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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - The Cat with no Hat

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptySex 1 Mar - 16:43

Relembrando a primeira mensagem :

I - The Cat with no Hat

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Blair L'Aubespine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptyTer 30 Jul - 0:02

I - The Cat with no Hat


Tudo estava se encaminhando para o fim. A único coisa que precisavam fazer era se manter no destino estabelecido e tudo daria certo, ou quase isso. Esta não era uma conclusão difícil de se chegar e qualquer um poderia compreender que este era o rumo para qual aquela missão se dirigia. Qualquer um, sim. Infelizmente, Blair não era qualquer um. O que, dado o contexto em que se encontravam, era a pior coisa para não ser naquele momento.

Aquele que ficava para trás não era um simples desconhecido velho moribundo - uma comparação insensível, porém verdadeira -. Era seu colega. Deixá-lo para enfrentar Diamantino sem ao menos tentar lhe dar alguma vantagem parecia errado para mink, e por isso ela não era qualquer uma. Seria este sentimento algo tão condenável? Seria esta atitude o suficiente para lhe tornar um alvo ira alheia? Com certeza. Louco quem pensa o contrário. Por mais que eu possa dizer que Blair não é qualquer uma, ninguém, nem mesmo eu - ou melhor, principalmente eu -, pode dizer que ela é uma garota consciente.

Atreu caía, Blair agia, Frogina partia e caos, por todos os lados, se instalava - quem rima aqui é o Billy, não eu -. Dessa vez a felina não era agraciada com a mesma sorte. Embora conseguisse realizar suas ações como planejado, não demorava para que o chicoteador a dominasse - e não no bom sentido -. Em um instante Blair deixava de ocupar sua posição nas costas do homem e se via nas pontas dos dedos do mesmo, que não parecia medir esforços ao sufocá-la.

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A dor agonizante por todo seu corpo de segundos atrás já não mais lhe afligia, provavelmente dormente por conta da adrenalina. De qualquer forma, era um descanso bem vindo. Descanso não muito proveitoso, afinal, a morte estava pronta para recebê-la com um longo e gelado abraço. Curiosamente, enquanto não sentia nada senão o ar deixando seu corpo, não diferente de sua alma, sua mente permanecia igualmente vazia. Dizem que quando se está prestes a morrer é possível ver toda a sua vida passando diante de seus olhos. Coitados, nunca estiveram tão errados. Tudo que Blair podia ver era os olhos de seu executor. Por um momento imaginou que isso significasse não estar prestes a morrer. Um último espírito de luta tomava o corpo da gata. Sim, agora ela se soltaria. Salvaria a si e a todos os demais. E, também, este é um conto de fadas, onde todos terminam casados, felizes para sempre, mesmo tendo filhos.

Mesmo assim a gata se negava a aceitar o seu destino. Nunca havia feito aquilo que esperavam dela - o que alguém pode argumentar ser o motivo dela estar naquela situação - e não seria agora que começaria. Não iria simplesmente morrer como lhe era esperado. Infelizmente o pequeno esforço da gata não passava de um mero esperneio, como uma minhoca inutilmente tentando se soltar de um anzol. De qualquer jeito, estava preparada para lutar até o fim. Ou assim imaginava. O que se sucedia não estava remotamente próximo de que esperava.

Por algum motivo Diamantino não mais a sufocava. Por algum motivo o ar voltava a percorrer seu corpo e dançar em seus pulmões, não o necessário, mas o suficiente. Enquanto lutava por oxigênio, não podia deixar de perceber que havia voltado a chover, com pequenas gotas escorrendo em seu rosto e o Sr. Grilo brincando e pulando como uma criança na chuva, até que finalmente o gélido abraço lhe envolveu.

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Blair acordava, mas não se lembrava de ter dormido. Antes mesmo de abrir os olhos poderia perceber que estava em movimento. "Gero… como isso é possível?" ponderava a jovem enquanto começava a abrir os olhos, tentando entender onde estava, e como estava se movendo. - Gero… - murmurava observando ao redor, ainda se acostumando a luminosidade do local. Se levantando com cuidado, a gata percebia algo que não podia acreditar: mesmo parada e com a terra estática abaixo de seus pés, a paisagem continuava se movendo. O sentimento que lhe atingia era o mesmo de quando havia deixado sua ilha natal, navegando pelo mar, saltando ondas enquanto permanecia no mesmo lugar. Mas algo havia mudado. Não estava em um navio. Estava em terra firme.

- Olá?1?! - exclamava em busca de qualquer resposta. Olhando com mais calma, percebia que o chão na verdade não era terra, ou grama, ou qualquer outra coisa que já tivesse visto. E perto de si havia somente duas longas árvores, que se moviam incessantemente com o vento, parecendo impossível que não houvessem se partido ao meio ainda. - Orororo… finalmente acordada, Sra. gata? Cri - surpreendia uma voz estranhamente melódica, do tipo que se encontraria na introdução de Halo - Q-Quem está aí? - retrucava a gata, receosa por não encontrar ninguém ao se redor que pudesse originar a fala - Depois de tanto tempo juntos você ainda me pergunta isso?... Eh mole? Cri - novamente a voz surpreendia, levando a gata a, por um momento, acreditar estar falando com Deus ou quem quer que fosse.

Sem que pudesse responder, Blair era agarrada pelo colarinho de sua camisa - por algum motivo estava sem seu blazer - e carregada pelo ar como se nada pesasse, até que finalmente ficou olho a olho com o dono da voz misteriosa - Sr. Grilo!1! - gritava surpresa com a revelação, que não só revelava a sua contraparte naquele dueto, como também a discrepância no tamanho de tudo a sua volta, começando pelo próprio Sr. Grilo - É claro que sou eu… bateu com a cabeça, foi? E já falei que meu nome é Gri-Li. Cri - a gata não acreditava no que via. Tudo estava grande. Gigante. Colossal. Tudo exceto ela. - M-Mas porque eu fiquei tão pequena? E como todo resto ficou tão grande… gero… - comentava admirada com o mundo ao seu redor. Não havia nada de novo, tudo estava perfeitamente normal. Árvores, agora que podia finalmente ver o verdadeiro chão, grama. Tudo como sempre havia sido, mas ao mesmo tempo diferente. - Orororo… definitivamente bateu a cabeça. Vou te levar no veterinário. Cri - respondia o grilo gigante, ou quem sabe de tamanho normal, começando a colocar a gata novamente em sua cabeça.

Com Blair de volta ao seu lugar de origem, o grilo voltava a se movimentar, saltitando através da floresta. Blair, que ainda não conseguia acreditar em tudo que estava acontecendo, tentava buscar um ponto melhor para observar "Shishishi… perfeito..." matutava observando uma das árvores a.k.a antenas do grilo, apresentando a mesma expressão de uma criança pronta para fazer travessuras. Não sei dizer qual a fissura de gatos com árvores, mas nesse caso o gato não ficaria preso precisando de ajuda para descer. O motivo, caso queira saber, é porque, enquanto subia, a antena do grilo fazia novamente os seus movimentos de envergadura por conta do vento. Para a infelicidade de Blair, isso significava ser lançada aos ventos sem que o Sr. Grilo sequer notasse. Era uma longa queda, o que deu tempo suficiente para Blair finalmente perceber o que estava acontecendo. Sem dúvida estava sonho. Tudo que precisava fazer era esperar o chão se aproximar e então acordaria, onde quer que estivesse, sã e salva.

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Prestes a fazer contato com o chão, tudo escurecia. Blair, espantada, abria os olhos dando um pequeno salto para trás. Isso quase a levava a cair da cadeira em que se encontrava sentada, levando a maioria dos presentes a lhe encarar por um momento, mas logo voltando para os seus respectivos assuntos. Precisava de um tempo para espantar os pensamentos remanescentes do sonho e voltar a focar no presente. ”Gero… agora sim… muito melhor…” avaliava o local, gostando do que via e reconhecendo finalmente estar em casa. Ou quase isso.

- Lyly-chan!! Desce mais duas que hoje ela me trocou por um macaco!! gritava um homem em uma das mesas. Blair se encontrava em uma taberna, a mais conhecida da ilha: Pure-Pure-Pleiades. A clientela não era das melhores, mas o atendimento compensava. Era um local comum, paredes e vigas de madeira, algumas mesas, pessoas bêbadas. Uma taberna bastante comum, mas o atendimento realmente se destacava Max-san… não diga isso… ele é o novo xerife e o melhor cowboy que essa cidade já viu... respondia uma atendente de pele morena e longos cabelos ruivos, enquanto alcançava dois canecos da tão esperada bebida ao homem, o qual Blair notava estar usando o uniforme da marinha - Xerife… Macaco… Cowboy… Macaco Cowboy… dá tudo na mesma!!… ela era minha... e ele a roubou!! voltava a gritar o marinheiro num incrível revezamento entre gritos e goles. Blair observava tudo de sua mesa, quando de repente escutou o barulho da porta abrindo em um forte estrondo.

Em frente a porta estava um homem tão grande que para entrar precisava se abaixar. Parecia ter músculo em cima de músculo. Pelos cobriam todo o seu corpo, e mesmo seu rosto era coberto por uma barba espessa e longas mechas de cabelo que caíam pelos lados "Gero… parece um mink..." ruminava distraidamente a felina, observando o desenrolar daquela cena - BAHAHAHA!! De novo incomodando os outros com essa história, Maxwell? bradava o quase gigante, fazendo sua voz ecoar por toda a taberna, começando a ir em direção ao jovem marinheiro. A sua movimentação fazia o seu distintivo dourado reluzir pelo estabelecimento, revelente o motivo de todos terem se calado com a sua chegada Você está longe de casa, marinheiro. Nesta cidade a Marinha não manda em nada. Não é surpresa que ela tenha preferido um homem de verdade... enquanto dizia isso uma mulher surgia pela porta da taberna e se aninhava ao lado do homem - Astrid?! - se espantava o marinheiro, como se visse uma assombração - Deixe-me dizer. Antes eu achava que tinha tudo que um homem precisava: banana, água de coco e dinheiro para o puteiro… cof, digo, taberna… mas ela sabe como melhorar as coisas, BAHAHA!! - ria indecentemente o homem de pelo enquanto apalpava a mulher ao seu lado.

Todos pareciam estar acostumados com aquela cena, ou simplesmente não tinham vontade de fazer algo a respeito. Maxwell, entretanto, não parecia aceitar aquela cena, levantando-se abruptamente de sua cadeira, parecendo até mesmo tontear um pouco enquanto isso Max-san, não faça isso… lembre-se do que aconteceu com Moby Dick... a atendente de antes advertia o marinheiro, e a taberna parecia ressoar ao escutar aquele nome, enquanto o xerife apenas se mantinha imponente e estampando um sorriso sombrio - Chega disso, John Brown!! - gritava o marinheiro, apontando uma pistola na direção do xerife, que rapidamente avançava contra o marinheiro. O homem era detido, mas não antes do som de um disparo ecoar por todo o estabelecimento.

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Por um instante todos ficaram em silêncio, até que o marinheiro, imobilizado sob o enorme xerife, o quebrou - Me desculpe… eu queria atirar no xerife… não em você, delegado… - dizia pesarosamente, estranhamento encarando Blair. Agora todos na taberna viravam seus olhares para a gata. Mas seria ela realmente uma gata? Blair, que todo esse tempo estava parada observando aquele estranho desenrolar de eventos, não havia parado para se observar. A primeira coisa que percebia ao olhar para baixo era um dedo extra em cada mão - o que na verdade a deixa com o número correto de dedos -, bem como a ausência de suas garras. Percebia também que a sensação de estar em casa vinha de seu olfato, que por algum motivo agora funcionava e a fazia se lembrar de sua ilha natal - Porque... - começava a falar, até perceber que a sua voz estava incrivelmente grave. Parecia que sequer estava em seu corpo - P-Porque estão me olhando? - comentava finalmente, fazendo com que a maioria daqueles presentes apontassem para o seu peito.

Olhando para onde indicavam, percebeu um distintivo muito parecido com aquele usado pelo xerife, embora o seu fosse prateado e tivesse um buraco no meio, por onde escorria o seu sangue. - Oh… - era tudo que Blair deixava escapar, enquanto se sentia mais fraca a cada momento, até que finalmente o gélido abraço lhe envolveu.

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Estaria a jovem agente finalmente acordando de seu sonho? Agora definitivamente no mundo real? O máximo que poderia fazer era tentar a sorte. Lentamente abrindo seus olhos, tentaria a si mesma. No último sonho tinha cometido o erro de não fazer isso, agora estava preparada para não repetir o mesmo erro. Com cuidado, tentaria se mexer e ver se todos os seus membros estavam como deveriam estar.

Por fim tentaria descobrir onde estava. Um lugar conhecido, se tivesse sorte, mas sentia que já havia usado toda a sorte que tinha. Se não conseguisse descobrir onde se encontrava, tentaria ao menos encontrar alguém nos arredores - Gero… onde estou?... - diria caso encontrasse algum desconhecido, ou, caso pudesse perambular livremente, tentaria explorar as proximidades para recolher algumas informações.

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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptyTer 30 Jul - 13:23

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MICQUEOT - POST 20 (WEST: 16)




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O Sol nascia no vilarejo de Micqueot, sua cor alaranjada começava a dar tonalidades nas nuvens e deixava o céu como uma bela pintura. O clima quente já dava sinal e o galo saia do poleiro para cantar que o dia estava raiando. Mas tudo isso estava sendo perdido pela pequena Blair, a coitada felina estava deitada na cama da enfermaria do complexo do governo mundial. Seu peito/costas estavam enfaixados, assim como sua testa. A mink já dormia por alguns dias, o cansaço e estresse pelo ocorrido na fazendo do Sr. Platina foram a causa, as noticias já rondavam a cidade e o grupo de calouros estavam ficando famosos, eram conhecidos como “Quarteto de Ouro”. Logicamente, nada disso era importante para Blair, que após um longo descanso, abria seus belhos olhos claros, perguntando onde estava.

Sua primeira visão era o teto branco e caso se virasse, veria uma mesa de cabeceira com o jornal do dia e algumas flores, que eram novas e cheirosas, a menina poderia ler e sentir o perfume (kkkkkkk). Havia outras camas no quarto, mas estavam vazias. Ouvia-se passos e o barulho de algo se movendo, e então a porta se abria – Margaret, eu já falei que o Sr. Billy é solteiro – falava uma das mulheres, usava uma roupa branca, estampava o símbolo do governo mundial no busto – Ele piscou pra mim antes de sair atrás do Pirata – Nesse momento entrava outra mulher, mas essa era uma obesa de cabelos negros – Pare de mentira – falava rispidamente – Ele é um homem desejado por todas mulheres, ele não se interessaria por uma enfermeira como você haha – desdenhava a gorda das palavras da loira, que corava e abaixava o olhar, não querendo concordar com o que ouvia, ela tinha certeza que um dia ainda teria uma chance com seu amado.

Ambas pareciam arrumar o quarto, colocavam lençóis novos e após alguns segundos, a mulher loira notou Blair com os olhos abertos – Minha Nossa Senhora do Bom Jesus da Lapa Estreita – colocava as duas mãos na boca – Que foi agora? – falava sem interesse, a gora de nome Margaret. A loira se aproximava da felina e no seu crachá estava seu nome “Abelina” – Chame o Winston, ele precisa vir aqui agora – Margaret revirava os olhos e saia do local com a pressa de um cliente saindo do quarto da prostituta.

- Está tudo bem mocinha – Abelina colocava suas mãos sobre o rosto de Blair – Estamos no complexo, você está bem – sua voz era suave e seu rosto era belo, seu era liso e sedoso, sua testa era coberta por uma franja que lhe deixava com um rosto juvenil. A enfermeira não ficava apenas parada, ela fazia os procedimentos de praxe, medindo temperatura, e coisas desse tipo. Após alguns breves segundos, um velho apareceu na porta, sua barba era longa e branca como as nuvens, ao contrario disso, sua cabeça não possuía nenhum fio de cabelo. Usava um quimono branco e preto, e caminhava com ajuda de um porrete que usava como “apoio” – Nos deixe Bebel, preciso conversas a sós com a Senhorita Blair – a voz do velhote era rouca e grossa, e a loirinha saia do local rapidamente, deixando os dois sozinhos.

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- Irei lhe explicar tudo que aconteceu – começava o senhor, puxando um banco que era usado pelas visitas, colocando próximo da cama – Não me interrompa, por favor – sua mão direita alisava a barba espessa – A missão de coleta de impostos foi um sucesso, infelizmente, ou felizmente, descobrirmos que Platina estava aliado com um pirata em ascensão chamado Ivar – engolia seco e passava a língua húmida em seus lábios – Descobrimos também que ele mantinha escravos em sua plantação de forma precária e ilegal – respirava um pouco – Atreu Jaeger e Frogina Balentine foram transferidos para uma divisão diferente da sua, Billy está com eles momentaneamente, eles estão numa missão especial para matar Ivar – o velho não vacilava enquanto olhava para Blair – Redwyn Jaeger infelizmente não resistiu e faleceu no local, perdeu sangue demais – uma pausa era dada, talvez para Blair entender as fortes palavras – O povo da cidade ficou sabendo do ocorrido, a fama de vocês é boa com o povo, eles chamam vocês de “Quarteto de Ouro” – ele tirava um envelope do bolso – Esse é o seu pagamento, 30 mil berries – seu rosto estava cansado, talvez por estar acordado a pouco tempo – Muitos agentes estão atrás de Ivar, descobrimos que ele planejava um ataque na cidade, ele tem subordinados infiltrados na ilha, então tome cuidado – se levantando o velho dava as costas para Blair – Quando se sentir melhor, desça para tomar café, isso é uma ordem – o velho então saia da sala, deixando Blair sozinho com seus pensamentos.



Ganhos:
 

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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptySeg 5 Ago - 17:56

I - The Cat with no Hat


Após alguns dias Blair finalmente despertava de seu longo sono, porém o motivo não era o beijo de príncipe encantado, infelizmente. Enquanto desmaiava a gatuna não entendia o que havia ocorrido. O mesmo poderia ser dito enquanto a felina voltava ao mundo dos vivos. Sem saber onde estava, Blair acordava não muito diferente de qualquer outro dia normal. Embora seu corpo houvesse sofrido diversos danos, sua inocência e leve pitada de ignorância permaneciam intocadas.

"Gero… será que estou no céu?... Ohh, parece que não... " ponderava por um minuto observando aquela imensidão branca a sua frente, ao menos até sua cabeça pender para o lado e o resto do quarto entrar em seu campo de visão - Não parece ser a sala do Dr… qual era o nome mesmo?... Sr. Grilo, acho que não estamos mais no Kansas... - sussurava para o seu companheiro, olhando para seu decote e percebendo que o mesmo não mais existia, sendo substituído por ataduras "Sr. Grilo?!" se espantava, não necessariamente pelas suas vestes, mas por terem acabado com a casa de seu amigo, começando a olhar ao redor para ver se o encontrava.

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Enquanto procurava pelo Sr. Grilo, vozes podiam ser ouvidas se aproximando. Pouca importância era dada por parte da felina, que se atinha a sua pequena missão de busca e resgate. Apenas quando uma das mulheres se dirigiu a Blair que a gata mostrou algum interesse em ambas, principalmente na que começava a lhe fazer alguns exames - ou talvez um carinho, afinal, Billy, Blair, tudo começa com B - e a falar como se tentasse lhe acalmar, mesmo que Blair não necessitasse - … complexo? Mas e o QG?... - retrucava um tanto quanto confusa - Ah… onde está o Sr. Grilo? Gero… - completaria em seguida, sem esperar por uma resposta à sua primeira pergunta, caso não houvesse encontrado sinal do grilo até aquele momento.

Não demorava até que um velho senhor se juntasse no quarto, quem, por conta de sua barba, inevitavelmente levou a gata a uma competição unilateral de pelo mais branco e fofinho da ilha. Enquanto encarava a longa barba do velho, a mulher se retirava do quarto. Essa era a deixa para que o homem começasse a falar. O velho pedia para ser interrompido, o que poderia muito bem não ser dito, visto a concentração de Blair, não no que era dito, mas em sua barba sendo alisada incessantemente. Enquanto o monólogo seguia, Blair iniciava seu contra-ataque, alisando os pelos de seu próprio queixo - caso estivesse com os braços livres -.

Embora a gata estivesse se divertindo em silêncio, seu pequeno duelo não tardava em ser interrompido. Por óbvio de tudo que o homem falava, pouco era absorvido por Blair, mas havia algo que não podia, e não pôde, ignorar. Redwyn estava morto. A notícia era um choque. Sua diversão havia sido completamente sabotada "Morto?..." avaliava o peso daquela palavra, encarando o velhote, tentando compreender melhor o que deveria fazer, se é que havia algo a ser feito.

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O velho falava mais uma meia dúzia de coisas e entregava um envelope para Blair, mas nada disso lhe importava. Não naquele momento. Ainda assim, se engana quem imagina que a gata estava sofrendo, com raiva, ou mesmo culpando Deus e o mundo. Sua ignorância era tanto uma benção - debatível - quanto uma maldição. Nunca havia perdido alguém próximo e não sabia o que sentir, por isso tentava descobrir o que deveria fazer. Talvez fosse esse o motivo de sua reação ser não ter reação alguma - ou talvez apenas fosse uma sociopata funcional prestes a ser descoberta, melhor ficar de olho -.

Sem mais o que falar, o velho se retirava e deixava Blair com seus próprios dilemas. De qualquer forma, nessas horas não há nada melhor do que uma barriga cheia e sentimentos reprimidos para melhorar o humor. Dessa forma a felina pegaria seu envelope, pegaria o jornal em cima da cabeceira, e partiria para o refeitório, com calma e da melhor maneira possível para evitar forçar muito seu corpo, procurando minimizar as dores. Assim que encontrasse a cantina, se serviria o clássico café puro e um pouco de qualquer coisa doce que houvesse, já podendo saborear a ausência de gosto e a sensação do açúcar entrando em seu sistema. Sem demora se sentaria na primeira mesa vazia que encontrasse e daria início a sua refeição, folheando as páginas do jornal em busca de imagens que chamassem a sua atenção, fosse por ser algo interessante ou de algo/alguém conhecido.

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Assim que a hora da merenda chegasse ao fim, guardaria seu envelope e o seu jornal em qualquer bolso que tivesse livre - caso não houvesse, permaneceria segurando - e tomaria seu rumo em busca de novas informações e ordens. Com sorte sua próxima missão seria ser babá de um gatinho fofinho - entenda como quiser - ou escoltar um saco de arroz até o porto. Dessa forma, sem muita pressa a gata se movimentava pelos corredores do recinto, procurando por um de seus superiores - ou qualquer fofoca quente que estivesse rolando por perto -. Se não encontrasse, aproveitaria para encontrar um novo uniforme e o Sr. Grilo, caso ainda não houvesse o encontrado. - Yo… vim saber o que devo fazer agora, gero... - diria ao seu superior caso o encontrasse, demonstrando que sua falta de etiqueta também permanecia intocada.

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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptyQua 7 Ago - 16:06

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MICQUEOT - POST 21 (WEST: 17)



Depois do choque inicial, a felina mostrava seu sangue frio e absorvia como uma adulta a morte do seu colega. Seu corpo estava dolorido e sua barriga vaziam por isso, a meninota se levantava, vestia uma camisola que havia nos pés da cama, pegava o envelope e o jornal, partindo assim, para o refeitório. O complexo era menor que o QG, havia um belo jardim, com roseiras de varias cores e tamanhos, o cheiro matinal inundava o local, pequenos pássaros cantavam nas copas da arvores que rodeavam o local, cercados por muros de concreto e cerca elétrica. A sala hospitalar era o maior local ali, havia um corredor aberto, coberto apenas pelo teto, que levava basicamente para o restante dos quartos. No final deles, havia o refeitório, esse também ao ar livre, sem paredes, apenas a sombra do teto.

Havia quatro mesas, todas vazias, exceto uma, onde o velhote estava tomando uma caneca de café e terminando de ler seu jornal. A mink enchia uma caneca com o liquido preto, e pegava uma rosquinha de mel, se sentando na mesa vazia ao lado de Klay, que não ligava para a novata. O jornal continha imagens e noticias de pessoas no novo mundo, talvez a pequena Blair conhecesse algumas delas, caso contrário, seriam apenas rostos estranho na multidão. O cfé estava um pouco azedo demais, pouquíssimo açúcar fora usado, dando um gosto forte par ao liquido.

Enquanto via as imagens e saboreava seu café, Klay observava aquela menina com o canto dos seus olhos velhos, mas não dizia nenhuma palavra. Quando a caneca se esvaziou e a rosquinha já não existia, o velho Klay se virou para a mink – O que achou dos novos Almirantes? Maldito Pirata, eu conhecia muito bem o Polvo Branco, um homem da justiça – falava com uma certa angustia, depois voltava a erguer sua cabeça, ainda fitando a pequena a sua frente– Tenho uma missão para fazer hoje a tarde – coçava sua barba longa – Escoltar o Prefeito até sua fazenda, depois da montanha, nada muito complicado, apenas para ter certeza que ele chegara no seu destino – Klay ficava em pé, olhando para o horizonte – Irei precisar de uma parceira, como só há você aqui, queria saber se consegue ir? – falava o homem de muita idade, esperando pela resposta da mink.



Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptySex 9 Ago - 18:06

I - The Cat with no Hat


O desjejum seguia de maneira calma e sem grandes acontecimentos. No jornal nada chamava a atenção de Blair, mostrando-se tão insosso quanto o café que a felina ingeria. "Deviam por uns desenhos pra colorir..." considerava ao folhear as notícias, um tanto quanto entediada.

Com o fim de seu café a gata começava a se questionar sobre o que deveria fazer. Não havia recebido novas ordens. Era uma mink livre e o céu era o limite. E, no auge de sua liberdade, a primeira coisa que faria seria interagir com o velhote que, dessa vez, parecia deixar o monólogo de lado - Gero… indubitavelmente deveras desconcertante... - respondia ao velho, mantendo um olhar sério e pensativo, escondendo que não fazia ideia do que o homem tratava, bem como do que ela havia acabado de responder - Polvo Branco… sim, sim… malditos sejam... - completava ainda em tom de seriedade, mirando fixamente o senhor e voltando a dar início a competição de alisamento de barba.

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Blair aproveitava a calmaria daquela conversa, aparentemente, descontraída, mas não demorava para ser surpreendida pela proposta irrecusável que o homem lhe lançava - Escoltar? Vamos precisar caminhar muito?... - respondia um pouco receosa - Minha coluna está me matando… a idade veio com tudo, gero… - brincava com o homem, ignorando a idade do mesmo. Aliás, era uma proposta irrecusável porque, caso recusasse, a gata se sentiria como se estivesse negando ajuda a um idoso pedindo ajuda para atravessar a rua - mas não um idoso sendo enforcado, importante lembrar -.

- De qualquer forma, já é melhor do que não fazer nada… mas antes preciso de um uniforme novo… e uma arminha não seria ruim também, shishishi... - comentaria desferindo uns soquinhos no ar, imaginando uma luva nos punhos - Sabe onde posso pegar? Assim que estiver pronta te encontro… em algum lugar... - continuaria, recolhendo qualquer pertence seu que estivesse na mesa - Ah… você viu um grilo por aí? Ele é desse tamanho e tem duas antenas… - completaria indicando o tamanho do Sr. Grilo com os dedos.

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Se pudesse ir em busca do Sr. Grilo, assim o faria. Caso contrário, partiria atrás de um uniforme novo e de sua arma. - Olá? Preciso de um uniforme novo e de uma arma… é aqui?... - exclamaria assim que chegasse, ou pensasse ter chego, no lugar certo. Caso estivesse no local errado, simplesmente sairia e tentaria encontrá-lo novamente. Do contrário, trataria de procurar uma roupa que a servisse e ficasse boa. Se ali também houvessem armas para que pudesse escolher, buscaria a luva mais bonita que encontrasse, afinal, não adianta ser forte se não tiver estilo - e por luva bonita me refiro a isso -, e se não encontrasse a luva que buscava, simplesmente não escolheria nenhuma outra, porque haute couture não é brincadeira.

- Gero!1! Quase me esqueci... será que tem uma caneta e um papel em branco para me dar?... - diría a quem quer que estivesse ali presente. Sem demora, caso conseguisse os itens, se colocaria a rabiscar o papel, até que finalmente tudo estivesse pronto - Você viu esse grilo em algum lugar? O nome dele é Sr. Grilo... - diria por fim, ainda em busca de seu fiel escudeiro.

Rabiscos:
 

Independentemente do que houvesse encontrado e pego, assim que estivesse pronta partiria para encontrar o velhote da barba longa. Caso não soubesse onde encontrá-lo, tentaria achar a saída do complexo para esperá-lo do lado de fora - Gero, já vamos ir? - perguntaria assim que encontrasse o homem - Por que o senhor Prefeito precisa de escolta?... - indagaria, pronta para seguir o velho caso o mesmo começasse a andar, começando a se animar com a ideia de uma missão calma e tranquila - mesmo que pudesse ser somente uma ideia -.

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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptyTer 13 Ago - 15:55

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MICQUEOT - POST 22 (WEST: 18)



O dia estava quente e confortável, Klay bebia seu chá enquanto ouvia a pequena mink em sua frente. A meninota era engraçada e arrancava um sorriso dos lábios do velho agente, que estava ali por vontade própria. Klay era um agente famoso na época em que o Rei dos Piratas reinava na Grand Line, dizem, que eles já trocaram socos, é que a cicatriz na careca do homem é decorrência dessa luta, o ganhador? Obviamente Wild Chris. Mas tal fato não impediu Winston de fazer uma bela carreira no Governo, aposentou com honrarias, mas resolveu passar seus últimos dias na melhor ilha que ouvira falar, cidade dos vinhos Micqueot, ali ja reside a alguns anos. Blair queria uma roupa nova, de fato, ela usava a roupa do hospital, não era um traje adequado para um membro do Quarteto de Ouro – Acho que pode haver algo na dispensa, não sei se terá tudo que a senhora procura – dizia o home, coçando sua barba lisa e branca – Siga até aquela porta – apontava seu dedo fino e enrugado para o local, era fácil ver a porta vermelha escrita “dispensa.

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... um grilo apareceu em seu quarto

A mink parecia animada, e perguntava sobre um grilo, fazendo com que os olhos de Klay se arregalassem e seu folego ficasse preso na garganta – Gri... Grilo? – a xicara tremia em sua mão – Você tem certeza? – ouvia as características do inseto, o que fazia ele ter certeza sobre a lenda que todos ouviam pelo North Blue – Menina, há uma lenda antiga, estranho você não conhecer – o velho se sentava – Uma princesa vivia no topo do castelo, acima das nuvens. Ela esperava pelo amado homem que iria lhe salvar, mas um dia ela se cansou e resolveu descer por conta própria, mudando seu próprio destino, e foi nesse dia, que um grilo apareceu em seu quarto – bebia o resto do chá – Esse grilo se chamava Gri-Li, ele era verde e possuía duas antenas, como você descreveu. O grilo seguiu com essa princesa, ela passou pela guarda real, lutou com o Dragão e saltou das nuvens, caindo no North Blue, e então, o grilo e conhecido como Gri-li da Sorte, varias pessoas que o veem, conseguem algo grandioso, se você realmente viu essa divindade, seu destino esta traçado para o topo minha pequena, mas infelizmente, todas morreram de forma trágica, esse o futuro de quem é agraciado com a sorte do grilo lendário – terminava de contar a lenda, e um silencio gritava mais alto que o vento.

Deixando Winston para trás com suas lendas, Blair seguia para a porta vermelha que foi indicada. O local estava completamente bagunçado, havia roupas e armas em todos os cantos. A mink pegava seu traje de praste, um terno comum, meio amarrotado. Havia armas grandiosas, glaives, espadas longas, espingardas, e tudo mais, qualquer sujeito pegaria uma dessas, mas Blair não é qualquer uma. Havia uma luva rasgada no chão coberta de poeira, era verde e estava meio rasgada, mas serviria.

Numa escrivaninha, ela conseguiu achar papel e um lápis, na folha em branco ela desenhou um grilo, o mesmo inseto que a seguira antes. Ficando com o papel, seguiu para onde estavam. O velho estava ali, vestia um terno estiloso e bem passado, usava um perfume cheiroso. Portava agora uma katana em sua cintura, mas ainda usava um cajado para apoiar, quando fosse caminhar. Os dois eram sujeitos bem distintos, um homem no fim da vida, com uma carreira feita, do outro lado, uma menina na tenra idade e com um futuro promissor, agora o destino os unira sobre o grande manto do Governo Mundial.

- Sim, vamos nos encontrar com Prefeito em sua casa no centro, depois iremos de charrete ate seu rancho, finalizando a missão lá – respondia a pergunta da menina, que ainda segurava o papel de procurado do seu escudeiro. Ambos saiam pela porta da frente, Blair ainda sentia seu corpo dolorido, por isso, mantinha um ritmo lento, afinal, Klay também não conseguia caminhar numa velocidade elevada. Quando estavam no caminho para a mansão do prefeito, a mink questionava o motivo da missão – Ivar pode tentar atacar o prefeito, afinal, ele tem homens infiltrado na cidade, então todo perigo e pouco para nosso senhor – explicava com paciência – Muitos agentes estão atrás do Pirata, por isso, poucos ficaram na ilha, eu achei uma ideia ruim, mas a ordem veio de cima, não pude fazer nada – completava a resposta, olhando sempre pra frente, usando seu cajado para lhe ajudar nas passadas.


ENQUANTO ISSO, NUM LOCAL DESCONHECIDO ...

A escuridão impedia de ver qualquer coisa, ouvia-se a voz estridente da criança irritante – VAMOS GRILINHO, ME FAÇA UMA HEROINA DE VERDADE – a voz era feminina, parecia estar num local abafado, mas o cheiro era bom, então era confuso. Gri-li estava preso, ele havia tentado se safar e voltar para sua escolhida, sua nova princesa, mas as grades o impediam. Depois do combate na fazenda de Diamantino, eles levaram a Princesa Gata e o deixaram, depois homens de terno apareceram, junto com eles, essa maldita criança o pegou e o colocou numa gaiola.

A saudade do corpo quente e fofo da sua mestra o fazia chorar no escuro, mas ele era forte, Gri-li não iria desistir dela. Mesmo no fundo do poço, algo ainda o mantinha firme: O Sorriso daquela princesa.


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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptyTer 13 Ago - 18:41

I - The Cat with no Hat


Quando questionado sobre o paradeiro do Sr. Grilo, Klay não demonstrava qualquer intenção de esconder sua surpresa, evento que não passava despercebido pela Mink, embora a mesma não fizesse ideia do motivo. Para a sua sorte, ou azar, o homem logo revelava a razão do espanto, iniciando mais um de seus monólogos. "Gero… lenda antiga..." tentava entender de onde o velho estava tirando aquela história "Gri-Li da Sorte… divindade..." matutava prestando atenção, talvez pela primeira vez em muito tempo, em tudo que o velhote narrava.

"Será possível?..." se indagava a felina "Não pode ser..." pensava enquanto tudo que havia sido dito girava em sua cabeça "Vou sair em missão com um biruta, gero..." concluía, um tanto quanto perplexa, diante de tudo que lhe era revelado, certa de que Klay sofria com os avanços da idade - Gero… não quero atingir o topo… só quero o Sr. Grilo, shishishi… - comentava deixando o assunto de lado, passando a seguir as instruções do homem e se dirigindo à sala da porta vermelha.

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Encontrando tudo que buscava, Blair não se demorava em trocar de roupa e conseguir sua tão preciosa arma. Aproveitava o momento para criar um cartaz de procurado para aprimorar a sua busca pelo Sr. Grilo, e sem dúvidas se dava por satisfeita com o resultado, exibindo nada menos que orgulho diante de sua criação. Com todos os assuntos resolvidos, partia para o reencontro com o velhote.

Marchando vagarosamente pelas ruas da cidade, o homem explicava o motivo do prefeito necessitar de uma escolta. Entretanto, ao contrário da história do grilo, esse tópico pouco interessava a Blair, mesmo que ela fosse a responsável por dar vida ao assunto. Ignorando a maior parte do que lhe era dito após descobrir que andaria de charrete, a gatuna passeava observando as pessoas, lojas e tudo mais ao seu redor, curiosa para saber se já havia passado por aquele lugar - mesmo que as chances de se lembrar fossem remotas -.

Durante o percurso, caso percebesse alguém se aproximando, aproveitaria para dar continuidade a sua busca - Você viu esse grilo? Se chama Sr. Grilo... - diria aos transeuntes, na expectativa de conseguir qualquer informação que fosse. Se por algum motivo o velhote visse algum problema nisso, tentaria se conter, mas ainda o faria caso alguém tentasse interagir com a dupla.

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Chegando na casa do prefeito, deixaria que o velhote lidasse com tratativas - mesmo que não fosse seu papel deixar ou não deixar -, seguindo as suas deixas e, se necessário, fazendo o que lhe fosse solicitado. - Yo… me chamo Blair, shishishi… - se apresentaria ao conhecer o prefeito, ou assim que tivesse a chance. Com tudo andando conforme o esperado, se juntaria aos outros na charrete, bastante animada, para a falar a verdade, com a ocasião. Não era sempre que tinha essa oportunidade, se é que um dia já teve, sequer se lembrando da última vez que andou de carruagem.

Durante a viagem, Blair permaneceria atenta para possíveis problemas, afinal, aquela ainda era uma missão de escolta. Ainda assim, não poderia deixar de aproveitar a pequena excursão que faziam, se imaginando em uma volta da montanha russa mais extraordinária já vista - ou qualquer outra atração que condiga com a época -, se divertindo ao longo do caminho.

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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptySex 16 Ago - 9:18

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MICQUEOT - POST 23 (WEST: 19)



A casa do prefeito ficava na área mais nobre da cidade, por isso, a dupla tinha que passar pelo centro. Naquele horário já havia algumas pessoas na rua, em sua maioria, mercadores e pedintes. Klay era um velho alto, a idade não tinha levado embora todas suas características, era um sujeito parrudo e ainda tinha força em seus braços, era nítido. Doravante, quem atraia os olhares dos transeuntes não era o homem e sim a mink que caminhava ao seu lado com o cartaz rabiscado. As pessoas apontavam, davam um tchauzinho tímido, crianças saiam da loja dos pais e olhavam com receio para a menina que havia salvado os escravos dias atrás, querendo ou não, Blair estava em alta na boca do povo.

A menina não tinha vergonha de pergunta pelo seu companheiro, mostrava o cartaz para quem estivesse próximo, as resposta era quase negativa, as pessoas nem olhavam direito para o papel, queriam agradecer pelo serviço – Obrigado, somos gratos por ter salvo aquelas pessoas – as crianças, sempre tão verdadeiras, mandavam beijos e uma delas veio abraçando a menina – Quando eu crescer, quero ser igual você! – dizia rindo, ate que seu pai a puxasse para longe, levemente irritado e com vergonha pela atitude impulsiva da sua filha caçula.

Klay via a cena e só conseguir dar risada, aquela novata era realmente estranha. O trajeto fora quase todo assim, pessoas gentis, risos e agradecimento, aquilo significava ser heroína do Governo Mundial, ou pelo menos, era o primeiro passo para crescer internamente. Doravante, finalmente chegaram na mansão do senhor prefeito depois de alguns minutos. A casa era murada, um muro alto de cinco metros, no portão tinha um sujeito forte, sua pele era escura como a noite – Somos do Governo Mundial – Klay tomava a dianteira, mostrando sua insígnia da CP, os olhos eram postos em Blair, se ela não tivesse com a sua, ou não entendesse que era pra mostrar, o velho a passaria avisando que estavam juntos.

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Passaram pelo portão, uma vez la dentro, conseguiam ver o jardim nas laterais, cheios de flores e arvores frutíferas. No meio, um caminho de pedras brancas levava até a casa. Para quem já havia visto a mansão de Platina, aquela casa não chamaria tanta atenção, mas era uma mansão de fato. A casa era grande, feita de madeira. Tinha uma cor branca, com os detalhes em amarelo, com dois pisos. Klay e Blair seguiram pelo caminho e pararam na varanda, onde havia um sujeito de terno, usava um óculos negro e não possuía nenhum fio de cabelo em sua cabeça – Velho Klay, bom te ver – falava o sujeito amigavelmente – Momoa, quanto tempo – retribuía o carinho – Essa é minha parceira, Blair – apontava o dedo para a garota, que se apresentava – Prazer, ouvi falar de uma Blair, ela é do quarteto de ouro? – terminava a frase com um sorriso, apertando firme a mão da jovem.

Os dois eram amigáveis, e pareciam se conhecer, mas nenhuma explicação era dada para a mink. Os dois continuavam a conversa, com Momoa explicando a situação – O prefeito e sua filha estão descendo, iremos em duas charretes, vocês dois atrás, com a filha e eu vou na frente com o prefeito. Acho que não teremos problemas, em duas horas chegaremos na fazenda, e estaremos seguros, a primeira dama já está lá, cuidando de tudo – era um plano simples, iriam separam os dois alvos e fazer uma defesa mais solida, diferente da primeira tarefa da felina, esta parecia ser muito mais fácil.

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De dentro da casa, saia um sujeito jovem, seu cabelo era preto, igual a sua barba, possuía um corpo definido, mas não grande. Usava uma camisa preta simples – Eu não lembro onde deixei meu relógio – falava o rapaz, coçando a cabeça – Voc... – Interrompia sua frase, ao ver a dupla de agentes – Ohhh! Bom Dia Agentes – falava o rapaz, com uma voz jovial e agradável – Prefeito Zark – falava Klay, logo depois, Blair se apresentava – Que bom que chegaram, querem tomar café? Comer alguma coisa? – diferente de outros políticos, Zark era um rapaz humilde, amado por todos em sua cidade. Ele havia melhorado o porto e recrutado mais guardas, melhorando a segurança da cidade – Estamos lhe esperando – avisava Momoa, relaxado.

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... Matilda

Conseguia ouvir barulhos de passos, parecia estar descendo a escada correndo – PAPAAAAAAAAAI! – Uma voz irritando vinha se aproximando – JÁ ESTOU PRONTA – uma criança abraçava as pernas de Zark, que ria da cena – Estamos indo, Momoa, você pode pegar as malas da Matilda – O grandão então deixava o pequeno grupo, subindo as escadas para cumprir a ordem que lhe fora dada. Matilda era uma criança pequena, devia ter entre cinco e seis anos, era loira e tinha uma voz exaltada, não tinha vergonha e era despojada – SOU MATILDA, FILHA DO PREFEITO – falava a pequena criatura, esticando a pequena mão para Klay e depois para Blair, era uma menina engraçada, no final das contas.

As duas charretes chegavam, com dois cavalos em cada delas. Havia o local para se sentarem, e em cada uma delas havia um cocheiro, que cumprimentava Zark com um aceno e esperavam para levar a pessoa mais importante da cidade para seu destino. Momoa passava com as malas da pequena Matilda, que seguia o grandão, deixando o pai para trás – Cuide da minha filha, por favor – suplicava o homem, colocando a mão sobre a cabeça de Blair, bagunçando seu cabelo de forma carinhosa. As malas da menina ocupavam pouco espaço, mas uma delas era diferente, parecia uma pequena gaiola coberta com um pano preto e a própria garotinha verificava como estava sendo acoplado aquilo – CUIDADO, MEU AMIGUINHO ESTÁ DORMINDO – gritava a menina, dando um pequeno soco na canela de Momoa, que apenas ria da cena.

Agora a missão iria realmente começar, a dupla de agentes iria na charrete de trás, junto com Matilda e o cocheiro, na frente, o Prefeito e Momoa. Iriam levar duas horas para chegar na fazendo, onde terminaria a tarefa e tudo acabaria.


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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptyTer 20 Ago - 12:40

I - The Cat with no Hat


O velho Klay não havia mentido ao afirmar que Blair estava famosa por toda a ilha. Durante a caminhada diversas pessoas interagiam com a dupla. Mesmo assim, ninguém parecia dar a mínima importância para o seu companheiro sumido. Toda aquela atenção não importava para  Blair. Na verdade, a jovem sequer entendia o motivo daquilo tudo - o que teria sido evitado se prestasse atenção no que lhe falam -, mesmo assim retribuía o carinho dos habitantes, que pareciam contentes com a ocasião.

- KYAA1! - em meio aos cumprimentos Blair era surpreendida por um ataque surpresa, que tirava proveito do momento de distração da gata para pegá-la fora da guarda - Ora seu... - se preparando para um contra-ataque poderoso, Blair finalmente percebia o erro que havia cometido, notando a pequena garotinha lhe abraçando que, curiosamente, parecia lhe admirar - Geroo… e eu quero ser igual você quando crescer, shishishi... - correspondia a animação da menina, um pouco embaraçada por sua reação inicial.

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O resto do caminho não ocorreu de maneira muito diferente, com Blair acenando e cumprimentando quem buscava alguma interação, bem como buscando, em vão, alguma informação sobre o paradeiro do Sr. Grilo. Assim se deu a viagem até a mansão do prefeito. Prontamente Klay anunciava a chegada dos dois "Ohh..." a gata ponderava ao observar o homem exibindo sua insígnia, recordando que também havia ganho uma e percebendo que não fazia ideia de onde estava, considerando que não havia retirado de seu terno antigo. Não havia insígnia, mas havia muito carisma, substituindo o seu distintivo por um amigável “joinha” e um grande sorriso no rosto diante do portão de entrada.

Entrando nos domínios do prefeito, Klay era quem assumia o papel de líder. Blair estava mais preocupada em analisar o jardim em busca de seu companheiro "Quem sabe ele não encontrou outras formigas pra lutar..." imaginava enquanto escaneava os gramados e as folhagens pelo menor sinal de combate. Um homem estava de guarda na porta da mansão, e parecia ser conhecido do velho Klay. Blair se apresentava, mas percebendo que os dois conversavam de coisas que não lhe dizia a respeito - o que não é bem verdade -, retomava sua busca.

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Sem dar muita importância para o que os outros conversavam, Blair não percebia de imediato a presença do prefeito na varanda, somente no momento em que Klay cumprimentava o homem, ação que a gata tratava de imitar, tentando disfarçar a sua distração até aquele momento. O prefeito parecia ser uma pessoa simpática, e se não houvesse comido há pouco tempo, Blair até consideraria aceitar a oferta do homem, mesmo que o clima não parecesse permitir uma pausa para merendar.

De dentro da mansão surgia uma menininha que fazia a gatuna ter flashbacks de momentos atrás, quando havia sido atac… abraçada no meio do caminho - Olá, eu sou filha do “Pepe”, shishishi... - respondia segurando a mão da pequenina, que se apresentava animadamente. Para a surpresa de Blair, duas charretes eram levadas até o grupo, somente então percebendo que eles se dividiriam em dois times - Gero… pode deixar, shishishi - assegurava ao prefeito, entendendo que ela ficaria responsável pela escolta da garota que esbravejava com o segurança responsável pelas bagagens.

Com tudo pronto e todos acomodados em suas respectivas charretes, a viagem, bem como a missão, finalmente começava. De início a gatuna aproveitaria a viagem, apreciando a paisagem e o ritmo do veículo pelas ruas. Assim que alguém chamasse a sua atenção, ou que enjoasse de não fazer nada - o que não deveria demorar muito -, aproveitaria para tentar a sorte na busca do Sr. Grilo.

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- Gero… vocês viram esse grilo em algum lugar? Se chama Sr. Grilo… - diria revelando o cartaz improvisado para Matilda e para o cocheiro - caso ele estivesse no campo de visão -. Não mantinha muitas expectativa, considerando o histórico de sua busca, mas ainda assim, havia tempo de sobra para jogar conversa fora - Onde o viram? Ele estava bem? Ele é meu amigo, mas de alguma forma ele sumiu... - completaria case recebesse uma resposta positiva, animada com a grande descoberta em sua busca. Caso contrário, guardaria seu cartaz, para poder usá-lo novamente mais tarde - Então… como é ser a filha do prefeito? Gero… - perguntaria por fim, mantendo-se focada nos arredores, procurando diminuir o tédio com um pouco de bate-papo.

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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptyQui 22 Ago - 15:12

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MICQUEOT - POST 24 (WEST: 20)



A charrete era puxada pelos cavalos, enquanto o cocheiro seguia a charrete da frente. Onde Matilda e os agentes estavam, era coberto, com uma madeira forrada com almofada. Havia uma janela de cada lado, para refrescar e deixar o vento fresco entrar pelo local. Klay se sentava e observa Blair sentar ao lado de Matilda, em frente a ele. O balanço era pouco, afinal, iam numa velocidade tranquila. O trio apreciava as ruas da pequena cidade, e logo a paisagem mudava, o verde tomava conta e entravam na estrada que levaria para a fazendo do Prefeito Zark, que seguia a frente deles.

O vento fresco entrava pela janela e fazia a barba espessa de Klay voar, entrando em sua boca, toda hora, ele colocava a língua pra fora, tirando o cabelo da boca, Matilda vendo isso, ria enquanto cutucava Blair, a loirinha tampava a boca para não emitir nenhum som. A pequena filha do prefeito balançava seus pés, eles não encostavam na charrete, usava um vestido bordado da cor branca, com duas fitas amarradas em seu cabelo amarelo palha, em nada puxava seu pai, era a cópia da mãe.

Depois de alguns minutos de viagem, e nenhum acontecimento, Klay pescava com seu pescoço, cochilando. Blair também estava entediada e resolvia perguntar pra pequenina se ela tinha visto o grilo, mostrando o cartaz – SR.GRILO? EU ACHEI UM GRILO NUMA FAZENDA, MAS ELE CHAMA GRI-LI, NÃO DEVE SER O MESMO – terminava, com sua voz estridente, como se o que ela falasse fosse uma verdade absoluta. A gatuna queria saber mais sobre seu amigo e fazia várias perguntas – NA FAZENDA, ELE ESTAVA CAIDO LA – começava a explicação – MEU PAI DISSE QUE ELE É O GRILO DA SORTE, QUE AJUDOU A PRINCESA, COMO EU SOU UMA PRINCESA, ELE APRESENTOU PRA MIM HAHA – falava Matilda rindo, sem notar o que Blair estava sentindo.

- MAS ELE NÃO É SEU AMIGO, ELE É MEU ESCRAVO, ENTENDEU? MEU PAI ME DEU! – gritava, olhando furiosa pra Blair. Em frente, Klay já havia cochilado, e mesmo com a gritaria da menina, ele não demonstrava reação, já estava sonhando. O Cocheiro olhava pra baixo, vendo o que diabos estava acontecendo – Por favor, sem briga Senhora Matilda – pedia o sujeito, com extrema educação. A loirinha ignorava o sujeito – MAS EU POSSO VENDER ELE – falava, com cifrões nos olhos – QUERO 10 MILHÕES HEHE – colocava a mão pra frente, batendo na palma da sua mão – VOCÊ TEM ISSO AI? GATINHA ... – dizia, olhando nos olhos da agente, que agora havia encontrado seu amiguinho, mas como iria salva-lo?


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MensagemAssunto: Re: I - The Cat with no Hat   I - The Cat with no Hat - Página 5 EmptyQui 22 Ago - 23:47

I - The Cat with no Hat


Matilda parecia ser uma menina simples, que se divertia com as menores coisas. Não muito diferente de Blair, que também aproveitava o breve momento de descontração. E de fato, aquele momento era breve. Blair o aproveitava para retomar a busca pelo seu fiel companheiro e, para seu espanto, os resultados vinham do lugar que menos esperava. Surpreendentemente, aquela simples garotinha tinha as respostas que a gata procurava, ou próximo disso "Gri-Li? Que nome mais estranho... " pensava a gata diante da revelação, duvidando por um momento se realmente estavam falando do mesmo grilo.

Continuando com suas indagações, logo as dúvidas de Blair eram esclarecidas "Gero… só pode ser ele... " concluía a gatuna, enquanto a menina contava a história de como haviam encontrado o Sr. Grilo, certa de que a fazenda mencionada era a do senhor Plantinha "E de novo essa história de princesa..." cismava, sem conseguir entender porque todo mundo parecia acreditar que o Sr. Grilo era alguém poderoso e importante.

Apesar de finalmente estar próxima do reencontro com seu amigo, Matilda mostrava-se determinada em atrapalhar a reunião - Escravo?... Gero… você sabe o que o Governo Mundial faz com quem mantém escravos, não?... - sussurrava para a garota ao seu lado, exprimindo um tom inesperadamente tenebroso, enquanto a fitava intensamente. O condutor da charrete parecia tecer algum comentário, que passava longe da atenção de Blair. Completamente focada em Matilda, a gata parecia esquecer da presença dos demais.

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A felina tentava encontrar meios para convencer a menina, mas como já pode se perceber a essa altura, ideias não eram seu ponto forte. Matilda, por outro lado, parecia saber bem o que desejava - ...10 milhões?... - repetia para si mesma, de volta em seu tom usual, ponderando a proposta da garotinha "GERO!1! Já sei..." se animava diante de uma repentina lembrança que lhe atingia "Deve estar aqui… em algum lugar..." ponderava enquanto começava a se debater, procurando algo pelos bolsos de sua roupa.

- Aha!1!... - diria assim que encontrasse o envelope que estava procurando. O envelope em questão era o mesmo que Klay havia lhe dado naquela manhã, com o salário decorrente da missão - Aqui está… 30 milhões… e pode ficar com o troco, shishishi… - exclamava enquanto revelava o conteúdo do envelope para a garota. A oferta da gatuna, segundo o seu entendimento, era bastante justa. A verdade é que Blair realmente acreditava ser 30 milhões… ou, pensando melhor, qualquer outro valor que começasse com trinta… mas isso não era algo com que devesse se preocupar naquele momento - Então… negócio fechado? Gero… - concluía, esperando que aquilo bastasse para pôr um fim naquela disputa.

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Caso Matilda se mostrasse contrária ao pagamento feito por Blair, um contra-ataque já havia sido preparado pela felina - Então que tal deixar o Sr. Grilo decidir?... - indagaria prontamente, assim que Matilda se mostrasse contra a devolução de seu amigo - Se você realmente é uma princesa, não precisa ter medo de perder, shishishi… - zombaria em um tom debochado, como se tentasse atrair a garota para uma armadilha, embora nada garantisse que fosse uma boa estratégia.

Se nada desse certo, Blair se obrigaria a tomar uma medida mais drástica - Gero… se é assim, não tenho outra escolha… - sussurraria mais para si do que para qualquer outro - Matilda… eu desafio você… se você ganhar, pode ficar com o Sr. Grilo… - lançaria o desafio no ar, mesmo que a última parte não fosse exatamente verdade - Guerra de balão d’água… mímica… fazer bolhas de sabão… você escolhe… só dizer a hora e o lugar… - completaria em tom firme, mostrando confiança na sua própria capacidade de vencer, o que também não era necessariamente verdade.

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