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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tchau North Blue

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MensagemAssunto: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptyQua 26 Set 2018, 16:06

Tchau North Blue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptySab 29 Set 2018, 05:00




Doma

Sabia que não tinha muito tempo ainda em Micqueot, o tenente havia comentado que iríamos sair nesta semana, mas não comentou o dia exato. Já havia cuidado da minha casa, então agora usaria o tempo livre para algo que achasse interessante. E algo havia chamado minha atenção a pouco tempo na minha última missão, agora já sabia exatamente o que queria fazer, já tinha até o nome do homem que talvez poderia me ajudar, Wilfried.

Andaria em direção ao quartel general da marinha, percebi que havia perguntado sobre ele, mas não sabia a localização de sua loja. Incrível como eu nasci e cresci nessa cidade, mas não conhecia quase nada dela, acho que gastei a maior parte da minha vida no mar pescando. No caminho para o quartel general, ficaria de olho na rua em geral, talvez alguém precisando de ajuda, talvez algum conhecido passando. Se visse algum marinheiro, aproveitaria e perguntaria. - Com licença, o(a) senhor(a) sabe onde fica a loja de animais de Wilfried? - A pessoa sabendo ou não me informar, responderia. - Obrigado! - E seguiria caminho ainda em direção ao quartel ou a loja, dependendo da resposta e da hora, se fosse muito tarde valeria a pena continuar para o quartel general e passar lá no dia seguinte.

Caso chegasse no quartel general, iria até a secretaria e pediria a informação para a(o) secretária(o). - Olá, o médico daqui... - Acabaria percebendo que não sabia o nome do médico do quartel general, criando uma pequena pausa na fala.- Ele me contou que Wilfried, que tem uma loja de animais, costuma ajudar a marinha quando precisamos. Poderia me informar onde fica a loja, por favor? - Com a resposta, perguntaria ainda. - Sabe se ela está aberta agora?

Se fosse realmente muito tarde, iria então para o meu quarto, onde procuraria por Said, se o encontrasse por lá, contaria as novidades. - O tenente Elrick está sendo transferido para Lvneel e eu vou com ele. - Falaria com um sorriso no rosto. - Obrigado pela informação. Realmente ajudou. Não quer ir também não? Provavelmente conseguimos te colocar no navio também. - Ouviria a resposta dele e sairia para jantar e tomar um banho antes de dormir. No dia seguinte, tomaria um bom café da manhã, partiria em direção a loja se já não fosse chamado pelo tenente para a viagem, que ainda não sabia quando ocorreria, ou para alguma missão.

Se não fosse muito tarde, podendo partir para a loja direto da rua ou do quartel general, andaria num passo meio apressado, sempre prestando atenção aos meus arredores. Ao chegar, olharia para todos os animais da loja antes de falar com o responsável no momento, talvez existisse algum grande como o lobo, apesar de duvidar, isso provavelmente seria mais para animais selvagens. Seria legal poder andar montado em um lobo ou algo do tipo igual Kalif, mas antes teria que me concentrar em poder domar um animal para isso, depois teria que treiná-lo ainda, aquele lobo até podia lutar boxe. - Olá, me chamo Calros Lazo, estou procurando por Wilfried. Adoraria saber se ele pode me ensinar como domar um animal. Ele se encontra? - Perguntaria para o responsável pela loja no momento.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptySeg 01 Out 2018, 17:13

Inverno. O tempo gélido que esfriava os corpos, mas esquentava os corações, clima que era perfeito para um bom chocolate quente, para os mais chegados um bom chá com três gotas de adoçante natural, vulgo mel, porém, há pouco tempo esse frio havia sido exagerado pelo Regente do Universo. O que antes era apenas um clima comum para os nativos de tal ilha, há pouco tempo havia se tornado insuportável de se conviver. Graças ao Arquiteto superior, talvez, o povo agradecia pela normalidade ter retornado a Micqueot. A ilha católica voltava a ter seu clima de costume, agradando a grande parcela de pessoal católico da mesma. Nessa mesma ilha, estava Calros. O marinheiro, embora tenha nascido ali, agia como um total perdido ao procurar a loja que almejava encontrar e que lhe havia sido informada anteriormente. O rapaz não passaria muitos dias por ali, porém, mal sabia ele que, essa decisão iria mudar drasticamente sua vida, iria lhe marcar de tal maneira que tudo que passou até agora pareceria trailer do filme terror dramático que se sucederia a seguir.

– An?! – bradou uma senhora, ao ser abordada pelo marinheiro.

Com seus setenta e todos anos, dona Marieta era facilmente considerada a pessoa mais velha daquela ilha. As freiras costumavam cuidar da velhinha, porém, seu instinto safado era maior que sua idade, então fugas eram comuns na vida da idosa e aquele momento era uma dessas. Com seus problemas de visão, audição, olfato e paladar, a mulher era facilmente confundida como um trapo velho, se não fosse seus trajes de madre, que naquela ilha eram inconfundíveis.

– A loja de casais? Não sei meu filho, mas EU QUERO ENCONTRAR UM BAR! – aumentou o seu tom de voz, sem perceber – VOCÊ VAI ME LEVAR PARA UM BAR?! – questionou agarrando-se ao braço do marinheiro.

A situação não pegou bem, principalmente para os mais patriarcais que olhavam aqui de longe, porém, educadamente o marinheiro se desvencilhou e agradeceu a ajuda da velinha, partindo dali. Parada, dona Marieta ficou observando o rapaz partir com um sorriso no rosto, sorriso um tanto quanto peculiar. Lazo, por sua vez, preteriu rumar até o Quartel General, onde sedento de curiosidade buscaria informações do tal local que almejava. Seu foco era a secretaria, onde havia uma bela mulher de seus trinta e poucos anos, com um fardamento um tanto quanto relaxado. Sem o casaco da organização, a mulher usava só um top e mascava um chiclete. Ao notar a chegada de Calros, ela imediatamente analisou o rapaz, desde o momento que começou a vê-lo até chegar no balcão, de fato.

– Wilfred… O que quer com ele? – questionou a mulher sagaz – Muito bem, só você seguir em linha reta e, na segunda viela, rumar a esquerda. Logo encontrará uma placa, possivelmente estará caída, pode parecer que não seja, mas lá é a loja do Wilfred – respondeu – Esse garoto está me cheirando bem… – comentou ela após o rapaz partir, voltando as suas monótonas atividades.

Calros não podia ter certeza, mas já estava ficando tarde, porém, por sorte a loja se encontrava aberta. Realmente não aparentava ser uma loja. O estado do local era deplorável. Muito podia ter sido dito peplo pessoal ou pelo médico, porém, ai, naquele casebre (não tão pequeno, mas descuidado), tinha a sua frente uma placa caída. Seguindo as ordens, o rapaz adentrou. No local interno, era como se fosse uma casa comum, realmente era uma casa, havia tudo que uma casa tinha. Sala, banheiro, cozinha, porém, não havia porta de entrada (?!). Já no interior, havia um homem olhando para tudo aquilo, ele estava de costas para qualquer um que adentrasse.

– Wilfried… Faz tempo que não me chamam assim. Você vem da marinha, certo? Garoto – questionou o homem ainda de costas para o marinheiro – Você não me parece muito apto a domar animal algum, se bem que, como pode ver, não já nenhum animal aqui. O que pretende domar, eu? Não sou suas putas, moleque. Mas, no fundo, você me parece interessante

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptyQua 03 Out 2018, 02:38




Sem porta?

Tive alguns imprevistos com uma senhora de idade, que aparentemente tinha algum problema com bebida. Que coisa triste, mas não havia muito o que fazer por ela além de recusar o convite da mesma para ir num bar. Assim acabei me desvencilhando dela para continuar minha busca. Ao chegar no quartel general, a secretária me informou de bom grado onde ficava a loja de Wilfried. Não entendi muito bem porque a placa estaria caída ou qualquer coisa do tipo. Mas fui na direção indicada por ela e cheguei no local... já estava ficando tarde, mas dei a sorte de encontrar o local aberto... se é que podemos descrever isso como sorte. O local era meio deprimente. Traiu todas as minhas expectativas. Não havia animais, aquele lugar parecia basicamente a casa dele.

Wilfried em si não era muito educado, mas ele pareceu interessado em mim de alguma forma, não sei se isso era legal vendo a situação como um todo, mas só descobriria procurando por mais informações. - Sou da marinha sim. - Responderia ele. E após isso, acabou me importunando ainda mais, mas não me preocuparia com isso. - Bem não tem como sabermos se sou apto ou não sem que eu tente primeiro. E não precisa ser aqui é claro... eu só adoraria que o senhor me ensinasse. - Diria e logo em seguida adicionaria. - E o mais rápido possível também se possível, porque vou viajar essa semana ainda. Claro que posso aprender na minha ilha de destino se você não puder me ensinar. Posso aprender com outra pessoa se quiser indicar alguém também. - Depois de ouvir a resposta, continuaria a falar só que desta vez olhando mais a minha volta, aquele lugar era um pouco curioso. Uma coisa que me atentaria e acabaria me preocupando... não havia nenhum sinal real de que aquele homem fosse o próprio Wilfried além dele aceitar quando eu perguntei, apesar que ele deduziu que eu era da marinha, então provavelmente só a marinha o chamava assim. Procuraria algum sinal estranho de arrombamento ou tentaria decifrar se alguma coisa havia acontecido por ali, algum tipo de luta que conseguiu arrombar a porta. Não era normal o dono da casa parar de costas para a porta de entrada e observar sua própria casa. Ao mesmo tempo... a secretária já sabia que a casa estaria daquela forma... não sei dizer o que estava acontecendo de verdade ali. Algum crime ocorrera mais cedo e logo em seguida eu apareci e por isso ela já havia sido informada? E por isso o próprio dono da casa estava desta forma? Atônito com o que aconteceu? - Alguém invadiu sua casa e por isso a porta não está ali? Quer que te ajude de alguma forma? Ou já alertou a marinha? - Perguntaria para clarear um pouco a visão do todo na minha cabeça. Se a resposta fosse positiva, iria começar a andar pelo lugar enquanto perguntasse. - Alguma ideia de quem poderia fazer isso? - Se a resposta fosse negativa, iria então ficar um tempo pensando no que fazer, nunca me imaginei numa situação como aquela. Não tiraria o olho dele, buscando algum tipo de sinal sobre o que poderia ter acontecido com ele. No caso positivo dele imaginar alguém que faria aquilo, perguntaria. - E por que fariam isso? E imagino que já informou a marinha sobre... - Se desde o começo ele falasse que a porta não havia sido arrombada e sim que aquilo era simplesmente assim ali, acabaria por perguntar. - Ah... e por que é assim? - Ouviria sua história em seguida.

Se, a partir do momento que eu sugerisse que ele poderia me ensinar em outro lugar, ele acabasse por virar e sair do local pedindo para que eu o seguisse, assim o faria e o seguiria para onde ele pretendesse me ensinar a domar um animal. No caminho faria as mesmas perguntas sobre a casa ter sido arrombada ou não e, caso não, perguntaria porque era daquela forma.

Se em algum momento ele ficasse muito desconfortável ou deixasse claro que não me queria mais por ali, falaria. - Me desculpe por incomodar. - E assim sairia do local, voltaria para o quartel general da marinha meio triste com tudo aquilo. Voltaria a falar com a secretária. - Olá de novo... infelizmente parece que o senhor Wilfried não poderá me ajudar. Sabe alguém na cidade que poderia me ensinar a domar um animal selvagem?



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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptySex 05 Out 2018, 15:46

– Bem direto – falou o homem – Você me convenceu, acho que deve ser isso que cheiro em você, audácia… Pois bem, vamos lá! – falou o homem.

Indicando para o rapaz o seguir, o homem adentrou mais a fundo no local que estavam. Os móveis já desgastados e o mau odor do local eram agora mostrados e sentidos pelo marinheiro. Pela aparente residência do “velho”, a dupla caminhou até chegar em uma determinada porta, ou apenas uma barreira, onde o velho passou e indicou para o rapaz passar também.

Atrás dali havia uma escada de madeira que fedia a mofo. O local todo fedia a mofo. Era um corredor insalubre total. A pequena lâmpada que iluminava, na verdade mal iluminava, piscava por algum problema elétrico. As teias de aranha pareciam ser um enfeite natalino por lá, como os enfeites de uma árvore natalina. Por fim, outra escada de metal, dessa vez, com um apoio para subir, chamado corrimão.

Ao subir com sucesso, o homem abriria uma espécie de escotilha, onde o cheiro de grama tomaria o logar daquele abafado mau odor de mofo. Lá no lado externo ao corredor, estava um grande campo, fechado, que rapidamente pelo olhar, poderia se chutar ter quatro vezes o tamanho do estabelecimento do velho. O frio era inato, os ventos gélidos dançavam pelas congeladas folhas das plantas, pelo menos as que tinham ainda alguma, o local era amplo em seu centro, porém, haviam espécies de tocas nas laterais, eram mais de dez, isso era facilmente percebido.

– Muito bem garoto, vamos começar! – falou o velho, animado dessa vez.

Aprendizado da Perícia Doma

Ao assoviar, o homem chamava diversas criaturas. Eram lobos. O frio era um ambiente plausível para cuidar de tais criaturas que já estavam acostumadas. O homem acariciavam um a um, que como gatinhos, se comportavam. Curiosamente, os nomes em suas coleiras eram todos curiosos: Morte, Dor, Dilaceração, Desmembramento, Sanguinário, Raiva, Ira e por fim, Amoroso. Todos estavam ali, calmamente, exceto um, o Amoroso.

– Muito bem garoto! Lhe explicarei todos os passos e você cuidará do Amoroso! – falou.

Assoviando, o tal Amoroso saiu. Era um lobo de tamanho gigantesco, muito maior que os demais, que tinham medo dele. Algumas horas se passaram enquanto o velho indicava a maneira que o rapaz deveria se portar perante qualquer criatura desconhecida. Após isso, o garoto tentou a parte prática, lentamente, que durou algumas horas também, no fim, o rapaz havia conseguido ver o lado “amoroso” do tal Amoroso.

Final do Aprendizado da Perícia Doma

– Muito bem, agora pode ir embora. Já fiz o que tinha que fazer! – bradou – Ah, só uma coisa, nem todos que não usam portas, já foram assaltados ou acabaram de ser! Isso é inconveniente. Chispa!

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptySeg 08 Out 2018, 18:03




Que estranho...

A única reação possível a o que aconteceu comigo era a mais pura sensação de estranheza. O homem gostou de mim por algum motivo e aceitou me ensinar a domar animais como havia pedido. Tive que o seguir por um caminho em sua casa onde acabei em um grande campo. Vai entender como isso era possível, mas não tinha porque discutir exatamente aquilo. Simplesmente aceitei e acabei por aprender a domar animais com o animal que tinha lutado no dia anterior, um lobo, esse chamado de Amoroso. Aqueles nomes irônicos, quando tivesse um animal teria que pensar em qual nome colocar também.

Após o treino e o leve esporro de Wilfried, iria sorrir. - Obrigado por tudo... vou registrar isso em minha mente... - Apesar de não entender porque alguém não teria porta... melhor não questionar e aceitar. - Fico te devendo essa. Apesar de não saber se pagarei um dia. - Diria de forma meio sincera, afinal estava de partida da ilha. E isso seria no que me focaria naquele momento.

Iria sair por todo o caminho que havia feito para chegar ao campo e voltaria para o quartel general. Onde procuraria pelo tenente Elrick. Se o encontrasse perguntaria. - Com licença senhor, eu não sei quando que nós partiremos para Lvneel... - Esperaria que ele acabasse me contando e se fosse um tempo considerado, perguntaria. - Existe alguma missão que possa fazer enquanto isso? - Se o tempo fosse bem curto, como no dia seguinte ou quem sabe com no máximo uns dois dias de distância, perguntaria. - Existe algum preparativo que eu possa ajudar? E estava pensando em chamar o marinheiro que divide quarto comigo para seguir conosco, ele poderia? - Caso tivesse as respostas, iria para o meu quarto.

Se não achasse o tenente, ou se achasse e tivesse uma resposta positiva a questão de Said, iria para o meu quarto procurar por Said direto e se o encontrasse perguntaria. - Olá, consegui achar o tenente e ele disse que posso ir com ele, quer ir com a gente? Acho que ele deixaria você ir conosco. Ir para Lvneel com certeza é uma boa opção para crescer. - Se ele aceitasse falaria o dia da viagem para ele.

Caso achasse o tenente, mas ele me falasse que Said não poderia ir conosco, só falaria. - Obrigado pela informação, o tenente falou que posso ir com ele sim, estou indo daqui tempo que o tenente me falar. Foi um prazer te conhecer e obrigado por tudo. - Diria esticando a mão para o cumprimentar.

Podendo assim me concentrar em compilar os dados mentais da missão que tivesse sido dada ou começando a me arrumar para a viagem.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptyDom 14 Out 2018, 13:46

As horas haviam se passado e Calros não tinha para onde ir, além de voltar para o QG, como fez. O caminho até lá estava calmo. A noite era a penumbra mais sinistra para os medrosos que se aventuravam por ela. O marinheiro pôde ouvir barulhos específicos, mas nada que o chamasse mais atenção do que uma presença ali, no canto da viela, encostado na parede de algum local, específico ou não. Os olhos desconfiados e ao mesmo tempo perdidos acompanhavam o marinheiro em todo seu trajeto, ao contrário de sua cabeça, que escondida no capuz do trapo que o homem vestia, o qual cobria todo o corpo, ficou parada. A pobreza talvez fosse a prisão de muitos por todo o mar, porém, o destino do rapaz não podia esperar. A chegada ao Quartel General não demorou muito.

– Olha quem vem aí! – bradou uma voz um tanto quanto conhecida – Se junte a nós, marujo!

Era Elrick. O marinheiro bebia alguma bebida que, pelo rótulo e o cheiro forte, era destilada. Estavam com ele três pessoas distintas. Três mulheres. A primeira, mais séria, trajava roupas quase que orientais, brancas com pequenos detalhes vermelhos, mas que ainda se sobressaia os detalhes azuis. Seu cabelo moreno era belo, destacado com sua trança única e central. A beleza meiga da garota contrastava com seu semblante sério. Ao notar a chegada de Lazo, a mulher havia o analisado rapidamente, mas não dava muita bola e, sem dar o mínimo de atenção para o rapaz, continuava a beber sua bebida, que pela fumaça que exalava era quente.

– Essa é a Tenente Ju Vivier Li, mas para você é Tenente Li! Ela e seu esquadrão sagaz irá nos acompanhar até a Grand Line! O palco dos melhores shows! – bradou o marinheiro.

Com os dois estava mais duas garotas. Uma delas era pálida. Muito singela, bela, tal mulher tinha madeixas negras que contrastavam claramente com sua pele contrária. Ao contrário da Tenente Li, esta era mais reclusa e passava um ar de tímida. Não olhava para o pessoal que conversava, constantemente com foco na bebida que segurava, apreensiva. Calada, ela avistou a chegada de Calros, mas logo mudou o foco novamente para seu copo.

– Esta é a Sargenta Hinna, membro do esquadrão sagaz! – apresentou o conhecido.

Por fim, estava a última das mulheres dali. Totalmente diferente das demais, a outra havia analisado e encarava Calros desde sua aproximação. Seu olhar comia o rapaz com os olhos e, mesmo que ela estivesse séria, o marinheiro podia sentir que ela estava rindo, provocando-o. Loira, possuía longos cabelos que combinavam com sua pele também clara. Seus trajes eram bem curtos, quebrando o padrão da Marinha, mas que não perdiam as cores de costume.

– Essa é a Sargento…

– Innoichi, Sargenta Inno para você! – apresentou-se a mulher, erguendo-se – É um prazer conhecê-lo, Lazo, Calros Lazo! – estendeu sua mão.

– O quanto antes! – respondeu rispidamente a Tenente, perante o questionamento do protagonista – O quanto antes voltaremos para a Grand Line. Só estamos esperando o restante das marinheiras retornarem para zarparmos!

– Isso aí! – bradou Elrick – Vamos aproveitar que essa pode ser a nossa última noite no North Blue, Lazo! – incentivou Elrick – Ou prefere ir dormir? Tudo na cidade está fechado! Garanto que as garotas têm boas histórias para nos contar, certo, Sargenta Innoichi?

Imagens para Referência:
 

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptyDom 14 Out 2018, 16:55



Grand line?
Aparentemente tudo estava bem calmo em Micqueot, encontrei o tenente Elrick e três belas mulheres bebendo calmamente. Cumprimentaria todas elas, estenderia minha mão para Inno apertar como ela tinha oferecido. Falaria meu nome para confirmar que sou Calros Lazo, apesar da sargento já saber disso de alguma forma. Eram três mulheres, uma tenente, esta parecia ser séria, e duas sargentos, uma tímida e uma o oposto disso, não sabia que era tão costumeiro ter tantas mulheres na marinha, com Marcela no grupo, viajaríamos entre um número de mulheres maior que de homens. Não que isso importasse no momento. Bem, poderia acabar importando se eu estivesse entendendo o que a sargento Inno estava fazendo... eu realmente não estava preparado para qualquer coisa do tipo ainda, minha vida inteira foi com Mona, não era nem mesmo acostumado a ver qualquer mulher olhando para mim de forma diferente, pois não conseguia nem pensar na possibilidade. Será que simplesmente ver isso, ou imaginar isso, já seria algum sinal de melhora? Não... esse tipo de ideia nem se passava em minha mente ainda. E de qualquer forma, não gastaria muito tempo pensando nisso, minha mente acabaria por focar no que o tenente Elrick havia falado de forma tão simples.

- Espera... - Diria olhando para os lado e procurando um banco para puxar e sentar de frente ou logo ao lado do tenente Elrick. - Grand Line? Nós não estávamos indo para Lvneel? - Diria já sentado se tivesse encontrado algum banco. Aquela mudança era importantíssima na minha cabeça, grand line era onde Himeriko estava, não saberia dizer qual o tamanho da grand line, mas eu estaria bem mais próxima do meu objetivo final. Se ele falasse que houve alguma mudança, meio surpreso acabaria por dizer. - Nossa, não pensava ir para Grand Line tão cedo... - Se ele perguntasse se eu não queria ir por causa disso, balançaria a cabeça negativamente. - Não... eu com certeza vou com vocês para a Grand Line, só fui pego desprevenido mesmo. - Diria sorrindo.

Olharia em volta e pegaria uma bebida, apesar de não ter muito dinheiro, me sentiria obrigado em pagar eles, e claro, não podia ficar sentado com eles sem alguma bebida para acompanhar. - Antes das histórias... tenente... - Diria, claramente falando com o tenente Elrick. - Onde está Marcela? - Afinal, era meio estranho ele beber ali com todas elas e a pessoa logo sob seu comando não ter aparecido. E quem sabe, se Inno estivesse interessada em mim como pensava, isso não a desanimaria... um calafrio passaria em minha espinha, Marcela era a cara da minha mãe, aquilo era tão absurdo que quase me faria ter um enjoo na mesma hora. Com a resposta, falaria. - Ok... então, que histórias vocês podem me contar? Alguma da Grand Line? Nunca fui para lá, mas como era pescador sei que muitos piratas acabam morrendo na Reverse Montain, vai ser uma aventura interessante. - Diria parando para ouvir alguns casos deles, talvez algumas informações que não soubesse. Após um caso ou outro, talvez algum caso que ocorreu na grand line, acabaria perguntando. -Já sabemos o nosso destino na Grand Line? - Sabendo disso poderia procurar depois por informações de Himeriko em ilhas próximas. Beberia calmo e devagar, não só não queria ficar bêbado, como não queria gastar dinheiro que não tinha. Sei que havia recebido alguma coisa pela missão que tinha feito, mas estava no banco e não saberia nem mesmo dizer qual a quantidade exata que tinha por lá.

Iria ouvir todos os contos e casos possíveis deles, ficando meio quieto, só absorvendo qualquer informação que fosse minimamente importante. Todos ali tinham uma patente acima da minha, precisava ouvir bem, subir de patente era um dos meus objetivos, saber quanta liberdade eles tinham na marinha. Quando os casos acabassem, voltaria para o assunto da viagem fazendo uma pergunta, quem sabe isso ligaria alguma memória dele para outro caso perdido. - Os dois tenentes estão indo para lá... alguma coisa grande aconteceu? Escolheram ir para lá? - Se eles tivessem escolhido, perguntaria. - Algum motivo específico? - Uma coisa que infelizmente eu já tinha percebido, era o quanto eu era ignorante do mundo. Eu vivi em uma cúpula, onde o meu mundo era pescar com meus conhecidos e família, era uma vida boa, mas eu não sabia quase nada sobre muita coisa por causa disso.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptySex 19 Out 2018, 23:33

~Em algum lugar antes do enredo, mas não muito distante~


- Yeah! Shot through the heart. E então, um tiro era disparado. Alguém morria com um tiro no coração. – Agora, vamos arrumar isso aqui. Passavam-se alguns minutos e o morto estava amarrado numa espécie de roda e o segundo sujeito desferia golpes contra o corpo do morto, como se fosse uma tortura. – Tenho que fazer isso, já que você acabou com a cena com esse tiro. Resmungava o mesmo para o primeiro. – Tsc, tanto faz. E então, os dois saiam do local, mas antes, escreviam algo: “Orgulho”. Já em outro ponto da cidade, outra vida se esvaia. Essa pessoa era queimada enquanto dormia e quando acordava, antes que pudesse causar drama, era calado com um golpe no pescoço e caia no chão, ainda queimando. “Ganância” era escrito no chão, com sangue. Alguns minutos se passaram, a noite estava silenciosa, não havia movimento na rua de Micqueot e em uma certa casa, um grupo se unia. – Estamos aqui para um propósito antes de partir e ir nas mãos do nosso senhor! ELE FALOU COMIGO, Ele me fez um pedido, Ele disse: Lewmax elimine os pecadores! Acabe com esses pagãos pecadores, esses protestantes! Alguém começava a bater palmas após aquele discurso do suposto líder. – Isso aí Lewmax, vamos acabar com os pecadores! Podia-se ouvir murmúrios de concordância, naquele local, tinha dez pessoas no total e uma décima primeira entrava: - Os peões vão agir agora. Dizia uma sombra num tom sério.

~Atual~


Calros chegava no QG e entrava aos poucos, chegando num local a céu aberto e lá encontrava o tenente Elrick, com duas sargentos e uma tenente, além do próprio Elrick. Calros acabava achando que estava entendendo as intenções de Inno com aquilo, mas não era a hora dele achar nada. O marinheiro puxava uma cadeira de perto e se sentava de frente para Elrick, que parava de beber ao escutar a pergunta do rapaz. [Elrick] – Exato, estávamos. Descobrimos que um grupo pirata está se movimentando e indo para a grand line, bem, parte dele. Dava mais um gole na bebida que estava segurando. – Nós os chamamos de “Os Números”. Porque cada um deles possuí um número tatuado no corpo, de 0 a 10. O marinheiro pegava uma bebida e antes que ele pudesse pagar algo, Elrick dizia: - Conta da casa, meu soldado. O marinheiro estava curioso para saber o paradeiro de Marcela e questionava o tenente sobre ela, Elrick coçava o queixo, olhava para um lado, para o outro e murmurava. [Erick] – Marcela? Uhm... Não vi ela tem um tempo, e vocês? Perguntava para Inno, Hinata e Tenten, ambas balançavam a cabeça negativamente. [Elrick] – Parece que não vimos a Sargento Marcela. Quero dizer, a futura Tenente Marcela. Dava um sorriso com aquilo.

Calros perguntava sobre histórias da Grand Line para eles, pois segundo ele, como era pescador, sabia que muitos piratas acabavam morrendo na Reverse Mountain. [Vivier] – Quer uma história? Depende muito da ilha que a gente vai, mas geralmente não se pode fechar os olhos, pois a Grand Line é onde tudo pode acontecer. As outras duas concordavam com a cabeça. [Hinna] – Nós três fomos atacadas pelos números, mas não foi por isso que voltamos para os Blues. E então, a loira se virava de costas, levantava o cabelo e podia ver cicatrizes brutais nas costas dela, onde estava descoberta. [Inno] – Esse meu ferimento ocorreu quando achei que estava tudo sobre controle. O número três que fez isso e conseguiu fugir. Hinna então levantava a camisa, até um pouco acima do umbigo e mostrava para Calros a sua marca. Várias linhas de costura, de tiros. [Hinna] – O número um fez isso. Agora, Vivier levantava um pouco do cabelo que tampava o olho direito e Calros podia ver pela primeira vez um olho fechado e a marinheira abria para mostrar para ele. Vazio. [Vivier] – O mesmo dela, mas ele atirou no meu olho e fugiu. Deixava o cabelo descer naturalmente, tampando o olho.

Ambas voltavam a se sentar e bebiam, Elrick suspirava e quando escutava a pergunta de Calros sobre o destino para a Grand Line, retirava do bolso um Eternal e aquilo apontava o destino. Elrick aproximava o rosto, afastava, colocava de ponta cabeça. [Elrick] – É.... Acho que bebi demais, depois te digo o destino. Guardava de volta o Eternal. [Elrick] – É como estamos falando desde o início do diálogo, Calros. Os números. Elas voltaram porque ficaram sabendo que o número dois voltou para os blues por algum motivo e agora, parece estar retornando. Vamos ver se conseguimos pegar ele e vamos ver se agora, conseguimos acabar com Os Números. O número zero nunca foi visto, então, será difícil.

~Lá Fora~


[???] – Vamos iniciar.

Sussurrava alguém e então, começava a ação.

~QG~


Depois de toda a revelação e diálogo, ficava um silêncio e logo então, notavam algo vindo em suas direções e antes que pudessem ligar os pontos, explodia. Caíam no chão com a explosão, ninguém havia sido pego diretamente na explosão, apenas caíam com o impacto. Era uma chuva de bombas. Todos os marinheiros disponíveis no momento começavam a se mobilizar e ir para fora com suas armas, alguns com armas de fogo. [Elrick] – Disparar! Sons de tiros podiam ser escutado e as bombas cessavam. Se Calros fosse para fora, podia notar agora, a debandada dos criminosos. Eram seis deles, nenhum tiro atingia eles fatalmente e eles escapavam, mas um deles, deixava uma caixa no chão.

~Local Desconhecido~


[???] – Feito, senhor!

Exclamava o mesmo que havia dado a ordem de início. [Lewmax] – Ótimo, meus fiéis e aqui está a recompensa. E com um estralar de dedos, os seis eram executados por seis balançar. [Lewmax] – Vamos mudar de local, queime os corpos e peguem as bombas. Os corpos então eram incendiados e o grupo se movia para outro local. [Lewmax] – Agora nós seremos conhecidos, meus fiéis! Agora, eles vão saber da existência dos Julgadores! A mesma voz do início, o mesmo que havia começado as palmas. [?] – O que faremos agora, senhor Lewmax? Questionava o seu líder. [Lewmax] – Agora? Vamos para a Grand Line! Levaremos Ohito como passageiro. A sombra então se revelava, era um homem de uns trinta anos, pele clara e careca e tinha olhos da coloração castanha, seu semblante era sério. [Ohito] – Prazer em conhece-los, pagarei vocês pela carona quando chegarmos no Farol. Retirava as mãos dos bolsos do sobretudo e juntava as mãos e arcava as costas, como um gesto de agradecimento.

[b]~De volta para o QG~


[Elrick] – Estão bem? Hinna? Inno? Vivier? Calros? Todos então iam até a porta e um dos soldados comentava. – Senhor, um deles deixou uma caixa, o que devemos fazer? [Elrick] – Vai lá pegar! Exclamava ele para o soldado, que corria até a caixa e trazia para o tenente, que pegava e retornava para o centro do QG, o que era a céu aberto e arrumava o local, colocando os bancos de pé novamente e colocava a caixa no chão. Abria e via outra caixa e em cima da tampa, um bilhete.

Citação :
“Prazer marinheiros. O Senhor me designou como seu porta voz, vou eliminar os pecadores da terra, vocês vão ser subjugados e julgados pelo senhor depois. Somos conhecidos como “Os Julgadores”. Se você for nesses dois endereços, vão encontrar mais dois corpos. Ps: Espero que a gente se veja em Lvneel, pois depois desta ilha, iremos para a GL!”
Se Calros quisesse ler a carta, poderia pegar o papel, pois o tenente deixava numa mesa. Elrick abria a segunda e encontrava algo. [Elrick] – Encontramos a Marcela pelo jeito. Colocava a caixa no chão e se colocasse o rosto para olhar, veria a cabeça dela. [Vivier] – Malditos Julgadores! Exclamava a tenente após ler a carta e olhar a caixa. As três pareciam tristes com isso. [Elrick] – Vamos descansar, amanhã vamos buscar fazer algo a respeito. Soldados, mantenham vigília. E então, se Calros olhasse a caixa ou não, deixaria ela por trinta segundos e então, faria algo a respeito à aquilo. [Elrick] – Quer você fazer algo a respeito? E então, Elrick se recolhia. – Depois, passe na minha sala. Vivier, Inno e Hinna se recolhiam com Elrick, restando aos poucos, apenas Calros no recinto.



Legenda:
 

Citação :
Quantidade aleatória (1,7) :
2

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue EmptySab 20 Out 2018, 20:01



Bombas e uma caixa
Tudo estava indo bem, a bebida era por conta da casa, pude me sentar tranquilo e fazer as perguntas que queria. Não imaginava que o clima fosse mudar por causa disso, pensava que seria algo tranquilo, principalmente quando ele até mesmo respondeu que Marcela seria promovida para tenente e ele provavelmente para capitão sendo ainda chefe dela... de qualquer forma, o tenente acabou me explicando que nosso objetivo havia mudado por causa de alguns piratas denominados Os Números, eles são 11 pessoas que não são totalmente conhecidas, iríamos tentar prender utilizando um deles, o número 2, de provável isca, claro que precisaríamos primeiro tentar prender ele primeiro. Todas as três moças que ali estavam acabaram por mostrar cicatrizes que tais piratas fizeram, o que só mostrava que não era algo tão "pequeno" quanto foi a minha primeira missão. O número dois estava por perto e quem sabe capturando-o não conseguiríamos utilizá-lo para prender todos os outros. Mas tudo aquilo estava bem vago. "voltou para os blues por algum motivo" deixava aquela dúvida sobre o que estariam planejando.

Infelizmente não tive tempo algum para pensar nisso, alguns objetos estranhos chegaram voando e caíram por perto. Antes que eu pudesse pensar em fazer qualquer coisa, todos esses objetos começaram a explodir. Uma confusão se armou. Vi o tenente Elrick mobilizando atiradores para irem atrás de quem quer que tivesse feito isso, mas as pessoas já haviam ido embora e deixado uma simples caixa com uma nota. Só conseguia pensar no começo em como eu era inútil, não consegui distinguir os objetos a tempo por não enxergar bem no escuro... e mesmo se eu conseguisse não conseguiria chegar a tempo das bombas para fazer algo, era muito lento. Lento demais, quando cheguei na saída do quartel general, simplesmente vi o povo debandando. Ao ouvir a pergunta do tenente, responderia. - Sim senhor, estou bem. Alguém está ferido? - Perguntaria no geral, não só para as três, como também olharia a minha volta por pessoas machucadas, correria até a mais próxima e a analisaria como me foi ensinado. Tentaria parar qualquer sangramento. Tentaria estancar sangramentos, analisaria se estão respirando com facilidade, se haveria alguma chance de ossos quebrados, caso existisse, tentaria procurar em volta por suportes para fixar de forma precária o membro quebrado. Precisava ainda me atentar ao que quer houvesse na caixa.

Quando percebesse que não haveria ninguém sangrando mais, iria até o local com a caixa e a carta. Primeiro leria a carta. Mais um grupo criminoso e esse veio realmente do nada, Os Julgadores, ok, teria que guardar esse nome, eles já haviam realizados mais crimes de acordo com o que eles mesmos falaram. Como não havia alarde sobre o conteúdo da caixa, fiquei mais calmo por um instante, mas ouvi o que o tenente havia dito, sobre acharem Marcela. Me aproximaria com cuidado da caixa e então olharia o seu conteúdo. Ao olhar para o conteúdo, meu cérebro pararia de pensar em tudo por um instante que se estenderia por um tempo que nem saberia dizer ou contar. O rosto tão familiar dentro da caixa, sabia que era de Marcela, uma mulher que conhecera no dia anterior, mas ao mesmo tempo não conseguia não pensar em minha mãe. Não chegaria a chorar, acho que meu cérebro processava que era uma desconhecida por mais que sofresse com aquilo. No pouco que conheci de Marcela, ela foi gentil e eu cheguei a gostar dela, mas não consegui criar um laço muito profundo para sofrer mais que o normal, sofria mais pela lembrança de minha mãe que pela pessoa que morreu no ato realizado. Não havia chegado a ver o corpo de minha mãe, então aquilo ali parecia algo mais próximo possível de um enterro que eu poderia imaginar depois. Mas será que era ela mesmo? Provavelmente, Elrick teria reconhecido se não fosse, ou talvez ele tenha ficado mais abalado do que o normal e não viu direito. Será que não havia alguma marca diferente na cabeça que denunciava que não era a marinheira? Meus pensamentos seriam interrompidos pela pergunta realizada pelo tenente. - Quero investigar as duas cenas do crime. - Diria rápido e claro para a pergunta dele. - Tudo bem que vamos partir amanhã, então acho que irei hoje mesmo se o senhor permitir. - Mas em seguida o mesmo falava para eu passar em sua sala depois. Então no momento, se houvesse feridos, me atentaria a ajudá-los a irem até o centro médico até que só restasse eu no local. Em uma das idas, pegaria um par de luvas de cirurgia. Caso não houvesse nenhum ferido, iria até o centro e pegaria um par de luvas. - Caso precise cuidar de alguém muito distante daqui, melhor do que tateá-los com as mãos nuas. - Diria de desculpa para o médico se ele perguntasse porque estaria pegando um par de luvas.

Assim, livre no local, iria até a cabeça de Marcela novamente, será que não havia nenhuma pista sobre não ser ela? Sentindo-me meio nauseado, retiraria minhas luvas de combate e vestiria as luvas médicas. Pegaria a cabeça e a analisaria. Primeiro tentaria procurar por marcas que deixariam claras que não era Marcela, talvez alguém tentou assustar a marinha mostrando que podiam matar sargentos com facilidade. Alguma cirurgia plástica talvez. Analisaria até a consistência da pele para talvez ver se ela estava morta a muito tempo, se estivesse provavelmente não era Marcela que até ontem estava comigo e com Elrick. Se não visse nenhum sinal disso tudo, ou se visse também, analisaria a parte onde o pescoço estaria, para verificar se a cabeça foi separada do corpo por uma lâmina ou por alguma outra coisa, foi arrancada? Foi cortada? Foi com machadadas? Era possível chutar minimamente o que os malucos que fizeram aquilo haviam utilizado?

Depois de tudo isso, guardando a cabeça na caixa novamente, iria tampar a caixa e a pegaria para levar comigo para o tenente Elrick. Ao chegar em sua sala, colocaria a caixa no chão e falaria bem baixo. - Acho que não era certo deixar a cabeça lá e pronto... - E depois contaria o que consegui analisar, se era ou não Marcela pelo que havia visto mais detalhadamente e qual item ou método havia sido utilizado para cortar a cabeça fora. Por fim, diria ao tenente. - Tenente, sei que temos que partir para a grand line amanhã por causa dos números, e agora também por causa dos julgadores. - Daria uma pausa. - Os números as três já conhecem um pouco, mas esse outro inimigo... - Diria olhando para a caixa. - Esse inimigo é totalmente novo. Precisamos analisar as cenas do crime hoje para podermos partir amanhã com algum tipo de informação que não seja proveniente deles. - Daria uma pausa, respiraria fundo e esperaria ele falar. Se ele não mandasse eu ir até os locais investigar, ou me mandasse simplesmente dormir por causa da viagem do dia seguinte, eu não aguentaria e diria ainda calmo. - Não da para ficar aqui parado, temos que ir lá analisar. Vou acabar indo mesmo sem permissão, mas por isso peço que pelo menos chame isso de missão e me deixe ir descobrir mais sobre esses malucos. - Se ele já tivesse me passado a missão, iria então agradecer. - Obrigado senhor, estou indo agora se não tiver mais nada para me contar. - E ouviria novamente o que quer que ele tivesse a falar. Realizaria todas essas ações independente de haver ou não outras pessoas na sala, pois não acharia certo ficar parado com tal situação urgente, o quartel general havia sido atacado, ficar parado era simplesmente aceitar a situação.



Para o avaliador escreveu:
A partir deste post começaram tentativas de pegar a vantagem Visão na Penumbra e Aceleração com o tempo. a frequência disso vai depender de quantas coisas o over vai explodir, porque no primeiro post já veio até a cabeça da npc acompanhante que havia criado Norio

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