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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato IV: A Busca Pela Cura

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyQua 17 Out 2018, 15:37

Relembrando a primeira mensagem :

Ato IV: A Busca Pela Cura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyDom 04 Nov 2018, 17:36

Aprendizado Parte 2

Como o esperado, o velho corcunda não sabia nada sobre Kienzanti e com isso eu seguia até a mulher que furará a fila. Ela jogava algum tipo de jogo de cartas com Karthus e como havia acontecido comigo perdera para o homem, deixando-o para trás emburrada pela derrota. Apesar de escutar o que eu tinha para dizer, ela prontamente rejeitava me ensinar Lábia até que chegou na parte em que disse que poderia ajudá-la no que quisesse e assim finalmente ela aceitava conceder o conhecimento a mim. Estava ficando cada vez mais empolgada pela quantidade de coisas novas que estava aprendendo nessa nova caminhada ”Você está aprendendo é como ser uma criminosa, aliás você não deveria novamente estar confiando em pessoas desconhecidas” mais uma vez ela tinha que vir me chatear ”Olha aqui, a gente já conversou sobre isso e você sabe muito bem a resposta que eu dei” estava ficando irritada demais para perder tempo com discussões e principalmente com minha inimiga mortal. Depois de algumas horas, o ensinamento da mulher acabou mesmo com dificuldades por causa da chuva que assolara o lado de fora da caverna para onde tínhamos ido antes da aprendizagem. Quando voltamos até o faroleiro, descobri que ela se chamava Geovanna e que provavelmente iria me dar mal novamente, já que a mulher sugeria a Karthus uma aposta em dupla ”Olha onde eu fui me meter” pensava ao escutar que teríamos de fazer uma atuação para o homem. Confesso que ser chamada de chifruda incomoda, ainda mais porque é algo de que não gosto e quero encontrar uma solução - Você nos meteu nessa enrascada e eu que tenho que resolver tudo? suspiraria ao olhar para Geovanna, ambas não sabiam nada sobre atuação - Vem, vamos encontrar alguém para nos ajudar a puxaria pela mão e começaria a procurar por algum ator ou uma pessoa que pudesse nos ajudar com isso.

Para falar a verdade, nem sabia por onde iniciaria as buscas por ajuda, mas alguém teria que “assumir” a liderança não? "Você não possui capacidade para isso, volte pro seu violino vai” insistência provavelmente era o nome do meio dessa voz ”Eu não disse que era capacitada, mas que uma de nós precisa guiar a outra” a paciência estava sendo perdida aos poucos, parece que ela tem o “dom” para me irritar ”Boa piada, agora vai ser uma cega ajudando a outra, vão acabar as duas caindo no buraco” essa foi a gota d'água para retirar minha tranquilidade. Como de costume ignoraria ela por um tempo para evitar mais chateações já sou louca o suficiente, imagina se acabo fazendo caretas aleatórias demonstrando minha irritação para os transeuntes - Já que não temos outra solução, o segredo é sermos otimistas sorriria para ela procurando passar tranquilidade a Geovanna, mesmo que a situação não fosse propicia era melhor do que ficar choramingando por aí. Procuraria por qualquer um que chamasse a minha atenção atuando ou então que estivesse usando roupas que “caracterizassem” como um ator, afinal em minha visão não teria outra forma de encontrar um, já que estaria fora de realidade achar um Tom Cruise da vida ator famoso aleatoriamente por aqui. Caso conseguisse encontrar alguém, logo o abordaria para que pudesse ajudar a mim e Geovanna - Olá, tudo bem? Poderia nos ajudar com um “pequeno” problema? perguntaria dando ênfase na penúltima palavra - Então, a gente precisa ganhar uma aposta do Don Karthus e precisamos que nos ensine sobre atuação prosseguiria colocando um sorriso em meu rosto - Por favor... Até posso te pagar! insistiria se a pessoa rejeitasse nos ajudar. Se não encontrasse, somente nos restava continuar procurando e tentando identificar um ator para nos auxiliar nessa aposta com o faroleiro.

Se porventura a pessoa viesse a nos ajudar me animaria - Muito obrigada! sorriria sem tentar esconder a alegria que estava sentindo nesse exato momento. Assim, mais uma vez procuraria me concentrar em todo o conhecimento passado pela pessoa e trataria de fazer com que Geovanna mantivesse toda sua atenção no que estava sendo dito, não seria só eu a dar duro para aprender - Presta atenção! perderia a paciência caso ela estivesse viajando e desferia um leve tapa sobre sua cabeça para acordar para a vida. Com o fim do aprendizado, procuraria descansar ali mesmo onde estava, se estivesse em pé me sentaria e caso já estivesse permaneceria sentada aproveitando para pensar sobre a peça que iriamos realizar - Já sei! saltaria de uma vez me colocando em pé para explicar o que se passava na minha cabeça - A gente faz o seguinte, você interpreta uma mulher sozinha e atormentada pela morte do marido, já eu uma empregada desastrada que não sabe o que é o amor estava empolgada, podia não ser a melhor ideia, porém era a primeira coisa digamos que interessante que surgia em minha mente - Assim, no caso uma vai ajudando a outra a resolver seus problemas e acabam se apaixonando, mas por conta do preconceito se afastam por algum tempo se reencontrando no final da peça diria sorrindo, provavelmente não teríamos para onde correr - Posso tocar algumas músicas também pra ficar mais imersivo faria um comentário final mostrando a ela meu violino. De toda forma, precisaria estar preparada para realizar a peça, talvez precisávamos ser o mais convincente possível e até mesmo uma cena de beijo nas cenas de romance, todavia isso poderíamos decidir mais tarde.



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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyDom 04 Nov 2018, 20:37



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Anoitecendo

Katherine Silverstone
Katherine não acreditou que Geovanna meteu ela naquela situação sem saber atuar. O que a moça tinha na cabeça quando propôs algo do tipo para Karthus? Tudo bem que ele escolheu que iriam atuar, mas ela poderia ter tentado escolher antes. Sem ter muita opção, Silverstone puxava a jovem repreendendo-a por não ter pensado que poderiam acabar naquela situação. Katherine sem saber o que fazer, começou a olhar a sua volta. Enquanto isso, Geovanna que esfregava suas mãos nos braços sem saber o que falar direito, começou a se pronunciar. -Desculpa por te chamar de chifruda... percebi que você não gostou. - E antes que a revolucionaria pudesse falar qualquer coisa, a própria jovem continuou. - Eu torci aqui por um instante... mas você não sabe atuar não é? Sei de alguém que poderia nos ensinar a atuar... - Ela não parecia nada a vontade com aquela fala, provavelmente pelo próprio jeito que Karthus havia soletrado a palavra já demonstrava que ambos sabiam de algo que Katherine não sabia.

Geovanna começou a andar e assim a jovem revolucionaria podia a seguir tranquilamente. Foram até uma das cavernas da red line e a jovem foi andando com facilidade no ambiente. Havia muitos piratas por lá e todos pareciam conhecer a jovem, os olhares predadores existiam por todos os lados, todos pareciam ignorar Katherine, focados na outra que andava um pouco mais a frente, claramente desconfortável. Eles estavam com uma bandeira pirata estranha que lembrava a entrada de um circo. Chegaram então em uma tenda totalmente iluminada por fogueiras, Geovanna entrou sem medo algum. A tenda não era das mais confortáveis e nela havia um homem e uma mulher deitados seminus, a mulher em cima do homem. - Imagino que esteja aqui porque conseguiu nosso navio de volta? - Falou o homem olhando para a jovem logo a frente de Katherine. - Ainda não... - Respondeu Geovanna ainda esfregando os braços. - Então por que você já está aqui? - Perguntou a mulher. E quando ela falou que Silverstone conseguiu notar que a voz da mulher era bem parecida com a de sua colega. - E quem é essa aí? - Geovanna então olhou para Katherine e sem saber o que responder, acabou por falar. - Ela é uma amiga minha, vai me ajudar a recuperar o que a gente quer... mas para isso precisamos aprender a atuar. - Respondeu sua colega, no começo ainda meio insegura e forçando-se a parecer decidida quando falou o que foram fazer ali. Apesar do tom sério e seguro que a moça fez, os dois deitados na tenda começaram a gargalhar bem alto.

O homem deslocou a mulher acima dele com delicadeza e falou sério olhando para Katherine. - Não caia em nada do que essa menina te falar. Eu vou ensinar você a atuar, mas ela é um caso perdido, se não aprendeu desde que nascera, não será em uma noite que aprendera. - Falou o homem se levantando. - Quem sabe Karthus não te entregue pelo menos o que você quer. - Falou ele se levantando por completo. O ensino durou por bastante tempo, a mulher que estava com o homem acabou por se vestir e lhes entregou um pouco de comida enquanto todos os três praticavam. Katherine aprendia rápido, já Geovanna realmente não tinha qualquer pingo de dom para aquilo. Após diversas horas praticando, Silverstone pôde ir dormir tranquila em sua capacidade básica de atuação, mas não vira sua colega ou o homem fazendo a mesma coisa. Já nem sabia que horas eram quando foi dormir, porém a escuridão da caverna denunciava muita coisa.

Várias horas depois, foi acordada pela própria Geovanna, a jovem estava com olheiras, era fácil falar que ela simplesmente não dormira. - Temos quatro horas para decidir qual será a nossa peça. - Falou a mesma claramente desanimada. Foi quando Katherine falou sua sugestão e a outra simplesmente aceitou, provavelmente sem capacidade alguma de pensar por conta própria. - Vamos lá ver como vai ser a peça dos nossos adversários.

Ao chegarem no farol, viram um Karthus visivelmente irritado com alguma coisa. A outra dupla era formada por dois piratas que realizar uma cena muito boa de comédia. Todos que estavam por lá acabaram rindo ou gargalhando, com exceção do homem que eles precisavam convencer. Ele olhou para as duas. - Vocês apresentam em meia hora, é bom que tenham preparado algo realmente bom. - O tom de voz não era amigável, parecia até outra pessoa em comparação com ontem. Geovanna então puxou a manga de Katherine. - Será que isso será o suficiente? Nem planejamos nada muito extenso.
off:
 

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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyTer 06 Nov 2018, 12:06

Canon in D major

Para a minha felicidade não precisara procurar por um ator para que pudesse nos ensinar a atuar, Geovanna conhecia alguém que poderia nos ajudar. A mulher me guiou até uma das cavernas que existiam ali, haviam diversos piratas que pareciam conhecer ela pela forma que a observavam, até mesmo me ignoravam ”Essa mulher vai te levar para a morte!” a voz martelava minha cabeça em meio àquela situação, talvez não pudesse discordar de suas palavras, mas teria de acreditar em Geovanna ”Eu espero que não” odiava concordar com ela. Conforme a caminhada ia se encerrando nos aproximávamos de uma tenda iluminada em sua totalidade por fogueiras, onde um casal seminu estava deitado provavelmente eram os líderes da tripulação circense, logo os três começavam a conversar e ao que parece Geovanna teria de recuperar o navio deles que possivelmente fora pego por Karthus em uma aposta. Por um lado, estava animada para começar a adquirir mais um pouco de conhecimentos artísticos e por outro parecia me compadecer pela mulher, já que pareciam não levar Geovanna a sério até mesmo chamando-a de caso perdido quando se tratava em atuar. Daí pra frente o homem passou a nos ensinar durante algumas horas, mas o que parecia ser fácil para mim Geovanna tinha grandes dificuldades - Vamos lá, você consegue! buscaria anima-la, não adiantaria de nada se somente eu pudesse fazer uma atuação corretamente. Quando eu fora dormir, ela ainda permanecera treinando e na manhã seguinte era possível constatar que ela provavelmente não descansara, aliás o seu ânimo sequer parecia estar presente em si, com isso Geovanna me chamava para vermos a peça dos nossos adversários que faziam uma boa cena de comédia ”por que não pensei nisso?” me questionava mentalmente ao observá-los, em alguns momentos não poderia evitar a soltura de um riso por conta da cena.

Após um tempo, voltaria meu olhar até Geovanna - Ei, fique tranquila a gente vai conseguir vencê-los sorriria para ela procurando tranquiliza-la ao menos momentaneamente - Antes de tudo, descansa um pouco não acho que deveria atuar assim com sono pediria a ela  ainda sorrindo - Eu ainda preciso pensar em algumas coisinhas há mais prosseguiria antes de procurar um local onde pudesse me sentar ali. Me distrairia com outras coisas por enquanto, talvez aproveitar alguns momentos para enxertar um pouco de música para animar as coisas e fazer com que o telespectador se sinta realmente dentro da peça, estava incerta ainda sobre isso ”Se você ficasse somente no violino, poderia evitar uma situação como essa” ela estava querendo retirar mais uma vez minha paciência? ”Eu sei que você possui mestrado em me irritar, mas só por agora poderia ficar quieta? pediria com educação, a paciência começava a esvair-se aos poucos. Esperaria Geovanna por no máximo 2 horas, nem era lá muito tempo para descansar, mas para quem não dormira a noite inteira poderia vir a ajudar - Vamos lá, acorda aí isso era para ser apenas um descanso e não uma hibernação gentilmente a balançaria e brincaria com seu estado, caso ela demorasse um pouco para acordar. Evitaria aceitar um não como resposta, ela precisava ficar descansada para não apagar em meio a nossa cena, assim estragaria tudo e somente perderíamos todo o tempo que ensaiamos para tudo dar errado - Nananinanão, você precisa descansar e urgentemente a incentivaria a ir dormir.

Spoiler:
 

Quando ela estivesse acordada novamente, procuraria explicar a ela sobre a cena em questão que iriamos fazer creio eu que não havia necessidade de ser algo muito extenso para evitar que o público se cansasse de nós, após a explicação daríamos início ao ensaio.

Depois de algum tempo ensaiando, deixaria os minutos restantes antes da apresentação para descansar tanto o corpo quanto a mente - Confie em si mesma! sorriria procurando animar Geovanna antes de começarmos - Eu não me apresentei né? que má educação a minha, eu sou Katherine Silverstone, mas pode me chamar de Kath estaria um pouco constrangida por ter esquecido disto, às vezes esquecia do mais simples. Estenderia minha mão até a da mulher e a guiaria até onde estava Karthus novamente para mostrarmos a nossa cena a ele ”Mantenha calma” diria a mim mesma em pensamento, provavelmente estaria em um misto de nervosismo e animação para fazer aquilo de uma vez - Se esquecer de algo, olhe pra mim e improvisa! riria olhando para Geovanna, isso poderia dar certo de várias formas e eu realmente queria que nada desse errado. Com isso, “estaria” pronta para iniciarmos o show - A senhorita têm certeza disso? questionaria procurando demonstrar que estava incrédula com as palavras ditas pela personagem de Geovanna - Eu sou apenas uma empregada, então por que isso tudo tão de repente? estava começando a me emocionar neste momento, tentando ser a mais convincente possível para conseguir arrancar ao menos um aplauso de Karthus - Está só sendo gentil senhorita cabisbaixa fitaria diretamente os olhos de Geovanna neste instante sem piscar. Na troca de cenas, tocaria uma música clássica para deixar a espera um pouco mais agradável - A verdade, é que eu também quis esconder esse sentimento, pensei por várias noites que estava sendo só precipitada, afinal como alguém que nunca se apaixonou poderia saber o que é amar? esse era um sorriso triste em meio a pergunta a mulher - Não podemos, a sociedade não nos aceitaria como somos tentaria fazer com que lágrimas escorressem do meu rosto, talvez acabasse me emocionando por conta própria - Está bem, apenas um beijo e uma noite tomaria seus lábios ao final da cena, tocando a música novamente para encerrarmos com tudo. Ao fim da peça olharia rapidamente para Karthus, aguardando sua reação e não poderia deixar de estar muito empolgada, aliás antes eu ainda teria que agradecer a presença de todos os que estavam ali - Muito obrigada! faria uma mesura e esperaria que Geovanna fizesse o mesmo.

Spoiler:
 


Cena Completa:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyTer 06 Nov 2018, 19:03



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Hora do almoço

Katherine Silverstone
Acordando, Katherine viu que sua colega não havia dormido ainda e insistiu que a mesma descansasse antes de irem praticar. Geovanna até pensou em discutir, mas percebeu que acabaria perdendo a discussão e aceitou sem discutir. Silverstone acordou a mesma duas horas depois e começou a praticar a sua cena com sua parceira, percebendo só no final do ensaio que ainda não havia se apresentado. - Haha, prazer. - Respondeu a mesma esticando a mão. - Você já sabe meu primeiro nome, mas meu nome é Geovanna Muller. - Se apresentou também.

A cena que a revolucionária havia pensado era bem curta e até simples e que faria até mesmo Katherine repensar se havia feito o correto ao ver a cena de comédia de seus adversários. Mas bem, já era muito tarde para fazer algo quanto a isso. Para piorar um pouco mais a situação Silverstone viu os piratas circenses se aproximando pouco antes da sua própria apresentação começar. E naquele clima estranho, em cima de um palco pequeno e improvisado, com uma plateia bem maior do que a dos piratas comediantes, Kath e Geovanna acabaram por apresentarem sua peça. Por ser curta, não houve muito tempo para o povo pensar e todos ali percebiam a diferença clara de atuação entre Muller e Silverstone. Por isso, quando chegaram na parte final, ninguém estava esperando nada daquela peça, porém o beijo pegou todos de surpresa. Se Karthus gostou ou não, é algo difícil de determinar, porém ele esboçou uma reação, o que foi o suficiente. No dia em questão, ele estava tão carrancudo e nervoso que esboçar uma reação de surpresa ali foi o suficiente para que a vitória fosse determinada pelas meninas.

Com a mão na cara de decepção. - Não pensem que eu gostei dessa peça, mas infelizmente ela fez mais o papel de entretenimento do que aquela cena de comédia que eu já conheço de cor e salteado. - Ele respirou fundo e então fez um gesto para que os piratas circenses fossem embora, mas eles não saíram dali, a excitação por terem o navio de volta era muito interessante. - Eu entrego o navio de vocês daqui a pouco. - O homem se levantou e foi até o farol, onde voltou pouco tempo depois, com um relógio estranho que foi entregue para Katherine. - Isso é um log posse. Não o perca ou não poderá sair da ilha que você for da grand line. Ele demora um tempo para se acostumar com a ilha e assim apontar para a próxima. O seu atualmente está apontando...

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- Nome da primeira ilha dessa rota seja lá qual for. Espero que se divirta nela. - Ele jogou um igual para Geovanna, mas continuou olhando para Katherine. - Você queria informação sobre o velho Kienzanti, não é? Ele foi para Cactus Island, falou algo de testar a ceiva dos cactus para a doença. Ele parecia animado com as possibilidades que aquela ilha dariam a ele. - Ele então virou-se para Geovanna e todos os outros que ali estavam. - Então... vamos para o navio de vocês. - Porém não chegaram a dar um passo sequer em qualquer direção. Um homem desconhecido para Katherine gritou com todas as forças: NAVIO A VISTA!

E todos olhando viram que um navio se aproximava, ele não estava tão destroçado quanto seria o normal de um navio estar ao passar pela reverse mountain. Karthus estava com tanto mau humor, que nem a chegada do navio parecia interessar-lhe. E com isso, ele e os piratas circenses começaram a andar na direção do navio deles.

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Última edição por PepePepi em Sex 16 Nov 2018, 13:58, editado 4 vez(es) (Razão : erro na hora, como perdi o 2 original, fiquei atualizando no pré-visualizar para tirar um print -_-)
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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptySex 09 Nov 2018, 12:40

Reta Final

Aparentemente ninguém esperava nada da peça, já que haviam se surpreendido com o beijo de encerramento e o melhor de tudo é que conseguíamos tirar a carranca de Karthus causando-lhe uma reação que consequentemente nos dera a vitória. A realidade era que estava sem entender, afinal o faroleiro gostara ou só achará decepcionante? Suas ações seguintes declaravam a segunda opção vencedora, mas ao menos pudemos lhe entreter - Vai, eu sei que você gostou sorriria para ele ainda animada por ter ganho a aposta desta vez. Logo, o Don ia para dentro do farol e voltava com uma espécie de relógio bem diferente dos que eu havia visto até agora - Obrigada pelo Log Pose permaneceria sorrindo enquanto passava a observar o estranho objeto em minhas mãos, segundo Karthus ele apontava para a Ilha Aracne - Interessante, o que será que posso encontrar lá? sussurraria ao me perguntar ”Seja o que for, você não deveria estar indo pra lá" mais uma vez, ela tentava se mostrar contrária aos meus desejos ”Só pelo nome eu prevejo que é algum lugar perigoso e que você não deveria estar indo para lá” temos uma vidente por aqui? é isso mesmo produção? ”Caramba, deixa eu ver essa bola de cristal também? Será que eu consigo prever quando você vai parar de me torrar a paciência? ironizaria sua frase, talvez fosse melhor do que agredir verbalmente e demonstrar o quão irritada poderia estar no momento. Por fim, Karthus finalmente dizia sobre Kienzanti descobrindo então que o homem estava em Cactus Island - Será que é muito longe da ilha que estou indo? me questionaria, já que o faroleiro não estava mais ali e fora devolver o barco dos piratas circenses.

Nesse instante estaria ainda mais animada, um navio que provavelmente era dos revolucionários se aproximava do farol - Bom, não custa nada pra ir lá e confirmar diria ao começar a caminhar na direção na onde estava o navio até então desconhecido por mim ”E se for um navio de piratas que vão te sequestrar?” desta vez, ela poderia até ter razão no que estava falando ”Eu estou assumindo riscos desde que eu saí de Skypiea? Agora não é hora de dar pra trás com medo de qualquer pirata” não sabia ao certo, mas nesse momento provavelmente estaria mais calma do que em nossa conversa anterior. Aos poucos estaria próxima de onde aportara a embarcação, com isso poderia observar melhor quem seriam - Olá, tudo bem com você? sorriria ao perguntar para a primeira pessoa que estivesse mais perto - Jormungard repetiria a palavra secreta dita por Athena, assim poderia rapidamente identificá-los como revolucionários ou não. Se porventura ninguém entendesse o que eu havia dito apenas soltaria um riso constrangido - Haha, me desculpe de verdade por isso estaria com um sorriso “amarelo” nesse momento - Que bola fora sem problemas, estaria rindo pra não chorar da provável vergonha que passara ali. Caso viessem a ser os revolucionários que eu estava esperando, realizaria alguns pulinhos demonstrando toda minha animação - Eu sou Katherine Silverstone, podem me dar uma carona até a ilha Aracne? só então me apresentaria para eles - Algum de vocês conhece a Athena? faria um questionamento final, antes de tentar subir à bordo - Não há porque se preocupar, eu consegui um diria se me perguntassem sobre o Log Pose e mostraria o que estava em minha posse.

Sendo eles ou não, acabaria tendo que voltar para me despedir de Geovanna, afinal não era tão mal-educada ao ponto de sequer quem me ajudara. Caso estivesse com os revolucionários teria de avisá-los - Esperem só um instante, preciso resolver uma pendência e já volto pra cá diria formando mais uma vez um sorriso em meus lábios.  Começaria a correr nesse momento, precisava me apressar se não quisesse atrasar a partida do navio - Onde será que ela se meteu? olhando para todos os lados enquanto procurava, incerta sobre conseguir encontrá-la ainda no farol e provavelmente desistiria de procurar se realmente não pudesse acha-la em lugar nenhum. Se conseguisse encontrar Geovanna em algum lugar, primeiro procuraria recuperar o fôlego perdido na corrida antes de começar a falar - Obrigada por tudo! faria uma pequena mesura de agradecimento - Espero que a gente possa se encontrar novamente no futuro ao levantar o rosto sorriria e estenderia as mãos para abraça-la - Adeus! por fim, acenaria em sua direção ainda com um sorriso nos lábios. O bom de estar sempre sorridente é que poderia esconder quando realmente estivesse triste com algo, talvez falte alguns parafusos na minha cabeça pra conversar com uma voz, mas o meu sorriso é minha maior qualidade - Aracne, espera aí que Katherine Silverstone está chegando! gritaria para os céus animada.

Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptySex 09 Nov 2018, 18:14



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Hora do almoço

Katherine Silverstone
A jovem sorria de alegria com a vitória por mais que o velho do Karthus ainda estivesse meio nervoso. Brincando com ele não recebeu nenhuma resposta de sua fala. Assim, acabou recebendo o tal item chamado Log Pose e a localização para onde apontava: Aracne Island. - Obviamente aranhas. Muitas delas, por todas as partes. - Respondeu ainda carrancudo o barbudo senhor. E passando para a informação do médico, Katherine acabou por ter uma duvida de quão longe tal ilha era de Aracne, mas não saberia a resposta por causa da partida de tal homem com os piratas.

A jovem então animada com a chegada do navio que imaginava ser dos revolucionários, começou a andar na direção em que eles iam parar. Alguns poucos já se amontoavam por ali também. Mas mesmo estes começaram a dispersar, quando outro navio surgiu no horizonte. O navio que vira primeiro parou, Katherine conseguiu notar que era um Brigue, e aos poucos o movimento dele foi intensificando. Alguns iam saindo do navio, e assim, quando o primeiro que saiu passou perto dela, a mesma logo o cumprimentou e falou uma palavra secreta. O homem a olhou com aquela cara de "o que diabos essa maluca chifruda está falando comigo?!", mas não chegou a falar nada naquele instante. Ele parou e então refletindo sobre tudo aquilo. -Ok... acho que pode ser isso. - Falou o homem percebendo do que aquilo podia se tratar. - Venha comigo. - Falou ele voltando para o navio. Provavelmente noventa e nove porcento da população pensaria que aquilo era uma ideia ruim, mas a jovem acabou por entrar no navio e então viu o homem falando com uma mulher sobre a tal palavra que Katherine havia dito para ele.

A moça então se aproximou dela. - Olá, eu sou Alyssa. - Falou a mesma esticando sua mão para cumprimentar Katherine. - Pelo que Battos me falou... você é um pouco maluca, ou muita sortuda. - Falou e assim chamando-a mais pra perto. - Não se fala códigos com essa facilidade para qualquer um do navio. - E então, com aquilo dito fez sinal para a mesma entrar no navio com ela. Desceram e acabaram em um quarto privado dela. - A maioria das pessoas aqui não são revolucionários. A sua sorte deve ser muito alta por falar com Battos logo de primeira. - Falou a mesma com a mão perto da testa coçando um pouco a cabeça. Então ao ouvir a fala da menina. - Bem, podemos, não era nosso plano inicial, mas acho que sim. Só precisamos de um log que aponte para lá. - Falou Alyssa e então, parando por um tempo. - Você falou Katherine, Athena me contou sobre você. Ela falou que esqueceu de te entregar isso aqui. - E assim a moça lhe entregou um broche.

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- E vou te parabenizar agora você ter sido promovida. - Falou sorrindo. - Agora você é um cabo. - Falou a mesma sentando e explicando a nova patente. - Agora você tem alguns tipos diferentes de coisas que pode fazer pela gente, dado que confiamos mais em você e em sua força. Bem, não que dê para fazê-las aqui, não é mesmo? Vamos demorar um tempo aqui arrumando algumas partes quebradas do navio e pegando mais suprimentos. - Com aquela informação, Katherine pôde sair do navio e procurar por Geovanna.

E então, saindo a procura de sua amiga, acabou por achar a mesma na beirada da terra, vendo o navio que se aproximava e que estava para chegar. Os piratas circenses não estavam com ela. Agradecendo a menina, viu que a mesma estava com os olhos marejados. - Eles vão me deixar aqui. - Soltou a menina sem resistir para a jovem a sua frente, a unica "amiga" que possuía naquele lugar e naquele momento.

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyDom 11 Nov 2018, 11:29

Alones

Realmente aquele era um navio revolucionário, conseguia me encontrar primeiramente com um homem chamado Battos e já conseguia fazer minha primeira burrice ao sair falando a palavra secreta por aí. Para a minha sorte encontrara a pessoa certa e assim evitara possíveis futuras dores de cabeça, apesar de que me taxariam ainda mais de maluca ”Maluquice mesmo é entrar dentro de um navio desconhecido como se já estivesse familiarizada com os tripulantes” ultimamente não poderia discordar de suas palavras, mas sabia que havia no fundo um pouco de exagero nisso tudo e com isso não evitaria de ficar irritada ”Fala sério, você é descomedida demais e nem tenta esconder isso!” se estivéssemos face a face nesse momento reviraria os olhos demonstrando insatisfação com suas reações. Battos me apresentava Alyssa, aquela quem parecia comandar os navegantes que ali estavam - Pode-se dizer que sou mais maluca do que sortuda sorriria com as palavras da mulher. Após a breve conversa, ela ainda me levava até a parte de baixo do Brigue onde ficava sua sala para me promover a uma nova patente dentro do exército revolucionário - Muito obrigada! agradeceria com uma expressão procurando mostrar toda a animação e excitação que estava sentindo no momento ”Ah, que legal quanto maior for o cargo os riscos para sua vida serão mais altos”  de novo? A verdade é que não se pode elogiar que logo em seguida, já me vem com reclamações ”É mais fácil convencer uma mula do que você! estava irritada demais para continuar nossa discussão de maneira calma e por isso trataria o assunto como encerrado mesmo que não tivesse discutido sobre isso com ninguém além dela. Por fim, eu ia atrás de Geovanna enquanto eles consertavam o navio depois de ser danificado com a subida da Reverse mountain e conseguia encontrar a mulher com os olhos marejados, sozinha.  

Aquilo certamente me causava um misto de emoções, estava enraivecida e trise por ter que vê-la desta forma - Ei, fica calma e respira um pouco ajudaria ela sem perder tempo - Tem certeza que eles vão te deixar para trás? Te disseram mesmo isso com todas as letras? a encheria de questionamentos sobre o que estava ocorrendo. A resposta poderia ser óbvia, mas eu teria de ter certeza se ela não entendera algo errado - Está vendo, deve ter sido algum mal-entendido estaria com uma expressão serena, procurando passar tranquilidade a Geovanna - Entendo, acho que você merece ficar com pessoas melhores então seria minha outra opção de resposta se não tivesse sido algum engano por parte dela. Estaria sem muito o que fazer no momento, talvez pudesse levá-la comigo até uma outra ilha, já que não a forçaria a se tornar uma revolucionária somente para me acompanhar por aí - Se você tiver boas memórias com eles guarde-as, porque agora a realidade é outra e nessa eles te deixaram para trás provavelmente a raiva já teria passado neste instante, afinal eu nem conhecia eles direito para guardar rancor ou algo parecido contra eles. Atentamente, fitaria dentro de seus olhos sem desviar minha visão - Tem alguma ilha que você queira ir? perguntaria colocando meu rotineiro sorriso nos lábios - Tenho alguns amigos que podem te ajudar a chegar lá diria mantendo minha expressão costumeira de felicidade, se ela apenas rejeitasse mudaria totalmente arqueando as sobrancelhas em surpresa - Tudo bem então, fique em segurança voltaria para o navio, antes acenaria para ela indicando minha despedida.

Spoiler:
 


Se ela aceitasse me acompanhar a guiaria por todo caminho até onde estava o brigue revolucionário, onde falaria com Alyssa novamente - Ei, essa é uma amiga minha que foi abandonada pelos companheiros, pode deixá-la viajar conosco pelo menos até a próxima ilha? perguntaria sorridente apresentando Geovanna a revolucionária - Tudo bem caso ela rejeitasse não insistiria, afinal mal conhecia eles e já vinha com vários pedidos - Desculpa com um semblante triste faria uma reverência para Geovanna e subiria a bordo, acenando para ela logo em seguida. Alyssa poderia acabar aceitando que ela viajasse com a gente e com isso eu ficaria mais feliz - Muito obrigada, de novo! aumentaria o provável sorriso que se formara ao ouvir a resposta da mulher - Espero que você não se arrependa depois puxaria Geovanna para dentro do navio - Sorte a sua hein? riria ao comentar com ela. Buscaria um local no convés para me sentar, com isso procuraria tocar uma música com o violino - Suas frágeis e recolhidas asas ressoaria calmamente somente para acompanhar o violino - Estão apenas cansadas do puro azul desse céu prosseguiria cantando - Você não precisa forçar seu sorriso para mais ninguém não estava nem ai se era afinada ou não, apenas continuaria sem me importar muito com a opinião dos outros - Não tem problema você sorrir apenas para si mesmo terminaria rapidamente cantando e tocando apenas uma parte da música. Assim, esperava que a viagem se iniciasse logo para seguirmos para Aracne, aliás se acabasse por demorar muito meu nível de paciência despencaria em um nível demasiadamente alto.


Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyDom 11 Nov 2018, 14:51



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Começo da tarde

Katherine Silverstone
A jovem satisfeita por ter achado os revolucionários, saiu a procura de sua amiga, a qual acabou por encontrar sozinha, olhando para o nada. Pedindo para a sua colega ficar calma, perguntou se a mesma tinha certeza sobre não ser um mal entendido. A mesma olhou para ela de forma relutante para responder. A fala de Khaterine lhe trouxe a razão, não a de que estava errada, mas de como aquela moça era uma completa desconhecida. Tentando engolir o choro, falou em tropeços. - Acho que a minha mãe não falaria isso brincando. E tenho certeza que não entendi errado. - Falou apontando para um barco que já estava de partida bem longe. A caveira possuía uma tenda circense logo ao fundo. Então, tentando animar a moça, Katherine não viu muita coisa para fazer ali, perguntando se a moça queria ir para alguma ilha específica.

Geovanna fechou os olhos e respirou fundo por um instante. Lembrando-se do que podia das ilhas da grand line. - Bem, sempre falaram que Mawakun é uma ilha bem bonita. - Falou a mesma forçando um sorriso. Em seguida a mesma aceitou ir com Katherine, não é como se aquele farol fosse o local mais agradável, com certeza partir de lá seria uma boa escolha. Acabaram por andar de volta até o navio que Alyssa era a capitã. A mesma estava no convés, dando algumas ordens genéricas para todo mundo. Não sendo difícil, a filha do vingador perguntou se a amiga dela poderia ir com eles. - Desde que ajude nos trabalhos manuais, qualquer um pode se juntar. - Falou a capitã e olhando para todos os lados. - Tivemos alguns membros que se machucaram na reverse, os responsáveis por cuidar de estender ou guardar as velas, por exemplo. Eles não foram tão rápidos quanto deveriam. Você sabe fazer isso? - Perguntou já olhando para a ex-pirata circense em um tom autoritário, talvez estranhasse a facilidade que a revolucionária achara uma amiga naquele lugar. Geovanna sacudiu a cabeça em um sinal de concordância rapidamente. - Bem, então podem descansar porque vocês serão as responsáveis por isso depois. Partiremos daqui meia hora eu diria.

Sem ter o que fazer naquele momento, ambas sentaram-se no convés do navio a espera de ordens. Katherine começou a tocar e falar para relaxar e retirar os pensamentos daquela situação da cabeça de Geovanna. O clima estava tranquilo, só contando os minutos para partir, foi quando um grupo estranho acabou por subir no navio a força e de forma bem grosseira. - Olá a todos! - Falou um deles, sorrindo para todos ali. Junto dele, mais pessoas acabavam por subir, Katherine conseguia contabilizar facilmente uns dez membros. - Acabamos de chegar, mas pelo que fiquei sabendo, alguém aqui conseguiu um log pose para Aracne Island. - Falou o mesmo retirando a espada. - De quem que eu preciso arrancar a cabeça para conseguir esse log pose? - Falou o mesmo dando alguns passos aleatórios pelo convés, até olhar para Katherine. - Oh ho. Não pensei que eles falaram sério. O que me acha de passar o seu log pose? - Falou o mesmo reconhecendo a jovem de alguma forma.


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyTer 13 Nov 2018, 12:11

Pancadaria

Realmente, os “familiares” de Geovanna não estavam brincando com a mesma sobre deixa-la para trás e isso acabava por passar por responsabilidade minha para ajudá-la a chegar até Mawakun. Quando voltamos até o navio Alyssa facilmente permitia que Geovanna nos acompanhasse, desde que ajudasse com os trabalhos manuais que o navio necessitava para velejar ”Você vai se machucar seriamente com isso, acho melhor deixar  seu trabalho com alguém mais capacitado não?” eu praticamente não podia fazer nada que saísse da “zona” de conforto dela que começava a reclamar comigo ”Por mais que você tente, é bem difícil me convencer de que não consigo fazer nada que necessite força física.” Eu já disse o quanto isso me irrita? Provavelmente sim e é exatamente por conta disso que não vou perder muito do meu tempo com bobagens desnecessárias como discutir com o fruto da minha loucura, ou seja, essa voz. Não demorou muito para que eu ficasse sem nada para fazer no convés, nesse instante um grupo subia à bordo do navio forçando sua passagem e aquele que supostamente liderava os criminosos pedia pelo meu Log Pose - Ei, se você pensa que vou te entregar assim de mão beijada pode ir tirando seu cavalinho da chuva diria ao me levantar de onde estava sentada, me colocando em posição de luta ”Você está ficando louca Katherine? Não está vendo a espada dele? Ele vai te cortar no meio isso sim a paciência já estava praticamente em seu limite, se possível eu esganaria essa voz ”Se ser louca é confiar na minha própria força, então eu preciso ser internada em um manicômio” esbravejaria já com a paciência esgotada.

Após isso, aguardaria pela movimentação do homem com a espada - Que foi está com medo de mim? provocaria sorrindo se ele acabasse demorando demais para perto de mim. Permaneceria imóvel, não sabia se ele realmente queria causar alguma confusão ou então se só queria chamar a atenção das pessoas e com isso, caso ele se movimentasse na intenção de me atacar com a espada procuraria estar preparada para desviar de seus golpes. Se fosse tentado uma estocada diretamente em meu peito, buscaria saltar para trás ou para os lados realizando também um giro para escapar completamente do ataque feito por meu oponente - Demorou demais prosseguiria provocando se obtivesse êxito em minha esquiva, mas se não apenas me calaria para voltar minha concentração no que estava fazendo. Caso fosse algum golpe diagonal na direção dos meus ombros ou cabeça, teria de ser rápida para jogar todo meu corpo no sentido contrario ao corte aproveitando para fazer um rolamento para me afastar e se ele tentasse me atacar novamente após a primeira esquiva realizada. Apesar de estar buscando tirá-lo do sério com minhas provocações, minha atenção teria de estar redobrada para não ser pega de surpresa em um golpe ou então a fim de encontrar alguma brecha em sua defesa para contra-atacar seus golpes - Estou ficando animada! diria no calor do momento, estando em uma pura felicidade por estar lutando novamente depois de algum tempo. Os meus ataques teriam de ser precisamente encaixados, primeiramente buscaria correr até o homem e quando estivesse próxima dele utilizaria a perna esquerda como apoio para saltar juntamente de um giro para com a direita acertar a cabeça do meu componente, mais precisamente em sua têmpora para atordoá-lo e com isso procuraria avançar mais uma vez num salto mais alto juntando as duas pernas realizando uma voadora na altura do rosto do homem procurando leva-lo até ao chão. Se meu chute fosse bloqueado na primeira tentativa em primeiro momento recuaria para evitar um possível contra-ataque por parte do meu oponente e em seguida iria mais uma vez em sua direção numa corrida para então fazer um chute lateral em sua costela.
Spoiler:
 

Se ele acabasse por demorar em demasia, eu mesma teria que avançar em sua direção agachando sobre o chão e flexionando as pernas para trás, assim buscando um impulso na hora da corrida, além disso realizando um Dash em cada passada com a perna esquerda. Próxima dele, procuraria engana-lo utilizando a perna esquerda, a qual não possuo maestria, para realizar um chute que seria facilmente bloqueado pelo homem, com isso procuraria ser rápida para puxar a cabeça do homem para perto e o atingir com uma joelhada no plexo solar o fazendo provavelmente perder sua respiração por alguns segundos, assim eu poderia ter tempo para realizar um chute lateral na altura do peito do meu oponente seguido de outro golpe, porém na direção do rosto do homem para enfim finalizá-lo - Esse aí não deu nem pro gasto riria se o embate terminasse naquele momento. Caso fosse bloqueada ou então o homem se esquivasse dos meus chutes, recuaria alguns passos para trás esperando o criminoso vir até mim - Pode vir! faria um sinal com a mão, chamando o homem para a “briga". Caso ele tentasse um corte lateral ou então na altura do meu rosto, procuraria desviar jogando meu corpo na direção e com isso realizaria um giro para o lado fazendo uma parada de mão de frente recuando para trás - Essa foi por pouco inspiraria e soltaria todo ar de meus pulmões em alívio. Se ele viesse novamente me atacar desta vez mirando nas pernas ou em outra parte do meu tronco, tentaria desviar fazendo giros constantes para evitar ser atingida acompanhado sempre de um passo para trás, frente ou para os lados. Enfim, teria de estar preparada para evitar que fosse roubada pela primeira pessoa que viesse atrás de mim e do Log Pose ”Ele vai é te matar garota!” isso certamente  me deixará em estado de fúria ”Olha aqui, se eu pudesse, você era a única que iria morrer aqui” diria já sem mais nenhum pouco de paciência. De toda forma, teria de esperar os próximos acontecimentos e o narrador para saber o que aconteceria em seguida ali no navio dos revolucionários.

Spoiler:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyQua 14 Nov 2018, 02:40



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Começo da tarde

Katherine Silverstone
O homem que entrou após a ameaça ficou esperando por um tempo para ver se Katherine iria entregar de bom grado o log pose. Nesse meio tempo, o grupo dele acabava finalmente de subir no barco, totalizando dez pessoas, todos portando espadas. Battos acabou aparecendo no convés também ao pressentir que algo ruim ali acabaria acontecendo. Geovanna começou a se afastar, com medo daquela situação. Ela, igual a maioria dos outros civis por ali pareciam assustados, aparentemente os piratas não costumavam causar confusão por aquelas áreas, todos só queriam passar e ir embora.

Silverstone percebeu que o seu adversário não iria atacar, estava esperando que a moça simplesmente lhe entregasse o objeto. Assim, a mesma teve que iniciar a confusão por conta própria. E a menina foi muito mais rápida do que o homem imaginara, antes mesmo dele entender qualquer coisa havia sido derrotada e a mesma se gabava. - Esse aí não deu nem pro gasto. - Battos retirava suas espadas e cortava um dos dez também. Alyssa ia surgindo subindo as escadas. Ela olhava para os piratas com um olhar que demonstrava uma mistura de raiva e tédio. O segundo pirata então avançava em Katherine, que por também portar uma katana, foi desviada pela menina com sucesso que já esperava ser atacada por um portador de tal arma. Os outros piratas, percebendo que estavam enfrentando pessoas habilidosas, começaram a então atacar o próprio barco. Dois homens atacaram o mastro principal, cortando as cordas que serviam para guardar e soltar a vela e outro homem subia para cortar a própria vela. Battos defendia do golpe de um outro pirata. A jovem revolucionária parecia animada com a luta que estava ocorrendo logo a sua frente. Ela desviou de um corte diagonal e depois esquivou-se de novo. Enquanto esquivava pela segunda vez, viu que Alyssa simplesmente segurava os dois piratas que estavam próximos do mastro central e assim o cabelo e os lábios dela iam mudando de cor. - Já está bom, não acha garotos? - Eles no entanto não responderam, acabaram por caírem no chão, duros como pedras. Um homem gritou USUÁRIA e saiu correndo, todos os outros piratas começaram a correr também, com exceção do adversário de Katherine e de Battos, que conseguiram derrubar com facilidade. O homem cortando as costas do mesmo e Silverstone acertando a cabeça do seu, desequilibrando-o e derrubando-o.

Apesar disso tudo, o estrago que os piratas fizeram no navio foi feio. - Acho que vamos precisar ficar por aqui mais tempo do que eu imaginava. - Falou Alyssa meio triste ao ver as cordas que estendiam e prendiam a ela cortadas, além da própria vela. - Não temos vela e cordas substitutas, precisaremos arranjar. Battos, você fica responsável por isso. - Falou a mesma olhando para o jovem que já guardava suas espadas. Então, a chefe do local virou-se para Katherine. - Tente descobrir qual é o barco desses piratas e venha falar comigo. - Falou a mesma indo até os homens que ainda estavam vivos e segurando-os. O cabelo agora estava castanho e os lábios da moça pareciam ter ganhado vida. Era possível ver que os dois homens que caíram duros no chão pareciam congelados até a morte.

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 2 EmptyDom 18 Nov 2018, 01:31

Sherlock Holmes


No meio tempo que o homem esperava eu entregar o Log Pose para si, o grupo que estava o acompanhando subia ao barco num total de 10 criminosos. Geovanna juntamente dos outros pareciam estar assustados com a aparição dos piratas por ali, talvez não estivessem acostumados com incidentes do tipo ”Você também deveria ter ficado com medo, sua boba essa “piada" me renderia boas risadas se ela não estivesse falando sério - Eu voltei a ser criança e nem estou sabendo, só você” nesses últimos tempos estava me estressando demais com essa voz. Com a demora do homem para vir me atacar, eu mesma tinha de ir para cima do pirata espadachim e nem mesmo esperava que o derrotaria com apenas um chute em sua cabeça ”A sua sorte é que esse aí era bem fraquinho, porque se fosse outro...” essa chateação não tem fim? ”Sorte? Tá mais fácil porcos voarem do que eu ter sorte em alguma luta” será que algum dia eu finalmente vou me livrar dessa voz? Talvez não, mas sonhar um pouco não custa nada. A confusão acabara nos rendendo grandes problemas, já que os homens percebendo que não conseguiriam nos derrotar em uma luta decidiram por atacar o navio e o danificar, assim perderíamos mais tempo para sair do Farol, o que me deixava ainda mais impaciente ”Malditos piratas” era o que pensava ao analisar todo o estrago que os homens haviam feito no navio.

Com as ordens de Alyssa dadas para eu ir procurar o navio dos piratas, primeiramente olharia na direção de Geovanna, talvez ela pudesse ser útil nessa busca - Ei, você sabe algo sobre furtividade? Ou então algo que possa nos ajudar? questionaria esperançosa por uma resposta positiva - Se quiser pode apenas me acompanhar então abaixaria o semblante um pouco triste, mas não ao ponto de achar que tudo estava perdido. Independente dela vir comigo ou não, seguiria calmamente pela costa da ilha observando atentamente algum barco pirata suspeito - Como vou achá-los? me perguntaria enquanto olhava para os navios, provavelmente teria de me atentar na bandeira de cada embarcação para ter ao menos alguma dica de como iria prosseguir. Mesmo não tendo certeza, se conseguisse encontrar o navio dos piratas buscaria por algum local para me esconder e assim evitar que fosse avistada pelos homens, caso Geovanna estivesse comigo e soubesse algo sobre furtividade seria sua hora de agir - Você que sabe ser furtiva, vai até lá e observa melhor o navio dos piratas falaria em um tom tão baixo que somente ela pudesse ouvir o que eu estava dizendo. Se porventura a gente acabasse sendo descobertas, provavelmente viriam diversos homens em nossa direção e mesmo que obtivéssemos êxito em nossas ações correria para longe voltando até o navio - Corre que os corno tão puto! brincaria em meio a corrida se tudo acabasse dando errado. Mesmo tendo de contrariar minha vontade de agredir um desses malditos, não era tão idiota ao ponto de me matar indo pra cima dos piratas a menos que viessem um de cada vez, com isso a história seria outra ”Se eles te pegarem, eu nem sei o que serão capazes de fazer” ela realmente não acredita em mim ”Vamos lá, nem é tão difícil assim crer na minha força” responderia um pouco decepcionada, apesar de que estaria quase perdendo a paciência.

Quando conseguisse voltar até o navio dos revolucionários, procuraria para Alyssa para informar que suas ordens haviam sido cumpridas - Achei o navio dos piratas exclamaria com um sorriso em meu rosto - E agora? O que pretende fazer? questionaria a superior mantendo a expressão de felicidade naquele momento. Aquela situação toda estava me deixando animada, afinal me encontrava tendo ao menos um pouco de ação o que pelo menos deixava toda minha impaciência para seguir até Aracne, todavia não sabia quanto tempo isso iria durar - Vamos ataca-los ou só quer se manter informada? realizaria mais uma pergunta a mulher. Caso fôssemos realizar mais alguma ação, buscaria estar preparada para o nosso próximo passo no Farol ”Espero que isto não seja muito longo" pensava instantes antes de deixarmos o navio ou então quando Alyssa começasse a dar suas mais novas ordens. Caso mais nada fosse realizado, só me restaria aguardar o zarpar de nosso navio para a próxima ilha - Finalmente gritaria em estado de animação na direção do céu. Por fim, procuraria por um local para me sentar na embarcação juntamente do meu violino para tocar um pouco do instrumento recostada sobre a amurada do navio - Isso soa bem dizia ao tentar uma nova melodia para as próximas músicas que tocaria. Aliás, após algum tempo procuraria por uma cozinha ali no navio para ajudar com a preparação dos alimentos - Eu posso ajudar exclamaria ao adentrar o local.



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