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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rock das aranhas

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MensagemAssunto: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptySex 4 Jan - 14:37

Relembrando a primeira mensagem :

Rock das aranhas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptyTer 12 Mar - 23:04



Passando a noite
Posts em aracne - 15/30
Tenente Li me respondeu de forma meio evasiva, meio padrão marinha, não sei se gostei muito da resposta, mas também não sei dizer se estava esperando algo muito diferente. Mesmo assim algo na resposta dela não agradou Noriko, que ouvia a conversa. De qualquer forma, simplesmente jantei e fui dormir. E claro que algo ocorreu no meu turno. Um menino apareceu. Ele não parecia estranho. Mas convenhamos, ele podia ter a cara da Mona que eu iria estranhar naquela situação.

- Não tão fácil. - Diria sem estender minha mão para ele, porém já me levantaria e até me afastaria um pouco andando de costas. O mesmo poderia ter algum truque escondido. Odiava pensar nisso, sinceramente, mas não tinha como não suspeitar. A principal teoria é que Marcela morreu porque foi pega de surpresa, esses piratas podem ter qualquer aparência. Será que ele tinha algo em suas mãos? Alguma lâmina escondida em suas costas e só queria usar sua mão para me puxar? Começando pelo básico, eu não faço a mínima de como é a aparência de qualquer um dos piratas dos números, então qualquer um que não fosse do grupo era suspeito, principalmente na floresta. Ele poderia ser um deles, viu a confusão de mais cedo e queria matar a gente enquanto dormíamos. E fraco ele não deveria ser, para sobreviver tranquilamente andando por essa floresta, afinal não parecia machucado ou qualquer coisa do tipo. A situação dele parecia muito melhor que a minha até, podendo ser sorridente numa floresta dessas. - Eu sou Calros. - Falaria quando ele falasse o nome dele. - Você “se perdeu”? - Perguntaria num tom um pouco mais alto, minha esperança era que alguém ali acordasse e visse o que estava acontecendo. Se ele for um dos piratas, provavelmente não estaria sozinho e poderíamos estar sendo cercados naquele exato momento, seria melhor se eles acordassem como prevenção, além da decisão de confiar nele ou não poder partir muito mais de Crow que de mim. - E como exatamente você “se perdeu”? Já estamos adentro da mata por um bom tempo sabe. - Falaria ainda em um tom de voz mais alto. - E viu o fogo mais cedo e só veio para cá agora mesmo estando perdido? Meio suspeito, não acha? - Esperaria a resposta dele.

Se algum de meus companheiros acordassem durante a explicação dele ou durante qualquer fala minha. - Esse jovem aqui apareceu alegando estar perdido. - Diria. - Meio difícil de acreditar, não é? - Continuaria após a primeira reação da pessoa.

A qualquer momento se ele tentasse se aproximar mais de onde estávamos iria falar bem alto. - Paradinho aí mesmo! - Ficaria em posição de luta. Se ele continuasse avançando, iria esperar que ele ficasse a uns dois metros de mim antes de fazer qualquer coisa. Ver se o mesmo retiraria algum tipo de arma. Se ele avançasse em mim, tentaria pular para o lado direita e socaria seu rosto minha mão esquerda. Não queria machucá-lo muito, a situação era muito estranha, prendê-lo e conseguir informações seria mais interessante. Se ao tentar acertá-lo, o mesmo acabasse desviando do meu soco, iria recuar mais um pouco sabendo que não era um menino normal. Não que eu seja forte, mas inocentemente cair ali ele não caiu. Porém, caso ele simplesmente parasse seu avanço como havia falado. Iria me ver em uma encruzilhada, aquele menino seria algo realmente estranho. - Mas que maldita situação hein... uma aranha seria menos estresse. - Falaria, sem literalmente saber o que fazer. Então lembraria de algo que tinha em minha mochila. Iria, olhando para ele, tentar pegar a minha mochila e retiraria minha corda dela. - Se você é de confiança, vire-se. - Falaria, deixando claro que eu iria amarrá-lo. Se ele assim deixasse, iria me aproximar, aproveitando para verificar se ele possuía alguma arma escondida. Se não, daria umas voltas com a corda nele e o amarraria já fui pescador, imagino que saiba dar nós. Sinalizando para ele sentar-se amarrado, perguntaria. - Ok Tron. Como você se perdeu exatamente? - Se ele retirasse uma pistola e apontasse para mim a qualquer momento, iria parar e erguer as mãos. Qual era a chance de eu desviar de um tiro desta distância? - Ok. Você tem uma pistola. O que você deseja exatamente? Deve existir alguma coisa. - Perguntaria para o mesmo, onde ouviria o que ele teria a dizer sobre isso. Se ele apontasse para alguém que estava dormindo, se é que é possível alguém estar dormindo depois disso tudo, iria ficar preparado para pular na frente do tiro caso ele atirasse.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptyQua 13 Mar - 4:04


Calros? Você quis dizer desconfiado?

Calros ficava desconfiado do pobre garoto perdido na selva. O Marinheiro sem coração dizia seu nome, e tratava ele ainda como criminoso, o rapaz pra ele parecia culpado até que se prove o contrário… Triste fim e realidade de um sofredor, quem pesca sempre desconfia das histórias dos outros, afinal lembram daquele velho fardo… Histórias de pescador… -Sim, isso mesmo, eu me perdi, eu tava acampando por aqui com meu grupo, e eu não sou lá muito importante, eles me deixaram pra trás, tô cansado com fome, aquilo ali é um restinho de sopa?- Falava ele com os olhos brilhando olhando para a sopa fria da tigela, a barriga do albino roncava, ele estava com claros sinais de quem fica faminto. Calros queria mais, não bastava ver o garoto se humilhar pela sopa fria.

Não bastava o tadinho faminto, com frio, solitário e abandonado grisalho, implorar pelo prato de sopa… Ele questionava a história, era suspeita e tudo mais. -Bem, eu não sou bom com direções, e o fogo só se apagou tem meia hora, esse é o problema na realidade, eu vi ele distante, quando se apagou, não tinha mais noção exata da direção. Aí uma aranha daquelas grandes apareceu e eu fugi dela, me perdi mais uma vez, tentando me posicionar dentro da floresta.- Ele tinha um olhar tranquilo, coçava a parte de trás da cabeça e então voltava a contar mais de sua história, ele ainda olhava de relance pra sopa, estava com vontade de simplesmente avançar pegar a tigela e comer o que sobrou, mas não o fazia por hora. -Aí eu quando vagando, vi você aqui e comecei a caminhar em sua direção, então acabou sendo mais ao acaso do que eu gostaria, mesmo que o fogo tenha dado um bom direcional.- Dizia coçando o queixo com uma cara pensativa.

Acreditando que com a história tudo estava resolvido, ele avançava pra frente indo para mais perto, no entanto o marinheiro malvado!!! Sim, mais uma vez desconfiado o mandava parar. Ele simplesmente cessava o avanço. -Que foi? Precisa saber mais algo, se eu tenho 5 dedos no pé?- Falava ele levantando a perna pra cima. O garoto tava numa sinuca de bico e expunha isso verbalmente pedindo para amarrar ele pois ainda não confiava. -Se esse for o único jeito de eu voltar pra casa… Tudo bem… Eu… Só quero chegar em casa denovo sabe? Mas assim eu… bem… Tenho um probleminha de juntas, meu pulso direito ta machucado por causa da aranha.- Falava ele mostrando que de fato havia um leve inchaço ali na região, além de que estalava quando ele girava muito a mão. Calros pegava as cordas que estavam na mochila e passava nas mãos dele, no entanto algo estranho acontecia, no momento em que o rapaz entrava em contato com os braços dele, uma sensação esquisita percorreu o corpo do marinheiro.

Era algo como um pequeno choque, quando uma energia estática corre por todo o nosso corpo, mas sem machucar exatamente, ele apenas sentia isso momentaneamente sem se machucar, mas parava por um tempo o que fazia o rapaz questionar. -Tá tudo bem moço?-Falava ele com olhar preocupado, Calros revistava ele e via que ele estava completamente desarmado, as coisas que ele carregava era apenas, um abridor de latas, um isqueiro e uma espécie de concha mas nada que pudesse ser tratado como perigos. Nessa hora ele apenas ouviria a próxima pergunta do marinheiro depois disso e tentaria dar mais detalhes na história. -Vamos do começo. A gente tá numa expedição aqui, eu sou o homem responsável por os animais, sou Zoologo, porém não o único, viemos com 4 pessoas que são bons nessa área. Todos são melhores qualificados que eu, e só entrei na equipe porque precisavam de um para preencher todas as vagas...- falava ele soltando um leve suspiro de desapontamento, respirando fundo e baixando um pouco a cabeça, era como ter de admitir não ser necessário dentro de seu trabalho.

Ele então voltava a falar logo em seguida sobre sua trágica história. -Eu sou plenamente dispensável, todos lá são melhores, além de que tenho especialidade em mamíferos, especificamente morcegos, não aracnídeos, como os outros são...- E ainda ficava pior como era de se imaginar, o homem trabalhava com um grupo de pessoas especializadas. Sendo ele um dos poucos a não ser da área, uma situação difícil. -Junto conosco tem uma geografa, que é a guia, 2 arqueólogos, que vieram aqui atrás de alguma parada aí, um especialista em pedologia que estuda o solo da ilha. Desse modo, além dos estudioso, tínhamos 5 homens para trabalho pesado, e para proteção contra ataques.- Era uma história muito bem arquitetada por ele, parecia verídica, ao menos a princípio, ele queria se explicar completamente ali, para não deixar passar coisas. -Eu durante a tarde de hoje peguei no sono perto de uma árvore grande, sairam sem mim, eu corri atrás deles, mas caí num buraco, eu gritei, não me ouviram, e simplesmente partiram sem mim, talvez propositalmente, já que eu atrasava a caravana estudando alguns outros animais além das aranhas. Eu consegui sair do buraco, mas me meti em problemas, corri, corri como se não houvesse amanhã, e me perdi. Foi isso- Completava ele todo o final da história estava contado.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptyQua 13 Mar - 5:37



Passando a noite
Posts em aracne - 16/30
Aquela sensação ruim não queria passar, mas tudo, simplesmente tudo, indicava que o homem falara a verdade. Qual a chance de ele já ter construído uma história tão detalhada neste tempo? Bom, se ele veio para cá querendo me enganar ele pode muito bem ter pensado na história desde o começo. Mas até o inchaço na mão era real... mão essa que me fez sentir algo estranho. Não é fácil explicar, mas quando eu o toquei senti uma energia passando por todo o meu corpo. Aquilo não podia ser normal. Será que era simples pesar na consciência por negar comida a uma pessoa que queria? Imaginei o que Mona iria achar dessa situação, eu amarrando uma pessoa, claramente mais jovem do que eu, numa floresta perigosa e negando comida. Eu tinha meus motivos? Eu acho que eu tenho. Qual a chance de aquilo tudo ser verdade? Não fazia sentido em minha cabeça pessoas quererem alguém para “tapar buraco” e em seguida descarta-lo por ser inútil, era mais fácil não o trazer e poupar dinheiro da viagem. - Você financiou sua própria viagem para cá? - Perguntaria, pois poderia ser uma boa justificativa para eles tentarem mais gente para a viagem. Agora, se não pagou nada. Se eles são cruéis a esse ponto seria mais fácil usá-lo de isca, igual imaginei que Noriko poderia me usar por ser inútil naquele momento. E apesar de não fazer sentido em minha cabeça trazerem para abandonarem, muitas coisas nunca fizeram sentido em minha cabeça. Nunca entendi porque piratas atacaram quem havia literalmente acabado de ajuda-los e mesmo assim vi isso se repetindo várias vezes ao longo de minha vida. Pessoas são egoístas e más, isso é só uma verdade. E eu estava sendo diferente? Não parecia. Em algum momento de tudo aquilo, acabei ouvindo-o me perguntando se estava tudo bem e a única resposta que conseguia pensar era. - Claro que não. É só ver onde estamos.

Iria sentar no chão. O que diabos era essa situação que eu havia me metido? Quem eu estava me tornando? - Ok... - Falaria me rendendo para a situação. - Essa história é tão estranhamente bizarra que me parece mais real do que falsa. - Falaria, queria diminuir a tensão que havia no ar por causa de mim mesmo. - Mas lamento te informar, nós não vamos sair da floresta no próximo dia, na verdade pretendemos adentrar ainda mais em seu território. - Precisava mudar o foco dele, fazê-lo pensar em outra coisa para pegar ele desprevenido. - Então se você quer ir para a casa, talvez seguir com a gente pode ser até pior. Hoje mesmo fugi de um escorpião gigante. E provavelmente teremos que ir para o local onde o encontramos para continuar a viagem. - Eu havia percebido o que havia acontecido comigo, eu estava perdendo a minha calma. Iria respirar fundo, relaxar um pouco. Iria pegar minha garrafa de água e beberia um gole. Pegaria o isqueiro dele e ascenderia uma fogueira novamente para esquentar a sopa. - Minha vida ultimamente não me deixa relaxar. - Falaria e colocaria o isqueiro na frente dele, mas ainda não o desamarraria. - O que essa concha faz? Por que você traria uma concha com você no meio da floresta? - Essa era uma questão que me intrigava, porque eu mesmo havia encontrado duas conchas com o pirata no navio. Algo ali não era normal. As conchas na Grand Line são algum tipo de arma? Esperaria ele responder e se fosse algo realmente especial, pegaria as minhas próprias conchas e olharia se alguma delas parecia com algo que ele mesmo comentou. Se alguma fosse, falaria. - Então essa concha aqui provavelmente faz isso também. - Porém, se ele falasse que a concha não faz nada, seria algo mais para eu duvidar. Porque tantas pessoas andariam com objetos inúteis na Grand Line? Quando a sopa estivesse quente, iria retirar as amarras do pulso dele.

Eu sentaria do lado oposto a fogueira, para ficar olhando-o de frente. E quando ele mais estivesse apreciando a sopa perguntaria. - Não esbarrou com nenhum dos Números não? - Eu soltaria a questão no ar sem tentar especificar quem eram os números. Queria ver a reação dele quando eu falasse sobre isso. Ele parecia conhecer o grupo? A reação dele era mais de indagação sobre o que era aquilo que eu estava falando? Se a reação fosse completamente de uma pessoa que não conhece os números, eu acabaria falando. - São um grupo bem fracos de piratas. - Falaria provocando ainda, mas naquele momento, minha mente já teria aceitado que ele não era um deles. Porém, caso ele reagisse de forma que conhecesse os Números, iria ver o que ele diria sobre tais piratas, mas já estaria preparado para ataca-lo ou desviar. Se ele tentasse avançar, tentaria me levantar e chutaria a madeira em chamas para cima dele.

Caso a conversa simplesmente continuasse fluindo normalmente. Perceberia que havia simplesmente perdido completamente a noção de tempo por causa daquilo. Eu havia contado quanto tempo até ele aparecer? E depois de olhar perguntaria para ele. - Você tem alguma noção de quanto tempo estamos aqui nessa... conversa? - E com a resposta, caso positiva, me daria uma noção melhor do tempo que já estava de vigília e mais importante, de quanto tempo ainda teria de vigília. Caso negativa, iria simplesmente continuar a contar como se o tempo que eu e ele conversamos não tivesse existido. Yumi poderia dormir por mais um tempo. E aparentemente precisava, pois de alguma forma nenhum de meus colegas acordaram apesar de todo aquele tumulto. E eu ainda estava de vigília. Apesar de não tirar os olhos de Tron, precisava me preocupar com os animais ainda. Além do barulho da fogueira, havia algum outro barulho que eu conseguia identificar? Com a luz da fogueira, conseguia ver algum animal se aproximando?


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptySex 15 Mar - 4:07


Calros? Você quis dizer vilão?

Calros então perguntava sobre a viagem em si, se aquele homem tinha financiado. E era uma resposta interessante. -Bem sim, todos investimos algum dinheiro na viagem, apesar de que um homem interessado nas aranhas pagou pelos equipamentos, os nossos guarda costas, e a viagem foi por nossa conta.- Falava ele de forma tranquila, Calros não entendia tudo sobre aquela situação, mas ao menos ele também compreendia que ele não entendia todas as coisas, na verdade diversas delas não faziam sentido. Ele era um vilão compreensivo, tinha amarrado o rapaz de forma suspeita, mas ao mesmo tempo, ele sabia que poderia estar cometendo um claro erro.

Ele naquela hora entendia o que ele falava, era uma história tão estranha que poderia passar, ele então informava que eles não iam voltar pra casa agora, isso fazia o garoto arregalar os olhos, ele cerrava os dentes e então respirou fundo antes de falar. -Droga!! Isso quer dizer que minhas chances de sobrevivência são perto de Zero? Mas que merda… Mas vocês são marinheiros? Não é tipo… Dever de vocês deixar os civis seguros.- Ele tinha quase lágrimas nos olhos… dava pra ver que ele não estava se sentindo muito bem com a notícia, ele provavelmente tinha sentido o peso que ela trouxe.

Ele respirava fundo mais uma vez falando. -Eu achei que tava salvo quando vi vocês. haaaaaa… A vida da cada coice na gente, mas o pior é que sem achar minha caravana não tenho muitas chances sozinho, e com vocês posso morrer igual uma chinchila com asma.- Ele puxava a mão no instinto de bater no rosto, mas estando ainda amarrado não conseguia, mas a cara de indignação era a de um “facepalm” claramente era isso que se passava. O pobre e faminto herói solitário, amarrado nas suas cordas, sendo interrogado pelo CRUEL marinheiro. Que dia… Que dia…

Ele então acendia o fogo denovo, pra que? Marcar ele como gado? Esquentaria um marcador ali? Ou levaria a mão dele até as chamas? Que malvado, vilanesco, antiético, um monstro desse merece os dois olhos? Nunca saberemos. Mas naquela hora ele voltava perguntando sobre a concha, e mostrava ela pra o garoto questionando o que ela fazia. Então o rapaz dava um leve sorriso, e começava a falar. -Isso é um Dial, esse em específico solta água, se você segurar ali na base e apertar ele solta ela. Não é bem uma arma, não se usar da forma como uso, ele armazena boa quantidade, acredita que aí tem 50 litros de água potável?- Era engraçado de se imaginar mas verdadeiro.

Ele então pegava as próprias conchas dele, no entanto, tudo que estava acontecendo ali era algo diferente, não eram conchas iguais, ele percebia de cara pelo formato, que tinha pequenos detalhes diferentes. -Não exatamente o mesmo, eu acho que essa sua faz outra coisa, a minha é um Water Dial, a sua parece mais com um Flavor, essa absorve solta gás, o uso é da mesma maneira, porém no meu podendo controlar quanto quer soltar por vez. No seu você tem uma carga só por vez, absorve e solta duma vez só, então tem de se planejar bem. São itens bem raros, você deve ter sorte de ter achado um. - Ele dava um sorrisão depois de dizer isso, e parecia gostar desse tipo de item.

Depois daquilo a sopa estava quente já, Calros então tirava as amarras dele que corria para a sopa e pegando a tigela comia com toda a vontade, e parecia degustar cada segundo, no entanto o marinheiro não tinha parado suas vigarices, ele vendo que o homem comia feliz, queria atrapalhar o melhor momento de degustação, de um pobre homem faminto, ele estava alimentando nosso herói, para deixar ele de guarda baixa!!! Que criatura vil!!! Mas o bondoso grisalho então levantava o semblante e falava com uma sinceridade incrível. -Não. Números? Seria tipo escritos em rochas? Algo do tipo?- dizia ele coçando a cabeça e com olhar de alguém que não estava entendendo muito, ele parecia relacionar a alguma coisa arqueológica.

Calros então parava e explicava do que se tratava isso, e ele que já tinha voltado a comer assim que terminou de falar. -Entendi. Vi não, mas é aquele clássico né? Marinheiros caçando piratas na selva perigosa. Já li um livro assim. Eu adorava o final.-Comentava ele voltando a comer, o tempo passava e assim que ele terminava todo o resto da sopa era onde o marine percebia que tinha gastado muito tempo, ou melhor quanto tempo? Era essa a dúvida, e o questionava. -Da minha chegada, até certo ponto, acho que sei lá… uns 30 a 40 minutos, talvez uma hora, você fez muita coisa, me amarrou, fez um monte de perguntas. Até que por um breve momento tive medo de você ser um tarado, sei lá, mas eu já tava amarrado não tinha muito o que fazer, pensei tarde.- Comentava ele coçando o queixo naquela situação.

Vendo que não tinha respostas, o garoto voltava para o trabalho e então o garoto grisalho o questionava, agora chamando sua atenção. -Mas então, por que você escolheu ser marinheiro? Fanatismo por justiça ou algo assim?- Falava o grisalho bocejando.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptySex 15 Mar - 6:20



Passando a noite

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Quanto mais ele falava, mais normal e lógica parecia a história para mim, precisava aceitar, se este homem fosse realmente parte dos números, já havia feito mais que o suficiente para que eu acreditasse nele. Simplesmente estava totalmente errado, Tron parecia um simples e inteligente rapaz que me contara tudo que podia. Entre esses tudo, me contou sobre o tal Dial. Tron me contou que a concha que ele tinha armazenava 50 litros de água, enquanto a minha, que era um Flavor Dial, poderia conter gás. Bom, nunca havia usado um desses, então precisava experimentar para ver como funcionava. Porém antes disso, precisaria terminar de conversar com ele. - Não. Eu até gostaria de pensar em justiça e tals. Mas isso nem realmente é possível mais em minha opinião. - Falaria e suspiraria.

- Foi basicamente por ser mais fácil mesmo. - Responderia, mesmo não seguindo a lógica anterior. - Eu quero prender um pirata que matou minha família. - Começaria a contar para ele ir entendendo meus pontos aos poucos. - Matar ele ou prender ele, nenhum dos dois faria justiça. Ele me tirou tudo, então justiça por si só é impossível de ocorrer. Matar todos que são importantes para ele não condiz comigo e não significa que ele sentiria o mesmo que eu senti. - Explicaria meio cabisbaixo olhando para o fogo da fogueira e lembrando das cenas de meu próprio casamento. - Então eu sou da marinha só por ser mais fácil mesmo. Estava na dúvida entre ser um marinheiro e ter apoio de um grupo gigantesco para vir até a Grand Line, que é onde ele está, ou virar um Caçador de Recompensas e ter uma liberdade maior para persegui-lo. - Falaria. - Como caçador eu já poderia ir direto atrás dele, mas não me pareceu valer a pena. Conheci uns caçadores bem... ruins e a única diferença deles para piratas é que caçavam piratas basicamente. Assim o grupo da marinha me pareceu mais atrativo. - E apesar de parecer que havia terminado. - Porém, como sou um mero soldado na marinha, não tenho exatamente a liberdade de escolher o pirata que quero prender. Tenho que seguir diversas ordens bem diferentes e acabei aqui. - Falaria, pensando em como isso tudo me ajudaria exatamente em prender Himeriko. - Estou longe de ser um fanático por justiça, apesar de nunca ter matado. - Falaria com um tom de voz meio diferenciado, pensar em matar alguém ainda me parecia totalmente errado. E com a voz mais pesada continuaria falando. - Por pouco não matei um pirata dos números lá embaixo d’água antes de vir para Aracne. - Não me importaria se aquilo faria sentido para ele ou não, não estava no momento de explicar aquele tipo de coisa. Estaria lembrando como no desespero pensei facilmente em matar o pirata para salvar o tenente. Esse mesmo tenente que provavelmente morreu por causa de uma luta entre um caranguejo gigante e aranhas gigantes. Sério... a Grand Line parecia brincar comigo a todo instante. Quanto mais ela me tentaria? Pensamentos de matar alguém se tornariam recorrentes enquanto eu estivesse em risco de vida? - Mas bem, é o que eu escolhi. - Diria, sem saber se para Tron ou para mim mesmo. - Além disso, eles fazem mal a muitas pessoas. Esses piratas mesmo que estamos perseguindo, um deles matou vários em minha ilha natal por simplesmente achar justo sair matando as pessoas que considerava possuírem pecados. Como se alguém fosse perfeito para começo de conversa. Graças a isso, não me sinto realmente mal por estar aqui e não caçando Himeriko. - Falaria por fim e então tentaria mudar o assunto um pouco. - E você, por que decidiu pesquisar esses animais já que se acha tão fraco e inútil? Provavelmente existem animais mais seguros para serem pesquisados em algum lugar do mundo. - Perguntaria e depois comentaria ainda. - Principalmente fora da Grand Line. Esse lugar até agora me parece amaldiçoado. Após a resposta dele, falaria. - Bem. Cada um com sua loucura eu diria. - E assim olhando para o mesmo e lembrando que ele havia bocejado. - Recomendo que durma um pouco. Já que provavelmente andará com a gente amanhã, é melhor que pelo menos descanse o que conseguir.

Quando ele estivesse dormindo, ou apreciando mais da sopa, ou simplesmente quando o assunto acabasse. Pegaria meu Dial, até falaria se ele estivesse acordado. - Bom, vamos ver como isso aqui funciona então. - E apertaria o botão para ver se algum gás sairia. Não sei se a concha possuía algum modo de demonstrar que estava cheia de gás ou não. Se algum gás saísse eu tamparia minha boca e nariz, afinal o dial era de um pirata, difícil deduzir se algum gás dentro do mesmo seria confiável. Caso o gás fosse expelido, ou não houvesse gás algum para começo de conversa, iria então tentar enchê-lo só para teste. Sopraria no orifício do dial e depois apertaria o botão para ver se o mesmo soltaria o que soprei lá dentro. Se não fosse o caso, significaria que para armazenar gás lá dentro seria necessário provavelmente apertar o botão ao mesmo tempo em que injetaria o gás. Repetiria a tentativa do sopro, porém com o botão apertado desta vez. Se desta vez funcionasse, iria sorrir. Não sei como aquilo poderia ser útil, mas era melhor deixar preparado. - Você disse que o gás sai todo de uma vez se eu apertar o botão, não é? - Diria se Tron estivesse acordado. E então me levantaria, apertaria o botão e rodaria o meu braço o mais rápido que eu conseguisse com o orifício do Dial em posição para receber o ar de tal rotação.

Com meus testes concluídos no Flavor Dial, olharia para a minha outra concha. O pirata não teria uma concha à toa. Se a primeira era algo que nunca tinha ouvido falar, essa segunda provavelmente era algo que Tron nunca havia ouvido falar. Pegaria a mesma e olharia se havia algum tipo de botão escondido em algum lugar. Porém analisando a mesma agora com mais tempo, perceberia que a mesma era de longe muito perfeita para ser normal. Claramente não era algo natural. Mas ainda era uma concha... olharia o interior da mesma para ver se havia alguma coisa lá dentro. Havendo, retiraria o mesmo para tentar entender o que era. Caso eu visse o objeto e não entendesse o que era e Tron ainda estivesse acordado perguntaria para o mesmo. - Você sabe o que é isso? - Perguntaria passando o objeto para ele. Se mesmo Tron não soubesse nada do tal objeto, pegaria o mesmo de volta e colocaria ele no mesmo lugar. Claramente para algo aquilo servia, mas não necessariamente iria descobrir ali agora. Porém, caso não houvesse nada dentro dela, lembraria do maior mito de todos sobre conchas e assim colocaria meu ouvido em seu orifício, esperando ouvir o barulho do oceano.

Iria então me focar no que tinha que ter me focado antes. Tron me falou que foram pelo menos 30 minutos nessa conversa toda. Olharia os riscos que fiz para verificar quanto tempo havia contado antes dele chegar, esse era o tempo que eu já havia passado, mesmo ele falando que era de meia hora a uma hora, tinha que contar como o mínimo possível de tempo e não o máximo. Iria recomeçar a contar, enquanto olhava para todos os lados atento para ver se alguma aranha aparecia por aí. Se o mesmo ainda não tivesse dormido e me perguntasse porque estava fazendo aquilo, responderia. - Eu estou no meu turno, mas ainda vou dormir mais. A noite está só no começo. - E com isso olharia para ele e continuaria. - Para isso, preciso acordar Yumi quando meu turno acabar. E infelizmente não tenho um relógio comigo. - E assim pensaria seriamente em comprar um relógio ou aprender a contar o tempo de maneira mais natural depois, porque pelo visto seria importante. -Se você não quer dormir recomendo que fique de olho em aranhas também, não seria bom sermos pegos de surpresa. - E me calaria, esperando ele falar mais se estivesse acordado, enquanto isso prestaria atenção ao que pudesse e tentaria continuar contando.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptySab 16 Mar - 14:12

Aranhas tocam rock?


Após a batalha que ocorrera no Farol, eu finalmente conseguia sair dali para seguir até Aracne, esse seria mais um capítulo da minha conturbada vida nova como revolucionária. Como sempre até aqui não sabia nada do local para onde estava indo, talvez seu nome fizesse menção a Aranhas por se assemelhar com aracnídeo ou então era algum tipo de homenagem, qualquer coisa do tipo que envolvesse os animais. Confesso que não saber o que me espera é algo que deixa as tudo um tanto mais divertidas, já que assim poderia me surpreender e também conhecer as coisas tendo um pouco a mais de emoção ”Você deve ter algum tipo de problema né? Só idiotas gostam de se arriscar desse jeito e ainda pensa essas coisas piores ainda” Oh, ela novamente já aparecia para me tirar do sério ”Começou errado quando entrou para essa organização, eu gostaria que você mudasse de ideia para não mais ferir o meu corpo fazendo idiotices” Azura sabia bem como me deixar irritada ”O melhor que você faz agora é ficar bem quietinha no seu canto, sem ficar me amolando” Naquele momento não estaria nem um pouco com vontade de entrar em uma discussão com ela, afinal já sabia que dificilmente chegaria em algum lugar com isso como todas as vezes.  

Com isso, aproveitaria que havíamos chegado em Aracne para voltar até onde Geovanna e Alyssa estavam, avisar que sairia por aí para ver as coisas novas. Entraria tranquilamente procurando fazer o mínimo de barulho que conseguisse, até porque se ambas estivessem dormindo não seria eu a perturba-las  de seu descanso - Olá, você já está melhor? perguntaria a major com um sorriso -  Então, eu gostaria de dizer que vou dar uma espiadinha por aí tudo bem? obviamente se ela esboçasse uma reação que reprovasse a minha ação ou então só dissesse não, teria de respeitar seu desejo - Ah, fala sério apesar disso não evitaria demonstrar minha insatisfação - Irei esperar alguém para ir comigo, certo?  diria por fim e voltaria para o convés. Ali, pegaria o meu violino para tocar alguma coisa enquanto que esperaria avistar Battos ou então, Alexander I'm tired of being what you want me to be começaria pelo som do violino, em seguida começaria a cantar tranquilamente, nesse momento estava me importando mais com o som do violino do que a minha voz que na maioria das vezes era o complemento - Feeling so faithless, lost under the surface prosseguiria, enquanto procurava um dos dois. Quando conseguisse o queria iria na direção do rapaz - Bem, parece que eu não vou poder sair por aí sozinha e com isso estou pedindo sua ajuda para que possamos ir juntos diria sorridente esperando uma resposta positiva - Você é demais! Sabia que seria inteligente ao saber que é bom explorar coisas novas!  a minha animação estaria em seu máximo ”Caramba, existem pessoas tão idiotas quanto você, achei que era a última da espécie” ela novamente buscava me irritar com seus comentários e a certeza era de que novamente conseguiria ”Eu não já falei pra ficar quieta? Falando assim nunca vai conseguir o que quer responderia de forma irritada, do mesmo jeito que fazia quando me estressava com ela. Se quem estivesse ali rejeitasse, iria mais uma vez até onde estava Alyssa para pedir novamente que me deixasse sair para explorar a ilha - Por favor! juntaria as mãos como se batesse palmas, mas de maneira delicada e silenciosa para fazer o meu pedido.

Independente de estar sozinha ou acompanhada de um dos homens, seguiria tranquilamente para um lugar onde pudesse desembarcar do navio sem muitos problemas. Procuraria tomar cuidado por onde andava poderia ser desastrada algumas vezes, mas não era tão idiota ao ponto de sair por aí fazendo barulho o suficiente para chamar a atenção de desconhecidos - Você já ouviu falar dessa ilha? diria em um tom baixo, em mais uma forma de evitar chamar a atenção - Vamos nos divertir explorando essa ilha então diria mais uma vez sem elevar o tom da minha voz. Buscaria olhar para os lados, de forma que pudesse com sucesso evitar os perigos que me cercavam numa nova ilha totalmente desconhecida por mim Será que é habitada? perguntaria para pessoa, diante disso esperava que quem estava comigo era Alexander por conta de suas habilidades furtivas. Com isso, passaria a procurar por clareiras, já que poderiam me levar até a civilização local - Olá, como vai? perguntaria quando avistasse alguém novo - Nós somos viajantes, mas nosso navio acabou naufragando e nos perdemos na floresta, poderia nos ajudar de alguma forma mentiria a primeiro momento, por não conhecer quem estava ali até porque poderia ser qualquer tipo de pessoa comum, da marinheiro ou pirata que de alguma forma parara ali, também utilizaria minhas habilidades para fingir um tom juntamente de uma expressão que indicasse desespero - Obrigada pela ajuda! diria de forma sorridente. A minha nova aventura começava nesse momento, mal poderia esperar pelo o que encontraria pela frente em Aracne.
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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptyTer 19 Mar - 5:27


Calros? Você quis dizer sofredor?

O vil marinheiro, pareceu aos poucos se convencer mediante as ações e palavras de nosso herói grisalho, com a explicação sobre os Dials. Suas palavras eram um pouco duras, como as de um homem que havia desistido mesmo que parcialmente de sua caçada pela justiça, pensava que não mais poderia ser feita. Tron tomava um pouco mais de sua sopa, enquanto com o canto de seu olhar, observava o que Calros tinha a dizer. Seus olhos eram curiosos de certo modo, ele parecia sentir empatia por aquelas palavras, ele entendia cada uma delas, ele complementava seus pensamentos enquanto o jovem ia contando sua historia.

O rapaz, estava naquele momento desprevenido enquanto ouvia, ele de inicio ainda esperava algo talvez um pouco “Cliche”, no entanto ao ouvir aquilo seus olhos mostraram um tom de surpresa, se arregalando um pouco e naquele momento e ele então acabava cuspindo um pouco do liquido que ainda tava na garganta de uma vez por ter engasgado. No entanto com atenção mais focada quando ele dizia que buscava levar o homem que matou a sua família a justiça, quase que como um reflexo o rapaz teria dito -Eu sinto muito...- Era uma voz mais branda, como se ele tivesse calma mas ao mesmo tempo, demonstrasse empatia, assim como também era o seu olhar, que manteve-se atento ao que o ruivo dizia. Ele continuou então a falar e naquele momento o rapaz não conseguiu prosseguir com a sua refeição. Mostrou-se sensível a história, pois apesar de sua necessidade física, havia parado para que pudesse escutar. Calros, apesar da desconfiança que tinha no rapaz, pelo modo que falava talvez até precisasse exatamente do que aquela situação havia o oferecido, alguém que pudesse ouví-lo.

O rapaz dava a última colherada na sopa, enquanto aproveitou o espaço após o monólogo de Calros, onde era notável que ele havia pensado em colocar a mão sobre o seu ombro como uma forma de consolá-lo, mas acabou por cancelar o movimento em meio ao curso, deixando claro que naquele momento, ele entendeu que não era uma situação onde ele deveria sentir pena, nem mesmo consolar de fato Calros, fazer isso era como tomar a postura mais comum entre qualquer pessoa, e esse tipo de coisa era com toda certeza o que o Marine mais ouviu na vida. -Você é bem diferente dos marinheiros que eu conheci, bem distinto mesmo, a maioria daria uma resposta como “Eu vim buscar a proteção de todos, a paz mundial” um objetivo bem além.- Falava levantando de onde estava agora e se espreguiçando.

A conversa se seguia até o Marine questionar por que realmente o garoto decidiu vir até ali caçar Aranhas? Por que diabos não é mesmo? Que um homem fraco faria numa ilha tão fodida quanto aquela, ele dava um sorriso escutando a pergunta. -Ei não fui tão afortunado meu rapaz, nasci na Grand Line, mais especificamente em Cactus Island, já ouviu falar? Bem longe daqui, cresci lá até meus 10 anos, minha mãe era caçadora de recompensas e meu pai bem… Ele saiu pra comprar cigarros e ainda não voltou, talvez um dia eu veja ele por aí, ele disse que voltava em uma hora, acho que o relógio dele quebrou e ele ta esperando o tempo passar HAHAHA- Ele falava de forma mais descontraída pra animar mais o clima do lugar, afinal até ali tinha sido trágico e ele parecia ser bom em fazer piada da própria desgraça.

Ele então gesticulava com a mão apontando para cima e seguia falando.-Eu me mudei de lá aos 10 anos de idade com minha mãe ela era fissurada pela natureza e essas coisas, a gente foi pra Little Garden, lá era tudo mato, e bem… Ela estava caçando um pirata chamado Big Bang Kid!! Um filho da puta que tava escondido nessa ilha e era responsável por raptar mulheres coisa e tal.- Ele respirava fundo mais uma vez sugando o ar como quem sentia que algo ali não era legal de se falar, mas se preparava pra dizer mesmo assim. -Lá minha mãe me disse que se pegássemos esse filho de uma degenerada mulher da vida, nós poderíamos então mudar de vida, ela seguiria como exploradora e poderia me levar, ela queria mais especificamente vir pra cá onde estamos. Ela acreditava que a fauna daqui era especial.- Ele tinham preparado o terreno antes de concluir sua história, ele tinha um olhar agora um pouco mais triste diferente do habitual.

Ele então baixava a mão que antes estava apontada pra cima segurava o queixo e então deixava que ela caísse dizendo. -E foi aí que eu percebi, o canalha era realmente um desgraçado, 80 milhões de recompensa pela cabeça dele. Minha mãe já tinha derrotado outros igualmente fortes, mas nenhum exatamente como ele, eram alguns com 50, 60 até 75 mil, e o que 5 fariam de diferença eu pensei? Claro que eu pensei. E aí ela foi derrotada. Ele não a matou de cara e nem a mim, ele me colocou como seu lacaio pessoal, a única coisa que me sobrava de reconfortante era ler os livros dela, todos sobre zoologia e botânica, alguns poucos de química, física, eu amava a ciência como amava ela.- Ele então respirava um pouco e uma lágrima descia do rosto dele pela lateral direita, ele limpava rapidamente antes de continuar.

Naquela hora ele estava um tanto quanto triste por relembrar mas mesmo assim, ele seguia falando agora voltando ao rosto mais normal e então continuando. -Mas o pior de tudo eram os gritos, eu não podia fazer nada e via as mulheres gritarem constantemente, minha mãe estava entre elas e num fatídico dia, ele me pediu pra preparar algo pra ele, eu decidi genialmente envenenar a comida, ele notou, e fez com que minha mãe comesse uma sopa envenenada bem na minha frente. Esse homem então me arrastou por aí até os meus 17 anos, que foi quando finalmente consegui minha liberdade, nessa hora eu o entreguei pra marinha mas, não pude entrar… Mesmo que eu tivesse entregue um pirata e bem, eu não realmente lutei contra ele, apenas armei uma emboscada, eu estar envolvido não me permitia entrar.- Ele então coçava a parte de trás da cabeça e sorria novamente depois de falar de tudo isso.

Ele tinha notado que contou uma grande história, mas esqueceu de responder a pergunta real no fim das contas, ele fez uma bela side story, mas a principal foi quase esquecida, então ele balançava a cabeça recobrando a consciência e completava.- Antes que minha mãe morresse eu tinha feito uma promessa a ela, que um dia eu faria os sonhos dela serem reais, eu… Bem viria pra os lugares que ela tinha no caderno de anotações, e faria tudo que ela sonhou, e é isso que estou fazendo aqui e por isso eu não posso morrer, não antes de ver tudo que eu queria, tudo que ela desejou. Quanto ao Big Bang Kid, ele fugiu da prisão depois disso, e tá por aí, eu ainda espero que alguém, algum dia o pegue, infelizmente ele nem sequer chegou a ser julgado, foi apenas levado a prisão provisória da ilha..-Ele coçava a cabeça naquela hora e então finalmente terminava sua história toda, era isso que ele tinha para dizer sobre seus motivos.


A conversa pareceu que morreria ali, ou pelo menos não havia mais algo que um dos lados estivesse disposto a apresentar. O rapaz afastou-se um pouco e encostou-se sobre uma árvore que ficava bem visível e não muito distante do calor da fogueira.O rapaz abraçava a si mesmo como meio de tentar afastar o frio, enquanto tinha seus olhos semi-cerrados, demonstrando algum cansaço, quando bocejou novamente, e manteve-se olhando por um tempo para os próprios pés, bem recolhido.

Enquanto isso Calros parecia testar a sua concha, teria encontrado com facilidade um botão próximo da lateral da concha e quando tivesse apertado, poderia sentir um ventinho soprar, era algo bem delicado, mostrando que não havia muito gás ali armazenado não parecia veneno ou algo do tipo mas, nem de perto era a mais agradável das experiências. Ainda que o gás tivesse disperçado, um odor similar a de ovo podre poderia ser sentido por Calros e este, havia se impregnado em sua camisa. É, nunca confie em um objeto que se obteve de um pirata. Seguindo com seus testes, ele teria sucesso em reproduzir o gás carbônico que soprava de volta, mostrava-se uma ferramenta que poderia ser bem útil, se usada de forma criativa.

O rapaz Teria ficado ali até que o sono chegasse, mas Calros ainda tinha um tempo livre de seu turno e não parecia que tinha planos de deixar o rapaz dormir tão cedo, apesar da sua sugestão. A aproximação do rapaz, que agora tinha um odor próprio, acabou fazendo com que Tron fizesse uma pequena careta, o cheiro estava bem ruim e Calros teria total ciência disso. Com a pergunta, o rapaz teria dito.Rapaz, tanto pra liberar quanto pra absorver, é o mesmo botão. É bem simples.Não aperta isso perto do fogo não, você não sabe o que tinha dentro antes.- Era um som bem nasal, o garoto parecia querer evitar respirar muito do fétido som que o ruivo tinha impregnado em seu corpo.

Era uma visto um pouco tardio, já que o rapaz já havia tentado usar o dial antes e pareceu ainda bem agitado, apesar do dia cansativo. Então, após guardar um pouco de ar feito por uma hélice improvisada pelo seu próprio braço, o que não teria o efeito mais agradável de todos, já que isso espalharia um pouco mais o odor que lembrava o de ovo podre e com isso, o rapaz teria abanado a mão na frente do nariz. -Meu amigo que foi isso?- mostrava-se realmente difícil para que se pudesse conviver com o marine, cheirando daquela forma. Ele, parecia não ser alguém que tinha vergonha do próprio cheiro, ou talvez tivesse até o seu olfato afetado o suficiente para não se tocar.

Ele teria mostrado a outra concha que guardava consigo, era diferente das demais, o rapaz teria esticado a mão e pareceu até bem curioso com o seu funcionamento, ele colocava ela no ouvido também e não escutava nada inicialmente exceto o barulho do oceano. -Cara, isso aqui eu nunca tinha tocado exatamente, mas escuta só, é uma música?- Ele estava pronto pra dizer barulho do mar, mas algo diferente começava, ele arqueava as sobrancelhas e balançava a cabeça tirando de perto do ouvido, ele tinha escutado uma coisa estranha um canto, uma voz familiar.- Já essas bolinhas, elas são outra coisa, deixa eu ver melhor.- Ele era um cientista então olhando mais calmamente ele entendia melhor e então explicava. -Cara, elas aparentemente tem oxigênio aqui dentro, são feitas de algum composto solúvel, note que parecem ser algo que pode ser dissolvido, acho que com saliva, devem ser para casos de afogamento acho.- Dizia ele coçando o queixo intrigado, ele claramente não tinha visto uma dessas até aquele momento.

O homem dava de ombros e tinha desistido de dormir, ele por algum motivo tinha ficado desperto, ele enfiava a mão ali dentro das calças? Masoque? Que baixaria… E puxava um tablete de comprimidos, ele tomava um deles, e parecia ter escondido em uma região nada agradável ali na frente, provavelmente para que não tivesse chance de perder, deviam ser importantes.

Nesse momento o marinheiro hiperativo iria olhar os riscos que havia feito para que pudesse contar o horário da melhor forma como pode, ele falava com o garoto o chamando para ir vigiar junto as aranhas ele então subia na árvore e falava. -Ok, vou ficar olhando aqui de cima.- O tempo ia passando até que finalmente tinha acabado, ele notava então que já era hora de ir dormir, o rapaz descia da árvore também e deitava ali perto do tronco, agora ele só precisaria acordar o próximo vigia.




Katherine

A celestial ainda tinha a sua mente perturbada pelos acontecimentos recentes no farol, estava indo para um lugar que não tinha muitas pistas para além de seu nome, que era bem intuitivo a qualquer um, que relacionava-se a aranhas. Diferente do que muitos poderiam pensar, ao saber pouco sobre um local, Katherine esperava que aquilo pudesse tornar as coisas mais interessantes e divertidas. Dentro de sua própria mente, haviam seus conflitos internos que eram coisas que ela não tinha tempo para que pudesse dar atenção. Com a chegada na ilha, havia um mundo de tarefas para que pudessem aportar apropriadamente, se fossem usar dos recursos do navio em um primeiro instante.

Tinha vontade de sair e explorar o local, que de todas as formas já mostraria-se ameaçador, pois de onde estava, poderia ter visto algumas teias de aranha que tinham mais de três metros de extensão. Ainda assim a unicórnio garota teria ido na direção de onde pensou que poderia encontrar Allyssa e Geovanna, em sua busca teria notado que ela, ainda precisava de descansar um pouco mais, pois encontrava-se em um dos quartos, no que parecia ser um sono profundo, enquanto Alyssa, estava dirigindo-se para o lado de fora do navio, quando seus caminhos se cruzaram. O olhar da major deixava claro que ela estava também a sua procura. Ela então teria dito- Eu estava procurando por você. Calma, antes de qualquer coisa, preciso te parabenizar, você concluiu um total de cinco missões pelo exército revolucionário e com isso, devo ser aquela a te dar a notícia. Você a partir de hoje, também é uma major.- Havia um certo ânimo em sua voz, talvez até estivesse querendo mostrar que a reconhecia por trabalhos anteriores em outro momento mas, com todas as complicações durante a viagem, aquele era o momento.

Ela então, ouviu o que Katherine teria a dizer e apesar de sua interrupção e modo como ela já parecia estar pronta para direcionar as coisas dentro do barco parecerem serem o suficientes para responder a sua pergunta, ainda assim ela teria respondido.-Sim, estou me sentindo bem melhor.- Ela completou, seu olhar parecia um pouco desconfiado, quase como se esperasse que fosse haver um pedido em seguida, não poderia ser uma preocupação genuína e pura, pensava ela. Então com o pedido, ela teria arqueando as sobrancelhas e por um momento, seus lábios se torceram e quase era impresso um grande não em sua expressão facial. No entanto, diferente do que se esperava ela teria suspirado antes de responder.- Pode, mas não se afaste muito da embarcação e leve alguém com você, o lugar é perigoso. Eu ainda tenho que fazer algumas ligações, ver quantos de nossa causa temos na ilha, se eles já tem uma base de operações formada, se há marinheiros ou agentes na ilha… Todo esse tipo de coisa, como Major eu deveria lhe passar metade dessas responsabilidades, mas depois de tudo, pelo menos uma de nós precisa de um ar...Procure por Batto ou Alexander, para que lhe acompanhe. Agora vai, antes que eu mude de ideia.- Dizia a comandante a liberando. Saindo para o lado de fora, teria encontrado Batto já de cara, o que colaborava, para que eles pudessem desembarcar logo.

O rapaz teria concordado com a cabeça, já logo saindo para que pudessem juntos aproveitar um pouco do que podiam da terra firme, após a viagem. Enquanto caminhavam pelas proximidades de onde tinham aportado, Katherine teria algumas perguntas e com isso o rapaz teria respondido-Não sei muito mais do que você não, acho… Há aranhas… Acho?- Dizia o rapaz no que pareceu um jeito de tentar descontrair um pouco a situação, havia uma floresta densa e pelo chão haviam vários galhos que eram fáceis de se tropeçar, cada passo parecia uma armadilha, e então algo teria descido indo na direção de Katherine, como se tratasse de um tiranossauro ou algo de tamanho similar, Batto teria puxado de sopetão a celestial para trás, para a fazer desviar de uma…Gigantesca aranha de 2 centímetros. Era um ato gentil, mas de certo exagerado para algo tão pequeno e insignificante.O rapaz dizia- É, essa ainda é pequena, mas poderia chamar atenção de outras maiores, você viu o tamanho dessas teias? É melhor esperarmos pelas informações de por onde seguir, espero que tenha uma base de operações por aqui.- Completava o rapaz apontando para as teias que estavam a vista. Alguns barulhos poderiam ser ouvidos e fácilmente aquele lugar parecia tornar-se mais e mais ameaçador, conforme passava o tempo ali, pois não havia inimigo mais assustador do que aquele que não se vê.

Não haviam sinais de outras pessoas, não onde havia desembarcado, com isso as próximas ações da revolucionária seriam aquilo que poderiam guiar os resultados que ela encontraria.



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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptyTer 19 Mar - 20:56


Passando a noite
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Tron falou que eu sou bem diferente dos marinheiros que ele havia conhecido até então. Bom, eu não sabia o que pensar disso exatamente. Nenhum dos que estavam comigo pareciam realmente seguir a justiça de forma cega. Paz mundial nunca foi nem comentado, a gente só queria ajudar o que desse mesmo. E depois disso ele me contou a história dele... uma história perturbadora. Nada que eu falasse iria apaziguar a dor que ele provavelmente sentiu ao envenenar a própria mãe, mas também não dava para ficar simplesmente calado. - Meus pêsames. - Falaria quando ele terminasse de contar a história dele. - Depois, quando finalmente sair desta floresta, vou ver se encontro esse Big Bang Kid também. Um dia tentarei prendê-lo se sobreviver a isso tudo. - Anotaria mentalmente aquele nome, o homem usava pessoas de escravos. Isso era horrendo só de imaginar.

Privar alguém de sua liberdade, isso era basicamente o mesmo que privar a pessoa de sua própria vida. Um arrepio subia minha espinha ao imaginar que Himeriko poderia talvez ter levado alguns de meus amigos ou familiares como escravos. Eu recebi a notícia que haviam morrido e havia aceitado por ser o natural, mas nunca vi os corpos de nenhum deles. Será que estavam vivos e sofrendo? Ou será que estavam mortos? Aquela dúvida bateria em minha mente com força. A vontade de simplesmente sair dali e ir atrás de Himeriko naquele momento aumentava. Mas também não deve ser tão normal existir escravos por aí. Big Bang Kid valia oitenta milhões... ele deve ser um monstro. Eu nem sei quanto o pirata que eu persigo vale... não sei nem se ele tem recompensa. Oitenta milhões de recompensa era bem acima do que eu imagino ser possível de combater. Não lembro de nenhum pirata nos blues ter uma recompensa dessas, provavelmente por nenhum deles escravizar outras pessoas. Descobrir a recompensa de Himeriko seria um ponto interessante para descobrir quão forte ele era ou se ele escravizava pessoas, será que recompensa era simplesmente quão forte a pessoa é, ou será que esse fator de escravizar alguém também contaria? Nunca pensei no que era levado em conta, mas provavelmente força era um ponto importante. Não adiantaria perguntar para Tron sobre isso, eu era a marinha ali, eu que deveria saber como isso funcionava.

Após o tempo pensando acabei mexendo no dial do pirata, que tinha algum gás bem fedorento. Aquele cheiro era nojento e impregnou minha camisa. Depois de encher o dial com gás, iria mexer na outra concha e nela vi uma capsula estranha, que Tron deduziu possuir oxigênio. Então... se eu colocasse aquilo na boca eu conseguiria respirar por um tempo embaixo d’água por exemplo. Era algo interessante, muito interessante. Principalmente pensando que Himeriko era um meio-tritão. Isso poderia ser muito útil, além disso, poderia ter me ajudado muito na luta antes de chegar em Aracne. Olharia quantas capsulas haviam ali e depois colocaria a capsula novamente na concha. Lembrando que Tron havia ouvido algo inesperado daquela concha. Eu colocaria meu ouvido para ouvir o que quer que fosse.

O que começou com um simples som reconfortante do mar acabaria me assustando ao mudar aos poucos e virar o cantarolar de uma pessoa que eu havia citado tanto ultimamente naquela floresta. Claramente era o cantarolar de Mona. Só de ouvir o cantarolar já me lembraria do meu passado, enquanto ela ainda estava viva. Arrepiaria só de ouvir aquela doce voz ressoando em minha cabeça. A última coisa que havia ouvido foi um mero grito. Retiraria aquilo do meu ouvido e olharia assustado para aquela concha. Seria isso algo da Grand Line novamente? Como essa concha conseguia reproduzir a voz de Mona? Apesar de não saber o que a concha fazia, ou como ela fazia, com o tempo aceitaria e aproveitaria disso. Iria colocar a concha no meu ouvido e ouviria a voz dela, relembrando os bons momentos enquanto o tempo passava e vigiava a minha volta.

Quando o tempo desse e eu finalmente pudesse acordar Yumi. Iria antes retirar minha camisa e a esfregaria na terra. Não importava quão podre o cheiro dela ficasse, com certeza o cheiro de terra iria amenizar o cheiro de ovo podre que havia sentido daquele dial. Iria até o Yumi com a camisa ainda enterrada na terra e o sacudiria. - Acorde... é o seu turno. - E assim, quando ele acordasse e estivesse realmente desperto apontaria para Tron. - Não existe uma forma simples de resumir tudo que ocorreu. - Começaria a explicar. - Aquele é Tron, aparentemente um civil que se perdeu na floresta enquanto estava em uma expedição com outros cientistas. - Antes que ele perguntasse continuaria. - Eu fiz diversas perguntas e diversas situações em minha mente, mas se ele é um membro dos números ele conseguiu se esquivar muito bem de todas as perguntas. - E tomando um pouco de ar lembrando do que ele havia me contado por último. - Ele até mesmo me contou um pouco do passado dele depois e tudo parecia bater muito perfeitamente. - Contei. - De qualquer forma, eu não considero ele tanto uma ameaça... ele concordou comigo até quando falei de amarra-lo. - Dito isso, iria até onde a minha camisa estava enterrada e iria retirar ela de lá, cheiraria para ver se o aroma ficou minimamente mais aceitável. Se ele perguntasse porque eu estava com uma camisa enterrada. - Ela estava fedendo a ovo podre por causa disso aqui. - Falaria pegando meu Flavor Dial. - Amanhã te mostro como funciona e você vai entender melhor. - Se o cheiro estivesse mais aceitável, mas ainda assim horrível, iria enterra-la de novo. Se o cheiro não estivesse horrível, iria vesti-la.

Iria olhar a minha volta e ver se Gwen estava dormindo tranquilamente, eu a esqueci enquanto tinha toda a ocorrência com Tron. Não sabia se ela havia sentido aquele cheiro podre, não sei como funciona o olfato de aranhas, se é que elas têm. Se ela estivesse simplesmente dormindo tranquilamente acabaria por ir dormir também. Se, no entanto, Gwen estivesse desperta por causa do cheiro ou por outro motivo, iria tentar acalma-la. Se fosse o cheiro ela provavelmente me evitaria, então retiraria minha camisa novamente (se tivesse vestido a mesma) e após enterra-la no chão iria tentar me aproximar de Gwen. - Vamos lá garota, hora de descansar. - Se notasse que a mesma estava com medo de algo, iria avisar Yumi sobre isso. - Gwen não consegue relaxar aparentemente. Ela não teria medo de outras aranhas... ou o escorpião está por perto, ou ela está com medo de Tron. - Informaria. Eu não saberia nem dizer qual caso é pior, pois eu havia acabado de falar que o menino me parecia de confiança, então se ele conseguiu me enganar tão fácil a situação seria estranha. Mas aceitando que não havia muito o que fazer independente do caso, iria me deitar para dormir.

Se me acordassem horas depois de forma tranquila pois não houve nenhum tipo de emergência, iria olhar em volta e ver se estava tudo bem, se Yumi ou a tenente Li tiveram algum tipo de problema visível em suas vigílias. Se não iria perguntar mesmo. - A noite passou tranquila? - Checaria também se Gwen já estava acordada. Se estivesse sem a minha camisa, iria retirar ela de onde havia enterrado e iria cheirar para ver se o cheiro havia melhorado minimamente.

Se no meio da minha soneca eu acabasse sendo acordado as pressas por causa de algum perigo repentino, iria me levantar de um salto já coçando meus olhos para tentar enxergar o que fosse quando eu levantasse.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptyTer 19 Mar - 23:18

E o medo como é que fica?


Eu estava feliz com a minha ascensão dentro dos revolucionários, as coisas começavam a mudar a partir desse momento. Alyssa e eu agora estávamos na mesma posição de comando, o que pra mim não fazia tanta diferença, mas se tornava ao menos interessante poder mandar em mais pessoas dentro da organização. Deixando esse momento de lado, a mulher me deixava sair desde que estivesse acompanhada de Battos ou Alexander, o que de certa forma fazia parte do meu plano original e por acaso, acabava por me encontrar com o cabo assim que fui para o lado de fora. Assim como eu, ele não sabia muito sobre a ilha e tentava uma descontração que me faria soltar um simples sorriso indicando que estava feliz com tudo aquilo, é claro que não somente com o que ele havia dito também por estarmos explorando a ilha. Apesar do perigo não ser grande, havia ficado ainda mais feliz com o ato de gentileza do rapaz ao tentar me proteger da aranha - Obrigado sorriria mais uma vez em sua direção - Bom, mesmo que haja acho que deveríamos andar mais um pouco e ver a situação mais adiante faria uma sugestão - Andar com mais cuidado é melhor também encerraria meu momento de fala ali. Não ignoraria o que Alyssa tinha dito sobre me afastar muito da embarcação, mas acho que andar um pouco a mais não traria muitos problemas ”Isso é o cúmulo da idiotice, você não conhece o local e foi avisada para evitar ir muito longe, mas faz o que? Justamente o contrário” ela não parecia querer me sacanear, estava realmente revoltada com a minha decisão ”Quanto drama hein?” para mim, isto não passava de exagero da parte dela.

Se Battos rejeitasse seguir em frente, não discutiria e muito menos cogitaria sozinha, diante dessa situação ficaria um pouco decepcionado fazendo questão de demonstrar o meu estado - Que saco diria em um tom praticamente inaudível para ele. Evitaria me prender nas teias de aranha e também tomaria cuidado com os galhos para não acabar caindo ao chão, mas procuraria andar o mais rápido possível até porque nem poderíamos demorar a voltar a explorar Aracne. Quando estivéssemos novamente dentro do navio, procuraria mais uma vez por Alyssa para saber a respeito do caminho a seguir e também se havia realmente uma base de operações dos revolucionários na ilha - Voltamos mais cedo do que pensei sorriria um pouco desconcertada com a situação  - Bom, eu queria saber se temos algum caminho certo para ir e uma base por aqui não perderia muito do meu tempo restante - Mas antes, você precisa que eu faça algo? Posso parar a minha “expedição” se achar que não pode lidar com tudo até porque precisamos dividir isto faria o questionamento a mulher, afinal não poderia ser muito folgada com ela. Ouviria atentamente tudo o que ela tinha a me dizer naquele momento e rapidamente procuraria seguir suas instruções para realizar a tarefa sem perder tempo - Deixa comigo! diria de forma animada, indo na direção para onde ela provavelmente me enviaria. Quando terminasse de fazer o que Alyssa tinha dito buscaria novamente por Battos para que pudéssemos novamente desembarcar do navio - Consegui algumas informações com a Alyssa, então desta vez nós podemos seguir mais tranquilamente o pela ilha estava mesmo empolgada com tudo aquilo, naquele instante não teríamos mais motivos para evitar ir na ilha mais uma vez. Caso o homem não pudesse ou fosse comigo, me sentaria sobre o chão do convés onde pegaria meu violino para tocar alguma coisa até que uma alma vivente se tornasse disponível para ir comigo explorar a ilha.

Se pudesse seguir na primeira vez com o Battos ou então mais tarde novamente com o rapaz, tomaria cuidado como sempre com o que estava a minha frente e olharia para todos os cantos me certificando de tomar cuidado com o meu redor. Faria a mesma coisa que tinha em mente, mas desta vez também tentaria avistar alguma pessoa para poder conseguir mais informações sobre a ilha, isto é, se não estivéssemos indo diretamente para um local. Caso fôssemos para uma base de operações ou então tivéssemos uma trilha para seguir somente me preocuparia com as aranhas e desta forma poderia realizar algumas esquivas se sentisse que algum ser não amigável estivesse pronto para me atacar - Agora, não vamos mais perder tempo para evitar os perigos menores, já que temos essa trilha diria sorridente na direção de Battos. Quando encontrássemos alguém ou então um tipo de civilização na ilha, teria o que dizer caso não fossem revolucionários - Olá, tudo bem? perguntaria da forma mais amigável que pudesse - Nós somos dois viajantes, acabamos nos perdendo nesta ilha e vamos precisar de alguma ajuda da sua parte a medida que continuava a falar, utilizaria um tom que mostrasse que estava desesperada com tudo aquilo e triste por aquela situação, usando minhas habilidades da melhor forma deixando que tudo se tornasse real. Caso fossem os revolucionários demonstraria estar animada - Olá! Eu sou a Major Katherine Silverstone e ele o Cabo Battos, estávamos justamente procurando por vocês exclamaria com um sorriso em meu rosto, da forma mais natural que podia. A minha jornada prosseguia com os novos descobrimentos que a medida do tempo que passava iam se revelando aos poucos para mim, o que me deixava animada ainda mais para o que estava por vir.
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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptySex 22 Mar - 4:21


Calros? Você quis dizer dorminhoco?

Aquela conversa tinha no fim de tudo tomado um rumo um pouco triste, e isso o levava a ter pensamentos sobre recompensas, como elas eram estipuladas, ainda mais quanto seria a da pessoa que ele procurava? Era bem difícil dizer algo muito concreto sobre o caso, mas a pergunta era se ela tinha uma recompensa tão grande, e se elas realmente mostram a força da pessoa, ou o que exatamente gera uma dessas, provavelmente a força era um ponto considerável mas seria o único? Nosso vilão… cof cof… digo marinheiro entendia pouco disso.

Calros enterrava a camiseta e então se aproximava de Yumi que ia acordando devagar, ainda meio sonolento, ele levantava bocejando e questionando. -Aí, você ta sem camisa por que?- questionava ele achando estranho, ele não pensava em muito, talvez um combate ou algo assim e o garoto explicou isso pra ele arrancando uma risada contida meio de lado. -Que azar cara...- Falava ele segurando o riso e levantando dali, ele então já se armava levantando os punhos quando via o garoto.

Ele imaginava por que teria alguém ali. -Mas quem é aquele? Precisamos fazer algo rápido!!- Sim, ele já acordava afiado, e o garoto então explicava mais uma vez o que tinha acontecido, ele entendia o ponto e dava de ombros observando a situação, ele então caminhava para o ponto de vigia enquanto o rapaz apenas se movia para a tenda onde via sua aranha dormindo tranquilamente, ele desenterrava a camisa, vestia ela que ainda fedia mas bem menos.

Ele deitava por ali começando a dormir, ele conseguia fazer isso com primor, por grandiosas uma hora e meia, quando ele acordava com um grito que dizia. -ACORDEM, ESTAMOS SOB ATAQUE, ARANHAS, ELAS ESTÃO VINDO!!!- Pois é, simplesmente as coisas sempre dão errado não é mesmo? Por que será que exatamente quando era o turno dele de dormir mas, a resposta era simples… Carma… Ele AMARROU UM POBRE COITADO GAROTO!!! Então essas coisas voltam pra nós não é mesmo? Há e se voltam…

A tenente já levantava em segundos e pegava ali suas botas calçando rapidamente e colocando algo que pareciam grevas de combate em conjunto. Ela já saia rapidamente, enquanto isso o agente Crow levantava rapidamente também estando preparado para lutar e já dava ordens -Formação circular, protejam uns as costas dos outros, elas estão nos cercando!!!- Na mesma hora a flecha passava voando na frente da barraca de Calros, Noriko… Ela tinha atirado numa aranha de tamanho médio maior que Gwen, que quase adentrava na “cabana” do marinheiro, que tinha acordado no primeiro grito em um salto veloz.

Eram todas aranhas de tamanho médio entre 80 centímetros a no máximo 1,30 metros de envergadura, com alturas variadas, eram possíveis de se lidar bem mais facilmente que as malditas criaturas gigantescas de 3 metros anteriores. Ia ser o primeiro ataque da noite, mas elas eram muitas, e como eram, era possível notar centenas delas por ali, e bem, eles podiam com elas provavelmente se fizessem um bom trabalho de equipe. Era algo que ia depender apenas deles por hora. Tron já tinha levantado e estava em cima da árvore, no entanto ele percebia que bem… Aranhas sobem em árvores… Que ótimo zoólogo… -Opora… Eu esqueci dessa merda...- Dizia ele vendo o bicho subindo, ele descia de uma vez chutando a aranha e correndo pro meio dizendo em uma voz fina e extremamente estridente. -ALGUEM ME AJUDAAA!!!!- um grito fenomenal de fato, as coisas estavam se formando, e agora o que ia rolar? Sei lá… Que Deus ajude essas pessoas ruins...




Katherine

Katherine estava satisfeita com a forma como estava crescendo dentro de sua organização, pois não demorou para que seus esforços logo se tornassem em frutos, havia até mesmo alcançado em patente aquela que era a sua líder, mesmo que não fosse aquele o seu foco, ainda assim era satisfatório. Havia caminhado enfim, junto a Battos, com quem explorou superficialmente os arredores do barco, não teve muito contato com o rapaz anteriormente, mas o gesto mesmo que pequeno lhe era muito feliz, pois possivelmente poderia contar com ele em situações mais complicadas. Diante da sugestão do anjo o rapaz mostrou-se claramente em dúvida se deveria ou não a apoiar nesse tipo de ideia, poderia trazer problema para os dois, estava praticamente escrito em sua cara que não parecia ser uma boa ideia.

A ação do rapaz, no entanto poderia talvez surpreender um pouco as expectativas de Katherine, já que as palavras do rapaz haviam sido gentis.- Bom… Acho que não faz mal olhar um pouco mais, certo?- O rapaz disse enquanto suspirou, deixando seus ombros caírem em uma mesma proporção ao ar que saia de sua boca. Os olhares de ambos eram bem atentos, conforme adentraram um pouco mais a fundo na floresta, a vegetação era ainda bem presente e dada a pouca luz era difícil para que eles pudessem enxergar muito, no entanto algo interessante poderia ser visto. Eram marcações do que pareciam ser rodas, o que indicava que estavam em uma possível trilha ou estrada, nenhum dos dois saberia dizer ainda se aquilo os levaria para o local ao qual foram chamados como reforço, mas era certo de que poderia os levar para algum lugar. O rapaz então teria feito um comentário, desta vez havia até um sorriso em seu rosto, pois era bom que já tivessem adiantado um pouco deste trabalho. - Acho que explorarmos foi uma boa coisa, digo...Já sabemos por onde nós podemos ir, certo? Bem… Não quero ser o cara chato mas, é bom nós vermos se há mais informações, ou se precisamos fazer alguma coisa.- Dizia o rapaz, já chamando a garota, para que pudessem voltar a embarcação.

Quando voltaram para a embarcação, Batto teria esperado próximo da área de desembarque, dizendo -Vou ficar por aqui, certo? Qualquer coisa é menos caminho pra fazer, se precisar sair novamente…- Completou o rapaz se escorando em uma das laterais. Com isso a celestial teria seguido até que pudesse encontrar Alyssa, quando a encontrou a teria visto em meio a uma sala, segurando uma caneta em uma das mãos e uma prancheta em outra, enquanto com o ombro apoiava contra o queixo o dendenmushi, estava claramente fazendo muitas coisas ao mesmo tempo para que pudesse agilizar para todos.

A moça teria feito um sinal para que Katherine esperasse e com isso ela concluiria o restante da ligação por ali mesmo, não era um problema que ela ouvisse o que ela diria ali de toda forma, era até interessante.- Sim, eu tenho uma Major comigo que pode ajudar, mas está certo desse horário?Temos recursos para formar um acampamento improvisado...Mas não pensei que era tão longe do local onde fui informada para me aproximar… Enfim, vou informar os outros tripulantes. Pode contar que o reforço ira chegará tempo, mandarei uma parte deles primeiro, quando garantir que não terei problemas em deixar a embarcação nesse local, partirei com o segundo grupo.- A moça então desligou e bufou um pouco, parecia estar sobre uma grande carga de stress e com isso, fitaria Katherine- Desculpa, bom, como você pode ver, não vai ser um passeio no parque… Agradeço a ajuda, o que eu quero que você faça é que você Batto e Alexander se coloquem a caminho da base, ela está a pelo menos 10 horas de caminhada, partindo da trilha que deve estar próxima… Mas, a base não está pronta para receber a gente dentro desse horário, parece que estão cuidando de alguma outra coisa ao qual não fui informada… Portanto, quero que vocês tomem a dianteira e façam metade do percurso e armem um acampamento, dividam-se em turnos para o descanso, no fim é importante que vocês estejam inteiros para o que tiverem de fazer. Além disso, quero que se atente a possibilidade de atender a possíveis novos recrutas, como Major, é sua responsabilidade e missão cuidar para que se surgir a oportunidade, que novos irmãos se juntem a esta causa, nossa causa.- Dizia a moça com certa vida em sua voz, afinal para ela era importante que pudesse contar com mais alguém ali no barco para que a ajudasse.

A animação de Katherine era vista com olhos muito bons pela sua superior, que logo passou a ela um papel onde haviam escritos os materiais que deveriam pegar no inventário, para que não tivessem muitos problemas em armar eventualmente o acampamento e com isso ela daria uma última instrução a ela.- Peça para que um dos rapazes pegue as coisas, vocês tem um caminho longo pela frente- Por fim, isso levaria Katherine a cruzar com Alexander, que parecia buscar pela mesma coisa ao ir falar com Alyssa, informação sobre o que deveria fazer. Não demorou muito para que ele sacasse o que teria de fazer, pegou o papel na mão de Katherine e logo falou -Espere por mim, que vou levar tudo…-Dizia o rapaz de forma simples e sem muita graça em sua voz, pela sua postura era notável que estava cansado ou algo do tipo, como quem não tinha dormido muito bem, ou de fato havia feito um trabalho mais pesado a não muito tempo, suas vestes mostravam um pouco de fuligem, algo que poderia dar alguma pista, caso ela perguntasse. Com isso, Katherine poderia esperar Junto a Batto e explicar-lhe a situação, seria importante para que o rapaz se preparasse para acompanhá-la e o mesmo valia para Alexander. Como superior de ambos era ideal que a celestial naquele momento pudesse não só explicar o que iriam fazer, como como deveriam avançar pela trilha. Tinham um longo caminho pela frente, sabia que não deveria ver alguém tão cedo na teoria, então era bom que avançassem da melhor forma possível. Alexander não demoraria muito para se aproximar deles, carregando bastante coisa em suas costas.



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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas - Página 4 EmptySab 23 Mar - 2:19


Passando a noite
Posts em aracne - 19/30
A milagrosa terra fez o serviço dela e diminuiu o cheiro podre que havia em minha camisa. Podendo assim finalmente dormir em paz por menos de duas horas. Pois Yumi não havia nem mesmo terminado o turno dele. Grand Line não iria deixar eu dormir em paz? Santa paciência. Levantando-me o mais rápido que eu podia ouvia Crow falando para ficarmos em formação circular. Centenas de aranhas pouco maiores que Gwen iam se aproximando aos poucos. Eu iria seguir a ordem do agente, porém, eu vi que Tron era um gênio e ao mesmo tempo era mais retardado do que eu pelo visto. Se eu me esqueci das patas delas possuírem uma versatilidade acima do normal, ele se esqueceu de algo ainda mais básico, que elas sobem em qualquer lugar. E assim vi o mesmo chutando uma aranha e correndo para mais perto da gente. Não sabia como Gwen iria reagir ao me ver tentando matar diversas de suas parentes, mas acho que enquanto ela continuasse alimentada não seria um problema tão grave quanto poderia ser. Até seria bom dar mais um pedaço de carne para a mesma quando isso tudo passasse.

Socar um ser tão menor do que eu seria muito complicado. E me certificar que estivessem mortas seria basicamente impossível com o tanto que havia, o melhor pensamento em minha mente era simplesmente sair chutando as benditas, mas precisava de alguma outra arma também. Um pedaço de madeira que me servisse de bastão ou lança seria ótimo. Duvido que haveria algum ali próximo entre as aranhas e a gente, mas se houvesse pularia em direção ao mesmo querendo chegar ao mesmo o mais rápido possível e em seguida voltaria para o círculo andando de costas para não perder o olhar das aranhas.

Caso alguma aranha se aproximasse demais e eu estivesse com um bastão ou lança, iria tentar acertá-la num movimento ascendente da ponta que estivesse mais próxima do chão como se fosse um uppercut na parte frontal da aranha. Se não eu tentaria simplesmente pisar nas patas por cima a ponto de quebrar umas duas ou três patas da aranha de um único lado se fosse possível, assim iria pelo menos diminuir, se não acabar, com a movimentação delas.

Se Tron estivesse em perigo eminente, mesmo com a ordem para fazermos um círculo, indicaria para os dois que estivessem ao meu lado, um de cada lado meu, fechassem mais o círculo e partiria para ajudar o cientista. Ajudar alguém indefeso era um impulso e qualquer suspeita que eu possuía anteriormente sobre o mesmo já havia sido extinta pela longa conversa e questionário que houve a tão pouco tempo. Me aproximaria dele chutando qualquer aranha que viesse em minha direção. - Tron venha para próximo da gente. - Diria tentando puxar o mesmo para o lado do círculo de pessoas.

No caso dele não estar em perigo, manteria o melhor ritmo que poderia entre chutar elas, sempre tentando chuta-las lateralmente ou pisando para esmagar suas patas se fossem menores, ou acerta-las com o movimento ascendentes do bastão se conseguisse achar algum. Porém, caso eu visse que algum de meus colegas laterais estavam com problemas, tentaria me focar em acertar as aranhas mais próximas deles. Se alguma das aranhas começassem a subir em algum colega meu eu tentaria socar estar aranha de forma lateral de forma que a mesma saísse de cima de quem quer que fosse. O soco seria dado de acordo com a pessoa que estivesse em perigo, se fosse a pessoa a minha direita seria um cruzado com a mão direita, de forma que o movimento do meu braço e mão levasse a aranha a voar para o lado e fora do círculo formado pela gente e não para dentro. A mesma coisa, com a outra mão, caso fosse a pessoa a esquerda.

Após algumas repetições desse movimento, olharia se meus colegas estavam aguentando e se o número de aranhas estava diminuindo ou continuava a aparecer mais e mais aranhas. Caso percebesse que era possível simplesmente seguir naquele ritmo, ficaria quieto e continuaria focado em acertar a maior quantidade de aranha possível, sempre evitando que elas se aproximassem.

Porém, se fosse perceptível que simplesmente eram infinitas aranhas, que não tinha como seguir aquela luta indefinidamente, pois estávamos cansando e elas pareciam continuar surgindo. Falaria no tom mais calmo possível, desesperar alguém ali seria uma ideia ruim. - Eu acho que precisamos fugir de alguma forma. Não estamos em boas condições o suficiente e elas parecem ser infinitas. - Tentaria procurar por algum tipo de rota de fuga, talvez alguma região onde estavam vindo uma quantidade menor de aranhas. Se Crow ordenasse a fuga e eu tivesse avistado uma dessas áreas mais fáceis de fugir falaria. - Sigam-me! Da para fugir por aqui. - Assim, iria pegar minha mochila. - Não esqueçam seus pertences! - Gritaria e começaria a andar na direção da área de fuga. Tentaria abrir caminho com o bastão ou lança se possível. Caso não possuísse um, iria colocar na minha lista de desejos forjar um bastão no futuro, era algo que eu claramente poderia utilizar mais vezes e que estava sentindo e muito a falta num território onde chegar minha mão próximo do “inimigo” poderia fazer eu a perder ou ser envenenado. No caso de não ter, tentaria chutar cada uma das pequenas aranhas. Elas não deveriam ser tão pesadas que não fosse possível chutá-las a ponto de abrirem caminho. Por outro lado, se não encontrasse nenhuma rota para fugir, iria ver se algum dos meus colegas havia feito alguma sugestão e a aceitaria de bom grado.

Sendo possível fugir e chegar a um ponto onde não estivesse completamente cercado de aranhas, começaria a correr do lado de meus colegas, certificando-me que nenhum deles havia ficado para trás. Caso qualquer um tropeçasse pararia imediatamente e ajudaria a pessoa a se levantar e a correr nos primeiros metros caso estivesse bem, ou a correr indefinidamente se tivesse se machucado.

Caso a qualquer momento visse uma aranha vindo em minha direção e fosse tão rápida que escapasse da(o) lança/bastão ou do chute, iria tentar evitar ser mordido, que era basicamente o único perigo real com aranhas desse tamanho e para isso recuaria um pouco adentrando mais no círculo. Afinal, não podia deixar que ela efetivamente entrasse no círculo e assim tentaria afastá-la novamente.

Se por algum motivo alguma aranha entrasse no círculo e subisse em algum de meus amigos por trás, iria socar a mesma num soco descendente visando tentar esmagar a mesma no chão quando estivesse na altura apropriada. Caso algum deles fosse mordido e o veneno claramente era muito mais forte do que o veneno da picada que eu havia levado mais cedo, ou seja, a pessoa não conseguiria continuar lutando, falaria. - Nome da pessoa entre no círculo! - E em um tom mais alto falaria. - Vamos estreitar um pouco mais o círculo. - E depois diria caso a pessoa não tivesse seu próprio antídoto. - Está vendo a minha mochila? Tem antídotos nela, pegue um e beba. - Falaria. Lá se ia um dos dois antídotos que eu possuía.


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