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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Falência declarada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptySab 02 Fev 2019, 00:40

Relembrando a primeira mensagem :

Falência declarada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptySex 18 Out 2019, 18:03



Lícia Responde: escreveu:
Narradora: Olá caros leitores, irei brevemente tomar um pouco de espaço do post apenas pra dizer que se colocarem uma reward tão baixa assim pra Kare, ir pessoalmente no QG pra reclamar é realmente algo que passaria na mente dela, eu queria fazê-la quebrar a quarta parede para poder fazer essa interação mas como a narração é na primeira pessoa, achei que não faria muito sentido, e essa foi a forma que achei de expressar o quanto eu me diverti lendo tal constatação, e aproveitando que estou aqui gostaria de dizer….. blá blá blá blá.
- Chega de enrolação com  essas tolices e continua logo com a história, você não é paga pra ficar falando tais bobagens sem necessidade. -
Narradora: O que, Kare? O que você tá fazendo aqui? Você é uma só personagem, e não deveria poder falar aqui.
- Como assim "só uma personagem"?  Entenda que eu sou A protagonista, A atriz principal, A diva suprema, e no post passado lembro-me de ter dito que não existem limites para minha pessoa. E eu acredito que não lhe dei a liberdade de chamar-me por apelidos chulos, por favor refira-se a minha pessoa como Srta. Karelina Lawford, no mínimo! -
Narradora: O que!? Você nem deveria saber o que é um post e além do mais….
- Silêncio! Francamente, vocês figurantes são um problemas, não podem ver uma oportunidade e ja querem ficar aparecendo. -
Narradora: Como assim figurante? Sou eu quem te da vida!.
Olhar ameaçador. - Vai continuar a me interromper lacaia? - Expressão autoritária. - Sua única função aqui é enaltecer e mostrar para o mundo toda minha grandiosidade, e o único motivo de eu não punia-la imediatamente por tamanho desagrado é que pelo seu trabalho está minimamente aceitável, mas ainda precisa melhorar muito para retratar fielmente meu nível. -
Narradora ficando com medo: De forma alguma senhorita Karelina Lawford, por favor prossiga, não irei interrompe-la novamente, e obrigada por demonstrar tamanha consideração por está simples autora .
- Assim é melhor.  Como estava dizendo, pare de ficar roubando meu tempo de tela e volte a trabalhar. -
Narrodora: Vaca, a muito tempo eu deverias ter te resetado.
- Minha criada você disse alguma coisa? -
Narradora: N-nã-não d-de forma alguma minha senhora, apenas exaltei o quão incrível tu és e que tal fato não pode ser contestado.
- Mas isso não precisa ser dito, eu sei o quão magnífica sou. Agora voltemos ao que de fato Interessa, eu peço desculpas aos meus fãs, minha serva ainda é uma incompetente sem experiência, mas irei discipliná-la para que esse tipo de rebeldia não volte a se repetir.-
Narradora chorando voltando pro porão enquanto murmura: Ç.Ç Alguém me salva dessa escravidão.
- E por favor mude este título ridículo, por acaso pretende roubar todos os meus holofotes para si? -
Narradora: …
Voz irritada e expressão de raiva: - Eu estou falando contigo, por acaso ficou surda? -
Narradora assustada: D-de for-forma algu-guma senhorita, por favor não se preocupe, se houver uma próxima vez eu usarei um título que lhe agrade. Que mulher louca, uma hora quer que eu fique quieta, outra quer que eu fale, já não aguento mais, SOCORRO!!
- Assim é melhor.  Agora que os imprevistos foram resolvidos, gostaria de dizer aos meus fãs e adoradores para que aproveitem a continuidade do espetáculo. - Reverência graciosa e elegante, enquanto se despede.
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>><<

- Francamente Hen, ao menos seja claro em suas palavras. - Diria descontente com Hen, e antes de retirar-me da sala eu o olho por cima dos ombro e o ordeno. - Mantenha o local limpo e organizado, e não se esqueça de me preparar um quarto minimamente habitável. - Termino minha frase com tonalidade de autoritarismo para fazer minhas exigências.

Olharia para Martha surpresa com os olhos mais abertos que o normal por causa da surpresa. "Quando foi que ela chegou até a porta?" Pensaria confusa, mas então sorrio para ela e faço um afago nos cabelos dela próximo a franja. - Muito bem Martha, alguém além de mim  deve possuir alguma competência. - Diria eu, alto o suficiente para Hen escutar com tom de implicância, enquanto deixo o escritório, ao sair da sala e ver os "seguranças" me desejando com os olhos, eu não poderia conter a vontade de tentá-los um pouco, esboçava um sorriso malicioso e provocativo, olhando na direção deles e assim que eles fossem tentar algo eu jogaria meus belos cabelos movendo o pescoço, e viraria meu rosto para outro lado mantendo o queixo empinado apenas para esnobá-los e seguir com meu desfilar soberbo e ao mesmo atraente sob o "tapete vermelho", acompanhando a empregada, seguindo pelos corredores e observando os frequentadores do lugar faria minha sensação de desgosto aumentar ainda mais. “Eu achava que o líder deles estava péssimo, mas perto desses lacaios Hen parece ótimo.” Mas logo em seguida um singelo sorriso soberbo. “Agora ficou mais do que claro  o motivo de minha ilustre presença aqui ser tão importante.”
- Posso não estar morta, mas definitivamente estou no inferno, quanto mais se aprofunda, mais assombroso e horrendo esse lugar fica. - Diria debochadamente enquanto desço para os andares inferiores, e não consigo conter um riso afinal esse esconderijo é praticamente uma piada feita, observando-o um pouco melhor eu viraria meu rosto diversas vezes na direção de Martha e na direção dos artefatos presentes no local. - Humanos decadentes, lugar decadentes, sou obrigada a admitir que pelo menos existe alguma harmonia. - E então focar-me-ia na empregada. - Mesmo existindo algumas exceções valiosas, o ambiente deplorável ofusca todo o esplendor que possuem. - Pensaria alto fazendo uma analogia entre os itens valiosos em meio a tanto entulho e Martha por ser habilidosa mas estar em um “emprego” que não extrai todo seu potencial, porém não esperaria que a empregada entendesse ou sequer estivesse prestando atenção em meus pensamentos falados.
Uma vez dentro do depósito de roupas eu me surpreenderia. - Não imaginava que haveria tantas roupas femininas aqui, mas não posso dizer que estou contente até encontrar algo digno de minha pessoa utilizar. - E então começaria a procurar por um agasalho de mangas longas, de preferência um roxo adornado com pele preta felpuda na ponta das mangas e na gola, tomando muito cuidado onde piso e também para não esbarrar em nada, seria uma tragédia sujar-me com essas vestimentas de qualidade duvidosa, e se porventura colocasse minhas mãos em uma jaqueta amarela, eu a olharia com desprezo. - Que tipo de ser humano usaria algo tão espalhafatoso e deselegante feito essa jaqueta. - E então a arremessava longe jogando-a para atrás de mim esboçando nojo por tocar em algo tão grotesco, e voltaria para minha busca, se não conseguisse encontrar nada de meu agrado eu me viraria para a empregada com intenção de pedir ajuda. - Marhta, poderia ajudar-me a encontrar algo boni... E então interromperia minha frase no meio, e apenas olhando a aparência antiquada dela faria com que eu mudasse de ideia imediatamente, - Esqueça, apenas continue o que está fazendo, seja lá o que for. - Ela não me parece ser o tipo de pessoa que possui algum senso de moda, então melhor evitar essa ajuda que poderia ser ainda mais prejudicial. E se eu não encontrasse nada que me service apropriadamente, simplesmente ignoraria tal fato, prefiro cobrir-me com neve do que vestir uma jaqueta horrorosa, ainda mais com esse trapo cinza ao redor de meu corpo. Porém caso eu encontre um agasalho que fique bem em minha pessoa, o que não é difícil visto que uma modelo de meu nivel consegue ficar magistralmente bela mesmo trajando roupas de gosto duvidoso, eu iria até um espelho para poder admirar-me fazendo algumas poses fitando meu reflexo expressando cobiça no olhar. - Definitivamente essa é mais bela das imagens que posso ver nesta vida. - Digo referindo-me a pessoa refletida no espelho. E sobre o calçado, apenas procuraria por uma bota que meus pés coubessem e não fosse tão horripilante a primeira vista.

Sem intenção meu olhar se cruza com Martha, vendo-a segurando a bandeja com o copo de água acima, essa atitude me deixaria impressionada, não somente por ela ter lembrado que eu estou com sede, mas também pela eficiência dela ter conseguido realizar tal feito rapidamente. Eu tomo o copo em minhas mãos e bebo a água aos poucos em goles pequenos, pois mesmo com sede não seria nada elegante beber tudo de uma vez. - Obrigada, você é surpreendentemente prestativa. - Diria agradecida colocando o copo vazio sobre a bandeja.

Antes de deixar o local eu faria uma nova busca. - Não posso simplesmente sair assim, tem algo importante que preciso procurar. - E então tento encontrar uma faixa ou fita azul clara, com cerca de vinte centímetros ou maior para poder parti-la em duas, com algum objeto de aparência cortante na sala. Caso não encontre eu apenas me limitaria a reclamar resmungando. - Sinceramente, esse lugar foi planejado para testar minha paciência. - Porém caso eu encontre um pedaço grande o suficiente fita/faixa para poder cortá-la em duas partes iguais ou simplesmente encontrasse dois pedaços de mesma cor e tamanhos parecidos, eu olho por cima do ombro na direção da emprega. - Martha, venha aqui! - A ordenando em tom ríspido, e caso ela não viesse eu continuo a observá-la de maneira irritadiça até a empregada se aproximar. Assim que Martha-se se aproximasse eu seguraria com delicadeza na ponta de uma das tranças de a envolveria com uma das fitas, mas se ela estivesse observando o que estou fazendo eu olharia para ela atravessadamente pelo canto dos olhos com raiva. - Não me lembro de ter lhe dado permissão para olhar. - Dizendo em tom frio e grosseiro para tentar intimidá-la, e então delicadamente faria um laço discreto mas bonito na ponta de cada trança com as fitas enquanto observo o comportamento dela, e assim que estivesse eu sorriria satisfeita. - Não quero ser vista ao lado de alguém com aparência tão monótona, isso não vai operar um milagre mas pelo menos está harmonizando com o adorável azul de seus olhos. - Dizendo em tom atencioso, e então caminho na direção da porta de saída, mas a encaro por cima dos ombros. - Eu não quis ser rude contigo antes, mas se você continuasse olhando ia estragar a surpresa. -  Diria esboçando um sorriso cortês.

Assim que estivesse saindo do vestíbulo eu olho para Martha esperando que ela me guiasse e então percebo a ausência de um casaco nela e começo a coçar meus cabelos sentindo-me confusa. - Não vai usar nada para proteger-se do frio? - E então sinto um estalo na mente me dando uma ótima idéia, coloco meu dedo indicador abaixo do lábio inferior, e a olharia para espantada com os olhos expressando ingenuidade. - Será que você pretende usar meu corpo caloroso como forma de aquecer-se? Martha, eu não esperava que fosse tão direta. - Em seguida minha expressão se torna mais instigante e ousada, enquanto observo as reações dela. - To brincando, apenas estou lhe provocando um pouco. - Termino de dizer soltando um risinho travesso.

- Precisamos encontrar algo para você cobrir-se, se me virem andando contigo dessa forma, vão pensar que sou uma pessoa desnaturada, e isso arruinaria minha reputação. - E então começo a procurar por um casaco que sirva em Martha, sem muitas exigências com beleza, até porque ela não me parece se importar com detalhes assim, mas seria bom encontrar um agasalho que fique bem nela, um casaco de botões de cor clara deve ficar bem nela, pelo contraste com as roupas escuras e o cabelo preto. Assim que encontrasse uma jaqueta para Martha eu ajudaria-a vestir-se, aproximando-me mais do que o necessário para abotoar o lentamente e com cuidado o casaco, observando-o com meu rosto bem próximo ao dela a procura de amassados e usar minhas gentis mãos para tentar tirá-los, e então envolvê-la pelo pescoço com meus braços para ajustar-la a gola da jaqueta com muito cuidado e sutileza, levemente puxando-a para mais perto de mim. - Pronto Martha, agora você não vai congelar lá fora. - Diria usando um tom de voz doce e caloroso, com o rosto tão próximo que ela poderia até sentir minha sutil respiração na pele.

E assim a seguiria para o próximo destino, adotando uma postura mais relaxada colocando as mãos por dentro dos bolsos do casaco mas deixando o polegar de fora, porem ainda mantendo a nobreza ao caminhar graciosamente, com o queixo erguido, coluna ereta e ombros abertos, observando os transeuntes de cima exalando um ar de superioridade, mas não poderia negar o desgosto pelo ambiente desta parte da cidade, principalmente a lama que ao menos suja botas de aparência ruim e não meus lindos e delicados pés, mas o pior definitivamente é o cheiro, seria uma luta bem difícil manter-me plena sem deixar transparecer meu desagrado, mas seria ainda pior fazer uma expressão ridícula em minha face de beleza angelical.

Quando chegássemos na loja de bellatrix eu me sentiria mais confortável pelo local parece ser mais civilizado e adequado para minha pessoa, a decoração não me desagrada e os empregados parecem educados, o que já é algo impressionante para um lugar que Hen recomendou, o que me causa uma boa expectativa para conhecer a proprietária, porém eu não consigo conter o riso ao ver Bellatrix abraçando Martha que permaneceu estática igual uma estátua, mesmo sendo um comportamento rude a cena era muito cômica para minha pessoa, então eu abafo o riso com as costas da mão, e volto a manter minha postura elegante novamente, disfarçando tal gafe com algumas tosses. “Martha realmente é engraçada ao lidar com pessoas.” Pensaria a respeito da empregada, mas se ela fizesse isso comigo não seria nem um pouco engraçado, porém quando escuto a opinião da proprietária sobre as roupas que Martha veste, eu me sentiria muito feliz por encontrar alguém que divide a mesma opinião que eu, e aparentemente tem bom gosto. - Finalmente, alguém que me entende. - Pensaria alto um pouco irritada mas feliz, e tambem sentiria um estalo na mente e esboço surpresa ficando boquiaberta e batendo com a parte de baixo do punho cerrado na palma da mão. "HENRY!, esse é no nome dele... Prefiro Hen, é mais fácil de gravar..

Mesmo já sabendo o nome da proprietária, eu já teria alguma expectativas sob ela, por isso a pequena falta de cortesia dela me incomodaria, e minha pessoa não poderia deixar que tal ato passasse batido, eu coloco meus dedos na bochecha e inclino de maneira sutil o rosto para o lado esboçando um sorriso aparentemente carismático e expressando uma falsa ingenuidade. - Ara ara, não em muito cordial perguntar o nome de alguém sem antes apresentar-se, não concorda? - Diria com um pequeno tom de ironia debochando de Bellatrix, que apenas alguém de comportamento nobre perceberia.

E assim que Bellatrix se apresentasse formalmente eu nobremente lhe faria uma reverencia como saudação cruzando a perna esquerda atrás da direta e abaixando um pouco o corpo, voltando meu olhar para baixo, estendendo os braços ao lado do corpo como se estivesse puxando um vestindo imaginário de festas. - Chamo-me Karelina Lawford, “prazer” é todo seu, Sra. (Aqui usaria o sobrenome dela se fosse-me falado, caso contrário seria apenas Bella mesmo.) - Diria com tonalidade maliciosa naquela palavra, e assim como uma digníssima princesa faria volto-me a postura ereta e confiante de sempre. E já esperando que  ela retruque meu comentário ácido sobre a falta de cordialidade dela, eu solto um riso divertido sobre o que Bellatrix disser, mas ela poderia perceber a “falsidade”, - Vejo que o avançar da idade traz consigo muita experiência, e também uma língua bem afiada. - A princípio parece um comentário simples e ingênuo sobre a resposta dela, mas Bellatrix entenderia que quis chamá-la de velha, mas é claro sempre mantendo a pose e elegância, não se pode descer do salto nessas horas.


Histórico:
 
Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptyDom 20 Out 2019, 11:22




Henry era de fato um homem agraciado, invejável era a sua sorte devo-lhes dizer, pois se mais um minuto tivesse passado a presença de Kare… então … talvez…. Sua paciência pudesse ter-se esgotado. Um gênio diabólico em um corpo angelical, um ser mítico que habita os extremos do mundo, mas que de maneira nenhuma tal existência poderia ser atribuída a uma simples mortal. Uma verdadeira Succubus implacável em sua essência de testar os limites dos homens, fosse para qualquer um dos lados. Em frente a tal ser era difícil manter-se composto e por tal lher digo que Henry era de.fato um homem agraciado e invejável.

Uma sombra pesada se manteve no rosto daquele homem, o que talvez nos leve a perguntar. Quais eram os motivos ocultos que o levavam a suportar tal provação?

>><<

Um sorriso largo espalhou-se quase que imediatamente no rosto daquele simplório, um encanto de luxúria que mais poderia ser tido como um feitiço. Sentia seu corpo preencher com aquela tentação, aquele profundo e infinito desejo. A cobiça era o que o simples olhar de Kare havia feito despertar no coração daquele homem, como uma fera que devora a sanidade e leva o sujeito a loucura. Era isto que talvez possa ser chamado de paixão? E então tal qual um golpe mortal ela virou seu olhar, seus cabelos lançaram seu cheiro, mas também seu repúdio e assim mais afiado que o golpe de sua lança o coração daquele homem foi arruinado pela lâmina de desprezo deixando para trás algo que era uma sombra do que anteriormente havia estado ali.

>><<

Certamente havia uma quantidade "expressiva" de roupas considerando o que era aquele lugar. Ainda que nem todas fossem de fato femininas enquanto boa outra parcela poderia ser questionada quanto ao adjetivo "roupa".

Kare "jogava" os cabides um a um para o lado examinando com razoável minúcia aquelas "roupas" esperando encontrar algo minimamente do seu agradado. Durante sua busca vou uma jaqueta preta, uma vermelha, outra roxa, mas felizmente para si nenhuma amarela. Ainda que as duas últimas houvessem sido tão abomináveis quanto, sendo então fadadas a repulsa da jovem. Estas infortunadas peças foram jogadas ao chão por cima dos ombros da bela. Após o ato a face do asco durou alguns segundos em Kare, tempo no qual seu corpo foi varrido por um arrepio inconsciente parecido com aqueles que nos acomete ao termos a impressão de que algo vil rasteja em nossos corpos. Instantes depois foi capaz de recuperar sua compostura.

Goles pequenos de uma dama, a água era límpida e refrescante em sua boca seca. A língua que até então estava grossa devido a sede foi capaz de aos poucos "relaxar" trazendo-lhe alívio. Martha não teceu palavras ao elogio que lhe foi empregado, ela apenas curvou-se ligeiramente em respeito, mas talvez sua pele tivesse finalmente ganhou alguma cor. E então, com um de seus problemas resolvidos ela voltava-se novamente para aquela situação desesperadora contra aquele oponente terrível chamado: falta de estilo.

Em certo momento derradeiro, ao alcançar a segunda "arara" ela havia finalmente superado aquela grande adversidade. Lá, contra todas as possibilidades do senso comum, havia algo capaz de lhe agradar. Era um tecido de malha, resistente, não dos mais suaves e requintados, mas bastante adequado ao clima atual e a situação lamentável higiênica daquela cidade. Sua cor era de um tom escuro que devido a pouca iluminação poderia ser confundido com o preto, mas não para Kare e seu apurado senso estético, para ela era claro como o sol que aquilo era roxo.

Com algo aceitável encontrado ela dirigiu suas energias para as botas e devido a sua "descoberta" complacência esta tarefa acabou por ser rapidamente executada ao se dar satisfeita com uma bota marrom um pouco surrada, mas que era confortável em seus pés e os manteriam quentes devido ao forro interno de lã. ,

Martha por sua vez estava arrumando a pequena bagunça feita por Kare, está qual a jovem e bela dama sequer havia notado. Alguns casacos como dito haviam sido atirados devido a suas cores abomináveis, mas não foram somente estes que sofreram a ira daquela mulher. Alguns sapatos haviam sido "afastados" com evidente repulsa mesmo quando ela estava sendo "complacente" em sua demanda o que só mostra o quão terríveis eram tais atrocidades e mesmo assim, após apenas alguns segundas da passagem do furacão Kare o vestíbulo estava novamente "impecável".... Ao menos no que se referia sobre a arrumação, visto que nem mesmo a proficiência de Martha poderia fazer milagre quanto ao questionável gosto estético do lugar.

Enquanto isso a jovem se admirava. Mas, era realmente aquele espelho digno de tal honraria eu vos questiono? Ou melhor, seria ele capaz de reproduzir tal perfeição da natureza? Talvez não, mas essa resposta não importava de fato, já que aos seus próprios olhos nada mais belo existia no mundo. Ou talvez ela devesse tentar? Assim como naquela velha história: "Espelho, espelho meu. Existe alguém mais bela do que eu?"

>><<

Os laços para a tristeza e profunda desolação não puderam ser encontrados ali e com isso as longas tranças de Martha jaziam ainda completamente desprovidas de cor, mas em frente a porta, pouco antes de deixar o local a jovem em toda sua magnificência havia percebido a falta de proteção em sua nova companhia.

- Não há na…

Martha começava a responder do motivo de não estar agasalhada, mas calaca-se ao notar o sutil movimento da mão de Kare dirigindo-se aos lábios. Nesse exato momento sua boca se fechava e seus olhos mais que rapidamente eram dirigidos ao chão evitando todo e qualquer contato visual, suas mãos estavam prostrados a frente do corpo abertas a frente de sua cintura. Ela havia interpretado de uma forma completamente errônea o gesto de Kare, confundindo-o obviamente com um sinal de ordem de silêncio o que a levou a subitamente assumir uma postura de completa submissão ante sua "patroa".

Kare alheia a esse movimento seguia com sua provocação, as mãos de Martha se fecharam com força agarrando a saia de sua roupa espremendo-a em seus dedos. Para alguém como ela aquilo era o equivalente a gritar em plenos pulmões de puro terror. Martha nunca antes havia sido alvo de uma brincadeira, nunca antes havia recebido cuidado, atenção, ou mesmo elogios sinceros. Aquele era um mundo novo que conflitava largamente com o mundo que estava acostumada. Ainda assim Kare em seguida descartou suas provocações e suas últimas palavras finalmente pareceram levar Martha a entender o significado do que lhe era dito?

- U...Uma brincadeira senhorita? - as mãos que seguravam a saia relaxaram e o vestido voltou a esticar, se fosse atenta ao fato perceberia quão mais brancas estavam as mãos da empregada naquele momento antes do sangue voltar a circular. Era certo que nesse momento existiu medo nas palavras de Martha, ainda que as palavras seguintes já houvessem se despido desta emoção. - Eu não tenho casacos que possa chamar de meu senhorita e não me foi autorizado. - essa era finalmente a explicação que a empregada dava, a qual certamente seria descartada como um assunto de menor importância e de completa irrelevância por Kare, afinal; ela que mandava ali agora não? Ao menos assim interpreto as intenções de tal mulher.

Não importava-lhe o que Henry pudesse ter mandado, feito, ou exigido, pois seria simplesmente inadmissível que sua pessoa fosse taxada de 'cruel' para com seus servos caso a vissem caminhando com Martha e seu vestuário nada apropriado.

Dessa vez recordava-se de algo que poderia servir, afinal já havia vasculhado os cabides anteriormente e assim conseguiu em menos de um minuto achar algo razoavelmente 'aceitável'.

A respiração de Martha era praticamente inexistente naquele tempo. A poucos centímetros de sua face estava Kare. A proximidade delicada era-lhe estranha e tal era que esquecia-se, ou melhor dizendo, se privou de respirar como se ao fazê-lo pudesse ser alguma ofensa para com a senhorita a sua frente. Kare por sua vez sentia o corpo rijo de Martha em uma postura completamente firme e tensa.

O casaco de cor bege era acompanhado por um cinto que levou a mulher a 'abraçar' Martha enquanto passava o acessório por suas costas, com suas faces tão próximas era-lhe possível sentir o cheiro amadeirado que emanava da outra e também a tensão nervosa que havia se instalado em seu olhar. Eram revelações que muito provavelmente seriam bem vindas para Kare, afinal; já era hora da empregada ser perturbada por sua grandeza.

O fato era, não havia mais aquele indiferença no olhar, Martha estava realmente a vendo com certo nervosismo, não era o ideal ainda, não… Certamente não seria nervosismo o sentimento desejado por aquela Bela… Talvez aceitasse o medo, mas se me for permitido supor direi que o que ela desejaria ver era algo mais quente, mais fervoroso.

Martha só foi capaz de agradecer quando Kare se afastou, sua face tremia um pouco, mas voltou a relaxar. - Obrigada Senhorita. - disse ela se curvando, embora o fato fosse que Kare havia lhe dado algo que de fato nem sequer a pertencia, ainda assim talvez não fosse pelo casaco que Martha agradecia e sim por algo que havia realmente sido-lhe dado por Kare.

>><<

- Minha nossa, que falha a minha em ter sido descuidada ao ponto de não perceber que você não seria capaz de entender quem eu sou. - um sorriso que podia ser tido como perverso surgiu no rosto de Ballatrix. - Perdoe-me querida eu devia ter percebido essa inaptidão antes. Como você poderia adivinhar eu me chamo Bellatrix Badeaux. - ela completou sem nenhum indício de referência, apenas manteve-se ereta com um dos braços a frente do abdome apoiando o outro que segurava o cachimbo longo em uma posição próxima ao seu rosto.

Kare também se apresenta e sem perder a oportunidade declara sobre a avançada idade de Ballatrix.

- Hora.. Vejo que você tem um sobrenome interessante querida. - ela dava uma tragada em seu cachimbo e ao largar a fumaça adocicada prosseguia. - Concordo, muitas coisas boas vem com a idade. Boas roupas, bons negócios, bons contatos e a experiência tem certamente suas vantagens minha querida. - Bella erguia a mão livre revelando as unhas compridas e pintadas enquanto 'acenava' com os dedos. - Talvez com minha experiência eu possa lhe ensinar como cuidar melhor de si mesma querida.   - Kare veria que Bella estava agora lhe olhando de cima a baixo sendo com certeza capaz de perceber as botas, o vestido e inclusive por seu gesto anterior a unha quebrada. Tudo era dito com um descarado sorriso falso plantado no rosto. - Posso supor que foi para aprender isso que vieram me procurar? - Bellatrix se virava indicando com um sinal amplo da mão as poltronas na sala. - Martha seja uma boa menina e traga algo para nós. - Certamente senhorita. - com isso Martha se retirava dos aposentos sobre o olhar reprovador de Bella, o qual obviamente era dirigido a aparência de Martha e não a pessoa em sí.





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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptySeg 21 Out 2019, 21:22

- Não precisa se culpar Sra. Badeaux, eu tenho o péssimo costume de superestimar as pessoas, e até mesmo fiquei feliz por achar que estava lidando com alguém de alta classe. - Digo com a intenção de reconfortar Bellatrix pelo pedido de desculpas dela. - Porém deve ser natural esquecer os bons modos depois de conviver tanto tempo com gente de baixa estirpe. - Termino de dizer mantendo a aparência civilizada com um sorriso carismático, mesmo com o clima conflitoso disfarçado por simpatia.

- Conhece meu sobrenome. - Observaria-a com os abertos de surpresa por ela conhecer o sobrenome de minha família, que apesar de ser bem afortunada, não é tão famosa ou conhecida, principalmente fora de Lvneel.

- Aprender? Quer dizer sobre essas tinturas artificiais no rosto? - Digo ficando pensativa segurando o queixo com os dedos polegar e indicador. - Na verdade eu nunca tive interesse nesse tipo de coisa. - Ainda pensativa inclino a cabeça um pouco para o lado. - Sempre achei que isso foi feito para pessoas que tentam esconder as falhas, e convenhamos que minha pessoa não tem nada a esconder nesse belíssimo rosto. - Digo apoiando meu queixo nas costas da mão enquanto sorriria angelicalmente fechando os olhos para parecer mais puro, mas provavelmente seria uma atitude muito irritante, visto que estaria exibindo minha esbelta face, isenta de rugas, marcas de expressão, e a pele semelhante à porcelana parecendo veludo de tão macia, ficando assim por alguns instantes mantendo a expressão quase que emitindo luz própria de tão meiga quanto irritante principalmente quando se é uma mulher que já não é mais tão jovem quanto eu, mas coincidentemente eu faria um movimento espelhado ao mesmo tempo que Bellatrix com o mesmo olhar reprovador a voltado em direção a Martha quando esta se retirasse a respeito das vestes que a mesma traja. “Certamente esse será meu maior desafio.”

Após a implicância “saudável” com a Sra. Badeaux, minha expressão se torna séria o olhar gélido porém atento e obstinado se volta para a mulher. - Porém tem algo que gostaria de saber antes, porque Martha tem esse comportamento robótico? Não me parece a verdadeira natureza dela e sim algo implantado ou a forma como ela achou para sobreviver em um ambiente hostil. - Poderia sentir-se uma densidade maior que o normal em minha postura e no tom de voz, mesmo que normalmente eu não de a mínima para outras pessoas, esse assunto em particular é de total interesse da minha pessoa. E caso Martha retornasse no meio do conversa eu viraria meu olhar para ela. - Martha aproveite que estamos em uma loja de roupas e vá procurar algo bonito para vestir, meus olhos doem por te ver usando roupas tão antiquadas. - Esperando que ela questionasse minha “ordem” eu sorriria perversamente para ela. - Deseja que eu lhe ajude a vestir-se novamente? - Diria de forma provocante me referindo a ter colocado o casaco nela um pouco antes, esperando que a empregada ficasse envergonhada e fosse a procura de roupas apenas para me evitar, mesmo sabendo que dificilmente ela saberia escolher alguma, então volto minha atenção para Bellatrix esboçando um riso diabolicamente fofo. - Isso deve nos dar algum tempo para continuar, por favor prossiga. -

Após escutar Bellatrix, eu diria. - Na verdade Martha me trouxe aqui para que minha pessoa pudesse trocar de roupa, acredito que já tenha me analisado muito bem, para perceber que mesmo tendo um corpo impecável feito o meu, esses pedaços de pano sem elegância ou classe, não são capazes de enaltecer toda essa beleza natural. - O tom de voz familiarmente arrogante e confiante seria escutado, acompanhado por uma feição resoluta, exibindo-me ainda mais.
- Antes que eu me esqueça, vossa pessoa deve ter alguma tesoura e lixa de unha que eu possa utilizar certo? Os subalternos do Hen fizeram com que eu perdesse um pedaço de meu corpo. - Diria em tom de decepção mostrando as costas da mão esquerda para Bellatrix.


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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptyTer 22 Out 2019, 18:56




Como homonimos elas se encaravam, cada qual recusando-se a permitir que a outra saisse por cima. Isto talvez pudesse ser considerado um esporte da alta classe?

- Não se preocupe querida. Eu posso entender bem esse hábito já que ocorre frequentemente com minha pessoa, mas tendo a achar que as pessoas são mais inteligentes do que realmente são. Então não se preocupe com essas irrelevâncias. - Podemos, creio eu, chamar isto de, com o perdão do trocadilho, guerra fria?

"Conhece meu…"

- Interessante... - um sorriso surgiu no rosto da mulher ao perceber o 'espanto' nas palavras de Kare sobre seu conhecimento sobre o nome de família. - Acho que você deve encontrar muitas pessoas que irão reconhecer esse nome.

A troca de farpas entre elas continuam no entanto, Bellatrix ria adoravelmente com a declaração de Kare sobre sua abundante beleza, está sem dúvida era com certeza uma das verdades mais absolutas da vida. Felizes eram aqueles abençoados com bons olhos para poder contemplar esta maravilha e abençoados de forma divina se junto a isso fossem surdos.

- Certamente você não precisa desse tipo de conhecimento, sem dúvida por fora você é bela. - as palavras de Bellatrix faziam questão de frisar o "por fora" antes de prosseguir.   - Mas não era a isso que eu me referia.

Martha havia acabado de deixar o recinto em direção aos fundos do local, momento o qual a energia do ambiente mudava drasticamente. As máscaras de ambos os rostos logo deixaram de existir sendo primeiramente o rosto de Kare a mudar. Seus olhos tornaram-se sérios e sua voz abandonou imediatamente todo o tom usado durante as provocações. A mudança drástica de comportamento levou a própria Bellatrix a abandonar aquela fachada provocativa. Quem visse as expressões poderia certamente julgar que o que conversavam era no mínimo sobre o destino de uma grande cidade.

- Então você se interessa por algo além de si mesma? - havia um "Q" de surpresa na voz de Bella que recostava-se na poltrona soltando o cachimbo sobre uma bandeja na mesinha ao lado. - Sua pergunta tem parte da resposta. - continuou. - Mas nem mesmo eu conheço todo o passado daquela jovem. Quando Henry apareceu com ela a personalidade já era assim. Talvez ainda mais quieta, com um olhar ainda mais morto se é que isso é possível. Henry não é alguém sútil e talvez por isso ela não tenha conseguido se desenvolver… Mas também não é cruel se você estiver pensando nisso. Ele deu a Martha, que não sabia fazer nada, uma função. Ela… - Nesse momento Martha voltava com uma bandeja e de forma hábil serviu as duas mulheres.

Martha havia lhes chá e bolo e silenciosamente trabalhou. - Obrigada Martha. - Agradeceu Bellatrix que foi servida após Kare, provavelmente uma cortesia a visita, mas que poderia ser interpretada de outra forma por algumas pessoas? O chá era de Maçã, ameixa e hibisco havendo um sabor levemente picante derivado do cravo e possivelmente de outras especiarias que não seriam possíveis reconhecer com o paladar atual de Kare. O bolo era fofo com uma coloração vermelha, mas seu sabor era de chocolate amanteigado com frutas vermelhas o qual obviamente Kare descobriria ao comer.


Após servir Martha afastou-se e ficou parada junto à parede lateral como um móvel decorativo na espera de receber alguma outra ordem, a qual não tardou a chegar… ainda que…

Mesmo após ter dito e até mesmo provocado a empregada não se moveu. - Você não sabe mesmo onde está não é? Nem o que veio fazer aqui? - Bellatrix questionava Kare. - Você deve só ter assumido o mais óbvio por suas próprias necessidades, mas sem ter dedicado um momento sequer a constatar se seus pensamentos estão corretos. - era uma critica aberta, talvez motivada pelo tom sério que havia utilizado até o momento. - Não vamos precisar de mais nada Martha, seja uma boa menina e ajude Antonella. - Sim senhorita. - com isso Martha voltava a deixar o local.

- Ela foi treinada como uma empregada, pareceu ser uma das poucas coisas que se adequava a fazer já que era incapaz de agir por vontade própria. Mais tarde Henry descobriu que ela possuía conhecimentos médicos, mas não se sabe onde aprendeu. Ela se soltou, mas muito pouco no último ano, este que é o tempo que ela serve a Henry. Isso é tudo que sei de Martha. E você? Porque acha que veio aqui?

>><<

- Alguém por acaso lhe disse que aqui é uma loja de roupas? Lhe parece uma loja de roupas? Ou você assumiu isso porque lhe era mais conveniente? Você achou que por precisar de roupas elas lhe seriam dadas? Me admira o quão pouco você usa a cabeça garota. - Agora que havia respondido sobre Martha a mulher havia jogado toda e qualquer cordialidade fora falando com uma voz fria e desprovida de paixão. - Devo supor que você arrumou problemas com os capangas de Henry e a julgar pelo seu estado só está viva por caridade de Rasnak, mas mesmo assim duvido que pense assim. Você parece que ainda não entendeu qual é a sua situação no mundo… Me diga. Você tem dinheiro para roupas novas? Um lugar pra dormir? Talvez dinheiros para algumas refeições? Henry não me manda mulheres para vestir, manda para aprender, mas você não me parece muito disposta a isso.

Digo que mesmo para mim é impossível imaginar qual será a reação daquela mulher ao ouvir críticas explícitas que atentam a sua perfeição. - Olhe para você e me diga, se eu lhe expulsar daqui agora, o que eu posso fazer com um estalar de dedos. - Bella erguia a mão direita com os dedos na posição citada. - Você tem mesmo a ilusão de que vai se sair melhor do que saiu até agora? A não ser claro que ser ferida, perder as roupas, cair na mão de Henry seja tudo parte dos seus gostos peculiares… - Bella abaixou novamente a mão tomando a xícara de chá novamente em mãos.




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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptyQua 23 Out 2019, 16:11


- Muitas pessoas…... - Ainda surpresa permaneço observando Bellatrix por alguns segundos, até um sorriso presunçoso e autoconfiante formar-se em meus lábios. - Naturalmente meus fãs e adoradores descobriram que vim até Micqueot, e por não conseguirem sobreviver longe de minha pessoa, decidiram seguir-me até esta ilha. - Diria orgulhosamente, enquanto jogo meus cabelos movimentando o pescoço passando os dedos por debaixo dos cabelos para gerar mais movimento. - Foi uma surpresa desnecessária, afinal a justificativa é demasiadamente óbvia. - Termino de dizer dando de ombros e levantando as palmas das mãos para cima. E por um instante direciono meu olhar para o teto pelo canto dos olhos.” Mas… Talvez alguém de minha família veio para Micqueot.” Eu coloco as duas mãos minha frente com os punhos fechados e começo a contar de maneira peculiar.  - Um. - Digo enquanto respectivamente abro o polegar direito, - Dois. - Dessa vez abro dedo indicador direito. - Eu!. - Digo com entonação mais forte e chamativa, abrindo o dedo médio direito, e então olho na direção da mão esquerda demonstrando desgosto. - Segundo lugar. - Dessa vez o tom de voz seria carregado de desprezo e desgosto enquanto abro quatro dedos da mão esquerda, do indicador até o mínimo. E agora permaneço alguns segundos olhando para os sete dedos abertos, fechando primeiro o dedo médio direito. - Maravilhosamente não. - E em seguida o indicador direito. - Certamente que não. - E por último o polegar direito, porém esse me fazendo pensar um pouco mais. - Provavelmente não, mas não posso descartar essa possibilidade. - E agora restando apenas os quatro dedos abertos da mão esquerda eu os encaro atentamente de maneira intimidadora. - Pode ser qualquer um destes! -

Explicação. escreveu:
Narradora: Oi, olha eu aqui de novo, dessa vez é pra traduzir a última cena do parágrafo acima, a Srta. Karelina Lawford, ta contando os membros da família, ou pelo menos o que ela conhece/lembra-se. O polegar direito é o Sr. Stuart (pai), o indicador direito é a Sr. Stella (mãe), o dedo médio direito acredito que não precisa de legenda…. E os outros quatros dedos esquerdos, são os irmãos dela, apelidados “””carinhosamente”””, de Quarteto do Segundo Lugar, é apenas um apelido carinhosos ok….? Tá bom… Eu admito que ela não se lembra dos nomes dos irmãos... Pronto, ficou feliz!? Agora devo retornar ao porão e continuar com o trabalho escravo de escrever o resto do post antes que A VADIA DOS INFERNOS minha digníssima senhora descubra essa intromissão na história e venha chicotear-me, bjs bjs, até uma próxima o/.

>>>

- Naturalmente tamanha beleza não poderia ficar aprisionada em um recipiente fechado, a mundo precisa ser agraciado por ela sendo externada. - Evidentemente eu me sentiria extremamente elogiada por Bellatrix por ela dizer que sou bela por fora, mesmo eu desconfiando que a intenção seria ofender-me. - Talvez se estivéssemos tendo está conversa uns dez anos atrás, eu poderia dizer o mesmo a respeito de vossa pessoa, ou seria melhor dizer a vinte anos atrás. - E apenas para manter o clima saudável entre nós, eu alfinateria Bellatrix com esse comentário irritante e provocativo.

Como uma “resposta” para a estranheza de Bellatrix em relação a minhas preocupações eu apenas sorriria ansiosa para que ela continuasse, sem de fato dar a ela uma justificativa. E assim que a proprietária da “loja de roupas” ordenasse Martha, eu observaria-a afastar-se ficando entediada e inflando as bochechas com ar fazendo expressão emburrada tal como uma criança se sente ao ter um brinquedo confiscado pelos pais. - Queria me divertir mais um pouco. - Resmungaria baixo para mim mesma, mas ainda sim Bellatrix poderia escutar-me sem maiores problemas. Após a pequena história sob a empregada eu já estaria um pouco entediada, tendo que forçar-me a prestar atenção na história, mas deixando escapar um bocejo preguiçoso coberto pela minha mão. - Francamente, tantas palavras para no fim dizer que não sabe de nada a respeito de Martha, poderia ter simplesmente resumido. -. Diria de maneira irritadiça por causa do iminente tédio, mesmo a empregada não sendo meu único interesse com a pergunta, a resposta não era satisfatória de qualquer forma. - Mas não me admira Martha continuar inerte em relação a vocês, a tratam como se fosse uma criança ou um animal treinado, da forma que contou-me a história, não me parece que tentaram aproximar-se dela ou se tentaram foi algo mínimo apenas para tirar tal peso da consciência, e poderem dizer que ao menos tentaram, ou simplesmente os membros dessa associação são péssimos em perceber os sentimentos de uma dama, em alguns minutos pude notar mais coisas do que vossa pessoa percebeu em um ano. - A postura imponente a expressão séria, o olhar raivoso apesar de pleno julgava Bellatrix, o tom de voz reprovava completamente a atitude dela, segurando um sorriso presunçoso para que não se transformar em uma gargalhada humilhante, não me culpem pela sinceridade, ela quem pressionou o primeiro botão iniciando a guerra. - Mesmo tratando-a como um objeto são incapazes de extrair todo o potencial de Martha, é um insulto a pessoa e habilidades dela, manterem-na como uma empregada doméstica, até mesmo alguém “não tão inteligente quanto vossa pessoa imagina” poderia ter feito melhor. - Diria a frase em evidencia de forma extremamente irônica e sarcástica, e então um sorriso amigavel e reconfortante é estampado em meu rosto. - Mas não se sinta-se mal Sra. Badeaux, é natural que minha pessoa seja superior aos demais, mesmo sem esforço algum. - E com o tom de voz mais carinhoso possível eu tentaria reconforta-la, apesar de eu achar que esse não seria o sentimento transmitido, o que sinceramente? Não ligo. ”QUEM NÃO É INTELIGENTE AGORA? HEIN! O SUA BRUXA VELHA MAL EDUCADA! ” Pensaria ficando com as bochechas coradas de vergonha pelo pensamento infantil, mas muito sincero.

Cruzo meus braços e me viro em direção a Martha ou pelo menos para a direção que ela seguiu antes de eu perdê-la de vista. - Mas é totalmente compreensível o comportamento dela, se eu tivesse que ficar um ano vestindo essas roupas antiquadas, com esse penteado arcaico, e esses óculos tenebrosos, também não sentiria vontade alguma de continuar viva. - Pensaria alto com um tom de voz distante, até passar alguns segundos e sentir um estalo na mente, me deixando boquiaberta de surpresa e alegria. “Eu consegui me colocar no lugar de alguém, e imaginar como sentiria-me, será que isso é aquela coisa que papai mandou eu procurar empa.. empate? Não, não, é outra coisa, Empa...ti..a. ISSO! Empatia, certamente ele ficaria extremamente orgulhoso de mim se me visse agora.”   A expressão de felicidade genuína seria vista em meu rosto enquanto fico sacudindo o corpo de um lado para o outro com o punhos cerrados para conter minha felicidade. “Mas ainda tenho que aprender muitas coisas sobre esse mundo, para impressionar  o Sr. Stuart, ele nem vai acreditar quando ver-me novamente.” E tal uma criança ingênua e determinada a impressionar os pais eu aproveitaria um pouco desse sentimento alegre.

“- Alguém por acaso lhe disse que aqui é uma loja de roupas?”
Nesse momento eu estaria atenta olhando-a nos olhos com uma expressão neutra e isenta de culpa, e apenas acenaria positivamente com a cabeça.
“Lhe parece uma loja de roupas?”
Eu olharia para a “loja” virando o rosto por cima dos ombros, e ainda mantendo a mesma feição acenaria novamente com a cabeça de forma afirmativa.
“Ou você assumiu isso porque lhe era mais conveniente?”
Com a expressão de antes apenas daria de ombros como quem quisesse dizer. - Não sei, não pensei a respeito. “-Você achou que por precisar de roupas elas lhe seriam dadas?”
Agora acenaria com a cabeça negativamente, e ostentando um sorriso orgulhoso diria enquanto levanto o dedo indicador. - De forma alguma, elas são um presente de Hen para minha pessoa, por favor escolha um embrulho bem bonito e depois mande a conta para ele. -

E depois eu já não prestaria muita atenção no que me fosse dito, é muita conversa desnecessária que cansa a minha beleza, eu então provaria um pouco do chá pois me parece a coisa menos entediante para se fazer, segurando a xícara pela alça deixando o dedo mínimo estendido, e comeria uma pequena fatia de bolo, mesmo com fome não seria nada elegante pegar uma fatia grande. - O bolo e o chá não são ruins, mas não agradou meu paladar a combinação picante e amarga, a harmonia poderia ter sido melhor orquestrada, mas não é ruim, diria que está acima da média para os padrões de alguém associado ao Hen. - Obviamente que diria tal coisa após terminar de comer a fatia de bolo, pois diferentes de algumas donas de “loja de roupas”, eu tenho educação, tais palavras seriam um pensamento, não direcionados a Bellatrix propriamente, dito com a tonalidade pensativa e julgadora, igual a um juiz, terminaria o chá em pequenos e elegantes goles, enquanto Bellatrix não parasse com o falatório, e então coloco a xícara sobre a bandeja. - Fez todo esse discurso cansativo apenas para dizer que não é uma loja de roupas? Francamente, o sabor do chá até ficou ruim com tanto falatório. - Reclamaria indignada da mesma forma que um cliente faria dentro um estabelecimento querendo falar com o gerente.

Novamente escuto sobre esse tal de Ras, mas tenho certeza que não me lembro de ninguém com tal nome…. Pensaria alto enquanto coço as costas da cabeça com os dedos ficando pensativa e confusa. - Se quiser que minha pessoa se retire de seu estabelecimento, apenas diga de uma vez de forma direta, apenas vim aqui porque me foi dito que eu iria conseguir algo que possa chamar de roupa, não esse trapo que não favorece toda a beleza de meu corpo, seu adorado chefe nada disse a respeito de aprender, e se vossa pessoa tivesse o mínimo de educação e tivesse apresentado-se apropriadamente, esse pequeno desentendimento teria sido evitado. - Sem elevar o tom de voz, apenas mantendo a conversa em um nível formal e civilizado eu responderia Bellatrix, e um ar de desinteresse e melancolia pode ser notado em minhas palavras.

- Eu não espero nada de sua pessoa ou melhor, de ninguém, todos são falhos em cumprir minimamente minhas expectativas, minha pessoa melhor do que qualquer sabe o quão decadente está. - Diria de forma a desprezar completamente as demais pessoas, fazendo uma feição séria observando Bellatrix diretamente em seus olhos. - Agora, se a senhora se julga tão inteligente e esperta, por favor tire a dúvida de uma pessoa não tão inteligente assim. - Dizendo novamente com sarcasmo a parte que “me ofende”, - Como ficar tagarelando sobre meu estado atual faria isso mudar? - E se ela tivesse uma resposta para a pergunta eu me limitaria a ouvir silenciosamente. Mas se ela não tivesse, o que é algo que eu espero, minha pessoa diria  de maneira autoritária e rígida como se estivesse ordenando um funcionário. - Apenas faça o seu trabalho lacaia, quanto menos tempo eu perder aqui, mais rápido atingirei meus objetivos, se houver algo que vossa pessoa acreditar poder ensinar-me apenas faça, nunca tive problemas em aprender, na verdade sempre foi fácil e tedioso, assim como qualquer outra coisa que minha pessoa tente fazer. - Diria encarando Bellatrix de cima como se ela fosse muitas vezes inferior, com a expressão ainda mais séria, e dessa vez irritada

- Uma última coisa (Sra. Badeaux ou serva, o termo usado dependeria se ela houvesse ou não me respondido anteriormente.) - Chamaria a atenção dela gentilmente com um sorriso carismático, porém extremamente sombrio e aterrorizante com uma veia quase explodindo na testa de tanta raiva, e então exibo minha mão esquerda tremendo e contorcendo-a como se estivesse prestes a esmagar algo. - Vossa pessoa ainda não me respondeu a coisa mais importante no momento. - E então me aproximo ficando com os olhos fechados deixando meu rosto próximo ao dela. - Eu estou a muito tempo sofrendo de aflição com essa unha quebrada, todas as forças de meu ser estão sendo usadas para conter-me antes que eu cometa um assassinato com minhas mãos nuas, o que não seria uma atitude nem um pouco bonita ou prazerosa, talvez acabe quebrando mais delas com esse ato. - O tom de voz sinistramente amigável, e o sorriso gentil de quem está à beira de ter um ataque de ódio pode ser visto em minha face. - Então por gentileza seja uma boa ( anfitriã ou menina, novamente dependendo se a resposta foi me dada ou não.) e consiga-me uma tesoura e lixa de unhas, antes que eu realize o ato que estou vigorosamente tentando evitar. - Terminaria de dizer já com a mão esquerda quase em volta do pescoço de Bellatrix, não que eu estivesse com tanta raiva dela para chegar nesse ponto, mas ficar tanto tempo com essa unha quebrada está me fazendo perder a sanidade de forma demasiadamente rápida.


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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptyQui 24 Out 2019, 15:28




Talvez aquela desde o início fosse uma situação predestinada a ocorrer, pois o mundo certamente era pequeno demais para duas pessoas como estas habitarem o mesmo espaço presente. Dois seres que não aceitariam ser dominadas embora com diferentes níveis de flexibilidade a verdade no fim ainda seria essa.

Talvez algo como uma conversa franca fosse demais a se esperar, assim como a capacidade de mútuo entendimento. A tensão só fazia crescer no ambiente conforme o clima entre elas esquentava e embora seja grande o meu amor pela Kare ela não é alguém fácil de conviver, visto que nada nunca seria julgado como perfeito, nada seria de fato digno dela, ao menos enquanto estes "algos" fossem feito pelos outros.  

Ainda assim a conversa foi seguida por breves e fugazes momentos de apreciação, sim a diva havia finalmente entendido uma das coisas sem relevância que seu pai lhe havia desejado ensinar e assim por um breve e ínfimo momento sentiu aquilo que é comum a pessoas de baixo nível; empatia. Com isso ela certamente seria agraciada com doces palavras de seu adorado pai.

Todavia devo julgar desconcertante a minha pessoa o que aconteceu a seguir, pois a cena que vejo à frente dos meus olhos é em muitos aspectos similar a uma mão velha e má que tenta inutilmente disciplinar a sua doce, adorada e inocente filha, pois por um alguma influência do universo era assim que Kare parecia ao acenar em silêncio de maneira doce e inocente para as acusações de Bella o que terminava com a bruxa má apenas sacudindo a cabeça inconformada. - Sim claro, um embrulho.

- Não o precisava ter feito se você fosse capaz de enxergar a além do seu nariz. - com o ritmo e rumo seguido pela conversa a situação começava a piorar rapidamente de modo que seria um milagre que as cosias se corrigissem em algum ponto. Aquela era uma batalha de Egos onde apenas o amor do destino permitiria encontrar um ponto confluente onde ambas as personalidades conseguissem manter suas assinaturas ao mesmo tempo.

Mas como a situação havia chegado naquele ponto? O que de fato havia originado aquele desenrolar? Pois vos-lhe digo que a culpa certamente e equivocadamente era da Sra. Badeaux que tão desrespeitosamente havia reagido de forma indigna ao ser chamada de "grosseira" e "Não refinada", como ela poderia com apenas isso ter OUSADO chamar Kare de burra… Esse é certamente um comportamento imperdoável altamente merecido de um corretivo para que nunca mais se repetisse. Ainda que Bellatrix tivesse uma visão completamente diferente, dois pontos de vista, mas a mesma história.

- Hahaha, a sim minha cara. Não fará mudar nada, mas é isso que se faz com o poder não é? Nós esfregamos na cara dos outros a nossa superioridade. - talvez essa fosse uma quebra muito grande de expectativa para Kare, ou ainda, talvez fosse algo que se tornasse muito mais conciso, pois aquele seria um comportamento do qual ela poderia simpatizar.   - É isso que você deseja não é? Não importa como você jogue suas palavrinhas ao ar, tudo o que você faz é esfregar na cara dos outros o que você possui que elas não possuem, não é minha cara? - Bella fazia uma pequena pausa. - Dinheiro, roupas, poder, beleza? - um sorriso fino de certa inveja apareceu no rosto da mulher. - Admito que sua beleza e juventude me causa certa inveja… Então?


- Certamente, mas para perder menos tempo aqui não depende de mim e sim de você. - Bella recostava-se na poltrona pegando novamente o seu cachimbo. - Diferente do que você parece pensar eu não sirvo a ninguém, não sou uma funcionária de Henry. Apenas faço alguns favores para ele e ele me paga com outros é uma relação bem simples e por isso que posso simplesmente me negar a hora que eu quiser. - ele tragava antes de continuar. - A hora que estiver disposta a deixar de lado a pompa e conversarmos como duas mulheres iguais nós prosseguiremos. - era um tipo de oferta de paz, talvez uma proposta que pudesse ser considerada um cessar fogo após ambas terem dito o que queriam uma na cara da outra.

Ainda assim Kare continuava uma completa pilha de nervos, afinal não poderia ser diferente a julgo completamente justo que ela estivesse assim, afinal… Havia perdido uma unha. Sua perfeição havia sido maculada por pessoas de baixa estirpe. Assim, mesmo mediante a possível "trégua" lhe era quase impossível manter-se completamente sobre controle.  

Ainda fumando, como se a situação a sua frente fosse completamente normal a Sra. Badeaux respondeu. - Assim que você sentar e se acalmar poderemos resolver todos esses assuntos, enquanto é claro for possível manter a civilidade entre nós.

>><<

Se houvessem chegado a um acordo a bela e magnífica jovem seria guiadas pelos corredores internos, estes de aparência "rústica", mas com bom gosto em sua decoração. Madeira nobre envernizada salientando a beleza natural. Conforme percorressem o local Kare começaria a ouvir outras pessoas em suma mulheres e por fim chegariam ao local de origem destes.

Kare se veria neste momento em um camarim espaçoso com mais de 20 mulheres em seu interior, poderia ser tido como um tanto apertado, mas era na medida do possível organizado. Cerca de metade das mulheres seriam facilmente reconhecida como artistas, enquanto a outra parcela era funcionárias da casa que estavam ali para servir as necessidades do primeiro grupo, tais como fazer o cabelo, unhas, maquiagem e figurino.

- Bem vinda a companhia de Teatro Badeaux. - Bellatrix finalmente apresentar formalmente o lugar. - Nicolle querida. Cuide das necessidades da Sra. Lawford. - Virando-se para Kare ela completaria. - Deixarei você aos cuidados de Nicolle, me procure depois quando estiver pronta. - e sorrindo ela completaria. - Ou vá embora sem se despedir, depende da sua educação. - Bellatrix daria uma piscadela nesse momento para enfatizar a brincadeira.







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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptySab 26 Out 2019, 03:37


A resposta pegou-me completamente desprevenida, de tão inesperada senti-me paralisada por alguns instantes sem reação, tive que cobrir os lábios com uma das mãos fechadas para não fazer um escândalo desnecessário tive um acesso de riso a ponto de abaixar um pouco a cabeça e inclinar o corpo para frente fechando os olhos com uma gota de lágrima escorrendo pelos cantos, e com a mão livre abracei minha barriga que começava a doer de tanto de rir abafadamente, após alguns segundos de risos descontrolados pude me recompor respirando fundo para repor o ar e massageando a barriga, enquanto enxugo as lágrimas nos cantos dos olhos com o dedo indicador dobrado. - Admito que essa resposta foi totalmente surpreendente, no mínimo, não esperava que fosse ser tão sincera nessa situação Sra. Badeaux. - Diria ainda respirando ofegante, com as bochechas doendo e um sorriso ainda formado no rosto.

Após estar dignamente recomposta eu me sentiria meu humor até melhorar, mas ainda neurótica e aflita para trocar logo de roupa e cortar as unhas, porém não seria felicidade o sentimento que eu poderia descrever nesse momento, mas sim uma mistura de frustração e decepção. - Não acredito ser tão satisfatório assim como poderia dizer, ostentar feitos, sempre foi muito fácil para minha ter tudo que desejasse, claro que a princípio tal possibilidade pode parecer deslumbrante, mas tornou-se monotonamente repetitivo e demasiadamente tedioso, não tenho orgulho pelos meus atos, pois para mim não significam nada é tão natural quanto respirar para minha pessoa sempre ter sucesso em tudo que tenta fazer, deve ser o preço a se pagar por alguém que foi amaldiçoada com a mais absoluta perfeição. - Diria lamentando, deixando que meu pior problema tome conta de minha mente por um tempo enquanto cubro os olhos com a mão e abaixo meu rosto.

Percebendo que deixe-me levar pela situação, encaro Bellatrix me sentindo constrangida, mas tento ao máximo não deixar transparecer; - Perdoe-me por tal comportamento patético, garanto-lhe que não irá repetir-se. - Diria obstinadamente e com uma tonalidade de raiva, mas dessa vez seria de mim mesma, por ter uma conduta completamente indigna de minha pessoa e principalmente por ter sido na frente de outra pessoa.

Ao ser elogiada por Bellatrix eu não poderia conter um sorriso de satisfação que forçou-se a formar em meus lábios. - Ara ara, uma pessoa tão elegante e refinada quanto a senhorita não necessita de ser tão bajuladora, principalmente em relação a alguém tão trivial quanto minha pessoa. - Digo para retribuir o elogio, assumindo uma postura manhosa e esboçando uma expressão amável enquanto me aproximo de Bellatrix fingindo modéstia, apenas para ser elogiada mais vezes.

Mesmo após aceitar a oferta de paz eu não poderia evitar de continuar com as provocações, mas estas seriam mais leves com a intenção de estimular uma competição saudável. - Como uma gratificação por ter me entretido honrarei vossa pessoa com minha atenção, espero nãos decepcionar-me com o que você tem para ensinar. - Diria em um tom amistoso mas ainda sutilmente provocativo, apenas para deixar Bellatrix mais instigada, e não para irritá-la, enquanto esboço um sorriso sarcástico mantendo apenas um olho aberto e colocando as mãos atrás dos quadril.

Assim que estivesse seguindo Bellatrix pelos corredores, eu a encararia maliciosamente. - Você e o Hen tem uma relação bem interessante, se assim posso dizer, trocar favores acredito ser prazeroso de várias formas, os tipos de agrados que um homem brusco pode prestar para uma mulher tão requintada devem ser bem tentadores, atrevo-me a dizer que existe um belo contraste entre vocês.. - Diria em um tom de perversão insinuando que a algo mais além de uma relação de negócios entre Hen e Bellatrix enquanto me aproximo dela para podermos fofocar igual melhores amigas, mesmo sabendo que estaria errada, talvez ela possa acabar contando um pouco mais sobre o pirata enquanto tenta se justificar. Mas se realmente existisse algum tipo de relação mais afetuosa entre eles e Bellatrix admitisse ou deixasse subentendido eu não poderia evitar de ficar ficar surpresa ficando de olhos atentos voltados para ela. - Uma dama também precisa ter seu tempo para satisfação, apenas preocupar-se com trabalho não faz bem para a pele. - Diria ainda mantendo o tom de malícia, para evitar que ela perceba minhas reais intenções.

- Poderia ter dito mais cedo que se trata de uma companhia de teatros… - Diria ao finalmente escuta-lá apresentar o local em tom de voz seco e a fuzilando com os olhos por causa de minha inconformação, mas como tal fato já não interessa eu apenas devolveria a “provocação”. - Contanto que não se esqueça, posso honrá-la com uma saudação antes de partir. - Querendo dizer que pessoas mais velhas tendem a ter problemas de memória, enquanto expresso um sorriso implicante mas sentindo um certo apreço por ela, o que por sinal seria uma sensação nova, nunca antes provada por minha pessoa, então ainda é um pouco dizer como realmente me sinto sobre isso que chamam de amizade. Virando minha atenção para Nicolle eu faria uma reverencia inclinando o corpo para frente juntando as mãos em frente ao quadril. - Me chamo Karelina Lawford e estou aos seus cuidados. - Apresentaria-me formalmente mantendo a postura nobre, mas sem esperar reciprocidade, visto a ausência de etiqueta em Bellatrix.


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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptySab 26 Out 2019, 14:59




Digamos que a capacidade de entender as mulheres é de fato algo que vai muito além das meras capacidades humanas, vulgo; masculina. Talvez se você estudasse a vida toda, reencarnasse e continuasse estudando você talvez e somente talvez fosse conseguir ter um vislumbre sobre estes aspectos, pois creio eu… nem mesmo elas são capazes de se entender.

(Perdão Sra. Kare, jamais serei capaz de entender sua completa grandiosidade.)

Um riso brotou, este que veio profundo rompeu e espalhou a tensão que havia sido acumulada entre elas. A gargalhada, embora tentasse ser contínua tornou-se por alguns instantes histérica, mas mesmo neste aspecto de loucura havia beleza em Kare, afinal este era um fato impossível de ser mudado ou contestado. Bellatrix, talvez por ser 'autora' da piada conseguiu se contar, mas mesmo nela um sorriso largo revelava seus dentes, os quais eram brancos, muito embora pudesse ser esperado o contrário devido ao fumo.

Foram necessários alguns instantes para que pudessem mais uma vez conversar, Kare sentia sua face doendo levemente, mas talvez fosse-lhe possível estar mais leve nesse momento. Talvez seja impróprio perguntas, mas… Ela já havia experimentado isso em algum outro momento da sua vida? Este riso desenfreado que quase a leva perder à compostura.

- É claro minha cara, deve ser realmente terrível ser de fato tão perfeita. Felizmente sou agraciada em minha imperfeição para poder apreciar esses momentos. Mas se assim é, o que você faz para se divertir querida?


>><<

No final as coisas se acalmar, culminando ainda em um dos momentos mais incríveis já presenciados por este que vos fala. O momento em que a Sra. Lawford se desculpou. - Não se afeta por algo assim querida. - respondeu Bella ao pedido e embora seu comentário dissesse que as desculpas não eram necessárias Kare veria no rosto da mulher um sorriso satisfeito.

- Ora… Estava apenas constatando a verdade querida. - Sou só eu, ou todos vocês estão desconcertados com como a situação se transformou? Não acho possível, pareço ter enlouquecido em algum ponto durante o trajeto percorrido até aqui. Aqueles sorrisos… Sim eles só podem ser falsos não é? Certamente que são…. Ainda assim, ainda que minha cabeça esteja sendo arrancada de cima do meu pescoço, elas sorriam uma para a outra como se em algum ponto daquela conversa houvessem simplesmente decidido que seriam boas amigas e por isso retiro o que disse antes. Talvez ao reencarnar dez vezes você seja capaz de começar a vislumbrar o entendimento feminino.

>><<

- Assim como eu que espero ser agraciada com uma aluna competente. - Viu? Viu? Eu sei que só pode ser falsidade, olhem para isso….. Tenho certeza que uma mulher dessas, uma bruxa, não ia conseguir atingir as expectativas da minha fabulosa diva.

>><<

Uma virada inesperada e um bom jogo de palavras eram o suficiente para pegar a maioria das pessoas desprevenidas, principalmente logo após um momento em que finalmente haviam ''baixado'' suas defesas e contido sua atenção.

- O Henry nem sempre foi brusco, não quando jovem ao menos. Era na verdade até toma tico. - respondia ela sem se parar de andar. - Eu também nem sempre fui quem sou. - admitiu como se busca-se justificar algo. - Cada um trilhou um caminho e fez suas escolhas. - ao que parecia havia existido realmente algo entre eles a muitos anos atrás, mas por algum motivo haviam se separado. - Nos reencontramos a uns 4 anos apenas. Quando decidi voltar para cá. - foi então que ela parou e se virou para Kare. - Ele disse algo sobre mim? - sua face estava levemente corada e houve um pequeno indício de expectativa na voz dela. - Não.. não precisa dizer. Não importa ele já é casado agora. São só tolices minhas.

Bom… talvez nos seja possível tirar algo disso. As habilidades de interrogatório de Kare ainda estão um pouco longe de atingir a mesma perfeição que o restante das suas habilidades, embora na verdade possa ser apenas que ela esteja superestimado o conhecimento daquelas pessoas.

>><<

Nicolle imitou Kare, poderia ser dito que não, que na verdade ela possui etiqueta, mas o movimento havia sido de tal forma idêntico que o mais provável era que a mesma o havia copiado.

- Sou Nicolle Vandre ao seu dispor senhorita Lawford. Vamos? Por aqui.


A garota tinha uma voz jovial, porém comum e com algum cansaço devido a prováveis longas rotinas de trabalho. Kare seria guiada por dentro do camarim, lá lhe seria possível ter acesso a roupas, e também sapatos, mas não só esses, pois havia algumas caixas com anéis, colares, e brincos. Bom … nada era de fato tão belo quanto ela própria, mas certamente qualquer coisa ali era melhor do que o que vestia atualmente.

Haviam roupas e sapatos novos, mas também haviam aqueles que já tinham sido usados sendo possível observar pequenas imperfeições nestes. Ainda assim Nicolle a havia levado onde estavam localizadas apenas as peças novas.

- Estes foram entregues hoje de manhã. - disse com um q de orgulho, pois certamente a havia as peças todas muito boas.

Haveriam ali outras coisas disponíveis para Kare, como lixa e tesoura, e também alguém para fazer o serviço para si ou seja, não precisaria ser ela própria a cortar suas unhas. Poderia pedir para que fossem pintadas se assim fosse.o.seu desejo e não só a das mãos, mas também a dos pés.

Se perguntasse por banho seria guiada até um, mas infelizmente para ela não seria um banheiro nobre e privativo e sim um coletivo, mas ao menos era bastante limpo e somente usado pelas atrizes da companhia.

Nicolle lhe mostraria outras alas; figurino, camarim, palco, banheiros, maquiagem. Ao todo teria visto mais de 40 pessoas no local o que poderia ser tido como um número bastante surpreende para uma companhia de teatro. Teria visto uma dupla treinando canto no palco enquanto mais ao lado um trio ensaiava seus passos de dança. Em outra sala teria visto cerca de cinco pessoas treinando falas do que parecia ser uma peça dramática.

Algumas meninas deixariam o local, indo sabe-se lá para onde, mas saiam completamente produzidas.

Nicolle se mostrava disposta a responder perguntas sobre a companhia ou mesmo sobre si mesma embora não fosse ter conhecimento para falar sobre outros assuntos de natureza mais complexa.

- Seu cabelo é lindo. - entre outras seria um dos elogios que ela teria dado a Kare durante o tempo que passaram juntas.




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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptySeg 28 Out 2019, 02:01

- Eu gosto de comprar e vestir roupas de alta costura, principalmente se é feito sob medida, aprecio muito exclusividade. - Diria sendo a primeira coisa a se passar em minha mente quando escuto sobre o que faço para me divertir, e após um tempo pensando um pouco mais com o dedo abaixo do queixo e a cabeça um pouco inclinada para o lado eu digo. - Na minha adolescência eu praticava muita dança, era meu passatempo favorito, mas depois de alguns anos também tornou-se repetitivo e monótono como qualquer coisa que eu faça, mas ainda tenho vontade de mostrar ao mundo toda minha habilidade. - Apesar das palavras muito pretensiosas, minha tonalidade de voz não sofreria alteração permanecendo sem ambição, pois para alguém como eu é apenas uma questão de tempo realizar qualquer tipo de desejo ou vontade.

>><<

- As escolhas levaram vocês para hemisférios opostos praticamente. - Diria sem pensar muito se essa resposta seria algo impróprio ou não para se falar. E então um sorriso diabólico toma conta de meu rosto, por causa de uma idéia maléfica que imediatamente veio em minha mente ao descobrir sobre o matrimônio de Hen, e para livrar suspeitas de mim sobre a expressão que fiz, eu transformaria aquela situação em uma provocação. - Mesmo tendo uma esposa Hen ainda tem olhos para outra mulher. - Diria insinuando a infidelidade por parte do pirata, me referindo ao momento em que ele ficou olhando para meus seios, o que não é surpresa alguma, afinal deve ser impossível resistir a tentação de admirar a personificação de uma Deusa, mas pelo contexto da situação minha intenção seria fazer com que Bellatrix achasse que minha pessoa estivesse falando dela e não de mim ou pelo menos para “presenteá-la” com o benefício da dúvida. "Realmente existem pessoas loucas dispostas a tudo nesse mundo, casar com o Hen... Essa mulher merece um troféu pela coragem." Seria algo que eu pensaria mas não diria nada, pois Bellatrix poderia não gostar, visto que ela e o dito cujo já se envolveram anteriormente e ela ainda me parece ter algum interesse por ele, seria a mesma coisa que dizer que ela tem mal gosto para homens, em outra ocasião eu não iria me importar com o que ela pensaria, mas como estamos tentando nos darmos bem, nesse caso eu evito de dizer.

>><<

O movimento copiado perfeitamente por Nicolle me deixaria um pouco intrigada, mas não  demonstraria mais do que um olhar surpreso para ela, e também não me ocuparia muito pensando nisso. Seguindo até o camarim eu me sentiria bem em saber o cuidado que Nicolle teve ao me levar até as roupas novas, porém eu olharia para elas com um q de pena. - Essas roupas são um completo desperdício. - Diria em tom de desgosto o que poderia causar uma impressão errada sobre o comentário, e após olhar mais atentamente eu completaria. - É um desperdício usá-las para encontrar aquele homem, ele não merece nem um terço disso, e o chão cheio de neve e lama vai arruinar os sapatos. - Me lamentaria pelas roupas novas que seriam usadas em uma ocasião sem prestígio algum, e com uma pessoa que certamente não saberia apreciá-las, mas felizmente elas trajariam uma ótima modelo, que as daria algum destaque.

Após dedicar um bom tempo procurando uma combinação de roupas no mínimo exuberante, dessa vez tomando cuidado com elas, para não fazer bagunça ou amassá-las, apenas imaginando como elas ficariam em meu corpo mas se de fato vesti-las, e pararia até encontrar um vestido halter (é o modelo da gola) longo de cor preta com fenda dupla com a camada interior dourada, tendo um corte alto até o início da coxa tendo um laço preto no vértice do corte, com detalhes florais discretos de cor prata, e a borda com tom de dourado avermelhado, tendo um generoso decote mas coberto por uma fina camada de seda semitransparente em formato de rede de pesca com a mesma cor das bordas fazendo a gola parecer uma gargantilha, dois laços de perna pretos presos por uma cinta liga, luvas de seda pretas, e um sapato mary jane (e o nome do modelo em PT-BR eu juro) com salto quadrado pequeno e não tão fino tendo um laço acima do calcanhar, e para proteger-me apropriadamente do frio, escolho um casaco longo de pele preto, que chega até o final das panturrilhas de botões com pelos em tom mais escuro na borda da gola até abaixo dos seios, na ponta das mangas e também na base, deixando tudo separado para vestir posteriormente.

Mas antes de vestir-me e durante a procura eu conversaria um pouco com Nicolle. - Não imaginei que a Sra. Badeaux fosse pedir para uma das atrizes do elenco me acompanhar. - Assumindo que ela seria uma atriz, mesmo sem ter alguma confirmação, e se caso estivesse correta perguntaria.  - A quanto tempo você está aqui Nic? - ou se estivesse equivocada mudaria a pergunta. - Então com o que você trabalha aqui Nic? - Usando minha tática de chamar as pessoas por apelidos carinhosos, para na verdade esconder meu problema com memorizar os nomes alheios.

E ao escutar o elogio sobre meus cabelos, sentiria toda  arrogância ir embora restando apenas um sorriso de satisfação estampado no rosto, acompanhado da típica falsa modéstia.  - Sério? Ultimamente não sei se posso dizer que gosto dele, dá tanto trabalho mantê-lo, e não sei se fica bom assim. - Na verdade não me dá trabalho algum cuidar de meu cabelo, e algo que amo fazer é cuidar de mim, mas isso é apenas para que Nicolle me elogie mais. Então me aproximaria dela mais do que o necessário para olhar o rosto dela atentamente, tocando-a abaixo do queixo com os dedos indicador e médio. - Uma face jovem mas com tanto descaso, precisa cuidar melhor de si mesma, se não vai acabar envelhecendo cedo, e eu acredito que deve acabar interferindo no seu desempenho dentro da companhia, tente descansar um pouco mais e sua pele vai agradecer. - Após um conselho que não deve ser tão simples de seguir, eu virava de costas e sentar numa cadeira cruzando as pernas e apoiando as costas nela.

- Nic, você poderia me fazer a gentileza de chamar a Martha? Se não saber quem é só procurar por uma mulher vestida de empregada usando óculos enormes, ela estava na recepção a última vez que a vi, preciso que ela me ajude a retirar esses curativos antes de tomar meu banho. - Ilustraria as descrições dadas com as mãos, imitando o formato das lentes do óculos de Martha, diria tentando ser o mais simpática possível, para que Nicolle fizesse isso de boa vontade, enquanto eu caprichosamente cortaria e lixaria minhas como se estivesse em uma terapia até que elas ficassem simétricas e com um formato esteticamente bonito, passando o tempo até que Martha chegue enquanto cantarolo de alegria e empolgação por finalmente estar cortando as unhas depois de tanta aflição e espera.

- Ainda bem que você, poderia remover essas faixas para mim? Como eu nunca sequer me arranhei antes, não sei como fazer isso. - Diria mantendo um sorriso orgulhoso pela façanha apesar de estar dependendo dela para algo relativamente simples, e então faria o que Martha dissesse para que fosse mais fácil de remover os curativos, mas óbviamente eu não poderia deixar de fazer minhas provocações, soltando gemidinhos impertinentes toda vez que sentisse o mínimo de dor, e diria com um tom de voz molhado e ofegante. - Por favor, continue… -  Cobrindo os lábios com a mão mantendo os dedos fechados e desviando o olhar para o lado. E assim que ela terminasse eu afagaria os cabelos delas.  - Muito obrigada Martha. - Matendo um sorriso amigável e grato.

- Nic, agora pode me mostrar onde fica o banheiro? Preciso tirar todo o ranço dessas roupas de péssimo gosto. - E então a seguiria levando as roupas com cuidado, esperando que me fosse dada uma toalha, então eu colocaria as roupas em um lugar onde elas não se molhem ou amassem, e após um demorado banho minucioso, de preferência com água morna/quente para que eu possa relaxar meu corpo, e principalmente para pôr a vaidade em dia, lavando cuidadosamente o corpo e os cabelos para mantê-los com aspecto bonito e saudável. E em seguida vestiria as roupas que separei anteriormente, após secar-me, estando pronta para ir até Bellatrix novamente, sem colocar mais acessórios ou qualquer tipo de maquiagem por achar totalmente desnecessário essas coisinhas mundanas, que só servem para esconder ou camuflar imperfeições.  - Vamos Nic, se não a Sra. Badeaux vai acabar dormindo. - Não perdendo a oportunidade de soltar um comentário ácido, querendo dizer que gente velha dorme cedo, e então mais uma vez seguiria Nicolle, dessa vez mantendo a postura nobre e arrogante como de costume, olhar superior, ombros abertos, queixo erguido, com o casaco acima dos ombros sem pôr os braços dentro das mangas enquanto eu desfilo elegantemente pelos corredores da companhia.


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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptyTer 29 Out 2019, 10:39




A conversa delas havia sido encerrada com um clima que poderia ser tido como leve, Badeaux havia se despedido com um sorriso que poderia ser tomado como contente, mas também como relaxado. Kare por sua vez parecia ter revelado as suas mais profundas decepções durante aquela breve conversa; ser perfeita em tudo era certamente um problema terrível. Talvez isso pudesse realmente levar a uma vida vazia sem grandes desafios, mas [sorriso perverso] isso é algo que pode ser facilmente consertado.

>><<

Nicolle olhava para as roupas que Kare indicava com uma expressão curiosa, sua sobrancelha erguida em um olhar questionador, afinal para está aquelas eram excelentes roupas, das quais ela se faria muito feliz em possuir e usufruir de modo que lhe foram bastante desconcertante ouvir a reclamação de Kare, ainda que logo uma luz tenha sido dada acerca do assunto.

- Temos, hnnn, roupas piores se… quiser? - a "ajudante"  havia ficado realmente sem entender o que deveria oferecer a Kare, uma vez que havia a levado até as melhores roupas por ter julgado que estas seriam de sua preferência e que ter mostrado algo inferior poderia ter sido indelicado, mas agora já não sabia mais o que deveria fazer. - Elas ficam ali. - diria apontando. Na verdade ela sentia-se bastante perdida e até mesmo um pouco intimidada, pois na verdade ela era bastante jovem, tendo no máximo seus 15 ou 16 anos.

Todavia Kare pareceu descartar a preocupação da jovem focando-se em "vistoriar" as roupas ali expostas. As roupas ali eram agradáveis e razoavelmente variadas sendo que algumas eram completamente impróprias para o clima provavelmente tendo sido pensadas apenas para o palco, já outros pareciam ser de outros países devido a grande disparidade em seu estilo com a moda local. Em meio a sua busca foi capaz de encontrar o que lhe agradasse.

- Eu sou uma aprendiz. - respondeu a garota, indicando que não era de fato uma atriz. - Às vezes participo de algumas apresentações, mas não faço parte do elenco. - Nic havia começado a "mexer" nas roupas junto a Kare e colocava algumas a frente do seu próprio corpo enquanto outras mostrava para a outra. - Mas sou mais assistente da Senhorita Bellatrix que uma atriz. - Era possível sentir um pouco de tristeza na voz dela, um Q de decepção. - Na… Verdade eu tenho medo de palco.. - explicou-se e que provavelmente justificativa do porquê ela ser ainda uma aprendiz/assistente. - Fazem 6 anos. Comecei aqui aos 9. - era bastante tempo para ainda ser uma aprendiz, o que provavelmente demonstrava o quão profundo era seu medo de palco. - Eu acabo cuidando das meninas novas, orientando elas na casa e cuidando da alguma coisa da administração.. Bem.. sabe? Receber as roupas e checar se tá tudo certo. Esse tipo de coisa, ajudo as novatas a começar e por aí. - enquanto ela explicava não levou seu olhar a Kare, meio como se escondesse seu rosto nas roupas em que olhava… Bom quem poderia culpá-la? Era provavelmente duro para ela ver as garotas que ela ajudou serem capazes de fazer o que ela não era, ou seja, atuarem no palco.


>><<

- Mas o trabalho valeu a pena. - A garota lhe olhava com olhos brilhantes. - Eles são lindos mesmo. Quem me dera os meus fossem tão bonitos. - disse com certa inveja e demonstrando-se um pouco desanimada o que para ela pareceu levar a receber palavras encorajadoras. - Certo. - disse ela com a voz subitamente explosiva e bem animada. - Vou tentar. - as palavras de Kare, embora não fosse sua real intenção, pareciam ter encorajado de alguma forma aquela garota que a ouvir o próximo desejo da mulher saiu quase correndo. - Vou achá-la. - disse ao quase bater em uma outra garota que se virou para Kare. - O que deu nela?

Nic realmente não tinha o que poderia ser tido como Etiqueta, ainda assim, a sua maneira era uma garota adorável e bastante honesta em mostrar seus sentimentos. Seria aquele outro "defeito" que a impedia de atuar?

>><<

Não demorou muito para que Martha voltasse junto a Nicolle, tempo que havia sido o suficiente apenas para emparelhar as unhas. - Chamou Senhorita? - Precisarei que me deixe fazê-las de novo depois. - Martha disse enquanto já se aproximava. Nic havia parado mais atrás observando-as com o que parecia ser agora olhos brilhantes.

Os ferimentos haviam melhorado de forma aceitável, mas ainda não se encontrava em perfeito estado. Movimentos bruscos ainda lhe causavam fisgadas. Era-lhe possível caminhar sem muitos problemas, mas saltar, rodopiar ou mesmo tentar correr ainda lhe causaria desconforto mesmo que não prejudicasse tanto quanto antes.

Martha tinha as mãos surpreendentemente leves e cuidadosas, mas mesmo assim a remoção dos esparadrapos puxava um pouco a pele, o que de fato não seria algo muito relevante, mas que ainda assim levou Kare a "cruzar" e apertar as pernas enquanto escapava-lhe um gemido bastante suspeito. Martha nesse momento estava abaixada aos pés de Kare removendo com cuidado as faixas da perna da jovem que se contorcia levemente enquanto com uma mão apertava seu abdome perfeito e a outra posicionava-se próxima a boca levemente aberta e ofegante.

Não lhe era possível possível ver o rosto de Martha naquele momento, mas sentiu que suas mãos travaram até que Kare disse-se para continuar. Nic por sua vez havia tremido por inteira e seu rosto estava completamente vermelho encarando as pernas desnudas da mulher.

Martha precisou subir o vestido que Kare usava, bom… Subir aquela coisa abominável, mas eis uma verdade; uma embalagem feita nem sempre faz juz ao produto, pois embaixo daquela embalagem havia algo realmente de alta qualidade. Martha continuo trabalhando o que arrancou mais alguns gemidos da sua senhorita e até mesmo um IHC de Nic. - O…  O qqque aconteceu? - A garota vermelha se atrapalhava toda, mas por fim conseguia fazer a pergunta. A pergunta se referia a como Kare se feriu, mas a forma que havia sido dita certamente permitiria outras interpretações.

Um sorriso tremeu, ou essa foi a impressão para quem olhasse o rosto de Martha. Bom, não era um sorriso bonito, era como se fosse algo bem pouco natural, mas PELO AMOR DOS DEUSES, PALMAS PARA ELA CARAMBA. - O prazer foi meu senhorita. - NÃO… SÉRIO. AGORA PARA TUDO. ISSO AI FOI UMA FRASE EM DUPLO SENTIDO NÉ? TENHO CERTEZA DE QUE FOI… EU NÃO ESPERAVA ISSO DE MARTHA, MAS TA AI, ELA CONSEGUIU.. DEVE TER SIDO SEM QUERER, MAS TA LÁ. Desculpem minha exaltação, mas é que esse momento realmente me orgulhou. Cof.Cof..

>><<

Martha foi dispensada pouco depois e Nicolle acompanhou Kare até os banheiros providenciando-lhe o que lhe foi necessário como produtos higiênicos e toalha.

FanseviceModeON escreveu:


Nuvens de vapor flutuavam pelo lugar onde logo da entrada já era possível ouvir o som da água pingando sobre o piso. - NOOSSAA SÃO ENORMESSS. - Kare ainda não via ninguém dentro do lugar devido a uma parede de vidro embaçado que ficava logo após a porta, mas já era possível ouvir a voz melodiosa de uma jovem no interior. - AHHHHHH, NÃOOOOOO.  - outra voz se juntou a primeira com um gemido profundo.

O ambiente era aquecido e oculto por uma neblina flutuante perfumada, enquanto adentrava outros sons alcançaram os belos ouvidos da jovem dama.

A água escorria sobre o corpo das mulheres, uma magra loira alta posicionada atrás de uma ruiva com curvas voluptuosas, estavam cercadas pela neblina, mas está não era capaz de esconder por completo o sorriso perverso no rosto da loira e a face ruborizada da ruiva que inutilmente tentava fugir de sua "agressora".

Quando perceberam Kare a loira parou o movimento sinuoso de suas mãos e dirigiu seu olhar para a jovem. - UUOOHHHHH. - seus olhos brilhavam com a maldade, mas sem soltar a ruiva ela se virou para Kare enquanto mantinha seu belo escudo a frente do seu corpo. - Me chamo Licia. - sua voz era vibrante e muito animada. - Era é a Pati. - - AHHHH, NÃO, NÃO AHHHHHHHHHHHH. - as pernas da tal Pati se cruzaram e ela tentou se abaixar após ser apresentada, mas foi impedida por Licia.

A loira abraçou a ruiva para mais perto do seu corpo colocando seu rosto colado ao da primeira. - Veio se juntar a nós? - perguntou com o sorriso travesso.





Off : Ao Avaliador: Licia está recebendo liberdade para interpretar a cena do banheiro em GodMode, Estou deixando fazer isso pra não trancarmos a aventura em 10 posts de FanService no banho… É… Eu faria isso…. Com prazer….
>><<

- A senhorita Bella está no palco nessa hora. Podemos encontrar ela lá. - A jovem havia ficado sentada durante todo o tempo do lado de fora do banheiro.

>><<

- Agora sim. - Bella havia interrompido a instrução que passava a um grupo de três garotas com três palmas rápidas às dispensando e então veio falar com a dupla. - É como se fosse outra pessoa…. Nicolle a tratou bem? - Bella perguntava com um sorriso no rosto.

- Bom, se está pronta pensei em lhe mostrar umas coisas para que não percamos muito mais tempo. Nicolle poderia nos ajudar também.

Bella explicaria para Kare qual era o seu plano, ou seja, desejava lhe ensinar atuação e a justificativa para isso não era exatamente do agrado de Kare então Narradora-San me ajuda ai a não ter que explicar. u.u



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MensagemAssunto: Re: Falência declarada   Falência declarada - Página 5 EmptySab 02 Nov 2019, 03:40



Citação :
Narradora comendo cereal lendo a cena com olhar desconfiado: Não gostei nem um pouco desse sorriso perverso, mas por que tô preocupada? Essa mulher sempre vai achar tudo fácil e entediante…

>><<

Escutar a garota contar um pouco mais de si, me deixaria muito incomodada e principalmente curiosa, afinal é o cúmulo da ironia uma atriz com medo de palco, eu permaneço alguns segundos estática apenas encarando Nicolle fazendo uma expressão de confusão tentando assimilar se isso era realmente a realidade ou vim parar em um universo paralelo. - Isso é algum tipo de piada? - Perguntaria com a maior sinceridade do mundo sendo quase doloroso.  - Se for por favor me diga, porque estou com vontade de furar meus ouvidos depois de tamanha besteira. - Sem medir as palavras ou o tom de voz eu diria de maneira bem ríspida e até mesmo grosseira.

- Em que tipo de mundo estou vivendo? Uma atriz com medo de palco, só pode ser uma piada de extremo mal gosto. - Diria muito inconformada andando de um lado para o outro colocando minha mão sob a testa tentando não me estressar. Após conseguir me acalmar eu solto um suspiro e volto a observar a jovem aprendiz. - Platéias nada mais são do que pessoas carentes necessitando de algo para admirar, e claro que as divindades acima do pedestal demonstram sua bondade agraciando os súditos demonstrando um pouco de todo talento e habilidade. - Então começo a devanear imaginando um palco lotado de aplausos e gracejos. - O palco deve ser o local onde todo artista quer estar sempre, recebendo aplausos e elogios de platéia eufórica. -

Bom talvez a jovem aprendiz comece a chorar por causa das palavras a princípio rígidas, então para não ter que ficar escutando lamúrias de adolescente eu tento consolá-la, e também porque fere meus olhos e ouvidos lidar com alguém chorando, eu caminho calmamente até ela me abaixando para ficar na na mesma altura dela olhando-a nos olhos, gentilmente eu enxugo as lágrimas que escorrem dos olhos de Nicolle utilizando os polegares. - Não chore assim, é muito deselegante e nem um pouco bonito. - Novamente dizendo sem medir o tato da tonalidade na voz, porém eu continuaria a confortá-la. - Quer ser tratada como uma aprendiz para sempre? - Fazendo uma pequena pausa para a resposta dela, e então continuaria “dando bronca”. - Imaginei que não, então pare de portar-se como uma criança chorona, e se comporte como uma mulher. - A partir daqui meu tom de voz se torna mais amigável e atencioso.  - Nem sempre a plateia pode aplaudir as atrizes, mas você precisa suportar as críticas e não simplesmente fugir delas, se esconder não vai te levar a lugar algum, a única diferença entre você e uma atriz de sucesso é a falta de coragem para suportar as adversidades. - Nesse ponto eu esperaria que ela já tivesse parado de chorar ou pelo menos já consiga controlar melhor as lágrimas. - Agora mostre-me um sorriso orgulhoso e não se esconda mais atrás de desculpas, lave esse rosto e torne-se mais forte, afinal o sorriso de um mulher confiante em si mesma faz bastante sucesso principalmente com os... rapazes. - Terminaria dizendo de forma mais doce, para fazê-la de fato sorrir e deixa-la inspirada, sempre tentando mantê-la olhando para mim, para que não desvie o olhar e tentando esconder-se ou fugir, acrescentando um leve tom de malícia na ultima frase, para Nicolle ter um segundo motivo para sentir-se motivada. Assim que esse “trabalho” tivesse terminado eu me levanto e volto para a missão de achar um belo vestido deixando um suspiro escapar de alívio e indignação escapar. ”Assim é melhor, se essa pirralha começasse a chorar escandalosamente, eu perderia ainda mais o meu momento de calma.”

>><<

- Ara ara, não se preocupe, você ainda é bem jovem e está em fase de crescimento, pode ser que fique mais bonita, mas para isso vossa pessoa deve alimentar-se direito e dormir bastante. - Posso dizer que essa é minha cota para boa ação, tentando ajudar a garota a cuidar melhor de si mesma, talvez não pelos motivos certos, mas se funcionar que problema teria? E também dessa forma minha pessoa possa ser elogiada e reconhecida como uma ótima pessoa, o que traria um ótimo benefício para minha reputação. E só para não perder a oportunidade eu faria uma pequena provocação, inclinando-me um pouco para frente enquanto abraço a cintura por baixo dos seios os apertando. - Então quem sabe um dia você não consiga algo próximo dessas obras primas. -

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Citação :
Narradora ainda comendo cereal, mas dessa vez falando de boca cheia: Ainda bem que a minha senhora não pode ler isso, se não iria ficar deveras chateada pra não dizer coisa pior depois dessa objetificação.

Uma intensa névoa assombrosa espalha-se pelo porão carregada com a mais profunda intenção assassina.

Um belo sorriso amável escondendo falhamente as intenções “genocídicas”. - E quem disse que não? -

Narradora com tanto medo que o c# parou na garganta, vira lentamente o pescoço para trás igual a menina do exorcista: Me fud%....

Cenas de uma terrível violência indescritível ocorrendo, acompnhada melodicamente por gritos de dor desespero e o mais genuíno sofrimento.

Ruídos de interferência. - Você. É. O. Próximo. - Mais ruídos.

Tela azul!

MENSAGEM DO SISTEMA: Devido a problemas técnicos a transmissão foi interrompida, e nossa programação adiada, pedimos compreensão aos leitores, enquanto isso fiquem com a mensagem dos nossos patrocinadores.
Att: A direção.

*Intervalo comercial.*

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Com as bochechas avermelhadas e a respiração ofegante ofegante, minha expressão é de alívio após sentir a dor passar, minha pessoa então vira o rosto para Nicolle se contorcendo um pouco enquanto deixa a semi-fechada abaixo dos lábios. - Gozei… huunnf! - Soltando um gemido mordendo os lábios para abafá-lo antes de completar a frase. - Gozei de alguns homens que trabalham pro Hen, eram oito ao total dentro de um armazém eles me molharam inteira com seus fluidos viscosos e quentes, minhas roupas ficaram tão imundas que tiveram de ser jogadas fora, pude dar conta de quatro deles antes de ficar exausta, mas irei fazer muito pior com os que sobraram. - Diria com um pouco enquanto fico arfando e com os olhos semi cerrados, além do rosto corado. Falando com bastante naturalidade utilizando palavras mais sutis por se tratar de uma adolescente, porém pode causar uma interpretação ainda mais errônea.
Narradora: Gozar nesse caso era pra ser interpretado como caçoar, debochar… e por aí vai, mas no atual contexto  acho difícil que interpretem da maneira correta, O que convenhamos não é problema algum. .

Porém a reação de Martha seria bem satisfatória para mim, diferente de uma certa “proprietária de loja” e também de um certo “dono de armazém” que não sabem nem lidar com uma pessoa, já ficaria feliz em ver o pequeno progresso, afinal foi tudo por minha causa. - Certamente que é, mas não precisa ser tão tímida comigo. - Diria de maneira até de maneira bem carinhosa e afetuosa, acariciando o rosto dela por baixo do queixo, para que ela o erguesse e olhasse para mim, mas não a forçaria.

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Citação :
Narradora indignada depois de apanhar horrores, estando muito mal mas passando bem: Eu mereço… Agora tenho que escrever fanservice pros outros com essa desculpinha de poder usar GodMode, e nem tão me pagando… é foda! Mas vamos lá que o público pede, é apenas pelos leitores ok? Não estou nem um pouco feliz de fazer essa cena. Sorriso pervertido.

Aviso de ""fanservice"" que na verdade de fã não tem nada, é tudo pro narrador, Dont Click!:
 

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Citação :
Narradora te olhando com um sorriso de canto utilizando tom de voz recriminador e sarcástico: Eu vi que você clicou antes de ler isso.

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- Ara ara, não seja tão exagerada não o vestido apenas realça evidência minhas virtedes, se assim posso dizer, ele não operar milagres ou realizar transformações. - Diria um pouco irritada com uma pitada de arrogância na tonalidade, então olho para Nicolle por cima dos ombros e volto o olhar para Bellatrix. - Ela foi bem prestativa. - Digo sorrindo pela companhia agradável que a jovem me fez, então faço uma expressão séria/emburrada e levemente sarcástica. - Mas não cobre tanto dela, Nic ainda é muito nova para ficar sem dormir direito, desse jeito pode atrapalhar o desenvolvimento dela e vai ter mais rugas horríveis antes dos vinte. - Claro que eu não sei a veracidade dessas palavras se esse seria o tempo exato, mas eu faria esse exagero para sensibilizar as duas.

- Claro claro, não vamos perder mais tempo, como disse anteriormente apenas me ensine o que acha necessário. - Diria impaciente com um pouco de descaso na voz, - Se é que consegue. - E apenas para estimular a competição saudável, eu a provocaria.

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Citação :
Narradora pegando um punhal e sorrindo psicoticamente com o corpo todo trêmulo a ponto de fazer uma besteira: Claro que ajudo, também faço fanservice, (De graça! Gostaria de deixar isso claro, sei que estou me repetindo mas acho válido enfatizar esse fato.) quer mais o que? HÃÃÃ!?

Aprendizado: Atuação.

A primeira coisa feita por Bellatrix Badeaux foi ensinar a sua aluna nem um pouco aplicada a como se posicionar no palco e as técnicas de respiração para faze-la corretamente e como mante-la constante para manter o corpo relaxado e evitar que a atriz fique sem folego no meio da cena e não fique com dores toráxicas após uma cena longa com muitas falas em sequencia da mesma personagem, ela então deu as costas e começou uma explicação extremamente elaborada repleta de detalhes e com dicas minuciosas porem que diferenciam uma atriz medíocre de uma atriz fantástica. Porem assim que voltou sua atenção para a minha senhora posso dizer que a surpresa foi grande, seguida de um sentimento de raiva mas ela não sabia como repreender á aluna displicente, afinal a minha maldita digníssima senhora  estava casualmente conversando com Nicolle super entretida e imersa no assunto afinal a conversa era muito menos tediosa que as explicações de Bellatrix, e ela estava perfeitamente aplicando tudo que lhe foi dito de maneira tão natural quanto ser irritante linda, apesar de parecer que a mesma não havia prestado atenção em nenhuma palavra.

Bellatrix então engoliu a seco toda a raiva e frustração que sentiu, tossiu algumas vezes e passou para passo seguinte, desta vez mais complexo, e para dificultar a vida da aluna irresponsável ela acrescentou mais estágios que só seriam aprendidos futuramente em suas instruções, apenas para vê-la errando ou se atrapalhando por não aparentemente não dar a mínima para o que lhe é falado, Bellatrix então sorriu de satisfação mesmo que sua presença ali não fosse sequer notada, apenas aguardando o momento que minha senhora errasse ou passasse vergonha, ela aguardou, aguardou, aguardou..... Aguardou um pouco mais, e.... Já é possível imaginar que ela esperou um bocado e não ocorreu nada disso que ela tava esperando certo? Enfim, continuemos com a cena, a minha senhora é tão odiosa incrível que facilmente conseguiu adaptar-se as mais diversas, instruções, desde a simplesmente como projetar a voz, por mais que isso tenha sido um emepecilho visto a falta de costume para ela elevar e manter o tom por muito tempo, mas nada que alguns goles de água não resolvessem evitando com que a garganta dela doesse, sempre mantendo o tom de voz e falando pontuadamente pronunciando as palavras de forma correta, evitando de falar muito rápido ou devagar e sempre mantendo a naturalidade, e até mesmo assumir os mais variados personagens e suas personalidades, trejeitos, tiques nervosos, como se a própria fosse daquele jeito dando vida aos personagens, e o mais impressionante isso eu admito que é realmente impressionante é a capacidade que ela tem de interpretar cada um desses personagens em situações adversas enquanto conversava com Nicolle sobre muitos assuntos variados, e o pior ela não demonstrou nenhuma artificialidade, e até mesmo quando cometia algumas gafes a minha senhora habilmente as disfarçava, de forma que somente uma pessoa com experiencia igual Bellatrix pudesse notar, mas ainda assim aquela aluna desatenta contornava com maestria a situação.  

E para aumentar a raiva de Bellatrix que estava quase arrancando os cabelos por ser ignorada apesar de ser a professora e ainda não podia descontar suas frustrações pois a Srta. Karelina Lawford era impecável com a atuação, as aulas prosseguiram sem maiores problemas e tudo parecia fluir muito bem, pelo menos para a minha senhora, pois Bellatrix estava a beira de ter um ataque de nervos, ocorreu um impensável imprevisto.

- Não! Jamais! Impossível! Impensável! Prefiro que me arranquem o pescoço do que fazer tal ato vergonhoso e humilhante. - A minha senhora estava completamente irritada e fora de controle, pois como posso dizer.... Ela precisava fazer expressões que não fossem esteticamente agradáveis, afinal uma atriz completa precisa ter total controle dos músculos do rosto e precisa atuar nos mais variados papeis e fazer qualquer tipo de cena com perfeição, incluindo as cenas e expressões que não são bonitas de se olhar. - Como poderia eu, a bela, a magnifica, a personificação da Deusa da beleza, a perfeição esculpida em matéria,  aquela que os anjos invejam por tamanha graciosidade, poderia fazer tais expressões horrendas, é incabível. - Minha senhora então cruzou os braços, inflou as bochechas de ar e começou a fazer birra.

- Mas se quiser ser uma atriz legítima precisa atuar em todos os tipos de cena assim como fazer qualquer expressão se quiser passar convencimento para o público. - Bellatrix tentava enfiar juízo na cabeça dessa detestável majestosa mulher, apesar de ser uma tarefa muito difícil, e ainda sim Bellatrix se esforçou e fez das mais variáveis explicações para tentar convence-la, porém........ - Me pedir para fazer tal ato é  a mesma coisa que um paradoxo universal, como pode exigir que uma Deusa não seja onipotente nos âmbitos da beleza? -, eu juro que minha vontade nessa hora é de esfregar a cara dela no asfalto até ela ficar irreconhecível pelos pais que mulher insuportável só fica me dando trabalho eu só não faço isso porque fere a integridade do personagem porque quem apanha sou eu, mas ninguém precisa saber u.u, foi quando Bellatrix deu um sorriso debochado de canto. - Então quer dizer que a senhorita perfeição não é capaz de fazer algo tão simplório, que até mesmo uma aprendiz com menos de um dia de prática executa sem nenhum problema, espere só até o mundo saber disso. - E com um tom de voz tão sarcástico que praticamente escorre pelos cantos da boca e seguida de uma gargalhada irônica Bellatrix debochava da esplendorosa (só que não) Karelina Lawford.

Claro que a minha senhora não gostou nem um pouco, essa fala foi uma lança direta e reta no orgulho olha ai eu contando os pontos fracos da char pro mundo, pqp, eu devo ser masoquista a Srta. Karelina Lawford olhou torto para Bellatrix, sentindo o ódio dominar seu ser. - Agora você conseguiu sua bruxa velha. - A minha senhora então transformou toda a raiva em determinação, e começou a realizar a expressão quando.... Um curto circuito de mais ou menos quinze minutos ocorreu, apagando todas as luzes do palco, ninguém foi capaz de enxergar mas a minha senhora conseguiu fazer tais expressões indignas de estamparem seu esbelto rosto, agora você me pergunta como? Ela se lembrou dos piores momentos de sua vida, como por exemplo quebrar a unha, de quando ela ainda era criança e seu vestido favorito não servia mais pois ela cresceu e achou que engordou (esse dia foi realmente uma tragédia, principalmente para quem estava perto dela.... pobres humanos, ninguém no mundo merece passar pelo o que eles passaram), ou da vez que o Sr. Stuart demorou mais de um dia para comprar o pônei que ela tanto queria em sua infância (ah sim....esse dia foi horrível, minha alma quase deixa o corpo só de lembrar, sniff snif, desculpe eu ainda não pude superar tal momento...), apesar de que durante tais episódios "trágicos" ela não fez nenhuma expressão feia, pois mesmo quando estava com raiva ela conseguia ser linda, dessa vez ela externou tais sentimentos e conseguiu reproduzir as temíveis expressões. Por favor se tem algum tipo de empatia ou sentimento por mim, não me faz descreve-las, ou não sei do que essa louca maníaca é capaz, eu te imploro.

E assim as instruções acabaram com a minha senhora sorrindo gentilmente, (mas de forma bem artificial, claramente disfarçando a raiva, qual é? É a primeira aula dela, da um desconto) como se nada tivesse acontecido durante o pique de energia. - Tem algo a mais para ensinar Senhora Badeaux? - E um leve sarcasmo/raiva é sentido em sua voz.

Fim.

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