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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Caça e o Caçador

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 4 EmptyQui 27 Dez 2018, 15:53

Relembrando a primeira mensagem :

A Caça e o Caçador

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gian Claude Strauss. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 4 EmptyQua 27 Fev 2019, 17:28


A Caça e o Caçador
Em meus braços


Empático era a forma que me sentiria ao vê-la cambaleando de um lado para o outro, era nítido que a bela loira não estava bem e estava prestes a desabar, o quê me fez parecer um pouco idiota em fazer tantos questionamentos sendo que ela não podia me responder na hora, mas sabe como é, era uma maneira de puxar assunto com uma moça tão bela, e se eu não me engano, era a mesma selvagem que havia me ajudado, de certa forma, na ilha gelada de Fernand Mademoiselle, você está be... — Diria, logo após vê-la debruçar em meus braços, porém, antes disso com um semblante de que me reconheceu, na vez passada.

Ei! Você está bem?! — Diria com a mulher em meus braços, olhando assustado e surpreso para sua face e observando em seu corpo possíveis ferimentos.

Veria que de um lado do abdômen haveria uma espécie de lesão, e do outro, sangramento que me preocupava, o que me faria ajeitá-la em uma parte do meu corpo liberando minha mão esquerda, e colocar a mão em cima da ferida, tentaria ajuda-la, um ato premeditado de uma pessoa que não teria noção de muitos cuidados médicos.

Porra! O que eu vou fazer com você?! — Diria assustado e preocupado com uma pessoa em meu colo que poderia simplesmente morrer a qualquer momento, e raciocinando, isso me incriminaria fácil — Essa de fato não era uma maneira que eu a queria em meus braços, sivuple.

Enquanto procurava visualmente algum lugar, ou alguém que iria me ajudar, perceberia ao longe duas pessoas fardadas, que na hora pensei que poderiam ser tanto a minha salvação quanto o meu inferno, e se elas sugestionassem que eu havia feito aquele crime, até porque minha mão estaria completamente suja de sangue, nesse momento faria esforço para ver a palma de minha mão sem deixara moça cair, logo após voltaria a segurá-la.

É muito arriscado, não posso confiar em ninguém nessas circunstâncias — Sussurraria enquanto analisaria os possíveis fatores — Preciso cuidar dos ferimentos dela, e de quebra, perguntar se ela sabe de alguma coisa da ilha de Fernand, mas pra isso preciso de um médico...

Ajeitaria a mulher em meu colo em uma posição que tampasse a ferida com o sangramento, e deixaria deitada sugestionando que estivesse dormindo, para pessoas não perceberem, então iria segurar a moça pela reta passando pelo centro da cidade, se eu não estivesse enganado, desviaria de olhares e perguntas do que aconteceu, não olharia para trás e nem se quer iria correndo para não causar uma má impressão e chamar atenção da marinha, seria sutil, como um marido que estaria carregando sua esposa doente no colo até algum estabelecimento com cuidados médicos.

Caso conseguisse chegar até o local que teria uma placa indicando ser uma enfermaria, entraria no local sem pensar duas vezes e olharia ao redor para ver se não haveria algum oficial, e me posicionaria com os representantes do local.

Pardon, eu preciso de ajuda! — Diria forçando uma preocupação diante aquela moça e um semblante de quem estava desesperado — Minha esposa se machucou, ela está sangrando, por favor nós ajude!

Caso o(a) médico(a) ou enfermeiro(a) nos ajudássemos, logo levaria a loira até a primeira maca ou cama para repousá-la, e não sairia do lado da mesma demonstrando ser um ótimo esposo.

Resista, amor! — Diria sem largar a mão da mesma, logo depois voltando a atenção ao médico(a)  — Doutor(a), é grave a situação dela?!

Caso o(a) médico(a) ou enfermeiro(a) não nos ajudássemos, olharia com uma expressão séria, um semblante incrédulo mas revoltado — Não se nega um pedido de um homem viril!  Nós nos veremos em breve!  

Sairia do estabelecimento  até a loja de ervas esperando uma ajuda mais eficaz, mesmo que não seja na mesma intensidade do que em uma enfermaria, não haveria tempo para pensar com clareza, apenas usando as opções que teria.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 4 EmptyQui 07 Mar 2019, 14:08




Narração

Problemas


Tentando se livrar dos olhares dos curiosos, Strauss levou a garota embora. Inevitavelmente, os olhares dos guardas foram para a atenção que era chamada pelo homem carregando a mulher. De fato, não haviam visto o atirador, mas sentiam que algo estranho acontecia ali, algo que tinha de ser visto melhor. Enquanto isso, o homem já levava a garota em direção a alguma ala médica presente ali.  Vendo um estabelecimento pequeno, mas com uma pintura branca, clara, no lado externo, com portar de cor cinza, em um tom claro, o homem adentrou. — O que está acontecendo? — questionou uma enfermeira guardando algumas seringas que utilizava — Oh, entendo, entre, por favor! — falou ela — Não ligue para a bagunça, algumas presenças indesejáveis acabaram de sair daqui, mas ajudaremos sem problema.... — falou a mulher inspecionando a garota.

Algum tempo se passou. O tecido da roupa teve de ser rasgado, na direção do abdômen, onde ficou claro o ferimento que ela possuía. — Esse ferimento foi feito de alguma arma feita de vidro e... — pausando devido a um leve gemido de dor da loira, a análise prosseguia — Temos que tirar esses restos de vidros, talvez haja até um caco dentro do ferimento. Preciso que você pegue uma certa erva que precisarei, na verdade, duas. Vá na loja no fim dessa viela, a esquerda, em frente à loja de armas, traga um punhado de Mantiqueira e outro de apaga vela. O mais rápido! — afirmou a loira, médica responsável pelos primeiros socorros e análise do caso. O caminho seria limpo, até chegar na loja, não haviam muitas interrupções, ou pelo menos Strauss podia acha isso, achar até ter seu braço direito puxado.

— Onde está a loira? — questionou um guarda, olhando seriamente para o atirador — Ouvimos falar que um homem, barbudo, trajando algo parecido com você, passou com uma dama, loira, ferida. Onde está ela? — questionou mais uma vez, elevando seu tom. Junto a ele estava outro homem, ambos usavam uma armadura leve, com uma espada na cintura. Um estava muito próximo do homem, o outro a mais ou menos um metro e meio. O local era aberto, como uma pequena praça, onde haviam casas e na maioria estabelecimentos. Não tinha lugar pra fugir, a não ser pelas principais vielas, que era de onde veio, retornando para o porto, direção essa que estavam os guardas, ou a sua direita, indo em direção ao centro da ilha. As pessoas lentamente começavam a prestar atenção no que acontecia e em meio a elas estavam alguns membros do grupo que Strauss havia viajado. Rinaldi e a mulher que havia implicado com ele até aportarem, estavam vendo aquilo do fundo.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 4 EmptyQui 07 Mar 2019, 19:02


A Caça e o Caçador
Entrelaçados


Ao ver todos aqueles cuidados médicos com a loira me pegaria imaginando o que haveria acontecido para a mesma estar naquelas circunstâncias, ficaria em pé com os braços cruzados olhando apreensivo os cuidados da enfermeira, e aquilo me deixaria aflito em saber se aquela presença inusitada sobreviveria ou não para me dar respostas na quais procurava, minha mão coçaria para ascender um cigarro naquele momento, tanto que minha garganta ficaria seca e eu arranharia com um roncar, me segurando para não fumar em ala médica.

Arma de vidro?... — Me perguntaria ao ouvir os comentários da situação, e ao vê-la gemer de dor me aproximaria mantendo a expressão séria porem com os olhos arregalados de ansiedade — Não morra... — Sussurraria.

Assentiria em resposta ao pedido da médica, na verdade, no fundo ficaria confuso sobre os preços daquelas especiarias que a mesma me pedia, eram estoque daquela enfermaria? Ou eu teria que pagar do meu próprio bolso? Pois bem, não importava, eu preciso daquela garota viva.

Volto em alguns minutos — Diria olhando agraciado para enfermeira — E doutora, merci!

Logo sairia de dentro do estabelecimento, respirando fundo com um sentimento de confusão na cabeça, logo depois tudo viria a tona em meu cérebro de sair de uma ilha, passar um tempo em uma embarcação de mercenários, lembrar que aquela mesma garota loira selvagem era a mesma que me ajudou na ilha, o rastro de sangue vindo do capitão do navio no canto do barco, agora ela aparecer ali com estilhaços de vidro no abdômen, eram tantas informações... Eu não havia digerido tanta informação assim, em tão pouco tempo, e o mais cômico daquilo tudo era eu estar ajudando a loira, que antes me ajudou.

Pararia por um momento, fora da enfermaria, olharia para o céu e pensaria respirando fundo, com as mãos no bolso encostando no maço.

C’est la vie... C’est la vie! Sussurraria.

Caminharia para loja, sem chamar atenção e ajeitando meu agasalho pra tampar um pouco meu pescoço, ficaria calmo e tranquilo tentando andar em meio a movimentação sem chamar atenção, mas com os olhos ligeiros olhando para os cantos em qualquer movimentação brusca para próximo de mim ou qualquer uniforme que me lembrasse a marinha ou algo parecido, até que...

Que loira? — Responderia o guarda ao me interromper na caminhada.
Não estava com medo, ao contrário, estaria calmo, porém meramente apreensivo sobre o tipo de resposta que daria, até por quê, dependendo de qualquer coisa, eu realmente não fazia ideia do que estaria acontecendo, estaria parado ao ser praticamente interrogado.

Nesta ilha existem muitos barbudos, seigneur, não ache que eu sou o único que o senhor vai conhecer por hoje — Responderia o questionamento do guarda, com o mesmo tom de seriedade, porém, se me mover — Eu já te disse, não faço ideia de que loira você está falando!

Olharia calmamente ao redor, tentaria fazer um mapa mental de onde os homens estariam, a proximidade de mim, armas, a distância dos objetos que serviriam para me proteger, direções para possíveis rotas de fuga, forçaria minha visão, audição e capacidade mental para fazer tal coisa mais rápido possível, que também me surpreenderia por serem impulsos feitos pelo instinto, quase uma reação de proteção, isso ainda ausente do medo.

Seria pacifico, caso os guardas deixassem, apenas daria a resposta que me ajudaria a sair dali sem qualquer represarias, já que estavam armas para se proteger, e se não demonstrassem hostilidade apenas seguiria meu caminho, ainda sim indo para farmácia, sem demonstrar medo ou se quer apressaria os passos para não chamar atenção e parecer suspeito de algo.

Em casos se fossem necessário hostilidade e ser ofensivo, se algum dos dois guardas primeiro fizesse movimentos bruscos ou mostrassem a mínima intenção de me atacar com gestos, tentaria me aproximar o mais rápido possível do primeiro homem usando minha aceleração natural e minha coordenação motora com as mãos para tentar puxar a espada da bainha com a mão direita levando ela em formado de arco para ficar em guarda na direção do outro inimigo e, usando minha ambidestra deixaria meu braço em formato de arco preparando um soco focado no nariz do sujeito, com metade de minha força, sendo que a outra metade seria pra segurar um possível ataque vindo da retaguarda, realizando um soco com uma mão, virando meu corpo ao mesmo tempo com a espada em guarda para me prevenir de possíveis golpes, e caso não acontecessem, renderia o outro homem — Eu não sou fã de espadas, homens, porque não me dão um tempo e nos enfrentamos de homens para homens? Com devidas armas?! — Diria com um tom até sarcástico, esperando de fato uma rendição, caso não, executaria um e enforcaria outro.

Em casos de defesa levaria minha mão rapidamente usando minha aceleração natural ao possível braço no qual o guarda mais próximo de mim usaria para desembainhar a espada, seria sorrateiro e seguraria o braço antes mesmo do homem executar tal ato, levaria a mão dele dobrada para trás das costas, e com meu outro braço daria uma chave de braço no pescoço do mesmo, me colocando atrás de si, protegendo um pouco do meu corpo dependendo do tamanho do sujeito considerando meus dois metros, para servir de escudo humano, enforcando lentamente e deixando meramente asfixiado para perder a força Espero que nem pense em entrar em guarda com suas armas, mounsier, eu sou um homem calmo, porém, nem tanto — Diria com um sorriso, não com uma expressão psicopata, mas que passasse tranquilidade em relação aquela situação, que mesmo com tudo acontecendo, eu me manteria frio.


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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 4 EmptyTer 12 Mar 2019, 01:06




Narração

Combate


O confronto foi inevitável. Os oficiais não gostaram da maneira que Strauss havia falado, não estavam acostumados com tal insolência, em suas visões, e logo eram mais agressivos na abordagem, gerando uma retaliação do atirador. Sendo astuto, o homem sacava a arma do inimigo após sua aproximação acelerada e, com seu braço, socava o rosto do primeiro agora adversário. —Argh! — afirmou cambaleando com três passadas perdidas para trás —Seu maldito! — afirmava cerrando seus punhos enquanto se preparava para o próximo embate. Mesmo falando, argumentando, uma luta justa não seria possível. Para o bem de Gian, ao menos um dos inimigos estava desarmado, porém, o outro já sacava sua espada. Tentando se aproximar do segundo, o atirador dessa vez era surpreendido por seu azar.

— Tome essa, seu insolente! —afirmou o segundo inimigo, dando uma coronhada no pescoço o adversário afastava Strauss enquanto o outro o socava no queixo, fazendo-o cambalear para trás com três passadas. — Achas que fará tudo que queres, estrangeiro? Mostraremos como fazemos as coisas por aqui! — afirmou estalando os dedos caminhando em direção ao atirador. A situação estava complicada, mas não tanto. As pessoas assistiam tudo, se afastando, era um público a mais como expectador. Os inimigos começavam a se distanciar, um do outro, tentando cercar o protagonista. A um lado, estava o guarda desarmado, do outro, o guarda armado. Ao longe, Strauss podia perceber também Rinaldi, que passava pelo local e avistava aquela situação. A distância entre Strauss e os adversários era de cerca de dois metros. O cenário era o mesmo citado.

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