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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro

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MensagemAssunto: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyQua 27 Fev 2019, 18:30

Relembrando a primeira mensagem :

Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Sakuma Teo. A qual não possui narrador definido.


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Teo
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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptySab 08 Jun 2019, 16:52



Chicoteando



Já era a segunda vez que isso tinha acontecido. Alguém puxava meu chicote e usava-o contra mim. “Terei que pensar em alguma coisa pra impedir isso... Lutar com o chicote em chamas talvez...?” Eu pensava enquanto estava no chão, dolorido. Rapidamente tentaria me levantar, e passar a mão livre sobre a parte do impacto na cabeça. Dá ultima vez que isso aconteceu, eu tinha pessoas ao meu lado para me ajudar, dessa vez, estava sozinho, então tinha que ser forte, eu PRECISAVA ser forte, pelo bem de Lizandra.

Tentaria manter o contato visual no homem enquanto levantava,e até que a dor do impacto ficasse um pouco melhor, e não faria nenhum movimento ofensivo enquanto isso. Quando ficasse melhor, ou até que o homem fosse em minha direção com o intuito de me atacar, correria em sua direção, e prestaria minha atenção no movimento dos seus braços, e onde seus olhos estavam mirando. Pois seguiria uma outra estratégia dessa vez.

Assim que no meu avanço ou no dele estivéssemos bem próximos, focaria meu poder de esquiva para a direção contrária de onde um possível golpe viria, e me esquivaria jogando o meu corpo pra baixo e para este lado contrário onde quer que seu golpe estivesse sendo mirado. E assim me esquivando com sucesso do seu golpe, me moveria para detrás dele, rapidamente chicoteando as suas costas no processo. Se acertasse, continuaria uma sequência de chicotadas em suas costas, variando entre a região das escápulas e a lombar. Se percebesse que ele tinha a intenção de pegar o chicote novamente através de seus movimentos, rapidamente colocaria dois dedos próximos a base do cabo de couro, para que o mesmo [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] da que iria, indo pra cima ou pra baixo dependendo da parte que fosse mais vulnerável, e o impedisse de fazer a mesma coisa duas vezes.

Caso abaixar não fosse o suficiente, daria um rápido salto para o lado, e começaria a chicotear em direção ao seu peito (Caso o mesmo estivesse de frente pra mim). Também consideraria que talvez ele fosse rápido naquela situação tão próxima, ou que usasse truques sujos. Se este fosse o caso, daria um salto para trás, e com o impulso do salto chicotearia em direção a sua cabeça, colocando o dedo no chicote para direciona-lo mais para baixo, se visse que ele estava atento a isso. Meu objetivo era conseguir encaixar uma chicotada, no lugar que fosse, e conseguir uma rápida sequência, para machuca-lo o máximo que pudesse.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyQua 12 Jun 2019, 14:30



Juventude, Força e Futuro

Post largado no trajeto do moonwalk.
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Frustrado com o deja vi que tivera naquela árdua luta, o soldado recusava-se a permanecer no chão demonstrando fraqueza. Seus instintos, munidos de emoções poderosas e um bom motivo tornavam-o apto a continuar de pé, e era isso o que ele fazia.

Assim como seu inimigo.

- Ainda bem que se levantou moleque miserável, quero continuar socando a sua cara. - E a guarda dele estava alta novamente, com os braços rentes ao peitoral e os punhos cerrados na altura do rosto, escondendo sutilmente um sorriso escuro como a noite.

Segundos se passaram e nada. Eram poucos, mas longos segundos. Então os dois correram um na direção do outro, quase que no mesmo instante. Com o movimento óbvio vindo dos punhos em forma reta, ele foi facilmente evitado com a jogada de corpo do agente que tomou suas costas como alvo. Abrindo mais um rasgo naquele terno possívelmente caro, pele era arranhada e vermelho tomava forma ameaçando escorrer daquele salmão claro. Uma, duas chicotadas, e na terceira o brutamontes se virou urrando de dor, mas não preparando um soco. De sua mão surgia algo negro e mais ameaçador, uma arma retirada do bolso.

Estendeu o seu braço e disparou na direção do Caolho. O estrondo fora ouvido e o fogo permitiu que algo fosse perfurado. O teto da casa. Sim, evitado pela sorte do chicoteador que chicoteou sua cabeça saltando para trás ao se precipitar com a imprevisibilidade daquele homem.

Tomado de raiva, percebeu que não mais tinha o controle daquela situação com a arma indo ao chão na direção da escada. Ele correu para lá rosnando, e no caminho, pegou-a de volta. - Pode esquecer sua namorada, ela será uma boa escrava agora. - Descontente com o resultado da luta, havia aceitado que não derrotaria aquele homem relutantemente. Com um sorriso forçado mascarando a raiva, ele correu após pegar a arma no chão e derrubou o lustre que estava no inicio do parapeito da escada, fazendo uma faísca brilhar. Era fogo.

Subindo às pressas, afastou-se até que vê-lo tornava-se cada vez mais difícil, ainda mais com o oxigênio sendo torrado pelas chamas distorcendo a imagem do local. A escada era linear, só existia uma forma de subir e era por ali. Ao lado da parede, o outro lado na direita era livre, no entanto, seria bem difícil escalar sem que estivesse acostumado a fazer tais loucuras. As chamas estavam na base, mas espalhavam-se cada vez mais. Se quisesse continuar perseguindo-o, teria que passar por ali, ou pensar em algum plano bastante inusitado.


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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyQua 26 Jun 2019, 19:03



Fogo





Depois de todo aquele conflito, eu satisfazia um pouco do meu nervosismo e ansiedade causando feridas naquele maldito homem, inclusive salvando a mim mesmo de mais um possível tiro que podia acertar o meu corpo. Uma coisa era certa, aquele maldito já estava instável emocionalmente, e eu poderia usar aquilo ao meu favor. Ele corria para o andar de cima, colocando fogo com a ajuda de um lustre que havia na casa, o que me impedia de rapidamente persegui-lo.

Agora que estava fora de batalha, minha mente se focava novamente com o que estava me preocupando anteriormente. “Lizandra... Será que ela está no andar de cima? Será que ele realmente a levou para algum lugar para ser escrava? Ele tem como sair dali com esse fogo aqui na frente da passagem? Se eu queimar esta casa..... Não, eu poderia matar minha companheira se ela estiver lá em cima... A única forma dele sair da casa sem me confrontar seria pelas janelas lá em cima, se houver alguma, e nesse caso eu só preciso me preparar para pega-lo...” Meu pensamentos me consumiam cada vez mais, a medida que eu analisava minha situação. Por impulso, eu olharia para os arredores, em busca de qualquer coisa que pudesse ser usada ao meu favor... Talvez uma foto de família para usar de chantagem, talvez algo com muito valor para que ele temesse a perda, ou alguma bebida alcoólica que me ajudasse a proliferar o fogo. Encontrando algo ou não, sairia da casa, observando se não havia ninguém ali para me atrapalhar, e então observaria o andar de cima da casa, procurando alguma janela ou saída que o homem pudesse usar para escapar, também procuraria por locais que poderia usar para subir até o andar de cima ali por fora. Esperaria alguns momentos, com meu chicote pronto para agir, e se sua decida fosse confirmada, não perderia tempo e começaria a chicoteá-lo descontroladamente, impedindo que conseguisse se mover para onde queria, e focaria sobre a área de sua cabeça e pescoço, na tentativa de nocauteá-lo, o mais breve que fosse.

Caso conseguisse nocauteá-lo com sucesso, rapidamente procuraria por sua arma, guardando-a em meus bolsos, e usaria o meu chicote para enrolar o mesmo, o cobrindo firmemente com o couro, e então o levaria para dentro novamente. Jogaria ele no chão, já que estava preso, e então começaria a pegar várias coisas inflamáveis dentro do local, jogando-as no fogo, para fazer uma chama muito maior e então quanto fosse o suficiente, pegaria o homem novamente, estava pronto para conseguir o que queria, independente da forma que conseguiria.

Caso não conseguisse nada na parte de fora, voltaria para dentro com uma ideia em mente. Enrolaria o meu chicote no topo do corrimão, ou na distância máxima que meu chicote conseguisse alcançar de onde estava, e então puxaria com força, para ter certeza que o corrimão aguentaria meu peso. Se fosse fraco, o corrimão cairia me dando a chance de subir as escadas por um modo não convencional (lateralmente), e se fosse forte o suficiente, usaria as paredes, ou a própria estrutura da escada, como uma espécie de rapel, para subir as escadas sem me aproximar do fogo. Tomaria cuidado se conseguisse fazer isso, e quando estivesse próximo ao topo, ficaria atento a qualquer tentativa de ataque vinda do homem, talvez ele estivesse esperando minha subida para me atacar. Se fosse o caso, aguardaria que ele descarregasse seu pente enquanto descia um pouco da altura que estava para não ser atingido, largando o chicote e caindo no chão caso fosse necessário.

Se conseguisse subir a escada dessa forma, pegaria meu chicote e então avançaria com cuidado sobre local desconhecido. Olharia para cada canto desse novo espaço em busca do homem, e correria e saltaria para onde houvesse qualquer cobertura ou esconderijo caso visse que ele tentaria me alvejar. Andava com cuidado, tentando não fazer barulho, e me esgueirando pelos cantos, a fim de não ser pego desprevenido, e então se percebesse que tinha a chance de ataca-lo sem me ferir, de preferência estando atrás dele, ou em posição que não pudesse ser identificado com clareza, assim o faria, lançando o chicote sobre sua têmpora, ou na região inferior da sua mandíbula, afim de que conseguisse nocauteá-lo por alguns instantes. Por fim, rapidamente o enrolaria com o meu chicote, da mesma forma que uma cobra faria, e então, com ele preso, procuraria por Lizandra no local, gritando seu nome e caçando ela pelos cantos da casa. Se não conseguisse encontra-la em lugar nenhum, pegaria o homem preso pelo chicote, e o escoltaria de volta para a sala anterior. Se fosse impossível descer pelas escadas, jogaria ele pelo corrimão, de forma que não o matasse, mas que o ferisse na queda, e então saltaria, de um local mais seguro do que o que tinha jogado o homem. Agora procuraria por qualquer item inflamável pela casa, buscando atiçar o fogo que tinha sido feito. Panos, cortinas, artigos de madeira, papel, e se tivesse encontrado antes, algum liquido inflamável. Era hora de descobrir a verdade, de um jeito ou de outro.

Pegaria enrolado novamente pelo chicote, e me aproximaria do fogo. Aos poucos, forçava o homem próximo ao fogo, falando com o tom mais ameaçador que conseguisse - Se você não falar agora onde Lizandra está, irá se arrepender disso pelo resto da sua vida patética... Você pode escapar daqui algumas semanas, mas espero que esteja pronto pra ficar com queimaduras de terceiro grau pelo resto da sua vida... – Esperava a resposta do homem, e se não conseguisse nada, me preparava para intensificar sua proximidade ao fogo. Como pensara antes, existiam destinos piores que a morte, e eu acreditava que o medo iria provar isso para aquele homem.
Spoiler:
 

POST: 16
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Dialogo:
 


Última edição por Sakuma Teo em Qua 31 Jul 2019, 15:41, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyDom 30 Jun 2019, 20:37



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A situação estava ficando cada vez mais quente cof cof naquele local, e Teo sabia bem disso. Não que fosse bem um problema para ele, apesar de seus olhos só encontrarem uma garrafa de 51 e duas latinhas de cerveja. Talvez não fosse tanto álcool para tornar o local inteiro em cinzas, mas deveria fazer alguma coisinha de diferente quem sabe. Com isso em mente, captava os objetos na pia daquela cozinha, próximo a janela. Lá ele ouvia barulho de disparos e gritos, além de perceber que havia uma movimentação bastante suspeita.

Saindo do local seus olhos presenciavam um conflito intenso, eram muitos viciados correndo de um lado para o outro com fúria visível em seus olhos, indo na direção de alguns agentes e, na maioria das vezes, marinheiros. A maioria dos soldados acabavam por tentar só nocautear os civis com coronhadas ou algo do tipo, mas aqueles que se aproximavam com armas perigosas terminavam sem suas vidas. De fato, não era um cenário agradável, ainda mais para alguém pacifista como o caolho. Ele procurava pelas janelas do segundo andar e encontrava, mas delas nada saía. A fumaça parecia se impor cada vez mais, além é claro, do fogo.

O Céu estava negro.

- Agente, nós tivemos baixas mais cedo desculpe pela demora. Recebemos informações e - Bem, seu chefe era ignorado quando ele retornou para a casa em chamas - Espera, o que tu vais fazer lá dentro? Eu preciso de você aqui, soldado - Tentou ir atrás de Teo que adentrou a porta, mas após o caolho passar um círculo de fogo tomava a entrada impedindo qualquer um de entrar ou sair.

Já haviam alguns segundos que ele não mais via o traficante, ficando na dúvida se ele já havia saído pela janela sem que ele tivesse visto ou não. Com certa dificuldade, escalou a escada pelo corrimão onde as chamas ameaçavam intensamente queimar. E de fato incineravam a madeira, segundos após o agente subir.

O farfalhar das chamas era tudo o que ele ouvia agora. A fumaça era o que cheirava, e isso involuntariamente fazia-o tossir. Lá em cima viu três portas abertas no corredor, mas já sabia bem para qual lado o homem havia ido. Procurou pelos outros locais por Lizandra, mas não encontrou nada de relevante. Lembrou-se de ir então ao último lugar que o marginal estava. Era bem ao lado esquerdo do topo da escada. Entrando lá, percebeu um quarto grande com cama de casal, uma estante ao lado esquerdo e ao lado direito uma passagem aberta no chão. Uma espécie de escotilha levantada, onde dava para um buraco que teria de descer pela escada ou pular buraco adentro mesmo.

Irrelevante. Lá encontraria um estreito corredor iluminado pelo amarelo enfraquecido das lâmpadas pelo caminho. O ar era difícil de se respirar e o cheiro arenoso que pairava era ruim, no entanto, melhor que o de oxigênio queimando. Não precisou andar muito até encontrar seu inimigo tentando passar por uma porta com suas mãos trêmulas que vacilavam. Tateava bolso aqui e bolso ali, e seu desespero tornava-se cada vez maior quando notava que nenhum deles tinha o que buscava. - Merda, onde foi que eu coloquei?! Merda Merda Merda -

Virou-se para trás e percebeu o caolho no seu encalço, mas quando notou, já era tarde. O laço descia encontrando sua cabeça e chocando-se contra ela na têmpora. Não muito relutantemente ele desabava, indo ao chão. Teo amarrava-o e carregava-o até o primeiro andar de volta, onde o fogo reinava, cada vez mais imponente. Como se não bastasse, ele jogava o que havia conseguido de álcool e atiçava ainda mais as chamas, e o homem inconsciente logo acordava.

- Espera espera aí doutor, você vai mesmo fazer isso? Não achei que fosse esse tipo de pessoa. Hehehe - Teo aproximava ele das chamas, seu sorriso permaneceu por um tempo mas a dor era evidente - Merda, você não defende os direitos humanos ou qualquer porra assim? HAHA - A temperatura estava tão intensa que as queimaduras começavam a crescer no rosto daquele homem, até que seu sorriso sumiu - Você não vai ter o que quer de mim. Desista, cão do governo. - Seus olhos lacrimejavam com tamanho calor que enfrentavam. Ardiam e por fim queimavam até que seus berros fossem perdidos no meio de tantos outros.

Não conseguiria tirar mais informações daquele homem inconsciente, exceto se o levasse consigo. Mas sair dali já seria um grande feito, visto que quando se tocou, estava envolto de chamas e um calor torturante. Sua tosse tornava-se cada vez mais frequente, na mesma medida em que suas forças pareciam sumir. A saída convencional, vulgo porta, estava bloqueada pelo pedaço de madeira que havia caído do teto ali, o corrimão das escadas já haviam se tornado carvão natural impedindo escalar ali de novo enquanto que a única saída possível parecia ser a janela em frente à pia. Mas antes de chegar até lá, teria de passar pelo fogo que dançava altivo no meio do caminho.

- Agente Sakuma! - Batidas na porta, era seu superior tentando abrir a saída pela porta.


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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyQua 31 Jul 2019, 15:46



Fuga!




Fogo... Lizandra... Fuga... Marinha... Maldito Homem.  À medida que o tempo se passava, as coisas iam acontecendo sem que eu tivesse tempo de processar tudo em minha mente... Talvez a dor da pancada de antes tivesse me afetado de alguma forma, ou o desespero de perder Lizandra me fazia ser um pouco mais bruto. Assim, eu acabava ignorando meu chefe, perdido em meus pensamentos, tendo uma leve impressão de que receberia algum tipo de punição por ter feito isso. Encontrar aquele criminoso não era das mais difíceis tarefas, e devido ao nosso encontro anterior, fazer ele se submeter a mim também não era. De qualquer forma, eu o trazia para o núcleo das chamas incandescentes, e começava meu questionamento, já alterado com vários sentimentos em minha cabeça.

Era irônico... Quando aprendi psicologia com o mascarado no barco, eu achava que poderia me conter em situações desesperadoras. Mas agora que estava presenciando aquilo, era quase como se meu consciente se negasse a usar tudo o que eu aprendi naquele momento. A raiva, o ódio, a tristeza e o desespero tomavam conta de mim naquele momento. Pra ser honesto, era uma sensação curiosa aquela que estava sentindo enquanto o fazia ser queimado pelo fogo ardente. Fazer aquele marginal pagar seus crimes com uma punição corporal era de alguma forma.... relaxante...?

“Não, não... Isso não é prazer...
Meus níveis de dopamina provavelmente estão aumentando, provavelmente estou satisfazendo minha vontade de puni-lo por nos fazer passar por tudo isso, e fazer uma missão que deveria ser simples um literal inferno. Sim, é apenas uma reação química de satisfação, isso não é algo normal da minha pessoa... Não é...”


Depois de tudo, me deslocaria a fim de me afastar do fogo, e rapidamente procurava uma saída, enquanto ouvia a voz de meu chefe me chamando. Se a fumaça e o calor me permitissem, gritaria o mais alto que pudesse – SENHOR, NÃO TENTE ENTRAR... *tosse* JÁ ESTOU SAINDO! – E então analisaria minhas opções de saída. No fim, aparentemente a única saída parecia ser uma janela em frente a pia. Tentaria analisar se poderia fazer um bom trajeto até lá. Todo o caminho estava em chamas ou eu poderia contornar o fogo de alguma forma? Era possível saltar? Ou as chamas eram altas demais pra isso? Eu precisaria levar aquele maldito homem junto comigo, então não tinha muito tempo pra pensar. Tiraria meu casaco ou até mesmo a camisa, rápido, e junto levando o criminoso me dirigiria à saída que tinha encontrado. Tomaria cuidado com algo que pudesse vir a cair perto de mim, ou em mim, e se fosse necessário, me impulsionaria para frente ou para os lados para evitar ser atingido, nunca pra trás.

Quando chegasse a algum ponto onde fosse impossível passar devido ao fogo, com a mão que não estava segurando o traficante, usaria o casaco ou camisa como uma espécie de chicote, balançando de cima para baixo, o(a) fazendo cair logo acima das labaredas que interceptavam meu caminho, assim obstruindo o oxigênio das chamas por tempo o suficiente para que pudéssemos passar.  Se conseguisse passar sem problemas, então me dirigiria à saída. Usaria de todas as minhas forças para sair e levar aquele homem junto comigo. E se conseguisse fazer isso, usaria do tempo para desabar ao chão e descansar, aproveitando do fato de que o meu inimigo estava inconsciente. Era possível que em algum momento, as chamas entrassem em contato com minha roupa, se esse fosse o caso, tentaria dar rápidas tapas no local onde as chamas estariam se proliferando para impedir que o fogo se alastrasse.

Spoiler:
 

POST: 17 PAGINAS: 04 ILHA: Ilusia Kingdom LOCAL: Casa de Alguém(?)

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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptySeg 12 Ago 2019, 02:28



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Esquentando. Continuava esquentando, o fogo se alastrava não deixando brechas para o frio roubá-lo dali. Os caminhos tornavam-se cada vez mais limitados, no entanto, o caolho prosseguia tentando sair dali. Retirou seu casaco e continuou arrastando o homem para a única saida possível que encontrou. As chamas como já sabia, estavam rodeando os dois e ficando cada vez mais altas. No entanto, ainda era possível passar a passos rápidos, o problema era que carregava um corpo consigo. Teo tinha sua velocidade reduzida, por tanto, tentou passar pelas labaredas num rápido movimento como podia mas não saiu sem injúrias, dando brechas para ser queimado em sua perna destra onde tentou estapear para apagar o fogo, com sucesso.

Sentia o calor repousando sobre sua coxa, mas fora embora tão logo que a adrenalina o fez esquecer disso. Se atirando pela janela, tentou trazer o corpo junto de si mas não conseguira dessa vez. O homem havia ficado lá dentro, e atravessando o vidro fazendo-o explodir seu característico som para fora, encontrou seu superior preocupado. Ele percebia Teo cair no chão ofegante, enquanto lá dentro as chamas tomavam o restante do estabelecimento, deixando muita fumaça negra escorrer por entre a abertura que fez como fuga.

O agente ainda de pé, percebeu o corpo ali dentro e puxou-o pela gola tentando retirá-lo. Suas pernas estavam queimadas, o cinza denunciava isso sem sombra alguma de duvidas. - Espero que esteja vivo ainda... - Falou friamente para Teo, embora não tentasse parecer lançar-lhe desprezo ou algo assim. - Tenho outra missão para você, não se acostume com o ócio e vamos sair logo daqui antes que piore. - Disse arrastando o homem pela gola na canhota, e Teo na destra. Ambos deixavam sua marca no umido gramado, enquanto o cenário atrás deles ardia em chamas. - Missão cumprida eu acho... Sua nova missão; Encontre a agente que deixou ser sequestrada. Passarinhos me disseram que um navio embarcou para a reverse mountain, e que há outro esperando você por lá. -



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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyTer 20 Ago 2019, 13:28



Missão Cumprida




Finalmente tudo havia acabado. Infelizmente não tinha forças o suficiente para escapar junto com aquele homem, mas felizmente Aaron aparecia para se certificar de trazê-lo para fora, além de trazer noticias sobre Lizandra. Eu estava cansado, ofegante, ferido, e triste... Mas deveria deixar isso tudo de lado para ir à busca de minha companheira. Perder tempo aqui não era a melhor das opções.

Antes que eu tentasse me levantar, Aaron me puxava em direção ao que eu acreditava ser a embarcação que me levaria em direção a Lizandra. O que ele fazia em seguida aliviava levemente a tensão que estava em minha cabeça, pois ela era ligeiramente cômica. Ele levava ambos eu e o criminoso, nos puxando no chão e fazendo uma marca de nossa trajetória.  “De todas as formas que ele poderia me levar, ele escolhe me levar como se eu fosse uma bolsa... Eu deveria estar ofendido, não...?” – Eu pensava dando um leve suspiro.

Não havia muito a ser feito perante aquela situação. Eu deveria tomar o tempo em que estava débil e descansar o mínimo que fosse. É claro que se Aaron me largasse em algum momento eu iria continuar andando. “Lembro-me de ter comprado uma quantidade boa de vários remédios aleatórios aqui, será que algum deles tem alguma coisa pra me dar um pouco a mais de energia, ou aliviar a minha queimadura?” – Me perguntava enquanto vasculhava minha bolsa, procurando por algo que pudesse me ajudar.

De qualquer forma, seria levado ou seguiria Aaron sem hesitar, sentia que as coisas ficariam mais serias de agora em diante, afinal estavamos indo para a Grand Line. “Santo Arcanjo, o que há na Grand Line? Será que aqueles tais piratas existem com mais frequência lá...?” Eu me perguntava. Até agora, eu nunca tinha visto um pirata ao vivo em cores. É claro, já tinha ouvido falar de tais criminosos, já que estávamos no que era conhecida como a “Grande Era dos Piratas”, mas devido aos meus estudos intensos dentro da academia de Las Camp, nunca tive a oportunidade de ver um pirata ao vivo e em cores. Mas não é como se eu estivesse muito animado em ver um, afinal, todos os criminosos que eu já vi até agora, tentaram me matar de alguma forma.  “Esse trabalho de agente do governo não é nenhum pouco fácil...” – Pensava – “E por isso que eu preciso ser muito mais forte do que estou neste momento...” – Apenas pensar no fato de que poderia ter morrido em qualquer uma das chances que tive de enfrentar os criminosos que enfrentei, me dava um medonho calafrio.

Eu gostaria de não ter que fazer minha entrada na tal Grand Line com memórias ruins, mas isso era impossível. Graças a falha estratégica que fiz, eu precisava apontar os meus erros nessa missão e procurar refletir mais sobre minhas escolhas, e faria isso enquanto um futuro provavelmente tenso me esperava.
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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyQua 11 Set 2019, 17:46


~ NARRAÇÃO ~ Sakuma Teo ~


O encerramento de uma tarefa mal havia sido finalizada e uma segunda surgiu, esta que é em relação ao resgate da agente do governo chamada Lizandra Van Lierde. Se bem que é mais do que uma missão tal tarefa, pois Lizandra é um caso especial para o agente Teo, uma companheira que não poderia ser deixada nas mãos inimigas... Prosseguindo com sua cena de ser carregado como um saco de batatas, chegou em um ponto em que o próprio Aaron ficou exausto, olhou para trás e concluiu que já havia andado o suficiente carregando o agente, então parou embaixo de uma arvore soltando o caolho encostado na mesma. - É o bastante, já pode ir andando para a base de Ilusia daqui. Dois corpos é demais... - E depois de recuperar um pouco o folego apontou para a direção em que fica a base do governo, que já podia ser avistada por Sakuma de onde estava. - Deixe o relatório por minha parte. Depois de ficar melhor vá ao lado Leste da ilha onde o seu barco deve estar esperando. É um da marinha que também tem outro agente do governo que vai auxilia-lo em sua missão. Ah! Não conte nada aos marinheiros, mantenha em confidencial todas as informações. - Prosseguiu falando o agente Aaron que retornava sua caminhada agora em direção ao quartel. E enquanto tudo era dito o caolho vasculhava sua bolsa em busca de algo para aliviar as dores providas das queimaduras em suas pernas. Se olhasse melhor o ferimento com seu conhecimento médico iria constar que é uma queimadura superficial de segundo grau. Indo para qualquer outro lugar nada demais ocorreria, mas ao ir para leste logo seria avistado por ele a embarcação mencionada, em cores branco e azul com alguns marujos carregando algumas mercadorias pela rampa que dava acesso ao barco.    

                     
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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyQui 12 Set 2019, 17:06



Tratamento





Depois de um tempo nos carregando, Aaron finalmente se cansava de ter que carregar a mim, e me largava. Não me incomodava o fato dele não me carregar mais, já que apesar de cansado, a sensação ardente de ter me queimado ainda me incomodava. O Agente então me dava orientação sobre onde ir e o que fazer para a minha próxima missão. Enquanto ele o fazia, eu procurava entre os remédios diversos que me foram dados, alguma pomada pra queimaduras. Se não encontrasse nada, abriria um dos frascos de morfina, e consumiria uma ou duas pílulas, para amenizar o sentimento desconfortável causado pelas queimaduras.

Por fim, agora que estava sozinho, decidia tirar a parte da calça que estava sobre a queimadura, com calma pois queria evitar qualquer dor desnecessária. Ao detectar uma queimadura de segundo grau superficial, não pude deixar de fazer uma leve expressão de aflição. “Maldito criminoso... Ao menos agora ele será punido...” Era o que eu pensava. Vasculhava esperançoso, dentro de minha bolsa alguma pomada entre os remédios que aleatoriamente foram selecionados pela farmacêutica mais cedo, e se achasse, já sabia o que faria. Precisava inicialmente lavar a queimadura com água corrente. Provavelmente conseguiria fazer isso no QG, antes de seguir para o barco como Aaron pedira. Caso não houvesse nenhuma pomada em minha bolsa, teria que comprar uma em algum lugar. E então me dirigiria ao quartel general, buscando pelas ruas alguma farmácia que pudesse suprir minhas necessidades. Se encontrasse, entraria e diria com certa pressa – Saudações. Gostaria de uma pomada cicatrizante e antimicrobiana por gentileza.– Entregue os produto, pagaria a quantia equivalente ao preço das mesmas, e então continuaria o meu caminho para o quartel.

Já dentro do QG, me dirigiria para a parte dos quartos, procurando por um quarto com banheiro, de preferência algum que houvesse um chuveiro, e é claro, que estivesse desocupado. Não hesitaria em procurar em vários locais se fosse necessário. Encontrando tal local, trancaria a porta para evitar visitas indesejadas, e achando algo para me secar depois, me despiria. Deixaria minhas roupas de canto, e tudo que me seria necessário para tratar as feridas em cima das minhas roupas. Quando terminasse, secaria meu corpo, e a área da queimadura com gentileza, e assim que acabasse isso, aplicaria sutilmente a pomada, enrolando tudo com bandagens do kit que tinha comprado anteriormente. Após isso, tomaria um tempo para secar o meu cabelo, e então me dirigiria para o leste da ilha, a procura do barco cujo Aaron tinha me ordenado a ir. Se em algum determinado momento fosse parado/interrompido, escutaria o que a pessoa tinha para me dizer.
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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptySab 14 Set 2019, 15:03


~ NARRAÇÃO ~ Sakuma Teo ~

Depois de ser deixado por conta própria embaixo de uma arvore, o agente Sakuma que já estava ciente da gravidade de sua queimadura decidiu fazer algo a respeito de tal problema. Abriu um frasco de morfina e tomou algumas pílulas aliviando em parte tudo que estava sentindo, e de calça rasgada seguiu primeiramente para o quartel pois pretendia resolver o problema de seu ferimento antes de dar continuidade em sua jornada. Com os olhos procurou em sua caminhada por alguma loja onde pudesse comprar medicamentos, achando assim um pequeno estabelecimento de nome em sua placa de entrada escrito "Drogaria da Josefina". Lá dentro uma senhora de estatura baixa e com óculos de lentes enormes o atendeu. - Um-uma Po-pomada cicatrizante? É pra já! - E depois de dizer tais palavras foi pegar o item para depois entregar enrolado em um papel para o agente, que pagou no notal setenta mil e prosseguiu andando para o quartel. Sem perder tempo assim que chegou foi procurar um chuveiro desocupado, e não teve problemas para achar já que praticamente todos estão vagos, pois os soldados estavam no patio treinando naquele momento. Fez os tratamentos que podia depois de limpar o ferimento e mais uma vez voltou a por os pés na estrada. Mas quando estava saindo das imediações da base foi parado por um soldado de sacola em mãos. - Alto lá! Seria você o agente Sakuma Teo? Me mandaram entregar essas roupas e armas para você. O agente Aaron deixa a seguinte mensagem "Um Agente Graduado não fica andando todo mal trapilho por aí ou vai manchar a imagem do governo". E foi isso. - Ergueu os itens que incluíam um novo chicote e chapéu no aguardo de serem pegos pelo rapaz que depois de saudá-lo se retirava. Quando voltasse seu rumo para o barco como almejado, lá irá encontrar os marujos carregando alguns suprimentos para dentro da embarcação, mas o que mais poderia chamar sua atenção é uma jovem sentada de pernas cruzadas na lateral do barco encarando o mar. De roupas pretas, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], tinha em mãos o que aparentava ser um baralho de cartas na qual ficava mexendo.    

                     
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MensagemAssunto: Re: Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro   Teo & Lizandra • Juventude, Força e Futuro - Página 4 EmptyTer 17 Set 2019, 18:34



À Bordo



Pra ser honesto, quando saía do QG e era parado por um soldado, eu estava esperando alguma noticia ruim. Quando ele terminou de falar, entretanto, não pude segurar um sorriso de canto de boca, junto de uma leve exalada de ar... Aaron era meio estúpido, mas fazia algumas coisas, de certa forma, bem engraçadas... Quando o soldado me entregava a sacola com os itens, eu fazia um leve gesto de agradecimento sem falar nada, talvez estando um pouco envergonhado com o que este acabara de me falar.

Quando chegava à posição do barco, via vários marinheiros atarefados e mais ao canto uma moça com o cabelo arrumado em um estilo bem peculiar. "Talvez seja o fato de eu nunca ter saído da academia de Las Camp por um bom tempo... Mas nunca vi alguém com esse penteado..." Eu pensaria enquanto analisaria sua expressão facial e corporal para identificar algum tipo de emoção ou sentimento peculiar, apenas por pura curiosidade. Me aproximaria lentamente, mas sem qualquer discrição, para que a mesma reconhecesse minha presença através do som de meus passos. Ao chegar próximo o suficiente, faria uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para a mesma, e então diria: – Com licença... Sou o agente Sakuma Teo, vim aqui por ordens do agente Aaron... – Olharia então suas roupas para identificar se esta era a agente que me ajudaria em minha missão. Talvez a moça não soubesse a relação que eu tinha com Lizandra, então faria o possível para omitir este fato – ...Acredito que é a senhorita quem irá me acompanhar, correto? – Perguntaria somente para confirmar que não falava com a pessoa errada. Se ela falasse algo, escutaria pacientemente. Estaria pronto para responder qualquer coisa que a moça a minha frente viesse a perguntar.

Se houvesse um silêncio após minha apresentação, ou se a conversa fosse breve, me retiraria da presença daquela dama, dizendo: – Bom... Espero que possamos nos dar bem... Com licença. – e procuraria um local fechado, como um quarto ou algo do tipo, para que pudesse trocar o terno rasgado e queimado que estava usando, terminando a troca de roupas colocando o chapéu em minha cabeça, ajeitando seu ângulo para que cobrisse os meus olhos parcialmente. Terminado a troca de roupa, procuraria o capitão/comandante do navio, para que pudesse obter informações. Queria saber para onde ia este barco, e quem exatamente estaríamos enfrentando.
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