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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II - Don't Tread On Me

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MensagemAssunto: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptySex 21 Set 2018, 02:12

Relembrando a primeira mensagem :

II - Don't Tread On Me

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Sophia Aldebaran Rockfeller. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Senshi
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptySex 28 Set 2018, 19:20

Passo 5: Fire in the hole


A pequena tinha uma reação bonitinha quando eu pedia o desenho, talvez ela pensasse que aquilo não era talvez “bom” mas eu queria ele mesmo assim, pra mim era perfeito, e naquele momento guardaria na mochila por enquanto, depois teria de achar um lugar ainda mais legal, talvez um quadro ali no quarto do barco fosse apropriado, era algo a se pensar depois mas naquele momento tinham outras coisas a fazer, por algum tempo a pequena ficava curiosa e procurava comigo a garrafa, bem… Tinha uma garrafa suspeita vazia na geladeira o que seria um problema se parassemos pra pensar, mas sabe o que é melhor? Ela estava vazia, o que tinha nela antes, era um mistério, e isso de certo me perturbava, dava um certo ar de preocupação, mas no fim, nada que pudesse prejudicar o papel. A pequena continuava sempre ouvindo minha história até que era impossível continuarmos com o que quer que tivéssemos de fazer, e a inimiga estava ali para nós, naquele momento a única coisa que podia pedir para a pequena é que ela se mantivesse ali, uma inimiga que mexesse com fogo e esse tipo de coisa não seria tolerável para ela se atingida, por isso seria meu papel fazer algo. - Fique aqui e proteja o barco certo? Eu vou cuidar dela lá embaixo, seja lá o que ela planejar eu devo derrubar ela antes que algo ruim aconteça.- Sim… Eu não achava que fosse assim tão fácil, mas deixar e,a tranquila era o modo mais simples de poder agir sem tantas preocupações no entanto eu tinha ainda uma última instrução. -Se o barco em qualquer instante ficar em perigo, ou tentarem invadir, coloque ele em movimento e salve o barco, lá em baixo eu me viro.- Dizia olhando séria pra ela, era um momento que precisava contar com ela pois eu não sei dirigir um barco, menos ainda salvar um… Entretanto eu saberia destruir um muito bem… Tenho talento pra ferrar com as coisas… Longa história…

Naquele momento desceria do barco rapidamente, se necessário saltando dele para aterrissar no melhor modo de Parkour que conseguisse, durante o grande salto ajustaria minha postura no ar para poder cair girando sobre meu próprio ombro e  levantando logo em seguida, o motivo disso era a urgência da minha movimentação, mas estava preparada para o combate e convenhamos… Furtividade não é meu forte não, e seria perda de tempo me aproximar dela sem um peixe e falhar na hora de uma aproximação sutil, melhor me tornar um alvo, enquanto simplesmente livro os barcos. - MININ ESSE É SEU NOME MESMO? SEUS PAIS TE ODIAVAM MUITO?-  Diria já preparada para que sua atenção se virasse pra mim e como o destino É CRUEL NÉ? POR QUE VOCÊ NÃO COLOCARIA UMA GAROTINHA FOFINHA QUE LANÇA COELHINHOS EM MIM NÉ? BOMBAS? SÉRIO? Não dá pra acreditar em você não. - SE OS SEUS NÃO TE ODIAVAM TE, FALAR… OS MEUS ME ODIAVAM PRA CARALHO, VOCÊ VAI ENTENDER POR QUE JÁ JÁ- Se em qualquer momento ela lançasse os seus explosivos malucos o que? Ta pensando que eu ia deixar isso me atingir em cheio? Pode tirar o cavalinho da chuva senhorzinho, porque eu sei quando uma coisa pode me ferrar, então senta aí e assiste meu show. Quando algo viesse em minha direção, eu meteria o soco na coisa, exatamente isso, ao invés de tomar o golpe eu atacaria ele, rapidamente  meteria o punho no que fosse, entretanto tomaria também cuidado, pra sempre socar eles e me mover para o lado logo após o impacto, pois se fosse um explosivo a ação diminuia a chance de ele se espalhar, e se vamos me queimar… Melhor que seja onde já está queimado não é mesmo? Os socos seriam sempre o mais rápido possível, socando o explosivo e retraindo o braço para trás rapidamente, minha estratégia era fazer como quando tentamos passar a mão por cima do fogo de uma vela sem se queimar, você até bate nela, mas usa da velocidade e posição para que ele não te afete se espalhando pelo corpo. Quem diria que as aulas de física com o meu velho professor de xadrez iam começar a ser úteis cedo.

Então eu continuaria naquele momento avançando para cima de minha provável inimiga enquanto continuava minha historinha visando atingir as bombas dela sempre que elas viessem em minha direção mantendo a estratégia. Se fosse necessário em algum momento por vir baixa de mais a bomba, bem usaria ela ao meu favor, eu rapidamente saltaria por cima da bomba atacando ela com um chute usando ela como impulso para me direcionar ainda mais rápido em direção ao indigente dizendo. - Lembra que eu falei dos nomes, então, eu mudei o meu que tal pensar no mesmo padrão em? Mudanças de nome sempre deixam todo mundo mais feliz, e porra Minin… Ninguém merece né?- Falaria mantendo o avanço, e se necessário giraria para o chão quando fosse para cair, não demoraria muito nisso claro, me levantando em seguida no fim do giro e avançando ainda contra ela, mantendo a estratégia de atacar os ataques para me aproximar, e se necessário e visse que a velocidade para chegar nela não fosse o suficiente, começaria a usar dashs ainda maiores agora, usando toda a força de impulsão que conseguisse, e sempre que possível usaria as bombas para melhorar ainda mais minha locomoção com a mesma estratégia.

Me prepararia também para o terreno em minha volta, ela poderia de certo modo tentar desestabilizar o terreno embaixo de mim, e se notasse isso aproveitaria do possível ponto irregular do terreno pós- explosão para me impulsionar, usando da zona mais baixa para flexionar os joelhos e me impulsionar com impulsos ainda mais fortes, indo imparável em direção da mesma, se em algum momento por qualquer motivo ela jogasse bombas altas demais para que eu pudesse atacar,  mas as explosões ainda fossem capazes de me atingir, abaixaria o dorso, não pra evitar as explosões mas que parte delas possam mais uma vez me lançar pra frente com impulsão nas minhas costas, inclusive, bombas parecem bem úteis, eu deveria colocar isso no meu arsenal depois, são boas para movimentação. E claro não tinha terminado por aí ainda, existiam mais momentos interessantes pois se eu conseguisse me aproximar dela meu foco seria claro, mantê-la próxima de mim, a primeira ação usada seria um agarrão, sim daria um dash rápido em direção a ela, de preferência se tivesse alguma explosão no momento melhor ainda, pois poderia usar ela como o impulso centrar para aumentar minha velocidade de uma única vez.

O agarrão teria como o intuito usar todo o peso do meu corpo para derrubar a arsonista, enquanto que assim que o impacto acontecesse, aproveitaria para meter a mão no cinto dela puxando ele com toda a força de imediato e depois bem, existiam dois pólos de ação, se eu fosse capaz de arrancar ele rapidamente eu então jogaria ele no chão com toda a força para poder me livrar das bombas com elas explodindo. Mas claro, o destino pode ser malvado, então temos sempre um meio extra PORQUE NÃO É HOJE QUE VOU SAIR SEM UM OLHO NÃO, HOJE AINDA NÃO… Talvez um dia… MAS NÃO CONSEGUIRÁ ISSO HOJE MALDITO PREDESTINADO. Se visse que arrancar o cinto seria difícil ou impossível, apenas espremeria com toda minha força as bombas com a mão, para que a explosão começasse destruindo tanto o chão provavelmente, fodendo minhas luvas, que esperava que reduzissem os danos na minha mão, já que elas cobriam tudo, e claro, eventualmente poderia minhas mãos, mas não tendo certeza da intensidade, e nem do quão asquerosa essa cobra é, eu não iria soltar dela no meio da explosão, minha outra mão permaneceria em um abraço apertado ao corpo dela, fechando na cintura. - Isso vai doer bem mais em você do que em mim Literalmente.- Para melhorar ainda mais minha prisão, morderia o ombro dela, fixando meus dentes nele, pois além da dor distrair, ainda poderia ser uma boa forma de prender, a ideia era ser lançada junto com a minha inimiga e claro se necessário até usaria o impulso dos meus pés pra isso por essa você com toda certeza não esperou certo? Por que ela queria ser lançada? Assista pequeno destino, sinta o meu poder AHAHAHAHHAHAHAHAHAA.

Naquele momento me firmaria ainda mais forte a ela no arm agarrando ambos os braços e usando de acrobacia reposicionaria nós duas deixando as cabeças direcionadas como lanças para o chão mas a dela pouco mais abaixo, pois é claro que o impacto tem de ir nela não é mesmo? Naquele momento começaria a usar das habilidades acrobáticas para girar no ar pegando velocidade aproveitando também para roçar meu joelho ali perto da coxa dela…. cof cof… Puramente uma distração obviamente, tá pensando que eu sou o que em? EM? E usando da própria gravidade e força centrífuga. - Acho que acabou Minin.- Diria enquanto pegasse a velocidade na descida completando com o nome de minha mais primórdios técnica. -FISH RENGE HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA-  Gritando alto até o ponto de impacto.


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Para que fosse completamente bem executada, assim que o impacto no chão fosse feito, a largaria girando para trás e ficando de pé novamente enquanto me aproximava dela de novo, estava pronta para continuar a luta. Aproveitaria para checar os danos que poderia ter recebido dos explosivos, para que pudesse ter uma noção de até onde iria estender aquele combate, imaginava que a luva tivesse absorvido parte do dano, mas ainda  imaginava que minhas mãos não estivessem nas condições perfeitas, e isso iria ser dor de cabeça para o médico que fosse costurar mais isso daí, pra eu virar um monstro completo falta que emendem partes de outras pessoas nas minhas mãos, aí vai estar tudo completo mesmo…  me posicionaria pronta para qualquer coisa, imaginava que ela ainda tivesse bombas escondidas, talvez dentro de algum lugar… Era interessante talvez… mas de maneira geral preparada para o pior caso mais bombas viessem começaria a rapidamente tentar rebater elas, com a mão que a luva ainda estivesse boa, e se preciso na com a luva fodida também.
A vida era complicada pra caçadores hoje em dia.

Histórico:
 


Última edição por GM.Senshi em Qua 13 Mar 2019, 06:07, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptySex 28 Set 2018, 20:09

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A imparável caçadora


Em frente ao pedido feito por Sophia, Alexis concordou sem pestanejar, ela mesma havia oferecido essa possibilidade, no entanto ela não ficaria quieta, haveria uma preocupação, ainda que pudesse confiar plenamente em sua parceira, naquele momento, lembrando-se do que haviam enfrentado com o incomum homem macaco,  e como havia sido ferida em demasiado em um combate  onde havia apenas uma arma, muito incomum com o rapaz, a garota com um sorriso, tentando não demonstrar a preocupação, apenas daria um leve puxão em parte da camisa de Sophia.

-Tome cuidado, certo? Quero que você volte bem!


Diria a garota em um tom realmente inocente… Digo,  sério Alexis? Você realmente viu o quanto de resistência essa menina tem? Cof.. Ignorando esse momento, obviamente havia a preocupação, fizesse ela sentido ou não, poderia ser doce de se ouvir. Alexis posicionava-se, levando a caixinha para próximo do timão, e se posicionaria ali, onde poderia ter uma boa visão geral, devido a sua posição lhe ser privilegiada, era uma idéia inteligente pela parte de nossa caçadora preferida, afinal, ela mesma não seria capaz de mover o  barco se fosse necessário, enquanto estaria ocupada com Minin, assim como sua própria noção de como salvar um, diferente de destruir um, era bem baixa.

A urgência fez com que a garota tomasse uma decisão, onde até, olhando para o lado, encarando o antigo destino amarrado em uma cadeira, todo arrebentado, acabei lhe dando uns tapinhas no ombro para que ele pudesse ver, mal poderiamos acreditar mas era o super hero landing!, péssimo para as canelas, mas, olha de quem falamos, certo? Ela aguenta… Enfim.. Tendo em vista que furtividade não era o seu forte, a garota logo aproximou-se, onde veria a garota tão distraída com um sorriso terrível em seu rosto que até teria dado um pulinho, derrubando uma pequena bolinha explosiva que parecia fazer mais barulho individualmente do que estrago.

-O que diabos?

Diria a garota em um tom extremamente fino, com uma expressão claramente de quem havia sido pega fazendo algo de errado, frente a “ provocação”, ao qual certamente eu não tenho responsabilidade ou culpa alguma pela menina ter um nome tão triste e certamente não estou rindo junto, a garota tinha um tom de raiva em seu rosto, que tornou-se levemente vermelho.

-Meus pais me amavam muito viu! E Hey, porque eu deveria satisfação pra você sua doida?

Acabou gritando a garota extremamente inconformada em como alguém poderia achar o seu nome menos do que muito bonito, é certamente essa menina não era Christian Grey, mas seus gostos eram bem peculiares para nomes…  Frente a situação a garota que até então evitava ter de ferir outras pessoas, talvez pela própria provocação ali feita a ela teria ambas as molotov colocadas uma em cada lado, preparando-se para atirar em Sophia ao menor de seus movimentos, e como se fosse capaz de prever a mente daquela que voz narra o destino das ações, Sophia ao avançar havia feito justamente algo que estava além do que era esperado, em que universo a Arsonista poderia ter pensado que a garota não avançaria como o Juggernaut em sua direção? Bom, certamente não era nesse, pois a ação de socar as garrafas, no momento em que eram atiradas contra ela, não só retardava a explosão, como também havia a feito com que menos do líquido pudesse se inflamar, fazendo com que fosse possível que a garota pudesse sentir a sensação de calor próxima ao seu braço, mas não o suficiente para que pudesse sentir alguma sensação de dor.

Minin mostrou-se extremamente confusa e da bolsinha de bombas que ela tinha, pegou várias bombinhas entre os dedos, sendo exata eram 5 para cada mão, onde cruzando ambos os braços ela teria atirado elas na direção da caçadora, totalizando dez explosões, simultâneas, no entanto para a garota que socava as bombas como forma de defesa, enquanto movia o próprio corpo para evitar que pudesse ficar muito tempo em contato com a explosão, os explosivos pareciam estalinhos,  não eram capazes graças a sua estratégia adotada de lhe causar algo mais do que uma sensação desconfortável de calor. A pirata tentava continuar a se afastar e tinha moderado sucesso em usar da própria visão que poderia não ser totalmente livre devido as pequenas explosões por parte da caçadora, para que pudesse se afastar, era notável para a caçadora uma expressão de pânico, na garota que não entendia o motivo de suas bombas não afastarem a boxeadora que estava se aproximando de forma assustadora e pensando que fosse  a estratégia mais genial do mundo, a garota deixaria rolar mais algumas bombinhas para o chão, como se fossem Makibichis esperando que o foco da garota pudesse garantir uma limitação em sua movimentação mas, se a garota pensou estar lutando contra alguém normal, certamente estaria muito errada. Quase como a própria encarnação do Soldier ou do Bakugou, a garota havia saltado por cima e usado da própria explosão como um modo de cobrir a distância que havia entre elas em um intervalo de tempo curto demais para que a garota pudesse fazer algo a respeito.


Vendo que estava ao alcance das mãos da Juiza, em um movimento desesperado, decidiu abandonar a própria segurança ao entrar no raio das próprias explosões, ao colocar a própria mão segurando alguns explosivos próximos do corpo de Sophia, com o intuito de desesperadamente afastá-la, o que de certa forma lhe ganhou tempo, pois a fumaça levantada pela própria explosão lhe deu o espaço que pensou precisar para que pudesse se afastar, o custo no entanto? Poderia ser visto pelas gotas de sangue que caiam de seus dedos em direção ao chão, onde a garota ao sentir que havia sido agarrada pelo braço, não conseguiu ver alternativas ali para que pudesse se livrar, Minin, não tinha um temperamento calmo e o desespero pareceu roubar-lhe a própria racionalidade, suas próprias bombas até ali não tinham o efeito esperado e muito mais do que uma combatente, ela era uma vandala, que com uma clara expressão de dor, tentou manter-se firme naquela situação

-Que diabos é você? Por que minhas bombas não funcionam??!

Era notável um tom de desespero, frustração e fúria misturados, a algo qe soaria quase como um ganido de dor por parte da  pirata. Então  em uma cena digna de um persa achar uma loucura, a garota havia ali estourado o cinto de bombas de Minin, fazendo com que as bombas caissem ao chão e gerassem uma explosão em cadeia, que era capaz de chamuscar  as roupas de ambas enquanto havia as impulsionado bem alto, não bastando a forma como já estava bem presa pela garota, a dor da mordida havia feito com que ela não pudesse com a sua mão que estava boa reagir a tempo de tentar fazer algo naquela situação, Sophia sentiria naquele momento que a manopla havia lhe protegido de maiores estragos em sua mão, mas ainda assim havia causado queimaduras leves, e o mesmo se aplicaria a região esquerda de suas pernas, onde parte da calça, próxima as canelas seria completamente consumida pela explosão.

Certamente aquilo seria algo que machucaria muito mais a Minin do que a caçadora… Seria aquele o fim do embate? Não, novamente eu me provaria errada frente a Juiza que em uma clara tentativa de apelar para o ponto fraco daquela que voz fala, em meio ao ar começou o que seria um fucking omotte renge! Não, não, certamente não é como se meu nariz tivesse sangrado ou algo do tipo
Ao ver que a garota usava com maestria, tanto da força centripeda da queda, como até mesmo de meios de dar  algumas distrações extras durante a queda para a caçadora, enquanto ambas rodavam em direção ao chão, que devo admitir, levaram o Rock lee a outro nível, fizeram com que a garota tentasse se debater e escapar da técnica recém criada no improviso pela caçadora.

-Me solta, eu me rendo!

Diria a garota momentos antes desesperada, antes que a sua cabeça encontrasse o chão, fazendo com que ela pudesse perder a consciência de modo quase que instantâneo, suas pernas estariam ao ar tortas devido ao impacto da explosão, enquanto a caçadora havia conseguido realizar a sua técnica com um extremo sucesso, era completamente diferente do seu combate anterior, havia a experiência feito tanta diferença? Ou suas táticas de combate, haviam feito com que ela fosse involuntariamente a nemesis em relação aos Stars  para Minin?   Olhando os próprios ferimentos de combate, a caçadora poderia ver que sua  manopla ao lado da explosão estava completamente destruída, o fato do couro ter aquecido ali, só não havia feito com que a queimadura fosse muito pior, devido a como o próprio impacto a tinha sido conveniente, pois se fosse apenas o calor ali  presente, talvez ele se misturasse a pele de Sophia e tivesse causado mais danos. Sua perna no lado esquerdo ardia bastante, também mas com exceção do prejuízo, não eram feridas que deixariam alguma marca, apenas precisariam ser tratadas. Quanto a Minin? Bem, se ela pudesse se levantar, provavelmente estaria mais torta do que as enfermeiras de Sillent Hill.


Histórico:
 

Off:
 

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Última edição por GM.Alipheese em Dom 30 Set 2018, 01:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptySab 29 Set 2018, 23:57


Passo 6: Walking out on another stage

É aquele dia não podia ficar tão louco quanto já estava, ele começou e estava pra terminar da forma mais absurda possível, inicialmente achei que a garota fosse um tanto quanto mais poderosa, o que de súbito tinha me feito atacar de forma absurdamente focada, as bombas e o avanço de maneira geral dela não tinha sido capaz de me parar, saltando, correndo, tudo tinha começado e terminado em um piscar de olhos, a garota ainda no ar parecia se render? É esse mundo tá estranho, não se fazem mais procurados como antigamente… Mas por que alguém se renderia naquela hora, não seria mais fácil fazer isso antes de ser pego? Me lembro no meu tempo que eles tinham cauda com ponta metalica… Há… Velhos tempos…

Após o meu último golpe ela aparentemente não ia levantar mesmo… Bem ainda a provocaria só pra ter certeza, afinal vai que ela levanta, nunca se sabe. - Moça com nome esquisito, eu estou aqui ainda, sua inimiga, venha, vamos discutir seu nome novo.- Diria enquanto esperava alguma reação dela, mas se percebesse naquele instante que ela não ia levantar então diria o que mais era importante naquele momento, havia perdido minha luva, e caralho minhas roupas. - Eu preciso claramente de roupas novas agora, e tinha sido tão caro. É eu talvez vire vendedora de roupas também, ou eu diga que isso aqui é uma moda nova, roupas rasgadas podem fazer sucesso.- Olharia para a garota no chão pegaria ela a jogando sobre o ombro, checaria nas roupas ou no que restou delas da garota, se ela não tinha mais bombas e se tivesse eu as guardaria para entregar junto dela.

Logo como tudo aquilo tinha terminado apenas diria para a pequena em um tom de voz audível para ela ou o máximo que fosse. - Alexis!! Vem comigo, preciso entregar a garota, e vamos comer algo legal na volta e procurar lojas abertas pra eu comprar coisas pra mim.- Diria a convidando para vir junto de mim, e se ela aceitasse esperaria que ela apenas descesse para seguir atrás do QG novamente, isso porque agora tinha uma procurada em mãos, caminharia o mais rápido possível independente de Alexis ter ou não vindo comigo, pois queria entregar a garota, não achava que devesse matar ela, até onde sei, não matava inocentes, ou mesmo atacava civis, era uma criminosa e merecia se foder pra caralho, se morresse, eu não teria pena, mas no fim eu não vou sujar minhas mãos.. Não mais do que já né… Eu to com ela queimada até o talo, não dá pra dizer que algo ali se fazia comovente, felizmente não tenho pena de vagabundo não.

Quando chegasse no QG abriria boca bocejando após colocar o corpo no chão dizendo. - Essa é a Arsonista, Capturada viva… ou quase viva, não me julguem, o importante é que chegou viva aqui, quero integral por isso em?- Diria olhando com um sorriso no rosto, poderiam dizer que é errado estar feliz por a desgraça dos outros, mas sinceramente, me dava um certo prazer fazer o trabalho da maneira que ele deveria ser feito, independente do que pudesse acontecer, aliás deixaria um “presente” para minha antiga inimiga derrotada. Me aproximaria de quem estivesse a recebendo e falaria no ouvido da pessoa algo importante. - Então meu caro confrade, tem uma coisa, eu acho que ela guarda bombas… dentro da traseira também… Mas esperem ela acordar pra remover, porque se ela não relaxar, pode acabar explodindo e suas mãos serem danificadas se puxar assim… Então espera ela acordar e faz um checkup.- Mas de fato eu não estava mentindo isso podia estar acontecendo e era uma chance de fuga, e não era meu trabalho verificar isso não, aliás poderia até ser se eu fosse paga em extra pra isso.

Depois que a entregasse não me preocuparia mais com nada exceto meu dinheirinho suado que foi conquistado com muito esforço, afinal mesmo que tivesse durado pouco eu poderia ter me ferido menos talvez… É eu de toda forma procuraria a recepcionista ou quem fosse me pagar, e com meus olhos virando claramente cifrões no momento que eu falasse aquilo. - Tudo legal, muito bonito, mas sabe… eu gostaria de receber minha grana, não é por nada mas são 3 milhões… Pois é né? Boa grana pra colocar no cofre.- Falaria com um jeito sério, apesar de um pouco descontraída, não era para a pessoa, já tava achando estranho meu showzinho né? Simples, eu estava fazendo aquilo para provavelmente fazer Alexis rir, e só diria dessa forma se ela estivesse comigo, mas caso não estivesse, a abordagem seria mais seria, menos excêntrica apenas diria. - Obrigada pelo atendimento, mas minha grana.- Diria estendendo a mão com um rosto sério. Diferente né? Sim eu sou chata mesmo, afinal o meu negócio é outro.

Mas tinha alguém que eu queria ver se ela talvez estivesse por ali, era a moça gentil de mais cedo, se ela estivesse ali eu daria um leve sorriso antes de tudo dizendo. - Viu só? Eu capturei uma delas já, se imaginar um pouco além, pense em como limparia a cidade. Apesar de eu sempre ficar com uma leve coceira atrás da orelha quando não mato eles, mas essa daí eu não precisei, até mais, vai me ver logo por aqui de novo, aliás você mora aqui na cidade?- Sim eu tinha feito uma pergunta idiota, não me julgue OK sei que você já fez isso seu cuzão, eu não sou uma pessoa social, e você não me ajuda “Ain mata gente, julga gente” você não sabe me dar uma dica de sociabilidade não? Em? EM? poxa, tenho certeza que não socar ela é um bom começo mas né… Bom de todo modo eu ouviria o que ela tinha a dizer enquanto colocaria Alexis na minha frente como ela era muito menor e cruzaria meus braços passando por a frente do corpo da pequena, um abraço estranho, passando pelos ombros da pequena. No fim tinha ali ainda a maior das coisas para falar claro, A ENFERMARIA, QUASE ME ESQUEÇO QUE VOCÊ SÓ ME FODE, E EU TENHO QUE ME TRATAR AGORA, PORRA… DA PRÓXIMA BOTA UM CUSPEZINHO NO FERIMENTO, QUE É PRA AMACIAR. Então perguntaria para ela sobre onde ficaria a enfermaria. - Há, quase esqueci… Vocês tem médico aí? Seria uma boa pra eu me tratar.- Falaria coçando a parte de trás da cabeça.

Histórico:
 

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptyDom 30 Set 2018, 01:08

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Quase como um ímpeto masoquista, por algum motivo, a nossa caçadora pareceu por um momento sentir falta dessa criatura ao meu lado amarrada, ou talvez apenas não tenha se adaptado aos novos rumos que  suas escolhas poderiam lhe levar, por talvez, mãos mais competentes? De toda forma era estranho que as ações pudessem de certa forma terminar de acordo com o planejamento que ela havia feito, mas ainda que pudesse eu pudesse tomar algum crédito, os louros eram todos da situação e como ela foi aproveitada, Minin era muito mais uma vandala do que uma combatente e por mais que houvessem caminhos para que ela pudesse prolongar o combate e talvez causar muito mais danos a caçadora, realmente se colocando com uma ameaça real, para eles talvez a experiência se fizesse um pouco mais necessária, ou talvez a coragem, algo que claramente lhe fez a diferença, como se eu a vida já não tivesse lhe punido o suficiente com um nome tão ruim, agora encontrava-se em um estado onde estava mais para o lado onde poderia ver vários cavaleiros vestindo sapuris, do que para o nosso lado e  claramente devido ao seu estado, Sophia não teria sucesso em conseguir uma resposta, a menos é claro que ela contasse um pequeno movimento involuntário da perna de Minin como uma resposta, se tivesse em algum momento contato com uma rã em sua vida, poderia comparar perfeitamente o movimento de reação em sua cabeça, enfim, não era muito sexy de se ver não, ainda que obviamente por estar mais próxima do raio da explosão, suas próprias vestes tinham um estrago muito maior, por qual motivo? Obviamente não é fanservice.

Constando o próprio dano em suas próprias roupas, talvez em um universo onde civis não tivessem uma cor que lembram muito me…. Merendas,  talvez ela até pudesse pensar em lançar uma nova moda com roupas rasgadas, ou talvez pudesse lutar contra o escorpião que havia em seu bolso… Carteira… Ok onde você guarda o dinheiro, não sei bem como me referir e por fim comprar roupas novas, não é como se o destino nesse momento fosse vermelho ou  trabalhasse com uma lula e uma esponja… Ok  foco… Pegou a garota nos ombros, onde sentiria um pequeno desconforto em um primeiro momento em sua mão, que havia servido para que pudesse fazer esse movimento, mas era um ardor leve e facilmente ignorável, onde se dirigiria até Alexis, que estava ainda bem atenta ao que poderia ver da batalha, sendo possível inclusive para Sophia que pudesse vê-la procurando por ela colocando a mão esquerda por cima da vista, claramente pois isso melhorava o quanto você poderia ver a distância, até que ela pudesse tomar um pequeno susto, quando quase que literalmente, poderia ver a garota chamá-la de um lugar abaixo de seu nariz, onde imediatamente, de modo que talvez não pudesse ver devido a claridade estar deixando o céu, mas haveria um sorriso em seu rosto animado.


-Claro! Estou descendo, vou te ajudar!


Havia um ânimo muito grande, e um entusiasmo que poderia contagiar um pouco, onde ela logo poderia se juntar para ajudar Sophia  a carregar o peso, se assim ela quisesse, essa que por sua vez parecia compartilhar da filosofia de certo marinheiro , quanto ao tratamento dos indigentes.

O caminho até o QG, uma vez que havia aprendido a reconhecer uma enorme estrutura metáli.… A reconhecer o caminho, era bem simples e rápido para que ela chegasse, a movimentação estava bem menor, já não havia um fluxo de pessoas entrando e saindo daquele local, e quando chegou a recepção, havia jogado Minin como se fosse nada no chão, até mesmo uma onomatopéia  “ Ploc” poderia descrever bem a sua chegada ao chão. Algumas pessoas que passavam, claramente tinham suas atenções roubadas por um momento pelo pequeno espetáculo, vocês se lembra bem quando comentei sobre as roupas, certo? Bem, talvez Minin pudesse tomar um ar bem legalzinho, por assim dizer. Um rapaz que provavelmente poderia ser identificado como um oficial recém contratado, era aquele que ajudaria a recolher o corpo da prisioneira, tanto pelo modo como ele tratava talvez com demasiada gentileza a prisioneira ao colocá-la sobre suas costas, como até mesmo como ele ruborizou, ao ver as poucas vestes da prisioneira pela parte inferior ter se queimado quase por completo. Diante da fala de Sophia, poderia ter visto ali o rapaz ficar quase roxo de vergonha

-S-Sim senhora! Eu… Eu… Vou pedir para que chequem!

Nesse mesmo momento, olhando toda aquela situação, com uma expressão de que estava se divertindo muito, no balcão encontrava-se a mesma garota gentil que havia a atendido mais cedo, a mesma estava posicionada levemente inclinada para frente no balcão para que melhor pudesse ver o que se desenrolava ali.

-Lin, é bom que você mesmo esteja presente, vou precisar de um relatório!

Diria a garota em uma clara brincadeira, ao qual não era percebida pelo rapaz que balançava desesperadamente a cabeça para cima e para baixo, enquanto se levantava e levava a procurada para longe da visão de todas ali. O olhar da garota, em relação a dupla que agora se apresentava, e as palavras a ela dirigidas, não poderiam ter outra reação que não fosse um belo sorriso, que acabava por deixar exposto um pequeno canino que era um pouco protuberante e afiado, quase como se ela fosse uma vampirinha.


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-Você receberá sua recompensa, pelo jeito você prefere que seja em dinheiro, certo? Muito bom, muito bom mesmo, sendo honesta com você, não pensei que voltaria tão rápido, mas é bom ver competência para variar um pouco o quadro, sabe? Hehe,  bem, não sei se isso poderia deixar com que a coceira fosse menor, mas se você quiser eu posso te explicar em de-ta-lhes , os processos do que vai acontecer com ela depois de capturada, se isso lhe fizer sentir melhor., eu realmente espero poder te ver mais vezes, é uma visão agradável aos olhos.

Diria a garota em um tom que soaria claramente um flerte para quem pudesse perceber, enquanto ajustou a postura dos óculos sobre o rosto, procurando a papelada e já a preenchendo, sem que pudesse perder o foco do seu olhar, para a dupla de garotas a sua frente. Ao término dos papeis preenchidos, ela se abaixaria no balcão por alguns instantes para que pudesse pegar um envelope, contendo o dinheiro exato de sua recompensa, havia entregue a menina viva, o que se sucederia depois já não era de sua alçada, como estava com uma de suas mãos com a luva completamente destruída, seria possível ver uma reação de apreensão por parte da moça gentil, ao ver as feridas de sua mão, onde morderia levemente o lábio inferior, voltando o seu foco ao olhá-la de forma profunda nos olhos.

-Eu moro aqui sim, desculpe mas, acabei absorvida em meus pensamentos, inclusive se você precisar de alguém para lhe mostrar a cidade, ou até mesmo quem sabe… Precisar de uma cama para dormir,  meu expediente por hoje, deve acabar pelas 19:30...   Se eu soubesse que você  gostaria que eu esperasse, eu não tenho bem planos, sabe? Aliás, Sou  a Oficial Catherine Bloodfallen, mas pode me chamar de Cat.


Diria a garota em um tom que tentava ser  sexy e provocativo, mas talvez soasse muito mais desesperado  aos olhos de pessoas mais experientes no assunto, ainda assim, era  dito em uma velocidade tranquila e agradável para se ouvir, ainda que os braços de Sophia pudessem envolver Alexis, que estava bem quietinha naquele momento, mas fuzilava com o olhar a marinheira ousada, onde essa seria a representação do que ela queria que acontecesse.

Frente a ultima pergunta da caçadora,  colocou  o indicador abaixo do lábio inferior, enquanto olhou para cima como se pudesse enxergar o próprio pensamento, antes que pudesse apontar para a direção da enfermaria.

Caso seguisse direto para a enfermaria, encontraria um Rapaz bem apessoado com um estetoscópio e um cracha de médico, na enfermaria, haviam várias macas vazias e particularmente naquele momento o rapaz estava distraído e não a notaria chegar.

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Off:
 

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Última edição por GM.Alipheese em Qua 10 Out 2018, 13:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptyQua 10 Out 2018, 12:08

Passo 7: Walking out on another stage

Por sorte era a mocinha legal que me recebia no quartel, gostava desse jeitinho dela, e bom… O que é aquela presinha ali? Será um canino protuberante? Combina com ela, é bonitinho, ela estava me oferecendo uma explicação detalhada, de como era o processo de um prisioneiro depois que ele vinha pra cá, era uma questão interessante de entender, entretanto era algo pra outra hora, eu comentaria isso com ela também porque no fim das contas era algo que queria manter. - Há isso é algo que eu quero saber, mas bem você me explica quando eu voltar depois, por agora eu ainda preciso resolver algumas coisas.- Eu pararia e falar por alguns instantes parando pra pensar sobre o que estava acontecendo por ali e dando um leve espaço também para respirar um pouco, afinal tinha acabado de lutar, fôlego é importante. - Esse seu dentinho é bem legal viu? Achei bonitinho, combina com você, ele é seu dente mesmo? Ou é mais algo de estilo?.- Sim, era algo que eu tinha visto pouco por aí, então era uma coisa que ficava na cabeça, dente real ou dente postiço.

Ela no fim era bem mais receptiva me convidando pra casa dela, é… As pessoas daqui dessa cidade parecem bem amáveis, convidando a gente pra a casa delas assim do nada. Hum… É, por que não? Nada de ruim sairia disso, então a primeira coisa a se fazer era aceitar a proposta, e me oferecer pra cozinhar, testar minhas novas habilidades místicas na cozinha. -Boa ideia, se quiser mostrar a cidade pra gente seria algo bem legal mesmo, mas antes de tudo gostaria de conhecer sua casa, eu ia comprar coisas pra cozinhar, mas… Bem… Se você tiver uma cozinha disponível, eu poderia fazer comida pra nós 3 e bem, eu posso aceitar a sua… Cama? É… Só que talvez fosse melhor você vir pro nosso barco depois, é que teve esse caso com a menina que tem uma bomba na bunda, e tava tentando explodir nosso barco -Falava coçando a parte de trás da cabeça quando falava isso, e de fato as explosões tinham me causado um certo medo de que as coisas ali falhassem.

É o destino não queria deixar meu barco inteiro NÃO É MESMO? EU VI ESSAS SUAS TENTATIVAS DESESPERADAS DE DESTRUIR ELE… Vai vendo… Mas bem o barco tinha sobrevivido e de certo tinham coisas importantes para que eu fizesse o trabalho nele, uma dessas coisas era claramente aprender algo como Marcenaria, sim, pode parecer uma coisa boba, mas alguém está tentando quebrar minha nova casa… E eu vou lutar contra isso… SIM TA ME OUVINDO SEU ANIMAL? EU VOU TENTAR CONSERTAR O BARCO DE NOVO E DENOVO, TA ACHANDO O QUE? VEM AQUI SUA CRIATURA DAS TREVAS… Maldito, fica aí sentado na cadeira… Girando ela… Rindo… Acha que eu não tô ligada nesses seus esquemas não? EU TO LIGADA SIM, EU TO VENDO ESSAS IDEIAS ERRADAS ESSE MALDITO PAPEL ESCRITO “Plano de demolição do barco da Senshi” EU SEI QUE TÁ LOGO EM CIMA DA MESA… Só vejo isso aí criatura Vil. Deixe meu barquinho em paz…. Já foram 3kk e um dente quebrado o preço disso aqui, foi mais caro que parece. De todo modo voltaria para a moça do dentinho. - Bem, eu vou comprar algumas roupas pra mim, afinal essas aqui eu já podia era jogar fora né?- Falaria abrindo a jaqueta e tirando ela deixando por cima do ombro, não tinha certeza do quão rasgada tava a camisa, mas era um bom momento para checar algo assim.

Assim que terminasse de falar usaria da informação da garota para seguir até a enfermaria, lá a minha atenção não ficaria muito no que estivesse por perto ou as pessoas ali, olharia brevemente apenas, e seria pratica apenas. - Olá, vim aqui a procura de tratamento, acabei recebendo ferimentos de combate. Um na mão e outro na perna.- Diria apontando para a perna com a mão direita enquanto mostrava a queimadura na esquerda, é algo que como sempre me incomodava ter de mostrar a mão sem a luva, ou melhor, sem parte da luva, deixando ela medianamente exposta, mas médicos são pra essas coisas, eles são parte dos momentos desconfortáveis e chatos da vida. E nesse ponto apenas esperaria pelo tratamento sem me preocupar com nada. Depois que ele acontecesse agradeceria e caminharia para fora do QG

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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptyQua 10 Out 2018, 12:58

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Caminho



Diante do interesse que a caçadora havia apresentado em conhecer mais sobre o processo de como funcionava o sistema carcerário da marinha, Cat teria mostrado uma reação positiva, como se comemorasse por dentro em sua tentativa de manter o interesse na conversa, por parte da caçadora tivesse dado certo, ainda que seu jeito acabasse passando uma ousadia maior no que ela poderia chamar de flerte, não havia a firmeza interior para que ela pudesse se achar verdadeiramente eficiente naquilo e de fato não era muito, ou seu histórico até então não havia sido muito feliz,  explicando de forma mais justa. Mas, se havia algo que teria realmente impactado a marinheira naquele momento, teria sido a pergunta sobre seus dentes, parecia ser um tópico que talvez fosse sensível ou que ela não se sentia muito segura sobre, pois seu sorriso logo havia se tornado em um rubor extremo e seus olhos, por um momento deixaram de ser tão penetrantes e se colocaram ao chão, até que ela pudesse ouvir o resto do que a caçadora tinha a lhe dizer, achando um charme.

-S-sim, são naturais, as pessoas geralmente acham estranho mas, acabei herdando isso do meu pai, ainda que eu tenha nascido como uma humana, essa característica acabou passando….

Diria a garota demonstrando pela primeira vez algum sinal de timidez, para a garota que parecia tão confiante até a pouco e tão eloquente, esse era um lado mais bonitinho que mais abria caminhos para dúvidas do que para certezas, mas ali teria saciada a sua dúvida em relação aos caninos protuberantes que chamavam a atenção de quem pudesse conversar com a recepcionista daquele QG. A garota era extremamente receptiva e isso poderia surpreender  Sophia de uma forma positiva, e ouvindo a contraproposta estava tão satisfeita quanto poderia estar um careca em um progama de penhorar e prontamente a garota teria concordado com toda a idéia acenando com a cabeça de forma positiva para cima e para baixo, e com alegria ela teria respondido de forma energética, enquanto  era visível pelas sua forma de reagir o quanto estava animada com a idéia, do que poderia vir, para ela não faria uma total diferença sobre onde poderia ir naquele momento, para ela já havia ido muito além do que em experiências anteriores, era para ela um total sucesso.



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-Certo! Estarei esperando na porta do QG, sem esse uniforme, claro!


Havia um claro tom de excitação pela idéia e não seria difícil para que qualquer uma das duas pudessse perceber ali o quanto Cat queria que isso pudesse acontecer, a caçadora era esperta, esperta até demais, pois de algum modo suas capacidades como juiza eram capazes de lhe dar capacidades próximas a de um X-men, eu já não falei para sair da minha mente? Como você,viu como eu estava ao planejar?, certamente foi fruto desse animal de teta, ele que falou que os planos estavam sobre a mesa, certo? Bem, as coisas não vão ficar assim…

Se despedindo da moça, Sophia teria encontrado a enfermaria que a mesma havia lhe indicado e lá havia encontrado um médico que pareceu distraído em um primeiro momento, antes que pudesse notar a sua presença, e finalmente atendê-la.

-Olá, certo… Vamos ver…

O rapaz apontaria  uma maca para que ela pudesse se sentar e então mostraria a palma de sua própria mão, indicando para que a garota colocasse a sua por cima,  para que ele pudesse ver melhor o que havia ali acontecido. Sua feição não demonstrava alguma reação negativa, para a situação que para ela já era desconfortável, e assim que ele tivesse terminado de ver, olharia também para a perna da garota e para as queimaduras que estavam muito mais visíveis sem que ele tivesse de se aproximar muito. Fazendo um sinal levantando o indicador para  o teto, como se tivesse idéia do que faria o rapaz virou as costas e foi até um armário que tinha vários frascos, onde ele pegaria um frasco com vidro  de coloração esverdeada, abrindo com uma das mãos e colocando a tampinha ao lado de onde Sophia estivesse sentada, se estivesse sentada, não veria problema em atendê-la de pé, se ela se sentisse mais confortável.

-A pomada é um pouco gelada, mas não vou aplicar diretamente sobre a sua pele, então não vai incomodar tanto...Eu vou deixar você com esse frasco, sua queimadura não é muito grave mas, sendo honesto com você, o motivo que vou deixar com você o frasco é devido as propriedades dessa pomada ser também analgésica, se você sentir dores, aplique um pouquinho, certo?

O rapaz diria de forma gentil, antes que pudesse com o dedo indicador e do meio passar um pouco na pomada, antes que pudesse passar de forma circular na mão de Sophia, era um cuidado tão grande, pela dúvida de a área estar possivelmente sensível que era quase imperceptivel o seu toque, e o mesmo se deu a quando ele aplicou a mesma pomada na perna queimada da caçadora, que poucos segundos após a aplicação poderia sentir qualquer sensação de incômodo ou dor naquela região sumir, o rapaz então se ergueria e após limpar a mão em um guardanapo que havia em seu bolso, fecharia o frasco,  entregando ele a caçadora, que poderia ou não aceitar a sua oferta.

-Bom, é isso, você só precisa reaplicar caso sentir dor, mas você vai ficar bem, é mais forte do que a maioria das pessoas que eu atendo, que por muito menos estariam gritando, você pode ir.

Diria o rapaz com um sorriso no rosto, enquanto ajeitou os óculos, liberando o caminho para que a garota ali pudesse seguir como quisesse, ainda teria um tempo para que pudesse comprar roupas, antes que acabasse o horário de trabalho de Cat, caso quisesse incluí-la em seus planos, poderia tanto escolher o caminho de esperar um pouco e ir junto, como também poderia ir comprar as roupas antes que seguisse com seus planos para a noite, esse caminho, só a caçadora poderia determinar.


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Última edição por GM.Alipheese em Qua 10 Out 2018, 15:07, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptyQua 10 Out 2018, 14:30


Passo 8: Walking out on another stage

A atendente tinha um modo bem fofo de ser aparentemente, os caninos dela pareciam trazer alguma vergonha ou incômodo, talvez por eles serem notados facilmente, pessoas são em sua maioria bem cuzonas no dia a dia, então imaginava eu que o motivo fosse bem claro, pessoas podiam ter enchido o saco dela até o talo sobre esse caso até que ela se sentiu incomodada. Aliás o mundo é bem cruel com as pessoas diferentes, e não era de hoje que eu tinha entendido isso. De todo modo meu objetivo era a enfermaria, não o ponto de pensar sobre isso. Lá na enfermaria tudo acontecia de forma fácil, o cara me tratava dava a pomadinha, explicava como usar, e essa base de sempre. Eu agradeceria sobre o corrido. - Obrigada, eu vou usar se for preciso. Tenha uma boa noite senhor.- Diria acenando com a mão e me retirando do lugar. Não era que eu fosse mal agradecida, ou insensível, eu apenas não tinha muitos motivos para buscar estender meu tempo por ali, eu precisava de luvas novas o mais rápido possível. -Alexis sobe aqui.- Diria me abaixando para que ela subisse nas minhas costas como antes, aquele modo que ela ficava montada no meus ombros enquanto segurava as pernas dela.

Esperaria que ela o fizesse antes de partir caminhando pela cidade, eu tinha muitas coisas para imaginar naquele percurso, e em principal, as roupas que eu ia comprar, e naquele momento era hora de procurar pela cidade, e não sairia perguntando as pessoas, apenas caminharia olhando pelas vitrines e explorando o lugar, e mostrando a ilha pra a pequena também, afinal eu já tinha andando por o lugar mas ela não. -Bem diferente de Shells né? É um clima estranho de recomeço, como se tudo tivesse mudando aos poucos, eu sinto um pouco disso, mas pode ser o que chamam de mudança também. Só sei que passa essa sensação não acha?- Falaria aquilo para a pequena com uma calma e tranquilidade, era mais por uma questão de querer expor um pouco mais o que tinha pensado no primeiro momento que comecei a caminhar na ilha, pelo ponto de vista que guardava para cada um dos momentos que incluíam a barraca de ramen, se possível eu passaria de frente a barraca e mostraria ela pra Alexis. - Essa barraca foi a que eu comprei ramen da outra vez vê? Aquele você comeu veio daqui, foi um rapaz bonitão de sombrero que comprou, ele parecia ser bem gentil. Apesar de eu não entender por que ele pagou tão caro por um ramen.- Dizia isso com um sorriso imaginando naquele momento, que eu podia fazer uma boa grana com essa ideia de culinária.

Mas continuaria sempre caminhando por o ambiente, atenta a qualquer possibilidade de ver algum letreiro, ou de ver roupas em uma loja, ou qualquer loja aberta que parecesse de conveniências e similar, por que se encontrasse alguma, me ajoelharia para alexis descer das minhas costas e adentraria no local junto dela, algo tranquilo para mim apesar de que seria uma boa ter mais grana do que agora, talvez as roupas aqui pudessem ser tão caras quanto o ramen. Naquela hora quando tivesse lá dentro me apresentaria para quem fosse que tivesse atendendo e claro falaria do assunto principal. - Boa noite senhor, gostaria de comprar algumas roupas, botas, calça, jaqueta, e claro camisetas também se possível, eu também gostaria de saber onde posso procurar algum lugar que venda temperos ou o senhor teria alguns por aqui? E também saber onde vende carne e macarrão.- Nesse momento eu esperaria uma resposta dele esperando com calma que ele me responde-se, momento para analisar o que fosse mostrado, ou ir para onde ele me indicasse e comprar as coisas, eu também precisava de luvas o que me fazia questionar sobre isso no processo. - Aqui não venderia luvas também venderia?- Eu de todo modo observaria qualquer coisas dentre as que queria comprar.

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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptyQua 10 Out 2018, 15:06

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Compras




O cuidado que ela havia recebido no QG havia sido realmente diferente, mesmo os ares daquela cidade aspiravam a mudança e essa era uma coisa muito bem vinda provavelmente, desde que fosse pra melhor o médico se limitou a acenar de volta, enquanto pegou uma prancheta e começou a rabiscar algumas anotações com uma pena que havia próxima a sua mesa pessoal, já previamente embebida em tinta, provavelmente fazendo um registro sobre o estoque, para um melhor fim de organização, já que havia cedido uma de suas pomadas a caçadora, havia urgência para que pudesse comprar novas roupas, ainda que certamente suas roupas não estivessem como a da pobre garota que talvez sofresse  uma colonoscopia por conta das artimanhas tanto da caçadora, como da marinheira que apoiava a idéia, achando ela bem divertida inclusive, ainda não era confortável andar rasgada ou mal preparada para o combate.

Quando  abaixou-se Alexis logo subiria  em suas  costas, se estava um pouco mais carrancuda devido ao pequeno ciúmes que sentia, teria um sorriso agora triunfante, não só não havia perdido sua Sophia, como também ela tinha uma vantagem tática muito grande, que Catherine, ainda que não fosse muito alta também não poderia abusar, enquanto Alexis tinha uma aparência bem mais infantil, mesmo com seu charme, Cat tinha uma aparência e até atitudes mais adultas, ainda que provavelmente a diferença da idade de ambas não fosse grande, isso a permitia aproveitar um lado mais inocente de sua caçadora que apenas ela poderia aproveitar, e  com esse pensamento, um ar leve poderia ser sentido enquanto a pequena se divertiria com a carona que lhe era dada, com sonoras risadas de quem estava se divertindo de verdade.

Enquanto caminhavam, o ar estava bem gostoso e a brisa fresca dava a sensação de que aquela seria uma noite bem gostosa, aos poucos a luminosidade do dia iria caindo, enquanto alguns postes levemente começaram a se acender, mantendo o caminho sempre bem iluminado,  em algo que poderia encantar a vista de quem pudesse ver, em comparação a cidade mais modernizada em relação a Shells. O ar era diferente, assim como os sons, as pessoas e o ambiente e diante de toda essa nova experiência, Alexis se mostrava muito entretida com todas as novas experiências que estava tendo, e inclinando-se levemente para frente, de modo que poderia aparecer um pouco a visão da caçadora ela responderia.

-Sim!  As coisas aqui são muito diferentes e isso é uma coisa boa, eu estou animada para descobrir mais coisas durante nossas viagens! O clima, as pessoas, tudo é diferente, e isso é algo muito legal!

Completaria a garota em um tom bem animado, antes que pudesse voltar a sua postura normal, havia um ar infantil e inocente em sua fala bem característico, que davam um charme único a pequena que compartilhava um pouco desses traços de alguma maneira com a nossa querida juíza. Enquanto  caminhavam, quis mostrar um pouco mais sobre as coisas que havia visto, sobre o que ela tinha como experiência, poder mostrar algo novo a alguém é uma experiência gostosa e agradável para a maior parte das pessoas, e ouso dizer que até mesmo para Sophia havia algum prazer nessa atividade.

-Um sombrero? Tenho certeza que deveria ser uma pessoa de confiança, deve ter reconhecido você como  uma boa pessoa, pelo menos eu não consigo pensar em alguém mais normal do que alguém vestindo um.... Talvez fosse mais confiável com um bigode, também! Mas… Aquele Ramen foi muito bom, acho que o melhor que eu já comi, não sei quanto ele pagou mas, estava bom demais!

Acabaria  ao se empolgar quase se desequilibrar, enquanto mostrava-se claramente alguém de cultura , ao reconhecer  os sinais do que poderia ser visto como alguém honesto e nada suspeito, a caminhada das duas continuou por mais um tempinho, até que uma loja com uma fachada mais chamativa lhes chamou a atenção, aquela era a  “ Loja de Fred”, tinha a fachada bem iluminada com a coloração vermelha e na vitrine, já se podiam ver algumas roupas bem bonitas antes mesmo de entrarem, a loja tinha várias separações por preço, entre roupas de qualidade comum e roupas de boa qualidade, mas o que mais chamava a atenção era o vendedor de aparência nada suspeita que observava do fundo a dupla que havia adentrado a loja, bem atento ao que ambas faziam e ao que olhavam. Destacava-se aos olhos de Sophia  um canto da loja onde haviam diversos tipos de manoplas  e luvas, com uma tabela de preços fixas, assim como também haviam botas,  estas que variavam em seu preço,  mesmo que houvessem designs diferentes, a parte delas que se encontravam junto as luvas e manoplas encontravam-se com um preço tabelado com uma plaquinha a frente e certamente não eram tabeladas por outro motivo senão a sua funcionalidade para o combate. Quando perguntado o homem poderia sorrir, o que talvez pudesse ser ou não notado pelo movimento do pano que havia a frente de seu rosto.

-Bem vindas a Loja do Fred! Eu sou Fred e bem,como vocês podem ver temos um estoque bem variado de roupas e alguns acessórios que também podem ser usados para combate, como o caso de luvas e alguns tipos de bota específicos, nós trabalhamos com dois tipos de roupa, as de qualidade comum que tem o preço de 10.000 berrys por peça e as de boa qualidade, que são mais resistente ao clima e até mesmo a situações em que o tecido precisa ser mais resistente, todas essas com garantia, se você de algum modo danificar alguma dessa categoria, se  apresentar direitinho o cupom que comprou comigo, eu trocarei! Essas tem o preço de 50.000 berrys cada, já inclusa a garantia…. Bem, temperos… Comida… Bom, ao lado há a loja do meu irmão, George! Rapaz bem apessoado, ruivo, alto, honesto!  Já foi bem arteiro na escola mas, esse é papo pra outra noite. Fiquem a vontade moças e sintam-se incentivadas a gastar!

Concluiria  o vendedor que pareceu ter engolido um denden mushi, já que metralhava a dupla de informações, talvez fosse a sua estratégia de vendedor, onde não só qualificava seus produtos, como faria propaganda de negócios que também estavam em família, era notável que ele esfregava as mãos, quando falava sobre dinheiro, e claramente estaria mais do que feliz de atendê-las e cobrar o preço de acordo com o que elas escolhessem, não as prendendo caso fizessem uma transação honesta e quisessem já partir para a loja ao lado, algo que destacava-se eram  que ali Haviam algumas roupas bem engraçadas, junto a uma variedade bem interessante.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptyQui 11 Out 2018, 18:58


Passo 9: You sigh, look away


Era muito bom ver a pequena se divertindo enquanto caminhávamos, o som das risadas era algo bem gostoso de se ouvir, e me fazia também pensar um tanto que talvez, eu fizesse isso apenas pra ouvir elas, ou de certo pra deixar ela o mais feliz possível no meio disso tudo. Era uma coisa que me fazia questionar bastante as coisas que vinham acontecendo na verdade, bem… Não tanto assim… Eu tinha uma resposta, só não era a resposta que eu buscava, é duro quando algo te vem na mente mas, HÁ FODA-SE VOCÊ SABE DO QUE EU TO FALANDO QUE EU SEI MUITO BEM, ENTÃO NÃO VENHA SE FAZER DE DESENTENDIDO SÓ PRA OUVIR ISSO DE MIM, BELEZA? Durma com isso seu maldito.

Ela apreciava a cidade nova quase tanto quanto eu, o que de fato era bem legal de se ver, eu não sei até onde poderia dizer que é a mesma sensação já que no fundo a minha vem muito mais da sensação de um predador encontrando a toca de suas presas favoritas, sim, era estranho mas, eu sentia o cheiro do crime por todo lugar, eu podia ver vagabundo andando solto por a ilha toda, era como se quando eu olhasse pra as ruas, eu visse o cenário perfeito pra um caçador, onde nunca faltaria comida. Talvez um dos motivos disso fosse a localização dessa coisa, a última ilha do mar do leste, é eu vou ter muito trabalho aqui.

Naquele momento achávamos a loja com um ninja vendedor, sim, e não venha me dizer “Isso não é um ninja” É A PORRA DUM NINJA SIM… NUNCA LEU HISTÓRIAS? OLHA ESSE CAPUZ… HÁ NÃO TÁ CONVENCIDO… Claro por que ficaria convencido né seu animal de teta? EIN? Claramente não pelo capuz, mas então me explica uma coisas… E O CARALHO DA MÁSCARA SEU MALDITO? HAM? HAM? EXPLICA ESSA AGORA… isso sim é um ninja autêntico, máscara vestido todo de preto e… mais importante de tudo… Vendendo roupas, quer um disfarce melhor pra um “Ninja aposentado” não existe claramente nenhum.

Apesar de que a atuação dele era bem chinfrinha, ele falava pra caralho, e eu só absorvi que uma parada custa 10.000, outra 50.000 e ele tem um irmão que vende temperos ali do lado… Pois é… Esqueceram de ensinar atuação ao rapaz, nem todo mundo é perfeito claramente o cash pra npcs com capacidade de serem diretos tinha acabado, muito bem, era hora de questionar o ninja. - Então ninja, eu vou dar uma olhada na loja sim, e há, não se preocupe, não vou espalhar por aí que você é provavelmente um ninja disfarçado, em uma clara missão de assassinato.- E começaria a caminhar pra dentro da loja, o primeiro de tudo era olhar as jaquetas, era algo que me seria bem prazeroso, acho elas funcionais e confortaveis e em maior parte do tempo bonitas também.

Pegaria inicialmente a primeira jaqueta que me chamava a atenção, e claro elas tinham coisas personalizadas nas costas “Ninja/Artista sem atuação” claramente era disso que se tratava,  Há mas esse homem sabe exatamente o que estou sentindo nesse momento…. NA VERDADE TODO SANTO DIA EU SINTO ISSO, TA ME OUVINDO? TA TA? EU SEI QUE TÁ, CONSIDERE ESSA UMA MENSAGEM PRA VOCÊ SEU FILHO DA PUTA… Daria o dedo pra o alto, não um só, os dois dedos do meio apontados pra cima, quer em voz alta é? não vai responder. - VAI SE FERRAR FILHO DE UMA CACATUA RADIOATIVA, LÊ ISSO NA CAMISA, LÊ VAI, É UM BELO DIA PRA ME DEIXAR EM PAZ NÃO ACHA? NÃO ACHA? EM EM?- Aproveitaria pra dar a língua para aquele desgraçado também, só pra constar, caso não tenha entendido ainda, eu vou te dizer de forma mais explícita… Eu odeio você seu maldito…

A segunda camiseta não era muito com minha realidade, afinal eu sou muito amável não é NÃO É MESMO? DIZ QUE EU SOU AMÁVEL…. Tudo bem… talvez seja verdade mesmo, é, gostei dessas duas, vou levar ambas. Pegaria cada uma delas e jogaria sobre o ombro naquela hora, essas pareciam interessantes pra se usar parte a parte, a terceira delas era mais a cor mesmo, seria legal ter algo cor vinho, cor de vinho é bonita, então vamos levar essa também. A outra era interessantes “Calma como uma bomba” é… Não condiz comigo, por que eu não sou nada estressada, nem estourada, só pra constar, aquela parte a pouco de eu gritando com você não conta… Aquilo foi… Um momento raro… Não deve acontecer muito…

Bom, essa outra foi feita pra mim, a minha filosofia era bem desse modo, eu não sabia exatamente o por que mas… o mundo era desse modo, não haviam santos, nem mesmo pecadores, nada é preto no branco, no fim somos todos um ponto cinza em um fundo preto, que caso as pessoas não tenham notado ainda, tudo começa a fazer sentido a partir do ponto que compreendemos, que nada é de todo o bom, nem de todo o mal… Nem nós mesmos… E o autoconhecimento é uma jornada obscura, pois a cada segundo que passa descobrimos algo novo sobre nós mesmos, que pode talvez nos assustar, as vezes vemos nossos demônios e nós lutamos com eles, mas… A pergunta aqui não é essa, se você olhasse pra dentro de si mesmo agora, o que veria? Um monstro ou um Herói? Se você quiser eu posso te responder essa pergunta…

Você criou um animal com cauda de ferro… Uma mulher com explosivos na bunda, até onde sei quer destruir minha casa com planos maquiavelicos, me vendeu um ramen por VINTE MIL SE NÃO FOSSE ESSE RAMEN, EU TE PERDOARIA, MAS ESSE RAMEN CARA… AS CRIANÇAS DEVEM PASSAR FOME NESSA ILHA SÓ PODE, QUEM DIABOS COBRA O PRIMEIRO RAMEN? QUEM EM SANTA CONSCIÊNCIA FAZ ISSO… Eu odeio você… CRIATURA DAS TREVAS, DEMÔNIO NO POÇO… Eu só não reclamo mais por que as camisetas são legais… É talvez você não seja tão monstro assim… MAS FICA ESPERTO, ABRE O OLHO… Vai vendo...

Há, eu não sou Apática, ou talvez eu seja, afinal eu fico conversando com uma entidade no meu subconsciente, e acredito que isso afasta as pessoas… Talvez isso não, mas gritar pra o céu dando o dedo, xingando algo pode ser que sim… É essa eu não vou levar,  por essa vez serão essas acho que é hora de pegar uma calça, nessas eu não pensaria muito, eram poucas opções com uma diferença, botão preto ou… Botão cinza… eis uma escolha complicada de se fazer mas eu precisaria fazer? Não eu vou levar as duas FUCK THE SYSTEM… É hora de fazer o caminho até as botas simples… E bem, levaria os dois modelos também. O cinto… É vou levar o cinto também, parece bom de guardar grana.

Agora uma das coisas mais importantes de todas, as minhas luvas, eu tinha um modelo bem bonito com duas variações de cores aparentemente, bem, eu pegaria a toda preta naquele momento Por que eu sou trevosa, simplesmente pelo design parecer mais confortável quando eu olhava, então observaria também se não tinham problemas aparentes, ou avarias e já a pegaria também. Hora de ver as camisetas, afinal eu não sou muito do tipo que usa elas por muito tempo, se pararmos pra pensar, me ver vestida e em paz é muito raro, eu nem sei por que eu compro roupas… Devia andar nua por aí, e ficar só de luvas o tempo todo… É isso não ia dar certo… Agora lembrei o motivo.

As duas primeiras camisetas tinham frases que claramente me chamavam a atenção e afinal… Quem não quer ser um unicórnio, ou ainda melhor quem não quer montar em unicórnio… Olha só isso é legal, e pode anotar, um dia… Eu vou ter um unicórnio… Pode ter certeza que você ainda vai me ver montando um NÃO DUVIDE DE MIM… Pegaria a primeira das duas camisetas, afinal, eu ainda não posso esfregar na sua cara que monto um unicórnio por que não tenho um… AINDA… A próxima que me chamava atenção era indiferente a mim, nunca fiz drama, esse não é o meu forte, né? Sou nada dramática, eu falo a dura realidade triste que esse mundo nos mostra todo dia, dessa CRIATURA VIL que controla meu destino dia após dia… Gostei vou levar…

A próxima, camiseta bem, eu colocaria na frente do corpo segurando no cabide e olhando pra Alexis, talvez ela entendesse a mensagem ali por trás daquela camiseta, apontaria o texto quando ela olhasse. A frase era bem intuitiva “Não tenho assunto mas tenho interesse”, vou levar… Até por que tem aqueles dias que a gente acorda em? Desse jeitinho, pouca coisa pra dizer, mas a língua ta fervendo… pra dar uns beijos insanos quem sabe. A outra era uma que você precisava ler pois é RESPEITA MINHA HISTÓRIA DESGRAÇA.

Depois dessa, eu pegaria a próxima da lista “Eu? Sarcástica? Nunca.” parecia bem legal,  bem o letreiro da minha última opção era algo complicado, “A vida não ta fácil mas eu to” eu não sou fácil… Tá quem que quero enganar… Eu conheci a guria a uns dias atrás e olha meu destino já… É eu vou levar duas dessa… E por fim… Pegando meu amontoado de roupas eu juntaria tudo no balcão do cara e diria -Foram essas aqui… Quanto deu?- e pagaria pra ele o valor estimado em dinheiro, e por fim sairia da loja dando um tchauzinho com a mão enquanto caminharia para a loja do lado com minhas novas compras. Tascaria tudo dentro da mochila naquela hora e deixaria nas costas, não ia me vestir nesse momento.

Caminhando para a loja ao lado meu momento seria comum, apenas adentraria no local falando com o vendedor. - Boa noite, eu quero saber, você tem temperos? E carne? Macarrão? Sendo mais específica, quero lombo de porco que possa ser fatiado, quero também kombucha, quero uma caixa de ovos também se possível. Mas além disso tudo, quero mais algumas coisas, carne de gado em 4 porções. Quero calabresa, quero, farinha de trigo, fermento em pó, azeite, milho verde e queijo. E seria apenas isso mesmo.- diria esperando o que fosse vir dal, com o cálculo de quanto custaria, após receber as coisas pagaria me retirando do ambiente que estivesse por ali, e finalmente caminharia de volta para o QG, uma caminhada tranquila, dessa vez não caminharia com a pequena nos ombros, mas daria minha mão pra que ela segurasse… Sim eu sei… é algo um pouco… Complicado mas… É vamos seguir para o QG finalmente.

Para o avaliador:
 

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptyQui 22 Nov 2018, 01:20

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Compromisso marcado.





Após a caminhada, Sophia ao chegar na loja tinha a surpresa do que para ela era um ninja, o que era bem peculiar, falando a verdade onde é que essa menina estava vendo ninjas que se parecessem desse jeito? Não, não, algo de errado não estava certo  era uma comparação que não fazia sentido, ninjas sendo furtivos ou usando máscaras e não uma camisa laranja chamativa? Tem de fato algo errado, nossa caçadora certamente perdeu alguns pontinhos comigo nessa. Só não desisti completamente de ti agora, porque a lógica do disfarce foi boa, não é como se eu fosse anotar em um bloco de notas para usar contra você um dia, não deixar passar a boa idéia.

Enquanto isso, a caçadora começou a olhar algumas roupas e por algum motivo, mesmo a minha gloriosa forma lhe dando um caminho até aqui tranquilo…. Pera filha de cacatua radioativa? Aí você foi longe demais!Eu… Eu… Não é se eu tivesse ofendida ou algo do tipo, ou ficasse triste por você me odiar, não é como se eu gostasse dessa caçadora mesmo O vendedor havia se assustado, pois a garota havia ali apontado para cima e gritado com o que ninguém mais poderia ver e a forma como ele abaixou-se como se realmente houvesse um invasor ali indicava isso claramente, por um momento.


Olhava para mais roupas e ela ainda tinha a audacia de pensar que eu a chamaria de amável? A cruél juiza?Talvez.. Após reunir as roupas que havia gostado, dentro daquele ambiente e até ter ousado me comparar ao animal de teta ao qual havia a torturado, Sophia dirigiu-se até o vendedor para que pudesse pagar e de certo pela quantidade de produtos o homem estaria muito mais do que feliz. Ele esfregou as mãos uma contra a outra enquanto seu olhar se direcionou a ela e mesmo com a máscara,  poderia jurar ter visto um sorriso.

-Bom, as roupas dão num total de 110.000, junto da manopla que é mais cara, por ser um armamento, também saem 140.000 mas…Por algum motivo me sinto generoso hoje, talvez porque você pode ser cliente do meu irmão logo mais e eventualmente o dinheiro vai ir pra família! Então bem… Vou fechar por 100.000, para incentivá-la  a comprar bastante do meu irmão!

Era uma proposta de negócio um tanto quanto duvidosa, seria seu irmão aquele que acabaria a depenando por completo? Ou seria a bondade um reflexo do maravilhoso ser supremo ter lhe feito pagar 20.000 berrys e ainda assim ela se fazer insatisfeita? Há… Os juízes que existem hoje em dia, ainda vão acabar me enlouquecendo. O Homem teria lhe recebido todo o dinheiro e balançava as mãos com muita alegria por ter vendido seus produtos, mas não antes de indicar a elas sacolas de papel para que pudessem carregar suas roupas, e até mesmo o vestiário caso quisesse sair vestindo alguma delas.


Bem, a caçadora ali teria entrado na loje vizinha  onde haviam diversas especiarias e os mais tipos diversos de alimentos, mas o que mais chamava a atenção naquele lugar era o número exacerbado de relógios para uma loja que não tinha nada haver com isso, talvez o rapaz fosse maluco pelo tempo? Bem… Isso era algo que talvez pudesse ser respondido pouco tempo depois que  um homem de cabelos negros e olhos marrom chegasse ali com um belo sorriso.

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-Olá, em que posso ajudá-las? Vieram comprar algo em específico, consertar relógios? É só me dizer que eu ajudarei… Vejo que compraram com o meu irmão, isso é ótimo! Ele lhes ofereceu um desconto para que pudessem comprar mais comigo, certo? Ahhh Ele é ótimo, mas fiquem tranquilas que isso é só um incentivo de boa fé, sabe como é né?

O homem andava pela loja, enquanto reunia o que havia sido pedido pela caçadora e iria juntando acima do balcão de madeira que havia ali no ambiente, e tanto sua voz como o modo como ele agia era bem engraçado, quase como se ele fosse destrambelhado, mas não muito tempo depois ele já havia reunido tudo e com isso lhe daria o preço.

-Bom, são  180.000 berrys ao todo, se quiserem contratar o serviço de entrega, que também sou eu que cuido, eu cobro 10.000 berrys para carregar as sacolas pra vocês.

Diria o rapaz enquanto estralava as costas ao colocar suas mãos atrás delas, parecia de fato crueldade exigir do rapaz o esforço ou algo que simplesmente não valeria o preço que ele cobrava, eu realmente ficaria na dúvida qual das duas escolhas seria a que a caçadora tomaria, pois seria uma disputa direta entre a crueldade e o escorpião que havia em seu bolso… É, eu acho que o escorpião vence essa.  Estavam carregadas de coisas e Alexis com um sorriso grande teria aberto ambas as mãos abraçando uma das sacolas com o braço direito, enquanto com a outra mão a deu para a caçadora, de modo que seus dedos se entrelaçavam. Ainda que tivessem tantas experiências juntas anteriormente, a sensação que se tinha quando suas mãos estavam juntas era algo que poderia aquecer qualquer coração, mesmo o mais gélido cof cof… Talvez até mesmo o da caçadora… Que tem dúvidas do porque as pessoas a evitam, e claramente não é porque ela fala com um belo ser cósmico que só ela vê, quem pensaria nisso? Bullshit, de certo é porque ela faz bullying com elas, é falei, lide com isso.

A garota então em sua caminhada até o QG poderia ver que o movimento estava quase que inexistente e nessa hora o clima estava extremamente agradável, uma brisa gostosa batia e era bem refrescante. Sentada na recepção estava  Cat, olhando para baixo, enquanto seu dedo indicador circularia um papel que se pudesse ver, poderia ver que era o papel de registro marcado com o nome de Sophia Rockfeller, como Caçadora de recompensas, o modo como ela fazia era delicado e carinhoso e havia um sorriso besta com sua face bem ruborizada, poderia até mesmo a ver com a outra mão  em um momento segurando um espelho de mão olhar para ele e “treinar”

-Eu...Eu.. Convidei você para casa par´…

E era nesse momento que ela percebia a chegada da caçadora, onde seu rosto virou o mais puro tomate e por alguns momentos a marinheira não teria reação até que pudesse ouvir o que a caçadora tinha a dizer, havia algum tempo ainda até que terminasse por completo o expediente da moça, e após um tempo  e talvez algumas palavras a garota balançaria as mãos a sua frente com elas abertas

-Não não, bem, não era bem isso eu…Vocês vem mesmo para minha casa hoje? Vi que compraram muitas coisas, sei que vai ser divertido, eu… Só não reparem a bagunça tudo bem? Eu… Banho… Sim! Me esperem que eu vou tomar um banho antes de ir pra casa!

Era o jeito da moça de escapar da situação constrangedora que ela mesma acabou marcando para si, quanto tempo será que fazia desde que ela havia recebido uma atenção reciproca? De toda forma ela parecia muito determinada em ter sucesso no que quer que sua cabeça pudesse ali imaginar. Alexis por outro lado vendo tudo aquilo, acabava apertando um pouco a sacola que estivesse segurando, demonstrando um certo sinalzinho de raiva, assim como apertaria levemente a mão de Sophia, logo percebendo o que havia feito e com isso, rapidamente se colocou a reparar a situação

-Sua mão!... Desculpa ter apertado… Não foi por querer!


Diria a pequena com um tom de arrependimento sincero e com olhos apreensivos, onde ela com o polegar acariciaria de leve a parte de cima da mão da caçadora. Restava a ela ali, decidir o que faria, se seguiria a marinheira, se simplesmente a deixaria ou se aproveitaria o tempo para ficar com alexis ali, pela sua noção exata de tempo, poderia dizer que eram 19:30 e ainda tinha um tempinho até que Cat pudesse se arrumar para que fizessem o combinado.



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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me - Página 2 EmptyQui 22 Nov 2018, 20:14


Passo 10: Fly From The Inside


Aparentemente as duas lojas me cediam tudo que eu precisava e desse modo não teria um problema em pagar, uma delas tinha uma figura que me parecia interessante. Viciado em tempo? Talvez… Tantos relógios podiam indicar também que ele os vende… Mas não era bem algo que eu perguntaria, talvez eu pudesse me chamar de viciada em tempo, já que vivo contando horas na cabeça? É… Não sei bem como isso funciona direito, acho que viciados em tempo tão em todos os lugares, não é como se fosse uma característica assim tão comum, mas eu gosto de saber o que tenho gastado pra fazer minhas atividade. A vida é bem insana né?

Mas de maneira geral ele simplesmente me vendia as coisas de forma cordial, e eu acenava para ele me despedindo e olhando para os relógios, eu na verdade nesse momento observaria o barulho que o conjunto deveria fazer, eu imaginava se eles estavam em sincronia. Se estivessem quanto trabalho ele teria tido pra fazer isso? Seja quanto for, tem de ser muito perfeccionista pra trazer isso desse modo. -Obrigada, precisando de mais alguma coisa eu volto aqui. Pensando bem, tem algo que você poderia me ajudar.- Eu não devia fazer isso né? É eu já fui pedir informações a civis antes e porra eles são tapados. Todo civil que falei na minha vida era no mínimo demente… Civil nem é gente… Mas lá vamos nessa né? POR QUE SENHOR? EU NEM SEI SE EU VOU PERGUNTAR ISSO. HÁ FODA-SE VOU MAIS NÃO… TRABALHO FICA PRA AMANHÃ.

Olharia pra ele com um sorriso meio de canto fingindo que estava feliz quando na verdade eu já tava era com raiva por dentro, ele nem fez nada, mas eu quero pular no pescoço dele por algum motivo… É o trabalho anda me fazendo mal com toda certeza… Apenas perguntaria algo completamente desnecessário, algo que eu já sei… - Err.. É que… Que horas são mesmo?- Há merda AGORA EU PAREÇO UMA TAPADA NA FRENTE DO CARA, O PORRA… QUANDO FUI EU QUE VIREI A CIVIL DEMENTE COM PROBLEMAS DE SER MAL AMADA? EM? EM??? A vontade de rir é grande mas a de chorar com toda certeza é maior…  Depois disso só acenaria saindo de fininho da loja como se nada tivesse acontecido, eu ia mostrar os cartazes e pedir informação, mas como eu não queria mais lidar com trabalho essa noite foi melhor assim.

Após tudo Alexis parecia querer segurar minha mão, e eu não ofereceria resistência, era algo que me deixava ainda um sentimento meio diferente… Eu não sabia dizer se era uma coisa que era boa ou ruim… Só queimava por dentro, e dava ao mesmo tempo um frio na barriga? Faz algum sentido? O Porra… Eu nasci apanhando, aí vem alguém e faz isso? Aí é pra foder, eu não sei reagir a isso? Eu preciso falar alguma coisa? Acho que sim… Olharia pra a pequena enquanto caminhava com ela e comentaria sobre o céu. - O Céu tá bem preto hoje né?-  Preto? Era o melhor que você tinha a dizer? É sério Senshi? SÉRIO? PUTA MERDA… EU SÓ FALO UMAS MERDAS DESSA… Era algo que nunca tinha acontecido comigo, as únicas vezes que seguravam as minhas mãos, era pra colocar dentro da água fervendo… Então não faço ideia do que fazer numa situação, onde estão segurando minhas mãos… O fogo não tá aceso e porra, nem água tem perto… E agora?

Logo nós encontrávamos a marinheira que tinha nos convidado para ir para a casa dela, ela tava? Falando sozinha… Pensava com os olhos semi fechados como se tivesse de fato algo muito errado ali, porque poderia ter. Mas é ela pode ta falando com uma entidade também né? Meus olhos se encheriam de uma alegria enorme nessa hora, e um sorriso sincero se fazia no rosto no momento que pensava nisso, afinal se fosse uma entidade eu poderia xingar a entidade dela também? E falar mal da minha? Isso ia ser muito bom. Minha boca se encheria de água na hora.- Caramba!!! Você fala com uma entidade cósmica também? Como é o nome da sua? A minha se chama “Destino” ou ao menos se apresentou assim pra mim… Consegue ver minha espada também?- Sim era uma coisa que ia ser muito legal, poder mostrar minha espada pra alguém ia ser o máximo, ela é irada.

Tiraria naquele momento a espada das costas e seguraria ela com a mão direita estendida para a moça, eu estava em euforia de verdade naquela hora, eu não sabia como me expressar muito bem, mas saber que outra pessoa poderia ouvir minha história sem achar que eu sou muito louca ia ser incrível, e principalmente alguém pra me ajudar a saber mais sobre essas entidades. - Desculpa, eu me empolguei com a possibilidade de alguém ver isso e poder conversar. Quando você voltar eu explico melhor eu te espero aqui.- Diria esperando que ela saísse naquele momento, assim que ela fosse e sentisse o apertar na mão que Alexis tivesse feito apenas comentaria que não havia problema, não era como se fosse me matar. - Não tem problema, vamos sentar um pouco tudo bem?- me recostaria na parede mais próxima sentando no chão e dando uns tapinhas no meu colo, chamando Alexis para sentar ali no meio das minhas pernas.

Deixaria de modo que pudesse cruzar as pernas prendendo ela no meio das minhas pernas, enquanto recostaria a cabeça dela nos meus seios a abraçando com as mãos também. -O que está te incomodando fofinha?- diria beijando a testa dela nessa hora, eu tinha ficado preocupada naquele momento, e precisava ver se alguma coisa tinha acontecido, as vezes eu poderia ter dito coisas ruins pra ela, não sou lá  a flor mais doce do mundo, to mais pra orquídea venenosa… nem… nem uma planta eu seria, pareço mais uma cobra cascavel, balançando meu chocalho, e esperando que algum babaca pise em mim, e tome um bote final… Mas de todo modo, não podia deixar ela desamparada, afinal ela seria a última pessoa que imaginaria me pisando, ela ta mais pra quem me alimenta.


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