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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ascensão

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptySeg 24 Set 2018, 15:32

Relembrando a primeira mensagem :

Ascensão

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Grim, Asterin e Mégara. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Grim
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptyQui 20 Jun 2019, 18:30


Mad God

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Puta que pariu.



Não haviam palavras que descrevessem com melhor exatidão a sua admiração ao testemunhar a companheira entregar sua vida numa ação tão altruísta. Vê-la saltar em direção ao caçador após rogar suas últimas palavras preenchera o coração estilhaçado do caolho de alacridade, num momento tão memorável que a voz feminina ainda mostrava-se presente naquele ar vespertino mesmo após a investida da mesma. O único olho se focaria unicamente nos fios de cabelo amorenados desta, esvoaçantes devido à corrida corajosa. Talvez devesse impedi-la? Apelar para seu juízo? Afinal, mesmo após escaparem da ilha, precisaria do maior número de tripulantes sob sua bandeira para que pudessem reagrupar. Contudo, jamais iria roubar de uma mulher a sua convicção, contentando-se à segui-la com um olhar respeitoso quando esta saltou em direção ao homem, despedaçando-se em meio à explosão das granadas. O ar crepuscular se entulharia com o aroma de fumaça e fogo, tão estimulantes às narinas do Olho de Corvo. Todavia, seu deleite não duraria muito— pois da fumaça orquestrada por Miwa, a silhueta de seu algoz persistia em manter-se de pé. Estaria moribundo? Mas se estava, porquê sentia o coração lhe flagelar o peito num claro sinal de ameaça? O corpo lhe puxava como um magnetismo para trás, para fugir para longe dali.

Mas não podia.

A vingança ainda era palpável em sua boca quando o vento horizontal varreu quaisquer vestígios de fumaça daquele porto, revelando a figura imaculada do bárbaro diante de si, tão intocado quanto a vontade de Grim de lhe amassar a cabeça com os punhos. Tomado pela fúria, nutrido pelo ódio e banhado pelo frenesi profundo, havia avançado contra seu oponente. Contudo, ainda que obtivesse sucesso em atingi-lo com um soco, este mostrou-se tão ineficaz quanto as explosões anteriores, e quando seu braço fora violentamente flagelado pelo machado alheio, soube da dura e árdua verdade: estava fraco demais. Era simplesmente um oponente muito forte para seu nível atual, um homem dotado de uma força jamais antes presenciada pelo corvo que, incrédulo, simplesmente tornaria-se alvo de um corte ainda mais aniquilador em seu tórax. Banhado no carmesim de seu próprio sangue, rogaria aos ares um urro roufenho de dor, antes que pudesse mordiscar os mesmos à fim de conter quaisquer lamúrias futuras. Não poderia entregar à ele a satisfação de vê-lo perdido em dores, não. "Antes mil mortes do que isso". Pensaria, arregalando o único olho concomitante ao sorriso que envergaria nos lábios, num claro desafio ao homem acima. Suas costelas estavam trincadas, o corpo recheado de cortes profundos, mas a ousadia flamejante jamais deixaria seu corpo. O coração estava flagelado de amargura, mas sua confiança jamais seria abalada.

Quem você PENSA QUE É?! — Inebriado pela loucura, expurgaria quaisquer vestígios de sanidade do corpo ao rugir aquelas palavras, os lábios ensanguentados dariam luz à um sorriso macabro e despido de medo: — Você NÃO PODE ME MATAR. Eu sou um DEUS, seu pedaço de merda, seu DEUS! E eu lhe caçarei até o último dos dias, até depois que eu deixar o seu corpo morto no fundo do mar, eu irei caçar a TUA ALMA, seu fodido. Tu nunca vai conhecer a paz após a morte! — Continuaria rogando as pragas até mesmo depois de ouvir disparos partirem de sua retaguarda, os mesmos capazes de ocupar o mercenário por tempo suficiente para que pudesse ser carregado até o barco.

Após a batalha, o mundo tornou-se turvo e tomado por distintas alucinações. Não enxergava o barco, pois sua visão estaca travada no céu alaranjado daquela tarde, seguindo o movimento lento e preguiçoso das possíveis nuvens que faziam seu lar ali. Não possuía tato, tendo o corpo completamente adormecido devido aos ferimentos, de modo que não sentia a superfície amadeirada do barco em que era alojado após a fuga. Tampouco escutava as remadas desesperadas por parte de seus companheiros, essas que os empurravam para longe da ilha onde seria o começo de tudo. "Céus... que porcaria aconteceu? Onde estão Mégara e Asterin?" Viu-se pensando, quando os eventos em sua cabeça tornaram-se confusos e despidos de nexo. Posteriormente, recobrava dos acontecimentos um a um, cada lembrança lhe servindo como uma apunhalada no coração. Quando lembrou-se dos cabelos dourados sendo tingidos de sangue, inalaria o ar num suspiro doloroso e repentino, expelindo este dos lábios ao pensar na lanceira morena. "Estaria ela perdida na cidade? Não... todos atacaram por um só lugar, e todos morreram..." Recordou-se do agrupamento de corpos ensanguentados próximo ao portão principal, e do odor insuportável de seus cadáveres reunidos ali. "Ela estava lá, posso sentir. Aceite isso, seu idiota. Deixe no passado, como você sempre fez. Recomece, encontre novos companheiros. Se tem um louco que consegue fazê-lo, esse alguém é você." Tentava convencer a si mesmo, mas a amargura no coração era pesada demais para que pudesse simplesmente ir embora tão facilmente, sendo tomado pela súbita vontade de chorar. "Não". Fecharia a mão direita num punho violento e ensanguentado. "Não na frente deles, que já parecem tão perdidos como estão."

Negando a si mesmo o luxo de despejar as lágrimas do único olho restante, semicerraria este à fim de impedir o derrame do líquido amarguroso, e também para que pudesse focar a visão em seu navegador anão que, após rogar pragas ao mercenário, despejava sobre o caolho um olhar vazio, como se implorasse por uma direção. Como capitão, era seu trabalho dizer-lhe para onde devem ir, e também acalmar e inspirar seus corações. Contudo, não vestiria um sorriso confiante naquele momento, visto que o anão provavelmente saberia que o mesmo seria fingido. Ao invés disso, optaria por manter uma face taciturna e tomada pela seriedade, rogando à seus ouvidos as ordens talhadas rouquidão: — Nos leve até Micqueot, meu amigo. Pode fazer isso por mim? — Arquearia a sobrancelha direita ao que levaria a destra até braço esquerdo do pequenino companheiro, deixando-o sentir um aperto aplicado pelos dedos flexionados — Arrumaremos um médico para o seu capitão, e algumas bebidas também, o que me diz? Ainda não é o fim para nós.

Com aquilo, aplicaria duas palmadas inofensivas no braço do companheiro, de modo que grunhiria de dor ao deslocar a atenção do mesmo para a garota ao lado. Não conhecia nada sobre ela além de seu nome, mas agora necessitavam dela tanto quanto ela precisava dos dois. Não ousaria tocá-la por hora, mas ao menos lhe entregaria algumas palavras de incentivo: — Assim que chegarmos na ilha, pode ir para onde quiser, ainda que eu prefira que você continue conosco. Com "eles" nos perseguindo, precisamos de um ao outro para sobrevivermos, me entendeu?


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Raiden Fuji
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Raiden Fuji

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptySab 22 Jun 2019, 19:14










- Ascensão -
Clima: 18ºC
Localização: Lvneel
Horário:13:00





Vendo o grito de Grim, que parecia estar tomado pela loucura e histeria, Eiríkr não pôde deixar de abrir um sorriso completamente carregado de deboche e de desprezo. - Pode tentar daqui a 50 anos, quem sabe lá você pode conseguir com muita sorte. – Em seu pensamento o pirata jamais teria as qualificações para sequer lutar corretamente consigo. O moreno desacordou enquanto era arrastado até a embarcação, um simples bote de madeira, que tinha os remos em seus lugares e espaço suficiente para deixar o capitão deitado no centro do bote, enquanto Fuyuki e Varric sentavam-se um em cada lado do barco, remando com bastante força, para que o bote se deslocasse com a maior velocidade que fosse possível, afinal não sabiam até aonde se estendia a força daquele maldito bárbaro, que quando chegou ao fim do píer, estava a 50 metros de distância do bote. Se forçasse, poderia alcançá-los, mas que graça teria abater presas naquela situação, além de tudo, era um conhecimento comum que presas acuadas poderiam ter um aumento de força em uma situação extrema de vida ou morte, não sabia o que poderia acontecer, mas não estava disposto a se arriscar em tal situação. Ainda desesperados, os dois remadores do bote continuaram a levar a pequena embarcação até esta estivesse a no mínimo meio quilômetro da ilha de Lvneel, e quando alcançaram a marca, deixaram o bote totalmente à deriva, precisavam recuperar o fôlego, e também da presença estonteante de Eiríkr, que trouxe a ambos o mais profundo e ancestral medo. Nunca antes tinham passado por uma situação tão marcante e também tão pavorosa, e por isso suas mentes também precisavam retornar a sua normalidade, mas esse processo duraria um certo período de tempo, entretanto, tinham de ter o mínimo de condições para continuarem sua jornada.

Foi neste momento que Grim acordou, sua mente ainda estava embaralhada e ajeitou seu corpo para que pudesse se deitar sem que seus ferimentos sangrassem ainda mais, lentamente as memórias voltaram, e o moreno se pegou pensando no que acontecera com Mégara, ainda mantinha uma ínfima esperança que a morena tivesse sobrevivido, e por mais que quisesse esquecê-la para não se ferir se viesse a descobrir que a mesma também estava morta, entretanto não conseguia apagar a fagulha de esperança que insistia em manter-se viva em seu coração, nesse momento os outros dois abriram seus olhos, finalmente capturando em suas visões o pirata, que enfim acordara, e no momento a única vontade deste era deixar que todas suas lágrimas caíssem ignorando tudo ao redor, mas não podia fazer isso, ainda mais sabendo que principalmente Varric precisava de sua presença, de suas ordens para se manter são, Fuyuki era uma outra história, mas demonstrar sua fraqueza perante uma companheira no qual pouco conhecia e confiava não era uma boa ideia.

Segurando suas lágrimas e impedindo-as de caírem, Grim olhou para o anão e disse-lhe. - Nos leve até Micqueot, meu amigo. Pode fazer isso por mim? – Embora seus ferimentos tomassem muito de sua capacidade física, não ocorrera o mesmo com sua capacidade de fala, embora os ferimentos mais profundos fossem-lhe um incômodo extremo, já que se não os tratasse rapidamente, poderiam piorar de forma que ameaçariam sua vida. Varric parecia que tinha tirado um piano de cima de suas costas, tamanho foi o alívio em ver que seu capitão ainda se mantinha consciente de que deveriam seguir em frente, tanto que permitiu que um sorriso aparecesse em sua face, embora este fosse triste e acompanhado de lágrimas por parte do loiro. - Arrumaremos um médico para o seu capitão, e algumas bebidas também, o que me diz? Ainda não é o fim para nós. – Continuou a dizer o moreno, coisa que intensificou as lágrimas de seu companheiro, que balançava a cabeça compulsivamente, concordando com o que fora dito. Mais afastada de ambos, Fuyuki olhava ambos com o olhar levemente perdido, e um bocado cabisbaixa. - O que houve, Fuyuki? – Perguntou Varric à mesma, tinha ficado preocupado com a esverdeada, afinal já a considerava como uma companheira. - É que eu sou médica, mas não tenho nada aqui, ou um local adequado para tratar de você, senhor pirata. – O anão mirou-a com certa ternura no olhar e disse-lhe. - Isso não é importante agora. Vamos voltar a remar, vai ser um longo caminho até Micqueot. – Comentou exasperado por ter de remar por uma distância claramente considerável, Fuyuki concordou com a cabeça e ao segurar os remos, mostrou aos dois homens um olhar determinado e confiante, o que trouxe um pequeno sorriso ao rosto do loiro, que virou o rosto para não mostrá-lo a nenhum dos companheiros.

NPCs:
 

NPCs Vivos:
 

Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptyDom 23 Jun 2019, 12:40


Mad God

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Devo tá fedeno' igual quando o capeta caga e esquece d'dar descarga."

Aquele importantíssimo tópico ruminava na mente do caolho conforme o bote balouçava pelas águas gélidas, sua mente transtornada se lembrando do aço assassino que quase lhe roubara a vida instantes atrás. De fato, insistia em recordar-se do ruído daquele gume contra sua carne sempre que a madeira dos remos batia contra a água, aprisionado naquelas memórias atormentadoras que lhe macularam por toda a viagem. Contudo, carrancudo e taciturno como era, fisgaria a carne do lábio inferior numa discreta mordiscada, privando de si mesmo a profunda vontade de rugir sua dor ao mundo. Queria poder ficar de pé e sentir a brisa do vento lhe banhar a pele novamente. Ansiava por poder retornar até aquela ilha e clamar para si sua vingança, desejando nada menos do que sentir a vida escapar do corpo daquele homem enquanto seus dedos ásperos lhe apertam o pescoço, privando-lhe da respiração. "Seu momento chegará, seu patife desgraçado" rogaria para si mesmo, em meio aos delírios da mente, no instante em que o único olho focaria sua atenção azulada à garota de fios verdejantes. As palavras adocicadas que escaparam dos lábios dessa lhe soaram como música aos ouvidos, de modo que talharia o mais esbelto dos sorrisos em seus lábios ensanguentados.


Tu é médica? Porra, tá aí uma notícia foda p' caralho, né' não, Varric? — Invocaria o costumeiro timbre diabólico, este temperado com rouquidão e adocicado com um certo júbilo, pendendo a cabeça ao rumo do anão à fim de vislumbrar a reação do mesmo. Fecharia a cara, então, ao perceber o estado em que o pequeno navegador se encontrava. Ainda que capaz de riso, o mesmo estava tão destruído quanto ele, de modo que decidiu deixá-lo em seu luto, buscando devolver a atenção do único olho à Fuyuki. Concomitante ao riso que retornaria aos lábios enrubrescidos, continuaria: — Precisaremos todos de um descanso assim q' chegarmos na ilha. Bora' ficar d'boa por um tempinho perto do mar, já que 'cês tão fedendo pra caralho, e então depois pensamos num jeito de roubar medicamentos, o que me dizem?

"Vai precisar de mais do que simples medicamentos pra arrumar esse teu dente quebrado, banguela. Tipo, nascer de novo, tá ligado?" Dizia o corvo, pousado em seu peito ensanguentado para que pudesse despejar sobre o caolho seus olhos esbranquiçados e despidos de vida, bem como também seu escárnio. Àquela altura de sua vida já havia se acostumado aos insultos do maldito pássaro, visto que nada podia fazer para impedi-lo. Muitas foram as vezes em que perdera uma tarde inteira tentando agarrar a maldita besta, desejando nada menos do que depená-la por inteira. "Eu arranquei tua cabeça fora com a boca, caralho" responderia à ave, entregando sua total atenção à ela: "Arranquei tua cabecinha de merda e tu ainda continua aqui. Sabe o que eu acho? Tu deveria arrumar um serviço, diabo. Tipo, carpir um quintal, sabe? Ou vender miçanga na praia, seu desocupado."

"Emprego de cu é rola, meu filho. Já tenho as garras cheias te fazendo falar consigo mesmo, sabia? Preciso te manter mais louco que padre sem dízimo, ou tu se esquece de mim." E com aquilo, a ave bateu as asas e se jogou aos ares, enfim permitindo um descanso aos ouvidos do moreno que, em seu cansaço, simplesmente deixaria que o olho se fechasse, aguardando o momento em que a viagem chegaria ao fim. Se este viesse pela forma de um aviso de Varric ou Fuyuki, simplesmente abriria o olho e, sem solicitar ajuda alguma de seus companheiros, levaria a destra ensanguentada até a beirada do bote à direita, agarrando-se nela no intuito de se sentar cautelosamente em seguida, grunhindo seu descontentamento doloroso através dos dentes ensanguentados, debruçando-se contra a madeira lateral com ambos os braços em seguida. Assim, menearia a cabeça em direção a suposta ilha, fazendo uso de sua visão aguçada para que pudesse distinguir quaisquer sinais de perigo eminente no caminho, sendo algum barco da marinha ou a presença de muitos civis ou guardas na praia ou porto. Tendo o infortúnio de encontrar quaisquer sejam os perigos listados, rogaria aos seus remadores e companheiros, buscando manter a tranquilidade na voz: — Vamos atracar em outro lugar, onde possamos ficar escondidos por hora, mas não muito longe da cidade.

Assim, no caso de encontrarem um local apropriado para o desembarque, aguardaria o instante em que o bote beijasse a areia com seu casco, fisgando para si o ar convidativo do mar
à fim de se encher com a força necessária e, com isso, jogaria perna por perna para fora da madeira, buscando o solo firme da areia. Caso se mostrasse fraco demais para tal, aguardaria a saída de seus companheiros e, após fechar o olho brevemente, lhes pediria ainda com este fechado: — Então, uma ajudinha aqui — Diria, enterrando o orgulho nos confins de seu âmago. Caso viessem lhe ajudar, cederia seus braços à eles para que pudesse sair da embarcação, expelindo o ar tórrido através dos lábios no instante em que tocaria a areia. Uma vez em terra, cederia ao cansaço exorbitante ao sentar-se na praia, apoiando ambas as mãos ao solo, fitando o horizonte de onde vieram.

Eis o plano... — Invocaria a voz depois de um certo tempo de descanso, jorrando as palavras concomitante à respiração desenfreada e dolorida: — ...as notícias dos nossos crimes ainda não devem ter chegado nessa ilha, então podemos andar livremente nas ruas, por hora — Gesticularia as palavras com a destra, conforme direcionaria sua atenção aos companheiros que partilhariam daquela aventura consigo — Geralmente sou contra gastar dinheiro assim, mas... precisamos comprar os medicamentos. Não temos força pra lutar contra a guarda da cidade agora, então resolvemos esse problema discretamente, sacou?' Do que você precisa exatamente, Fuyuki, e em q' tipo d' loja podemos encontrar 'sas porras?' — Indagaria a garota de cabelos esverdeados. Caso viesse a receber uma resposta positiva, tomaria o joelho direito com a destra e, ao aplicar uma certa força com os pés no solo, buscaria manter-se de pé, rogando ao grupo em seguida: — Então é pra lá que nóis' vamo'. Anda, de pé, não tenho muito tempo.

E com isso, partiria em direção à cidade caso esta se mostrasse presente em seu campo de visão, ou caso tivesse vislumbrado a mesma quando estavam no barco, com sua visão aguçada. Se soubesse para onde seguir, manteria um ritmo cauteloso com os passos, tomando um cuidado ainda maior para que não tropeçasse em nada pelo caminho.  Durante o percurso, privaria os ouvidos de seus companheiros da sua costumeira matraca, salvando suas forças somente para as pernas. Optaria por evitar quaisquer estradas que encontrasse, visto que não gostaria de ser interrogado por guardas ou civis ignorantes e fofoqueiros. Contudo, tampouco correria por sua vida ou perderia seu tempo numa tentativa precipitada de esconder-se caso visse pessoas pelo caminho, mesclando o sigilo com a naturalidade à fim de evitar chamar mais atenção para si do que o necessário. Contudo, se viesse a ser interrogado por pessoas curiosas durante o caminho, simplesmente responderia com a simpatia mais fingida que conseguisse encontrar em seu arsenal: — Viemos de Lvneel, meu caro, e fomos atacados por piratas no meio do caminho. Aliás, sabem nos informar para que caminho podemos encontrar a cidade? — Lhes indagaria, e caso viesse a obter a resposta desejada, simplesmente acenaria com a cabeça e traçaria seu percurso até o local indicado, continuando o percurso anterior caso o indivíduo não soubesse lhe informar, seja por escárnio ou suspeitas do grupo.

Assim, visto que não havia motivo algum para ser atacado por pessoas aleatórias durante o caminho, simplesmente continuaria o mesmo. Uma vez próximo da cidade, caso viesse a encontrá-la através das possíveis informações, diria ao grupo: — Varric, é melhor que você vá na frente. Não preciso de atenção pra cima de mim enquanto estou ferido assim — Dito a ordem, caso a mesma fosse acatada, seguiria os dois pela retaguarda, puxando o capuz de sua vestimenta que cobrisse seu rosto e, é claro, o tapa-olho.



Hist;:
 


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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptySeg 24 Jun 2019, 15:45










- Ascensão -

Escutando o que fora dito por Fuyuki, Grim teve sua voz mostrando um tom mais feliz, se é que fosse possível dizer tal coisa, mas o fato de ter uma médica junto consigo era ótimo para seus planos, ainda mais levando em consideração o quão ferido estava. - Precisaremos todos de um descanso assim q' chegarmos na ilha. Bora' ficar d'boa por um tempinho perto do mar, já que 'cês tão fedendo pra caralho, e então depois pensamos num jeito de roubar medicamentos, o que me dizem? – O rosto da esverdeada enrubescer um pouco, e em seguida, tanto a mesma quanto Verric mostraram irritação pelas últimas palavras do moreno, que naquele momento não escutava nenhum dos impropérios que lhes eram direcionados pelos outros dois tripulantes a bordo do pequeno bote de madeira, afinal sua mente estava focada em discutir com o corvo.

Depois de algumas horas, a ilha de Micqueot finalmente estava à vista para o trio, que finalmente tinham um traço de alívio em suas faces, por sorte o caminho que fizeram, chegaram diretamente na costa nordeste da ilha, de forma que o porto oficial, que ficava na costa sul, estava longe o suficiente para que não fossem percebidos chegando na ilha. Após puxarem o bote até a areia da praia, ambos já iam saindo quando Grim pediu ajuda a ambos, que ficaram envergonhados por terem se esquecido da condição atual do pirata, que ainda não conseguia andar sozinho, apenas se tivesse alguém para ajudá-lo, e este fora Varric, que ajudou-o a sentar na areia da praia mesmo.

- Eis o plano... as notícias dos nossos crimes ainda não devem ter chegado nessa ilha, então podemos andar livremente nas ruas, por hora. Geralmente sou contra gastar dinheiro assim, mas... precisamos comprar os medicamentos. Não temos força pra lutar contra a guarda da cidade agora, então resolvemos esse problema discretamente, sacou?' Do que você precisa exatamente, Fuyuki, e em q' tipo d' loja podemos encontrar 'sas porras? – Explicou/perguntou o moreno para a esverdeada, que com uma expressão pensativa na face começou a respondê-lo. - Bom, eu nasci e cresci aqui em Micqueot, então conheço um pouco da ilha. Primeiro que não vai mudar muita coisa o fato deles descobrirem sobre os crimes em Lvneel. – Logo em seguida Fuyuki continuou. - Segundo, nada de “a gente”, eu conheço o lugar aqui, vou sozinha, você seu pirata meia boca tá todo fudido, nem tem como andar sozinho, e quer fazer o quê na cidade? Mas de jeito algum, e você seu anão loiro, vai ficar cuidando dele enquanto eu busco os medicamentos. – Esbravejou a mesma, agindo como se estivesse no comando, entretanto as coisas que a mesma dissera estavam todas certas. Então após a pequena “conversa”, Varric ajudou Grim a se levantar, e lentamente os três seguiram em frente, na direção da floresta fechada que era sua recepção em Micqueot.

No início as árvores eram grandes, seus caules grossos e muitos perto umas das outras, além de que a neve que havia no chão afundava com facilidade, e com isso, Fuyuki teve de ir ajudar o anão a transportar o capitão pirata, afinal se não o fizesse, demorariam horas até encontrar um esconderijo que pudesse servir aos mesmos. O caminho seguiu assim por dois quilômetros e meio, até que sentiram de fato a diferença ao pisar em um local diferente, pois em vez de chafurdar na neve como estavam fazendo durante todo o tempo, sentiram algo duro abaixo de seus pés, Varric soltou Grim momentaneamente para avaliar sobre o que estavam pisando, e pouco tempo depois virou-se para seus dois companheiros com os olhos brilhando. - Essa é uma chapa de metal, e pelo que indica o caminho segue assim por muitos metros. Isso vai nos poupar muito tempo. – Disse o mesmo, que recebeu um aceno positivo da esverdeada. Não pretendendo demorar muito mais, ambos voltaram a agarrar o moreno pelos ombros e andaram um bocado mais rápido, afinal além de tudo, não vestiam roupas que lhes permitissem ficar confortáveis sob a temperatura baixa.

Seguiram por mais um quilômetro até chegar a um riacho, que como era de se esperar, estava parcialmente congelado, e a parte que não estava, corria uma água extremamente límpida e gelada. Antes de seguir pelo caminho, que passava sobre o rio, e fora ali que puderam perceber que era uma passarela de metal, já que antes com tudo branco ao redor, com exceção das árvores, era difícil de perceber sobre o que estavam pisando, Varric viu de relance uma estrutura diferente e imediatamente chamou a atenção da dupla que seguiria em frente se não fosse por si. - Ei, ei, ei. Tem uma coisa ali, não sei o que é. Esperem aqui, vou investigar e já volto. – Disse a ambos, e antes que fosse questionado, saiu em disparada, suas pernas fortes cortando a neve como se fossem uma escavadeira surpreenderam Fauyuki, que achou que perderiam muito tempo ali por conta da neve. Dez minutos depois, o anão voltou até aonde estava. - É uma casa na verdade, também é de metal, não sei se tem alguém dentro. Façamos o seguinte, vá até a cidade, Fuyuki, e eu e Grim vamos tentar dar um jeito de abrir essa porta de metal. Quando você voltar para cá, veremos o que pode ser feito. – A mulher concordou com o que fora dito pelo loiro, que olhou para seu capitão sério. - Tem alguma ideia de como podemos abrir essa lata velha? – Perguntou o anão à Grim.

OFF:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

Ferimentos:
 

Caminho:
 

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Última edição por Raiden Fuji em Qua 26 Jun 2019, 12:12, editado 1 vez(es) (Razão : Corrigir a cor da fala)
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptyTer 25 Jun 2019, 21:20


Corvejo do riso

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O semblante do caolho se modelaria no mais evidente deleite assim que seus ouvidos fisgaram as palavras da médica, preenchendo-o com um desgosto tão revigorante que seria impossível privar-se de um sorriso afiado nos lábios cicatrizados. Contudo, tampouco iria se expropriar da vontade de rir, de modo que jogaria aos ares o divertimento risonho e roufenho, fechando o único olho e pendendo a cabeça para trás. A risada, contudo, estaria abarrotada de sarcasmo. Afinal, haviam se aventurado nas intrigas de Lvneel no intúito de recrutar um médico para a tripulação. Agora não possuía tripulação alguma, mas havia ganhado uma médica. "Se existe quaisquer Deuses por aí, devem ter um senso de humor fodidamente' doentio."

Todavia, visto que não havia justificado seu riso, o mesmo pareceria ter sido direcionado às palavras de Fuyuki que em seu delírio viera a insultar o moreno, bem como também lhe ditar ordens. Ela tinha razão na questão de seus ferimentos, contudo, que de poucos e pequenos não tinham nada. Assim, simplesmente acenaria preguiçosamente com a cabeça para ela, deixando-se ser levado pelos companheiros pelo percurso gélido e nevado para dentro da ilha desconhecida. Não lhes diria nada, visto que a profundidade de suas feridas somada ao frio lhe apunhalavam constantemente o corpo, levando-o à um delírio tão profundo e febril que seu olho começaria a lhe pregar peças. Em meio ao trajeto, avistaria ilusões da batalha de Lvneel, impedindo-o de se esquecer do massacre. Corpos ensanguentados e mutilados se encontravam jogados nos pés das árvores, incluindo aquele de Asterin e Mégara, estes que começaram a agarrar a neve para que pudessem se arrastar até o caolho. Perseguiam-no, caçando o moreno, eternas. "Não esquecerei vocês, caralho. Eu prometo, agora me larguem." Tentou lhes dizer, mas a boca seca e sedenta por água havia sido despida de voz. Incapaz de enxergá-las naquele maldito estado, simplesmente acobertaria o olho com a pálpebra, entregando sua atenção unicamente ao vento gélido que lhe banhava a face como um consolo de calmaria.

Em determinado momento seus ouvidos captaram as palavras de Varric, distantes e distorcidas devido ao delírio. Não as compreendia, meio-desmaiado como estava, despertando brevemente apenas quando sentira seu corpo ser deixado sobre um solo metálico e banhado pela neve esbranquiçada. Não tardou e novamente estava sendo carregado, levado para um destino que desconheciam devido à falta de alternativas. A visão distorcida e turva avistaria a presença de um rio congelado, este que passava por debaixo de uma espécie de ponte metálica que aparentava estar completamente fora do lugar em meio à natureza. "Qual o problema dessa ilha? Existem pessoas vivendo aqui no mato?" Viu-se pensativo, ao que juntaria as sobrancelhas e suspiraria profundamente, exercitando seus pulmões e os músculos do peito. Quando viu-se no solo novamente, havia sido deixado diante de uma curiosa estrutura metálica, essa que analisaria com um olhar desconfiado e detetive.

Bem, tá aí uma porra que eu nunca vi antes n'vida. Tem alguma ideia do que pode ter aí dentro? — Jogaria a pergunta à Varric, rouco como de praxe, assim que estivesse sozinho com ele. Fuyuki havia partido em direção à cidade enquanto estava doentio durante a viagem, ao que parecia, de modo que não pudera lhe entregar algumas palavras de encorajamento. "Não que fosse preciso. A mulher parecia cheia de uma curiosa determinação, pelo visto. Qualquer coisa que eu dissesse apenas soaria idiota." De qualquer modo, visto que se encontrava incapaz de caminhar efetivamente, simplesmente deixaria que o corpo caísse ao solo esbranquiçado, sentando-se no mesmo enquanto levaria a destra até o queixo hirsuto, dedilhando-o concomitante ao cenho pensativo — Tu tá ligado' que não temos instrumento nenhum pra abrir 'sa porra, né? Tipo, não podemos fazer um "voalá" — Gesticularia com os dedos, balançando-os todos frente ao rosto — e "puff", uma chave mestra aparece. O bagulho' só vai abrir no tiro, meu camaradinha, é isso que eu digo.

Assim diria à ele, talhando um certo interesse cobiçoso no cenho ao dizê-lo. Afinal, pirata patife como era, não conseguia controlar sua curiosidade e ganância para o que aquela casa poderia estar guardando. Assim, caso o plano obtivesse sucesso e Varric conseguisse abrir a porta com o disparo, menearia a cabeça ao lado à fim de bisbilhotar o que poderia conter lá dentro. Aplicando certa força com a destra por sobre o joelho direito, buscaria levantar-se, cambaleando em seguida até a porta recém-aberta. Ali, apoiaria-se na parede, jogando a cabeça para dentro no intuito de vasculhar o local.

 — Vejamos... — Rogaria, ávido para a exploração. Se o interior se mostrasse despido de pessoas, simplesmente adentraria no mesmo à fim de vasculhar a mobília, caso houvesse uma ali, ou quaisquer sinais de riqueza ou curiosidade que não aparentassem perigosas demais a primeira vista. No caso de ter pessoas ali dentro, sendo essas civis que estavam simplesmente dormindo ou se mostrassem inofensivas demais, lhes diria, moldando-se numa figura intimidadora através de sua perícia para tal atividade: — Nem uma palavra, seus fodidos. Somos piratas, e se vocês ficarem quietinhos como bons garotos, ninguém sai ferido daqui. Onde está o dinheiro? — Manteria o timbre calmo e enigmático, ainda que diabólico como de costume. Caso eles mostrassem resistência, isto é, se viessem para cima de si na intenção de ferí-lo, simplesmente buscaria dar três passos para trás à fim de permitir que Varric cuidasse dos oponentes. Após fazê-lo, ou caso eles cooperassem com o roubo e lhes mostrasse onde estava o dinheiro, aproximaria-se do local indicado à fim de encher os bolsos com o tesouro, ao que se afastaria do edifício em seguida. Não poderia deixar que eles fossem até a cidade reportar o ocorrido, de modo que aguardaria a chegada de Fuyuki para que decidissem o que viria a ser feito em seguida.

No caso da maldita porta não se abrir com o disparo, simplesmente jogaria uma risada diabólica aos ares, levando a destra até a barriga à fim de conter-se. Rouco e com o timbre apinhado de divertimento, invocaria as palavras ao companheiro, pendendo a cabeça à direita ao juntar as sobrancelhas: — Bem, foda-se essa casinha de merda. Vamos esperar ela aqui fora mesmo, não deve demorar muito — Dito aquilo, aplicaria uma breve palmada no solo ao lado, entregando ao anão um cenho convidativo — Senta um tico' aqui, parceiro, temos muito o que conversar — Caso ele viesse a lhe obedecer, deixaria que um certo silêncio recheado de mistério tomasse conta da cena, apoiando ambos os antebraços nos joelhos que estariam dobrados. Manteria a atenção do único olho adiante, fitando o nada, antes de dizer-lhe momentos depois: — Elas eram bacanas, né? Digo, duas mulheres fodas p'caralho, e Raven também, não vamos nos esquecer. Elas se foram, mas nós temos que continuar — Naquele instante, num certo molejo com a cabeça, fitaria o anão de soslaio ao enraizar os dedos da destra em seu ombro esquerdo — Vamos encontrar uma nova tripulação aqui, novos companheiros, e então voltar até Lvneel para resgatar os corpos delas. Não podemos permitir que os desgraçados as deixem enforcadas na praia, me entendeu? Eu preferia morrer do que permitir isso.

Assim, simplesmente ouviria o que o anão tinha para lhe dizer, entregando a este sua completa atenção e simpatia. Contudo, caso o barulho do disparo viesse a atrair atenções indesejadas— isto é, se ouvisse a aproximação de alguém pela mata, simplesmente se levantaria, aplicando um puxão na manga do anão à fim de incitar ele para a fuga. Tentaria se mover o mais rápido possível até o outro lado da casa, onde deixaria que o corpo caísse na neve, tentando observar furtivamente aquele que se aproximava. No caso de se tratar de um marinheiro, guarda ou qualquer tipo de oficial da lei, manteria-se escondido por hora, observando o tipo de ação que este tomaria antes que pudesse agir de acordo. Contudo, se avistasse sua médica de cabelos verdejantes, rogaria à ela com certo deleite e satisfação: — Estamos aqui, mulher! Ô', minha filha, aqui atrás. Isso, boa garota, vem cá rapidão' — E assim, caso esta viesse com os medicamentos solicitados em mãos, permitiria que a garota tratasse de seus ferimentos, cooperando e colaborando com quaisquer pedidos feitos por ela durante o tratamento.


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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptyQua 26 Jun 2019, 13:36










- Ascensão -
Após ser questionado por seu companheiro, Grim disse algumas palavras que poderiam soar rudes para as outras pessoas, mas não para Varric, que estava acostumado com o jeito de falar de seu capitão, muito pelo contrário, fê-lo rir, e muito. - Ai, capitão. Essa foi demais. – Disse após terminar de rir, e limpando as lágrimas que saíram pelo canto de seus olhos. Mas todo o humor sumiu de sua face instantes depois. - Mas isso infelizmente é verdade, como a gente pode abrir essa merda? – Se questionou o anão. Enquanto isso, o moreno sentiu a cobiça crescer, era um local escondido, e que passaria batido para a maioria das pessoas, apenas Varric entre os três que conseguiu ver a moradia, então era de se esperar que ali houvessem coisas valiosas, e dentre essas, objetos de valor que poderiam ser roubados. Com a sugestão de seu capitão, o anão experimentou cerca de três disparos em cada arma em diferentes pontos da porta de metal, que além de não ter cedido, mal havia arranhões, o que fez com que os projéteis fossem ricocheteados, mas por sorte para longe da dupla. - Isso foi perigoso. – Disse o atirador com os olhos arregalados e um pouco assustado, afinal com o ricochete, tanto o próprio quanto seu capitão poderiam sair feridos, ou coisa pior.

Vendo o fracasso em conseguir abrir a porta de metal, Grim soltou uma risada, que parecia lembrar a frustração e o desespero, entretanto, o mesmo logo voltou ao normal, e sentou-se no chão coberto pela gelada e branca neve, e virando-se para seu subordinado, disse-lhe. - Bem, foda-se essa casinha de merda. Vamos esperar ela aqui fora mesmo, não deve demorar muito. Senta um tico' aqui, parceiro, temos muito o que conversa. – Mas antes que Varric pudesse responder, eles escutaram um bagulho de engrenagens mexendo-se, e aos poucos a porta abria lentamente, trazendo expectativa ao anão, e provavelmente ao moreno igualmente. Quando a porta estada quase que totalmente aberta, uma forte neblina se espalhou pelo local, e demorou cerca de dois minutos para se dissipar, e quando isso ocorreu, ambos foram surpreendidos, afinal havia um robô entre ambos, e este apertava uma lâmina na gargante de cada um. - O que querem na casa do meu mestre? – Perguntou o robô, que olhava-os sem emoção, afinal um robô não os tinha, mas os dois piratas sentiram a lâmina pressionar mais suas gargantas.

A situação era complicada, afinal Grim estava ferido, e por isso não podiam sequer pensar em lutar contra esse ser de metal, além de que suas vidas seriam tiradas antes que pudessem atacá-lo, e também havia o fato de não saberem a extensão dos poderes do mesmo. - Calma, nós não somos ladrões, só precisamos de um abrigo, meu amigo aqui está muito ferido, nossa amiga foi na cidade buscar medicamentos para cuidar dele, e queríamos entrar na casa pra ter um lugar mais confortável. – Varric disse depressa, antes que o robô os tomasse como inimigos e tentasse ceifar suas vidas. Sabendo que poderia atacá-los se fizessem alguma besteira, o robô retirou as lâminas das gargantas dos piratas, dizendo em seguida. - Então se é só isso não vejo problemas para entrarem. Me sigam. – Com isso, os três entraram na casa de metal, e a porta fechou automaticamente atrás de todos, dando uma sensação estranha a Varric, mas este acabou não dizendo nada.

Após passarem pela porta, se viram em um Hall de entrada de tamanho médio, em frente havia um corredor, à direita uma porta fechada, à esquerda uma pequena estante de madeira com alguns livros  e uma poltrona de aparência confortável recostada na parede, e a nordeste havia uma escada de madeira, que fazia uma leve curva para a esquerda. Os três seguiram em frente passando por um pequeno corredor, e após de terem atravessado-o, se viram em uma enorme e confortável sala de estar, com diversos sofás de cores variadas, uma pequena mesa de vidro no chão, e ao fundo uma porta que dava acesso a um quarto. - Uau! – Exclamou o anão ao ver a aparência daquele lugar, que de fora parecia um lugar simples e mal cuidado. - Deixe seu amigo deitado aqui, quando sua amiga chegar vou fazê-la entrar. Hoje vocês podem ficar aqui, mas só. Amanhã terão de ir embora. – Explicou o robô.

Meia hora depois, Fuyuki chegou à casa de metal e estranhou o fato de nem Varric e nem Grim estarem esperando-a, mas antes que falasse alguma coisa, a porta abriu e de lá surgiu o robô de antes. - Seus amigos estão lá dentro, pode entrar. – Explicou o robô para a esverdeada que entrou sem fazer cerimônia, e logo encontrou os dois piratas sentados no chão de madeira e as costas apoiadas em um dos sofás, de cor cinza. - Ah, Fuyuki. – Disse o anão ao vê-la entrando na sala. - Espere só um pouco. Vou cuidar logo desses ferimentos do seu capitão. – E dito isso, a esverdeada começou a retirar os materiais comprados e tratar dos ferimentos mais graves primeiro, que eram o talho no ombro esquerdo e um corte profundo no tórax onde retirou todas as impurezas que haviam nos ferimentos e com muito sangue frio, costurou as feridas, ignorando quaisquer protestos, gritos ou impropérios vindos de Grim. Em seguida pegou uma pomada e passou nas costelas que estavam trincadas, causando uma enorme dor ao moreno, e por último foi o ferimento das costas, onde passou uma pomada cicatrizante no local do ferimento e o fechou com um curativo, da mesma forma como fez o mesmo nos ferimentos costurados. - Pronto, tudo certo. – Disse a médica, passando a mão sobre a testa para limpar o suor acumulado, e ao ver o relógio na parede, que marcava 23:00, se surpreendeu. - Mas já é tão tarde, assim? Vamos dormir logo. – Disse a esverdeada, e logo após ela ter dito a frase, o robô de mais cedo apareceu e disse aos três. - Venham, vou mostrar suas acomodações. – E assim todos voltaram ao hall de entrada e subiram as escadas, e no andar de cima haviam somente portas, entretanto, eram 10 portas ali, 5 em cada lado. No fim, Varric teve de ficar no mesmo quarto de Grim, para caso surgir alguma complicação em seus ferimentos, e Fuyuki ficou com o quarto ao lado da dupla. Devido ao dia extremamente corrido e difícil, todos os três adormeceram rapidamente, sem saber o que os aguardava no dia seguinte.

Legenda:
 

Histórico:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptyQui 27 Jun 2019, 11:50


Fever

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 Sua conversa com o anão estava para começar quando o ruído metálico tomara conta da mata, este que partia daquela maldita porta que quase os matara instantes atrás. Em sua cabeça, já havia tomado aquele local como um depósito velho e tão abandonado que a porta se encontrava emperrada após anos de negligência. Contudo, diante de seu olhar, a mesma se erguia lenta e preguiçosamente agora, expelindo para fora uma densa neblina que os apanhara de surpresa, visto que estavam acomodados no solo. A pele tão empalidecida quanto a neve esbranquiçada começaria a transpirar devido a curiosidade, e talvez uma pitada de nervosismo. "Pelos quinhentos infernos, agora não. Não enquanto estou nesse fodendo' estado." Rogaria mentalmente, buscando levantar-se em seguida ao aplicar certa força nos joelhos, ao que ergueria o restante do corpo em seguida.

Fique perto d'mim, Varric, nenhum movimento brusco — clamaria ao amigo, sussurrante, fazendo uso de sua visão aguçada para que pudesse vislumbrar quaisquer sinais de perigo em seus arredores. Contudo, após longos dois minutos de uma espera silenciosa e cheia de mistério, sua vantagem ocular mostrou-se inútil ao ouvir o ruído metálico e afiado de uma lâmina. Após a neblina se dissipar, entre eles existia um sujeito estranhamente enegrecido, ameaçando-os com uma navalha posta diante de seus pescoços, impondo aos piratas suas indagações e suspeitas. Ainda que uma conversa produtiva se seguira, onde o mesmo aceitara as explicações mentirosas de ambos, não podia deixar de questionar a aparência peculiar daquele "homem". Era feito inteiramente de metal, de modo que provavelmente não era humano. "Seria minha febre? Ou o diabo finalmente enviou seus demônios pra me buscar?" Com aquilo em mente, invocaria um olhar suspeito ao cenho, talhando a cautela em seus movimentos ao que seguiria o sujeito metálico para dentro de sua residência. Varric parecera ter comprado a estadia de ambos com sua língua afiada, de modo que jogaria ao anão um olhar curioso, arqueando a sobrancelha esquerda caso os olhos de ambos se cruzassem.

Após a porta ter se fechado atrás de ambos, uma sensação recheada de perigo lhe preenchera por completo, enviando uma pontada fria em sua espinha. Os pelos estavam arrepiados, incitando claramente que algo violento estava para acontecer. Deste modo, abriria e fecharia os dedos de ambas as mãos no intuito de preparar-se para o pior, contudo, para seu deleite, a criatura os guiara por entre salas recheadas de nobreza e zelo, arrumadas com uma mobília que talvez não fosse vista nem mesmo na cidade principal. "Que diabos de lugar é esse? Ele disse algo sobre um mestre... não, seria melhor não perguntar nada por hora. Pareceria suspeito demais." Contudo, ainda que se mantivesse de boca fechada até então, não se aguentaria ao vislumbrar a formosura daquela sala de estar, esta onde ficariam alojados por hora. — Aí, seu zé. Valeu' pela sala, mer'mão, linda pra um caralho mesmo — Até mesmo o corvo parecera ter adorado aquele lugar, de modo que voejava por sobre os sofás com curiosidade, até pousar por cima de um destes e despejar suas fezes fantasmagóricas por sobre o estofado. "Bom, ao menos alguém já se sente em casa."

Assim, permaneceria sentado no solo após o robô sair do local, dobrando ambos os joelhos à fim de apoiar os antebraços por sobre eles, pendendo a cabeça para baixo no intuito de acobertar a face com os cabelos amorenados que cairiam frente ao rosto. Se encontrava fatigado demais para continuar a conversar e perceberia isso apenas agora, quando a adrenalina e o eminente perigo já tivessem se dissipado em sua mente. "Que dia longo da porra... de manhã estávamos todos rindo p' caralho, e agora..." Com aquilo em mente, jogaria uma breve olhadela ao anão que estaria consigo, mas nada diria à ele. Desejava nada menos do que uma boa noite de sono agora, de modo que permanecera quieto até que, de súbito, Fuyuki surgira na porta. Consigo trazia os medicamentos solicitados, muito para o deleite do caolho que, envergando um sorriso nos lábios, lhe rogaria as palavras apinhadas de satisfação: — Como está o estado na cidade? Vamos ficar aqui apenas por hoje, de modo que precisamos de um plano de ação para amanhã. — Dito aquilo, apenas ouviria quaisquer notícias que a esverdeada pudesse lhe dar, até que a mesma informara o grupo de que já estava tarde da noite. Com seus ferimentos tratados, simplesmente seguiria o local indicado pelo "mordomo". Seguindo o caminho com os demais, apoiaria-se na parede com a destra à fim de evitar desabar no solo ali mesmo, visto que o cansaço somado aos ferimentos lhe flagelavam até mesmo a capacidade de caminhar normalmente. Contudo, após adentrar em um dos quartos com seu companheiro anão, se dirigiria com um olhar pesado e febril até uma das camas localizadas ali dentro, deixando-se desabar em uma delas com certa cautela, para que não viesse a abrir novamente os ferimentos. Assim, cobriria o cenho com o antebraço direito, suspirando profundamente e deixando-se levar pelo sono e fatiga, se entregando de corpo e alma aos pesadelos que certamente lhe maculariam a noite.

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 5 EmptySeg 01 Jul 2019, 20:20










- Ascensão -

Pouco antes do começo do processo de cura de Grim, o mesmo fez uma pergunta à Fuyuki, queria saber como estava o estado da cidade, e não era por menos afinal depois de tudo o que passaram neste macabro e atípico dia, era algo normal procurar saber mais sobre como a cidade mais próxima estava, entretanto sua pergunta foi ignorada por ora, afinal a esverdeada não queria perder tempo respondendo algo que ela poderia fazer após curar o moreno, que estava em um estado delicado no momento. Após o procedimento de cura do pirata, que durou por um tempo relativamente longo, a médica estava cansada, mas conseguiu dar-lhe algumas palavras antes que fossem dormir. - Na cidade tudo está calmo e tranquilo. Eles fizeram um bom esquema com um pouco de tecnologia, então o frio lá é bem menor, dá para ficarmos tranquilos, mas é melhor arranjarmos umas roupas mais adequadas o quanto antes. – Tendo notícias animadoras, o trio recém-chego a Miecquot, pôde enfim ter uma noite de sono tranquila.

No dia seguinte, quase no meio da manhã, os três acordaram em um sobressalto quando a porta do quarto onde estavam foi aberta subitamente. - Bom dia. – Disse-lhes o robô do dia anterior. - São 9 horas da manhã, tiveram um bom tempo para descansar. Lá em baixo, deixei uma mesa com um café da manhã à espera de vocês, quando acabarem, peço que vão embora, como pedi a vocês ontem. – Dito isso, o robô foi para baixo deixando Grim, Varric e Fuyuki livres para levantarem-se e se prepararem para um novo dia, um recomeço após uma grande e horrível derrota.

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Grim

Perdas:
●  -x-

Ganhos:
● Manto Negro OK
● Ferimentos OK
Ferimentos:
 


Relação de personagens:
● O player faz

Exp: 8 xp
EdC: -x-

Localização: North Blue: Micqueot OK

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): Raiden Fuji - 1 crédito / Homero - quantidade insuficiente.

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Legenda:
 

Histórico:
 

Ferimentos:
 

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