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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II - Don't Tread On Me

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MensagemAssunto: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptySex 21 Set 2018, 02:12

Relembrando a primeira mensagem :

II - Don't Tread On Me

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Sophia Aldebaran Rockfeller. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Senshi
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptyDom 17 Fev 2019, 20:27


Passo 15: Still you connect me in your way.

A forma dela de conversar era engraçada, ela trazia alguns maneirismos aqui, outros ali, e as piadas… é… Não eram boas mas eram engraçadas por não ser boas, na verdade, ou talvez fossem. Nunca entendi nada de humor, eu na verdade sou péssima em fazer esse tipo de coisa, geralmente as pessoas riem de mim e não comigo, mas é… Nada demais, o clima era bom, e parecia estar dando certo até que FICHA ? COMO ASSIM SER FICHADA? EU NUNCA FUI PRESA? MAS PERA, SERÁ QUE ELES FICHAM OS CAÇADORES? Eu sempre pensei nisso de maneira mais informal, o trabalho de maneira geral, era bem mais forma assim a esse ponto? Isso sim era uma revelação, há isso sim… -Espera, tá me dizendo que eles têm fichas com os nomes dos caçadores? Digo, eles assim… Realmente pegam nosso rosto, e fazem uma coisa escrita que consta coisas sobre nós nelas?- O porra, sempre achei que era mais anônimo do que realmente é, puta merda, sempre imaginei que ia chegar nas ilhas e andar como se ninguém soubesse quem eu sou, mas agora fodeu a ideia de de vez em quando causar aquelas leves confusões bebada. Oh disgraça… Ainda bem que eu descobri isso antes de me embebedar completamente e acabar pelada em cima do telhado gritando.

Não que isso já tenha acontecido, é claro que nunca rolou!!! E você fica de boca fechada aí que eu to ligada no que tu vai dizer!!! Vem me difamar aqui não. Seja como fosse, era algo que eu eventualmente me acostumaria, ser conhecida pelos lugares, todos os mares que eu passar vou acabar deixando minha marca pessoal. -Isso quer dizer que se assim, de repente… Sem ser nada demais, se eu ficasse pelada em cima de uma construção… Supostamente… Não que isso vá acontecer… Ou tenha acontecido mais de 10 vezes… Mas assim, vocês saberiam que sou eu, e qual meu rosto né? E eu poderia ser presa por isso né?- Meu olhar estaria surpreso e com um sorriso meio duvidoso no rosto, que dizia de certa forma que eu poderia estar SUPOSTAMENTE falando de algo possível. Não que fosse, mas você me entendeu… Se a resposta dela fosse sim, seria instintivo dizer-Oporra!!- puro e simples, era o que vinha na mente na hora. Mesmo assim eu pegaria uma das bebidas não um copo, a garrafa, e tomaria um gole gigante, sim isso mesmo viraria a garrafa no gargalo e começaria a tomar uma quantidade de doses seguidas sem nem tirar ela da boca, com a cabeça pra cima.

Depois de algum tempo tiraria a garrafa dalí respirando e soltando um pouco mais do ar depois daquilo, precisava daquela dose pra me sentir melhor. Descobri muitas coisas difíceis de se engolir. E a cerveja certamente não era uma delas… Mas era apenas um sinal de que deveríamos chegar mais longe naquele papo. -Assim, pra vocês marinheiros, os caçadores são exatamente o que? Seus bodes expiatórios ou algo assim?-Questionaria já virando novamente a garrafa na boca de uma vez só e tomando uma enorme quantidade de uma vez, mas dessa vez um pouco mais e pararia limpando a boca. As vezes seria bom ter alguem pra me dizer que eu estou exagerando. Porém eu claramente ainda não estou nem perto disso… Você vai ver o que é o significado de resistência meu caro, eu não vivi até aqui pra não beber umas 3 garrafas dessa sozinha. E depois ficar louca talvez… Mas nada de nudez explícita na rua… não da certo se você tem ficha… Quando não te conhecem é… Esquece…

Porém apenas ouviria elas tomando mais uma terceira nessa mesma hora, era assim que eu queria viver, com uma garrafa dessa desse modo, e agora talvez fumar um cigarro, mas não dentro da casa claro. Lá fora e com algum momento solitário de crise existencial de bêbado. É o tipo de noite que falta no meu repertório. Fazia tempo que minha sobriedade era atestada e não preciso muito de minha mente tão sã assim, não é como se um inimigo fosse aparecer na porta e tentar nos atacar enquanto estamos bebendo não é mesmo? NÃO É? VOCÊ NÃO TÁ PENSANDO NISSO NÃO NÉ? Não véi… agora não cara, eu ainda não bebi o suficiente, espera só mais duas garrafas, aí eu quebro as 3 na cabeça dele.


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptyDom 17 Fev 2019, 20:37

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A new challenger aproaches





A conversa começava a ficar mais interessante para ambos os lados, Alexis parecia meio atordoda ainda e levou um tempo para voltar a prestar atenção na conversa, a ideia de ser fichada, era contrária ao anonimato que esperou ter como caçadora, teria ela filiado-se ao governo sem sequer notar direito a surpresa de Sophia, também era algo a surpreender Cat, pela falta de conhecimento da garota sobre a própria classe.

- Uhum, nome, fotinho, tipo sanguineo, todo tipo de coisa para que possamos te tratar direitinho, se precisar usar de nossas pendencias, querendo ou não, vocês como você disse meio que fazem um pouco do nosso trabalho né haha

Dizia a garota antes de tomar mais um longo gole, meio alegre enquanto falava com a caçadora, uma possibilidade maravilhosa se passava pela sua cabeça e bem, quando ela verbalizou, poderia ter jurado ter visto Cat quase babar em sua imaginação fértil, até que alexis estralou os dedos algumas vezes na frente dela.

- Terra chamando Cat

A garota fingiu uma tosse e então após mais um longo gole antes que pudesse acabar pensando alto, enquanto fazia algumas aspas com os dedos.

- Supondo que em um cenário como esses acontecessem bem, eu provavelmente brigaria pela missão... Digo... Bem, atentado ao pudor nunca fez ninguém dormir mais do que uma noite em uma cela e bem... Vocês sabem que quanto maior o status de vocês como caçadoras, maior é a liberdade de vocês em relação ao que precisarem né? Isso é algo que vocês tem certo privilégio. Mas... Nessa ideia legal, supondo que acontecesse, provavelmente só mandariam alguém te fazer descer pra não se machucar ou algo do tipo, você tem certo repertório para coisas pequenas assim não te ferrarem mas... Supondo que tenha esse tipo de ideia, por favor me avisa, quero... É... bem ser a primeira a ajudar, claro

Dizia a garota dom demasiada empolgação, onde acabava rindo e se babando um pouco, enquanto mexia seus dedinhos em pleno ânimo pela ideia que parecia mais do que maravilhosa para ela. Com a reação da garota, tanto Alexis quanto Cat desatariam a rir. Então outra pergunta viria por parte da caçadora, sobre o que eram caçadores para os marinheiros e bem, ela acabaria suspirando, enquanto pegaria o engradado, para que pudessem beber a vontade, inclusive já começando sua segunda garrafa e Alexis não estava muito diferente, era possível a ver inclusive tendendo mais para um dos lados, com equilibrio claramente afetado e rindo de besta, mesmo quando não tinha algo para rir.
- Bom, para mim caçadores são interessantes, não todos, mas você é... Digo.. É... Bem Vocês meio que são aliados, que as vezes causam uns problemas para resolvermos, mas na maior parte das vezes o bem é maior, então por isso que vocês tem uma liberdade maior para pequenos delitos de acordo com o quanto vocês contribuem. Posso te explicar melhor isso, se você tiver interesse.

Dizia a garota com a voz mostrando certa alteração, seu rosto estava bem vermelho e ela agora segurava-se um pouco na cadeira, para que pudesse manter-se firme. Quando queria um momento a sós, a garota teria dito, antes que ela fosse.

- Você quer que a gente te espere?

Dizia já colocando a garrafa na boca novamente, enquanto a olhava, estava claramente já afetada e Alexis, bem, estava em um estado que já era engraçado de ver como ela tentava encaixar a garrafa na boca.

Já do lado de fora, estava uma brisa bem tranquila, parecia que seria uma noite bem gostosa como um todo e teria certa paz e sossego, até que bem... É, você não dá ideia de graça assim se não quiser que o Destino não seja maravilhoso. E bem, como uma lord, terei eu de atender o pedido, obviamente... Brincadeira... Bem, a Alva poderia ter visto com a visão levemente turva o que parecia ser... A menina bomba com nome estranho?

Ela estava vindo em sua direção, era idêntica a menina ao qual havia capturado e dizia com raiva.

- Você é a caçadora que prendeu e machucou a minha irmã gêmea? Eu vou quebrar você na porrada!

Dizia a garota estralando os punhos, enquanto ia na direção da Alva, que bem, poderia muito bem dizer que estava mais próxima do punho bêbado do que do boxe no momento.


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptySeg 18 Fev 2019, 00:12


Passo 16: I can't control myself.

O papo rumava cada vez pra uma direção mais errada. Eu to vendo onde isso vai terminar, eu to virando o Diego? Ou algo assim? Era um momento que eu estava pensa… -VAI ASSUSTAR A MÃE CARALHO!!!- A porta simplesmente era batida, tinham invadido o lugar, e puta merda, quem faz isso cara? Tem como você chegar numa boa e isso tudo. Mas que merda a Minin tinha fugido? Irmã? Há foda-se. Eu não vou nem perguntar o dia tá maluco demais pro meu gosto, a menina tem clones, será que o nome é ruim igual? Levantaria dali já segurando a garrafa possivelmente vazia e avançaria com meu novo modo. -BEER FIGHTING STYLE: GLASS PUNCH- Moveria a garrafa com toda a velocidade que pudesse em direção ao rosto dela a intenção era realmente quebrar aquilo no rosto dela. Eu bateria com força porém não seria bem como a lateral da garrafa, eu literalmente daria uma estocada com o fundo da garrafa. O golpe tinha intenção de desnortear a pessoa que fosse atingida com isso. Porém o que tinha aprendido com aquele velho sobre física, sempre é mais útil que se espera, o ponto de impacto poderia ainda não ruir a garrafa, e se isso acontecesse, fosse por ela desviar ou por o fundo duro resistir a pancada. Bateria agora da mesma maneira mirando a virilha da moça, com um golpe veloz de investida.

Se ela me batesse tentaria como sempre apenas aguentar os golpes sem me preocupar muito. Apenas aos que viessem contra meu rosto, nesses eu tentaria sempre reduzir o impacto, não deixando que eles fossem totalmente efetivos, era receber o golpe desviando o ponto de foco de força, como costumeiramente fazia, era algo que queria aperfeiçoar melhor no futuro, usar algo assim em outras partes do corpo poderia melhorar em muito meu modo de combater. Naquela hora no entanto, subestimar ela poderia ser errado, da outra vez ela tinha bombas, e isso machuca pra caralho. Eu então seguiria minha sequência, mas agora com as pernas primeiro atacaria diretamente na parte frontal da perna, mais especificamente na tíbia, e em segundo partiria com um soco na barriga, tentando atingir o plexo solar. Mas não pararia por aí, eu tentaria usar de outro ataque, girando meu corpo após o golpe desferido contra o plexo. Viraria 180º voltando com o cotovelo mirado no maxilar.

Achou que eu esqueci da minha garrafa? Achou errado otário. Eu agora novamente usaria mais uma técnica. -BEER FIGHTING STYLE: GLAASSS ULTRA POWER KNIFE- Primeiro agora bateria com a lateral da garrafa com toda força contra o ombro dela, para que a mesma quebrasse deixando a ponta afiada pronta. Mas acha que seria boba de apenas desperdiçar minha faca agora? Não, com a outra mão tentaria socar no mesmo lugar. E se tivesse a chance eu nesse momento agarraria ela com a esquerda passando a mão pela cintura e depois no fim de tudo, com toda a força buscaria cravar a garrafa com tudo a parte pontiaguda na articulação glenoumeral. Sim era esse o momento pra isso, e assim que cravasse socaria exatamente a boca da garrafa com toda a minha força, para que ela cravasse ali com tudo. Eu poderia já ter apanhado muito nesse tempo, talvez por ter bebido, talvez por eu não me defender lá muito… Mas eu queria deixar uma marca nela. Daquelas que ela não vai esquecer.

Se em algum momento eu caísse tentaria sempre me levantar o mais rápido que conseguisse e sempre seguiria com o plano original, ou mesmo se eu por acaso apanhasse, tentaria sempre resistir de pé, se precisar, me seguraria na minha inimiga pra evitar a queda, e claro o mais importante de tudo, durante todo esse primeiro momento tentaria pegar o tempo de seus movimentos observando como ela ataca e quando ela ataca. Era o mais importante desse primeiro momento, afinal não teria como apenas deixar as coisas serem assim tão simples.


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptySeg 18 Fev 2019, 01:17

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Na minha casa não




Era uma situação que parecia tranquila, até que uma maluca de repente pudesse tirar a sua paz e não era só uma maluca, mas haviam com ela mais duas pessoas com ela todas estavam com as mãos nuas e logo o que parecia ser uma batalha justa, logo se tornaria um 3x1, ou pelo menos era o que a irmã de Minin esperava que fosse acontecer e bem, talvez devesse ter prestado mais atenção, após sua ameaça ela avançaria contra a garota, não se importando com o que poderia acontecer, parecia confiante em sua resistência e assim como a garota, ela apenas tentou proteger o rosto, enquanto seu punho teria vindo na direção do estômago de Sophia que resistia muito bem apesar de sentir o impacto, que não atrapalhou a garrafa bater com tudo na sua testa, o que  a fazia recuar levemente dando um passo para trás, mas não sem antes levantar o outro braço e dar um porradão no braço da caçadora que quase derrubou a garrafa de sua mão.

Enquanto isso a dupla aproximava-se preparando-se para com suas espadas pular por cima de Minin e perfurar a caçadora, e nesse momento uma cadeira voava por cima da caçadora, essa cadeira era atirada por Catherine que já dizia.

- NA MINHA CASA NÃO FILHO DA PUTA

A cadeira com violência parecia estourar na dupla devido a somatória de velocidade dos dois objetos, que por pouco não acertava a garota, Catherine apontaria para o lado do fogão e Alexis logo veria um bastão de baseball, que ela pegaria a partiria para a porrada, passando por entre a perna de Sophia e sua inimiga, em um escorregão indo a frente da garota, enquanto pelo lado, passaria Catherine, a grandalhona parecia preparar um pisão, mas era atrapalhada pela marinheira que não passou sem antes de dar-lhe um puta empurrão, que a bateria contra a parede, permitindo que Sophia encaixasse e devolvesse o soco com uma garrafada na área da virilha, nesse momento, ela levantava o pé direito e dava um forte chute com a sola no mesmo ponto de impacto de antes contra Sophia e dessa vez, ela sentiu um pouco do ar lhe escapar. Tal movimento criou uma distância onde a garota já avançava contra o seu alvo com certa selvageria, suas mãos não estavam em formato de punho, mas algo parecido com uma garra.

A caçadora, ainda que  tivesse sido criada uma pequena janela de tempo, tentaria complementar a sua sequência ao atingir o maxilar da garota que moveu o corpo levemente para o lado direito e pela terceira vez, agora com um impacto alto, ela teria golpeado com a mão em formato de garra o mesmo ponto, dessa vez realmente causando um impacto a Sophia que ela teria sentido, enquanto ela poderia ver o próprio golpe naquele momento por muito pouco não ser um sucesso. O movimento da garota, abriu uma brecha no entanto para a “técnica” da faca bêbada da caçadora, onde mais uma estocada acontecia, agora contra o ombro da doppelganger de Minin, a garrafa naquele momento fazia uma perfuração leve, que era intensificada pelo soco, de modo que finalmente adentraria e perfuraria o ombro da garota,o que a fazia perder a firmeza no braço e não continuar com a outra mão que parecia já preparar um soco, onde ela deu dois pulos para trás, avariando os danos enquanto  se afastou de Sophia e olhou para trás, onde seus subordinados lutavam contra Catherine e Alexis, para a alva, apesar da pouca troca de golpes, havia sido possível que ela pudesse ver que era uma oponente que não só era resistente como ela, como também sabia como lidar contra alguém assim, pois no momento em que havia resistido bem ao primeiro golpe, pareceu mirar todos seus golpes em uma mesma região. A luta tomava agora um ponto onde a garota com  a mão chamava Sophia, como se a provocasse, com a esquerda a frente, enquanto a direita, claramente formava um punho, onde suas pernas arquearam  levemente para trás, no que era uma clara armadilha.



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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptySeg 18 Fev 2019, 01:56


Passo 17: Beeer Fighthing.

A garota era esperta, tinha me machucado naquele momento, e eu notava que a esperteza tinha sido o ponto forte dos ataques dela. Mas isso me abria o olho pra outras coisas. Que eu não podia simplesmente manter a mesma postura desleixada contra ela. De modo que teria eventualmente de mudar um pouco agora, por que ta na hora de trocar golpes a moda antiga. -BEER FIGHTHING STYLE: OLD TIMES PUNCH MODE- Isso não tinha significado algum, mas era o melhor nome que tinha encontrado. Naquela hora avançaria pra cima dela, mas agora mantendo o método dela na minha mente, e os tempos dos golpes. O que faria? Simples, esperava que ela me atacasse. Apesar do meu avanço minha ideia é outra.

Assim que a garota atacasse tentaria golpear o braço dela por baixo, exatamente o que está pensando, moveria meu punho para 90 graus, visando impedir que o ataque dela se concretizasse, tentando usar do tempo que pudesse ter memorizado como a arma principal ali. E assim que socasse o ataque dela, tentando o levar para cima me abaixaria e então, atacaria no plexo solar dela novamente. Onde igualmente me jogaria para o chão, e assim que tocasse o corpo no solo me moveria para cima dela girando e agora com o punho mirando na fíbula da jovem. A tentativa era de causar algum dano mas o principal era descer com o cotovelo girado novamente no ponto de antes atingindo a tíbia. A ideia não era romper, duvidava que isso ocorresse agora, mas eventualmente poderia.

Levantaria girando novamente e me posicionando, não usaria a mesma estratégia tão cedo, agora quando ela me atacasse voltaria a deixar que os golpes me atingissem, porém tentaria me mover no processo, não para esquivar, mas para que o corpo fosse removido de modo a uma parte que tivesse tomado menos dano fosse atingida. Assim evitando que o dano fosse constantemente administrado na mesma região. Ela poderia acertar, mas minha tentativa era diminuir as chances, e então não só era hora disso, como era hora da acrobacia. Exatamente, até o momento eu estava no chão, mas não por muito tempo. Eu saltaria alto, o melhor possível e desceria com o joelho na testa da garota. O golpe era centrado, e não poderia ter ido tão alto já que havia um teto sobre nossas cabeças, e quebrar a casa de kat, não era o modo mais gostoso de se fazer uma amizade.

Porém eu não ficaria só na joelhada, ela era um começo, um que eu eventualmente iria evitar em um futuro caso de destruição de lâmpadas… Mas de maneira geral, assim que o joelho batesse eu tentaria descer com os punhos diretamente no rosto dela enquanto eu caía mas agora mirando o nariz dela, com um golpe direto com o punho, seguido de outro golpe que viria de uma cabeçada, onde batería minha testa contra o nariz dela naquela hora. Se ainda tivesse a cadeira que a marineira jogou ali por perto, rolaria então pela lateral da mulher onde tentaria me apossar da cadeira, ou ao menos parte dela, segurar com toda a força e bater contra as costas dela gritando.-É ASSIM QUE SE BRIGA NUMA TABERNA PIRANHA!!! Desculpa kat, não que sua casa seja uma taberna, há todo mundo entendeu.- e rapidamente ficaria com os possíveis pedaços de madeira nas mãos para usos futuros

Naquele momento eu ainda não usaria os pedaços de madeira, mas começaria a me preocupar com isso eventualmente, eles seriam úteis para o momento, mas voltaria para a defensiva, onde agora, ficaria focada em atacar os golpes da mulher. Assim como fiz anteriormente mas não me ateria apenas aquele modo, eu socaria analisando os ângulos que melhor poderiam encaixar para que eu lançasse os punhos dela para outras direções, onde socaria pela direita por exemplo e o jogaria para o lado. Por cima para golpear os em uma região dos punhos o lançando para baixo, ou em uma zona do antebraço. Se tivesse um bom ângulo atacaria na parte da dobra do cotovelo, forçando o braço a dobrar. E em último caso, socaria punho frente a punho, atacando para defender tais golpes. Era meu modo de tentar reduzir os ataques que tomava nesses tempos.


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptySeg 18 Fev 2019, 02:56

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Uma família que certamente tinha problemas com nomes.




O combate havia se iniciado de certa forma com intensidade e a irmã de Minin, logo mostrava que para ela era uma oponentem uito mais perigosa do que a Arsenista, inclusive poderia se surpreender por não ser ela no cartaz Vendo os nomes excentricos que a juiza utilizava, não conseguiu conter-se em comentar enquanto ela avançava.

- Que diabos de ataques são esses, cão?

Dizia a mulher de forma rancorosa, enquanto o feitiço teria caído contra o feiticeiro, no momento em que ela girou o tronco para que o seu soco ganhasse velocidade, enquanto sua perna arqueou-se para frente, naquele momento Sophia poderia até mesmo sentir o ar que se movia com  a velocidade da técnica, no entanto com uma ação criativa, ela teria atacado a dobra do braço da lutadora, o braço da moça se dobrou de modo que o soco que parecia ser extremamente poderoso logo perdeu todo o efeito, sem que pudesse deixar a caçadora livrar-se por completo, juntou ambas as mãos no que pareceu ser uma marretada, que naquele momento era evitado pelo pensamento incomum que só  Sophia poderia ter, onde se jogou ao chão e deu um forte soco na Fíbula da jovem que naquele momento acabava soltando um gemido de dor. É atacar o mesmo ponto era uma estratégia bem válida, para que se afetasse alguém resistente, pedra mole em agua dura... Não pera.

Quando girou para que pudesse atingir com o cotovelo a tibia, dessa vez não teria sucesso pois com vioLência a garota a teria chutado na região do cotovêlo, barrando a conclusão de seu movimento a empurrando levemente para o lado oposto. Sophia teria rapidamente enquanto a moça tentou atacar-lhe com um pisão na cabeça graças a sua acrobacia, conseguido se levantar, com aquilo rapidamente, ela havia avançado, notavelmente com a perna afetada contra a juiza com uma sequência de socos buscando acertar pontos similares, porém já ciente dessa estratégia com sua noção exata de tempo e aceleração, não era capaz de evitar os golpes mas de fazer com que por pouco os mesmos pontos não fossem atingidos mais de uma vez, começava a ficar levemente mais fácil para a garota entender um pouco sobre o padrão de velocidade atual da morena.

Confiante que acertaria com tudo novamente a região abdominal de Sophia para um quarto ataque decisivo  com seu punho esquerdo vindo de baixo para cima, enquanto o direito a socaria na direção do rosto, em uma fronte de ataques dupla, a pirata parecia confiante que havia descoberto um padrão e bem, seria provavelmente o erro mais triste de alguém, achar que Aldebaran tinha alguma lógica em seus ataques ou um padrão. Com o salto, o esquerdo errou, mas teria acabado gerando um conflito onde a joelhada da alva teria ido contra o soco da morena e naquele momento, pela posição, parecia que a pirata levaria a pior, pois não teve a firmeza para que seu golpe desestabilizasse por completo sua inimiga e naquele momento um pouco desestabilizada, seria o momento em que Sophia Desceu com os punhos contra o rosto de minin, que tentava evitar danos em seu rosto ao mover a sua cabeça, e não teria um sucesso muito grande, apesar de com isso conseguir com ambas as mãos fechar como uma prensa de ambos os lados de Sophia  ao dar um golpe forte  dos dois lados da costela da caçadora, antes que sua cabeçada por fim fizesse a mulher cambalear levemente e precisar apoiar-se na parede por um instante.

Com  o tempo que ganhou, teria sucesso em pegar os pedaços de madeira, enquanto nesse momento poderia ver que havia uma clara vantagem de Catherine sobre seu oponente, que estava com a roupa toda rasgada, enquanto ficaria visível que ela tinha garras bem pequenas, o que tornava sua história de ser  fruto de uma mistura, tornava ainda mais fácil de crer. Alexis por outro lado tinha uma luta mais equilibrada, parecia que nenhum dos lados tinha se atingido direito. A mulher usava os próprios punhos e então quando recuperou-se avançou contra a alva com velocidade, onde uma sequência de socos seria iniciada, com sucesso Sophia parecia ter sucesso em golpear os golpes, onde aos poucos seria possível ver algumas escoriações  nas mãos de sua oponente, que sentindo dor, veria que deveria adotar outra postura e com isso  ela então, teria dado um pisão no pé da caçadora de modo  a abaixar a própria postura e empurrar o seu corpo contra o da caçadora, de modo que por um momento teria encontrado a brecha para ainda que levasse uma forte pancada no cotovelo esquerdo como direito pudesse levantar por um momento Sophia no ar com o impacto de um poderoso gancho aplicado na boca do estômago de Sophia, que nesse momento acabaria por quase cair devido a dor.

A garota então teria se afastado, com vários danos espalhados pelo corpo mas com exceção de sua perna e rosto, não havia nada que indicasse que aquele combate acabaria logo, era uma oponente difícil de derrubar, assim como era Sophia. A sua oponente afastou-se, e pareceu por um momento distraída olhando novemente para os próprios aliádos, onde seria possível a ver preocupada, com o rapaz loiro.

- Merda...Sou Mulhr, qual seu nome cão?

Teria dito a mulher voltando o olhar, enquanto balançava ambas as mãos de modo a tentar tirar algumas farpas que haviam entrado.



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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptyTer 19 Fev 2019, 14:16


Passo 18: All of Me.


Não tinha qualquer momento como esse que fosse tão destrutivo. Havia me machucado por vezes diversas durante a luta, o que era um tanto complicado, era na realidade chato imaginar que isso fosse ser ainda mais duradouro. Não é bem por o fato de ter um combate durável, mas pela forma como essa garota consegue ser irritantemente chata, o modo dela de falar era realmente algo irritante, não gostava disso, e sinceramente, por mim, eu calava a boca dela eternamente…

Mas isso simplesmente não era o momento para pensar nessas coisas, até que ela dizia o nome, bem, eu nem saberia pronunciar isso, mesmo depois de ouvir… É não faço ideia de quanto os pais dessas meninas tinham claros problemas, mas foda-se, eu já cansei desse dia de hoje, termina o ano e esse dia não acaba, e olha que o começo passou rápido… Eu não sei quando as coisas começaram a ser um problema, só sei que elas viraram. E naquela hora eu só podia começar a socar, chutar, bater e por aí vai.

Assim que as coisas se afunilaram na minha mente, sem responder meu nome ainda apenas avançaria com o pedaço de madeira sem pensar em nada praticamente, apenas  bateria com a parte da frente dele, estocando em direção ao plexo solar dela. Que eu seguraria a sequência, porém passando o outro braço pela lateral dela tentaria agarrar a cintura a puxando contra meu joelho que subiria pra bater novamente contra o plexo solar dela, se ela por algum motivo tivesse tentado me impedir, daria uma cabeçada contra o nariz dela, visando acertar com a testa exatamente ali, para desnortear.

Em seguida, assim que o primeiro joelho descesse subiria com o outro no mesmo lugar, e assim sucessivamente entanto uma sequência rápida de 5 joelhadas todas administradas no plexo solar da pessoa em questão. Aquele golpe era apenas o começo. Assim que as terminasse, agarraria a Mu? Sei lá o nome dessa disgraça. E começaria a apertar as costelas dela com toda a força a levantando do chão em um abraço de urso. - Meu nome? Pode me chamar de PESADELO!!- Diria de modo a assim que visse a possibilidade de ela se soltar, eu aplicaria um suplex me jogando para trás com seu corpo junto. A intenção era de colocar ela no chão.

Independente de acertar ou não tal técnica, me afastaria alguns passos para trás, e se ela tivesse se levantando, ou nem caído, avançaria com tudo pra cima dela, um ataque veloz com meu braço mirando bem no plexo solar dela, era como um aríete, correria com toda a velocidade, porém, ao invés de apenas bater alto tentando derrubar, seria um soco novamente em direção ao plexo solar, e por isso abaixaria meu dorso, desferindo o golpe a toda velocidade. Mas minha ideia não era agora parar, após o ataque giraria para o chão e sairia pela porta, virando a direita para fora da casa onde tomaria distância. Esperaria que minha oponente estivesse lá fora, e então avançaria com tudo pra cima dela, mas não pra fazer o que esperava que ela pensasse.

Eu agora ia fazer outra coisa, correria como se fosse aplicar outro golpe daqueles mas assim que tivesse próxima dela, saltaria após a corrida girando no ar em 180 graus, e descendo após o giro com um um golpe no outro ombro dela, com a mão aberta. Mas não pararia apenas desferindo o golpe com a lateral da mão, a girando ainda quando em cima do ombro da moça apoiando a outra mão também no outro ombro dela. Onde depositaria o peso do meu corpo, não com a intenção de derrubar ela, longe disso. Naquele exato momento giraria por cima dela, segurando a menina pelos ombros e com a força do giro e peso do meu corpo invertendo a posição, fazendo com que eu pudesse lançar ela pouco a frente. Ou no mínimo derrubar ela.

Se visse que isso não seria possível, pararia no meio do golpe e soltando as duas mãos dos ombros me impulsionaria, segurando a cabeça dela e me jogando no chão porém… Segurando a cabeça dela para que se chocasse com meu ombro durante a queda. Independente do que acontecesse, giraria ali me levantando e tomando distância de novo.  De todo modo, dessa vez mais uma vez correria em direção a garota, mas diferente novamente, pareceria que iria saltar de novo, mas simplesmente não. Assim que me aproximasse dela, daria algo similar a um carrinho, indo em direção a perna dela e deslizando pra baixo, mirando a canela dela, porém pela lateral. Ali passaria pelo lado dela visando ir pra trás da moça, e assim como esperado giraria pro lado me levantando, porém para acertar pouco abaixo da região glútea, mais especificamente, no meio do glúteo esquerdo ou direito dela, e da parte que dá seguimento a coxa, mirando na zona muscular, podendo causar uma boa dor.

Porém não poderia esquecer das possíveis investidas dela. Se durante o salto visse a possibilidade de ela me atacar com um soco no ar, eu rapidamente chutaria o punho da garota, mas não apenas para guerra de forças, para me lançar mais alto e descer, e se na segunda descida se repetisse, bateria com os dois punhos contra os dela e rapidamente retomaria a ideia. Se me atacasse durante momentos comuns, repetiria a estratégia anterior de atacar os golpes dela, porém adicionando agora a possibilidade de um golpe que viria pelos dois lados, e para esse caso, eu avançaria para a frente tentando  bater com os dois cotovelos dentro das entradas dos braços delas, ou nos músculos, ou nas dobras dos próprios cotovelos dela, e se viesse um chute, aplicaria uma joelhada contra o pé. Além de que se visse um possível pisão, moveria o pé para trás e bateria com uma joelhada na coxa. Em ataques que não pudesse contrariar, eu rapidamente tentaria mover o corpo tentando remover partes que já foram danificadas do trajeto dos golpes, colocando zonas que ainda resistiriam.


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Última edição por Senshi Akuma Yundi em Qua 20 Fev 2019, 12:38, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptyTer 19 Fev 2019, 16:13

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Estratégias sem sincronia.




O dia parecia mais longo que o outubro eterno de Suzumiya Haruhi... Ou era setembro? O que importava era, aquele era um dia cansativo, cheio de coisas que poderiam estressar a caçadora, ainda que tivesse em meio ao mar de lama, algumas rosas que ela tivesse colhendo até então. A moça era mal educada, não era uma oponente carismática para alguém como a alva que por outro lao transbordava carisma, mesmo que ela não concorde com isso. O avanço da garota de cabelos brancos se deu com  o pedaço de madeira, Mulhr teria respondido agora com um forte soco na direção do queixo de Sophia, enquanto ela teria focado novamente o plexo solar da brutamontes e era óbvio o resultado. Enquanto Sophia poderia sentir o seu rosto virando levemente na direção contrária  do soco, não sentia uma dor ou impacto que a danificassem o suficiente para que a tivesse parado  e naquele momento era possível ver que ao ser atingida novamente ali a moça teria sido jogada para trás com o impacto em uma sequência que ela era agarrada e levaria cinco joelhadas violentas.

Claramente ainda que estivesse sentindo para caramba cada um dos golpes que haviam vindo em sequência, para cada uma das joelhadas, para tentar se soltar, impulsionava o corpo a frente como um touro com a força de suas pernas e no fim acabava batendo o corpo de  Sophia contra a parede, que sentia um impacto forte na área abdominal que já estava dolorida de modo que por um instante havia pedido a força para que a morena continuasse presa. A morena então cambalearia para trás e era a oportunidade perfeita para que ela voltasse a tentar golpear como um ariete, já que recuperou-se  primeiro contra o plexo solar mais uma vez da morena, como modo de se proteger ela levantou para dar um chute com a sola do pé na altura do peito de Sophia, que teria levado em cheio, não fosse o seu rolamento que driblava completamente a moça, enquanto dirigia-se para o lado de fora.

Em meio ao seu caminho, teria visto que Alexis agora pressionava a moça contra quem enfrentava e bem, Catherina tinha algo branco muito peculiar preso em um de seus dedos, enquanto era possível ver o rapaz segurar o lado direito do rosto na altura do olho direito e reclamar.

- MALDITA!

Era um tom de escárnio grande que junto a risada da moça, poderia dar um sentimento bom a Sophia de que o seu lado tinha a vantagem naquela história. era possível ouvir passos pesados tentarem abrir o caminho  onde como um juggernaut a garota teria saído avançando por entre os combates, de maneira muito menos sutil do que a alva, pois havia levado um corte leve e superficial e uma bastãozada no ombro em meio ao caminho que lhe desequilibrou. a mulher avançava com os braços  em "X" a sua frente e buscava dar um encontrão contra a caçadora, mas o que tinha sucesso em fazer, era lhe dar uma cabeçada Em resposta ao salto com o soco, quando  o fez, ambas teriam desequilibrado levemente de suas posturas.

Quando isso aconteceu o pensamento rápido de Sophia fez com que Mulhr acabasse batendo contra o seu ombro enquanto ela impulsionou-se antes que o giro pudesse acertar-lhe e com isso a moça ia ao chão batendo ambos os joelhos onde ela demorou para levantar-se dando tempo para que a caçadora preparasse para mais uma investida e era o tempo da pirata levantarse e investir no que seria uma voadora com os dois pés enquanto esticava os braços para impulsionar-se com mais intensidade, pois assim havia esperado que a alva pulasse novamente, mas o que ela teria feito teria sido o contrário, uma acabaria errando o golpe na outra por pensarem de forma oposta, em sua investida inicial, mas era a posição perfeita para que Sophia aplicasse um dolorido golpe na área dos gluteos  da moça, que poderia solar uma frase sonora e meio ridicula.

- Ai meu **
era uma forma sincera   e bem aguda que saia da moça, ainda que fosse só perto da região e não lá propriamente. No entanto o rolamento teria feito com que a moça caísse no chão e ali ela demorou para levantar e se limpar. Ela tinha o olhar fixo na porta da casa e estava nesse momento em desvantagem. Ela colocava a mão próxima de um dos bolsos onde Sophia poderia ver uma espécie de... Bomba?


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptyQua 20 Fev 2019, 12:42


Passo 19: All of Me.

As coisas estavam sempre em uma continuidade mórbida, os danos cresciam e se acumulavam para mim e eventualmente traziam a sensação de desconforto, as partes machucadas eram algo que eu precisava lidar, mas não apenas isso. Eu sentia algo que a algum tempo não tinha me vindo, dores de impacto desconfortáveis, essas que me faziam repensar em como me defender dos meus inimigos. Mas por enquanto confiar na resistência tinha sido minha escolha, uma da qual eu as vezes me arrependia, como quando aqueles dentes caíram. Entretanto fazer isso era algo que eu ainda não poderia deixar, eu havia treinado muito pouco qualquer outro tipo de defesa gerado.

Eram esses tipos de coisas que me faziam realmente refletir sobre mim mesma, e de certo sobre como eu precisaria crescer e evoluir. No entanto, por enquanto, eu estava no meu melhor, ou no caso fazendo o que era meu máximo. Sentia uma certa raiva queimando por dentro, mas era como se isso estranhamente estivesse um pouco apagado nessa hora, talvez pôr as boas doses de álcool… Ou não… No fim pouco importava o motivo exato, apenas seguiria lutando. Independente do que ocorresse era hora de seguir em frente, mas espera? O que eu to dizendo? Pera o que tá acontecendo. No momento que visse a bomba eu entenderia tudo. Era a hora de voltar a mim mesma, talvez algo tivesse me desnorteado.

Não eu acho que eu tinha me desnorteado, por que? É um completo mistério, mas algo tinha acontecido, seja como for. DANE-SE TUDO ISSO!!! Naquele momento vendo a bomba, simplesmente avançaria para cima dela, eu supunha que fosse algum apetrecho como os de minin, mas talvez ela pensasse em fugir dali, se ela se importasse com seus subordinados, certamente ela pensava nisso, até por que mesmo que ela esteja lidando comigo de uma maneira, medianamente equilibrada. Ela não poderia dizer o mesmo dos outros. Minha suposição? Simples aquilo era uma bomba de fumaça. Não podia descartar a chance de ser uma bomba real também.

No fim das contas a ação era a mesma avançaria correndo para cima da mulher sem esperar muita coisa, e observaria em principal o chão e se havia a possibilidade de eu apanhar um punhado de terra naquele momento. Se isso fosse possível, correria até o mais perto dela e giraria pelo chão antes de chegar até ela, o motivo era simples, apanhar a terra do chão naquela hora. Claro que durante toda a corrida eu tomaria cuidado para que se a bomba viesse em qualquer momento a ser lançada se fosse muito alta tentaria desferir um soco na mesma e já girar por baixo dela, pelo simples motivo de que se fosse de fumaça, visaria que ela não me cegasse de imediato, tentando captar a direção de pra onde ela pudesse fugir.

Se fosse bem baixa eu saltaria por cima da bomba e se necessário pisaria nela para ser lançada a frente pela explosão, mas se fosse fumaça apenas seguiria para frente sem parar. Independente do resultado, assim que me aproximasse dela, minha tentativa era simples, aplicar um upercut diretamente no queixo dela porém não me preocuparia de acertar ou errar pois o principal era a terra que poderia atrasar ela no que quer que fosse fazer. Com isso, mas claro minha aproximação tentaria ser uma abordagem mais violenta agora. Na distância que desse, miraria o plexo solar dela mais uma vez, e avançaria contra ele desferindo uma barragem de socos, faria isso de forma contínua, e avançando pra frente, visando que os socos a empurrassem para trás. E meu objetivo era manter ela no ciclo do meu alcance, eu tinha decidido que era hora de grudar nela.

Sempre que ela desse um passo pra trás ou fosse afastada eu seguiria em frente desferindo soco após soco, se eu notasse ela tentando ir para um dos lados mirara nas costelas, atacado a zona das duas laterais, esquerda e direita dependendo de pra onde ela pensasse em esquivar. Seria uma enorme sequência de socos, durante toda ela meu dorso estaria abaixado, em uma postura que desse para manter o equilíbrio e força evitando possíveis cabeçadas dela vindo de baixo pra cima, mas se uma viesse de cima para baixo, subiria com a cabeça contra o queixo dela, indo de encontro ao golpe. Se ela tentasse chutar ou dar uma joelhada, eu daria com o punho direto no joelho, ou se necessário no cotovelo. E sempre que tal coisa acontecesse manteria a sequência de socos focada no mesmo canto. Caso ela tentasse mover os braços para o centro do corpo, ou me acertar pelas laterais, usaria os cotovelos para parar os socos, seja chocando o cotovelo contra a mão dela, ou de preferência na dobra do braço ou músculos, sempre aproveitando para após o golpe defendido, mais uma vez ir com tudo no plexo solar dela.

Se os ataques fossem com os dois braços, golpearia de uma vez só com os cotovelos ambos os braços se viessem do mesmo lado. No caso de ver que ela estava ainda pensando em fugir, rapidamente bateria com as duas palmas abertas nos ouvidos dela, a intenção era desnortear a procurada, e rapidamente voltar a intensificar a sequência de socos. Tentaria não parar por nada naquele momento e assim que visse uma brecha e ela não estivesse esperando, passaria a mão pela parte alta do corpo dela abaixando seu dorso, e novamente aplicando 5 joelhadas extremamente rápidas contra a mesma região em que mirei os socos por todo esse tempo.

Se em algum momento um soco pudesse atacar meu rosto, viraria ele junto do soco para que diminuísse os danos possíveis que fossem tomados. Porém sempre que eu fosse acertada, sem conseguir me defender de algo apenas tentaria aguentar a dor cerrando os dentes e atacando sem parar. Se ela de algum modo, me derrubasse, giraria automaticamente no chão me afastando um pouco e correndo em direção a ela para continuar a possível sequência de ataques. Porém existiam alguns casos alternativos onde eu precisaria usar de métodos alternativos de bloqueio. Se existisse alguma necessidade grande de proteger alguma região que notasse estar muito dolorida, tentaria agora também interceptar o punho, não apenas colocando a mão na frente dele, colocaria o meu antebraço entre a região do antebraço dela e o punho, sem fazer guerra de forças, apenas forçaria levemente contra o braço bloqueando e movendo meu corpo junto para a lateral aproveitando para já desferir novamente um golpe, naquela mesma região.


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptyQua 20 Fev 2019, 15:45

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Medidas desesperadas




A forma como o combate estava seguindo e os danos iam se acumulando gerou uma reflexão em Sophia sobre a sua abordagem no combate, era claramente competente apesar de sentir as dores espalhadas pelo corpo em mais específico em seu abdomen e em suas costas, ela sabia que havia dado muito mais danos a sua oponente do que recebido, para alguns talvez fosse m pensamento já reconfortante, no entanto, para a juiza algo tão pequeno, talvez não fosse o suficiente e era um modo muito bom de pensar.

A bomba era um sinal de alerta, seria lógico pensar que como irmã da menina que usava de bombas como sua arma principal, que ela também teria seus truques, talvez ela pudesse esperar que Sophia soubesse como lidar com aquela situação, já que havia derrotado sua irmã, mas também era de se esperar que alguém não entrasse no meio de uma luta ao passar por ela, ainda mais quando poderia ser atingida de graça e bem, não era a mais brilhante oponente, apesar de mostrar-se uma oponente difícil de lidar, por simplesmente não cair e ser capaz de golpear, era uma oponente diferente do que havia enfrentado até então, pois não tratava-se de alguém movel que evitava seus golpes, mas de alguém que se jogava na direção deles.

Sophia por outro lado, mesmo que fosse resistente, ainda que muitos possam pensar ao contrário em combate mostrava-se uma verdadeira gênio através de estratégias inusitadas que para muitos não faziam sentido e isso incluia a pirata. O avanço da alva se fez onde foi possível sim a ela apanhar um punhado de terra, talvez de mãos nuas fosse mais difícil mas com a sua manopla não era algo de outro mundo e com isso ao aproximar-se a teria visto segurar a bomba com a mão bem firme mas diferente do que se esperava de uma pessoa normal que atiraria a bomba ao chão ou em Sophia, abusando de sua própria resistência ela teria socado a caçadora mirando no seu ombro esquerdo e com isso a bomba explodia dentro de sua própria mão, se modo que machucava seus dedos e fazia com que a fumaça começasse a se espalhar muito mais próxima do rosto de Senshi. Teria sido a estratégia perfeita, no entanto a terra que era usada no movimento de sua algoz não só havia feito com que seu movimento perdesse força e precisão como também a fez levar mais um soco intenso no plexo solar, era possível ouví-la tentar dizer em um momento quase sem fôlego algum.

- John, Marie aproveitem a oportunidade e fujam!

Era algo desesperado de algum modo, e mesmo que a fumaça parecesse agora ser capaz de até mesmo adentrar a casa e ela mesma fosse a primeira a ser afetada, o seu soco era forte o suficiente para na mesma região ferida causar algo grave o suficiente para que sua barragem de socos se esse de forma continua, era possível ver Mulhr tentando achar uma brecha para que ela mesma pudesse escapar ali, mas cada soco tornava sua chance ainda menor e cada vez ficou mais difícil para que ela pudesse manter-se equilibrada o suficiente para que pudesse fugir, era empurrada para trás e a cada passo que dava era notável que ficava mais difícil, poderia sentir sobre o seu rosto uma sensação umida e quente e se pudesse ver bem, poderia ver o tom vermelho que havia espirrado através da ivolência de seus golpes, Senshi poderia sentir ali o sabor da vitória, era possível ouvir uma voz bem familiar a avisando enquanto continuava continuamente sem dar espaço para que sua oponente se recuperasse.

- Os dois fugiram! Toma cuidado ! Cof! Eu vou pegar esses invasores filhos de uma...
Era possível ouvir três pessoas se aproximando e era claro que o mais distante dos sons, tratava-se de Catherine, algo que não levou muito tempo até que um quarto também se juntasse e através do som da tosse, era possível identificar o ultimo como Alexis. Não havia motivo para que ela não derrubasse a sua oponente enquanto ela ainda estava a sua frente, o dominio da luta era seu e não havia algo melhor para que ela pudesse agir no momento e com isso a pirata tombava finalmente, talvez não estivesse ainda noucateada, certamente não deveria estar mas o dano que foi aplicado foi o suficiente para que o seu equilibrio se perdasse por completo. Do seu lado esquerdo e direito, poderia ver duas sombras que se aproximavam, nenhuma delas corria de forma muito efetiva ada um deles acabaria ali passando a sua frente e a depender de suas ações, ainda era possível que ela os impedisse ainda antes deles se afastarem. Eles pegavam Mulhr pelas mãos e planejavam a arrastar, com a força de dois não seriam tão atrasados, mas claramente não poderiam ser efetivos como alguém que fosse rápido. Eles contavam que a presença ainda da fumaça poderia ajudar a oculta-los.

- Nosso navio não esta longe... Se conseguirmos chegar até lá, vamos ter chance de nos recuperar e vir mais preparados... Eu... Aquela maldita aberração, eu não consigo nem ver direito por onde ando, você vai precisar nos guiar Marie!.

Dizia uma voz um pouco desesperada enquanto tentava criar alguma vantagem em relação a caçadora. A tosse de Alexis aproximava-se, apesar de ser notável que ela estava meio desorientada e os passos de Catherine, também estavam chegando mais perto, a fumaça logo se dissiparia, mas ainda era uma problemática chata de lidar.


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 4 EmptyQui 21 Fev 2019, 00:55


Passo 20: Paranoid.

As coisas começavam a dar certo aparentemente tinha dado medianamente correto, mas por que não me sentia satisfeita? Era como se não… NADA TINHA DADO CERTO, TUDO TINHA FALHADO, AO VER A FUMAÇA SAINDO, NÃO PODERIA PENSAR EM OUTRA COISA. Simples, eles iam fugir mesmo dali. Não era possível parar ela naquele momento, mas pior, ela viu nosso rosto, o meu não é importante, mas ela conhece Alexis, e isso não pode ficar assim. As coisas deram errado exatamente desse modo com Diego, ele morreu por falhas desse tipo, meu olhar dessa vez externalizava a sensação de raiva, ao ver ela arrastada.

Era um daqueles raros momentos em que aqueles que olhassem para meus olhos poderiam ver exatamente o que estou pensando. Poderiam sentir exatamente a sensação de olhar uma alma e ver ela queimar com o fogo por horas. Era assim que eu me sentia, isso não ia ficar assim. Naquele momento em um tom sério diria. -Alexis, eles estão indo para o porto me siga e não se distancie. Cath, se puder nos ajudar agradeço mas não posso cobrar nada de você, desculpe pelo que aconteceu em sua casa.- Meu rosto teria uma expressão incomum, seria, sem qualquer tipo de mudança, sem a descontração que normalmente demonstrava.

Naquele momento olharia para cima com calma e tranquilidade, ergueria os punhos para o céu e simplesmente diria. -Se existe um momento para você me ajudar, que seja agora.- Era em vão, e sabia disso, todas as vezes isso nunca acabou bem, avançaria correndo naquele momento esperando que Alexis me seguisse, nunca tiraria os olhos dela, e tomaria cuidado para que ela não caísse ou se perdesse pois isso poderia me trazer problemas se acontecesse. E a sua proteção era de certo nosso maior problema, se Cath estivesse conosco diria. -Cath, cuide da esquerda, fique atenta, Alexis, cuide da direita, e nenhuma das duas se separe, ou vamos acabar sendo pegas.- Eu sabia que dificilmente eu chegaria ao porto antes de aquela desgraçada estar fugindo.

Era um grande dilema pra mim, trazer Alexis comigo e por ela em risco, ou deixar ela e acabar permitindo a fuga, porém por ela em risco a curto prazo era melhor que a longo. Afinal uma fuga como essa, simplesmente acarretaria em uma possível vingança. Eu não sei como ela nos achou antes, mas se achou uma vez pode achar de novo, e isso simplesmente não vai acontecer. Assim que chegasse no porto a primeira vistoria que faria seria se havia algum navio em embarque ou partindo, e se notasse que eles já estivessem saindo então eu diria. -Pro barco, todas, precisamos seguir o navio, Alexis coloque ele pra funcionar eu vou remover a âncora.- Correria naquele momento adentrando no barco e indo direto para a corrente a puxando novamente de volta para o navio, se as velas não estivessem em posição falaria para a marinheira. -Cath, as velas, coloque em posição por favor.- Se ela não estivesse ali, eu mesma correria e faria.

Assim que o barco tivesse dado partida eu me prepararia na lateral do barco. -Alexis vamos precisar acompanhar eles e então bata a lateral do barco contra a deles, de modo que nos aproxime ali, eu tentarei ir para o barco, se quiser vir sinta-se a vontade Cath. Alexis se achar que pode pular também venha, mas de preferência pressione o barco deles, e terão dois problemas para lidar, Meu primeiro alvo será o navegador deles e depois desestabilizar as velas. Cath se tiver algo cortante corte as cordas das velas enquanto eu salto no navegador.- Era a estratégia que eu podia ter em mente por enquanto, e de resto, que o Destino nos ajude a encontrar o que procuramos. Pois eu não sei o que vou encontrar, mas sei exatamente o que quero.


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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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