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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rock das aranhas

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MensagemAssunto: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptySex 04 Jan 2019, 14:37

Relembrando a primeira mensagem :

Rock das aranhas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptyQui 30 Maio 2019, 19:38


Forjando
Posts em aracne - 29/30
Por algum motivo Battos pedia para que o chamasse assim e não mencionasse Jason, seria algum tipo de piada Katarina ter chamado o mesmo assim? Algum trauma que eu não poderia saber? Bom, não importava, ele pediu para ser chamado assim e assim faria. - Ok então Battos. - Falaria dando ênfase em seu nome. O homem após isso me deixou sozinho por um tempo, não só troquei de roupa como alimentei Gwen com o último pedaço de carne que tinha. - Você está comendo muito... depois vamos procurar mais comida para você. - Diria sorrindo vendo-a comer este último pedaço de carne. Imagino de onde vem esta fome toda. Talvez a pequena não estivesse acostumada a comer quando quisesse? Agora estava se empanturrando enquanto podia? Poderia pensar nisso depois, precisava aprender mais sobre as aranhas em si, só assim para cuidar melhor de Gwen.

Ao sair ouvi que iria para a forja, coisa que só não ocorreu imediatamente porque Battos me ameaçava novamente. Este homem possuía algum tipo de bipolaridade? - Sendo eu um ex marinheiro, não acha que seria melhor deixar o uniforme comigo para usar como disfarce? - Perguntaria sério para ele, afinal não havia motivo algum para ele retirar aquelas roupas de minhas mãos. - Eles nem sabem que eu saí do grupo, é muito mais fácil me infiltrar que qualquer um de vocês. - Continuaria explicando. Se aquilo não fosse o suficiente, acabaria dando de ombros. - Ok. - Retiraria a minha mochila com cuidado das costas para não jogar Gwen para longe sem querer, pegaria o uniforme da marinha e entregaria para Battos. - Recomendo que de uma boa lavada antes de usar de disfarce. - E dito isso seguiria meu caminho para a forja com ele.

Neste caminho eu consegui ver um amplo hall e a cozinha principalmente, havia outros locais, mas não me importava realmente muito pois não conseguia ver nada que me chamasse a atenção em poderio militar daquele grupo. Ou assim me sentia até chegar na forja. Gwen desistiu de ficar no meu ombro e se afastou como podia por causa do calor. O lugar era rústico, mas ao mesmo tempo sentia que era um ótimo local para fazer armas. Um homem e uma mulher trabalhavam no local, mas tanto a apresentação; as aulas; e até mesmo as ordens, foram dadas pelo homem ali, Bartholomew, ou Tom, como queria ser chamado, me ensinou tudo com gosto. Retiraria minhas luvas e as guardaria em minha mochila, só para sentir o que ele falou, algo sobre a textura do ferro, a aula dele foi boa, mas no final ele ignorou meu pedido/minha pergunta de fazer uma soqueira. Provavelmente tinha um motivo para isso, e eu só pensava em um motivo: era novato no assunto, tinha que pegar experiência naquilo ainda. E por isso que Tom me ordenou a fazer várias faquinhas e espadas. - Sim senhor! - Diria animado com a responsabilidade.

Olharia a minha volta e procuraria primeiramente pelas ferramentas. Provavelmente já possuíam os moldes de espadas e facas por aí, colocaria eles em pontos estratégicos perto da fornalha. Procuraria por um martelo e por luvas grosas que reteriam o calor, manteria ambos próximos também. - Algum número estimado? - Perguntaria para Tom. - Para saber quanta matéria prima eu preciso pegar. - Explicaria. Com a resposta, iria até onde houvesse as lâminas de metal bruto para esquentar e começaria o processo. Quando estivessem fundidos “o suficiente”, colocaria as luvas e com cuidado derramaria o metal na forma, onde deixaria esfriar. Após o resfriamento vinha a parte realmente demorada. Olharia a minha volta pela bigorna e por um barril com água. Levaria a “lâmina” bruta de espada que possuía até uma fornalha para deixar esta esquentando. Quando ela ficasse na cor certa, a retiraria e iria até a bigorna onde começaria a martelar a lâmina com cuidado para não a quebrar. Quando o metal resfriasse demais para que martelar ele não fosse efetivo, voltaria o mesmo para a fornalha para ele amolecer novamente e voltaria para as marteladas. É um processo lento e que faria com paciência, quando reparasse que estava no ponto certo, resfriaria a lâmina com a água, torcendo para que a têmpera não falhasse.

Caso eu falhasse em qualquer momento e a lâmina se quebrasse, colocaria seus pedaços em um monte separado, poderia juntar todas as falhas e derretê-las para fazer novas depois. Algo bom de se trabalhar com metal era isso, não é como se fosse perder tudo, só perderia tempo.

E após isso tudo não me restaria muitas opções além de fazer este processo várias e várias vezes, para as espadas e facas que Tom me pedisse. Provavelmente uma sensação estranha, quero fazer o meu melhor, afinal, quero ter certeza que aprendi a fazer armas corretamente. Por outro lado, cada arma feita eu ajudaria aquele grupo rival. Aquele grupo que possuía muitas pessoas estranhas. A maioria parecia violenta até então, Judith, Katarina e Battos. Dois me ameaçaram, enquanto a principal me desmaiou. Já por outro lado, Tom parecia uma boa pessoa.

Com tudo acabado, perguntaria para Tom. - Com certeza não estão boas como as suas, mas dão para o gasto? - Ouvindo qualquer dica que ele pudesse me dar, talvez algum erro que ele me viu cometendo, algo que pudesse agilizar o processo.

Caso me chamassem por algum motivo para o hall, iria terminar a espada/faca que estivesse fazendo no momento e aí sim ir para lá ver o que estava acontecendo. Porém, se a comoção fosse muito forte, a ponto de até atrapalhar na forja por estarem fazendo barulho demais, talvez por alguém estar morrendo, iria rapidamente. - Tom termine a espada/faca por favor. - E iria me aproximar do local. Se alguém estivesse muito machucado, perguntaria para qualquer um que estivesse bem. - Onde posso me lavar? Eu posso ajudar nos primeiros socorros. - Falaria rápido por causa do desespero. Me dirigiria para o banheiro, onde lavaria o rosto, as mãos e os braços e voltaria para lá rapidamente. - Como posso ajudar?


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptySex 31 Maio 2019, 19:06



Narração



Calros
Battos olhava o rapaz diretamente nos olhos: – Como eu disse na sala, ainda não confiamos em você. Se decidir nos trair sem suas roupas de marinheiro, você levanta suspeita aos seus aliados e nós ganhamos um disfarce. Se mostrar que é de confiança, eu devolvo as roupas pra você... Agora anda logo... – Ele dizia, insistindo. Calros cedia e os dois seguiam até a forja.

Já junto a Bartholomew, o jovem Lazo se perguntava por que seus pensamentos em voz alta não eram respondidos, enquanto seu tutor pedia para que ele fizesse algumas armas básicas. – Faça umas duas de cada, e já é o suficiente. – Ele respondia o rapaz com um sorriso. Calros parecia saber o básico do trabalho, já que procurava os moldes e ferramentas para começar. E à medida que fazia o trabalho, seu tutor fazia alguns comentários sobre seu desempenho. Coisas como “–Bata o martelo com um pouco mais de força! “ou “–Espere um pouco mais antes de colocar na fornalha.” Mas o mais notório dos avisos foi quando Lazo estava a fazer sua terceira lâmina: “–É normal que suas mãos comessem a formigar ao martelar por muito tempo, se isso acontecer, pare e espere um pouco, controlar a sua força é o que faz as lâminas saírem do jeito que espera.”, e parecia que o homem era algum tipo de vidente, pois neste momento se parasse de martelar, Lazo perceberia suas mãos vibrando pelo repetido esforço feito, e tal vibração ficaria mais forte se ele mexesse a mão que usava pra martelar. Tom mostrava para Calros o que fazer quando algum erro reparável acontecia, fazendo com que no fim, elas ficassem da forma desejada. Calros ficava por um tempo na forja para completar as quatro lâminas. Mas finalmente terminava, e comentava sobre a qualidade delas em comparação as que Bartholomew fazia, o homem respondia:– Não se preocupe, estão boas o suficiente. Você só precisa de prática pra fazer coisas mais complicadas, e com o tempo, até o formigamento das marteladas vai virar costume. – Ele terminava incentivando Calros a persistir. No fim, ele se levantava e pegando as armas que seu aprendiz tinha feito, passava-as para a mulher que estava de costas para os dois: – Hagatha, quando terminar, afie as lâminas dessas daqui, por favor. – A mulher afirmava com a cabeça e voltava a fazer... Algo: –...Acho que é o suficiente por hoje. Você já sabe o essencial, mas volte depois pra tentar fazer coisas diferentes... Agora jogue uma água no rosto e descanse um pouco. – Ele dizia por fim concluindo os ensinamentos.

Se o ruivo olhasse para o fim do corredor, veria que Battos não estava mais o supervisionando da ponta do corredor, e agora estava no final do outro lado, vendo alguma coisa que era impossível de ser vista de onde o rapaz estava. Se fosse a caminho do Hall, Calros veria um grande tumulto sendo feito a caminho da enfermaria, que era do outro lado do Hall, com muitad pessoas rodeando o local. Se olhasse para porta de entrada, o rapaz veria duas moças, uma de cabelo longo e castanho e lábios azuis (?), que parecia estar fraca, e outra de cabelo azul claro e olhos castanho claros, que estava com um arranhão no braço esquerdo. Elas pareciam cansadas e por algum motivo, a presença delas e das outras pessoas que estavam já na enfermaria causava uma comoção no QG.


Katherine
Katherine escolhia terminar a sua refeição, antes de imediatamente ver do que se tratava a comoção que estava acontecendo no hall, e depois de terminar, e ouvir Alexander, ela ia até o caminho da comoção que estava acontecendo. Ela percebia que haviam pessoas feridas, alguns mais do que outros, sendo levadas até a enfermaria para cuidado imediato. Ela decidia ser sábio buscar informações a respeito do que estava acontecendo. E perguntava para uma mulher que estava próxima, o que tinha acontecido com eles: –Pra ser sincera, eu não sei... – Sua face emitia uma expressão claramente preocupada, mas seu tom de voz reprimia um pouco desse sentimento: – Acho que esse grupo recebeu a missão de encontrar alguém no porto, eles estavam demorando bastante, e agora voltam com alguns deles quase mortos... – Ela parecia instável, talvez houvesse alguém naquele grupo que fosse muito importante pra ela, ou talvez aquela era uma cena inédita... Era impossível de saber.

A Major Silverstone mostrava seu descontentamento com a situação, e procurava saber mais a respeito do acontecido com os feridos. Mas era um pouco difícil de chegar lá, pois havia um bom grupo de pessoas em volta da enfermaria impedindo o acesso de alguém que quisesse ver o que estava acontecendo. Entretando, talvez isso não fosse mais prioridade, pois após algum tempo, a Major via duas faces conhecidas entrando no hall.

Alyssa entrava sendo carregada por Geovanna. O cabelo da primeira estava completamente castanho, mostrando que recentemente ela tinha usado a totalidade de seu poder. Ambas mostravam uma expressão cansada no rosto, e Geovanna tinha uma ferida feia no braço, algo provavelmente feito por algum animal, pois não era um corte limpo. A primeira a perceber a presença de Katherine era Alyssa, e se a Major estivesse próxima o suficiente, ela diria com certo esforço: – Você conseguiu chegar aqui... Pelo menos algo deu certo hoje... – Tentar falar deixava a ela com uma expressão mais exausta ainda, e vendo isso a outra garota apenas continuava andando, carregando sua companheira para a enfermaria, onde todos estavam sendo levados.

Não demorava muito para que o Comandante Klaus saísse de sua sala para verificar a situação junto de sua guarda ruiva, e quando ele saia e ia até onde estavam os feridos na enfermaria, nem uma única alma ficava a frente dele, dando espaço para duas pessoas do tamanho dele entrarem no local, voltando a cercar o espaço depois dele ter entrado. A partir daquele momento, a Major teria que esperar o retorno do Comandante, ou tentar penetrar a “barreira” que os revolucionários faziam. Alguns minutos se passavam, e aos poucos aquele grande grupo que cercava a enfermaria se dissipava, deixando só alguns curiosos que gostariam de saber tudo o que tinha acontecido. O comandante voltava, e olhava diretamente para Katherine: – Major. Na minha sala, agora. – Sua voz era emanada por todo o local como se fosse uma presença por si só, e o seu tom de voz dava a entender que a situação era séria. Alexander entendia que sua presença não era necessária e ficaria onde estava se Katherine obedecesse o pedido do Comandante.

Se seguisse Klaus, Katherine passaria novamente pela porta de ferro e pelo corredor com o comandante a frente dela. Chegando à sala que já era familiar, o homem ia até um pequeno armário que estava no canto direito da sala, e abrindo uma das gavetas, ele procurava por algo em especifico. Não demorava muito para que o comandante tirasse duas medalhas de condecoração revolucionária da gaveta. E então ele começava dizendo: –Chegou ao meu conhecimento de que você conseguiu completar 5 missões pela revolução... – Ele estendia sua mão esquerda – Esta medalha condecora os seus feitos. – Ele entregaria uma medalha prateada com uma fita azul e branca, esperando a mulher pegar o item antes de recolher esta mão e estender a outra – Também chegou a mim, que você foi responsável por capturar o marinheiro que trouxeraml e que você cumpriu seu dever como Major recrutando o mesmo para a nossa causa. Essa medalha condecora os seus feitos. – Ele entregava outra medalha com uma fita de várias cores. E por fim recolhia as mãos, cruzando-as e agora falava com seriedade, com uma expressão de raiva, ou de ódio, era impossível discernir: – Major Katherine, eu pedi para a Major Alyssa ir acompanhada de alguns homens dessa base, investigarem um dirigível negro que estava pousado a vários metros daqui, por suspeitas de ser do governo, mas infelizmente algumas casualidades fizeram com que isso não fosse possível.  Este grupo não foi só atacado por aranhas, como por um grupo de encapuzados da qual nunca tive informações, enquanto tentavam investigar o veiculo. Eu preciso que você reúna e lidere uma célula de revolucionários, que podem incluir tanto pessoas desta base, como os outros que vieram junto com você até aqui, e junto a eles, buscar quem são esse grupo de encapuzados, se estes tem alguma relação com o governo, e se for o caso, elimine-os. Se possível, também busca informações sobre o aeroplano. Alguma dúvida? – O homem terminaria assim de dar as ordens para a Major Silvestone, olhando diretamente em seus olhos quando fazia sua pergunta.
Medalhas:
Medalhas:
 

Off:
”Off”:
 

ILHA: Ilha Aracne – 2º Rota LOCAL: Base Revolucionária

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptySab 01 Jun 2019, 03:34


Novidades
Posts em aracne - 30/30
Mesmo jogando minha cartada, Battos manteve sua decisão, e assim decidiu levar o uniforme da marinha. Sabia que não seria tão fácil, mas não tinha tanta coisa para falar quanto a isso. Tomara que ele lave aquele uniforme pelo menos porque eu sei o tanto que estava precisando. Pois bem, independente disso, consegui aprender forja e depois fui ordenado a fazer poucos exemplares de espadas e facas, onde Tom me deu dicas por perceber minha falta de experiência. - Muito obrigado pelas dicas. - Diria quando este me liberasse.

Ao caminhar para a saída chamaria Gwen para subir em meus ombros novamente. E enquanto andava percebi que Battos não estava me vigiando mais e entendi o motivo quando cheguei no Hall. Havia um tumulto grande na enfermaria, onde conseguia ver duas moças no meio da confusão. Algo que notei é que estava livre ali. Não parecia que qualquer pessoa se importava comigo naquele momento. Poderia simplesmente sair e voltar para Crow e companhia? Minha mente travaria pensando nisso por um instante. Ainda não havia adquirido informação o suficiente, não sabia se eles eram bons ou ruins, apesar da balança estar por enquanto negativa; não sabia a força deles como um todo; quais objetivos eles tinham naquela ilha; mas o mais importante de tudo, eu conseguiria voltar para Crow e companhia? Eu não sabia o caminho, teria comida o suficiente para uma jornada sem rumo? Água eu tinha a minha garrafa ainda, mas talvez não fosse o suficiente, e pensando nela, retiraria a mesma da mochila e daria um gole, precisava daquilo após um tempo trabalhando em um local tão quente. Será que sair não causaria simplesmente a minha morte?

Com a dúvida em mente, iria saciar meu estômago, me dirigiria para a cozinha. Olharia se lá existia uma torneira para limpar as mãos ou pelo menos um balde onde pudesse despejar um pouco de água nas mãos para dar uma melhorada na situação. Após feito isso, retiraria a comida da minha mochila, era uma boa eu catalogar mentalmente o que eu possuía. Feito isso, guardaria tudo e veria se os próprios revolucionários possuíam alguma comida boa por ali, não queria gastar da minha à toa. Possuindo tal milagre culinário naquele local me serviria após procurar um prato e um talher (garfo ou colher) por ali. Com a mão embaixo do prato e o talher no outro iria sair da cozinha comendo, para observar a confusão que existia na enfermaria.

Queria ouvir qualquer informação que fosse útil por ali. Descobrir quem eram aquelas duas moças e porque eram tão importantes a ponto de basicamente parar o funcionamento de uma base inteira. Se alguém por ali estranhasse a minha presença, afinal, sou um completo novato. Responderia após engolir o que estivesse mastigando no momento. - Sou um novato que Katarina chamou para o grupo. - O que não era uma mentira de forma alguma. - Me chamo Calros Lazo. - Se perguntassem meu nome. Quando acabasse de comer, iria levar o prato e o talher até a cozinha, onde limparia a louça e depois voltaria para perto do povo na enfermaria.

Após comer, se percebesse que eles não falariam nada importante perto da enfermaria, cutucaria a pessoa mais próxima e da forma mais educada que conseguisse perguntaria. - Com licença, sou novo por aqui. Poderia me informar onde eu posso tomar um banho por aqui? - Com a resposta agradeceria a pessoa. - Obrigado. - E me dirigiria ao local para tomar um bom banho. Após toda a confusão na floresta e horas na forja eu adoraria um bom banho, apesar de achar difícil isso ser possível ali no local em que estávamos. Deveria ter tomado um antes de ter colocado roupas limpas, mas agora era tarde para isso e duvido que Battos teria esperado eu tomar um antes também.

Se a qualquer momento ouvisse gritos de pessoas me chamando, iria na direção destes com calma. Caso ainda não tivesse terminado de comer, esperaria engolir o que estava mastigando antes de perguntar. - Sim? - Caso estivesse no banho iria simplesmente ignorar e continuaria a banhar-me até o fim, para então após seco e vestido procurar pelas pessoas que estavam me procurando.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptyDom 02 Jun 2019, 00:20

Let's go mission


Em meio a aquela confusão, conseguia abordar uma revolucionária que infelizmente não sabia nada a respeito dos que estavam ali feridos. A mulher parecia abalada com o ocorrido, mas não era muito útil para mim e só para que meu descontentamento aumentasse sequer conseguia me aproximar de onde estavam os feridos. Um grupo na frente da enfermaria impedia a minha entrada no local, todavia a minha prioridade se tornava totalmente outra quando via Alyssa e Geovanna entrarem no local ”Ai caramba” seria a minha primeira reação. Aos poucos as lágrimas começariam a rolar pelo meu rosto vendo o estado em que ambas estava, Alyssa ainda dizia que a minha chegada ali era algo que havia dado certo - Por favor, fiquem melhor diria ao tentar controlar as lágrimas usando a costa da minha mão. O comandante finalmente chegava após algum tempo, com isso se passavam mais uns minutos até que toda a multidão se dissipasse deixando para trás apenas os curiosos que queriam saber do ocorrido. Utilizando um tom de seriedade, Klaus me chamava até  sua sala e estando novamente no local o homem ia até um armário onde apanhava 2 medalhas que ele usava para me condecorar conforme os meus feitos recentes. Aos poucos a tristeza ia sendo substituída pela animação para realizar mais uma missão, particularmente também estava querendo me vingar de quem fizera aquilo com meus companheiros ”Deixa de ser idiota se a Alyssa que é mais forte e inteligente que você quase morreu, imagina o que vai acontecer contigo que é  idiota” Azura sempre aparecia para me “ajudar" ”Quantas vezes vou ter que mostrar que sou forte?” era inevitável, eu sempre acabava ficando irritada com ela.

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Estaria totalmente focada na explicação que Klaus, quando ele me perguntasse sobre a existência de dúvidas, prontamente iria me pronunciar - Bom, temos ao menos informações sobre a quantidade de homens encapuzados? perguntaria curiosa, apesar de não me importar muito precisava ter uma base de quantos revolucionários iriam comigo - E pra qual direção está esse dirigível? faria uma última pergunta antes de sair dali. Após ouvir a sua resposta ao meu último questionamento sairia da sala indo mais uma vez até o hall - Pode deixar comigo, essa missão vai ser um sucesso! faria um joinha sorrindo na direção do homem. Assim que saísse do lugar, iria atrás primeiramente a guarda ruiva - Olá, eu vou precisar de seus serviços para uma missão tudo bem? eu estava dando uma escolha a ela - Ótimo, esteja preparada e me encontre aqui mesmo no hall, mas próxima a saída da base diria assim que ela dissesse uma resposta positiva. Em seguida, procuraria por Alexander que provavelmente estaria na mesma posição em que havia sido deixado quando saí juntamente do comandante - Nós realmente temos uma nova missão, então é melhor você se preparar para irmos diria sorridente para ele. Por fim, buscaria encontrar Battos que talvez fosse o que me daria mais trabalho - Battos! sem me importar muito gritaria pelo rapaz - Iremos para uma missão evitaria perder muito tempo e logo diria o motivo de tê-lo chamado - Chame o tal Calros também, será bom a ele entender os motivos da nossa causa daria uma ordem ao cabo - Estarei esperando perto da saída do QG encerraria nossa conversa naquele momento. Ficaria aguardando próxima a entrada até que todos chegassem e estivessem prontos para podermos partirmos - Todos prontos? Sigam-me os bons! sairia na frente deles. Meu nível de animação estaria muito alto, mal podia esperar para poder encontrar quem tinha machucado Alyssa e Geovanna.

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptySeg 03 Jun 2019, 23:30



Narração




Calros
Calros se encontrava voltando ao corredor, e sua aranha instintivamente subia em seus ombros já se livrando do calor da sala, e ele via o que estava acontecendo no hall da base, e comtemplava uma possível fuga, pensando sobre suas probabilidades de sobrevivência. Ele decidia ir em direção a cozinha procurar por algo para comer. Battos que ouvia e estava atento aos passos vindos atrás de si, olhava para o jovem se movimentando em direção a cozinha e fazia uma expressão de incomodo, resmungando: -...Mas eu devo estar vestido de palhaço e não percebi... EI... – Ele gritava para Calros e ia a sua direção, se aproximando e continuando: – ...Quem caralhos disse que você poderia sair livremente assim?  – Ele parecia um pouco mais irritado que o normal, segurando o ombro direito do novato a fim de o impedir de se mover. – Escuta, você acha mesmo que eu ia te deixar andar livremente depois de tão pouco tempo?! – Ele falava em um tom dominante, mas depois continuava – É comer que você quer? Você poderia simplesmente ter me avisado... Enfim, vamos... – Ele terminava levando o rapaz até lá.

Depois desse problema de comunicação, parecia que Battos ficava um pouco mal humorado, pois ele cruzava os braços, e assim ficava durante a visita deles ao refeitório, ficandk na frente da entreada acompanhando todo o movimento de Calros. Lazo analisava sua mochila e via que tinha uma maçã e um cacho de uvas ali presentes, esperando para terem seus nutrientes aproveitados. O jovem lavava suas mãos com uma concha que estava sobre um balde de agua, e poderia ver que haviam várias coisas dentro de baldes na cozinha, tudo ali, tirando os liquidos precisava ser cozinhado ou cortado de alguma forma, mas Calros não se importava muito com isso. Pegava algumas batatas cruas, fatias de queijo, uma banana e algumas azeitonas, e colacava-os em um prato pra comer tudo aquilo. Quando estava prestes a sair da cozinha, Battos levemente o empurrava de volta pro local, encarando o mesmo com um olhar irritado. Ele teria que falar algo ao homem ou terminar sua refeição por ali.

Pouco tempo se passava(o suficiente para Calros terminar sua refeição), e ele ouvia Katherine chamando por Battos, e o ninja levantava as sobrancelhas, a procura de onde vinha a voz. Ela chegava ao seu encontro, e o “chamava" a uma missão, aproveitando e chamando Calros no processo. Ela dizia que iria esperar a dupla na entrada da base, portanto o rapaz não teria muito tempo pra fazer mais nada, e devia se preparar para fazer sua primeira missão como revolucionário. Battos ouvia a mulher e dizia – Certo, vamos terminar aqui e estamos a caminho. – Dando tempo para que Lazo terminasse sua refeição.


Katherine

O homem ouvia a major atentamente, e respondia logo em seguida: – Segundo a Major Alyssa, são cerca de quinze homens, mas prepare-se para o pior. Se achar necessário, leve Charlotte com você, ela é a mulher que guarda essa sala, e uma espadachim exemplar, até mesmo contra grandes números. – Ele sugeria, e então ouvia a próxima pergunta da major Silverstone – Cerca de 400 metros a leste daqui. – Ele apontava para a direita da major – Segundo Geovanna é fácil reconhecer pois não há árvores ao redor do veículo. – Ela então lançava sua última fala, e o homem apenas acenava com a cabeça e sentava em sua mesa.

A primeira pessoa que a Major encontrava era Charlotte, a ruiva que guardava a porta. Ela ouvia a celestial e dizia: – Suponho que o Senhor Klaus tenha te pedido isso, sim? – Seu tom de voz, sua postura, sua expressão facial, eram todos extremamente elegantes. Era como se ela tivesse saído diretamente de um castelo – Conte comigo, não a desapontarei, senhorita! – Ela fazia uma expressão que mostrava determinação, seus olhos azuis pareciam brilhar, e tudo isso confirmava sua presença naquela missão. Alexander fazia contato visual assim que a moça se aproximava, e quando ela o atualizava, ele fazia um pequeno gesto respeitoso abaixando a cabeça e ia até algum lugar próximo ao corredor que Calros antes estava preso, com o intuito de “se preparar".

Não era muito dificil achar Battos, já que ele estava na frente do refeitório, e ao se aproximar chamando pelo rapaz, a Major descobriria que ele estava observando o novato, enquanto ele comia. A moça chamava o rapaz para uma missão, e Calros junti a ele, o cabo dizia assim que ouvia a última fala de sua superior: –Certo, vamos terminar aqui e estamos a caminho. – Por fim a celestial de cabelos verdes se movia para perto da porta, e depois de alguns minutos um a um seus companheiros escolhidos chegavam. Primeiro Alexander, depois Charlotte, faltavam Battos e Calros, para que eles pudessem partir. Durante a espera, algo inesperado acontecia, o rapaz de cabelos brancos e olhos cor de rubi se aproximava do grupo que estava na porta: – Oi, com licença, meu nome é Tron, eu vim com vocês pra cá, lembra? Eu acho que estão pra sair, e se for o caso... Tem como eu ir com vocês? Eu posso ajudar enquanto vocês estiverem na floresta, pois conheço um pouco a area... – Sua expressão era alegre mas ele mostrava certa timidez. A major poderia escolher leva-lo ou não.

Quando tudo tivesse pronto, eles subiriam em direção a entrada do local, o mesmo homem negro que a major viu anteriormente ao sair do corredor, era quem cuidava da porta. – Abra-nos a porta, por gentileza senhor Ramiro. – Charlotte diria para o homem, que empurraria a grande pedra de entrada para o lado. Katherine finalmente estaria liderando sua célula em busca de vingança e informações.
Off:
”Off”:
 

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptyTer 04 Jun 2019, 02:38


Missão revolucionária
Posts em aracne - 31
Eu havia me perdido um pouco no que Battos tinha que fazer pelo visto. Quando tentei sair para comer e ver a confusão na enfermaria, fui barrado. Ele parecia nervoso comigo e aparentemente se eu não falasse nada não conseguiria sair dali para comer e ver a confusão na enfermaria. - Olha, me desculpa aí. - Tentaria manter o tom o mais amigável que eu conseguisse, não só no começo, mas durante a minha explicação como um todo. Não seria uma tarefa fácil, estava mais relaxado agora do que na conversa com Judith e Katarina, e ainda vejo Battos como um inimigo que vive ameaçando a minha vida, a ironia de conversar com um inimigo sempre fazia palavras quererem sair de minha boca naquelas horas. Sendo assim, era difícil saber quão provocativas seriam minhas próximas falas. - Se a sua missão era me vigiar, quando eu vi que você não estava fazendo isso, deduzi que era porque ela já havia terminado. - Explicaria inicialmente, mas caso não tivesse ficado totalmente claro, explicaria um pouco mais. - Não imaginei que você tiraria o olho do seu serviço. - Falaria, virando a mão livre para o teto e levantando os meus dois ombros de forma não proposital. - Talvez tivesse passado a tarefa para Tom quando eu estava com ele. - Explicaria mais um pouco tentando fazer ele não pensar que estava só provocando ele ali, pois não estava, queria realmente comer e não via motivo algum para deixarem um homem o dia inteiro atrás de mim. - Não tem porquê ficar nervoso com alguém que ficou com fome após trabalhar por tanto tempo.

Após falar isso tudo indicaria com a cabeça sinalizando se eu poderia sair da cozinha e comer onde eu queria. Se ele me indagasse do porquê disso. - Eu sei primeiros socorros. Enquanto como eu queria ver a situação na enfermaria já que podem precisar de ajuda. - Se eu pudesse comer lá fora, iria me aproximar da enfermaria enquanto comia, não comeria com pressa, já que não havia necessidade, era até bom demorar um pouco mais, talvez Battos relaxasse um pouco. Porém, caso eu não pudesse sair, simplesmente como um “castigo” por ter ido comer, iria me sentar numa mesa ali e começar a comer. Indicaria para ele se sentar. - Não tem motivo algum para ficar em pé o tempo todo.

Em algum momento Katarina aparecia e falava de seguirmos para uma missão. Agora sim parecia interessante. O que seria exatamente uma missão revolucionária? Será que conseguiria impedir que ela ocorresse se fossemos destruir alguma construção do governo? Talvez fugir se fizesse tudo direitinho. Quando terminasse de comer e lavar o prato e os talheres, secaria a mão em qualquer local que tivesse ali, ou se não tivesse em local algum, nas roupas mesmo. - E então, o que você pode me falar sobre missões revolucionárias? - Indagaria para o homem enquanto colocasse minhas luvas de novo. Não era o que eu desejava, mas não tinha tempo para forjar uma soqueira ou criar outra luva, então ficava por isso mesmo. - Katarina só me falou que somos contra o governo. Mas nem sei o que vocês querem mudar no governo em si. Tem algo mais específico? - Perguntaria sendo bem sincero, eu realmente queria saber, mas duvidava que ele me contaria.

Com ou sem resposta, colocaria minha mochila nas costas e seguiria o homem para a saída. Vendo quem estava indo com a gente, onde provavelmente aquele tal Green estaria também. Me certificaria que Gwen estava comigo, já que talvez eu nem voltasse para aquela base se conseguisse fugir. Ficaria quieto no começo, tentando ouvir tudo que falavam por ali. Também retiraria meu tapa-olho e o guardaria na mochila. Já sabia quanto aquela floresta poderia ser aterrorizante e não podia ficar dando mole limitando minha visão.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptyQua 05 Jun 2019, 18:02

Estamos Capitão!



Klaus rapidamente a minha pergunta e ainda sugeria que eu levasse Charlotte, como eu já havia planejado em minha mente. Por fim, ele dizia que estava 400 metros ao leste e que não tinham árvores por perto segundo Geovanna o que com certeza facilitaria um pouco do nosso trabalho mais a frente. A mulher exalava elegância em suas palavras e uma grande determinação no olhar, estando disposta a me ajudar com todas as forças  o que despertava a minha admiração em sua pessoa. Enquanto que Alexander fora se preparar, Battos estava em frente ao refeitório esperando Calros terminar de comer o seu alimento ”O que resta agora é esperar por eles" pensava ao ver o primeiro passo da missão estar completo. Após algum tempo os dois primeiros chegavam ao local de encontro em contrapartida, a outra dupla ainda não havia chegado e nesse tempo o civil que viera conosco se aproximava com uma expressão sorridente se dizendo ser útil. Isso me trazia um ar de desconfiança, afinal ele sequer havia falado comigo anteriormente e dessa vez decidiu vir até a mim de repente - Olá, eu lembro sim Tron sorriria para ele, talvez isso só fosse algo da minha cabeça, contudo procuraria estar atenta a qualquer movimento fora do normal. Calros também precisaria da minha atenção e por isso procuraria fazê-los acreditar que eu confiava e dessa forma deixá-los agir naturalmente para que acabassem transparecendo suas reais intenções - Você pode se juntar a gente! manteria minha expressão alegre para contagia-lo.

Com tudo pronto nós subiriamos até a entrada do local, onde a ruiva chamava por um tal Ramiro que abriria passagem para a gente. Do lado de fora, eu primeiramente olharia para os lados procurando me certificar da situação, afinal não fazia muito tempo que o grupo de Alyssa havia voltado e eles poderiam ter sido seguidos - Se mantenham atentos a qualquer coisa que seja suspeita! seria a minha primeira ordem quando estivéssemos do lado de fora da base - Você que conhece as redondezas pode andar um pouco mais a frente e mostrar uma rota mais segura para o leste seguiria com as minhas ordens. Tentaria conter um pouco da minha ansiedade buscando trazer uma ar mais sério aquela missão ”A idiota querendo ser séria? Vai somente parecer ainda mais uma palhaça “ logicamente me irritar era a especialidade de Azura ”Eu consigo ser quando quero e responsável ainda” nesse momento estaria transparecendo a minha irritação ”É tão engraçado te ver contando piadas, como se realmente estivesse falando sério” ouvi-la rir me deixava ainda mais furiosa ”Cala a boca!” um grito mental ”O máximo que você pode é ficar irritadinha e dizer ainda mais baboseiras querendo se impor” acabaria enlouquecendo ainda mais com as chateações de Azura. Instintivamente balançaria a cabeça procurando me acalmar - Céus, como a Azura consegue me tirar tanto do sério? me perguntaria em um tom de baixo praticamente inaudível para os que estavam ao meu redor. Procuraria me acalmar ficando um pouco mais quieta durante o trajeto, mas ainda assim estaria atenta em Tron e Calros observando tanto por onde o primeiro nos levaria quanto nas ações do segundo que poderia acabar tentando fugir.

A minha desconfiança com o civil me fazia tomar outra atitude baseada na que havia tomado quando estávamos indo para o QG - Hey, Alex procuraria pelo albino e me aproximaria do mesmo o chamando com um tom de voz que somente ele pudesse ouvir -- Você pode ir na frente para verificar a nossa situação, se há aranhas por perto ou se ele está nos levando para alguma armadilha? daria a ordem para que o albino verificasse se ainda estávamos seguros. Feito isto, seguiria para o lado de Battos - Eu estou de olho, mas não desgruda do Calros falaria com ele no mesmo tom que tinha conversado com Alexander - Ele pode tentar fugir enquanto estivermos despercebidos continuaria falando com ele. Para disfarçar tudo isso, iria até Charlotte para conversar agradavelmente e evitar algum desconforto entre nós - E então, essa base está aqui a bastante tempo? aquela era uma pergunta totalmente aleatória - Entendo, agora quero que me conte sobre você, quem é Charlotte? faria uma expressão de curiosidade e até de determinação para entender quem era aquela com quem eu conversava naquele momento - ah entendo diria tranquilamente, esboçando um pequeno sorriso em alguns momentos.

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptySex 07 Jun 2019, 18:58



Narração




Calros
As ações acabavam fazendo uma situação bem chata para ambos os lados. Battos ouvia o garoto, e parecia querer terminar aquela discussão de uma vez. – Ser cínico não vai te livrar dos problemas, nem facilitar nada pra você. Como eu disse antes, tudo o que você precisava ter feito, era ter me falado onde estava indo, afinal, qualquer problema na base é mais importante do que vigiar você. – Ele dizia basicamente se explicando o do porque ele tinha se afastado da forja – Agora vamos logo, pois essa conversa já esta me dando nos nervos.

E assim eles continuavam no refeitório, e Calros oferecia ajuda, ao mesmo tempo em que queria ver o que estava acontecendo na enfermaria. Battos dizia – Não se preocupe, nós temos profissionais cuidando dos feridos, só relaxa e come ai. – Ele parecia um pouco mais calmo, mas mesmo assim preferia que o rapaz ficasse no seu campo de visão. Algum tempo se passava e a celestial de cabelos verdes aparecia para chamar Battos e Calros para uma missão, Battos pedia tempo para que o ruivo comesse e Calros decidia começar uma conversa: – As missões assim como na marinha são classificadas pela sua “patente”. Quanto mais missões você cumpre, maior é a confiança dos lideres para te darem missões de maior importância... Agora se você está perguntando o que fazemos...  Basicamente qualquer coisa que seja pertinente para a causa. Conseguir informações, abater agentes ou marinheiros, atacar quarteis generais... Tudo depende do que os líderes acham necessário ser feito.... – Ele finalizava sua explicação, resumindo as missões revolucionárias de forma bem "agressiva", e ao ouvir a próxima pergunta de Calros ele ficava um pouco mais sério, assumindo uma expressão de desprezo ao continuar: – Por Causa dos Nobres... Tenryuubitos... Seres nojentos que se acham os reis do mundo... O Governo age em nome desses desgraçados, matando inocentes, fazendo escravos, e outras coisas horríveis somente para agradar esses filhos da- – Ele dava uma pausa, parecia que ele realmente tinha um ódio profundo pelos “nobres” de quem falava, e então prosseguia – É por isso que somos contra o governo. Pois as Cipher Pol e a Marinha são apenas cachorros desses monstros... Nós queremos que as autoridades protejam a todos, estejam a favor de todos, e não de uma minoria opressora. – Ele finalizava, e se Calros não tivesse mais nada a dizer, ele esperaria até que o rapaz terminasse sua refeição para seguir até a entrada junto a ele.

Já na entrada, todos estavam por lá, inclusive Tron, por algum motivo.  E ao som da voz de Katherine, todos iam para fora. Calros escolhia guardar seu tapa-olho de volta na bolsa, e Gwen ainda estava no seu ombro, porém após a saída do grupo, ela ficava um pouco mais contraída, parecendo estar em alerta. O Grupo seguia em direção à floresta, enquanto Katherine dava algumas ordens ao grupo.



Todos

O grupo saía, e Katherine começava a dar algumas ordens, a primeira era pra que todos ficassem atentos, era mais um conselho do que uma ordem propriamente dita. A segunda era direcionada a Tron, que fazia uma pergunta logo depois de recebê-la:  – Leste? – Ele colocava a mão no queixo e depois dava de ombros, dizendo: – Eu sou meio ruim com direções, sei onde estamos porque meu grupo passou por aqui algumas vezes, mas nunca lembro a diferença de leste e oeste... É pra direita, não? – O jovem só precisaria da confirmação da Major para que eles começassem a andar. Depois de um pequeno conflito com sua “eu interior”, a próxima ordem vinha a Alexander, que ao ouvir a mulher, balançava a cabeça e avançava com certa velocidade para o caminho que fosse definido entre Katherine e Tron, se escondendo entra as arvores e avançando pra garantir a segurança do grupo. Battos era o próximo, ele estava com uma kunai em sua mão direita, e Calros estava a frente dele. O homem respondia no mesmo volume que tinha sido comandado: – Certo – Ele parecia determinado.

A última pessoa com quem a celestial falava era Charlotte. A moça dava um sorriso simpático ao ouvir as palavras da Major: – Não, senhorita. Esta base foi feita de improviso, quando boatos de que atividades do governo estavam sendo feitas em segredo aqui a não muito tempo. – Nesse momento Tron discretamente olhava para trás e rapidamente voltava a olhar pra frente. Somente Calros percebia tal movimento.  Katherine fazia sua segunda pergunta para Charlotte, o sorriso que estava dava lugar a uma expressão pensativa, e ela então respondia. – Bom, sou filha de nobres, e sempre fui rodeada de riquezas e luxos. Tinha aulas de esgrima, pintura, etiqueta e tudo o que você puder imaginar, e ficaria assim se não descobrisse a quantidade de coisas erradas vindas de minha família. – Ela forçava as sobrancelhas, provavelmente era difícil pra ela contar o que vinha a seguir, mas claramente ela achava necessário – Sempre tivemos vários empregados, e eram os mais variados tipos de pessoas e seres. Já conheci minks, sirenos, celestiais e até mesmo gigantes, enquanto crescia. Até que percebi que essas pessoas não trabalhavam para nós, eles eram escravos, meus pais faziam parte de um esquema sujo e traiçoeiro de tráfico de pessoas por puro lucro, e quando soube disso, não pude viver mais lá e fugi, pois fiquei com extremo peso em minha consciência por todo o tempo sendo servida por pessoas que não queriam me servir. Muitos sumiram de repente por ficarem muito próximos a mim, outros por não fazer o trabalho que lhes era ordenada do jeito certo... E esses eu nunca mais vi... – Ela suspirava, parte por estarem caminhando já algum tempo, parte por não gostar desta parte de sua vida – Enquanto vivia minha vida longe disso, meu pai contratou pessoas para me levarem de volta, e de alguma forma eles conseguiram me encontrar enquanto vivia como caçadora de recompensas... – A expressão dela mudava para uma esperançosa/feliz, e era possível perceber que seu rosto ficava levemente avermelhado – Foi quando o senhor Klaus, que era a pessoa que eu estava caçando apareceu, e me defendeu como um nobre cavalheiro, e quando o motivo deles estarem me caçando foi esclarecido a ele, o mesmo disse que fazia parte de um grupo que poderia acabar com a escravidão, e todas essas coisas mirabolantes que os nobres fazem... Desde então eu me juntei a causa revolucionária, em busca de um dia poder retribuir o favor ao comandante, ao mesmo tempo de querer acabar com a escravidão no mundo. – Ela então olhava diretamente para Katherine - E bem... esta sou eu... Desculpe por falar por tanto tempo... – Ela concluía com um sorriso no rosto.

O grupo andava cauteloso, enquanto Alexander não podia ser visto, e nada parecia perturbar o grupo. Após algum tempo, Alexander voltava, sua expressão estava tão "padrão" como antes, o que era um pouco medonho levando em consideração o que ele estava prestes a dizer: – Há corpos, tanto de aranhas, quanto de pessoas a seguir. Parece que uma grande batalha aconteceu a frente... - Ao receber essa informação, Azura instantaneamente tomaria o controle do corpo de Katherine, para que as próximas decisões fossem feitas com mais cautela, e a aparência da garota mudaria completamente. Os seus cabelos longos assumiam a cor ruiva em um tom um tanto claro que se assemelhava ao laranja. E seus olhos azuis mostravam uma intensa seriedade para tomar as próximas decisões.
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”Off”:
 

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptySab 08 Jun 2019, 02:58


Welcome to the jungle
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É, ser irônico em alguns momentos tem seus benefícios, sempre resultando em algo meio imediato de quem conversava comigo. Quando o inimigo cai numa provocação fica mais fácil de acertá-lo geralmente. Só que não era o caso, Battos me deu um belo de um esporro, e ficamos por isso mesmo. Eu adoraria falar: “Se essa é a missão menos importante de todas, já notamos como você é importante aqui”. Mas me seguraria. Até porque, talvez pela minha ironia, ou talvez pelo mero fato de não ser necessário mesmo, ele falava que eu não precisava ajudar na enfermaria. Irritá-lo ainda mais não era algo que me ajudaria muito ali.

Além disso, não tinha motivo para irritá-lo enquanto ele me fornecia tanta informação. Algumas inúteis como os revolucionários possuírem uma classificação de patentes, porque isso já tinha ficado meio claro. Katarina mandava nele sem nenhuma dificuldade. Porém, não só de notícias neutras vivia ali, surgia algumas péssimas, como: abater agentes ou marinheiros, atacar quarteis generais. Pararia de comer por um instante enquanto ouvisse aquilo. Lembrando do ataque em Micqueot, e principalmente da cabeça de Marcela decepada naquela caixa. Me seguraria para não bater a mão na mesa. Mesmo mantendo-me calmo naturalmente, meu semblante mostraria que não gostara tanto daquela informação. Aquela cena era muito perturbadora na minha cabeça. Marcela era a imagem e semelhança de minha mãe, só de pensar naquilo já me embrulhava um pouco o estômago.

Me forçaria a continuar comendo, só por saber que era importante naquele momento, não sei quanto tempo ficaria na floresta e não possuía tanta coisa para comer na mochila quanto gostaria. E precisando me focar em outras coisas, continuaria a pensar nas informações ditas. Se esses tais revolucionários fazem isso de forma costumeira, não devem ser melhores realmente que os piratas. Será que não possuiriam ligações até com os próprios números?

Pode ser que fossem melhores ou piores, mas a tendência por enquanto era melhores graças a pessoas como Tom. E talvez não só por isso, Battos continuava a citar informações diferentes. Falava sobre os nobres e a podridão do sistema. O nome “revolucionário” fazia jus a alguém que pensava desta forma. Mas atacar a marinha por si só está longe de ser o melhor caminho para isso. Pelo menos dos que vi, a maioria esmagadora dos marinheiros eram bons, dificilmente encobririam situações ruins assassinando inocentes ou ignorando escravos. Essa ideia por si só não fazia muito sentido na minha cabeça. A pessoa fazer parte da marinha e aceitar esse tipo de ação é uma contradição por si só.

Tendo terminado de comer e finalmente saindo com Battos, vi que Tron estava seguindo conosco também para a missão. Sério? Qual era a lógica disso? Seria ele um revolucionário? Ele não foi sequestrado que nem eu e agora saía numa missão tranquilamente com todos os outros? Eu precisaria descobrir. Havia feito todo um interrogatório para despois descobrir que ele poderia estar simplesmente mentindo?

Bom, não tinha como ficar pensando nisso tudo naquele momento e com ordens de Katarina, guardei meu tapa-olho e senti Gwen ficando mais tensa em meu ombro. Sabia que voltar a floresta traria outro clima para a situação. A líder e Tron conversavam sobre qual a direção a seguir. Meio estranho ele falar que não sabia para que lado era leste. Mas preferiria me manter quieto, só seguir ele me parecia mais inteligente. Ou ele escondia algum segredo muito bem, ou ele era realmente o civil que disse ser e teria que protegê-lo daqueles malucos que atacavam marinheiros porque sim. Por isso, andaria sempre atento aos meus arredores.

Conforme andávamos, Katarina mandava Green a frente, ela provavelmente falara outras coisas, pois o tom foi baixo, mas ficava claro a ordem principal, já que ele simplesmente partia na frente. Em seguida a líder perguntava algo sobre a ruiva que ia com a gente. A primeira pergunta o que me intrigou não foi a resposta e sim a reação de Tron. Que se virava para olhar a mesma quando ela falava aquilo. Ok. Isso agora deixava bem claro em minha mente que ele escondia algo. Mesmo após toda aquela conversa... isso era no mínimo triste? Quão inocente eu poderia ser? Havia feito tantas perguntas para ele e ainda assim parece que ele me enganara. Não. Talvez ele pensasse algo mais simples, se havia atividade do governo por perto, significa que poderíamos fugir com maior facilidade. Precisava confiar que pelo menos Tron estaria ao meu lado naquela situação.

Seguindo aquela linha de raciocínio, a mulher chamada Charlotte continuava a contar sua própria história. Se eu pensava que eu era inocente. Ela era ainda mais. Possuía escravos e não notava? Qual a chance de isso ser verdade? Não que eu duvidasse da história em si, provavelmente escravos existiam e realmente nobres que os possuiriam é algo até “aceitável” na história. Provavelmente isso ocorria, até Battos mencionara isso antes também. E provavelmente piratas como Big Bang Kid, que Tron me contara de madrugada, também faziam parte disso tudo. Por isso como marinheiro precisava acabar com aquilo prendendo os piratas que escravizam pessoas. Não seria atacando marinheiros que isso acabaria. Além de ser muito difícil acreditar que a ruiva realmente não sabia que possuía escravos. Talvez outra coisa tenha acontecido. Ela falara sobre escravos que se tornavam mais íntimos sumirem. Quem sabe ela não tenha se apaixonado por um? E quando sumiu que finalmente se rebelou? Claro, tudo poderia ser mais lógico dependendo da idade dela. Charlotte não comentara quantos anos tinha quando isso tudo ocorreu, por isso imagino que tenha sido a pouco tempo. Afinal, qual a chance de uma criança sobreviver como caçadora de recompensas? Principalmente uma criança que vinha da nobreza. E era difícil acreditar também em uma adulta que não tenha percebido que possuía escravos por tanto tempo.

Com todos aqueles pensamentos martelando a minha mente. Percebia que ainda sabia bem pouco do mundo como um todo. E que pensar mais teria que ficar para depois. Pois Green voltava e informava que havia uma chacina logo a frente. Cadáveres de humanos e de aranhas. Engolia em seco e olharia para Katarina a fim de receber uma ordem. Não podia simplesmente sair correndo a frente, isso só me tornaria um suspeito na hora desnecessária. Mas o que vi acabou impactando ainda mais a situação. A jovem havia simplesmente se transformado. Agora seu cabelo era ruivo e seus olhos de outra cor. Ok. Eu não sei como ela tinha feito aquilo, mas pelo menos o chifre estava lá, então com certeza era a mesma mulher... - Katarina, quais são as ordens? - Perguntaria rapidamente para ela, não importava a cor do cabelo e dos olhos, precisávamos continuar andando. E até passaria por cima da autoridade dela se ela não perguntasse o seguinte para ele. - Green, quantos cadáveres humanos? Se forem muitos poderiam ser os números. - Ou seriam os cadáveres de Crow, Yumi, Li e Noriko? Se tudo der certo não, até porque ele os conhecia, então duvido que fossem eles. Claro, no pior dos casos seriam, e agora eu estaria sozinho na ilha, precisando salvar não só eu mesmo, como Tron.

Caso Katarina demorasse demais para responder, daria minha própria sugestão. - Eu conheço de anatomia humana, se eu ver os cadáveres posso ter uma noção de como morreram. - Falaria. Sinceramente, a chance de ser meramente picada e veneno era altíssima e por isso já emendaria. - Meus comp... ex-companheiros e os números estão na floresta. Eles podem ter lutado tanto entre eles quanto com as próprias aranhas. Seria interessante ver o que nos espera. - Como ainda não sabia qual era a missão que tínhamos que fazer. Katarina não me informara nada. Battos também não. Na verdade, não sei nem se Jason sabia algo, ele não pareceu ter tempo para ficar conversando com a líder.

Comigo sendo ordenado a ir em frente com alguém, afinal, duvido que ela me mandasse sozinho, iria já ficar de olho para todos os tipos de ataques aos meus arredores. Mesmo assim tentaria andar rápido. Desejava chegar lá rapidamente para ver se os cadáveres eram de meus colegas ou não. Chegando, a primeira coisa que procuraria era por sinal de qualquer ser vivo, seja humano, seja aranha. Se achasse uma aranha viva, simplesmente mataria ela, pisando em sua cabeça. - Gwen, não se sinta mal por isso. - Diria para a aranha que estava em meu ombro. Agora, caso ouvisse algo de algum humano estar vivo, não pensaria duas vezes. Iria até ele, independente de quem tivesse comigo e independente das ordens que recebesse, e veria quais eram seus ferimentos, analisando se havia algo que eu poderia fazer com o que sabia de primeiros socorros. Isso independente de ser um aliado meu da marinha ou um desconhecido, que provavelmente seria um número, até mesmo estes malditos poderiam ser úteis com informações e por isso seriam melhores vivos. Além de sempre achar que prender é a melhor opção. Caso a pessoa estivesse acima de minhas capacidades de salvamento. Iria ouvir as últimas palavras dela e guardar bem, independente de quem fosse. - Desculpe não conseguir ajudar. - Falaria baixinho para a pessoa.

Não havendo vida alguma por ali, ficaria simplesmente atento a qualquer tipo de ataque. Onde sempre recuaria com saltos para a região da qual havia chegado. Se não fosse atacado por nada, tentaria vasculhar nos corpos humanos o que havia causado suas mortes. Era somente o veneno? Ou havia sinal de algum tipo de trauma causado por outros humanos? Como pancadas e cortes? Analisando tudo que pudesse, falaria para qualquer ser humano que fora comigo. - Já sei como eles morreram. Vamos lá informar Katarina? - Diria, esperando alguma noção do que fazer, ainda era o de menor escalão ali e bem, ainda como refém basicamente, independente de ter entrado naquele grupo ou não.

Mas é claro que sempre existia a opção de Katarina simplesmente mandar eu ficar por onde estava enquanto Green voltaria lá com outra pessoa e procuraria por outro tipo de pista do que havia acontecido. O que me deixaria simplesmente irritado com a situação, mas não haveria nada que eu poderia fazer. Precisava jogar o jogo deles enquanto não achasse uma boa rota de fuga por conta própria.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptySeg 10 Jun 2019, 02:33

The Captain Azura



Após receber a minha ordem, Tron questionava se o leste ficava para a direita o que me deixava ainda mais desconfiada a respeito dele - Exatamente é para a direita responderia procurando ocultar qualquer desconfiança com um sorriso. Charlotte rapidamente respondia a minha pergunta dizendo que aquela era uma base improvisada e quando perguntava sobre a sua vida a expressão do rosto automaticamente mudava para uma mais pensativa. Com a conclusão de sua história ela se desculpava com um sorriso no rosto - Não se preocupe, é bom conhecer quem está próximo de mim devolveria o sorriso um pouco mais animada que ela. Enquanto Alexander esteve “desaparecido" nós prosseguimos pelo caminho utilizando de cautela e dessa forma não éramos incomodados por nenhum perigo que estavam aos arredores de nós ”Se continuarmos nesse ritmo só lidaremos com problemas que estarão próximos ao dirigível” era o que pensava parando para analisar a nossa situação atual. Quando Alexander aparecia novamente depois de algum tempo sua expressão estava normal como sempre, mas o que ele estava prestes a dizer mudaria o meu estado atual que me faria sentir algo diferente e inusitado que ainda não tinha experimentado até agora. Provavelmente minha cabeça estaria girando numa espécie de tontura e cada vez mais sentiria as vozes distantes de mim, juntamente das minhas palavras que não sairiam da minha boca como se meu próprio corpo estivesse sendo tomado por outra pessoa que eu logo deduziria quem era.

Finalmente estava tendo a minha oportunidade de ouro, o meu corpo estava sobre controle e aquela parasita idiota com toda certeza tinha sumido de vez. Estava a muito tempo esperando por esse momento em que a minha vitória chegaria, se ela tivesse cedido estaria aqui para mim ignora-la ”O que você fez Azura!?” que infeliz surpresa ”Eu só tomei o que era meu garota, você iria acabando tomando alguma decisão errada e agora vou fazer o melhor para não sentirem nem um pouco a sua falta.” ela estava irritada, mas eu estou totalmente plena me sentindo perfeita desse jeito ”Me devolve meu corpo Azura!” permanecia irritada ”Agora que eu o tenho? Nem morta! diria de forma um tanto cínica a ela. Katherine sempre me ignorava após algum tempo de conversa, obviamente eu iria fazer o mesmo pra deixá-la sentir um pouco desse gostinho. Sem dúvidas nós estávamos em uma situação desconhecida e portanto arriscada, teria de agir para que acima de tudo todos se mantivessem em segurança apesar do baixo número de pessoas, no mínimo 15 revolucionários sem contar comigo seriam necessários. Nem pra escolher companheiros Katherine estava servindo, com toda certeza a idiota achou que poderia derrotar todos apenas com a força bruta, mas no meu estilo de lutar quanto maior o número de aliados melhor para a nossa segurança é claro. Não sentia muito a necessidade de apresentar, todavia eles certamente acabariam me confundindo com a minha contraparte idiota e eu claramente não queria isso até porque nós somos pessoas totalmente diferentes.

Nada de felicidade, eu estaria exalando seriedade e era isso que queria demonstrar para estes que estão comigo tenham respeito a minha pessoa - Não estranhem a mudança da tonalidade dos meus cabelos e nem a dos olhos, Katherine Silverstone está ausente do controle desse corpo diria seriamente como se aquilo fosse algo normal - Eu sou Azura a outra residente dele diria em referência a mim mesma. Esperaria alguns segundos antes de voltar a falar para que as mentes pequenas deles pudessem chegar a algum raciocínio - Mas, isso é o de menos importância agora até porque temos uma missão a cumprir sem perder tempo mudaria o assunto principal de nossa conversa - Alexander vá com esse “ex-marinheiro" verificar os corpos daria ênfase a essa parte, para mim ele ainda não havia saído da marinha e nem o faria tão facilmente, talvez por estar em uma base inimiga aceitará o convite da esverdeada. A confiança que tinha nele era praticamente 0 e por isso se houvesse algum perigo por perto ele que teria de se virar para livrar-se disso - Se mantenham atentos, afinal o causador dessas mortes pode estar pelas redondezas os alertaria - Usem a cabeça e evitem confrontos com mais de dois inimigos, entenderam!? aumentaria o tom de voz para me certificar que os dois haviam compreendido minhas palavras - Agora, sumam da minha frente e voltem com um relatório sobre a situação desses moribundos! exclamaria de forma final, liberando-os para irem seguir minhas ordens.

A principal função dos que restaram comigo era de me proteger, o suposto civil estaria sendo vigiado por mim que estava somente esperando um vacilo para mandar ataca-lo - Battos, venha até aqui ordenaria que o rapaz viesse até a mim - Por enquanto preze a sua segurança e a minha juntamente da de Charlotte, não posso confiar nesse tal Tron diria em um tom baixo para que somente ele pudesse ouvir as minhas palavras preventivas. Caso em algum momento aparecesse um inimigo humano, visaria uma conversa em primeiro lugar - Olá, nós não somos perigosos e tão  pouco estamos em posição de querer confusão com vocês falaria em um tom amistoso - Se procuram os revolucionários, eles muito provavelmente já deixaram a ilha, pois eu vi que um navio zarpou ao horizonte procuraria abaixar suas guardas para não levantar suspeita alguma. Se houvessem em torno de 6~8 inimigos os dois que estavam comigo poderiam ser suficientes para derrotar uns pelas costas e o restante de forma direta - Quando eu disser 3 vocês atacam eles quando se virarem esperava que apenas Battos e Charlotte ouvissem - 1, 2, 3... Vão! começaria no mesmo tom utilizado antes e no fim aumentaria bruscamente sinalizando o ataque. Não me importava com a opinião alheia sobre a honra de não atacar alguém pelas costas, porém para mim isso não se passa apenas de uma grande baboseira já que o importante é ter a luta ganha ou a missão completa nada mais. Se eles estivessem em um maior número do que eu havia pensado, evitaria um conflito o que seria uma atitude que me diferencia de Katherine já que muito provavelmente a quantidade de oponentes era insignificante, mas há aqui alguém que sabe utilizar o cérebro.
Histórico:
 

Objetivos:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 8 EmptyQui 13 Jun 2019, 15:52



Narração





A história de Charlotte causava impressões diferentes em Katherine e Calros. Enquanto a moça ficava animada por conhecer um pouco mais de sua companheiros, o rapaz estranhava a história da moça. Em sua cabeça, o ruivo identificava alguns furos na história da moça, talvez porque a história tinha sido muito resumida? Talvez porque ela maquiava alguns trechos com outras palavras? De toda forma, a história parecia estranha pra ele.

Quando Alexander chegava trazendo um pequeno relatório do que havia a frente. Havia uma mistura de reações. Mas todos ali ficavam calados. Era um silêncio estranho, mas não tão estranho quanto a mudança inusitada que acontecia com Katherine. Visto que ela era a única que sabia as informações da missão, todos olhavam para ela em busca de instruções, e acabavam vendo uma pessoa completamente diferente, que deixava isso mais do que claro com a própria voz. Era algo que nenhum daqueles ali parecia ter visto antes... Charlotte parecia um pouco assustada, mas depois de algum tempo,  parecia se conformar com o que acabava de ver, ficando com uma expressão pensativa, como se já tivesse visto algo do tipo antes. Battos encarava a mulher com uma cara séria e pasma ao mesmo tempo, forçando as sobrancelhas e com os olhos abertos, parecendo incrédulo sobre o que acabava de ver. Tron estava com as sobrancelhas levantadas, e estava levemente boquiaberto, parecia curioso com o que estava vendo: – Que tipo de poder é esse? – Ele jogava a pergunta ao ar, legitimamente curioso do que causava aquela alteração no corpo de Katherine. Alexander continuava neutro, apenas mostrando certa curiosidade pelas novas características de sua companheira olhando fixamente para a mesma.

Depois disso, Azura dava suas ordens, mandando Calros e Alexander analisarem a cena adiante, deixando claro o quanto cautelosos deveriam ser em caso de combate, dispensando-os. Calros perguntava para Alexander quantos corpos ele tinha visto enquanto estavam a caminho do local. –Vi quatro corpos humanos, todos cobertos da cabeça aos pés com um manto preto. – Ele dizia, continuando em direção ao caminho.


Calros


Não demorava muito até que eles chegassem ao local. Afinal, Calros parecia temer o que aconteceria caso eles ficassem muito tempo parados em um só lugar, e andava depressa. Assim como toda a floresta, haviam arvores distribuídas pelo local, mas essa era a única coisa comum daquela cena, pois a medida que eles se aproximavam daquela cena asquerosa, muitos detalhes incomuns podiam ser notados. Pra começar, um cheiro “azedo”, comum a coisas em decomposição podia ser sentido. Distribuído pelo local, estavam os quatro corpos como Alexander tinha visto. Em uma das arvores, havia um alvo, com alguns tiros desferidos no mesmo. Mas adiante, havia um buraco de escavação no chão, obviamente feito por mãos humanas, pois havia uma pilha de terra logo ao lado. Algumas das arvores no local tinham tiros de armas de fogo avulsos, alguns ainda exalavam a fumaça quente da explosão de pólvora.

Os corpos estavam em vários locais diferentes, e com certa analise, Calros poderia saber facilmente como tinham morrido: Um estava caído em frente do buraco, com uma flecha no meio da sua testa, sua morte parecia ter sido instantânea; Outro estava jogado mais a distância, era possível ver que algo, provavelmente uma lâmina, tinha passado diretamente por seu peito, pois no local uma mancha de sangue tinha sido feita; Os outros dois corpos estavam mais afastados. Um estava totalmente pálido, chegando até mesmo a estar azulado, parecia que tinha passado semanas embaixo de uma avalanche até que morresse de hipotermia, o outro, tinha múltiplas feridas, e tinha muito sangue respingado em suas mãos, braços e roupas, e como se fosse responsável por atingir várias pessoas antes de morrer. Tinha um corte limpo na lateral da região do seu crânio, mostrando que este fora atingido por uma lâmina pequena neste local, e estava caído como se seu corpo de repente fosse “desligado”, e próximo a ele, havia um pequeno caminho com respingos de sangue, onde uma pessoa com a habilidade de rastreio poderia facilmente seguir. Fora estes dois, o corpo sem vida de algumas aranhas também podiam ser avistados próximo aos corpos, todas elas não muito grandes, e a maior com a sua altura chegando à cintura de Calros, estava à distância, perto do corpo “congelado”, tinha sido esmagada violentamente contra o chão. Um líquido verde e gosmento saía de seu tórax estourado, no local onde o impacto tinha sido feito.

Os corpos humanos ali não tinham sido mortos por aranhas, talvez atacados, mas não mortos por elas. Tudo o que aconteceu ali, tinha sido obra de humanos. Essa era a única conclusão que poderia ser tirada daquela cena. Se olhasse para o buraco no chão, Calros veria apenas terra. Talvez algo tinha sido tirado dali? Ou talvez algo foi colocado e o buraco não tinha sido completamente preenchido?

Se analisasse aquele espaço como um todo, esses seriam todos os detalhes que Calros veria na cena. Alexander andava analisando os corpos em silêncio, ficando bem próximo a Calros, enquanto olhava para os lados para se certificar que ninguém os atacaria de surpresa. Gwen mirava seus vários olhos para os corpos das aranhas, e fazia um movimento com as presas que Calros não fazia a menor ideia do que significava (Talvez Tron soubesse?). E assim eles concluíam a análise do local. Acabada a análise ao local, Calros sugeria para Alexander que voltassem até Katherine para que reportassem, e eles faziam o mesmo caminho que tinham feito antes. Ou fariam, se Alexander não puxasse o rapaz de repente fazendo que os dois se escondessem atrás de uma arvore e alguns arbustos que haviam no caminho. Ele tampava a boca do rapaz para impedir qualquer reação vocal, e logo o ruivo entenderia o porquê: – Levem os corpos e voltem para a área do dirigível, se a marinha ou aquela puta de cabelo azul voltar, vou ficar aqui pra distrai-los – Uma voz de homem dizia, com um tom de voz portando ódio explicito. De onde estava, Calros apenas poderia ver um homem de pele pálida e cabelos brancos, o seu rosto estava parcialmente tampado pelo capuz que estava usando, portanto não era possível ver mais nenhum detalhe de seu rosto ou corpo. Ele obviamente estava acompanhado.


Katherine/Azura

Depois da saída de Alexander e Calros, Azura decidia chamar Battos para perto de si e esclarecer sua desconfiança em relação à Tron, ao mesmo tempo em que dava comandos ao rapaz. Tron, que estava o tempo todo olhando para a mulher, parecia se entristecer ao ver que algo estava sendo omitido de si, mas não falava nada, e ficava onde estava. Battos parecia querer perguntar algo a Azura, mas provavelmente pela sua transformação recente ter sido algo bem chocante, ele ficava quieto. Os quatro assumiam uma formação parecida com o formato de um losango, com Azura atrás, Charlotte e Battos nas pontas logo a frente dela, e Tron a frente de todos. Nesse tempo em que estavam esperando, uma aranha com o tamanho parecido com a de Calros andava e parava cerca de 15 metros de onde o grupo estava. Ela parava de costas ao grupo, e ficava lá por um tempo, até inofensivamente se distanciar do grupo quando achava necessário. Tron estava um pouco inquieto até o momento, e então ele decidia se aproximar de Major, o que causava uma reação de Battos que discretamente se aproximava do rapaz pronto para ataca-lo no caso dele: – Senhora... Azura...? Posso conversar por um momento? – Ele perguntava, temendo um pouco a resposta da mulher. Caso sua pergunta tivesse uma resposta positiva, ele diria: – Sei que o fato de eu ter pedido pra sair da base pode parecer meio estranho, então quero esclarecer os meus motivos... – Ele dizia e após algum tempo continuaria – Eu me perdi do meu grupo de biólogos já há algum tempo, e esperava que pudesse arranjar alguma forma de reencontra-los, ou ao menos sair dessa ilha e ir pra um lugar seguro, entende...? – Ele parecia estar sendo sincero, seu tom de voz era um melancólico e ele aguardaria pacientemente a resposta da mulher. Caso sua abordagem fosse negada, ele simplesmente voltaria para sua posição original sem petulância.

De qualquer forma, o tempo se passava e parecia que Alexander e Calros estavam demorando um pouco, por algum motivo. Azura poderia fazer algo em relação a isso, ou simplesmente continuar esperando.
?????:
 
Cena do Crime:
 


ILHA: Ilha Aracne – 2º Rota LOCAL: Floresta

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Dialogo:
 


Última edição por Sakuma Teo em Qua 03 Jul 2019, 20:41, editado 1 vez(es)
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