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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I. RISING SUNSHINE

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MensagemAssunto: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptyDom 21 Out - 13:13

Relembrando a primeira mensagem :

I. RISING SUNSHINE

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sol Clair. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptySab 10 Nov - 21:38


Dois encontros pelo preço de um : 04
Sol

Digamos que a situação ficava um pouco mais, empolgante, o baques sucessivos na porta - se é que pode chamar aquele pedaço de madeira de tal - ficavam cada vez mais frequentes e fortes, Abel não parecia gostar nada da situação e seus olhos arregalavam ainda mais que o natural em ouvir as palavras de Clair. Por um instante ele se virava, averiguando sua rota de fuga, Sol não percebia o rapaz realmente planejava correr em disparada segurando-a pelas mãos, conhecia o possível perigo em que estavam, mas no momento em que observava o corredor Abel avistava uma figura alta de máscara um tanto quanto simpática e chapéu, suas demais vestes era um terno preto e básico, o garoto cerrava os dentes amaldiçoando sua sorte.

- Não haverá escapatória dessa vez. - Pronunciava o mascarado de uma forma calma puxando as luvas em suas mãos como se as ajeitando para um combate. Nesse mesmo momento a cobertura que tapava o buraco da parede era arrombada com um chute de um homem branco com fios de cabelo loiros e altura similar ao outro, e assim como seu parceiro, utilizando de um terno preto, seus olhos eram azuis e tinha uma feição até que bonita. Suas falas, mistas a uma expressão um tanto animalesca, eram cheia de “marra”, ou até mesmo falta de classe.

- Agora eu te achei seu punk! - Não pareciam “bandidos” normais, aliás, não pareciam bandidos, mas era o que o pequeno navegador anunciava. Por um instante o homem estranhava a presença da loira, fazendo uma careta para tal, mas logo continuava falando. - Oe garota, como eu sou bonzinho vou te deixar ir embora, você nunca nos viu aqui, só deixa esse maloqueirozinho com a gente que tá tudo certo, ok? - Concluía sua frase com um sorriso simpático.

- Certo Sol! Vamos ficar e lutar então, mas vai ser do meu jeito ok? - Sussurava Abel tentando evitar que os outros dois escutassem. - Meu primeiro ataque vai ser uma distração, aí a gente inverte posições e você pega o cara de máscara, pode ser? Tenta pressionar ele pra junto do outro que eu cuido do resto. He-he. - Após uma risada de nervoso o garoto esperava uma a resposta de sua “parceira no crime”, Clair soltava seu brado animado, e logo a cara do homem loiro deixava o tom brincalhão para se transformar em algo um pouco mais sério.

- Tsch, então vai ser do jeito difícil. - Respondia ele com um tom um pouco puto impaciente, colocava a frente direita de seu paletó para trás e então revelava em revólver de 9 mm, simples, mas discreto. - Odeio bater em garotinhas. - Seus dentes ficavam amostras, não sacava sua arma, apenas a deixava exposta, talvez por arrogância, ou quem sabe em uma simples tentativa de intimidar.

- É o nosso trabalho Blue. - Respondia o mascarado ainda em seu tom desanimado, ele mostrava sua mãos esquerda, completamente livre, e então, como se fizesse um truque de mágica, ele retirava uma lâmina curta - cerca de 30 cm - e sem proteção de mão de sua manga, claro, isso para nós observadores do plano divino, para a pequena dupla ali, era como se a lâmina tivesse vindo do nada. - Não temos outra opção.

Clair notava que Abel estava tremendo um pouco, talvez de nervosismo, quem sabe empolgação, ou sabe-se lá de medo, muito provavelmente os três. - Beleza Sol, espero que estivesse falando sério sobre meter porrada em qualquer um.

Tensei

Aaah, o South Blue, ninguém sabe ao certo certo como as pessoas vão parar lá, apenas que é o berço de muitas lendas, em especial Karatê Island, enquanto alguns tentam evitar ou sobreviver ao conflito, outros optam por buscá-lo incessantemente, muitos por prazer próprio, por orgulho, talvez dinheiro, e quem sabe redenção, mas o resultado era o mesmo, alguém na lona e caído no chão. Talvez fosse o mesmo para o tritão que emergia nas praias da ilha, talvez o destino o tivesse levado para um ambiente tão perfeito e propenso a lutas quanto ele necessitava.

Logo de cara a primeira vista de Tensei era a borda de uma cidade em um bioma de floresta, era uma manhã quente, à sua direita, um grande lago, e a esquerda, quase que no horizonte, uma região um pouco nublada, provavelmente neve, de fato uma ilha com clima um tanto quanto peculiar. O homem peixe caminhava pela rua atrás de reparar seu pequeno erro de esquecimento, uma arma, durante o percurso conseguia notar diversas reações, alguns olhares curiosos de crianças, outros de receio de mães que puxavam seus filhos para o mais longe, algumas pessoas uniformizadas o encaravam também, artistas marciais imaginando que seria um bom treino lutar com um tritão.

Com o tempo sua caminhada começava a ser em vão, estava demorando para encontrar algo e decidia por pedir uma indicação. Um grupo de homens já com uma certa idade passava por ali, o “líder” do grupo, um homem de roupas acabadas, alto e forte com cabelos longos e barba desgrenhada parecia entediar seus amigos com reclamações - que pela cara dos demais - estavam rolando por minutos.

- Esses jovens de hoje não tem mais respeito, não reconhecem uma lenda quando veem uma. - Tensei soltava sua pergunta, e sem mudar a expressão, com a mesma carranca o homem se queixava com os amigos. - Viu? Sem o mínimo respeito, como se eu não fosse o grande Bewoulf! - Ele parecia inicia um gesto estufava um pouco o peito e preparava para bater a mão neste, mas por algum motivo parava, parecia se lembrar de um piada de mal gosto. - Como é que é? Loja de armas? Daqui a duas ruas deve ter algo do tipo. - Respondia sem o mínimo temor e tratando o tritão como se fosse qualquer outra pessoa normal. - Mas armas não vão te ajudar aqui garoto, ao menos não se quiser desafiar os dojos, lá só se luta de punhos vazios. Bahahaha! - Quando soltava a gargalhada os outros ao redor arqueavam o tronco levantando o ombro, pareciam já de saco cheio, mas o acompanhavam por algum motivo, Bewoulf continuava seu caminho, como se nem tivesse prestado atenção direito em Tensei, mas ao menos lhe ajudava com uma ou duas informações úteis.

Atsuchi não demorava muito para encontrar o local, não parecia muito com o lugar certo, mas era a única loja da região, um estabelecimento cheio de bugigangas e tralhas, parecia mais um ferro velho. Lá dentro, num balcão estreito, um homem alto e esguio, usava um terno barato listrado de preto e vermelho, e a única coisa que enfeitava sua cabeça careca e brilhando era um óculos escuro redondo.

- Oooh, seja bem-vindo, muito bem-vindo. - Dizia o homem com uma voz estridente esfregando as mãos de uma forma maquiavélica, assim como o velho lutador de antes não parecia se importar com aparências, dessa vez a beleza do dinheiro falava mais alto. - Em que eu posso lhe eng… Digo, ajudar? Isso, em que posso lhe ajudar? - O tritão anunciava seu pedido, soqueiras. De imediato o vendedor respondia, como se o item estivesse fresquinho em sua mente. - Oh-hoho. Eu tenho uma coisa perfeeeita! - Contarolando a última palavra ele colocava um par de soqueiras no balcão. - São novinhas! Por um mísero preço de vinte mill berries. - Um momento de observação e o careca notava uma coisa, a arma estava meio suja de sangue. - Ops. - Dizia ele enquanto pegava o exemplar sujo e limpava em sua manga. - Parece que alguém já fez o test-drive, mas como pode ver, em perfeitas condições. Hehehe, acabei de pegar o carregamento, pode testar para ver se serve direitinho. - Concluía ele com uma postura meio curva e humilde ainda com as duas mãos juntas enquanto aguardava com um sorriso fanfarrão. Apesar da atitude estranha do homem, e do sangue no objeto, Tensei conseguia notar que se tratava de algo com uma qualidade aceitável, não se tratava de uma obra prima, mas cumpriria seu propósito.



Abel:
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptyDom 11 Nov - 2:49

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Finalmente, alguma coisa que eu sabia fazer! Claro que a situação não era nada boa - um tinha um revólver (minha opinião sobre esse cara: nada boa, nunca gostei muito de pistoleiros - luta de verdade tem que ser só com os punhos!) e o outro, o mascarado (e minha opinião sobre esse: só queria saber onde eu compro uma máscara dessas - que legal...) tinha uma lâmina que era uma das boas. Não vai ser fácil, mas eu não estou sozinha nessa!

Escutaria o plano de ataque do Abel. Faz sentido para mim, no mínimo - meu sorriso agora até dava para mostrar os dentes! Nunca lutei com um parceiro antes, então já estava bastante animada pra ver como isso ia funcionar. — Tá bom! Tô contando com você, Abel! — Notaria que ele estava um pouco ansioso, ou meio sei lá, nervoso. Daria uns tapas leve nas costas dele, só pra animar. — A gente consegue! Confia em mim, tá bom? — O tom de voz, como sempre, parecia não mudar. Seja numa situação normal ou numa luta, é confiante e alegre; especialmente numa luta que eu acho que eu posso vencer!

Tá bom… primeiramente, tinha que esperar o ataque do Abel. Seja lá o que ele fizesse, tentaria inverter nossas posições para ir diretamente ao cara da máscara. Era geralmente bastante rápida, e tentaria acelerar para chegar lá o mais rápido possível. Quando estivesse numa distância próxima, tentaria fazer uma coisa que eu não acho que seria uma boa ideia, mas se nunca tentar, né. Contaria com o elemento surpresa, fazendo o seguinte caso ele estivesse confuso pela minha velocidade e não conseguisse se defender a tempo:

Levantaria minha perna direita, entrando na posição do flamingo. Provavelmente já estaria numa posição bastante vantajosa caso tudo desse certo, então não precisaria saltitar muito. Com um giro saltitante na direção horária; o que também é uma manobra defensiva, tentando desviar de qualquer ataque que o mascarado tentasse - já chutaria ele com minha perna direita, usando a técnica que eu chamei de…

— Sunshine Flamingo: Rocket!!  — O chute tentaria pressionar o mascarado com o outro cara lá, justamente como o Abel pediu. — Vai lá, Abel! É contigo! — Gritaria, já esperando que o meu parceiro terminasse tudo como ele falou.

Claro que também, a vida não é só um mar de rosas. Tinha que pensar num plano defensivo caso tudo não seja tudo perfeitinho assim.

Caso ele não fosse surpreendido, aí a história é outra. Usaria a minha velocidade mais para desviar ao invés de planejar a pose do flamingo, tentando simplesmente sair do caminho de qualquer facada ou qualquer soco que ele quisesse mandar. Desviaria com saltos pequenos para trás, tentando manter a minha distância até achar uma oportunidade de contra-ataque: um chute com o pé direito direcionado bem no peito, para mandar ele para trás e na direção do outro homem. — Vai pra lá! Abel, acaba com isso logo!

E caso não conseguisse desviar, bem… aí eu não tava muito bem, não. Tentaria continuar desviando dos cortes do homem, mãos tentando alcançar o braços dele para segurar com toda minha força. Esse agarrão é tão defesa contra ataque, o problema é que eu não tinha muito o que fazer depois disso. Olharia para o Abel, esperando que ele faça alguma coisa pra me ajudar. — Abeeel... Ajuda aqui que tá meio complicado… — Tentaria falar para ele, ainda tentando segurar o outro como eu pudesse.

Histórico:
 

Objetivos:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptyDom 11 Nov - 20:43




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"The Berserker awakening"


ㅤㅤㅤㅤㅤ A ilha em que eu havia chegado se mostrava um tanto quanto estranha, mesmo sendo de manhã e o clima estando agradável ao longe eu conseguia ver nuvens mais escuras que deixavam cair neve (?) -Mas que merda é essa?- Balbuciei para ninguém além de mim mesmo, dizem que pessoas que falam sozinhas são mais inteligente que os outros, ao menos eu já vi isso em algum lugar. Após começar minha caminhada não tive muitas surpresas, olhares de medo e alguns de nojo, nada que eu não tivesse visto antes mas ainda assim me irritava um pouco aquela atenção indesejada.

Depois de caminhar um pouco ainda não havia encontrado nenhuma loja onde pudesse conseguir soqueiras novas, até ver um pequeno grupo de velhos conversando -Boa, velhos sempre sabe das coisas...- Novamente falei a mim mesmo enquanto caminhei na direção do grupo. O mais velho deles parecia reclamar de algo, ao menos parecia pela cara de seus amigos que estavam ouvido o mesmo falar. Depois que fiz minha pergunta o homem se apresentou como Bewoulf, um nome um tanto quanto estranho diga-se de passagem. Ao meno ele me indicou um lugar e ainda disse uma coisa que ficou na minha mente enquanto caminhava na direção da loja. "ao menos não se quiser desafiar os dojos, lá só se luta de punhos vazios" Foi a frase dita por ele que me deixou intrigado, mas me afastei dele sem nem agradecer e comecei a caminhada na direção indicada por ele.

E a loja estava mesmo lá, no local onde o velho Bewoulf havia dito que estaria. Entrei na mesma só para ver que o local era tão merda quanto a fachada, mas ao menos era um loja. O dono pareceu não se importar muito por conta de minha raça oque me fez ficar mais a vontade, após conversar um pouco ele finalmente me mostrou aquilo que eu queria, as soqueiras. Ambas pareciam normais não fosse pelo sangue, depois que o homem as limpou eu tentaria pegar ambas e colocar nos punhos para ver se serviam bem. No caso de ficarem boas em minhas mãos eu enfiaria a mão direita no bolso e puxaria um saquinho marrom, começaria a contar o dinheiro para ver se tinha a quantidade pedida pelo homem, caso tivesse a jogaria no balcão -Aqui está, vou ficar com ela.- Falaria e apertaria os punhos para fazer as soqueiras se encaixarem bem nas mãos.

Antes de sair da loja no entanto faria uma pergunta ao vendedor -Ouvi uns velhos na rua falando sobre dojos, oque pode me falar sobre isso?- Esperaria então uma resposta, caso ela fosse boa e o homem me falasse algo interessante sobre os dojos eu tornaria a perguntar -Qual o mais próximo daqui?- Seria legal treinar um pouco, afinal havia passado bastante tempo na droga de um navio e isso acaba com qualquer um. Mas na possibilidade do vendedor não me dar uma resposta boa eu iria simplesmente tentar sair daquele ferro velho. Assim que sai-se iria procurar por esses tais dojos, caso o homem tivesse me falado sobre eles iria direto até os mesmos, tentaria ignorar qualquer tipo de olhar das pessoas na rua, precisava me acostumar com aquilo para não poder o controle.

Se chegasse a um Dojo iria falar para a primeira pessoa que encontrasse -Como faço para lutar contra alguém aqui?-. No caso do vendedor não ter me falado nada sobre os dojos eu iria procurar por alguém na rua e peguntar -Onde o dojo mais próximo fica?- Perguntaria até obter uma resposta positiva com alguém, ou então eu mesmo encontrar tal construção, para isso ficaria atento as coisas o meu redor.


Off /Objetivos:
 

Histórico:
 




[END]




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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptySeg 19 Nov - 2:44


"Desafio!" : 05
Sol

Enquanto alguns tinham a vida um pouco mais fácil no momentos, saindo pela cidade em comprar, a cena de Clair era um tanto quanto tensa ali, Abel de fato parecia nervoso, mas ouvir a loira concordando com seu plano era tudo o que ele precisava ouvir, para então tomar a iniciativa. Rapidamente o pequeno navegador sacava uma shuriken dentre suas vestes e a jogava para cima, acontece que a casa velha e abandonava já era seu esconderijo a um certo tempo, e claramente alguém tão desconfiado quanto o garoto tinha algumas armadilhas preparadas em sua própria base. A shuriken cortava um fino e quase imperceptível fio de náilon que liberava mais uma dúzia de shurikens disparadas na direção do atirador.

- Agora! - Era o que ele gritava.

Em um movimento praticamente sincronizado, Abel e Clair, um de costas para o outro, inverteram suas posições com um giro de cada. O atirador loiro era astuto, não perdia tempo sacando sua arma, mas sim pegando o pedaço de madeira que havia quebrado previamente e o levantando como escudo, duas estrelas de ferro acertavam de raspão em seu braço esquerdo e tornozelo direito, e por mais que não tivesse sido fatal, ainda assim era uma distração e tanto. Mesmo para o mascarado, que ainda não havia sido alvejado, toda aquele ataque surpresa, movimentação e troca de posições estranha e repentina o surpreendia um tanto, justamente a brecha que a garota precisava.

Clair avançava com velocidade; em suas costas, podia ouvir Abel praguejando por não ter finalizado o inimigo de surpresa, ainda assim dava passos rápidos e silenciosos em direção a própria batalha. Ainda surpreso, diria até assustado, o mascarado ao ver Sol se aproximando instintivamente dava uma passada para trás colocando a lâmina rente a seu corpo, pela máscara não era possível ver expressão alguma, não dava pra saber se ele realmente estava surpreso ou não, apesar de sua reação indicar que sim, esse era o gatilho para a técnica de Clair.

A garota impulsionada por sua corrida por um instante já não tocava mais o chão, seu corpo tomava uma direção lateral e enquanto levantava a guarda com o pé direito, sua perna oposta retornava ao piso de madeira velha apenas para dar mais um impulso saltitante, que por já iniciar a técnica em velocidade, se mantinha assim. Seu oponente não estava conseguindo acompanhar a lógica por detrás daquela luta, em sua mente, Clair era apenas uma garotinha brincando de ser heroína, que em meio a uma luta tão séria com uma pose tão sem base alguma, não teria perigo algum a oferecer.

Sua reação não poderia ser mais simples e relaxada, ao invés de esquivar ou defender, o mascarado atacou com uma estocada, crente de que a garota pararia; porém antes de acertar seu golpe, por uma última vez o pé esquerdo de Clair ia ao chão, dessa vez não só se impulsionando mas também aplicando um giro horário. A rotação coincidentemente lhe salvava de uma ferida fatal, daquela estocada apenas um corte de leve no ombro esquerdo saía como consequência para algo muito melhor; um poderoso chute que a garota conseguia aplicar nas costelas do oponente, que além de sentir bem o dano era empurrado para trás.

O ângulo não era bom o suficiente para empurrá-lo em direção a Abel e o outro inimigo, mas ao menos o fazia chocar contra a parede. Talvez se fosse um inimigo mais desaforado a garota recebesse alguns xingamentos, mas este preferia guardar as maldições para si, canalizar a dor de uma forma mais eficiente. O mascarado avançava num contra ataque voraz; evitava golpes facilmente esquiváveis e fáceis de contra golpear como sua primeira estocada, em vez disso optava por cortes amplos e horizontais que forçavam Clair a pular para trás se quisesse se esquivar.

Nenhuma brecha parecia aparecer para Sol, que se surpreendia com um truque audacioso do oponente. Ele iniciava jogando a arma da mão direita para a esquerda e então tentava aplicar um corte em arco na horizontal, mais uma vez Clair se via obrigada a recuar, mas era aí que o perigo morava; enquanto a garota pulava para trás a mão direita e livre do homem ia ao seu encontro, a mão pronta para agarrá-la até que uma lâmina podia ser vista saindo de sua manga para a mão, uma segunda arma tentando perfurar a pequena lutadora.

Sol conseguia, por puro extinto agarrar o braço do homem antes que a golpeasse. Ali, pressionada, seu extinto era olhar para Abel e ver se conseguia alguma ajudinha, mas a situação do garoto não era exatamente melhor do que Sol. Ele usava do cenário, arremessando móveis como distrações, paredes como plataformas de impulso e tentava atacar de todas as direções possíveis, fosse com kunais ou com sua própria ninjaken, o navegador se mantinha em constante movimento, afinal, tinha sempre uma arma engatilhada mirando não só nele, mas repelindo todos os projéteis que o rapaz arremessava, assim como quando ele ia para o corpo a corpo, que o oponente demonstrava um estilo familiar para Clair, o estilo das ruas.

- Aguenta aí mais um pouco! - Gritava Abel em resposta ao pedido de ajuda, na cabeça do garoto a única forma de sair vivo dali era dar continuidade ao plano. Seus movimentos não eram aleatórios, parecia estar armando algo, no entretanto ainda precisava que a pequena lutadora juntasse os dois inimigos.

Clair não conseguia segurar para sempre, não demorava para que o mascarado jogasse o peso de seu corpo fazendo-a dar alguns passos de desequilíbrio para trás e soltando os braços oponentes. Quando se dava conta, Clair estava colidindo suas costas com a escrivaninha de minutos atrás, enquanto seu inimigo vinha avançando rapidamente com uma estocada mirando seu coração.

Tensei

Enquanto isso Tensei testava suas novas armas, as soqueiras serviam muito bem seus punhos, e ao averiguar tal fato o homem peixe pagava o requisitado sem pestanejar. Uma vez que o dinheiro era jogado no balcão o vendedor pulava nas notas como um predador já contando a quantia com a ganância em seus olhos. A única coisa que interrompia sua atividade era a pergunta de Atsuchi, que era basicamente a procura de um bom lugar para lutar.

- Um dojo é? - O homem parava de contar o dinheiro por um instante, parecia desinteressado quanto ao assunto, mas ainda assim o explicava com gratitude para com seu cliente. - Sim sim sim, existem vários desses por aqui, alguns meio vagabundos e recém abertos, outros até que tem um certo potencial. Aqui é o berço das artes marciais afinal de contas. - Ele cuspia em um balde próximo, como se não gostasse de tal título. - Mas não só por causa de um monte de malucos espalhados que gostam de treinar, não. Existem três dojos principais que se localizam entre o lago e o deserto, meio impossível não notar. Os mestres dessas três escolar foram treinados pelo próprio Xin Yang, mestre da ilha, responsável pela nossa proteção e até então, invicto. - Ele dava uma pausa para ver se Tensei estava acompanhando a história. - O lance é que cada aluno se especializou em uma arte marcial, ministrando assim os dojos que fundamentam as três artes marciais principais da ilha: Boxe; Taekwondo e Karatê. Muitos nomes famosos por aí surgiram desse lugar. Não é difícil desafiar qualquer um desses três, uma vez que vença nos três você ganha o direito de desafiar o próprio Xin Yang pelo direito de tomar seu lugar como regente e protetor da ilha. Mas poucos conseguem chegar no velho, a regra é que em cada dojo, você só pode usar o estilo específico do mestre que desafiar, se for no de boxe tem que ganhar usando boxe, no de karate tem usar karate, e por aí vai. Poucos chegaram a conseguir desafiar o velho, contra ele qualquer estilo é válido, e ainda assim, todos perderam miseravelmente.

Uma vez com tudo explicado e com a localização devidamente indicada, Tensei partia em direção ao seu desafio, não era de fato difícil encontrar o local. Os muros altos destacavam bem a região, a entrada no entanto estava aberta, e logo ao adentrar os portões o tritão podia notar uma enorme mansão oriental, mais a frente, três estruturas circundando um grande refeitório, eram os próprios dojos, cada um com a placa de seu respectivo estilo, Karatê, Boxe e Taekwondo. O som de golpes e pessoas gritando era comumente audível ali, no entanto uma comoção a mais parecia rolar ali.

- Ei, vamos logo com isso, eu não quero perder o desafio de hoje! - Comentava um jovem garoto de kimono para o outro, enquanto passavam pelo tritão.

- Calma lá, não é como se esse cara fosse ganhar da Mestra Korra. - Respondia o outro.

- Tá brincando? Tão dizendo que ele derrotou um urso na porrada, talvez tenha uma chance.

- Há, eu duvido até que isso seja verdade, mas vamos dar uma olhada nessa luta.




Abel:
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptySeg 19 Nov - 6:40

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Tudo foi muito rápido. Tão rápido que eu mal percebi que estava com as costas bem perto da escrivaninha, e o mascarado (ainda é uma máscara bastante legal, mesmo com a palhaçada dele querer me matar) já tava vindo para acabar com tudo. Posso ser um pouquinho burra, mas sei que ele estava mirando no meu coração. Tenho que pensar rápido e eficientemente - o plano do Abel tinha que ser concluído! Mas como é que eu vou sair de uma situação dessas? Pensar é um pouco difícil quando é tudo assim no momento, então deixei meu corpo decidir o que fazer.

E o meu corpo decidiu se esquivar - com um pulo rápido para esquerda, com a intenção de desviar de qualquer golpe que ele esteja planejando. Usaria minha aceleração para tentar esquivar com mais eficiência. Caso a esquiva não desse certo, tentaria um chute forte direcionado ao peito dele com meu pé direito - só pra ele manter um pouquinho de distância. Mas depois disso, não tentaria nenhum ataque ainda, porque agora eu tinha uma ideia que eu acho que poderia dar certo.  

Esse cara vai me seguir de todo jeito (pelo menos eu tenho 99% de certeza - geralmente estou errada em toda qualquer coisa, mas eu tinha quase uma certeza absoluta) e ele precisa chegar perto de mim para fazer qualquer dano. Já que eu preciso levar ele até o outro cara, então é muito simples! Atacar nem é necessário, eu só preciso guiar ele até o outro homem. Olharia para o Abel lidando com ele e acenaria a cabeça. Tá bom, eu tô ligada no posicionamento…

Então é hora de se mexer. Me focaria totalmente em desviar todo e qualquer corte que esse homem tentasse, pulos rápidos para trás (aprender acrobacia ajudaria bastante para não perder o equilíbrio), todo e qualquer pulo indo na direção do atirador loiro. Ele provavelmente estava um pouquinho distraído com o Abel, mas mesmo que não estivesse, talvez não demoraria muito para chegar até ele graças a minha velocidade.

Quando o mascarado estivesse num bom ângulo… Pensa, Sol, pensa! Bem, vamos repetir o que aconteceu da última vez. São movimentos rápidos, porque eu estou precisando muito disso. Levantaria minha perna direita, e sem perder tempo, giraria no sentido horário novamente - desta vez com a intenção de passar o outro homem ao invés de dar um chute de uma vez só. Depois dessa puladeira toda, estaria numa posição perfeita para…

— De novo! Vamos lá, Sunshine Flamingo: Rocket!! — É um chute direcionado bem para as costas dele, com a intenção de pressionar os dois homens juntos. Agora estariam num ângulo quase que perfeito para tudo isso dar certo, e o resto seria com o Abel - me recuaria depois do ataque para não ficar no meio do crossfire que o meu parceiro ia fazer. Espero que sim, né. Mas infelizmente, sempre é bom manter um plano B.

Caso ele me pegasse de qualquer jeito durante o giro com seus braços, faria algo um pouquinho inusitado. Meus caninos eram bastante afiados e perfeitos para morder um braço de um filho da mãe como esses; e sem hesitar, faria o mesmo. Tentaria morder com bastante força, o suficiente para sangrar. Não pararia até ele desistir de qualquer maneira, mantendo ele no lugar onde estaria na mesma área do que o outro homem. Qualquer ataque que o Abel fizesse funcionaria, pelo menos eu acho, por causa disso - posso me ferir bastante, mas a vida é meio assim.

E caso o outro cara não estivesse tão distraído assim e tentasse me acertar, me focaria em me esquivar de novo. Passos rápidos para direita com um pulo rápido direcionado para a mesma direção; depois pulo após pulo voltado para trás para me tentar me distanciar. Mesmo que não desse tanto certo assim, eles provavelmente estão numa posição favorável pro Abel fazer qualquer coisa.

De qualquer maneira:

— Agora vai?! ‘Cê consegue com isso aqui que eu fiz, Abel?!

Histórico:
 

Objetivos:
 

Técnica:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptySeg 19 Nov - 8:17




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"The Berserker awakening"


ㅤㅤㅤㅤㅤ Minha atenção havia se voltando totalmente para o dono da loja de armas, pois superando minhas expectativas ele se dispôs a responder minha pergunta sobre os tais Dojos. Me foquei em suas palavras e comecei a escuta-las com calma, a explicação de que aquela ilha onde eu estava era conhecida por ser o berço das artes marciais fez um sorriso brotar em meus lábios, desde que havia começado a treinar o Karatê Tritão com meu pai já havia competido em algumas lutas, mas algo tão oficial como um dojo parecia um sonho distante. O homem continuou então, dando a explicação sobre os 3 diferentes tipos de dojos, além da possibilidade de ser um "mestre" ao derrotar todos, competindo com o atual campeão.

Depois de ouvir atentamente as palavras do vendedor levaria a mão esquerda até a porta e começaria a empurrar a mesma -Agradeço pelas informações, parece que vou me divertir nessa ilha!- A fala foi acompanhada da característica risada ambientada como um "Shahahahaha". Deixei a loja procurando por tais dojos, tarefa que não se mostrou tão difícil, pois um enorme muro definia as redondezas do lugar que se mostrava aberto ao "publico". Com passos lentos e sem pressa entrei, até ouvir uma certa conversa de dois humanos com Kimono, aparentemente uma luta estava prestes a acontecer -Que ótima oportunidade.- Falava ao vento, sem ninguém para conversar.

Tentaria então seguir os passos dos jovens, afinal ver uma luta seria de grande ajuda para um futuro desafio. Tentaria entrar e observar o desafio que ocorria, prestando atenção os detalhes da luta, observar as características de oponentes era algo que eu fazia com regularidade afim de estabelecer a força do mesmo. Tentaria me manter distante para não chamar muita atenção, como queria prestar atenção aos outros precisaria estar calmo. No caso de alguém me impedir de entrar no local eu encararia o ser -Mas eu estou aqui para um desafio! Me disseram que qualquer um pode lutar com os mestres daqui!- Usaria tal desculpa para tentar convencer um possível "barrador" para que pudesse entrar. No entanto se não fosse impedido tentaria entrar normalmente.

Caso a luta acabasse eu gritaria -QUERO DESAFIAR VOCÊ!-Esperaria uma resposta positiva, afinal não via a hora de testar a força das pessoas que haviam nascido no "berço das ares marciais". Caso ela fosse positiva eu tentaria me aproximar do local onde a luta ocorreria, enquanto estralava os dedos da mão direita -Sou lutador do Karatê Tritão, poderei usa-lo aqui?- Perguntaria enquanto me aproximava. No entanto caso meu pedido para um desafio fosse respondido negativamente eu riria de forma alta -Pensei que aceitassem todos os desafios, mas parece quem tem medo de um ser superior!- A risada continuaria enquanto tentaria deixar o local, mas no fundo esperando que minha provocação desse certo e me concedessem uma luta.


Off /Objetivos:
 

Histórico:
 




[END]




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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptySab 24 Nov - 21:33


"O Bater de Asas do Corvo" : 06
Sol

Sol estava encurralada, em situações de tensão assim era quando a loira mais brilhava, sua esquiva era simples porém eficiente, um pulo para o lado que a livrava por completo da lâmina inimiga. Alguns tiros podiam ser ouvidos logo ao lado, balas perdidas destruíam o ambiente ao redor, e enquanto Abel se focava em não ser morto ao mesmo que dava continuidade em seu posicionamento planejado, Clair fazia o mesmo em prol do plano do garoto. Assim que errava a primeira estocada o máscarado já virava na direção de Sol com sua adaga livre, a trajetória ia em arco em direção ao rosto da garota, a arma no entanto errava, pois Clair, enquanto se esquivava para trás, apenas conseguia observar a lâmina com uma cor arroxeada passando bem diante de seus dois olhos.

Os golpes seguintes não eram diferentes, ao mesmo tempo em que o homem de terno seguia seu ataque rápido e vigoroso, a garota se mantinha fora do alcance curto de seu oponente, isto é claro até o momento em que se posicionou corretamente. Vendo tanto o atirador loiro quanto seu parceiro Abel na direita, isso através da visão periférica, era dado o momento do contragolpe de Clair. Mais uma vez aquela pose abstrata era tomada, o homem, já sabendo que não se tratava de uma mera brincadeira hesitava por um instante, colocava ambas as lâminas cruzadas à frente para que pudesse bloquear, o giro de Sol no entanto não vinha apenas com um poderoso chute, mas também com impulso que a fazia passar direto pelo homem, ele também não era inexperiente, acompanhou o flanque sem dificuldades, e no momento que o chute era dado Clair sentia o golpe sendo travado pelas peças de metal.

Sem dificuldade alguma, e já conhecendo a técnica em questão, o mascarado conseguiu bloquear o chute, talvez não estivesse claro para Sol, mas Abel sabia disso, aqueles dois homens eram mais forte do que a pequena dupla. O golpe no entanto não era em vão, o homem que já estava bem posicionado para o plano dava três passadas para trás devido ao impacto, era o suficiente. Enquanto recuava em direção ao corredor, Sol notava que Abel fazia o mesmo.

- Perfeito! - Exclamou o rapaz. O atirador já apontava para os dois, enquanto o gatuno de máscara já impulsionava suas pernas para avançar em um dash só, mas era então que Abel surpreendia todos naquela sala, primeiro ele retirava sua capa e a jogava ao vento, tapando a visão do atirador, que sem muita mira errava o alvo. O tiro não tardou para liberar a vista, e logo os dois inimigos se surpreendiam com o mesmo que Clair estava vendo já a alguns segundos, acontece que o volume que o garoto carregava nas costas, escondido em sua roupa, não era nenhuma corcunda, e muito menos uma mochila grande, mas sim um belo e grande par de asas negras.

Enquanto a plumagem se abria, roubando completamente a atenção do local, Abel arremessou algo para o teto, e era nesse momento que todo o plano do garoto fazia sentido, não só previamente, mas também durante a luta, enquanto só fazia se esquivar, o jovem havia plantado alguns explosivos no teto e paredes. O objeto arremessado era uma pequena bombinha, produzia poucos centímetros de fogo, parecia completamente inofensiva, até o momento em que iniciava uma reação em cadeia onde cada explosivo ativava o outro logo quebrando toda a fundação da casa.O vento causado pelo impacto não era pequeno, Abel usava da ventania em suas asas para pegar impulso para trás enquanto puxava Clair.

- Vamos! Essa casa vai cair daqui a pouco. - Ele começou a puxar Clair por sua rota de fuga original, de onde o mascarado havia surgido, e enquanto era puxada Sol podia ver o teto caindo atrás, já se tratava de uma estrutura velha, que impactada pelas explosões não aguentava muito. Talvez os inimigos tenham sobrevivido a explosão, e talvez estejam vivos ainda agora, mas sem chance de conseguirem dar início a uma perseguição com uma casa em cima deles.

A saída principal dava em uma rua estreita, em uma parte outrora rica, mas agora deixada para os pobres de Karate Island, Abel recolhias suas asas, agora amostras atravessando um buraco de seu casaco, de fato se tratava da raça que muitos tratam como uma lenda, um celestial. O garoto no entanto não achava nada demais, não cobria suas asas por vergonha, apenas não gostava de chamar atenção, principalmente quando tem homens o perseguindo, ele apenas batia a poeira de suas roupas.

- Isso foi… Intenso. - Ele então olhava para a garota com aquele sorriso malandro e animado de sempre. - Eu não tava botando muita fé, foi mal. Mas bem que você disse que sabia lutar. He-he. - Por fim, vendo o corte no ombro de Sol, o olhar de Abel se tornava um pouco mais preocupado. - Você está bem? - E caso a garota responda positivamente, ele prosseguiria. - Ainda consegue continuar? A base no deserto não é muito longe daqui.

Tensei

Já a situação de Atsuchi era um tanto mais tranquila, pelo menos por enquanto. Ele seguia os dois garotos até um dos três dojos principais, um certo tumulto se passava ali, de pessoas se empurrando e tentando conseguir um lugar para assistir ao embate. Isso não era difícil para Tensei, que em seus quase três metros de altura tinha uma boa vista de cima. Um jovem de kimono branco e óculos de grau ocupava a entrada, parecia organizar toda a multidão e manter tudo em ordem, ele apenas olhava para o tritão mas não o impedia, o evento parecia ser algo aberto ao público, uma das formas de lazer da ilha.

E empolgação ao redor era tanta, que a maioria das pessoas não notavam o tritão enorme, e os que o viam, curiosamente se sentiam bem protegidos e seguros, no centro do dojo já era possível para o homem peixe ver os dois lutadores se preparando. De um lado, ele via o mesmo homem que lhe apontou o caminho para a loja de armas, Bewoulf, Tensei não sabia, mas aquele era um desafio muito importante para o homem que almejava ser o próximo líder da ilha. Do outro lado, pressupondo que seria o mestre do dojo desafiado, uma mulher era vista, media cerca de um metro e setenta e cinco, descalça, vestia a parte de baixo de um kimono branco, já no tronco preferia não dar pano para a “pegada” do oponente, vestia apenas uma regata preta que demarcava bem as curvas do corpo. Com o cabelo preso num rabo de cavalo, sua pele morena tinha um certo destaque, mas não tanto quanto os olhos azuis e determinados, confiante de que não teria grandes problemas.

O rapaz de óculos de antes se dirigia ao centro, parecia que o desafio estava próximo a começar, ele então anunciava.

- Atenção! Daremos início então ao primeiro desafio do dia, nossa mestra Korra defenderá nossa placa contra o desafiante Bewoulf, que precisa apenas dessa terceira vitória para conseguir desafiar o Lorde Yang. - Ele então olhava para o desafiante. - Pronto? - O velho batia um punho no outro e bufava, a mesma pergunta nem era feita para Korra, que apenas dava duas passadas para frente e travava no chão com uma postura que Tensei, em sua experiência de combate, conseguia julgar como de mais alto nível. - Então comecem! - Gritava o garoto saindo do meio e sumindo na multidão empolgada.

Korra não deu um passo sequer, toda a iniciativa ficava a cargo de Bewoulf, que com o dobro de tamanho da mulher avançava furiosamente com uma barragem de socos velozes, quase desproporcionais para seu grande tamanho. Os golpes eram consecutivos e não davam brecha alguma para que a mulher atacasse, Korra estava completamente pressionada e não tinha como reagir. Isso era o que os novatos percebiam, é claro. Mas do ponto de vista das artes marciais, e isso o tritão conseguia observar muito bem, o homem atacante estava completamente desbalanceado e gastando energia à toa, pois a mulher dita “pressionada” apenas manteve sua postura no mesmo lugar bloqueando qualquer golpe sem nem aparentar levar danos.

Isso se seguiu por algum tempo, e Korra já sabia como derrotar oponentes grandes, uma vez que Bewoulf se cansava de tanto atacar, sua movimentação ficava mais lenta, aberta, uma brecha que a mestra aproveitava na primeira oportunidade. Primeiro com um golpear duplo de seus punhos para fora, isso forçava o oponente a abrir os braços na horizontal, em seguida ela dava uma sequência de três socos alternando os punhos, plexo solar, peito e no queixo. Os ataques faziam Bewoulf cambalear para trás, e o golpe finalizador era um chute direto de Korra, que arremessou o grande homem de volta para o local em que ele se preparava. Uma luta aparentemente impossível - aos olhos de amadores - virada em questão de segundos, mas o mais impressionante que os artistas marciais experiente notavam, era que Korra não havia dado um passo sequer durante a luta inteira.

A mulher tinha um sorriso confiante enquanto fazia um sinal para que alguns alunos retirassem o homem desacordado dali, ela andava mais cinco passos, quase chegando ao centro do dojo, abrindo ambos os braços para o lado enquanto bradava sua vitória.

- Mais alguém para desafiar hoje? - Algumas pessoas riam, não achavam possível a derrota de sua mestra, mas o anúncio de Tensei calava a boca de todos. O sorriso de Korra aumentava um tanto, pareciam empolgada em ver que o tritão que tanto lhe chamou atenção durante a entrada estava a desafiando. - Pois bem! Venha até aqui e apresente-se. - Gritava ela em resposta.

Atsuchi andava até o “ringue” de luta, uma vez lá perguntava quanto a seu tipo de luta, a resposta da mulher era simples e direta, demonstranto uma entonação um pouco mais animada que o normal. - Qualquer karate é bem-vindo aqui! Vai ser uma boa oportunidade para esses garotos verem o estilo dos mares.

Korra retomava sua posição de origem, esperando por Tensei, o garoto de óculos surgia novamente, e da mesma forma direcionada a pergunta do prelúdio.

- Pronto?!



Abel (fotinha nova):
 

Histórico:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptyDom 25 Nov - 10:40

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this sunshine is about to go in overdrive

Esse Abel realmente sabe fazer um plano, ein. Foi uma surpresa e tanto ver o teto cair assim - caramba! Tinha certeza que ele tinha alguma coisa que ele queria fazer, mas nada desse nível. Me impressionaria bastante com isso - quando fui puxada para fora da casa para não morrer, ficaria um pouquinho num trance só por alguns segundinhos. Caramba, foi tão perto! Que luta incrível foi aquela! Meio que pensei que o Flamingo não ia funcionar tão bem assim, mas agora que eu já tô acostumada a usar essa coisa numa luta de verdade, a história é outra. Caramba, será que eu sou boa mesmo?

Mas não demorou muito pro Abel me tirar da minha cabeça distraída assim, me perguntando se eu ainda estava bem. Quase pularia de animação, sorrindo e tudo mais. — Claro que tô! Você foi incrível, Abel! — O daria um abraço meio apertado, meio que sem querer; foi tudo meio no momento. — Tinha certeza que botar fé em você foi uma boa ideia. Vamos para aquela base para terminar tudo isso de uma vez! — Já estalaria os dedos, pronto para outra luta assim. Esses ladrões não são coisa leve, não.

Começaria a seguir o Abel assim que ele começasse a andar. Ele provavelmente já sabia para onde ele tinha que ir, então não faria tantas perguntas sobre a base. O que eu tava curiosa para saber era que tipo de problema esse Abel conseguiu achar? Parecia ser um cara que tava com mais problemas do que eu - eu preocupadíssima com minha ‘liberdade’ e ele preocupado para não morrer. Era uma coisa meio tensa, mas a tensão meio que não veio pra minha cabeça totalmente. Começaria a meio que perguntar o que via pra mente.

— Então, diz aí… — Ainda seguindo Abel, finalmente olharia para ele com um olhar cheio de curiosidade. É claro que ele talvez não me responderia assim certinho, mas eu já tava com a esperança que ele confiava em mim tanto que eu confiasse nele. — O que tá rolando aqui, exatamente? Esses caras não pareciam os ladrõezinhos normais que aparecem por aí nessa ilhazinha meio miserável. Quem que ‘cê deixou puto, ein?

Riria um pouco após a pergunta. Talvez ele não me responderia assim do nada, o que já me faria um pouquinho só mais curiosa. Balançaria a cabeça só um tiquinho, a imaginação indo louca sobre quem que ele poderia ter enfurecido para tentarem matar ele assim do nada. Seriam piratas? Seriam marinheiros que não tem uniforme nem nada do tipo, mas sabe como é que é, talvez eles estejam de férias? Seriam, sei lá, um bando de otários que gostam de perseguir pessoas por nenhum motivo?

Talvez nada disso. Insistiria só um pouquinho mais caso ele não respondesse de cara, só porque se minha imaginação não parar, vou ficar distraída pra caramba no meio de uma briga ou coisa assim - aí não vai ser bom pra ninguém, mesmo. — Qualé! Só me diz o que tá acontecendo aqui. A gente é um time agora, não é? — O olhar tava agora só um pouquinho parecendo como um cachorrinho que foi abandonado nas ruas, era simplesmente tudo que essa aparência pequenina podia me fazer. Podia ser um truque meio que bastante barato e fácil de se ver até de mais, mas sabe como é que é, né.

Caso não me respondesse depois disso, só meio que deixaria para lá. Não era tãããão importante assim, eu só tava curiosa porque, bem, eu tava curiosa. Só andaria em direção que ele estava me mostrando, esperando que chegássemos lá o mais rápido possível.

Histórico:
 

Objetivos:
 


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Última edição por mello em Seg 26 Nov - 8:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptyDom 25 Nov - 18:38




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"The Berserker awakening"


ㅤㅤㅤㅤㅤ A forma como as coisas aconteciam e surpreenderam, a velocidade rápida com que o combate foi anunciado e o olhar de confiança dos jovens de kimono mexiam com minha intuição. O fato deles me ignorarem dizia muito, aparentemente o líder do dojo era alguém que com extrema força, no entanto quando foquei minha atenção no centro do local fiquei surpreso, o desafiante era ninguém menos que o velho que havia me dado informações antes -Velho ...- Balbuciei ao vê-lo, só que ainda mais surpreendente era sua adversaria, uma mulher baixa que usava uma regata negra "Ela pode mesmo lutar contra o velho?" Pensei no momento em que pus os olhos nela.

No entanto a forma como as coias se desenrolaram foi surpreendente. A postura assumida pela mulher mostrava que ela entendia de artes maciais, e quando a luta foi autorizada e o velho avançou aquilo ficou ainda mais evidente. Mesmo na defensiva ela se mostrava uma lutadora experiente e se defendia das investidas do homem com maestria, até que finalmente pode atacar. Um ataque tão poderoso que bastaram três míseros socos para colocar o velho a nocaute -Incrível ...- E de fato realmente era, os movimentos dela apesar de poucos haviam sido executados de forma tão limpa que mostravam a força dela, meu sorriso aumentou ainda mais, derrotar alguém assim faria meu nome grande e talvez meus progenitores o escutassem em nossa ilha.

Após o combate ela questionou a plateia sobre o próximo desafiante e eu fui o único a me mostrar. Caminhei tentando chegar ao ringe com passos lentos, ainda estava assimilando todas as informações obtidas com a luta dela contra o velho. Após chegar foi ordenado que eu me apresentasse, e então eu soube, aquele era o momento! Mostrei meus dentes com um largo sorriso antes de começar a falar -Sou Atsushi Tensei, um pirata, "A Serra"!! - Tentei falar de forma trovejante, me proclamar como pirata não era de todo verdade afinal eu ainda não era um, mas tendo nascido na Grande Line sabia que os melhores lutadores do mundo eram piratas ou marinheiros, então a melhor forma de encontra-los era me juntando ao grupo. Depois de me apresentar o garoto de óculos fez a ultima pergunta, que tentaria responder da mesma forma que o velho havia feito, batendo um punho no outro e ajeitando as soqueiras em minhas mãos -Vamos lá.- Falei após a pergunta do garoto.

Assim que o combate fosse liberado eu tentaria pegar impulso flexionando as pernas para avançar na minha velocidade máxima na direção da mulher, enquanto avançava buscaria levar meu braço esquerdo para trás e assim que estivesse a uma distancia minima em que meu braços conseguissem atingi-la eu tentaria aplicar um soco com o braço esquerdo, pegando impulso com o mesmo e mirando no centro da face da mulher e me aproveitando de minha atura para que o golpe fosse aplicado de forma vertical de cima para baixo. Sendo efetivo ou não nessa primeira investida eu tentaria deixar meu braço direito dobrado com o pulso virado para baixo, fazendo isso desde o começo do avanço. Caso meu golpe inicial fosse bloqueado eu bateria ambos os pés no chão e tentaria ficar o mais próximo que conseguisse da mulher para então girar o braço direito enquanto tentava atingir a adversaria no estomago com um de meus golpes, enquanto o executava falaria -Gosenmaigawara Seiken!- Gritaria enquanto colocava, ou tentava colocar, toda força possível neste golpe.

Caso meu ataque fosse bloqueado ou até mesmo desviado eu tentaria usar a perna esquerda para aplicar um chute com força máxima mirando as pernas da mulher na altura do joelhos, mesmo chutas não sendo minha especialidade eu havia aprendido desde pequeno a me virar de qualquer modo em combates. Sendo efetivo ou não em qualquer um de meus ataques eu tentaria manter a guarda alta para possíveis contra-ataques, afinal já havia visto ela lutando e sabia que a mesma procurava brechas para atacar de forma mais efetiva. Sendo assim caso ela me atacasse com socos retos eu tentaria usar o braço que estivesse livre para empurrar a mão dela na horizontal, afim de evitar o golpe. Na possibilidade dela me atacar utilizando chutes, algo que eu não tinha visto, eu usaria o braço contrario (se ela atacasse com a perna esquerda eu usaria o braço direito, e vice-versa) para tentar bloquear o ataque e então jogar a perna dela para o alto, afim de abrir sua guarda para que então eu tentasse ataca-la usando minha arma secreta, o nariz. Tentando executar um movimento horizontal mirando a altura do seios da mesma.

Sendo efetivo, ou não, em meu avanço ou em qualquer uma de minhas estrategias eu tentaria me afastar da mulher afim de manter uma distancia minima de 2 metros. Caso não tivesse conseguido acerta-la ainda eu manteria a guarda alta e esperaria por algum ataque da mesma, mantando minha estrategia anterior para me defender dela.


Golpe:
 

Off /Objetivos:
 

Histórico:
 




[END]




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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptySeg 3 Dez - 3:11


"Karate Tritão Vs Ryuseiken" : 07
Sol

De certa forma, a batalha estava vencida, só de saírem vivos naquela situação parecia um privilégio, o por que? Será dito mais tarde, mas de voltando a pequena dupla, o sentimento de alívio não poderia ser maior,toda aquela ação acabava por empolga Sol ainda mais, que em um ato de comemoração saltava em direção ao celestial para um abraço. Abel demonstrava um certo tom envergonhado, não pelo contato físico, mas pelos elogios e voto de confiança do qual não estava acostumado, assim que o abraço era desfeito, o garoto apenas abria seu grande e habitual sorriso coçando a parte detrás da cabeça com a mão direita.

- He-he.

Sol afirmava estar bem, e de fato não havia sofrido ferimentos profundos, a única coisa que lhe incomodava era uma leve ardência no corte em seu braço, e quem sabe o clima, que estivesse ainda um pouco mais abafado do que na alvorada, talvez apenas o resultado do sangue fervente. Dito isto, uma vez que ambos estavam sadios, partiram então para o deserto de Karatê Island, ainda na saga em busca de um barco. Pouco antes de saírem da cidade Clair fazia a pergunta matadora, algo que vinha lhe incomodando ou no mínimo despertado a curiosidade. Quem eram aqueles homens?

A princípio Abel se manteve em silêncio, de certa forma, tenso e relutante; se sentia desconfortável com a pergunta, no entanto sabia que devia isso a garota, e ela tinha razão, aqueles homens não era nem um pouco comuns, tanto em forma de operação quanto habilidades de combate. A dupla já se encontrava no deserto, a temperatura era maior ainda, o que passava uma sensação desconfortável, o solo - arenoso - dificultava um tanto a caminhada o que só tornava o percurso ainda mais exaustivo. Sol perguntava novamente, insistindo curiosamente em saber o que se passava, e era apelando pro lado emocional que ela conseguia certa informação.

- É… Você tem razão, aqueles dois não eram ladrões. - O garoto andava um metro a frente, seu rosto baixo, evitava olhar para Clair diretamente. - Deixar puto eu já deixei muita gente, mas com relação a aqueles caras, eu diria quem e sim o que. - Ele mostrava os dentes, um sorriso de nervoso se formava no canto de sua boca e era perceptível o tremor em sua mão direita enquanto falava memórias ruins talvez? - Você sabe que a Marinha é controlada pelo Governo Mundial certo? Mas os casacos brancos na verdade são só garotos propaganda de como o governo é bondoso e cheio de justiça. - A mão que antes tremia agora parava o movimento enquanto o punho erra cerrado. - Mentiras! O Governo Mundial na verdade é o oposto disso, ditadores que oprimem os fracos e jogam seus cães para uma encenação de paz mundial enquanto são controlados por falsos deuses que se recusam até a respirar o mesmo ar que a gente. - uma cuspida era disparada contra o chão em desprezo, Abel realmente parecia ter problemas com a organização em questão. - Mas é claro que eles não podem mandar as estrelas do show de marionetes fazerem seus trabalhos sujos, afinal a Marinha tem que manter a boa imagem. É aí que entram aqueles homens de preto, assassinos, espiões, manipuladores, no geral são agentes altamente treinados, não é tão difícil assim de achar um, mas dentre eles; existe a Cypher Pol, um grupo seleto que atendem um único objetivo, eliminar os inimigos do Governo Mundial independente de quantas leis ou inocentes tenham de quebrar pra fazê-lo, são fantasmas na sociedade, e a maioria dos que sabem da sua existência estão mortos - Ele olhava para Clair de canto de olho. - Por isso não é muito legal sair contando pra todo mundo. Mas eu meio que te devia essa.

Com o tempo o rapaz ia relaxando e tornando a seu tom alegre, o assunto não havia sido finalizado ainda, Abel não contara o porquê de ser perseguido e não o faria por agora, pois finalmente eles chegavam a base no deserto.

- Ali! - Apontava o rapaz já se esgueirando para detrás de um rocha onde ainda era possível observar o local.

Se tratava basicamente de um acampamento ou base de operações no deserto, era cercado por alguns remendos de madeira que no entanto possuía diversas falhas pelo material precário; lá dentro, era possível notar algumas tendas e barracos usados para abrigo e estoque, juntamente de alguns containers velhos, no centro, uma torre de vigia feita de madeira onde no topo havia um homem observando os arredores, apesar de aparentar um tanto desatento. Na entrada principal podia-se ver dois homens armados enquanto que do lado de dentro havia mais alguns, cerca de cinco ou seis conversando, entrando e saindo das tendas, e movendo algumas caixas. O que interessava a dupla no entanto, ficava um pouco mais além, havia um pequeno porto ligado a base, e na costa da ilha, a princípio era possível ver uma embarcação grande de médio porte (escuna), ao seu lado, havia dois barcos menores com apenas um mastro para a vela em uma cabine, e por fim, também menos importante, quatro botes se encontravam espalhados pela praia, dois na areia e outros dois já no mar, amarrados em um pedaço de pau fincado no fundo do oceano, os botes no entanto, apesar de pequenos, possuíam cada um uma vela, e com o navegador certo era possível utilizá-los da mesma forma. Apenas um homem dormindo vigiava o porto a primeira vista.

Spoiler:
 

- Sol… - Continuava Abel com uma voz um pouco mais séria. - Esses caras não tem nada a ver com os agentes, e de fato são bandidos que traficam mercadoria ilegal. Mas… Mas eu menti pra você. - Dizia ele meio cabisbaixo. - Eles não roubaram meu barco , na verdade, eu que estou aqui pra roubar deles. Eu ia te usar pra conseguir um barco e vazar daqui, precisava fazer isso antes que aqueles dois me encontrassem, claro que não menti sobre te levar junto. Mas agora que eu te conheço, depois de ter me ajudado lá na mansão, não poderia deixar assim sem contar a verdade. - Mais uma vez o garoto - arrependido - evitava o contato visual, se sentia culpado por ter enganado Clair, e ali ficava ao aguardo da resposta da garota, se ela o perdoaria, se continuaria no plano de roubar um barco e sair dali, ou apenas daria as costas procurando outra rota.

Tensei

Por outro lado, finalmente Tensei se encontrava em uma situação mais empolgante, as pessoas faziam silêncio no dojo, muitos nunca nem haviam visto um tritão antes, e observar o famoso karatê tritão, era um privilégio de poucos, os olhares para com Atsuchi eram dos mais variados, admiração, curiosidade, medo, repulsa, e até olhares sonhadores em um dia enfrentar um homem peixe como Korra o faria.

Ele se apresentava, muitos ficaram relutantes com a declaração sobre a pirataria, mas não a mestra, ela apenas se manteve firme com uma postura e expressão confiante, talvez não por muito tempo. Era dado o aval para o início do combate, e se armando rapidamente, Tensei partiu para cima da lutadora.

A princípio Kora não havia percebido o que o tritão havia colocado em suas mãos, mas entendeu logo que recebeu o primeiro impacto, um soco vertical de esquerda que - como esperado - era facilmente bloqueado pela mulher, o metal nas mãos no tritão no entanto era uma surpresa inesperada, e acabava por machucar o braço de Korra no momento em que o ataque era travado. Por um instante, o semblante da mestra se tornava sério, o lado esquerdo da boca se abria mostrando os dentes cerrados e o olho esquerdo fechava levemente no momento do impacto.

Aproveitando-se da movimentação do tritão, Korra direcionava o golpe bloqueado para o lado fazendo com que Tensei, que ainda aplicava uma certa força, tivesse sua estratégia virada contra si e direcionado para baixo, abrindo uma brecha para que Korra acertasse um soco de esquerda por debaixo das costelas do tritão. Atsuchi era levemente empurrado para o lado devido ao golpe, mas logo ele fixou ambos seus pés tomando uma base rígida para rotacionar a tentar acertar sua oponente em um golpe horizontal, nesse momento Tensei conseguiu algo que Bewoulf apenas realizou em sonhos, Korra - agora sabendo das armas de ferro e da força do tritão - saiu de sua posição inicial dando uma passada para trás.

Enquanto o soco de Tensei passava direto, Korra se aproveitou para com o punho esquerdo golpear o antebraço do tritão - fazendo com que ele desse continuidade ao movimento horizontal - e logo em seguida aproveitou a guarda aberta para aplicar um golpe de palma semi-aberta na lateral da orelha de Tensei que cambaleou para o lado ao mesmo tempo em que com sua mão livre evitava redirecionava o ataque da mesma forma que a mulher vinha fazendo.

Nesse momento um certo padrão era notado, o porquê de Korra não ter problemas em enfrentar oponentes fortes, seu estilo era focado no contra-ataque, com movimentos fluídos que utilizavam do próprio movimento do oponente contra ele, como se fosse o afluente de um rio.

A investida do tritão não parava por aí e um último chute era aplicado tentando mirar na mestra, mas ela era esperta, e não era a única e usar o tamanho ao seu favor. No momento em que Atsuchi iniciou seu chute ela se aproximou de forma a colar no tritão que já não tinha mais como chutar em uma distância tão próxima, se aproveitando do posicionamento de Tensei, Korra agarrou sua coxa e chutou sua única perna de apoio na canela - forçando o tritão a se ajoelhar - e com um grito de força, ela fez um giro completo pegando impulso para jogar o tritão - que ajoelhado - fora mandado deslizando pelo chão do dojo, terminando cerca de oito metros de distância de Korra.

Por um instante a luta se encontrava em um pequeno momento de pausa, e quase que como dando tudo por encerrado, Korra se virou de costas andando como se estivesse para sair do “ringue”, nesse momento era possível ver direito que ela usara para golpear o primeiro golpe, estava vermelho e um pouco inchado. - Aqui é um dojo onde se treina artes marciais, não são os becos ou mares que vocês piratas costumam ficar. - Disse ela meio irritada. - Se quer suar essas coisas então use lá fora. - Continuava se referindo às soqueiras de Tensei. - Mas aqui não é um campo de guerra para se usar armas. Este desafio está encerrado. - Concluiu assim seus dizeres sem nem olhar para o tritão, ainda se afastando da luta considerando-a como acabada.



Abel (fotinha nova):
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE - Página 2 EmptySeg 3 Dez - 12:16

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Escutaria a explicação de Abel beem quietinha, não queria muito interromper e muito menos perder a atenção porque pensei sobre outra coisa. Os nomes meio que ficariam confusos na minha cabeça, mas deu pra pegar tudo que ele falou mais ou menos. Então esses marinheiros não tinham nada a ver com a justiça, mesmo! Claro que não tinham. Minha expressão que geralmente era só sorrisos se tornaria numa expressão meio salgada, estaria obviamente um pouquinho furiosa por esses caras estarem perseguindo meu amigo meio que assim, do nada. Talvez não fosse ‘do nada’, mas não importava nem um pouquinho para mim! O Abel era bem mais importante de que um bando de aleatórios ou fantasmas ou sei lá o que. — Tá bom… Entendi. Obrigada por me contar, mas… Na próxima vez, eu não vou perdoar eles! Podem vir que … ow. Ow, ow, ow…

Seguraria meu braço. Finalmente notei o corte que estava ali, e a dor finalmente alcançou o cérebro depois de tanta animação. Ainda dava para mexer o braço como sempre, mas o incômodo certamente ficaria no caminho depois… Tenho que dar uma olhada nisso aí o mais rápido possível, mas agora não era hora. Perceberia que meio que errei meu pequeno discursinho todo por causa disso, então riria só um pouco. — Hehe… Tá bom, deixa pra depois. Meu braço meio que fez eu esquecer sobre o que eu tava falando.

Mas não demorou tanto pra gente chegar na base no meio do deserto, e é aí que eu prestaria atenção. Tinha um bando de homens por aí, alguns armados … o que não era bom sinal. Vai ser meio difícil pegar o navio do Abel de volta, o que é … epa, peraí. Prestaria atenção pelo o que ele estava tentando falar comigo, já ficando distraída sobre quantas pessoas estavam por ali de novo. Vish, Sol, presta atenção às vezes! Se bem que já esqueci a maioria das pessoas que estavam ali no momento que virei a cabeça, mas eu lembro bem das armas. Isso não dá pra esquecer.

E aí ele me explicaria o que realmente tá acontecendo aqui, e … ahh. Bem, é só isso? Caramba, ele realmente sabe ser dramático. Daria uns tapas leves (meu braço ainda tava doendo só um pouquinho) nas costas dele, rindo quietamente pra ninguém me escutar. Não era nenhum problema! — Relaxa. Nós somos parceiros no crime, né mesmo? — Olharia para ele, olhos fechados e um grande sorriso no rosto. — Crime sendo a palavra chave! Claro que piratas são só um pouquinho mentirosos, então eu não acho que foi culpa tua. E se eu tiver que roubar um barco de outra pessoa, por mim tudo bem. Eu confio no seu julgamento!

— Então, qual vai ser o nosso plano de ataque?

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