One Piece RPG
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Os 12 Escolhidos, O Filme
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor King Hoje à(s) 16:07

» Meu nome é Mike Brigss
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Oni Hoje à(s) 15:54

» Kit - Ceji
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Ceji Hoje à(s) 15:23

» [ficha] Arthur D.
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 15:15

» Mini-Aventura
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Makei Hoje à(s) 14:25

» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor King Hoje à(s) 13:44

» [Mini-Aventura] A volta para casa
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Ryoma Hoje à(s) 12:40

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Akuma Nikaido Hoje à(s) 12:34

» Mini-Aventura
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Makei Hoje à(s) 12:29

» Art. 4 - Rejected by the heavens
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Ryoma Hoje à(s) 12:04

» O Log que vale Dois Bilhões de Berries
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Takamoto Lisandro Hoje à(s) 11:06

» [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 10:58

» Jade Blair
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Kylo Hoje à(s) 3:42

» Seasons: Road to New World
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Ravenborn Hoje à(s) 2:26

» The Victory Promise
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Akise Hoje à(s) 0:33

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Fukai Hoje à(s) 0:27

» Kit Phil Magestic
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor GM.Muffatu Ontem à(s) 22:25

» 10º Capítulo - Parabellum!
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Marciano Ontem à(s) 22:12

» II - Growing Bonds
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor War Ontem à(s) 21:36

» Xeque - Mate - Parte 1
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Emptypor Ceji Ontem à(s) 21:20



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

Ir em baixo 
Ir à página : 1, 2, 3 ... 8 ... 15  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptySeg 10 Dez - 16:13

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Aaron DeWitt e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 6010
Masculino Data de inscrição : 15/09/2014
Idade : 26
Localização : Na Monstrolandia...

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptyTer 11 Dez - 11:07


Emissário da Morte

Cidade de Yuba

Confesso que já havia comido alimentos ruins, mas sem sombra de dúvidas esse fruto havia se tornado o pior de todos. Nem mesmo um peixe podre teria tal gosto, a mistura ascosa eclodia a cada mastigada. Talvez o calor houvesse apodrecido aquela fruta, contudo engolia por completo e apenas um resíduo amargo prevalecera em minha língua.

Nenhuma mudança imediata ocorria nos primeiros instantes, a não ser o mal gosto na boca e as erupções constantes no estomago que se assemelhavam a socos. Não demorou muito para o mal gosto se esvair e começara a sentir uma certa sensação única e jamais pressentida. Conseguia sentir um poder fluir pelo corpo, apesar de ainda não saber exatamente o que era esse "poder". Escutava um zumbido que até então não havia captado. Notava que era emitido pelas minhas mãos e então ao mexer os punhos com as palmas abertas uma explosão de choque ocorria ao sair pelas palmas de minhas mãos e alvejava o solo desértico a minha frente.

O ataque havia marcado o chão arenoso. As marcas pareciam ser... patas? Havia penetrado o solo, pelo menos parecia ser profundo, e definitivamente o símbolo era algo parecido como uma pata animal.
~ Interessante! Proferia ao virar as mãos e analisar as mesmas marcas do solo nas palmas da manopla gélida, que agora não existiam mais. A sensação era como se eu tivesse repelido o próprio material gélido da manopla. Ainda fascinado com poder da akuma no mi, Luthien dizia ser meu mais novo poder e que eu dominaria o mundo com ele.

Será que ela já sabia qual tipo de poder essa fruta possuía? Ou simplesmente ficou abismada com a habilidade? Porque devo dizer que só a sensação do poder já me deixou enternecido.
~ Sabe o nome dessa akuma ou seus poderes? Perguntava para a mulher tritão enquanto observava o que parecia ter surgido coxins nas palmas de minhas mãos. O formato era igual do ataque que ocorrera momentos atrás. Confesso que era nada intimidante aquele par esculpido de pata em minhas mãos. Todavia não era como se me importasse com aparência, afinal... sou um tritão-carpa de quatro metros com pele roxa. Não só minha aparência, mas como também minhas capacidades em intimidação eram demasiadamente elevadas.

Tocava em minha palma da mão com intuito de sentir a textura daquela pata. Não conseguia desativar, o que me levou a crer que era algo fixo e que não possuía controle sobre a ativação. Logo minha mão era defletida para o alto.
~ Hóoh! Que poder mais peculiar. Indagaria um tanto curioso devido ao pouco entendimento das capacidades atuais. Apesar de não possuir o controle sobre a ativação daquelas patas, poderia ativar as habilidades delas. Ainda não entendia bem quais eram suas capacidades. Todavia a complexidade parecia me cativar cada vez mais.

~ Acho que é uma boa hora para testar esses novos poderes. Yuba certamente seria um bom local, não concorda James? Terminaria de falar ainda intrigado e deslumbrado com o poder que havia ganhado da Deusa da Morte. Apesar de ter sacrificado o domínio do meu habitat natural, provavelmente o poder que havia ganho era ainda mais fenomenal. Mas é lógico! A Deusa jamais me faria sacrificar algo que não me resultasse em um poder ainda mais estupendo.

~ Luthien devido ao seu esforço, te acolherei em meu bando. Estamos atualmente separados devido aos nossos planos. Mas agora eu irei para Yuba conquistar aquela cidade em nome das Calamidades! E será um bom local para testar meus poderes. Venha comigo e me auxilie. Terminaria de falar ao fintar nos olhos da mulher-polvo com obstinação em meus objetivos e principalmente para averiguar a convicção que até então ela havia mostrado outrora.

~ Vamos continuar nosso trajeto até a cidade. Diria e em seguida puxaria de dentro da cabeça uma quantidade de água e despejaria pelo meu corpo de maneira que me refrescasse. Por um momento até havia esquecido aquele calor infernal. Mas era uma tarefa árdua, principalmente para minha raça. Peregrinaria até a cidade enquanto olharia o mapa com objetivo de não se perder durante o percurso.



HISTÓRICO


Posts: 01

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 10/10


Ganhos: ~x~

Perdas: ~x~

NPCs/Players:
~x~

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.






OFF:
 

____________________________________________________

~Fala / Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Conquistas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Yami
Super Nova
Super Nova
Yami

Créditos : 35
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 10010
Masculino Data de inscrição : 28/11/2011
Idade : 24
Localização : Far, Far Away ♫

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptyTer 11 Dez - 22:55


Crimson Ghost

Hope



Olhando aquele beco onde eu podia apenas ver traços da presença da misteriosa mulher, eu ficava matutando em minha cabeça quem ela poderia ser. Uma pessoa importante como ela... Então não estavam nos seguindo, mas sim a ela. Seria uma nobre? Mas nobres vem e vão o tempo todo. Não... Ela deveria ser alguém mais. Talvez a bela princesa que se referiram no bar? Bem, de qualquer forma, não era problema meu. Não tive o objetivo de salvá-la, mas pelo menos seu resgate me deu frutos. Uma adaga de prata entalhada com rubis já me chamava a atenção, indicando ser um típico assassino de baixo calão da Rosa Negra. Se estavam nos vigiando também, era outra história, mas estavam naquela ilha. Eu conseguia sentir o cheiro podre deles à quilômetros.

Os ratos de laboratório faziam seu trabalho devidamente. Apesar de lentos e sem jeito, fariam o que havia sido incumbido até que eu voltasse à taverna. Olhando para baixo, percebia que o assassino havia perecido sem que eu tivesse que me esforçar muito, mostrando o quão frágil e iniciante ele era. - Tsc... A Rosa Negra já teve melhores recrutas... - Diria jogando a adaga para longe. Eu até poderia recolhê-la para repôr alguma daquelas que havia perdido para Kuross, mas não iria manchar minhas mãos com uma faca imunda como aquela. Preferiria lutar de mãos vazias antes de empunhar uma daquelas.

Voltando do mesmo modo que saí para a taverna, acabava por encontrar Shiro juntamente com os moradores animados com a festa que estava por vir. Zomari e Samiro, os novos colegas que havíamos feito, demonstravam ardor em tentar nos colocar na festa mais bem falada da ilha. - Então acho que temos muito o que fazer, não? Tenho certeza que irão querer o prêmio. - Com um sorriso falso estampado de orelha a orelha, tentaria me recordar das facetas de Nero quando tentava ser amigável com aqueles que ele julgava serem boas marionetes. Com um pouquinho de atuação aqui ou ali, seria fácil agradá-los para que servissem seus propósitos. A ganância levava a pessoas a fazerem coisas que nunca imaginariam.

A saída dali foi rápida para que os zumbis não nos dessem trabalho. Por sorte, um dos nativos era dono de um comércio de roupas, o que facilitaria em nossa vestimenta para a tal festa. Entre a experiência dos mais diversos tipos de tecido, acabava por selecionar os que eu mais julgava serem nobres, mas apesar do bom gosto, era difícil com o estoque limitado. - Servirá... - Falava baixinho pra mim mesmo na frente do espelho, até ouvir o que Shiro tinha mais a dizer. Minha atenção ia se virando ao mesmo, percebendo que por algum motivo que eu desconhecia, ele havia adquirido certa confiança em mim. Isso era útil para mim e uma enorme desvantagem para ele, portanto não poderia reclamar. As palavras do cientista, entretanto, retiravam qualquer intenção de me aproveitar dele, onde ele sustentava um pilar de esperança que eu estava lutando para manter de pé e firme. Aquilo me fazia parecer tirar um peso enorme nos ombros, pois o que antes era movido apenas pela fé, agora tinha razões para acontecer. Eu sorria de forma sincera e, olhando para o mesmo, demonstraria a determinação em meu sorriso da esperança que eu não havia largado. - Eu sei disso. Diana não morreria tão fácil. - Daria um leve tapinha em seu ombro, indicando o agradecimento por ter recuperado minhas forças necessárias para lutar mais.

Com as roupas devidamente escolhidas, eu sentia um pouco de nojo de mim mesmo. Me vestir daquele modo era como colocar uma fantasia do assassino de minha mãe, aquele maldito gordo nobre. Respirava fundo, tentando entender que aquilo era pra um propósito maior, e então me viraria para os nativos, demonstrando uma falsa satisfação com as vestimentas. - Primeira etapa, meus amigos. Quais os próximos passos? Seria indelicadeza se nos atrasássemos. - Sorriria, botando a mão em seus ombros para que demonstrasse intimidade e amizade, fingindo tudo, óbvio. Assim, os seguiria para o local onde poderia vender os ingressos ou até mesmo o local de melhor acesso pra festa. Pois ao chegar lá... Talvez fosse necessário uma nova negociação com os simpáticos Zomari e Samiro.



HISTÓRICO

Posts: 1

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos:

Perdas:

NPCs/Players:

Localização: 6ª Rota - Alabasta




____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Far
Pirata
Pirata
Far

Créditos : 53
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 10010
Masculino Data de inscrição : 05/07/2015
Idade : 22
Localização : Your worst nightmare

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptySex 14 Dez - 2:33

Lidership?
A farsa que havia surgido a calhar acabava nos levando para uma situação um tanto inusitada, não esperava ter minhas palavras tão mal compreendidas, engoli em seco ao ver que a falta de conhecimento havia me levado a uma rua sem saídas, bom talvez tivesse alguma escapatória, no entanto, por hora decidi apenas seguir os meliantes e aproveitar o que o momento havia nos proporcionado. Em meio ao caminho, deixei um pouco de lado o fato de estar sendo requisitado para uma missão de resgate, e passei a ouvir com mais atenção as palavras que me foram dirigidas, a respeito das informações de Alabasta, e podia até recolher algumas informações, como os verdadeiros líderes e as cidades que a rodeavam, agora podia compreender melhor... De fato, essa região não passa pela melhor de suas fases, um caos ainda está instalado e pelo jeito esse homem preso tem muito a ver com o que está acontecendo, mas que seria ele? Por que estaria preso? Não me importava realmente com isso, mas se pudesse me ser útil de alguma forma, bom, talvez.

- Não me leve a mal, mas eu nunca disse que iria ajudar a resgatar o seu líder... - Dava de ombros, assim que meu nome foi anunciado, despreocupado sobre as possíveis reações, mas não hesitaria em prosseguir. - Minha missão é colocar no poder um líder digno, alguém digno de manter meu legado vivo... Não conheço seu líder, e o fato de estar na prisão não me agrada nem um pouco, talvez vocês possam me provar o contrário, talvez não. - Sorria, erguendo meus braços e fazendo com que a areia passasse a circular por volta de todos naquela região para mostrar que estava falando a verdade, por mais que estivesse apenas falando asneiras, na verdade realmente desejava obter aquele lugar como uma "base aliada", um deserto não seria nada mal para ter em minhas aquisições, além do mais já estava mais do que na hora do nome das calamidades prevalecer, pensar alto, sair do chão e voar... Masimos também merece isso, afinal de contas, um dia ele será o rei... O rei dos piratas.

- Se querem seu líder no topo, sintam-se a vontade para se juntarem a mim e a Deusa da morte, juntos conquistaremos esse trono... meu por direito. - Diria sorrindo, quase como se não aguentasse, mas estava apenas falando a verdade, os meus desejos mais profundos, por mais que não fosse realmente um faraó, ainda poderia ser o seu líder de alguma forma. - Quem está comigo? - Diria, fazendo com que uma pilha de areia se acumulasse em minhas costas, fazendo uma espécie de poltrona para que pudesse sentar sem demais problemas, entreolharia para Vayu dando uma piscadela, como se aguardasse um agradecimento por parte da jovem, e só então me levantaria para me afastar. Passando a caminhar em direção a minha companheira, deixaria que ela viesse em minha direção para trocar algumas palavras, ao menos antes de receber as críticas ou elogios por parte daquele povo, e principalmente por parte do seu... Vice-líder?

- Não temos lá muitas opções, se conseguirmos alguns homens aqui não seria nada mal, além do mais, Masimos mesmo disse que estamos precisando de uma tripulação. Para que homens mais leais do os que acreditam no "faraó"? - Diria, fazendo aspas com as mãos enquanto gargalhava um pouco, virando-me de imediato em direção ao seu líder, me aproximaria a passos lentos. - Qual a cidade mais próxima desse local? Quanto tempo levaria para chegar até lá? - Questionaria, como se já estivesse concluído que haviam aceitado, mesmo que soubesse que havia uma boa chance de ser linchado dali, agiria como se fosse superior, de fato alguém de nobreza, alguém digno de um título tão alto. - É lá que estão esses tais... Nefertari do qual falou? Tenho certeza que poderíamos arranjar uma visitinha, ou seriam tão orgulhosos a ponto de recusar minha presença? - Diria aguardando por mais informações.

- Muito bem, eu e minha amiga deusa, vamos discutir os próximos passos, reúna seus homens e estaremos partindo... Vão ficar para trás? - Questionaria, voltando meu rosto de volta a Vayu, enquanto enlaçava seus ombros com meus braços como se estivesse dizendo que estamos juntos. - Apenas se deixe levar, estamos indo bem. Nada melhor do que uma boa treta para animar os ânimos, além do mais... Chamar atenção é a melhor forma de encontrar a rosa negra, querendo ou não eles virão até nós. Afinal, pelas informações de Aaron e James, eles não parecem ser muito do tipo que deixa problemas de lado. - Diria, convicto de meus pensamentos, estendendo minha mão na tentativa de ganhar sua confiança, e que sabe ao menos um aperto de mão, por que não.

Independente da reação apertaria seus ombros em uma espécie de abraço de urso, passando minhas mãos em seu cabelo em um cascudo de leve, como se estivesse brincando de uma maneira clássica, afinal esse é meu jeito, não tão amigável.

Far:
 
Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS


____________________________________________________


Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
GM.Doodles
Game Master
Game Master
GM.Doodles

Créditos : 99
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 10010
Masculino Data de inscrição : 08/08/2017
Idade : 25

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptySab 15 Dez - 13:54



THE CALAMITIES





Masimos, James e Lut



Masimos conseguia sentir o poder fluir pela sua pele, pelas suas veias, pela sua alma… A incrível sensação poderia ser assemelhada com uma bênção divina, seu corpo estava mudando e toda essa força que crescia em seu interior parecia ter a necessidade de ser liberada. Quando tocou o solo, o impacto provocado pela soma de seus atributos junto ao poder da fruta demoníaca criou ali uma cratera na areia, uma cratera em forma de pata. A palma da sua manopla de gelo havia sido destruída, mas antes dela se regenerar, o tritão pode ver que agora havia uma marca estranha na sua mão, o símbolo do seu mais novo poder.

- Essa é a Nikyu Nikyu no Mi, a fruta da pata… Com ela você pode repelir tudo, é a defesa perfeita, mestre. - Respondeu Lut quando o titã perguntou sobre a Akuma no Mi, durante a resposta, o “tudo” foi enfatizado em sua voz.

- Interessante… Pode ser mais poderosa do que aparenta, não a subestime. - Comentou James ao analisar a demonstração do poder de Masimos junto com a descrição de Luthiem. - Não sei que tipo de desafio você espera encontrar em Yuba para testar isso, mas é, talvez seja suficiente. - Respondeu em seguida quando o tritão mencionou a cidade como um local de treino.

- O prazer é todo meu, mestre Masimos. - Agradeceu a tritão fazendo uma breve reverência, em seguida ela olhou para seus oito seguidores e usando um de seus tentáculos sinalizou para que se afastassem. - Espalhem-se pelos arredores, se virem alguma coisa suspeita venham até mim… Se necessário irei chamá-los. - Então cada um deles confirmou com um aceno de cabeça e correu para uma direção, alguns retornando para as águas, outros adentrando ainda mais o deserto.

Antes do trio seguir em direção a Yuba, Masimos jogou um pouco de água sobre seu corpo para se refrescar do calor com a sensação térmica superior a 50ºC. Seria inteligente da parte dele beber um pouco dessa água, já que o gosto de merda da Akuma no Mi ainda estava presente na sua boca, mas mesmo se não fizesse o sabor iria desaparecer depois de alguns minutos de caminhada. Yuba não ficava nem um pouco perto das margens do rio Shandora, o que levava o trio a caminhar por algumas horas no deserto escaldante até terem a primeira visão do que seria a cidade procurada. A essa altura o sol já teria quase desaparecido no céu, mas o calor ainda era presente, mesmo que em uma temperatura um pouco mais fresca, o que também foi o motivo pelo qual ao chegar em Yuba a sua cabeça ainda possuir cerca de 30L, se fosse no sol da tarde provavelmente não teria sobrado nada.

Yuba é conhecida por ser uma cidade oásis e isso se deve ao fato de que existe um grande lago nas proximidades que permitiu essa civilização ser construída ao redor dele. No meio de um deserto tão quente, uma fonte tão grande de água não seria vista de outra forma a não ser um milagre. Analisando o passado da ilha, quantas vidas não devem ter sido salvas por conta do lago de Yuba? Porém a água, por incrível que pareça, não era o que mais chamava atenção quando eles chegavam próximos da cidade, isto porque ela no momento encontrava-se destruída, levantando as dúvidas do que poderia ter acontecido… Mas ela estava visivelmente sendo reconstruída, o que indica que não foi algo que aconteceu recente, e é por isso que também não foi isso que mais chamou atenção quando eles chegaram ali.

- Continue resistindo e todos dessa cidade medíocre serão mortos, Punho Árido! - Gritou o homem que vestia o negro e se destacava no meio da cor de areia do solo de Yuba. Ele segurava uma espada manchada de sangue, este já presente em vários outros pontos da cidade junto aos cadáveres que o cercavam.

O cenário era um campo de batalha, haviam corpos pelo chão, se estavam vivos ou não isso pouco importava, mas o vermelho já havia pintado muitas das paredes das casas em reconstrução. Era evidente que havia ali um grupo dominante no ataque, cerca de sete pessoas com vestes negras carregando lâminas variadas, sendo que dentre os corpos no chão apenas três entravam nessas mesmas características. Do outro lado, o lado defensor e também a maioria dos mortos do local, era visível que eram composto praticamente por civis armados com armas de agricultura ou de construção, porém também haviam aqueles que se mostravam mais guerreiros e carregavam espadas e lanças, mas mesmo estes pareciam não ser capazes de lidar com os invasores.

- Entreguem o líder de vocês! - Gritou outra vez o homem dentro do manto negro.

- Ok, eu me rendo, eu me rendo! Mas deixe minha cidade em paz! - Disse um senhor de idade saindo do meio da multidão com as mãos para cima. Os cidadãos de Yuba pareciam não concordar com a atitude desse senhor que chamavam de Ebonee.

- Não, pai, fique fora disso… - Então um homem mais jovem, alto e com uma presença bem mais forte deu alguns passos a frente e usou o braço para fazer o velhote recuar. Havia uma espada na cintura deste, mas era o tapa-olho em sua face que deixava sua aparência marcante. - Prometam-me que deixarão a cidade em paz e eu irei.

- Tem a minha palavra, rapaz… Só precisamos de você. - Respondeu o representante do grupo invasor.

Enquanto isso, de uma distância segura, James e Masimos conseguiam ver e ouvir bem o que estava acontecendo lá, principalmente porque ambos tinham esses sentidos aguçados. Não era difícil entender o que estava se passando dentro de Yuba, porém, o que o tritão poderia ter dúvida era sobre quem eram os invasores, mas a resposta viria pouco depois quando James se virou para ele e disse:

- Masimos, eles são da Rosa Negra… - Então estalou o pescoço movendo-o um pouco para o lado e puxou uma de suas pistolas da cintura. - E aí, vamos ser os heróis ou os vilões?




Aaron e Shido



Graças a ajuda de Zomari e Samiro, Aaron e Shido puderam escolher roupas que lhes deixassem mais parecidos com alabastianos, para isso bastou o pirata usar um pouco de lábia barata e oferecer um dinheiro. Quando houve a revelação de que Diana estava viva, isso não foi uma grande surpresa para Aaron, que no fundo sempre teve a esperança de que isso fosse de fato verdade. O cientista e a Calamidade já estavam trajando as roupas tradicionais de Alabasta no momento em que Shido olhou de maneira séria para Aaron e estendeu a sua mão direita para que o pirata a apertasse em um cumprimento.

- Também tive amigos que foram levados por eles… Essa vingança não é só de vocês. - Então se Ao ruivo aceitasse o aperto de mãos, a ação definitiva para selar a aliança entre eles, o cientista abriria um sorriso. - Então vamos encontrá-los!

As Falsas Calamidades eram aliados da Rosa Negra, sendo que Kuross, o inimigo de Aaron, era até mesmo um dos sete assassinos mais poderosos da organização. Arrumar briga com um grupo tão grande mercenários era algo muito grande até para essa tripulação de piratas megalomaníacos, por tanto não é difícil para Aaron perceber que para uma guerra como essa que está por vir, aliados são extremamente necessários. Zomari e Samiro, apesar de não terem o perfil de guerreiros ou sequer tinham algum status de influência, poderiam ser a primeira chave para o Fantasma Escarlate começar a abrir as portas de Alabasta, não só porque eles forneceram as vestes que iriam disfarçá-lo entre os nobres, como também eram nativos da ilha e poderiam lhe passar informações da região.

- Levarei a gente até lá… Mas tem certeza que você conseguirá pagar 40 milhões de berries para colocar nós quatro lá dentro? - Perguntou Zomari alisando sua barba.

A maneira que Aaron pretendia colocá-los dentro do baile de máscaras era de fato um mistério, talvez ele de fato estivesse disposto a pagar pela entrada dos quatro, talvez pagasse apenas uma enquanto os outros três estariam dentro do seu pântano, ou talvez faria algo parecido com isso, mas ao invés de pagar para entrar, arrumaria um jeito de invadir o local de maneira furtiva. A verdade é que dentre todas as opções possíveis, apenas aquela onde ele gasta os 40 milhões de berries possui menos chances de dar merda, ainda que o fato de nenhum deles ser de fato um nobre já seja motivo o bastante para lhes trazer algum problema no futuro, porém, em um ambiente onde todos que estão presentes estão usando máscaras que ocultam suas verdadeiras identidades, será difícil alguém descobrir quem realmente eles são.

- Ah, claro, não podemos esquecer das máscaras, peguem aqui, temos vários modelos para a ocasião. - Ofereceria Samiro já escolhendo a sua máscara para cobrir o rosto. - Hoahoahoa, nem acredito que estou indo para a festa mais nobre do reino!

Depois de estarem devidamente vestidos e prontos para irem em direção ao baile de máscaras, assim que retornassem às ruas da cidade seria possível reparar que os zumbis libertados por Aaron alguns minutos atrás já foram devidamente neutralizados e um certo grupo de pessoas tentavam estudar o que diabos eram aquilo e quem poderia ter soltado eles ali. Quando a dupla Zomari e Samiro terminaram de guiá-los até a porta do cerimonial onde a festa nobre estava acontecendo, o grupo parou diante de um palácio bem decorado e completamente cercado por guardas e seguranças. Se infiltrar ali dentro sem ser através do dinheiro seria difícil, mas o ruivo poderia tentar se estivesse disposto a arriscar, desde que tenha um bom plano que não venha a chamar muita atenção.

Quando já estivesse dentro da festa, um lugar amplo com diversos garçons - também mascarados - servindo petiscos de tempos em tempos, bebidas de diversos os tipos a disposição, pessoas conversando em pequenos grupos, algumas poucas dançando a música tocada no ambiente. Agora cercado por outras dezenas de pessoas mascaradas, Aaron precisaria arrumar uma maneira de se enturmar, além é claro de ter que tomar bastante cuidado, afinal qualquer um ali dentro poderia ser um assassino da Rosa Negra disfarçado, restava agora saber quem encontraria quem primeiro...




Bell e Vayu



Depois de terminar o Alabastacurso 2000 e aprender mais sobre a história de Alabasta, Bell continuava ao lado dos nativos que acreditavam que ele era um deus por conta dos seus poderes de areia, no entanto, quando um deles mencionou que ele estava ali para ajudá-los a libertar seu líder aprisionado, o espadachim se mostrou não muito confortável com essa ideia. Após mandar a real sobre seus pensamentos a respeito do assunto, os homens ao seu redor começaram a se ajoelhar, outra vez, diante daquele que enxergavam como uma divindade.

- Se você está aqui para trazer mudança, deus Bell, nós estaremos dispostos a ajudá-lo seja no que for. Seu retorno é a salvação desse reino! - Disse Makhar ajoelhado diante do pirata sentado no trono de areia.

- Nós não acreditamos que o Reino de Alabasta está sendo bem governado… Durante anos os Nefertari estão no poder e o povo não está mais satisfeito com algumas de suas atitudes, Darwishi Chavi, nosso líder, estava disposto a tentar mudar isso… Trazer ao povo um verdadeiro governo de qualidade, mas ele foi julgado como um traidor ao ter seu plano descoberto e por isso está preso hoje. - Explicou Kodar de maneira séria, então olhou para Bell com o mesmo olhar determinado e continuou: - Para que Alabasta seja governada por um verdadeiro líder, precisamos tirar do poder aqueles que atrapalham o avanço da nação… Precisamos destruir o que restou da família Nefertari!

Se fosse convencido ou não por essa história, talvez tanto faz para a decisão de Bell, se esses homens estavam dispostos a causar o caos ao seu lado no reinado de Alabasta, então o motivo que eles tem para isso pouco importa. Vayu observava toda a cena com uma mão cobrindo a testa, como se não conseguisse acreditar que essa idiotice de deus e ataque ao governo local estava acontecendo, obviamente ela estava preocupada com o rumo em que essa decisão de Bell poderia levar.

- Tome cuidado com isso, Faraó, você não sabe a confusão que isso pode gerar… - Comentou para o companheiro em voz baixa, pois não queria envolver os outros homens nisso.

- O palácio Nefertari fica na capital Alubarna, também é lá que nosso líder está aprisionado… Acredito que daqui onde estamos se formos de pato conseguimos chegar lá antes do anoitecer. - Dito isso, Vayu e Bell poderiam se questionar que porra de pato é esse que ele está falando, mas logo depois dessa fala já seria possível ver os tais patos há alguns metros de distância. Eles eram grandes o bastante para serem montados por uma pessoa normal (o que não incluiria Masimos), amarelos e tinham um bico largo. - Não temos o suficiente para todos nós, mas podemos deixar dois dos nossos aqui para entrar em contato com o resto do nosso grupo em Rainbase.

Eram seis desses patos de Alabasta, antes um para cada homem, mas como foi explicado por Kodar, dois deles ficariam aqui e seguiriam outro trajeto até Rainbase, permitindo que a dupla estrangeira ficasse com a montaria sobrando. De acordo com o dono do pato corredor, o animal que ficou para Bell se chama Biribiri, usava um óculos de aviador e estranhamente o desgraçado tinha umas penas esquisitas na cabeça que pareciam um cabelo longo encaracolado, além de um bigodinho.

- Você sabe como montar, não é, deus Bell? - Perguntou Makhar já em cima do seu pato. De fato não era muito diferente de montar um cavalo, e mesmo que talvez nunca tenha montado em um cavalo isso não era algo muito difícil de se fazer.

- Tanto faz… Só não exija demais de mim nessa confusão, meu objetivo é matar os desgraçados que atacaram minhas amigas, perder tempo e me arriscar em algo desnecessário não é minha prioridade no momento. Mas vejo que você está certo, talvez seja a melhor forma de atraí-los até nós. - Quando respondeu Bell, Vayu já teria ignorado o abraço e montando o seu pato, agora ela olhava para o companheiro sorrindo de maneira provocativa esperando que ele fizesse o mesmo. - Vamos, Faraó, parece até que o deus do deserto nunca montou em um desses...

Quando todos estivessem montados e os patos começassem a correr, Bell e Vayu ficariam surpresos com a velocidade que esses bichos corriam sobre as areias, provavelmente nunca haviam visto algo parecido assim antes, nem mesmo o waver se comparava a isso. Nessa velocidade não iria demorar até que chegassem em Alubarna e de fato quando avistaram a capital pela primeira vez o sol ainda não tinha chegado a desaparecer por completo. O calor do fim de tarde ainda era presente, mas já deixava o clima local bem mais fresco, algo que até mesmo Bell seria capaz de perceber, apesar de não se incomodar nem um pouco com a temperatura elevada da região.

- Bem vindos a Alubarna. - Apresentou Kodar ao mostrar a entrada da enorme cidade, a maior de toda a ilha. As construções ficavam todas em cima de uma elevação de terra e por isso para entrar na cidade era preciso escalar esse rochedo ou então subir pela escadaria principal que dava o fácil acesso a cidade. Eles estavam bem na frente dessa escadaria e já podiam começar a descer dos patos, estes que por serem bastante inteligentes podiam ficar soltos por aí sem ter o risco de fugirem. - Então, faraó, para onde deseja ir agora? Estamos dispostos a seguir o seu plano.

---

Relembrem os NPCS:

Kodar:
 

Makhar:
 

Zomari:
 

Samiro:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
(Link da ficha na imagem)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 6010
Masculino Data de inscrição : 15/09/2014
Idade : 26
Localização : Na Monstrolandia...

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptySeg 17 Dez - 17:16


Emissário da Morte

Cidade de Yuba

Durante o percurso até a cidade de Yuba, refletia sobre as palavras da mulher-tritão e de James. Então essa é a Nikyu Nikyu no Mi?! Cujos poderes repelem qualquer coisa, interessante. Havia presenciado uma fração de meu o poder poucos momentos atrás e já poderia assumir que... esses poderes eram divinos. Não era à toa que a Deusa havia me presentado com tamanha compaixão.

Apesar de ter sacrificado uma aptidão nata, minha capacidade aquática, o poder ganho por isso e principalmente por crer na Deusa era evidente e sublime. Meu último combate havia me mostrado o nível que havia chegado e que muitos seres poderosos ainda vivem por esses mares. A Deusa sabia disso, sabia que aquela arma não era o verdadeiro poder que o portador da Calamidade “Morte” merecia. Era uma arma com limitações e pude confirmar em minha batalha contra Byakushi. Mas agora? Já dominei Kenbushoku no Haki e ainda obtive outro poder fenomenal de uma Akuma. Como poderei recompensar todos esses presentes da Deusa? Nem mesmo dedicando mil anos de meu amor por ela seria suficiente.

Perdido em devaneios, refrescava meu corpo ao usar a água contida dentro da cabaça. Tanto despejava pelo meu corpo como também bebia o liquido. Pegava meu barril menor que portava e oferecia para Luthien devido aquele calor asqueroso. ~ Se hidrate minha jovem. Para nossa espécie esse clima é maçante. Terminaria de proferir e após a mesma utilizar o jarro metálico, voltaria a pega-lo.

Após um tempo peregrinando pelo deserto, cujo o clima me aborrecia cada vez mais, era possível avistar a cidade de Yuba. De longe era notável o estado desastroso ao qual se encontrava. ~ Tsc... pelo visto alguém chegou primeiro. Diria ao perceber que já havia acabado com a cidade, o que resultava em uma mudança de meu humor.

Observava o homem de vestes negras questionar o povo da cidade e logicamente presumi que o mesmo estava atrás de alguém importante, pelo menos na visão do humano. Ouvia de longe a situação e pelo visto o humano procurado surgia em meio aos habitantes. Para mim pouco importava se viveriam ou não os habitantes da cidade, todavia foi quando James se manifestou que meu humor atingiu um nível elevado de aborrecimento.

~ Eles são da Rosa Negra?! Era visível uma expressão mal-humorada e sedenta por sangue. Minhas veias começavam a se dilatar e meu coração batia mais forte. Uma fração de minha cólera começara a surgir e mal conseguia controlar meus impulsos pela morte daqueles malditos. ~ Luthien! Leve minha cabaça e não precisa sujar seus tentáculos com essa escória. Proferiria ao largar a cabaça sobre o solo e em seguida ao estalar o pescoço diria para o pistoleiro. ~ Você também James, não perca seu tempo com aqueles lixos! Deixe-me descarregar uma fração de meu ódio! Diria ao disparar como um tubarão alvejando sua presa. Eu geralmente não avanço dessa forma, mas já estava em um nível de irritabilidade e principalmente ansiedade para me vingar das falsas calamidades que pouco conseguia controlar meus impulsos instintivos.

Claro que eu queria matar todos eles, mas isso seria fácil demais. Primeiro iria demonstrar para aqueles membros da Rosa Negra o que significava “Desespero”. Aproveitaria que o sujeito estaria focado no homem a sua frente e o pegaria desprevenidamente. Durante meus explosivos Dash’s, assim que alcançasse o homem de vestes negras que se pronunciava diante ao povo, agarraria sua cabeça e durante a própria corrida faria um ataque em declínio para que a cabeça do mesmo se chocasse contra o solo desértico do local.

Ainda permanecendo parado, após o inesperado ataque de minha parte, deixaria meu punho agarrando a cabeça do homem contra o chão e em seguida libertaria uma rajada dominante do Haoshoku no Haki. ~ Pereçam! Pronunciaria durante o ataque e acertaria apenas os que James havia dito como parte da organização Rosa Negra. ~ Me diga humano... está disposto a enfrentar a "Calamidade Morte" pela sua organização? Indagaria demonstrando minha presença hostil incorporadas pelas minhas falas intimidantes.

Não havia utilizado toda minha força no ataque, então possuía conhecimento que o homem, apesar de possivelmente ser mais fraco, não teria sido morto, talvez desmaiado. Caso tivesse perdido a consciência utilizaria a forma mais adequada para despertar em tal situação e essa seria: a dor.

Utilizaria um soco na parte do cotovelo para quebrar o local e assim causar um choque em seu corpo e, evidentemente, acordar devido a dor. ~ Lhe darei duas opções! A primeira é: falar o que sabe sobre a Rosa Negra e, talvez, não lhe cause muita dor! Ou a segunda... lhe causar muita dor e, consequentemente, você falar tudo que sabe! A única diferença das duas é; o tempo que você sofrerá até falar. Eu estou ansioso para que você opte pela segunda opção! Demonstraria uma expressão maléfica e rancorosa, enquanto manifestaria minhas capacidades em intimidação, interrogatório e psicologia para obter as informações do homem, esperaria para ouvir sua resposta enquanto pressionaria sua cabeça contra o solo.

Caso o mesmo se negasse ou demorasse a responder, acertaria outro golpe no cotovelo com intuito de lhe causar ainda mais dor. Caso algum dos habitantes que estavam sendo coagidos, principalmente o homem que possuía um tapa-olho, viesse me agradecer ou falar qualquer coisa comigo, ouviria e ignoraria por um momento até o homem que estava sendo interrogado por mim respondesse.

Na hipótese de algum deles ter aguentado a aura opressiva de meu Hak e viesse me atacar, talvez por raiva ou desespero. Utilizaria meu Haki da observação para pressentir o oponente e em seguida adiantar minha defesa para bloquear o ataque do oponente. Claro que repeliria a palma da manopla devido a capacidade de regeneração do armamento. Assim que bloqueasse com a pata de minha mão, observaria o que ocorreria em seguida, pois, seria um bom teste das capacidades de meus mais novos poderes.



HISTÓRICO


Posts: 02

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 10/10


Ganhos: ~x~

Perdas: ~x~

NPCs/Players:
~x~

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.





____________________________________________________

~Fala / Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Conquistas:
 


Última edição por Marciano em Qua 19 Dez - 4:06, editado 3 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Yami
Super Nova
Super Nova
Yami

Créditos : 35
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 10010
Masculino Data de inscrição : 28/11/2011
Idade : 24
Localização : Far, Far Away ♫

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptyTer 18 Dez - 3:24


Crimson Ghost

Party Hard



A máscara se encaixava com suavidade em meu rosto, que tanto se agraciava com a sua identidade sendo ocultada. Um sorriso suave indicava para os nativos que as coisas estariam bem, me fazendo aproximar dos mesmos para tranquilizá-los. - Como eu disse e prometi: levarei todos nós para dentro da festa. Deixe que os detalhes eu que me preocupo, tudo bem? - Confortaria-os, apoiando minha mão em seus ombros antes de sairmos do estabelecimento. No lado de fora, percebia que a dupla de zumbis havia feito bem seu trabalho, ainda servindo como alvo para serem estudados e especulados pelos moradores de como haviam chego ali. Se algum dos meus companheiros tivesse a curiosidade do que estava ocorrendo, botaria a mão em suas costas e empurraria com suavidade para frente, indicando que não havia nada para ver, afinal estávamos indo para um evento importante.

E a entrada não deixava mentir, era realmente um lugar fascinante e bem construído. Para um admirador da arquitetura, era algo belíssimo, mas só de imaginar da podridão dos nobres que ali viviam... Me fazia rapidamente mudar de opinião pelo que eu estava vendo. A entrada parecia bem guardada e, desse modo, precisaria utilizar o máximo de meus conhecimentos como gatuno para entrar aquele lugar. Eu poderia pagar o valor da entrada, de fato, mas não tinha intenção de financiar em nem um centavo aquela reunião de ricos. Desse modo, me aproximaria de alguma esquina ou local mais vazio junto com os demais, pisando no chão e deixando a lama do pântano se espalhar. - Não se preocupem, é completamente seguro lá dentro. Haverá um espaço confortável para todos junto comigo e poderei entrar na festa com vocês dentro de mim. - Shiro poderia dar mais detalhes, se precisassem, dando aos nativos a segurança necessária para que confiassem em mim.

Conseguindo que todos os três adentrassem ao pântano, eu ajeitaria minhas vestes e respiraria fundo, deixando que o silêncio de enfim estar sozinho tomasse conta de meus pensamentos. Dali do local onde eu estava, analisaria todo o arredor da festa, não apenas o portão principal, mas portas laterais ou muros. Dessa maneira, eu começaria a contornar o quarteirão em busca duma área mais vazia e, assim que eu estivesse diante de um pedaço de muro extenso e com nenhuma vigia, eu sacaria minha adaga e estocaria fortemente na parede, de modo a abrir uma pequena fissura até o outro lado. A ideia era que fosse uma abertura pequena, mal perceptível à visão comum, de modo a me permitir passar em minha forma lamacenta através da brecha criada. Se as paredes fossem grossas demais para que eu conseguisse tal feito, tentaria me manter em minha forma lamacenta para então subir o muro lentamente, de modo a ir escorrendo até o outro lado sem preocupações. Se, entretanto, encontrasse alguma porta de serviços, me transformaria numa poça e iria lentamente me aproximando, adentrando por debaixo da porta ou da fechadura no instante em que não tivesse ninguém prestando atenção.

Independente do modo como eu havia chego até lá, me deslizaria até um canto isolado para então me transformar novamente numa pessoa. No local isolado, tendo a absoluta certeza de que nenhum dos convidados estaria me observando, eu iria remover os dois alabastianos pela minha barriga, deixando que suas cabeças ficassem expostas de modo que vissem que estavam dentro da festa. - Viram? Como prometido, estão dentro. - Porém, antes que reagissem de alguma maneira, sacaria um par de adagas e rasgaria suas gargantas, engolindo-os de volta rapidamente.

Por mais que não me agradasse matar gratuitamente, eu não poderia arriscar que eles falassem por aí o jeito que conseguiram entrar e nem que tiveram contato comigo. Ao invés de tomar meu tempo explicando toda a situação para eles e torcer para que permanecessem em silêncio quanto ao que eu havia feito ali até então, era mais barato e rápido eu pôr um fim em suas vidas de uma vez. Com seus corpos agora agonizando no interior do pântano, liberaria Shiro com suavidade, deixando-o se juntar a mim como um convidado qualquer. Ele poderia se espantar pelo meu método e, sinceramente, não ligava se ele concordava ou não comigo. Se questionasse, eu daria de ombros, sendo direto como uma flecha quanto às minhas intenções. - Eles cumpriram o que tinham que cumprir. E minha parte do acordo foi feita. Não prometi nada mais nada menos do que isso. - Agora preocupado com o restante da festa, analisaria os demais convidados para então conseguir me misturar aos mesmos de forma natural.

Como Shiro era bem mais extrovertido do que eu, era possível que suas investidas para socializar fossem melhores. Pegaria logo de primeira alguma bebida, que por mais que não fosse muito do meu agrado, era necessário para soltar as correntes da timidez que me prendiam ao chão. Virando uma taça rapidamente, pegaria em seguida uma garrafa vazia, afinal eu precisava apenas fingir que estava tomando, e então seguiria junto de Shiro para um grupo relativamente pequeno, sondando-o antes para pescar algumas informações. Lembre-se, Aaron... Sempre ande com propósito. Se sentirem hesitação ou dúvida em suas ações, irão desconfiar... As informações seria cruciais a serem pegas, principalmente os nomes. Minha tática seria induzir que eu era conhecido deles, mas quando suspeitassem que eu não era ninguém familiar, mas que eu conhecia seus nomes... Então eles iriam criar memórias falsas que associassem a mim. Um pouco de teoria do que aprendi vendo Masimos fazendo.

Após adquirir um pouco de informações do grupo, me aproximaria com um sorriso festivo, tentando falar com o grupo no geral, mas focando em uma ou duas pessoas. - Vocês viram que chegaram com um cavalo lá na frente? - A atenção provavelmente voltaria para mim, o que me faria engolir um seco de nervoso por dentro, mas eu não poderia transparecer isso. Lembre-se, Aaron: a atuação é a alma do negócio! - Um cara num cavalo e sem camisa, acreditam nisso?! E ainda com arco e flecha. - Falaria de modo a cativar a mente deles, tentando fazer com que imaginassem uma situação diferente, mas não impossível de ocorrer.

Quando me questionassem quem de fato eu era, olharia com uma expressão de decepção para a pessoa que perguntou. - Sério, Fulano? Nos conhecemos na minha última viagem até aqui. Sou de Sakura, se lembra? Comerciante que te trouxe algumas coisas de lá... - Tentaria abordar talvez um segredo que eu sequer conhecia e como Sakura era a ilha vizinha de Alabasta, imaginava que comércios eram feitos de formas frequentes. E qualquer nobre que se preze faz negociações duvidosas de vez em quando. - Mas não se preocupe, amigo. Seu segredo está bem guardado e só vim curtir um pouco. - Levantaria a garrafa de bebida, virando em meus lábios mesmo que não tivesse mais conteúdo nenhum. Caso, porém, não funcionasse minha abordagem, eu me desculparia com o convidado, utilizando a desculpa de que as máscaras confundiam tudo e então tentaria encontrar outro grupo de presas, abordando da mesma maneira.

Adquirindo um pouco de confiança no grupo, deixaria que Shiro também cativasse-os, mas cortando-o imediatamente se eu notasse que sua atuação estaria nos prejudicando. - Enfim, como eu disse, o homem desceu do cavalo com uma mochila, e vocês não vão acreditar no que ele tirou de lá... - Prosseguiria com a história como se fosse íntimo dos demais, pois enquanto eu continuar a história mirabolante e improvisada, eu analisaria cada um dos membros daquele círculo. Eu tentaria selecionar qual deles era o mais importante e influente, talvez como possível alvo de assassinos ou até mesmo aqueles que mais teria segredos para contar. Após localizá-lo, eu daria toda a minha atenção para uma outra pessoa que estivesse logo ao seu lado. A ideia seria ignorá-lo, demonstrando preferência em conversar com outra pessoa no lugar dele, deixando-o em segundo plano e provavelmente o frustrando. Isso funcionaria para que ele sentisse o desejo de fazer parte daquilo, se encaixando na conversa mesmo que eu não o chamasse de fato.

A tática, em linhas gerais, era ignorar deliberadamente aquele que você está realmente interessado em conhecer. Não demonstrando carência, a pessoa eventualmente irá entrar na conversa naturalmente. Ela quer ser notada e o fato de estar sendo ignorada e somado ao fato de ser alguém importante... Irá fazer com que ela faça de tudo para se encaixar no que ela não pode. Afinal, nenhum nobre importante irá querer ficar de fora de uma conversa cativante, tampouco ser invisível. E de ser invisível era algo que eu conhecia bem, e eu apreciava. - E me contem as novidades daqui. Chegamos de viagem faz uns dois dias e parece que pouca coisa tem acontecido por esses desertos... Tem ouvidos boatos interessantes, Fulano? - Viraria novamente de minha garrafa para fingir que estava bebendo e, enquanto eu ouviria atentamente as palavras do meu falso amigo de longa data, começaria a observar todos os demais daquela festa. Com minha audição aguçada, poderia captar informações mesmo que fossem de um sussurro, então eu rondaria toda a área ao meu redor mesmo que eu estivesse também prestando atenção no nobre.

Desviando o olhar dele em alguns instantes, eu tentaria também localizar nas vestes dos convidados as facas características dos assassinos. Como um assassino que eu era, saberia identificar padrões e sentir a aura assassina que emana de alguém que está prestes a tirar uma vida. Se notasse alguém pelos arredores, me desculparia com aqueles que eu estava socializando dizendo que precisaria me retirar para ir ao banheiro, mas na verdade indo atrás do assassino disfarçado. Assim que chegasse perto do mesmo, sussurraria para que Shiro acompanhasse meus passos, e então eu me jogaria em cima do mesmo, atuando como um bêbado que tinha passado da conta. - M-Me de-desculpe - hic -... E-Eu não to be-em... - Abraçaria o homem, uma clara falsa intimidade que bêbados costumam demonstrar. Com Shiro me ajudando, esperaria que o assassino se sentisse obrigado a ajudar me carregar para algum canto para que eu descansasse. - M-Me le-leva para ali... Pre-preciso vo-vomitar... - Apontaria para um ponto deserto, esperando que o assassino e Shiro me levassem até lá.

Como o assassino não iria querer revelar seu disfarce, duvidaria muito que ele fosse reagir contra mim, portanto era bom que ele seguisse o enredo se quisesse manter seu papel intacto. Assim que chegássemos ao ponto isolado, eu de fato começaria a vomitar, mas não líquidos de meu estômago, mas sim uma porção de lama espessa e bem em cima do assassino. Expelindo enormes quantidades de lama através da minha boca, tentaria cobrir o assassino por completo e engoli-lo com rapidez antes que alguém mais notasse, para então me recompor de meu papel de bêbado e voltar para as festividades. - Me lembre de nunca mais aceitar entrar numa festa de novo... Já estou farto de tanta socialização falsa. - Falaria para o cientista, voltando ao tumulto para analisar se mais algo importante precisaria ser analisado.



HISTÓRICO

Posts: 2

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos:

Perdas:

NPCs/Players:

Localização: 6ª Rota - Alabasta




____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Far
Pirata
Pirata
Far

Créditos : 53
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 10010
Masculino Data de inscrição : 05/07/2015
Idade : 22
Localização : Your worst nightmare

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptyQua 19 Dez - 3:29

Raising the Revolution
Após meu breve discurso, não podia deixar de parar por alguns segundos para ouvir o que meus súditos possuíam a dizer, Makhar foi o primeiro deles, e claro, parecia estar de acordo com as minhas decisões, o que era bom, na verdade mais que isso, ótimo. Exatamente disso que precisava nesse momento, pessoas que me seguiriam cegamente para qualquer lugar, e quem sabe até mais do que isso, aliados fiéis que poderia levar adiante, seria esse o caso? Me perguntava em meio a troca de palavras entre o primeiro homem e o mais racional deles, Kodar, este no entanto parecia odiar os Nefertari de uma forma muito profunda, se fosse analisar com mais precisão diria até que possui alguma ligação profunda com eles, talvez... Um trauma? Pensava, levando a mão até meus cabelos, ajeitando-os antes de colocar um ponto final em minha decisão, logo após toda a informação ser passada pelo último, eles pareciam concordar de forma tranquila e apenas aguardar por uma decisão.

- Hmm... A destruição dos Nefertari? Não é uma má ideia, se eles forem da maneira que os descreve, certamente terão o que merecem... A irá dos deuses cairá sobre eles. - Diria, erguendo minha mão, como se confiasse em meu próprio julgamento, afinal querendo ou não estava bancando o deus, e estava até começando a gostar disso. - O palácio fica em Alubarna... Mas é claro, a capital deveria abrigar o local de comando, então é exatamente para lá que vamos meu caro Kodar, prepare suas coisas, prepare seus homens, estamos partindo. - Diria, passando a caminhar em sua direção, fazendo com que meu corpo se transformasse em areia e passasse rente a sua localização, como se fosse magia, até me recompor gargalhando logo a frente, passaria a observar suas próximas falas e por consequência quebrar um pouco a cabeça com o significado de "ir de pato", analisei tentando entender do que se tratava, mas apenas pude compreender ao ver a criatura se aproximando, com seu visual diferenciado.

Assim que os patos se aproximavam, podia notar algumas preocupações com relação a montaria, ainda mais por parte de Vayu, que não poderia deixar de me zoar na primeira oportunidade que aparecesse, mas ainda assim não baixei meu orgulho e de forma rápida precisei reagir. - Claro que eu sei... - Comentei me aproximando do pato que me foi designado, mesmo que não fizesse a mínima ideia de como isso funcionava, poderia muito bem dar muito errado, como também poderia acabar correndo tudo muito bem, dependeria apenas do meu companheiro pato com o visual maneiro, bom, ao menos isso não poderia negar. Devagar me aproximaria, colocando uma perna primeiro para depois colocar a outra e só então me apoiar sobre suas costas, tentando me manter estável e apenas deixar que ele fizesse todo o trabalho, se necessário repetiria os movimentos que os outros estivessem realizado para colocá-lo em movimento e assim deixar que tudo se desenrolasse naturalmente. Se por acaso acabasse caindo deste pato, em qualquer momento, apenas faria com que meu corpo se transformasse em areia, e evitando a queda levantaria uma certa quantidade de areia movendo-me de volta para o topo do animal.

Por mais que nunca houvesse montado um animal, não deveria ser tão difícil certo? Possuindo o conhecimento relacionado a pilotagem, por mais que as duas coisas não fossem lá da maior similaridade ainda assim estariam relacionadas as mesmas físicas aplicadas a velocidade. Bom, de qualquer forma tentei a sorte, esperando que o animal acompanhasse minhas reações lentas descobrindo como controlá-lo, buscaria permanecer próximo a Vayu, afinal de contas ela parecia estar mais confortável com isso. - Sei que não se importa nem um pouco com isso. - Diria, dando de ombros e me referindo as suas palavras anteriores, visto que não havia conseguido responder com tanta precisão, possuindo agora um bom tempo entre nossa largada e nosso destino final, a capital, tomava um certo tempo para conversar. - Mas é uma boa oportunidade de mostrar para essa gente quem somos, o verdadeiro significado das calamidades... Você sabe, somos piratas, eu mesmo lhe avisei sobre a possibilidade de uma recompensa. - Diria, virando-me brevemente em direção ao horizonte, tentando evitar dizer o que viria a seguir, mas não poderia continuar evitando.

- Qual a possibilidade de isso resultar em uma merda gigantesca? Bem grande... Mas eu não me importo. - Diria, sorrindo brevemente e mostrando minha expressão despreocupada, enquanto analisava as possíveis reações de Vayu, mas sem dar para trás. - Se você se importa com isso, não deve seguir caminho junto a nós... Isso é uma decisão que deve fazer enquanto a tempo, pois as coisas vão ficar bem feias daqui para a frente. Mas saiba que se escolher ficar ao meu lado, será uma de nós. Alguém que poderá ser forte e temida por seus inimigos, alguém que espalha a palavra de Masimos e a deusa da morte, alguém que irá dominar esse mundo eventualmente. - Finalizava, tentando encerrar esse assunto de uma vez por todas e quem sabe me aproximar um pouco mais da garota, no entanto, isso podia muito bem surtir o efeito oposto fazendo-a se afastar, mas isso era um risco que precisava correr para realmente descobrir as suas intenções, afinal não estávamos aqui para brincadeiras e se desejasse continuar comigo, faríamos do meu jeito.

Concordando ou não, o restante do caminho seria quieto e tranquilo, por mais que os sentimentos envolvidos até lá pudessem ser bem variáveis a depender da reação por parte da garota que havia conhecido a pouco tempo, mas já estava começando se incluir em cada passo que estaria dando daqui para frente, a depender de suas intenções. Bom, de qualquer forma assim que chegaremos a cidade a qual o indivíduo havia mencionado, imediatamente pularia daquele pato esticando minhas pernas, quase como se comemorasse que estava pisando em terra firme, ou melhor, areia. - Alubarna... Nada como a capital para renovar meus ânimos após uma viagem cansativa. - Comentaria, ainda me alongando, passaria a me aproximar de Kodar e os demais que estivessem nos rodeando. - Quantos homens possuem a disposição? - Indagaria, querendo ou não era uma pergunta importante para o desenrolar do que viria a seguir, não que realmente mudasse minhas intenções, mas faria a diferença para o desenrolar de possíveis futuros eventos.

- Entendo. - Diria, independente do número que me fosse comunicado, seria o bastante, afinal de contas estava pretendendo fazer isso nem que fosse sozinho, e com o auxilio de algumas ideias dadas por aqueles camponeses, que poderiam, de fato, me serem muito uteis em uma situação como essa. - Próxima parada, Palácio Nefertari. - Diria, com uma breve pausa e um sorriso sádico estampando meu rosto, querendo ou não estava prestes a fazer a maior loucura que poderia cometer ao entrar em Alabasta, mas em minha mente tudo parecia fazer muito mais sentido, e estava disposto a arriscar minhas fichas nas possibilidades que estivessem ao meu alcance. Se acabasse por resultar, bom então mais um motivo para comemorar, do contrário, bom, isso apenas indicaria que não era hábil o bastante para ser considerado uma calamidade, o caos deve ser propagado a todo o custo, e minha vida estava disposta a isso por mais arriscado que pudesse soar.

Se acabasse encontrando um bar no meio do caminho, não hesitaria em adentra-lo, requereria ao garçom mais próximo uma caixa de cigarros e um copo de whisky que estivesse a sua disposição, iria precisar estar um pouco entorpecido para o que viria a seguir, e nada melhor que um bom e velho Whisky para resolver essa situação... Se havia algo que Nero me ensinou era a apreciar uma boa bebida como essa, e por falar nele... Bom, deixa para lá, não posso me preocupar com isso em uma situação como essas. - Um brinde a nova geração de Alabasta, um brinde a sua prosperidade nas mãos de um governo competente. - Diria, pedindo por mais dois copos para meus outros colegas, no aguardo que eles brindassem junto a mim, pagando por tudo. Logo em seguida partiríamos direto para o palácio, permanecendo a sua porta ao observar a quantidade de guardas, buscaria cruza-los como se tudo fosse o mais normal possível, e apenas se fosse interrompido me pronunciaria. - Pode me chamar de Deus... Seth. - Diria, erguendo areia entre minhas mãos e fazendo com que ela se movesse por entre meus membros, apenas para que ele entendesse um pouco melhor sobre o que estávamos fazendo, e quem sabe assim pudesse convence-lo assim como os demais.

Far:
 

Off:
 
Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS


____________________________________________________


Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
GM.Doodles
Game Master
Game Master
GM.Doodles

Créditos : 99
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 10010
Masculino Data de inscrição : 08/08/2017
Idade : 25

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptySex 21 Dez - 21:00



THE CALAMITIES





Masimos, James e Lut



Assim que chegaram em Yuba depois de uma longa caminhada pelo deserto escaldante, o trio se deparava com alguns membros da Rosa Negra atacando a cidade, pelo que podia ser ouvido da conversa eles estavam interessados apenas em uma pessoa. Masimos então pediu para James e Luthiem deixaram para ele resolver a situação, pois precisava liberar um pouco do ódio que estava sentindo por esses desgraçados, a mulher aceitou com um aceno de cabeça e o atirador sacudiu os ombros, não fazendo tanta questão assim de participar ou não dessa briga.

Saindo de onde estava de maneira acelerada, o tritão alcançou rapidamente o homem que estava com a voz ativa naquele grupo e agarrou sua cabeça para afundá-la no chão de areia. Por ter sido pego de surpresa o assassino sequer teve tempo de reagir, estando agora sendo pressionado contra o solo ele mal conseguia se mexer. Os outros membros da Rosa Negra logo notaram que estavam sofrendo um ataque foram rapidamente na direção do pirata agressor, porém Masimos liberou o seu Haki e a onda de choque ao atingi-los levou-os a cair diante da intimidante presença do titã.

- Calamidade? Hum? Então quer dizer que estou tendo a honra de conhecer o famoso Masimos “Titã” Howker? Haha! - Então assim que terminou de dizer isso, uma enorme quantidade ar quente explodiu das costas dele e atingiu o corpo do enorme tritão que estava sobre ela. A explosão não era forte o bastante para empurrar o homem-carpa, mas o calor contínuo que estava sendo liberado começava rapidamente a queimar a pele já sensível do tritão. Seria nesse momento que o assassino ganharia uma brecha para escapar das mãos da Calamidade e voltar a se erguer enquanto seu corpo continuava liberando vapor e produzindo um barulho irritante de panela de pressão. - Hmmm, será que a carne passou do ponto? - Provocou enquanto olhava para o tritão com um sorriso convencido.

Nesse momento a cidade estava em silêncio, porém era evidente o medo no olhar de cada um deles que observava o que seria o início de um combate. O homem com o tapa-olho parecia ser um dos únicos ali que encarava a situação com seriedade, tanto é que não perdeu tempo e aproveitou para sinalizar para alguns de seus aliados começarem a afastar os civis dali e assim os levar para um lugar mais seguro. No fim, restaram ali ao redor apenas alguns homens curiosos, incluindo é claro, o rapaz do tapa-olho que mantinha-se sério ao observar de braços cruzados os dois “turistas”.

Certamente Masimos estava enfrentando outra vez um inimigo usuário de Akuma no Mi, mas diferente de Byakushi, esse aqui parecia ser um pouco mais fácil de compreender. Mesmo que o assassino tenha conseguido se libertar da imobilização, o tritão podia dizer que foi um movimento de sorte, pois mesmo que o vapor quente liberado por este homem consiga queimar sua pele, a dor provocada por ele não era algo muito difícil para o resistente titã lidar. O grande problema de se estar enfrentando um inimigo “quente” é que isso talvez acabe irritando Masimos mais do que ele já está, afinal tudo que ele não quer no momento é ter que sentir ainda mais calor.

- Então me diga, homem-peixe, você prefere ser feito frito ou no vapor? - Perguntou o encapuzado novamente com seu tom provocativo, então ele abriu ambas as mãos enquanto encarava o tritão, da direita começou a sair uma pequena quantidade de vapor, enquanto da esquerda ouviu-se uns estalos e uns pipocos como se fosse uma panela de óleo quente.

Depois de desafiar o Emissário da Morte, o assassino mantendo toda sua confiança e coragem foi o primeiro a avançar na direção do seu enorme adversário, primeiro ele iria disparar com a mão direita uma rajada de vapor ao aplicar um soco no vazio. O soco de vapor tinha intenção de atingir o rosto de Masimos, mas também ajudaria a bloquear parte da visão do titã, pois no instante seguinte ele iria saltar e tentar agarrar a face do tritão com sua mão esquerda.




Aaron e Shido



Encontrar um lugar por onde poderia invadir esse palácio nobre era uma tarefa até que fácil para os olhos de um gatuno, assim que chegou no local da festa, Aaron já sabia o exato lugar que precisaria ir para achar uma entrada, porém chamaria menos a atenção dos seguranças se ele caminhasse por ali sozinho, por isso abriu seu pântano para que aqueles que o acompanhavam fossem engolidos. Samiro e Zomari a princípio estranharam a habilidade do pirata e mostraram uma expressão assustada, hesitando em se aproximar da lama liberada por Aaron, mas Shido acabava os empurrando para cima do pântano e assim os fazendo serem engolidos.

- Relaxem, depois vocês acostumam. - Comentou o cientista enquanto os dois homens eram absorvidos pelo poder da Numa Numa e gritavam desesperados como se Aaron fosse na verdade um demônio que veio para devorar suas almas. Em seguida ele acenou com a cabeça para o aliado e mergulhou na lama também.

Tendo os poderes da Numa Numa no Mi e suas habilidades furtivas, invadir o palácio não foi um problema para Aaron, bastou um momento de descuido dos seguranças para que o rapaz pudesse passar por debaixo de uma das janelas que ficava na parte de trás da grande casa. Uma vez dentro do ambiente nobre, o ruivo mostrou aos dois alabastianos que eles de fato conseguiram entrar na festa, porém, no instante seguinte cortou a garganta dos dois com suas adagas, levando-os a agonizar até a morte no interior de seu pântano. Shido logo que saiu do interior de Aaron (rs) o olhou com uma cara esquisita, parecia incomodado com o que o pirata havia feito.

- Poxa, eu gostava do gordinho… - E então começou a andar como se o duplo homicídio não tivesse sido nada demais.

Agora restava para os dois a missão de tentar se enturmar com os nobres que estavam presentes, para facilitar o disfarce, ambos foram até a área onde tinham as bebidas e começaram a tomá-las enquanto observavam qual seria o grupo mais fácil de se enturmar. Aaron era aquele que começava a puxar assunto primeiro, parecia estar tentando fazer uma piada, Shido não entendia muito bem o que o ruivo estava querendo, por isso começou a tentar ajudá-lo na falsa socialização. O problema é que toda essa aproximação acabou levando os homens a estranharam um pouco o rapaz que tentava se enturmar, principalmente porque ele agia como se os conhecesse, mas obviamente nenhum deles de fato sabia quem Aaron era. Quando questionado a respeito disso, o ruivo tentou mentir sobre ser um comerciante de Sakura, mas assim que ele terminou de falar, Shido forçou uma risada.

- Hahaha, deve ter se esquecido que também está usando máscara… Às vezes demora a nos acostumarmos. - Comentou unicamente para lembrar a Aaron que como eles estão todos de máscara, esse tipo de abordagem fingindo já ser um conhecido pode acabar dando errado.

- De Sakura? Ahmmm, acho que lembro de algo assim… Dornan, certo? - Respondeu o nobre aparentemente acreditando na mentira de Aaron, o que para Shido soava como pura sorte. - Huahuahua, não sabia que Sakura aceita escravos… Ou será que você veio aqui escondido? Huahuahua, eu sei, é difícil viver nesse mundo sem pelo menos um vagabundinho para nos servir.

- Hahahaha, é verdade. - Riu Shido pra melhorar a socialização, em seguida continuaram o assunto aleatório da história de Aaron. Era evidente que o cientista não era nem um pouco bom em fingir.

- Mas parece que tem um grupo de revolucionários querendo abolir a escravidão do reino, bando de imbecil querendo se intrometer na política do país! Já não basta o que fizeram com o nosso rei. Isso sem falar do Punho Árido, aqueles rebeldes só sujam o nosso reino… Parece que até o Darwishi se fudeu nessa história, ele sim seria um bom governante.

- Olá, me desculpe interromper a conversa de vocês, ouvi vocês falando disso, será que poderiam me dizer que horas começa o leilão? - Perguntou uma mulher quando se aproximou do grupo.

No instante que Aaron viu a mulher, mesmo ela estando com uma máscara que ocultava seu rosto, o ruivo sabia que ela se tratava da mesma pessoa que foi atacada por aquele assassino da Rosa Negra no beco, aquela que acabou salvando por acidente. Era possível deduzir isso por conta da sua voz, algo que não seria esquecido tão cedo pelos ouvidos aguçados do gatuno. Se a Rosa Negra estava atrás dela antes, talvez ainda esteja, o que significa que ela tem grandes chances de ser algum nobre importante do reino de Alabasta.

- Acredito que daqui alguns minutos, antes do baile começar. - Respondeu o homem com quem Aaron e Shido estava conversando.

- Muito obrigada. - Agradeceu antes de se retirar e caminhar em direção a área das bebidas.

Sabendo que aquela mulher estava ali, ficava até difícil para Aaron querer manter o seu plano inicial, ele precisava ficar de olho nela, mesmo que tenha que pedir para Shido fazer isso enquanto ele continua tentando pegar informação graças ao seu talento em atuação. Por mais que Aaron tentasse observar e se ligar nos detalhes que entregasse algum assassino disfarçado entre eles, ele não conseguia nenhum bom resultado, o que o levava a imaginar que ou todos ali eram de fato nobres, ou a Rosa Negra está muito bem camuflada ali dentro. Sem encontrar um possível suspeito para fazer o seu plano de emboscada, não restavam muitas alternativas ao ruivo a não ser esperar pelo leilão, que tudo indicava se tratar de um leilão de escravos, ou então continuar observando aquela mulher misteriosa, quem sabe puxar algum assunto para tentar saber quem ela realmente é.

- Você não é muito jovem para estar aqui, ruivinho? - Perguntou uma outra mulher mascarada ao se aproximar de Aaron, estivesse ele ainda naquele grupo de homens ou se dirigindo para falar com a aquela mulher isolada. - Achei que não era permitida a entrada de menores de idade…

- As aparências enganam, senhorita! O que você está vendo é a demonstração viva do nosso produto rejuvenescedor, estamos o vendendo por toda a Grand Line e até em alguns reinos dos Blues! Tome, aqui é uma amostra. - Cortou Shido para disfarçar as suspeitas em cima de Aaron, inclusive tirou do bolso um frasco com um líquido azulado para dar mais veracidade a sua mentira... Apesar de não ser um bom ator, era um ótimo vendedor. - Este é para você, basta aplicar no rosto e verá o efeito acontecer no mesmo dia! E ainda tem aroma de blueberry.

- Grata, irei aceitar. - Então depois de pegar o frasco ela apertava o ombro de Aaron e descia ela levemente até seu peito. - Pelo que vejo aqui é realmente capaz de fazer um trabalho incrível... - A maneira provocante de como ela falava deixava bem evidente que ela estava dando em cima do jovem ruivo, restava saber se ele teria alguma ideia ou até mesmo coragem de tentar usar isso a seu favor.

De qualquer forma, não faltava muito mais para o leilão começar, as pessoas que estavam presentes no baile já estavam se dirigindo para um grande salão repleto de cadeiras, um palco e uma cortina negra provavelmente usada para esconder os produtos que seriam leiloados, ou melhor, as pessoas. Ainda confuso sobre o que deveriam fazer ali, Shido olhava para o parceiro esperando alguma ideia.

- O que deveríamos fazer, temos pelo menos três pessoas que podemos tentar tirar informações, certo? Podemos tentar observar o leilão, quem sabe descobrimos algo… Mas continue atento, ainda não percebi nada de errado, e é exatamente por isso que eu estou mais preocupado. - Cochichou para Aaron quando estivessem sozinhos caminhando até o salão para o leilão de escravos.




Bell e Vayu



- Tirando nós 4 que viemos com vocês, temos alguns homens trabalhando pela capital, mas não chegaria nem a uma dúzia. - Respondeu Kodar quando eles chegaram em Alubarna e Bell lhe fez uma pergunta.

A cidade estava bastante movimentada, talvez fosse normal por ser a capital de um reino tão famoso ou talvez fosse por conta do horário de fim de tarde e as pessoas estejam se agilizando para voltar para suas casas no fim de mais um dia de comércio. Caso Bell realmente quisesse esse reforço numérico ao seu lado eles teriam que começar agora a procurar por esses homens pelas ruas da cidade. Independente de ter uma quantidade maior de aliados a seu dispor, nada mudará o fato de que o que está prestes a fazer é completamente insano… Invadir o castelo de uma família real é algo capaz de repercutir no mundo inteiro.

- Eu já achava a ideia de invadir o Necrotério de um Shichibukai uma ideia maluca, mas isso… Você consegue realmente se superar, Farest. - Comentou Vayu puxando sua espada da cintura para ter certeza de que ela estava bem afiada, em seguida voltou a guardá-la na bainha. - Se é pra mostrar quem você é… Acho que escolheu a  loucura certa.

Achar a fortaleza dos Nefertari não era tão difícil assim e sequer levou muito tempo para ser feito, contudo quando chegaram lá se depararam com uma cena um tanto quanto chocante… Alguém já estava ali fazendo o que eles vieram fazer, os guardas do castelo estavam mortos no chão e um rastro de sangue manchava os blocos de concreto que formavam o piso daquele grande espaço de entrada. Os civis ao redor estavam horrorizados, corriam para longe gritando por socorro, chorando, temendo que em um espaço tão curto de tempo outro monarca fosse assassinado.

Ao todo eram doze homens, todos se vestiam de preto, mesmo que com peças de roupas distintas, assim como as armas que carregavam em suas mãos, sendo que alguns deles nem mesmo tinham armas. Dentre todos esses assassinos, havia um que chamava a atenção de Bell logo de cara, um homem vestindo roupas de padre, cabelos escuros e com um cigarro na boca. Ele olhou para o pirata e então disse alguma coisa para dois outros homens que estavam lutando com guardas do castelo, pela maneira que ele se comportava parecia estar em uma hierarquia superior na organização, talvez o líder desse pequeno grupo. Depois de falar seja lá o que for, o padre deu as costas à confusão e caminhou para adentrar a fortaleza, enquanto os dois guerreiros que ficaram miraram seus olhos em Bell, como se estivessem já de olho na sua presença… Aquele padre sem dúvida nenhuma sabia quem ele era, e agora havia colocado um alvo na sua cara.

- Parece que estão querendo roubar o seu nome dos jornais… Lâmina Demoníaca. - Disse Vayu colocando a mão no cabo da sua espada. - Meio a meio? - Sugeriu ela já descartando a possibilidade dos homens que encontraram no deserto terem alguma chance nessa batalha.

- Mas quem são esses caras? - Perguntou Kodar espantado com a brutalidade… Mesmo que momentos antes estivesse planejando fazer o mesmo.

- Devem estar querendo pegar a rainha… Me parece vantajoso deixar que eles façam, o inimigo do meu inimigo é meu amigo, não? - Sugeriu Makhar cruzando os braços enquanto via o circo pegar fogo.

- Ótimo, vocês realmente não precisam participar disso… Pode deixar que os deuses cuidarão desses mortais. - E ao final de sua frase, ela sacava a katana e apontava para frente, quem sabe a essa altura, Bell já tivesse feito o mesmo e avançado na direção dos assassinos randons.

Ao todo eram onze inimigos, porém aqueles que pareciam estar de olho na Calamidade estavam um pouco mais distantes, o que significa que para chegar até eles, Bell e Vayu terão que enfrentar os outro sete. Diferente da guarda real que estava sendo facilmente derrotada pelos assassinos negros, a dupla de espadachins não passava por esse mesmo problema, pelo contrário, alguns movimentos com a espada já eram suficiente para levá-los ao chão. Atacar quem estava visivelmente atacando o reino acabava passando a impressão de que os dois chegaram ali para ajudar, o que não é bem assim… Porém quando os sete randons fossem completamente eliminados e restasse apenas os últimos dois assassinos, a multidão que estava de longe assistindo começaria a vibrar, torcendo pelo sucesso dos espadachins.

- Lâmina Demoníaca, hum, ouvimos falar de você… Porém as notícias diziam que você estava morto. - Comentou um dos dois assassinos ainda de pé, um espadachim com braços longos e cabelo castanho preso por um rabo de cavalo.

- Deve gostar mesmo de morrer, se veio até aqui para isso. - Falou o segundo cara, um careca bronzeado que carregava nas mãos duas katanas.

- Lembrem-se: falador passa mal. - Respondeu Vayu encarando-os com bastante seriedade. - Vocês são da Rosa Negra, não é? O que vieram fazer aqui?

- Haha, com certeza não foi o mesmo que vocês… - Disse o careca cruzando as espadas em X na frente do peito, pelo visto estava se preparando para lutar, e o parceiro ao seu lado fazia o mesmo, porém com uma posição diferente onde colocava a espada acima da cabeça e apontada para seus oponentes. - Mas já que estamos todos aqui, porque não nos juntamos nessa festa? Parece que o povo está adorando a chegada dos heróis.

OFF:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
(Link da ficha na imagem)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Yami
Super Nova
Super Nova
Yami

Créditos : 35
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! 10010
Masculino Data de inscrição : 28/11/2011
Idade : 24
Localização : Far, Far Away ♫

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! EmptySeg 24 Dez - 2:27


Crimson Ghost

Slavery



O olhar travava na misteriosa mulher. Seu samblante era claro para mim, assim como o doce som de sua voz. Minhas pupilas em forma de mira não poderiam ser mais bem caracterizadas, pois eu olhava para a mulher como uma águia olhava para um camundongo que havia acabado de sair da toca. Eu começava a tentar juntar os pontos, tentando ligá-la diretamente com a Rosa Negra, afinal ela era, na visão da organização, um trabalho inacabado. Ok, até agora consigo chegar na conclusão que ela é uma nobre... E querer saber da hora no qual começa o leilão de escravos? Ou ela é uma nobre mesquinha do pior tipo ou então é o tipo de nobre que os outros nobres não suportam: a sensata. Minha linha de raciocínio se divergia em dois caminhos, mas ambos valiam a pena a minha atenção. E ambas as situações também existiriam motivos para alguém contratar os serviços da Rosa Negra para pôr fim na nobre.

Tudo prosseguia conforme o planejado, o que me aliviava por não ter estragado nada ainda. Com um pouco da ajuda de Shiro e seu entusiasmo, havia conseguido enganar bem todos aqueles tolos, mas a minha atenção se fixava na nobre mulher. A outra, que questionava a questão de minha idade, não perdia a oportunidade de lançar um charme em minha direção, me fazendo ficar levemente corado, mas a minha atenção estava tão focada em outro assunto, que eu poderia ficar mais afetado. - Agradecido, madame... Se me dão licença... - Com um último comentário de Shiro, indicaria que ele poderia continuar o que estava fazendo, pois havíamos conseguido a confiança daquele grupo, então não era bom que largássemos o nosso plano A tão precipitadamente. - Falarei com a nobre ali... Nos falamos depois com o que conseguimos juntar. - Nos separando, agora me aproximaria com sutileza ao lado da mulher, não encarando-a, não dando a entender que era inimigo.

Chegaria perto de seu lado, alcançando a mão até alguma garrafa de bebidas para novamente fingir que bebia para socializar. Ali, ao seu lado, demoraria breves segundos para falar algo para formular uma frase decente, afinal eu não podia assustá-la. - Parece que as pessoas estão tendo boas expectativas para esse leilão, não concorda? - Deixaria que a voz dela fosse novamente proferida, me dando a garantia que meus ouvidos não me enganavam. - Espero que esteja apreciando a festa. Depois do que aconteceu no beco, é difícil disfarçar que está tudo bem. - Daria um leve gole na bebida, fazendo uma leve careta pelo gosto amargo, mas ainda sem olhar a nobre diretamente. - Não se preocupe. Eu também estava naquele beco, mas não como aquele que te perseguia. Digamos que eu estava numa forma um pouco diferente do que você está vendo agora. - Esticaria a mão para cumprimentá-la e, no instante em que segurasse a minha mão, iria desfazer meus dedos em uma forma lamacenta, deixando claro que aquela poça de lama que havia caído dos céus engolindo o assassino não havia sido algo natural.

Após o breve aperto de mãos, voltaria a atenção aos arredores, afinal se a mulher era alvo dos assassinos, significava que agora eles estavam de olho em mim também. - Sabe, tenho um problema antigo com a Rosa Negra, mas parece que você também se meteu nesse meio... Poderia me dizer o que querem com você, Senhorita...? - Esperaria que ela completasse com o seu nome, tentando também estabelecer um vínculo de confiança para que ela falasse o que sabia. Se uma coisa que dava confiança entre pessoas era de acharem que estavam na mesma situação desfavorável de outra. - E qual o interesse nesse leilão? Imagino que ele não irá acontecer da forma que deveria, estou certo? - E agora a olharia de frente, mas não para encarar seus olhos, mas sim para olhar o que estava atrás dela. Com ela olhando para mim e minhas costas e eu fazendo o mesmo, saberíamos dizer se estávamos sendo observados por quem não deveria prestar tanta atenção.

Se houvesse música no local e as pessoas dançassem, iria pigarrear e então convidá-la para dançar, uma desculpa simples para que mantivéssemos sob olhares de todos - o que impediria que fôssemos atacados naquele momento - e ao mesmo tempo ser possível uma conversa privada, enquanto dançaríamos pelo saguão. Porém se o baile de fato só fosse começar após o início do leilão, eu teria que apenas me afastar junto com a nobre para ouvir toda a história necessária, encarando a abertura do leilão com nojo e angústia. - Não sei quais seus planos em relação a esse leilão... Mas se for pra botar tudo abaixo, pode contar comigo. Não costumo fazer serviços de graça... Mas acho que posso abrir uma exceção. - Diria apenas caso eu notasse antes de que ela era a favor de acabar com aquilo, pois se eu falasse tal coisa para alguém que simpatizava com a existência do leilão, eu iria dar um tiro no meu próprio pé, portanto precisaria tomar cuidado com o que falava e, acima de tudo, com o que eu ouvia.





HISTÓRICO

Posts: 3

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos:

Perdas:

NPCs/Players:

Localização: 6ª Rota - Alabasta




____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty
MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!
Voltar ao Topo 
Página 1 de 15Ir à página : 1, 2, 3 ... 8 ... 15  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Grand Line - Paradise (Paradaisu) :: Alabasta-
Ir para: