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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho

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ADM.Tidus
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Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptySeg 11 Fev 2019 - 21:22

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Misael Luz. A qual não possui narrador definido.


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MisaelLuz
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptySeg 18 Fev 2019 - 18:39



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Tsk, esse cara me assustou pra valer, não esperava por essa. Me levantaria, cuspiria o sangue no chão e passaria a mão sobre a boca para limpar o resto. Encararia-o enquanto levanto os punhos à frente do rosto e dou um passo com a perna esquerda para a frente, adquirindo uma pose de boxeador, e falaria: - Vocês agentes não são nada discretos não é mesmo? Não vai ser fácil derrubar esse cara, mas com certeza vai ser mais fácil de ficar com a maleta caso ele esteja inconsciente.

Caso ele não me desse tempo para isso e me atacasse antes de me levantar e recuperar, eu tentaria rolar para o lado para desviar dos ataques, se ele continuasse a atacar não me dando tempo nem espaço para me levantar eu aproveitaria que estou no chão e tentaria dar uma rasteira nele apoiando os braços no chão e chutar rapidamente com um movimento bem amplo a parte de trás dos pés dele continuando a empurrar a perna do ataque após o primeiro impacto até ele cair aproveitando do resultado para tentar me levantar. Caso ele não caísse tentaria acertar um soco no joelho do inimigo.

Se conseguisse me levantar avançaria então na direção dele me preparando para lidar com os ataques dele.

Caso ele jogasse o bastão na minha direção tentando me surpreender eu desviaria para o lado e avançaria contra ele, me aproveitando de minha velocidade para surpreendê-lo e tentar desferir um soco no estômago. Caso ele tentasse algum tipo de estocada eu impulsionaria meu corpo para o lado esquerdo, e com a mão direita tentaria prender o bastão enquanto lançaria um cruzado com a esquerda mirando no fígado logo abaixo da costela direita do oponente. Caso ele tentasse atingir minhas pernas eu pularia, mas dando impulso para a frente em vez de só para cima, me lançando contra o oponente tentando pousar com meu punho bem no seu estômago, desferindo um soco com toda a aceleração de meu braço e meu salto. Caso tentasse deferir um golpe na diagonal ou horizontal me aproveitaria da diferença de altura para me abaixar evitando o ataque e assim que o bastão passasse por mim, saltaria como uma mola lançando meu punho com toda a força que conseguisse na direção de seu estômago.

Aproveitaria alguma oportunidade que surgisse para capturar o bastão com um braço e atacar com o outro ou tentar remover o bastão do inimigo.

Continuaria tentando me esquivar dos ataques dele e contra-atacar até que percebesse que ele está com a guarda aberta, ou cansado ou surja a oportunidade de dar a volta nele para desferir um soco no fígado.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptyTer 19 Fev 2019 - 21:16





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 05






Misael cospe o excesso de sangue armazenado em sua boca para aliviar o gosto ruim que lá deixava. Ele tenta se levantar apoiando seus punhos no chão à sua frente encarando seu oponente, que prontamente o rebate - Você acha mesmo que vou facilitar, garoto? - indagava o agente que tinha a missão de impedir que Misael se aproximasse da maleta de metal.

Prontamente, o homem de terno tenta chutar o rosto de Misael enquanto esse ainda estava no chão com o peito de seu pé. Mas o garoto estava atento, além de aproveitar o anúncio do golpe feito pelo seu adversário, e executa um rolamento lateral e é o suficiente para se livrar do chute e se apoiar no chão para se colocar de pé, ainda que um tanto encurvado por ter acabado de erguer-se.

Apesar de um sorriso quase que orgulhoso brotar do rosto do agente conforme Misael se levantava para contra-atacar, a velocidade que o garoto possuía faz com que ele mudasse rapidamente de feição demonstrando surpresa com os olhos esbugalhados. O grandalhão de cabeça raspada até tentou golpear o ruivo com um ataque de seu bastão na diagonal - Han? Não pode ser! - mas ele se abaixava atingindo o seu nível máximo de aceleração em poucos instantes e saltava para pegar impulso posteriormente e golpear o estômago do agente fazendo com que ele recuasse dois passos para trás e se curvasse expelindo o ar - Uuuuuuuuugh!

Misael tenta aproveitar a oportunidade vendo que seu oponente está cambaleando para trás um tanto quanto atordoado e tenta segurar o seu bastão para removê-lo mas mesmo assim o agente segurava firmemente o bastão e não parecia dar indícios de que o soltaria tão facilmente assim - Insolente! - um forte soco com a mão esquerda livre vem de cima para baixo e Misael o recebe em cheio na sua têmpora dando alguns passos para o lado e tendo sua cabeça deslocada para o lado.

Para sua felicidade, o soco não atinge a sua já ferida região das bochechas o que agravaria ainda mais o seu estado. Todavia, ele não estava com uma base sólida firmada para se manter de pé caso sofresse um ataque em cheio e seu corpo franzino não aguentam a mão pesada do seu rival que o fazem novamente deitar na lona, mas desta vez de lado com o braço estendido.

No exato momento que o grandalhão ia erguer o bastão para atacá-lo novamente no chão um grito parte de dentro do Den Den Mushi auto falante - PAAAAAAAAAAARA! PAAAAAAAAAARA TUDO! - era o Agente F.

- Misael, você já perdeu cinco minutos e ainda nem encostou na maleta! - estranhamente F chama o garoto pelo nome, mesmo este não o tendo mencionado como se chamava anteriormente... era como se ele já estivesse sendo monitorado há tempos - Se não ficou claro, vou elucidar... - era possível ouvir do outro lado do auto falante o Agente F inspirando pausadamente e depois expirando, como se tentasse manter a calma - Essa é uma simulação para você proteger a maleta e não tentar derrotar um oponente do qual não irá conseguir...

O tom de voz do agente do outro lado da linha enrouquecia e ampliava o volume - Cadê aquele cara que me entregou a prova escrita na outra sala usando a inteligência? - F pausava sua fala por instantes - Ele ficou lá? Pode ir buscar para mim? - indagava ironicamente, porém com uma voz séria demonstrando que sua ironia fora provocativa como incentivo, e não com o intuito de ridicularizar.

O outro agente suspirava - Ele ta certo moleque... - cruzava os braços enquanto olhava para sua unha roída nas mãos - Este teste aqui é muito menos lógico que o da porta, mas isso não quer dizer que o certo é ignorar uma maleta da qual você deveria proteger - concluía sua fala.

- Olha garoto... - F se pronunciava novamente pelos Den Den Mushis que usavam óculos escuros assim como seu interlocutor - Se você me disser o que tem dentro da mala agora e acertar, não aumento a duração do teste para 30 minutos que você tem que ficar segurando ela - novamente F expirava tentando manter a calma - O que me diz?

Os agentes estavam claramente impacientes com as tentativas frustradas de Misael de tentar derrotar aquele grandalhão. Claro que incapacitando-o parecia ser uma alternativa possível, mas a demora em cumprir seu objetivo estava irritando os dois e se ele não tomasse uma atitude iria falhar justamente no último teste para virar Agente do Governo.




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptyDom 24 Fev 2019 - 18:35



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Droga, droga, droga! Como eu pude pensar que teria alguma chance de entrar para o Governo Mundial, olha para mim, com um corpo desse nem que eu treinasse o resto da minha vida não seria o suficiente. Mesmo me esforçando ao máximo para tentar achar uma brecha no sistema, eu não fui capaz de pôr em prática minhas estratégias devido a minha fraqueza física. Eu sou uma vergonha para minha família, como vou poder encarar meu pai se eu não passar nesse teste?

Os pensamentos negativos e um sentimento de inferioridade e impotência enevoam meus pensamentos. QUE DROGA!!

Se você me disser o que tem dentro da mala agora e acertar, não aumento a duração do teste para 30 minutos que você tem que ficar segurando ela. O que me diz?

Como eu vou adivinhar o que você colocou na maleta com esse brutamontes querendo limpar o chão comigo? Tsk, o que está acontecendo comigo? Pensar assim não vai me ajudar em nada.

Eu me levantaria rapidamente se pudesse me aproveitar da distração do agente com o bastão. E andaria calmamente até a mala para averiguar seu estado, tendo cuidado para não encostar nela olharia ao seu redor procurando pistas sobre o seu conteúdo.

Se o Agente F exigisse uma resposta imediata, eu diria calmamente: Nada. E esperaria o veredito. Se o agente com o bastão tentasse me atacar enquanto me direciono à maleta eu tentaria correr até a maleta e se conseguisse alcança-la usá-la para bloquear os possíveis ataques de bastão do oponente e tentar aplicar uma rasteira nele. Caso ele me alcançasse antes de chegar na maleta eu pularia para trás jogando meu corpo contra ele no intuito de surpreendê-lo e tentaria atacar com o cotovelo mirando no seu estômago. Se conseguisse ganhar tempo com isso correria até a maleta e a pegaria, dizendo: Agora é pra valer.

E então só me restaria tentar sobreviver aos próximos 15 ou trinta minutos, se eu conseguisse seria um Agente, se não, bem, prefiro não pensar nisso no momento. Meus punhos, minha principal fonte de ataque, estariam ocupados segurando a maleta então só me restaria tentar esquivar dos ataques, bloqueá-los com a maleta e tentar atacar com rasteiras, os cotovelos ou a própria maleta.

Se conseguisse me desviar me abaixando ou desviando para os lados, dependendo da direção do ataque, eu giraria o corpo para atacar com a maleta, esticando o braço que a segurasse , utilizando-a como um martelo e mirando no fígado do oponente, se conseguisse desviar novamente giraria para o outro lado e dessa vez atacaria com o cotovelo mirando no estômago do oponente. Se precisasse me abaixar, tentaria aplicar uma rasteira no oponente apoiando as costas no chão, a maleta na barriga e aplicando um forte chute na parte lateral ou de trás da perna do oponente.

Durante todo esse tempo eu prestaria atenção no movimento e peso da mala, se ela estaria vazia ou que poderia adivinhar sobre o seu conteúdo, e se houvesse alguma brecha eu daria uma olhada ao seu redor procurando por pistas.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptyTer 26 Fev 2019 - 20:25





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 06








Misael estava desolado e já chegava ao ponto de duvidar até mesmo de suas próprias capacidades. Tais pensamentos o dominavam e o devastavam por se sentir inferior fisicamente ou talvez que não estivesse pronto para portar o distintivo de Agente do Governo Mundial. O que ele não sabia é que a seleção não escolhia os mais fortes, e sim os mais espertos e discretos.

O agente que parecia especialista na arte do bojutsu e que tinha como missão impedí-lo de manter a maleta no ar por muito tempo, simplesmente cruzava os braços e olhava com um tom um tanto quanto irritante de desprezo - Vai... pode levar o tempo que quiser para tentar adivinhar... - dizia o guarda agora sorrindo ironicamente - Não vou te atacar enquanto isso...

Por mais que sua linguagem corporal dissesse o contrário, o algoz de Misael parecia estar sendo sincero nas palavras de que proporcionaria uma trégua caso ele optasse por desvendar a charada. O garoto de cabelos avermelhados caminhava até a maleta e a contornava tentando obter alguma dica ou pista que pudesse ajudá-lo a solucionar seu conteúdo... mas infelizmente nada notável se apresentava.

- Nada - arrisca Misael, que arrancava uma gargalhada do outro agente que precisava colocar as mãos na barriga para conter seu riso desenfreado... ele estava inclusive lacrimejando de tanto rir - Não ridicularize o moleque W! - o Agente F dá uma dura em seu companheiro pelo comportamento inadequado que ele tinha, fazendo com que ele engolisse o riso e respirasse profundamente. Aparentemente, todos os agentes em Micqueot pareciam ter seus codinomes com apenas uma letra... algo bem curioso diga-se de passagem.

- Não foi um palpite ruim Misael - continuava F, agora dirigindo-se ao aspirante - Mas não... esta maleta de fato tem um conteúdo - o agente loiro fazia uma pausa para suspirar, de um modo tão profundo que inclusive foi captado pelos microfones e era transmitido pelo Den Den Mushi - Pegue a maleta e te darei uma segunda chance, ainda com 15 minutos... - F soava um pouco desapontado com a atuação de Misael, como se tivesse apostado muitas fichas no garoto e ele não estivesse correspondendo como esperado.

- Agora é pra valer! - dizia Misael, levantando a maleta do chão - O ho hooooooooooooow! Agora sim tô vendo vantagem! - reagia o Agente W descruzando os braços e armando seu bastão para uma investida de ataque, dando passadas rápidas na direção de Misael encurvado para baixo como um touro furioso - VALENDOOOOOOOOOOOO! - a voz de F ecoava pela arena.

A maleta era relativamente pesada, parecendo algo como uma maleta de viagem ou corporativa. Portanto, não estava de fato vazia e nem cheia com algo sobrenaturalmente pesado. Além disso, poderia estar preenchida com algo compacto ou ter seu real conteúdo abafado por papéis ou jornais amassados, já que mesmo balançando bastante ela não apresentava o som de um conteúdo chocando com as paredes da maleta.

Misael, de modo muito sagaz, esquiva-se para o lado logo quando W o tentava golpeá-lo na diagonal e prontamente emenda um golpe com a própria maleta utilizando-a como um tipo de marreta. O golpe atinge sua barriga e faz seu adversário se curvar momentaneamente pela perda repentina de ar mas, como a maleta não era tão pesada e W parecia ser bem resistente, Misael recebe uma cotovelada por não conseguir definir ao certo de onde viria um provável golpe de seu inimigo e nem elaborar boas estratégias de esquiva para tal.

Por sorte, a cotovelada pega no lado do rosto que não estava ferido e era suficiente para derrubá-lo ao chão ou fazê-lo soltar a maleta. A luta real havia enfim começado...




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptyQui 28 Fev 2019 - 18:28



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



A maleta não era pesada o suficiente para ser usada como arma principal, ela não passava de um estorvo mesmo. Talvez o que estivesse dentro fosse mais útil, mas eu não tenho a menor ideia do que seja ou de como abri-la. Vou ter que recorrer ao método mais simples e mais difícil, sobreviver.

Pretendo dar o primeiro ataque, tentaria dar um soco no inimigo mirando no plexo solar, logo abaixo das costelas do inimigo, com a direita, enquanto seguro a maleta junto ao corpo com a mão esquerda. Se ele se esquivasse eu tentaria rapidamente estabilizar o corpo aproximando a perna de traz e girando o corpo para tentar acertá-lo com o cotovelo. Se ele esquivasse e rapidamente me atacasse antes de eu conseguir fazer isso eu aproveitaria o impulso do soco para correr para a frente alguns metros para manter uma distância e evitar o ataque. Caso ele bloqueasse o soco eu usaria a mão esquerda com a mala novamente como uma marreta para tentar acertar uma junta ou a lateral do tronco do inimigo, talvez não causasse muito dano dependendo do lugar em que acertasse mas espero que seja o suficiente para me desvencilhar do inimigo e tentar impedir um possível contra-ataque.

Caso conseguisse manter a mala, seria a hora de aplicar mais um golpe. Dessa vez eu esperaria ele atacar, caso ele tentasse algum tipo de estocada eu impulsionaria meu corpo para o lado esquerdo, caso ele tentasse atingir minhas pernas eu pularia, caso tentasse deferir um golpe na diagonal ou horizontal me aproveitaria da diferença de altura para me abaixar evitando o ataque e esperaria que o bastão passasse por mim. Caso ele me atingisse mesmo assim, eu recuaria com o impacto mas me prepararia para tentar repetir os mesmos processos para evitar o próximo ataque, e se eu caísse me certificaria de que cairia de costas com a mala firmemente segurada contra minha barriga. Caso conseguisse evitar o primeiro ataque com sucesso empurraria a mala contra seu peito tentando surpreendê-lo, caso ele bloqueasse o ataque ou fosse pego desprevenido não importaria pois o objetivo seria aproveitar a distração para forçar um chute na parte de dentro do joelho dele empurrando-o para fora procurando incapacitá-lo. Caso ele desviasse do empurrão, eu não pararia e continuaria em frente por um metro e meio ou mais para ter uma distância segura antes de me virar preparado para tentar me esquivar de um possível ataque, utilizando os métodos pré-determinados, para aplicar o mesmo golpe.

Caso o chute fosse bem sucedido eu partiria para cima dele, na intenção de derrubá-lo empurrando-o com a maleta dessa vez mais violentamente para tentar derrubá-lo de costas e descansaria a mala no peito dele e começaria a desferiri uma sequência de socos, tantos quantos eu fosse capaz, no rosto dele. Caso ele tentasse segurar meus braços eu morderia um dos braços dele violentamente até ele soltar e com o meu braço que ele soltar eu daria mais socos na cara dele com a intenção de fazê-lo soltar meu outro braço. Caso ele tentasse se levantar eu pegaria a maleta rapidamente e me lançaria para o lado, mais uma vez tentando pousar no chão com as costas e a maleta firmemente presa aos meus braços contra a barriga, e tentaria me levantar rapidamente olhando para ele para tentar esquivar se ele tentasse atacar enquanto isso.

Caso em algum momento ele tentasse desferir um soco eu tentaria desviá-lo com a maleta segurando-a com uma mão em cada borda. Caso ele tentasse atacar com um chute, só me restaria tentar me lançar para o lado, caso fosse um chute empurrando o pé, ou me abaixar, caso fosse um chute mais horizontal, e pular caso fosse uma rasteira.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptySab 2 Mar 2019 - 17:42





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 07








Misael tinha a maleta como um simples objeto para complicar o combate e ter como um obstáculo em meio ao seu exame admissional de combate. Talvez ele estivesse correto, ou talvez não...

O garoto de cabelo alaranjado procurava tomar a iniciativa do combate travando a mala com seu braço esquerdo enquanto utilizava seu punho direito para dar um soco em seu oponente - Booooooom... - vinha uma voz dos auto falantes que provavelmente pertencia ao Agente F, demonstrando um contentamento por Misael ter compreendido qual o objetivo do teste. W prontamente bloqueava o golpe colocando seu bastão na vertical em direção ao soco e aparando o ataque, mas o que ele não esperava é que Misael estava com o reflexo e a estratégia de luta na ponta da língua e imediatamente ele golpeia a lateral de seu tronco com a maleta que deveria proteger.

- Uhhhhhghhhh! - curvava lateralmente o Agente W com o golpe de Misael fazendo uma cara de poucos amigos. O garoto havia mudado sua mentalidade e mesmo com seu adversário impossibilitado de bloquear uma nova rápida investida, Misael opta agora por uma estratégia mais defensiva chamando W para cima e espertamente ganhando tempo.

O agente de cabeça raspada tentava agredir o aspirante com a lateral do bastão tentando o golpear horizontalmente, porém com a diferença de altura entre os dois e com o preparo de Misael que anteviu o golpe, foi possível que ele se agachasse e prontamente empurrasse a maleta para o peito de W que arregalava os olhos sem entender muito bem o que estava acontecendo - Han? - e quase abraçando a maleta da qual deveria deixar cair ele se surpreendia novamente com um chute na parte de dentro do joelho que fazia ele saltar para frente e deslocando-se até o chão.

Misael aproveitava a desvantagem de seu adversário e o empurrava caindo em cima dele e começava à desferir alguns socos sem muita resistência em seu rosto, devolvendo em certa parte as escoriações que ele tinha recebido antes e cortes apareciam em sua boca vertendo sangue. Seu bastão rolava ao longe e seu óculos também saía assim como o de Misael que estava já ao chão.

- Parooooooooooooooooooou! - Vinha a voz de F dos auto falantes e ele entrava pela mesma porta dupla da qual Misael adentrou anteriormente. O rosto de W estava bem machucado e o garoto pode perceber que seus olhos, outrora ocultos pelos óculos escuros, apresentavam uma coloração esbranquiçada e fosca - Você perdeu! Tinha que deixar a maleta no ar cara e não desacordar meu agente... o que deu em você? - F segurava o pulso direito de Misael no ar impedindo que ele continuasse golpeando.

- Meus parabéns! Você derrotou um agente cego... era isso o que tanto queria? - as palavras duras de F retalhavam os sentimentos como lâminas de um ventilador. As suspeitas estavam concluídas e, aquele oponente desafiador nem ao menos se apoiava em sua vista para conseguir se equiparar com Misael - Abdicou completamente da maleta... pode abrir ela e ver o que você perdeu... - o menino de cabelos alaranjados, que sonhava seguir algo próximo aos passos de seu pai, tinha completamente se esquecido da maleta que estava jogada deitada na arena próxima dos três.




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptySab 2 Mar 2019 - 21:23



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



As palavras do Agente F ecoavam ao meu redor sem fazer sentido algum, eu me sentia leve mas também muito pesado, olhava ao meu redor mas nada parecia fazer sentido. Algo estava faltando. A adrenalina ainda correndo em meu sangue tornava difícil me concentrar, olho para o rosto do outro agente, os olhos dele parecem diferentes. A maleta! Onde está a maleta?! Tenho certeza que estava segurando ela! Olho ao redor, lá está ela, bem perto de mim. No chão. No chão?

Volto à realidade de uma vez, as informações entram rapidamente e começam a fazer sentido de um modo até um pouco doloroso. O agente no chão era cego, eu poderia ter facilmente passado no teste se eu tivesse ficado parado. O Agente F segura meu pulso firmemente, como ele chegou aqui tão rápido? E a mala...a mala está no chão. Eu...eu perdi.

Eu tentaria me levantar, pensaria em perguntar se ainda tenho chance de entrar no Governo Mundial, mas isso seria uma pergunta estúpida. O resto de adrenalina circulando pelos arredores do meu corpo e a curiosidade de saber o que realmente está lá dentro, são fortes o bastante para me manter em frente, sem pensar ainda nos resultados. Assim que o Agente F soltasse meu pulso, eu me dirigiria até a maleta, com uma feição vazia no rosto, como se estivesse em outra dimensão e só tivesse deixado aqui meu corpo. Me abaixaria e pensaria que depois disso tenho que me desculpar ao outro agente e dizer o quanto o admiro agora, Caramba, ele era cego! . Após gravar esse lembrete mental, tentaria abrir a maleta para checar seu conteúdo.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptyTer 5 Mar 2019 - 17:46





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 08






O menino não conseguia perceber devido ao problema em seu olfato mas o cheiro de sangue começava à ficar notório. Ainda em cima do Agente W, inconsciente e com seus olhos foscos e abertos ele não só parecia não enxergar como estava completamente apagado pelos golpes impiedosos de Misael. O garoto tinha um bom coração, mas sua fúria trespassou limites o fazendo golpear incessantemente até encontrar o caminho para seus anseios.

Olvidando completamente do seu objetivo, a maleta de metal leve com conteúdo misterioso, ele simplesmente optou por derrubar o único impeditivo que ele tinha para a conclusão da missão. F respirava fundo tentando se acalmar ainda segurando o punho de Misael com uma mão enquanto ajeitava seu óculos escuros pela armação com outro - Eu compreendo que você quis demonstrar serviço em combate e que o ataque é um modo de defesa... - F solta do punho de Misael e caminha lentamente até a maleta, demonstrando segurança de que seu agente não seria mais agredido - Mas não era bem esse o propósito do teste... - ele calmamente pega a maleta e bate nela para retirar a poeira enquanto apóia em seu joelho e a trás até Misael a colocando no chão.

Você demonstrou brio e bravura além de uma inteligência fora da média... tem obviamente dificuldades para seguir instruções simples mas por pensar muito fora da caixinha, estarei relevando este ponto - O agente de cabelos loiros senta no chão de pernas cruzadas e começa a girar os códigos numéricos que ficavam ao lado da alça destravando-a - Faça as honras... - imperava apontando para a maleta que agora estava destrancada.

Um barulho ensurdecedor vinha de um canto da sala com passadas e algo que parecia um carrinho de enfermagem. Misael já se levantava de cima de W para abrir a maleta quando antes de completar seu movimento é empurrado sem perceber caindo de lado no chão. Três enfermeiros vestidos de branco e com máscaras erguiam W e o colocavam em cima de uma maca móvel, o levando dali sem nenhum comentário.

O menino de cabelo alaranjado um tanto quanto derrotado, pensando que se tivesse informações suficientes de antemão poderia ter se logrado vencedor com muito mais facilidade e classe, se levantava e abria a maleta conforme um quarto enfermeiro se aproximava e agachava ao seu lado - Você está bem... - ao abrir a mala veio a surpresa...

Um terno de altíssima qualidade cheirando como novo, um distintivo de agente do Governo Mundial e luvas pretas... era um kit completo de inicialização oficial para se tornar - ... agente M? - F sorria convidativamente, de um modo que nem parecia que havia dado uma bronca instantes atrás - Seja bem vindo Misael!

Os dois se levantavam e F estendia a mão para ajudar Misael a se levantar do chão - Vá tratar dessas bochechas com o doutor Fabbo... depois volte à minha sala e discutiremos os detalhes de sua primeira missão... - F virava de costas com as mãos para trás do tronco e caminhava elegantemente pela porta da qual haviam entrado, conforme seus cabelos presos pelo rabo-de-cavalo movimentavam em união com o seu caminhar.

Fabbo recostava suas mãos nas costas de Misael o conduzindo pela porta oposta - Venha comigo... - e não caminhavam muito por um corredor muito semelhante ao de antes, até entrarem em uma sala de enfermagem que estava com a luz acesa. Ela parecia ser muito limpa e bem cuidada, além de dispor de recursos suficientes para qualquer tipo de primeiros-socorros.

- Fiquei sabendo que você estará envolvido no caso do cachorrinho Boo... - conversava Fabbo enquanto colocava suas luvas e iniciava o tratamento do ferimento interno na boca de Misael - Ele é muito querido e famoso por aqui... imagino que você já ouviu falar nele...




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptyQua 6 Mar 2019 - 10:11



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Mal podia acreditar, eu consegui. Não foi do jeito mais elegante, ou esperto, mas eu consegui. Agora sou um agente, conforme a adrenalina se dissipava, agora eram as inúmeras aventuras e possibilidades dessa nova jornada e a felicidade do meu feito que dificultavam minha concentração. Mas quando o médico Fabbo, começou o tratamento ficou meio difícil de escapar da realidade.

- Fiquei sabendo que você estará envolvido no caso do cachorrinho Boo. Ele é muito querido e famoso por aqui... imagino que você já ouviu falar nele...
- Boo? Não, não conheço. Nasci e vivi nessa ilha, mas nunca ouvi falar desse nome. Deve ser por que minha casa é meio distante do centro da cidade. Mas o que foi que aconteceu? Por quê há um caso envolvendo um cachorrinho?

Ouviria atentamente a resposta do doutor enquanto ele realizava meu tratamento. Quando ele terminasse me despediria e agradeceria pela ajuda. Antes de sair eu perguntaria: Com licença, você sabe onde fica a sala do Agente F?. Talvez fosse a mesma em que ele bateu a porta na minha cara, mas talvez aquela fosse uma fachada apenas para o recrutamento de agentes, nunca se sabe. Enfim, quando obtivesse a localização definitiva, me dirigiria até lá.

No caminho prestaria atenção nos outros quartos da enfermaria procurando pelo Agente W. Se o encontrasse e ele já estivesse consciente pediria ao responsável do quarto para falar com ele: Com licença, como ele está? Eu posso falar com ele? Se me fosse permitido o diálogo, eu entraria vagarosamente fitando-o. Ficaria de pé ao lado da cama e diria: E aí, campeão? Você está bem? Eu passei só pra ver como você está, não vou pedir desculpas por que eu sei que você é muito mais forte do que aquilo e se eu fosse um pirata ou revolucionário você teria limpado o chão com a minha cara. Esperaria por uma resposta dele, talvez ele tivesse ficado com raiva de mim ou talvez levasse tudo na esportiva. Se ainda estivesse ressentido, eu me desculparia pelo incômodo e partiria para a sala do Agente F. Se ele levasse na esportiva, eu perguntaria: Hihihi, o doutor Fabbo disse que minha missão vai ter algo à ver com o cachorro Boo. Você sabe algo à respeito? Após angariar mais informação, me despediria e me dirigiria até a sala do chefe.

Aproveitaria a oportunidade e procuraria algum vestiário, banheiro ou sala vazia, para me trocar, vestir o uniforme e colocar o distintivo por dentro do uniforme.

Ao chegar bateria na porta, Aqui é o Agente M, posso entrar? Quando me fosse permitido adentrar na sala, eu entraria, me sentaria e diria: Estou pronto para a missão, o que preciso fazer?


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptyQui 7 Mar 2019 - 20:43





NARRAÇÃO MISAEL LUZ



MICQUEOT / POST 09






Mais do que enfermeiro, Fabbo parecia realmente ser um médico de tão habilidoso e com um diagnóstico tão preciso como ele havia feito. Misael agora finalmente era um agente afiliado do Governo Mundial e, como tal, seria tratado com atenção e treinado para atingir os objetivos das missões secretas da qual seria muito bem pago para atingí-los, mesmo sem saber qual o real motivo por trás deles.

- Boo? Não, não conheço. Nasci e vivi nessa ilha, mas nunca ouvi falar desse nome. Deve ser por que minha casa é meio distante do centro da cidade. Mas o que foi que aconteceu? Por quê há um caso envolvendo um cachorrinho? - Fabbo arqueava uma das sobrancelhas em clara estranheza - Como não? O cãozinho que mora na praça da rua de baixo... - prosseguia o doutor - Impossível não simpatizar com um cachorrinho tão bonito e brincalhão como ele! - a feição de Fabbo mudava drasticamente para um sorriso escancarado e sincero, demonstrando uma forte afeição pelo tal cachorrinho.

- Mas... enfim... o Agente F lhe dará mais detalhes... - Fabbo coçava o queixo e desviava o olhar para a parede, como se estivesse tentando interpretar escrituras antigas ocultas em meio aos azulejos - ...algo como ele ter uma intuição muito mais apurada que os demais cães de sua espécie - finalizava.

- Com licença, você sabe onde fica a sala do Agente F? - indagava Misael após ser tratado e pouco antes de sair da sala, eis que Fabbo simplesmente arqueava os ombros e balançava a cabeça negativamente - Nunca se sabe... aquele cara cada hora está em um lugar diferente. Sabe como são os agentes né? São eles que te encontram e não você que encontra eles! - Fabbo gargalhava e dava um tapa em sua própria perna como se tivesse contado uma piada muito engraçada, mas que talvez tivesse mais graça internamente - Num futuro próximo você vai entender melhor... - dizia ele enxugando suas lágrimas de alegria que escorriam, sem se importar com a reação do garoto.

- Misael? - chamava por ele outro homem vestido com o terno do governo e óculos escuros. Ele provavelmente deveria ser mais um dos agentes - Preciso te passar um treinamento básico prévio para que esteja pronto para sua primeira missão... vamos? - perguntava o agente virando-se de costas.

A dupla passava de fato por algumas enfermarias nas proximidades da onde estavam, mas nenhuma delas parecia estar com as portas abertas ou com sinal de movimentação. Misael não conseguia encontrar o Agente W em nenhuma parte do caminho conduzido pelo novo agente, que também tinha a cabeça raspada como o agente cego, mas era muito mais franzino apesar de tão alto quanto.

Eles chegavam até uma porta dupla de madeira que era um pouco menor do que a arena de batalha mas o suficiente para que o agente magricela passasse por ela sem precisar abaixar a cabeça. Do lado de dentro, a sala mais parecia decorada como um escritório de psiquiatria com móveis em mogno, tapetes e cortinas em coloração vermelha. Dentro da sala podia-se destacar um divã ao centro, uma mesa de xadrez em um canto, uma cortina sanfonada para trocas privadas de roupa, em um dos lados havia uma lousa branca e, bem ao fundo um armário grande com engrenagens estranhas que poderiam ser confundidos com algum tipo de máquina ao invés de um guarda-treco.

Primeiramente, sou o Agente B... - ele inspirava e expirava rapidamente balançando a cabeça como se fosse contrário à terminologia dos agentes serem referenciados por letras naquele local - Mas sinta-se à vontade para me chamar de Balmer... - ele apontava para a cortina sanfonada e virava o rosto para encarar Misael - Pode vestir seu uniforme ali... você irá ter uma aula de Lógica básica e avançada hoje e uma aula de Criptografia amanhã nesta mesma sala... - o homem ia até o centro da sala e deitava no divã, colocando as mãos com os dedos entrelaçados sobre sua barriga e fechava os olhos - Me acorde quando terminar de se arrumar.

Sim... não precisou de muitos passos pela sala para Misael perceber que o tal Balmer estava roncando!!!




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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho   Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho - Página 2 EmptySex 8 Mar 2019 - 13:53



Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho



Não consegui muita informação sobre o cachorro com o Doutor, porém isso só me deixou mais curioso e empolgado para minha missão. Como pensei o Agente F será mais difícil de se achar do que parece. Ao sair, um agente me levou para outra sala com a promessa de um treinamento. No caminho não pude encontrar o Agente W, o que é uma pena. Espero que ele fique bem. Ao chegar na outra sala o agente se apresentou, me apontou onde poderia me trocar e me ofereceu uma aula de Lógica após isso. Ficaria muito animado com a proposta e correria para me trocar o mais rápido possível. ficaria surpreso ao ouvir no meio do caminho um barulho de ronco, mas ele disse que era pra eu acordar ele depois, então tudo bem.

Tiraria meu casaco, camisa e calça e os guardaria, então colocaria o uniforme (terno, calça e gravata) e guardaria meu distintivo no bolso. Sairia animado pronto para aprender.

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Estou pronto

Iria então até o agente e o tocaria levemente, dizendo: Balmer? Balmer? Estou pronto para aprender sobre Lógica, Balmer. Ficaria lá o tempo que fosse necessário para aprender tudo que pudesse sobre Lógica. Quando terminasse a aula, perguntaria ao agente Balmer se ele sabe algo sobre o cachorro Boo, enquanto espero o Agente F me encontrar.

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Capítulo 1: Sobriedade na Ilha do Vinho
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