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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Caça e o Caçador

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 47
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MensagemAssunto: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptyQui 27 Dez 2018, 15:53

Relembrando a primeira mensagem :

A Caça e o Caçador

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gian Claude Strauss. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Minos
Civil
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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptyTer 29 Jan 2019, 20:19


A Caça e o Caçador 
Para cada gole, um trago!


Entendo... — Diria com um tom desconfortável na voz, tênue, e com um tema melancólico.

Pegaria o maço de cigarros e o isqueiro sem perder tempo, ainda durante a oratória do capitão, retiraria um dos cigarros de dentro do maço e logo-o ascenderia, tragando um pouco nos pulmões e logo pintando o ambiente e névoa branca.

Muito obrigado, sivuple, chá não faz muito meu forte, acho que sou calmo de natureza — Responderia aliviado segurando o cigarro aceso em uma mão e o maço e o isqueiro em outra, ainda sentado no chão observando o rapaz se retirar o local.

Um homem sensato, curiosamente sensato, porém me pareceu ser um sujeito gente boa, cada homem tem seus meios para se tranquilizar, eu? Prefiro minha nicotina, ela fode meu pulmão mas cai bem pro cérebro, alivia na hora, é uma beleza que só. Após deliciar do meu primeiro cigarro que eu me lembre, por esses tempos, procuraria algo para comer e logo após descansar um pouco.

Era nítido que o tempo havia passado desde que zarpamos da ilha de Fernand, completamente cheia de gelo e na qual não vou sentir um pingo de saudade, eu já estava a dias com esses piratas na qual eu não conheço completamente, mas foram um alívio já que me tiraram do sufoco, eu sou muito agradecido, principalmente a Rinaldi. Me levantaria do lugar onde me repousaria, e iria até o convés até a borda, para poder ascender mais um cigarro, resplandecer o horizonte e me sentir confortável em relação ao local, já que mesmo depois de tudo ainda me sentia um estorvo. Mais uma vez retiraria um cigarro e ascenderia, tragando e jogando no ar, coberto pela manta que Van Honrard havia me dado, e agora perceberia que estaria ao encontro dele, que me oferecia uma caneca de café.

Mais uma vez, obrigado... — Tomaria um gole merecido logo após puxaria um trago — Inocente? Pra ser sincero, eu não sabia nem que eles tinham ideia do que era uma arma... Que eu me lembre, vocês e a mulher bárbara são as únicas pessoas na quais eu encontrei naquele cubículo de gelo.

Perderia a atenção um pouco e olharia ao redor para observar o que a embarcação estaria fazendo, e o que eu vi me deixaria um pouco confuso e perplexo, pelo visto cada um deles tem uma função diferente aqui no navio, ou, cada um deles se foca para poder ter uma força de batalha diferente. Aquela mulher que antes havia tido desavenças comigo parece que é focada em toxicologia, o quê me interessava, a de fones não largava as músicas mas estava mexendo com... Com... Eu não sei muito bem o quê era aquilo, até semicerraria os olhos para ver direito, seriam armadilhas para animais, mas pra quê? Eu não saberia e nem fazia ideia. E por fim, o caladão... Ainda era caladão, na dele.


Inicio do Aprendizado de Perícia: Criação de Projéteis


Então você sabe como fazer projéteis? — Responderia intrigado com as palavras do rapaz, enquanto jogava um pouco de névoa para o ar — O julguei mal, monsiuer, eu não esperava que você soubesse esse tipo de coisa.

Existem várias coisas que você não sabe sobre mim — Diria Rinaldi, sorrindo mas de uma maneira diferente dessa vez, com um certo tom de maldade no ar — Strauss.

Ah.. É... Monsiuer.. — Sairia da borda do barco confuso levantando as mãos e até deixando a manta cair no chão — ... Não é bem assim, eu não gosto de... É que... Olha sério, eu prefiro moças jovens, sabe? É meu estilo, desculpe.

O QUÊ?! — O loiro se assutava, também levantaria as mãos e se afastaria de mim não me dando as costas — NÃO É BEM ASSIM, TÁ MALUCO!

Nós dois estávamos andando para trás até o que o loiro caiu no chão, de costas, com as pernas para o ar e sem derrubar um pingo de café no chão, eu apertei as sombrancelhas e franzi o bigode apreensivo se ele havia se machucado, mas como era comum, logo após ele se levantava, tirando a poeira das suas vestes e tomando um gole.

TÁ TUDO BEM! — Rinaldi dizia — TÔ LEGAL! — Ele voltava a tomar um gole de café, pela terceira vez, mas eu sugeria que era para disfarçar o constrangimento — Olha, se nossa conversa acabou e você está confortável aqui, eu já vou indo!

O garoto logo tomava a dianteira caminhando para os interiores da embarcação até que eu não consegui me conter, agi por impulso — ESPERA! — Gritei enquanto ele parava instantaneamente — Hm? — Van Honrard virava a atenção para mim, dessa vez, definitiva.

— Para ser sincero, eu nem tenho certeza se eu sou um atirador, porém eu tenho memórias corporais de armas em minhas mãos, eu sinto a sensação... Eu ainda não tive a oportunidade de testar, mas se for verdade, acho que vou precisar aprender como produzir minha própria munição, certo? — Eu diria confiante, mesmo não sabendo muito o que eu estava fazendo.

Sério? Por essa eu não esperava — O fã de café virava para mim, coçando o couro cabeludo com o fundo da caneca, milagrosamente ainda sem derrubar uma gota — Olha, eu meio que me sinto responsável por você, mesmo você sendo mais velho, até por quê eu que tirei você de Fernand, fiz você entrar na embarcação temporariamente, e se eu deixasse você ir sem uma forma de se proteger, acho que me sentiria culpado pelo resto da minha vida.

— Como eu imaginei, você é um bom rapaz... — Eu respondi assentindo com a cabeça e mostrando respeito — Quando começamos?

Agora! — Respondia Rinaldi, feliz — Na verdade, as coisas que eu ia fazer não eram tãaao importantes assim, e sei lá, eu gosto de bancar uma de professor, vamos?

Eu não havia perdido tempo e logo acompanhei o rapaz, nós fomos até uma espécie de sala no interior do navio, eu acho que deveria ser os aposentos do garoto já que existiam coisas jogadas pelas paredes e pelos móveis típicas dele, tipo garrafas de café, roupões e livros, diversos livros, eu acho que vi também uma espécie de mesa de trabalho para construir várias coisas, com algumas matérias primas em vidros e um baú aberto com umas maquinarias estranha e pedaços de coisas, eu acho que vi uma pistola  ali.

Então Strauss pode sentar onde achar melhor, até no chão se preferir — Ele dizia sem perder tempo puxando uma mesa grande para o nosso encontro — Como você pode ver, eu sou muito fã de café e isso me torna hiperativo demais, então, durante a aula se eu atropelar as palavras peço que me avise.

Ah... Eu... — Gaguejaria sentando em uma espécie de caixote que estava atrás de mim.

O.K! Já que você entendeu, se liga nisso... — Ele pegava um dos livros jogados pela cama dele e colocava em cima da mesa — Esse é um livro que eu achei no West Blue, ele é rico em informações de armamento, foi o inicio da minha curiosidade sobre munições e pode forrar o espaço para nossa aula.

Eu logo peguei aquele livro, observei logo a capa que tinha um título engraçado "O quê matam são as pessoas, não as armas vol.2" com várias armas e munições jogadas em cima da mesa, uma capa com um tema coerente com seu conteúdo e parecia que foi escrita por um tal de "Richard, o Cruel".

Que nome engraçado, sivuple Franzia a testa ao ler o título — Quem é esse Richard?

Eu sei lá — Ele respondia, puxando um caixote e sentando no outro lado da mesa — Vamos ser o mais rápido possíveis com essa aula, não quero que o capitão sinta muito nossa falta. Então, foca na página 37, capítulo 2.

Logo eu abri a tal página e fiquei curioso com seu conteúdo, não era algo comum em qualquer livro, porém, era um livro incomum de um sujeito incomum.

O quê matam são as pessoas, não as armas vol.2:
 

Monsieur, você está me ensinando sobre balas para arma de fogo?— Perguntei na intenção de deixar concreto o quê estávamos fazendo.

Bom... A principio é o inicio padrão do ensinamento de munições, armas de fogo, o quê é mais comum entre os atiradores, você usa esse tipo de munição, correto? — Ele me perguntava.

É... Sim, vamos continuar, certo — Afirmei.

Strauss, entendeu os princípios básicos? A diferença do cartucho, do projétil, como ele é disparado e quais os fatos que realizam isso?  — Agora professor, me perguntava com um tom mais sério do que antes.

Eu sei diferenciar o cartucho que serve para guardar os projéteis da munição da arma, dos então, projéteis que são disparados pela própria arma... Mas, fatores que realizam isso? como ele é disparado? Mesmo lendo ainda não é tão fácil assim... — Afirmei novamente.

Olha, me empresta o livro, por favor  — Agora em mãos do professor — Na segunda estrofe fica bem claro... O projétil é uma massa, em geral de liga de chumbo, que é arremessada à frente quando da detonação da espoleta e consequente queima do propelente. É a única parte do cartucho que passa pelo cano da arma e atinge o alvo....

Acho que eu entendi, o pino da arma? — Respondi.

De fato... Sim, mas estamos falando de termos técnicos, olha  — O loiro então se levantava e ia até o baú, logo retirava um revolver e voltava a mesa, tirava o tambor e puxava o ferrolho para trás — Tá vendo? Aqui que o projetil fica, e essa é a espoleta que faz a detonação no chumbo, saca?

Ah sim... Ficou melhor agora — Respondi novamente — E os motivos para isso acontecerem?

Olha... Para arremessar o projétil é necessária uma grande quantidade de energia, que é obtida pelo propelente, durante sua queima. O propelente utilizado nos cartuchos é a pólvora, que, ao queimar, produz um grande volume de gases, gerando um aumento de pressão no interior do estojo, suficiente para expelir o projétil — Ele colocava a arma na mesa e indicava no livro, ressaltando as estrofes — Como a pólvora é relativamente estável, isto é, sua queima só ocorre quando sujeita a certa quantidade de calor; o cartucho dispõe de um elemento iniciador, que é sensível ao atrito e gera energia suficiente para dar início à queima do propelente. O elemento iniciador geralmente está contido dentro da espoleta...

Puxou o gatilho, queimou a polvora, explodiu e lançou o projétil para frente? — Respondi novamente — É isso?

O princípio? — Ele perguntava olhando para mim — Sim! Mas se quiser fazer algo customizado com isso precisa dominar melhor seu entendimento em relação a partes diversas

Pega leve monsiuer Respondi — O perito aqui é você...

Pula para página 42 — Ele dizia tomando um ar — Por favor, vamos encurtar um pouco as coisas.

Não vai me fazer falta não? — Respondi retirando um dos cigarros do meu maço, no bolso, acendendo e jogando fumaça para o ar — Nas páginas que pulamos, claro...

Não, relaxa — Rinaldi dizia balançando o ar para dispersar a fumaça — No fim dessa aula você só vai pegar a base, se aperfeiçoar fica com suas tentativas.

O quê matam são as pessoas, não as armas vol.2:
 

É tanta coisa escrita... Tanta informação que eu fico até vesgo de tanto ler — Respondia com a visão um pouco cansada de tanto ler e memorizar.

Está cansado? — Rinaldi dizia prendendo a risada — Companheiro, eu tive que ler isso tudo umas 8 vezes, seguidas, para hoje poder estar te ensinando, não é fácil mesmo.

Imaginei... sivuple Respondia puxando um tanto considerável de fumaça para os pulmões e me sentindo mentalmente cansado.

Straus... — Rinaldi dizia pegando um projétil dentro do baú também — Sabe me responder quais são as três partes de um projétil?

Corpo... Ponta... E... — Respondi ameaçando olhar no livro.

Logo o loiro colocava a mão em cima de onde estava explicado as separações.

Não... Tenta aprender sendo intuitivo, não memorizando, se você aprender vai ser melhor do que memorizar — Ele me mostrava bala, segurando entre seus dedos  — Tá vendo? As três partes são denominadas Ponta, Base e Corpo. São partes fundamentais para você diferenciar na hora de criar sua própria munição, se você confundir elas talvez pode até criar uma bomba se colocar pólvora demais... Cuidado!

Isso é um fato que eu vou lembrar, com certeza — Dizia jogando as cinzas no chão e pegando a bala da mão dele — Interessante a separação de cada parte, como o corpo se desprende da ponta na impulsão... —

É legal, não é?— Ele me respondia — Mas vamos continuar... Dê uma lida nessa parte que nós vamos fazer algo diferente agora.

Estranhamente Rinaldi levantou, e mais uma vez enfiou sua cabeça no baú de bugigangas, e eu não pude fazer nada além de continuar lendo e diferenciando partes de uma bala e afins, eram realmente fatos importantes na criação de um projetil balístico, e futuramente serviria para eu modificar algumas partes dela, mas por enquanto minha criatividade não era tão grande para imaginar tais coisas, já que era difícil suficiente criar uma padrão, quanto mais uma bala modificada.

Strauss...— Rinaldi sentava na mesa comigo novamente, empurrando um pouco o livro e colocando um pano, que ao desenrolar pude ver um pote com um pó, corpos de balas e pontas ocas — Que tal irmos direto para parte prática? Com o livro na mão e com um pouco de prática eu acho que você vai ao menos conseguir fazer uma.

Não me sinto nada confiante em relação a isso, monsieur, mas já estou cansado de ler — Respondi puxando um pouco livro para mim e dando minhas últimas tragadas no cigarro, já que, fogo e pólvora não daria certo.

Aqui nós temos pólvora... Corpos, base e pontas— O fã de café indicava o quê era o que — Eu quero que você crie apenas um projétil funcional, não tenha pressa, porém consulte o livro para ter menores erros, você já tem o ensinamento suficiente, eu acho que consegue.

O.K! — Respondi colocando fim ao meu cigarro, apagando e jogando-o no chão, o quê era estranho já que Rinaldi não brigava comigo.

Comecei pegando a ponta, coloquei bastante pólvora nela, fazia pausas fazendo isso para ver a reação do loiro professor, que era como uma porta, então, eu simplesmente continuava. Logo eu peguei a base, tentando-a encaixar na ponta.

Algo de errado não está certo — Retrucou o rapaz.

O quê?! — Respondi indignado.

Olha direito no livro para ver se a ordem está certa. — Retrucou o rapaz.

Logo voltei a dar uma olhada no livro, e de fato, a ordem estava completamente errada, o quê me fez ficar constrangido de errar tão miseravelmente na frente do meu professor, que não expressava nada, e isso me fez ficar curioso em relação a quantidade de pólvora.

Base. Corpo. Ponta, quantidade de pólvora certa? — Respondi indignado mais uma vez.

O loiro apenas assentiu que sim com a cabeça, dando espaço para que eu pudesse continuar. E de fato continuei na ordem certa, colocando uma quantidade considerável de pólvora.

Acho que terminei — Respondi.

Quer testar? — Retrucou o rapaz colocando o tambor da arma no lugar e entregando em minhas mãos.

Seria bom, né — Respondi encaixando o projétil no espaço vago no tambor — Encaixou certinho, você é perspicaz em, monsieur.

Antes que eu pudesse tomar qualquer atitude, ele assentiu que precisávamos testar lá fora, já que, antes de disparar em qualquer lugar dentro da embarcação, por isso, voltamos até o convés. Eu estava confiante, engatilhei o revolver e mirei para o mar.

Torça para que tudo dê certo, O.K? — Rinaldi dizia com um sorriso maléfico, como esperasse que algo desse errado.

Eu ignorei a atitude estranha do meu professor, e me certifiquei que não havia ninguém vendo ao nosso redor, mirei nas ondas e apertei o gatilho e... Como Rinaldi esperava, ouvi apenas um estouro, vestígio de pólvora na minha mão e fumaça saindo do cano sem ter saído nada.

PORRA! — Respondi assustado jogando a arma no chão do convés e sentindo um ardor de leve, mas porém queimado.

Strauss... É sério, você realmente achou que com aquele tanto de pólvora na ponta não estouraria na fricção? — Loiro ainda dizia com o sorriso na cara, segurando o riso.

E você não me avisou? — Balancei a mão afim de dispersar o ardor e voltei a pegar a arma, para voltar a sala e tentar de novo, sem esperar meu professor, que ficou para trás.

Retornei a fazer o mesmo processo, porém, analisando minuciosamente, no auxílio da consulta ao livro, mesmo não citando a quantidade necessária de pólvora pude ter uma ideia deduzindo a quantidade anterior, novamente capsulei todas as partes da bala, coloquei no tambor e voltei ao convés, no encontro de Rinaldi que observava o mar.

Ainda quer ver? Sivuple Disse agressivamente mirando para as ondas, mais uma vez, porém agora confiante.

Claro, você que manda Strauss — Meu professor agora se mantinha calmo com uma expressão neutra.

Me preparei estralando o pescoço, movimentando para direita e para esquerda, segurei o cabo da arma forte e respirei fundo disparando contra a água... E dessa vez, tudo ocorreu bem, tirando a parte do som do disparo foi um pouco maior que o padrão, talvez devido a quantidade pouquíssimo maior do que a comum.

Parabéns, você conseguiu fazer o básico do básico — Rinaldi estava feliz, retirando a arma da minha mão com medo de dar alguma coisa de ruim — Se você treinar um pouco mais, acho que vai conseguir a perfeição, e só aí, você vai conseguir fazer munições customizadas.

Básico? — Respondi extremamente surpreso e exausto — Esse sufoco todo pelo básico? Mas você vai me entregar o livro, não é?

Claro que não! — Ele respondia sorrindo — Você aprende rápido, Strauss, mas para ser perito é bom que você tenha gravado, e não ter nada consultando vai obrigá-lo a exercitar muito mais vezes.

Desgraça... — Retruquei sentando no convés e escorando as costas na parede, cansado e retirando mais um cigarro do maço.

Exercite-se para ser um profissional! — O loiro descia novamente para o interior do barco com a arma soltando vapor em mãos, dando um "belezinha" com a outra.

Fiquei sentado observando ele voltar a sala de treinamento, mentalmente exausto puxando fumaça para o pulmão, pensando um pouco e tomando um folego para não perecer depois de tanto estudo, porém, bem aproveitado.


Fim do Aprendizado de Perícia: Criação de Projéteis




Rinaldi... — Chamaria atenção dos rapaz, enquanto ainda fumava o cigarro e tomava café — ...Você pode me dizer algumas coisas... E pode pegar um cigarro se quiser — Puxaria o maço para o rapaz deixando a ponta de um cigarro para fora, caso ele não aceitasse apenas guardaria — Na verdade, me esclareça o quê está acontecido? — Faria um tom confuso e olharia sério para o loiro — Me diga, quem são vocês... Assim, na real? Cada um de vocês, eu digo. Quem era aquela selvagem? E o quê tem em Lvneel? — Voltaria a olhar o mar e dar mais algumas tragadas — É horrível estar sem memórias, não contribuir para minha estádia aqui... Eu me sinto um recém nascido por não ter noção de nada. Mas de uma coisa é fato, eu preciso me defender, Van Honrard, como eu consigo armas?


Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptySab 02 Fev 2019, 15:58




Narração

Viagem pt3


Após falar com o chefe e chegar a Rinaldi, Strauss passou grande parte do tempo no aprendizado com o rapaz loiro. Não se sabe quanto tempo se passou, mas a noite já estava instaurada e aproveitando dessa calmaria, o atirador questionou o loiro sobre o grupo no qual ali estava inserido.  — Não fumo, desculpe e obrigado — respondeu o loiro — O que tá acontecendo? Estamos aqui, conversando, cansados, talvez... É isso que está acontecendo! — riu ele, até ser questionado novamente, perdendo todo o seu sorriso e ficando mais pensativo — Tem coisas que não posso falar, sinto muito, mas como somos mercenários, nos pagam para apagar pessoas ou resolver situações. Quem nos pagou para apagar ela deve ter seus motivos, isso quem fica responsável é o chefe, nós apenas viajamos pelo mundo, fugindo de nossos medos e ganhando dinheiro! — sorriu ele, respondendo — Armas só na ilh... Só na ilha... —falou o loiro antes de cair, cansado.

O dia vinha amanhecendo. O chefe, já acordado, tomava seu chá, olhando para o horizonte. Os demais tripulantes lentamente despertavam, inclusive a dama, que tomando um pouco de café, lia seu livro. O rapaz, relaxando, aparentemente fazia yoga para descansar seus músculos e mente. Ao longe, muito distante, o vislumbre do que seria uma ilha era visto.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptyDom 03 Fev 2019, 13:58


A Caça e o Caçador 
O mar parece infinito, se você olhar para o horizonte


Entre vai e vem de conversas entre mim e Rinaldi, as vezes eu podia perceber coisas estranhas, eu realmente não sabia do por quê ele me tratava tão bem, será que ele tinha segundas intenções em mim, do tipo, gosta de homens mais velhos, mas eu não sei se eu falaria isso para o cara que salvou a minha vida — Ei monsiuer, você curte homens? Eu não sei se você percebeu... Eu sou completamente fã de garotas maiores de idade, não é como se eu tivesse preconceito... Mas é que, sabe? Não faz minha praia — Estaria pensando, com o semblante de paisagem, mas ainda ainda sim presente na conversa.

Você não fuma? Desculpe — Eu responderia ao vê-lo recusar minha oferta — É... Talves seja, sivuple Observaria o mar enquanto o rapaz diria do quê seu grupo realmente era capaz de fazer, e aquilo, me deixa inquieto de quem eles realmente eram — Pagam vocês para apagar alguém? — Viajava entre as minhas ideias durante a oratória do loiro  — Então vocês ganham dinheiro para fazer trabalhos para os outros, são livres pelos mares e ainda sim sempre junto de uns aos outros? Interessante... — Comentava ao fim da palavra do homem.

Após ver Van Honrard desmaiado de sono, ainda fiquei olhando o mar quebrando contra o casco do navio, e isso era quase sincronizado com as tragadas que eu dava em meu cigarro, que estava pela metade já.

Então eles são mercenários? — Eu diria após uma longa pausa de fumaça no ar — Ganhar dinheiro fazendo trabalhos, sendo livre, e não dependendo de ninguém? Essa seria uma boa para mim — Olharia para Rinaldi desmaiado de sono, a embarcação dentro do navio, e logo após o céu — Talvez eu não fosse tão diferente deles... Eu poderia ajudá-los, sivuple Logo jogaria a bituca de cigarro no mar, e deitaria ali mesmo para descansar.

[...]

Após ver o dia amanhecido, olharia para o mar deslumbraria a visão de uma ilha no horizonte, e isso me encheu de confiança para tomar uma decisão, que era quase uma recompensa para os integrantes da embarcação. Após levantar, iria ao encontro do chefe, sem querer atrapalhar a rotina matinal do mesmo.

Eu gostaria de pagar minha estadia nessa embarcação, chefe — Diria com um sorriso na face — Quero participar do próximo trabalho naquela ilha ali — Diria apontando para o horizonte, caso pudesse ser visto o formato da ilha se formando — Ela é Lvneel? Eu não faço ideia... Mas quero ajudar vocês, mas antes disso, qual é o seu nome, meu chefe? — Olharia confiante para o homem esperando uma resposta simples e decisiva.

Caso fosse negado, apenas voltaria na embarcação e ascenderia outro cigarro esperando o mais rápido possível zarpar para descer na ilha mais próxima.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptyQui 07 Fev 2019, 02:23




Narração

Viagem pt4


Ao amanhecer, Strauss procurou o chefe tentando pagar de alguma maneira a sua estadia naquela embarcação. Era manhã e o atirador não havia aproveitado nada do café da manhã. O moreno, intitulado o chefe, serenamente como sempre, tomava seu chá até ser interrompido pela conversa animada do estranho que estava em sua embarcação. Ouvindo palavra por palavra, ele apenas esperava o mesmo terminar, sereno, para enfim poder se posicionar. — É uma bela postura sua, senhor atirador, porém, não precisamos de mais um no grupo. Já estamos bem sozinhos... — bebendo um gole de chá, ele ignorava totalmente Gian por alguns segundos, mas retornando seu olhar para o homem, ele continuava seus dizeres — Ali de fato é Lvneel, estamos chegando, lá, cada um irá para o seu lado, é claro se todos conseguimos aportar bem... Procure algo pra comer, homem, tenho algumas coisas a fazer — dispensou o chefe, voltando para seus aposentos, calmamente como até então.

Lá em baixo havia uma pequena mesa com alguns alimentos. Algumas maçãs, leite, café, tudo que um café da manhã simples tinha. A mulher, encarando mal Strauss, preparava tudo ali. Os tripulantes comiam, esguios e distantes como sempre. A garota, comia lendo novamente seu livro, como de costume. O rapaz, preparava o creme de urso ártico no seu bolinho de aveia. Rinaldi, com uma garrafa de café na mão, apenas via tudo que ali acontecia. — Oh, olá senhor galanteador! — riu o loiro — Tá com a moral toda hein, mas relaxa, se alguém gosta de velho, é ela! — falou, apontando para a mulher que arrumava o café, que sem perceber, não dava bola para o que o loiro proferia. A cada minuto, a imagem da ilha ficava próxima da embarcação.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptySab 09 Fev 2019, 11:09


A Caça e o Caçador
O que você está lendo:


Obrigado, não é comum que eu me prontifique assim para ajudar pessoas do nada... Mas é que... Eu meio que sinto que devo isso a vocês, monsieur, até por quê um homem viril não esquece das dívidas que tem com ninguém — Responderia um pouco frustrado e chateado por não ter conseguindo pagar minha dívida, porém, aliviado por ter dito aquelas palavras — Certo, então eu desço em Lvneel.

Voltaria com as mãos nos bolsos e com o sentimento de frustração aflorado, pois em minha percepção chegaria a ser incomum e estranho aquela tripulação fazer tanto por mim e se quer não pedir nada em troca? De fato alimentava minhas paranoias e tirava a sensação de conforto, mas, eu não tinha muitas opções a não ser esperar que esse navio aportasse nessa nova ilha, e pelo tanto que consegui de informações da mesma deve ser uma ilha bem movimentada, talvez eu ache respostas lá e um lugar para ficar por enquanto, já que depois de descer desse barco, estou sozinho novamente.

Iria até o encontro do resto da tripulação, com a face séria e olhando com visão de cansado para os mesmos, porém, não contribuindo para um ambiente estranho entre aqueles mesmos, sentaria próximo de Rinaldi e colocaria alguns alimentos em minha frente, como um pouco de café para para me acordar, e comeria algumas maças também para me deixar acordado.

É monsieur Van Honrard, minha estadia dentro dessa embarcação está acabando, solicitei ao seu capitão que pudesse pagar minha dívida em um trabalho, como você me disse — Tomaria um gole servido do café fresco de Rinaldi — Mas acredito que existem divergências entre nós, seu grupo está completo e eu acho que também não poderia contribuir muito para tripulação, até por quê... Eu não tive ainda um frenesi de batalha, não mostrei meu potencial ainda.

Perderia um pouco a atenção na oratória com meu amigo loiro e voltaria aquela mulher na qual não dei muita importância, até esse momento, para mim o corpo dela era fenomenal e não havia percebido nas feições de seu rosto, aquilo tremeu a minha base de uma forma que queimou todo meu interior como o fogo do abismo, adrenalina subia no meu sangue até meu cérebro e me fazia se tornar o bobão esgueirado que eu era ao ver uma mulher tão linda daquela forma. Me levantaria e aproximaria calmamente dela, procuraria sentar ao seu lado e ver a capa do livro que ela estava lendo.

pardon eu não pude deixar de notar sua presença — Diria jogando os olhos um pouco de canto para ela não perceber o desvio de atenção repentino e sussurraria — Por mais que eu tenha feito isso até agora... — E voltaria a ter atenção completa aquela mulher, era nítido meu interesse na mesma e também no que ela estava lendo — Minha linda... Me diga, você é maior de idade? Isso pode parecer uma pergunta boba agora, porém, ela pode salvar vidas em algumas circunstâncias, sivuple, assim como saber seu nome... Eu sou Gian Claude Strauss... — Jogaria um sorriso entre o bigode para disfarçar e quebrar o gelo, já que, eu tinha uma noção da vergonha que eu passava as vezes, mas minha chama e força de vontade era maiores que a acomodação.

Caso a garota ainda estivesse lendo o livro sobre toxicologia demonstraria estar cada vez mais interessado, já que, de alguma forma parecia ser algo totalmente útil, até porque quando eu sair daquela embarcação eu estarei sozinho, não seria nada mais sensato do que saber que tipo de plantas eu possa comer ou não..

Sem parecer muito estranho, mas eu fiquei inconformado sobre o livro que você está lendo, do tipo, como alguém sabe diferenciar o quê é tóxico do que não é? Eu sempre tivesse essas dúvidas, assim, se você quiser saná-las... — Diria com um tom calmo, tentando quebrar o gelo e ser convidativo, demonstrando meu interesse na leitura da garota, e assim se der, conseguir um beijo talvez — A menos que não seja um estorvo para você, se você quiser, eu posso ir embora, até porquê minha ilha está chegando mesmo...

Caso a garota aceitasse ficaria ao lado da mesma prestando atenção em suas palavras, dividindo-o em admiração pela beleza da mesma e pela curiosidade daquele tema abrangente e que futuramente me pareceria útil, mas caso ela não aceitasse, me despediria de Rinaldi e iria para o convés novamente para resplandecer o mar e sentir a brisa em meu bigode, meditando sobre o quê eu acharia naquela ilha.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptyTer 12 Fev 2019, 17:54




Narração

Viagem Pt6


— Entendo — comentou o loiro — Mas quem sabe você não fica né? Agora vou cuidar em umas coisas. Fique à vontade, sir barba! — riu o jovem, se retirando. Ali, o homem avistou a garota que lia um livro um tanto quanto interessante para ele. Talvez tão interessante quanto a própria garota. Se era certo ou errado esse pensamento, o atirador descobriria posteriormente.  Caminhando em direção a ela, todos estavam atentos a sua movimentação, mesmo que embora não demonstrassem isso, e nem que ele também percebesse. A garota, o vendo, inicialmente o ignorou, até no inicio onde ele tentava conversar com a mesma.

Conversando com a garota que não queria muito papo, Strauss acabara por tocar em seu ponto fraco sem ao menos imaginar isso.  Ao querer saber mais do que ela gostava, de início o homem havia lhe deixado envergonhada. Era a primeira vez que alguém havia se interessado pelo que ela gostava, ou ao menos, alguém relevante que havia gostado. Um pouco envergonhada, a garota respondia Gian de maneira bem fofa. — E-Eu não sou... — comentou — Mas mesmo assim posso te explicar tudo que sei! — continuou, subitamente. Ensinando tudo que sabia sobre Toxicologia, a garota não se deu conta, nem ao menos o atirador, mas as horas passaram que quando menos se percebeu, já era noite. Do mesmo dia? Não saberiam, porém, cansada, ela apenas cochilou no ombro do atirador, que ali, tinha a opção de sair e comer algo, tomar algo ou apenas fumar, ou então descansar para que no próximo dia, mas aventuras pudesse aproveitar.

— Bem, ele ficou tempo demais aqui — comentou o chefe, falando com Rinaldi sem que Strauss percebesse. Calmo como sempre, o homem tomava chá enquanto olhava para o horizonte. A ilha estava mais próxima dessa vez. — Não me entenda mal, não podemos perder tempo com ele. Lá ele descerá e iremos em busca do nosso algo, se não que se tornará procurados por eles serão nós... — comentou o chefe, se retirando. Triste, o loiro via o homem descansando com a garota em seus ombros. Por ele, Strauss não teria que ir embora. Como falar isso, o garoto teria que pensar. Comendo, estavam os outros dois tripulantes relevantes. A mulher e o garoto. Ambos calados. Rinaldi estava mais próximo da cabine, onde estava o chefe.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptyQui 14 Fev 2019, 13:54


A Caça e o Caçador
pardon, mon chéri


Eu havia enfim conseguido o quê buscava, consegui de fato a atenção daquela jovem garota que se propôs em me dar seu tempo para me ensinar a artes da Toxicologia, o quê para mim futuramente seria de grande mão já que alguém perdido e sem memórias é propício a se meter nas piores das piores enrascadas, onde essa palavra na minha época era moda. Não haveria percebido que o tempo passou tão rápido daquele jeito, em meios a ensinos e dificuldades de aprender, porém, não de memorizar, o véu da noite já havia chegado, e com isso enfraquecia meu bigode, me forçaria até a bocejar próximo aquela menina envergonhada, que com pouca reação, deixaria se repousar em meu ombro.

Hmmm, por essa eu realmente não esperava mademoiselle Diria me ajeitando no lugar onde estávamos para ela ficar mais confortável em meu ombro — E eu podia jurar que para mim, eu era um estorvo, e todos vocês me ignoravam, tirando o Rinaldi, é claro...

Observaria ali, tão próxima, tão aconchegada a mim, poderia sentir o aroma do seu perfume e isso aqueceria meu interior como uma fogueira com fogo médio, não ainda ser uma atração física na qual me faria vontade e de tê-la na minha cama hoje, mas algo que me lembraria do meu passado. Ajeitaria a garota para que o rosto dela pudesse repousar em meu peito e ficaria com os braços abertos, colocando a canela apoiado sobre meu joelho em uma posição de relaxamento total, completamente despojado, olharia para frente como se estivesse resplandecendo o pico de uma montanha, e a distância de mim e das colinas, buscaria no fundo da minha mente memórias na qual meu subconsciente relutava em me entregar.

[...]

Querido... Qual vai ser o nome dela? — Uma mulher me dizia com uma voz calma e baixa, quase sussurrando, e aquilo em trazia um sentimento de paz.

Eu estava em uma sala, modesta e com um tom rústico de madeira, a única iluminação que eu podia perceber era de uma lareira acesa próximo a mim, estava sentado em um sofá, com os braços aberto escorados no mesmo, uma perna dobrada em cima da outra despojado em tal e uma mulher repousava sua cabeça em meu peito, deitada, com uma manta encobrindo algo, que eu podia perceber se esforçasse um pouco que era um bebê, enrolado na manta como um casulo.

E então, qual será o nome da nossa princesinha? — A mulher ainda me perguntava, com aquele mesmo tom na voz de conforto e paz.

Eu sorri, involuntariamente, levando uma de minhas mãos aquele enrolado de criança e ajeitava de um modo que podia ver seu rosto, e Deus, como ele era lindo, olhos cintilantes como estrelas, e um sorriso idêntico ao meu, quase transbordando uma aura de inocência e paz de espírito.

Ela tem cara de Marjorie... — Eu dizia, pude perceber no meu tom de voz que estava gratificado por ter aquela imagem.

Nossa pequena Marjorie... Graciosa como a mãe e guerreira como o pai... — A mulher dizia olhando incessantemente a criança, pude perceber que ela estava sorrindo, e aquilo era como prazer puro em minha mente.

A neném grunhia, e isso deu para entender que foi um sinal na qual ela gostou do nome, e eu e aquela mulher ríamos surpresos pela resposta da criança.


[...]

Voltaria a mim, recobraria a atenção e balançaria a cabeça em sinal de dispersão das ideias, e sem que eu pudesse perceber, sentiria pingos caindo sobre meu peitoral e quase encostando na garota que estaria dormindo, lágrimas desceriam pelos meus olhos de homem viril e me levantaria lentamente sem que ela pudesse perceber e iria até o convés mais uma vez, com passos largos e rápidos, porém, sutis para ninguém perceber que eu estava saindo de meu cômodo. Já no espaço livre e amplo da embarcação, iria até a borda e retiraria um cigarro de meu maço e colocaria o isqueiro em outra mão, olharia para ilha se aproximando e respiraria profundamente deixando lágrimas cair sobre meus olhos no mar, assim, não fazendo diferença.

Meu coração estaria arrasado, isso forçaria o sono a passar, eu estava sentindo a falta de pessoas que nem mesmo eu saberia quem eram, eu estaria me sentindo inconformado por não saber quem eu realmente era, de onde eu vim e quem são aquelas pessoas, e por fim, não saberia responder porquê aquele sentimento de derrota pela aquela lembrança ser apenas fruto da minha mente e não a realidade.

Pardon, mon chéri Diria enquanto olharia o horizonte e ascendo um cigarro, logo após uma longa tragada jogando a fumaça pro ar, indo embora com o vento.



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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptySab 16 Fev 2019, 15:36




Narração

Chegada


Após despertar de seu sono, o atirador barbudo ergueu-se e sem acordar a jovem dama que dormia em seu peito, debruçada sobre o mesmo, seguiu até a proa da embarcação, onde acendeu um cigarro. Se aproximando, a ilha de Lvneel já se mostrava presente. Pilotando o barco, um dos trabalhadores do chefe. O mesmo? Olhando o mapa da ilha. Já era manhã. O tempo? Só olhando no relógio. Ao longe, olhando para a ilha que o barco aportava podia se ver ao longe uma construção que se destacava. — E então? O que vai fazer da vida? — questionou Rinaldi. O jovem loiro tentava disfarçar os seus sentimentos para o que ele tinha de fazer e faria a seguir. — Bem. Acho que você não poderá seguir conosco — comentou, um pouco sem coragem, porém, respirando fundo, o loiro prosseguia — Não, você não poderá seguir conosco! — afirmou, tentando se mostrar mais decidido e firme que o normal. Rinaldi tinha problemas de se impor em situações decisivas, mas se esforçando para mudar isso, infelizmente tinha de aprender logo com uma pessoa que rapidamente ele havia se afetado. — Eu tentei falar com o chefe, mas ele não vê você no bando e quando ele coloca isso na cabeça, não adianta tentar muda-lo... — prosseguiu.

Sentindo um breve choque movimentado, a embarcação então se aportava. Todos já havia terminado de se aprontar. Os homens começavam a descer os caixotes e descer a âncora. — Muito bem! — afirmava o homem, líder daquele grupo, demonstrando um semblante mais sério e imponente — Temos trabalho a fazer! Vocês já sabem o que tem de atuar. Avante! — afirmou descendo da embarcação. O estilo de atuação era até curioso. Eles não se dividiam para atuar, dessa vez atuava juntos. Todos. O homem, não podendo mais prosseguir com o grupo, tinha de seguir seu próprio caminho. Chegando no porto, as opções eram várias. Havia um grupo de homens conversando encostados em um caixote velho. Eram três no total. Haviam também algumas placas mais a frente, talvez indicativas dos locais da ilha. Nelas indicavam o destino do Banco Mundial, da Mansão Montblanc, da estação de Zepellin, do Quartel da Marinha. Nada além disso. Algumas crianças passavam brincando entre si. — Você soube do monstro marinho que a guarda real teve que derrotar? O capitão é demais! — afirmava uma dos garotos, correndo.

Antes que pudesse reagir, de relance, uma figura passava pela vista do homem. Por segundos, aparentava ser a visão da loira que o homem havia encontrado antes. Nesse mesmo momento, um pequeno garoto começava a tocar seu pequeno instrumento de cordas. A música era bela. Muito calma e que atraia a atenção dos mais atenciosos. A música do garoto reforçava a ideia de uma mulher forte, que se defendia dos males do mundo e que era salva pelo monstro que todos queria defrontar.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptySex 22 Fev 2019, 08:25


A Caça e o Caçador
Lvneel


Ao observar o horizonte vislumbraria a brisa de nostalgia que era aportar em uma ilha diferente da qual eu estava, que no caso era minha única lembrança de terra firme, agora parecendo ser diferente, só pelo fato que mesmo de longe eu já poderia ver imóveis que chamavam minha atenção.

Eu não faço ideia monsieur, com certeza que eu vou olhar o quê essa ilha tem para me oferecer, que seja diferente da outra, pode ser que eu encontre pistas de quem eu sou? — Diria suspirando sem olhar diretamente para o garoto, logo depois, sussurrando — Pode ser...

Mesmo agora usando todo meu tempo e atenção para forçar alguma espécie de resquício de lembrança se eu haveria pisado antes nessa ilha ou não, notaria alguma espécie de tentativa de demonstrar sentimento do loiro, pelos meus princípios durões eu não me dava bem com qualquer tipo de sentimento forte, e até, não saberia responder, porém era claramente explícito a gratidão e o apego que o rapaz tinha por mim, eu poderia perceber pelo tom de sua voz.

Tudo na vida tem seu prazo, monsieur Van Honrard, seria estranho se minha presença aqui também não tivesse, seu chefe está certo, eu não faço parte da tripulação... Por mais que eu quisesse  — Sorriria — Sou grato a você pela ajuda que me deu, caso me veja novamente, estarei apto a retribuir esse favor, um homem viril nunca volta atrás com suas palavras, mercy.

Ao sentir que o barco havia finalmente aportado naquele porto senti que aquele era o momento exato para eu me despedir da tripulação, o quê eu não gostava de enrolações já que despedidas sempre eram horríveis, enquanto desceria pela proa até o porto, olharia para cada um deles até chegar no chefe, onde assentiria com a cabeça mostrando sinal de agradecimento e respeito, o quê era uma das coisas mais difíceis com o que demonstras, a única pessoa que ali era digna das palavras de um adeus meu, era o loiro, no qual me recebeu com dignidade em sua casa.

Ao colocar os pés no porto, respiraria fundo e olharia a diante, sentiria uma sensação de liberdade e de alívio por não estar rodeado de gelo, estar em um lugar muito mais propício a respostas do que o outro, e poder ver várias pessoas diferentes. Colocaria as mãos em meus bolsos para certificar o quê eu tinha para começar uma trajetória naquele lugar, quantos cigarros, quantas berries e coisas valiosas, e logo depois faria uma observação do local. A principio me intrigaria com a conversa das crianças que passaram por mim, algo sobre um monstro marinho e guarda real, aquilo era engraçado já que não me lembro de ter visto um monstro marinho de perto antes, fiquei pensando quantas berries ele valeria e se a carne do mesmo era boa, me lembraria disso mais para frente. Uma figura de cabelos dourados tomava a atenção pelos meus olhos antes mesmo que pudesse tomar atitude, talvez pudesse ser aquela mulher de antes, que eu havia encontrado na ilha de Fernand.

Será que?... — Sussurraria perplexo.

Eu gostaria de saber mais sobre quem ela era e o porquê nós estávamos lá, se ela saberia quem eu sou, talvez seria arriscado depois segui-la, mas eu não conseguia seguir meus instintos quando se tratava de uma mulher tão linda como ela, então me decidiria em ir atrás de respostas começando por aquela mulher, caso fosse ela, logo depois procuraria alguma forma de me armar, já que, já havia passado da hora de eu ter uma forma de me defender.

Iria sorrateiramente atrás da mulher, calmo e mantendo uma distância, se eu tivesse certeza que era a mesma que haveria encontrado na ilha de antes, abordaria ela.

Pardon, eu não quero arrumar confusão com você, mon chérri, mas porque você não me responde algumas coisas? Do tipo, quem é você? E se você sabe quem eu sou?! — Diria com uma voz grossa, porém, apreensiva.

Caso não fosse a loira, e eu estivesse errado, procuraria ir atrás de algum lugar que vendesse armas ou coisas afins.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptyTer 26 Fev 2019, 13:27




Narração

Lvneel


Avistando a mulher misteriosa que havia encontrado na ilha de antes, o atirador até esquecia da pauta anterior. Deixando o monstro marinho de lado, Strauss se aproximou da loira hostil que antes havia abordado e tido um começo de diálogo com os dois pés esquerdos. — Pardon, eu não quero arrumar confusão com você, mon chérri, mas porque você não me responde algumas coisas? Do tipo, quem é você? E se você sabe quem eu sou?! — questionou o protagonista, conseguindo um olhar vago da mulher. Gian podia perceber que ela estava mais pálida que o normal que que andava mais lentamente, pendendo para um dos lados. Olhando para o homem, a loira logo esboçava um semblante de lembrança, mas caindo aos braços do mesmo, ela desmaiava. Ao segurá-la, o homem podia perceber que ela tinha em seu abdômen uma lesão. No lado esquerdo a mesma tinha um sangramento o qual ela tentava estancar.

Um pouco ao longe, o homem podia notar que dois homens se aproximavam, trajando roupas de oficiais. O burburinho começava, porém, era pouco. O foco ainda era na movimentação naquele porto. Não haviam muitas saídas dali. Uma principal, era a que levaria até o centro da ilha. A da direita, dava a volta naquele círculo, indo até o final do porto, onde haveriam algumas escadas. Do mesmo jeito seria para o outro lado, o esquerdo. — Alguém avistou uma mulher, bruta, loira, por aí? — questionava um dos oficiais, questionando da direção da esquerda. Seguindo por lá, o atirador se encontraria com dois oficiais que portavam espadas e que apontariam para o mesmo enquanto pediam para ele deixar a mulher. A direita, ao subir as escadas, ele encontraria algumas residências, próximas, porém, alguns estabelecimentos. Uma loja de ervas, uma loja de artigos religiosos, uma taberna, uma loja de armas e uma enfermaria.

Indo pelo centro, Gian encontraria ao longe, onde sua visão permitia ver, uma fonte onde haviam diversas placas. A direita, ele veria alguns estabelecimentos. Uma loja de ervas, uma loja de artigos religiosos, uma taberna, uma loja de armas e uma enfermaria. A esquerda, se localizava o Banco, a estação de Zepelins e seguindo em frente, o QG da ilha, onde ficava o responsável. Vendo tudo aquilo estava o chefe, que evitando ao máximo ser visto, conseguia assistir a todo aquele alvoroço e via Strauss com a garota.

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MensagemAssunto: Re: A Caça e o Caçador   A Caça e o Caçador - Página 3 EmptyQua 27 Fev 2019, 17:28


A Caça e o Caçador
Em meus braços


Empático era a forma que me sentiria ao vê-la cambaleando de um lado para o outro, era nítido que a bela loira não estava bem e estava prestes a desabar, o quê me fez parecer um pouco idiota em fazer tantos questionamentos sendo que ela não podia me responder na hora, mas sabe como é, era uma maneira de puxar assunto com uma moça tão bela, e se eu não me engano, era a mesma selvagem que havia me ajudado, de certa forma, na ilha gelada de Fernand Mademoiselle, você está be... — Diria, logo após vê-la debruçar em meus braços, porém, antes disso com um semblante de que me reconheceu, na vez passada.

Ei! Você está bem?! — Diria com a mulher em meus braços, olhando assustado e surpreso para sua face e observando em seu corpo possíveis ferimentos.

Veria que de um lado do abdômen haveria uma espécie de lesão, e do outro, sangramento que me preocupava, o que me faria ajeitá-la em uma parte do meu corpo liberando minha mão esquerda, e colocar a mão em cima da ferida, tentaria ajuda-la, um ato premeditado de uma pessoa que não teria noção de muitos cuidados médicos.

Porra! O que eu vou fazer com você?! — Diria assustado e preocupado com uma pessoa em meu colo que poderia simplesmente morrer a qualquer momento, e raciocinando, isso me incriminaria fácil — Essa de fato não era uma maneira que eu a queria em meus braços, sivuple.

Enquanto procurava visualmente algum lugar, ou alguém que iria me ajudar, perceberia ao longe duas pessoas fardadas, que na hora pensei que poderiam ser tanto a minha salvação quanto o meu inferno, e se elas sugestionassem que eu havia feito aquele crime, até porque minha mão estaria completamente suja de sangue, nesse momento faria esforço para ver a palma de minha mão sem deixara moça cair, logo após voltaria a segurá-la.

É muito arriscado, não posso confiar em ninguém nessas circunstâncias — Sussurraria enquanto analisaria os possíveis fatores — Preciso cuidar dos ferimentos dela, e de quebra, perguntar se ela sabe de alguma coisa da ilha de Fernand, mas pra isso preciso de um médico...

Ajeitaria a mulher em meu colo em uma posição que tampasse a ferida com o sangramento, e deixaria deitada sugestionando que estivesse dormindo, para pessoas não perceberem, então iria segurar a moça pela reta passando pelo centro da cidade, se eu não estivesse enganado, desviaria de olhares e perguntas do que aconteceu, não olharia para trás e nem se quer iria correndo para não causar uma má impressão e chamar atenção da marinha, seria sutil, como um marido que estaria carregando sua esposa doente no colo até algum estabelecimento com cuidados médicos.

Caso conseguisse chegar até o local que teria uma placa indicando ser uma enfermaria, entraria no local sem pensar duas vezes e olharia ao redor para ver se não haveria algum oficial, e me posicionaria com os representantes do local.

Pardon, eu preciso de ajuda! — Diria forçando uma preocupação diante aquela moça e um semblante de quem estava desesperado — Minha esposa se machucou, ela está sangrando, por favor nós ajude!

Caso o(a) médico(a) ou enfermeiro(a) nos ajudássemos, logo levaria a loira até a primeira maca ou cama para repousá-la, e não sairia do lado da mesma demonstrando ser um ótimo esposo.

Resista, amor! — Diria sem largar a mão da mesma, logo depois voltando a atenção ao médico(a)  — Doutor(a), é grave a situação dela?!

Caso o(a) médico(a) ou enfermeiro(a) não nos ajudássemos, olharia com uma expressão séria, um semblante incrédulo mas revoltado — Não se nega um pedido de um homem viril!  Nós nos veremos em breve!  

Sairia do estabelecimento  até a loja de ervas esperando uma ajuda mais eficaz, mesmo que não seja na mesma intensidade do que em uma enfermaria, não haveria tempo para pensar com clareza, apenas usando as opções que teria.

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