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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tchau North Blue

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MensagemAssunto: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptyQua 26 Set 2018, 16:06

Relembrando a primeira mensagem :

Tchau North Blue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptySeg 12 Nov 2018, 18:22



Teste Prático
Tudo ocorreu bem no primeiro teste, consegui papel e o lápis, respondi tudo a tempo e apesar da sargento Hinna ter feito algumas correções no que eu havia falado, a mesma considerou que era o suficiente para continuar. Ela comentou de armas para proteção, mas como ela mesma comentou, era tão óbvio que não pensei ser necessário. Além disso, comentou que apesar da boa ideia, teríamos que usar uma poronga. Mas sabe, aquilo não parecia ter importância até ela me passar o teste prático, onde falava que eu precisava garantir que todos estavam equipados.

Bem, eu não faço a mínima ideia de como fazer essa tal poronga, e não podia recorrer a ajuda de outras pessoas, então por enquanto precisaria garantir o resto, daqui a pouco me concentraria nisso. Não sei também quantas pessoas estão no meu esquadrão nessa hipótese imaginada. Porém, todos precisam de uma mochila para carregar comida e água, não saberia o tempo que ficaríamos na floresta; os antídotos; além de uma caixa de fósforos, fósforos seriam uma boa para lidar com teias em locais que saberíamos que não tacaríamos fogo na floresta, já que não poderíamos espantar as aranhas de alguma forma, ou com o fogo das porongas apagando, pelo menos, pelo jeito que Hinna falou, elas parecem utilizar fogo; talvez algumas cordas, mas isso acho que não seria todos que necessitariam, colocaria em umas dez mochilas que deixaria separadas para ficar com uma e passar para os tenentes e sargentos. As armas, cada um teria que ter a sua, não sei como garantir que todos eles possuam armas além de simplesmente ordenar que peguem a deles antes de partirmos.

O primeiro passo seria descobrir quantas pessoas eu seria responsável na embarcação. Contando por base, já teria eu, Yumi, Yatti, Said, sargento Hinna, sargento Inno, tenente Elrick, tenente Li, o baixinho lá que não sei se é do governo ou não, mas obviamente teria mais pessoas, já começamos com nove. Andaria pelo navio contando os marinheiros, não contaria os civis que estão ali simplesmente para auxiliar a marinha como podem, pois eles não podem ir neste tipo de missão perigosa. Caso avistasse alguém sem sua arma, perguntaria para a pessoa. - Olá, estou fazendo a contagem de materiais do navio para uma missão que faremos em Aracne, o senhor utiliza qual arma? Possuí alguma com você? - Caso o marinheiro em questão não tivesse, iria anotar mentalmente quais tipos de armas precisaria arranjar.

Após a contagem, poderia começar a me preocupar com as outras coisas. Iria até o armazém do navio e procuraria todos os materiais que achava necessário. Veria se a quantidade de mochilas no local era o correto para a quantidade de pessoas e então me preocuparia com os outros itens, caixas de fósforos e quem sabe até aquelas porongas, olharia a minha volta olhando se existe algo... de metal? Provavelmente, para aguentar o fogo tranquilamente e você poder segurar sem problemas, de madeira iria ter muita chance de queimar. Já estávamos indo para Aracne, aquilo era um teste para sargento, talvez já soubessem que precisaríamos de alguma coisa do tipo e eu só precisaria contar para ter certeza que teríamos a quantidade desejada, ou só quisessem garantir que eu saberia fazer o trabalho que já teriam feito.

Voltando para as porongas. Não faria sentido ser algo que consome muito rápido... teria que ser uma lanterna a óleo ou tipo uma vela, teria que ter um recipiente para tal objeto também dependendo do que fosse. Sendo assim seria "fácil" visualizar no armazém se existia algo de metal que serviria de recipiente e algo que serviria como a boca de um fogão ou como algum local que guardasse tal vela. Se achasse, contaria quantos tem. Acabando, iria ver se as armas ficavam naquele armazém ou não.

Se tivesse, iria para a enfermaria e falaria para o médico. -Obrigado pelo papel, realmente me ajudou na primeira fase. - Diria e então olhando para os lados, como se procurasse alguma coisa. - Temos antídoto para o veneno das aranhas de Aracne por aqui, não temos? Poderia me informar quantos? - Registraria mentalmente o número.

Iria procurar então pelo armazenamento de água e contaria se existe pelo menos uma garrafa de água para cada mochila. Se anteriormente as armas não ficassem pelo armazém geral, iria procurar algum armazém de armas e verificar se as armas faltando existiam em quantidade o suficiente ali.

Acabando tudo, iria procurar pela sargento Hinna, onde acabaria por falar um relatório. - O navio tem tantas pessoas, dessas tantas não tem arma, mas elas existem no armazém. Os armazéns possuem mochilas, água e alimentos para todos. A quantidade de remédios necessária para todos. - Diria, talvez negando os pontos que não foram supridos, como "os armazéns não possuem"  ou "a quantidade de remédios é insuficiente". Continuaria então para o ponto das porongas, que dependeria de achar algo que bateria com qualquer coisa que eu havia imaginado. - Como eu não sei o que são porongas e não podia pedir por ajuda, eu achei um objeto no armazém que me parece ser, já que imaginei que vocês já teriam planejado algo do tipo. E existe a quantidade para todos os soldados. - Caso no entanto eu não achasse nada do que imaginava. - E você comentou sobre porangas, consigo imaginar que envolva fogo, até peguei fósforos pro caso de apagar sem querer, mas não sei o que é e não achei nada que me fizesse pensar que seria uma nos armazéns, não sei dizer se temos isso na quantidade desejada. Talvez tenhamos que arrumar em Aracne quando chegarmos. - Finalizando isso. Olharia para ela, pensando por um tempo. - Acho que é isso, não consigo ver mais nada.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptyQua 14 Nov 2018, 21:31

Dando início ao seu teste pratico, Calros conseguia contar ao todo vinte pessoas que aparentemente participariam daquela missão. Surpreendentemente a maioria tinha consigo algum tipo de arma ou outra, de espadas a armas de fogo, de adagas a bastões. Um deles, um homem com as pernas muito mais longas do que o normal era o único que não parecia ter alguma consigo.

- Olá, estou fazendo a contagem de materiais do navio para uma missão que faremos em Aracne, o senhor utiliza qual arma? Possuí alguma com você? -

- Entendo. Eu costumo utilizar botas de combate, mas as últimas estragaram e não tive chances de repô-las antes de embarcarmos. Calço 46 caso puder me ajudar. – Respondia o homem com um sorrisinho no rosto antes de voltar a sentir a brisa leve que passava naquele momento. Ele parecia estar bem relaxado, e seu olhar para o horizonte era o mesmo que Said tinha mais cedo, cheio de antecipação e sonhos.

A próxima parada de Calros era no armazém, onde aos poucos conseguia fazer uma contagem dos objetos que julgava importante. Assim como desconfiava, o teste parecia mais estar buscando garantir que ele sabia fazer o trabalho do que qualquer outra coisa já que todos itens que procurava estavam presentes em quantidade ideal. Até mesmo as porongas não eram difíceis de se encontrar e reconhecer, já que haviam um conjunto de vinte delas.

Já no consultório, ao falar com o médico, o mesmo erguia as sobrancelhas por um instante e logo o parabenizava. – Pelo visto passou no teste, parabéns pela promoção! – Ele já havia visto diversos desses testes em seus anos na marinha, e sabia bem que a não ser que a pessoa cagasse muito no pratico, ou encontrasse um superior que quisesse queima-lo na organização, desde que se passasse no teórico era sinônimo de virar sargento. E pela pergunta do rapaz, estava na cara que seu teste pratico não havia sido muito difícil.

- Temos 40 antidotos presentes, dois para cada marinheiro que pisar naquela ilha. – O tom no fim da frase do médico ao citar Aracne era um de asco. Aparentemente não gostava muito de aranhas.

Saindo dali, água e armas foram checadas, e o único problema que descobriu foi que os maiores números de bota presentes eram 44 e 48, nenhuma 46. Seu teste estava completo e ao relatar o resultado para Hinna a mesma abria um sorriso caloroso, pegando uma pequena caixa que estava ao seu lado e a abrindo, onde a insígnia que indicava o cargo de sargento estava presente. – Parabéns pela promoção Sargento Calros, como se sente? – Dizia ela de forma intima, ainda sorrindo.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptySex 16 Nov 2018, 00:33



E agora?
Tudo acabou acontecendo como eu queria, apesar de ter um marinheiro que não possuía a bota que precisava e do equivoco do médico. Infelizmente, no navio eu não poderia fazer nada para ajudar o homem sem bota, não sabia como fazer uma, poderia até colocar isso na minha lista de coisas para aprender no futuro, quem sabe quando chegássemos na tal ilha não aprendesse algo. Esta ilha só me deixava mais e mais intrigado, o médico não parecia gostar dela, estava imaginando uma ilha com aranhas do meu tamanho, me preparar era o básico. Consegui achar basicamente todos os itens para essa preparação e até "conheci" a tal da poronga. Agora, Hinna me perguntava como me sentia. - Satisfeito de ver que estou progredindo. - Responderia com um sorriso no rosto. - Mas isso ainda é só o primeiro passo ainda. Bem... vou procurar alguma coisa para fazer. - Falaria já me despedindo dela.

Subiria para o convés caso a própria Hinna não me desse alguma sugestão de algo para fazer de diferente. Correr pelo convés surgiria pela minha mente, mas não queria parecer muito estranho ali agora então acabaria descartando a ideia no mesmo momento. Iria até a borda do navio e olharia o mar passando. Meu pensamento divagaria diferente da partida de Micqueot. Tirando meu casamento, que foi um evento "rápido", eu era acostumado a subir num barco para pescar, o tanto que estava concentrado antes na missão e em toda a situação tinham me feito esquecer que ali estava eu num barco por um bom tempo e até então não tinha pescado, acho que isso estava ocorrendo pela primeira vez em toda minha vida. Olharia para os lados procurando alguém com uma rede ou vara de pesca, imaginaria que não houvesse ninguém, seria mais um reflexo ao ter aquele pensamento passando pela minha cabeça. Mas quem sabe, caso houvesse, iria até a pessoa e perguntaria. - Olá, você tem outra? - Diria apontando para a vara de pescar. Caso não houvesse, iria simplesmente continuar olhando para o mar por um tempo.

Então acabaria percebendo que estava perdendo tempo a toa e eu odiava isso. Iria então até o consultório. - Com licença. Agora sim eu sou sargento. - Diria para o médico sorrindo, em sequência perguntaria. - O tenente Elrick me falou que havia deixado os livros que achei no incêndio por aqui. Quero ler um deles. Posso lê-lo por aqui? Ou pegar emprestado se for o caso. - Caso pudesse sentar ali e ler, iria procurar um lugar onde pudesse me sentar sem atrapalhar o médico e começaria a ler o livro de Cirurgia. Era um tópico importante e que poderia me ajudar em situações de extrema urgência. Mas no meio do caminho, pararia e pensaria por um instante, os livros ainda estariam ali... e teve um livro que eu acabei deixando ser queimado. O de Anatomia Humana. No meio da leitura pararia e me levantando perguntaria para o médico se ele estivesse livre. - Olá, teve um livro que eu deixei queimar sem querer no incêndio em Micqueot, é o de Anatomia Humana. O senhor poderia me ensinar ele? O resto eu acho que consigo aprender com os livros. Mas anatomia não teria como. - Se a resposta fosse positiva, iria agradecer e me focar no ensino dele. Caso a resposta fosse negativa. - Bem, obrigado de qualquer forma. - E voltaria para a minha leitura do livro de Cirurgia. Se desde o começo não pudesse ler no consultório por algum motivo, iria pegar o livro emprestado e iria ler no quarto, tranquilamente.

Com treinamento ou com leitura, iria parar quando chegasse a hora da janta, onde iria comer e depois ir dormir, pois teria que pegar o turno da manhã bem cedo.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptySex 16 Nov 2018, 20:10

Sem dar muito papo para a Sargento Hinna, Calros se afastava olhando o mar por alguns instantes, sentindo repentinamente uma grande saudades de pescar, trabalho que passara maior parte da sua vida exercendo. Apesar de procurar alguém que estivesse pescando, naquele momento não havia ninguém, e sentindo que não devia desperdiçar tempo, o ruivo seguia para a enfermaria pretendendo ler um dos livros que resgatara do incêndio da noite anterior.

- O Tenente deixou avisado, pode pegar. – Dizia o medico ao ouvir sobre os livros, mas ao escutar sobre como o rapaz não sabia sobre anatomia humana, seu semblante rusguento assumia um ar de desdém. – Run, não sabe nem o básico e já quer pular pro avançado? Tsc, tsc.

Apesar das palavras rudes, no fim o médico não se continha, e ali uma verdadeira aula sobre anatomia humana tinha início. Não eram nem 18:00 quando começaram, mas o medico apenas se deu por satisfeito após ter transmitido tudo que sabia sobre o tema. Nem janta o pobre Calros conseguiu comer, isso sem contar o café da manhã perdido por ter dormido demais, e o almoço que aconteceu enquanto estava na vigia.

Resultado: dia seguinte, um Calros que não dormira de noite, não comera por mais de 24 horas tinha um turno prestes a começar no ninho dos corvos, onde teria que estar bem atento e não permitir que o tédio e sono acabassem lhe tomando conta. O que aconteceria se um navio inimigo se aproximasse demais enquanto ele tirava uma soneca??


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptySab 17 Nov 2018, 20:52



Dormir pra quê?
Ouvi uma bronca do médico quando o mesmo falou que não fazia sentido eu partir para cirurgia sem saber anatomia humana, bem, ok, ele estava certo, não foi por esse motivo que eu pedi para ele me ensinar. Mas pelo menos o médico aceitou me ensinar. E foram horas e horas de estudo. Não que eu vá reclamar de ter sido um estudo longo, mas eu me toquei que fiquei o dia todo sem comer num combo de coisas que quis fazer. Quanta estupidez. Pressionaria levemente meus olhos com o dedão e o dedo indicador pensando no que diabos eu estava pensando. Tinha tantos dias nesse navio e quis fazer tudo no primeiro.

Minha primeira ação seria ir até o quarto em que deveria dormir. Olharia se Said já estava acordando ou acordado. Iria até ele meio constrangido com a situação. - Said, podemos trocar de turno? - Perguntaria. Se ele perguntasse porque eu acabaria respondendo. - Passei a noite acordado estudando e não acho que será adequado fazer a vigília sem comer e dormir apropriadamente.

- Se ele aceitasse. - Muito obrigado! - Iria então partir para a cozinha do navio.

Iria procurar o cozinheiro, se o mesmo já estivesse por lá perguntaria. - Sobrou alguma coisa da janta de ontem? Não precisa nem esquentar não. - Diria querendo simplesmente comer alguma coisa. Se tivesse comida, não comeria demais, não faria bem. E então iria para o quarto onde desmaiaria numa cama para acordar para o meu turno que começaria daqui 8 horas.

Caso ele não aceitasse, -Ok... obrigado mesmo assim. - Ou não estivesse nem mesmo acordado. Acabaria indo para a cozinha, não pediria para Yumi por mais que o conhecesse, ele poderia ter outra tarefa para fazer.

Iria até a cozinha procurar por café, não sou o maior fã disso, mas qualquer coisa que me ajudasse minimamente já serviria. Pelo menos, como não sou acostumado, poderia ter bastante efeito, os viciados em café parecem nem sentir mais o efeito dele. Procuraria por toda a cozinha pelo pó de café caso não houvesse nenhum cozinheiro por lá, havendo, simplesmente perguntaria. - Com licença, estou procurando por café, tem um pouco feito? Ou pó para fazer um pouco. - Achando e me servindo, procuraria por algo que desse para levar lá e fosse fácil de ir beliscando e que não fosse algo que faria eu sentir sonolento.

Após isso, iria para o ninho dos corvos. Renderia Yatti que ainda estaria por ali provavelmente. - Descanse bem. - Diria para o mesmo quando este estivesse de saída. Se ele mesmo perguntasse algo, sobre eu estar cansado. - Não dormi essa noite, mas acho que não será problema. - Beberia meu café e olharia para o horizonte. Retiraria meu "tapa olho" novamente, não podia deixar ele atrapalhar minha tarefa ali. Olharia o horizonte de todas as direções e enquanto isso iria beliscando o que quer que eu tivesse achado na cozinha.

Precisava manter o cérebro desperto por oito horas. Não existem formas legais de ficar acordado sozinho. Olhar para o horizonte não necessariamente me daria sono, pescar não era a atividade mais animada, então eu era acostumado aquilo, não seria um problema em específico. Só precisava me preocupar por causa do tempo que estava acordado. Ficaria dando voltas no ninho bem devagar, com passos lentos e que deixaria meu pé um bom tempo no chão, aproveitando para sentir os pesos em minhas pernas, movimentar-me ajudaria, além disso, a luz do dia dificultaria que eu dormisse. Mas caso nada disso acabasse por ajudar, começaria a me beliscar com força sempre que sentisse qualquer piscada de maior duração acontecer. Dor, querendo ou não, era um bom método de me manter acordado no início. Caso percebesse que isso não estaria adiantando, iria parar por um tempo apertando meus olhos novamente com o dedão e o indicador e olharia para baixo, procurando por algum sinal de Hinna. Não poderia deixar minha idiotice nos colocar em risco ali, principalmente depois daquele questionário todo teórico. Se ela estivesse a vista eu gritaria lá para baixo. - Ei HINNA! Vêm aqui por favor. - Ela subindo, eu fecharia minha mãos apertando uma na outra e diria. - Desculpa, mas eu estou muito cansado para continuar fazendo isso sem corrermos algum risco. Não sei se foi a empolgação por ser sargento, mas acabei virando a noite com o médico aprendendo coisas novas. - Diria olhando para os lados, não saberia nem dizer quanto tempo do turno já haveria passado. E também era um método importante para que não olhasse ela diretamente nos olhos naquele momento. - Poderia passar o turno de hoje para outra pessoa? - Pediria, eu agora estava teoricamente na mesma posição que ela, mas a missão foi me dada antes de virar sargento, não sabia como funcionava agora e seguir ordens era bem mais costumeiro que dar uma ordem para alguém assumir meu lugar. Caso Hinna não estivesse por perto no convés, olharia bem se não havia nenhum conhecido e chamaria da mesma forma. Quando a pessoa viesse, ou mandasse eu descer se fosse algum superior, eu falaria. - Desculpa, mas eu não estou em condições de ficar de vigia. Será que poderia achar outra pessoa para isso? Só por hoje, por favor.

Se durante o período que eu estivesse de vigia eu visse algum navio, eu avisaria no mesmo momento. - Navio a vista! A bombordo/estibordo/logo a frente/logo atrás da gente! - Nas minhas condições acho que diferenciar um navio pirata seria muito difícil.

Caso eu fosse rendido do trabalho, iria para a cozinha a procura de algo para comer que contivesse mais carboidratos e em seguida desmaiaria na cama.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptyDom 18 Nov 2018, 02:49

Said estava se espreguiçando após se levantar da rede em que dormia quando viu Calros se aproximar. O ruivo era um tanto esquisito mas era gente fina. “E ser estranho não o impediu de já ter sido promovido.” Pensava o rapaz sem poder conter uma pontada de inveja.

- Said, podemos trocar de turno? -

- Huun? Quê que houve? – Ele já sabia que aceitaria, não havia motivos para negar de fato, mas ainda assim fez uma cara de descontentamento e preguiça ao perguntar o motivo.

- Passei a noite acordado estudando e não acho que será adequado fazer a vigília sem comer e dormir apropriadamente.

- Ahhh, entendo. Sei lá cara, tinha umas paradas pra fazer, mas acho que dá pra quebrar seu galho dessa vez. – Com um tom de quem estava fazendo um grande favor, o aspirante a almirante passava por Calros  antes de sair do dormitório, o agradecimento do ruivo em seus ouvidos.

No entanto, nem mesmo mais de cinco minutos se passavam e Said podia avistar o novo Sargento novamente, dessa vez na cozinha buscando por restos da janta anterior. O próprio Said tinha em mãos um pão endurecido e um copo de café que teriam que sustê-lo até o fim de seu turno, e ao ver o cozinheiro dando para o ruivo uma porção de mingau além do pão e da caneca de café, bom, novamente não conseguiu impedir uma pontada de inveja.

- Tsc.

---

Oito horas haviam passado e nada exceto mar e céu azul a vista, qualquer que fosse a direção que ele olhasse. “Se ao menos um barco pirata aparecesse para me render alguns méritos...” Pensava Said com pesar. Percebendo que Calros não havia aparecido para a troca de turnos, ele descia e ia até o dormitório onde assim como esperado encontrava o ruivo dormindo.

- Espero que isso não vire um costume. – Disse ele enquanto balançava o sargento, se referindo ao fato que era a segunda vez que acordava o homem em dois dias. – Sua vez. – Complementava secamente antes de sair do dormitório e ir buscar algo para comer.

---

Nas próximas oito horas, durante o turno que Calros ficou de vigiar, nenhuma movimentação era vista no horizonte. De fato, nada de muito emocionante aconteceria até meado do turno de Yatti já depois da meia noite, antes do terceiro turno de Calros, quando ao sentir um solavanco no barco e esse começando a acelerar o Tenente Elrick ordenava – Homens! Baixar velas! Baixar velas!!

Ele sabia bem que haviam saído do North Blue e entrado na One Way, a corrente oceânica que os levaria através do Calm Belt até a Grand Line. Ainda assim não retiraria os vigias de seus turnos no Ninho de Corvos, pois por mais que fosse quase impossível encontrarem barcos inimigos ali, as coisas mudariam drasticamente assim que se aproximassem do seu destino.






 
Off: De madruga, na viagem, pelo cel... outro dia coloco as cores, talvez.

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptySeg 19 Nov 2018, 22:21



One Way
Said, o santo, aceitou trocar de turno comigo e assim me poupou de um stress desnecessário. Além disso, consegui uma boa refeição com o cozinheiro. Tudo estava indo bem. Acabei dormindo mais do que imaginava e me vi sendo acordado por Said. Precisava dar um jeito de parar de dormir demais. - Obrigado de novo Said. Fico te devendo mais essa. - Falaria ao ser acordado pelo mesmo. Antes de ir para o meu turno, passaria na cozinha e pegaria alguma coisa que desse para ir comendo aos poucos.

No meu turno, retiraria meu "tapa olho" para vigiar com maior certeza todos os lados. Ao terminar a vigília, iria então descer e procurar por Elrick, já colocando meu tapa olho de volta no lado esquerdo. - Com licença, o senhor teria algum tipo de despertador? Estou com dificuldades para acordar no horário certo ultimamente, acho que ainda não me acostumei totalmente com o ritmo de marinheiro. - Caso ele me entregasse algo, ou me informasse onde pegar, iria agradecer. - Obrigado senhor. - Me curvaria e olharia para o objeto ou iria até onde poderia pegar tal objeto. Caso tal objeto não existisse no navio, daria de ombros de forma meio decepcionada. - Bem, preciso me acostumar com o horário então.

Após isso, iria comer algo, leve, pois tinha planos para treino. Iria até o salão de armas, e iria até o local de armas do navio. Iria tentar deixar aquele local o mais escuro que desse e retiraria meu tapa olho tentando me acostumar com a visão no escuro caso ficasse escuro o suficiente. Caso não ficasse, manteria meu tapa olho no olho esquerdo. Iria fazer movimentos simples de treinamento para pernas, começaria apoiando minhas costas na parede e assim tentaria ficar "sentado" no ar com as costas apoiadas pela maior quantidade de tempo que conseguisse. Depois disso tentaria "andar" por todo o salão com o movimento: apoiando um joelho no chão e no passo levantando o meu peso com uma das pernas para levar o outro joelho até a frente e assim ir indo. Caso alguém aparecesse e me perguntasse o que estava fazendo. - Estou só treinando mesmo. Precisa de ajuda com algo? - Perguntaria independente de quem fosse.

Em algum ponto, sentiria um solavanco e sairia para olhar o que era, colocaria meu "tapa olho" caso estivesse sem ele por causa da sala estar escura o suficiente para ele não ser necessário e então subiria. Onde acabaria por ver e sentir a One Way. Quem diria que antes mesmo de chegar na Grand Line já veria algo tão diferente assim. Já vira o mar puxando barcos para alguma direção por causa de uma tempestade, mas aquilo era sem precedentes. Aquilo me empolgava e por isso, por mais estranho que fosse, não poderia perder meu tempo com algo que, querendo ou não, era natural. Iria procurar por um local para tomar banho, já faria um tempo que não havia tomado um. Caso achasse, tomaria um bom banho e iria dormir, acertando a hora do despertador para meia hora antes do meu turno começar caso tivesse algum comigo, para não incomodar Yatti necessitando de me acordar. Iria comer algo nessa meia hora e iria para o meu local de sempre vigiar, retirando o tapa olho durante a vigília.

Caso algum navio aparecesse. Gritaria. - Navio a vista! A bombordo/estibordo/logo a frente/logo atrás da gente!

No caso de nenhum navio aparecer e meu turno acabar, comeria após o turno, colocaria meu "tapa olho" no olho direito e assim iria voltar para o treinamento nas pernas na sala de armas, iria sempre tentar ir para um local onde não incomodasse ninguém. Assim minha rotina iria ocorrer até que algo diferente ocorresse.


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Última edição por PepePepi em Qua 05 Dez 2018, 17:34, editado 1 vez(es) (Razão : Estava polpou e não poupou :wing:)
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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptySex 23 Nov 2018, 13:02




- Sinto muito meu rapaz, talvez em Aracne consiga adquirir um após o termino da missão. – Dizia Elrick enquanto olhava para o horizonte com um olhar distante. Sem ter como resolver isso, Calros seguia para fazer uma refeição leve e depois para o salão de armas para treinar, sem ser incomodado, apenas parando quando um solavanco o atingia.

No convés, ele não era o único presente olhando boquiaberto para a maravilha que a One Way proporcionava. As velas haviam sido baixadas, mas uma aceleração constante estava presente de forma que naquele momento já estavam navegando bem mais rápido do que anteriormente, e apenas quando estavam a uma velocidade jamais presenciada por nenhum deles antes é que as coisas começavam a se estabilizar.

Muitos sentiam que o navio estava prestes a voar. Se o mar estivesse agitado, talvez o navio até mesmo virasse alguns sussurravam, mas as águas estavam tranquilas, como se fossem um espelho refletindo a lua cheia e as estrelas no céu. Quem ali já havia visto algo tão belo?

Na proa do navio, Elrick tinha um sorrisinho leve no rosto e parecia estar apreciando o vento que batia em seus cabelos. – Chegamos no Calm Belt, e devido a corrente em que estamos pegando carona, o atravessaremos várias vezes mais rápido do que se estivéssemos navegando normalmente. – Dizia ele para ninguém específico.

Com a velocidade estabilizada, alguns ficavam ali apreciando o momento, mas muitos tinham tarefas a fazer, ou preferiam descansar, treinar, jogar. Calros tomava um banho, e iniciava uma rotina que durava por dois dias, com todas noites uma paisagem de tirar o folego, até que em uma manhã fatídica, seu grito vinha do Ninho de Corvos.

- NAVIO A VISTA!!  A bombordo da gente!-

De fato, o Tenente Elrick assim como o agente já estavam no convés, sabendo que faltava pouco tempo para saírem do Calm Belt e alcançarem de fato a Grand Line. No entanto ao ouvirem o grito de Calros, espanto cobria o rosto dos dois.

- Alguém deveria nos esperar aqui? – Perguntava o Tenente franzindo o cenho.

- Não... pode ser apenas uma coincidência, ou... ou algo deu errado... – Dizia o agente estreitando os olhos.

Enquanto isso Calros ainda no ninho de Corvos, sem conseguir ouvir essa conversa, podia aos poucos identificar uma coloração na bandeira do navio. Preta. E não apenas isso, mas aos poucos outros dois navios começavam a aparecer também, um a estibordo e outro também a bombordo mais atrás do primeiro. Os detalhes desses dois eram indistinguíveis, mas nenhum deles parecia estar disparando naquele momento.

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptySab 24 Nov 2018, 15:20



Bem vindo a Grand Line
Tudo ia ocorrendo bem, até que um dia, quando saíamos da One Way acabei por avistar mais navios e diferenciei que a bandeira do primeiro era totalmente preta. - A BANDEIRA É PRETA! - Gritaria lá para baixo. Eu queria descer, mas não sabia se poderia fazer isso ou não enquanto o tenente não me ordenasse. Iria de qualquer forma retirar os pesos da minha perna, não poderia me dar o luxo de descer com eles. Continuaria olhando para a bandeira por alguns instantes procurando o símbolo da caveira que indicaria quem eles eram. Caso conseguisse ver gritaria a descrição da mesma para eles.

No começo ficaria lá em cima, observando tudo, procuraria por sinais de outros navios que haviam passado desapercebidos, era o responsável por isso ainda e minha ordem para descer ainda não havia sido dada. Caso visse algum ataque ocorrendo gritaria. - Estão nos atacando! - Caso nenhum ataque ocorresse, ficaria calado enquanto nos aproximávamos, observando o navio da melhor forma que podia. Caso visse alguém no navio pedindo por ajuda. - Tem alguém pedindo por socorro no navio! - Talvez o povo tivesse invadido o navio dos piratas e agora precisavam de ajuda. Nunca se sabe o que aconteceu.

Pela quantidade de navios, provavelmente acabaríamos perdendo. - Tenente! Não teremos chance com três navios piratas! - Falaria ao observar os outros navios por ali. Como que fugiríamos de uma batalha naval. - Só tem um navio a estibordo! Recomendo que tentemos fugir por aquele lado! - Gritaria. Caso o tenente falasse que iríamos lutar de qualquer forma, iria respirar fundo por um segundo não vendo motivo para isso naquele momento. - Então vamos para bombordo! Pelo menos o segundo navio não conseguirá mirar seus canhões na gente por ter um companheiro entre eles e nós!

Se nos aproximássemos do navio a bombordo o suficiente para ter invasão entre navios, não poderia ficar parado vendo todos lutarem e desceria mesmo contrário a ordens para ficar no local observando a aproximação dos inimigos. Isso caso existisse luta, caso não existisse, ficaria lá em cima ainda, olhando em volta o movimento dos outros barcos, talvez os piratas ficassem simplesmente conversando sobre alguma exigência para nos deixar passar.

Em caso de luta, iria primeiro me preocupar com qualquer um que estivesse no navio da marinha, a prioridade era nos defender, não poderia deixar com que se aproximassem de pontos que nos prejudicariam depois, como tentarem cortas as velas, quebrarem o mastro, ou o timão.

Caso a batalha fosse por canhões, eu não seria de muita utilidade lá embaixo, então analisaria a movimentação dos barcos para tentar ajudar com alguma tática que eu conseguisse imaginar.

Caso enquanto nos aproximássemos eu avistasse mais navios, acabaria gritando o que quer que estivesse vendo.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptyQua 28 Nov 2018, 00:21



Ao ouvir o aviso de Calros sobre a cor da bandeira, o Tenente não perdia tempo em gritar – SOEM O SINAL!! HOMENS, TODOS EM SUAS POSIÇÕES!!! – Imediatamente o piloto do navio tocava um sino repetidamente fazendo com que todos marinheiros que vieram para aquela missão fossem para o convés. Dez deles se dirigiam para os cinco canhões distribuídos pelo navio, estando dois canhões a esquerda, dois a direita, e um a frente na proa. Esses marinheiros rapidamente formaram duplas, sendo um encarregado por apontar e atirar e o outro por recarregar a arma.

Das outras 10 pessoas que restaram, uma era o Tenente, um era o agente, outro era o piloto, haviam as três mulheres conhecidas por Calros, o próprio ruivo, e mais três atiradores com espingardas. Frente a batalha que estava por vir, apesar de seus números pequenos eram todos bem treinados e provavelmente dariam conta de um navio pirata.

Se ao menos fosse apenas um navio pirata.

Lá em cima, Calros podia ver toda a movimentação e percebendo a intenção de combate avisava do alto Tenente! Não teremos chance com três navios piratas! -

Muitos marinheiros ao ouvirem isso tremiam nas bases e olhavam um para o outro engolindo em seco. A Tenente Ju por sua vez resmungava baixinho – Porque diabos não disse isso logo? E dizer que não temos chance... realmente bom para a moral!!

O próprio Elrick franzia o cenho mais ainda, gritando de volta – Quais as posições??

- Só tem um navio a estibordo! Recomendo que tentemos fugir por aquele lado! -

- Com a velocidade que estamos, em breve também os veremos, e não demorará muito para começar a troca de tiros. Aproveitando a velocidade da corrente poderíamos dar uma guinada para estibordo e subir as velas, com as extras provavelmente conseguiremos deixa-los para trás e nos reunir com os outros barcos da marinha que também vieram auxiliar com a missão, travando uma batalha mais equilibrada. – A sargento Hinno rapidamente analisava uma forma de reverter aquela situação, mas um novo grito vinha lá de cima.

Era Calros mais uma vez avisando o que tinha acabado de ver, três navios destruídos, sendo dois deles da marinha. Não apenas isso, mas aos poucos os símbolos nas bandeiras ficavam visíveis para ele. Eram Caveiras quase idênticas, tirando o fato que na testa de cada uma delas havia um número diferente. 5 e 6 a bombordo, 1 a estibordo. E isso não era tudo, no navio a bombordo com o número 6 (df56), uma mulher estava crucificada na proa, com uma plaquinha escrita “Vadia” pendurada em seu pescoço.

Nesse momento o tenente podia ver por sua luneta o navio inimigo mais próximo, e se encontrava em duvida se deveriam lutar ou escapar. O agente permanecia estranhamente quieto, imerso em seus pensamentos e Calros gritava mais uma vez do alto ao perceber que talvez o tenente optasse por batalhar.  - Então vamos para bombordo! Pelo menos o segundo navio não conseguirá mirar seus canhões na gente por ter um companheiro entre eles e nós!

- Ok! Isso é o suficiente, pode descer agora e se juntar aos outros! – Respondia o Tenente agora que os inimigos começavam a ficar aparentes para todos. – Éolo! Ajeite a posição do navio em “x” graus, e depois reverta, vamos usar a corrente para nos impulsionar rapidamente contra a lateral do navio inimigo. Canhoneiros frontais, disparar assim que o alvo entrar na distância de tiro! Homens, se segurem para o impacto! Canhoneiros laterais, atirem imediatamente quando os atravessarmos!! Tenente Ju, Sargentos, logo após o impacto perderemos nossa velocidade e mobilidade, vocês estão responsáveis por erguer as velas nessa hora para que possamos manobrar e parear com o segundo navio inimigo!

Não importa o quê, não podemos ser espremidos entre dois navios!! Vamos, vamos, vamos!!

As ordens vinham uma atrás da outra, e o navio dava uma guinada na direção comandada por Elrick, aproveitando o impulso final da One Way para disparar a frente até chegar um ponto em que Éolo girou o leme completamente para o lado oposto, fazendo o navio girar bruscamente em 90 graus e ficar com a proa de frente para a lateral da embarcação inimiga pertencente ao Numero 5, avançando velozmente em direção a esse.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 4 EmptySab 01 Dez 2018, 22:42



Batalha Naval
O tenente me chamou para descer e enquanto descia ouvia as outras ordens do mesmo. Ele falou que eu e as outras estaríamos responsáveis por erguer as velas. Eu iria seguir com elas para a posição correta enquanto todos as movimentações navais eram feitas. Eles obviamente não iriam ficar parados, ficaria atento a sinais da movimentação deles, talvez algo desse errado.

Iria gritar para a tenente Ju, ou para Elrick, já que não especificaria qual dos dois. - Tenente! Para sincronizar, conte até 3 e nós todos abaixamos as velas juntos! - Assim, esperando pelo contato direto com o navio deles, observaria o caos gerado pelos pedaços de madeira voando e abaixaria as velas quando ouvisse o três dito pela tenente.

Caso mesmo com o nosso navio chocando-se com o deles e as balas de canhões ainda não fossem o suficiente para afundar o navio deles, ficaria atento a qualquer movimento inimigo para invadir o nosso. Não havia motivo para pular no deles que provavelmente afundaria com o tempo. Além de nós estarmos na defensiva naquele momento. - Todos atentos a seus arredores! Se algum deles subir, prendam-no imediatamente! - Gritaria sem pensar que aquilo fosse uma ordem, seria uma sugestão meio lógica para mim. Não seria legal deixar eles simplesmente morrerem, além de provavelmente ter o fato de que conseguiríamos informações novas, eles eram do bando pirata chamado números. - Ou empurrem-no para fora se não for possível prendê-los! - Gritaria novamente caso nenhum tenente ou sargento houvesse dado outra ordem. Nós precisávamos poupar nossa energia, lutar era a pior decisão naquele momento.

Caso algo desse muito errado, como, por exemplo, nosso navio desacelerar mais do que o previsto e nem as velas ajudarem, e assim presenciasse uma invasão pirata no nosso navio, iria me posicionar imediatamente para a batalha. Olharia minha volta e partiria para o primeiro pirata que visse da forma mais rápido que pudesse. Tentaria aproveitar que agora minhas pernas estavam livres dos pesos e tentaria abusar um pouco delas para ver quão rápido poderia ir. Chegaria sem me preocupar tanto com quem ele estivesse lutando e tentaria acertar um soco no pirata com a mão que fosse melhor para levá-lo para a beirada do navio. Ou seja, se eu estivesse mais no centro do navio quando eu abaixei as velas, tanto faria o braço, porém seria um soco mais direto. Porém, caso tivesse em uma das beiradas e o pirata subisse na direção da proa ou da popa agiria com braços diferentes tentando dar um gancho que o derrubaria do mesmo aproveitando o meu impulso e giro no movimento.

Caso estivesse na beirada e quando um deles subisse acabassem por me puxar e me jogar do navio, iria olhar a minha volta, quando chegasse na água, para ver onde seria mais fácil de subir de volta no navio, mas também olharia se havia algum pirata por perto, talvez tivesse que lutar até mesmo dentro d’água. Imagino que na água teria vantagem, iria afundar por um segundo na direção do pirata e nadando até o mesmo socaria o mesmo por baixo da água, seria difícil de socar, mas só de não usar outra arma, já teria a vantagem em comparação com pessoas que utilizam outros objetos.

Caso eu fosse puxado, mas conseguisse me segurar na beirada, seja com os pés ou com as mãos, assim o faria e ainda gritaria. - Preciso de ajuda aqui! - Caso antes de eu fazer qualquer movimento eu visse algum marinheiro sendo puxado e jogado ao mar, gritaria imediatamente. - Homem ao mar! - E olharia a minha volta se havia alguma corda que pudesse usar para ajudar o mesmo. Caso não houvesse, olharia pela beira do navio se o mesmo tinha conseguido se segurar em algo do navio ou não e caso não tivesse e eu percebesse que o mesmo não sabia nadar, pularia atrás do mesmo sem pensar duas vezes, iria então nadar até ele e tentaria puxá-lo para o navio.

Caso vários piratas subissem ao mesmo tempo, eu contaria quantos eram e iria partir na direção dos marinheiros que estivessem com maiores dificuldades contra os piratas. Caso eu visse que algum dos marinheiros deste grupo estava prestes a tomar um golpe muito poderoso e que poderia mata-lo. Se eu percebesse que não poderia impedir o pirata, seja atacando ou empurrando o mesmo, iria me meter na frente do marinheiro já cerrando os dentes para o impacto que sentiria. Se eu pudesse impedir com algum tipo de golpe, iria soca-lo de preferência aproveitando que o mesmo estava atacando outro marinheiro. Se eu visse que nunca chegaria a tempo, iria olhar as minhas proximidades e olharia se havia algo que pudesse atirar no pirata. Iria pegar o objeto e atirar nele sem pensar duas vezes.

Caso o perigo deles subirem no nosso navio não existisse e assim simplesmente saíssemos de perto muito rápido por causa das velas baixadas, iria olhar para o próximo navio. - Tenente alguma ideia agora? - Perguntaria enquanto olhava para o navio número 6. Se ele não falasse nada e perguntasse o que eu achava. - Não temos velocidade para repetir a proeza que fizemos. Então recomendo que nós viremos um pouco mais ainda a bombordo, numa batalha de canhões, se irmos a bombordo, o navio com o número 6 impedirá que sejamos acertados pelo outro navio deles. - Falaria já olhando para o outro navio que estava mais distante da gente.


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