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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

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MensagemAssunto: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptySeg 10 Dez 2018, 16:13

Relembrando a primeira mensagem :

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Aaron DeWitt e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptySab 09 Maio 2020, 01:55



THE CALAMITIES


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Blindado - Post 9




Bell Farest



Bell guardou em seu inventário os itens de Rak’Ash entregues por Vayu. O espadachim suspeitava que o Log Pose já estava calibrado para a tal Skypiea, porém não fazia a menor ideia do que a carta poderia significar, de qualquer forma ele optou por ficar com ela na esperança de que um dia pudesse ser útil, caso contrário quem sabe a ideia de fazer uma coleção fosse uma opção viável. Entretanto, algo de estranho aconteceu no momento que seus dedos tocaram a carta negra do ás de ouro e sua visão se distorceu de maneira psicodélica por um breve segundo, podendo levar Bell a se questionar a razão do ocorrido.

Quando a Calamidade agradeceu Vayu pela ajuda, a mulher não entendeu o real motivo para o Farest terdito isso visto que não tinha o costume de ouvir isso dele e não esperava que fosse feito assim repentinamente, por conta disso a espadachim acreditou que o obrigado era um agradecimento educado por ela ter entregue a ele os itens de Rak’Ash. Vayu apenas ergueu uma das sobrancelhas por estranheza e Bell deu continuidade a conversa pedindo para que ela fizesse um corte em seu cabelo para que ficasse mais difícil de ser reconhecido pela Marinha. E falando em Marinha, o faraó estava ciente de que para ela, ele estava morto e portanto gostaria que continuassem achando isso.

- Pediu para pessoa certa. Tem tempo que não faço isso, mas acho que ainda tenho jeito. - Respondeu Vayu pegando as espadas e olhando para elas como se fossem giletes ou tesouras gigantes. - Quer um risquinho na sobrancelha também?

Com a maestria que têm com lâminas, a bargirl foi fazendo cortes no cabelo de Bell da maneira que ele queria que ficasse, porém se ele deixasse a mulher fazer o que bem entendesse ela acabaria se empolgando demais ao relembrar os tempos que fazia isso para outras pessoas e até mesmo viria a improvisar alguns materiais para colorir o cabelo do pirata, o que levaria o penteado de Bell a chegar nesse resultado:

Spoiler:
 

Vayu:
 

Porém se a Calamidade sentisse que era melhor impedir Vayu, então um corte básico seria feito, deixando a espadachim levemente desapontada.

- Está pronto. - Diria ela no fim do serviço batendo a mão nas festas para tirar possíveis fios de cabelo e em seguida recolhendo as espadas de volta para as bainhas. Seguindo para o assunto sobre a tal ilha de Skypíea, Bell sugeriu que Vayu já sabia algo sobre esse lugar e de fato não estava errado. - Em minhas viagens pela Grand Line eu ouvi pessoas comentarem sobre a existência de uma ilha que ficava acima das nuvens, uma ilha no céu. Sendo bem sincera, sempre achei que fosse uma lenda e nunca realmente acreditei nessa história, mas agora vendo esse mapa já não tenho tanta certeza assim. Claro que ainda pode ser uma arte para espalhar ainda mais esse falso boato, mas de qualquer forma acho melhor sairmos daqui e tentar descobrirmos por nós mesmos.

- Oh, faraó! Que bom que já acordou. Está se recuperando bem? - Disse um homem com vestes tradicionais de Alabasta ao adentrar o quarto. Pelo visto a comparação dele a um faraó do deserto ainda estava longe de acabar. - Por sinal, belo corte de cabelo, vai ajudar a não se reconhecido na sua saída da ilha, mas posso te ensinar algumas técnicas a mais para disfarce se preferir. - Comentaria o senhor que devia ter cerca de quarenta anos. Ele estava disposto a ensinar Bell o tempo que fosse preciso, bastaria apenas que ele quisesse. - É uma pena que precise ir, o povo de Alabasta sempre sentirá falta do seu verdadeiro governante.

- Sr. Gorseh, e o navio que eu pedi para você conseguir para nós? - Perguntou Vayu já pensando em como iriam sair dali para a próxima ilha.

- Já está no porto esperando por vocês e carregado com os suprimentos necessários para a viagem. Poderão sair da ilha a hora que quiserem.

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS:
 

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptySeg 11 Maio 2020, 16:31

Time to go
Sabendo que a marinha poderia acabar soando um alerta caso me visse novamente decidi cortar meu cabelo de uma forma que não fosse reconhecido, mais curto, um estilo que particularmente não usava por muitos anos, mas tinha certeza de que poderia ser útil. Vayu, no entanto, parecia estar empolgada com a ideia de regular minhas madeixas de acordo com seu próprio gosto, levei as mãos a cabeça, será mesmo que deveria ter acordado esse demônio do cabelo oculto? Dava de ombros, apenas impedindo quando a garota tentasse prosseguir além do simples, um cabelo curto já estava de bom tamanho, não havia necessidade para nada mais chamativo. - Eiei, calma ai, isso é pra chamar menos atenção e não mais. - Diria ao vê-la se empolgar, talvez desapontando-a um pouco.

Guardaria em seguida minha espada, prestando mais atenção nas palavras que Vayu comentava logo em seguida após finalizar meu belo corte... Uma ilha do céu? Seria isso realmente possível? Quer dizer, já ouvi falar sobre algumas lendas e histórias, mas não há nenhuma comprovação de que isso realmente exista. - Ilha acima das nuvens? Mas quanta bobagem... Afinal como um pedaço de terra poderia flutuar? Tudo bem que esse mapa é um pouco... Exótico. Mas não acredito que esse seja o motivo, quer dizer, eu bem espero que não... Não sou lá muito fã de altura. - Diria, virando-me brevemente com um olhar aterrorizado só de pensar em estar muitos metros do chão, mas engolia em seco e acabava deixando isso de lado, afinal de contas, apesar do frio na barriga, isso também seria uma bela descoberta, no entanto ainda estava descrente no raciocínio e preferia manter a dúvida por hora.

Assim que o homem se aproximasse, no entanto, tentaria me erguer e andar aos poucos em sua direção até que colocasse a mão sobre seu ombro.- Estou bem... E sim, seria de grande ajuda. - Afirmava, pois sabia que apenas o cabelo não seria o suficiente para que a marinha deixasse de me reconhecer, precisava aprender a me portar como outra pessoa, principalmente quando se tratando de vestimentas. Por isso, sem muito deleite, deixaria com que o homem prosseguisse com suas instruções, apenas escutando atentamente e deixando que o tempo passasse como se fosse nada, afinal o que ganharia seria muito mais importante, o conhecimento. Por fim de tudo, antes de me despedir de meus conterrâneos, teria mais um pedido a fazer. - Por acaso você não teria alguma outra roupara para me vestir? Quem sabe até uma máscara ou algo do gênero... - Comentava, aceitando de bom grado o que ele possuísse para me dar.

Trocando de roupa, faria o máximo de esforço para não precisar de ajuda e seguir juntamente a Vayu em direção ao navio, porém se realmente não fosse capaz de me movimentar sozinho, seria obrigado a aceitar um ombro amigo, esnobando a ajuda. Por outro lado, tentaria ser rápido e seguir diretamente ao barco indicado, afinal já havia acontecido muitas confusões por hoje, deveria largar minha vida de arruaceiro ao menos por alguns minutos para descansar... Rumo a ilha do céu... ou chão... Ou seja lá o que for, estarei preparado. - Vamos. - Comentaria, me sentando ou deitando no primeiro espaço confortável que encontrasse pelo barco, a viagem seria longa, e seria ainda mais se precisasse ser o navegador desse navio, afinal de contas ninguém havia me contado sobre essa parte, mas o que poderia fazer? Apenas concordar, e seguir em frente.

Far:
 
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptyTer 12 Maio 2020, 10:01



THE CALAMITIES


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Adeus, Alabasta - Post 10




Bell Farest



- Oh… Okay… - Disse Vayu de maneira cabisbaixa ao ter seus planos de fazer o corte lendário ensinado pelo seu mestre cabelereiro. “Não custava nada deixar pelo menos o risquinho na sobrancelha, né? Tsc.” - Reclamou ela em seus próprios pensamentos, mas talvez Bell fosse capaz de sentir a energia negativa que ela estava exalando… Visto que era ela que tinha as espadas em mãos poderia ser um pouco desconfortável, mas nada demais aconteceria e a Calamidade teria seu novo corte de cabelo pronto nos próximos segundos. Ela então devolveu as espadas de Bell e a conversa entre os 2 a respeito da ilha do céu se desenrolou como já descrito anteriormente.

Após a chegada de Gorseh no aposento para conferir a saúde de Bell e também revelar que o navio de partida deles estava pronto, o alabastino também se disponibilizou a ensinar as técnicas de disfarce para o faraó que se mostrou interessado no assunto. Por conta dos ferimentos no corpo da Calamidade, a aula para aprendizado da perícia levou um pouco mais de tempo do que normalmente levaria, pois a troca de vestimentas ou mesmo o uso das técnicas de maquiagem acabavam não deixando as feridas devidamente “paradas” e consequentemente incomodavam ora ou outra.

- Com os recursos que eu tenho aqui isso é tudo que eu posso te ensinar, e infelizmente não tenho peças e itens adequados de disfarce para te dar, peço mil perdões, meu faraó. - Disse Gorseh ao final da aula e também se desculpando por não ter como dar um “kit disfarce” para que o espadachim pudesse pôr em prática tudo que aprendeu. Apesar do senhor ter ficado desapontado por poder dar ao seu faraó esses itens a mais, um sorriso rapidamente voltou ao seu rosto no instante que Bell perguntou se ele teria um tipo diferente de roupa e uma máscara para lhe arrumar. - Sim, sim, acho que eu tenho. Espere um segundo, eu volto já!

Entusiasmado, o Alabastino voltou para o interior de sua casa onde foi buscar o tipo diferente de veste que ele tinha disponível para entregar ao faraó. Cerca de um minuto depois, quando retornou para o quarto, Gorseh entregou para Bell aquelas roupas que claramente não eram as mais usadas em Alabasta, principalmente por conta da peça principal ser um casaco escuro com plumagens negras ao redor da gola, mas o mais chamativo do conjunto com certeza era aquela máscara em formato de bico.

- Espero que goste, faraó. Não é exatamente o tipo de vestimenta que combina com o deus Seth, mas se você está buscando não ser reconhecido acho que é perfeita… - Então ele se aproximou da Calamidade para falar mais baixo, sussurrando como se tivesse com medo de que alguém mais pudesse ouvir. - Eu peguei isso de um seguidor do deus da morte... Anúbis. - Gorseh acreditava que Bell poderia se incomodar com a ideia de vestir algo ligado a morte… Mal sabia o alabastino que essa na verdade era a roupa perfeita para o novo visual de Bell Farest, a Calamidade Guerra.

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- Nada mal, hein. - Comentou Vayu assim que Bell surgiu revelando a versão final de como seria sua aparência daqui para frente. - Mas não estamos aqui para brincar de shopping, certo? Então se já está pronto, já podemos ir.

Apesar das feridas ainda doerem dependendo do movimento que o espadachim faz, o espadachim não teria problemas em caminhar por conta própria sem precisar da ajuda de alguém se é essa a sua vontade, porém aceitar um ombro para se apoiar certamente lhe faria sofrer menos. Por conta dessa empecilho na velocidade de Bell, a dupla junto do Sr. Gorseh levariam bons minutos para atravessar a cidade de Nanohana e chegar ao porto onde o navio do alabastino estava lhe esperando. Mesmo para dois leigos em carpintaria, era notável que a embarcação dada por Gorseh era de uma qualidade bem duvidosa, podendo levantar suspeitas se este seria ou não capaz de levá-los até a próxima ilha. O navio era menor que uma fragata/caravela, porém maior que uma escuna, sendo difícil definir seu tamanho como médio ou grande, porém de longe era a qualidade estranha da madeira que poderia lhes deixar mais preocupados com o sucesso da viagem. De todo modo na situação atual deles reclamar era uma tarefa complicada, afinal é como diz o ditado: navio dado não se olha os pregos.

Navio:
 

- Ok, já naveguei em piores… - Comentou Vayu assim que a dupla subiu a bordo do navio velho e começaram logo em seguida a fazer os preparativos para dar início a viagem. - Pelo visto a Marinha já está mais calma. Você tinha que ver o caos que você e seus amigos deixaram isso aqui ontem. - Falou a espadachim depois de olhar os arredores do porto para verificar a presença de marinheiros. - Tchau, Sr. Gorseh! Obrigada por tudo. Até qualquer dia, quem sabe… Só que não, né, eu que não volto para esse calor dos infernos. - E ao se despedir do alabastino que os ajudou, Vayu acenou forçando um sorriso para parecer simpática, mas na verdade estava pouco se lixando para ele e o povo dessa ilha. Assim que percebeu que Bell estava se preparando para dormir, a garota meteu um chutão na cabeça da Calamidade, que não sofreria danos por conta do corpo de areia, mas o recado seria bem recebido. - Tá querendo dormir por quê? Comigo não vai ter moleza não, tá achando que vou ter pena porque você tá cheio de machucadinho? Esse navio não vai se navegar sozinho, bora, bora, bora!

É, pelo visto o reinado de Bell Farest como Faraó Seth havia de fato terminado.

[Viagem até Jaya = 60u
Velocidade do navio = 9 (30u/Post)
Autonomia = 6 (60u ou seja, tem a quantidade exata de comida pra essa viagem)
Posts até Jaya = 0/2]

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptySex 15 Maio 2020, 15:21

Travel


Após todo o ensinamento, apesar de não possuir materiais para colocar em prática meus novos conhecimentos, ainda assim me era favorável, afinal isso poderia simplesmente encontrar por ai, ou até mesmo roubar de pessoas aleatórias. - Tudo bem, você já fez o bastante. - Disse, vestindo a roupa que o homem havia arranjado para que trocasse as minhas antigas, e como resultado não ser reconhecido tão facilmente pela marinha, bom, meus olhos ainda eram um problema, mas com certeza menos do que a aparência como um todo. Com todas as vestimentas, dava um pequeno sorriso por de trás da máscara, nada mal... Até que esse visual combinou, bom, temos que mudar um pouco de tempos em tempos, quem sabe esse era o plano desde o princípio do duelo contra Rak'Ash, afinal foi lá que perdi meus piercings e tatuagens.

Apenas acenando com a cabeça, seguia juntamente a Vayu até o navio, até porque não fazia ideia sobre onde a embarcação, de fato, estaria nos esperando. Mas não demorava muito para nos deslocar até lá. E sem pensar muito logo adentrei o local me colocando em um canto para descansar. - Marinha... Eu espero que aqueles desgraçados tenham trabalho mesmo, por mim poderiam ter morrido todos ontem mesmo. - Diria, com um suspiro de decepção, afinal de contas odiava sequer ouvir os seus nomes serem pronunciados. Olhando um pouco melhor o navio, no entanto, não era lá dos melhores barcos que já naveguei, mas com certeza não era de se jogar fora. - Vai servir, agradeço meu companheiro. - Diria, estendendo minha mão em cortesia, como meu último ato como faraó.

Bom, não demorou muito para que Vayu me tirasse do conforto, com um... Chute?! - Eieiei.... Delicadeza pra que? - Diria, me levantando e levando a mão a cabeça, fingindo que o local estava dolorido devido ao golpe, mas na verdade nada havia sentido, bom, o que importa é que ela não sabia, certo? De qualquer forma, ela estava certa, precisaria ajudar para que a viagem saísse como o planejado, afinal estávamos com pouca tripulação, e na verdade eu diria que até pouca comida, oremos para o deus da guerra para que tudo de certo. Vagarosamente me colocaria em direção ao leme do barco, colocando minhas mãos sobre a madeira e sentindo como se não navegasse a anos, suspirava levemente, abrindo um sorriso. - De volta a ação... E você? - Diria, virando minha cabeça brevemente para a companheira. - Abaixe as velas. - Afirmava.

Girando o leme na direção apontada pelo log pose, colocaria o equipamento sobre alguma parte sobressalente de madeira, e um pouco cansado faria os movimentos necessários para acompanhar a mudança das marés. Aguardando Vayu descer de volta as proximidades, para puxar algum papo, afinal com certeza seria uma viagem tediosa, e provavelmente dolorida, devido as minhas feridas... Que por sinal... Começavam a incomodar, podia sentir uma pontada vez ou outra e sabia que movimentos bruscos poderiam fazer com que aquilo se abrisse a qualquer momento, engolindo em seco tentava não pensar nessa possibilidade. - Vem cá... Se essa ilha do céu realmente não for algo inventado por algum maluco por ai... Como diabos nós vamos até la? - Pensava comigo mesmo, porém também diria em voz alta para que a jovem raciocinasse juntamente aos meus pensamentos.

- Problemas e mais problemas... – Levava a mão a cabeça, voltando em seguida a prestar atenção no mar, buscando evitar ondas de muita estatura, na esperança que o barco sobrevivesse até o seu destino final.  - Por falar nisso, já que não temos muito o que fazer. O que diabos você ficou fazendo enquanto eu estava bem... Marinha... Rak’Ash? – Questionava, lembrando-me sobre isso apenas agora, vai lá saber o que poderia estar aprontando, espero apenas que não seja nada que atrapalhe nossa viagem.

Far:
 
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptyQua 20 Maio 2020, 10:47



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Tédio de viagem - Post 11




Bell Farest



Por sorte, a dupla não encontrou uma Grand Line com o mar agitado durante a saída de Alabasta ou pelo restante do percurso até a próxima ilha. Com um esforço e atenção mínima, Bell conseguiria guiar o navio pelas correntes marítimas sem dificuldade, o problema maior estaria no controle das velas da embarcação que eram um trabalho que somente Vayu não dava conta de fazer sozinha ao longo da viagem. As feridas do navegador continuariam lhe incomodando enquanto não tivesse um bom tempo de descanso, mas ele não tinha muita opção já que nenhum tripulante extra veio com eles para auxiliar nessas tarefas. Em meio ao exaustivo trabalho de guiar o navio, a dupla também dialogava para diminuir um pouco a tensão.

- Sinceramente eu não faço ideia… Talvez tenha algum tipo de foguete que leve as pessoas para lá, hahaha. - Disse ela em uma resposta que em sua cabeça era algo tão absurdo quanto a existência de uma ilha do céu, mas talvez Bell sequer soubesse o que era um foguete. Depois disso a Calamidade continuou puxando assuntos e a pergunta feita por ele em seguida levou Vayu a erguer uma sobrancelha. - Ué? Se esqueceu? Você veio com aquele papo de que tinha algo para resolver e que era para eu ajudá-lo a conseguir um navio, pois você não poderia partir com o restante do bando. - Respondeu a espadachim para o companheiro que parecia ter sofrido algum tipo de amnésia, talvez por conta da grande perda de sangue.

OFF:
 

Tirando as dificuldades encontradas em guiar a embarcação apenas com duas pessoas, nenhum outro problema surgiria durante a viagem, ou pelo menos nenhum que eles fossem capazes de identificar com as perícias que possuíam. Sem talentos culinários eles seriam obrigados a comer alimentos crus ou então arriscar fazer cozimentos básicos do básico, não trazendo nenhum sabor ou qualidade para a comida, mas ao menos prevenindo que eles morressem de fome ou com doenças causadas pela falta de vitaminas ou desidratação causada pelo sol escaldante das tardes em alto mar.

- Pode ir descansar, eu cuido do leme. Se algo de ruim for acontecer eu corro para te chamar ou então grito seu nome. - Falou Vayu permitindo que Bell largasse o controle do navio e fosse tirar um tempo para repousar.

A essa altura, a dupla já tinha passado boas horas viajando e tudo indica que continuarão por pelo menos mais um dia inteiro. O pior de tudo é que essa viagem realmente não tinha nada de interessante para ser feito, então tudo que eles mais queriam é que ela não dure muito mais.

[Viagem até Jaya = 60u
Velocidade do navio = 9 (30u/Post)
Autonomia = 6 (60u ou seja, tem a quantidade exata de comida pra essa viagem)
Posts até Jaya = 1/2]

OFF:
 

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS:
 


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptySeg 25 Maio 2020, 17:30

Travel 2
Estranhava um pouco a reação de Vayu com relação ao que havia comentado, mas pensando melhor podia me lembrar brevemente sobre o que havia falado, bom, talvez tivesse exagerado um pouco com relação a isso, mas não me arrependia, afinal de contas agora tudo havia sido resolvido. Rak'Ash estava no túmulo que merecia, e agora nunca mais iria me incomodar, ou bem, assim espero. Por outro lado apenas sorri, demonstrando que realmente não lembrava sobre isso. - Então... Foi muito difícil, digo, o navio? Acredito que ser confundido com o faraó, querendo ou não, tenha facilitado as coisas, bom, ao menos isso. Dizia, virando-me para a lateral para observar o mar, porém tudo parecia normal, nada agitado, uma viagem tranquila, algo que nem sempre acontecia e devia aproveitar, afinal quando se fala de grand line, um pouco de sossego é algo para se comemorar.

Portanto, concordando com a bondade de Vayu, apenas sentei-me descansando um pouco mais e observando o mar, aquele grande e imenso azul que sempre me atraiu, não possuía muito para conversar, preferindo um momento de sossego, quem sabe até cochilasse por alguns minutos. Assim que despertasse, no entanto, me colocaria de prontidão para pegar alguns alimentos entre os que haviam no estoque, nada muito difícil, de preferencia algo pronto, como frutas? Mas se não fosse o caso apenas colocaria qualquer coisa que encontrasse no fogo, torcendo para que conseguisse tira-lo antes de queimar, algo que requiriria minha total atenção, afinal nunca fui lá muito bom nessas coisas, bom, comer é mais a minha especialidade do que fazer.

Por outro lado, se em algum momento fosse chamado por Vayu, tentaria me deslocar o mais rápido possível para assumir o convés, e com meus conhecimentos de navegação tomar a melhor rota possível para tirar nosso meio de locomoção de locais agitados, sempre buscando por correntes calmas. De tempo em tempo, continuaria checando as condições climáticas, assim como as nuvens que se deslocavam em nossa direção, quase sempre o clima da sinais de que algo está prestes a acontecer, algo que aprendi desde cedo e sempre me foi útil. Se, no entanto nada acontecesse, aproveitaria para descansar um pouco mais, para que meus ferimentos se regenerassem de uma vez por todas, já não aguentava mais aquelas fisgadas e por vezes até dores mais fortes, todas as vezes que movia algum de meus membros.

Sem conseguir dormir, um depois de dormir muito tempo e não ter mais o que fazer, olhando para o céu tentaria puxar mais algum assunto para que Vayu não acabasse dormindo no leme. - Talvez asas... Um navio com asas... Uma escada para o céu... Uma catapulta de navios, o que você acha? - Questionaria, ainda divagando sobre as possibilidades de chegar em uma ilha dessas. - Ei, qual é vamos conversar um pouco. - Diria, caso a mesma se recusasse a responder. Esperando que uma hora chegassemos ao destino final, e só então me levantaria levando a mão a face para tampar o sol e poder observar melhor, toda a terra que estivesse a frente. Tentando analisar melhor de que tipo de ilha se tratava, e bom, provavelmente não seira a ilha do céu que estaríamos esperando, mas já era um começo.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptyQui 28 Maio 2020, 15:13



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A escolha da nova aventura - Post 12




Bell Farest



As normalidades da viagem tornavam ela longa, chata e monótona, mesmo que tecnicamente a ida de Alabasta até a próxima ilha tenha sido relativamente rápida. A dupla não encontrou dificuldades marítimas pelo caminho, no máximo um trabalho maior para lidar com todos os trabalhos necessários para guiar um navio pela Grand Line. A comida de fato era bem escassa e o conforto dos quartos não eram lá muito bons para dar a eles o descanso necessário durante esse longo e cansativo dia de viagem, mas o importante é que eles já podiam ver ao longe uma ilha se aproximando e isso seria o momento mais empolgante de toda a viagem.

- Terra à vista, tripulantes! - Gritou a espadachim do ponto mais alto da embarcação, aparentemente ela estava se considerando a capitã desse bando pirata de 2 pessoas. Ela então saltou novamente para o convés e começou a puxar as cordas das velas para acelerar a velocidade do navio. - Não sei que tipo de ilha iremos encontrar, então precisamos ficar atentos com onde iremos atracar. Portos geralmente são protegidos pela Marinha, então deve ser mais seguro para nós pararmos em uma praia. Mesmo que esse navio não tenha bandeira pirata e seu visual tenha mudado bastante, é melhor não arriscarmos problemas logo de cara.

Bell poderia até discordar da opinião de Vayu e tentar levar o navio para onde quisesse, mas a mulher não ficaria satisfeita com essa desavença sem um diálogo e se acontecesse algo do tipo ela gritaria sacando uma das espadas: “FAZ LOGO O QUE EU TO FALANDO, INFERNO!” É, talvez a viagem tenha mexido um pouco com a cabeça dela e o stress estivesse maior que o normal, ou quem sabe seja algum outro motivo que Bell não saiba explicar.

Nesse caso, sendo praticamente obrigado a mudar a direção do navio para uma área da ilha que parecesse mais deserta, o navegador acabaria sendo o primeiro a avistar algo de diferente sobre as águas daquela região. Claro que a procura por uma ilha no céu seria algo que eles estariam atentos, mas não quer dizer que outros encontros não poderiam surpreendê-los também, e isso que acabaram encontrando era bastante interessante por assim dizer.

Vayu estaria no interior das cabines e por isso seria preciso que Bell gritasse por ela para que ela viesse para fora ver o mesmo que ele.

- WOW! Não acredito que isso está aqui! - Exclamou ela espantada ao ver aquela enorme embarcação cercada por outros diversos navios menores “estacionados” em seus arredores.

Um navio gigante era a melhor maneira de descrever o que estavam vendo ali, mas não era um navio qualquer de madeira com mastros, velas e bandeiras, este era diferente já por conta da sua cor preta com detalhes em vermelho e até mesmo dourado em alguns pontos. Outro ponto chamativo era a quantidade de andares e janelas que essa enorme construção marítima possuía, mas certamente o foco de seus olhos seria no grande mastro que carregava uma vela iluminada com várias “lâmpadas-concha” formando o nome “Demon Blood Casino”.

- É bom ter dinheiro nos bolsos, Bell… Pois hoje iremos jogar! - Disse ela com os olhos brilhando como se tivesse encontrado um paraíso que há muito tempo não visitava. Apesar do nome já indicar claramente do que se trata esse estabelecimento sobre as águas, Vayu se disponibilizaria a fazer alguns comentários mesmo que não fosse perguntada. - Esse é o navio cassino mais famoso da Grand Line, existem diversas filiais menores espalhadas pelas outras rotas, mas pelo visto demos a sorte, ou o azar, de encontrar o “paizão”. Digo azar porque somente aqueles com um cartão vip, convidados ou pessoas dispostas a pagar uma entrada milionária podem entrar no navio principal. Esse cassino é um lugar frequentado por piratas, caçadores, revolucionários, marinheiros e até agentes do governo, claro que esses dois últimos buscam estar ali em anonimato, já que algumas negociações que ocorrem secretamente no Demon Blood são criminosas. Lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, armas e até mesmo de pessoas, dizem que esse tipo de coisa acontece lá dentro em áreas privadas... Mas o que me interessa mesmo são as apostas, ahhh, que saudade.

Claro que Vayu poderia estar sendo induzida ao desejo de visitar este famoso navio e assim se esquecendo a missão principal da dupla de procurar a tal Skypiea ou então reencontra com as outras Calamidades, por isso a decisão de Bell agora era importante para saber o que fariam em seguida. Durante toda a viagem de Alabasta até aqui o navegador poderia estar se perguntando sobre a veracidade da informação sobre a existência de uma ilha do céu e como ele poderia fazer para chegar lá… E pelo visto essa resposta chegaria mais rápido do que ele imaginava.

Com suas habilidades de navegação avançadas, o espadachim perceberia com antecedência que algo estava se formando no mar onde o navio deles se encontrava. Se ele e Vayu começassem a mover o navio imediatamente eles talvez conseguissem sair desse redemoinho a tempo, porém se Bell optasse por seguir o seu instinto e deixar essa velha embarcação ser levada pela maré, então eles acabariam sendo arremessados para o céu por um Knock Up Stream.

Como bom navegador que é, o Lâmina Demoníaca talvez fosse capaz de identificar esse tipo de fenômeno, por isso a escolha entre ficar e sair poderia ser feita por ele minutos antes da erupção marítima ocorrer. Agora ficava mais claro a resposta sobre como chegar em uma ilha do céu, porém um navegador como Bell não poderia dizer se esse navio desgastado seria capaz de aguentar o tranco e mesmo que eles conseguissem ir até o céu, provavelmente a embarcação não chegaria lá inteira.

E agora, para qual aventura Bell Farest irá? O céu ou o inferno?

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptyQui 04 Jun 2020, 15:45

Blackjack
Após todo aquele tempo que passamos na monotonia em direção a ilha, finalmente terra a vista, dizia o capitão, quer dizer... Vayu. Olhava suspirando em alivio ao ver que não morreríamos de fome, bom ao menos não nesse momento, pensei levando o navio em direção ao local. Vayu no entanto, não podia deixar de compartilhar seus pensamentos com relação ao que poderia acontecer caso escolhêssemos adentrar pelas docas, bom, para mim não fazia muita diferença na verdade. - Sim... Acho que o melhor seria evitar a marinha por hora. - Diria, levando minha mão apalpando as feridas que ainda estavam cicatrizando, apesar de já não sentir mais tanta dor como algum tempo atrás, ainda assim não podia dizer que estava completamente recuperado. - De qualquer forma não parece que eu tenha muito uma escolha. - Diria, com um sorriso, aceitando enquanto virava o navio em outra direção.

Seguindo um pouco mais a frente, uma espécie de barco... Gigante?! Não conseguia entender muito bem do que se tratava até que Vayu se colocasse de prontidão para me explicar, na verdade ela até parecia estar mais empolgada que o normal. Uma espécie de Casino do mar, interessante, nunca fui muito de jogos, nunca tive o tempo para isso, mas se isso significava um pouco de descanso e quem sabe um pouco de dinheiro, por que não? - Talvez... Se você me ensinar a jogar, eu posso tentar. - Dizia levando a mão a cabeça, coçando-a como se tentasse disfarçar. - Tenho certeza que deve ter algumas coisas melhores lá dentro também... Bebidas... Armas... Veremos. - Diria, com um sorriso cheio de malicia estampado no rosto, talvez a mesma até entendesse do que estava falando.

Virando o navio naquela direção, passaria a checar os bolsos e ver quanto ainda teria guardado, se fosse o caso buscaria o dinheiro em algum compartimento no interior do navio, e só então me aproximaria da garota. - É acho que tenho alguns trocados para gastar, espero que a sorte esteja ao nosso lado, ou vai dar uma merda bem grande lá dentro, HAHA. - Diria, mostrando que claramente não pretendia perder para um bando de trapaceiros. - Está com o dinheiro em mãos? - Daria de ombros, não custava tentar fazer com que salvasse um pouco de dinheiro, apesar de ter o pressentimento de que sobraria tudo para mim, apenas torcia para que a entrada não viesse a quebrar todos os meus roubos.

Bom, saindo do local onde estávamos podia também ver um fenômeno se formando, porém não hesitaria em sair do local, afinal de contas não podia ter certeza do que realmente aconteceria ali e nem se nosso navio aguentaria tamanha força marítima. Seria essa uma das formas de entrada na tão falada ilha do céu? Não podia dizer ao certo, poderia muito bem ser apenas um fenômeno natural gerado para o propósito de quebrar barcos e deixar seus donos sem rumo, presos nessa ilha, sabe-se lá o que a Grand line pode nos proporcionar. De qualquer forma não deixaria de observar o desenrolar da cena e ver o quanto aquele redemoinho se transformaria e até onde levaria, de certa forma tentando estudá-lo da forma que conseguisse observando de longe, enquanto nosso barco estaria cada vez mais próximo do famoso Demom Blood. - Mas que... Porra. - Comentava com Vayu, sem saber muito bem o que dizer sobre o acontecido.

Assim que chegássemos até o destino, no entanto, buscaria atracar o navio em qualquer parte próxima, em que fosse possível prende-lo, de preferencia em alguma parte da costa, mas se não fosse possível buscaria algo próximo dos outros barcos e apenas repetiria o processo que os mesmos houvessem realizado para ganhar estabilidade. Esticando a mão para Vayu, olharia para a garota brevemente. - Segure-se. - Diria, agarrando-a com força e realizando um geppou para ganhar altura, em seguida transformaria minhas pernas em meros grãos de areia deixando com que o vento fizesse o restante levando-nos até a entrada, porém buscaria fazer com que minhas pernas voltassem ao normal antes de aterrizar, afinal a descrição de meus poderes ainda estava em jogo. - Como fazemos para entrar? - Questionaria o guarda mais próximo, mostrando-o algum dinheiro em mãos, como se indicasse que desejava comprar minha entrada, apenas não sabia como, e nem quanto me custaria.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptySex 05 Jun 2020, 19:53



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Os nobres do Reino de Murloc - Post 13




Bell Farest



Quando teve a opção de arriscar ir para a tal ilha do céu ou permanecer na Grand Line e ir até o casino, Bell obviamente optou pelo seguro, afinal ele sequer tinha certeza do que iria acontecer se fosse jogado para cima por aquela erupção de água do mar. Quem ficava muito feliz com isso era Vayu, que já estava contando o dinheiro para saber se conseguiria se divertir dentro do Demon Blood, isso se é que eles iriam poder entrar.

Na hora de estacionar a embarcação, o melhor lugar para Bell fazer isso era no próprio “estacionamento” que o grande navio cassino possuía acoplado em suas laterais como se fossem várias pequenas docas. O número de vagas era bem limitado, por isso o navegador teria que ser rápido para ancorar o barco antes de um outro que se aproximava com o mesmo objetivo.

Diferente do navio que estava pilotando, este que vinha era bem maior, mais bonito e certamente de alguém rico e influente, porém não carregava qualquer bandeira, mantendo um certo anonimato. No momento que Bell conseguiu pegar a vaga primeiro, mesmo sem uma audição aguçada ele conseguiria ouvir os gritos de um homem vindo da outra embarcação.

- Como esse naviozinho de merda ousa parar na nossa frente?! Mande-o sair daí agora! - Gritava a voz masculina enfurecida provavelmente para o seu navegador. - Não me interessa que tem outra vaga! Quem ele pensa que é pra roubar a minha? EU ESTOU CALMO! - Contudo, aparentemente alguém que acompanhava tal pessoa em seu navio foi capaz de convencê-lo a deixar isso para lá e pegar a outra vaga, porém sem audição aguçada seria impossível saber quem é.

- Tsc, esquece esse idiota, Bell, não vamos estragar nosso dia por causa disso. - Comentaria Vayu depois dessa situação toda e portanto tentaria impedir o espadachim de fazer alguma coisa mais agressiva, porém tendo em vista que ele precisava se focar no estacionamento do navio, talvez ela não precisasse fazer nada… Dessa vez.

Usando a âncora e algumas cordas, a dupla conseguiria prender a embarcação na área específica para isso e então estariam livres para poder descer até a plataforma do Demon Blood, não precisando fazer uso de nenhuma habilidade extra para isso, porém Bell poderia fazer mesmo assim se quisesse descer com mais estilo. Próximo do estacionamento havia um jovem franzino de vestes rasgadas e sujas que começou a remar o seu botezinho na direção da dupla.

- Coé, tio, pó olhá? - Pedia o garoto provavelmente esperando receber alguns berries em troca desse favor. Se a resposta fosse negativa, ele apenas faria uma cara triste e sairia remando em direção ao outro navio que foi estacionar na outra vaga. Mas se a resposta de Bell fosse de alguma forma positiva, mesmo que estivesse mentindo, ele abriria um sorriso largo, mostrando seus dentes amarelados. - Demorô, pó deixá, se quiser eu fecho uns buraco no casco também. - Diria nesse caso antes de se afastar feliz remando até o outro navio.

Bell não tinha nenhum item de valor dentro do navio, porém este era o seu único meio de transporte no momento e perdê-lo agora faria tê-lo que gastar um tempo arranjando outro, mas de qualquer forma, é claro que um garoto fraco daqueles e aparentemente desarmado não faria a menor diferença na proteção de alguma coisa. Com um pouco mais de atenção, o espadachim perceberia que o próprio Demon Blood possuía alguns seguranças patrulhando a plataforma, então praticamente aquele garoto não seria necessário a menos que Bell aceitasse a ajuda dele para “fechar uns buracos”.

Para sair da plataforma de estacionamento e chegar até a entrada do cassino era preciso subir uma escada, e essa existia tanto pelo lado direito, quanto pelo esquerdo, mas levavam para o mesmo lugar. Assim que subissem e chegassem na porta eles dariam de cara com uma dupla de seguranças, cada um responsável por uma escada. Obviamente eles foram barrados de atravessar a porta, porém ainda poderiam ficar “de frente” para ela, e não nas escadas. O responsável por impedi-los era um brutamontes de mais de três metros e músculos superiores desproporcionais.

- Parado aí, Farest, mostre a entrada. - Pediria ele de maneira que já poderia deixar Bell intrigado, afinal ele lhe reconheceu de alguma forma… Mas como, se havia mudado de aparência? Mas antes que ele ou Vayu pudessem interagir dando uma resposta ao segurança, do outro lado do Demon Blood, algo acontecia.

Como o navio daquele ricaço possuía uma equipe maior para fazer pequenas funções, ele terminaram de estacionar, ancorar e amarrar a embarcação deles não muito depois da dupla pirata, o que permitiu a eles ver a cena daquele pequeno homem ser escoltado por uns seguranças pessoais enquanto andava pela plataforma até as escadas de acesso a parte superior. Contudo, antes deles chegarem lá, o rapazinho do bote se aproximou deles pela água e fez o mesmo pedido ao qual fez a Bell, mas aqui a resposta que ele recebia, talvez, era bem diferente da que já teria sido dada pela Calamidade.

- Como ousa falar assim comigo, seu imundo! - Disse o homem que provavelmente era um nobre de alguma ilha, e então usando a sola dos pés chutou o peito do garoto fazendo-o cair na água. - Tomara que não saiba nadar. Não deveriam permitir esse tipo de animal aqui, cadê os seguranças dessa espelunca? Tsc!

Antes de mais nada deixa eu explicar melhor como está o posicionamento de cada um. Bell e Vayu já estão na parte superior do navio, próximos da entrada esquerda, portanto a visão que eles teriam dessa cena é de cima para baixo. Depois desse ocorrido, o nobre continuaria seu caminho até a entrada do cassino e subiria as escadas até os seguranças da porta de entrada, ou seja, estariam indo na direção de Bell e Vayu. Os seguranças do nobre tinham todos uma aparência poderosa, por isso o Lâmina Demoníaca seria capaz de reconhecer a força deles apenas dessa forma. Ao todo eram quatro, dois na frente e dois atrás, e não irei fazer maiores descrições, pois não sei se será necessário (não quero caçar pp). Além do nobre, havia também uma mulher, bem mais alta que ele, talvez sua esposa ou mesmo sua irmã, pois certamente não era muito mais velha que o homenzinho para ser sua mãe ou nova o bastante para ser sua filha.

Spoiler:
 

Caso nenhuma confusão fosse criada por parte da dupla de espadachins, o que seria o mais sábio a se fazer se ainda quisessem entrar no cassino, a princesa safira ergueria uma espécie de cartão negro para o segurança antes mesmo dele pedir alguma coisa, fazendo com que este abrisse espaço para o sexteto passar e caminhar para o interior do Demon Blood. O segurança responsável por aqueles que vinham pela escada da direita era bem menor que o do lado esquerdo (ou seja, tinha um tamanho normal), porém aparentava ser mais velho, mais experiente, e por alguma razão mais poderoso que o tanque de carne.

Enquanto isso, lá na parte inferior, o garoto que caiu na água (dúvido que receba ajuda, mas caso receba é com você kkkk) conseguia retornar para o seu botezinho e completamente encharcado começou a remar para longe da plataforma… Porém Bell poderia vê-lo dar uma martelada no casco do navio do príncipe rubi, e provavelmente aquilo poderia ser um problema para aqueles nobres no futuro.

Agora de volta ao assunto principal… Na entrada do cassino havia uma placa dizendo que somente o valor do ingresso era de 10.000.000 de berries por pessoa, será que vale a pena pagar tanto? Ou será que teria algo que Bell pudesse fazer para conseguir entrar sem pagar nada?

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptyQui 18 Jun 2020, 15:45

Another entry
Não podia negar, o casino possuía mais estruturas do que imaginava, estava preparado para tudo e principalmente para receber aquela grande quantidade de visitantes, afinal não tardava em encontrar uma espécie de estacionamento, e sem pensar muito movia o barco até lá onde ele estaria seguro, quer dizer, com certeza mais do que atracado em meio a costa rochosa. Assim que colocava o pequeno barco em sua vaga, me deparava com uma cena um tanto quanto intrigante, um homenzinho bem irritado para a sua estatura, ao julgar pela soberba de suas palavras com certeza se tratava de alguém importante, não que isso me importasse claro, e por sinal estava começando a me dar nos nervos... Mas, segurei meu instinto, fechando a mão e socando levemente o leme, soltaria um suspiro virando-me e ignorando suas palavras apenas com um sinal com as mãos, como se não lhe entendesse, em circunstancias normais não deixaria isso passar dessa forma, mas estava machucado e por hora seria melhor manter os olhos longes de mim por um tempo.

- Tudo bem... Quem sabe mais tarde. -- Comentava, voltado para Vayu, quase como se desse a entender que tudo que vai pode voltar para o sujeito, mesmo que não seja de imediato. Aproveitando que o Navio me possibilitava uma locomoção sem tanto Show como pretendia, apenas desceria da embarcação normalmente e vagarosamente, levando a mão aos bolsos, seguia em direção a entrada, olhando brevemente para o garotinho que me abordava em meio ao caminho. - Cuide bem. - Diria, jogando alguns poucos trocados, ao menos o suficiente para deixar o menino feliz, ou pelo menos o suficiente para que ele não acabasse fazendo cagada com nosso barco. Meu olhar se voltava novamente a frente e seguíamos até o portão principal, onde alguns seguranças estavam barrando a entrada, e ao que parece estava me reconhecendo de alguma forma? Impossível, talvez saiba sobre meu clã... Pensava de imediato, tentando entender melhor sobre as suas palavras, pensava que os olhos de alguma forma poderiam entregar minhas origens, mas não minha identidade verdadeira. - Garoto ixpertinho, acha que não tenho dinheiro para entrar? - Indagava com um tom sério, afinal querendo ou não minha origem vinha de caçadores de recompensas.

Mas, antes que pudesse levar essa conversa mais a frente, novamente aquele mini indivíduo chamava toda atenção para si, acompanhado de seus seguranças, mas como dizem por ai... De graça até injeção na testa. Pensava me colocando em frente ao seu caminho enquanto o mesmo desejava seguir em frente, bom, era bem provável que o mesmo acabasse dando um chilique, mas minha estratégia ainda poderia funcionar caso ele realmente quisesse ver um bom show. - Boa Tarde Senhor... Vejo que é um homem importante, quem sabe precise de mais um ou dois para fazer o trabalho de segurança. Quem sabe para a senhora... - Comentava, estendendo minhas mãos e esticando as luvas, quem sabe ele acabasse se interessando, se por outro lado ele comentasse que já possuía seguranças, prosseguiria com minha apresentação. - Nesse caso, sempre podemos abrir uma vaga. - Diria, com uma gargalhada em seguida, deixando com que o mesmo passasse, levando apenas como uma brincadeira.

Se ele aceitasse minha ajuda, no entanto, seguiria o homem para dentro o navio, sinalizando para que Vayu me seguisse, tomando a posição que me fosse indicada, pelo menos até que estivéssemos dentro do casino. Por outro lado, se essa oportunidade acabasse não aparecendo, me deslocaria até o garoto, que nesse momento deveria estar deixando a água, apesar de encharcado, bom essa seria a oportunidade perfeita. Abaixando-me um pouco, passaria a comentar um plano em seu ouvido. - Ei, o que acha de ganhar uma grana e ao mesmo tempo dar um trabalho pra aquele babaca que jogou você no mar? - Questionaria, prosseguindo caso o mesmo reagisse positivamente. - É o seguinte você vai precisar entrar nesse navio, ir até a sala principal e vasculhar o lugar em busca de um cartão preto... Um desses que o pessoal rico usa para entrar no casino. Quem sabe ele tenha algum sobrando por ai, vamos fazer alguns berries de dividas no seu nome. - Diria, gargalhando um pouco.

- Não se preocupe com os seguranças, eu cuido deles. - Afirmaria, caso o mesmo concordasse, olhando para Vayu, como se ela já entendesse que isso implicava nós dois. Bom, nesse caso buscaria ver se algum dos seguranças estaria olhando, e se fosse o caso, seguindo um pouco mais para o lado chamaria a garota para me acompanhar, e quanto estivesse um tanto afastado, mas ainda na visão do segurança, empurraria a mesma em direção ao mar, sussurrando um grande e sonoro "desculpa", mas já pensando que vai dar merda logo logo. - EII PORRA, SE MECHAM ELA CAIU NO MAR, AJUDEM ELA NÃO SABE NADAR CARALHO!!!!!! - Diria, colocando as mãos sobre o mar, porém mostrando que claramente não poderia pular por razões óbvias. Bom, mesmo que ninguém viesse, esperava que fosse o suficiente para chamar a atenção deles, e principalmente para que o garoto subisse o navio sem ser notado. Em seguia, ajudaria Vayu a subir novamente, torcendo para que não acabasse morto por isso, e aguardaria que o menino voltasse até mim para mais notícias.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 13 EmptyDom 21 Jun 2020, 09:02



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Demon Blood Casino - Post 14




Bell Farest



Bell sequer notaria a diferença em seu montante ao dar aqueles trocados em berries ao rapaz da canoinha, porém a felicidade deste ao receber essa pequena quantia de dinheiro era evidente e sincera, mesmo que só com aquilo ele não fosse capaz de comprar praticamente nada. Agradecido, o menino remou para longe como já foi descrito que faria, porém antes disse que faria um trato no casco do navio caso encontrasse alguma rachadura. Ao lado de sua companheira Vayu, o Farest seguiu caminho até a entrada do casino onde foi barrado pelo segurança que identificou na mesma hora de que clã ele pertencia. Logo em seguida, o príncipe do navio que Bell “roubou” a vaga veio subindo as escadas pelo outro lado, ele estava acompanhado de alguns seguranças e uma bela mulher destacada pelo azul e também pela sua altura bem superior ao do baixinho de vermelho.

- O quê? Saia… - Começou o príncipe Lowie a dizer em um tom bem maior do que o seu tamanho na hora que Bell surgiu no caminho dele para oferecer um serviço de proteção.

Vayu estranhou a atitude do parceiro e arqueou a sobrancelha direita.

- Espere, Lowie-chan. - Pediu a princesa azul tomando a dianteira para ficar frente a frente com o faraó. O príncipe pareceu não gostar de ter sido chamado assim, mas não disse nada, o que era curioso se comparado a quem ele vem se mostrando ser.

Ela definitivamente era mais alta que o tal de Lowie, o que não era algo difícil de acontecer, mas poderia ser uma surpresa para Bell perceber que ela também era alguns centímetros maior que ele, ou pelo menos seriam da mesma altura caso ela retire os calçados. Talla pode ser considerada uma mulher alta para os padrões femininos (ok, no mundo de One Piece isso talvez não se aplique), mas além de suas pernas, a mulher poderia chamar atenção também pela sua “elegância forte”. Seja pelas vestes dela, pelo seu corte de cabelo ou pela sua postura, ela não demonstra ter as características do estereótipo da princesa indefesa, mesmo que não pareça ser uma guerreira, a aura que Talla apresenta indica alguém mais independente. Por mais bela que seja a Princesa Safira, seu verdadeiro charme não está em sua beleza.

- Hmm. - Assim que parou diante de Bell, Talla tocou o queixo dele e ergueu sua face para que os olhos vermelhos dele ficassem fixos aos seus. Caso o espadachim já estivesse fazendo isso, a pegada dela serviria apenas para que o mesmo não desviasse o olhar. A princesa provavelmente não tinha nenhum poder proveniente de uma Akuma no Mi capaz de fazer algo do tipo, mas de alguma forma o Lâmina Demoníaca sentia que aquele olhar estava penetrando as profundidades da sua alma. Foram cerca de dez segundos que ela permaneceu nisso, e ao final, depois de conseguir o que queria, ela sorriu levemente com o canto da boca, fitou Bell dos olhos às pontas do pé e então soltou-lhe o queixo. - Ele entra comigo.

E por incrível que pareça, o plano inicial do Farest deu certo, talvez não por conta da sua proposta, mas sim pela pura sorte de ter conseguido de alguma forma chamar a atenção da princesa azul. Obviamente Bell iria se atentar ao fato de que Talla citou apenas ele na permissão de entrada, então seria importante que ele lembrasse ela de que Vayu também deveria ser incluída, pois era sua companheira. Se isso não fosse feito, a espadachim seria deixada para trás e certamente ficaria irritada, porém se o faraó optasse por falar alguma coisa a respeito, então a princesa olharia rapidamente para a mulher de cabelos brancos e daria as costas, sem se importar demais.

- Ela também. - E com um tom de voz seco, Talla autorizou os seguranças do cassino a deixarem Vayu entrar também. Ela, seus seguranças e o príncipe baixinho seguiram para o interior do Demon Blood.

- Tsc… Não gostei dela. - Cochichou Vayu para que somente Bell pudesse ouvi-la.

E para começar a ambientalizar a cena seguinte, uma música que pode ser que esteja tocando no fundo do cassino, mas na verdade não faz muito diferença ou importância. (OFF: A soundtrack dessa parte da aventura pode ser esse álbum inteiro, acho que combina bem com a pegada do Demon Blood que esconde umas paradas mais sombrias. Eu particularmente não sou o maior fã desse álbum deles kkkk mas acho que vai combinar melhor que uma trilha clássica de cassino.)

Provavelmente aquilo que estavam prestes a ver não seria nenhuma grande surpresa, pois já deviam estar esperando um ambiente muito luxuoso, repleto de pessoas que vão desde uma clara nobreza até alguns de aparência mais suspeita que dariam para indicar qual era o objetivo deles ali. O Demon Blood possuía todos os jogos que se pode encontrar em qualquer cassino de qualidade, portanto bastaria Bell e Vayu irem até qualquer mesa ou máquina de suas escolhas, mas claro que nada seria de graça e é por isso que seria essencial que fossem até um guichê trocar suas berries em fichas. Cada berrie equivale a uma ficha para apostas e ao sair do cassino essas fichas podem ser trocadas novamente em dinheiro, podendo ser um valor maior ou menor do que aquele que gastou inicialmente.

Dentre as diversas máquinas, a mais comum provavelmente é o caça-níquel, e nelas elas o sistema de uso é um pouco diferente, pois para acionar a máquina é preciso depositar valores de mil em mil berry, sendo que quanto maior é a aposta, maior é a recompensa. Nas mesas havia mais variedade de jogos, vários de carta, vários de dados, alguns até mesmo incluíam o arremesso de dardos, portanto caberia a dupla escolher o que fazer. Enquanto Bell poderia tratar tudo com mais naturalidade, Vayu estava com os olhos brilhando como se estivesse dentro do paraíso.

Agora alguns pontos referentes às localidades do cassino, essa parte onde estavam agora é a área principal, cheia de mesas, jogos e uma movimentação considerável de pessoas, sendo que a maioria dessas tinham aparências relativamente comuns e por conta do ambiente mais focado na diversão individual de cada um, era difícil dizer quantos dos que estavam ali eram realmente fortes ou então quantos ali eram marinheiros e agentes à paisana.

Placas de proibido fumar poderiam ser identificadas por Bell em diversas paredes e pilastras, portanto se fosse da intenção dele fazer isso sem arrumar confusão, ele deveria ir até a área aberta do navio que poderia ser facilmente acessada caminhando para as saídas laterais pela direita. Já na parte esquerda do salão estava o bar e a cozinha, sendo que esta segunda a entrada era exclusiva para funcionários, porém qualquer um podia ir até o bar e pedir um drink que seria feito por um bartender. E se há cozinha, há comida, portanto garçons andavam por todo o cassino distribuindo finger foods e taças com alguma bebida, tudo sempre de alta qualidade, porém não necessariamente com sabores que eles, Bell e Vayu, estariam acostumados.

Também era no lado esquerdo que ficavam as entradas para os banheiros, que por intuição os espadachins já sabiam que talvez conseguissem encontrar lá alguns “vendedores especiais”. E por fim, no extremo oposto às portas de entrada, estavam as escadas para a parte inferior, todas bem protegidas por seguranças, o que significava que era um lugar exclusivo para pessoas autorizadas ou com algum grau de importância.

O príncipe Lowie parecia reclamar alguma coisa com a mais alta, não seria possível ouvir exatamente o que, seja por conta do barulho ou simplesmente porque tanto faz para Bell o que esse cara diz. Com toda sua arrogância, o baixinho seguiu andando pelo cassino cm suas pernas curtas, metade dos seguranças dele o acompanharam e a outra metade ficou ao lado de Talla, mas a mulher agitou a mão esquerda sinalizando que eles deveriam ir também, deixando-a então sozinha.

Bell conseguiu conquistar o direito de entrar no Demon Blood se oferecendo para ser segurança dos príncipes do Reino de Murloc, que por sinal ele sequer sabe ainda que possuem esse título na nobreza mundial, então quem sabe agora seja uma boa hora para puxar assunto… Ou será que o espadachim vai preferir ligar o foda-se e sair fazendo o que bem quiser?

- O que lhe trouxe até o Demon Blood, Farest? Gosta de jogar ou está a procura de outra coisa? - A princesa não olhou para a Calamidade durante a sua fala, mas certamente estava fazendo essa pergunta para Bell, que não teria dúvida disso no instante que Talla virasse a cabeça alguns graus para o lado para poder olhar o espadachim que talvez ainda estivesse alguns passos atrás dela.

OFF:
 

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS:
 


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