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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Avante cães sarnentos!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptyQua 02 Jan 2019, 00:05

I - Avante cães sarnentos!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Davy Jones. A qual não possui narrador definido.


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Ainz
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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptyQua 02 Jan 2019, 11:09

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"Nem mesmo as chamas ou as profundezas puderam clamar por mim."
Post: 01 | Localização: Shells Town



Já se passara um bom tempo desde aquele maldito dia. Jones e seus amigos haviam sido traídos e emboscados por caçadores infiltrados no barco que os derrotaram com truques e artimanhas das mais baixas e os capturaram, levando-os para a prisão. Davy não importava-se com o jogo sujo qual fizeram uso, mas havia uma coisa que lhe deixou puto até a raiz do cabelo: — Motim... — A voz grave e rouca, carregada de ódio, assustava seus companheiros de cela.

Não tardou para que Jones e seus capangas criassem uma rebelião e fugissem da prisão deixando para trás nada além de sangue e destroços. Mas ele não esperava por aquilo, uma emboscada em seu navio. Tudo havia sido planejado: desde a fuga da prisão até aquele momento exato, em que usariam a sua fuga como pretexto para executá-lo. Jones e seus companheiros já haviam zarpado em seu navio quando os tiros de canhão começaram a atingi-lo impiedosamente. — MEU BARCO! GRRRRRR! TODA FORÇA NOS LEMES, ATIREM NESSES BASTARDOS COM OS CANHÕES! — O capitão estava enfurecido, prezava seu barco como um filho, uma herança deixada pelo único homem em quem havia confiado até então, seu melhor amigo e ex-capitão. Que Deus o tenha.

O esforço foi, no entanto, inútil, vários navios haviam lhe "pinçado" e os tiros de canhão explodiram tudo. Tudo que Jones se lembra foi de seus marujos lhe dizerem estas últimas palavras: Foi uma honra, capitão. Momentos antes de serem acometidos por uma explosão e sumirem nos destroços do barco. Toda a tripulação sumiu naquele dia, Jones não sabia se estavam mortos ou presos, mas ele conseguiu escapar nadando até uma tábua que voou para muito longe e ficou a deriva por vários dias até atolar na praia de Shells Town, ilha essa em que o ex-prisioneiro se encontrava agora.

Muito tempo se passou desde então, e Jones remoeu toda essa fúria e rancor dentro de seu coração negro, esperando por um dia em que retomaria sua grandeza. — Hoje é o dia... — Seu sorriso maligno marcava o início de uma nova era para Davy Jones.

[...]

Estava em Shells Town, possuía algum dinheiro mas nenhuma arma. Seus pertences, além do dinheiro, eram nada mais do que suas roupas básicas em tons preto e vermelho - calça, blusa e sobretudo - e um tricórnio, chapéu de três pontas. — Armamento. — Diria o velho Jones, como se em sua mente houvesse uma lista de objetivos a cumprir. Zarparia em passos pesados e largos pela sua grande estrutura corporal rumo à primeira loja de armas que visse, colocaria o chapéu de couro de maneira a projetar uma sombra em seu rosto de maneira a projetar-lhe uma sombra e talvez escondê-lo um pouco das pessoas ao redor, queria evitar possíveis inconveniências.

De maneira prática, caminharia investigando a cidade de cabo a rabo em busca de algo que se parecesse com uma loja de armas ou até mesmo uma tenda com armas expostas à venda, talvez estas fizessem um preço melhor. "Não posso confiar em ninguém"
Pensaria Jones, e por isso recusaria perguntar para qualquer um ali, lembrando-se da traição que sofrera no passado e rangendo os dentes. Seus olhos dançariam pelas construções em busca do seu objetivo final: comprar uma arma. Quando, e se, finalmente encontrasse um estabelecimento ou tenda que indicasse a venda de armamentos, adentraria - no caso da loja - ou somente se aproximaria da tenda, abriria portas se assim preciso fosse. — Ei, vendedor — Diria, procurando por uma figura que representasse o dono da loja ou alguém responsável pelas vendas no local, mas mudaria sua fala caso encontrasse uma mulher e não um homem para: — Ei, mulher — Seu modo de falar era realmente grave e sua voz alcançava altos tons, que faziam jus ao seu tamanho. — Procuro uma arma, deixe-me ver... Um Sabre. Suponho que a bainha esteja inclusa. — Simples e direto, Jones não gostava de arrodeio e tinha somente duas razões para estar ali: armar-se e conseguir informações.

Esperaria que seu/sua vendedor(a) trouxesse o pedido o mais rápido possível, aproximaria-se e tentaria pegar a espada em mãos para avaliar sua lâmina e fio, tocaria o indicador levemente na parte cortante da arma para ver se estava de fato amolada. Se tudo estivesse de acordo e fosse uma espada que valesse seu dinheiro, depositaria no balcão a quantia referente ao pedido: trinta mil berries. Após a compra, permitiria se estender um pouco mais para perguntar: — Sabe onde posso encontrar uma área perigosa? Digo, que haja muitos assaltos à mão armada, um lugar onde posso facilmente encontrar alguém portando uma pistola... Ah, e para que lado fica o porto? — Era uma pergunta bastante peculiar, mas Jones não exitaria em fazê-la, suas intenções iam muito além de obter somente uma espada, queria uma arma de fogo. Esperaria obter uma resposta satisfatória e diria: — Então, obrigado. — Com um sorriso de canto estampado no rosto, como alguém que maquinava um plano. Se não houvesse resposta satisfatória, diria: — Entendo, é uma pena — Suspirando ao final.

Sairia em passos largos da loja ou da tenda com a espada e sua bainha na cintura acobertados pelo sobretudo que trajava, e se obtivesse a informação desejada sobre o lugar que procurava, seguiria de imediato para lá. Caso não, seguiria em busca de um bar qualquer. "Bares são lugares onde sempre há alguém armado" Pensaria, agindo conforme as informações lhe eram dadas.


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— Falas de Jones —
"Pensamentos de Jones"

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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptySeg 07 Jan 2019, 18:40




I - Avante cães sarnentos!

Shells Town ~ 32º ~ 09:32



A Shells Town não cansava de abrigar degenerados e monstros do mar, afinal, era uma ilha bem no começo, ou pelo menos em uma área mais “tranquila” do East Blue. Com casas comuns, pequenas construções comerciais e a, imponente, base da marinha. Com seus diversos soldados prontos para atender a população em suas diversas adversidades. Ou pelo menos era o que muitos pensavam.

Ainda pela manhã, o sol não era tão forte como durante o resto do dia, porém, para quem era filho do mar, o sol não fazia seu trabalho de forma eficiente sobre sua pele. E era bom, pelo menos por enquanto. As brisas marítimas transitavam tranquilamente pelas ruas da cidade, como pequenas gaivotas despreocupadas, mas o movimento dos cidadãos era intenso e corriqueiro, como gaviões prestes a pescar peixes despercebidos. Ainda assim era um clima agradável.

Durante sua caminhada pelas pequenas ruas, o que era dificultado por seu enorme tamanho, Davy Jones muitas vezes, e talvez inconscientemente, assustava criancinhas e até mesmo alguns adultos que estavam frente ao caminho do rapaz. Ele era alguém que poderia ser facilmente confundido com os sujos, vermes e aterrorizantes piratas. As pessoas tiravam seus filhos do caminho enquanto olhavam feio para Jones, além de alguns, talvez “justiceiros” se prepararem para sacar armas e ataca-lo despercebidamente. Curiosamente alguns idosos e outros mais velhos reconheciam aquele rosto, eles arregalavam os olhos de pavor e entravam para suas casas, sussurros poderiam ser ouvidos, caso Jones prestasse um pouco de atenção. “É ele! Davy Jones!” alguns diziam, “Aquele fora-da-lei que tocava o terror por aqui, vovô?” outros questionavam, mas a resposta era óbvia.

Não demorou muito para que o mesmo conseguisse avistar uma pequena e humilde loja de armas, suas paredes eram de madeira assim como os finos pilares, além de um teto também de madeira acompanhado por diversos canos de ferro que corriam em suas extremidades. Uma placa ficava frente a loja com uma grande letra que destacava “Old Joe”, além de letras miúdas que necessitariam que Jones apertasse os olhos para poder ler, ou se aproximasse um pouco mais. Sobre a porta uma outra placa de madeira ficava pendurada a finas e frágeis correntes enferrujadas, com os mesmos escritos que a placa fora da loja, porém, agora com um pequeno adicional que poderia chamar, e de fato chamou, a atenção do protagonista. “Loja de Armas”.

Sua entrada foi impactante, pelo menos para alguns adolescentes baderneiros que brincavam com algumas pistolas e espadas, eles se assustavam com a aparição do “quase-gigante” e logo corriam dali. Ao fundo, saindo de uma porta por de trás do balcão, uma mulher muito bela e voluptuosa se revelava. Ela, limpando suas mãos em seu avental, começava a olhar Jones de cima a baixo, com olhos bem penetrantes, além de lábios vermelhos que davam um “tchan” a mais nela.

- Vai querer o que? Gracinha. – Disse sem o mínimo de medo ou aversão, sua voz firme e bem alta contrapunha o tamanho e questionamento do pirata que viria a seguir. – Se for querer o Sabre vai ficar por 30 mil. – Disse respondendo imediatamente, mas devido a um adendo em sua pergunta ela acrescentou. – Você já comprou alguma arma? É lógico que a bainha é inclusa, animal.

Sem dúvidas ela não tinha medo dele, e muito menos se inferiorizava perante sua postura, Jones causava medo nas pessoas por sua aparência, olhar e personalidade, mas ela permanecia indiferente.

Não demorou muito para eles finalizarem a compra, o protagonista adquiriu o sabre, bem comum e sem nada de especial por sinal, enquanto a moça faturou facilmente 30 mil berries. Ela contava o dinheiro enquanto esboçava um sorriso de canto de boca.

Ao ser questionada novamente, o que lhe fez erguer seus olhos e fixa-los em Jones, ela o respondeu sem demora. – Tem uma taverna no final da rua, se você não se perder em linha reta é só ir direto. – Disse com seu tom característico.

Sair dali, talvez, tenha sido uma boa escolha. Se ele demorasse um pouco mais a moça poderia até mesmo, de modo extremo, avançar sobre sua pele e arrancar-lhe os olhos, visto a tamanha presença e imposição que ela tinha.

Ao sair, ele pode perceber uma movimentação inusitada na rua, vários civis corriam na direção contrária a taverna, que realmente era vista ao fim da rua devido ao seu tamanho. Por causa da movimentação poucas frases faziam sentido, apenas palavras desconexas como “briga”, “dinheiro” e a mais repetida “desafio”. Jones tinha a oportunidade de ir para lá, porém isso iria contra seu caminho previamente traçado, afinal, o movimento ia na direção oposta da taverna.

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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptySeg 07 Jan 2019, 20:22

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"Nem mesmo as chamas ou as profundezas puderam clamar por mim."
Post: 02 | Localização: Shells Town



Sua caminhada tranquila pelas ruas de Shells Town era levemente desconfortável por sua estatura, talvez a cidade não fosse projetada para alguém de seu tamanho. As brisas marítimas que transitavam pelas ruas convidavam Jones para o mar, beijando seu rosto como uma meretriz bem paga. — Logo irei, minha amada. As palavras de baixo e grave tom do navegador carregavam em si um enorme peso, marcado por traição e derrota, que deixou um gosto amargo na boca do velho homem que logo cuspiu ao lado um pequeno aglomerado de saliva.

Talvez sua presença fosse aterrorizante, pois notou o incômodo que causava nas pessoas ao seu redor, amedrontando crianças que eram tiradas de sua trilha por seus pais. Alguns, mais corajosos, se preparavam para sacar as armas atacá-lo pelas costas, mas Jones não tinha tempo para dar atenção à isso no momento. Era realista, tinha prioridades. Se conteve em manter sua atenção para seus arredores, usando sua visão periférica e outros sentidos que talvez servissem de algo para evitar um ataque despercebido. Ouviu alguns sussurros que lhe traziam boas lembranças, remetendo aos tempos em que causava medo em homens feitos, abriu um largo sorriso tenebroso enquanto continuava seu caminhar.

Sua busca por uma loja de armas trouxe bons frutos que seriam colhidos agora. Encontrou uma estrutura composta quase inteiramente, pelo que via, por madeira com alguns canos de ferro que corriam pelas extremidades. Lembrou de ver uma placa com o nome "Old Joe", concluindo que era o nome do lugar. Presa à porta do estabelecimento estava outra placa, com a informação adicional de "Loja de Armas" que chamou a atenção do velho Jones. "Finalmente. Pensou, não perdendo tempo em entrar na loja. Não fizera nada demais, entretanto, não precisou de mais do que sua presença para causar o pânico dos jovens que estavam por ali e correram assim que o grande homem entrou pela porta.

Dos fundos da loja surgiu uma mulher, formosa do tipo que chamava atenção de qualquer homem, mas Jones havia deitado-se com muitas meretrizes e nenhuma jamais o prendeu, então não deixou a aparência da mulher lhe roubar a concentração. Aquela mulher apresentava mais coragem que os outros moradores da ilha, e mesmo seu desrespeito não incomodou o velho homem, que apreciou a coragem da fêmea e somente abriria um sorriso e retrucaria: — Comprar? Não. E de fato nunca havia comprado, tudo em sua vida havia sido lucro de roubos, e suas armas não eram diferentes, exceto por aquelas que ganhou de seus "mentores". Finalizou a compra e adquiriu a informação que queria, deixando o lugar com passos pesados pelo grande peso depois de agradecer.

Guardou a espada na bainha e estava dirigindo-se para a taverna, mas a correria lhe roubou a atenção com palavras como "briga, dinheiro e desafio". Jones raciocinou rápido, embora não houvesse juntado todas as peças. A taverna ficaria para mais tarde, daria meia volta e seguiria para o ponto central da confusão, guiando-se pela correria da multidão para alcançar o objetivo.

Se chegasse, analisaria a situação com uma distância de pelo menos dez metros, usando seu tamanho exacerbado para ter uma visão desimpedida e "de cima", no sentido literal. Procuraria aquilo que lhe interessava: pistolas, armas, espingardas e outras armas de tiro que pudessem ser úteis aos seus objetivos. Procuraria entre os possíveis combatentes da briga também, se portavam ou não armas de fogo. Se avistasse alguém que portasse uma das armas buscadas que estivesse próximo a um beco ou lugar vazio tomaria a atitude de sacar sorrateiramente o sabre da bainha e caminhar em silêncio ao seu alvo, a marinha logo poderia chegar no lugar e precisava ser rápido, então colocaria a espada em seu pescoço com a lâmina levemente encostado em sua pele, usaria a mão que sobrava para tentar tapar-lhe a boca enquanto conduziria-o para o beco de costas para mim, mais distante da multidão. — Dê-me a arma e ninguém precisa se machucar. Instruções claras e bem diretas, a voz grave de Jones talvez o amedrontasse se fosse mais "mente fraca", mas sua incomum habilidade de liderança tornavam suas ordens fáceis de seguirem. Nessa hora, Jones manteria sua atenção para movimentos do homem; se tentasse bater-lhe com a cabeça ou com qualquer outra parte do corpo, tomaria alguma distância do golpe com um movimento de pêndulo do próprio corpo, seguidamente arrastaria a lâmina em seu pescoço e o degolaria ali mesmo enquanto se afastava. Nessa hora, aproveitaria para pegar a arma e seu coldre e acoplá-lo no próprio cinto, na parte esquerda.

Se o homem decidisse entregar a arma como ordenado, diria: — Largue-a no chão. Ainda autoritário. Mas a cooperação não salvaria-o(a) de seu destino, ainda o degolaria como antes citado, realizando todos os movimentos de remover o coldre e acoplá-lo junto da arma em sua cintura, preocuparia-se também em encontrar munição em ambos os casos.

No caso de ser interrompido por alguém antes de pegar a arma ou mesmo depois de pegá-la e matar o indivíduo, usaria seu corpo de "escudo humano" no caso de haverem pistolas ou armas de fogo no lado adversário. Segurando-o com um dos braços, Jones sacaria a nova arma adquirida e atiraria contra os adversários, mirando em seus corações com toda a habilidade que estivesse disponível confiando que assim desse cabo das ameaças.

Mas caso não houvesse homem armado próximo à beco algum e nenhuma das situações acontecesse, Jones observaria o embate um pouco mais e perguntaria para alguém próximo: — Qual o motivo da briga? Esperando que alguém o respondesse, provavelmente a marinha chegasse caso fosse algum embate hostil, então havia de se manter quieto e passar despercebido. Havendo alguma oportunidade de furtar uma arma de alguém que estivesse mais atento ao duelo do que a si, não hesitaria em sacar a arma por precaução, tomando todo o cuidado para não produzir ruído no ato, e puxaria a arma com maior leveza possível, talvez o barulho da multidão e o tumulto todo causado abafasse o roubo e assim poderia apreciar o duelo, guardando a pistola em seu coldre que prenderia no cinto.

Se o "furto" não desse certo e o cidadão percebesse, era uma fatalidade, acometeria uma estocada em seu estômago antes que pudesse reagir, e esquivaria para os lados ou para trás de qualquer golpe que pudesse vir, mantendo-se atento aos seus lados para fazê-lo também no caso de intervenções alheias. Se a estocada funcionasse ou não, usaria a mão livre para socar-lhe o queixo de baixo para cima com toda a força que tinha, provavelmente o desmaiando para que pudesse roubar a arma que queria, novamente, junto do coldre.

Em todos os casos, manteria prontidão e atenção para possíveis golpes, mas caso tudo terminasse em ocasiões não hostis, voltaria sua atenção ao embate que era o motivo de toda a confusão.

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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptyTer 08 Jan 2019, 01:01




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Shells Town ~ 32º ~ 09:45



Pelo visto não foi difícil roubar a atenção do protagonista, ele parecia ser facilmente influenciado por coisas como brigas e dinheiro, afinal, como um bom baderneiro que parecia ser, devido suas vontades e objetivos, era bom que ele conseguisse se envolver em situações das quais sua vida corresse perigo.

Ao decorrer do trajeto ele era rodeado por muitas pessoas, diversas características distintas destacavam elas além de como elas se prostravam diante daquela multidão que se formava. Havia também alguns Marines, que mesmo armados e preparados, pareciam inseguros de como parar aquele movimento totalmente inoportuno. – Calma! Calma pessoal! – Dizia um soldado qualquer, ele era baixo, magro e em sua cintura havia uma espada genérica. – Não criemos pânico! – Dizia tentando acalmar os que passavam pelo local, porém, como todo soldado recém alistado, ele era completamente ignorado. Lhe faltava algo em suas ações.

Ao fundo havia ainda mais dois soldados, eles também faziam o mesmo que seu colega de equipe, acalmavam as pessoas que por ali passavam, porém, ao contrário dele, conseguiam fazer seu trabalho de forma exemplar. Muitos civis paravam no meio do caminho e se portavam de modo civilizado, talvez. Alguns tentavam se desvencilhar do pequeno tumulto, mas ainda assim não conseguiam sair do lugar. A área era pequena demais para a quantidade de pessoas que ali havia.

Jones, como planejado, tentava roubar armas das pessoas que passavam nas ruas, e durante um tempo ele conseguia avistar facilmente um rapaz, muito acima do peso que carregava em sua cintura um enorme revólver preso a algumas tiras de seu cinto que caía por suas pernas. Além de suas calças começarem a cair, ele tinha uma blusa bem apertada e usava também um par de sapatos brancos bem sujos.

Jones conseguia o levar para um beco, mas não foi fácil, o rapaz tentava constantemente se desvencilhar das mãos do protagonista, mas não conseguia, sua mão estava ocupada com um pedaço gorduroso de carne. – Por favor não me machuque. – Suplicou enquanto apertava seus olhos evitando ver as cenas seguintes. Ao passo em que sacava seu sabre e o colocava no pescoço do rapaz, Jones era completamente, e facilmente, interceptado por um dos soldados que controlavam a população. Ele erguia uma pistola em sua mão direita enquanto pesava a mão, empunhando uma espada, contra o sabre do protagonista.

- É bom que o senhor vá soltando esse cidadão aí, seu verme. – Disse o soldado ainda com a ponta de sua arma apontada na nuca de Jones. Sua mão conseguia travar o sabre do mesmo enquanto continuava sua fala. – Não foi uma boa escolha vir roubar justamente em um dia como este. – O soldado gargalhou baixo e em seguida dava duas “cutucadas” com sua arma contra a nuca de Jones.

O rapaz, que até então estava caído no chão implorando por sua vida, entre lágrimas, soluços, e carne em sua boca, tentava falar algo que parecia ser quase incompreendido. – E-e-eu só queria v-v-ver o duelo do... do Chamberlain... e-ele é m-muito bom com cartas... – Disse de modo assustado e muito aterrorizado.

Jones se encontrava em uma situação complicada. Ele, talvez, tinha um plano para aquela situação, afinal, como se tratava de uma ilha na qual havia uma poderosa base naval, ele precisaria ter alguns contrapontos em mente antes de realizar atos como aquele.

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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptyTer 08 Jan 2019, 11:14

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Post: 03 | Localização: Shells Town



A situação ficava feia para o velho Jones que teve sua tentativa de assalto frustrada por um marinheiro que saiu sabe-se lá de que buraco. Pesando sua espada sobre o sabre do tenebroso homem, o marinheiro cutucou o cano do revólver em sua nuca soltando algumas gargalhadas baixas e ironizando a situação, ousou ainda o chamar de verme. Jones abriu um grande sorriso para o homem que estava à sua frente, o gordinho, que caía no chão depois de Jones o largar. Era um largo sorriso assustador e maquiavélico. — Oho... Você me pegou! Diria Jones, supostamente aceitando sua derrota enquanto olhava de rabo de olho para o marinheiro e media seu tamanho assim como averiguava a situação. Não demorou muito, seu rápido pensamento bolou uma estratégia que podia lhe livrar daquela situação. — Eu me rendo... Diria, largando o sabre de sua mão que cairia fincado no chão e erguendo as mãos.

Mas esse movimento de rendição era simplesmente uma "finta", que nem sequer seria completado. Com um movimento de "pêndulo" em diagonal para trás com a parte superior do seu corpo, Jones sairia da linha de disparo do revólver ao mesmo tempo que usaria a mão que antes empunhava o sabre para agarrar a mão do homem que segurava o punho da espada e a outra mão usaria para agarrar o cano do revólver, fazendo um jogo de pés para firmar sua base. Com outro balanço, dessa vez com a cabeça, Jones jogaria a parte traseira de seu crânio contra o nariz ou face do marinheiro, indo para trás para encurtar sua distância caso estivesse mais afastados. Esse golpe tinha como objetivo desestabilizá-lo e atordoar seus sentidos com a pancada, para que então Jones pudesse realizar o movimento final: usaria sua força e porte para conduzir o homem por sua lateral, girando ambos naquele chão, e com isso arremessaria-o contra o gordinho caído antes que ele pudesse ser um empecilho, se sua força não fosse suficiente para o arremessar, conduziria-o a tropeçar no corpo do cidadão no chão para que caísse por cima de seu corpo rechonchudo. Forçaria sua mão a manter-se presa ao revolver e à espada, para que no movimento do marinheiro não largasse nenhum dos dois e pudesse desarmá-lo completamente e talvez até deslocar seus dedos caso estivessem entrelaçados nas brechas da arma.

— Verme? Diria Jones, sua expressão não era de raiva, pois conviveu muito com ofensas em sua vida. — Não se respeita os mais velhos por aqui? Completaria, ironizando a situação com uma expressão perversa marcada por seu largo sorriso outra vez. Se Jones estivesse em posse das armas, guardaria a espada conquistada em sua bainha e voltaria a pegar seu sabre caído, dando um giro com o revólver para colocá-lo de forma adequada em sua mão e então miraria-o sobre os outros dois dizendo: — Não se movam, ou seus miolos voarão. Dessa forma, Jones aproveitaria o momento para iniciar uma corrida para longe dali, escondendo o revólver em seu manto e segurando a espada ao contrário para que parecesse estar em sua bainha. Dobraria quantas ruas fossem necessárias, apenas queria despistá-los, buscaria multidões em que pudesse se misturar até encontrar um estabelecimento, um bar ou coisa parecido para que pudesse entrar, e assim adentraria caso não houvesse ninguém em seu encalço, procuraria uma mesa mais escondida e assentaria-se nela, mantendo sua visão periférica na porta sem sentar-se exatamente de frente para ela.

Se antes que pudesse correr dali fosse atrapalhado por alguém, manteria a pistola apontada para o marinheiro e diria: — Se fizerem qualquer movimento brusco eu atiro nele. Se avisarem alguém, eu atiro nele. Se pensarem em me atacar, eu atiro nele. Irão me deixar sair e não irão me perseguir, ou eu atiro nele. Todas as saídas apontavam para um fim, e se permitissem Jones deixar o lugar, faria tudo citado anteriormente em sua suposta fuga. Se não permitissem, continuaria apontando a arma destravando-a e colocando o dedo sob o gatilho para disparar a qualquer momento, revezando seu olhar entre aqueles que mirava e aqueles que pudessem o atrapalhar.

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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptyTer 08 Jan 2019, 14:05




I - Avante cães sarnentos!

Shells Town ~ 34º ~ 09:50



A vontade de pegar as armas era grande, mas Jones ainda não poderia desmerecer um marinheiro que parecia ser um pouco mais poderoso, ou influente, que os que apenas eram usados como meros cães do governo para acalmar a população em sua devida balbúrdia. Saber daquilo era importante, e também crucial, afinal, ele queria ser um pirata, pelo andar de suas ações, e deveria ficar ciente que a Marinha não era um empecilho qualquer a ficar em seu caminho.

O marinheiro previa facilmente as ações, mas não previa a repentina “rendição” do protagonista, e isso o chamou atenção, tirando um sorriso sádico e muito inoportuno de seu rosto, tal qual um estripador prestes a fazer sua próxima vítima. – Render-se? Hahaha. – Disse em um tom ameaçador e bem desafiador. – Eu não quero que você se renda, bastardo.

Os movimentos de Jones eram facilmente lidos e evitados, e aquilo o deixava em outra situação complicada. Ao colocar sua mão sobre o punho do marinheiro ao qual agarrava o sabre, talvez por mera velocidade e falta de habilidade, ele não conseguiu conter o puxão que o soldado deu. Aquilo fazia com que a lâmina da espada rasgasse a palma de sua mão em uma forma linear e bem profunda. Após isso, com a dor o contendo, o mesmo colocaria sua espada frente ao pescoço de Jones, procurando imobilizá-lo ainda mais, pois agora, com o revolver em sua nuca e uma espada em seu pescoço, além de uma das mãos rasgada, ele dificilmente sairia daquela situação.

- Vamos... eu não quero lhe prender agora... só me ajude a sair deste inferno. – Sussurrou o “marinheiro” em seu ouvido, o forte bafo de rum queimava a orelha e bochecha de Jones a cada palavra dita por tal.

O rapaz caído no chão permanecia imóvel, ele suava frio e suas mãos não paravam de tremer, assim como suas pernas. Seu rosto era repleto de pânico e terror, além de sempre manter seus olhos esbugalhados. Talvez no calor do momento ele quisesse fugir, mas certamente pensava em como isso poderia dar completamente errado.

O vento continuava com seu trabalho, pairava pelos becos e ruas de Shells Town como quem não queria nada, o sol, ora, continuava queimando incessantemente como de costume, mas ali não, eles estavam entre as sombras de dois grandes prédios. Os civis, ainda na rua atrás, frente ao beco, dos três não percebiam o que acontecia, continuavam com suas ações inúteis e sem sentidos tais quais ratos perdidos que eram, o mesmo pode ser dito dos soldados, que arduamente se esforçavam em falhar continuamente em conter a população.

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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptyTer 08 Jan 2019, 14:35

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Post: 04 | Localização: Shells Town



O marinheiro de maneira impressionante lia todos os movimentos do velho homem, que se perguntou se ele era mesmo um marinheiro qualquer. Um rasgo se abriu na palma da mão de Jones e ele grunhiu no ato, criando um semblante de dor. — Grr. E ali estava, imóvel e a mercê de um super-humano.

Mas a situação se tornou ainda mais confusa quando o "marinheiro" se aproximou e sussurou algumas palavras no ouvido de Jones, seu bafo fedia a rum. Jones gostava de rum. — O que quer dizer com isso? Diria Jones, pensando um pouco enquanto apertava o ferimento de sua mão ao fechar o próprio punho, lutando conscientemente contra a dor. — Você não é um marinheiro, não é? Jones finalizaria com a pergunta, mas tinha suas duvidas. — Seja o que for, parece que não tenho muita escolha. Esperaria que o homem o deixasse livre e, se o fizesse, arrancaria da própria roupa uma tira de pano suficiente para amarrar ao ferimento aberto para evitar que mais sangue fosse derramado, uma mera medida provisória. Se continuasse preso, diria: — Suponho que irá me soltar para lhe ajudar. Para então repetir as ações anteriores.

Ficando livre, tentaria pegar a própria espada também, colocando-a na bainha antes de dizer: — E por que me impediu de roubar esse gordo? Apontaria para o homem gordo no chão, aparentemente em pânico. — Aliás, não se mova daí. Finalizaria, bastante irritado.
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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptyQua 09 Jan 2019, 00:48




I - Avante cães sarnentos!

Shells Town ~ 34º ~ 10:02



A situação parecia não mudar, mas certamente havia melhorado lá suas basicidades. Jones, agora, se encontrava em uma obrigação de vida ou morte, pelo que parecia, ele tinha poucas oportunidades de fugir ou revelar alguma intenção escondida de contrapor a vontade do “marinheiro”, mas até então preferia agir de modo ardiloso quanto a isso.

- Não, não sou, mas não quero que NINGUÉM saiba! – Disse elevando seu tom de voz brevemente enquanto frisava a palavra ninguém, como alguém que queria ocultar algo muito importante. – Se você me ajudar posse te dar alguma graninha.

O sujeito, bêbado por sinal, parecia estabelecer algum tipo de aposta com Jones, ele tinha firmeza em sua voz, o que era muito diferente de suas pernas, que bambeavam constantemente. Ele estava bem sujo e com algumas manchas de sangue, mas a farda da marinha estava impecável. Alguns detalhes da mesma não se encaixavam muito bem, porém era um uniforme adequado a quem queria apenas se “camuflar”. O bêbado continuava olhando para Jones esperando uma ação, também olhava para o sujeito caído no chão, porém não lhe dava tanta importância quando o homem a sua frente.

A rua parecia ter se acalmado, os cidadãos não corriam desesperadamente como antes, além de um relativamente grande número de marinheiros começarem a passar na mesma. Alguns até olhavam em direção ao beco, porém, talvez por se tratarem de meros soldados aprendizes, eles não davam a devida atenção. Ou talvez fosse apenas o uniforme roubado do bêbado que importunava Jones com pedidos e ordens inoportunas.

- Acho que vai ser chato de sair daqui. – Disse meio a soluços e refluxos. – Mas temos que chegar lá logo, seu verme.

O rapaz sentia a brisa em seu rosto, que além de lhe refrescar espalhava aquele bafo quente e insuportável de rum. O clima começava a esquentar, já era quase meio dia e eles precisariam continuar a evitar a marinha caso não quisessem ser pegos.

- Eu te impedi de fazer uma bagunça aqui, infeliz, você tem ideia de como este lugar é movimentado? – Respondeu Jones em seu típico tom inconstante. Ele não tinha firmeza em frases das quais não fossem ordens, apenas dizia o que vinha a sua mente assim como suas futuras ações.

O sujeito, embebido de álcool, procurava equilibro ao se apoiar nas paredes do beco, ele tinha pouco com o que se preocupar em seu corpo a não ser sua espada, agora já embainhada, e o revólver em sua mão direita. Ele usava seu braço esquerdo, a área do cotovelo, para se firmar na parede, além de flexionar levemente seu joelho esquerdo para buscar impulso suficiente para dar outro passo.

Sem dúvidas era uma situação difícil de lidar, e Jones teria de ter um bom tato e controle com tal.


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MensagemAssunto: Re: I - Avante cães sarnentos!   I - Avante cães sarnentos! EmptyQua 09 Jan 2019, 12:02

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A situação ficava mais maleável e favorável para Jones, que sorria com a declaração do suposto marinheiro. — Hoho. Então já começou errado, pois além de eu e você. Ele sabe. Diria com ênfase no "ele", apontando para o gorducho caído. — Quer apostar quanto que ele vai bater com a língua nos dentes e te dedurar? Ele precisa ser silenciado. A confusão parecia já se acalmar, e Jones ainda precisava de uma pistola. — Você faz o que quiser com ele, mas a menos que você tenha uma pistola reserva para me dar, não atrapalhe. Ou então, boa sorte para fazer o que quer que queira, sozinho. Diria, firme. Não bambeava em suas palavras, não temia nada além do mar. Avançaria outra vez em direção ao homem no chão, preparado para acossá-lo caso se esperneasse e para isso enfiaria uma bicuda em sua face. — Se alguém perguntar o que estamos fazendo, marinheiro, diga que ele é um pirata e tentou me atacar. Simples, use sua cabeça pra algo mais do que beber rum. Diria, buscando roubar a arma e coldre para acoplar no próprio cinto, tomaria as munições também depois de procurá-las nos bolsos do homem. — Sua chance de sobreviver é ficar calado. Diria para o gorducho, após o ato.

Se o marinheiro tentasse o interromper, desvencilharia-se do homem e diria: — Então me dá sua arma, seu merda. E se recebesse, de fato, a arma, guardaria-a no cinto com as munições e todo o resto citado anteriormente. — E então, em que precisa de ajuda? Tô precisando de uma grana mesmo. E um barco. Mas o barco eu consigo depois. Finalizaria, topando a parceria com o homem. — Vamos sair daqui primeiro. Jones era um líder nato, esperava que o cérebro do bêbado conseguisse assimilar ordens ainda. Procuraria uma saída para o beco diferente da qual usaram para entrar e sairia por ela caso a achasse, mas caso contrário sairia andando calmamente esperando que o marinheiro o acompanhasse. Tentaria esconder o próprio rosto com o chapéu que portava, projetando uma sombra sobre a face para passar despercebido pelo máximo de pessoas que conseguisse. — Suponho que um bar será um bom lugar para conversar. Recordaria das instruções da vendedora da loja "é só seguir reto" e seguiria pela rua por onde viera, procurando pelo bar para então adentrá-lo junto do "parceiro" e sentar-se em uma mesa. Se um garçom apresentasse-se a eles, diria: — Duas garrafas de rum. E dois copos. O bêbado fedia a rum, que por sinal era a bebida favorita de Jones. Quando a bebida chegasse, guardaria uma das garrafas no bolso de seu manto ou presa no cinto, ainda lacrada. E abriria a outra para derramar o líquido sobre os dois copos.

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