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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ascensão

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ascensão   Ascensão EmptySeg 24 Set 2018, 15:32

Ascensão

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Grim, Asterin e Mégara. A qual não possui narrador definido.


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Grim
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptyQua 26 Set 2018, 17:16


Mad God

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Cês' conhecem aquela sensação... de quando se tem um puta barco, e tu pode ir pra todos os cantos d'mundo salvando crianças, resgatando donzelas e lutando pela paz? —estaria agarrado à proa da canhoneira, a Ligeirinha Safada, como a batizaria mais tarde, observando o modo como a proa lutava para fazê-lo vomitar de enjoo, se a mesma balançasse demais. "Os mares devem conhecer o almoço e janta de metade do mundo, imagino as reclamações: "Porra, pessoal, vai ter vômito de alface e feijão hoje de novo." Tinha vontade de tagarelar, como lhe era costumeiro, de modo que enquanto a voz encantadoramente rouca e divinamente diabólica saísse dos lábios ressecados, jogaria a atenção do único olho sobre o restante da tripulação sobre o ombro direito, arregalado —Eu não! Mas o onisciente eu tem certeza que algum filho d'vaca lá fora pularia n'chance de ser um heróizinho' hoje. Consigo sentir o cheiro deles daqui, me lembra... bolo de rato, talvez com um suco de minhocas? Meus favoritos —insano, levaria a canhota ao vento, ao leste, onde provavelmente Lvneel deveria se encontrar, balançando os dedos como se atribuindo importância para a inútil faixa de terra que era a ilha. Os lábios cicatrizados se curvariam num sorriso amarelado e cheio de escárnio, como se fosse capaz de matar os próprios companheiros. Era sua forma de demonstrar amor, como bem sabiam —Antes de arrancarmos os intestinos de cada um deles pra pular corda, precisamos... —avançaria direto ao tópico mais importante, soltando a proa para que pudesse caminhar até o restante do grupo de braços abertos, peito nu e um rosto divinamente esculpido  para o sarcasmo —...de roupas! Tamo' ficando famosos, e precisamo' de algo novo além desses pedaços d'trapos pra quando sairmos em cartazes, não? —trafegaria sobre o convés, se aproximando de Raven para que pudesse agarrar o belo rosto da gótica com ambas as mãos ensanguentadas, lhe tingindo o lábio inferior de vermelho ao passar o polegar por ali —Vamos às compras! É feriado, afinal —partiria de Raven para Asterin, lhe agarrando ambos os ombros ao aplicar algumas palmadas ali, como se fosse preciso encorajar a loira. Ela provavelmente seria a primeira a aprovar aquele "plano" —"O Dia da Ascensão dos Piratas, desconto total em todos os produtos. Tudo de graça, tudo na mão, venham até a loja mais próxima em seu bairro, matem todos os funcionários, queimem o estabelecimento e saiam correndo com tudo que temos!" —faria o discurso com um sorriso ligeiro e zombeteiro nos lábios. Havia finalmente saído da ilha em que teve de lutar por uma pobre sobrevivência todos os dias, e agora estava pronto e apto para sair ao mundo e tomá-lo para si, pedaço por pedaço. O Flagelo havia sido solto nos mares, e eles queimarão até que não exista nada além de cinzas.

"E o ouro, seu pedaço de bosta? Que tipo de pirata passa por uma ilha sem visitar o banco? Vais conseguir um barco melhor de que jeito? De graça? Tu acha que tu é Noé ou outro tipo de merda, criando barcos no nada e enfiando animais dentro? Sou um corvo, e tu é uma anta. Até que tudo se encaixa" dizia sua querida alucinação, O Corvo, aquele que comeu seu olho quando ainda era vivo, isso é, antes de ser morto por Grim ainda criança. Pousado em seu ombro direito, o grande animal de três olhos tagarelava sua voz ecoante ao alojar seu bico no interior do ouvido do pirata, lhe forçando a ilusão de que sentia cócegas pela proximidade da alucinação, tornando praticamente impossível de segurar as risadas na garganta, afinal, ninguém ali podia saber que conversava com um corvo inexistente nas horas livres. "Posso não ser Noé, seu fodido, mas o próprio Dilúvio? Essa é outra história." No entanto, ele tinha certa razão em sua matraca. Certamente existe algum banco naquela ilha, e com o planejamento certo e coragem aos montes certamente seriam capazes de sair com os bolsos cheios de lá. Tinha outros planos para a ilha, é verdade, mas tudo no seu tempo.

Ouvi dizer que vive um rei em Lvneel, junto com seus filhos reais e... filhas reais, irmãos reais, tios e tias, primos... —viu-se perdendo seu tempo contando coisas triviais novamente, dedo por dedo, mas de fato estava surpreso ao parar pra pensar, surpresa essa que estaria esculpida em seu único olho perplexo, inocente e insano —Cacete, imagina esperar esse mundo d'gente sair do banheiro só pra chegar tua vez? Abrir um comércio de fraldas ali dentro deve ser uma boa, huh? —com o rosto virado para a ilha, pisaria sobre a murada com o pé direito, apoiando o cotovelo destro sobre o joelho flexionado, coçando o queixo barbado com a ponta dos dedos. Intrigado, uma ideia parecia se encaixar aos poucos na mente estratégica e sem parafusos —Bando de cagões, muito nego' p'sequestrar, também. Tá' aí uma boa, imagino o quanto pagariam pelo resgate de um desses nobres. Que cê's acham? Vale a pena tentar, eu digo. Vamos precisar de informações, andar por aí um pouco, conhecer alguém que conhece a quebrada', se pá um desses nobres gosta de caminhar por aí. Se nos matarem, bem... —olharia para Mégara por cima do ombro, se a mulher ali estivesse, cheio de um humor perverso e violento —...sempre achei que você fica uma delícia de vermelho, meu doce. Vermelho-sangue. Bom, hora de ir, recreio acabou —diria em conjunto com um bater de palmas, assim que a nau estivesse próxima o suficiente da ilha. Não via problema nenhum em alojar a embarcação no porto, afinal, mesmo que fossem agora procurados Lvneel não saberia ou se importaria com a existência de três desconhecidos atracando na praia. Assim esperava, pelo menos.

Se a nau conseguisse atracar sem problemas no porto, se um ali existisse, apoiaria a destra na murada para que pudesse saltar habilmente sobre a mesma, pousando os pés na ilha na qual seria seu ponto de ignição até a fama. Com o peito cheio de liberdade e um sorriso repleto de malícia e violência, traria às narinas o aroma exótico de Lvneel, o cheiro de progresso —Ah, simplesmente perfeito. O cheiro de sovaco, suor e mijo, como senti sua falta! —o Corvo, por sua vez, não parecia intrigado e nem um pouco surpreso, sobrevoando sobre sua cabeça e tentando pela milésima vez em dez anos defecar sobre a mesma. Esquecia-se, porém, que não fazia mais digestão. "O cheiro vem de você, idiota. Se eu não estivesse morto, tentaria te comer de novo, defunto do caralho." Caso avistasse um estabelecimento que aparentasse ser uma loja de roupas por conta de sua visão aguçada e avantajada, se aproximaria da mesma pelo caminho mais seguro possível, seja lá qual seja, e analisaria a entrada do local para caso não exista nenhum problema aparente que pudesse comprometer a segurança do bando. No entanto, no caso em que não conseguisse encontrar de primeira mão loja alguma, se aproximaria do primeiro sujeito no qual apresentasse uma feição amistosa, caminhando de modo despreocupado até ele e, ao se aproximar, levaria a canhota até a pala que escondia o falecido olho esquerdo num ato de saudação —Bem-vindo à Lvneel, meu caro. Tô' aqui pra te ajudar a ME ajudar a encontrar uma loja de roupas, do que você precisa? —o nervosismo parecia lhe atrapalhar um pouco, mas apenas um pouco no vocabulário, de modo que caso a lábia não funcionasse com o homem, esperava que algum de seus companheiros o ajudasse ali. Obtendo sucesso em encontrar a localização até o local desejado, faria o ato de analisar os possíveis perigos em frente à loja, onde dali faria um plano de ação para invadir a mesma, se necessário.

Hist;:
 

Off/Ao avaliador:
 
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Última edição por Grim em Qua 26 Set 2018, 17:17, editado 1 vez(es) (Razão : Faltou uma coloração no histórico.)
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Hawke
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Hawke

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptySex 28 Set 2018, 20:51




Golden Dragon
Bad Habits





“A porcaria do dia ficaria mais alegre, se assim meu pé tocasse em solo novo” Vindo de uma criança criada tão isolada isso era uma sensação muito estranha, era como se tudo quê poderia explorar estivesse ali, apenas atrás de uma cortina esperando para ser aberta.

Pois eu, a garota dos cabelos dourados me manteria nas bordas da proa, fazendo companhia ao mar o máximo que pudesse, logo desembarcaria e eu o deixaria para trás por só o Vazio sabe-se lá quanto tempo.

Então a voz do provável dono das tendências mais terrivelmente insanas do mundo tomaria minha atenção, Grim estaria certo, e compartilhava de sua preocupação, pois de alguma forma ele não era tão maluco para não considerar as consequências do quê fizeram. “Afinal, tem sempre um rostinho bonitinho arriscando o pescoço por uma condecoração, não têm?”

“Que queimem no inferno junto com suas medalhas” Sorriria o mais perversamente que o rosto permitisse, seguiria então, o foco do homem para a nova ilha que ansiava tanto à pôr os pés, e riria com a constatação do quê seria sua primeira porra de prioridade.

- Agora você tá falando o caralho da minha língua- Quê a escuridão me levasse, mas isso era culposo, justo a garota quê tinha prometido renunciar todas as frescuras que fora ensinada não conseguiria se controlar com essa possibilidade. Era algo, uma parte ao menos, inocente, adorava cores, brilhos, adorava tecidos e mais ainda experimentá-los. “O quê em nome do Vazio poderia dar errado?”- Assim, amo todos vocês, mas estamos parecendo mendingos de rua.

E quando já estaria pensando em preto, branco e seda, perceberia que por mais quê suas palavras foram em tom de brincadeira, o quê o homem falava soava cada vez mais como um plano. “Essa loucura tá me contagiando?” Riria comigo mesma, baixinho, de fato uma de parte muito frufru’ e vaidosa de mim se irritaria se a minha foto inevitável no cartaz inevitável saísse uma porcaria.

“Essa criatura está sempre certa”

Não sabia se o dinheiro que tinham seria o suficiente para o quê eu já teria na cabeça, mas como o próprio Diabo de um olho só diria, definitivamente não estamos do lado dos príncipes encantados dos contos de fada agora, se a maldita sorte estiver do nosso lado no momento preciso, um assalto não seria nossa última opção.

Uma gargalhada explosiva seguiria das próximas palavras dele, o humor era tão estranho, como se os cinco patifes estivessem conversando de gatinhos fofinhos e não de porcarias que muito provavelmente os matariam mais cedo ou mais tarde.

- Eu acho que é uma ideia muito brilhante- Me levantaria para poder observar onde atracaríamos quando assim estivéssemos perto, o perigo constante já começaria a virar um bom companheiro de viagem- Ou muito merda- Procuraria por uniformes, armas, senhorinhas desconfiadas...- Acho que vou decidir se sairmos vivos.

“Tenha um pouco de fé” Caçaria a sombra no canto do olho mesmo quê soubesse que nunca a alcançaria. “Da última vez que eu tive fé, uma criança de olhos pretos começou à aparecer pra’ me encher a porra do saco” E então ouviria as risadinhas no fundo da cabeça enquanto eu me perguntava se algum dia ele sumiria.

Esperaria quê o famigerado diabo fizesse seu movimento e o seguiria para terra firme, acompanhada daquela sensação estranha de encantamento.  Mas a bala que me mataria poderia partir da próxima esquina então eu obrigaria o meu cérebro idiota à prestar a porcaria da atenção necessária ao meu redor, procurando evitar de cara qualquer perigo que surgisse no horizonte.

Agradeceria à própria sorte se conseguisse de cara achar a droga da loja quê mal podia esperar para colocar as mãos, mas caso não e sabia que Grim teria fatalmente a mesma droga de ideia, procuraria alguém quê parecesse informado o suficiente para lhes apontar a loja mais próxima, e também sabendo que a aparência atual de seu capitão não seria nem um pouco convincente, soltaria a voz mais inocente e encantadora possível logo depois que o mesmo falasse.

- É quê, meu querido, meus amigos aqui precisam de um trato e nós obviamente não podemos vesti-los com trapos não é?- Sorriria jogando parte do cabelo por cima do ombro “Puta merda que papel horrível”- Assim, de preferência uma alta costura? Pode nos ajudar com isso?- Quase cuspiria no chão de repulsa da palavra, mas serviria qualquer coisa quê fosse convincente o suficiente para quê aquilo não fosse para a merda.
Info:
 




Fire ••• Flames ••• Violence
ψ

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NIGHTINGALE


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Mégara-
Pirata
Pirata
Mégara-

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptySab 29 Set 2018, 15:24


Woman Weapon
sirva à mãe — com temor
E
Mégara haveria de ter passado a maior parte de seu tempo orando, tanto que as juntas dos ossos da perna se encontravam formigando, então, naquele dia quando deixou a cabine, encontrou seus companheiros no convés, como esperado. Jogaria o sobretudo em um canto, ficando com o tronco coberto apenas pela regata esbranquiçada.

Sentiria o cheiro do mar, se assustava, entretanto, com o pensamento do desconhecido, mas o infinito e misterioso ao mesmo tempo que se assemelhava à grandiosidade e imensidão, parecia caber em seu punho fechado; “esse mundo é meu”.  

Alongaria seu corpo, sentindo e ouvindo os pequenos estalos dos membros pouco desajustados, os fios negros de seu cabelo se encontravam pouco bagunçados, desalinhados — no fim, ela mesma esperava que não tivesse adormecido durante uma de suas orações e jejuns.

Se aproximaria então de Grim, que já havia começado a tagarelar. Admirava o ânimo do homem, e após ouvir seu discurso, disfarçadamente, com pouca insegurança, analisaria as próprias roupas.

O que tem de errado com elas? Não estão rasgadas nem nada assim”.

A profeta havia aprendido a viver com o mínimo, então, por vezes, não entendia os desejos de algumas pessoas, entretanto, antes que pudesse questionar, seria interrompida pelo homem.

Se sua pele fosse mais clara, certamente o rubor seria evidenciado nas maçãs do rosto, deixou escapar um suspiro efêmero e suave, sorriria então, sutilmente, limitando-se apenas a curvatura dos lábios avermelhado-róseos, após isso, ergueria seu rosto junto ao olhar, egocêntrica, orgulhosa.  

Tudo bem, mas quero que saibam que eu não vejo nada de errado com nossas roupas — Finalizaria, não era muito do apego aos materiais — Vamos ao saque — Completaria, enquanto esfregava suas mãos pelo rosto, tentando fazer seu corpo despertar.  

Quando o barco atracasse na ilha, Mégara desceria, desconfiada, como de praxe, olhando aos arredores. No fim, as pequenas olheiras que contornariam pouco abaixo da linha d’agua de seu olho, não era apenas pela falta de noites dormidas, ao fundo, o sobretudo jogado pingaria pequenos líquidos.  

Havia aprendido coisas novas, mas sem materiais necessários, não conseguiria executar uma corretamente que fosse.
Apressaria o passo então, tentando alcançar seu capitão, caso ele encontrasse uma loja de roupas a primeira vista, seria mais rápida para tentar falar com ele, e se houvesse de falar com alguém, esperaria o terminar de falar com a pessoa, para então aproximar-se.
Quando se aproximasse, chegaria o quão perto pudesse, repousando a destra em seu ombro, cravando as unhas de forma sugestiva, se esgueiraria então, se conseguisse “emboscá-lo” de seu ouvido, apelando para um pedido:

Capitão. Me ajude nisso. Aprendi uns truques que pode gostar — Aumentaria a vantagem da proposta então — Uma serpente produz veneno, se é que consegue me entender — Iria afrouxando o agarre das unhas — Mas preciso de materiais.

Largaria então o homem, voltando a acompanhar o bando para onde os companheiros fossem.  








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Boreal
Pirata
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Boreal

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptySeg 01 Out 2018, 16:49

A embarcação do bando do Olho de Corvo se aproximava cada vez mais de Lvneel naquele dia de clima ameno, não muito, nem muito frio, mas com uma forte ventania na ilha, que alias ajudava eles a alcançarem o destino de maneira mais rápida ao quanto que os intensos ventos se chocavam contra as velas e empurravam o barco.

Os olhos esmeralda do baixo navegador se mantinham sem desviar na direção de um pequeno porto que havia ali, complementando o cenário da cidade. Na verdade, apesar dos dizeres de Grim sobre Lvneel possuir um rei - o que deixa subentendido o status de reino do local -, não era necessário dizer, já que era totalmente presumível pela aparência da localidade: as casas de pedra e madeira, juntas, ruas largas e asfaltadas com pedras, e a presença de homens de armadura e grandes espadas embainhadas, ou lanças para alguns, provavelmente guardas. Estavam por todos os lados.

Após as interações, o atracar era tranquilo. O porto possuía uma espécie de pier, tendo a embarcação parado logo ao lado, e descido sua âncora. Os tripulantes deixavam a embarcação, e dois guardas, armadurados, no porto, iam prontamente na direção deles, e Varric também prontamente, tomava a frente, olhando para o grupo e dizendo. - Deixem comigo, apenas vão. - Suas palavras eram baixas, como se fosse só para eles ouvirem.

Os guardas se aproximavam, e então um deles, jovem, com um olhar fechado, os abordava. - Alto! De onde vêm e quais suas intenções no reino de Lvneel? - Pelo jeito até meio decorado da fala, presumiam que tratava-se de algo padrão.

- Boa tarde, nobres cavalheiros... - Varric dava mais um passo na direção dos guardas, começando um diálogo com eles, enquanto sinalizava por trás do corpo para o grupo seguir, e era o que faziam, de forma que só ouviam parte do começo da fala do anão. - Somos mercadores. Estamos vindo de Micqueot Island e... - Com exceção de Asterin, que com sua audição aguçada, mesmo junto do grupo, conseguia ouvir o resto da fala do companheiro. - ...estamos trazendo algumas cargas para comércio na ilha. Meu sócio... - Até que, por sair do local, nem ela ouvia mais.

Eles andaram alguns passos, e Grim procurava por uma loja de roupas, não encontrando nem com sua visão privilegiada. Um mancebo, aparentemente da idade da Dragão Dourado, de regata branca, cabeça raspada, várias tatuagens pelos braços e um piercing metálico no septo que passava ali era abordado pelo capitão, de uma forma meio estranha.

Pelas palavras de Grim, o homem abaixava as sobrancelhas e tinha uma certa dúvida em seu olhar, como se não houvesse entendido realmente o que o caolho desejava. Asterin, contudo, tomou a dianteira e fez-se entender. - Meu pai é costureiro. Ele faz peças para a corte. A loja dele é a alguns metros daqui... - Ele apontava em uma direção, olhando para a mesma por um instante. Se virava então de novo para o grupo, olhando para cada um como se os analisasse, completando: - ...Mas vocês não devem ter esse dinheiro todo... - Ele caçoava, deixando o grupo.

Os piratas seguiam então pelas ruas, e após alguns passos notavam duas coisas: Uma era a loja, uma estrutura de madeira bem bonita e rústica, com uma escrita na plaquinha de madeira acima da porta aberta "Alfaiataria"; A outra, era que vários guardas, de diferentes pontos, olhavam para eles, e Grim havia notado inclusive que isso acontecia desde que chegaram, com sua visão aguçada. Na verdade, todos tinham um ar totalmente desconfiado, e agora, próximos a loja, os outros notavam pela presença de um oficial enorme, com uma grande armadura, ali ao lado, olhando para eles com os olhos semi-cerrados, e uma das mãos já na empunhadura da espada.

Mas uma coisa cortou sua atenção: uma rápida figura de longos cabelos ruivos roubava a cena correndo pelos telhados das casas, saltando de estrutura em estrutura, em direção ao centro. O grande guarda sacava sua espada e começava a correr na direção da figura, enquanto outros dois, nas ruas, também o faziam. Contudo, haviam alguns guardas, a alguns metros dali, que não saíam do lugar, mas dois em especial ainda ficavam olhando o grupo. E Varic, tendo os visto, vinha da direção do porto caminhando um pouco mais rápido que o normal. O que eles fariam?

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptyQui 04 Out 2018, 20:35


Without
sirva à mãe — com temor
L
vneel, suas construções eram um tanto quanto diferentes do que a serpente renegada estava acostumada, tal qual como seu clima. Mégara inspiraria o ar, e após ter falado com seu capitão, tomaria à frente. Não sem antes olhar atravessado para o adolescente pelo qual haviam passado, quando estivesse longe o suficiente, sussurraria para si mesma.

Nós sem dinheiro e em breve você sem pai...

Aceleraria então os passos, assim que encarou melhor o estabelecimento indicado,

Amaldiçoada seja essa ilha mais segura que Wars Island".

O porquê, realmente de ter acelerado os passos, talvez não houvesse ficado tão claro para os companheiros atrás de si então, mas assim que a morena observou a mão da empunhadura, pronta para qualquer ataque, ela abaixaria a lança. Ao abaixar a arma, o gesto era de submissão, a ponta da lâmina roçaria o chão em alguns pontos do trajeto conforme andava, quando finalmente se aproximasse do guarda, começaria o diálogo. Não mentiria, na verdade, não tinha nada em mente e muito menos lábia para isso, mas começaria um pequeno monólogo, como que se explica, omitindo pequenas partes:

Bom dia — Os olhos cor de bronze encarariam a face do oficial — Não quero causar problemas, senhor... Só que eu e meus companheiros acabamos de chegar de uma longa viagem — Enrolaria uma mecha de cabelo no dedo indicador conforme falava — Não estou no meu melhor estado, como pode ver, e com certeza você não pode negar uma roupa nova para uma mulher, certo? — Abriria então um pequeno sorriso, apenas com os lábios, sabia ser simpática, ao menos isso.

Não era nenhuma especialista em sedução, nem nada do gênero, não entendia bulhufas disso, entretanto, sabia de sua beleza “exótica”, a boa aparência que tinha a ajudava em situações como essa, na maioria das vezes.

Caso não conseguisse passar pelo guarda pacificamente, ela aguardaria Grim, que talvez fosse melhor nos diálogos que ela, como geralmente era. Mas, caso a sua passagem e de seus companheiros fosse concedida pacificamente, entraria na loja.

Se entrasse, observaria todo local em sua volta, jogaria a lança para seu ombro, a segurando com uma das mãos, de forma que não atrapalhasse sua movimentação dentro do ambiente, para não alarmar muito enquanto aguardava seus companheiros —inclusive Varric— começaria a olhar e puxar algumas das roupas, como quem tem interesse na compra — na verdade, até tinha, não exatamente na compra, mas procurava ao fim de tudo, um sobretudo preto com talvez, algum detalhe em vermelho.  Assim que seus companheiros entrassem, ficaria próxima de seu capitão, caso tivesse alguma ordem a se receber ou qualquer comentário de súbito.  
 








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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptySex 05 Out 2018, 11:20


Mad God

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E nganados como ratos numa ratoeira, aqueles soldados engoliram as mentiras de Varric como o povo engole o Governo e a Marinha nos dias de hoje, simplórios como eram. "Coisa boa que temo' esse anão aqui, ficar perto dos farda branca faz o sangue ferver um pouco demais bastante... " Escutaria a própria voz em reflexão conforme se distanciavam do porto, adentrando corajosamente na boca da fera, no olho da tempestade, em território inimigo. O mancebo que encontraram com as mais saborosas informações sobre a ilha, no entanto, adquiriu para si mesmo a edição limitada do ódio vingativo de um corvo sedento por morte, esse que desejou, depois de ouvir com atenção os insultos do homem, arrancar seus olhos para que pudessem enfeitar a boca suja do patife, enfim dando cores ao sermão "Olha essa boca". Ao invés disso, sorriria cinicamente para ele, medonho como era, arregalando o único olho de modo vingativo, o sangue subindo à cabeça numa intensidade que justificaria uma chacina ali mesmo. "Quantos deles poderíamos matar antes que os guardas nos prendessem? Dez? Quinze? Pelos céus, eu dormiria bem melhor se levasse quinze."O cão latiu um pouco, vamos atrás de seu dono —seu pai pagaria um preço pesado por aquilo.



Quando faria menção de se aventurar em Lvneel, no entanto, fora emboscado pela sua lanceira favorita. Mégara havia corajosamente lhe agarrado no ombro, cravando as unhas em sua pele nua de modo sugestivo para que então sussurrasse uma divertida proposta em seu ouvido, proposta essa que lhe pintaria os lábios de riso. Interessado, deitaria um olhar penetrante na morena por cima do ombro direito, inclinando a cabeça para que ficasse ainda mais próximo dela, devolvendo os sussurros: —Um assalto de cada vez. Em algumas horas a serpente vai ter todo o veneno dessa ilha —decidiu não lhe dizer mais do que aquilo, deixando a mulher em sua imaginação criativa, como lhe era de costume. As intenções de Mégara lhe impressionavam cada vez mais, e havia aprendido que a lanceira talvez possuísse um desejo mais sádico do que ele próprio, mais do que roubando o interesse do caolho inteiramente para si. Tão próximo dela, comeria a morena com o olho por um longo tempo, deixando mais do que óbvio o interesse que crescia por ela, sua arma preferida.



As ruas de Lvneel, onde sonhou caminhar desde o início do dia, talvez desde que conquistou sua liberdade aos dez anos. "Um fodendo passo de cada vez, huh? E além daquelas casas, daquele mar..." Estenderia a destra logo à frente, carregando o peso de seus sonhos e desejos para o almejado e longínquo leste, se assim pudesse encontrá-lo. De olho fechado e imerso em sua mais profunda loucura, buscaria sentir e ouvir em sua mente doentia as ondas daquele mar se chocarem violentamente, os ventos selvagens ou as calmarias impiedosas para as velas, o risco da morte em cada ilha. "Está lá, onde sempre esteve."  Satisfeito e arrepiado, tingiria os lábios do mais afiado sorriso em seu arsenal, abrindo seu olho para que pudesse encarar o restante da tripulação por cima do ombro, entregando à eles a felicidade que queimava em seu peito —Seus putos... —soltaria uma inocente risada recheada do mais profundo sadismo aventureiro, o ritmo da respiração descontrolada denunciando o nervosismo que sentia até o ponto onde não era mais possível esconder o sorriso com os dentes amarelados. Estavam tão perto —...Grand Line está logo ali, virando a bundinha' dela pra entrarmos, então por que ainda tão' aí atráis', seus safados? —agrupados novamente, se assim fosse, sussurraria para todos ali com a voz mais discreta que pudesse invocar no momento, trazendo também à tona o timbre de líder que possuía para que suas ordens fossem claras e motivadoras: —Vamo' invadir a loja agora, mas parece que temos uns fodidos ali na frente —aqueles guardas poderiam vir a detê-los se soubessem do que ocorreu em Wars, mas visto que haviam acabado de sair de lá à poucos minutos duvidava que o ocorrido fosse conhecimento comum —Não sei se eles são garotos de programa desesperados ou seja lá o quê, mas tão c'uma cara de quem sentou com força na quina d'mesa hoje cedo. Acreditem, eu sei das coisas —traria a atenção reservada para Mégara e Asterin, lhes dirigindo um sorriso singelo e confiante —Varric passou a perna ns' cara lá n'porto, agora é a vez d'cês duas. Não façam essa cara, não é nada demais, só cheguem neles e digam que s'parecem com... hã, postes de luz? —gesticularia a sugestão com a destra, juntando as sobrancelhas como se não fizesse a menor ideia do que sugerir —Nah', esquece, erótico demais. Sei que vão saber o que dizer. Agora, depois que entrarmos, precisamos realmente de roupas novas e roupas novas iremos procurar, numa boa, sem stress', sem gritaria, tiros, socos na cara e cabeças rolando... ainda. Vamos analisar o estado da segurança dentro da alfaiataria e então, de surpresa, eliminamos todo e qualquer civil lá dent —sua atenção, então, seria roubada única e exclusivamente para o mais afortunado evento daquela manhã, algo que ateou fogo em seu coração, invocando a felicidade como a segunda-feira invoca a preguiça nos trabalhadores. Uma distração, a mais perfeita delas, quando uma figura de fios ruivos como o sangue atraiu a total atenção da maioria dos guardas ali, saltando de casa em casa como uma gata no cio foge dos machos da vizinhança. "Agora não é hora pra essas fantasias inúteis, e apaga de uma vez esse sorriso ridículo na tua cara, tá parecendo um louco sem teto." E era exatamente isso, mas agora também poderia ser conhecido como o louco feliz, pois de modo algum conseguia se desfazer de seu sorriso macabro —Viram aquilo? É assim que se recebe piratas na sua ilha, distraindo os guardas pra facilitar a vida deles. Né q'o povo de Lvneel conhece das etiqueta'? —bateira duas palmas discretas, então, tentando passar sua excitação para o restante do bando. Tinham trabalho à ser feito —Bora' lá, seus putos. E por favor... não vamo' escolher nada branco, né? Suja fácil de sangue, cês' sabem.



Caminharia então até a loja desejada, aguardando que Mégara e/ou Asterin fizessem como pedido e desejando do fundo de sua preguiça que obtivessem sucesso, aplicando algumas palmadas nas costas das mesmas assim que adentrassem na alfaiataria depois do ato, se possível. No entanto, caso os guardas em questão não caíssem na sedução das garotas e bloqueassem a entrada na loja como se estivessem guardando toneladas de ouro nas prateleiras, se aproximaria do sujeito mais próximo de si num passo acelerado, de modo algum conseguindo controlar uma risada cheia de ameaças na garganta. Ele iria morrer —Não podemos entrar? Tu é um merdinha' engraçado... —a gravidade diabólica na voz seria atribuída pela sua famigerada intimidação, buscando o timbre correto pelo controle avantajado que possuía na voz para que pudesse encontrar o terror ou receio mais profundo naquele guarda, fazendo uso mínimo de sua psicologia para ter um resultado mais produtivo —Seríamos presos, talvez... mas você? —se aproximaria ainda mais, buscando incomodá-lo com seu hálito ruim e alcoólatra —Tu não vai sair dessa vivo, nenhum d'cês. Tuas famílias não vão ver o papai no jantar... é isso que cês' querem, huh? "Mama, o que aconteceu com o papa? Por que o corpo dele foi achado cheio de sangue na rua?" —flexionaria os dedos, as veias surgindo nas têmporas pela fúria escaldante que consumia seu corpo. Se quisessem pagar de heróis, que assim seja. Se abrissem caminho para que pudessem entrar na loja, no entanto, sorriria para o guarda, aplicando alguns tapas inocentes em seu peitoral de aço —Bom dia, soldado —e assim simplesmente caminharia até a porta da loja, adentrando no estabelecimento com o restante da tripulação, se possível.



No entanto, caso o sujeito reagisse de modo violento para suas provocações, observaria seus movimentos com atenção ao fazer total uso de sua visão avantajada. Se o mesmo incitasse quaisquer movimentos mínimos para desembainhar sua espada, se aproximaria ainda mais do mesmo para dificultar a ação, lhe aplicando um pesado golpe de punho direito no queixo ao trazer o soco de baixo para cima, porém não antes de tentar paralisá-lo ao lhe presentear com uma joelhada direita no meio na virilha, contando com o auxílio de Varric, Raven ou Asterin para que finalizassem o restante dos guardas de surpresa. Se eles se mostrassem imensamente poderosos e não fossem afetados por nenhuma das perícias ou ataques, apenas faria um sinal com a destra para que o grupo fugisse por entre as casas das redondezas, buscando despistar os guardas que, por utilizarem armaduras pesadas, provavelmente também não seriam abençoados com super velocidade. Se a fuga fosse efetuada com sucesso, diria para aqueles que conseguissem segui-lo: —Tentaremos de novo mais tarde, teremos todas as chances do mundo pra isso.



Por outro lado, se o diálogo obtivesse sucesso, levaria a canhota ao peito como se tentasse recobrar da respiração descontrolada e nervosa —Bem, aquilo tá resolvido, bora' atrás dessas roupas —analisaria o interior da loja, contando quantos estivessem ali dentro, se aparentavam ser civis comuns ou mais guardas/marinheiros e se o proprietário da loja estivesse à vista. Encontrando-o, desenharia o sorriso mais amistoso e interessado no rosto, lhe chamando com uma voz cheia de uma divertida empolgação —Bom dia, senhorito'! Ficamos sabendo do prestígio da tua lojinha', é verdade?  Os nobres vem até aqui pra comprar tuas roupas? —caminharia no local se fosse seguro, observando as peças de roupa com um olhar interessado, se estivessem à mostra para o público. Tentaria manter o sujeito na conversa, se possível, ao mesmo tempo que procuraria a peça de roupa desejada para a "compra" —E que tipo de gente eles são, esse pessoal do castelo? Chegamos na ilha tem pouco tempo, e tamo' escutando falar deles por todo lado — Tinha interesse, nos seus sonhos mais profundos, de encontrar uma capa/manto composto somente de penas de corvo costuradas em pele escura, possuindo tiras de couro que segurassem o manto ao torso para que o mesmo não precisasse ser amarrado no pescoço ou algo semelhante. Tal vestimenta seria perfeita para atribuir ainda mais a sua imagem àquela de um corvo, aderindo a alcunha ao vestuário. No entanto, se não conseguisse encontrar nada parecido com aquilo se contentaria simplesmente com um manto de peles negras do mesmo estilo, com a ausência das penas. Vestiria o traje, se o ato não aparentasse ser desrespeitoso, deixando o peito nu e exposto enfaixado pelas desejadas faixas de couro. "Tentando me imitar, caralho? Tu tá parecendo minha falecida vózinha' nessa porra aí, tá de sacanagem." O corvo sobrevoava a loja, como se tentasse defecar sobre a cabeça de todos ali, claramente irritado pelo vestuário escolhido por seu "mestre" — Como eu estou? Horrivelmente lindo? Incrivelmente terrível? Quem é o capitão mais gatão desses mares? —perguntaria, erguendo os braços para que a tripulação pudesse observar a vestimenta, se aproximando deles e prosseguindo aos sussurros, discreto: —Esperem pelo meu sinal, vamos descer a porrada aqui.

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptyTer 09 Out 2018, 14:10




Golden Dragon
Deadly





  Uma cidade bonita, não tinha de forma alguma como negar aquilo,  “Saiu de um conto de fadas bem ruim” riria comigo mesma ao olhar para a prepotência dos homens trajados em ferro.

Não que não fossem perigosos, pois aquelas armas de fato não pareciam de brinquedo, o “regimento” em um total, também não pareciam estar só de brincadeira.

Deixaria o pequeno homem para trás, mesmo que por um breve momento, com os dentes trincados, ele podia parecer ser mais versado na arte da malandragem do quê a maior parte de nós, mas aquela porcaria ali era território desconhecido.

E perigoso

A inquisição para uma resposta fez meus punhos se cerrarem em irritação, “Abra a cara dele na mão”,“Abra a cara dele na mão”, uma parte inteligente de mim, ainda bem, tomou a frente para recusar aquela ideia sussurada, era loucura.

Logo depois se encontraria de cara com um jovem que lhes proveria a informação necessária, uma loja, à metros dali...Olharia então para os rostos de seus companheiros na tentativa de identificar o quê eu mesma já sentia. Havia muitos guardas na rua, sim, mas algo
me fazia acreditar que tudo aquilo estava “Fácil demais”. Como se estivesse esperando quando a verdadeira ameaça se mostraria.

A Cortesia do homem, fora estendida por pouco tempo. Debochar era fácil, eram piratas, criminosos e de fato não estavam com a melhor das aparências. Motivos que de forma alguma impediram um grande pensamento de cruzar a minha mente “Se teu pai é tão caro assim eu posso arrastar a sua cara nessas pedras e pegar o dinheiro que você tiver dele”

Felizmente não foi absolutamente necessário que uma pancadaria começasse do nada visto que vosso querido capitão lançou sua ordem de seguirmos em frente, enquanto eu prometia para mim mesma que respiraria da próxima vez, pois não estavam em condições de lutar com o tanto de guardas que viriam empalá-los ao mero som de um grito.

Uma loja bem feita, apesar de rusticidade não fazer bem o meu estilo, assim como armas afiadas na mão de postes gigantes. Assim pensaria ao olhar para o guarda prostrado perto do local. Grim, então, chamou minha atenção quando minha mente já estava criando uma singela preocupação conforme chegávamos perto do destino. Até a outra pessoa dentro de mim torceu a cara para o plano “Que merda”. Olharia para os guardas que o mesmo se referiu para me certificar pela milésima vez se realmente não poderia espanca-los até a morte.

“Parece que não”

O resto do plano pareceu mais animador, como uma recompensa da primeira merda que precisaria fazer, em fim um pouco de luxo vindo da melhor forma possível, de graça. E de fato, do nada, um vulto vermelho voou pela visão de todos, eramos fortuitamente sortudos naquele dia ao que parece, chutaria que não era qualquer desconhecida para fazer uma grande parte daqueles postes correrem atrás como leões atrás de um cervo.

Era um plano decente o suficiente para não parecer que ia dar merda logo de cara. E era só disso que eu precisava.

Esconderia as mãos atrás do corpo em uma postura adorável, quase uma jovem pulando de alegria. -Meu querido!- Me aproximaria à uma distância desconfortável até para mim mesma- Eu notei que nos observa e entendo completamente sua preocupação, é o seu dever afinal e é por isso que a população é grata- tagarelaria rodopiando e sorrindo encantadoramente- Realmente estamos horríveis, é que a outra ilha, minha nossa a outra ilha foi horrível, a viagem também não fez bem à nenhum de nós- traria uma feição triste- Não é nada caro, até porquê acho que você já deve ter imaginado que não temos dinheiro pra isso, é simples mesmo, só para trocar esses trapos.

"Isso não me convenceria" "Calado" Pensaria balançando a cabeça, tinha uma boa voz e uma história decentemente verdadeira, esperava que fosse boa o bastante para pelo menos ganhar um aceno positivo de cabeça e pudesse prosseguir seu caminho com um pouco de paz. Caso não, aguardaria Varric, que havia avistado voltando, talvez se ele me emprestasse um pouco daquela língua de cobra a situação melhoraria.

E então, entraria na loja se assim pudesse, observando é claro, as costas de seus companheiros, era lei dos criminosos a noção de que um perigo letal podia se esconder em cada canto e é claro que mesmo ali isso não poderia ser diferente.

Do fundo do coração negro adoraria um vestido preto com bordados intrínsecos amarelos, incrustados de topázios dourados, porém vestimos para o ofício, e o meu era mais para o crime do quê para a passarela. Procuraria então incessantemente por uma blusa, a que me parecesse mais cara, afinal aquilo era um roubo, preta, sem mangas e com a gola até o pescoço, ou um vestido curto no mesmo modelo que colocaria por cima de qualquer maneira.
E por pensar, esperaria o sinal de seu capitão para que este se concretizasse.
Info:
 




Hotter than the sun
ψ

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NIGHTINGALE


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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptyTer 09 Out 2018, 16:55

As palavras das mulheres iam de encontro para com os guardas, que olhavam com certa desconfiança para com o grupo tudo, inclusive para junto do anão, que agora retornava para junto dos companheiros. Um dos guardas fechava o olhar, como se não se convencesse inteiramente das palavras das mulheres, enquanto o outro demonstrava certa dúvida, não se sabendo se por convencimento ou por qualquer outra coisa.

Independente disso, eles permitiram a entrada do grupo na alfaiataria sem questionar, apesar de ficarem um pouco mais próximos da porta, como quem se precavia para a possibilidade do grupo ser alguma espécie de gangue de bandidos. E eles eram mesmo, um bando pirata, mas os guardas não tinham como saber disso ainda.

Assim, quando deram seus primeiros passos adentro, passando pela porta de madeira decorada, notaram que estavam na recepção do local. Uma pequena sala de madeira, com algumas cadeiras, um balcão, mas vários cabides de roupa por todos os lados, expondo peças que na verdade eram muito mais simples do que o esperado. Talvez não fossem as melhores do estabelecimento.

Spoiler:
 

- ...E é por isso que você deve ficar sempre atento, Herman. - Um homem com seus cinquenta e poucos anos, com barba e cabelos já tingidos pelo grisalho, falava com outra figura. Apesar da aparência de não ser mais tão jovem, era grande, tinha até um porte meio atlético. E, eu diria, lembrava um pouco o mancebo abordado pelos piratas anteriormente, talvez fosse seu pai.
Spoiler:
 

- Pode deixar, Don Baltazar. - A outra figura, um garoto bem mais jovem, com vinte e poucos talvez, roupas verdes, o curto cabelo escondendo os olhos e o martelo posicionado bem nas costas, respondia de uma forma relaxada, não como se o fizesse de propósito, mas como se sua própria fala fosse assim. Ele próprio se virava enquanto o outro saia, notando a presença do grupo ali, mas sem demonstrar nenhuma reação facial aparente.

Grim cumprimentava, e já mandava seu típico papo, mencionando o fato de ter ouvido sobre o estabelecimento, e sobre os nobres que compravam lá. - Sim, senhor, é verdade! Boa parte da corte real utiliza nossas peças... - Ele dizia de maneira sempre amigável, e naturalmente relaxada. - Mas não imagino que sejam nobres. Vieram buscar alguma peça encomendada para seus senhores?

Mas o capitão do grupo perguntava sobre quem eram aqueles do castelo, alegando que haviam aportado na ilha a pouco, o que era verdade, pelo menos. - É a família do benigno rei Montblanc Azrel. São boas pessoas, e governantes virtuosos. E amados pelo povo! - Ele sorria, aparentando também gostar dos monarcas. - Como é que vocês nunca ouviram falar neles?

O grupo procurou por algumas belas roupas por ali, mas como dito naquele espaço só estavam as mais simples. Uma passagem pela porta atrás do balcão talvez os ajudasse a encontrar peças melhores, mas a pergunta era como fariam isso?

Grim acabou por encontrar somente um manto preto simples, que era o mais próximo do que desejava; Asterin um vestido preto tomara-que-caia simples; E Mégara, infelizmente, nada que lhe lembrasse a ideia de sobretudo que tinha em sua mente. Raven não parecia se alegrar com nada também, e o anão sequer havia procurado algo em específico.

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão EmptySex 12 Out 2018, 17:29


Mad God

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O  interior da alfaiataria se mostrou mais simples do que o esperado, tanto nas vestimentas que eram exibidas para o público como na segurança no interior da loja, muito para o agrado do Olho de Corvo. Bem, ainda temos aqueles dois retardados lá fora... qualquer sinal e eles podem entrar aqui, espadas na mão e tudo, não? Era um risco, mas mesmo cogitando a presença dos guardas ainda seria cinco contra quatro, e teriam a vantagem da surpresa. Todas as peças pareciam se encaixar uma a uma, e àquela altura do campeonato esconder o sorriso macabro e cruel já se mostrava um desafio bem maior do que assaltar a loja, forçando o corvo a levar a destra até os lábios. Ainda não... vai ter tempo suficiente pra rir daqui a pouco, só mais um pouco... não precisa esperar muito, caralho.

Como eu disse, chegamo' na ilha tem pouco tempo, tá ligado? —diria, enfiando os braços nas mangas da vestimenta um a um. Descobrir mais sobre os nobres que pretendia sequestrar era uma das prioridades no momento; se eram gananciosos ou bondosos, diligentes ou preguiçosos, caridosos com a população ou não. Tudo serviria como um "mapa" para o jogo que visionava em sua mente estratégica —Eles andam muito nas ruas? Digo, entre o povo e tal? De onde eu vim, a galerinha' da nobreza ficava trancada dentro d'suas casas o dia todo. Imagina a merda que deve ser a vida deles? Não consigo sentar no mesmo sofá duas vezes, diga lá todos os dias —risonho, sentiria o tecido negro do novo manto lhe cobrindo a pele tatuada, ajudando o moreno à acalmar o nervosismo, mesmo que esperava algo a mais do que uma simples vestimenta de coloração escura. Vai servir, por hora. Talvez eu encontre algo mais fodinha' mais pra dentro da loja. Levaria a atenção do único olho até a porta atrás do balcão enquanto ajustava a manga ao pulso destro, jogando a ideia de como iria começar o assalto de um lado ao outro na boca, saboreando o fato de que em alguns minutos toda loja estaria coberta de sangue. O sangue deles ou o de vocês. Resmungava o corvo, sádico e do contra como de praxe, sobrevoando os cabides antes de retornar ao ombro de seu mestre. Aquele desgraçado do martelo ali, ele vai esmagar o teu outro olho, Grim. O vagabundo tem o ar de guerreiro, tenho certeza que consegue farejar daqui, seu cachorro. Não mentia. Os dois não demonstraram medo algum após a entrada de cinco estranhos no estabelecimento, denunciando a perícia que talvez possuíam quanto ao combate. Devem estar em alerta constante, talvez algo tenha acontecido aqui a pouco. Isso explicaria a presença daqueles guardas na porta... não custa perguntar.

Aproveitando o assunto, chefia... que porra rolou' aqui na rua? O recinto tá atolado de guardas até o rabo, mano. Se eles fossem cheirosos, tudo bem, mas parece que os malucos tomam banho semanal —invocaria uma voz mais amistosa para as perguntas com a intenção de não ferir ninguém, se mostrando o mais amigável possível naquela delicada situação. Seus banhos são anuais, ou se esqueceu disso depois que a princesinha de Wars te levou pra banheira? Apunhalou ele, deteriorando o humor do moreno que lutou para esquecer as palavras da alucinação, prosseguindo com um timbre rouco e impaciente: —Eu vi uma ruivinha pulano' uns telhado' 'gora pouco, uns guardas foram atrás dela... tem alguma coisa rolando' com isso? —o interesse causado pela chegada daquela mulher era claro, chegando ao ponto de ele cogitar até mesmo a possibilidade de ela se tornar uma aliada valiosa na destruição que pretendia causar na ilha naquele dia. Caos é um perfume sutil. Você pode sentir o desejo de mudança numa pessoa ao farejar ela, ao olhar em seus olhos, olhar a forma como ela se move. Alguns querem estabilidade no mundo, já outros...

Outros querem ver o circo pegar fogo.

Tô ligado' —responderia por fim, se suas perguntas fossem respondidas, rodopiando nos calcanhares na direção do restante do bando, se eles estivessem próximos —Acho que vamo' levar essas roupa, chefe, só um momentin'. Ver se o pessoal curtiu os bagulho' —envolveria o braço direito por trás do pescoço de Asterin, repousando a destra em seu ombro ao trazer a mulher para perto. Sussurraria então para seu pessoal de modo discreto e acelerado, confiando no avantajado timbre de liderança para que pudesse transmitir claramente o plano —Varric. Canto da loja, se esconda. Guardas podem vir. Atire neles. Raven, retaguarda. Meggy e Loirinha, sujeito do martelo —durante a fala, fingiria mostrar pra eles a textura da vestimenta que trajava, admirando as roupas dos demais no processo. Depois de passar as ordens, ergueria o tom da voz repentinamente, se virando para os dois mercadores de braços abertos, caminhando lentamente na direção deles —Heh', tudo certo, tudo n'linha. Vamos ficar com tudo aqui. Tu não s'importaria, né? —risonho, tomaria um súbito impulso ao flexionar os joelhos, rapidamente efetuando uma corrida na direção do idoso barbeado.


Fechando os dedos da destra, formaria um pesado punho vingativo ao trazer à mente a imagem do mancebo de mais cedo, rangendo os dentes ao envergar o manto da fúria completamente, se lembrando de cada insulto que o patife lhe disse. Sangue seria derramado ali, pois sentia como se pudesse enfrentar o mundo todo naquele momento. Ao arregalar o único olho que possuía, sorriria de modo macabro e perverso ao tentar intimidar o idoso antes de lhe entregar o punho no rosto, recuando o ombro esquerdo para atribuir ainda mais força de impacto no golpe. Caso o ataque venha a ter sucesso, saborearia o contato com a pele do outro, o toque avassalador de suas juntas contra o osso da cabeça alheia. Esse foi pelo teu filho, seu pedaço de merda fodida! A cabeça febril se incendiava de ódio, e já não conseguia enxergar nada além de inimigos. Morreriam todos que estivessem ali dentro com a exceção de um. Sim... apenas um, sempre um. Aquele que vai contar nossa história, espalhar nossa lenda. Um a um, e o medo vai se plantar na cabeça de todos eles. Um a um.

Acertando o golpe inicial ou não, tentaria rapidamente aplicar uma joelhada de direita nas partes íntimas de seu oponente ao continuar avançando contra ele, furiosamente agarrando o idoso nos ombros com ambas as mãos para impedir que ele se esquivasse ou se defendesse. No entanto, se mesmo assim o homem apresentasse uma resistência teimosa, lhe golpearia com uma cabeçada diretamente entre os olhos ao trazer todo o peso dos ombros para a frente, tentando cegá-lo com aquilo. Por fim, se até aqui só obtivesse sucesso, derrubaria-o ao chão com o corpo, imobilizando suas pernas ao se sentar sobre as mesmas e tampando sua boca com a canhota. Sobre ele, golpearia o homem na têmpora direita com um soco que partiria daquele lado, buscando desacordar o oponente antes que ele fizesse uma resistência maior. Golpearia quantas vezes fosse preciso para tal, não sentindo remorso nem piedade, afinal, estava fora de si, insano.

Caso ele tente se proteger dos ataques ao atacar primeiro, manteria os joelhos flexionados conforme se aproximava do idoso, se esquivando para o lado oposto do sujeito de martelo caso um soco ou chute viesse em sua direção, não querendo lutar contra dois oponentes ao mesmo tempo, mas continuaria se aproximando com ímpeto e coragem na direção do velho. Se fosse atingido, no entanto, lutaria para se manter no curso confiando em sua resistência nada inábil, agarrando o braço do velho se esse tentasse um soco ou a perna se fosse um chute. Dessa forma, imobilizaria ele ao ponto de melhorar as chances de atingi-lo da próxima vez. Ao segurar a respiração naquele momento delicado, tentaria habilmente golpear o oponente na garganta com um soco de direita ao se aproximar do mesmo, de um jeito ou de outro, seguindo aquele ataque com a famigerada joelhada de direita no meio das pernas e, por fim, finalmente tentando derrubá-lo ao chão para que desacordasse o sujeito de uma vez por todas, como havia planejado inicialmente. Três socos bem dados na têmpora deveriam bastar, e contava com o restante do grupo para eliminar os demais oponentes com o mesmo sucesso.

Na ocasião do pior dos casos ocorrer, esse sendo uma falha completa nos ataques ou nas defesas que o deixaria completamente vulnerável no restante da luta, se afastaria do idoso num rápido salto para trás, tomando certo cuidado para não ser atingido por nenhum ataque no percurso; sendo esse um soco ou chute por parte do velho ou uma martelada por parte do outro homem que não conhecia. De qualquer forma, se manteria afastado para analisar melhor o restante do combate na loja, pronto para agir em qualquer lugar que lhe fosse requisitado.

No evento em que seus ataques obtivessem total sucesso, no entanto, esse sendo a eliminação completa do idoso, se manteria abaixado para observar a situação na loja. Se o sujeito do martelo estivesse de costas para si, lutando com Mégara e Asterin como lhes fora pedido, avançaria contra ele pela retaguarda com a finalidade de lhe golpear diretamente atrás da cabeça com um soco pesado e carregado de direita, pisando firmemente no solo antes de trazer o punho em contato com a região vulnerável de sua cabeça, esperando que com aquilo pudesse ajudar as companheiras em sua luta. Não diria nada durante o embate, se limitando apenas a um riso macabro, histérico e constante que de forma alguma conseguiria se desgrudar dos lábios curvados e sorridentes, como um monstro se divertia ao perseguir sua presa.

A retaguarda devia estar sendo protegida por Raven e Varric naquele momento, mas duvidava da eficiência que eles poderiam ter na entrada dos guardas. Se Raven fosse derrotada facilmente poderia ser um risco gigantesco para a balança delicada da batalha, portanto, se obtivesse sucesso em desmaiar o velho, avançaria rapidamente na direção da ceifadora para que pudesse ajudá-la contra os guerreiros de armadura. Àquela altura, silêncio já não mais importava, e por isso se sentia livre para gritar como uma fera insana na direção dos homens, fazendo uso da voz avantajada para amplificar ainda mais sua intimidação, rugindo. Tendo sucesso ou não no ato, faria uso da visão avantajada para ficar de olho no primeiro ataque que viesse contra si por parte das espadas alheias, flexionando os joelhos rapidamente para uma súbita esquiva para a direita se o corte viesse verticalmente. No caso de ser um corte horizontal optaria por ser ousado - avançando para a frente assim que percebesse o intuito do ataque do guarda. Faria o mesmo se conseguisse se esquivar do corte vertical, se assim fosse, e de um jeito ou de outro tentaria se aproximar do oponente com ódio no olhar e fome nos punhos.

Se solte das suas correntes. Deixe a fera escapar, sedenta por sangue, caos e morte. O Flagelo nunca descansa, e seus inimigos nunca deixam de chamuscar. O corvo tagarelava, sua voz ecoando pela mente vazia do caolho como uma profecia sem sentido, sem peso. Esperava à essa altura já estar sobre um dos guardas, e portanto tentaria lhe golpear diretamente no rosto com o punho direito, visto que o restante do corpo provavelmente estaria coberto de aço e extremamente protegido. Você é terror. Você é destino. Você é quem queima as colheitas e traz as pragas. Ès quem semeia os campos com sangue e colhe os ossos daqueles que caíram. Abraçaria o guarda de surpresa, se fosse possível se aproximar dele, não deixando com que o homem tivesse espaço para utilizar sua espada de modo eficaz. Tão próximo, abocanharia o pescoço do sujeito como um lunático, rasgando pele e carne com os dentes amarelados, sempre segurando o corpo do oponente para que não escapasse.

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