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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rock das aranhas

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptySex 04 Jan 2019, 12:37

Relembrando a primeira mensagem :

Rock das aranhas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptyQui 04 Jul 2019, 04:44

Salvador
Posts em aracne - 36
Quem diria que Alexander aceitaria a minha sugestão. Ele claro mencionou que a culpa seria minha se algo desse errado, dei de ombros para aquilo. Segui a sugestão dele de qual janela quebrar, alguma coisa eu precisaria seguir com ele mandando e consegui quebrar o vidro da janela na segunda tentativa. Depois teria que arranjar mais pesos para minhas pernas, mas isso poderia ficar para um bom tempo futuro, ou quem sabe, depois que resolvermos a confusão por completo.

Ao adentrar no dirigível reparei que o que havia imaginado seria mais complexo do que tinha imaginado inicialmente, mas segui rapidamente para onde seria o local do piloto, isso se não houvesse uma sala entre aquele local e onde estávamos. Para a minha infelicidade, dois encapuzados estavam lá dentro, sério, qual a lógica de usar capuz em um lugar fechado? Agindo o mais rápido que podia, acertei o primeiro, mas logo depois levei um tiro.

Mas esse não seria o único tiro, a arma era apontada para minha cabeça e não podia fazer nada. Era o meu fim. Bem, não só o meu fim, o fim da minha vingança e da minha vida. Agora que havia reparado o tanto que estava sendo precipitado em minhas ações, seria por julgar aqueles revolucionários como uma perda de tempo para meu objetivo final? Era difícil saber, mas o fato é que uma arma estava apontada para minha cabeça e eu iria morrer bem ali. O tempo havia parado para mim, pensando no tanto que Mona gostava da vida como um todo e ali estava jogando a minha fora. Isso se Alexander não tivesse me salvado. A sensação de alívio veio com um pouco de repulsa pela forma que ele matara os dois homens sem nenhuma hesitação.

Não sei se ele é uma boa pessoa ou não, mas é fato que preciso recompensar esse fato de ter me salvado, devia minha vida aquela pessoa e isso me possibilitaria salvar sabe-se lá quantos no futuro, ele principalmente. - Consigo, mas vou ver se consigo melhorar isso um pouco ainda. - Diria me aproximando com cuidado do encapuzado morto mais próximo, enquanto isso manteria o local do tiro bem pressionado. Não poderia retirar a bala, talvez isso faria sangrar mais o ferimento e precisaria de uma cirurgia, coisa que não sei fazer e não teria como fazer onde estava. Rasgaria um bom pedaço do capuz dele e amarraria por cima do meu machucado para que parasse de sangrar.

- Bom, pelo menos eles não vão partir. - Falaria tentando ver o lado positivo da situação. Mas agora precisava pensar rápido, o que havia ali por perto? - O que tem no papel? - Perguntaria para Alexander, mas não queria uma resposta. Me levantaria e iria com cuidado, vendo como estava a pressão na perna, para chegar até o papel e lê-lo, tinha pressa, então se o conteúdo fosse muito extenso leria algumas palavras aleatórias para ver se era importante e independente de ser ou não, colocaria na minha mochila qualquer papel e as canetas que houvessem por ali, deixaria para ler tudo depois.

Após pegar o papel, iria até o cadáver que atirou em mim e pegaria sua arma e procuraria por balas dela em seu corpo, infelizmente não era momento para pensar que a vida havia ido. Iria até o homem que havia acertado e olharia se ele possuía uma arma de fogo também, independente de não ter, se houvesse alguma coisa afiada com ele, ou uma luva, iria pegar também. Nunca se sabe onde poderia utilizar tais coisas.

O meu objetivo mental inicial era a sala do piloto para ferrar a partida deles, mas a porta de metal claramente ferraria meu plano de ir até o piloto e descobrir o plano deles. - Quão firme é o teto? - Perguntaria. Se subíssemos na mesa talvez pudéssemos furar o teto e passar, sei que possuiria provavelmente alguma estrutura para manter preso o gás, mas quão forte seria? Precisava ser no mínimo leve. - Se for possível quebrar o teto para irmos a câmara de gás, talvez quebrando a janela aqui conseguiremos criar um caminho para o gás de lá sair e assim eles ficariam presos. - Falaria meu plano para ele rapidamente, justificando o motivo para Alexander subir numa mesa e ver se era possível furar o teto.

Alexander me ouvindo ou não, tinha que me preocupar com a segurança dele. Iria me aproximar da janela mais próxima e ver a altura que estávamos do solo deste lado, não só isso, havia inimigos por perto desta janela? Ou todos estão logo ali atrás da porta? Teoricamente não temos uma rota de escape segura, ou assim eles imaginam, ou eu desejo que eles imaginem. Eu possuía minha corda e existiam duas janelas por ali. E talvez essa nem fosse a única rota de escape possível, mas era a primeira que vinha a minha mente.

Após ver a altura de uma das janelas, e se havia inimigos ou outras coisas por perto, checaria o que havia do outro lado. Ok, uma alternativa havia surgido em minha mente naquele momento, uma totalmente maluca. Agora possuía duas ideias em minha mente e era mais do que justo deixar Alexander decidir. - Eu vejo duas, ou três, possibilidades para sairmos daqui. - Falaria para ele no tom mais calmo que possuía. - A primeira é a mais básica de todas, tenho uma corda aqui comigo. Quebramos a janela e descemos com ela para fora do dirigível. - Diria com calma, apontando para a janela que me pareceu “menos pior”, ou seja, a que estava mais próxima do chão ou a que não havia inimigos no solo. - As outras duas são basicamente a mesma coisa com objetivos diferentes. Podemos quebrar a janela e tentar quebrar a janela da cozinha ou do piloto do lado de fora pela nossa janela e tentarmos passar de um cômodo para o outro. - Falaria e depois explicaria os pontos “positivos” de cada um deles. - Indo pela cozinha eu tentaria abrir o gás do local e torcer para um acidente acontecer depois de fugirmos pela janela com a minha corda. Ou seja, o final seria o mesmo ainda, você só teria que esperar eu ir até a cozinha, abrir o gás e depois sair. - E assim a terceira hipótese que havia criado. - A sala do piloto nem preciso comentar né? Podemos estragar de alguma forma o que ele usa para controlar esse dirigível e assim simplesmente impedir por completo a fuga deles. Fugindo depois pela janela igual as demais alternativas. - Minha cabeça se moveria para os dois lados um pouco pensando um pouco. - Claro que podemos fazer a alternativa de ir pela janela para o cômodo ali do lado, que estava com a porta fechada, mas não sabemos o que tem lá. - Diria apontando para a ponta da janela que levaria para o cômodo que não vimos nada. - O que me diz?

Independente disso tudo, se ele subisse na mesa e fosse possível realmente furar o teto, perguntaria para ele. - E então? O que você está vendo aí? - Se a resposta fosse que o gás já estava ali diretamente, logo iria quebrar as janelas, não importa que gás havia lá dentro, com certeza não era um gás comum para nós respirarmos. Tentaria até mesmo pegar o meu flavor dial e ver se ele poderia sugar algo daquele gás para uma situação futura.

Quebra ou abertura do vidro
Independente de qual escolha ele fizesse, todas quebrariam vidro ou abririam e por isso a minha primeira situação seria a mesma em todas as hipóteses que havia pensado.

Se fosse possível simplesmente abrir a janela, o que eu duvido, iria abrir a janela, se fosse possível abrir ela na ponta para os casos onde queria ir para outro cômodo, assim o faria.

Se não fosse abrir a janela como desejava, pegaria uma cadeira que não estivesse sendo utilizada e iria pressionar ela contra a janela que quisesse quebrar, não jogaria a cadeira na janela porque isso chamaria atenção demais e eles poderiam nos achar rápido demais. Aumentaria a força que empregaria na cadeira para quebrar mais rápido e quando finalmente quebrasse, usaria a cadeira para “limpar” os cacos de vidro que existiriam principalmente na parte inferior (caso fossemos fugir) ou inferior e lateral (para os outros dois casos).

Fuga direta
Se Alexander desejasse simplesmente fugir direto e se as duas janelas estivessem a mesma altura do chão esse chão nivelado é foda e não houvesse a presença de inimigos por perto, escolheria a janela que estava mais próxima das árvores. Não conseguia correr muito com a minha perna como estava, qualquer ajuda seria bem-vinda.

Iria pensar agora em como seria a melhor forma de amarrar a corda para que a corda não soltasse enquanto descíamos. Iria olhar no teto e na janela se havia alguma estrutura segura o suficiente para amarrar a corda. Se houvesse, a amarraria lá e falaria para Alexander. - Você primeiro. Eu insisto, não vou conseguir descer rápido com a perna assim, é melhor você fugir primeiro. - Ele precisava se salvar antes de mim.

E quando ele descesse, iria respirar fundo e tentaria seguir com a maior boa vontade. Não seria fácil com a perna ferrada. Ainda bem que não era também alto a ponto de eu morrer se caísse. Iria ter que me segurar com força bruta. Quando ele já estivesse no chão, o que não deveria demorar, iria me pendurar e tentaria descer. Conseguindo com sucesso, ou caindo, me levantaria no chão e partiria na direção que Alexander havia ido.
Caso de ir em outro cômodo
Se fosse possível abrir a janela para o lado da cozinha ou do cômodo do piloto, veria a distância da janela deste para a janela que estávamos. Se fosse algo como no máximo um metro e meio já valeria a tentativa. Tentaria me esticar o máximo, existem momentos que ser alto ajuda, e veria se a janela se abria só empurrando por fora. Se não teria que fazer algo para quebrar ela, dependendo da distância teria que desistir da ideia. - Infelizmente não dá para quebrar essa janela sem chamar a atenção, melhor só fugirmos. - Diria para Alexander.

Agora, se a distância fosse adequada para quebrar, tentaria arrancar a perna da cadeira e quebraria a janela com ela. Após isso, me ofereceria para ir primeiro. - Eu vou primeiro. Se der ruim, você pode fugir pela janela lá para baixo. - Diria retirando minha corda e passando para ele. Iria até um dos cadáveres e rasgaria um bom pedaço de pano, já colocando ele em volta da minha mão, prevenir. Voltaria para a janela, onde tentaria limpar os cacos de vidro laterais do lado da janela ainda com a perna da cadeira. Depois disso subiria no parapeito para ir até o outro cômodo.

Colocaria minha mão nessa janela e depois o pé direito/esquerdo (depende do caso) e assim iria para o outro cômodo. Se fosse a cozinha, logo fecharia a porta e abriria o gás. Já preparando-me para voltar para onde Alexander estava. E depois fugirmos.

Caso fossemos para a sala do piloto, iria primeiro ver se o maldito não estava ali ainda. Se fosse o caso logo retiraria a pistola e apontaria para ele, o maldito nem havia se importado com os tiros dados da outra sala, ele era provavelmente um maluco. - PARADO AÍ! - E quando Alexander aparecesse iria pedir para ele dar conta do piloto para gente, ainda não tinha culhões para matar alguém a sangue frio, mesmo sendo um inimigo. Quando aquilo estivesse feito, iria procurar por papéis e pegaria todos, agora sim nem me importaria em ler qualquer palavra, só pegaria tudo que minha mochila aguentasse. Olharia o painel ou o que quer que fosse utilizado para controlar aquele balão de gás gigantesco e tentaria quebrar. Seja, quebrando alavancas, seja jogando o vinho que tinha em pontos elétricos, seja arrancando o “timão” do dirigível. Após isso, iria tentar fugir amarrando a corda em algo que parecesse resistente, no pior caso, a própria maçaneta da porta de ferro.

Caso qualquer caso se complete
Fora do dirigível, pegaria a arma que havia pegado e miraria naquela bola gigante de gás que havia a minha frente, um tiro impossível de errar. Atiraria para ver se era possível furar o dirigível só com aquilo. Mesmo com um furo mínimo, provavelmente já seria útil para ir esvaziando o gás aos poucos.

Se fosse a hipótese da cozinha, miraria não no balão de gás do dirigível e sim na região da janela da cozinha. Torcendo para que fosse possível realizar uma faísca em algo do lado de dentro quando atirasse.


E claro, eu nunca poderia pensar que tudo daria certo, a qualquer momento eles poderiam arrombar a porta e entrar. Nesse caso, estando perto de alguma das janelas e já com a arma que atirara em mim, não poderia pensar duas vezes. Pegaria ela e atiraria em qualquer encapuzado que entrasse. Não precisava nem ser nele em específico, mas só de ser no rumo da porta já era mais do que efetivo naquele caso, já que a área não era grande e provavelmente muitos estavam por ali.

Se algum deles atacasse e acertasse Alexander, não pensaria duas vezes e independente da minha perna reclamar, iria até a pessoa que acertara ele e tentaria socar seu corpo da melhor forma a levá-lo para longe de meu salvador. Provavelmente algum soco em sua barriga/peito/rosto com um cruzado.

Mas claro, que poderiam ir até mim primeiro, até por estar com a pistola, nesse caso, iria simplesmente atirar neles enquanto vinham até mim. E quando estivessem bem próximos de mim, tentaria socar o mesmo com o braço que estivesse segurando a pistola e ao mesmo tempo tentaria dar um tiro nele quando estivesse bem próximo com a mão. Caso tentassem me acertar e eu tivesse errado, iria recuar um pouco, nada muito brusco, já que a minha perna não permitia.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptyDom 07 Jul 2019, 16:34

Invasão


Antes de todos os outros aparecerem novamente, Tron me explicava a respeito das aranhas e que teríamos de realmente empurrar os homens contra os aracnídeos. Isso abria um espaço para o meu raciocínio. Um pouco mais tarde o que me surpreendia de forma negativa obviamente era ver Battos aparecer com 3 pessoas ”Mas o que!?” ficaria quieta, mas era essa a minha reação correta. Battos superará as expectativas e se houvesse uma classificação para as pessoas idiotas ele estaria quase alcançando Katherine como o rei de todos estes ”Como você é irritante hein!? Ele pelo menos se esforçou e você deveria valorizar isso" as suas palavras me deixavam irritada ”A diferença é que eu não pedi para ele tentar e sim fazer o que eu mandei, entendeu? Ou seu cérebro infradotado te impede disso? ironizaria as palavras de Katherine. Essa inesperada situação me forçava ainda mais a pensar no que fazer para minimizar os danos o máximo possível - Tudo bem diria soltando um suspiro ouvindo as explicações de Battos - Aquela era a outra ‘eu' a Katherine, me chamo Azura diria em resposta ao tal Ramiro. Eu claramente precisava de mais tempo para pensar em algo mais elaborado, mas a nossa oportunidade surgia praticamente em seguida a aparição dos nossos companheiros. Todos os que estavam ali podiam ouvir tiros provindos da parte de dentro do dirigível, talvez Calros e Alexander eram os causadores disso, as coisas só  melhoravam quando alguns dos encapuzados entravam para verificar a precedência daquele barulho.

Haviam restado 5 homens que também queriam entrar no dirigível, já que demonstravam uma certa pressa para terminar de guardar as suas coisas - Você, atire naqueles homens estaria olhando para France - Não hesite em mata-los se for preciso prosseguiria dando as ordens - Vamos esperar o que eles farão, mas independente da reação nós iremos com tudo encerraria por ali e daria alguns poucos segundos para se prepararem. Após isso faria um sinal com as mãos para atiradora - Ramiro vai na frente, Tin e Charlotte pelo flanco esquerdo e direito respectivamente começava a falar a posição de cada um na formação - Battos fique um pouco mais atrás juntamente comigo por fim, passaria a olhar para Tron - Fique aqui com a France era um pouco arriscado deixá-lo sozinho com um de nossos aliados, mas eu não tinha outra escolha. Quando a mulher começasse a atirar nossa ação iniciava em conjunto - Agora! gritaria dando a ordem para todos avançarem. Ainda haviam os homens que estavam queimando seus companheiros e esses seriam nosso foco por estarem em apenas dois - Nosso alvo está ali queimando corpos! gritaria apontando na direção deles. Depois disso iríamos no que havia sobrado dos outros 3 - Agora é lá! gritaria para que eles seguissem a outra direção para ir atrás dos sobreviventes aos tiros - Vamos entrar agora falaria quando estivesse encerrado. Procuraria entrar com cautela dentro do dirigível, afinal poderia haver alguma espécie de armadilha por ali e consequentemente nós acabaríamos caindo nela se não estivéssemos prestando atenção - Nosso objetivo é procurar por informações aqui e nossos companheiros, então não percam muito tempo com outras coisas nem se afastem muito de mim, o inimigo pode nos pegar um por um se não tomarmos cuidado aqui diria a eles rapidamente.


Se em algum momento eu precisasse lutar, teria de o fazer mesmo contra a minha vontade já que não gostava de entrar em combate - Então é você que vai ter o desprazer de me enfrentar? diria quando encontrasse alguém. Não iria perder muito conversando e atacaria rapidamente para evitar perder muito tempo, ele estar preparado ou não era de menor importância naquele instante. Começaria a luta com um flying side kick, golpe onde correria na direção do inimigo e próxima a ele realizaria um salto mesclado com um chute lateral, para ver a diferença entre nossas forças. Caso ele acabasse derrotado passaria para o próximo inimigo que encontrasse, mas se resistisse bloqueando ou esquivando buscaria utilizar dois golpes diferentes o primeiro seria um axe kick, golpe onde levantaria a perna destra o mais alto possível para desce-la e atacar com o calcanhar na região do pescoço de forma semelhante a uma machadada, o outro seria um chute com toda minha força acompanhado de um giro para o lado em que ele estava até porque provavelmente não haveria muito espaço ali. Esses dois ataques seriam feitos respectivamente diante da forma que ele respondesse o primeiro iria agir com um e se ele ainda não fosse derrotado, usaria o outro. Se ele tentasse um golpe na diagonal procuraria sair dos ataques jogando o corpo para os lados e também buscando girar o corpo para poder sair da trajetória. Caso fosse algo na horizontal iria me abaixar e sair rolando jogando todo o tronco para os flancos evitando ficar muito próxima dele, já que poderia acabar sendo atingida se ficasse perto.


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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptySex 12 Jul 2019, 19:22



Narração




Katherine/Azura

Ramiro olhava para Azura com um olhar confuso, tentando entender a resposta da mulher, mas ele esquecia esse tópico depois do que acontecia a seguir. Depois de escutar barulhos suspeitos de tiros, a ação instintiva de Azura era agir. Ela começava a dar ordens aos seus subordinados e eles iam se preparando para o avanço. France se preparava, agachando e usando o próprio corpo para sustentar o solavanco de sua arma, e mirando por alguns segundos, ela buscava o seu alvo. Não precisava de um rifle para saber que aqueles três homens perto do dirigível iriam entrar para se juntar aos seus companheiros a qualquer momento. O primeiro tiro de France atingia a cabeça de um dos encapuzados, que caia duro no chão sem nem mesmo saber o que o tinha atingido antes de morrer. Tal tiro alertava os outros quatro encapuzados que procuravam surpresos de onde tinha vindo o aquele alto barulho. Assim que os dois homens que queimavam os corpos viam o grupo avançando em sua direção, eles corriam para o dirigível, sabendo de sua desvantagem numérica. O segundo tiro vinha e acertava um segundo encapuzado dos três que estavam próximos ao dirigível, novamente na cabeça, assustando o ultimo dos três que corria desesperadamente por sua vida para dentro do dirigível.

Já que não precisavam mais desviar do caminho para pegar os dois que estavam na fogueira, já que eles agora se dirigiam até a entrada, o grupo de Azura se apressava em perseguir aqueles homens, e antes que eles sumissem de vista, mais um tiro era ouvido. O terceiro tiro de France pegava nas costas de um dos encapuzados que fugia, mas este continuava correndo para dentro do dirigível mesmo sentindo o impacto da bala em si mesmo. A perseguição do grupo terminava na traseira do dirigível, passando por uma porta de metal que estava escancarada. Ali eles viam uma sala triangular, cheia de caixas e barris, havia uma porta logo à frente, que dava para um gigante corredor. Não havia mais ninguém ali naquela sala, ou ao menos não parecia. Ramiro abria a porta de madeira na frente deles, e eles podiam ver um largo corredor, com várias portas também de madeira dos dois lados, algumas abertas, outras fechadas. Mais ao longe, era possível ver uma larga quantidade de encapuzados, alguns aguardavam e assistiam o que acontecia mais a frente, mas era possível ver uma grande movimentação, junto com alguns barulhos metálicos e barulhos de tiro. – Eles podem estar atacando Alexander e Calros, precisamos ser rápidos! – Charlotte dizia visualmente preocupada, enquanto isso, Battos parecia ter uma opinião diferente – Esses desgraçados devem estar esperando pra que passemos por essas portas no corredor pra nos atacar...

A discussão era interrompida por um som alto de chamas, junto de uma tremedeira forte no chão, que impedia o grupo momentaneamente de se mover. O Dirigível começava aos poucos a tomar altitude, e seu destino era incerto.

Calros


Depois de ser salvo, o jovem Calros decidia lidar com aquela ferida que acabara de “ganhar”. Ele usava o capuz de um de seus inimigos mortos para se certificar que aquela ferida não o atrapalharia naquele momento, deixando o tratamento para mais tarde, sua perna mandava a ele sinais claros de dor, com uma ardência e um eventual escorrer de sangue, mas eram suportáveis. Ele então ia até a mesa onde um papel parecia direcionado a algum “Oito”. Calros passava o olho em algumas partes da carta, lendo palavras aleatórias na mesma. “Tesouro”; “Moedas”; ”Governo”;  “Terra”; “Missão”; “Utopia” e “Dinheiro” eram algumas palavras que chamavam atenção, era um texto consideravelmente grande, e parecia ter detalhes interessantes. Calros decidia guardar o papel na bolsa, junto da caneta e outro papel sem nada escrito que estava por ali. Enquanto Calros examinava isso, Alexander guardava sua ninjaken e ficava forçando a porta, para promover um bloqueio mais forte sobre a porta e dar mais tempo para que eles pensassem. – Uma onda de inimigos pra se preocupar, e sua preocupação principal é um papel em cima de uma mesa... – Ele dizia em um tom que misturava um pouco de deboche e lamentação, enquanto usava de força considerável para que junto a cadeira, promovesse um melhor bloqueio. A próxima ação de Calros era pegar a arma de uma das vitimas de Alexander, havia alguns respingos de sangue nela, mas não parecia ser um problema para o ruivo, e então vasculhar por munição. Ele encontrava um pente cheio.

Entre os barulhos altos que eram emitidos da porta, a voz de Calros era emitida como uma pergunta para Alexander, ele indagava o quão forte era o teto, e explicava sua ideia para o homem. Ele simplesmente ignorava o ruivo, e continuava forçando a porta para impedi-la de ser aberta. A distância da janela para o chão lá fora eram os cinco degraus que eles usaram para subir, mais três ou quatro, já que a janela não estava no nível do chão do dirigível. Não havia nenhuma ameaça na parte de fora, a mesma coisa acontecia do outro lado, só que ali haviam distantes, bem no canto da janela as aranhas ainda em suas teias. Depois de pensar na melhor rota de escape, Calros voltava a falar com o seu companheiro albino, mas ele era interrompido no meio de sua fala, pois um machado gigante atravessava a porta, ficando a poucos centímetros do rosto de Alexander, o fazendo recuar para perto de Calros. Não demorava muito para que a porta “explodisse” em um grande impacto, revelando vários encapuzados que atravessavam a porta.

O ruivo não dava tempo para que os encapuzados chegassem perto de si, ou ao menos os dava tempo para analisar a situação, e já disparava um tiro em direção ao primeiro homem que entrava na sala, devido à distância e a vulnerabilidade daqueles encapuzados que acabavam de entrar e ainda analisavam a situação, o tiro acertava o alvo no centro de seu peito, o fazendo cair no chão. Não precisava ser nenhum gênio para entender o que estava havendo ali, e com urros e dizeres aleatoriamente agressivos eles avançavam em direção dos dois intrusos.

Alexander tirava sua ninjaken e já era recebido por três revolucionários que o atacavam em grupo. O homem dava um rápido giro para cortar dois deles e sua lâmina entrava em choque com o terceiro, ou melhor, com a espada do terceiro. Enquanto isso, Calros também recebia três encapuzados que corriam em sua direção, e ainda à distância, descarregava seus tiros com o fim de impedir a aproximação dos mesmos. Seu primeiro tiro atingia o ombro de um dos encapuzados, que ainda com o impacto que recebia, continuava avançando. Eram necessários mais dois tiros para que ele perdesse as forças e caísse. O segundo temendo a situação era um alvo fácil para o ruivo, um tiro era o suficiente para neutraliza-lo. Sobrava um ultimo que se aproximava o suficiente de Calros para golpeá-lo, mas o soco já planejado do ruivo, impedia que aquele soco fosse de qualquer forma efetivo, por fim, ele era finalizado com um tiro fatal na cabeça.

Se aqueles três fossem os únicos. Calros teria lidado com os mesmo perfeitamente, só que mais dois encapuzados chegavam sem que o rapaz percebesse, e eles já estavam perto o suficiente para que o rapaz não conseguisse reagir. Ele recebia um soco em cheio no seu rosto, e um corte de uma adaga, que abria um corte em seu peito, rasgando sua camisa. Os dois encapuzados terminavam o combo com um chute duplo, que empurrava Calros para trás, o fazendo bater as costas na parede. Esse poderia ser novamente seu fim, mas por um momento, todos tinham que parar o que estavam fazendo, pois uma vibração muito forte impedia todos de se mover. O dirigível começava a se mover, e isso dava chance a Calros para se recuperar dos golpes que tinha levado. O corte em seu peito ardia ligeiramente, não tanto quando a bala em sua perna, e ele conseguia sentir a área atingida em seu rosto quente.
Extra:
 

Off:
 

Mapa Completo do Dirigível:
 

ILHA: Ilha Aracne – 2º Rota LOCAL: Dirigível Preto

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptyDom 14 Jul 2019, 06:45

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As vezes tudo que planejamos simplesmente não acontece, é a vida, mas quem diria que algo sairia tão do momento igual aquilo. Provavelmente os encapuzados eram os números, ou pelo menos aliados deles, afinal, eu não li a extensa carta, mas se ela era endereçada a um tal “Oito”, imagino que envolva eles. Eu planejei um tanto de coisa, mas do nada enquanto olhava a minha volta parece que a situação ficou bem mais urgente, enquanto antes Alexander me perguntava se eu estava bem, no momento seguinte já estava debochando porque do nada surgiram infinitos inimigos do lado de fora da porta e a cadeira não era mais o suficiente para segurá-la. Até o tom dele havia mudado, pensei que ele nem era capaz disso. Saquei a arma do cadáver. Precisava me equipar um pouco já que com certeza estava em desvantagem ali.

Procurei uma fuga rápida na minha cabeça, mas isso não adiantou, eles acabaram por invadir o cômodo. Pelo menos oito caras invadiram, isso já pensando nos dois que Alexander havia matado anteriormente. Mas o meu salvador não era o único ali que matara alguém, no calor do momento, eu fui tão bem que nos primeiros homens meus efeitos foram perfeitamente efetivos e eu acabara atirando na cabeça de um deles. Aquele pequeno momento eu sentira Mona me julgando. Eu nunca havia matado ninguém até então e agora do nada matara três homens. Nesse ritmo eu com certeza mataria Himeriko se me encontrasse com ele, seria eu um monstro tão ruim quanto ele? O que diabos eu havia feito? Me indaguei disso por um instante e talvez por isso não vira os outros dois encapuzados que acabavam me acertando e me cortando.

Queria parar por ali mesmo e pensar no que havia feito, mas o calor do momento não deixava, precisava salvar Alexander e a mim mesmo, ele primeiro, mas a situação não estando ruim o bastante, piorava ainda mais, onde o piloto, claramente um psicopata maluco que ignorou todos os tiros que ocorreram dentro do dirigível, ligava o mesmo para partir daquele local. Assim aparentemente estou partindo da ilha Aracne. Precisava agir rápido ali agora, eu tinha coletado um pente completo da pistola, sobravam dois tiros no pente e eu possuía dois inimigos, um que me socara e um que me cortara. Ainda precisava também ajudar Alexander, não sabia como ele estava e precisava garantir que ele estava bem.

Com a pistola em uma mão e com a outra mão livre, agora não era o momento para ter dó, infelizmente. Precisava matá-los ou eles fariam isso comigo, até porque eu havia matado três deles. Um tiro para cada um era o que poderia gastar, até porque essa pistola parecia ser muito mais eficiente do que jamais seria com as mãos.

Ignorando o corte em meu peito, iria atacar primeiramente o homem com a adaga. Se ele estivesse do meu lado esquerdo, moveria a arma para a mão esquerda e vice-versa. Durante a aproximação, guiaria meu braço de lado contrário, ou seja, se ele está na esquerda, moveria o braço da direita e vice-versa, numa finta de soco direto. Como seu colega estaria impedindo a esquiva para um dos lados, ele teria a opção de se esquivar para trás ou para o lado aberto. Sendo uma esquiva para o lado aberto, ao mesmo tempo que iria recuar meu braço por se tratar de uma finta, já iria completar com um cruzado com a mão que portava a arma, para assim acertar um soco e um tiro na região da bochecha/ossos do maxilar do encapuzado. Se, no entanto, ele esquivasse para trás, significaria que a região dele frontal não mudou e assim como eu já estava com um movimento de meu braço sem arma estar no meio dos dois, minha mão armada iria para o centro do meu corpo e atiraria reto para acertar meu adversário.

Independente disso tudo ter funcionado ou não, precisava agir rápido quanto ao salvamento de Alexander se ele precisasse, então independente de qual tiro tenha ocorrido, se é que algum ocorreu, tentaria vislumbrar como Alexander estava, seus adversários e situações do tipo. Caso ele estivesse em perigo eminente, guiaria a pistola na direção de seu adversário e atiraria sem me importar comigo mesmo no momento, isso se houvesse me livrado ou no mínimo afugentado um pouco o encapuzado da adaga. Se não fosse um perigo tão urgente, tentaria me concentrar no meu adversário sem arma e nos objetos a sua volta e a minha volta. Se houvesse alguma cadeira por perto ou coisa do tipo, chutaria ela na direção do homem e enquanto ela voava em sua direção, tentaria avançar para acertá-lo com um soco em seu queixo e derrubá-lo, tanto pelo normal de um soco nesta região, quanto pelo movimento natural do dirigível que começava a voar. Tendo hesito, não vacilaria e acertaria outro e outro soco, querendo desmaiá-lo e assim poupar não só a minha mente, como a última bala.

Se em qualquer momento eu fosse o alvo de novos golpes, tentaria me esquivar aos trancos e barrancos com pulos que com certeza não eram os mais eficientes dada a minha perna e o balanço do dirigível. Me guiaria nesses pulos malfeitos na direção da janela, com um objetivo simples e feio. Quando algum deles me atacasse estando já próximo da janela, me deixaria cair no chão e com as minhas duas mãos, sem soltar a pistola, e mesmo com a perna machucada, aceitando que a pioraria, empurraria o inimigo com toda a força para cima a fim de jogá-lo contra a janela, quebrando-a e jogando-o lá para baixo.

Caso em algum momento eu visse que Alexander estava em perigo eminente e fosse possível chegar até ele, iria até ele ignorando possíveis golpes feitos a minha pessoa e o puxaria para baixo ou próximo de móveis que pudessem amparar os possíveis danos que seriam realizados nele. Se o encapuzado que ameaçava a sua vida estivesse a meu alcance, iria então me aproximar me lixando para minha perna e daria um tiro nele na região que houvesse menor chance de errar, provavelmente seu peito se visse ele de frente. Se visse ele lateralmente daria na mesma e então miraria na sua cabeça.

Para qualquer possível solavanco diferenciado, por termos começado a voar, iria me segurar em qualquer móvel ou me encostar na parede que já estava próximo mesmo e abrir um pouco as pernas para tentar me manter equilibrado mesmo com as mãos livres.


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Última edição por PepePepi em Sex 19 Jul 2019, 18:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptyTer 16 Jul 2019, 21:06

Confusão no dirigível  


Apesar da pressa que tínhamos para entrar no dirigível, a nossa invasão era um sucesso muito por conta do auxílio de France que atirava contra 3 dos encapuzados e abatia 2, deixando o único sobrevivente ferido nas costas. Sentindo a desvantagem numérica em que estavam a outra dupla correu para a entrada do veículo e assim se iniciou uma perseguição até a parte traseira do dirigível, quando nós entrávamos numa sala triangular por uma porta de ferro que estava escancarada. Por ali haviam alguns barris e caixas que podiam conter algo interessante, mais a frente tinha uma porta que dava a um corredor com outras salas também com uma grande quantidade de homens. Os barulhos que vinham de onde estavam os encapuzados faziam despertar a preocupação de Charlotte com Alexander e Calros, dizendo que precisávamos ser rápidos enquanto que Battos discordava dela se preocupando com uma possível emboscada feita pelos nossos inimigos quando fossemos passar pelo corredor. A discussão rapidamente se encerrava por um grande som de chamas e uma tremedeira no chão que nos impediu momentaneamente de prosseguir, talvez o dirigível estivesse tomando altitude e partindo para um destino desconhecido. Esperava que com isso os homens não tivessem escutados os gritos da discussão proporcionada pela ruiva e o moreno, já que era provável que eles ainda não tinham nos percebido ”E qual é o problema? Se eles vierem é só vocês baterem neles” ela dizia como se fosse simples assim ”Eu não quero estragar esse elemento surpresa, se eles realmente não souberem que a gente está aqui é melhor para derrota-los" diria em resposta a Katherine ”Isso é coisa de covarde!” ela se irritou ”E eu lá ligo? Só idiotas se importam em serem justos, eu faço de tudo pra não sair machucada” diria em resposta também brava.

Em primeiro momento buscaria recuperar o meu equilíbrio e após isso olharia para os dois que estavam discutindo - Não façam alarde idiotas, eles vão ver que nós estamos aqui falaria em um tom baixo para que somente eles pudessem ouvir - Ao invés de perder tempo aí discutindo me ajudem a procurar algo de útil por aqui ordenava, em seguida passava a mexer nas caixas que estavam ali. Atrair os homens até onde estávamos era uma boa alternativa de fazê-los se separar e assim tornar nosso trabalho um pouco mais fácil - Tentem achar algo que possa chama-los até aqui daria mais algumas instruções. Se nada fosse encontrado teria de testar outra possibilidade - Charlotte, utilize sua katana para quebrar algo e fazer um barulho alto o suficiente para que eles venham a todo momento estaria utilizando um tom baixo para não antecipar as coisas. Independente da forma que atraíssemos os homens, após o barulho daria mais ordens rapidamente - Olha, fiquem atrás da porta ou de alguma outra coisa somente até  eles virem   diria enquanto já tomava a minha posição - Quando eles chegarem é só atacar finalizaria meus comandos. Além de termos que resgatar Alexander e Calros, ainda tínhamos de parar o dirigível antes que ele subisse mais alto até porque era bem provável que ninguém entre nós soubesse pilotar um desses e dessa forma o tempo era nosso inimigo também, já a velocidade teria de ser nossa aliada.

Caso os homens soubessem da nossa presença ali, a gente iria avançar contra eles ou esperaríamos a chegada deles e diante dessa possibilidade a formação que assumiríamos seria a mesma que a anterior. Ramiro na frente, Tin e Charlotte nos lados, Battos um pouco mais atrás do grandalhão e por fim eu na retaguarda estando em uma posição de comando - Vamos usar a sua resistência e o seu peso para empurra-los, enquanto nós atacamos eles daria as instruções a Ramiro e em seguida aos outros - Não tomem decisões arriscadas demais e protejam uns aos outros que assim a gente consegue derrotar todos eles não estava totalmente crente nessa possibilidade, mas era a única forma de salvar os idiotas que tinham entrado antes da gente. Me atendo a um provável caso em que eu tivesse de lutar, começaria a pensar em meus movimentos de ataque e de defesa para ter em mente o que faria quando o meu oponente aparecesse. Tomaria a iniciativa com um flying side kick, chute lateral voador, estando atrás de todos teria um pouco de tempo a mais para recuar e realizar o movimento do golpe para atingir o rosto do inimigo. Prosseguiria com um axe kick, perto do meu adversário poderia levantar a minha perna direita para o acertar com meu calcanhar e logo depois realizaria um giro seguido de um chute com toda a minha força visando atingir qualquer parte do tronco. Faria um mesmo movimento na hora de me esquivar, saltaria para trás diante do perigo e jogaria todo o corpo também facilitando aproveitando isso faria alguns rolamentos para conseguir sair da melhor forma dos ataques.




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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptySeg 22 Jul 2019, 21:16


Rock das aranhas


Calros

Calros em meio a tensão de vida ou morte na qual ele se encontrava junto de Alexander planejava ir para cima sem dó, dois encapuzados se encaminhavam para um confronto direto sendo um deles usuário de adagas e outro aparentemente um boxeador. O homem cujo portava a adaga que previamente havia realizado um corte no peito Calros estava ao lado esquerdo na visão do marinheiro, tomando a frente seguindo com a adaga em sua mão direita na altura de sua cintura pronta para realizar uma estocada.

O homem com a arma branca estava a exatos 3 passos de distância enquanto o outro estava a aproximados 5, o que cedia uma certa vantagem para o marinheiro nesse combate onde ele estava em desvantagem numérica. Calros estava mesmo priorizando ataca-lo primeiro, invertendo a pistola até sua mão esquerda deixando a sua direita livre, ele então realizava um soco direto contra a face do encapuzado jogando-o direto contra a parede à esquerda tirando-o momentaneamente do combate.

Aproveitando a brecha que o boxeador havia ganhado após o golpe, era o momento de checar como estava seu companheiro; a situação dele era similar à atual de Calros, ele havia derrotado dois homens e se encontrava agora em um confronto de um contra um, aparentemente não vindo a ter nenhum problema em combate-lo. Voltando agora a sua situação, o marinheiro que devido ao seu código de conduta priorizava retribuir os favores aos outros receia um soco contra sua face provindo do encapuzado sem arma.

O soco não havia machucado tanto, porém um chute que o seguia realizado com a perna direita na região da cintura de Calros havia sido fazendo com que os ferimentos previamente recebidos começassem a doer mais e seu corpo negligenciasse movimentos bruscos a partir de agora. O chute tinha sido forte o suficiente para arremessado para trás de Alexander próximo a uma cadeira junto a uma escrivaninha. Era então que o homem cujo havia realizado a sequência de golpes contra Calros seguia em direção ao Alexander aproveitando a oportunidade para ataca-lo.

Era a situação que Calros temia até então. Com uma de suas duas bala ele poderia evitar que o boxeador encapuzado atacasse seu companheiros pelas costas sem que ele tivesse tempo de reação, com um tiro direto contra seu oponente mesmo que se esvaindo em sangue era o suficiente para a bala se encaminhar contra a cabeça do homem que quase de imediato devido a velocidade que usava para se aproximar caísse direto no chão deslizando até o lado de Calros. Alexander por sua vez executava uma bela esquiva se abaixando de um golpe na horizontal realizando uma estocada no peito do combatente inimigo seguido de um empurrão para descravar sua arma do peito dele.

– Desgraçados. – Falava Alexander enquanto seguia de encontro ao Calros que estava deitado no chão com diversas dores em diversos pontos do seu corpo para tentar ajuda-lo a levantar. Ao menos agora eles poderiam se organizar e então agir com essa brecha. Talvez o questionamento acerca do machado poderia vir a surgir pois alguém havia cravado aquela arma na porta, quiçá o homem cujo Calros havia acabado de finalizar fosse o dono daquela arma e não houvesse o que temer, ou quem sabe outro homem estava próximo a eles e pudesse surgir retirando a arma da porta e se preparando para acabar com eles. Além de que poderia existir mais homens encapuzados naquele dirigível que estivessem vindo ali devido ao som emitido dos confrontos e principalmente do tiro realizado pelo Calros, além de que agora eles poderiam averiguar a cabine do piloto que até agora não havia se manifestado.


Katherine

Katherine junto de Ramiro, Tin, Charlotte e Battos acabavam de entrar a bordo do zepelim que estava começando a decolar. Os cinco se encontravam em uma sala não muito espaçosa em formato triangular com algumas caixas e barríeis que logo eram destruídas por Charlotte, a espadachim do grupo, para fazer barulho e chamar a atenção de quaisquer homens que estivessem próximos, o que era bem sucedido. Passos de aproximados 5 homens em conjunto podiam ser escutados se utilizassem bem de suas audições, cinco homens que estavam se encaminhado pouco tempo depois de quebrar os caixotes até o lugar.

– Temos que agir. – Dizia Battos enquanto mantia contato visual direto com Katherine que logo passava as ordens para que todos entrassem em posição. Era então que um barulho de portão se batendo ecoava pela pequena sala certificando que se tratava de algo posto para selar a porta daquele ambiente. – Que barulho foi esse? – Proferia Charlotte demonstrando preocupação. – Acho que nos trancaram. – Respondia Ramiro que pelo fato de estar na frente e estar mais próximo ia de encontro com a porta para certificar-se de que estava certo, e para o azar do grupo, ele estava certo. – Mas que merda. – Falava Tin pensativo.

– Deixamos esses intrusos presos, matamos os outros dois e então vemos o que fazer. – Uma voz misteriosa por trás da porta falava podendo ser escutada por todos mesmo que muito baixa. A situação gerava quase que instantaneamente para Katherine a dedução de que Calros e Alexander acabavam de se meter em uma furada ainda maior do que a que ela acreditava que eles estavam. – Essa porta está devidamente lacrada, não acho que com minhas armas de pequeno porte eu seja capaz de derrubar. – Battos falava enquanto olhava para seu armamento. – Eu acho que sou capaz de descobrir como arrombar. – Falava Tin convicto de que poderia ajudar o grupo.

Tomando a frente de tudo, Tin com sua katana em mãos começava a bater com cabo nas regiões laterais da porta buscando encontrar onde estava o lado menos espesso ou as dobradiças. – Encontrei. Acredito que um golpe concentrado nessa região seja capaz de abrir essa porta, ambas estão sobrepostas e aqui é estão as maçanetas. – Falava Tin para Katherine que era a cabeça da operação até então. Na mesma sala se observado com cautela também existia uma saída de ar na parte esquerda no topo que ligava a sala com a que estava na frente, caso a ideia de Tin falhasse ainda haveria outro local que poderia ser optado como avanço, sem falar na porta de entrada que poderia acarretar em alguma ideia de avanço. – Eu posso tentar? – Perguntava Ramiro a Katherine aguardando sua autorização.



Informações escreveu:
Local atual: Dirigível
Horas: 18h.
Temperatura: 19º Celsius

legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptyTer 23 Jul 2019, 03:53

Acabou?
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As coisas foram até mais ou menos como eu queria, acertei o homem com a adaga e vi que Alexander estava até mesmo melhor do que eu estava. Levei alguns golpes, que com certeza me prejudicaram, a ponto de no desespero por ter caído, ver meu salvador em perigo e atirar matando mais um dos encapuzados. Mona que me perdoe. Eu que me perdoe. No que estava me tornando? Claro que precisava salvar Alexander, mas matar o inimigo não seria um exagero? Não podia pensar muito nisso naquele momento, meu corpo estava fraco, eu estava cansado e mais machucado do que já estive em minha vida.

Green me ajudou a levantar e quando estivesse me recompondo um pouco falaria para ele. - O homem com a adaga está vivo. - Meu subconsciente pesava só de falar isso, mas não podia deixar aquela ponta solta para me acertar ou acertar Alexander enquanto pensávamos em outras coisas. - Será que conseguimos prendê-lo por aqui? Poderíamos usá-lo de refém. - Falaria, mas não tinha esperança que isso fosse ocorrer, lembrando como o revolucionário matou os outros caídos no chão o resultado ali seria bem óbvio, por isso, já evitaria olhar para aquela região por um instante para me focar na porta.

Algum deles havia usado um machado nela e este alguém ou não entrou, ou é maluco a ponto de entrar sem trazer sua arma. Apesar de torcer para o segundo caso, me soava muito mais realista o cara ter ficado do lado de fora. Será que ele pensava que seus amigos já seriam o suficiente? Não duvido, nem eu acredito em tudo que fizemos... oito contra dois e saímos vitoriosos de alguma forma.

Tinha que pensar um pouco em algo óbvio. Pela carta, não li mais que algumas palavras, mas imagino que sejam os números. Claramente esses homens não eram os números 8 e 10, ou estes eram mais fracos do que o esperado, o que eu sinceramente duvido. Pelo que Crow havia me contado cada número possuía alguns subordinados, não sei quantos são, mas espero que tenhamos acabado com todo o contingente deles já, havia alguns mortos fora do dirigível também então se fossem eles, com certeza já estavam no fim...

Isso me lembrou que este dirigível começou a voar. Para onde estávamos indo? O piloto estava na sala ao lado simplesmente ignorando tudo que acontecia aqui, esta pessoa com certeza possuí nervos de aço, não poderia vacilar para o caso de a porta que ele estava abrir. Precisava primeiro de tudo proteger minha pessoa e Alexander. Olharia se era possível derrubar um armário na frente da porta. - Precisamos atrasá-los um pouco pelo menos para nos prepararmos mais fácil. - Diria já empurrando o armário para a porta se fosse minimamente fácil. Se não fosse, me esforçaria para empurrar a mesa para lá.

Com isso feito, olharia para a porta com o machado fincado nela. - O que você acha que podemos fazer? - Eu estava ficando sem ideias e me soava bem óbvio que havia mais inimigos naquele dirigível. Nenhum inimigo parecia possuir outra pistola, então eu só possuía mais uma única bala. Com a possível finalização do encapuzado de adaga, iria me aproximar dele e pegar sua arma com minha mão livre. Agora possuía uma adaga e uma pistola, com certeza mais letais do que minha mão, eu era claramente fraco fisicamente, isso me deixava realmente triste naquele momento e se sobrevivesse aquilo tudo com certeza era algo a melhorar.

Iria encarar a porta que possuía o machado encravado nela. - Vamos só esperar por eles? Ou vamos avançar? - Lembrava do corredor do dirigível, não era muito espaçoso e por isso rapidamente informava. - No corredor não conseguiriam nos cercar, ficaríamos numa luta mais igualitária. - Era um pensamento simples, mas que poderia ser muito efetivo. Eu não queria pensar tanto no momento e nem queria lutar mais, mas tinha que sobreviver por mais que meu corpo só quisesse descansar.

Caso Alexander aceitasse aquela ideia básica iria com calma me aproximar do corredor e ao abrir a porta, me certificaria que era impossível, pelo ângulo, algum maluco me atacar diretamente vindo dela. Iria passar pela porta e ficaria no corredor do lado direito de Alexander, esperando os malucos chegarem, testaria se a porta a direita estava aberta, poderíamos nos esconder lá se estivesse e talvez pegar os inimigos que fossem para a outra sala por trás. No entanto, se o corredor estivesse com mais encapuzados, me prepararia para a batalha, com a pistola apontada para eles e com a adaga na outra mão. - Já chega de luta! NÃO ACHAM!? - Não era uma pessoa intimidadora, sabia disso, mas cansado e machucado, com as armas em mãos, algum sangue saindo de meus machucados, gritar poderia ter um bom efeito contra eles. Até mesmo pela quantidade de encapuzados que já havíamos matado e que eles sabiam que havíamos matado. No ato deles realmente pararem, respiraria fundo e só esperaria, sabia que eles acabariam avançando em algum momento, mas era bom respirar para deixar os músculos preparados para a explosão de movimentos que acabariam ocorrendo.

Na situação que não tivesse intimidado ninguém, teria que me preparar para o avanço deles, estava na defensiva ali então esperaria que eles viessem em minha direção, já prepararia a adaga flexionando meu braço direito um pouco para trás, ficando com o cotovelo bem próximo da quina da parede com a porta que tinha o machado encravado, iria esticá-lo e tentaria perfurar o primeiro inimigo que chegasse perto o suficiente. O braço esquerdo sempre com a arma apontada mais ou menos para o centro do corredor para assim com um simples movimento pudesse atirar em um inimigo de qualquer lado da passagem. E assim o faria no primeiro inimigo que fosse na direção de Alexander e não na minha. Não podia deixar ele se machucar, por mais que eu estivesse em piores condições. Sem muito espaço para esquivas naquele ambiente, o máximo que faria seria uma pequena esquiva para impedir que algum órgão vital fosse acertado, tentando aproveitar o momento que a pessoa se aproximou para cortar a mesma com a adaga de alguma forma lateral, visando principalmente a região das costelas.

Na hipótese de poder entrar na sala logo a direita, assim o faria e teria certeza que não havia ninguém ali dentro, se houvesse já apontaria a minha arma para a pessoa. - Quietinha. - Diria no tom mais autoritário que conseguisse. - Quem são vocês e o que vocês querem? - Perguntaria, por mais que fosse estranho perguntar já que nós que invadimos o dirigível deles.  Se a pessoa me atacasse em algum movimento corpo a corpo, rapidamente tentaria descer a adaga num corte em diagonal para acertar a pessoa neste avanço e usar a própria velocidade dela contra ela. Tentaria trancar a porta se não houvesse ninguém naquele cômodo. E assim observaria o que havia de importante naquele cômodo.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptyQui 25 Jul 2019, 23:30

Arrombador de portas


A tentativa de chamar a atenção dos homens era bem sucedida, mas o tiro acabava saindo pela culatra quando alguns deles vieram até nós. Ao invés deles vierem até nós dentro da sala, os idiotas trancaram a porta achando que assim resolveriam o problema de uma maneira mais rápida e eficiente. O que mais me “impressionava” era a dedução lógica dos que estavam comigo, já que estava mais que óbvio que iríamos ter de arrombar a porta para sair dali ”Eu realmente estou cercada por idiotas” era o que pensava antes de dizer qualquer outra coisa aos meus comandados. Teríamos de ser ainda mais rápidos, visto que os homens comentavam sobre nos trancar para ir matar Calros e Alexander, depois veriam o que iriam fazer conosco, assim tanto nós quanto a dupla estávamos em perigo.

Nesse momento olharia primeiramente na direção de Ramiro fazendo um sinal para que ele tentasse arrombar a porta - Entrem em posição daria a ordem sem perder muito tempo - Battos, eu preciso que você tente usar essa saída de ar olharia para o moreno - ela será nossa saída se o Ramiro não conseguir arrombar a porta diria rapidamente. Caso o homem conseguisse arrombar a porta já teria em mente a próxima ordem - Ramiro e Tin na frente, Charlotte fica comigo! gritaria fazendo sinais com uma das mãos apontando para a porta aberta indicando o nosso avanço contra os homens. Se o Ramiro não conseguisse arrombar a porta, a alternativa seria a de seguir pelo duto de ar que eu já contava que Battos havia conseguido subir - Plano B, vamos subir o duto e ir até onde der por ele teria de ser assim, afinal querendo ou não iríamos fazer uma barulheira ao passar pelo duto. O conflito era praticamente inevitável, já  que a dupla estava cercada pelos encapuzados o  que deixa certa pessoa alegre ”Vocês têm que descer a porrada neles mesmo” é só citar algo do gosto dela que a idiota aparece ”Não torra a minha paciência ‘amiguinha’, a gente vai só salvar os dois e não uma porradaria generalizada” a responderia de imediato.

Me atendo a um provável caso em que eu tivesse de lutar, começaria a pensar em meus movimentos de ataque e de defesa para ter em mente o que faria quando o meu oponente aparecesse. Tomaria a iniciativa com um flying side kick, chute lateral voador, estando atrás de todos teria um pouco de tempo a mais para recuar e realizar o movimento do golpe para atingir o rosto do inimigo. Prosseguiria com um axe kick, perto do meu adversário poderia levantar a minha perna direita para o acertar com meu calcanhar e logo depois realizaria um giro seguido de um chute com toda a minha força visando atingir qualquer parte do tronco. Faria um mesmo movimento na hora de me esquivar, saltaria para trás diante do perigo e jogaria todo o corpo também facilitando aproveitando isso faria alguns rolamentos para conseguir sair da melhor forma dos ataques.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptyTer 30 Jul 2019, 02:28


Rock das aranhas


Calros

Calros embora estivesse com diversas partes de seu corpo drasticamente feridas e quiçá estivesse à beira da morte por conta de uma hemorragia ainda possuía um armazenamento mesmo que pequeno de força para conseguir se mover ao invés de esperar que os inimigos surgissem lá. Agora com o dirigível já no ar não havia muito o que pudesse ser feito, fugir realmente estava fora de cogitação, entretanto em momento algum o jovem marinheiro havia almejado uma retirada daquele lugar mesmo que por ventura sua vida estivesse mais em apuros do que já se encontrava.

A ideia de que o inimigo com a adaga previamente nocauteado pudesse se levantar era ecoado no subconsciente de Calros sendo proferido no calor do momento como hipótese devido a insegurança que isso causava, alertava seu companheiro Alexander, que havia o ajudado a levantar, de que algo deveria ser feito. – Tem umas cordas ali no canto, posso tentar amarra-lo. – Dizia o albino enquanto seguia em direção a um rolo de corda fixado na parede próximo a mesa que era também fixada no chão.

Após Alexander realizar um nó mesmo que simplório prendendo o encapuzado na mesa, ele pegava a adaga que estava com o homem misterioso e a colocava sobre a mesma mesa no canto esquerdo. – Podemos tentar. – Dizia Alexander para Calros acerca de que algo deveria ser feito para atrasar futuros inimigos que estivesse a caminho da sala. No cômodo próximo ao maquinário que os dois se encontravam havia a mesa fixa em formato de “L” ao lado esquerdo da porta do piloto e a direita uma outra mesa menor porem composta por diversas gavetas que ajudavam-na a pesar mais.

Calros de forma imprudente seguia em encontro a mesa para posiciona-la no corredor para que os dois ganhassem tempo. Devido aos machucados o marinheiro apresentou certa dificuldade em empurra-la tento então que receber ajuda de Alexander que em pouco tempo colocaram-na logo após a primeira porta a direita do corredor em uma outra porta que conectava os ambientes no final do espaço. Por sua vez Calros tomou a iniciativa de logo após isso retornar a sala e pegar a adaga para que recebesse uma certa ajudinha que era necessária no momento, seu revolver contava com apenas uma bala, servindo apenas para um inimigo.

Era então que ambos conseguiam escutar não muito longe passos de prováveis inimigos que estavam indo de encontro com os mesmos, adentrando então a sala da direita para encontrar abrigo. Não havia ninguém naquele pequeno cubo de sala, podendo assim deixá-los mais tranquilos; o cômodo se tratava de uma pequena enfermaria com diversos vidrinhos com nomenclaturas estranhas, gazes sobre as mesas, recipientes de álcool nos cantos e alguns prumos de algodão. Talvez algo naquele lugar pudesse ser de enorme ajuda para saúde questionável de Calros. – A porta parece interceptada. – Dizia uma voz estranha provavelmente vinda da porta que estava tampada pela mesa.


Katherine

O principal objetivo da jovem naquele dirigível que agora se encontrava nos ares era salvar Calros e Alexander que se encontravam em uma tremenda encrenca; embora não fosse uma tarefa tão fácil devido as circunstâncias que havia surgido a jovem Katherine precisava de alguma maneira executar com maestria seu cargo como mandante de outros quatro indivíduos que estavam de certa forma crentes nas ordens da celestial. – Certo, irei checar... – Respondia Battos a Katherine enquanto seguia em direção ao pequeno duto no canto superior esquerdo da sala.

– Eu posso tentar. – Falava Ramiro aparentemente incrédulo sobre derrubar aquela densa porta que estava selada. Se posicionando a cerca de 3 passos de distância da porta, Ramiro se preparava para realizar uma espécie de jogo de corpo contra ela utilizando de seu peso entrando em contato com a porta com a ajuda de sua velocidade, tornando o “golpe” mais impactante aumentando as chances de a derruba-la. – Lá vou eu! – Gritava Ramiro seguindo de encontro a porta como se estivesse com ódio da mesma.

Para infelicidade de todos na sala, a tentativa havia sido falha fazendo com que Ramiro apenas se machucasse com a tentativa. – Mas que merda! Essa porta está sendo protegida com aço. – Reclamava o brutamontes enquanto pressionava a região contatada pela rígida porta. Katherine então aproveitava de que Battos estava checando o possível duto de ar para tentar utiliza-lo como meio de saída, alegando ser uma das únicas opções agora. – Não é um duto, é apenas uma saída de ar para o outro cômodo. – Dizia Battos para Katherine após sua análise mais detalhada.

O buraco era tampado por uma portinhola extremamente fina. Porém a sua área em metros quadrados não excedia dois. Se realmente fosse a opção tomada pelo grupo agora que informados acerca da saída, talvez fosse melhor pensar bem já que o Ramiro por exemplo não conseguiria passa-la de forma alguma, um plano melhor elaborado deveria ser feito logo antes que algo de muito drástico ocorresse com o Alexander e Calros que estavam agora a serem perseguidos por cinco homens desconhecidos.



Informações escreveu:
Local atual: Dirigível
Horas: 18:02.
Temperatura: 19º Celsius

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptyQua 31 Jul 2019, 06:26

Enfermaria
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As vezes nós damos sorte na vida. Esse era um desses momentos, achar uma enfermaria era algo no mínimo incrível apesar de não poder fazer muito em uma, talvez um arsenal para encher a pistola acabasse sendo mais útil já que parecia haver infinitos encapuzados naquele dirigível. Independente disso, só de observar aqueles frascos, a gaze e o próprio ambiente na verdade, me faziam perceber o tanto que meu corpo queria só sentar e relaxar enquanto algum médico me tratasse, só que não havia médico ali e infelizmente já ouvia inimigos do outro lado da porta falando sobre a mesa.

O que poderia fazer para melhorar a minha situação naquele momento? Pegaria um pouco de gaze e cobriria o corte no peito que percebia já estar bem melhor do que imaginava, o problema real era minha perna. Eu ainda não tinha como tratá-la, bom, provavelmente existem os objetos necessários para tal nessa enfermaria, mas eu não tenho o conhecimento em cirurgia para tal, não temos o tempo e provavelmente muito menos o espaço para isso. Então me focaria em enfaixar de gaze os machucados. E mais importante, procuraria algum anestésico ali. Algo que por mais que fosse piorar a situação a longo prazo me ajudasse a pisar no chão sem pensar na dor e assim poderia lutar e sair vivo daquela situação com maior facilidade. De nomes para anestésicos só conhecia morfina, mas imagino que nos rótulos teria escrito o que cada frasco fazia, algo como: dor de cabeça, dor daquilo, dor disso.

Com minha perna e meu peito enfaixados, iria pegar o que desse de gaze; álcool; frascos cheios de algum líquido; e aspirinas que coubessem em minha mochila, prevenir é melhor que remediar, nunca saberia o que poderia ser útil no futuro.

Durante tudo isso, não falaria nada e tentaria não realizar nenhum barulho em todos esses movimentos. Não havia razão para começar uma luta ali naquele espaço pequeno e enquanto tentava me tratar minimamente e por isso não havia nenhum motivo para chamar a atenção para o cômodo. Se Alexander, no entanto, acabasse por dar alguma ordem, acataria de imediato se fosse algo mais simples, como passar um objeto para ele ou algo do tipo. Se fosse algo mais complexo, como preparar para a batalha, afinal poderiam invadir a qualquer momento, iria me posicionar em relação a porta de forma que eu pudesse atirar no ser do lado de fora ao primeiro sinal de que a porta se abrisse, além disso, indicaria para meu salvador ficar posicionado quase que atrás da porta, para alguém que entrasse me visse primeiro e acabasse de costas para ele. Se fosse algo inesperado, teria que pensar em como executar o movimento e por isso teria que ouvir detalhadamente o que ele queria.

Se invadissem realmente o local de forma imediata, iria atirar no primeiro encapuzado que aparecesse, ser naturalmente calmo na maior parte do tempo tem suas vantagens quando algo ocorre de forma inesperada/imediata, e tentaria fechar a porta novamente. Guardaria minha nova pistola em qualquer bolso e assim ficaria com uma mão livre e a adaga. Ao primeiro sinal de que invadiriam o cômodo, enfiaria a adaga no vão criado pela porta para cortar a pessoa que empurrava/abria a porta. Precisava impedir que entrassem ou a confusão ali seria generalizada.

Agora, se invadissem o local que havíamos feito uma confusão e percebessem que não estávamos por lá, poderiam na verdade se indagar o que havia acontecido. Já que todos que invadiram o cômodo acabaram mortos ou amarrados enquanto desmaiados, talvez nem mesmo soubessem da nossa existência naquele dirigível. Quem sabe não pensariam que existia um traidor entre eles? Torceria por esse pensamento enquanto simplesmente esperaria para ouvir o que eles falariam. Talvez acabasse confirmando que eram os números, ou quem sabe se eles já não possuíam outros reféns e estes não eram meus amigos. Tantas dúvidas naquela situação absurda que qualquer informação que falassem poderia ser útil.

Caso conseguissem invadir a enfermaria de qualquer forma, tentaria acertá-los de forma a chamar um pouco a atenção do inimigo, para que assim não vissem Alexander em suas costas, o que facilitaria e muito o nosso lado. Não tendo muito espaço para esquivar, tentaria dar o meu melhor me jogando nas prateleiras quando realizassem algum golpe, claro que na prateleira que não houvesse fracos de vidros pedindo para cair em minha cabeça se fizesse isso.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 10 EmptySab 03 Ago 2019, 09:31

Aprisionados


A tentativa de arrombamento da porta por parte de Ramiro falhava miseravelmente, o que me deixava irritada a respeito de sua utilidade fora de combate ”Que desculpa ridícula para não conseguir derrubar a porta, aço? Pfft” era o que pensava em meio as palavras do homem. Como alguém do tamanho dele sequer balançava a porta? Apenas conseguia se machucar na tentativa - Essa é uma tremenda decepção era a única coisa que iria dizer nesse momento. Apesar de ser somente uma saída de ar para o outro quarto, essa seria a nossa última possibilidade de chegar ao outro lado, mas acabava que essa não era a solução final visto que a passagem era pequena e o brutamontes muito provavelmente sequer conseguiria passar por ela, assim consequentemente teria de arranjar alguma outra forma dele atravessar. A cada momento que se passava o nosso tempo ficava mais curto e se acabássemos demorando mais Alexander e Calros poderiam morrer, além de nós que também estávamos em perigo  por não saber o que ocorria no lado de fora.

Em minha mente já começava a imaginar algumas possibilidades futuras que seriam resultados da decisão que tomaria nesse momento - Battos, tente derrubar essa portinhola e atravesse até o outro lado diria de imediato - Tin, você vai com ele e tentem conseguir uma chave ou algo assim prosseguiria dando as minhas ordens - Nós três ficaremos aqui para tentar abrir a porta desse lado diria por fim, antes de sinalizar com a mão direita para que ele seguisse. Caso ele não conseguisse abrir a portinhola eu teria de tomar outra decisão - Ramiro, veja se consegue usar sua clava para acertar aqui chamaria o homem. Se mesmo assim não obtivessem êxito nessa segunda tentativa, eu iria tomar a frente e chutar a abertura com toda a minha força utilizando meu calcanhar - Procurem de alguma forma abrir isso aqui diria já sem paciência. Quando eles atravessassem teríamos o nosso foco trocado - Charlotte, procure usar sua espada e veja se consegue abrir a porta de alguma forma daria mais uma ordem, desta vez me dirigindo a ruiva. Caso não conseguíssemos de nenhum forma encontrar algum jeito de atravessar Ramiro, seria forçada a tomar uma decisão - Nós dois ficaremos aqui, vá ajudar Tin e Battos querida isso seria dito em último caso a mulher. De bônus eu ainda não precisaria ir lutar ”Você é mesmo uma medrosa Azura, o Ramiro não vai estar em perigo se vocês todos forem salvar nossos companheiros!” será que ela sabia que não mandava em nada? ”Acho melhor você ficar bem quietinha, até porque quem está no comando aqui sou e você sequer pode fazer alguma coisa além de tagarelar" responderia um tanto irritada com os comentários de Katherine.

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