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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!

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Serina
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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptyTer 02 Abr 2019, 23:49



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Agente | Localização: Louguetown


Akira não se importava com minha companhia, porém não parecia muito contente com o que leu no papel, talvez esses piratas fossem um problema que estava no pé da marinha há algum tempo? De qualquer maneira, o segui, seu comentário a respeito de querer lutar novamente de antes havia me feito rir por dentro, contudo evitei demonstrar.

Seguindo escadaria abaixo até a saída do Quartel, e então rumando ao desconhecido, o homem comentava algo que agora me forçava a retorcer os lábios, mostrando parte de meus dentes no processo, uma baixa gargalhada escapava e eu responderia rapidamente
— Realmente, seria mais fácil.

Contudo não era só "chutar as bundas deles", precisávamos identificar onde eles estavam operando, essa era a parte difícil aparentemente, ele me questionava se eu tinha alguma ideia, e de fato me veio algo em mente, o homem que cobramos no último dia talvez possuísse alguma dica, contudo agora estava preso, e duvidava muito que fosse cooperar. — Marinheiros bêbados costumam ter lábios soltos, talvez os que fazem a rota saibam algo? Também sei que existe um bar com má reputação por aqui em Loguetown, daria pra obter alguma coisa lá... mas não trajados assim, suponho.— Comentaria referente a nossas vestimentas da marinha, o boné feio ao menos tinha sua utilidade, tampando o sol diretamente de meus olhos sensíveis, eu era uma boa ouvinte, poderia escutar conversas alheias facilmente se não entregasse minha aparência pela roupa.

Bem, isso era um problema que eu deveria resolver depois, acho, agora deveríamos buscar o máximo de informação possível, minha resposta não acabaria por resultar em muita coisa, andaria próximo a ele, com o destino incerto por um tempo, depois de um tanto de caminhada, entenderia onde estávamos indo, o porto.

Durante o trajeto manteria os ouvidos atentos, fofoca costuma ser um ótimo meio de receber verdades pela metade, e antes um pássaro em mãos que dois voando, não é mesmo? Também ficaria atenta a tipo de loja em especial, de escala ou treino, caso encontrasse, compraria duas coisas — Uma bolinha pequena, que enchesse o punho ao fechar de borracha e um hand grip (Exercitador de mão) leve, já que minha força não conseguiria usar algum de 20kg por exemplo, ambos materiais eram desejados por mim desde ontem quando descobri a utilidade que seriam para treinos.

Quando chegássemos ao porto, seguiria as ordens de Akira, provavelmente fosse algo relacionado a buscar informações, já que esse era o primeiro passo da missão, afinal de contas, e como ele mesmo disse, seria meu dever falar com as pessoas, por não gostar muito dessa parte, me aproximaria de alguns marinheiros que estivessem por lá, iniciando um diálogo rápido em busca de informações
— Com licença, olá, que tipo de carga vocês costumam transportar? — Seria minha pergunta inicial, dependendo da resposta eu continuaria de duas maneiras, a primeira caso não envolvesse arroz seria — Vocês por acaso sabem se alguém atracado aqui transporta arroz? — Se ainda negativo, tentaria no mínimo tirar alguma informação daquilo— Bem, última coisa, por acaso vocês viram alguma navegação suspeita durante a rota até aqui? Estamos atrás de alguns piratas saqueando arroz, qualquer informação pode ser útil para manter as rotas mais seguras os capturando.

E assim faria com os próximos na orla, caso fossem agressivos/arrogantes/estúpidos, daria de ombros, seguindo para o próximo. Se a resposta fosse positiva referente a conhecer alguém que transporta arroz, iria até a pessoa, questionando novamente a primeira parte para confirmar, e então a segunda para quem transportasse arroz seria — Vocês perceberam alguma embarcação estranha durante a rota? Existe algum caminho incomum que costumem fazer por causa do material que pegam e transportam? Estamos atrás dos piratas que saqueiam embarcações com arroz, qualquer pista facilitaria os apreender o quanto antes.

Se nada lá funcionasse, não me deixaria abalar, mesmo suspirando de decepção, olhando para os lados, ao fundo no mar, pensando em como seguir, morderia o dedão, e após alguns segundos sabia minha próxima abordagem.

— Vamos ver se os bêbados tem alguma história pra contar? — Diria para Akira, indo até a pousada que a Vice-Capitã havia me mencionado, talvez até os encontrasse lá, e eles conhecendo mais marinheiros poderiam saber com quem falar.

Após realizar a rota até o estabelecimento, adentraria nele tendo certeza que trouxe Akira comigo, e olharia o ambiente, caso o grupo que me trouxe até aqui estivesse presente, falaria com eles, facilitando minha vida
— Olá! Ainda por aqui, que sorte. Bem, estou atrás de alguns piratas que saqueiam arroz, vocês tem alguma ideia de quem sejam ou alguém que tenha? Prometo que é o último favor que irei lhes pedir!— Diria, curvando um pouco o torso e cabeça, minhas ações no fim resultavam eu ajuda para eles, contudo ainda guardava gratidão de seus atos de bondade, algo que eu não esqueceria tão fácil.

Se não estivessem lá, ou não pudessem me informar nada de útil, agradeceria e sentava próximo do atendente, ficaria escutando o ambiente por alguns minutos, buscando pistas, caso não rendesse em nada, perguntaria ao atendente.
— Olá, você ouviu algum boato a respeito dos Piratas que saqueiam Arroz? Seria direta, minha paciência começava a se esgotar em cordialidades, considerando o tanto que tentava e não dava resultados, caso ele tentasse comprar a informação oferecendo um drinque ou alguma frase clichê, responderia rápido — Tentando vender bebidas para uma menor? Além do mais, sua clientela pode diminuir se a fama desses piratas se espalhar... — Finalmente minha aparência mais jovem funcionaria ao meu favor, e não o contrario, fingir que era menor de idade possivelmente funcionasse, além de tentar subornar um Marinheiro fosse tolice, e um tiro no próprio pé atrasar a captura de bandidos que afastavam comércio. Sim, poderiam ficar mais tempo pelo bar dele, porém não voltariam tão cedo.

Caso escutasse algo de útil enquanto esperava, me aproximava das pessoas que haviam falado algo, repetindo a parte que me chamou atenção, e adicionando um "huh?" no final, mostrando que não adiantava mentir que não falaram, pois eu havia escutado, então questionaria sobre os piratas de arroz.


— Será que podem dar mais informações a respeito? Precisamos capturar esses piratas o quanto antes.— Essa pergunta obviamente só seria feita caso a conversa deles envolvesse informações de piratas ou alguém que havia sido atacado, se por um milagre do destino eu ouvisse o próprio bando bolando o próximo esquema, avisaria Akira de imediato que eram eles, uma maneira sagaz de escolher seus alvos era se camuflar entre eles, fingindo ser um marinheiro comum que transportava algo no bar/pousada.

Todas as ações acima seriam repetidas em algum bar movimentado por marinheiros de viagem nas redondezas caso a pousada não portasse nenhum tipo de clientela ou/e serviço similar a um bar.

Mesmo que não ouvisse os piratas propriamente dito conversando lá, essa hipótese me vinha a mente, reforçando minha ideia de que aprender a camuflar e fingir ser de outro grupo poderia ser uma arma poderosa para adquirir, ainda mais caçando piratas.






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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptyQui 04 Abr 2019, 03:39


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
Manhã

Elizabeth Serina
A jovem teve a triste impressão que o superior não se importava de ter a companhia dela ou não ali. Seria algo meramente em sua cabeça ou algo real? Independente disso tudo, a jovem seguiu com seu instrutor enquanto saía do quartel general e acabava o respondendo sobre o que ela pensava ser uma boa ideia para conseguir informações.

Akira ouviu a resposta dela. - Você até poderia fazer isso se for o bar que eu estou pensando, mas eu não conseguiria entrar lá. - Respondeu. - A dona já me conhece e ela é totalmente contrária a marinheiros entrando naquele local, se ela descobrir por exemplo que você é uma, seria chutada para fora com toda a força. E ela é bem forte. - O tom dele deixava claro que ele perderia para a pessoa que estava citando, o que era de fato uma ideia meio assustadora, já que Elizabeth não conseguiu nem mesmo tocar no homem direito no treino do dia anterior. Com essa informação dada, eles continuavam andando na direção do porto, que era a ideia inicial de Akira, apesar dele em si não falar nada.

No caminho, a jovem decidiu comprar uma bola de borracha e um hand grip. E conseguiu facilmente pelo preço de vinte e cinco mil berries cada. Agora infelizmente ela só possuía o dinheiro que havia conseguido na missão do dia anterior, se não estaria totalmente zerada. Infelizmente, mesmo com sua audição acima do normal, a jovem só ouvia conversas normais sobre o dia a dia e vez ou outra como a situação na vida da pessoa era difícil.

Assim, chegou ao porto sem nenhuma novidade real que poderia ser usada, era fácil entender porque nenhum marinheiro havia realmente capturado os piratas. - Bom, eu vou perguntar por ali, você pergunta pelo outro lado. - Falou ele apontando dedos. - Quando acabar a gente volta e compara informações. - Informou ele e assim começou a andar. A jovem já tinha preparado o que iria falar.

Se aproximou de dois homens e isso lembrava bem o que ela havia feito a tão pouco tempo atrás, apesar de por motivos diferentes. A dias atrás queria vir para Loguetown, agora, estava procurando piratas. Perguntou o que eles carregavam e a resposta foi, com um sorriso bem largo, bebida. Perguntou em seguida se algum barco ali carregava arroz. - Olha... difícil saber. Os barcos não estão informando agora se essa for a carga, já que estava tendo muito roubo disso ultimamente. - Respondeu o homem tranquilo. - Até mesmo por isso que o arroz está caro dessa forma. - Falou só que agora olhando pro amigo que concordava com a cabeça. Com aquela informação também negativa. Ela num último suspiro acabou por perguntar sobre alguma embarcação que o homem pudesse achar suspeita. - Desculpe menina, adoraria ajudar, até para diminuir o preço, mas não me vêm nenhuma a mente. - Respondeu o homem e depois olhando para o sujeito ao seu lado.- E você, pensa em alguma? - O outro homem parou por um tempo e com aquela expressão de surpresa. - Não tem aquele navio que nunca é assaltado? - O primeiro homem ficou pensativo com a resposta. - Definitivamente tem eles... mas eles alegam algo idiota. - Respondeu. - O que era mesmo? - Falou ele pensativo, até mesmo se esquecendo que Serina estava ali, se preocupando mais agora com o que ele mesmo sabia. - Que são famosos demais! - Falou o segundo abrindo um sorriso. - Sim isso mesmo. - Concordou o primeiro com um sorriso também e depois olhou para a jovem a sua frente. - Tem um grupo que vem de Conomi, afinal, lá que vêm a maior parte da importação de arroz, eles falam que não são assaltados por serem fortes demais e famosos demais agora. Se alguém é suspeito, com certeza são eles. - Apesar da informação, a jovem não agradeceu má educada pra caralho e assim partiu na direção de volta. Quando se encontrou com Akira contou o que havia descoberto. - Bem, já é melhor do que eu. - Falou ele lamentando a falta de habilidade para conseguir informações.- Teríamos que ver com alguém de Conomi se sabem quem é esse grupo. - Falou o mesmo pensativo.


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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptyDom 07 Abr 2019, 22:08



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Civil | Localização: Louguetown


Minha ideia inicial era descartada pelo marinheiro, já que a dona do bar aparentemente odiava marinheiros. Mais um motivo para buscar meios de me camuflar entre o cargo, conseguindo informações facilmente infiltrada.

Feliz que havia conseguido comprar a bolinha de borracha e handgrip, os coloquei no bolso, o preço salgado me fazia hesitar antes de pagar, contudo era para um bem maior, e assim fiz.

Akira decidia dividir o grupo, comecei buscando informações no porto e não muito se desenrolava, porém uma dupla me forneceu a melhor informação que havia conseguido até agora, um grupo forte de Conomi que não temia os piratas, uma ideia surgiu em minha mente imediatamente, caso encontrasse o grupo que me trouxe, eles provavelmente teriam informações deles!

Agradeceria as informações me passadas, voltando até o ponto de encontra com Akira, onde ao partilhar minha descoberta percebia que ele de fato, não era bom com interações sociais.
— Bem, eu vim de Conomi. Não conheço muita gente de lá, porém um grupo de comerciantes que me trouxe até aqui, talvez eles saibam de algo? — Comentaria para o superior, e então iniciaria a busca para descobrir seu paradeiro.

Após realizar a rota até o estabelecimento, iniciaria minhas buscas pela pousada da qual a vice-capitã havia mencionado, adentraria nele tendo certeza que trouxe Akira comigo, e olharia o ambiente, caso o grupo que me trouxe até aqui estivesse presente, falaria com eles, facilitando minha vida
— Olá! Ainda por aqui, que sorte. Bem, estou atrás de alguns piratas que saqueiam arroz, vocês tem alguma ideia de quem sejam ou alguém que tenha? Alguns rapazes no porto mencionaram um grupo que nunca era atacado também, alegando que sua fama amedrontava os possíveis inimigos, vocês tem alguma ideia de quem é? Prometo que é o último favor que irei lhes pedir! — Diria, curvando um pouco o torso e cabeça, minhas ações no fim resultavam eu ajuda para eles, contudo ainda guardava gratidão de seus atos de bondade, algo que eu não esqueceria tão fácil.

Se não estivessem lá, ou não pudessem me informar nada de útil, agradeceria e sentava próximo do atendente, ficaria escutando o ambiente por alguns minutos, buscando pistas, caso não rendesse em nada, perguntaria ao atendente. — Olá, você ouviu algum boato a respeito dos Piratas que saqueiam Arroz? Ou sabe algo a respeito de um bando de clama não temer os ataques? — Seria direta, minha paciência começava a se esgotar em cordialidades, considerando o tanto que tentava e não dava resultados, caso ele tentasse comprar a informação oferecendo um drinque ou alguma frase clichê, responderia rápido — Tentando vender bebidas para uma menor? Além do mais, sua clientela pode diminuir se a fama desses piratas se espalhar... — Finalmente minha aparência mais jovem funcionaria ao meu favor, e não o contrario, fingir que era menor de idade possivelmente funcionasse, além de tentar subornar um Marinheiro fosse tolice, e um tiro no próprio pé atrasar a captura de bandidos que afastavam comércio. Sim, poderiam ficar mais tempo pelo bar dele, porém não voltariam tão cedo.

Caso escutasse algo de útil enquanto esperava, me aproximava das pessoas que haviam falado algo, repetindo a parte que me chamou atenção, e adicionando um "huh?" no final, mostrando que não adiantava mentir que não falaram, pois eu havia escutado, então questionaria sobre os piratas de arroz.


— Será que podem dar mais informações a respeito? Precisamos capturar esses piratas o quanto antes. — Essa pergunta obviamente só seria feita caso a conversa deles envolvesse informações de piratas ou alguém que havia sido atacado, também se fossem ou mencionassem o bando que não temia os ataques, se por um milagre do destino eu ouvisse o próprio bando bolando o próximo esquema, avisaria Akira de imediato que eram eles, uma maneira sagaz de escolher seus alvos era se camuflar entre eles, fingindo ser um marinheiro comum que transportava algo no bar/pousada.

Todas as ações acima seriam repetidas em algum bar movimentado por marinheiros de viagem nas redondezas caso a pousada não portasse nenhum tipo de clientela ou/e serviço similar a um bar.

Mesmo que não ouvisse os piratas propriamente dito conversando lá, essa hipótese me vinha a mente, reforçando minha ideia de que aprender a camuflar e fingir ser de outro grupo poderia ser uma arma poderosa para adquirir, ainda mais caçando piratas.





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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptySeg 08 Abr 2019, 14:53


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
Manhã

Elizabeth Serina
A jovem informava que veio de Conomi Island e enquanto a esperança de Akira ia subindo, ela logo após diminuía a expectativa falando que conhecia um grupo que talvez saberia quem era quem procurava. Muito vago. Muito difícil. Mas era o que sabiam no momento. Assim, a jovem foi a procura de quem já havia a ajudado tanto nos últimos dias e quem sabe não ajudaria mais, não é mesmo?

Como havia andado pelo porto e não havia visto sinal deles, lembrou-se de um local que a vice-capitã mencionou anteriormente e decidiu procurar por tal estabelecimento. Foi um bom tempo de procura, mas valeu e muito a pena. Pois lá estavam eles, almoçando, pois foi um bom tempo até Serina finalmente encontrar os velhos conhecidos. Então tomando um bom folego, pois foi falando sem pausas por um bom tempo, a jovem acabou perguntando para eles. O povo foi aos poucos olhando para Elizabeth e lembrando dela. O capitão e a vice-capitã já haviam reconhecido ela desde o começo e já iam parabenizando pelo uniforme da marinha.

- Não faço a mínima de quem seja esse grupo pirata pequena. Afinal, todos que nos cruzem nosso caminho acabam afundando. - Informou ele com um sorriso cutucando o boné de marinheiro dela. - Mas o grupo forte e poderoso que não teme os piratas com certeza é a gente. - Falou ele com um sorriso. - Não lembra que eu mencionei? - Indagou o capitão a olhando. - Pirata algum nos incomoda mais, pois somos fortes demais para isso. - A vice-capitã olhou para ela e sorriu, intrometendo-se na conversa. - Se nunca conseguiram nenhuma pista desses piratas, não seria mais lógico a população estar mentindo só para extorquir os impostos? - Perguntou para a pequena, mas a pergunta era na verdade direcionada para o homem grandão que havia entrado junto dela, claramente o superior dela ali. - Não acho que seja o caso senhora... - O sem jeito dele era claro. - Nós vamos partir para Conomi hoje a tarde. Como podemos ajudar a mais? - Perguntou a vice-capitã.

A jovem conseguia ouvir risadinhas por toda a tripulação, mas ninguém comentava dos piratas em si. Ela havia encontrado o grupo que não era atacado, mas se não eram atacados, como seriam usados de isca?


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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptyQui 11 Abr 2019, 02:03



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Civil | Localização: Louguetown



Por sorte do destino — Ou quem sabe azar — Havia encontrado eles no bar que a vice-capitã mencionou, lá busquei as informações, num ritmo um tanto acelerado para alguém com asma, porém com juventude conseguia proclamar três frases sem sentir a falta de fôlego, de modo que ao terminar de falar, sequer precisei puxar o ar rápido, simplesmente cessei a prosa esperando a resposta, estava feliz por reencontrar eles, possivelmente seriam a chave para a vitória deste enigma dos piratas de arroz, e assim, eu provaria meu valor para a marinha, Akira certamente ficaria grato de que eu cuidasse da parte diplomática, apenas o apontando onde esmagar os piratas, e por minha vez, ficaria grata de ter causado a morte ou prisão dos mesmos, de preferência a primeira opção.

Escutava atentamente tudo dito por ela, e aparentemente... eles eram os tais piratas, isso me deixava com um leve pesar no coração, por um instante a possibilidade de que eles fossem os piratas disfarçados me deixava triste, o fato de ter confiado neles, não, tudo até o momento havia sido bom, minha vida vida começara com sucesso e os males que me agouravam estavam no passado, simplesmente descartei a possibilidade de que isso fosse real, me recusava a cogitar esta possibilidade pelo simples fato de não saber se conseguiria aguentar, finalmente havia confiado em alguém rapidamente desde que chegara em Conami, apenas para ser enganada tão rapidamente? Não, não. Eles meramente eram fortes, e isso era o gatilho para atrair os piratas, assim pensei.


— Bem, se são vocês, isso é ótimo! Caso realmente tenha algum pirata, é bom saber que estão seguros. — Pausei momentaneamente, em consideração àqueles que não possuem um longo fôlego, percebi um rápido conflito entre Akira e a vice-capitã, e notei um meio de explorar isso a nosso favor — Então não se importariam de nos ajudar a confirmar isso? Podemos espalhar o rumor de uma grande carga de arroz com vocês, nós vamos juntos, talvez Akira descole mais alguns marinheiros, e protegemos seu navio caso sejam reais. Se for, a ganancia destes vermes costuma superar a inteligência, e se não, podemos confirmar como boato esta brincadeira de mal gosto. — Diria confiante, sabia que era muito pedir para arriscar suas vidas e embarcações, ainda mais após ter dito-lhes que era o último favor, porém as risadas no fundo faziam o pesar em meu coração não desaparecer... e se realmente fossem eles?

Little ball, left hand.

Esperaria suas respostas, dispersando o nervosismo, pegaria a pequena bolinha de borracha em minha mão esquerda e começaria a aperta-la, um ótimo exercício para fortalecer os tendões, manteria o movimento de apertar e soltar, apertar e soltar repetidas vezes, era simples, porém efetivo, contudo uma série longa acaba cansando e poderia me prejudicar, graças ao bom senso, após 15 vezes do mesmo movimento, colocaria a mão no bolso, deixando a bolsa solta por alguns segundos, descansando os dedos, e continuaria então o movimento novamente após esse breve intervalo, estaria fazendo isso desde que iniciamos a jornada até o bar, durante toda conversa e até mesmo após ela, não deixaria nenhum momento passar despercebido, precisava ao máximo melhorar minhas habilidades, e a mão esquerda me parecia a chave disto.

A little pause

Aguardaria ansiosamente a resposta deles, torcia que fosse positiva, e também que Akira pudesse arrumar alguns reforços para garantir a segurança, caso eles insistissem de que não precisava, me preocuparia mais ainda, soando algo... suspeito. Porém eu tinha fé, e manteria minha crença de que eles não eram os culpados, óbvio, caso negassem a proposta, seria um tiro no meu pé, não literalmente, todavia as janelas que me sobravam eram poucas, e sem muita saída, agradeceria para eles, me retirando do bar com Akira.


— Por acaso existe algum barco que consiga seguir eles sem sermos rastreados? Sei que é um tiro no escuro, porém... temos outra opção? — Na realidade, tínhamos, continuar uma busca pra obter informação substancial para agir baseado em fatos e não sentimentos, de modo que não gastássemos tempo nem recursos desnecessariamente, contudo tantos protocolos não fariam uma bela estória, instinto e aleatoriedade eram a chave para continuar, havia chego até aqui na base da sorte, talvez o destino me agraciasse com mais um de seus feitos, após tanto sofrer na infância, um ataque deles ao bando talvez, qualquer coisa.

Caso aceitassem, caso não aceitassem, caso Akira decidisse que minha ideia de seguir era boa, ou no caso de negar o pedido, tudo resultaria na mesma ideia para prosseguir, algo que desde a conversa sobre o bar me pôs uma pulga atrás da orelha, eu deveria aprender a me mesclar entre a multidão, fingir ser quem não era, e deste modo, obter informações que de outro modo seriam impossíveis, e assim decidiria o faria, perguntaria a Akira se sabia alguém que poderia auxiliar nisto, ou algum curso de teatro, qualquer coisa que me fosse de fácil acesso antes da embarcação sair para auxiliar e absorver encenação em geral.
— O senhor sabe de algum lugar de ensine sobre atuar? Algum curso de Agente, algum teatro local, algum professor ou pedinte que faça uma boa performance? Eu sou uma ótima aprendiz, acho que seria útil absorver um pouco destas dicas antes de continuar a missão, até mesmo o bar pode se tornar uma fonte de informação caso eu aprenda direito a fingir e disfarçar! — Esperava que sua resposta fosse positiva ao menos aqui, caso tudo desse errado, no mínimo poderia começar a trabalhar para adentrar o bar de clientela duvidosa e buscar informações que outrora não nos eram disponíveis.

Seguiria para onde fosse informada por Akira, isso é claro, caso o barco não fosse partir imediatamente, porém considerando o cenário em que se encontravam, querendo ou não nossa companhia, ainda teria algumas horas até desatracarem do porto, caso Akira não soubesse de nenhum lugar, começaria a sentir o azar em meu cangote, soprando sua malícia e atrasando meus objetivos, porém não deixaria que isso me vencesse, iria eu mesma atrás de alguém, buscando por entre cartazes, locais com cara de teatros ou atores de rua, qualquer coisa já serviria, além de ser esperta e poder aplicar as informações rasas de modo aprimorado, por não ter base alguma, até mesmo um "A" me serviria de instrução.

Continuaria por entre as ruas enquanto buscava pelo(a) instrutor(a), vingava em minha mente que seria impossível falhar, pelo simples fato de que atores em uma cidade grande deviam estar espalhados, do fundo do coração acreditava que teria sucesso na busca, quando finalmente identificasse o mesmo, seja num teatro, curso de agente, indicação de Akira de uma pessoa, algum cartaz que me guiou a alguém ou um ator de rua, o pediria educadamente se por acaso poderia me auxiliar a aprimorar minhas habilidades.


— O-Oi, percebi que você é hábil nas artes da atuação e performance, será que poderia me dar algumas... dicas? — Com sorte, a resposta seria sim, com azar, a resposta seria não, acompanhada de uma risada e um claro, com muito azar, porém, seria um simples não, de modo de dando de ombros, suspiraria e iria embora, buscando por um novo(a) tutor(a), quando finalmente encontrasse alguém disposto a auxiliar pela paixão da arte, e não por valores monetários ou com medo de competição, iniciaria minha aprendizagem!

Atuação.


Não havia muito tempo na mesa, provavelmente seria necessário me atentar ao máximo nas lições para caso, prestaria atenção na atuação da pessoa com os maiores detalhes possíveis, assistindo por poucos minutos provavelmente já seria possíveis começar a perceber alguns traços gerais da atuação, em especial como a expressão facial era importante, e o contato visual! Algo que, honestamente, não me era algo muito comum, porém nos momentos em que alguém focava os olhos em mim, sentia confiança, e confiança exala verdade, fazendo a maior das mentiras parecer verdade.

Outro passo importante que notaria, caso conseguisse prestar atenção suficiente, o como a a movimentação corporal acentuava as ações do indivíduo, como um todo os movimentos geravam vividez para os personagens, cada um se movendo de maneiras próprias e diferentes, criando uma sensação de estilo que não é desenvolvido em segundos, algo que se cria numa vida, aumentando a veracidade de uma atuação.

Um pouco além dos meus limites imitar lágrimas, porém eu deveria ser capaz de fingir sorrisos amigáveis, expressões gentis e me portar como indefesa, a própria aparência ajudava um pouco nisso, mas o para agir assim era diferente, encolhendo o corpo a pessoa a minha frente soaria menor, e assim indefesa, mover as bochechas e lábios num sorriso genuíno, sem forçar era chave para uma aparência agradável que convencesse.

"São tantos passos..."


Não deixaria me desanimar por o quanto eu não percebia, focava primeiro nas partes que me eram capazes de entender e copiar, tentaria lentamente repetir alguns movimentos, todavia o primeiro desafio se mostrava mental, a vergonha de fingir ser alguém fazia minhas bochechas rosarem, meu corpo tensionar e o coração acelerar, vergonha de parecer uma maluca, vergonha de estar imitando mal, vergonha de ser um fracasso.

Parei, deixaria a atuação para depois, quando mais confiante, simplesmente prestaria completa atenção no que se desenrolava a minha frente, mudar sotaque, criar uma vida por trás do personagem, fazendo-o tem como se encaixar no mundo e assim, ser crível, era um jeito fácil, como montar uma história para bonecos e iniciar uma brincadeira, fechei os olhos, imaginando que estava sozinha, e assim faria alguns movimentos com os braços, imaginando dançar em um salão imenso, estaria acompanhada de um belo homem, de roupas formais e cabelos negros penteados para trás, começaria a me mover naquela ilusão, de braços dados com ele, um, dois, um, dois, um sorriso facilmente era esboçado em meu rosto, a situação agradável me levava para outra realidade, uma nobre princesa dotada de riquezas, em seu baile de aniversário, ao abrir os olhos, perceberia que estava ainda no mundo real, mas o como fechando a realidade, conseguiria adentrar na ilusão, na atuação.

Um obstáculo a vencer era a vergonha, e um modo precário de faze-lo era fechando os olhos, porém só isso não seria o suficiente, como convenceria os outros conversando assim? Usei uma técnica que a psicóloga me passou durante a recuperação em Conomi para superar o trauma, a ideia era parar a frente do espelho, de modo que todo dia eu deveria citar mais qualidades sobre mim, dessa vez, eu simplesmente fechei os olhos, citando características do personagem que planejava interpretar.
— Alta, grossa, esnobe, importante, braba, exigente, dois irmãos, orgulhosa, gosta de ... barcos. — Ao abrir os olhos, após um longo suspiro, conseguiria me imaginar como aquela sargenta da marinha, o toque principal talvez fosse os dois irmãos, neles eu criei uma outra história, vivência, personalidade, originalidade, nas quais eu podia me agarrar para fingir o personagem, ainda corava realizando atuação para o vento, porém já devia estar melhor do que na primeira vez que eu mal conseguia me mover.

Continuaria observando a atuação dos outros, o modo que agiam, absorvendo tudo possível para melhorar a mim mesma, pretender emoções, um passo importante, pediria uma dica para o professor/homem/mulher/pessoa/atuante, mesmo que ele não estivesse diretamente me ensinando
— Como você consegue fingir emoções?

Sua resposta poderia me auxiliar muito em como fazer, porém mesmo que não, eu começaria a bolar um meio e achar uma própria resposta, de modo que após alguns minutos, provavelmente me daria uma lâmpada acima da cabeça, eu podia pensar em algo que desencadeasse essa emoção, e usar isso de gatilho para encenar com mais realidade, testei o método inicialmente com orgulho, pensando no momento que ganhei a insígnia de Agente, e consegui reencenar como me sentia, ombros altos, rosto firme, radiante e satisfeita, então iria para uma zona arriscar sentimentos negativos, pensei em minha família, não na cena em si, apenas o como sentia saudades deles, o como queria que ainda estivessem comigo, ao meu lado, me protegendo, ajudando, amando. Meu rosto começava a ceder, lágrimas se formavam em meus olhos, não era uma tarefa árdua, finalmente me deixar as emoções escaparem, dando a desculpa de atuação, em pequenos soluços escorreriam lágrimas de minhas bochechas, mordia o canto do lábio tanto me conter, esfregando as mãos no rosto.

Tentaria me recompor, e então prestar atenção nos últimos ensinamentos possíveis, repetiria alguns tiques e coreografias criadas pelo(a) profissional de modo que pudesse implementar para mim mesma, treinaria algumas expressões, porém conseguia compreender que o maior desafio de todos seria superar a vergonha, algo que apenas o tempo a auxiliaria a aperfeiçoar, porém para casos rápidos ou simples, talvez com aquela observação toda já fosse o suficiente para iniciar, não uma carreira de atora, porém dando pro gasto para enganar os demais.

Caso o ator(a) decidisse me dar mais dicas, instruções ou conselhos diretos, escutaria com toda atenção do mundo, repetindo os conselhos em ações e tentando aperfeiçoar ao máximo, gravando suas dicas para me tornar uma boa espiã.

Finalle.

O tempo, caso houvesse algum, passaria rápido, de modo que após aperfeiçoar um pouco a arte da atuação, eu provavelmente deveria me reencontrar com Akira, no porto ou no quartel, com sorte ele teria conseguido um jeito de seguirmos os marinheiros, ou até mesmo reforços para nossa viagem em auto mar, também caso o plano fosse aos conformes em conjunto do grupo, teríamos que ter espalhado a informação do transporte de arroz, evidentemente não eu ou Akira, já que a marinha revelando isso seria no mínimo, suspeito, então ou alguém do grupo deles, ou um marinheiro pago para se camuflar. E ai estava outro ponto, caso já houvesse minha atuação, tirando as trajes que me identificavam, eu mesma poderia ter feito esse trabalho, confiando que a informação chegaria aos ouvidos dos possíveis piratas.


— E então? Estamos prontos? — Questionaria Akira, confiante de que pegaríamos os malditos piratas de uma vez por todas, apenas par boa sorte, mexeria nas duas adagas presas em minha cintura, lembrando que se mantinham lá, me dando um pouco de confiança que não estaria desprotegida caso uma briga começasse.

"Isso é o que você sempre quis, Elizabeth, é a hora, não surta, não pire."

Erguia a mão direita e colocava o dedo indicador entre os dentes, mordendo enquanto bolava mil e um planos mentalmente para diversos casos em que poderia me encontrar na batalha.

Left, left.

Pegaria o grip de meu bolso, apertando-o com a mão esquerda e treinando a força, este movimento não era tão simplório quanto o primeiro, pois a bola de borracha auxiliava nos tendões, isto era diretamente no músculo, a força bruta de pegada, algo que eu também pecava até na mão direita, contudo dava enfoque na esquerda, para conseguir criar uma igualdade.

Esperaria ansiosa o começo da missão, enquanto mantinha os dedos flexionando e liberando a pequena mola, aumentando a resistência e força do meu membro defasado, todo segundo para aprimora-lo seria em conta na minha mente.

Caso ainda demorasse alguns minutos para iniciarmos a viagem, ao invés de ir diretamente ao grip, usaria a bolinha de borracha para treinar meu controle, tocando-a em uma parede próxima, tomaria os devidos cuidados para não estar num local onde perdesse aquela pequena fortuna rolando para o mar ou algo do gênero, mesmo sendo grande, ela quicava bem no primeiro impacto, podendo me entreter durante o treino, um arremesso na parede, voltando relativamente rápida me forçava a ter precisão e agilidade de fechar os dedos da mão esquerda a tempo para não deixa-la fugir, e também controle de força para jogar e de onde deixar o braço para pegar ela, ficaria jogando fraco inicialmente, até que conseguisse pegar o ritmo e aumentar a força um pouco, porém nunca extrapolando, aquilo era um ótimo exercício, e sentia que se continuasse me esforçando nisto, eventualmente seria capaz de dominar a mão esquerda com proeza igual a da direita, se não melhor! Haha.

Um ótimo jeito de variar, e até mesmo fazer no barco, considerando que minha mão esquerda ficasse cansada do exercício físico com o grip pesado, era arremessar a bolinha no chão e não na parede, bem mais trivial, fácil e simples, porém ainda sim efetivo, e uma variação para não me entediar de repetir o mesmo ato várias vezes.

Também poderia, caso enxergasse como propício, realizar o meu jogo especial de arremessar a bolinha para cima, bater palmas uma vez e a pegar, repetiria esse processo cada vez adicionando mais uma palma, e quando chegasse em números altos, faria com os olhos fechados, indo novamente desde o um, e também era obrigada a reiniciar cada vez que deixasse a bolinha escapar da mão esquerda, usaria sempre o membro menos motoro para desenvolver sua habilidade, visto que todos os gastos que fiz foram exatamente para suprir essa carência, minha força baixa seria compensada por vir de dois lugares diferentes, no futuro todo este esforço valeria apena!

Fim 2 Parte do treino de Ambidestria [Deste post]





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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptySab 13 Abr 2019, 02:39


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
Manhã

Elizabeth Serina
Ao ouvir o plano da menina, a jovem vice-capitã já começou a negar com a cabeça antes mesmo de Serina terminar. - Você viu como viemos. Já estávamos bem cheios. - Começou a explicar a mesma. - Os piratas já sabem que estamos cheios, eles simplesmente não arriscam mesmo. - Talvez aquilo aumentasse ainda mais as suspeitas da jovem, mas não havia muito como discutir aquilo. A jovem enquanto falava com seus companheiros e enquanto ia até lá, começava a brincar com a mão esquerda e a bolinha que havia comprado. Akira até havia notado o ato, mas não comentou, certas coisas não tem porque comentar. - Bom... então não temos muito o que fazer aqui infelizmente. - Falou o gigantesco homem ao seu lado indicando para a pequena para saírem daquele bar.

Mal saíram e Elizabeth, mesmo com toda a fé que tinha, precisava confirmar aquela suspeita e por isso começou a falar com Akira sobre o que ela pensava. - Olha, até deve ter... mas não seria fácil. - Ele olhou na direção do bar. - O pior é o tempo para fazermos isso. Eles falaram que vão partir hoje a tarde. Não sei se daria tempo para segui-los... mas podemos tentar aquilo de isca que você disse. - Falou o mesmo sorrindo tendo um plano. Naquele momento, a jovem mudava o ritmo da conversa por completo e perguntava sobre Akira conhecer alguma pessoa que poderia ensinar ela a atuar. - Até conheço... e que mente diferenciada essa sua... - Falou o mesmo meio surpreso com a quebra do ritmo, mas parecia se divertir com aquilo. - Eu vou te levar até um local, é bom que eu vou conversando com um amigo no porto sobre os preparativos da situação. - Falou ele começando a andar e sinalizando para a jovem seguir com ele.

Foram até um prédio meio diferenciado, não era um teatro, era só um prédio sujo e feio que em nada lembraria algo que pudesse ser relacionado a atuação. Entraram no prédio e foram até um apartamento que parecia meio quebrado antes mesmo de entrarem, Akira bateu na porta e uma mulher saiu rapidamente na direção de Serina com um fio em suas mãos como se quisesse matá-la. Parou a poucos centímetros de sua garganta. - O que estão fazendo aqui? - O tom dela era sombrio, mas Akira sorriu. - Quero que a ensine a atuar. - Falou ele sorridente. - Oh... ok. - O tom dela mudou por completo no "ok" e assim ela fez sinal para que Serina a seguisse para dentro do apartamento. - Quando for para o porto, vá com outras roupas criança. Apareça lá pelas três da tarde.

A mulher a levou para dentro do apartamento e sinalizou pra Elizabeth pegar qualquer coisa que quisesse, PORÉM todas as roupas ficariam largas. A própria mudou de roupa e depois mandou a jovem segui-la. A prática foi na rua, cada hora a mulher atuava de uma forma com as pessoas na rua e dava dicas toda hora para a pequena. As duas almoçaram em uma lanchonete qualquer e o tempo passou, onde Serina aprendeu a atuar. Se despedindo depois já de frente para o porto lembre-se de escolher uma roupa nova percebeu que nem ao menos sabia o nome da mulher.

Vendo Akira, com roupas diferentes do evil ryu, perguntou se estavam prontos. - Sim, mas gostaria de mais detalhes seus antes. - Falou ele sinalizando para ela subir num navio. - Pelo que entendi você veio com eles. O que você pode me dizer deles? - Perguntou já subindo para o navio. - Você está duvidando deles mesmo tendo vindo com eles. Por que isso também? - Ele subia no navio e a jovem percebia que havia várias caixas vazias ali. - Pedi para espalharem a notícia de vários navios vazios indo para Conomi, o que chegar lá primeiro irá comprar uma grande remessa de arroz. Se eles forem os piratas mesmo, irão tentar nos parar no meio do caminho para roubar nosso ouro antes de comprarmos o arroz. - Akira odiava burocracia, mas não era burro. Ele pensou naquilo até rápido, pensando no que a jovem havia mencionado de isca. - Mas eles saberiam que seríamos iscas já que falamos com eles mais cedo, então mandei saírem mais dois navios. Teremos que torcer para sermos os alvos.


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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptyQua 17 Abr 2019, 03:16



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Civil | Localização: Louguetown



Acabávamos indo pela pior opção possível, adentrar furtivamente ou segui-los sem que percebessem. Akira por ventura conhecia alguém que podia me auxiliar na desenvoltura de atuação, porém a mulher era um tanto... louca. Ou não? Sua expressão mudava rapidamente, talvez fosse uma exímia atora.

De qualquer modo, fui instruída por ela passo a passo como agir, e também deveria trocar minhas trajes, bem, é óbvio, minhas aulas de atuação não eram meramente para fazer sucesso no show business, precisaria delas para continuar minha missão, seguirmos furtivamente os possíveis suspeitos.

"Nah... eles não... podem ser."

Eu sabia que não faria o menor sentido um grupo de piratas ajudar uma garotinha, não fazer nenhum mal a ela, e acima de tudo conhecer o pessoal da marinha. Talvez fosse um erro, ir atrás deles, desconfiar de alguém e gastar tempo em algo evidentemente falso, porém sendo a única pista que tínhamos, era melhor do que ficar parados.

Após termina a secção teatral, peguei algumas trajes e fui num quarto sozinha, donde me vesti sem estar sendo observada, uma blusa larga, porém com gola longa apertada, de modo que não ficava escorrendo em meus ombros, evitando qualquer chance de mostrar minhas costas, ficou estranho, e feio, mas melhor do que arriscar. Para complementar, uma calça jeans preta, e assim segui para o porto, onde devia encontrar Akira.

Finalmente de encontro com meu tutor, o mesmo questionava a respeito de minha viagem com eles.
— Bem, uhm... Eles são bem gentis, organizados até. — Pausaria mordendo o canto do lábio, buscando mais informações, demorei um pouco até finalmente achar como continuar A viagem até aqui foi tranquila, eles me trataram bem, me ajudaram a chegar até o quartel, e pareciam conhecer a hierarquia da marinha por aqui... de noite ficaram jogando carta e fazendo barulho, o que não me deixou dormir bem. — Era o máximo que eu conseguia lembrar, dizia a ele tudo que me soasse útil, porém vendo em retrospectiva, não parecia nada demais de informação. — Bem, eu não exatamente duvido deles... eu só acho que nossa melhor pista é essa, então é melhor... confirmar, sabe? — Mesmo que improvável, não poderia deixar essa dúvida pairar sobre mim toda noite, disfarçava um pouco minhas intenções e também suavizava minhas dúvidas de que não fossem ele, instigando Akira a seguir com o plano, as aulas de atuação começavam a ter alguns efeitos pequenos? — Uau! Isso foi bem engenhoso! E nem precisamos arriscar eles, é bem possível que os piratas nos ataquem a esmo. Ótima ideia, Cap! — Akira provavelmente não era um capitão, porém simplesmente sentia a vontade de dizer isso naquela frase. Adentrei o barco, esperando o desenrolar de tudo, porém uma dúvida me surgiu — Por que eu precisava trocar de roupas se eles sequer vão nos ver?— Questionaria Akira, sem entender completamente o motivo disso, no fim das contas minha atuação não serviria de muita coisa, imaginava que daríamos algum jeito de nos infiltrarmos no próprio barco deles.

Bem, tanto faz tanto fez, ficaria no meu canto, mexendo com a bolinha de borracha, apertando-a e quicando de leve enquanto sentada, esperando se seríamos ou não atacados.







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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptyQua 17 Abr 2019, 17:47


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Loguetown
Manhã

Elizabeth Serina
Akira ouviu as informações da jovem e também ouviu o ponto de vista da jovem, que estava dividida quanto aquilo tudo. Ele colocou a mão no cabelo dela e bagunçou um pouco, já observando o povo pronto para partir. Após gritar "TODOS A BORDO", o mesmo virou-se para a pequena, afim de responder  - Como é aquele ditado que o povo gosta? - Falou o homem coçando a cabeça. - Mantenha seus amigos perto e seus inimigos mais perto ainda? - Perguntou para a jovem enquanto o navio saia do porto. Mas não esperou por uma resposta. - Eles são inteligentes, os piratas no caso, eles não são pegos e não é a toa. - Falou Akira explicando o pensamento dele, tudo para simplesmente responder a pergunta da jovem. - Ser amigo da marinha é a melhor forma de saber como ela funciona e assim evitar ser pego. - Falou o mesmo, mostrando que era possível aquele grupo que veio com ela ser sim o bando pirata que estavam a procura. - Mas sim, desta forma nós não arriscamos os seus amigos se eles são inocentes. - E então olhando pra a própria roupa e depois para a roupa da pequena. - Os piratas não atacariam um navio qualquer que está comprando arroz se estivéssemos com uniforme da marinha. Não entendi como você não entendeu isso. - Respondeu Akira no final, pensando se a jovem tinha realmente entendido o plano de isca.

Mas partiram e assim o tempo foi passando enquanto Elizabeth se dirigia para Conomi Island novamente o mundo dá voltas não é mesmo?. Tendo demorado o dia todo quando partiu de manhã cedo, era óbvio que não chegariam naquele dia. Provavelmente parte já do plano de Akira para que fossem uma isca mais apropriada. Graças a isso, o tempo passou e nada dos piratas atacarem, nem sinal deles eram possível de se ver pelas lupas que utilizavam para sempre ficarem de olhos no horizonte. Serina teria a tarde toda para fazer o que quisesse no navio. Aprender coisas novas, ajudar, se entreter, dormir.

Podendo jantar enquanto começasse a escurecer e se preparar para ajudar os marinheiros que ali estavam em algo para passarem a noite mais tranquilamente.


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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptySab 20 Abr 2019, 20:24



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Civil | Localização: Louguetown



Embarcando esperaria sem muito o que fazer, após um breve diálogo terminando minha interação com Akira, estaria livre.

Decidi então que aproveitaria esse tempo melhorando os dois aspectos que mais almejava desde qeu cheguei em Loguetown, um tanto irônico já que estava voltando para Conomi, o primeiro minha arte de camuflagem e mesclagem, facilitando minha vida para obter informações, e a segunda seria a masterização da mão esquerda, me possibilitando dobrar minha ofensiva.

Enquanto seguia constantemente realizando atividades com a canhota, sendo apertando a bolinha de borracha, apertando o grip ou quicando a mesma no chão, buscaria por alguém que pudesse me auxiliar a disfarçar minha aparência, de nada adiantava saber atuar caso me identificassem facilmente, assim mesclando não só as atitudes, como roupas, deixaria meu trabalho mais fácil para buscar informações outrora inacessíveis.

Apostaria que alguém no barco sabia uma coisa ou outra de missões disfarçadas, já que essa mesma era uma delas, perguntaria de membro por membro se algum deles tinha experiência com isso, e caso a resposta fosse positiva, se teriam algum tempo para me ensinar.


— Olá, você sabe algo de disfarces? / Oh, tudo bem, obrigada. / Oh, que legal! Será que poderia me ensinar alguns truques?

Quando encontrasse quem pudesse fornecer essas informações, ouviria atentamente, pegando o menor dos detalhes em suas palavras para aplicar em minha arte, caso alguma dica se adequasse para o agora, também já a faria, como por exemplo; Por a camiseta para dentro da calça, ou algo acessível no momento.

Não deixaria de continuar treinando com a mão esquerda enquanto prestava atenção nos ensinamentos, absorvendo o máximo de conhecimento possível, faria várias perguntas para saciar minha curiosidade dependendo de como o mesmo procederia para me explicar, e após isso não teria muito o que fazer, então agradeceria com um simples "Muito obrigada por tudo!", abaixando a cabeça no processo, e seguiria para a ala de refeição do barco.

Lá, jantaria rapidamente, indo até onde eu deveria dormir, praticaria lá alguns atos de atuação levando em conta agora meus novos conhecimentos de disfarce, tentaria unir os dois para encontrar um meio de ser capaz naquilo que nunca havia tentado.

Honestamente, ficava excitada em conseguir tanto poder tão rapidamente, após adentrar no QG, recebi dinheiro e conhecimento que nunca tive, podia sentir que caso continuasse a me esforçar de verdade, me tornaria uma grande marinheira, capaz de exterminar àqueles malditos que se denominam piratas.

Minha mente sequer vagava para o grupo ou os marinheiros que me trouxeram para cá, a euforia de aprendizagem tomava conta de mim, sobretudo não me deixaria afetar por isso, iria dormir para caso algo ocorresse.







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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptyTer 23 Abr 2019, 02:08


Narração
Sensação térmica agradável de dia
Localização: Meio do mar
Tarde/Noite

Elizabeth Serina
A viagem até então foi bem tranquila. Serina não soltava a bolinha com a mão esquerda por sempre querer praticar mais. Como a tarde estava passando tranquila e a jovem não via nenhum motivo para não aproveitar aquilo para aprender, começou a procura por um mestre de disfarce, afinal, a própria missão já era disfarçada. E realmente graças a isso, a jovem não demorou a encontrar um homem que aceitou ensinar. O homem era meio excêntrico, falando tudo com R e S trocado. - Ok, ok, eu aceito te enrinas. - Respondeu. o mesmo com um sotaque bem estranho, meio carregado. - Riga-me.

O homem a ensinou que se vestir era só um dos pontos. Mas gostou e muito de ver que a jovem já sabia atuar, podendo se focar em outros pontos. A levou para baixo e foi chamando diferentes integrantes do barco. - Infelizmente não tsouxe meur itenr. Então tesemor que impsoviras. - Como todos os marinheiros do navio estavam com disfarces, Serina notou que não eram só roupas que ajudavam no disfarce, havia perucas, maquiagem, poderia pegar um sapato para aumentar seu tamanho, uma roupa que forçasse você a aparentar ser magro, talvez até mesmo algo para se fingir de mais gordo. A imaginação era o seu limite. - Acho que você ertá psonta agosa. - Falou o homem com uma lágrima saindo de seu olho esquerdo.

Assim, a jovem pôde ir para a sua janta. Mas isso não chegou a acontecer. Pois quando se dirigia para a cozinha do navio, ouviu um grito vindo lá de cima. - PIRATAS ESTÃO VINDO!

Quando a jovem fosse para o convés, veria que o navio não possuía mais do que um único canhão que já apontava para o navio pirata que se aproximava rapidamente. E o navio era bem parecido com o navio que ela já conhecia. Era difícil determinar se era só coisa da sua cabeça, pois a mesma não conseguia ver os piratas em si dentro do navio. Ambos os navios começaram a atirar. Logo entrariam em contato um com o outro. E no modo que estavam atualmente, a ponta do navio pirata atingiria a lateral de seu navio, simplesmente afundando todos que ali estavam.


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MensagemAssunto: Re: Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas!   Eu sou Elizabeth! A mulher que vai erradicar os Piratas! - Página 6 EmptyDom 28 Abr 2019, 01:16



Nome: Elizabeth Serina, nv 01. | Cargo: Civil | Localização: Louguetown



Eu encontrava um homem um tanto peculiar para me ensinar a arte do disfarce, talvez fosse encenação ou realmente ele trocasse as letras, havia aprendido a pouco atuar, e por isso talvez não fosse capaz de ter certeza se ele realmente tinha um não esse problema. De todo modo, não era impossível entender sua fala, só um tanto... difícil.

Prestando atenção no que ele dizia, mordia a ponta do meu dedão absorvendo a informação passada, o como disfarce era o complemento de atuar, não se tratava de agir, e sim parecer. Objetos, objetos e mais objetos. Peguei uma peruca vermelha longa e pus na cabeça, deixando o cabelo cair sobre meus ombros, um óculos sem lente e apenas isso, ao me ver no espelho, já soava diferente de mim mesma.

"É tão simples?" Pensei enquanto continuava a ouvir suas lições, foi uma breve e ao mesmo tempo cheia aula. Agora me restava apenas comer e dormir.

Saia de lá indo em direção ao refeitório, e nesse momento um dos marinheiros gritava anunciando que piratas se aproximavam, meu coração acelerou e por um instante, eu travei. Eram eles mesmo? Ou seria só um engano? Aceleraria meu passo indo até o convés para verificar, ainda com os trajes da minha tutora de atuação e parte do disfarce que esqueci de retirar, de fato um barco se aproximava pela lateral nossa.

Pelo ângulo que ele vinha, seriamos atingidos, se o barco quebrasse, afundaríamos, se afundássemos... não, não... calma, Elizabeth, calma. Eles... sabem o que fazer.


— Por que não estamos atirando?! — E então os disparos começaram, correria até onde o condutor estava, para ver se algo era necessário — O senhor(a) precisa de alguma ajuda? Eles vão nos atingir com o rostro caso não andemos rápido!

Tentaria o ajudar no que pedisse, seja rodando o leme, soltando ou puxando velas, mexendo cordas ou dando apoio moral, não era uma exímia lutadora, e sinceramente, a aparência do navio... eu precisava esperar mais. Se fossem realmente eles... não.

Caso alguém pedisse ajuda, faria o mesmo que fiz com o navegador, iria ao seu auxilio tentando ao meu máximo minimizar nossos danos, não era das mais fortes ou aptas, porém a intenção contaria muito nesses momentos de tensão.

Caso ninguém estivesse no leme, chamaria alguém para manobrar, se nenhuma resposta se desse rapidamente, em pânico simplesmente giraria-o com toda força para um lado, tentando desviar da investida dos piratas.






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