocando as mãos nos ombros do homem. — Está tudo bem? — Olharia para seu rosto e notaria se ele estivesse desmaiado ou acordado. Caso esteja acordado, o ajudaria a levantar e o colocaria em alguma parede ou algo do tipo, qualquer lugar sólido o suficiente para que ele se mantenha no mínimo em pé. Se estivesse desacordado, chacoalharia ele por alguns segundos, e, se ainda não acordasse, o viraria de bruços e bateria seu corpo em busca de berrys. Pegaria somente um pouco mais da metade de sua renda total e logo o colocaria em algum lugar que não fosse no meio da rua, para que seu corpo desacordado não atrapalhasse as outras pessoas que estivessem passando e para que ele não fosse alvo de agressões dessas. Se possível, colocaria-o em um lugar onde o sol batesse.

Feito isso, me juntaria novamente ao grupo, que provavelmente já estaria dentro da taverna. Pararia na entrada e lembraria que Duncan havia dito que gastara suas últimas economias naquela garrafa de vinho que usou para dividir entre todos nós dentro do navio. "Pobre eclipse, aliás. Literalmente, pobre." — Sorriria e buscaria-o com os olhos. Ao encontrá-lo, caminharia em direção a ele e rapidamente colocaria meu braço direito sobre suas costas, como se estivesse o guiando para dentro do bar. — Pode entrar. Uma bebida por conta do Sol! — E esperaria sua resposta. Positiva ou negativa, adentraria o bar. Chegaria perto do balcão, olhando aos arredores e colocando minha audição para ouvir possíveis comentários sobre mim ou sobre o grupo. Logo então, bateria duas vezes na mesa do bar. — Iluminado seja o dia, ó fornecedor de bebidas! Por favor, um copo de rum para o meu irmão aqui. — Daria uma pausa para limpar a garganta e voltaria a falar. — Para mim, um suco de laranja, por favor. — Prestaria atenção às pessoas ao meu redor, vendo se elas comentariam do meu pedido ou não. Colocaria o rosto mais duro e másculo que eu pudesse colocar na hora, para que as pessoas não me confundissem com um relés cidadão.
Sentaria em uma cadeira próxima a de Duncan, ou, se ele não tivesse entrado, próxima à Azura e Lenora. Tomaria lentamente meu suco, aproveitando cada parte dele, alternando as beiradas do copo que colocaria a boca para que tomasse sempre no lado virgem dele, saboreando assim melhor o gosto. Colocaria, novamente, meus ouvidos para saber se alguém estivesse comentando algo interessante sobre a ilha ou sobre mim.

Alguns minutos depois de terminar o suco, se nenhum evento interessante ocorresse para que eu parasse de tomá-lo, me viraria para Duncan, com um ar de curiosidade. Cutucaria seu ombro, no meio de possíveis falatórios alheios, e diria, próximo a ele, para que ninguém o ouvisse. — Escuta, tem uma coisa que me deixa curioso até hoje. — Teria esperança de que ele me daria atenção. — Qual que é seu sobrenome? Você nunca o proferiu. — Esperaria para ouvir qualquer coisa que fosse dizer. Se ele o dissesse, apenas responderia com um sinal afirmativo na mão direita e gravaria na cabeça. Se ele dissesse algo sobre seu sobrenome ser ruim ou se até mesmo ele não dissesse, franziria a testa e o encararia momentaneamente. — Homens não devem temer suas origens, pois não somos produtos dela. Veja só, deixe-me mostrar como deve ser a realidade de seres como nós... — Ergueria meu copo de suco vazio para cima e subiria em um lugar alto, como minha própria cadeira ou até mesmo uma mesa próxima. — OUÇAM, TODOS VOCÊS! — Diria em um tom alto e imponente, esbanjando da minha voz encantadora para deleitar os ouvidos de todos. — NOSSOS NOMES SÃO E SEMPRE SERÃO HONROSOS ENQUANTO SERMOS ALIADOS DO SOL, NOSSO GRANDE DEUS SOL! — Abriria os braços, na expectativa de atrair a maior atenção possível. — O MEU NOME É GARFIELD HENRYFOOOOORD! — Em um tom vitorioso, tentaria puxar uma plateia para mim. — HENRYFORD! HENRYFORD! HENRYFORD! TODOS JUNTOS! — Continuaria até que alguém me acompanhasse. Caso não acompanhassem, apenas me sentaria, novamente, com ar de vitorioso, e prestaria atenção nos próximos eventos.

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-Forjar algo.
-Ganhar uma recompensa.
-Aprimorar meu escudo.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptySab 09 Mar 2019, 23:14


- E eu aqui achando que você já me conhecia o sufiente para saber que é impossível alguém fingir que eu não existo. Até você já tentou! - Dizia de forma brincalhona para M-4 após sua fala, que no fim das contas nos autorizava a ir para o bar. Por fim, antes de nos despedirmos, eu envolveria os ombros da garota com meu braço direito, puxando um abraço de lado, e então diria mais próximo de seu ouvido - Só tome cuidado para não trabalhar demais de novo, ainda acho que precisa se divertir às vezes. - Completava aquilo, pouco antes de soltar-lhe e me juntar ao resto do grupo novamente, deixando-a ir embora para cumprir com seus afazeres.

- Tá vendo, grandão? É esse tipo de ingratidão que você ganha por ficar carregando ela por aí! - Comentava para Garfield após a fala de Azura, negando pagar as bebidas para o resto do grupo e com seu modo “Azura” de ser. Essa era de fato uma pessoa complicada, mas ainda não havia desistido da minha ideia de dar-lhe uma chance de se provar uma pessoa e uma companheira melhor do que havia demonstrado até agora… Apesar de que via cada vez menos chances de obter sucesso ao assumir este objetivo.

No caminho até o bar nosso grupo atraía algumas atenções devido a nossa simples existência. Notava principalmente os olhares das pessoas para mim e, não vou mentir, gostava daquilo, sempre havia gostado daquele tipo de atenção. Enquanto Garfield fazia seu discurso sobre o Sol, sem perder a atenção no que ele dizia, eu fazia questão de devolver alguns olhares para as pessoas, principalmente as mulheres, distribuindo olhares, sorrisos, piscadelas e acenadas aqui e ali. Não vou negar, tudo aquilo era muito divertido, principalmente o fato de perceber que a situação incomodava Azura - Desesperadas? Eu diria que elas tem um ótimo gosto, vocês deviam experimentar! - Respondia a garota rabugenta.

Por fim, terminando de ouvir o discurso de Garfield eu responderia - Pois bem, não estamos sozinhos, não mais! Hoje, o Sol e o Eclipse se unem para festejar, e que o mundo se prepare para nós! - Respondia sorridente ao pernas longas, erguendo meu punho fechado para os céus como forma de comemorar meu discurso. Mais algum tempo se passava e por fim chegavamos ao tal bar, Red’s Pub, parecia bem destruído, como se um gigante tivesse lutado ali… Não que isso fosse um problema. Imediatamente após a nossa aproximação da entrada, a primeira surpresa do local não demorava para vir.

- Eita! Isso aí deve ter doído! - Dizia pouco antes de começar a dar risadas ao ver o homem sendo arremessado de dentro do bar. Sentia uma grande animação crescer dentro de mim, e sentia que finalmente poderia descansar e me divertir como não fazia há algum tempo. Garfield, que agora não mais carregava Azura corria para ajudar o homem que havia sido arremessado, e com isso eu tinha tempo para perceber que a lutadora não havia perdido tempo em ir para os braços da médica assim que possível “Pobre Lenora” Não era fácil aguentar a Azura, imaginava que principalmente uma Azura querendo dar em cima de você e bêbada deveria ser um porre. Além disso, sentia pena por ela estar perdendo esse pedaço de mal caminho, que sou eu, por causa de alguém como aquela garota rabugenta.

Dava de ombros, não queria me envolver com Azura mais que o necessário e por esta simples razão não contestaria aquilo. Preferia me focar na situação de Garfield, que acudia o homem e, enquanto este não acordava, fazia algumas coisas no mínimo questionáveis com seus pertences - O Sol aprova essa atitude? - Perguntaria de forma brincalhona ao grandão caso o visse fazendo algo que não deveria, sem realmente me importar com o que ele havia feito. O próximo passo era simples, deveria entrar na taverna com meu novo amigo e convencer alguém a me pagar uma bebida, me recusava a ficar sóbrio em um bar, e estava disposto a fazer o que fosse preciso. Por sorte, como um bom e verdadeiro companheiro, Garfield se oferecia para me pagar uma bebida, bem diferente de um certo alguém cujo nome eu não vou citar de novo mas que é uma tremenda mão de vaca.

- Iluminado seja o Sol! - Dizia em resposta quando ele dizia que me pagaria uma bebida, não poderia negar-lhe isso. Caminhava para dentro do bar junto de Garfield, reparando nas pessoas nos arredores e procurando principalmente as moças mais bonitas que estivessem presentes - Suco de laranja? - Dizia sem entender bem o pedido do pernas longas, mas quem seria eu para contestar, não é? A menos que… -Perfeito, um suco de laranja para você então… Daquele jeito! - Diria ao garçom ou garçonete, dando uma piscadela e esperando que este entendesse o meu recado. Ninguém bebe um simples suco de laranja em um bar, ao menos não perto de mim!

Pegaria então o meu rum e iria inicialmente em direção a Azura e Lenora, pronto para fazer mais um de meus comentários quando era recebido pelo dedo da lutadora em minha boca, em uma mensagem clara - Ah, relaxe. Eu não ia falar com você! - Dizia me afastando e já dando as costas para garota. Por fim, a uma distância segura, eu viraria meu rosto na direção de Lenora e diria com um sorriso no rosto e finalizando com uma piscadela - Mas boa sorte com essa aí Lenora, vai precisar! - Tomava o primeiro gole de meu rum e ia embora rindo comigo mesmo, buscando uma mesa com dois lugares e que ficasse longe o suficiente de Azura para que eu não tenha que me estressar mais naquele momento, e nem enfrentar a fúria daquela mulher alcoolizada.

Saboreava o meu rum enquanto buscava pela moça que fosse a mais bonita do local, mas dava preferência a alguma das clientes pois sabia que poderia arranjar problemas com os bêbados locais caso atrapalhasse uma das garçonetes. A olharia esporadicamente, com sorrisos e um claro flerte, passando imediatamente para a próxima garota caso não funcionasse com a primeira. Apesar disso, tinha bastante confiança em minha beleza e habilidades de sedução para fazerem com que tudo desse certo naquele primeiro momento.

- Pode falar grandão! - Respondia Garfield quando este começava a falar, sem entretanto parar o flerte que fazia com alguma garota - Meu… Sobrenome? - Meu flerte era quebrado e minha atenção, naquele momento, totalmente voltada para o pernas longas enquanto sentia uma certa alteração em minha pulsação. De fato, desde que havia deixado Dawn Island nunca mais havia ousado falar o meu sobrenome para alguém, talvez estivesse negando-o até para mim mesmo - É... - Aquilo era de fato perturbador, tocar naquele assunto fazia com que memórias e questões viessem a minha cabeça, memórias essas que eu não desejava naquele momento, e que faziam com que eu me encolhesse na cadeira à medida que tomava o último gole de meu rum.

Sentia-me pela primeira vez na vida como um cachorrinho acuado, envergonhado e amedrontado pelo que o homem me perguntava. Suas próximas palavras tinham minha atenção, mas não eram nem de perto o suficiente para me tirarem daquela situação, até que Garfield parecia começar a se levantar da cadeira - Nã… Não faz isso - Dizia preocupado e envergonhado, olhando em volta como se tentasse perceber se havia alguém me julgando. Infelizmente para mim, a vergonha e toda aquela situação faziam com que minha voz saísse quase baixa demais para que eu fosse ouvido pelo pernas longas, que agora aprontava mais uma das suas.

- Inacreditável... - A vergonha dava lugar a uma gargalhada que eu deixava escapar. Aquele era de fato um sujeito peculiar, que por um instante fazia o problema de meu sobrenome ser esquecido em minha mente enquanto via e me divertia com mais uma de suas maluquices - Uhuuuuul - Incentivava ansioso para ver se algum bebum se juntaria a gritaria. Apesar disso evitava de falar qualquer coisa relacionada ao sobrenome para que aquele assunto não fosse tocado de novo, esperava que ele acabasse se esquecendo do que havia perguntado. Quando este se sentava novamente, eu erguia a caneca vazia em sua direção e exclamava:

-Henry, você é um em um milhão! Pode me ensinar várias coisas, e eu... - Dizia aquilo com certo orgulho na fala - Henry, eu te ensinarei a viver! - Exclamava para meu companheiro esperando para ver a reação do bar a tudo aquilo. Voltaria a procurar por algum flerte enquanto esperava uma possível resposta de Henry ou de qualquer outra pessoa. Aquele era realmente um sujeito divertido, e minha missão naquele dia havia se tornado fazer com que eu não fosse o único a me dar bem naquele lugar - O que acha amigão, alguma dessas beldades te interessa? - Diria por fim desviando-me brevemente do flerte.

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptyDom 10 Mar 2019, 03:42


Narração
Sensação térmica: Quente
Localização: Loguetown
Dia ~ almoço

Todos
Despedindo-se de M-4 de forma mais amigável, Duncan viu sua amiga saindo cabisbaixa indo em algum lugar desconhecido. Pessoas invejando o guarda-chuva da menina, outras se indagando se aquilo serviria de algo com o mormaço que o ar estava. Assim puderam seguir caminho, apesar de não terem um caminho exatamente. Cada um dos três reagia da sua própria forma aos acontecimentos na rua e a interação deles ia ocorrendo de forma até amigável apesar da inimizade de Duncan e Azura ser algo que Garfield não gostava muito e planejava mentalmente como poderia mudar isso. Porém, não chegou a fazer nada naquele começo, até porque todos ali acabaram vendo um homem caindo no meio da rua. A peituda ignorou o homem e foi entrando no estabelecimento junto de Lenora. O pernas-longa ao contrário, foi de encontro ao homem, que aparentava estar totalmente bêbado, ou não. Garfield ao colocá-lo na parede percebeu que não sentia o cheiro algum de álcool vindo do homem, e este soltou poucas palavras que não faziam sentido algum naquele momento: - Um... olho... cada... - O tom dele era de descrença, como se ele tivesse visto algo totalmente irreal acontecendo a pouco tempo. O homem não estava bem, os olhos agitados iam para todos os lados. Deixando o homem por ali, afinal ele precisava de um ar e de sol para melhorar do que quer que tenha ingerido, Garfield e Duncan também entraram no local.

Azura e Lenora ao entrarem no estabelecimento viram a distribuição da taverna. Várias mulheres sentadas na frente do balcão encaravam uma mulher ruiva que logo encarou Azura e Lenora com uma intenção muito clara de puro desejo.

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Cada quadrado maior é uma mesa redonda, infelizmente no site que eu fiz não tem opção círculo. Existem cadeira espalhadas por aí, não desenhei. Os quadrados menores são pessoas.

Detrás do balcão havia prateleiras cheias de bebidas. Homens sentavam-se nas mesas e nenhum deles demonstrava qualquer vontade de ir até o balcão cantar qualquer uma das mulheres, apesar delas serem bonitas, ou pelo menos, bonitas o suficiente para chamarem atenção daqueles homens que não eram grande coisa. As janelas abertas por todo o estabelecimento faziam o ar circular e assim o local não era abafado como era nas ruas, não era nada muito mais agradável, mas sem a presença do sol e um pouco de vento já ficava mais agradável. Enquanto Azura se aproximava do balcão para pedir a bebida que desejava, todos ali ouviram um sino por perto, havia alguma igreja por perto, ele badalou sinalizando que era uma hora da tarde. A ruiva serviu os dois copos com os olhos bem vidrados em Azura e Lenora. Duncan via aquilo e simplesmente não entenderia como nenhuma das mulheres do balcão olharam para eles, todas pareciam gostar da mulher logo atrás do balcão. Mais estranho ainda eram os homens totalmente pacíficos ali. Nenhum deles parecia ser amigo do homem que havia sido chutado a pouco tempo, nenhum deles parecia ter acabado de se sentar ou estavam nervosos com o que havia acabado de acontecer. Após servir Azura, a mulher se apresentou. - Olá. Eu sou Guin, nunca te vi por aqui. - Ao ouvir o pedido de Garfield a mesma pegou o rum e serviu um copo. - Espere um pouco pelo suco. - Disse, mas a hospitalidade havia diminuído consideravelmente entre a fala para Azura e Lenora e a fala pra Garfield e Duncan. As outras mulheres começaram a pedir algumas coisas afim de chamarem a atenção de Guin para elas novamente.

Alguns poucos segundos depois um ajudante apareceu da cozinha com um suco de laranja, sabe-se lá quando ou como Guin passou o pedido para ele, mas ali estava. A atendente ou ignorou o pedido de Duncan, ou simplesmente não deu nem bolas o suficiente para o homem para se importar com o que ele havia dito. Talvez até tenha colocado rum também, mas era algo que o próprio homem não saberia até talvez seu amigo ficar levemente mais bêbado. Infelizmente para Duncan, aquele local era o pior possível para ele, nenhuma mulher ali dava bola para ele. E enquanto Lenora e Azura bebiam juntas, Garfield tentava animá-lo e ao mesmo tempo questioná-lo sobre seu passado. Aquilo fazia o homem ficar encabulado, mas não havia muito o que fazer além de enrolar e isso bastará. Seu amigo pernas-longa era bastante animado e por isso erguerá-se para fazer um discurso.

Do lado de fora, aquele homem começou a chamar a atenção novamente ao mesmo tempo que o discurso de Garfield ia ocorrendo, o tom de voz de Henryford era alto e com as janelas abertas do estabelecimento, o som ia se propagando nas ruas. Alguns homens vestindo ternos apareceram nesta mesma rua e aquele mesmo homem de mais cedo mortificado de medo começou a andar na direção da taverna, mas os passos dele estavam cambaleantes. Duncan conseguiu ver essa movimentação pela janela aberta. Azura e Garfield estavam entretidos com outras coisas. O coração do homem da rua ia parando e ele parecia sofrer a cada segundo e a cada passo que tentava dar na direção da taverna. Caindo na entrada morto logo quando o discurso do pernas-longa acabou. Os homens que estavam indo na direção do homem pareciam irritados com a situação, mas ao olharem para dentro da taverna logo se animaram. O primeiro deles parecia pensar em algo rápido e já foi entrando na taverna e andando na direção de Garfield. - Senhor Henryford, não é? - O tom dele era bem confiante e bem amigável. - O senhor realmente parece alguém iluminado. Mas o povo aqui só se importa com aquela ruiva ali. - Falou ele claramente se referindo a Guin apesar de não olhar para a mulher em si. - Venha comigo que você conhecerá pessoas que apreciaram a sua pessoa como ela realmente deveria ser apreciada. - Enquanto ele falava isso, outros dois homens de ternos iam retirando o cadáver do homem da porta. Guin não parecia gostar daquilo, mas ao mesmo tempo não falava nada, o que parecia surpreender simplesmente todas as mulheres daquele local, com exceção de Azura e Lenora, que não conheciam a mulher o suficiente.


off:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem!   Cap. 1: Laços entrelaçados, as chamas da revolução se erguem! EmptyDom 10 Mar 2019, 16:24


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Descia do lugar onde havia subido, decepcionado mas não surpreso por ninguém se manifestar e começar a gritar meu nome, exceto por Duncan, que tentou apoiar a situação, mas que acabou se juntando a mim no grande vácuo de dentro da taverna. Foi melhor assim, já que no dia do juízo final todos eles que não fizeram as honras iriam se ajoelhar perante ao campeão do Sol e pediriam pela glória de seus milagres. A salvação será justa, e a justiça nem sempre beneficia os malfeitores. Duncan, momentos depois, alegava que me ensinaria a viver, o que me fazia entender que ele mostraria sua visão de mundo para mim, me deixando curioso novamente sobre como ele pensaria a respeito das coisas. — O que acha amigão, alguma dessas beldades te interessa? — Ele dizia. Dava-me a entender que era algo relacionado às mulheres que se encontravam nos confins do bar, algumas pedindo coisas para a bartender, que por sua vez, ao meu ver, parecia bem ocupada. Não iria incomodá-la, mas vendo que boa parte das moças não estava prestando atenção em Duncan, era o meu papel arrastar a situação para tal ruiva. Ao lembrar de ruiva, notava que Azura se mantinha perto de Lenora, reparando também que Lenora não havia urrado a meu favor durante meu discurso. "Parece que alguém aqui perdeu a noção do bom e do belo, não é?" — Daria uns segundos para que eu pudesse pensar em uma resposta plausível e funcional, e logo viraria o rosto para o eclipse, sorrindo: — Sim, me interessa... — Viraria o rosto para Lenora. Azura normalmente não seria do tipo que se contentaria com esse tipo de flerte, então meu alvo no momento era a médica. "Pobre Lenora." — Logo então, apontaria o dedo indicador para a garota, gritando: — Aquela beldade ali é por quem me interesso! — E caminharia em direção a ela, depois de fazer um sinal de mão para que meu companheiro viesse a me acompanhar. Chegaria perto do local onde Lenora estava e apoiaria meu braço esquerdo na mesa, o mais próximo possível dela, mas de forma que não fosse invasivo. Não poderia mostrar para meus parceiros a minha fraqueza em flertar, precisava oculta-la com uma camada grossa de confiança. — O que uma princesa como você faz fora de um caste---

Algo me interrompia. O mesmo homem que eu havia deixado para descansar subitamente caía na porta do bar. A primeira vista, imaginava que aquele homem havia bebido muito mais do que deveria, e que a vida estava dando uma lição de moral nele fazendo-o cambalear, então não me esforçava para prestar socorros. Virava meu rosto para Lenora novamente, prestes a abrir a boca para cantá-la novamente, até que outro evento me interrompia. Um homem de roupas formais — belíssimo, por sinal — aparecia na porta, e parecia bem amigável. — Senhor Henryford, não é? — Ao ouvir a palavra "senhor", meu coração palpitava um pouco. Era nítido que o homem reconhecia minha grandeza ao me tratar como um senhor, me colocando no mesmo patamar que o Sol. — O senhor realmente parece alguém iluminado. Mas o povo aqui só se importa com aquela ruiva ali. — Viraria meu olhar para a ruiva, depois para Lenora. Colocaria minha mão sobre a dela momentaneamente, falando baixo e próximo ao seu ouvido: — Espere um pouco. Cuida da Azura. — Logo então, me desapoiaria da mesa e me ergueria para frente do homem de terno, caminhando a passos lentos. — Com licença, o senhor fala com o iluminado CAMPEÃO DO SOL, GARFIELD HENRYFORD, o único de seu nome, o primeiro de centenas de gerações. — Tiraria minha trança da frente do meu corpo, acariciaria-a por uns segundos e depois a colocaria atrás das costas. Logo depois, colocaria a mão direita na junção entre o queixo e o pescoço do homem, escorregando meus dedos para sua nuca, como se segurasse algo sagrado em minhas mãos. — Você está certo. Eu confio em você. Esse seu terno cabe muito bem em você, aliás. Em todos vocês... — Olharia para os demais formais. Após esse comentário, notaria que, se ele entrou no bar dizendo meu nome, é porque meu discurso ecoou pelas ruas, o que me deixava contente, já que todos que passaram pelo local agora reconhecem minha soberania sobre terras e mares.

— Venha comigo que você conhecerá pessoas que apreciaram a sua pessoa como ela realmente deveria ser apreciada. — Dizia o homem. Meus olhos enchiam de lágrimas e meu coração batia forte, e, na tentativa de esconder minhas lágrimas com as mãos, encharcava-as e umedecia-as. Com a voz um pouco trêmula, diria: — Eu posso ter um terno que nem o de vocês, se eu for? — Esperaria pela resposta. Caso fosse positiva, seguraria o homem pelo colarinho e depois daria a ele um abraço bem apertado. Se fosse negativa, daria de ombros, mas teria a vontade de ir da mesma forma. Em seguida, independente dos casos, caminharia de volta para o balcão e me apoiaria com as costas nele, colocando os dois cotovelos como apoio para o corpo. — Tentadora a oferta. Entretanto, estou acompanhado desse rapaz: — Apontaria para Duncan. — E dessas duas rainhas, colírios para o Sol e desejos dos cegos: — Apontaria para Lenora e Azura. — Então, se quiserem que eu vá, vão ter que aceitar a companhia dos meus parceiros, também. Ah, e me dar um terno, também... e entenderem que o Sol é bravo, bravíssimo... — A partir do primeiro ponto, já não estava mais falando com eles, era um monólogo interno que vazava para a realidade.

Caso a resposta fosse afirmativa, pagaria minha conta e a conta de Duncan, esperaria que Azura pagasse a de Lenora e por fim esperaria que todos me acompanhassem, onde quer que os homens de terno fossem. Porém, se a resposta fosse negativa, suspiraria e viraria de costas. — Uma pena. Não vou abandonar meus colegas. Fechem a porta quando forem sair, assim não entram mais pessoas como o bebum ali... — Nesse momento, repararia que o corpo jogado haveria sido limpado. Ignoraria tal fato e voltaria a cantar Lenora. Voltando ao caso de ser afirmativo, me animaria com meus colegas ao meu redor, daria meu braço para caso Azura quisesse o segurar, e dessa vez faria o comentário: — Forte, né? Foi o Sol quem fez... — Referindo-me ao meu braço. Em todos os casos, usaria da minha audição aguçada para ouvir o que qualquer pessoa naquele bar viesse a cochichar, assim eu poderia ter uma noção do que fazer posteriormente, com base na coleta massiva de informações.

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