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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyTer 6 Nov 2018 - 0:11

Relembrando a primeira mensagem :

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Hornee Diamond. A qual não possui narrador definido.


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptySeg 14 Jan 2019 - 18:23


Na noite fria e escura o badalar dos sinos e o galopar dos cavalos despertavam a cidade, mas ninguém ousava sair de suas casas com medo de se envolver no derramamento de sangue que certamente se seguiria. Em uma rua larga nas partes mais afastadas da cidade, um combate estava em andamento. Um tritão gigantesco com quatro metros de altura pegava dois humanos que não tinham nem metade do seu tamanho, e batia suas cabeças uma contra a outra.

Um pouco mais a frente, um homem com olhos sangrentos trocava golpes com um dos guardas do reino. Dando uma passada para o lado ele se esquivava do golpe que visava tirar sua vida, e com um contra-ataque preciso, cortava a barriga do soldado que surpreendentemente não parecia se desesperar com isso. As tripas escapavam da proteção de sua pele, mas ainda assim o homem tinha um leve sorriso no rosto. Uma morte em batalha, não poderia pedir nada mais que isso. Caindo lentamente de joelhos, ele olhava uma última vez para o céu e tombava de vez.

Da sua posição atrás do caixote, Hornee via tudo isso acontecer, mas não se sentia nem um pouco mais tranquilo, afinal de contas podia ver também os quatro cavaleiros em suas armaduras avançando rapidamente sobre seus cavalos de guerra. A desvantagem em que estava, mesmo com a ajuda daquele trio, era clara. Pegando suas shurikens, ele se preparava para tentar auxiliar na medida do possível.

Aegir, Mizzu e Blaze obviamente não ficavam parados frente aquela ameaça. Após um rápido direcionamento por parte do líder do grupo, eles decidiam em um plano de ação. Iriam focar seus ataques em um cavaleiro, deixando para o tritão a função de bloquear os golpes. O grupo se reunia do lado direito quase que em fila indiana, enquanto Hornee permanecia do lado esquerdo atrás do caixote.

Os cavalos se aproximavam cada vez mais, e era nesse momento que o grupo podia escutar um grito múltiplo vindo de todos os cavaleiros. – CHAAAAARGE!!! AAAAAAHHHHEEEEEE!! – Os homens pareciam empolgados com a perspectiva de uma luta, e de fato estavam. Fazia tempo que não eram postos em uso e ver aquele tritão azul de quatro metros causando destruição chegava até emocionar s homens. Se ao menos mais seres como aquele aparecessem...

Sedentos de sangue, os quatro usavam simultaneamente a técnica que todos cavaleiros da Guarda Real aprendiam, e o alvo de três deles era ninguém menos que Aegir. Apenas o quarto, o espadachim com escudo, guiava seu cavalo de uma forma diferente indo diretamente para onde Hornee estava. Seus “irmãos” não sabiam, mas naquela noite ele tinha um objetivo bem específico no qual não podia falhar.

O Agente do Governo podia ver claramente o que estava acontecendo e sabia que não adiantava tentar auxiliar os outros, seus esforços teriam que ser focados naquele espadachim. Tentando se manter calmo, ele lançava uma, duas, três shurikens contra a parte descoberta das pernas do cavalo, mas com o bichano as movimentando sem parar, e a cabeça abaixada protegendo seu pescoço, era uma missão quase impossível e em questão de instantes o cavaleiro havia se aproximado de forma perigosa. Vendo que não estava conseguindo resultados, o caprino se levantava e corria para dentro do estabelecimento mais próximo, a taberna.

Lá ele podia ver um longo balcão de madeira, onde um homem estava atrás olhando de forma preocupada para a porta, e ao ver Hornee entrando ele arregalava os olhos e cambaleava para trás. Numa estante de atrás dele várias garrafas de bebida podiam ser vistas assim como copos. Um espelho também estava presente, e finalmente o caprino poderia ver o estado deplorável e assustador em que se encontrava. Dos clientes mais três se assustavam e se afastavam se encolhendo, e apenas um, o mesmo homem mal-encarado que Mizzu vira anteriormente, olhava para o caprino de forma calma, e até mesmo desinteressada, voltando em seguida sua atenção ao copo em sua mão e tomando mais um gole da bebida forte nele presente.

Vindo do lado de fora, ele conseguia ouvir claramente o som de combate, assim como o de um cavalo parando e metal batendo no chão, o som de um cavaleiro desmontando e correndo para dentro da Taberna.

---

Três inimigos em cavalos. Aquela certamente seria uma noite memorável para o grande Aegir. Sem querer deixar a iniciativa ficar completamente com os cavaleiros, ele corria em frente visando acertar o cavalo do homem de machado diagonalmente de forma a agarrar seu pescoço e segura-lo. Atrás de si, Blaze e Mizzu também corriam a frente, com o espadachim se preparando para um salto e Mizzu sacando sebons com as mãos e as arremessando. Devido seu posicionamento, Aegir cobria o cavaleiro com o machado e parcialmente o com a maça, assim as sebons de Mizzu eram lançadas contra o cavaleiro com a Alabarda.

Infelizmente para o rapaz a maioria batia impotentemente contra as armaduras, e as poucas que acertariam o rosto do cavaleiro eram bloqueadas pelo mesmo que girava sua alabarda com uma das mãos, fazendo com que os projeteis fossem rebatidos pela haste. Mas o rapaz não havia terminado, tudo que ele precisava era que o tritão cumprisse sua parte. E com muita dificuldade, ele cumpriu.

Segurar um cavalo daqueles se mostrava mais desafiador do que o esperado. Um cavalo de porte grande e completamente equipado pesava mais de uma tonelada, três vezes mais que o próprio Aegir, fora a força da cavalgada antes. Com a cabeça abaixada de forma a proteger seu pescoço descoberto, o animal acertava a parte debaixo da barriga do tritão com tudo fazendo com que ele perdesse o ar. As pernas que planejavam em se fixar, acabavam por dar passadas urgentes para trás enquanto os braços dele se encaixavam em torno da cabeça do bichano. No entanto uma machada o acertava com tudo abaixo do seu ombro esquerdo. Felizmente para ele, devido o ângulo em que ele agarrou o animal, os outros dois cavaleiros não tinham posição para acerta-lo e seus cavalos não freavam imediatamente passando em frente, no entanto isso não era necessariamente algo positivo, pois atrás de Aegir, estavam seus aliados.

Blaze era o primeiro a sofrer. Após sua corrida, ele realizava um salto rodopiando no ar na horizontal visando acertar o pescoço do cavaleiro de machado, mas no meio do caminho, via um objeto vindo em sua direção de cima. Era a maça do outro cavaleiro. Apesar de colocar a bainha na ultima hora na reta do golpe, a força estava acima de tudo que experimentara até então. Ele era lançado com tudo contra o chão e saía rolando até bater com as costas em uma parede. Sangue espirrava de sua boca, e ele tinha a sensação de que ao menos duas costelas haviam se partido, além de sentir dificuldade em inspirar. O golpe havia sido pesado.

Já Mizzushiro sacava duas shurikens no momento em que Aegir e o cavalo se chocavam, mas era inesperado que o tritão não conseguisse parar o animal e fosse forçado a recuar, lançando as shurikens, o cavaleiro que havia acabado de acertar o seu líder meramente inclinava a cabeça contra o ombro e deixava os projeteis baterem na armadura, bloqueando os ataques.

Enquanto isso o cavaleiro com a Alabarda que já havia tido sua atenção chamada para o ninja,  realizava uma estocada contra ele se aproveitando do grande alcance da sua arma, mas o rapaz de olhos brancos já havia saído do lugar correndo a frente, passando pelo lado de Aegir que cambaleava para trás. Vendo que o cavaleiro do animal percebera sua aproximação e movia o machado para tentar acerta-lo, ele arremessava algumas shurikens para tentar atrapalhar, mas de pouco adiantava, e assim ele sacava sua arma e trocava golpes com o dono do animal.

O jovem quase era lançado para trás, mas no fim conseguia seguir em frente, e pensando rápido, ou melhor dizendo, sem pensar muito, lançava uma sebon contra a parte escrotal do animal. O resultado, claro, era esplendido. Primeiro um alto relinchar cheio de dor e desespero, e quase que imediatamente um coice certeiro que atingia Mizzu nos peitos da mesma forma que o jovem atingira Hornee momentos antes. Voando para trás, o rapaz rolava pelo chão com o peto dolorido e mal conseguindo respirar.

Mas o desespero do animal continuava, após o coice ele se erguia sobre as patas de trás e escoiceava Aegir com suas duas patas da frente, o fazendo cambalear para trás novamente. E nesse cambalear, uma dor enorme o atingia no meio das costas, o cavaleiro com a maça havia dado a volta com o cavalo e o atacado logo abaixo do pulmão direito.  

- Verifique se o outro está vivo. –
Dissera ele para o cavaleiro com a Alabrda indicando Blaze com o olhar. E de fato estava. Apoiando na parede ele se colocava de pé, e ao ver isso o homem com a alabarda comandava seu cavalo para ir a frente visando ataca-lo.

Já o cavaleiro com o machado, vendo seu cavalo desesperado, tinha dificuldades de se manter em pé, e sabia que o animal agora estava em um estado de fúria que apenas atrapalharia coso se mantivesse montado. Assim ele saltava do animal e corria não em direção a Aegir, mas em direção a Mizzushiro. – ORA SEEEU... – Gritava ele com raiva para o rapaz que se erguia e recuava até a entrada do bar, por onde um dos outros cavaleiros já havia adentrado atrás de Hornee.




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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyTer 15 Jan 2019 - 0:13

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


*MALDITO!*

Achava as vezes que eu era sádico em demasia e feliz em servir meus superiores, mas esses caras - *Ahhhhhhh esses caras!* - eles levavam sua devoção ao reino em um outro patamar. Seus gritos de guerras, suas empolgações escancaradas e a velocidade com que um deles vinha em minha direção me fazia pensar que ele estava sorrindo por debaixo do elmo, contente e confiante o suficiente para me matar. Mas eu iria perdoar seu orgulho... até porque, eu já me encontrava à beira da morte mesmo.

Mas não me daria por vencido de jeito maneira! Sem titubear, eu abdiquei do auxílio de meus protetores para disparar minhas "colegas" contra a perna de sua montaria. Uma... duas... três... - *NADA!?* - me inconformaria com a resistência do seu cavalo. Se seu companheiro de batalhas era assim, imagina o seu dono...

Não tinha escolha... o sangue não parava de jorrar de meus ferimentos abertos e, por debaixo de meus pêlos minks, minha pele deveria estar tão alva quanto eles. Se continuasse fugindo cedo ou tarde eu iria padecer. Eu tinha que derrotar aquele cara que era provavelmente mais forte - *E obviamente mais saudável no momento* - do que eu... - *Mas... COMO? Pensa Hornee... PENSA...*

Eis que algo brilha meus olhos como se uma luz divina atraísse para uma solução - *A taberna!* - e eu corro para lá, na medida do possível que meus ferimentos me permitiam, sem pensar duas vezes para escapar por ora do cavaleiro.

Como era de se supor, uma taberna era lotada de bebidas alcoólicas... o que já era metade do meu plano - *Fósforo, isqueiro, candelabro, tocha, lampião... qualquer coisa!*. Varreria rapidamente com os olhos o ambiente procurando qualquer fonte de chamas que pudesse ser arremessado. Se eu encontrasse algum próximo, eu o pegaria o mais rapidamente possível sem que queimasse minhas mãos ou roupas no processo e rolaria por cima para detrás do balcão para pegar a bebida com maior teor alcoólico que estivesse às minhas mãos para servir de catalisador contra meu inimigo. Absinto seria a preferida seguida por whisky ou qualquer outro destilado com pelo menos 40% de álcool em sua composição como costumam mostrar os rótulos.

Eu respiraria profundamente atentando para o barulho dos passos que vinham de fora e tentando identificar se eles de fato pertenciam ao cavaleiro - *Vai que...* - para que eu pudesse ter uma noção mais ou menos de distância para arremessar a bebida alcoólica e em seguida o objeto gerador de fogo bem na porta pela qual ele iria aparecer e assim o faria. Tentaria ser o mais rápido possível para evitar que ele defletisse a garrafa sem que ela quebrasse e o molhasse com seu conteúdo, bem como ele poderia fazer com a minha fonte de chamas (se ele fosse pequeno como um fósforo ou isqueiro). Então eu faria minha mira em direção ao chão próximo à entrada da porta, pois por ser um espadachim escudista seus movimentos e visão na região das pernas estariam com reflexos menos apurados além do fator surpresa da situação. O meu "timing" tinha que ser bem executado e eu tentaria me manter concentrado nessa tarefa pois tudo indicava que poderia ser a minha última. Minha atenção também incluiria além dos sons a visão de quem estava vindo por detrás da porta, pois os sons poderiam ter me enganado e alguma outra pessoa adentrar a taberna antes do guarda - *Minha estratégia está reservada para você seu desgraçado...* - o que me faria ceder por instantes e tentar reconhecer a pessoa para identificá-la como aliada, o que me faria prontamente interromper minha estratégia. Porém, se a pessoa fosse desconhecida e estivesse próxima do cavaleiro de armadura completa, eu seguiria com o plano sem pensar uma segunda vez e mandaria os dois juntos e abraçados para o inferno.

Porém, se o cavaleiro se distraísse com alguma interferência externa como um ataque proveniente de algum dos meus novos aliados por exemplo, eu daria preferência para arremessar a garrafa de bebida em suas costas e posteriormente arremessaria o objeto flamejante para incandescê-lo. Se sua distração ainda o permitisse ficar de lado para mim, eu o contornaria para fitá-lo de costas em um ponto cego do inimigo para evitar qualquer possibilidade dele tentar defletir meus arremessos do plano visando derrotá-lo com fogo. Caso ele já houvesse bloqueado ou esquivado de um dos objetos, eu procuraria mais para tentar pôr meu plano piromante novamente em ação.

Se o azar da nuvem negra estivesse sobrevoando logo acima dos meus chifres e eu não conseguisse encontrar nada que pudesse ativar a explosão em cima do Guarda Real e colocá-lo em chamas, eu pularia a etapa de pegar minha fonte de chama e simplesmente pularia por cima do balcão e quebraria a garrafa que eu peguei para deixar uma perigosa ponta de vidro cortante em sua base. Passaria meu antebraço pelo pescoço do barman e apontaria o vidro para sua jugular em uma estratégia claríssima de utilizá-lo como refém para que o cavaleiro se afastasse. Daria passos para trás tentando recuar para alguma porta de saída ou escadaria que por ventura poderia ter atrás de mim ou do meu lado e me manteria atento para tentativas do barman se soltar para pressionar o vidro contra seu pescoço fazendo-o sangrar levemente para mostrar que eu não estava de brincadeira e, caso seu movimento fosse brusco em demasia, eu findaria sua vida ali mesmo. O mesmo processo ameaçador eu faria se mais alguém como o cavaleiro ou um outro cliente do bar chegasse próximo de mim para tentar liberar o refém. Balançaria o pescoço negativamente e pausadamente para mostrar que qualquer movimento brusco ceifaria de vez a vida do pobre inocente - *Cujo eu não me importava nem um pouco*.

Se o barman tentasse me impedir de pular pelo balcão nesse caso em que eu optasse por saltá-lo, eu estaria de prontidão para jogar meu braço para o lado contrário tentando me desvencilhar de um possível puxão ou agarrão em uma disputa de pura força bruta contra o homem. Após pegar a garrafa e quebrá-la, eu usaria meu bom antebraço para desviar possíveis socos e ataques pelo alto e meu joelho para defletir possíveis golpes de perna de modo que eu jogaria seu membro atacante para o lado abrindo assim sua guarda e eu aproveitaria para jogar meu corpo em um balanço para dar a volta por trás do barman e agarrá-lo pelo pescoço com meu braço e girando para ficar de frente para a porta de entrada, ou simplesmente chutaria seu peito com a sola do pé para afastá-lo de mim por instantes e dar sequência ao meu plano caso sua defesa estivesse aberta.

Caso eu percebesse que o guarda se aproximava rápido demais para dar tempo apenas de pegar um objeto de chamas mas não pudesse pular por cima do balcão, eu optaria por pegar alguma garrafa de bebida que estivesse em cima de alguma mesa ou puxando-a bruscamente da mão de um dos clientes e a usaria como catalisador do fogo. Eu recuaria com passos para trás me misturando entre os clientes e mesas para dificultar a perseguição do Guarda Real para me pegar do lado de dentro do estabelecimento e estaria atento à sua movimentação enquanto eu tentaria driblá-lo por entre as mesas até conseguir uma garrafa de bebida, e executaria minha estratégia para tentar incendiá-lo. Conseguindo incendiar o maldito - *ISSO! Esse é o Início do Fim... seu miserável!*, eu correria para me afastar caso ele corresse em minha direção e desviaria de possíveis objetos que fossem lançados contra mim com fintas laterais de corpo e evitaria a proximidade de objetos de madeira como mesas e cadeiras que pudessem estar pegando fogo junto com o guarda para eu não me ferir também. Minha misericórdia seria nula e eu interromperia qualquer tentativa de algum cliente ou funcionário do bar de tentar apagar as chamas do guarda com água, panos, areia ou qualquer outra coisa e arremessaria uma shuriken em seu pescoço sem piedade - *Tsc tsc tsc...* - para interromper sua movimentação pouco antes de balançar o dedo negativamente reprovando a atitude do civil.

Estaria atento para possíveis clientes que tentassem me impedir arremessando objetos, dos quais eu provavelmente me esquivaria agachando ou retirando meu corpo da trajetória ou se algum tentasse me encurralar ficando em minha frente eu arremessaria uma shuriken na direção do seu rosto ou, caso ele estivesse próximo agacharia para desviar de um possível agarrão e estaria assim pronto para uma chifrada de baixo para cima para arremessá-lo para longe - *SAI DA FRENTE!!!* - como um mink touro faria. Mas se mais de um cliente tentasse me encurralar eu tentaria cortar caminho pulando por cima de cadeiras vazias e mesas para evitá-los que me impedissem de fugir do cavaleiro enquanto eu não encontrasse meu catalisador e o gatilho de chamas.

O cavaleiro conseguindo chegar próximo de mim para me atacar com uma espadada ou com o escudo durante minha fuga por entre as mesas ou antes de chegar nas mesas caso ele chegasse mais rápido que a situação em que eu pularia o balcão, eu rolaria em um caminho preferencialmente na diagonal que eu encontrasse livre de barreiras como objetos e pessoas para continuar minha fuga enquanto eu driblava ele e me esquivava de seus ataques. Se ele tentasse algum tipo de combo me atacando após o primeiro rolamento, eu saltaria em cima das cadeiras e das mesas pulando de uma em uma criando um novo caminho para mim e para dificultar ao máximo sua perseguição e, se eu tivesse muito encurralado ao ponto disso não ser possível, eu tentaria puxar algum civil (morto ou não) que estivesse ao meu alcance para que ele parasse a lâmina com sua própria carne em um bloqueio improvisado de espadadas que viessem de cima para baixo ou na diagonal ou, no pior dos casos, uma cadeira com a qual eu driblaria o guarda na armadura pesada como um leão de circo, ou seja, golpeando a lateral de sua espada quando ele tentasse me atacar para empurrá-la de um modo que ele perdesse a firmeza e o equilíbrio e errasse seus ataques (seja esse bloqueio para o lado de dentro ou de fora do corpo do Guarda Real) até que eu encontrasse alguma brecha para me distanciar novamente dele por dentro da taberna.

Aproveitaria ataques de oportunidade para dar suporte à algum aliado que estivesse golpeando o inimigo enquanto procuraria deixar o Guarda Real entre eu e meu auxiliar para que ele sempre deixasse suas costas expostas para um de nós. Deixando suas costas expostas para mim, seria um dos poucos momentos que eu me lançaria para o ataque arremessando shurikens (pelo menos três) o mais rápido possível, sem abdicar porém da pontaria que me destacava dos demais, nas dobras de junção de sua armadura como pescoço, dobras do cotovelo e dobras do joelho com o objetivo de encontrar algum ponto de seu corpo que não estivesse protegido para maximizar meu dano. Se por ventura meu aliado se aproximasse de mim tentando alguma tática diferenciada para desestabilizar o inimigo eu o acompanharia em sua ideia, mas eu evitaria ao máximo me aproximar fisicamente do adversário para evitar sofrer mais ataques e limitaria meu suporte ao máximo com shurikens ou, se ainda fosse possível, a estratégia que juntava a bebida alcoólica e o objeto com chamas.

Caso algum aliado perguntasse se eu tinha o plano eu sacudiria rapidamente a cabeça com um "sim" e mostraria para ele a garrafa de bebida e o objeto catalisador de explosão (caso eu os ainda não tivesse arremessado). Porém, caso minha estratégia explosiva falhasse, eu apontaria para uma escadaria para o andar de cima ou, no pior dos casos, para uma porta de saída e assim correria até ela aguardando a subida do cavaleiro.

Minha fuga seria sempre dentro do limite máximo aceitável que meu corpo aguentava. Eu não queria morrer e tentar ultrapassar meus limites nesse momento era o mesmo que acelerar meu fim como se fosse um suicídio. Tentaria sempre que possível, quando minhas mãos estivessem livres, pressionar minha perfuração no peito para atrasar o máximo possível o sangramento antes que eu conseguisse encontrar um doutor que, talvez, pudesse salvar minha vida.

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Historico:
 


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Última edição por Bread em Ter 15 Jan 2019 - 21:27, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyTer 15 Jan 2019 - 0:59

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Meus olhos não queriam abrir, meu corpo não queria levantar, meus braços tremiam – Então esses são a elite da ilha – lutando contra tudo que me incomodava, levantaria usando toda minha força de vontade, primeiro me apoiando no chão, com meus braços e joelhos – Vamos, tenho que continuar, um desafio a ser vencido – abria meus olhos com dificuldades, primeiro meu olho vermelho, este pingava levemente gotículas de sangue, não que tenha tomado algum golpe ali e sim pela minha maldição, ao abrir a boca, cuspiria todo o sangue que ali se acumulava, seguraria a comida em meu estomago, evitando que vomitasse na frente dos demais – Filho da puta! – sentia uma dificuldade em respirar, era como se meus pulmões estivessem sendo apertados pelas minhas costelas, respiraria o mais lento possível, evitando demonstrar a dor que sentia, ficando sempre sério e com um olhar firme, sem vacilar.

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... "Vamos Susano'o, vamos derrotar esse arrombado"

Ao ficar de pé, focaria no sujeito a minha frente, aquele maldito cavaleiro – Vamos Susano’o, vamos derrotar esse arrombado – seguraria firme minha chokuto, caso ela estivesse no chão, caminharia até a mesma. Esqueceria tudo a minha volta, voltando minha total atenção para meu inimigo, agora era um contra um – Eu estou bem vivo, venha me pegar – diria em tom zombeteiro, esperando pacientemente pelo avanço que viria – Preciso tira-lo desse maldito cavalo, ele no chão será lento – o plano seria simples, usar minha velocidade e precisão para acertar meu alvo.

Quando o sujeito avançasse, buscaria manter a calma, seguraria minha chokuto com firmeza, sem tremer ou vacilar, encarando aquela situação de frente – Eu sou o escolhido – esperaria o sujeito se aproximar, e observaria qual das suas mãos estava segurando a alabarda, para então firmar minha base, ou seja, se ele estivesse com a arma na mão direita, eu seguraria minha espada na mão direita, se ele estivesse segurando com a esquerda, trocaria par a minha esquerda. Dito isto, usaria minha visão aguçada e minha noção exata para observar as passadas do animal, calculando rapidamente a hora exata que iria atacar, e então com tudo isso em mente, esperaria pera hora exata em que a pata frontal do animal estivesse em contato com o solo para usar minha impulsão.

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Posição do corte

Quando a ponta da alabarda estivesse próxima a mim, usaria meus joelhos flexionados para avançar com meu corpo agachado, evitando que a alabarda do cavaleiro me acertasse, e nesse momento, recuaria meu cotovelo, formando um V ( 90º graus), para então usar a força do meu musculo e tentar dar um corte horizontal no momento em que a pata do cavalo estivesse no solo, assim, o cavalo iria cair e junto com ele seu cavaleiro. Ao efetuar o corte, usaria toda a força para decepar a pata do animal, um corte simples não seria o suficiente, por isso, esperava que a velocidade do animal, juntamente com minha força, ao entrar em contato, seria o suficiente para arrancar a pata daquela máquina de guerra.

Tentaria não ser acertado pela cabeça do animal no momento do avanço, de modo que me atrapalhasse na hora do golpe, contudo, se fosse acertado, não cessaria meu avanço, o mesmo vale para a pata do animal, se não desse certo em acertar a pata da frente, tentaria rapidamente outro corte na correia da cela do cavaleiro, erguendo um pouco meu corpo para que fosse possível, mas sempre tentando ficar longe da lamina das armas do inimigo, não teria certeza se iria acerta-la, por isso focaria um corte horizontal e longo, deixaria a velocidade do animal fazer com que a lamina percorresse seu corpo, rasgando seu pelo se possível.

Doravante, se o sujeito conseguisse mudar o rumo da ponta da alabarda, não mudaria meu movimento, confiaria que meu avanço faria com que eu conseguisse me esquivar do seu golpe. Toda defesa foi prevendo que a alabarda fosse usada com ela erguida para frente, como uma lança, atacando com a ponta, contudo, se o usuário da mesma a usasse como um machado, não mudaria muita coisa, tentaria me posicionar para atacar no lado em que ele estivesse desarmado, evitando assim outro golpe. Entretanto, se o cavaleiro fosse hábil o suficiente para trocar a arma de mão e tentar me acertar, seja no momento do golpe, ou logo após com um corte/estocada nas costas, me agacharia o máximo, se precisasse, rolaria no chão com um mortal frontal, tudo para tentar esquivar dos golpes.

Logo após dar o golpe, tendo sucesso em derrubar o cavaleiro, não esperaria que o mesmo se recuperasse da queda, já usaria minha velocidade para avançar sobre o mesmo e dar-lhe um chute no peitoral, não seria um chute para lhe causar dano, mas sim para empurra-lo para o chão, não queria enfrenta-lo em igualdade, usaria tudo ao meu favor. Com o homem novamente do chão, usaria a ponta da minha chokuto para procurar uma falha próxima a nuca do homem e dar-lhe uma estocada nessa falha, cravando o mais fundo que eu conseguisse.

Assim sendo, se errar meus dois golpes, a frustação não me abalaria, já me levantaria e correria com todas as minha energias contra o cavaleiro, como havia uma parede em minhas costas, esperava que o homem não conseguiria virar seu cavalo de imediato, de modo que ele ficaria parado por alguns momentos, ficando de costas para mim, usaria esse momento para ficar em diagonal a traseira do cavalo, evitando um possível coice, dito isto, me aproximaria e saltaria na bundo cavalo, passando meu braço no pescoço do cavaleiro e cortando-lhe a garganta, sem pestanejar em nenhum momento, não deixaria meus ferimentos me impedir de movimentar, usaria meu espirito para me levar adiante.

Se o homem, percebendo que eu pularia no cavalo, tentasse algum golpe com os cotovelos, usaria meu braço livre para tentar bloquear os ataques, tentando segurar seu braço para que fosse possível cotar-lhe a garganta. No momento do salto, se o cavalo pressentisse o movimento e tentasse um coice, saltaria de modo que dificultasse ser acertado, mas se fosse, tentaria agarrar no cavaleiro e pelo menos derrubar lhe no chão. Com isso faria o mesmo movimento de empurrar e tentar uma estocada no pescoço.


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Mizzu
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyTer 15 Jan 2019 - 19:28

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Até hoje eu sei que o caprino doidão me agradece por esse dia, eu não tinha nem pensado em nada num futuro, ou tentando agir de compaixão, coisa que eu nunca fui, mas por instinto eu apenas o ajudava no momento mais pior de sua vida, ao meu ver. Lembro-me que a batalha que eu mais entrei na desvantagem foi essa em toda minha vida, ou foi aquela na Ilha chãos? Ah não me lembro mais!

[...]

Rodopios e rodopios, quem iria imaginar que aquele cavalo iria me atacar daquela forma, mas parando par pensar sobre meus atos, eu fui meio que estupido, estava na cara que ele iria dar um belo de um coice contra mim, e pela estatura daquele bichano eu não peitaria de nenhuma maneira aquele ataque. “Oh Merda!” Apenas uma palavra vinha em minha mente, palavra esta que se resumia em que eu havia me metido, pois nos mesmos instantes eu via as patas daquele animal virem contra mim em câmera lenta. “Maldição! Mestres, eu não sei o que faço mais! É impossível matar esses malditos Cavaleiros!” Apenas o tempo de reação dos pensamentos era sincronizado com o tempo de ataque do cavalo, eu não defendia e como resultado, era acertado em cheio meu tórax me dando asas para voar naquele cenário e guerra.

- Uhrf! – Sentia a dor em meus peitos de tamanha brabeza, aquele animal não hesitava em me atacar, logo o mesmo sendo irracional já era de se esperar um ato tão furioso como este, e logo depois do meu belo plano em atacar a parte mais fraca de todas as espécies do sexo masculino. Novamente eu voava, e enquanto encontrava o chão, rolava, mas rolava bastante, assim eu percebia, ou apenas devido ao ataque poderia ter me perdido em pensamentos, mas uma coisa era certa, agora eu estava um pouco distante daqueles malditos e tinha a certeza que aquilo não era por acaso. “Não posso recuar aqui, tenho uma honra e uma moral a passar!” Quando tentava me concentrar para voltar para a luta, eu me prendia, mas de uma maneira interna, eu não conseguia respirar bem, e isso aos poucos poderia me deixar alucinado, mas era o que eu menos queria e também lutava contra isso. Com a respiração debilitada, eu tentava inspirar de maneira devagar, sem me machucar para oxigenar o cérebro e pensar bem melhor num plano de contramedidas.

“Parando para pensar, onde está aquela oferenda que o tritão havia se compadecido... Puts! Aquele cavaleiro foi atrás dele, merda!” Pensei enquanto percebia que aquele caprino estava totalmente debilitado, e sem nenhumas condições de lutar ali. Mesmo eu também não estando com cerca de 100% das minhas forças, aquele bode estava muito pior que eu, e sabendo isso o mesmo apenas viraria uma belo de um churrasco para aquele cavaleiro ali. Não entendi como, mas eu tentava me aproximar mais para o bar, eu não os achava e o que vinha em minha cabeça era que os mesmo entraram no recinto, logo me fazendo tentar adentrar também a mesma.

Um pouco cambaleado ainda, devido ao ataque do cavalo, logo mais atrás eu percebia que havia uma outra pessoa vindo em minha direção, era nada mais nada menos que o cavaleiro do cavalo emputecido, o mesmo emanava irá perante minha pessoa, mostrando que queria vingar seu animal, mas quem era ele para falar de vingança para mim, logo eu o ser mais frenético por vingança nesse mundo! – Quer vingar sua égua? Venha seu maldito! – Bradaria da maneira mais alta possível, mesmo que ele não entendesse muito, ou que minha fala ainda saísse torcida devido a dificuldade em respirar, eu entendia que apenas o jeito que eu havia falado, como também a afeição em meu rosto, que era deverás provocante, atiçaria aquele inimigo em particular, fazendo assim o mesmo se esbaldar em vingança e perde um pouco a concentração na luta. “Acho que fiz bom, não são todos que conseguem segurar a vontade de vingança com a concentração em uma batalha, agora preciso pensar em como acabar com esse que está no bar!” Pensei logo após provocar o Inimigo, isso antes mesmo de tentar adentrar o bar, e era por isso que eu pedia para o mesmo me seguir, pois eu tentava entrar naquele lugar no qual nunca devia ter saído.

Poderia ser que aquele cavaleiro conseguisse entrar no bar com o seu pet, ou também apenas o deixava de lado de fora dali, logo sem paura ou hesitação, eu entendia que o mesmo não conseguiria notar minha presença, devido a minha furtividade ali, mesmo estando debilitado, mas eu tentava ao máximo. Após olha ao redor e tentar imaginar diversos cenários de batalhas no local, eu apenas conseguia imaginar um, e de forma rápida eu o iniciava pois não poderia perder tempo, em alguns instantes outro cavaleiro iria chegar ali e eu ficaria em desvantagem numérica, pois aquele bode já estava com seus minutos contados. - Arte ninja ~ Corte do Deus do trovão! – Gritava ali, logo após realizar o selo de combate e tentar atirar três shurikens no inimigo, visando seu pescoço eu logo partia em direção ao mesmo, estando ele de costas ou não para mim e tentando desferir um grande corte que iniciava do começo do pescoço até parte de sua barriga, logo me posicionando depois do mesmo, a fim de me aproximar do caprino ali. Caso tal técnica não fosse totalmente executada ou fosse neutralizada, usaria o avanço para aumentar a força de minhas duas mão presas na ninjakens para defender algum ataque frontal do inimigo, e caso o mesmo ainda assim conseguisse sobrepor minha força, eu tentaria da alguns pulos ou passos largos para longe do mesmo, subindo assim até mesmo em alguma mesa do local.

- Ei você! Tem algum plano? – Falaria para o animal/humano caso me aproximasse dele, é claro também que antes de atacar o cavaleiro que o perseguia, eu tentaria assim que adentrasse a taverna, avisa-lo que eu iria atacar ali, para não causar algum tipo de choque de técnicas e não saímos feridos por nós mesmos. Afim de atrasar ou piorar mais o estado do cavaleiro que estava ali no bar, eu puxaria varias sebons mirando nas juntas de sua armadura, na divisória de cada pedaço da mesma para tentar varar-la e acertar aquele maldito cavaleiro.

Caso também não conseguisse realizar tal técnica, longe do indivíduo, se por acaso eu conseguisse me afastar, sacaria minha outra ninjakens, portando assim duas lâminas, uma em cada mão para aumentar minha taxa de ataque contra aquele brutal inimigo. Poderia ser que ainda com poucas forças o caprino realizasse algum movimento contra aquele inimigo em peculiar, e caso o mesmo estivesse de alguma maneira pronto para ser queimado no local, eu não hesitaria em assim que ele fosse banhado com algum produto inflamado, sacar uma shuriken ou várias, até acertar a armadura dele e causar algum tipo de faísca, para engrenar da chama inflamável ali. Era nesse momento que eu entendia que não podia falhar, e tentaria novamente uma investida, estando em cima ou não de uma mesa, subiria caso não estivesse, e dela pularia em direção ao inimigo para com as duas laminas realizar um corte em diagonal, da direita para esquerda, de cima para baixo, para caso o inimigo ainda assim tentasse defender, suas armas e quaisquer outro coisa que fosse usada ali, fosse jogada ao chão, e novamente logo que o ataque era realizado, eu tentaria usar uma extrema força em meus punhos para girar-los e em seguida realizar o mesmo ataque, mas agora subindo, da esquerda para a direita.

Tentaria pois me aproximar do bode, perto do mesmo eu poderia ainda assim conseguir uma chance para tentar algo, mas isso era uma das hipóteses do que poderia acontecer, logo o outro cavaleiro chegaria, e meus dias de glorias terminariam. Caso entre nuances do combate o outro cavaleiro chegasse repentinamente, tentaria lançar todo tipo de projetil que estivesse confiado a mim, até mesmo cadeiras que estivessem próximas pois eu queria ganhar tempo, e era o tempo que iria me afetar naquele lugar.
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Última edição por Mizzu em Dom 3 Fev 2019 - 16:19, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyTer 15 Jan 2019 - 21:23

As coisas não haviam saído como o planejado e a punição era dada. Um erro de cálculo havia nos custado aquele momento da batalha. — Vocês dois! — com certa falência de ar em meus pulmões — Não ousem perder para esses fracos humanos que precisam de uma armadura para se sentirem superiores! Como seu líder, eu os ordeno a vencer! — terminaria o que tinha de falar, focando agora no homem que havia ousado me atacar. A maça era o segundo armamento que mais havia me atraído a atenção naquele momento. Ter apenas um braço para lutar era um tremendo pé no saco, então tinha de esperar a brecha ideal para o ataque. — Se pretende me tombar, terá de fazer melhor que isso, humano! — afirmaria, olhando em seus olhos, imponente como sempre.

Não tinha o que fazer naquele momento, a não ser esperar a movimentação. Partir para cima dele seria um erro, já que para defrontá-lo teria de enfrentar também a criatura de pernas fortes. Então, nesse momento, apenas abriria meus braços e, provocativamente, o chamaria para dar seu melhor ataque. — Vamos humano! Você está repleto de armaduras e armas, porém, estou aqui apenas com minhas reles manoplas. Me dê seu melhor golpe, homem fraco! — completaria minha frase. Primeiramente tentaria proteger meu braço machucado, colocando meu braço bom a frente, permanecendo lateralmente ao enfrenta-lo. Quaisquer golpes que viessem em sua direção, tentaria rotacionar meu corpo para atingir outra parte dele, exceto o braço quebrado, porém, não podia ficar só esperando.

Ele vindo ou não na minha frente, meu objetivo também era derrubá-lo daquele ser quadrúpede. Então, vendo que o mesmo vinha, ou até indo em sua direção caso ficasse parado, não ligaria para ataques que não fossem na minha cabeça ou braço quebrado, onde tentaria rotacionar ou apenas colocar outra parte para sofrer o dano, e assim meu alvo eram as pernas do cavalo. Usando de todo meu peso, tentaria me jogar nelas em uma investida para que atrapalhasse seu equilíbrio. Para não ficar claro o que faria, inicialmente ensaiaria um soco, que seria dado no meu adversário, porém, perto o suficiente, me jogaria nas pernas da criatura em uma investida totalmente estabanada, coisa que aprendi nas lutas informais.

Nesses momentos poderia ficar exposto, então, logo em seguida, se estivesse em baixo do ser, tentaria flexionar meus braço e pernas para erguer a criatura e afasta-los para assim sair. Caso a criatura viesse a me atacar, tentaria usar meu braço bom para um impulso lateral, rolando, ou até tentaria segurar uma das pernas da criatura para se caso não conseguisse impedir de me atacar, conseguisse me erguer com sua força, como a outra havia feito. Conseguindo levar o inimigo para o solo, ou não, ao fim de minhas tentativas recuaria por enquanto para analisar o campo de batalha e como meus aliados estavam levando a luta, além de não ficar tão evidente dentro do campo de acerto da arma inimiga.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyTer 15 Jan 2019 - 23:05


Entrando com urgência na taberna, Hornee assim que via o interior do local não hesitava nem por um segundo. Pegando o lampião mais próximo que iluminava o local, ele saltava por cima do balcão e agarrava também uma garrafa cheia de rum. Prestando atenção, assim que o cavaleiro aparecia entrando pela porta pretendendo persegui-lo, a garrafa de bebida era lançada e facilmente bloqueada pelo escudo do inimigo. Em seguida o lampião voava pelo estabelecimento acertando o escudo e o ateando em chamas. E ainda assim, aquilo não era suficiente para parar o cavaleiro. Não era suficiente nem para fazê-lo largar o escudo que esquentava cada vez mais com o fogo que cobria sua superfície.

O homem em armadura avançava com um leve franzir de sobrancelhas, aquele que as pessoas fazem quando uma mosca importuna muito e não importa o que se faça, não tem como matá-la. Hornee com um puxão pegava o bartender e o fazia de refém utilizando uma garrafa quebrada como ameaça, mas frente a isso o cavaleiro permanecia impassível, prestes a saltar pelo balcão e atacar, refém na frente ou não. O caprino recuava aos poucos em direção a uma porta que provavelmente levaria a outras partes do bar como cozinha e armazém, ou talvez uma segunda saída, no entanto... - Arte ninja ~ Corte do Deus do trovão! –

Um grito vindo de trás chamava a atenção do cavaleiro que se virava rapidamente, escudo em riste, mas ainda assim das três shurikens que vinham contra seu pescoço, apenas as duas últimas eram bloqueadas, a primeira delas conseguira acertar de forma não letal, abrindo um corte feio por onde sangue escorria. Em seguida vinha um golpe pesado contra o escudo que fazia o cavaleiro dar dois passos para trás se afastando um pouco do balcão. Olhando por cima do escudo para o responsável por esses ataques, ele via um rapaz de cabelos brancos que pulava em cima de uma mesa e arremessava vários projeteis, forçando o cavaleiro a se defender com o escudo mais uma vez.

Mizzushiro após ter recuado até a porta da taberna, optara não por confrontar o inimigo que vinha em sua direção, mas sim em entrar no local e atacar furtivamente o outro cavaleiro que já estava lá dentro. Apenas o grito antes/durante o ataque havia impedido que o rapaz conseguisse matar o homem em um só golpe. Agora, em cima da mesa, vendo que não conseguia acerta-lo com as sebons, ele puxava sua segunda Ninjaken e saltava ato realizando um ataque duplo de cima para baixo, da direita para esquerda.

Ajeitando sua base, o cavaleiro erguia o escudo e se preparava para bloquear o ataque. Mas ele tinha esquecido de uma coisa. Ou melhor, de alguém. Do outro lado do balcão, Hornee cortava friamente o pescoço do bartender e puxava três shurikens, deixando o corpo cair ao seus pés ao mesmo tempo em que lançava os projeteis, acertando na parte de trás de um joelho, no sovaco do braço que erguia o escudo e em um pedaço de armadura.

Sentindo a dor, o cavaleiro perdia as forças em uma das pernas, e assim que o golpe atingia o escudo ele caía com tudo. A shuriken abaixo de seu braço afundava mais ainda a medida que ele a pressionava sem intenção, dilacerando tanto o interior do peito quando do bíceps. E não era o fim, o golpe que descia, ao chegar no fim do seu movimento fazia o movimento inverso, com uma das ninjakens atingindo seu pescoço e parte do rosto, ceifando sua vida. Mizzushiro matava um dos valorosos Guardas Reais de Lvneel, e a medida que o corpo do homem caía enquanto suas próprias lâminas subiam, o jovem ninja via um grande machado em movimento se aproximando rapidamente e o acertando bem entre as costelas e cortando seu corpo ao meio. Também estava morto. e o fazendo voar contra algumas mesas e cadeiras quebrando todas. Uma ferida grave havia sido aberta ali e ele podia sentir o beijo da morte naquele momento.

Um cavaleiro havia morrido, mas outro já havia chegado e após o primeiro ataque certeiro, apesar de manter um olho em Hornee, continuava a avançar na direção de Mizzushiro. Estava claro quem era sua prioridade. – Preciso afiar melhor esse machado. Não acredito que não o cortei ao meio! – Resmungava ele enquanto andava pesadamente, sem olhar duas vezes para o corpo do companheiro morto.

---

Do lado de fora, nas ruas, a luta também seguia de forma intensa e perigosa. Blaze ao se erguer via que o cavaleiro com a alabarda vinha em sua direção. O homem segurava a arma com a mão direita, pretendendo dar uma estocada com a mesma. Devido a distância não ser tão grande, o cavalo não ganhava velocidade, se aproximando em um trote bem leve. Sua vantagem era óbvia para quem quer que visse a situação, mas nem tudo saía como planejado.

Ao ver a forma que o cavaleiro avançava, Blaze segurava sua espada também na mão direita e se preparava para tentar reverter aquele cenário. Observando as passadas do animal, calculando o tempo que a alabarda levaria para atingi-lo, era como se tudo houvesse reduzido de velocidade e entrasse em câmera lenta. O som das patas no chão de pedra, a respiração pesada tanto do animal quanto a sua própria, algo se quebrando na distância, a voz do tritão dizendo algo.

E então tudo voltava ao normal. A ponta da lança se aproximava, Blaze se movia, o cavaleiro alterava o ângulo de ataque, a alabarda abria um corte na panturrilha esquerda do espadachim, enquanto a pata frontal esquerda do cavalo era cortada completamente pela espada empunhada por ele.

Em questão de segundos tudo havia mudado. O cavalo relinchava dolorosamente caindo diagonalmente para a frente. O cavaleiro que conseguira mudar a inclinação da alabarda e ferir o protegido de demônio, fizera isso inclinando levemente seu corpo para a direita, e quando o cavalo caiu para a esquerda repentinamente, ele não conseguiu pular a tempo e era levado junto, capotando com o animal e se chocando contra a parede, a ponto de afundar um pouco parte dela. – AAAHHHHRRRGGGHHHH!!!

Blaze se virava e tentava correr até o local para terminar o serviço, mas ao apoiar a perna ferida no chão quase caía. Ainda assim ele avançava, e via do meio da bagunça o homem saindo cambaleando para o lado. Dando um chute contra a lateral do homem, os dois caíam, cada um para um lado. Sua perna esquerda não conseguia suportar sozinha o peso do seu corpo.

O cavaleiro começava a se erguer novamente após o chute, mas estava em mal estado. Além disso sua alabarda e quebrara e apenas parte da haste se encontrava em suas mãos.

Aegir por outro lado apesar dos golpes tomados, mal parecia senti-los. Se virando para o cavaleiro com a maça, ele abria os braços e o provocava verbalmente. Se colocando de lado de forma a se preparar para a colisão com o inimigo, ele se esquecia completamente do cavalo em estado de fúria atrás de si que só tinha ele em vista para descontar a dor que estava sentindo no saco. Como um cavalo de rodeio, o animal pulava e acertava o tritão com as duas patas traseiras, dando um coice duplo nele.

Ao mesmo tempo, do outro lado o cavaleiro da maça avançava a fazia seu cavalo empinar e dar duas patadas naquela criatura do mar. Aegir se jogava contra as patas do animal e recebia as patadas, mas forçava o animal para baixo. No entanto, um golpe de maça do lado da cabeça o fazia soltar as patas, e um pisão do animal o atingia no rosto. Um segundo pisão não o atingia pq a vda desse cavalo acabou pois ele rolava para o lado e se erguia, mas o cavalo avançava passando pelo seu lado, e o guerreiro o atingia novamente com a maça bem na barriga, cavalgando mais um pouco e fazendo a volta.

- Faz algum tempo que não encontro um saco de porradas tão bom. – Mal o cavaleiro dizia isso, ele via o cavalo em fúria de seu parceiro avançado e cabeceando o Tritão e o fazendo dar dois passos para o lado cambaleando. – GAAAARARARARARARARA. – Começava a rir o homem se divertindo com a cena. Atrás de Aegir e do cavalo louco ele podia ver um dos cavaleiros no chão se erguendo com dificuldade, com o oponente dele caído logo ao lado, mas nem isso o impedia de gargalhar. Era como se não ligasse.

Aegir também olhava em volta e via isso. Blaze parecia bem ferido no chão, mas o cavaleiro ao seu lado que tentava se levantar também estava. Próximo a eles um cavalo estava no chão também sem conseguir se erguer, relinchando altamente e sangrando horrores. Do outro lado da rua, um dos cavalos estava tranquilo ao lado da porta da taberna, e de dentro dela vinha o som de várias coisas se quebrando.

Ele próprio por sua vez estava sendo atacado por um cavalo enfurecido, enquanto outro cavalo começava a trotar em sua direção carregando o portador da maça.




off:
 



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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyQua 16 Jan 2019 - 1:04

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Minha estratégia era boa - *Muito boa mesmo!* - mas ela tinha um ponto fraco e eu estava ciente disso. Meu perseguidor era justamente o cavaleiro que portava um escudo e para ele seria muito fácil defletir a garrafada de bebida que eu arremessaria contra ele. E assim o fez.

Eu conseguia fazer seu escudo entrar em chamas mas ele se encontrava irredutível. Sem fraquejar nem ao menos um instante, ele me forçou a usar um civil como refém. Estratégia essa que também viria à ser falha se não fosse pelo rapaz de cabelos brancos...

*Não preciso mais de você...* - o barman me era inútil tanto quanto sua vida logo que o meu atacante dava suas costas para mim. Um dos ajudantes do tritão gigante - *Justo o sem noção que me deu uma voadora!* - gritava o nome de sua técnica e abria brecha para que eu atacasse impiedosamente o cavaleiro e o feria suficiente para que sua vida fosse findada ali, de forma pouco honrada, na porta do bar.

Meus olhos estremeciam e eu piscava ininterruptamente. Respiraria tentando trazer ar para meus pulmões com o intuito de manter minha pressão no nível conveniente para que eu não desmaiasse... a grande perda de sangue mantinha-se de forma impiedosa e ele vazava de meu ferimento como um rio bravo próximo de destruir as margens para conseguir mais espaço para escorrer.

O rapaz que primeiro me feriu e agora me ajudou voava pelo bar e caia em cima de uma das mesas de madeira a quebrando violentamente. Pelo visto mais um Guarda Real me perseguia - *Mas... não... espera...* - ou talvez não... aparentemente, dessa vez, seu alvo era claramente o ninja de cabelos tão alvos quanto meus pêlos. Pelo modo que desprezava seu companheiro de batalha, o ataque ao ninja não parecia ter sido feito por vingança - *Cada um deles parece ter sido ordenado com alvos muito bem definidos...* - e sim com base em um plano bem orquestrado, como se estivessem esperando por nós quatro... - *Para Hornee! Você ta morrendo cara! Não é hora de pensar em teorias.* - balançaria minha cabeça rapidamente para os lados para me livrar dos pensamentos livres e devaneios que tiravam meu foco para o que realmente importava no momento: sobreviver.

Queria muito retribuir a ajuda que me foi concedida, mas o Início do Fim havia apenas começado e eu não poderia morrer ali - *Tão pouco dessa forma*. Olharia primeiramente para o escudo do falecido guarda se ele ainda estava em chamas e aproveitaria que eu estava do lado do balcão para preencher uma caneca ou jarra com água da pia que geralmente tem nesses balcões, enrolaria minha mão em um possível pano que pudesse ter por ali também e saltaria por cima do balcão para apagar o escudo com a água, e o pegaria posteriormente - *Estou pegando de volta o que é meu por direito* - caso percebesse que ele estivesse em uma temperatura suportável para carregá-lo ao menos com o pano como proteção contra o calor.

Entretanto se o cavaleiro se voltasse contra mim após eu empunhar o escudo com sucesso, eu olharia de relance para ver se meu companheiro de luta já havia se recuperado e manteria o inimigo ocupado e de costas para que ele pudesse realizar um ataque surpresa fatal. Se o inimigo percebesse a movimentação de meu aliado eu agacharia para bater o escudo contra uma de suas pernas de dentro para fora em um movimento semicircular como se fosse uma rasteira para abrir suas pernas e quebrar sua postura de pernas com o intuito de impedir que ele as mantivesse firmes para esquivar ou bloquear os ataques do homem de cabelo branco.

Porém se o cavaleiro não tentasse virar para evitar um ataque surpresa, eu simplesmente ergueria o escudo principalmente focando em ataques diagonais e verticais de cima para baixo de seu machado e tentando manter minha postura bloqueando seus golpes com maestria. Estaria pronto para tentativas diferenciadas do cavaleiro como utilizar as pernas para seu ataque ou golpes pelo chão, dos quais eu inclinaria prontamente meu escudo na angulação de onde minha visão percebesse que o golpe se encaminhava para fazer com que seu ataque ricocheteasse contra meu bloqueio do escudo de seu finado companheiro e quebrasse sua guarda para deixá-lo ainda mais vulnerável para aquele homem - *Que eu ainda não conhecia devidamente* - que estava caindo como uma luva para o momento.

Com o Guarda Real me ignorando completamente, eu assumiria uma estratégia semelhante àquela que me auxiliou para a derrota do escudista, que seria arremessar shurikens visando pontos de junção da armadura, onde poderia encontrar aberturas vulneráveis de sua armadura que - *Pensava eu anteriormente* - fosse intransponível. Nuca, junção de cotovelos e junção de joelhos seriam meus alvos prediletos e, notando que o guarda havia me ignorado, eu não teria pressa em caprichar o máximo possível minha pontaria respirando profundamente - *Que poderia ser talvez um dos meus últimos suspiros* - e prendendo a respiração para não deixar que nada atrapalhasse minha mira durante o arremesso de shurikens. Dessa vez, porém, eu não me limitaria em apenas três shurikens e jogaria quantas fossem necessárias para ajudar meu parceiro enquanto o cavaleiro continuasse me ignorando.

Estaria atento também para ataques desprevenidos pelas costas que poderiam vir do lado de fora da taberna de civis ou seu cavalo, bem como objetos arremessados ou a aproximação de civis idiotas com um senso besta de justiça que tentassem por ventura fazê-la com suas próprias mãos. Nesse caso, eu mudaria rapidamente meu alvo e arremessaria uma ou duas shurikens em seu pescoço para findar suas vidas de forma rápida e eficiente como fiz com os guardas da prisão de Kaliff. Se tais civis conseguissem ainda chegar até mim ou viessem por trás, eu giraria meu corpo para ficar na sua direção e com meu mais novo escudo faria uma parábola para impedir sua aproximação enquanto eu golpearia seu peito com ele com o intuito de arremessá-lo para longe ou pelo menos afastá-lo. Notando que o civil estava em uma distância mais segura, eu arremessaria novamente uma shuriken em sua direção para interromper sua ousadia e voltaria ao auxílio do meu aliado ninja.

Dessa vez porém, se eu percebesse que o cavaleiro tivesse aberto sua guarda após um bloqueio de minha parte ou ataque do ninja portador de um símbolo estranho no peito e este estivesse de frente para mim, eu rapidamente daria uma chifrada de baixo para cima visando a abertura em seu pescoço para que meu afiado chifre entrasse por debaixo de seu elmo e o assassinasse de uma forma sadicamente bela. Meus bloqueios com o escudo tentariam empurrar seu pesado machado duplo para o lado oposto de seu ataque ou de baixo para cima para que ele deixasse seu peitoral exposto. Se eu estivesse muito próximo dele e este ficasse de costas para mim focando no meu aliado, eu tentaria prever seu gingado para saber em que posição seu elmo estaria durante sua peleja contra meu parceiro de cabelos alvos e levantaria, o mais rápido que eu conseguisse seu elmo o suficiente para expor sua nuca e pescoço e fincaria uma shuriken em sua jugular ou rasgaria seu pescoço. Eu daria um salto para cima dele apoiando-me com o joelho direito caso fosse necessário para executar este movimento e estaria pronto para um possível tranco contrário de suas costas ou cotovelada para tentar me derrubar e tentaria usar meu joelho de apoio para bloquear suas tentativas de se desvencilhar mas, se isso não fosse possível, usaria toda a força e resistência que restavam ainda dentro de mim para dar sequência ao meu movimento e levar o oponente comigo junto para o inferno...

Conseguindo derrotar o inimigo com sucesso mais uma vez com a finalização do rapaz que me deu uma voadora ou, quiçá dessa vez com uma de minha autoria, ou se o cavaleiro percebesse minha movimentação e se voltasse para mim antes de eu sequer conseguir pegar o escudo, eu desistiria dele por ora e correria em direção à porta da taberna pela qual entrei em primeiro lugar e apenas fugiria tentando apressar o passo o mais rápido possível em direção à um hospital ou enfermaria que pudesse tratar meus ferimentos e me manter no plano terreno por mais alguns anos... chegando lá, eu escreveria um bilhete e exibiria minha insígnia do Governo Mundial enquanto simularia uma tosse cuspindo sangue para tornar a situação ainda mais impactante do que já era:

Papelzinho:
 

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Historico:
 


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyQua 16 Jan 2019 - 12:59

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Cada vez mais meu corpo era cortado, mal havia sentido o corte na panturrilha feito pelo cavaleiro, mas quando fui efetuar um chute e deixei meu apoio na perna machucada, senti uma pontada de dor que não teve como segurar, eu já estava chegando no meu limite – Apenas mais um pouco, aguente a dor – felizmente, meu inimigo estava num estado ruim, meu ataque saiu como planejado, quase levei dois coelhos com apenas um cajadada, conseguia sentir o cheiro do sangue jorrando da pata decepada do cavalo, o animal relinchava de dor – Que morra sofrendo, besta imunda – passava rapidamente o olho no animal, verificando o estrago que eu havia conseguido fazer.

Novamente me levantar não seria fácil, mas olhava rapidamente para o cavaleiro e o sujeito parecia estar tendo a mesma dificuldade – Vamos Susano’o, me empreste sua força mais um pouco – sentindo o demônio cada vez mais fraco, assim como meu espirito, que se diluía em meio a tantas dores. Procurando minha chokuto, seguraria a mesma e a usaria de apoio, colocaria sua ponta no chão e tentaria levantar, com o apoio sempre na perna direita. Ao levantar, já voltaria minha atenção para o cavaleiro sem cavalo, procurando locais onde o mesmo sangrava ou alguma falha em seu andar, qualquer coisa que me entregasse uma vantagem.

Se possível, tentaria me afastar do animal, afinal, o bicho ainda podia naquela loucura me dar um coice ou algo do tipo, além de que, o sangue que escorria podia me fazer escorregar ou perder o equilíbrio, por isso, tentaria me apoiar na espada e levar o combate para outro lado, um pouco para esquerda, sempre atento a luta do Aegir, para não ser atingido por tabela. Não diria nenhuma palavra para o homem, olharia fundo em seus olhos, usando toda minha intimidação para fazê-lo fraquejar, o sangue escorrendo pelo meu rosto, o sangue seco em meu queixo, certamente minha aparência não era bela, poderia parecer um demônio, assim como eu desejava, mostraria os dentes desafiando-o para o duelo, franzindo a testa com uma feição seria e desafiadora.

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... "Argh!"

- Bater e correr – a estratégia já estava traçada, com aquela armadura, e os machucados que o homem tinha, eu faria ele cansar, minhas roupas eram simples e leves, por isso eu poderia usar minha agilidade para esquivar dos seus ataques – Arhg – tentaria colocar meu pé esquerdo no chão, apenas a ponta dos dedos, o mínimo de força seria colocado ali, mas não daria para lutar com apenas um pé, assim, tentaria conviver com a dor naquele pequeno espaço de tempo.

Com a quebra da alabarda o alcance do cavaleiro havia diminuído muito, o que me ajudava, assim, esperaria o homem se levantar e começar seu avanço. A cada passada do homem, procuraria me afastar um pouco, e assim, quando desferisse seu primeiro golpe, já tentaria uma esquiva, um golpe horizontal acima do meu tronco, tentaria usar uma esquiva em pendulo, movendo meu tronco para baixo para sair da frente do corte, e rapidamente já tentaria um contra-ataque, um corte de cima para baixo na virilha do sujeito, pegando a parte interna da coxa subindo ate a cintura, e depois tentaria me afastar, chamando o homem para o combate. Contudo, se fosse um golpe horizontal inferior, buscando atingir minhas pernas ou cintura, tentaria dar um passo para trás, saindo do raio de ataque do cavaleiro, e esperaria por alguma brecha. Vendo que os golpes horizontais iriam me acertar, colocaria minha chokuto na frente para bloquear o ataque, ou pelo menos impedir que me acertasse com força total.

Assim sendo, se o homem tentasse um golpe vertical, um corte de cima para baixo, daria um passo para o lado, com uma finta rápida e rapidamente já desferiria um corte na parte posterior do joelho, usando toda a extensão da lâmina para fazer um corte profundo o suficiente para impedir que o mesmo andasse.

Doravante, se o mesmo tentasse uma estocada com a ponta que provavelmente havia no machado, tentaria me esquivar com fintas para o lado, tentando manter meu apoio apenas no pé esquerdo, contudo, se sentisse que iria me acertar, apoiaria rapidamente no pé ferido para esquivar para trás e sair do seu raio de ataque, faria isso ate sentir os golpes do homem ficar mais lento e uma brechó for aberta, e nesse momento, me adiantaria e tentando pega-lo de surpresa, tentaria uma estocada na sua garganta, visando atravessar toda minha chokuto, com a laminha entrando na garganta e saindo no pescoço.  

Caso o golpe na virilha ou na parte posterior do joelho desse certo, não cessaria meus movimentos, avançaria com a vantagem mas sempre atento para um golpe de fúria do sujeito, afinal, um animal ferido não está morto, desse modo, ao me aproximar, sempre atento a arma em sua mão, já buscaria um modo que me proporcionasse uma distância da alabarda, mas que fosse possível dar uma estocada certeira em sua garganta, ceifando de todo modo sua vida, se ao avançar o sujeito ficasse atacando loucamente, daria passos para trás e o faria cansar mais e mais, até que fosse possível atacar com uma estocada.

Conseguido ceifar a vida daquele cavaleiro, voltaria minha atenção para Aegir, visualizando seu combate, não iria me intrometer a menos que ele me pedisse ajuda, procuraria um lugar para escorar, e ficaria ali vendo o ocorrido, recuperando meu folego e minha energias, se não aguentasse de dor, sentaria escorando na parede quebrada.



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Pensamentos
Fala

Histórico:
 

Feitos na Aventura:
 

Objetivos na Aventura!:
 

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyDom 20 Jan 2019 - 0:37

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

“O calor da batalha cegaria aquele que não tivesse sede o bastante para sacrificar tudo para conseguir a vitória. Essa frase foi me dita muitas vezes mais nunca entendi... Malditos peixes velhos!” — em meio aquela confusão toda, pensava. Antes de qualquer vitória, meus aliados eram prioridade e ali não era diferente. Mal importava criaturas quadrúpedes ensandecidas, ou humanos achando que tinham algum poder, sentia meu braço mais à vontade, porém, não queria usá-lo, não ainda. Os “olhos sangrentos” aparentava estar mal, mas ele tinha mais força, sentia isso, de longe, era quase como um aviso. Ignorando o inimigo, tentaria me aproximar dele e, pegando em sua roupa, estando ele caído ou não, tentaria coloca-lo de pé. — O que houve, “olhos da morte”? Esses humanos estão sendo desafio para você? Você é mais forte que qualquer um aqui, assuma seu posto, mostre que você foi o escolhido para dominar tudo! — afirmaria, olhando em seus olhos, enquanto demonstrava com meu punho, cerrando-o a sua frente como simbolização de força e poder.

Concluindo com ele, partiria pra o animal, pisando-o sem misericórdia, tentaria estrangular o pescoço daquela criatura até conseguir arrancar-lhe a cabeça fora e leva-la comigo. Em seguida, partiria para o humano caído, ele poderia ser uma saída caso arrancar a cabeça da criatura com as mãos fosse complicado. Primeiramente pisaria em sua cabeça, demonstrando toda a inutilidade dele ali, e procuraria alguma lâmina. Posteriormente, voltaria pisando em sua cabeça novamente, indo em direção ao humano que se achava demais. — Erga-se “Demônio Sangrento”, o escolhido te espera! — afirmaria, seriamente olhando para os olhos sanguinários.

Voltando-me para o humano que tinha um ego tão inflado quanto sua cabeça ficaria ao fim, os assuntos inacabados teriam logo suas conclusões. Olhando para a situação, estávamos indo bem, estávamos com um ritmo bom, porém, os espólios daquela guerra poderiam ser os mais severos aos humanos ao meu lado, então tinha que apressar-me. — Hahaha... Hahaha... HahaHAHAHAHA! — começaria a rir, lentamente aumentava meu tom e cada vez mais a ira tomava conta de minha risada. Era um contraste que eclodia naquele momento em algo perigoso para ambas as partes... Meu Frenesi começava a me dominar. — KYAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! ESTÁ SE DIVERTINDO HUMANO?! SE VOCÊ BATE ASSIM, ENTENDO POR QUE TÊM TANTO MEDO DE NÓS TRITÕES, OLHA SÓ, ATÉ AGORA VOCÊ PRECISOU DESSAS CRIATURAS PARA ME CAUSAR APENA SUMA MASSAGEM DE LUXO! — exaltadamente, falaria as verdades que aquele humano tinha de ouvir — QUANTAS VEZES MAIS VAI ME BATES? 10? 20? VOCÊ PODE PASSAR A VIDA TODA ME BATENDO, O RESULTADO VAI SER O MESMO! — abrindo os braços em meio aos gritos, mostraria toda minha superioridade para com a situação. Mostrando a cabeça do animal que havia conseguido anteriormente, se tivesse conseguido, ergueria a sua frente — NADA! ESSE VAI SE RO RESULTADO! MAS CONFESSO QUE A MARINHEIRA QUE ENFRENTEI NO MAR TINHA MAIS FORÇA QUE VOCÊ! ACHO QUE TENS DE ABANDONAR ESSA PROFISSÃO E LAVAR ROUPAS, ASSIM CONSEGUE SER MAIS EFETIVO! — clamaria com todas minhas forças vocais — NO FIM, SUA CABEÇA VAI ESTAR DESSE JEITO! — concluiria.

Se em algum momento a criatura descontrolada tentasse novamente me atacar com uma cabeçada, tentaria desferir um soco em sua cabeça, direcionando-a para o solo, onde aí tentaria pisar em seu pescoço e desferir uma sequência de socos com meu braço bom até que os movimentos aquela criatura cessasse mais, comparada a antes. Se com suas patas ela tentasse me atacar, eu tentaria aproveitar do impacto e segurar umas patas. Dessa maneira, com meu braço bom tentaria segurar a pata e quebra-la, partindo para as próximas que fossem usadas, uma a uma.

Voltando-se para meu adversário, deixá-lo-ia atacar para assim contra-atacá-lo. Tentaria sofrer os golpes necessários para que conseguisse segurar a arma inimiga, onde tentaria trazer o adversário para o solo, ou desarmar ele. Se tudo desse errado, tentaria socar o pescoço do ser quadrúpede, para que enfim, pudesse abatê-lo. Agarrando a arma do inimigo e trazendo-o para perto, tentaria agarrá-lo pelo braço e, montando uma sequência de arremessos, tentaria jogá-lo de um a outro lado, ainda segurando em seu braço. Não sendo possível, tentaria pelo menos tirá-lo do ser quadrúpede, para então tentar lutar.  Com  minha base formada, tentaria iniciar um sequência de socos, sem dar espaço par ao mesmo respirar, se possível.

Estando com ele em solo, era a hora do contra-ataque. Tentaria ver sua movimentação, assim como ele movia sua arma, mas meu foco era usar a mesma arma que ele se confiava contra ele mesmo. Esperando seus golpes, tentaria sofrer o dano que ele imaginava dar até achar o ponto ideal para agarrar a arma. Tentaria encaminhar os golpes em uma região distante de meu braço e assim, com meu braço saudável, tentaria segurar a arma. Vendo que podia puxá-lo, tentaria trazer ele para perto de mim e com uma barrigada, tentaria tirá-lo de perto de seu armamento. Com ele em mãos, prepararia para o contra-ataque. Não soltando a arma, tentaria desestabilizá-lo chacoalhando-o de um lado a outro, tentaria até coloca-lo a frente de algum ataque das criaturas, caso viesse, mas depois daria uma barrigada tentando afastá-lo com armas o não. Porém, se ele tivesse uma força que me impedisse de puxá-lo, tentaria resistir até o ponto em que, ao soltar, ele se desequilibrasse, nesse momento eu tentaria saltar e em cima dele, tentar detê-lo por algum tempo, onde tentaria socar sua cabeça, ou alguma brecha em sua armadura, talvez o pescoço, até ver o vermelho de seu sangue. Sofrendo golpes que não me tirassem de cima dele, não ligaria, continuaria batendo.

Histórico do Tritão:
 

Objetivos da Aventura:
 

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Última edição por SirAlencar em Dom 20 Jan 2019 - 15:09, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyDom 20 Jan 2019 - 5:50

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Fúria? Talvez, acho que aquele acontecimento foi o primeiro a me deixar tão furioso, além do massacre de meu clã é claro, mas eu até entendo, naquela época eu era muito emotivo e meu desejo de vingança ultrapassava a minha concentração. Hoje eu sei o quanto isso me afetou no passado e me fez perder muita coisa valiosa...

[...]

Dor? Angustia? Remorso? O que são esses substantivos que pairavam sobre aquela cena ali, eu não entendia como, mas isso batia em minha porta, e como nunca é bom deixar um lobo entrar, eu apenas recusava. O ocorrido era incrivelmente bipolar, em um instante meu ser festejava por ter acabado com aquele maldito cavaleiro, mas segundos depois, eu sentia o gosto da derrota na ponta da língua, mas não era ali que eu cederia, ainda tinha um caso a concluir, um homem a matar, uma vingança a terminar, e por isso novamente meu orgulho afirmava, não será hoje o dia de minha derrota.

“Maldição!” Em relance eu pensava de maneira extremamente rápida, mas o que dificultaria em apenas reclamar para mim mesmo, eu havia baixado a guarda, poderia ser por ter matado aquele cavaleiro? Sim, mas eu havia cometido mais uma vez uma falha, e assim com o símbolo do meu clã cravado no meu peito, eu os desonrava. No instante em que eu sentia a alma do meu inimigo ser absorvida por minha lâmina, algo tocava minhas costelas, mas não só tocava, como me feria e destrutivamente me lançava longe da posição em que eu estava no momento. Era momentos como esses que minha mente desacelerava o tempo, ou me fazia pensar rápido demais, mas o que eu entendia era que quando perto da morte eu sentia um lapso temporal criado por mim mesmo para pensar em qual erro eu havia cometido. “Cara, novamente eu deixar minha guarda aberta, me perdoem mestres se eu morrer aqui, a desonra do clã feita pela minha parte será paga nesse mesmo local, mesmo que eu morra tentando! Esse símbolo em meu peito não está de graça!” No ar logo era arremessado contra mesas e cadeiras do recinto, destruindo-as.

Estava ferido, com um machado cortando meu corpo eu sentia uma pequena frieza de dormência enquanto logo após um calor absurdo, sim esse era o calor de meu sangue extremamente vermelho que saia daquele ferimento. No chão eu não me abalava, sabia que estava em desvantagem, mas novamente eu não podia me perde em pensamentos, nem me enfurecer, mas era nisso me que eu falhava absurdamente. – É, soube usar a furtividade! – Bradava enquanto ainda no piso guardava uma das ninjaken na bainha e segurava firme a outra na mão direita, com a mão esquerda eu tentava abafar o sangramento a fim de estancar a ferida, e logo depois tentava me levantar apoiando a ponta da lamina no chão e me segurando pelo cabo.

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Ao me levantar eu não estava mais são, tudo que eu via naquele momento era apenas o cavaleiro dos machados que seguia vindo em minha direção, e como em um compartimento escuro e vazio, apenas eu e eles estávamos naquele lugar, eu sentia cada passada que o mesmo dava, ou pensava sentir, como também sentia as batidas do meu coração ficarem mais fracas lentamente. Poderia se esse o meu estado de concentração máxima, mas eu não entendia aquilo, apenas sabia que agora ele era meu alvo e a única coisa que eu tinha que fazer naquele momento era mata-lo. Tentava erguer meu corpo, e se observado bem por terceiros eu já não era mais o mesmo, uma aura que não era visível, mas era sentida emanava de mim, estranha aura essa que era maldade pura, transformando os meus belos olhos em olhos de um grande assassino, frios e calculistas.

Sabia que se eu tirasse a mão de minha ferida a mesma só pioraria, mas naquele momento eu tinha que acabar com aquela luta o mais rápido possível, pois se a mesma estendesse eu só me prejudicaria não deixando outra alternativa a não ser dar tudo em um ataque só. Meus olhos mostravam a raiva que eu sentia ali, não por ter sido atacado, nem ferido, mas se pelo jeito que havia sido, logo posicionando a ninjaken que estava em minha mão direita com a ponta virada para trás de meu corpo e o cabo para frente, e nesse momento eu segurava a mesma com as duas mão, mostrando bastante firmeza. – Agurtg! – Sentia a dor logo após tirar a mão sobre o ferimento, enquanto posicionava minha perna direita para atrás e dobrava um pouco o joelho esquerdo, para dar um certo impulso e criar uma posição adequada de batalha. Estando ele ou não seguindo em minha direção eu não mudaria nem sequer o mais simples dos movimentos citados a cima, logo inclinava a cabeça para baixo tentando aumentar cada vez mais minha concentração.

O cavaleiro poderia vim ou não de maneira rápida para meu encontro, mas sendo isso ou não, eu apenas esperaria o mesmo se aproximar numa distancia em que eu pudesse dar apenas um passo para pegar impulso, e com minha aceleração pairar na frente do mesmo de maneira extremamente rápido tentando surpreende-lo e logo com todas as minhas forças realizar um corte de baixo para cima que era visado ao chegar no final dar um pequeno desvio para a horizontal, pois o verdadeiro objetivo da técnica era corta a cabeça do inimigo. Eu não queria saber de defesa ou de algo como esquiva, naquele momento era eu contra ele, esquecia até mesmo do mink que eu havia chutado e logo após dado auxilio, a pouco tempo, e caso a brecha fosse exposta eu não hesitaria nem agiria com paúra, segundo logo tentando desferir o ataque no inimigo, e se caso o mesmo não tivesse sua atenção voltada para mim, faria questão de dar alguns passos a mais para afim de ceifar sua vida, cortando seu pescoço para deixar de brinde naquele bar.

Poderia ser que o mesmo fosse interferido por algo e perdesse sua atenção a mim, isso seria ótimo pois ficaria bem melhor que ataca assim. Caso minha esquiva não equipare ao acerto dele, eu tentaria me defender com o mesmo movimento de ataque, mas agora vidando a defesa, e apenas isso, arriscando assim toda minha vida em um único golpe, pois minhas forças totais estavam nele. Logo após jogaria projeteis de armas ninjas, como shurikens ou sebons em quem tentassem se aproximar de mim e do mink ali, apenas mirando seus pescoços.

A morte do inimigo poderia ser um presente de bom grado, e logo após a mesma eu entenderia que o mink ali correria para um hospital, e sem mais delongas seguiria o mesmo, apoiando novamente a mão sobre o maldito ferimento, até acharia engraço caso percebesse que o mesmo era mudo e se comunicaria por bilhetes. – Ahh Por isso!... Preciso pontear esse ferimento rápido! Façam direito! – Gritava, caso conseguisse chegar em algum hospital e achar algum tipo de médico.
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Última edição por Mizzu em Dom 3 Fev 2019 - 16:19, editado 1 vez(es)
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 6 EmptyTer 22 Jan 2019 - 2:15


O homem com o machado andava em passos lentos por entre os destroços que um dia foram as mesas e cadeiras daquele bar. Era possível ver que o rapaz de cabelos brancos não havia morrido já que esse conseguira guardar uma de suas armas e tentava usar a outra para levantar. Nos olhos de Mizzushiro tudo menos o inimigo desaparecia, nada mais existia. Ele esperava que o homem avançasse até um ponto exato enquanto firmava sua base, mas o cavaleiro parava e virava para trás rapidamente movimentando o machado. Percebendo isso, o jovem via naquele momento sua chance de virar o jogo e acabar com o inimigo de uma vez por todas.

Se apenas fosse tão simples assim.

O motivo pelas ações do cavaleiro era ninguém menos que Hornee. O agente sabia estar por um fio, e sentia suas forças desaparecerem. Dessa forma havia decidido fazer uma última tentativa, eliminar um ultimo inimigo e rezar para que alguém o ajudasse a chegar em um hospital depois. Dessa forma ele rapidamente pegava um pano disponível atrás do balcão e pulava sobre o mesmo realizando um rolamento, caindo ao lado do cavaleiro que usara uma espada e um escudo como armas. Usando o pano ele pegava o escudo e avançava contra as costas do inimigo com o machado, sacando uma de suas shurikens com a mão pretendendo acerta-lo caso o adversário resolvesse ignora-lo.

Mas ele não ignorava. Assim que percebeu a movimentação atrás de si, o cavaleiro se virou rapidamente e ao ver que o Mink que estava com um pé na cova pegara o escudo do chão, sua resposta era imediata, digna de alguém com amplo treinamento em combate. Por saber que o jovem de cabelos brancos tentaria aproveitar esse momento para ataca-lo e que por isso não podia perder tempo com o caprino, ele realizava um golpe de cima para baixo, ao que o agente respondia erguendo o escudo para bloquear da melhor forma que podia. Nada fora do esperado. O que certamente foi fora do esperado, ao menos para Hornee, foi o passo a frente com a perna direita que o homem dava aumentando um pouco seu alcance no ultimo momento. Não era suficiente para atingir Hornee atrás do escudo, claro, mas esse nunca havia sido o objetivo.

Com aquele simples passo, toda a natureza do golpe mudava. O que antes era um ataque que atingiria o escudo e precisaria passar pelas defesas dele, e na verdade provavelmente faria devido a diferença de forças, havia se tornado em um ataque que acabava enganchando uma das lâminas do machado na borda superior do escudo. Era uma tática comum e normalmente ele forçaria o escudo para baixo, utilizando a outra mão para atingir o defensor. Mas não era o que ele fazia. Ao invés ele puxava fortemente o escudo para si, ao mesmo tempo em que dava uma passada para esquerda saindo do caminho.

Era como se ele tivesse uma noção exata do tempo. Controle total sobre a situação. O resultado de suas ações era que Hornee sentia uma força avassaladora o puxando para frente, e de repente ele estava voando, não de encontro ao inimigo, mas sim de alguém que estava atrás deste. Mizzushiro. O rapaz havia aproveitado a oportunidade para imediatamente realizar seu ataque, mas enquanto erguia a lâmina para desferir o golpe, o cavaleiro saía da reta e o caprino aparecia voando em seu lugar com um escudo levantado.

Ninjaken encontrava com escudo e por pouco os dois não se embolavam. A sorte é que desde o início o golpe do homem com uma marca no peito era uma finta e ele desviava para direita tentando dar continuidade ao movimento e aplicar o golpe real, mas o impacto com Hornee reduzira sua velocidade e o ataque era parado pelo machado do adversário, que já tendo se virado para trás, o defletia facilmente e respondia com um estocada. O topo do machado acertava em cheio Mizzushiro em seu queixo, o tirando do chão e lançando para trás, fazendo que visse estrelas e caísse de novo em meio aos destroços.

- Ah, qual é... cadê a pessoa que acertou o Bucefalo no saco? Não me diga que você é só isso?! – Com um misto de desprezo, ironia e rancor na voz, o cavaleiro disparava tais palavras para o humano. Quanto ao Mink? Bem, após seu “voô” ele também caíra e rolara pelo chão, mas dessa vez não se ergueria para continuar na luta. Estava inconsciente.

---

No lado de fora...

De forma similar ao que estava acontecendo na parte de dentro na taberna, a batalha na rua entre Blaze e o cavaleiro com a alabarda quebrada ocorria a todo vapor. Ambos se erguiam, e apesar de não estar com uma perna ferida como o espadachim, o cavaleiro andava de forma forçada, como se cada movimento lhe trouxesse dor. Vendo o menino demoníaco recuando aos poucos enquanto mostrava os dentes sujos de sangue em um ato de desafio e intimidação, o homem avançava falando roucamente. – Vou te fazer pagar pela Nimeria. –

Vendo que o jovem estava se apoiando majoritariamente na perna direita, o lanceiro sabia o que fazer. Primeiro ele aplicava um golpe na horizontal da esquerda para direita na altura do tronco, de forma que se abaixar ou se mover para os lados não seria uma opção para o adversário. Só lhe restaria se mover para trás, e devido a forma que o golpe era aplicado, não seria difícil de usar sua perna saudável para isso. E assim era feito.

A questão era que esse ataque era mais uma finta do que qualquer outra coisa. De forma fluida assim que a lamina da alabarda passava na posição onde Blaze estava, o cavaleiro dava um passo para frente e com um controle perfeito sobre a força de seus movimentos, o corte era parado e o ataque virava uma estocada visando o peito do espadachim. O jovem tentava esquivar para o lado, mas como acabara de dar um passo para trás com a perna direita, era forçado a usar a esquerda para isso. Como esperado.

A lamina da alabarda vinha em sua direção e ele ia para o lado, mas a fraqueza em sua perna e a dor que sentia ao se apoiar nela tirava parte de sua velocidade, tendo como resultado um corte profundo em seu braço direito, na altura do cotovelo, que certamente deixaria uma cicatriz. No entanto o jovem mostrava sua habilidade. Usando o pé direito ele avançava um passo, e vinda de baixo para cima a lâmina de sua chokuto entrava pela garganta do cavaleiro. O último movimento que seu braço direito conseguiria fazer antes de ser tratado devidamente.

Imediatamente seu antebraço perdia as forças devido ao corte mais acima e ele soltava a espada involuntariamente. O cavaleiro tinha o rosto cheio de descrença perante aquela derrota e a morte que ela acarretava, caindo de joelhos e finalmente para o lado.

Aegir por outro lado agia de forma aparentemente irracional, mas na verdade estava apenas tentando ser um bom capitão. Ignorando completamente o cavalo louco que lhe atacava e o cavaleiro montado mais ao longe, ele ia em direção a Blaze, mas o mesmo já se erguia e percebendo que o companheiro não precisava de sua ajuda, ele se voltava para o cavalo que tivera uma das pernas decepadas e estava caído, dando um pisão em sua cabeça. O problema é que enquanto fazia isso, ele tomava mais duas patadas do cavalo enfurecido que passou os últimos dois posts lhe atacando o último minuto descontando sua fúria nele. O tritão até tentava agarrar suas patas, mas como estava de costas pisando na cabeça do outro, não tinha sucesso.

— KYAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! ESTÁ SE DIVERTINDO HUMANO?! SE VOCÊ BATE ASSIM, ENTENDO POR QUE TÊM TANTO MEDO DE NÓS TRITÕES, OLHA SÓ, ATÉ AGORA VOCÊ PRECISOU DESSAS CRIATURAS PARA ME CAUSAR APENA SUMA MASSAGEM DE LUXO! — Gritava o tritão, e como para que confirmar, o cavalo lhe dava mais uma cabeçada e que apenas o fazia dar um passo para o lado, e como reposta ele finalmente revidava dando um soco na cabeça do cavalo o fazendo se abaixar e ficar tonto. Mas então um segundo e um terceiro soco se seguiam, depois um quarto e finalmente o cavalo saía cambaleando para longe tentando escapar, cavalgando enlouquecido noite a dentro relinchando alto. O Tritão mal parecia se importar e continuava seu discurso mostrando a cabeça do cavalo que conseguira esmagar.

– GAAAARARARARARARARA. – Gargalhava o inimigo em cima de sua própria montaria. – Admito que você é durão, mas vinte golpes? NAHHHHHHH, dez, quinze talvez. Mas você definitivamente não vale vinte dos meus golpes. – E assim que acabava de falar o homem voltava a galopar a toda visando voltar ao ataque. A estratégia que ele utilizava não era muito inovadora. O mesmo empinar do cavalo, as mesmas duas patadas e a maça indo contra a cabeça para impedir o tritão de fazer algo contra as patas. E assim como antes os três golpes conectavam lindamente, mas dessa vez Aegir reagia dando um soco na lateral do pescoço do animal, o fazendo ir para o lado. Logo depois ele tentava agarrar a arma do oponente, mas esse a retraía e aplicava mais um golpe entre o ombro e a face do azulão, como se para se vingar do golpe que seu animal recebera.

E mais uma vez o ser dos mares tentava agarrar a arma do inimigo, dessa vez até conseguindo, mas surpreendentemente o humano se mostrava muito mais forte do que o esperado e puxava a arma de volta escapando do agarrão. O que ele não se livrava era da agarrada em seu braço feito pelo outro braço do peixe, que o puxava e o lançava contra o chão. A luta por um instante havia virado, mas o cavaleiro rapidamente mostrava o porque ser o mais forte dos quatro. Ao invés de perder os sentidos ao se chocar contra o solo, ele fazia o possível para manter a cabeça clara, e usando da mesma força absurda que demonstrara anteriormente, ele libertava seu braço e contra-atacava com a maça atingindo a panturrilha esquerda de Aegir, e como se tivessem praticado isso mil vezes, sua montaria dava uma força dando uma esbarrada no tritão.

Quatro metros levados ao chão. Caído de costas, o Tritão podia ver o céu escuro e as estrelas lá em cima. O seu inimigo se erguia com a maça pronta para aplicar outro golpe, seu alvo era a perna esquerda do grandão. Enquanto isso seu cavalo se afastava um pouco, olhando a cena e esperando o sinal de seu mestre para voltar a ação.

Off:
 

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