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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A primeira paródia

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptySab 23 Mar 2019, 00:51



Escuridão.


Nossa existência não é mais que um curto circuito de luz entre duas eternidades de escuridão..

Acharia um pouco estranho o quão silencioso era aquele palhaço, parecia estar no local errado ou melhor pintado errado, mas também não o julgaria. “HAHAH Que cara doido, ironicamente eu também sou.” Enquanto caminharia rumo a missão batia uma sensação estranha, quanto mais eu me afastava, mas eu sentiria que estava no caminho errado. Enquanto sentia meu coração bater um pouco mais rápido a cada passo, tentaria não demonstrar isso de jeito nenhum, sempre colocaria um sorriso no rosto, passando sempre um ar de confiança. Então ao olhar todo aquele caos as únicas palavras que saiam da minha boca era. “- É meu amigo, o trabalho é sagrado, então não toque!!!” Mesmo com uma imensa vontade de ir embora tinha que ficar, o que me deixava um pouco frustrado, mas não demonstraria isso de jeito nenhum. Enquanto também olharia todo aquele cenário um enorme caos. “- Meu Deus protegei-me de meus amigos! Dos meus inimigos eu me encarregarei.” Falaria ao tom de uma piada, escondendo um pouco o meu real sentimento naquele momento.

“- Ah sim a morte é sempre cruel, mas ao mesmo tempo curiosa não acha?” Aquele corpo caído no chão, aquelas vestígio de sangue tudo chamaria minha atenção. Enquanto iria analisando a cena do crime, me sentia em um jogo contra uma espécie de Serial Killer. “Mais um corte na garganta, hora, hora, será que temos um Jack Estripador por aqui, ainda bem que não sou meretriz.” Bom me escondia com o barulho, mas aparentemente era apenas o B3 então a primeira coisa que vinha na minha cabeça dentro daquele armário era. “Vai assustar a senhora sua mãe.” Ao me sentir sozinho, meu coração acelerava um pouco, todos haviam sumido, parecia até uma brincadeira de pic esconde. “- Ei estou aqui !!!” Sentia o gosto amargo da solidão, coçaria um pouco a cabeça e olharia para ambos os lados. Então leria atenciosamente o bilhete que haviam deixado próximo a mim. “- Se eu tivesse a chance de desaparece??? Tipo um truque de mágica???” Aquilo tudo estava muito estranho na minha cabeça. Havia mechas de cabelo, eu pensaria comigo mesmo. “Caramba isso tudo é muito estranho.” Aquele pequeno feixe de luz sobre uma única cadeira.

“- Bom eu gosto do escuro!!! Combina com minhas roupas haha” Diria para mim mesmo, sinceramente eu não sabia como me portar em uma missão, então eu olharia para aquela cadeira, e jogaria na sequência aquelas mechas de cabelo em cima dela. “- Bom talvez aí seja o seu lugar.” Apesar da situação em que me encontrava tinha o pensamento positivo e pensaria comigo mesmo. “Vai da tudo certo, tirando a parte do dinheiro pelo visto.” Andaria um pouco em círculos em volta da cadeira, não muito, no máximo duas voltas e com passos bem lentos. “O que eu devo fazer?” Ainda nos passos que estaria dando, manteria meus olhos o mais atento possível, para não ser pego de surpresa. “Bom é melhor eu ficar esperto, pois alguém parecia estar escondendo alguma coisa. É mais tem que ser assim né, senão iria perder toda a graça.” Colocaria um sorriso enquanto pararia de andar e tentaria ligar um pouco as coisas. “Bom ele olhava para a esquerda, para a outra cadeira. Ambos tiveram suas gargantas rasgadas. É proteger meu pescoço ou cairá ao fundo do poço.” Colocaria levemente minha mão a parte em que ambos haviam sido golpeados. “Bom com o alistamento simples do jeito que foi, é bem fácil para qualquer um se infiltrar no exército.” Mas o que me incomodaria não era isso, era o porquê. “Estou lidando com um espião ou simplesmente um assassino que mata por prazer.”

Pararia um pouco e sorria, pensaria que era hora de arriscar, apostar na sorte. Então com um sorriso confiante eu sentaria na cadeira enquanto manteria minha cabeça firme para frente. Movimentaria apenas meus olhos de um lado para outro. Tinha definido que se o inimigo estivesse ali não teria nenhum remorso. “-Ei amigo da garganta cortada me diga uma coisa, doeu muito? Foi? Hahahhahahah” Estaria pronto para me esquivar em caso de necessidade, pulando da cadeira de forma rápida e me mantendo em posição de combate. Mas enquanto estivesse sentando ali então falaria algumas coisas. “- O que motiva a morte, matar!!!” Falaria em um tom animado. “- Bom vai me matar também? Hahahahaha Só pode ser piada.” No caso de eu ouvir passos vindo na minha direção pelas costas então faria uma cambalhota para frente e me levantaria, ficando de frente para onde os passos estavam vindo. “-Tarammmmm!!!” Diria como se tivesse feito algum truque. Estaria atento a qualquer barulho.

Yagami Silver:
 
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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyTer 26 Mar 2019, 04:55



A Primeira Paródia

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A solidão tomava aquele local por completo, mesmo para alguém aquecedor de corações como Silver. Ainda que seu sorriso fosse presente, a tristeza daquele local era esmagadoramente predominante. O Cinza e o vermelho reinavam o local, juntos de seu maior aliado, o silêncio. Falou sozinho por alguns instantes sentado à cadeira, mas nada aconteceu. Por um instante, sentiu um arrepio ainda maior assolar sua espinha quando ouviu o ruído de passos vindo por trás de si.

Preparado como estava, passou por cima da mesa com uma cambalhota e certamente teria se esquivado de qualquer outro golpe, mas não desse. Olhou para frente, e mal pode ver o que o atingiu. Bem, na verdade, nada o atingiu. Não havia absolutamente nada. Apenas o vazio. E não poderia ter certeza se estava preparado para este vazio, afinal, agora até mesmo os corpos haviam sumido. Só restava o sangue. -Tarammmmm!!!- Era a única voz viva daquele lugar. Minutos se passaram, e apenas o vento batendo do lado de fora da janela era ouvido. Talvez não fosse vento, talvez. Mas com toda a certeza do mundo, não conseguiria dizer. Os múrmurios do minuano ainda assim eram ouvidos, acreditasse ele ou não. Bastava agora decidir o que fazer, já que ficar ali provavelmente não resultaria em mais nada.

Dado seu atraso, a porta batia forte e incessantemente. E só havia aquela saída. - PAGUEM O ALUGUEL! - Gritava um homem do lado de fora, quebrando totalmente o clima tenso e tornando-o algo mais cotidiano e aliviador.

Spoiler:
 




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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyQua 27 Mar 2019, 21:41



Pobre.


Uma vez conheci um homem tão pobre, mas tão pobre que a única coisa que ele tinha era dinheiro..

Sentia como se algo estivesse vindo pelas minhas costas, parecia que estava num filme de terror e era apenas mais uma vítima burra. Sim, era o sentimento que eu tinha naquele momento, cometendo os mesmos erros que elas. “Caramba estou perdido e abandonado.” Enquanto eu era acertado pelo vazio, parecia que eu estava enlouquecendo, sim, é como dizem não há inimigo pior que nós mesmo. “Será que estou enlouquecendo?” Aquele talvez pequeno momento em que estava sozinho, muitas coisas passavam pela minha cabeça e eu não fazia ideia de quanto tempo estava ali dentro, se era minuto ou horas. “- O que levamos no peito ninguém sabe. Às vezes é difícil sustentar um sorriso no rosto enquanto sentimos o mundo todo desabar dentro de nós. Um sorriso as vezes pode enganar muitas pessoas ou até eu mesmo, mas no fundo ..... eu choro .... e ninguém vê.” Começaria a andar pelo local tentando sair dali, com muito cuidado e mantendo meus olhos sempre aberto. Até que eu podia ouvir a voz de um homem, vindo da direção da saída, aquilo para mim era um alivio. “Até que fim alguém, pois, já não aguentava mais.” Então continuaria caminhando até o desconhecido com um sorriso no rosto, uma expressão confiante. “Vou ter que mandar um sambarilove aqui.” pensava enquanto iria dando meus passos.

“- Repete isso ai, volta a fita, que não estou entendendo é nada dessa ideia de Jericó.” Diria ao homem, pois na minha mente eu estaria pensando, mas que porra de aluguel. “Vim de longe pra cacete, não me oferecem nem uma pipoquinha, ainda querem que eu pague aluguel.” Se repetisse para eu pagar o aluguel ou não dissesse mais nada, apenas diria para mim mesmo. “- Eu to tiltado cara!!!” Daria um pequeno sorriso, então completaria. “- Meu bom, estou tão pobre, mas tão pobre que um mendigo me pediu esmola, então lhe contei minha situação ele me abraçou e foi ele que me deu a esmola.” Enquanto dizia isso já manteria minha atenção redobrada, sempre atento a cada detalhe, pois também estava curioso para saber quem era aquele homem e que aluguel era esse, o principal motivo de eu caminhar até ele, pois minha curiosidade era tão grande que eu não podia deixar passar. “- Bom eu nem sei que lugar é esse, para lhe falar a real, estou perdido, que aluguel é esse que você cobra?” Diria a misteriosa pessoa que estava ali na porta. Contudo continuaria caminhando até a saída, com os olhos ficariam ainda mais focado, pois queria ver seu rosto, ou algum detalhe importante que poderia me ligar a alguma coisa. “Não sei o que um Revolucionário faria nessa situação, mas eu quero dar no pé jacaré.”  

Caso chegasse até a porta e não me deixasse passar, então perguntaria quanto era o aluguel, pois eu procuraria sempre o jeito mais fácil para resolver as coisas. Se fosse uma quantia que eu tinha então pagaria. Mas sendo um valor completamente absurdo, primeiro daria um sorriso então falaria. “- Olha tem prato para lavar.” Daria uma risada e depois então voltaria a falar. “- Sério cara, você está me confundido com a pessoa errada, eu não aluguei nada, não tenho dinheiro, como a gente vai resolver essa parada?” Aguardaria resposta no mesmo já me preparando uma possível esquiva, no caso do mesmo me atacar com ferocidade. Eu sempre procuraria o jeito mais rápido e simples para sair da situação, não sabia o que fazer, estava perdido. “Legal, num salão escuro, sozinho, ainda sendo cobrado algo que não tenho.... dinheiro.” Bom ali parecia ser a única saída o que era um problema muito grande para mim, pois senão tivesse outro jeito, teria que entrar em um combate o que eu não queria muito, normalmente luto com ferocidade, mas me sentia em desvantagem. Até porque na minha mente esse cara poderia não estar sozinho, pois as coisas estavam muito estranha.

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyQui 28 Mar 2019, 22:16



A Primeira Paródia

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Yagami abria a porta para ver quem estava batendo na mesma, e o que seus olhos observavam, era assustador. Contemplavam um homem gordo de terno preto, bigode grosso e óculos. Isso mesmo, eles contemplavam algo comum e bem cotidiano, a realidade. - Hora essa, como assim não está entendendo nada? Dinheiro, eu quero dinheiro! - O homem ouviu o que o chutador tinha a dizer e cortou sua expressão seria. - O-Quê? TEHAHAHAHA - O gordo colocava ambas as mãos na barriga e mirava a cabeça para os céus, de olhos fechados enquanto ria. - Vocês alugaram meu armázem, hah, disseram que precisavam guardar mercadorias. Aliás, onde estão os outros funcionários de transporte? - Disse em tom de dúvida inclinando sua cabeça para o lado para tentar ver o que tinha por detrás da porta, mas sem sucesso.

Foi então que segundos depois apareceu Brix, tomando as rédeas da situação - Olha, o barril está aqui Sr.Aluguel - Pegou um pequeno bolo de verdinhas e deu-lhe na mão - Vinte mil por semana, não é? Pegue e vá em paz. - Usou suas mãos para fazer o homem dar a volta e redirecioná-lo para longe da cena do crime que ele sequer imaginava existir. Aquele homem aparentemente não tinha nada de muito especial, não parecia suspeito para os olhos de Silver. Não tardou e o encarregado virou-se para seu soldado com uma expressão de surpresa - B3 está lá dentro? - Abriu a porta discretamente e adentrou, dando uma breve olhada e retornando - É, não precisa me responder essa pergunta. Diga-me, como ainda está aqui? - Daria alguns segundos para responder enquanto cruzava seus braços e batia o pé direito, ansioso - Vamos voltar e discutir isso melhor num lugar seguro. - Diria assim que terminasse de ouvir, retomando o caminho para o local que estavam antes.

Lá dentro, de cara Yagami poderia notar que nem B1 nem B2 estavam presentes, apenas alguns outros soldados dos quais não conhecia. Um passando gelo na cabeça ensanguentada, outro deitado aparentemente sofrendo dores entre alguns outros incapacitados também. Poderia dizer, com toda certeza que o que fosse aquilo, estava dando uma surra nos revolucionários. Uma surra não, um massacre unilateral. Um Show. - Esses soldados foram encaminhados pra cá depois que o armázem foi invadido, são sobreviventes. Espero que não se importe de ouvir gemidos HAHAHAHA - Baixou seu tom logo depois de notar a piada infame, tossindo forçadamente para disfarçar. - Então, me conte o que viu por lá. E, uma coisa, você encontrou o B1 e o B2 por aí? Eles disseram que iam comprar comida ou algo assim. - Sentou-se e deu-lhe lugar à mesa também para conversar.

Independente do relatório, depois de alguns minutos ouviriam um estrondo vindo da porta e passos rápidos. Era um soldado correndo, até que animado, mas não exatamente feliz. - Brix!!! Eu vi B1 e B2 discutindo com o B3 atrás do armázem, parecia que os dois estavam levando ele! - Seu superior batia na mesa com a palma então, impaciente - Então por que não fez nada?! Agora já devem ter sumido na cidade de novo. - Colocou a palma de sua mão na frente do rosto simbolizando sua frustração. - Traídores, sério? Eles estão conosco há tanto tempo... Não posso, não consigo... - O soldado perdia totalmente seu semblante alegre, se recusava a rir de novo. - E agora os perdemos de vista, dúvido que irão voltar aqui, eu confiava neles e no fim de nada valeu, é claro que existem outros entre nós e você falou tudo em voz alta. - Bufava de raiva, ainda que se contendo para não descontar no soldado que relatou os traídores em voz alta.



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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyQui 30 Maio 2019, 21:47



Continuando a Missão, Descobertas?


Meus olhos mal acreditavam no que estava olhando, pois na minha frente tinha nada menos que um inalador de fumaça de churrasco. Yagami não estava entendendo nada, as coisas eram muito estranhas para mim, então responderia. “– Olha Senhor aluguel eu não tenho barriga.” Faria uma pausa e pensaria comigo mesmo. “Pior que não tenho mesmo, sou magro pra caramba” Colocaria um pequeno sorriso no rosto, sim, referente a um pequeno trocadilho que passaria pela minha cabeça. Enquanto observaria Brix, tomando conta de toda aquela situação. “De onde esse cara veio, poxa vida, agradeço, mas vai assustar a Senhora sua mãe.” O líder queria um relatório que eu nem sabia como passar, pois não tinha era entendido nada, mas uma coisa eu estava certo, se isso vai acertar as coisas de maneira mais fácil, é o caminho que vou tomar, pois sempre procuro a facilidade para resolver as coisas. “– Que isso, não me importo não, só passa a vaselina antes HUAHUAHUAHUAHUA” Não podia perder essa piada, mesmo que me custasse muito caro, mas em todo caso achei maneira. O foco principal era passar as informações coletadas e ver se também descobria algo, porém também queria muito entender o que aconteceu, mas não queria me esforçar nem um pouco para isso. “Não sou preguiçoso, quero apenas facilidade.”

“– Brix, nós chegamos ao galpão então começamos a procurar pistas, então havia um corpo de soldado morto, foi quando ouvimos um barulho e combinamos de verificar, foi quando todo mundo sumiu, até o corpo do soldado morto e foi deixado apenas uma carta a qual estava escrito em vermelho. “E se você tivesse a chance de desaparecer hoje, sem deixar qualquer vestígio?” Dentro de uma sala escura com uma cadeira de madeira.” Se eu estivesse com a carta entregaria para o mesmo, após meu pequeno relatório ouviria o que o líder tinha a dizer, sinceramente em minha cabeça isso era uma coisa muito doida .... mas me deixaria curioso para saber onde tudo isso vai levar, olhava aqueles soldados diferentes e isso meio que despertava outras curiosidades, então tentaria me comunicar com eles. “– Ei, sou Yagami Silver, vocês não estão muito bem, sabe informar o que atacou vocês? Ou foram atacados da sombra?” Aguardaria a resposta dos dois, pois precisava reunir um pouco de informações e matar a curiosidade, eu não estava conseguindo coletar muitas informações, talvez ainda estivesse um pouco perdido nessa parada de ser revolucionário.

Ouvia um pouco da conversa e começava a achar as coisas muito estranhas envolvendo essas caras bananas de pijamas triplo, B1, B2 e B3. Observava a raiva do superior e parecia que a missão mudava de rumo então, me colocaria a disposição mostrando pro atividade. “– Senhor, me coloco a disposição para tentar encontra-los, tentar traze-los ou ver o que descubro.” Sabia que não era o momento, mas eu soltaria uma piada um pouco ácida. “– Só não sei se irei traze-los vivos.” Colocaria um sorriso sarcástico no rosto. Não era um amante do combate, mas quando entrava em um, sempre faria o meu máximo para ganhar, tenho meu próprio senso de justiça e faço os meus próprios julgamentos e no momento até que as coisas estejam explicadas eu os julgo culpados. Colocava firmeza nas minhas palavras enquanto já começaria a pensar onde deveria começar a procurar essa comédia. Sendo aprovado para continuar a missão só que agora com rumo diferente, pensaria comigo mesmo. “Bom será que vou embarcar sozinho nessa?”


Yagami Silver:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyTer 04 Jun 2019, 16:20



A Primeira Paródia

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Brix sorria de canto ao ouvir a piada do seu soldado, não dando tanta bola para a indiscrição num momento tenso. Sentado ali, ele ouvia com atenção cruzando seus braços depois de garantir que ninguém mais os ouvia na sala. - Pera, sumiu? Tão rápido assim? Qual o sentido disso. Quem é que consegue carregar três, quatro pessoas tão rápido? - Apanhou as cartas e começou a ligar os pontos. Vendo a foto, grunhiu de dúvida por alguns segundos e franziu a testa durante seu pensamento - Isso parece mesmo a cara do B1. Ele gosta de fotos e frases de efeito mas... Eu não sei. Isso é bem estranho, por que ele deixaria tão na cara assim? - Durante o intervalo de leitura, os soldados respondiam Yagami falando muito vagamente sobre o que haviam visto. A maioria não conseguiu perceber nada, enquanto alguns, falavam apenas de um vulto levemente vermelho. O superior apoiou as mãos na mesa. A cadeira rangeu para trás, e seu corpo se ergueu - É melhor irmos ver isso imediatamente. O rastro ainda deve estar pegando fogo, vou com você. -

Já estava se encaminhando até a porta quando virou para trás - Ah, já ia me esquecendo. - Esticou o braço gentilmente pegando seu terno e caminhou até a porta. - Temos que retornar pro armázem e pegar esses patifes - Indubitavelmente Yagami fora junto e não tardou para alcançarem o mesmo lugar. Com aquela paisagem de abandono, o vento uivava de forma sinistra e o céu se fechava num escuro véu de nuvens cinzentas. Batidas tamborilavam lá em cima, sinalizando trovões. - Circule o perímetro, eu vou entrar. Se não encontrar nada, entre também. - Optando por olhar aos arredores do local, não encontraria muito além de uma mecha de cabelo visívelmente similar à de B2 e uma faca ensanguentada atrás do armázem. Isso seria o evidente, mas será que seus olhos não estavam vendo tudo?




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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyTer 04 Jun 2019, 19:22



Continuando a Missão, Descobertas?


Bom tentaria por minha genialidade para funcionar um pouco, pensaria um pouco no caso como um todo até agora. “Foi muito descuidado do Exercito Revolucionário deixar que espiões entre. A dúvida é eles eram espiões ou se venderam a há algo tipo Governo Mundial” As conversas era sobre um rastro vermelho o que me deixaria um pouco com a pulga atrás da orelha, pois em minha mente esse assassino me traria muitos problemas o que também me deixaria muito curioso. “– Bonito terno.” Diria a um tom um pouco debochado, enquanto acompanhava o líder eu observaria as coisas ao meu redor com o intuito de não deixar passar nada batido. O som dos trovões, dentro daquele clima completamente estranho me deixaria um pouco acuado e mais alerta. “Um dia perfeito para alguém morrer. Só espero que não seja eu!” Meus olhos dobraria a atenção para tudo que fosse vermelho próximo de mim. “– Sim Senhor, era exatamente isso que eu iria fazer, circular o perímetro, eu adoro circular.”

Eu pegaria o cabelo similar ao B2 e depois chamaria alguém para não estragar a faca. “- EI TEM UMA EVIDÊNCIA AQUI!” Porém no caso de ouvir eu tentaria um jeito de pegar com cuidado para não estragar a prova para levar ao Brix ou melhor aos Revolucionários, se eu tivesse um saco plástico comigo para guarda a mesma é exatamente o que eu faria. Caso não apenas daria um jeito de levar com cuidado. “Aqui é CSI, parceiro.” Se o líder demorasse a voltar então eu iria atrás dele, só que antes de entrar eu verificaria se tinha alguma chave na porta para levar comigo, pois não queria ficar preso lá dentro de novo sem saber o que fazer, não tendo eu então apenas lamentaria e seguiria com meu plano. Que para um cara inteligente estava sendo bem burro, desde o momento que eu havia encontrado a faca. “Que tipo de pessoa vai investigar e fica gritando.” Então antes de colocar o pé dentro do galpão mediante a cagada que eu já havia feito daria mais uma investigada no local, para ver se não deixei nada passar ou se não havia chamado atenção. Furtividade não era o meu forte, mas faria o menor barulho possível, iria dando passos o mais calmo possível enquanto iria olhando as coisas. Varia uma busca geral embaixo de objetos, atrás de lugares, enquanto olhava para ver se não havia nenhum inimigo me olhando ou armando alguma coisa lá dentro.

Achando alguma coisa nova eu coletaria essa nova evidência, tendo certeza que não vi ninguém de estranho iria até o comandante da missão. Dentro do local eu tomaria muito cuidado e tentaria manter meus olhos focados para ver se encontro Brix. “Que nome difícil da porr*” Bom, mas não iria falar isso para ele, até poderia, mas para frente olhar nos olhos dele e falar. “Nomezinho feio hein!!” Encontrando o líder eu caminharia até ele e bem próximo eu falaria em um tom baixo. “– Ei!!! Encontrei essas coisas aqui e entregaria tudo para o mesmo, e você descobriu algo Senhor.” Ficaria ouvindo o mesmo atentamente toda essa situação era muito nova para mim, não sabia muito com me portar, mas me arrependia em partes, pois eu pensava em uma coisa. “Pelo visto não ficarei rico desse jeito, mas que droga.” Sendo encaminhado para segui-lo eu o acompanharia. “ – Acha que eles ainda estão por aqui, ou pretende voltar?” Tudo estava muito estranho até o momento e todo esse mistério me deixava curioso para saber até onde as coisas iriam parar.

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyQui 06 Jun 2019, 22:04



A Primeira Paródia

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Brix parecia deixar um pouco de lado a tensão do momento e sorria sutilmente ao ouvir Yagami falando que gostava de circular. Ele adentrou a porta e tudo se seguiu de uma forma casual, como se nada demais estivesse ocorrendo. Após encontrar as evidências, vasculhando um pouco mais a rua percebeu que haviam algumas rachaduras no solo e mais além, num arbutos, algo vermelho grudado no verde do mato. Pegando aquilo notaria que se tratava de mechas vermelhas de cabelo, e mais a fundo do arbusto havia uma foto deixando evidente uma mulher amarrada franzindo a testa de raiva, e ao lado fazendo despreocupado, um dos palhaços comendo um pote branco de lamen que cobria sua cara, impedindo a possibilidade de descobrir quem era.  

Entregando as evidências aos outros agentes e retornando ao armázem onde estava seu chefe, Light deparou-se com o mesmo cenário de outrora com exceção dos corpos, preenchido somente por sangue e folhas. Vendo Brix vasculhando o local e olhando com dúvida de um canto ao outro, tomou a iniciativa de conversar com ele e foi respondido - Essa mulher ruiva. Ela é uma amiga de infância do B1 e B2, e foi uma das primeiras pessoas a desaparecer. - Esboçando clara dúvida encarava a foto tentando buscar mais detalhes - Hmm faz algum sentido. Os três eram bem próximos, mas não imaginava que esses dois fariam algo do tipo até com ela. - Devolvendo a foto, preocupou-se mais em vasculhar o local de novo - Ainda não encontrei nada, e tem algo que tá me incomodando já há um tempo. - Se aproximou da cadeira que tinha em frente à uma estante encharda de sangue e puxou-a. - É estranho, você disse que eles sumiram, e pra fazer três pessoas sumir tão rápido demanda força, ou no minímo, uma ferramenta ou maquina. Isso, considerando que B1 e B2 não são tão fortes assim pra raptar três num instante. - Botou as mãos por baixo da mesa e empurrou-a para cima. Nada aconteceu, com exceção do baque e a madeira se revirando no chão. Então ele se virou - Bingo - Sorriu encarando uma pequena diferença no piso, notando que havia uma abertura ali.

Abriu o alçapão e estendeu a mão - Então, bora? Espero que tenha alguma lamparina ou coisa do tipo aí, tá escuro lá em baixo - Descendo, ambos teriam que andar pela escadaria negra escurecida ainda mais pela pouca luz que havia. Ao fim dela, perceberiam um grande salão iluminado miseravelmente por uma pequena abertura de janela no topo da parede. O que essa luz revelava, não era nada mais nada menos que B1, B2 e B3 brigando entre si, e uma cadeira de madeira com cordas soltas ao redor. - Vocês três. Sinceramente, não acredito que me enganaram assim. Eu confiava de verdade em vocês. Mas bem, se é assim... - Brix levantou os punhos e adquiriu uma instancia de luta ao perceber os corpos amarrados no fim da sala, revelando corpos de soldados sem vida. - ESPERA BRIX! Não fui eu, eles me trouxeram até aqui como refém, olha esses dois não me soltam - B1 e B2 de fato seguravam os braços de B3 em cada lado e retrucaram - É mentira! O desgraçado sequestrou todo mundo e fez uma chacina. - B2 agora falou - Estamos aqui pra... Bem, impedir ele. Não o levamos até a base por quê... - Encarou o teto e B1 tentou complementar - Queriamos ver com os próprios olhos as vitimas que ele pegou. - Trêmulo e gaguejando terminaram o duólogo - I-Isso! - Brix recuou um passo e abriu sua guarda com uma expressão de dúvida - Sei não, tu acreditas nisso? -


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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptySeg 10 Jun 2019, 20:45



Traidores


Havia muito sangue, ao meu ponto de vista, pois não estava acostumado com essas coisas, então enquanto o líder falava sobre uma mulher ruiva. “Casos de Família.” Enquanto ouvia atentamente o que Brix tinha a dizer eu iria raciocinando com ele e tentando aprender um pouco com o mesmo a ser um Revolucionário. “- De fato, o Senhor tem toda razão, seria muito difícil e eu teria percebido eles levando os corpos.” Quando ele achava o botão que abria um alçapão, eu já começava a pensar comigo mesmo que teria que ficar mais esperto com essas coisas. “Isso era algo que eu poderia ter encontrado.” Então enquanto descíamos as escadas, uma sensação de mistério passava pelo meu corpo, sentia um pequeno frio, que ao mesmo tempo alimentava a minha curiosidade então daria passos lentos sempre atrás do comandante. Ao chegarmos lá em baixo meus olhos até se arregalavam com o que eu podia observar, aquela sensação de curiosidade era sanada. “– Traidores!!!!”

Quando Brix levantava os punhos eu também já me colocaria em posição de luta, não era o que eu queria, mas estaria pronto para lutar com ferocidade. As coisas para mim ali eram muito confusas, pois ambos podiam estar dizendo a verdade, então eu era questionado pelo Major. “– Sendo honesto, não consigo acreditar neles, mas por via das dúvidas deveríamos levar os três, prende-los separados e interroga-los de maneira separadas.” Diria com um tom de voz confiante enquanto pegaria um doce e comeria. Deixaria um sorriso no rosto, enquanto diria. “– Amigões vocês são bobos é? Acha mesmo que pode trair o movimento só para agitar essa vidinha sem graça de vocês, nem o pessoal do governo é tão tosco assim.” Na minha mente já tinha que as coisas não seriam tão fáceis assim, então manteria minha posição de combate e deixava o Major decidi se era isso mesmo que a gente iria fazer. Tinha o meu próprio senso de justiça e para mim ambos eram culpados, pois mesmo que os dois sabiam eles traíram a confiança em não contar absolutamente nada.

Caso eu fosse atacado minha primeira reação seria esquivar, sendo um ataque vindo na altura do meu peito, sendo soco, chute ou arma pequena para cima eu me abaixaria já rondando o corpo e aplicando uma rasteira no meu adversário. Mas sendo um golpe da cintura para baixo eu pularia e daria uma joelhada no rosto do meu oponente. Sendo um golpe na altura do meu rosto eu desviaria o rosto me esquivando por segurança mas o foco principal era erguer o joelho rapidamente na altura do peito e aplicar um chute frontal no peito do adversário, com a perna que eu chutar, faria um movimento de impulso para baixo e com a outro eu colocaria com base para defender o rosto, nesse movimento eu o empurraria e logo na sequencia aplicaria outro frontal com a outra perna. Se eles ficassem parado esperando iria avançando lentamente com minha posição de luta, a perna esquerda na frente, direita um passo para trás e o pé da perna direita 45º curvado o corpo levemente inclinado e as duas mãos protegendo o rosto, analisaria cuidadosamente e assim que me aproximasse do meu adversário daria um Jab com minha mãe esquerda para distraí-lo enquanto ele defende o Jab, rapidamente aplicaria um chute costela.

Caso os oponentes estiverem com arma de fogo, tomaria mais cuidado e procuraria algum lugar para que eu possa usar de escudo e esperaria o melhor momento para atacar, sendo um possível recarregamento, não tendo nenhum subiria novamente lá para cima. Se desse certo o combate eu ajudaria o Brix a leva-los preso, caso não e eles ainda tivesse de pé eu apenas continuara atento em posição de luta. No caso de eu levar a pior no primeiro embate apenas diria. “ – É, isso foi só o aquecimento.” E voltaria em posição de combate.

Yagami Silver:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyQui 13 Jun 2019, 23:40



A Primeira Paródia

Post largado no trajeto do moonwalk.
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Conformados com o caos que o destino lhes forçara a abraçar, Brix e Yagami não acreditavam numa palavra sequer dos seus não mais companheiros, pelo visto. - E-Eu falo a verdade, nós não queremos lutar - B2 permanecia trêmulo e segurando o palhaço B3, enquanto que B1 mantinha quase a mesma postura, então ele começou a falar quando viu a aproximação do major e Yagami indo em sua direção - Espera, a gente pode provar, é sério! - Brix travou um passo e baixou uma mão - Desembucha, caramba. - Nesse momento um barulho ensurdecedor ruiu pelos ouvidos dos revolucionários. Se assemelhava a um quadro negro sendo riscado numa potência exponencialmente mais alta que o comum.

Os ouvidos de Brix começavam a sangrar tal como os do chutador, e por um momento se sentiam tontos não evitando baixar a cabeça e por as mãos no ouvido. Quando levantassem suas cabeças, se deparariam com posturas totalmente diferentes de B1 e B2. O ouvido dos dois sangrava, exceto o de B3, que continuava se debatendo para ser solto - ME SOLTA PORRA - e ele era solto. O terceiro saía correndo na escuridão por um caminho alternativo e agora ambos estavam calados e decididos a lutar.

Yagami tinha tido a iniciativa e apanhou a atenção do palhaço dando um jab por cima, conseguindo acertar um potente chute na costela com a distração. B2 cambaleava para o lado, assim como B1 que era acertado pelo major na cara. Ambos batiam um contra o outro e se machucavam ainda mais, com enfâse na cabeça pelo encontrão. Com uma expressão de tristeza, eles assumiam uma posição não saindo de perto um do outro. B2 e B1 levantavam os braços com o destro na frente ficando de lado para seus ex-colegas e encostando as costas um no outro.

Nesse momento, B1 avançou e acertou a face de Brix, e quase que ao mesmo tempo já se esgueirava por baixo B2 subindo com o punho na barriga do Major, derrubando-o. Ele ainda estava consciente, mas no chão. A dupla tinha de fato uma boa sinergia. Nenhuma expressão de alegria era dada ali, eles pareciam relutantes. Mas agora encaravam Yagami com Brix no chão, tentando se levantar. - Merda, se vocês tinham o benefício da dúvida antes, agora não tem mais. Vamos capturá-los como você disse, pode bater à vontade -


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MensagemAssunto: Re: A primeira paródia   A primeira paródia - Página 2 EmptyDom 16 Jun 2019, 23:04



O Canela de Aço


Meus ouvidos começavam a sangrar, eu não entendia nada do que estava acontecendo ali naquele exato momento. “– Caramba, mas que merda é essa!!” Colocaria minhas mãos em ambos os ouvidos, pois naquele momento o desespero tomaria conta de mim. “Que bruxaria é essa.” Toda aquela cena e essa confusão era muito sinistra. “– Droga um deles fugiu!!”  Era o que eu diria, sem conseguir fazer nenhuma reação para impedir B3 de sair correndo, única coisa que passaria pela minha cabeça era. “O jeito é ir atrás dele depois.”  Dávamos a iniciativa contra os dois e os maluco parecia que lutavam em dupla, com um sorriso no rosto, após eles golpearem o Major eu responderia ambos. “– Vocês vão dançar na batida do canela de aço!!!!!!”  Com isso me colocaria em posição de combate novamente, deixando as duas mãos em guarda de bloqueio, a frente do meu rosto, abaixaria levemente o rosto, olhando para frente, perna direita para trás com o pé virado 45º e o joelhos levemente inclinados. Apesar da brincadeira, eu sabia que essa luta seria bem difícil. “Eles já estão bem acostumados, fazer o meu melhor para acabar com eles. Já que derrubaram o Major.”

Tomaria cuidado com os movimentos dos meus adversários enquanto já perguntaria. “– Ei Major, ok?  Levante-se!!”  Meus movimentos eu nunca sairia da guarda, meu foco era mais a esquiva, porém ajudaria numa falha não levar golpes tão direto. Caso meu oponente tentasse um ataque sendo um soco sendo direção do meu peito ou cabeça, rapidamente faria um movimento erguendo meu joelho até altura do umbigo e na sequencia de maneira bem rápida esticaria a mesma aplicando um chute frontal, durante esse movimento com a pena que eu chutei eu abaixaria a mão para pegar impulso, com esse movimento fazendo meu chute ter mais impacto e a outra mão manteria na minha guarda para me defender de algum golpe que venha na minha direção. Assim que minha perna caísse no chão eu já tentaria um chute circular no outro oponente na direção da costela, caso ele esteja no sentindo contrario da perna que eu dei o frontal kick assim que minha perna caísse no chão, eu já iria colocar o pé, skip, para poder dá o chute potente com a outra perna. “– Que embasado em? A vida de um traidor é sempre tãooooo triste.”

Caso meu oponente tente um golpe, sendo chute ou soco na região da cintura para baixo, minha reação seria rápida perante ao movimento do corpo dele, usaria minha acrobacia e luta de rua. Sim, saltaria erguendo a perna esquerda que está na frente e com a perna de trás aproveitando o salto levaria meu joelho na cabeça do oponente, mesmo durando o salto manteria minhas mãos protegendo meu rosto sem sair da guarda de luta. Já cairia caso possível golpeando o outro(ou o mesmo caso o major esteja lutando com um.) Sendo o mesmo que eu acertei o joelho, já aproveitava a joelhada e avançaria para cima do oponente, enquanto meu braço está na guarda apenas faria um movimento levantando o mesmo para aplicar uma cotovelada no rosto do mesmo. Porém se eu tivesse que golpear o outro, assim que caísse do salto da joelhada, já aplicaria um chute cabeça do meu oponente, sem sair do lugar, logo voltaria minha perna para posição de combate inicial e observaria o cenário atual, para me preparar para um possível novo Round. “ – É isso ai, vamos nos divertir !!”

Caso desse errado, apenas me levantaria e limparia o sangue se eu tivesse algum e então colocaria um sorriso no rosto e faria uma piada comigo mesmo. “– Parece que eu errei tudo hahahahaha, assim é divertido.” Então voltaria a ficar em posição de luta para me preparar continuar o combate, porém não perderia o foco e a concentração do combate.

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