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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyTer 04 Dez 2018, 22:12

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Baltazar Vincent Encausse e Linchee Nasubi. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
AoYume
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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyQua 12 Dez 2018, 08:01

A princesa falida
Tem espaço para mais uma? Não, certamente não era hora para isso. A tentação ainda presente, mas, tampouco parecia que esta estaria disposta a me deixar participar. Um sorriso suavemente malicioso transparece em minha face, erguendo os ombros, como dizer, não há o que fazer então.

- Bem, obrigada. Vou ver se a encontro, Dá próxima, me convide, boa diversão.

Poderia ser um caso sério? Não. Bem, sendo o caso, me desculpo posteriormente a ela por brincar com suas paixões, mas, ao que conheço de nós duas seria bem atípico algo que não envolva só mais uma noite ofegante. Novamente tomo um ar, observando o meio, certamente não é do meu gosto a vida diurna, principalmente, em um dia quente e caminhando longas distâncias.

- Esqueci de perguntar o local, bem, que seja. É melhor não atrapalhar mais que aquilo. Uma mulher nova? Uma colega de profissão, hum, como será que ela é...

Em direção ao centro por entre as pedras, por vezes, saltitando entre uma e outra, brincando, tornando o caminho mais leve e balbuciando uma cantoria em tom sutil e brando. "And if you could see, the look in her eyes, the wolf wore the sheep, as a perfect disguise... ♪"Uma certa curiosidade estava presente, um sentimento diferente vinha daquele dia. Poderia ser o fim da minha afrasia e estagnação? Ainda não poderia ter certeza.

- Com licença, me contaram sobre uma dançarina nova talentosa na cidade. Sabem onde posso encontrá-la?

Logo presente ao centro, sorrindo de maneira gentil, com o rosto ligeiramente inclinado para esquerda e com as mãos para trás, fitando os olhos de com quem falaria buscando sua atenção e usando de minha voz mais doce para que torne-se mais fácil minha tentativa de informação.

Sendo o caso de conseguir a informação, seguiria para o lugar, buscando encontrá-la e também observando as coisas que o lugar podia me reservar. De fato, não tinha muito a reclamar da bela cidade, de belas mulheres e rapazes. Desconhecendo até, se naquele momento a tal dama está em seu ofício, resta-me apenas buscar identificá-la para que possa ter uma conversa apropriada, digo, pedidos de aula de dança apropriado.

"... Me, myself, just stumble under glue, the thing I thought was missing wasn't you ... ♪"

Logo que chegaria ao local, buscaria algum funcionário local, com quem pudesse conversar e buscar informações. Simples, sempre mantendo um tom agradável e um sorriso bem sutil na face para que transpareça leveza e confiança.

- Pode me levar até a nova dançarina local? Fui direcionada a conversar com ela, se ela estiver apresentando posso aguardar.

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Cons off.:
 
Objetivos:
 
Histórico:
 

Princess Iris Ao'Yume
Um passo à frente, pode ser o começo para consertar os passos que já foram dados

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Última edição por AoYume em Sex 14 Dez 2018, 06:56, editado 1 vez(es)
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Bluesday
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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyQui 13 Dez 2018, 20:46


UREEE!
Jin Nonino Zanki Mamuri Tosoki
Mais imprevisível do que eu? — Comentei espantada, já que eu era normalmente o centro das bagunças. Embora Iris conseguisse ser uma caixinha de surpresa as vezes — Laboratório C? Lembro onde fica, já passei por lá quando esteve trabalhando com Charles. Afinal, mamãe sempre envia seu almoço através de mim. Acho que sou muito usada nessa família... — Uma breve faceta pensativa, olhando para nenhum lugar do tato em uma analogia dos fatos familiares. Todavia, logo eu ia abraçando meu pai com certa agitação e empolgação — AAAH BRIGADA PAPS!! — E ia me virando para seguir pela saída, continuando a minha gritaria — MAIS TARDE, QUANDO EU RETORNAR, TAMBÉM QUERO APRENDER UMA COISA COM O SENHOR. JÁ VAI RESERVANDO UM TEMPINH...

E a minha voz provavelmente já não poderia mais ser ouvida, pois eu sai correndo, me distanciado bem com minha velocidade e papai vivia com ouvidos sujos de graxa e poeira. Já estavam bem ensebados hihi.

Avancei em direção ao endereço que fora especificado. Conhecia a pequena cidade bem e acreditava não demorar muito para chegar até o local. Uma vez que eu encontrasse o laboratório, iria tentar adentrar ou falar com alguém a respeito do cientista local, afim de saber se o mesmo estava presente. Afinal, se estivesse em outra região, me informaria também sobre a localização. Só que eu realmente esperava encontrar o sujeito ali. Não estava afim de correr mais, correr cansa, sabia?

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Nasubi
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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptySex 14 Dez 2018, 12:11


narração

Baltazar Vincent Encausse

Irmã? — Se perguntaram os brutamontes, eles se entre olharam uns com os outros tentando entender a situação, não estavam completamente convencidos daquilo mas não ousariam socar a face do irmão da mulher que eles tanto cogitavam, e na dúvida era melhor não arriscar. A ruiva ergueu uma sobrancelha diante a cena que se desenhava, o cantos dos lábios se curvaram em um claro interesse, se ela iria entrar na brincadeira? Claro — Eu já volto rapazes, tenho que ter uma conversinha com meu...irmãozinho, vamos até o meu ‘camarim’ — A mulher deu as costas para todos, passou pelo mão onde estendeu a mão e rapidamente recaíram sobre suas palmas o pagamento pelo seu show, seguindo seus passos estavam Baltazar e um pouco mais atrás o violão-celista se virava transportando seu enorme instrumento ao mesmo tempo que tentava auxiliar a criança que após incríveis um copo e meio de cerveja já se encontrava bebada.

Eles atravessaram as portas dos fundos e encontraram-se num beco estreito cheio de lixo, aquela parte da cidade não era nada bonita como o centro — Não é de todo ruim, vez ou outra consigo retirar um berrie ou outro de um deles sem precisar fazer qualquer esforço — Disse ela acendendo um cigarro e colocando-o entre seus lábios carmesim — Eu sou Dianne, o homem de chapéu é o Maurice e essa criança é o Lilo — Completou ela soltando um fio de fumaça — Garoto, não somos daqui e aparentemente você também não. Estamos apenas de passagem e resolvemos parar para relaxar, dar um tempo do mar — De repente uma carruagem parou frente ao beco, estava sendo puxada por um cavalo branco e seu cocheiro era um homem de roupas desleixadas, olhos cansados e foscos e um cabelo desgrenhado. Maurice com muita dificuldade levou seu chello até ela e adentrou sendo seguido por Lilo que tropeçava nos próprios pés — Pois bem, parece que minha carona chegou. Se quiser visitar nossa família por completo pode nos encontrar no porto, se quiser subir, suba. Se não, será bem-vindo da mesma forma mais tarde.

Se o garoto acompanhasse a trupe até o porto se depararia com um navio cheio de arte, palhaços, mágicos, animais, tudo muito semelhante ao circo, o pessoal quando notaram a presença da mulher se tornou eufórico mas diferente dos homens da taverna eles gritavam apenas pela felicidade de vê-la, sem qualquer tipo de assédio — Bem-vinda de volta, taichou — Repetiam muito deles, tudo parecia como uma festa, acrobatas faziam as mais diversas manobras, homens cuspiam fogo e risadas se dissipavam no ar — Fique a vontade garoto, aproveite para conhecer o pessoal. Vai ver que são todos muito talentosos, quem sabe você não aprende algo novo por aqui?

Íris

Antes que Íris pudesse completar sua fala a porta já havia se batido, era improvável que Louis a tivesse escutado, estava ocupada demais para prestar atenção numa visita inesperada, talvez, indesejada. Em meio a seus devaneios e pensamentos sobre o ocorrido, Íris seguia para o centro da cidade na expectativa de aprender algo novo naquela tarde quente mas mesmo que o clima estivesse quente as pessoas pareciam firmes ao ponto de formarem uma enorme multidão a poucos metros de onde a loira se encontrava.

Aplausos eram ouvidos, todos pareciam se divertir bastante com o que é que fosse ali em seu meio, aproximando-se mais um homem barbudo tocava um violão ao som de uma música animada mas o centro das atenções era uma mulher que movia seu corpo com tamanha leveza que parecia não ser afetada pela gravidade, seu olhar para com o público era de extrema provocação e toda sua extensão parecia conectada, conversando entre si e hipnotizando a plateia como uma sereia faz com suas vítimas. Quando a última nota soou e por consequência o fim daquele espetáculo as pessoas gritaram em êxtase, a população sabia reconhecer a arte naquele lugar. Com o fim todos tomaram seu próprio caminho ficando ali apenas a mulher e o homem, talvez fossem um casal, não dava para tirar qualquer conclusão, no chão o case do violão mantinha alguns berries ganhos durante o tempo dedicado ali, era o momento perfeito para Íris abordá-la.

Linchee Nasubi

Nasubi lançou-se a cidade em direção ao oeste, mais especificamente ao Laboratório C, não era um ponto muito frequentado já que as pessoas não tinham muito interesse em Charles e na sua ciência apesar desta auxiliar e muito na vida na ilha. O caminho estava sendo bem movimentado, as pessoas ao redor da garota conversavam com entusiasmo em suas vozes, comentavam coisas como artistas na cidade que estavam trazendo um charme a mais e que com certeza daria mais motivos para os turistas virem para a ilha e consequentemente o comércio local lucrar ainda mais, em contra partida alguns diziam que aquilo era um ponto negativo e que os responsáveis por toda aquela arte eram piratas e que por mais que não tivessem feito nada de ruim para os civis, não eram confiáveis.

Porém, Nasubi não tinha nada haver com aquilo e seu interesse não envolvia a arte de ninguém, pelo menos não por enquanto. Sua caminhada até a construção cinza e um tanto afastada das residências fora tranquila. Não havia ninguém por perto, a população quase que toda se concentrava no fluxo comercial, a porta do prédio estava entreaberta e diversas luzes podiam ser vistas de dentro, elas piscavam em muitas cores, azul, verde, vermelho, era algo psicodélico e chamativo.

Adentrando o local, a porta daria acesso a uma escadaria longa que descia para o subsolo, a pouca iluminação ali poderia dar um ar melancólico, no fim desta, outra porta mas diferente da outra essa se encontrava fechada, uma janela de vidro permitia que Nasubi pudesse espiar o interior do laboratório onde se encontrava Charles que soldava algum material que reagia com aquelas luzes vistas anteriormente, a sala se acendeu num instante e o homem havia parado com sua tarefa, o homem encarou a porta e seu olhar cruzou contra o da garota de cabelos rosa, a porta havia se aberto no momento em que ele apertou um pequeno botão vermelho em sua mesa — Quem é você? O que quer? Não tenho interesse em comprar seus malditos biscoitos de escoteiros, vai embora — Disse ele se voltando ao trabalho mais uma vez.  


Detroit Smash:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyTer 18 Dez 2018, 00:28


UREEE!
Jin Nonino Zanki Mamuri Tosoki
A
rtistas... Minha irmã era uma. Será que iriam ver ela? Mas ela é meio atrapalhada, não mais que eu, mas fazer o que. Todavia, ela bem... Sabe entreter. Já eu, hum... TAMBÉM SOU UMA ARTISTA! HoHoHo. Afinal, eu também crio coisas. Há artesões de armas e tudo mais, por que não posso ser uma artista também? Esses Toroa Islandences. Rhul.

Continuei meu caminho. Chegava agora em um lugar iluminado. Parecia até natal, de tanto que piscava aquelas luzes ou uma mulher de resPeito excitada Boom!

O lugar parecia abandonado pela carência de pessoas por ali. Foi adentrando e acostumando meus olhos a baixa claridade, que no fim das contas, não representava nenhum obstáculo para meus olhos.

Mais alguns passos e alguns filetes de brilho poderiam ser notados talvez por mim. Fora isso, o barulho familiar de aço sendo derretido e colado, se fazia presente com o ato da solda que alguém estaria fazendo. Parecia que era o próprio cientista que eu observava em seu local de trabalho. Ali pela janela, nada poderia fazer, teria que invadir o recinto e assim fui fazendo. Mas do breu, surgiu a benção das lâmpadas, que refutavam qualquer resquício escuridão.

Como uma ladra, eu era pega no flagra, sendo fuzilada por palavras indelicadas. O orgulho de uma engenheira era a grande muralha, que tentava desviar daquelas palavras.

Er... Com licença, o senhor é o temível Charles, O Maluco?

Interrompia ele ao tentar voltar para seu trabalho, antes de ir ao assunto principal. Eu também teria que ter meu momento, hihi.

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AoYume
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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyTer 18 Dez 2018, 15:39

A princesa falida - Treino de perícia(dança)
O som das pessoas que aglomeram-se ao redor dos maestros, dentro de seu espetáculo, grande, pequeno, não importa, o deleite dos aplausos ecoando em ouvidos cansados. Aprecio esta sensação, tal maneira, quase sinto o êxtase dos envolvidos ali. Um casal, um homem e uma mulher, sem que ao certo e a primeira instância, pudesse aferir se romântico de fato ou apenas amigos. O arfar de suas respirações marca o fim do ato, o público dispersa-se, como antes atraídos pela beleza envolvida, mariposas, guiadas para as luzes de outras apresentações.

- Nossa…

Palavras me fugiram para representar meu encanto referente aos dois, permanecia ali, imóvel, sobressaindo a multidão pelos meus pés cravados de onde assistia. Um espetáculo não acaba até o último sorriso grato, a mensagem, implícita, obrigada, mais um dia vivido e validado ao máximo que pude. Como uma artista, assim como ela, fitando os olhos brilhantes, como ele, o sorriso solto encantado. Apenas quando tudo acaba de fato e sua atenção volta-se aos berries ali dispostos aproximo-me, a passos lentos, braços para trás e mãos entrelaçadas.

Nossos corpos abaixariam juntos, fitando-a de canto com um sorriso, seu olhar desconfiado, talvez, achando que eu poderia tentar algo estranho. Roubá-la? Não, apesar de falida minhas vestes caras e raras, herança de minha mãe, me faziam mais próxima a uma aristocrata que a uma ladra. Alguma proposta estranha? Poderia ser lucrativa e assim, a mesma levanta-se pronta para ouvir a abordagem estranha com que me aproximei, também eu ergo meu corpo ajeitando meu vestido.

- Estou impressionada, como uma colega de profissão, em tese, devo dizer que foi magnífica. Gostaria de saber dançar assim…

Abordaria primeiramente a mulher, afinal, é mais fácil que a mulher sentisse ciúmes no contrário, que, deste modo fosse o caso do homem demonstrar tal caso fossem mesmo um casal. Cabelos castanhos, lisos, longos, olhos verde esmeralda, pequenos, suavemente arredondados. Sua face tão bela e meiga e seu corpo delineado com as ondas do oceano que transparece em sua íris. Seguro a ponta de meu vestido negro em uma breve reverência, sem dobrar-me muito pois isto revelaria mais que gostaria dado seu formato, apenas cortejando a sua simpatia.

- … bem, por isso vim a vocês. Imagino que possa ser incômodo, mas gostaria que me ajudem a aprender a dançar. Somente minha voz nem sempre é o suficiente.

Com a voz mais doce e uma expressão singela, esperançosa, digo bem próxima. Logo quando poderia notar a minha destra o homem, por fim, começando também a estranhar minha conduta. Um mau hábito, deixar que a atração passe certos interesses. Quanto a ele, formas belas também lhe eram reservadas, um grande porte, musculatura expressiva, sua barba preenche quase todo seu rosto. Fios curtos, negros, crespos, olhos acinzentados em contraste com todo ar imponente, carregando certa suavidade.

- Você é um ótimo músico também, fique fascinada, futuramente, quem sabe eu adoraria também aprender a tocar, ao menos, um pouco do que você sabe. Mas hoje, eu adoraria se somente pudesse prestigiar sua dança com uma bela dança como ela também fez.

Diria caminhando alguns passos em sua direção, com encantamento em minha voz e mesclando a atenção entre ambos. Quem sabe eu não saia dali com mais que apenas dança, certamente, seria um bom resultado. Me satisfaço apenas com o aprendizado também. As mãos juntas a frente, a mensagem que queria muito aquilo, e, de fato queria. Aprender com um casal de tal gala seria um prazer.

- Por favor?

Os dois olhavam entre si, um pouco relutantes, a garota, sorrindo de canto e dando de ombros para o homem recebia um sorriso complacente, como quem diz, bem, por que não? Logo ela se virava para mim, balançando a cabeça como se pensasse, ou, encaixando um ritmo talvez? Não podia dizer ao certo, não a conhecia bem. Respondendo a minha reverência, também com uma discreta a mesma cumprimentava a mim e se apresentava por fim.

- Meu nome é Yehuda Devir, aquele ali chama-se Mahir Devir, somos casados como pode imaginar. Bem, não sei se somos os mais certos, e, deveríamos cobrar por isso. Mas vou deixar apenas pela promessa de que ainda faremos uma apresentação conjunta em algum momento, o que acha?

Eu podia ver que os dois se entreolhavam, complacentes e sendo muito gentis. Aquilo não era nem perto de algum pagamento, mas, apenas para não deixar por isso mesmo, e, também eu amando a proposta, deixava escapara um sorriso, confirmando com a cabeça, inclinando-a de lado e ajeitando minha franja com a mão esquerda suavemente.

- Por mim está ótimo. A propósito, me desculpe por não me apresentar antes. Meu nome é Iris Ao’Yume.

- Iris, certo, me lembrarei desse nome.

- Uma batida leve amor?

- Sim, por favor.

Um som marcado, ritmo frequente, a mulher a minha frente começando a mover-se. Sutil, tão simples, e, ainda tão belo, seus pés cobriam o espaço em passos largos e compassados de forma elegante. Logo depois, em sintonia, o ritmo tornava-se mais lento e também seus passos mais breves, mas gestuosos e mais firmes sobre o solo, divergindo de antes onde pareciam deslizar no solo com marcas mais sinuosas.

- Está me mostrando a passada?

- Sim, isto é o básico da dança. Você canta, então está acostumada a marcação de ritmo se estou certa. Sentir isso é um passo, executar é o que você precisa fazer.

- A forma dos seus passos também divergiram.

- Bons olhos, fomos do tango a valsa, vamos começar daí por serem estilos mais fixos e tradicionais.

Um frio corre meu corpo, como um estremecer, um arrepio, o toque suave e ao mesmo tempo firme de suas mãos em minha cintura me puxando em sua direção. Ser pega de surpresa também tinha seus lados bons, uma sensação diferente, ser conduzida, e, ao contrário de outras situações, não estar no controle ou ciência dos eventos. Me fazendo mover em algo parecido com o ritmo de antes, do mais lento para o mais rápido, e, um tanto truncado, guiando um certo rebolado e caminhar. Certamente sem a graça com que a mesma fazia.

- Vamos, se solte, você não vai quebrar se liberar um pouco da tensão aqui!

Suas palavras acompanhavam um tapa sutil e ligeiro, onde, você pode imaginar. Certamente ela virava outra pessoa dançando da garota que parecia incerta ao me ensinar, me divertia com aquilo, apesar de, evidente, a inocência do ato que não deixa espaço para mais conclusões. O ritmo que a priori era valsa, vai transformando-se novamente, virando tango, e, desta forma sua condução também direciona a movimentos mais rápidos e próximos ao seu corpo.

- Está melhorando, vamos tentar mais coisas…

Suas mãos correndo minha cintura, torneando meus braços e os guiando até seus ombros, deslizando então apenas sua direita a minha canhota, destra, como é mais comum espelhando em mim meu braço de principal uso. Nossas mãos se entrelaçam, um leve arfar escapa entre meus lábios, deixando a pele de minha face carregada de certo rubor, constrangida, tentada, contida.

- Por que seus movimentos pareceram piorar agora?

- Desculpe, vou me concentrar.

Antes sem graça, só pioraria com sua fala. Nossos pés se encontro em um certo choque, poderia desculpar-me, mas, observando seu sorriso me encorajando, escolhi que, não era o melhor a fazer-se no momento. Melhorar, era o que a agradaria mais. Lembro de sua primeira fala, marcar o ritmo, assim como também faria ao cantar, mas como deixar as coisas naturais? Se eu cantasse algo que não conhecesse bem, perderia o ritmo por dividir atenção, precisaria de algo que, além de combinar com o ritmo, também fosse de minha afinidade.

- Corrientes tres cuatro ocho, segundo piso, ascensor, no hay porteros ni vecinos, adentro cocktel de amor…

Balbuciando em timbre sutil e buscando priorizar meu foco das passadas, e, em não chutar seu pé novamente enquanto a acompanho. Seus olhos parecem brilhar um pouco, me distraindo, e, por alguns instantes me aproximo até de mais. Retomo no que segue a certa distância, tentar beijá-la só estragaria tudo conquistado. Alguma coisa que aproximava-se de dança aos poucos ia se desenhando, me soltando, me divertindo.

- Agora você conduz.

- Oi?

De modo repentino a mulher trocava as posturas, invertendo as direções de nossas mãos e cessando seu movimento esperando que eu fizesse algo enquanto eu a fitava um pouco incrédula. Sem entender também alguns conceitos, que, se eu pudesse mudaria. Afinal, é um pouco injusto para aqueles fora do comum a forma como as coisas necessariamente decorrem-se.

- Mas eu sou canhota.

- Bem, isso não importa muito, a direção da condução, pelo menos a inicial, já que isso pode ser trocado durante a apresentação para a conexão entre passos, é feita de comum postura mesmo que você seja preferencialmente canhota em ambas braço e perna.

- Isso é meio confuso.

- Pense assim, você não tem como advinhar a dominância de seu parceiro ou parceira. Então, é mais fácil seguir um padrão.

- Er…

- E vamos, parou de cantar por que? Dance! Cante!

- Bem, ok… Y todo a media luz, que es un brujo el amor, a media luz los besos, a media luz los dos, y todo a media luz, crepsculo interior, que suave terciopelo la media luz de amor…

Menos fluída e mais acotovelada, a dança seguia um pouco estranha, não mais a dançarina experiente conduzia, agora, conduzida, a responsabilidade de replicar seus atos era minha. Fazer como antes ela fez de exemplo. Era interessante como em relação aos nossos corpos, a troca não era tão problemática, afinal, nossas alturas eram bem semelhantes. Isso também implicava que eu podia ver seus olhos bem próximos, em toda sua essência esmeralda, como uma joia que a muito ganhei de um amigo querido. Esse amigo não caminha mais entre nós.

- Se acalme e prossiga, mais naturalmente, no fim, deixe que a música te de conduza, para que através dela, você também possa me conduzir.

Eu conseguia entender o que ela queria dizer e, de forma parecida, pensar de mais quando se canta tira o sentimento que ela passa. Sentí-la é melhor do que forçá-la. Conduzir-la, também parecia estranhamente fácil. Como guiar uma pluma ao vento. Imagino que, quando era ela me conduzindo, não tinha nem de longe essa sensação. Almejo ainda conseguir tal domínio, hoje, apenas o suficiente para que encantasse os olhos de alguém assistindo, ou, o corpo de um acompanhante.

- ...Juncal doce venticuatro, telefonea sin temor, de tarde te con masitas, de noche tango y amor, los domingos t danzante, los lunes desolacin...

- Sua voz é realmente encantadora.

Aos poucos, conseguia deixar que a forma como o homem de grande porte e dedos precisos em seu instrumento, guiasse também meus movimentos, a forma como eu bailava e trazia comigo a mulher. Gostaria de dizer que um time em perfeita ressonância, porém, ainda faltava muito para mim, ao modo que, não poderia nem me comparar a forma natural de ambos naquele momento. Fazer parte era prazeroso o bastante de todo modo.

- ... Hay de todo en la casita, almohadones y divanes como en botica, coco, alfombras que no hacen ruido y mesa puesta al amor…

Conforme a letra de minha canção acabava, como um certo instinto, ou, quem sabe ele também a conhecesse, o ritmo começava a transformar-se. Novamente a valsa de antes, mais lenta, mais elegante e regrada. Meus olhos, passeando o meio e encontrando os olhos prateados como a lua deste, acompanhados de um certo sorriso, pareciam me encorajar, como quem diz, agora, você consegue. Antes, no começo, o contrário foi feito e não demonstrando eu muita afinidade com esta alternamos para tango. Vamos de valsa então.

- Não sei se tenho uma canção para esse ritmo.

- Não precisa ter, apenas, continue sentindo sem um placebo para ajudar. Já tivemos progresso certo.

Continuávamos comigo conduzindo, e, no ritmo que eu não tinha acertado bem e logo, quase instantâneo, foi mudado para algo mais intenso que eu consegui imergir melhor. Não poderia negar que apreciava eles não desistirem de mim, de ensinar algo que a priori eu não senti facilidade.

- Você consegue, sinta, é mais brando e ao mesmo tempo mais intenso ritmo. Se apaixone e se entregue.

Isto não me parece uma boa ideia, se eu me entregar deste modo como diz, seu boy ali não vai curtir muito minha cara. Algo assim certamente passava pela minha mente, mas, meus lábios não se mexiam. Nem para cantar. Ela parecia preferir que eu não use esse artifício desta vez. Respiro fundo, desço meus olhos por seu pescoço, o colo de seus seios até as suas coxas ligeiramente expostas buscando um vislumbre de sua passada para compreender melhor.

- É como a conquista, você não se entrega de mais e não deixa de lançar tudo de si, tudo ao mesmo tempo. Um jogo de sedução, isso é a dança e seus olhos, deveriam estar nos meus. Olhar para baixo te faz parecer desconcertada, você está conduzindo agora.

- Ce-certo.

Podia entender um pouco do que ela dizia, o ritmo, o vai e vem, as trocas de olhares e dança lenta, mas, com passos rápidos e conduções que quebram a singeleza dos movimentos que compõe a repercussão dos corpos. Ergo meus olhos azuis intensamente aos seus, aproximo-me um pouco, sentindo seu abdômen, seus seios tocados aos meus, sua respiração, sem avançar em um nível que estrague o jogo, que me leve ao arrependimento de me precipitar.

- Como um jogo de sedução, certo?

- Sim, mas saia de cima do meu pé.

- Ah, é, desculpe.

- Acontece, prossiga.

Sem me deixar afastar pelo deslize, logo começamos um baile em que nossos pés correm o solo local, preenchendo o espaço, de um lado a outro. Quem conduz e quem é conduzida se perde um pouco, neste jogo em que duas brincam, em algum momentos conduzo, em outros, me perco no calor de seus braços e nos seus atos quase naturais. Os giros que ela compra com leves toques em minhas mãos e sussurros que guiam.

- Quando eu fizer assim, me gire por dentro. É que segurar em concha a mão por fora quer dizer para quem está sendo conduzida, e, o oposto para quem conduz.

O primeiro giro bem conturbado, com ela em papel de dama, tendo que puxar os movimentos que eu deveria estar comprando. O segundo, sentindo o toque de suas mãos, mesmo que não a guiando com habilidade, consigo acompanhar em um ritmo hábil sua movimentação. Algum tempo se perde nisto, entre giros falhos e movimentos certos, até que, novamente estaríamos em sincronia. Nos envolvendo. Ao ápice, deitando nossos corpos para trás em um movimento espelhado, com os fios de nossos cabelos guiados pelo vento e pela gravidade um grande sorriso saía de minha face, cada vez mais apaixonada pelos movimentos em questão.

Um som me despertava de minha euforia quando nós voltávamos a nosso abraço, o tilintar de metal, de moedas sendo dispostas ao local onde punham dinheiro, antes vazio após ela recolher. O homem soltava uma gargalhada visto o evento, já que, apesar do nosso treino, ainda estávamos em um local público. Isso deveria mostrar progresso? Ainda me sentia uma cyborgue quadrada de várias formas.

- Bem, parece que estamos sendo pagos pelo seu treino.

Todos acabamos rindo com aquilo, e, ainda que apenas moedas, ela recolhia e colocava junto com os demais pagamentos, concedidos por sua apresentação de verdade de antes. Levando as mãos a cintura, sentando-se em um banco próximo a mulher um pouco ofegante, visto que, antes seu show, agora meu treino, parecia bem cansada. Por outro lado, o homem levantava-se e entregava o instrumento a mulher enquanto eu os observava um pouco instigada pelos atos sem nada ser dito.

- Bem, vamos ao que aprendemos. Toque interno na mão feito por quem conduz?

- Er… Giro externo.

- Concha externa?

- Giro interno.

- Bem, isso são mais nomes que eu dei também, e, tem nomes mais teóricos. Mas eu gosto assim, mais fácil de entender que, quando você gira do centro da dança para fora, externo, quando gira do exterior da dança, interno. Quando quem conduz desce a mão para entre sua cintura e deixa a perna entre as suas?

- Oi?

- Qual é, fizemos isso.

- Ah sim, eu me inclino para trás e deixo o ritmo da pessoa conduzir…

- E?

- Levo minha perna para frente também, eu acho.

- Muito bem. Vamos repassar tudo isso, porém, com um parceiro, bem maior. A diferença de altura torna as coisas bem diferentes mas, você precisa ser hábil em todos os casos. Vahir vai ser sua dupla agora, eu mostrarei um pouco de habilidade musical também.

Um pouco menos hábil que o homem, uma música mais lenta começava a soar. O homem não era um dançarino nato, sua habilidade nem se comparava a da mulher, ainda assim, por serem um casal, ele conhecia um pouco daquilo. Facilmente poderia notar que não tratava-se de um amador completo. Me desenvolvendo ali, estaríamos em níveis semelhantes, talvez, eu ainda um pouco atrás. Além disso, podia notar ao erguer minhas mãos a seus ombros que, era muito mais díficil alcançá-lo, em verdade, ficar naquela posição estática apoiada sobre ele chegava a ser um pouco desconfortável.

- Você é realmente alto não?

- Sim, sou.

O homem dizia em palavras simples deixando um sorriso transparecer. Gentilmente, no que seguia entretanto, passava seu braço mais rente ao meu surtindo como um leve apoio e segurando minha outra mão, esquerda, novamente em vista que eu seria a parte guiada, aliviando bastante o peso e já não seria mais tão desconfortável quanto podia parecer. Se eu tivesse de escolher entre os dois, preferiria a mulher, porém, deveria assumir que belo de olhos prateados era deveras charmoso também.

- Ser conduzida é só um nome para brilhar na dança, com a habilidade certa, você pode extrair o melhor de seu parceiro mesmo quando você não está no comando. Dê pequenos sinais do que quer, instigue a que achem que te levam onde querem, sendo que era algo que você decidiu.

Mais relações com flertes? No jogo da conquista certamente coisas assim poderiam acontecer, bem, para mim, na maioria, seria mais algo do tipo natural que acabei trazendo comigo em minha aparência e voz. Ao som daquilo e iniciado por ele, tocando meu pé por meu atraso em reagir, e soltando um pequeno sorriso pelo erro, a dança menos graciosa começava.

- Ok…

Valsa, novamente, parecia que queriam explorar bastante essa pois eu ainda tinha muitas dificuldades, errando detalhes aqui e ali, ou, mesmo a passada que seria o crucial. Mas seguíamos e sentia-me bem melhor que antes, pudera, os minutos do início do treino já faziam-se horas de ensaio. O bastante para a instrutora cansar, e bem, mesma eu já não estava na melhor condição. Precisava dominar ao menos o básico daquilo logo.

- Não precisa ficar tão tensa, lembre do que ela disse, sinta a música e então dance. Se não aprender não saímos daqui hoje, experiência própria, ela é um carrasco esinando.

Estaria me tranquilizando ou me deixando mais tensa? Bem, sua intenção boa estava claro em seu sorriso apaixonado quando fala de sua parceira. Quase, bem quase, me sinto culpada por desejá-la na dança anterior e desejá-lo agora na nossa, mas bem, não é como se eu quisesse separá-los. Apenas participar com eles oras, que mal há nisso, certo? Após alguns pisões involuntários, por sorte, ele tinha calçados fechados e pele mais resistente que ela, começaríamos a tentar os movimentos. Não, na verdade mesmo antes eu já tinha tentado, sutilmente, dar sinais, mas, por sua imobilidade vou considerar que foi uma falha.

Tentando novamente agora, certo, e vamos lá e… caí fazia parte dos planos? Certamente não, contrário ao que tentei, seu braço me lançou ao centro quando me guiava para o externo, me chocando em sua pernas e caindo de joelho no chão. Por sorte, era um chão de madeira, para apresentações e nem mesmo um arranhão aconteceu.

- De-desculpe, você está bem?

- Não, eu peço, eu estou aqui para treinar e errei. Vamos novamente, até acertar.

- Talvez você seja o mesmo tipo de carrasco.

O homem ria, eu me recompunha a sua frente, segurando sua mão e juntamente seu ombro. Tomando algum ar, e, arfando frustrada, voltaria meus olhos, de forma penetrante, convicta, sobre os seus. Guiando, bailando, de um lado, para o outro, ocupando o espaço como antes com Yehuda, então, puxando em conxa sua mão e alçando um giro gracioso que erguia as extremidades de meu vestido negro ao meu redor. O contraste do tom alvo de minha pele e do tecido em um giro, como um eclipsar constante. Poderia me apaixonar por mim mesma naquele momento, esperava que os dois também sentissem isso, antes, que, por fim eu caísse sentada ao chão exausta depois do longo ensaio.

- Muito bem.

- Realmente, no fim, deu uma engatada finalmente.

- Arh, muito obrigada.

O ar já quase não ficava em mim, ofegante, me escapando a energia que sobrava. Yehuda parecia revigorada entretanto e, bem, Mahir não parecia cansado. Os dois se uniam, enquanto eu, ali sentada podia assistí-los em uma dança mais caseira, mas, ainda assim, tão perfeita que fazia meu giro que tanto me orgulhei parecer apenas medíocre. Talvez seja um exagero. Observá-los também é bom para aprender, cruzo minhas pernas e de frente para eles permaneço atenta.

É observando aqueles que sabem, após termos uma noção mínima prática e teórica, como me passado por eles, que, consigo notar coisas como onde errei, e, é claro, como melhorar as minhas falhas. Os passos dela sempre tão sutis, ela fica muito na ponta de seus pés apesar de seu salto não ser tão alto, no máximo alguns centímetros, cinco, talvez menos, isso dá a seus movimentos uma certa leveza que ainda não posso alcançar. Além disso, manter-se assim também equilibra suas alturas, porém, isso também artifício de uma dançarina experiente com pernas fortes. Não, tenho quase certeza que posso tentar se conseguir. Minhas panturrilhas não ficam tão para trás, por meus movimentos durante o uso com a espada. Com menos graça certamente.

Os dois parecem bem alegres quando envolvidos nisso, do lado dele, também posso notar certa firmeza, uma presença, como quem diz tudo vai ficar bem mesmo sem mover os lábios. Assim, ela pode soltar o peso em si sem nenhum problema. Não há música, ainda assim, o ritmo perfeito, chega a me fazer ouvir um sussurro distante do som que dançam. Mais duas coisas para aprender e adotar, afinal, pretendo agir em ambas os lados desse balanço, e, mostra também que é uma prática contínua atrás de perfeição.

Mesclando isso, levanto-me, um pouco recupeada, sem parceiro, apenas, assumindo uma pose neutra e considerando um parceiro de estatura próxima. Nas pontas dos pés, replicando o movimento dos dois e a postura com que Mahir permanece, mais segura e firme por vezes. É mais trabalhoso fazer sozinha, mas, não deixa de ser divertido. Dança e sexo podem ter muito em comum.

- Olha se já não é uma dançarina? Com o tempo talvez possamos até competir.

- A pressão das expectativas.

- Não lhe treinaria se não tivesse. Não quero nenhuma falha me chamando de sensei.

- Fez um grande avanço durante nosso pouco tempo, mantenha os treinos, descubra e aprenda novos objetivos. Dançar é um avanço e domínio diário do corpo, assim como cantar ou tocar. Somos todos artistas aqui, a gente se entende.

Por algum tempo e alternando parceiros, e, por consequência a forma de sincronizar mais algum tempo passava-se até todos estarem visivelmente ofegantes e cansados. Porém, mais que isso, um sorriso em minha face satisfeita, aquele, apenas um começo na minha vida como dançarina, mas, seria um ótimo começo. Uma passo em direção a ser uma artista em excelência.

- Quem sabe, a nossa próxima dança, não é uma dança conjunta a três….

Com um ar malicioso e sorriso fácil, deixaria no ar, como uma brincadeira, ou, quem sabe estivesse séria. Isso dependeria como as coisas continuariam dali. Ou, até, se continuariam mesmo dali. Apoio minhas mãos ao chão e libero o ar em um longo expirar, a aula, havia terminado.

Salvo a possibilidade de permanecer juntamente a eles, ia atrás de minha irmã, ou, de alguma comoção pela cidade que pudesse sugerir que algo interessante poderia estar acontecendo por ali.



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Um passo à frente, pode ser o começo para consertar os passos que já foram dados

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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyQua 19 Dez 2018, 19:12

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Sim, minha irmã. — Respondeu com bom humor vendo que eles encontravam-se visivelmente em dúvida diante de toda a situação. Tinha a sensação de que quanto mais másculo e egocêntrico fosse o homem, mais fácil seria de manipula-lo. Rindo deles, finalmente virou sua atenção para a mulher, que visivelmente intrigada, seguiu a situação com maestria. Baltazar estava mais aliviado, afinal, ela era uma possível ajuda nos seus objetivos e também a sua carta de saída daquela situação desagradável.

Definitivamente ela é dona de uma beleza estonteante e um tom provocante, isso eu admito, sorte a minha que a burrice anda ao lado da masculinidade.

Seguiu então a mulher, suas mãos estavam nos bolsos, seus passos eram largos e desconstraídos, o convite para o camarim não soava inusitado, visto que o próprio havia demonstrado interesse em alongar a conversa, mas a ideia de não saber onde estava se metendo parecia até que interessante.

O camarim era mais diferente do que ele esperava e não fazia questão de esconder isso, seus olhos surpresos faziam um movimento circular dando uma boa checada, imaginou se deveria soltar algum comentário engraçado, mas a cantora era mais rápida.

Sem esforço mesmo, aqueles caras pareciam que estavam na palma da sua mão. Queria eu exercer esse tipo de influência algum dia. — Seu tom era o mais sincero possível. Após Dianne concluir sua fala, Baltazar abaixa sua cabeça fazendo uma reverência. — Baltazar, prazer em conhece-los, preciso dizer que achei o trabalho de vocês fenomenal. — Entusiasmado então, seguia um pouco desajeitado os passos dos três. — Eu sou um novato por aqui mesmo, acredito que vai ser uma honra poder acompanhar vocês, obrigado pelo convite, senhorita Dianne.

Ao fim da viagem, Baltazar encontrava algo que não esperava, um lugar com gostinho de casa. Palhaços, mágicos, animais, era tudo tão nostálgico que chegava até a ser um pouco triste.

Me pergunto como será que eles estão... Papa, mama, pessoal.

Antes que sua mente se afundasse cada vez mais em lembranças e acabasse se abatendo mais, batia com a palma das mãos no próprio rosto, sua expressão que havia ficado levemente abatida novamente voltava a animação normal. Se colocando do lado da mulher, notava a euforia daquelas pessoas ao rever a vocalista, hora direcionava seu olhar pra ela e hora direcionava seu olhar para a platéia com um sorriso bobo, estava orgulhoso, mesmo que não tivesse nada pra se orgulhar, ver alguém do seu ramo ser apreciado como deveria era gratificante.


Obrigado, senhorita Dianne, sinto-me em casa já, vou me enturmar por aí, obrigado pela carona — Daria um tchauzinho pra mulher enquanto encarava o lugar de um extremo ao outro. Estava livre para fazer o que quisesse, mas o que queria? As opções eram das mais diversas, o que deixava tudo mais difícil, mas não demorava muito até que batesse seus olhos em algo que instantaneamente te cativava. — É isso!



~Aprendizado de Perícia: Acrobacia~



Com passos tímidos, em busca de se enturmar, se aproximou um grupo que realizava acrobacias, era incrível aos olhos do rapaz como eles pareciam ter completo controle sobre seus corpos como se todas as regras que afetam e limitam os outros seres humanos, não se aplicasse a eles. Nesse sentido, em muito assemelhavam-se a sua própria família, eles eram habilidosos, ágeis e precisos, o que era perceptível até para Baltazar, que era um completo leigo no assunto. Cheio de determinação, dirigiu-se até eles. Se vou aprender, que seja com os melhores. Colocando na mesa a ideia de que não teve problemas maiores com Dianne e seu grupo, logo deduziu que seria recebido de maneira amistosa, mas mesmo assim sempre que podia prestava atenção no que acontecia ao seu redor, no que falava e em como se portava, pelo que parecia e pelo jeito que haviam chamado a cantora, "capitã", havia uma chance de serem uma tripulação, então um pé atrás nunca é demais.

Olá, meu nome é Baltazar, a senhorita Dianne disse que talvez eu pudesse aprender algo por aqui com vocês e então eu vi estavam praticando acrobacias, que por sinal vocês são bem bons nisso, é um show a parte assistir. Queria saber se poderia me juntar, aprender um pouquinho se não for causar muito incomodo. — Levava então uma das mãos ao peito e estenderia a outra para o lado, enquanto se curvava em sinal de respeito. — É um prazer conhecê-los.

[Lena] — Prazer, meu nome é Lena. Baltazar, no geral acrobacia não é algo que carrega muitos segredos, se você for dedicado, logo poderá fazer o que fazemos e até ir além. A mulher terminava uma de suas piruetas, enquanto toda enxuta em suor e um pouco ofegante, aproximava-se do loiro e sentava no chão enquanto bebia uma água. — É só ser dedicado e vai sair tinindo, pelo que vejo, você deve conseguir sem muitas dificuldades. Tá vendo aqueles instrumentos ali? Quero que você passe por todos eles... P-u-l-a-n-d-o. Enquanto estiver em cima deles, vai tentar se equilibrar e quando for se mover para o próximo, vai ser através de pulos e saltos, boa sorte, xuxu.

A mulher virava sua atenção para os outros acrobatas que não interrompiam sua rotina apenas por conta do rapaz. A frente de Baltazar haviam pilhas de instrumentos de mais variadas áreas, acrobáticas, musicais e etc, seja lá quem eles fossem eram bonados, um tanto impressionado, logo desfalecia em seriedade, tinha uma tarefa para cumprir, tarefa relativamente simples, mas como primeiro contato serviria pra lhe dar as bases que precisava para continuar, equilíbrio era essencial.

A tarefa não era complicada aos seus olhos, o que não significava que estava 100% confiante, a passos lentos e cautelosos, caminhava na direção da cama elástica que era a primeira coisa que via na sua frente, fez uma careta, pois percebeu que alguns dos instrumentos não estavam tão firmes como deveriam estar, subiu na cama elástica com um pouco de receio, a própria borda onde pisava já era um lugar que lhe trazia certa dificuldade em manter-se de pé, por um segundo ameaçou cair, fez outra careta e mordeu a língua enquanto respirava fundo e se esforçava pra recuperar o equilíbrio. Seus dedos do pé se prendiam instintivamente no tecido da lona da cama tentando evitar a queda, já que na sua cabeça, não queria se segurar em nada, pois sabia que seria considerado trapaça, pelo menos enquanto a tarefa se resumisse em caminhada. Os pulos seriam mais complicados, era claro e exigiriam uma maior atenção, então quando chegasse a hora, sabia que teria que se agarrar a algo próximo pelo menos até se acostumar. Sua posição era média, era suficientemente alta para que sentisse o vento que batia em seu rosto e o cheiro do mar, que era seu companheiro a algum tempo, lhe trazendo uma estranha sensação que associava a liberdade, era bom, mas ao mesmo tempo um pouco aflitivo. Ainda estava a certa distância do chão, então o perigo era maior. Era provável que não fosse se machucar muito com a queda, mas saber disso não deixava a trajetória mais fácil.

Olhou ao redor mais uma vez, por algum motivo imaginou se alguém além de Lena o observava, mas rapidamente limpava sua mente, respirou uma vez e fitou o seu caminho com seriedade. Não deve ser tão difícil, pensou enquanto com timidez resolvia tentar dar os primeiros passos. Era mais difícil do que imaginava manter o equilíbrio principalmente em um "terreno" tão inconstante como aquele, suas mãos estendiam-se para os lados em busca de facilitar o equilíbrio, mas era inevitável, acaba pendendo o movimento sempre a mais pra um lado ou para o outro, seus braços atuariam como estabilizadores, pois era como os utilizava quando isso acontecia, tentando jogar o peso pro lado contrário em busca de se recuperar. Assim seguiria até o final do trajeto, com calma e postura, passos lentos um atrás do outro e assim seria até que alcançasse o final da cama elástica, logo a sua frente via o segundo instrumento, havia duas estacas de ferro fincadas ao chãos, elas ligavam uma pequena fita de material desconhecido que se estendia de uma base para outra, por onde supostamente Baltazar deveria passar. Conseguir parar em pé na barra de ferro era o desafio.

Novamente, tensão pairava pelo ar redor garoto, que posicionava um dos pés pra trás em busca de gerar o impulso necessário para passar para o outro lado, então pronto, pulou com o intuito de parar em pé na base de ferro, sentia um frio na barriga. Realmente para ele isso de "sorte de principiante" não existia, seu pé por pouco não escorregava o levando direto ao chão e o equilíbrio que lutava para manter durante todo esse tempo era perdido, a sensação que tinha era de que havia perdido o controle do seu corpo inteiro, visto que não conseguia simplesmente parar e continuar, conforme o corpo pendia para um dos lados, ele jogava o peso para o outro e assim por diante. Estava prestes a conseguir se equilibrar, teria conseguido se tivesse visto algo pra se segurar, mas não viu... Caiu de bunda no chão, rindo sozinho olhava em volta questionando-se rapidamente se alguém o tinha visto, mas não deu muito importância. Um pouco ofegante voltou, estava de volta no começo da trilha que começava na cama elástica. Lena continuava a observar os outros acrobatas com grande atenção, Baltazar agora, sentia-se mais confiante do que antes, ainda a passos lentos e cautelosos e mantendo o equilíbrio, passava pela cama elástica e chegava novamente ao seu nêmesis, porém, agora tentava uma abordagem diferente, após o salto agachava o seu tronco e mirava na barra de ferro, continuava com os braços arqueados, por algum motivo daquele jeito sentia que tinha mais controle da situação do que antes, enfim era bem sucedido.

A continuação do caminho era complicada, equilibrar-se em fitas era algo que nunca havia feito antes e não parecia ser tarefa das mais fáceis, a dificuldade era não ceder a tremedeira da perna e se espatifar no chão de novo. Sua perna tremeu um pouco ao entrar em contato com o material, iria cair e sabia disso. — Senhorita Lena... Eu acho que não dá pra passar daqui, como que eu faço isso. — Sua expressão pela primeira vez naquele dia era de frustração com um sorriso desajeitado. A mulher direcionava seu olhar rapidamente para o rapaz e então continuava prestando atenção nos outros.

[Lena] — É mais fácil e simples do que você imagina. Lembre-se Baltazar, que o seu centro gravitacional está no abdome, portanto concentre sua energia e forças  nos músculos da região. Lembre-se também de não deixar os braços muito levantados, busque uma postura correta, com os joelhos flexionados e músculos da coxa contraídos é mais fácil se equilibrar na fita.

Baltazar então voltava a ficar calado, as dicas pareciam trazer de novo a calma para o ambiente, a dificuldade era manter-se em pé num solo instável, a qualquer segundo que sua concentração e controla falhassem, ia de cara pro chão, mas dessa vez com um direcionamento e entendimento do que estava fazendo, com certo esforço conseguia das os primeiros passos, sentia o movimento da corda e do corpo e pela primeira vez tudo fazia sentido. A partir daí, conseguiu seguir tranquilo mas mantendo o mesmo cuidado que obteve nos exercícios anteriores, apenas adaptando para os instrumentos que vinham em seguida.

Refazer o caminho ainda era difícil, mas estava mais confortável do que na primeira vez, estando mais acostumado com tudo sentia certa facilidade em lidar com as dificuldades e manter o equilíbrio. Na terceira vez em que realizaria o trajeto, era parado por Lena.

[Lena] — Hey, hey, hey, dá um tempinho ai cowboy. Agora que está mais habituado, vamos refinar esse seu equilíbrio, coloca isso aqui na cabeça, seu objetivo é não derruba-lo e ao mesmo tempo aumentar a velocidade na hora de dar sua volta. — Entregava então dois livros finos na mão de Baltazar, que entendendo o recado, os colocava na cabeça. A sensação era estranha a princípio, mas manter o equilíbrio havia sido sua meta desde que havia começado, sabia que conseguiria, sua maior dificuldade seria nos terrenos mais chatos, pois com o corpo não estando num estado seguro, era mais fácil deles deslizarem a caírem, ainda mais observando a grossura dos livros, que pareciam ser leves o suficiente para serem levados pelo vento, teria que garantir que continuassem na sua cabeça o caminho todo.

Eu consigo, vai ser fichinha. — Ajeitando mais uma vez os livros na sua cabeça, daria algumas voltas antes de começar a próxima volta para se acostumar com os objetos e então, após alguns minutos continuaria a seguir sua trilha em busca do refinamento. Continuaria ali por horas, se refinando e se aperfeiçoando, ouvindo as dicas e tirando dúvidas com Lena.


~Fim de Perícia~




Já fazia horas que estaria ali, o cansaço era latente, naquele momento só queria cair em qualquer lugar e descansar, mas primeiro de tudo, sabia que havia aprendido bastante ali hoje e tudo graças a oportunidade dada por Dianne, antes fosse embora procuraria por ela para agradecer pela oportunidade, se não a encontrasse, procuraria os outros dois membros do grupo e se também não os encontrasse, perguntaria pra qualquer um que estivesse ao redor e pudesse dar a informação requerida.


OFF:
 

Histórico:
 


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Objetivos escreveu:
Primários:
( ) Aprender ilusionismo.

Longo Prazo:
( ) Comprar botas.
( ) Conseguir uma recompensa.
( ) Conseguir uma Akuma no Mi.
( ) Adquirir Vantagem: Aparência Inofensiva.
( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
( ) Aprender o ofício "Gatuno".
( ) Aprender a usar os Haki's.
( ) Aprender um Rokushiki.



Aventuras:
 


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Última edição por Padre em Sex 04 Jan 2019, 00:01, editado 1 vez(es)
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Reinhardt
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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyTer 01 Jan 2019, 15:35


narração

Linchee Nasubi


Maluco, você diz? — Resmungou Charles com os olhos fixos em cima da menina que invadia seu laboratório e o acusa de insanidade sem nem mesmo pestanejar, um ultraje com certeza aos olhos do homem que apenas decorria do seu tempo para ajudar a tornar a vida de pessoas como ela, a se tornarem mais fáceis. O projeto em que trabalha naquele instante era algo de fato muito importante para um futuro a longo prazo para a ilha de Toroa Island; mas isso não dizia respeito a mais ninguém se não ele mesmo. Com a aproximação da Celestial imediatamente ele puxou um enorme pano branco que se estendeu por toda a mesa e consequentemente tirou da visão dos curiosos presentes o que haveria por ali.

Você invade meu laboratório, me chama de maluco e me pede ajuda?! — Indagou ele avançando cada vez mais para cima da menina e encurralando-a contra a parede em suas costas, seu olhar parecia ser indecifrável, era quase impossível saber o que ele estava sentindo ou pensando, seria que aquilo era a loucura? O fato de parecer impossível de se ler ou entender? — Anda logo, diga o que quer pois eu não tenho o dia inteiro para perder tempo brincando de mecânico!

Íris Ao’Yume

O dia havia começado intenso, o movimento na cidade sempre ativo e o calor rigoroso que assolava a ilha pareciam ser motivos o suficiente para muitos permanecerem no aconchego de seus lares e permanecerem por lá até que se sentissem dentro de suas zonas de conforto e nenhum obstáculo a colidir contra suas ações, entretanto, havia aqueles como Íris que mostravam que sua convicção de seguir determinados objetivos pré-estabelecidos era mais forte do que o conforto proporcionado pela segurança que uma vida comum e pacata poderia oferecer.

Aquele casal no centro da cidade havia de bom grado aceito o desafio de ensinar uma mulher interessada em sua arte em transformar movimentos do corpo em fluxos de encantamento para aqueles que lhe assistissem. De maneira intensa e dedica passou horas junto ao casal do qual se desprendeu de sua rotina para repassar um pouco daquilo que amavam e tinham como forma de sustento para outra pessoa. Íris seguia todas as instruções dadas, errava é claro, o processo de aprendizagem e a curva que levava ao acerto era íngreme demais para que tudo fosse feito com exímio pela primeira vez, mas com a insistência e o tempo dedicado a levarem a ter o domínio sob os movimentos que praticara e de certa forma, a desenvolver a elegância que uma dançarina transparência.

Ao fim da tarde tudo parecia finalizado e os praticantes exaustos. O casal se entreolhou e sabiam que tinham feito o melhor possível para com a loira e isso bastava, despediram-se e seguiram seu caminho, Íris fez o mesmo. O calor havia cedido para uma brisa refrescante que passava pela ilha. Muitas pessoas passavam ali com muita alegria e expectativas, comentavam alguma coisa sobre uma apresentação de circenses no porto, seria um espetáculo que ocorreria ao anoitecer, um garoto muito afoito deixou cair pelo caminho um panfleto;

“Apresentação PirArts; 20h15 da noite, Porto de Torino Island”

De todo modo ela poderia seguir o fluxo e ver com seus próprios olhos o que moviam as pessoas a fecharem seus negócios um pouco mais cedo e correr para garantirem bons lugares ou então ir pelo caminho inverso e procurar por sua irmã, essa que não tinha visto desde o dia anterior;

Baltazar Vincent Encausse

De fato Baltazar havia se divertido nas últimas horas, e mais que isso, aprendido mais do que poderia pensar, entretanto nem mesmo tempo tivera para descansar após tanto esforço, seus olhos acompanharam um muvuco tanto no navio quanto no porto em que o navio estava atracado, muitas pessoas começavam a se acumular e direcionar seus olhares para onde o Encausse se encontrava.

Foi num piscar de olhos, de repente, no caes daquele navio havia aparecido um palco imenso, cortinas vermelhas e muitas luzes de diversas cores banhavam aquele amontoado de madeira flutuante. Subitamente um homem mascarado, com, uma cartola negra e um sobretudo de mesma cor apareceu no palco, em sua mão repousava um microfone que aproximou-se de onde deveria estar sua boca por detrás do acessório.

Ladys and Gentlemans! — Bradou o homem com sua voz típica de narradores — Sejam muito bem vindos a mais uma apresentação do clã PirArts, espero que todos estejam preparados para ver o impossível, o inacreditável, o mágico acontecer! Com vocês — uma pausa de suspense aconteceu nesse momento, acompanhada de tambores rufando — O inóspito Dórian!

Uma fumaça subiu pelo palco dívida em cores que variavam do amarelo ao vermelho, o homem de cartola havia sumido dando lugar a um ruivo que vestia as mãos em luvas brancas e uma camisa de mangas longas que ficaram curtas em seus braços e assim, deixando o pulso amostra. Ele reverenciou a plateia que ficou eufórica e gritava animada para o começo do show; sem dizer nada ele ergueu o braço direito a uma altura acima de sua cabeça, os dedos estalam. Um. Dois. Três. Pétalas de rosas recaíram sob a platéia, incessantemente eles caiam sem fim e ninguém sabia dizer de onde vinham. Estavam encantados com o mistério por trás daquilo, entretanto, existiam coisas por detrás daquilo que viriam a se desenrolar nos minutos seguintes.

Nos bastidores, as pessoas e animais pareciam se preparar para algo que Baltazar não conseguia desvendar, muitos sacos vazios e cochichos eram dados entre eles — Shi, fica quieto que isso é a parte principal do nosso...você sabe — Disse um pequeno macaco de boina.
 

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AoYume
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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyQua 02 Jan 2019, 14:37

A princesa falida - Treino de perícia(dança)
Gostaria de iniciar com tudo correu bem, mas, não foi tão assim. Nem um beijinho? Aquele não vinha sendo um bom dia no que dizia ao amor? Amor! Ainda que não os romances dos livros mais melosos que possam ter lido, porém, à minha forma, cada caso tem sua intensidade e sabor. Ainda não degustei um sabor sequer nesse dia de sol.

- Não se pode ter tudo, eu acho.

Ao menos, havia cursado com eles aquele saber, e, o tempo para meu agrado vinha tornando-se mais fresco. Em contraste, porém, quase que honrando o princípio de conservação de energia o que aquecia-se naquele lugar eram as pessoas que por ali caminhavam. Os estabelecimentos, mais cedo que o de costume, divergindo do trânsito quase constante de compradores e mercadores, fechando suas portas, concediam seu lugar em um trânsito de pessoas que rumava para a costa.

- Algo novo na cidade?

Minha resposta não delongaria-se, no chão, despojado das mãos de um garoto estaria um panfleto com informações sobre um show circense. Esboçaria olhar para frente, entreabrindo meus lábios, buscando o garoto para devolvê-lo seu pertence, em vão, o mesmo já misturava-se em meio a multidão em passos afoitos. Sobre o objeto, as descrições do evento, e, de fato parecia que toda comoção era justificada pelo anúncio que chamava a atenção de um público alvo amplo.

- Ao anoitecer... não está muito distante.

Antes, de fato pensei que era uma boa hora para ver minha irmã, mas, a curiosidade sobre aquilo me intrigava. Convencê-la, não parecia jogo fácil, gostaria de ter a lábia de minha mãe. Será que ela me ensinaria a ser como ela? Seria bom. Mesmo que outra pessoa me ensine este dom do convencimento tão peculiar e útil. Em casa posso vê-la, e, sempre ocupada nem deve perceber meu atraso. Decidida rota, meus passos destinavam-se a costa onde a apresentação ocorreria.

- Nunca fui a um circo público assim, apenas apresentações privadas. Estou um pouco ansiosa...

Um certo sorriso em minha face, discreto, reflexo de meu ânimo. Não correria, seguiria tranquila para o local e não preocupando muito se haveria um bom local para assistir o espetáculo, na verdade, para diferir mais ainda do que antes vi isso podia ser até melhor, um lugar apenas, normal.

No local, a priori, procuraria algum lugar em que pudesse me acomodar, assim como, pessoas menos atônitas ou focadas, as que pudesse dialogar de forma mais tranquila. Também procuraria alguém com traços interessantes, que se destacam. Pessoas assim geralmente tem surpresas vividas a oferecer, e, em poucas linhas, eu estava ali para curtir. O show, ou, alguém ali que fosse o show em si.

- Com licença, posso me juntar? Nunca tinha os visto antes, eu perdi muito?

Diria com um sorriso e voz doce a quem encontrasse, dentro do antes dito, iniciando uma conversa e me adequando a este novo cenário aos poucos.



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Princess Iris Ao'Yume
Um passo à frente, pode ser o começo para consertar os passos que já foram dados

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A Luxure Girl
Keep

calm,


i'm

Here

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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptyQua 02 Jan 2019, 15:00

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A procura por Dianne na velocidade que começava, também terminava, morto de cansaço acompanhava uma aglomeração que se focava ao redor do garoto, sem entender exatamente o porque daquilo, olhava ao redor buscando pistas que indicassem o motivo de tanta baderna e por dentro, torcia para que não fosse, ah... Como torcia.

Isso é estranho, não é possível que me conheçam até...

Tendo seus pensamentos interrompidos, não conseguia evitar a surpresa. O que caralhos é isso? Novamente olhava ao redor antes de focar definitivamente sua atenção na estrutura que se montava de maneira majestosa na sua frente. Pelo menos não estão aqui por mim, ufa! Mas o que é isso?

O espetáculo era montado e seu líder era alguém novo, mas de aparência comum, criado no ambiente circense não era incomum ver um homem como aquele.

Um showman. — Deixa escapar sem querer, sua empolgação aos poucos começava a voltar, mesmo com o cansaço causado pelo exercício, será que presenciaria mais um maravilhoso show?

Se ajeitando na multidão, buscava uma vista boa do espetáculo. Ao ouvir "ladies and gentleman's" sair da boca do sujeito, tremeu inteiro com um baita sorriso no rosto. Exatamente igual em casa... Mas esse nome PirArts, deve ser legal fazer parte de uma tripulação, uma com foco nas cênicas, deve ser melhor ainda.

O anúncio da atração era feito, o truque realizado que fazia com que o cara da cartola sumisse dando lugar ao ruivo era animador, entretanto, devia um pouco na introdução. De qualquer jeito, seguindo a animação da platéia, gritava animado ansioso pelo que iria acontecer.
Atento, Baltazar via o espetáculo realizado pelo homem, sabia que aquilo não era mágica e bem provável que também não fosse obra de alguma akuma no mi, sentiu-se um tanto intrigado, mas gostou de ver o nível da qualidade do trabalho daquele homem, e realmente, o truque era algo visualmente belíssimo. Bom trabalho... Pensou, seus olhos miravam todo o céu buscando a fonte daquele truque, não encontrou.


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Por alguns segundos Baltazar via-se hipnotizado pelo efeito causado pelas infinitas pétalas que não paravam de cair, com certeza aplaudiria com toda vontade do mundo ao fim da apresentação, isso se a sua atenção não fosse roubada pelos acontecimentos dos bastidores. Atraído pela curiosidade, andaria em direção ao macaco que ouvia falar.

Tem mais surpresas vindo por aí, eu sei. Posso participar com vocês? A senhorita Dianne disse que eu poderia aprender algumas coisas com vocês e eu ainda tenho energia de sobra. Hehe. — Era um tanto inocente, mesmo sendo piratas, não esperava algo tão ruim. No fim, deixaria que a sua empolgação relacionada a agir como sua família agia, guiar suas ações naquela noite. Até então havia sido bem sucedido em viver um momento de cada vez e deixar que Willy se fosse de vez, não era agora que daria passos pra trás.

Caso o aceitassem, obedeceria quaisquer ordens que o dessem, mas ainda não ficaria quieto.

O que vem em seguida? Eu tô bem curioso, a senhorita Dianne não me deu detalhes. — Perguntaria para seja lá quem estivesse auxiliando-o.

Caso não o aceitassem, insistiria.

Por favor, eu prometo não atrapalhar vocês, não vai ser nenhum incômodo pra vocês, vai. — Seus olhos brilhavam na esperança de participar de seja lá o que estava por vir.

Se mesmo assim não o quisessem por perto, iria ficar chateado e talvez até um pouco emburrado, então seguiria em direção a platéia e procuraria por algum lugar alto onde pudesse sentar e ainda assim apreciar o show.




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Histórico:
 


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Objetivos escreveu:
Primários:
( ) Aprender ilusionismo.

Longo Prazo:
( ) Comprar botas.
( ) Conseguir uma recompensa.
( ) Conseguir uma Akuma no Mi.
( ) Adquirir Vantagem: Aparência Inofensiva.
( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
( ) Aprender o ofício "Gatuno".
( ) Aprender a usar os Haki's.
( ) Aprender um Rokushiki.



Aventuras:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptySab 05 Jan 2019, 14:19


UREEE!
Jin Nonino Zanki Mamuri Tosoki
O
cientista cobria algo que não pude ver direito, mas entendia que era um trabalho seu. Minha curiosidade explodiu naquele momento. Contudo, ela foi freada momentaneamente, pois o mesmo ia me encurralando em um canto qualquer e eu acabava sedendo de imediato. Sabia que ele não ia gostar do temível maluco citado, mas eu precisava ganhar sua atenção de alguma maneira, já que me insultava de escoteira vendendo biscoitos. Todos sabem que meus biscoitos podem matar até um Rei dos Mares, rhul.

Quando senti que havia encostado na parede e ele continuava a vir, eu logo levei minha mão até meu bolso e de la tirei minha chave de fenda da sorte com o cabo rosa, super fofinho. O aço já estaria desgastado e a ponta em breve iria precisar de alguns reparos. Eu a puxei e fui erguendo vagarosamente, tentando trazer a atenção do cientista para a ferramenta. Não era comum mulheres estarem usarem tais coisas, ainda mais carregando no bolso como um prêmio ou algo essencial em sua vida.

Eu usava daquele simples movimento, para criar uma distração em prol de fazer um movimento furtivo. Conforme eu erguia a chave de fenda, descolava devagar minhas costas da parede, abrindo espaço para minhas asas que estava encolhidas, pois eu não gostava de ficar mostrando muito no mundo humano. Uma vez que elas estavam um pouco menos retraídas, as balancei em um movimento apenas e levantaria voo, subindo rápido e dando a volta por cima do cientista, ficando acima do pano que havia sido jogado em sabe deus o que. A seguir, começaria meu discurso.

MUITO PRAZER! Sou Nasubi da família dos Linchee. Rosa e azul é minhas cores favoritas e adoro bichinhos fofinhos. Apesar disso, Eu sou a grande Sky of D.VA que tomará os mares com minhas futuras criações, como projeteis insanos e toxinas nebulosas. Não vim vender biscoitos, vim buscar conhecimento com o sujeito mais capaz da ilha. HO HO HO! — Olhei para baixo e fixei os olhos no pano. A curiosidade bateu forte e não me contive — Mas antes... O que será que se esconde! — Então em um movimento de saque rápido, como se fosse com uma pistola, pois eu era atiradora, puxaria o tecido para o alto e revelaria o que estava oculto, ao mesmo tempo que urrava de emoção por coisas da minha mente perturbada que começava imaginar zilhentas coisas — AAAAAAAAAH!!

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Nasubi
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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]CH: 62/62

Considerações:
- Perícia: Furtividade (quanto de xp ganha?)
- Vantagem: Aerodinâmica
- Desvantagem: Curiosa

- Lembrando: tudo tentativa.

Nasubi:
 




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PANDAMÔNIO

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Reinhardt
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MensagemAssunto: Re: Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã!   Capítulo Um: Sobre as Águas, Alvorece a Dinastia do Amanhã! - Página 2 EmptySeg 07 Jan 2019, 14:23


narração
O dia já chegava a seu fim, as horas passaram tão rapidamente que mal notaram o trajeto que o sol fizera em toda extensão azul chamada céu, agora, mais da metade da ilha se espremia no porto a fim de garantir um lugarzinho mais aconchegante para assistir aquilo que prometia ser um dos maiores espetáculos que já fora proporcionado para os cidadãos de Toroa Island; O evento mostrava-se perfeito para relaxar até um dia de grande aprendizado e era exatamente o que Íris mostrava-se fazer, em meio a todas aquelas pessoas a garota vasculhou até encontrar um local vazio próximo às mercadorias, bem ao fundo. Alguns homens bebiam por ali e conversavam, faziam piadas de como toda aquela baboseira era apenas uma perda de tempo sem sentido, e o pior de tudo, as mercadorias pelo cheiro eram peixes, peixes muito fedidos.

Infelizmente ninguém ali preenchia os requisitos que Íris procurava, pelo contrário, a maioria deles era pelo menos quinze anos mais velhos que ela, carregavam um cheiro forte de álcool e suas conversas eram cortadas por palavras que eles, muito provavelmente, haviam se esquecido a forma de se pronunciar.

Faça o que quiser — Retrucou um bêbado que tinha entre os dedos uma garrafa de rum — É claro que não os viu, eles nunca atracaram aqui antes oras — Os demais caíram em gargalhadas, talvez o efeito da bebida os tivessem fazendo perder a percepção da qualidade de humor; Momentos após as pétalas começaram a cair do céu, muitas e muitas delas caíam incessantemente, o mágico que ministrava tal espetáculo continuava na mesma posição e permaneceu imóvel por cerca de um minuto e meio, nesse mesmo tempo todos aqueles reunidos no porto sentiam cada vez mais suas pálpebras pesarem como se um intenso sono os pegassem de surpresa, alguns cediam, outros lutavam contra, porém, ao estalar de dedos e o comando — Miraculous —, dito pelo mago fez com que todos perecerem diante sua magia. Ao final, havia uma multidão caída num som limpo que estranhamente não carrega uma única pétala sequer;

A bordo do navio, Baltazar sem vergonha alguma havia abordado aqueles pequenos animais que outrora pareciam bem preocupados com o desenvolver do show, e com uma boa vontade que se vê em poucos ofereceu sua ajuda, uma chance de aprender enquanto produz. Diante a proposta os pequenos símios se entreolharam como se perguntassem ‘Quem é este pivete?’, nenhum deles sabia responder, entretanto, ao citar o nome de sua capitã, Dianne, seus semblantes mudaram para a mesma que uma criança travessa faz ao pregar um peça em um idoso — Você quer ajudar? — questionou um deles — Pois bem, você pode...pode...levar um copo de água para nosso amigo ali — direcionou seu longo para o palco — Carmesim aparentemente já deve ter feito sua parte, vamos — Os macacos saíram correndo, pularam da embarcação carregando sacos e sacos, um pequeno grupo de pouco mais de vinte deles corriam juntos;

Querem que eu morra de sede, eu preciso de me hidratar — Gritou o ruivo com uma voz irritada, retirou uma das luvas e jogou no ar, logo após a cartola e por fim a outra luva. Os cabelos eram laranjas, sardas em seu rosto lhe ofereciam um aspecto de ferrugem — Gostou do show, pivete? — Riu ele debochando da figura de Baltazar — É novo por aqui? É o meu novo side-kick? Bem, de toda forma estarei em minha cabine, logo partiremos mais ricos do que antes

Aproximando-se dos limites do caes ou em cima do próprio palco, Baltazar poderia ver lá em baixo todas as pessoas antes reunidas para assistir em um sono profundo, alguns roncavam e outros pareciam sonhar, mas todos eles estavam tendo seus bens furtados. Berries, relógios e até mesmo avistara um macaquinho arrancar um dente de ouro da boca de um homem, os sacos pouco a pouco se enchiam de riquezas, financeiros e pessoais.

Nasubi

Paralelo ao grande evento, Nasubi se via cada vez mais enroscada com Charles, o homem tinha um gênio difícil e fazê-lo acreditar em suas palavras era uma tarefa e tanto, nada parecia convencê-lo do contrário de que Nasubi era apenas mais uma menininha dos escoteiros infiltrando-se para lhe vender biscoitos, todo mundo sabia, Charles odiava biscoitos. O cientista tentava por muito intimidá-la, vê-la chorar, dar meia volta e nunca mais voltar com suas condecorações estúpidas. Não iria agredi-la de forma alguma, afinal, tudo o que menos precisava era de uma população furiosa a sua porta por machucar uma escoteira enxerida, porém, o que viu depois mostrou que aquela menina era um tanto diferente das demais.

Algo expandiu em suas costas e não demorou a entender que fossem asas, não lhe era novidade tal aspecto pois em algum lugar de sua mente tinha a lembrança de ter trabalhado com alguém igualmente estranho, não eram lembranças claras mas eram suficientes para fazer com que tratasse tudo aquilo com normalidade. Afastou-se um pouquinho e assistiu a cena. Nasubi tentara levantar voo com suas pequenas asas - talvez a vivência no mundo humano a fizera esquecer as limitações do próprio corpo -, movida pela audácia de fazer algo incrível saltou tendo fé de que alçaria voo, todavia, viu seu corpo despencar segundos após e cair ao chão na mesma velocidade que havia subido. Charles poderia ter rido de tudo aquilo, mas não fazia seu tipo rir do fracasso alheio. Balançou a cabeça negativamente, tirou o jaleco branco e puxou-a pelo braço carregando-a consigo para fora do laboratório — Fim do expediente de hoje, malditas crianças.

Subiu as escadas as pressas e deparou-se com o céu escuro, poucos estrelas e um silêncio desconfortante. A cidade parecia estar morta, as pessoas sumiram e por mais que aquela região fosse pouco movimentada sempre havia um fluxo pequeno de pessoas que caminhava por ali, algo estava errado e Charles sabia bem disso — Vá pra casa criança, não tenho tempo a perder com você — Disse ele rispidamente caminhando em direção a cidade e pouco se importando com o que a garota faria em seguida.  

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