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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptyQua 21 Nov - 15:26

Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Fran B. Air
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Fran B. Air

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptyQua 21 Nov - 16:52

Armas Sendo Armas! Dando Inicio ao Aprendizado!


Muita coisa havia ocorrido desde que adentrei a Grand Line, de modo que enquanto eu caminhava por The Wonderful Land, começava a pensar em todas as coisas que havia feito desde que tinha começado a viver naquele mar maravilhoso, aparentemente cheio de surpresas e aventuras para serem vividas, totalmente diferente do East Blue. Tudo que eu faria por um bom tempo, seria caminhar ainda portando minha armadura negra recém forjada, além dela, por cima de tudo, exceto da mochila que carregava em minhas costas com meus pertences, vestia uma capa com um capuz vermelho como sangue, embora não estivesse utilizando do capuz no momento,  usava também um óculos de sol já que o clima até então era o de um dia ensolarado com fortes raios solares, em minha cintura, carregava um chicote enrolado e em minhas mãos estava minha foice longa, também recém forjada, mas pararia de usar esta como apoio em meu caminhar e a colocaria nas costas após girá-la algumas vezes no ar por mera distração.

“Primeiro teve todo aquele conflito maluco no farol, que parando para pensar, foi minha culpa, se eu não tivesse tentado desafiar Karthus daquele jeito ao roubar e explodir todos os seus navios, talvez tudo aquilo pudesse ter sido evitado, mas eu sou eu e sabia que venceria independentemente do que ocorresse, depois vindo para The Wonderful Land, no meio do mar, mais uma vez tivemos problemas e parando para pensar mais uma vez, também foi minha culpa, quando a mulher que havia comido a Akuma no Mi da coruja veio em nosso encontro, eu mesma deveria ter a enfrentado e não deixado para que o Urso o fizesse...”

- Vejamos, onde é que eu estou? Acabei me distraindo um pouco... –

Falaria baixo comigo mesma, ainda em um tom pensativo e olharia para os lados tentando identificar como estava o movimento ao meu redor ao manter a mão direita apoiada em meu queixo, mas ainda sem prestar muita atenção, a não ser que algo bastante interessante estivesse ocorrendo, se não, continuaria a andar e pensar sobre a ilha da qual havia acabado de chegar, mas da qual já havia colocado algumas expectativas, tanto em relação a ela, quanto a seu povo.

“Bem, já fiz algumas compras, me encontrei com os outros e forjei o que queria, mas Rimuru entregou Will para marinha, não posso deixar isso ficar assim, preciso o quanto antes ir resgatar aquele espadachim idiota, eu até entendo os motivos da detetive para ter lhe entregue, mas para mim, não chegam nem perto de ser suficientes, o problema é que se vamos invadir o quartel general da marinha em uma ilha desconhecida, ao menos quero me armar de um jeito decente... Eu sei que poderia facilmente invadir por mim mesma e tirar ele de lá, mas porque não fazer isso com estilo? Lendo os livros de ferraria de Betros Ashburn, aprendi muitas coisas interessantes e tive muitas ideias práticas de armas, só não tenho certeza de se essas ideias são viáveis ou não... Para isso preciso de mais conhecimento, talvez encontrar mais livros ou coisa parecida...”

- É isso, vou reunir o necessário para as armas! Fazendo algo decente, tenho certeza de que os outros vão ficar mais fortes e talvez possam me acompanhar em minha empreitada, depois de forjar as armas, eu salvo o Chapéu... eu sei que aquele idiota aguenta mais algumas horas, tinha fumaça vindo da direção de onde ele estava, mas ele deve estar bem... RIAHAHAHAHA! –

Dessa vez falaria em voz alta, bastante convicta do que dizia de maneira carismática, não me importando se tinha alguém escutando e se tivesse, também não me importaria com quem quer que fosse a pessoa, se chegasse nesse ponto, eu saberia o que queria fazer e o resto não me interessaria. Se já não tivesse passado por alguma livraria, biblioteca, loja que venda livros ou qualquer coisa do tipo e percebido sua presença, eu mais uma vez olharia para os lados na esperança de ver alguém, se visse, andaria até a pessoa, que talvez se sentisse intimidada com o jeito que me vestia naquele momento, mas ao me aproximar, levantaria meu óculos, mantendo minha mão direita o segurando, dando um sorriso carismático e falando tranquilamente com minha doce voz de sempre.

- Olá, eu sou Fanalis B. Ria, sou nova aqui em Toca do Coelho, saberia me informar onde posso conseguir alguns livros? Talvez alguma biblioteca ou livraria, se não souber, uma ferraria já me seria de grande ajuda... –

”Quanto mais rápido eu encontrar o que procuro, melhor, estou com ideias plainando sobre minha cabeça, acho que para o Rimuru devo fazer alguma espécie de arpão, ainda preciso formular melhor a ideia, mas só de pensar em fazer armas inusitadas, já estou começando a ficar excitada!”

- Obrigada, já vou indo, tenha um bom dia... -

Agradeceria a pessoa com ela me informando ou não sobre minha pergunta ao dar um sorriso ainda maior e mantendo os olhos fechados, então abaixaria meu óculos mais uma vez e sairia andando, no caso da pessoa não saber, iria até a próxima e diria a mesma coisa na tentativa de conseguir alguma informação, assim que descobrisse o que queria, andaria até o local indicado normalmente, nem muito rápido, nem muito devagar, o importante seria chegar em meu destino pretendido e se o fizesse, adentraria no local deixando que minha armadura batesse a parte feita para proter as pernas uma na outra, de modo que o som do metal ressoasse pelo lugar e eu virasse o centro das atenções para aqueles que estivessem no ambiente.

Se entrasse no estabelecimento, me dirigiria até aquele que me parecesse o dono ou a dona do lugar ou ao menos que trabalhasse no recinto, enquanto fosse de encontro até a pessoa, ajeitaria meus longos cabelos ruivos ao alisa-los os puxando para baixo e os ajeitando, para então os jogar para trás ao ficar de frente para a pessoa com quem queria conversar. Me aproximando, o olharia diretamente nos olhos, talvez tivesse que olhar para cima para fazer isso, levando em conta minha baixa estatura, independentemente disso, levantaria meu óculos, o deixando como se fosse uma tiara e me manteria encarando quem me atendesse com meus penetrantes olhos cor de rubi, feito isto, eu falaria em dúvida ao arquear a sobrancelha direita levemente, mantendo um tom calmo e ameno, pelo menos até minha fala final, onde eu perceberia a idiotice que estava falando e logo depois começaria a lembrar sobre o fato de ser uma pirata procurada agora.

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- Olá pessoa trabalhadora, estou procurando por alguns livros, mais especificamente, um sobre física e um sobre química, se tiver desses livros escritos pelo autor Betros Ashburn, seria de grande ajuda, na verdade qualquer livro de Betros seria legal, mas se não tiver, qualquer um sobre os temas que disse, desde que sejam bons, eu aceito. Estou em busca de conhecimento, sou uma guerreira intelectual, se é que me entende. PUFFF. RIAHAHAHA -

“Espera... Agora eu sou procurada e é possível que minha reputação como pirata tenha chegado até aqui, nós fizemos o maior caos no farol e trouxemos aquela jornalista que escreveu tudo conosco. Ah, tanto faz, se ele chamar a marinha eu dou um jeito... HAHAHA”

Se a pessoa me trouxesse o que lhe fora requisitado ou indicasse onde estariam os livros, eu os pegaria, sendo que se algum valor me fosse requisitado pelos mesmos, o pagaria de bom grado, desde que não fosse um valor superior à quantia de 30.000 B$, eu não tinha dinheiro para gastar com tamanhas trivialidades, de modo que se o valor fosse superior, eu devolveria os livros, os jogando sobre qualquer móvel mais próximo que existisse no local e sairia emburrada ao fechar os punhos e manter o corpo rígido, me virando rapidamente para demonstrar minha indignação, sairia a procura de outro lugar do mesmo jeito que teria feito com este, caso tivesse chegado no mesmo. Se a pessoa me pedisse para fazer algo simples como o meu cadastro ou algo assim, do mesmo jeito que é feito em qualquer biblioteca comum, o faria de bom grado, de modo que se conseguisse os livros, seja pagando por eles, seja de outro jeito, agradeceria a pessoa demonstrando minha satisfação e sairia andando para fora, enquanto pensaria no que fazer agora.

- Obrigada, era exatamente o que eu queria. –

“Bem, agora só preciso de um lugar interessante para ler isso, acho que qualquer assento com uma sombra já seria suficiente... A jornalista de antes me disse que essa ilha é cheia de gangues e conflitos, talvez eu acabe me envolvendo em alguma coisa, até que seria legal acabar com uma dessas gangues que tanto perturbam a paz, talvez eles tenham algum tesouro ou quem sabe até mesmo saibam algo sobre Savage ou o tal do Don que a mulher-coruja falou, quanto mais informações sobre aquele traidor e seus aliados, melhor... Fora que eu tenho certeza de que poderia acabar com quem quer que aparecesse...”

Feito isso, olharia ao meu redor procurando por algum lugar que me parecesse legal para sentar e ler o primeiro livro, caso tenha conseguido achar um lugar onde possa ver o movimento ao me sentar e ler tranquilamente, pegaria primeiramente o livro sobre química, feito isso, o abriria e leria tentando entender tudo que estivesse acontecendo no mesmo, não me levantaria até que tivesse lido e entendido o livro por completo ou estivesse perto de desmaiar de tanto tentar.

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É claro que algo de inusitado poderia acontecer ao meu redor enquanto lesse, durante minha leitura, me manteria também atenta aos arredores para evitar maiores problemas, a última coisa que eu queria era ser interrompida durante minha leitura, mas se isso viesse a ocorrer por motivo de alguma ameaça, luta ou coisa parecida, eu me levantaria rapidamente, já guardando o livro em minha bolsa e pegando minha foice, pronta para lutar, se percebesse que eu não precisaria me intrometer em um combate, me manteria sentada observando o que estivesse acontecendo no lugar.

Se tivesse conseguido ler o primeiro livro com sucesso e ninguém aparecesse para me importunar, eu me levantaria para me espreguiçar ao empurra um pouco minhas costas para frente depois de posicionar meus braços de modo que pudesse fazer o movimento, então ergueria meus braços, mais uma vez me espreguiçando, depois me sentaria novamente refletindo um pouco sobre o livro e como eu poderia aplicar o que havia aprendido em uma arma ou em combate, sorrindo e olhando para cima.

“Bem, química é interessante, talvez eu possa misturar alguns componentes como está descrito no livro para criar substâncias interessantes, desde coisas explosivas, até corrosivas ou que possam prejudicar a saúde de alguém, o mais interessante é que eu já fazia vários processos durante a forja, mas agora eu entendo melhor como funciona a mistura do ferro com o carbono para formar o aço, além de outros elementos como o fósforo, magnésio e silício, tudo faz bastante sentido agora... MEU DEUS!”

- COMO EU ADORO APRENDER SOBRE ARMAS! RIAHAHAHA. –

Daria um grito seguido por uma gargalhada, com isso, demonstrando minha empolgação, mais uma vez não ligaria para o que pensassem, estaria bastante animada com o que havia aprendido, tanto quanto qualquer outra coisa. Estalaria meu pescoço ao movê-lo para os lados me mantendo sentada e pegaria o livro de física, já me preparando para lê-lo também, mas antes, olharia para o chicote preso do lado direito de minha cintura e começaria a pensar em uma arma que poderia fazer para uso próprio baseada nele.

“Talvez se eu fizer um sistema onde misture uma arma de fogo com alguma lâmina e esse chicote, eu possa criar algum tipo de propulsor para poder ser usado durante as lutas, alguma bastaria prender algo em uma das extremidades do chicote que se fixasse com facilidade em objetos sólidos, algum tipo de lâmina bem afiada deve ser suficiente, além disso, uma arma de fogo para que aumentasse a velocidade e força com que a lâmina fosse arremessada poderia facilitar em seu encaixe, me parece uma boa ideia, não tenho certeza se é possível, melhor eu ler logo esse livro de física para ver se não penso em mais alguma coisa...”


Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptySex 23 Nov - 16:23




Fanalis B. Ria

O Autor! A busca pelo conhecimento

Absorta em pensamentos, devaneios de dias que não poderiam ser revividos, apenas o vislumbre de um futuro incerto, essa era a Fanalis no momento, as lembranças dos acontecimentos corridos e tensos no farol rodeavam o imaginário da ruiva, que perguntava a si mesma se aquele destino teria sido melhor caso outras decisões houvessem sido tomadas no lugar das que foram, infelizmente o agora estava acontecendo, e querendo ou não, a jovem estava nele, a falta de atenção aos arredores parecia algo corriqueiro, pelo menos em momentos como este, mas não deveriam, o orgulho, talvez inflado, da pirata embaçava-lhe a visão fazendo-a ignorar o lugar onde estava, essa era a Grand Line, e mesmo sabendo disso, não se comportava como tal.

Os giros da bela foice reforjada criavam brilhos cintilantes ao passar o metal pelo sol, mesmo sendo feita numa coloração não usual, a foice negrume ainda sim reagia ao forte brilho solar da manhã, isso não a incomodava muito, já que com sua experiência, e óculos de sol, o trajeto da foice era rapidamente alterado para evitar o incômodo ocular, isso iria acabar logo, e não era preciso ser nenhum perito na área para olhar para cima e encarar as nuvens cobrindo o céu.

As pessoas do local não a encaravam por muito tempo, apesar de receber alguns olhares nem todos continuavam, e muitos outros nem mesmo pareciam querer ligar para sua presença, mas todos tinham uma certeza, ficar longe de você, caso contrário sua arma lhes faria companhia bem íntima, os que andavam pela rua em sua direção desviavam caminho para não serem acertados pela foice negra, mas seus pensamentos lhes faziam ignorar tudo a volta, então você nem percebeu.

A resposta para sua pergunta estava próxima, a pequena placa de madeira pendurada por correntes lhe indicava, “Hell’s Beer”, apesar de não lhe falar muito, lhe informava que estavas perto, ou quase, no centro da cidade, aquele bar era um ótimo ponto de referência, a movimentação deixava bem claro que era um lugar requisitado, e, certamente, popular, mas isso depende de que ponto de vista você irá olhar.

Mais uma vez suas desilusões, fossem elas de qualquer espécie, lhe bloqueavam os sentidos e o senso comum, mas quem precisa de senso quando se há uma arma nas costas e uma recompensa na cabeça? Uma risada ecoa pelo local em que estava, as pessoas do bar pareciam estar ocupadas demais se esmurrando, bebendo, ou flertando, para notar sua histeria, mas os pedestres não, e vários nem mesmo pensam em lhe perguntar se estava tudo bem, alguém que ri no meio do nada e por motivo nenhum, não é, de certo, uma pessoa que bate bem da cabeça. Olhando entorno, você não vê nada mais que casas e pontos de venda comum, nada do que estavas à procura, claro, tanto um ferreiro, quanto um bibliotecário, procurariam ficar o mais longe do barulho possível, estar adjacente a um bar é exatamente o contrário.

Ao abordar um senhor que carregava uma cesta de peixes, o mesmo lhe indicou com o dedo uma rua, sem qualquer expressão de medo, talvez sua visão não fosse tão boa para lhe ver com nitidez, ou talvez ele fosse bem mais corajoso do que aparentava.
- Se seguir reto por aqui… - Falou o velho apontando para a frente, de forma lenta, infelizmente sua idade não o permitiria ser tão ágil quanto um dia já fora, até mesmo sua fala parecia prejudicada. - Poderás encontrar uma bibuli… Biri… Bili… Bibili… - Um pausa mostrava a indignação do senhor consigo mesmo. - Um lugar de vender livros, antes da segunda curva, à direita.

Ao agradecer ao homem o mesmo sorri e continua seu caminho, com o cesto em seu ombro, seguindo as indicações do velho não foi difícil encontrar a biblioteca, elas foram bem precisas para dizer a verdade, a estrutura do lugar era a mesma que as outras em volta, se não fosse pela placa, onde estava escrita a palavra “Biblioteca” em letras douradas, você provavelmente não encontraria aquele lugar. Entrar e não ser o centro das atenções fez seu egocentrismo disparar, e, ignorando a placa de “por favor silêncio” a ruiva bateu suas pernas (nome que se dá a parte da armadura que protege… As pernas?) reverberando o estalo das placas metálicas pelo local, que era bem acústico, logo um “Shhh!” veio em sua direção, um som uníssono, então várias pessoas haviam feito aquilo ao mesmo tempo, não havendo espaço para distinguir de onde ele veio.

A pessoa que estava a sua frente era um jovem de pele morena, cabelos negros, penteados para trás e amarrados em um rabo de cavalo que descia até o pescoço dele, suas roupas não eram nada comuns, visto que eram basicamente roupas sociais, camisa branca, colete negro, calças, sapatos e por cima um sobretudo aberto, que cobria o corpo do jovem quase por inteiro, podia-se jurar que a qualquer momento ele sacaria um relógio de bolso, seus olhos eram negros iguais a uma noite sem estrelas.
- Senhorita. - Com uma voz mansa o jovem lhe abordou, ele não devia ter mais que 1.85, infelizmente você tinha que o olhar de baixo. - Devo pedir para que não faça isso, atrapalha a leitura dos clientes que aqui vem.
Em seus braços deveriam haver mais de 10 livros, ele os carregava tranquilamente, ao virar de costas para você ele fala:
- Por favor peço que aguarde um momento, só preciso deixar esses livros na bancada, acompanhe-me se não for incômodo.
Chegando no centro do lugar era notável a grandeza da biblioteca, dois andares abarrotados de livros e leitores, havia até mesmo uma cafeteria ali perto, era um local bonito, composto em sua arquitetura, principalmente, de madeira, e mesmo abrigando livros, o lugar não parecia ter sujeira alguma, deixando clara sua limpeza impecável, ao chegarem na bancada elíptica no meio da biblioteca, o jovem colocou os livros sobre esta e com um sorriso virou-se para você.
- Perdão por a fazer esperar, o que deseja? - Completou o jovem com um sorriso.

Ao explicar para o mesmo seu apreço por livros o jovem parecia encantado com a fala, e ao terminar ele nem mesmo pareceu se importar com a última parte, a qual você fez tanto caso, era uma reação verdadeiramente anormal, pelo menos para uma pessoa comum.
- Ashburn, és uma estudiosa em tanto senhorita do mar. E não se preocupe, aqui há outros poucos piratas também, posso dar uma olhada no estoque, se não me engano, lembro de ter visto um dele, volto em breve… - Antes de sair o jovem lhe dá uma última olhada. - Bela armadura. - E então vai em busca do que você pediu.
Minutos depois ele volta, com um livro em mãos.
- Sinto muito senhorita, só encontrei este de física. - Disse ele ao lhe entregar o livro.

Na capa de couro marrom estava escrito, “Os valores e vetores, física do mundo” nada vinha indicando que o livro era do autor que procurava, até que o jovem abriu na última página do grosso livro e mostrou-lhe com o indicador um pequeno rabisco, era a assinatura de Betros, quase irreconhecível, graças a memória do diário você podia afirmar que o livro era dele, com um sorriso o jovem apenas confirmava o que já sabias.
- Trouxe um muito bom de química, infelizmente não é de seu autor preferencial, esse é de Raymmond Alkan, devo dizer que é um bom químico.

Tudo estava correndo bem até o momento em que vem a parte do “pagamento”.
- Acho que não sabe, mas essa casa de leitura não é feita para compra, e sim feita para aproveitar, infelizmente não pode sair com o livro, há vários locais para se sentar pela biblioteca, somente precisa pagar 5.000 berries e pode desfrutar a vontade do local. - Completou o jovem, de maneira mansa e erguendo o braço, como se apresentasse o local. - Estarei aqui, qualquer coisa pode me chamar, sou Lupin, muito prazer senhorita, bem-vinda ao J.J.Library. - Disse o jovem quando ao ouvir a ruiva aceitar sua proposta.

- Posso lhe indicar um local perfeito para aproveitares a leitura. - Comentou o jovem indo na frente, guiando o caminho esperando a pirata o seguir.

O moreno lhe deixou em uma mesa bem escondida logo ao final da loja, no segundo andar, lá o frio agradável era seu único acompanhante, após pegar o dinheiro Lupin se despede e vai andando calmamente até algum lugar, o qual não era mais visto por você, estando só lhe restava a opção para ler e aproveitar de seus livros, a absorção das matérias vinha de maneira não fácil, mas de compreensão avançada, pelo menos para alguém na sua idade, isso era muito bom, devorar livros era algo prazeroso e refletir o que fazer com o conhecimento obtido, era melhor ainda, infelizmente não houve tempo para parar e ler seu livro de física, você havia entrado em um acordo consigo mesma para deixá-lo por último, o melhor sempre é no fim, antes que sequer pensasse em tocá-lo algo lhe interrompe, uma voz.

- Lupin! Ouvir dizer que seus amados livros escondem mais que páginas de livros! - Disse uma voz grossa e imponente.

- Não senhor. - Respondia em tom calmo o jovem que lhe atendera a pouco. - Só páginas mesmo.

- Eu quero o dinheiro, tudo tem um preço, ou você nos paga, ou recolhemos tudo aqui, inclusive você, mordomo. - Uma entonação vinha na palavra mordomo, como se fosse uma ameaça ou até repulsa.

- Sim senhor...

- Rápido! - Você ouve uma batida violenta, como se algo fosse esmurrado. - Meu superior está esperando o relatório.

Uma voz feminina entra em cena e seu tom parecia um misto de preocupação e medo.
- Meu Deus, o senhor não precisava, por que?

- Pergunte ao seu marido, agora seu filho recebe a punição, vamos filho de pirata! Rápido!

Na posição em que estava, e na localidade, havia algo que lhe abençoava com essa audição, talvez a acústica, tudo isso que aconteceu estava sendo ouvido por todos perto a você, e muitos dos que estavam ouvindo tinham armas consigo, mas nenhum parecia querer agir, suas espadas não saiam da bainha e nem as armas dos coldres, havia algo os segurando.

Histórico Ria:
 

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Aventuras:
 


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptySex 23 Nov - 20:48

Leitura Interrompida! Ria Furiosa!


Eu acompanhava o homem até o local indicado após pagar a quantia solicitada, me sentava e após dar uma rápida analisada no ambiente, começava a ler, dando tempo de ler apenas o livro de química do autor desconhecido, sem me importar muito, embora gostasse mais dos livros de Betros por mera escolha própria, não me incomodava de ter outras referências em meus conhecimentos, que pudessem ser usadas no futuro. Acabando a leitura, fecharia o livro com bastante força, o deixando sobre qualquer móvel que encontrasse e começaria a refletir um pouco sobre ele.

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“Tudo faz mais sentido, quando vamos até o fundo das coisas, podemos perceber com clareza o que está ocorrendo, ao menos para mim, quer dizer, antes eu fazia ligas de aço colocando ferro e um pouco de carbono, sabia que tinha que ser feito para melhorar suas propriedades, mas agora entendo o porque disso... Elementos químicos, moléculas, composições... Tudo faz bem mais sentido depois dessa leitura, até que esse tal de Raymmond Alkan não é de todo mal, não é mesmo? Quem sabe eu... Espera, o que é isso?”

Antes mesmo que pudesse concluir com meus pensamentos, era interrompida por pessoas discutindo, parecia ser o homem que me atendeu antes e mais algum maluco tentando o saquear. Eu não tinha tanta afinidade assim com o dono do estabelecimento a ponto de me envolver, mas algo estava me incomodando com tudo aquilo, eu estava prestes a iniciar a leitura do livro de Betros, quando fui interrompida por toda essa loucura, o que me deixava furiosa. Franzindo minhas sobrancelhas ao demonstrar meu semblante de insatisfação para com a situação, guardaria o livro de Betros que estava comigo em minha mochila, para caso acontecesse algo, afinal, se tinha algo que não queria, era me afastar de todo aquele conhecimento por qualquer motivo.

Feito isso, me levantaria, pegando a foice que que estava comigo, a utilizando como apoio para meu corpo, apesar de não precisar de um e começaria a andar na direção de onde vinham as vozes, a cada pisada no chão, forçaria para que o barulho de minha armadura e meu andar fossem escutados por todos, minhas intenções provavelmente seriam bastante claras, demonstrar que não estava gostando nem um pouco da baderna que ocorria. Andaria como se um monstro enraivecido tivesse acabado de ser libertado de sua jaula e estivesse com sede de sangue, imaginando com o que me depararia ao final.

“Pelo que escutei, tem dinheiro envolvido, esse Rabo de Cavalo... Ele tem bastante dinheiro? O que o cara quis dizer com mordomo? Ele é um mordomo ou um bibliotecário? Não estou entendendo quase nada e não gosto disso... E ele disse filho de pirata? Ele é mesmo o filho de um pirata ou isso é algum tipo de xingamento? Eu sou a filha de uma pirata... E estou ficando ainda mais irritada!”

- GRRRR. –

No decorrer do caminho, eu ficaria ainda mais nervosa com a situação, de modo que até mesmo a rosnasse um pouco em voz alta, sendo que ao chegar de frente para aquele que havia começado a confusão, analisaria o ambiente e o que havia ocorrido, já esperando ver o corpo do Rabo de Cavalo ou de seu filho caído, sua mulher aos prontos ou alguma coisa parecida. Se visse o homem que os atacou, pararia de andar e ficaria o encarando com todo o aspecto nervoso que ele me causara por ter interrompido minha leitura e ter chamado o rapaz de filho de pirata, mesmo que não fosse um xingamento, mas a realidade, eu teria interpretado como se fosse algo pejorativo para com todos os filhos de piratas. O encarando e me mantendo parada a uma distância razoável, segurando a foice com meu braço direito, mantendo sua lâmina para o lado contrário ao meu corpo e seu cabo tocando o chão, falaria com a voz alterada de tão brava, graças ao que ele havia causado a minha pessoa.

- Ei, o que pensa que está fazendo, enquanto eu estou tentando ler? –

Se o homem me desse qualquer motivo banal, como roubar o dinheiro do outro ou pegar o que aquele que havia me atendido estava devendo, não teria escolha. Já fazia um bom tempo desde minha última batalha, mas eu seguraria minha foice com as duas mãos, ainda me mantendo fixa enquanto encarava o homem, deixando que a adrenalina corresse em minhas veias, com isso sorriria falando dessa vez com um tom de voz mais normal, embora ainda se mantivesse um pouco alterado.

- Entendi, então era isso que você queria o tempo todo... Tsk... Não sei quem é seu chefe, nem nada do tipo, mas esse cara foi legal comigo e eu não vou deixar você fazer o que bem entende aqui, fora que você interrompeu minha leitura, ninguém atrapalha a minha leitura, a leitura de FANALIS B. RIA! Se quer dinheiro, vá trabalhar vagabundo. –

“Pelo que eu li, vou precisar de bastante dinheiro se quiser fazer o que quero fazer... Imagino se esse homem e os idiotas que trabalham para ele não teriam alguma parte da quantia que preciso.”

Não seria o melhor momento para piadas, mas também não deixaria passar batida a oportunidade, mesmo assim, voltaria a seriedade da luta que travaria caso o homem estivesse agindo como eu imaginava. Olharia para as pessoas que estivessem no local atacando o Rabo de Cavalo, depois para os que estivam lendo antes de tudo começar e por fim, para a mulher que havia falado que o homem não precisava fazer o que fez, isso caso a identificasse, com isso, falaria alto, com bastante convicção e determinação em minhas palavras, de modo que todos pudessem me escutar, na tentativa de assumir a liderança do local.

“Não quero ferir essas pessoas, melhor dar um jeito de tirar todo mundo daqui, talvez as convencendo de seguir com o que quero que façam.”

- RÁPIDO MULHER, TIRE SUA FAMÍLIA OU SEJA LÁ O QUE FOREM DAQUI, QUANTO AOS OUTROS, SAIAM LOGO OU AO MENOS SE ESCONDAM, NÃO QUERO ACABAR ENVOLVENDO VOCÊS NA LUTA. VÃO! –



Talvez tivesse uma ou mais pessoas junto do homem que estava atacando o lugar, se fosse o caso, os ignoraria, meu objetivo seria o líder e ninguém mais. Deslizaria meu pé levemente para frente, me posicionando para correr em sua direção, mas ao invés disso, daria alguns passos lentos, passos estes que logo se tornariam uma veloz corrida na direção do homem, o mais rápido que conseguisse, segurando minha foice inclinada com a ponta da lâmina voltada para trás e sua parte cortante para cima, quase se arrastando no chão, mas sem deixar que ela tocasse em nada. Ao me aproximar o suficientemente, em um rápido movimento, giraria o cabo de minha foice, de modo que a lâmina fosse para minha frente, com isso, tentaria um corte vertical de baixo para cima, tentando dilacerar o homem ao meio caso ele não se esquivasse ou bloqueasse.

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No caso de ele conseguir se esquivar, coisa que eu já esperava, enquanto a foice subisse verticalmente, eu giraria meu corpo, enquanto ao mesmo tempo giraria o cabo da foice para que tanto eu, quanto a foice ficássemos em uma posição ideal para que eu pudesse tentar um golpe horizontal, sendo que dessa vez, almejaria uma estocada com a lâmina diretamente em suas costelas direitas, com o golpe vindo pelo lado de seu corpo.

Se ao invés de se esquivar, eu percebesse que o que o homem faria, seria se defender ao bloquear meu ataque de alguma forma, seja colocando algo na frente para me impedir, seja tentando desviar meu golpe, imediatamente interromperia meu ataque, fazendo mais um pequeno malabarismo ao girar minha arma na direção contrária, fazendo com que o ataque deixasse de ser feito de baixo para cima e fosse desferido de cima para baixo, com a intenção de enganá-lo, sendo que giraria também o cabo dela durante o movimento, para que a ponta da lâmina fosse de encontro a cabeça do homem, o que provavelmente acabaria com ele se atingisse.

“Ele é melhor do que eu imaginava...”

Seria meu pensamento, caso ele ainda não tivesse caído por ter resistido, se esquivado ou bloqueado meus ataques, levando em conta que seria possível que ele tivesse aguentado meus movimentos até o momento, então dessa vez, faria algo que ele não esperasse, segurando minha foice apenas com a mão esquerda, tentaria mais um corte horizontal, mas dessa vez, durante o processo, com a mão direita, sacaria a katana presa do lado de fora de minha mochila, já desferindo uma estocada rápida diretamente em seu peito, com o intuito de perfurar o mais profundamente que conseguisse.

Caso ele conseguisse se esquivar de minha estocada ao pular para trás, eu rapidamente levantaria o braço que segurasse a espada, o colocando por cima de meu ombro e com bastante impulso e velocidade, arremessaria a katana em sua direção com força, tentando atingir diretamente seu peito ao enfincar a katana arremessada no mesmo, já me preparando para o próximo ataque caso ele ainda não tivesse sido derrotado, pensando enquanto o encarasse, se o mesmo ainda tivesse forças para lutar.

“Como ele ainda não caiu, seria ele algum tipo de monstro? Se eu já tivesse feito a minha arma...”

Por fim, caso ele tivesse conseguido se esquivar da katana lançada em sua direção, pegaria o chicote em minha cintura e em um rápido movimento, demonstrando toda minha habilidade como uma adaptadora, movimentaria meu braço direito, de modo que o chicote fosse em direção às suas pernas, as circundando e prendendo o sujeito, para que assim eu pudesse tentar finalizá-lo, ao dar um pulo em sua direção, junto de um mortal, descendo com força na tentativa de uma estocada vinda de cima para baixo, tentando atingir inicialmente sua cabeça, mas podendo acertar outras partes de seu corpo, com esse movimento, gritaria o nome de minha técnica especial.

- CEIFAMENTO MORTAL! -

Se o homem tivesse alguma arma cortante, sempre tentaria sair do caminho de seus ataques, sendo que se ele desferisse golpes verticais, me movimentaria para o lados dando alguns rápidos passos, caso ele tentasse algum corte horizontal, dependendo da altura, me abaixaria ou pularia, fazendo sempre a melhor medida, mas se percebesse que não daria tempo, pularia para trás com o intuito de me esquivar. No caso de ele tentar um corte diagonal, eu rapidamente me moveria para o lado, na direção que viesse o corte, me abaixando o suficiente para que saísse da direção do mesmo ou pulando, se viesse na diagonal de baixo para cima. É claro que poderia ser que eu não tivesse velocidade o suficiente para me esquivar, mas durante cada esquiva, sempre tentaria manter o cabo de aço de minha foice entre meu corpo e o de meu adversário, assim bloqueando o ataque que fosse desferido em uma última alternativa.

Caso ele tivesse alguma arma de longo alcance, como uma arma de fogo, o objetivo seria sair da mira da mesma, sendo que em minha investida inicial, correria em ziguezague, utilizando do que quer que existisse no ambiente para que me servisse de barreira, dependendo da distância que estivéssemos, sendo que focaria em correr protegendo o máximo possível de meu corpo ao passar por trás de colunas, mesas, cadeiras e quaisquer obstáculos que me dessem alguma proteção contra balas, além da grande lâmina de minha foice, que deixaria com a lateral entre mim e ele, bloqueando possíveis disparos, ao menos até que o alcançasse. Quando chegasse perto, faria o possível para evitar que ele tivesse a oportunidade de apontar a arma para mim, sempre retirando a parte do corpo para onde ele apontasse com velocidade, saindo da direção da mira da arma.

Se meu adversário tentasse me acertar com golpes contundentes, como chutes, socos e coisas do tipo, eu me esquivaria ao remover a parte do corpo almejada, assim como no caso de armas de fogo, me movimentando para os lados e saindo da direção de seus ataque, seja minha cabeça ao mover meu pescoço, meu peito ao movimentar minha cintura, minhas pernas ao mover elas mesmas ou bloquear o ataque deixando o cabo de minha foice na frente, se percebesse que não conseguiria me esquivar a tempo, tentaria a todo custo evitar de receber qualquer dano desnecessário do tipo.

Poderia ser que existissem outras pessoas aliadas ao homem e que pudessem me atacar, se fosse o caso, prestaria atenção em seus movimentos durante a luta e utilizaria das mesmas defesas pensadas para para o homem, ao me esquivar e bloquear qualquer ataque que fosse desferido a mim por terceiros usando dos mesmos métodos, sempre me mantendo atenta às possibilidades do que poderia ocorrer no lugar durante aquele combate, para evitar que danos fossem sofridos.

Ceifamento Mortal:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptySab 24 Nov - 14:12




Fanalis B. Ria

Interrompida! O estudo de ceifar

A tranquilidade de antes fora substituída de forma brusca por adrenalina e confusão, o nome de Alkan já havia se perdido nas entrelinhas da fúria da ruiva, que a cada passo deixava ainda mais clara sua indignação com a situação atual, não pelo que estava acontecendo em si, mas pelo efeito que respingou nela, o barulho trouxe a falta de concentração, que por consequente trouxe a ira, enquanto que as ações decididas da pirata demonstrarem o que ela sentia, seus pensamentos não refletiam isso, suas confusas linhas de raciocínio mostravam apenas que a jovem reagia impulsivamente, não de forma racional.

Enquanto as pisadas ocorriam o barulho da briga continuava, cada vez mais a voz briguenta ficava mais grossa e alta, fosse por sua aproximação da origem, ou por um provável aumento de ira do homem, e tirando o barulho da jovem o outro barulho que podia ser ouvido eram de pancadas, porém o aflorar da raiva já estava consumindo a cabeça de Ria com mais pensamentos, seu orgulho não permitia que alguém usasse a pirataria para diminuir alguém, ainda mais um descendente como você, que veio do sangue jurado ao mar, bebidas e ouro, um bucaneiro é um por escolha de viver, e honrar isso é o máximo que um pode fazer, e é nessa bandeira que a jovem não deixará de perder a fé.

Ao chegar na ponta do segundo andar, já era possível ver o jovem que lhe atenderá caído, mesmo com ele tentando se levantar, não conseguiria, além do que parecia ser o líder, haviam outros 7 homens contra o rabo de cavalo, que agora já estava de cabelo solto, o pé de um dos homens impedia ele de se erguer, enquanto que outros quatro o chutavam, nas costas, costelas e pernas, havia sangue na bancada, a mulher, a qual devia ser a dona da voz, apenas conseguia ver o jovem sendo espancado, ela estava com ambas as mãos na boca, bloqueando um possível grito, ela usava roupas sociais e não devia ser muito maior que você.

Chegando ao andar inferior sua presença nem fora notada pelos homens, que apenas riam, se divertindo com a situação, o superior fumava um cigarro enquanto observava a situação.
Spoiler:
 
Em sua mão direita, apoiada ao chão, havia uma longa barra de ferro, tão grande quanto o próprio que a segurava, ele passava longe da altura do rabo de cavalo, prováveis 1,70, mesmo com sua chegada o homem nem mesmo pareceu a notar, o que só fez seu sangue borbulhar, liberando a boa, e companheira de longa data, adrenalina.

A ignorância do homem a sua presença esvaiu-se assim que o cabo de sua foice encontrou o chão de madeira, proporcionando um belo estalo, o qual ecoou e trouxe um breve silêncio ao pequeno tumulto ali instaurado, suas palavras pareciam ter causado um efeito negativo sobre o homem, talvez fosse sua intenção.

- Quem é essa? - Perguntou o desordeiro de maneira retórica ao jovem no chão. - Ratos do mar, é isso que esconde? Onde está sua inteligência Lupin? Não lhe ensinaram nada? - Uma pausa e o homem virou seu rosto em sua direção. - Sua leitura não me interessa, muito menos sua presença aqui, negócios de gente grande, fique longe.

As palavras do homem eram ditas com um desdém quase que palpável, e isso lhe estressava mais, fazendo seu corpo bombear adrenalina pura, se ocorresse uma batalha você já estaria pronta, ao fim de seu segundo comentário, e possível provocação, o baderneiro continuou:
-  Não acredito que ela falou isso HAHAHAHA! - O homem passou o dedo indicador, da mão livre, um pouco abaixo do olho esquerdo, como se limpasse uma lágrima. - Uma ratazana mandou-me trabalhar HAHAHAHAHA! Uma pirata quer moral para dizer-me para ir trabalhar HAHAHAHAHA! - A risada grave ecoava pela biblioteca, fazendo várias pessoas já saírem do local, ou então de seus lugares, o clima estava ficando cada vez mais desconfortável. - Se eu não fosse um, lhe mataria bem lentamente. - O tom brincante deu lugar a seriedade, agora o homem não estava tirando sarro com você.

Sua advertência em voz alta apenas fez as pessoas terem certeza de que precisavam sair, e elas prontamente o fizeram, a mulher recuou, mas se recusou a deixar o local.
- Meu filho está ali, por favor o ajude. - Suplicava a senhora, quase se pondo de joelhos.

- N-Não… N-Não ve… - O garoto foi interrompido por um chute em sua cabeça, que o fez beijar o chão e permanecer daquela forma, já que o homem que pisava no couro cabeludo do jovem pressionava seu rosto contra o chão usando sua sola, e enquanto o fazia até girava a ponta de seu pé, .

Sua posição já estava definida, você lutaria, ao realizar sua curta corrida os homens iriam começar a se posicionar para a luta, mas o com a barra de ferro tomou a frente e fez o sinal para relaxarem, o homem jogou o cigarro contra o caído ao chão e agora em posição de luta girava a barra logo atrás de seu corpo, como se fosse uma hélice. Realizando seu ataque fora visto a defesa do homem, que rapidamente movimentou a ponta inferior da barra para defender seu golpe, assim como o previsto, tentando burlar a defesa inimiga sua contra medida fora tomada, um giro em sentido contrário fora feito, e o ataque vinha em sentido oposto ao anterior, não havia tempo para uma defesa, era o que pensava, mas o homem nem se deu o trabalho de olhar para seu golpe, apenas fez a barra de ferro reluzente ficar ereta, desta forma impedindo seu ataque com a ponta superior da barra, que fez sua arma ser ricocheteada para trás.

- Nada mal ceifadora. - Respondeu o homem movendo a barra até si.

Não era hora de conversar, sua foice vindo da esquerda e na horizontal mostraria isso ao seu oponente, que rapidamente usou a perna para defender seu ataque, pisando no cabo de sua arma, talvez por agora seu ataque ter sido realizado apenas com um braço, não houvesse força o suficiente para duelar contra a perna do homem, mas aquilo ainda estava dentro de seus planos, redimensionando sua força para o braço direito fora possível pegar sua katana e aproveitar-se do momento para possivelmente apunhalar aquele que estava a sua frente, infelizmente não fora o suficiente, o homem usando a perna na foice a usou de impulso e saltou no ar, e o pior veio a seguir, ainda em plena acrobacia o homem girou seu corpo, e acompanhando o eixo, também girou seu cajado de ferro, fazendo uma parte dele bater em seu queixo, levantando sua cabeça com violência fazendo-a ficar tonta, mesmo assim a luta ainda ocorria, a vitória não era dele.

- Conseguiu me ferir, parabéns. - Dizia o homem após pousar no chão, enquanto girava seu cajado de batalha.

De fato, havia um corte no braço do homem, sua katana havia o acertado, o corte não fora profundo, mas o fazia sangrar, já era um começo, porém não era o desejado, por isso sua técnica deveria ser usada, o chicote fora sacado, mas graças a arma de seu oponente ele conseguiu impedir que suas pernas fossem pegas, usando o corpo do cajado para, tanto evitar ser pego, quanto para tirar a arma de suas mãos, ao girar sua barra de ferro na vertical seu chicote fora sugado como macarrão e arremessado para longe de sua área de ação, mesmo assim o ataque continuaria? Não a tempo, antes que fosse feita qualquer ação o homem avançou e com a ponta de seu cajado tentou lhe acertar, errando graças a sua esquiva, até que ele girou seu corpo para se aproximar de você.

Spoiler:
 

- Kyukei! - Foram as palavras ouvidas antes da barra de ferro lhe acertar no abdômen, um golpe horizontal realizado com tanta força que a fazia cambalear para trás.

Só este ataque fora o suficiente para lhe desestabilizar, a ponto de que fora necessário o apoio de sua foice para que não ocorresse sua queda, seu corpo se recolhia e seus ouvidos tiniam, a dor no local atingido era muito intensa para ser ignorada imediatamente.

- O que eu quero? Foi a pergunta que você fez. - Disse o homem com outro cigarro na boca. - É fazer o que eu faço melhor. - Ao o acender ele deu uma tragada e então soltou a fumaça. - Botar pessoas em seus devidos lugares.

Por poucos segundos o silêncio tomou o lugar, e ao olhar para aquele que era seu oponente, o mesmo, baforando mais fumaça, lhe encarou, perfurando seus olhos.
- Sou Albion, o doutrinador.

Histórico Ria:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptySab 24 Nov - 18:16

Demostrando Talento! Uma Luta Quase Artística?!


Encararia o homem ao manter um olhar fixo e penetrante de meus grandes e belos olhos vermelhos diretamente em seus olhos, me mantendo apoiada ao utilizar minha foice, com as sobrancelhas levemente franzidas e um sorriso diante de toda aquela situação onde me encontrava em desvantagem. Colocaria a mão sobre o peitoral da armadura, onde havia levado o golpe do homem e diria empolgada, mesmo que segurando a dor, enquanto me colocasse ereta mais uma vez, passando o braço esquerdo em minha boca para limpar ao final de minha frase, com sangue saindo ou não pela minha boca.

- Botar as pessoas em seus lugares e não gosta de piratas, você fala de mais, não é mesmo, Doutrinadeiro? Não me parece ser um caçador de recompensas... Eu li sobre eles e já os enfrentei antes, se fosse um, seria classificado como mercenário? Não... É muito forte para isso, deve ter o nível de um assassino, imagino... Só pesam em dinheiro até onde eu sei, mas eles geralmente caçam piratas e não vão extorquir ou cobrar civis... Quem contratou vocês? Por que estão atacando essas pessoas? Quer saber, não interessa, você apareceu no lugar errado e na hora errada, eu só queria ler um pouco mais... VOCÊ ATRAPALHOU A MINHA LEITURA E EU ESTOU MUITO PISTOLA! –

”Se os outros estivessem aqui, poderiam me dar uma mão cuidando dos aliados desse idiota, bem... Se eu derrotar o líder, eles devem desistir, mas devo conseguir cuidar deles facilmente levando em conta que sou eu lutando aqui... E eu vou precisar de muito dinheiro se quiser colocar meus projetos em prática... Se eles forem mesmo caçadores, pode ser que tenham bastante dinheiro com eles, seja aqui ou em sua base...”

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Nesse momento, olharia para a barra de ferro que ele empunhava, imaginaria por um breve momento se ele havia feito ela especificamente para lutar ou se antes fora a peça de alguma máquina, equipamento ou coisa do tipo, de modo que o mesmo encontrou e decidiu utilizar em seus combates. De uma coisa eu sabia, ele tinha alguma prática com a barra, se não, não teria conseguido me acertar em cheio como acertou. Mantendo contato visual, suspiraria e diria um pouco mais tranquila, agora mantendo um sorriso levemente sádico diante dos ocorridos.

- Hunfp. Saiba que apesar de tudo, eu gostei dessa sua arma... Uma pena que não possamos conversar sobre ela, mas talvez eu forje algo parecido um dia desses... Por hora, é melhor resolvermos isso logo. –

“Uma barra dessas poderia ser bem proveitosa, tenho certeza de que o Black gostaria de uma, eu pelo menos prefiro minha foice... Mas depois penso nisso, agora que sei como ele luta, é melhor reagir logo.”


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- AAAAAH. -


Daria alguns giros em minha foice e então gritaria, enquanto mais uma vez correria na direção do homem ignorando a dor que sentia em meu queixo e abdômen, isso tudo se ele não tivesse vindo antes de eu tomar a atitude de ir em sua direção, se viesse, eu partiria para cima dele no mesmo momento. Dessa vez, assim que investisse na direção do mesmo, arremessaria minha katana se ainda estivesse com a mesma e fazendo ou não o arremesso, seguraria minha foice com as duas mãos, sendo que assim que chegasse em uma distância satisfatória, saltaria por cima dele com bastante impulso, dando um mortal bastante rápido, de modo que executasse diversos giros consecutivos em alta velocidade por cima do homem, sendo que assim que começasse a girar no ar com a execução desta acrobacia, manteria minha foice rente ao meu corpo, de modo que meu giro somado à lâmina de minha foice, me fornecesse proteção enquanto estivesse no ar e o foco de meu ataque fosse suas costas ao fincar a lâmina de minha foice nas mesmas.

Atingindo ou não o homem, seja por um bloqueio ou esquiva executada por ele, meu salto tinha como objetivo principal alcançar a parede localizada atrás dele, de modo que se a alcançasse, controlaria o giro de meu corpo, de modo que a sola de meus pés é que encostassem nela, sendo que quando o fizesse, propulsionaria meu corpo na direção do homem, saltando com bastante força da parede até ele. No caminho, colocaria a lâmina da foice na frente de meu corpo, ao segurar ela pelo cabo quase no topo da arma, tentando assim executar uma estocada em seu peito com aquela incrível lâmina forjada por mim mesma.

Mais uma vez, poderia ser que não tivesse o derrotado, se fosse o caso, assim que estivesse próxima de alcançar o chão, aproveitaria do impulso usado para tentar o último ataque para dar uma cambalhota, enquanto giraria o cabo de minha foice rapidamente junto ao meu corpo, de modo que evitasse o contato de sua lâmina com o chão. Faria a cambalhota de modo que ela acabasse amortecendo minha queda e eu me posicionasse em pé, então mais uma vez em um rápido impulso, pularia na direção do homem, mas dessa vez, não tentaria me posicionar em sua frente para dar meu ataque, daria o impulso de modo que passasse ao lado do homem, sempre evitando que ele me acertasse com sua barra de ferro ao acertar meu pé no chão durante o impulso e desvia levemente minha direção ou simplesmente abaixar meu tronco.

O importante seria que durante a investida, manteria a foice posicionada com a lâmina de modo horizontal atrás do meu corpo, para que assim que eu passasse por ele, a parte cortante da minha arma fosse de encontro com seu abdômen, causando um grave ferimento no processo, graças à afiação da qual eu mesma fiz, somado com a força de meu ataque levando em conta a aceleração que atingisse no movimento. Mas assim que terminasse, daria um salto para trás, me distanciando um pouco dele e de seus homens.

Poderia ser que ele ainda estivesse bem e eu em uma pior, sendo esse o caso ou não, não deixaria me abater, analisaria bem a posição de todos e se percebesse que estavam próximos o bastante, daria mais uma vez um sorriso sádico com o calor da batalha à flor da pele, com isso, colocaria minha foice com a lâmina atrás de meu corpo, mas dessa vez, posicionada de modo que sua ponta apontasse para baixo, me abaixando levemente e me preparando para meu próximo movimento. Assim que fizesse isso, correria na direção de Doutrinadeiro e seus homens, sendo que quando chegasse a uma distância adequada para que conseguisse atingir todos ou quase todos com meu ataque, focando no líder, de modo que quem mais fosse atingido, seria lucro, saltaria em sua direção, de modo que ainda no ar, giraria meu corpo em torno de mim mesma, realizando uma pirueta com a foice posicionada horizontalmente ao mesmo e tentando assim concretizar minha técnica ao gritar bem alto.

- CEIFAMENTO DAS MIL ALMAS –

“Isso deve ter dado um jeito neles, é uma das minhas melhores técnicas, vejamos a situação.”

Parando de movimentar após o uso da técnica, me ergueria ficando em pé e ereta, ajeitaria meu cabelo com a mão esquerda ao joga-lo para trás e bateria o cabo de minha foice que segurava com a mão direita no chão. Feito isso, olharia para o homem, querendo analisar como estaria seu estado, juntamente dos outros, caso mais algum tivesse se envolvido na poderosa técnica que usara contra seu líder.

Durante minha investida, poderia ser que o homem usasse de sua barra para me acertar, sendo que se ocorresse em algum momento onde estivesse no ar, utilizaria de minha grande foice ao bater com seu cabo ou o topo de sua lâmina no chão na tentativa de desviar um pouco minha direção, de modo que pudesse sair da trajetória de seus ataque utilizando daquela barra ou de qualquer outro método que ele usasse para tentar me atingir, sejam chutes, socos, balas ou qualquer outra arma que sacasse além da barra. Se percebesse que não conseguiria desviar minha direção, colocaria o cabo de minha foice no caminho do ataque, tentando impedir que o golpe me acertasse em cheio ao utilizar seu próprio ataque de apoio para que eu desviasse.

Caso Albion tentasse me acertar com um golpe horizontal, dependendo da altura do ataque, pularia se fosse abaixo da cintura ou me abaixaria se fosse acima, de modo que saísse da direção do mesmo. Se viesse o ataque de modo que eu percebesse que não conseguiria me esquivar assim, saltaria para trás na tentativa de evitar o mesmo, caso ainda sim visse que não conseguiria desviar a tempo, levando em conta toda a habilidade que possuo em me esquivar e prever se uma esquiva poderia ou não ser realizada, utilizaria do cabo de minha foice ao segurá-lo com força, bloqueando assim o ataque dado.

Se ele tentasse me atingir com algum golpe vertical ou diagonal, me esquivaria ao me mover para o lado dando rápidas passadas, sendo que no caso de golpes diagonais vindos de cima, iria para o lado de onde o ataque viesse ao me abaixar levemente e em caso de ataques diagonais vindos por baixo, me moveria para a mesma direção na qual o golpe fosse direcionado ao mexer rapidamente meu corpo para o lado, deixando o cabo de minha foice entre mim e os ataques durante cada esquiva, na expectativa de desviá-los caso fossem me atingir por serem mais rápidos do que eu conseguiria me mover para sair do caminho deles.

Caso meu adversário tentasse me dar estocadas, como fez anteriormente, dessa vez, estaria preparada, me esquivaria ao remover a parte de meu corpo almejada por ele do caminho, seja mexendo minha cintura, minhas pernas ou minha cabeça para o lado que mais fosse propício para que obtivesse sucesso em meu movimento, de modo que conseguisse evitar ataques como os que sofri em meu queixo e abdômen.

Poderia ser que durante o combate, os aliados do homem decidissem interferir, eu não sabia o quão submissos eles seriam para acatar as ordens de seu chefe para que não interferissem, fora que ele poderia ordenar que o ajudassem a qualquer momento. Se algum deles decidisse entrar na luta, utilizaria das mesmas esquivas que faria para possíveis ataques daquele que os comandava e daria golpe horizontal, ao girar a lâmina de minha foice, junto de meu corpo em torno de mim mesma e tentar fincar minha lâmina nas costelas daquele que me atacasse, para então removê-la e voltar imediatamente para a luta, se mais de um viesse, falaria com a voz levemente alterada pelos empecilhos que tentassem interferir em nossa luta, dando um sorriso ao pensar no que aquele que me desafiava havia tentado fazer ao falar de pirataria.

- O que vocês estão fazendo? Se continuarem assim, todos vão morrer... Sugiro que se afastem! –

“Não quero idiotas vindo do nada para cima de mim, sei que posso cuidar deles facilmente, mas prefiro focar minha atenção para o homem que antes me atrapalhou e ainda por cima tentou me ofender... Como se isso fosse possível. Riahahaha.”

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Caso mais algum homem decidisse intervir, usaria de um corte vertical contra ele indo de cima para baixo, tentando atingir de seu peito até seu abdômen com a ponta de minha foice, dilacerando sua pele com isso e causando um grave ferimento, na tentativa de o impossibilitar de continuar a luta e talvez servindo de lição para que nenhum dos outros aliados de Albion tentassem algo contra mim. Poderia ser que algum terceiro viesse, nesse caso, giraria minha foice pelo cabo ao deixar sua lâmina com a ponta voltada para minha frente e a parte cortante voltada para cima, então utilizaria de um corte diagonal da esquerda para direita, almejando atingir de seu abdômen até seu peito, mais uma vez da maneira mais profunda que conseguisse e com as mesmas intenções.

Se mais algum dos homens quisesse me desafiar, alternaria últimos golpes descritos para atingi-los entre um e outro, atacando hora pela horizontal, hora pela vertical e hora pela diagonal, meu alvo principal seria o tempo todo seu líder, de modo que apesar de manter minha atenção para com os outros durante a luta, caso tentassem algo suspeito, focaria mais naquele que os comandava, tentando sempre de ataques bem mais elaborados e precisos, ao menos do que aqueles que fosse tentar contra os outros.

Ceifamento Das Mil Almas:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptyDom 25 Nov - 23:59




Fanalis B. Ria

A teoria das barras de ferro! Albion, o doutrinador

Suprimindo tanto a dor, quanto parte de sua ira, e indo contra todas as expectativas do oponente, que parecia já estar decidido a ir embora, seu corpo levanta, demonstrando não só sua grande resistência, como também sua grande força de vontade, vendo isso acontecer a expressão no rosto de Albion muda de vitoriosa, para desapontada, o cigarro levantado agora caía, talvez ele estivesse frustrado de não conseguir a inutilizar com seus golpes, talvez ele já estivesse de saco cheio de estar ali e só queria ir embora, ou até, quem sabe, ele não estivesse aproveitando tanto a luta, fosse tal motivo por insatisfação com sua oponente, que era você, ou até quem sabe, ele não estivesse gostando lhe agredir, uma resposta para tais perguntas não viriam do nada, e talvez nem viessem com respostas dele, tudo estava subjetivado, desde ações, a respostas.

Em sua boca não havia sangue, não haviam ferimentos internos, apenas a dor nos locais atingidos, e dependendo de como você via isso, podia ser uma boa ou má notícia, ou sua resistência era de fato acima da média, ou ele não estava lutando a sério, e a segunda resposta talvez não fosse a desejada, suas palavras não pareciam servir de muito, pois seu oponente apenas sacava um isqueiro e acendia novamente seu cigarro, enquanto você falava.
- Pistola? Estou lutando contra uma garota mimada de 5 anos de idade? Sua leitura não importa, ficasse lá em seu sofá, como todos os outros, lê tanto e parece que é mais burra que uma porta, a única que está apanhando sem motivo. - Uma tragada e o indicador é levantado em sua direção enquanto o homem solta a fumaça. - É você.

E mais uma vez mostrando sua maestria marcial com o objeto, o homem a tira do chão e a gira entorno do corpo, como se estivesse manuseando uma xícara de café, aquele movimento era tão natural a ele, que nem era preciso olhar para a barra, ele tinha total confiança em si, e isso lhe chamava a atenção, aquela barra metálica lhe levantavam certas perguntas, ela estava bem demais para ser apenas um pedaço de metal encontrado em uma sarjeta, graças ao seu olhar analítico, digno de uma ferreira, era notado suas pontas lisas, bem como o corpo do objeto, ele era muito bem cuidado e não deveria pertencer a qualquer parte de estrutura ou maquinário, polido e brilhoso, aquele objeto era uma arma digna de lutar contra a sua, e seu usuário era tão habilidoso quanto o forjador.

Após sua frase um sorriso fora exibido pelo homem.
- Vai aprender tudo sobre ela, até mesmo o material que fora utilizado em sua confecção, a menos que nunca tenha provado do gosto do metal. - Ao girar sua barra o vendo violentamente atinge uma papelada próxima a bancada, fazendo as folhas voarem para longe.

Mesmo que a beleza lhe roubasse a atenção a batalha roubava-lhe o fôlego, e era hora de lutar, acompanhando seu oponente, um giro com sua foice fora o suficiente para expulsar as folhas de papel que entravam em seu caminho, os olhos dos dois se encontraram ao final da pequena demonstração de habilidade, agora sabendo como Albion luta era possível reagir, você mostraria para ele quem é Fanalis B. Ria. Ao mesmo tempo ambos tomam impulso e se movem, indo ao encontro um do outro, todos a volta ficavam apreensivos, os homens até pararam de atacar o rabo de cavalo para observar a luta, enquanto isso a mulher tomava distância, suas ações começavam, o primeiro movimento era seu, uma katana voou contra o inimigo, mas ela foi evitada facilmente com um giro corporal, passando reto e batendo no chão, ao executar sua acrobacia, a mesma fora feita com perfeição, e sua defesa também, sem o que fazer Albion seguiu em frente, deixando você cair onde antes ele estava, o que conseguira com sua movimentação fora apenas trocar de lado, mas a luta não acabou, e nem mesmo sua movimentação, ao invés de cair no lugar onde ele estava, sua manobra a levou para a parede, onde você se segurou e preparou-se para um novo ataque, que fora realizado para tentar espetar o corpo do homem com sua lâmina negra, o impulso proporcionado pela parede lhe dera força o suficiente para ir contra o oponente, Albion nem mesmo pensou duas vezes e foi ao seu encontro, pulando por baixo de você e fazendo um rolamento, escapando de sua possível estocada, mais uma vez, ambos apenas haviam trocado de lugar.

Não era hora de desistir, e com sua cambalhota você evitou de cair de maneira desajeitada, e mais uma vez outro avanço seu fora feito de forma rápida e lisa, não houve tempo para o homem lhe atingir de tamanha velocidade ganha pelo seu corpo, e então ao passar por ele, fora sentido sua foice acertando algo, agora era hora de se mover e retirar a foice de onde estava, mas ao puxar ela não obedeceu, Albion colocou a barra de forma ereta a frente de seu corpo, ele conseguiu evitar de receber seu golpe, e mais que isso, ele havia prendido a foice pela parte em que ela se conecta com o cabo, e isso impedia que você a retirasse dali, sua arma havia sido impossibilitada, mas enquanto ele estivesse forçando a barra, ele não poderia lhe atacar, e isso fez seus homens agirem totalmente por impulso, alguns deles chegaram a sacar suas armas, naquela hora o sorriso saiu de seu rosto, os homens iriam lhe atacar e não havia como se defender.

Por um momento o pavor domina seu corpo e seus olhos fecham por breve segundos, mas nada aconteceu a você, os homens começaram a gritar, e ao abrir os olhos era possível ver o bibliotecário de pé, e o mais impressionante, ele estava batendo nos homens vestidos com roupa de mafia, ou melhor, ele os estava chutando, o garoto levantara e agora lutava contra seus agressores, impedindo que eles lhe atacassem, com as mãos no chão e as pernas abertas ele golpeava todos a sua volta.
- Round table! - Exclamou o garoto enquanto mandava os capangas para o chão.

Agora você tinha um reforço, e mesmo que estivesse confusa, não era momento para pensar muito fora da situação atual, Albion também pode ver a cena e liberou sua foice, fazendo seu corpo ir para a frente e quase ir de encontro a madeira do chão, visto que seu corpo e sua força estavam concentrados em puxar sua arma para você..
- Não sabia que o garoto lutava, mas não era para meus homens interferirem de qualquer forma, peço perdão. - Com um giro do cajado metálico ele volta a posição de luta. - Continuemos.

Agora seu ataque mais forte começou, um impulso no chão e nada mais podia parar sua investida, com olhos fixos Albion parecia analisar cada movimento seu, porém sua técnica era muito mais que habilidosa, através de um giro em torno do próprio seu ataque fora realizado, o que não era esperado era a intervenção exterior, em segundos dois homens apareceram na frente do “Doutrinador”.
- Senhor vamos ajudar!
Ambos nem deviam ter sua idade, talvez um pouco mais velhos, eles não sabiam no que estavam se metendo, mas seu líder sim, e em uma ação rápida pode ser vista a barra de ferro acertando os dois garotos, os lançando para os lados e consequentemente os tirando da frente de seu ataque.
- Saíam seus idiotas! - Bradou o homem.

Foram as últimas ouvidas antes de seus ataque, o barulho da foice cortando a carne foi algo maravilhoso, não foi? Quem era aquele homem? Ele tinha família? O que isso importa? Ele impediu você de ler, sangue é um bom pagamento, não é? Seu sorriso confirmava isso.

Ao finalmente parar no chão o sangue pingava de sua foice, mas o homem estava de pé, ele não gritava nem nada, quando ele se virou em sua direção fora confirmado sua vivência, você havia atingido o braço esquerdo dele, o corte fora profundo e muito bem feito, seu sobretudo tinha um rasgo que descia do ombro até o cotovelo, e de todo esse corte estava escorrendo sangue, o líquido da vida pingava pelos dedos do homem e manchava sua roupa, e toda a reação que o seu oponente tinha era rir.
- HAHAHAHA! Impressionante, mas ainda estou de pé ceifadora, Fanalis B. Ria, vou me lembrar do nome.

Mesmo sendo seu oponente era reconhecível que aquele homem não era uma pessoa comum, e mesmo ferido ele avançara em sua direção, machucado ou não, ele era seu oponente, e como ele havia dito, a luta não acabou. Uma estocada fora feita em sua direção, e isso já era esperado, com uma movimentação leve seu corpo pode escapar tranquilamente daquele ataque, porém ao recolher a cintura o homem sorriu, era o que ele queria que você fizesse, dando uma joelhada na própria arma a mesma fora movimentada para o lado, atingindo a região de suas costelas, assim como da primeira vez a dor foi intensa, recolhendo levemente a arma o homem a levantou e a golpeou bruscamente, com sua mão do braço machucado, fazendo a mesma descer de forma violenta contra seu ombro, fazendo-a inclinar para a esquerda, que foi o lado que recebeu o golpe, nisso a barra ricocheteou e voltou às mãos de seu dono, que não desperdiçou o momento e mais uma vez a movimentou, descendo a mesma contra sua face, a derrubando no chão, fazendo-a rolar e ficar de bruços.

Você sentia algo quente escorrer da testa, era sangue, muito sangue, assim como o zumbido do lado esquerdo era muito forte, graças aos ataques consecutivos a dor não era apenas maior, como também os ferimentos haviam aparecido, Albion estava sangrando mais que você, se fosse uma luta de resistência, ele morreria por anemia primeiro, além de que, o ferimento dele é bem pior que o seu, talvez isso tenha feito os subalternos do homem correr, ou quem sabe a união de forças de Lupin com você, isso não importava mais, pois ao ouvir.
- Vamos, não há mais nada aqui.
Foi a confirmação que precisava, eles haviam recuado, mas você não ficaria acordada para ver isso, seus sentidos foram se perdendo, e no final só lhe restava a audição, que a permitia ouvir os passos dos homens pelo chão de madeira, até que no fim tudo enegreceu.

Abrindo uma fresta dos olhos fora possível ver a troca de ambiente, as paredes eram diferentes e o cômodo também, aquilo já não era uma biblioteca, e sim um quarto, paredes brancas e pintadas com flores de papel de parede, o teto de madeira possuía um lustre cristalino pendendo no meio dele, o local onde seu corpo repousava já não era o chão frio e sujo, e sim uma cama confortável e macia, lençóis brancos e azuis a cobriam, uma cabeceira de madeira impedia os dois travesseiros que apoiavam sua cabeça de caírem para fora da cama, seu corpo ainda sentia fortes dores, mas nada com a intensidade de antes, sua visão ainda estava embaralhada, ora o quarto estava vazio, ora havia a mulher de antes, possível mãe do bibliotecário, lavando sua pele com uma esponja molhada, sua visão turva e embaçada lhe atrapalhava e então seus olhos fecham. Ao abri-los, era possível ouvir os pássaros do lado de fora, jubilando seu despertar, quem estava no seu aposento, era o rabo de cavalo, que admirava sua armadura, a qual estava sobre uma bancada de madeira, junto com suas roupas e também sua arma, a qual parecia estar sendo colocada lá pelo único de pé no quarto, no criado-mudo, ao lado da cama, haviam 5 livros grossos empilhados, provavelmente que você levaria dias para ler, cada um, quanto tempo você havia dormido? O garoto continuava com as roupas sociais, mesmo naquele lugar, e ele sorria enquanto observava suas coisas. Aparentemente não dava para saber onde estava, e nem o que havia ocorrido, mas dava para se ter um palpite, enquanto que o rabo de cavalo nem mesmo parecia saber que você havia acordado.

Histórico Ria:
 

Albion, o doutrinador:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptySeg 26 Nov - 16:19

Acordando no Hospital! Um Novo Desafio!

Tudo que tinha ocorrido até o momento, havia sido bastante intenso, ao menos, desde que deixei meus companheiros para resolver algumas coisas, enquanto eles resolviam outras, até partirmos de Wonderful Island. Ainda era possível sentir um pouco da dor de minha última e aleatória batalha, abrindo levemente os olhos, percebia aquele hospital, então sem me mover nem um pouco, fecharia os olhos e começaria a pensar no que tinha ocorrido para que eu chegasse naquela situação, onde me encontrava naquela cama já a algum tempo.

“O que aconteceu? Eu estava lutando e ai... Eu tropecei e bati a cabeça? Não me lembro bem... Só sei que aquele cara não tinha chances contra mim e logo perderia, só pode ter sido isso, eu tenho uma vaga lembrança dele correndo e depois eu já estava aqui sendo tratada, ao menos é isso que me lembro... Só pode ser isso... Ou será que eu bebi demais depois de minha vitória? Não, acho que eu me lembraria de algo assim... De toda forma, estou nesse hospital e se têm algo de bom em hospitais, são enfermeiras! Mas antes, deixa eu brincar um pouco com o Rabo de Cavalo.”


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- QUÊÊÊ? EU ESTOU EM UM HOSPITAL!? –

Daria um grito já me sentando com tudo e mantendo uma expressão de surpresa, deixando que os lençóis que me cobriam caíssem na frente de meu corpo, além de meu corpo a mostra, isso se não estivesse usando nenhuma roupa, assim que me sentasse, olharia para o homem no quarto mantendo uma das sobrancelhas arqueadas e a boca aberta o encarando na tentativa de mostrar minha indignação quanto ao que ocorria.

- Oeoeoe, o que está fazendo, velhote tarado? –


Deixaria que ele respondesse, de toda forma, com ele me respondendo ou não, eu deitaria violentamente na cama com tudo, indo com a cabeça de encontro aos travesseiros, assim que o fizesse, levantaria meu braço direito, fazendo um sinal para que ele se aproximasse e segurasse minha mão, dando algum tempo para que o mesmo o fizesse. Assim que ele segurasse, tossiria um pouco e diria com a voz baixa, até mesmo falhando um pouco em um ato de atuação e demonstrando tristeza em meu semblante para fazer piada do momento, mesmo que ninguém além de mim achasse graça.

- Cof... Cof... Rabo de Cavalo... Eu estou... Tsk... Aqui é um hos... Um hospital, não é? Eles têm enfermeiras aqui, não têm? Daquelas mulheres bem bonitas que cuidam da gente... Poderia chamar alguma? Eu estou... Eu estou... Cof... Cof... Só queria ser cuidada por uma... Se é que você me entende. –

Terminaria minha frase dando um sorriso e levantando as sobrancelhas para cima e para baixo algumas vezes, mostrando para ele que tudo não passava de uma brincadeira, logo depois soltaria a mão do homem se estivesse a segurando e independentemente da reação do homem para com a minha fala, daria algumas risadas, seguidas de tosse de verdade por ainda não estar totalmente recuperada dos danos que havia sofrido durante a luta contra o homem que atacou a biblioteca.

- Você devia ter visto a sua cara... RIAHAHAHA... COF... COF... Opa, melhor eu pegar mais leve. RIAHA... Cof. –

Logo depois, diria ainda em um tom brincalhão, embora desse para perceber que eu estava falando a verdade nesse momento, isso graças ao som de meu estômago pouco antes de minha fala, juntamente com meu braço direito sendo colocado sobre o mesmo, o apontar de minha mão esquerda para minha boca e um olhar um pouco mais sério para o homem que possivelmente cuidaria de mim naquele momento.

- Huuuunfp. –


- Estou cheia de fome, tem algo para comer? Eu gosto muito de sopa se tiver, mas qualquer outra coisa serve... –

Caso o homem conseguisse alguma coisa para que eu comesse naquele momento de necessidade, comeria tudo que me fosse conseguido ou tudo que aguentasse, já fazia um bom tempo que eu não comia nada e ainda por cima, não sabia por quantos dias tinha ficado naquele lugar, logo comeria rapidamente, como se não houvesse amanhã, de maneira totalmente desenfreada. Enquanto comesse ou se ele não tivesse me conseguido comida, perguntaria curiosamente de toda forma, talvez com a boca cheia do alimento obtido, repetindo a pergunta mais de uma vez, caso ele não tivesse entendido.

- Ei, velhote, faz quanto tempo que estou aqui? Eu acabei perdendo a noção do tempo enquanto estava descansando... –

“Eu tinha combinado de retornar e me juntar aos outros em poucas horas, mas talvez tenham se passado dias... Talvez eu tenha ficado em coma por anos, mas que diabos... Por que eu tinha que tropeçar e bater a cabeça por mim mesma? Maldito chão escorregadio! Bem, se tiver se passado apenas dois ou três dias, acho que agora já era, depois eu me encontro com os outros de toda forma... Não deve ser difícil de achar aquele Urso maluco ou a Maior Detetive do Mundo por ai.”


Escutaria ele atentamente enquanto falasse sobre o tempo que estive naquele lugar e o que aconteceu enquanto eu dormia, logo depois olharia para janela, caso houvesse alguma, para saber se estava de dia ou de noite, independente do horário ou de como o clima estivesse, eu me levantaria, me alongaria um pouco tentando sentir se ainda estava com alguma dor, se estivesse, colocaria a mão na região fazendo uma pequena massagem, então colocaria a camisa que estava em minha mochila, depois me sentaria novamente e olhando diretamente em seus olhos, mas com um aspecto mais sério, perguntaria para o Rabo de Cavalo curiosa sobre o ocorrido.

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- Me diga, velhote... Quem eram aqueles idiotas que atacaram a biblioteca, o que eles queriam exatamente, quero saber também para quem trabalham, na verdade, me diga tudo que sabe sobre eles, quero entender exatamente a situação... Aquele homem era relativamente forte para ser qualquer um. –

“O Droutrinadeiro me acertou algumas vezes, acho que foram momentos de descuido meus, mas mesmo assim, não é comum que consigam me atingir desse jeito, com certeza aquele homem tem algo de especial em seus propósitos.”

Escutaria o que o homem tivesse a me dizer bastante atenta, acenando com a cabeça hora ou outra para demonstrar que estaria entendendo a situação, sempre mantendo o sorriso no rosto durante a história, a não ser que ele me contasse algo triste, nesse caso, abaixaria a cabeça, assim demonstrando que entendia o lado dele, apesar de não ligar muito para o que quer que acontecesse. O importante seria que ao final de sua fala, o responderia entusiasmada, confirmando que tinha entendido tudo que havia sido me passado e que eu tinha tomado uma decisão, independente do que ele me dissesse, eu já saberia o que faria a seguir, daria uma risada ao final de minha frase, ao imaginar o que posso ganhar derrotando aquele que acha que pode me acertar e sair impune.

- Entendi. Então eu só tenho que derrotar o tal do Doutrinador, não é mesmo? É isso mesmo o que eu vou fazer, você tem alguns homens dispostos a me ajudar? Os meus estão meio ocupados com algumas coisas no momento... RIAHAHAHAHA. –

“Eu não estou nem aí, quem aquele cara acha que é para achar que pode fazer o que bem entender?”

- Só me dê um minuto, onde é o banheiro? Já volto... –

Após escutar sobre os homens e o banheiro, isso se ele me desse as informações, me levantaria seguindo com o indicado, indo até lá para resolver minhas necessidades fisiológicas e tomar um belo banho, tirando assim todo o suor de meu corpo e me limpando direito, ainda mais depois de vai saber quantos banhos de leito que tomei pela sua mulher, se tinha uma coisa que eu sabia, era que não tinha nada mais desagradável do que ficar por mais de um dia sem tomar um belo e demorado banho. Se chegasse ao chuveiro, lavaria delicadamente meu corpo e meu belo e longo cabelo ruivo, prestando atenção em meu corpo para notar se não havia algum roxo ou corte da última luta que enfrentei, assim que saísse, me secaria, voltando para o quarto onde estava, dizendo para o homem já um pouco irritada com sua indelicadeza de não sair de lá, se ele ainda estivesse no alojamento.

- Até quando quer me ver nua? Poderia me dar um pouco de privacidade? –

“Preciso ver se esses livros são algum dos que eu estava lendo, esse cara é tão certinho que deve implicar se eu pegar algum e não devolver...”

Se ele me deixasse sozinha no quarto, iria até minha mochila, conferindo se estava tudo no lugar, se estivesse, vestiria a camisa, o colete, a calça, o cinto, a gravata, os sapatos sociais e o terno que carregava. Logo depois, conferiria entre os livros se o de química que eu estava lendo se mantinha entre eles, além de minha bolsa, se o livro de Beltros Ashburn que eu havia guardado ainda se mantinha nela, caso entre os livros, eu achasse o que procurava, os guardaria na mochila ou se tivesse qualquer outro livro de química ou física, faria o mesmo, além de minha capa vermelha, que também guardaria na mochila. Com isso, abriria a porta para que o homem entrasse se ainda estivesse por perto, depois colocaria minhas luvas, o chapéu preto com o lasso vermelho e meu óculos escuro. Olharia para ele diretamente nos olhos ao abaixar meus óculos escuros, enquanto diria com firmeza em minhas palavras entrando no personagem de uma mafiosa ao segurar a pistola que estava em minha mochila.

Roupas:
 

- Pode pedir que alguém leve essa armadura para meu navio? É o único navio vermelho atracado no porto, nele tem algumas bandeiras com uma caveira com cabelos ruivos e uma marca vermelha em baixo do olho, muito parecida com essa tatuagem na minha face. É o mínimo que espero depois de ter lhe ajudado ou vai me trair? –

“Daqui a pouco ele acha que estou falando sério com esse papo, melhor mostrar a verdade, ser uma ótima atriz é uma benção, mas também uma maldição.”

- PUFFFF... RIAHAHA. Estou só brincando, mas preciso mesmo que leve isso, se não puder, eu mesma dou um jeito... –


Falaria em tom de escárnio ao responder o homem e posicionar meu óculos de volta, sendo que logo depois de escutar sua resposta, daria o dinheiro que pedisse, caso me fosse solicitado algum pelo transporte das coisas, então pegaria meus pertences colocando tudo na mochila, inclusive a pistola, sendo que, se ele não tivesse como levar minha armadura, eu pegaria um dos lençóis na cama e colocaria as peças da mesma dentro do lençol, da maneira mais organizada e compacta possível para que não ficasse com uma parte batendo na outra. Logo depois, usando minha mochila nas costas, com a foice e a espada presas nela e meu chicote em minha cintura, jogaria o saco feito de lençol por cima do ombro, isso se o homem não fosse dar um jeito de leva-lo ao navio e começaria a andar, enquanto diria animada, dando um sorriso e olhando para o homem, assim que conseguisse deixa-lo um pouco para trás.

- O que está esperando? Gangues não se acabam sozinhas, não é mesmo? Indique para mim o caminho de onde aqueles idiotas ficam ou de onde posso encontrar com seu pessoal, vamos lá, tenho certeza de que têm pessoas dispostas a te ajudar. –

“Eu sei que consigo dar conta disso tudo sozinha, mas se essas pessoas não lutarem por elas mesmas, o próximo grupo que aparecer vai causar o mesmo problema, elas precisam saber se defender, mudar seus ideais e o principal, imagina só o que eu vou poder construir se conseguir um bom dinheiro com aquele doutrinadeiro... Ele tem uma alcunha e extorque pessoas trabalhadoras... Não seria estranho se tivesse um bom tesouro! Tudo bem que eu nunca tinha ouvido falar dele...”

- RIAHAHAHA. –


Se chegasse nesse ponto, enquanto andasse, daria uma gargalhada ao perceber que poderia ser que o doutrinadeiro fosse apenas mais uma pessoa aleatória nesse mundo, ainda mais porque eu não tinha ouvido falar dele até então, mas não me importaria muito com isso, estaria mais interessada na aventura que estaria por vir. Com isso, seguiria com o Rabo de Cavalo até onde ele decidisse me guiar, seja a base do homem ou até seus aliados, de modo que chegando lá, analisaria a situação para decidir o que fazer dali em diante.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptySex 30 Nov - 17:18




Fanalis B. Ria

O despertar da ruiva! Os pensamentos de Lupin

O tempo não era algo notável para sua percepção, podendo ser enganada pelo mesmo facilmente, os grossos livros davam a impressão de que seu pequeno desmaio havia se prolongado por horas, semanas ou até meses, quem sabe o desmaio até houvesse se agravando dando lugar a um coma? Outra preocupação agravante era o fato de suas lembranças ainda estarem um pouco confusas, sua auto-vanglorização inclusive agia como catalisador, tentando preencher as lacunas mentais presentes, e apesar de a ideia de Albion ter fugido com medo ser uma ótima história de marinheiro, no fundo seu subconsciente sabia que era mentira, até mesmo cogitar sobre uma possível embriaguez parecia ser algo bobo, se o Doutrinador fugiu, foi por outro motivo, não intimidação.

Mais uma vez seus olhos brilhavam contra a luz, dando a certeza que as respostas não cairiam do céu, uma lástima, pouparia o precioso tempo o qual deveria estar sendo usado em seu pequeno hobbie de metalurgia, assim como também encontrar o dinheiro necessário para os futuros projetos de sua gloriosa tripulação, claramente confeccionados pela grandiosa capitã ruiva, isso seria preocupante se a gloriosa ruiva não fosse você, uma pirata não precisa obedecer leis, e sendo a capitã você tem um passe livre a mais.

Diante de tal situação poderiam ser tomadas inúmeras decisões, mas do que é feita uma vida feliz, senão de regalias? Enfermeiras, desde o início dos tempos sendo vistas como o par ideal, as cuidadoras de corações e retirantes de fôlego, levando qualquer um ao delírio, como se fossem sereias, e não seria diferente mesmo com a imponente capitã, todos tem suas fraquezas não é mesmo? Infelizmente agora somente havia aquele homem, o que permanecia no tal cômodo, de forma serena e quieta ele andava para lá e para cá, como recompensa momentânea ele poderia ser importunado um pouco, uma brincadeira não faz mal a ninguém.

Assim que seu alarde foi feito, o rabo de cavalo, lançou-se para trás batendo contra a bancada de madeira e fazendo a sua querida foice bater contra a cabeça do jovem, que agia em reflexo do susto que levara, o som do metal tiniu com o encontro da arma com a cabeça do mordomo, que expressou a dor colocando as mãos no local atingido após um curto e rápido “Ai!”. Mas a queda do jovem não foi a única, seus lençóis também haviam caído revelando sua seminudez, ao olhar para seu corpo poderiam ser vistas ataduras em suas áreas íntimas, as cobrindo e protegendo de possíveis curiosos, Lupin levantou tranquilamente e quieto, apenas massageando o couro cabeludo e bagunçando seus cabelos negros, desfazendo o rabo de cavalo, mas logo o refazendo enquanto respondia a você.
- Perdão senhorita. - Seus olhos permaneciam para baixo, evitando o contato direto. - Estou aqui para certificar-me tanto de sua segurança, quanto de seu bem estar. - Uma pausa e ele pareceu pensar em algo para dizer. - E com todo respeito, não sou velho, nem cheguei aos 21 ainda.

Ao levantar sua mão o rapaz se aproximou e a segurou, com cuidado e leveza, como se estivesse segurando uma porcelana.
- Na verdade aqui é uma casa, a minha para falar a verdade, então… Sem enfermeiras, aquela era minha mãe. - O jovem sorriu para confirmar que entendia sua brincadeira, mas era de certo que sua fala havia sido sincera, dava para dizer isso se baseando no tom de voz usado pelo próprio. - Sua gargalhada é um tanto incomum, assim como a senhorita, isso é um sinal de que está melhorando pelo menos, fico feliz.

O barulho de sua barriga revelava naquele momento, sua vontade, e antes que da sua boca saíssem as palavras, o jovem levantou o indicador, dando um sinal que você pudera compreender como “parar de falar”, e foi até o lado de fora, voltando com uma bela bandeja recheada com comida, o prato principal era uma sopa, a qual não era identificável pelo cheiro e nem aparência, mas ao provar ficava claro que aquela era uma sopa de carne e legumes, em um pequeno prato ao lado vinha uma porção de arroz, como bebida, leite.
- Eu não sei se irá gostar, mas acho que foi um bom prato, peguei de uma receita.

O gosto era normal, nada acima da média, um bom prato para sobreviver a mais um dia, com a certeza de que aquilo era um quarto, mais especificamente o de Lupin, era claro sua aparente tranquilidade, não haviam barulhos que pertubassem seu descanso, apenas pássaros e o vento, por o quarto ser grande, a interpretação que se teria era que o mordomo ou trabalha para alguém com muito dinheiro, sendo realmente um mordomo, ou apenas é um bon vivant, independente da conclusão nenhum dos dois explicaria o motivo dele trabalhar como bibliotecário.

- Eu não sou um velhote. - Seu comentário parecia afetar, de alguma forma, o mordomo. - Não se passaram mais que 6 horas. - Disse ele tentando lembrar do horário exato. - Devem ser por volta das quatro da tarde. Como não sabe, deve querer saber do que aconteceu, assim que sua luta acabou Albion recuou com os homens, ele disse para tomar cuidado, ambos, eu e você, foi uma bela luta, sinto muito não ter agido antes, mas atacar primeiro não é de meu feitio.

O sol ainda entrava pela janela e graças ao comentário de Lupin, agora você tinha certeza de que ainda estava de tarde, levantar foi um feito realizado com certa dificuldade, sendo necessário o apoio do jovem mordomo, que desviava o olhar de seu corpo, andar já não foi algo tão dificultoso, suas pernas podiam estar bambas, mesmo assim moviam-se sem tantos problemas, ficar deitada não lhe ajudaria em nada, portanto o exercício de andar era importante. Chegando na mochila foi possível ver que tudo estava em ordem, e o mais interessante era o presente que estava ali, o livro de Ashburn, aparentemente um agradecimento do homem que agora estava no quarto, mas haviam perguntas as quais você achou que deviam ser feitas, e sem hesitar as fez.

Ouvir suas palavras e questionamentos fez o rapaz respirar fundo, talvez tentando juntar em sua mente tudo que lembrava.
- Começarei por onde me lembro senhorita, Albion não é ninguém, e isso é sério, um mercenário que vem e captura quem ele quer só por prazer, ninguém sabem quem contratou ele, muito menos onde ele fica, é como um festival, sabemos de sua existência e ele chega de mansinho, quando olhamos bem… Ele já está por aí. - O jovem dá uma ligeira pausa e toca em seu nariz. - Ah sim, ele deve ter vindo atrás de mim por causa dos boatos, que nem são tão boatos assim. - Ele ri. - Os piratas, que vão na biblioteca para se esconder, muitos aproveitam o lugar para se manterem tranquilos e descansar, outros vão lá para planejar assaltos, e poucos, como a senhorita, vão para ler e obter conhecimento, claro que tem haver com matanças, mas conhecimento é conhecimento, é bom passar adiante ele. Albion deve ter visto isso como uma mina de ouro, chegar e pegar piratas desprevenidos, ele já havia ido lá outras vezes, mas nunca chegara a agressão ou pedir o dinheiro. - Encarando o céu o jovem pareceu se perder em pensamentos, ignorando um pouco a conversa. - Perdão senhorita, me distraí. Me pergunto o porquê dele ter voltado…

Com seu comentário sobre ajuda, o jovem apenas rolou os olhos, fazendo-os se encontrarem o chão de madeira.
- Perdão senhorita… Mas ninguém ajudará um filho de pirata, sinto muito não ter a ajuda que precisa, sei que não é muito, mas se precisar de mim, lutarei ao seu lado. - Uma determinação estava presente em sua voz. Quanto ao seu questionamento. - Ah sim! O banheiro é logo ali senhorita. - Falou ele apontando para uma porta branca que ficava do lado direito da cama em que você estava sentada.

Entrando no banheiro era possível ver seu piso branco, mármore, paredes brancas e com uma linha azulada no meio dela, havia uma privada, tão limpa que quase era possível ver-se nela, uma pia, a qual era composta por uma bancada fina e retangular de mármore, enquanto que o resto do corpo dela era feito de madeira,  e um chuveiro, que estava dentro de um box feito de vidro cristalino, tudo estava em perfeito estado e bem limpo, mesmo assim o jovem teve a audácia de dizer:
- Desculpe se tiver algo sujo, fiz o máximo que pude para deixá-lo agradável. - Ao fim de sua frase ele já não estava no cômodo.

O banho foi sensacional, a água quente desceu como mel pelo seu corpo, aquele “pequeno” banheiro (cerca de 10m²) era um oásis, mas ao sentir seu corpo você podia ver algumas áreas roxas, seu pescoço e ombros doíam mais que o resto, mas nas costelas e abdômen também haviam áreas danificadas pela luta, ao sair do esplêndido banho e voltar para o quarto não era mais possível ver o mordomo por perto, então seu corpo poderia sentir como é estar com uma roupa novamente, abrindo a porta o jovem que encarava o sol no horizonte rapidamente entrou e deu um sorriso.
- Darias uma bela mafiosa, gostei do estilo.

Já entregando sua bolsa de panos com o ar de brincadeira, o bibliotecário lhe lançou um pequeno sorriso.
- Não lhe trairei senhorita Ria, pode acreditar. - Ao segurar a armadura enrolada nos lençóis ele continuou. - Eu mesmo levo, duvido que será uma tarefa difícil de achar tal pomposa embarcação.

Seu comportamento extrovertido parecia cativar a atenção do jovem, que apenas observava a espontaneidade demonstrada por seu corpo ao se mover de um lado pro outro, ele já havia pegado a armadura para si e com elas nas costas, partiu de forma silenciosa e lenta, até que, em uma velocidade tremenda, sua voz irrompe a calmaria, ao mesmo tempo que o rabo de cavalo fica para trás, com o seu comentário, o pequeno sorriso que havia se formado no rosto do jovem desapareceu, ele cochichou alguma coisa, algo para si, e então lhe respondeu:
- Como disse senhorita, não há um local onde fiquem. Aconselho ir nos bares, sempre tem algo acontecendo, devem saber de algo, não tenho informação alguma sobre Albion, minhas sinceras desculpas senhorita.

O Lupin separaria-se de você assim que chegassem próximos a zona comercial, a qual não era tão longe, a casa do mordomo ficava em uma área pouco mais distante da cidade, e a primeira coisa que veriam seria a zona comercial, o jovem nessa hora diria um: “Boa sorte” e então seguiria seu caminho para onde fora ordenado, e a ruiva faria o mesmo. Chegar no bar foi uma tarefa mais fácil que achar um milho em uma plantação de soja, seguir o cheiro de mijo e também cerveja lhe levou até onde queria, e onde havia começado tudo aquilo, “Hell’s beer”, algo familiar?

Histórico Ria:
 

Albion, o doutrinador:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! EmptySab 1 Dez - 0:15

Finalmente Um Bar! Conhecendo A Terra Das Maravilhas!

Já havia descoberto algumas coisas sobre o homem que eu enquadrei na biblioteca, mas não era suficiente, o Rabo de Cavalo não me deu tudo que precisava saber para tomar alguma atitude em relação ao ataque que havia ocorrido, mas me deu algum rumo para seguir. Andei por aquela cidade em busca de um bar e estranhamente acabei dando de cara mais uma vez com a Cerveja do Inferno, não sabia exatamente o que estava acontecendo, mas parecia que aquele lugar estava me perseguindo por onde quer que eu passasse. Olharia para a entrada do bar, levantando levemente meu chapéu ao dar um assobio e analisar sua construção, ajeitando o chapéu na cabeça e colocando as mãos em minha cintura, destacando minha bela silhueta naquelas formidáveis roupas sociais que havia obtido.

- Fuuuuuiiiiuuuuuu. -

“O que diabos está acontecendo aqui? Inferno? Demônios? Usaram de magia negra para me atrair para cá? Tsk. Como se eu pudesse ser afetada por magia negra, essas coisas não passam de truques, obviamente esse bar está em um lugar bastante estratégico para essa cidade, eu sequer estava procurando esse bar em específico, o mesmo que havia visto antes e cá estou eu... Meu corpo está doendo ainda, mas se eu arranjar confusão, eu dou um jeito de qualquer forma.”

- Bem, vamos entrar... Se me lembro bem, Faker disse que ia para um bar ficar tocando aquele tirolês... O homem tem algum talento, tenho que admitir, mas se não me engano, ele ficou em um bar próximo do porto mesmo. Quero ver que tipo de malucos frequentam esse lugar. RIAHAHAHA. –

Falaria normalmente comigo mesma, sem me importar com pessoas me achando estranha ou qualquer coisa do tipo, dando uma risada ao final com a lembrança de o quão maluco era o Faker e associando com as possíveis pessoas que estivessem no lugar. Com essas palavras, andaria calmamente em direção à entrada, não me importando de chamar atenção, até porque eu estava carregando uma foice negra de dois metros de comprimento, com uma lâmina de mais de um metro de curvatura, o que eu provavelmente mais faria naquele lugar, seria chamar atenção.


Entraria abrindo a porta, mas sem soltá-la de cara, caso houvesse uma porta fechada, estaria esboçando um grande sorriso no rosto, a principio com os olhos fechados, mas logo depois os abriria, mexendo a cabeça devagar ao analisar as pessoas que lá estivessem, mesa por mesa, caso houvessem mesas no lugar. Logo depois, supondo que fosse um bar clássico, andaria até o balcão do mesmo, me sentando em alguma cadeira caso tivesse alguma disponível. Assim que me sentasse, removeria a foice de minhas costas para ampliar meu conforto e a escoraria no balcão, se eu me sentasse de frente para ele, enquanto esperaria que alguém viesse me atender, de preferência o dono do lugar, sendo que caso ninguém viesse rapidamente, me levantaria indo até quem aparentasse ser o dono(a) ou no mínimo um(a) funcionário(a) e diria sorrindo, mas mudando o semblante para insatisfação na última parte ao imaginar que poderia não ganhar o que queria.

“Hum, já estou cansada de beber vinho e já faz um bom tempo que não bebo algo diferente, ao menos desde que eu sai da minha ilha, eu produzia um ótimo saquê do arroz que eu plantava... Acho que o navio atual tem espaço para plantar arroz e produzir saquê, vou pensar em como fazer isso depois, já sei o que vou pedir hoje!”


- Olá, Quero um copo com Bloody Mary, por favor! Faça para mim uma das boas, na minha ilha natal, eu sempre ia no bar beber e estou com bastante vontade, já que estamos aqui, vamos aproveitar, não é mesmo? Ah, me traga também um prato com cerejas, se tiver... Se não, pode me servir qualquer vinho que possuir mesmo... –

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Ainda sentada, retiraria meu chapéu, o colocando sobre a superfície mais próxima, ou o pendurando em minha foice mesmo, caso não tivesse alguma, guardaria meu óculos e minhas luvas em minha bolsa e então começaria a brincar com meus longos, belos, cheirosos e sedosos cabelos ruivos, que chegavam um pouco abaixo de minha cintura, ao os enrolar entre os dedos, sendo que ao mesmo tempo, balançaria as pernas como uma criança empolgada, enquanto esperaria que o que eu havia pedido me fosse servido. Se recebesse a bebida solicitada, retiraria de meu bolso a quantia necessária, caso me fosse requisitado, entregando para quem me atendesse, então levaria o copo ou a taça em que o barman me servisse, levando a bebida até meus lábios avermelhados e dando uma leve golada, mas logo depois colocando o copo de volta no lugar.

Feito isso, se estivesse sentada em um banco sem apoio para as costas, giraria meu corpo no assento, para que pudesse ter uma visão ampla do lugar e logo depois me direcionaria novamente para a pessoa que havia me atendido. A olharia diretamente nos olhos, talvez de maneira sedutora levando em conta minha estonteante beleza para um lugar como um bar, embora fosse apenas minha beleza falando, a não ser que fosse uma bela garota, nesse caso, eu realmente focaria algum esforço em manter um olhar contagiante com meus lindos olhos, que mais pareciam pedras preciosas vermelhas.

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“Pode ser que essa pessoa saiba me informar sobre o que quero saber...”

Diria em um tom normal, podendo ser que quem estivesse perto escutasse o que eu dissesse, nada que fosse alterar minha pergunta ou minha felicidade naquele momento, poderia ser que o lugar virasse um caos, mas também poderia ser que ninguém escutasse. O que importa é que eu falaria normalmente, sem mostrar estar preocupada com a situação ou em descobrir o que não deveria, afinal, seria exatamente o que estaria ocorrendo, eu realmente em nenhum momento, desde que acordei, tive medo ou preocupações de qualquer espécie em relação ao homem que atacou a biblioteca e sei que não vou em nenhum momento me abalar por ele.

- Me diga, tem uma biblioteca aqui na cidade, pertence ao Rab... Lupin, ela se chama J.J. Library, aparentemente piratas se encontram lá e tem também esse homem... Talvez você possa e dar algumas informações sobre ele, eu o chamo de Doutrinadeiro, mas se me lembro bem, ele disse que se chamava Albion, o doutrinador ou coisa do tipo... Ele lutava usando uma barra de aço e pelo que entendi, ele é algum tipo de mercenário e não gosta de piratas, bem, para mim, não passa de um bandido forte... E então, o que pode me dizer sobre essa biblioteca e esse homem, como por exemplo, onde fica a base dele? Se é que ele tem uma... Quero saber principalmente as partes ilícitas, na verdade, me diga sobre o que sabe da ilha, eu não sei muito, além de que tem algumas indústrias e grupos disputando pelo controle deste lugar... –

Feito meu pequeno questionamento, daria algumas goladas em minha bebida, acenando com minha cabeça em sinal de concordância, com cada coisa que me fosse passada pela pessoa que estivesse me respondendo, seja ela alguém que trabalhasse no lugar ou algum cliente curioso que escutasse minha pergunta e decidisse me responder. Se a bebida que eu estivesse bebendo não ultrapassasse os B$ 15.000, faria sinal para que quem tivesse me servido, preenchesse o recipiente até que o valor chegasse a essa quantia ou que eu sentisse que começaria a ficar bêbada, não teria a menor intenção de ficar alterada naquele momento, mas deixaria ao menos um copo cheio para utilizar de saideira posteriormente.

Se alguém tivesse me dado as informações que queria saber naquele momento, sorriria, enquanto passaria suavemente a mão sobre o copo, caso tivesse conseguido alguma bebida naquele bar, sendo que olharia mais uma vez diretamente nos olhos da pessoa e a faria mais algumas perguntas em relação ao Doutrinadeiro, isso se a pessoa já não tivesse falado sobre o assunto, mas não conseguiria me conter, a curiosidade em minha voz e em minha face ficariam extremamente aparentes ao falar, dando uma gargalhada com a piada que faria ao final da fala.

- Estou começando a entender esse cara, ele deve ter muito dinheiro, não é mesmo? Acho que se alguém do tipo dele sumisse, ninguém daria falta... Eu estava pensando sobre essa ilha e para mim a liberdade nela não é tão real quanto as pessoas imaginam... Esses conflitos entre esses grupo, isso está acabando com a liberdade das pessoas, porque alguém tem que liderar e sucumbir todos as suas vontades? Eles poderiam se manter divididos, representando quem quisesse ser representado e realizar trocas entre eles mesmos para que cresçam juntos... É como eu sempre digo, a única que poderia governar uma ilha cedendo a verdadeira liberdade para todos, seria eu! RIAAAHAHAHA. –

“Essa ilha está bem errada, não é bem o que o próprio nome sugere... Eu esperava um lugar mais alegre, onde todos fossem realmente livres para fazer o que quiser...”

- A última coisa que eu quero saber, existiria algum grupo de pessoas que não gostem do tal do Albion? Pretendo acabar com os negócios dele e pegar todo o tesouro que conseguir, deve ter pessoas indignadas por aí que queiram ressarcir seu dinheiro, talvez algum ou alguns grupos da ilha... Se existem, onde eu poderia encontra-los? Pode me levar até lá? –

Faria uma pergunta mais uma vez, dessa vez, aumentando ainda mais minha curiosidade em meu tom e em minha face, ao arquear uma das sobrancelhas. Novamente, escutaria exatamente o que a pessoa tinha para me dizer em relação a minha pergunta, dando um sorriso com sua resposta em caso afirmativo ou negativo. Apenas pegaria meu chapéu, o vestindo mais uma vez, colocaria minha foice novamente nas costas, daria uma olhada em meu relógio de pulso para que soubesse exatamente que horas eram e viraria o último copo que estava guardando, de modo que logo depois falaria bem alto no lugar.

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- DOUTRINADEIRO, AI VOU EU! Hick... –

Dito essas palavras, andaria até a saída do lugar, sendo que primeiramente, se a pessoa que me desse as informações, me informasse sobre onde teriam mais pessoas, eu sairia do bar indo até o lugar indicado, acompanhando a pessoa, se ela decidisse me auxiliar a chegar no lugar. Assim que chegasse, se estivesse sozinha, bateria na porta, se não, seguiria acompanhando meu guia até que me reunisse com mais pessoas.

“Eu poderia chamar o pessoal da minha tripulação, mas já dei tarefas para que eles fizessem... Se as coisas apertarem, eu os aviso, por enquanto, sei que dou conta de resolver isso sozinha. Tenho certeza de que dou!”

Caso não tivessem pessoas que quisessem acabar com aquilo que o Doutrinadeiro fazia, ou se a pessoa que me desse as informações não conhecesse ninguém, simplesmente seguiria até o local que me fosse indicado, dizendo ser o esconderijo, base ou qualquer coisa do tipo, sobre onde o homem que usava uma barra de aço morava, de modo que assim que chegasse no lugar, tentaria abrir a entrada normalmente, supondo que não estivesse trancada, se estivesse, bateria nela, para que alguém aparecesse e me atendesse.

Por fim, se a pessoa não soubesse onde eu poderia encontrar o esconderijo ou o lugar, simplesmente sairia do lugar sorrindo e começaria a andar tranquilamente pela rua, enquanto imaginaria possíveis locais para que fossem esconderijos. Durante a caminhada, ficaria bastante atenta ao movimento das pessoas, para caso identificasse alguém suspeito, no caso, que me lembrasse algum dos homens que haviam atacado a biblioteca. Se percebesse alguém, o seguiria ao manter ao menos uma quadra de distância, me escondendo atrás do que quer que encontrasse sempre que possível, para que não fosse percebida, me misturando às pessoas que passassem pelo lugar, atrás de caixas e barris e ruas adjacentes, sempre evitando ao máximo que fosse descoberta.

“Eu tenho que bolar um jeito de descobrir o esconderijo desse cara, em algum lugar ele deve estar, talvez eu devesse começar pelas proximidades da biblioteca, o problema é que essa ilha é muito grande, então o Doutrinadeiro e seus homens podem estar em qualquer lugar...”

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