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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II - Don't Tread On Me

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MensagemAssunto: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty21.09.18 2:12

II - Don't Tread On Me

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Sophia Aldebaran Rockfeller. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty24.09.18 14:40

Passo 1: Otherside

Havia chegado a pouco em Loguetown, e explorar a ilha seria uma das minhas escolhas iniciais, mas não antes de descansar um pouco mais, ainda queria ver Alexis recuperada antes de sairmos e por isso apenas deitaria ali ao lado dela enquanto esperava que ela estivesse o melhor possível, mesmo que ela me dissesse que queria sair agora eu apenas a diria para ficar mais um pouco. - Não se esforce agora, fique mais um pouquinho, e logo você vai se sentir bem melhor do que se apenas saíssemos agora não acha?- olharia com um Leve sorrisinho de canto enquanto pensava mais na vida teríamos trabalho a fazer e por isso eu sabia que deveria me lembrar que aquilo que fizemos ontem era algo que tirava um pouco das forças, fazia as pernas ficarem bambas, então nada disso antes do trabalho, sempre deixar para depois de uma captura ou algo assim.

Naquele momento dormiria por mais algumas horas, apenas para me recuperar completamente, não me preocupava com tempo, não é como se os bandidos fossem fugir… Quer dizer… Eles vão fugir sim, mas não digo… Há você me entendeu… De todo modo, quando me acordasse apenas levantaria dando um beijo de leve na testa da pequenina enquanto a chamaria. -Alexis? Está melhor agora?- Apesar da pergunta eu observaria o corpo dela por cima, vendo se não estava trêmula ou ainda bamba, e se visse que ela estava completamente bem, a minha primeira reação seria me levantar completamente e me espreguiçar, abandonando ali a cama, não vestiria as roupas por agora, apenas dando uma leve caminhada pelo navio, enquanto aquecia o corpo, faria algumas flexões no chão, duas séries de 10 pra ser mais exata, depois mais 3 séries de 10 agachamentos, e 4 séries de 10 abdominais. Depois que completasse esse aquecimento base, chamaria a pequena. - Pode me ajudar com algo? É que seria legal, ter um peso extra nas costas, você poderia se sentar enquanto faço minha flexões que acha?- Diria já me abaixando e começando a ficar pronta pra que ela subisse.

Ela sentando ou não nas minhas costas, a minha atitude seria a mesma, fazer uma seção longa de 50 flexões para melhorar um pouco mais a minha força de certo modo, mas ainda existiam várias coisas que poderia fazer, muitos exercícios diversos, mas não estava para todos, era apenas pra manter a forma. Depois que terminasse aquilo partiria para a próxima parte finalmente sair do barco. O que teriam mais alguns passos, dessa vez colocaria as roupas, pegando tudo que estava vestindo e meu dinheiro, e finalmente me preparando para a saída, o dinheiro colocaria na calcinha, metade na lateral direita e metade na parte esquerda, mas por trás, na popa ali, o que poderia dificultar alguém que fosse me roubar, pra que não pegasse tudo de uma vez se tentasse, afinal não importa quão grande seja sua atenção, nunca será o suficiente para um pickpocket.

Depois de vestida, colocaria as minhas coisas que havia comprado sobre a cômoda, levando comigo apenas um caderninho de anotações e um lápis, para que eu pudesse fazer algumas anotações importantes, mas nada demais, chamaria Alexis para o destino inicial o QG de Loguetown, apenas dizendo a clássica frase. - Vamos? Tá na hora.- Sim eu não tinha muito pra falar mesmo não, afinal tô levando a menina pra caçar cartaz de procurados em uma cidade novamente, esse era o trabalho, e não podíamos fugir dele no fim das contas. Independente da resposta dela apenas daria um leve sorriso, eu respeitaria a decisão dela se quisesse ficar, apenas dizendo que cuidasse do navio. - Tudo bem, cuide do navio até minha volta.- Era o que falaria caso ela não viesse comigo, estaria até um pouco mais calma se por algum motivo ela ficasse, até porque assim, eu podia só me preocupar em socar os inimigos, apesar e tudo ela tinha ido mal na última batalha, talvez tivesse sido plenamente azar, ou não, talvez ela precisasse de um treino melhor.

De todo modo eu dessa vez não perguntaria nada a ninguém, estou dificil hoje, apenas caminharia pela rua da cidade em busca de uma construção de metal que deveria ser enorme, quem diabos não veria um QG se passasse por ele? Há, não acho que seja tão difícil de ver algum diabo enorme onde quer que esteja, e por isso, se eu não encontrasse ele, eu apenas iria me sentar em algum banco que tivesse por perto, ou se não tivesse um, no chão mesmo, ficar descansando e eventualmente levantar de novo, quando fizesse isso, iria atrás de outra coisa nesse instante, um lugar pra comprar comida, sim procuraria olhando letreiros e tentando sentir o cheiro de qualquer coisa que pudesse ser devorada. Se achasse algum restaurante/barraca, qualquer coisa que vendesse pediria um ramen simples. - Tem ramen aí moço? Se tiver me dê uma tigela por favor, quero comer algo antes de tudo.- Diria apenas me acalmando enquanto esperava a resposta, se ele trouxesse o tal apenas pagaria enquanto começaria a comer tranquila, após isso voltaria a buscar o QG.

Por fim se em algum momento achasse o QG da ilha adentrar nele sem falar muito apenas caminhando para adentrar pela porta, e finalmente procurar onde ficassem os cartazes de procurado naquele ambiente. Se alguém tentasse me parar ou falasse alguma coisa apenas reagiria com calma. -Sou uma caçadora, estou procurando os cartazes de procurado, obrigada.- somente me apresentaria dessa forma, estava sem tempo pra papo, e sem vontade de me estender em uma conversa ou discussão desnecessária que não me levaria a lugar nenhum. Aproveitaria pra caminhar pelo QG durante a minha procura, apenas observando as paredes, e os corredores, salas que eu pudesse entrar, mas apenas adentraria nas que não tivessem letreiros nas portas a menos que o letreiro óbvio fosse “Sala dos cartazes” nesse caso eu entraria. De resto evitaria entrar em letreiros como “Cozinha” e essas coisas. Se em qualquer momento achasse a sala dos cartazes começaria a analisar todos os que tivessem ali, procurava algo na mesma faixa do anterior, algo entre 5 milhões e 6 milhões, não estava muito a procura de recompensas acima, afinal, eu tinha lidado com ele com muita dificuldade.

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E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty24.09.18 15:32

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Loguetown: A cidade do inicio e do fim.

Sophia havia tomado a decisão que era a mais saudável para a dupla, que era a de que pudessem descansar mais um pouco ao lado de Alexis, estavam aportadas em segurança, dentro do máximo de proteção possível que qualquer barco que não pudesse mostrar uma bandeira pirata, naquela região portuária poderia ter, o cansaço devido a intensa atividade física anterior, lhe acometeu com força, assim como também era capaz de afetar a parceira da caçadora de forma profunda, se a cama fosse uma pessoa, sem dúvida seria alguém com a perícia sedução e no mínimo manipulação em mestre, ou só um cara com sombrero e bigode, como havia alguém de resistir? Cof.. Deixando de lado, a tranquilidade que existiu naquele momento em que ambas estavam juntas, as fizeram dormir por um período bem longo de tempo.


Quando despertasse, a caçadora poderia ter a noção de que algumas horas já haviam se passado, algo que como a narradora teria preguiça de fazer a diferença entre o horário anterior e o atual, apenas o horário atual seria informado, eram 16: 25.  Ao seu lado havia a pequena caçadora que ainda esfregava os olhos, conforme acordava, em um ritmo que era bem lento, enquanto apoiava-se com ambas as mãozinhas e ainda sem abrir muito os olhos bocejou.

-Eu estou ótima… Acho que eu não durmo desse jeito a muito tempo, eu… Acabei me descuidando do meu trabalho, eu deveria ter jogado a âncora no seu lugar… Eu sou a navegadora afinal…

A pequena ainda estava despertando e por conta disso haviam algumas pausas dentro de sua dicção que era interrompida diversas vezes por bocejos leves. Ainda um pouco lenta em relação a caçadora, quando Aldebaran havia lhe perguntado se ela poderia lhe ajudar, a garota faria um sinal de positivo balançando a cabeça pra cima e pra baixo, sem nem mesmo entender bem o que havia aceito, não era capaz de desconfiar de Sophia de todo modo.  Finalmente a garota havia conseguido abrir os olhos e era notável que ela faria umaexpressão de surpresa, talvez a única coisa mais estranha do que alguém com tanta disposição logo que havia acordado, fosse um mink macaco que carregava um pedaço de ferro acoplado ao seu rabo, mas, esse é um papo pra outro momento. A pequena mesmo sem entender muito, se posicionaria sobre as costas de Sophia, de modo que ela completaria a série de exercícios “ matinais”, sem que pudesse perceber que não havia lembrado de se vestir naquele momento, bem como não havia ocorrido com a caçadora, devido a própria letargia sequer seria capaz de em sua cabeça, pensar naquela cena como algo mais divertido, até que fosse tarde demais e a garota começasse a se vestir, após a sua ajuda no que seriam exercícios para que pudesse manter a forma.

Alexis colocaria  as próprias roupas usando da cama para que pudesse lhe dar o apoio, sem que tivesse muito trabalho para que o fizesse de pé, diante do convite de Sophia para que fossem juntas explorar Loguetown, em um primeiro momento seria possível que um grande ânimo pudesse ser visto pela garota pelo modo como ela era capaz de sorrir, mas logo como se algo tivesse lhe puxado pela barra da calça e a trouxesse de volta ao chão ela lembrou de que deveria ficar a resolver as coisas para que o barco pudesse ficar aportado em segurança, antes que se juntasse e com isso, ela acabaria recusando a oferta de explorarem juntas.

-Eu queria muito ir mas, se vamos ficar aportadas, logo deve vir alguém fazer algumas perguntas e eu vou ficar para que o barco fique em segurança… Seria arriscado deixar o barco só, pelo menos até ele ter algum registro oficial...Mas, vá na frente e se possível me traga algo gostoso pra comer!

Diria a garota, enquanto olhava para baixo, não por desanimo ou algo do tipo, mas parecia quase como se o próprio Juarez tivesse algo a falar, quando com suas pinças deu um pequeno puxão na calça da garota, e fez alguns movimentos com a faca sem fio em um barulho de “ Tectectec” bem alto enquanto movia suas patas quase como se dissesse “ Deixe a proteção comigo”, mas tanto era difícil pensar que ele seria capaz, como realmente entender que essa era a idéia do caranguejo… Isso é se fosse possível que ele tivesse uma idéia tão complexa.

De toda forma, a caçadora seguiria a procura por um QG como a primeira coisa que ela faria, ao chegar na cidade, havia muitos meios para que pudesse chegar ao local desejado, e sem dúvidas o mais fácil deles seria pedir por mais informações, mas não houve vontade de sua parte para que pudesse facilitar um pouco a própria vida, havia sentido em sua lógica, não deveria ser tão difícil de reconhecer o local, mas em uma cidade com tantas bifurcações, ainda era possível que ela se perdesse., não era exatamente o que acontecia, poderia saber voltar por onde veio mas, não havia encontrado ainda o QG, mas estava em uma rua cheia de barraquinhas de comida, onde a que mais lhe chamaria a atenção seria aquela que pudesse servir-se de um ramen. Nessa mesma lojinha poderia ver Dois atendentes, que pareciam pai e filha o homem a atenderia, enquanto a filha cuidava do preparo, o homem não era muito comunicativo, mas tinha feições bem expressivas, na forma como mostrou-lhe o menu para que ela pudesse selecionar uma de suas opções a refeição custaria cerca de 20.000 Berrys, mas cada centavo era bem gasto, pois o sabor era incrível.

Seguindo pelo final daquela rua, Sophia havia finalmente encontrado o QG ao qual procurava, havia uma movimentação grande de marinheiros que entravam e saiam do local, mas não era uma muvuca ou algo do tipo, apenas era um horário mais agitado, onde poderia ver alguns homens e mulheres levando pessoas algemadas e muitas vezes até mesmo carregadas, onde poderia ter a real introdução do porque aquela cidade era conhecida daquela forma, pois ali havia sido o fim de vários sonhos de piratas que almejavam a Grand Line mas tiveram ali o seu último destino. Quando adentrou o QG a busca de informações,  seria atendida por uma moça de cabelos longos e brancos, usando óculos que era bem bonita.
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-Cartazes? É uma caçadora de recompensas, suponho, você pode encontrá-los seguindo pelo corredor, se precisar de comer algo, ou de tratamento, nesse mesmo corredor você será capaz de encontrar as placas indicando. Se você quiser posso guiá-la, claro. Seria um prazer imenso.

Diria a garota em um tom que tentava se fazer provocativo mas, claramente falhava, uma vez que Rockfeller não estava para papo hoje, sendo assim encontraria pelos corredores várias indicações com setas indicando os caminhos, onde poderia ver a cozinha, a enfermaria e só ao fundo uma sala com Vários cartazes e uma plaquinha acima deles, com um pequeno recadinho.

Citação :
Para aqueles que desejam caçar algum desses procurados, vocês podem ter mais informações sobre seus registros na recepção, apenas apresente-se e mostre o cartaz que você tem interesse, e a atendente local, lhe dará as informações para facilitar sua busca.


Por mais que tivesse valores em mente, haviam muitas opções para que ela fosse aquela a escolher o cartaz ou os cartazes que gostaria de ir atrás.

Histórico:
 

Off:
 


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Última edição por GM.Alipheese em 28.09.18 17:28, editado 1 vez(es) (Razão : code errado)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty24.09.18 17:27

Passo 2: Otherside

Aparentemente a pequenina tinha realmente que ficar no barco o que me ajudava bastante a poder andar tranquila, sem me preocupar se o cansaço que poderia chegar até ela seria um problema. Então talvez quando ela fosse finalmente me acompanhar, ela já estivesse bem o suficiente de algum modo que eu não fosse me preocupar com ela, afinal vi que ela não tinha acordado tão bem, talvez pelo fato de ainda estar se acostumando a abrir os olhos de novo, ou algo desse modo, algo que não entendia muito bem, geralmente quando acordo eu venho com uma energia absurdamente grande, e preciso descarregar um pouco. Mas nem todas as pessoas devem ser assim acredito, o que talvez fosse plausível de anotação no futuro.

Depois disso estava ali na minha mão comida, pois é… Eu não tinha achado o QG de início… é algo que poderia estar entre os maiores feitos de demência da história, por que se tem uma porra de uma construção de metal de tamanho proporcional ao CARALHO DE UM CASTELO E VOCÊ NÃO CONSEGUE CAMINHAR ATÉ ESSA MERDA SEM PARAR PARA PEDIR INFORMAÇÃO, PROVAVELMENTE VOCÊ TEM ALGUM PROBLEMA… Pois é… Ali estava eu comendo por não achar um QG em pouco tempo, e pensando em como eu poderia não ter achado algo assim, muito provavelmente eu deveria riscar detetive das coisas em que eu poderia tentar como profissão.

Mas depois de gastar uma grana desnecessária ali, quem liga, fui eu que ganhei essa grana mesmo, bom pros vendedores sovinas ali, quem não dá o primeiro ramen gratuito para a cliente nova? Todo mundo faz isso… Ou deveria… É uma regra do bom atendimento, e faz a gente querer voltar a algum lugar, pessoas de bom senso fazem assim e CARALHO TA MAIS CARO QUE UMA ARMA ESSA PORRA, EU PAGUEI POR MINHAS ROUPAS BEM MENOS, COMER EM UM RESTAURANTE DE LUXO TA MAIS DE BOA, QUE BARRAQUINHA É ESSA? DEVE ESTAR ESCRITO NA MINHA TESTA “ROUBE A CAÇADORA ELA TEM GRANA” PORRA… Só não digo nada porque não to com paciência pra discutir com esse pessoal não, e você fica quietinho aí, que eu tô de olho nessas sua audácia aí, tô ligado que foi você que escreveu isso espiritualmente na minha testa, é tipo UMA PLACA ESPIRITUAL… Vai se ferrar… HÁ MAS VOCÊ VAI TIRAR ISSO DE MIM… MAS VAI MESMO, TENHO COISAS A COMPRAR COM ESSA GRANA, E SE O RAMEN FOI 20.000 DAQUI A POUCO EU VOU TER DE VENDER MEU CORPO PRA PAGAR A COMIDA, POR QUE A GRANA DE CAÇADORA NÃO VAI DAR NÃO… Esse é seu plano né? To vendo esse seu pensamento de filme de drama aí… Só não esquece que o plano é de uma obra literária de ação.

Por fim lá estava eu ali no QG, uma moça bonitona me atendeu, foi gentil, e ainda me disse onde ficava a sala dos cartazes sem eu perguntar, bem amável ela, eu tinha gostado desse tipo de atitude. Lutar por um mundo com mais gente assim parece um objetivo amável de fato, talvez muito honesto pra mim ou talvez não… De todo modo tinham cartazes e cartazes e puta merda, que caralho de procurados são esses… “Bob, O mutante?” cara ele é mais esquisito que o Catatatu, não pode cê, olha pra essa porra TEM ASAS NESSE CARALHO, TU SÓ PODE TA ME ZUANDO NÉ? A CAUDA NÃO É SUFICIENTE? OLHA PRA ESSE FILHO DA PUTA, TA COM DUAS FUCKING ASAS NAS COSTAS, TU QUER QUE EU PEGUE ESSA MERDA É? TA MALUCO, DEIXA EU TE LEMBRAR DE ALGO… Olha pra minhas costas… Diria apontando com os dois polegares para trás como se mostrasse algo ali… Vê alguma coisa aqui? NÃO? POIS É CARALHO, EU NÃO TENHO NADA NAS COSTAS, PORQUE EU NÃO POSSO VOAR PORRRRAAAA, QUE QUE TU ACHA QUE VOU FAZER? VOU APANHAR NO AR AGORA TAMBÉM É? NÃO BASTA EM TERRA? Há… Mas vai se ferrar… vamos pra o proximo…

A segunda parece mais plausível… Aramina a envenenadora de nobres… bom eu não to afim de me meter com cobra tão cedo não, cobra morde, tem cauda, e tem veneno, e ela deve ser daquelas tipo cascavel… Vou ficar longe dessa daqui por enquanto, posso pegar ela quando for de saída de Logue, e tiver uma forma de lidar com isso… tipo uma flauta… isso uma flauta encantadora de cobras… É…. Eu podia conseguir isso… ia ser fácil… eu tocava e ela vinha andando até o QG e… Não vai rolar né? É imaginei que você não ia facilitar minha vida… Mas ia ser puta legal sabe…. Flautinha e… é já sei já sei, tô viajando. Ryan o ganancioso, tem cheiro de roubada, do tipo que tentaria roubar a grana que tô carregando na bunda… Não ia ser legal cara, já basta enfrentar malucos, quanto mais malucos que querem meter a mão na minha calcinha, e roubar meu suado dinheirinho.

Você não tá me ajudando mesmo em? Vamos ver isso aqui… Agora sim… Sasha a cartomante em? Parece aquele nome de charlatã que diz ver o futuro e fala que eu vou ter um marido… Pobres senhoras cheias de esperança que isso me enganaria… Seria mais convincente se ela dissesse que eu iria viver com 10 gatos, solteira em um deck de navio… Parece um pouco mais comigo. É vou começar com essa daqui, mas vamos olhar os outros também… Pegaria o cartaz dela e dobraria colocando na lateral da roupa olhando novamente os outros. Monk? Monk? ALGUEM PODE MESMO SE CHAMAR MONK? ESPERO MUITO QUE ISSO SEJA UM APELIDO… PORQUE PORRA, A VIDA JÁ PUNIU ESSE CARA… MAS é… Deixar esse cartaz aí por enquanto… Depois posso juntar ele a minha lista, o próximo aqui deve ter um pai igualzinho ao meu…

Há é.. Kuro o Insano, esse daí poderia ser eu de certeza, ataduras pra todo lado, é… Só amor… E puff sua mão na água fervendo por umas horas… uns cortes para deixar nos ossos expostos, é… eu poderia ser esse cara aí, mas no ponto que alguém se chama de o insano… Olha ta foda essa marinha com alcunha… To até vendo que vão me chamar de mãos de trapo, algo assim, ou até A branca, ou qualquer coisa desse tipo, se bem que… Senshi, A branca, não fica assim tão horrível, é óbvio e meio… né? Mas não reclamaria tanto quando mãos de trapo…Isso não, sejam criativos marinheiros por favor em? Mas no Hall da vergonha estava ali mais um procurado, Kin a lâmina oculta, ok esse tem um nome legal… e parece bacana, é um que na minha próxima leva devo caçar.

Há não… NÃO PODE SER, NÃO PODE SER, O QUE OS PAIS DE LOGUETOWN TEM NA CABEÇA MINIM? SÉRIO? MINIM? QUE É ISSO PATRÃO? TU TA DE BRINCADEIRA COMIGO? QUER ME COLOCAR PRA ENFRENTAR UMA PESSOA CHAMADA MINIM… O que vem depois um garoto chamado Sue? Há por favor né? Vou até pegar esse cartaz aqui pra eu fazer um ato de piedade… Pegaria mais um dos cartazes e dobraria ele, agora da menina chamada MININ, bom… Não tem muito o que fazer, por hoje seriam apenas esses dois, mas antes espera. AQUILO SIM É UM PROCURADO DE VERDADE… NÃO PODE CÊ, SOMBREIRO, MÁSCARA, CHAMADO MARCO, ISSO QUE É NOME DE PROCURADO DE VERDADE, ISSO SIM, É UM PROCURADO, EU COM CERTEZA VOU CAÇAR ELE NA VOLTA, PORQUE ISSO QUE É UM HOMEM QUE EU POSSO DIZER COM PLENA CERTEZA QUE É UM CARA NORMAL DE SE CAÇAR… Há finalmente né… ter algo normalzinho…

Por fim me aproximaria do balcão com os dois que tinham me chamado atenção e apresentaria a moça simpática de antes ou qualquer um que estivesse lá, preferia a moça legal, mas não posso cobrar muito, porque o destino é um pau no cu, então vou nem comemorar. - Aqui estão os dois que quero ver, Minin a Arsenista e Sasha a cartomante, o que me diz delas?- Falaria em um tom de voz calmo esperando uma resposta sincera por parte dela, pois tinham muitas coisas que gostaria de fazer, entretanto quanto mais informação recebesse eu poderia ter melhor chance de achar ela. Escutaria tudo que a pessoa tivesse a me dizer por fim agradecendo pelo tempo gasto. - Obrigada por isso foi bem legal ter me explicado tudo.- e daria um sorriso de leve caminhando para fora do QG.

A caminhada seria simples sem muitos alardes, caminharia numa paz provável, enquanto iria para o negócio da minha vida… Fazer comida, isso sim dá riquezas, era um FUCKING RAMEN, SÓ UM ÚNICO… Vendendo uns 10 desse… Olha a grana cara… Olha a porra da grana… Eu voltaria para a barraca que tinha me vendido aquilo instantaneamente.

~Aprendizado da perícia Culinária.~

Assim que me aproximasse do lugar minha primeira ação seria simplesmente me aproximar também dos donos, sentaria na bancada dizendo. - Me trás mais um daqueles lá.- e daria um leve sorriso, afinal vendedores devem ter mais propensão a conversar com quem gasta com eles calmamente começaria a fazer o comentário esperado naquela situação. - Então tio… digo senhor… é… eu queria saber sobre comida, normalmente eu navego com uma amiga e nenhuma de nós sabe cozinhar..Tive uma mãe meio ausente, pai pouco atencioso… essas coisas, mas queria saber você poderia me ensinar a cozinhar?- Dizia com um olhar curioso porém cheio de calma, gostaria bastante de ver aquilo, pra ser sincera a curiosidade me veio na hora que eu preparava aquele peixe, sim no momento exato que eu estava ali assando ele na frigideira, tudo tinha se tornado diferente, era divertido tentar fazer algo como aquilo, mas se eu entendesse mais do assunto poderia ser uma coisa ainda mais legal.

No momento que ele me respondesse, se fosse positivo em sua colocação, eu iniciaria as perguntas que tinha. - Bem em primeiro lugar eu queria saber sobre temperos, sabe… Ouvi muito sobre isso, mas não entendo nada sobre, eu gostaria, de saber mais disso, talvez ter alguma base. Diria ouvindo tudo que ele tivesse pra me dizer e por fim teria mais outra pergunta que se dava em relação a temperaturas e tempos base. - Bem eu entendo um tanto de tempo mas… tem algo que me incomoda, percebi que quando coloco coisas diferentes no fogo, elas simplesmente têm padrões variados, eu tenho de descobrir por teste? E as temperaturas? Como funcionam também?- essas eram as principais, prestaria atenção em cada coisa que ele tivesse pra me dizer sobre isso, de certo modo eu não saberia perguntar muito mais, então a partir dali era por conta dele, prestaria atenção e/ou repetiria tudo que me pedisse pra fazer.

~Fim do Aprendizado~

Caso de algum modo ele se negasse a me ajudar, olharia meio torta pra ele, não diria nada pois, não era uma obrigação por parte dele me ensinar nada, nem mesmo me dizer qualquer coisa, ainda mais porque poderia vir a ser uma competidora no âmbito comercial, então se ele se negasse apenas deixaria os 20.000 sobre o balcão me retirando sem falar muito sobre, naquele instante eu tinha tempo pra voltar ao barco, eu havia planejado fazer algo mais complexo quando chegasse lá, então no fundo tinha um certo incomodo de não conseguir fazer algo como isso. De todo modo iria para mostrar os cartazes para Alexis, cheguei a pensar em que eu poderia ir diretamente caçar alguém, só que no fim… bom… O que fazer não? Era complicado que as coisas estivessem assim, mas era tarde, talvez dormir mais uma noite no barco fosse melhor que partir agora para uma caçada.

De todo modo haviam coisas a se fazer quando chegasse lá, mas ficavam pra eu pensar mais sobre apenas quando eu tivesse cara a cara com meu barco, por que era hora de realmente pensar em coisas pra fazer nele, talvez colocar um desenho na lateral, ou algumas coisas desse modo, seria divertido de se pensar. No fim das contas apenas olharia de cima abaixo pra ele e adentraria, procurando por Alexis. Assim que me aproximaria dela entregando o Ramen que tinha comprado como uma falha na missão ali. - Eu acabei comprando só um ramen simples, de uma próxima eu trago algo melhor haha.- Falaria deixando um pouco aparente que estava um pouco decepcionada de ter trago aquilo pra ela apenas desse modo.


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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty24.09.18 18:20

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Já dentro do QG, Sophia havia tido uma recepção que havia lhe sido muito agradável, ainda que houvesse  a tentativa mais incisiva por parte da marinheira de cabelos brancos, aquilo era tão efetivo quanto um golpe elétrico em um pokémon do tipo ground, pois sequer foi notada a sua tentativa de ser agradável demais, ao tentar acompanhar a juíza. Bem, de toda forma ainda que não pudesse claramente seguir uma profissão como detetive, ainda era uma caçadora de recompensas e… Quem diabos havia criado aqueles nomes, Bob? Certamente a pessoa que nomeou teria o mesmo nível de criatividade que alguém que tivesse uma estrela do mar e a nomeasse como Patrick… Espera, essa é melhor anotar para não esquecer depois. O Segundo alvo era uma envenenadora, algo que logo lembrou Sophia sobre cobras e a idéia lhe pareceu tentadora de utilizar de uma flauta para encantá-la até que viesse sem resistência ao QG, parecia o plano perfeito, isso é talvez se ela soubesse tocar uma flauta quem sabe? Se houve um conto onde havia um flautista que afogou crianças com o uso de uma flauta, porque não? A lógica no fim era a mesma, levaria alguém para o fim… Ok, próxima idéia.

Enfim, parecia que a nossa caçadora havia finalmente encontrado alguém interessante e essa era Sasha, sendo o primeiro cartaz ao qual ela guardaria consigo mas não, a coisa poderia ainda ficar pior novamente, quando viesse alguém chamado Monk, isso mesmo, por algum déficit mental aquela que voz fala havia usado esse nome para um procurado, de fato já havia sido uma punição na vida no mesmo nível de algum menino chamado Sue. Kuro por outro lado havia lhe chamado a atenção por um momento mas, achou melhor deixar para um outro momento, a levando a reflexão do quanto eram boas as alcunhas e o quanto bem pensadas elas eram, temia que a sua própria quando fosse reconhecida como uma caçadora não fosse algo tão legal, visto o quão óbvia eram as alcunhas que havia visto até o momento ao relacionar a imagem com o título mas… Se Monk já era triste, MInim havia ganhado na loteria da vida, ou teria sido isso perder? Era definitivamente um nome que sem dúvidas quando foi pensado, não houve a pronúncia de “ minina” verbalmente onde se excluiu o A,  realmente não aconteceu, estou até assobiando para disfarçar, não vê? Se não, falta imaginação mesmo, desculpa.  Voltando ao foco aquela parecia a salvação, ainda que não fosse o alvo primário havia finalmente alguém normal! Sim, ele mesmo Marco, com um nome desses, um sombrero e uma máscara com bigode, era quase como se fosse a caracterização impressa de como um procurado normal deveria ser, ufa. Quase perdi a esperança em minha sanidade, santo marco.

Havia ainda mais um que chamou-lhe a atenção, este tinha uma alcunha legal mas, não pareceu ser um alvo para que ela tomasse nesse momento. Levando consigo o Cartaz também de Minim, levaria até a garota que havia encontrado anteriormente que havia lhe dado as instruções ao chegar, a garota a receberia com um sorriso simpático, que para alguém mais perceptivo, poderia facilmente ter visto alguma malícia no modo como a garota sorria, mas muito mais pelo jeito bem peculiar da mesma do que por qualquer coisa ruim que houvesse nela mesmo, pegaria ambos cartazes que Sophia havia lhe dado e os esticou sobre a mesa para que pudesse ver melhor, procurando o nome nos arquivos, ela separou algumas folhas e sintetizou seus conteúdos de forma verbal, fechando os olhos por um momento enquanto pensava, e logo olhando nos olhos da garota para passar-lhe as informações.

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-Bom, Bom… Você pegou certamente nomes interessantes, eu perdi a minha aposta comigo mesma sobre quem você escolheria… A julgar pela aparência, você parecia o tipo que pegaria números mais altos mas… Enfim, não vou perder muito mais do seu tempo… Vamos começar… Sasha a cartomante… Ela é muito mais conhecida por fraudes e por furtos do que realmente sua capacidade de combate, é uma pessoa muito manipuladora e geralmente há relatos de sua aparição só pela noite, o que me diz que ela deve dormir em algum canto pela cidade durante o dia, provavelmente. Se eu fosse lhe aconselhar algo, se for capaz de  a rastrear, parece um alvo mais fácil durante a parte do dia, mas se esse não é o seu caso… Casas de jogos, legais e ilegais e postos de entretenimento adulto devem ser onde você vai encontrá-la…. Há também um boato, que pessoalmente eu acho bem interessante. Soube que ela procura por um revolucionário conhecido como “ Rei dos jogos”, sendo ele sua inspiração, mesmo que há muito já tenha sido dado como morto, então talvez seja algo que você possa usar como vantagem, sei lá, deixa eu ver se acho alguma imagem dele.

Diria a garota com calma, de modo que facilmente poderia-se pensar que seria fácil se deixar levar pela conversa a garota por horas, pelo ritmo que ela parecia guiar. Mas ainda assim havia o respeito pela possível pressa, e logo ela entregaria um cartaz que poderia ser o trunfo para Sophia, este era o Cartaz do rei dos jogos, que continha uma recompensa congelada de 50 milhões de Berrys. Logo ela pegaria o cartaz de Minin e falaria o que eles tinham como informação.


-Bom, Sobre Minin, primeiro devo pedir desculpas, já que aparentemente a pessoa responsável por ter impresso esse cartaz era provavelmente analfabeta, pois o certo seria Arsonista mas… Enfim como o próprio nome sugere ela é uma piromaníaca, seus crimes estão entre desordem pública  e depredação dos meios públicos, houve um rapaz aqui mesmo do QG que falhou em capturá-la, e pelo relatório dele, parece que Minim é uma atiradora bem incomum,  ela usa pequenas bombas flamejantes, então é alguém para se tomar bastante cuidado. Sobre sua área de ação, bem, ela foi vista pela última vez na região portuária, tentando incendiar navios aleatórios, algo que se repetiu algumas vezes. Outro ponto de partida interessante, caso você tenha algum conhecimento seria perguntar sobre ela em locais onde ela pode usar para comprar materiais pra suas bombas. E.. Ufa… É só isso.

Diria a garota tentando passar o máximo de detalhes possíveis no menor intervalo de tempo, e assim que recebia a gratidão a garota acenaria, dando um sorriso bem agradável e bonito para a caçadora, enquanto a viu partir.


Havia ali a idéia mais genial possível a quem gostava de dinheiro, mal sabia ela que aquela era a ponta do iceberg, se aquele prato havia custado 20.000 havia lhe surpreendido, em breve teria uma surpresa ainda maior, quando chegou novamente a barraquinha de Ramen, havia visto um outro rapaz sentado próximo a ela, mas que em um primeiro momento não lhe chamaria muito a atenção, tinha um cabelo marrom bem comum, olhos castanhos, usava uma jaqueta vermelha e tinha uma peculiar pinta preta na bochecha que talvez fosse um charme, ainda que fosse considerado bonito o rapaz claramente era bem mais novinho que a caçadora, mas pareceu lhe olhar bastante, enquanto ela pediu o próprio Ramen para chamar a atenção do vendedor, mas antes que o Ramen pudesse ser trazido e devidamente cobrado, o rapaz intercorreu.

-Por favor Ichi, coloca na minha conta e sirva algo do menu de clientes vip…

Diria o rapaz já deixando o que batendo o olho rapidamente poderia ser visto como 200 fucking mil berrys, sim. O rapaz havia lhe pagado isso mesmo, era definitivamente uma mina de ouro e isso porque era uma barraquinha, imagine um restaurante de verdade? Enquanto ainda saiu o rapaz parou por um momento  e pegou seus pertences na mesa, sendo bem chamativo um dos acessórios que ele usava, enquanto deu Sorriso desconfortável e sem jeito , antes de se misturar a multidão.

Caso Sophia pudesse somar 1+1, poderia de cara matar quem era o rapaz que havia lhe pago a refeição, e não era uma refeição barata, de todo modo, o rapaz já teria sumido na multidão antes que ela pudesse fazer algo naquele momento, com isso teria um aprendizado completo através de Ichi, que havia aceitado a sua proposta e havia lhe ensinado tudo o que sabia sobre culinária, explicando sobre o uso de temperos, sobre diferentes tipos de cozimento, sobre o tempo em relação a cada preparo e tantas coisas que mesmo sendo um período de duas horas, mal teria ela percebido o quão rápido o tempo havia se passado. Seguiria então até o navio, mas não sem antes receber uma tigela que era bem protegida para que não vazasse para viagem que tinha pelo menos três vezes a quantidade em relação ao primeiro prato que havia pedido mais cedo, onde poderia levar até Alexis. Quando mostrou os cartazes para Alexis, ela pareceu bem animada ao ver Sophia.

-Você demorou pra voltar, fiquei preocupada que você tivesse se envolvido em algo, não está machucada, certo? Bem, não faz muito tempo que os marinheiros vieram para registrar o seu navio no catálogo, foi algo beem chato, mas parece que é algo que precisamos fazer uma vez só, desde que se tenham QGs dentro da ilha. Você trouxe algo para comer? Eu realmente fiquei pensando nisso o dia inteiro!

Completou a garota em um tom animado, enquanto poderiam analisar juntas cada um dos cartazes, era notável como a garota riu, quando viu alguém chamado Minim, era algo que a surpreendeu e a fez ter uma reação infantil .

-Olha, com um nome assim, acho que apenas ele já é castigo o suficiente! Hahahaha E bem, não se preocupe, é bem grandão, quer dividir comigo? Eu não aguentaria sozinha de toda forma.

Quando fossem abrir a tigelinha para comer, notariam que uma explosão de aroma se deu, de modo que se fosse comparado ao primeiro prato servido, sem dúvidas aquela seria ração, uma ração de 20 fucking mil berrys. O gosto, seria algo digno dos céus e a sensação de saciedade que aquilo poderia trazer era imensa e Alexis pareceria muito feliz dividindo o prato ao lado de Sophia, que ainda havia de decidir, se iriam descansar naquele período noturno ou se aproveitaria da deixa para caçar Sasha naquele momento, uma coisa que poderia vir a cabeça da caçadora também é, com a Arsonista a solta, seria mesmo inteligente deixar o návio desprotegido? Talvez o próprio fato da garota ter estado ali, seria o que havia impedido um desastre de acontecer e bem, isso se confirmaria com sua frase.

-  Você perdeu, tinha uma maluca  tacando fogo nos navios vazios! O moço que fazia a inspeção, falou que ela sempre fazia isso por volta desse horário,digo… Jogar fogo nas coisas… Ainda era de dia, quando aconteceu mas… Eu fiquei feliz por estar aqui, já pensou se encontramos o nosso barco em chamas?

Diria ela em um tom  um pouco esbaforido. Para onde com essas informações Sophia guiaria o seu rumo, só ela agora poderia dizer.




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Última edição por GM.Alipheese em 28.09.18 17:27, editado 3 vez(es) (Razão : Arrumando número de posts)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty25.09.18 0:12

Passo 3: Sorry, I Failure

Aquele momento de explicação da moça havia me deixado curiosa quanto a efetividade da marinha… bem de maneira mais geral era fácil de certo modo compreender no fim… Se a marinha fosse tão efetiva quanto a propaganda sugere não precisariam de caçadores de recompensas não é mesmo, se os caçadores existem é justamente porque a organização não é capaz de resolver seus problemas sozinha… E de fato eu imagino que ao menos a tal admita isso já que paga a “Civis” pelo trabalho sujo que deveria ser apenas restrito a eles… É algo que me vinha momentaneamente na cabeça quando ela me falava da mulher que caçava um nome específico, um tal de rei dos jogos, isso parece apenas uma história daquelas que seus pais contam quando você vai dormir, entretanto havia até mesmo um cartaz… E por alguns momentos uma coisa um tanto problemática se passou na minha cabeça.

Lembrava de uma história interessante que ouvi a muito tempo atrás, sobre uma pessoa que mudava a própria aparência, e podia virar o que quisesse… Bem e se… na verdade A Cartomante fosse o rei dos jogos disfarçada, hum… talvez eu estivesse certa, talvez não… mas de fato tomaria cuidado, 50 milhões é bastante para se pensar não é mesmo? Me pergunto quanto cobram atualmente pelo meu velho, quando eu havia deixado Fernand Ice Island, ele tinha 20.000.000 pela cabeça dele ao que me lembro, atualmente ele estando na Grand Line com a organização enorme que ele deve já estar a esse tempo, quanto ele vale em ouro?

Mas melhor ainda qual a cara que ele fará quando eu arrombar a porta da frente e disser “Bom dia papai vim pegar minha mesada… de 5 anos seguidos” acredito que não vai ser um rosto muito legal antes de mandar me fuzilarem, afinal ele não espera que eu volte pra apertar a mão dele, mas sim para que eu tome o que ele tem, as duas esperanças dele estão erradas, eu não vou me apossar da sua onda de crimes, mas sim irei destruir ela, o que vou fazer com essa grana? Isso me diz respeito apenas, eu quero muito ver o que ele aprendeu nesses anos, porque eu aprendi muita coisa… ele ficaria com um rosto de espanto se me visse, e provavelmente atiraria dardos em mim depois de comemorar bêbado que eu tinha crescido...

Tudo isso era papo pra outra hora, olharia por fim para a garota e já quando tivesse me despedido e andando, já de costas diria. - Eu pretendo um dia pegar nomes grandes, mas apesar de eu ser um pouco confiante, conheço bem meus limites, a vida de uma juíza é constante evolução… Você julga a tudo que caminhe, mas ao mesmo tempo julga bem a si mesmo… Afinal que tipo de juiz não seria capaz de compreender quem ele mesmo é!- naquele momento viraria apenas metade do meu rosto de volta pra ela enquanto piscaria de leve o olho continuando minha caminhada, já no velho do ramen, o que poderia acontecer de mais estranho era um rapaz que me pagava comida, por quaisquer razões que ele mesmo criou na cabeça, talvez ele tivesse aquele famoso gosto extremamente estranho para cavalos… cof digo… mulheres, e bem de certo modo ele escolhia pagar aquilo pra mim, não sou bem um exemplo de beleza… mas se ele gostou o que dizer, às vezes óculos são muito caros para as pessoas… Triste história… apesar de tudo ele não demorava, e estranhamente ele parecia muito com o rapaz do cartaz.

Será que? Nãaaao, aparência muito comum, poderia ser qualquer pessoa, ta talvez não o senhorzinho do ramen, ele não… mas de maneira geral, bom, tinha ganho comida gratis, se eu achasse mais rapazes com gostos peculiares ia economizar uma bolada com comida… até porque né.. VINTE MIL BERRIES ISSO AQUI, ROUBO DO CARALHO AQUI NESSA BARRACA, SÓ PODEM TA DE ZOA COMIGO… Mas to feliz, o destino me pagou dessa vez, me sobrou a grana, e vou poder comprar outra coisa. O velho aceitou me ensinar no fim das contas, e por horas ele fritou meu cérebro igual fritava a carne, muita coisa pra aprender ali. Mas no fim, depois daquelas duas horas de aprendizado, podia me afastar finalmente voltando para o barco.

De alguma forma Alexis era calorosa em me receber, parecia animada pelo fato de eu estar bem, e principalmente de eu ter trago a comida, apesar de que eu sentia um pouco ter falhado em não trazer algo mais especial… Não saberia dizer porque, mas sentia vontade de agradar Alexis, era estranho mas, isso batia um pouco em mim de uma maneira que eu não tinha muita explicação. De todo modo sorriria um pouco sem graça quando a visse feliz por aquilo, e mesmo quando me oferecesse pra comer junto. - Eu… bem, gostaria sim, mas quero que coma bastante antes de eu me servir, quero que encha bem a barriga… e se quiser mais algo pra comer depois eu… bem aprendi a cozinhar hoje, quer dizer.. cof cof… cozinhar melhor né…- eu não gostava de admitir, era um pouco de orgulho pessoal, mas quando pensei em aprender a cozinhar, além da própria diversão, eu queria fazer algo legal pra ela durante as viagens.

Pois é o monstro aqui pensou em alguém antes dela mesma, só me deixa, esquece isso tá? Mas de fato pensei na saúde de ambas, tanto a minha quanto dela, e que teria de alguém fazer isso, quisesse ou não era algo que uma de nós aprenderia em algum momento, e parecia apropriado que fosse eu, já que ela quem dirigia o navio. Naquela hora eu lentamente me sentaria ao lado dela para comer o ramen, deixaria sempre ela comer primeiro dando leves colheradas enquanto a ouvia falar mais do dia dela, era estranhamente prazeroso ouvir um pouco disso. Por fim quando ela terminasse começaria inicialmente contando sobre o que tinha acontecido. - Eu tive um dia bem diferente, tinha uma marinheira bem legal na recepção que me deu informação e eu depois conversei com o tiozinho da lojinha de Ramen e foi bem legal, ele ensinou o que sabia dos temperos.- falaria um tanto empolgada até notar um leve detalhes, pessoa TOCANDO FOGO EM NAVIOS? SABIA SEU MALDITO DESTINO, SEU FILHO DA PUTA DO CARALHO, VOCÊ QUERIA QUEIMAR MEU NAVIO TODO NÉ? NÉ? E AINDA SER IRÔNICO SENDO A MULHER QUE EU TO CAÇANDO…

Olharia para Alexis rapidamente, com um olhar ainda um pouco assustado pelas coisas que ela tinha falado, a simples ideia de que aquilo… Não… caramba, isso só podia ser zueira. - Você diz uma mulher parecida com essa do cartaz, que tem a alcunha por ser piromaníaca?- olharia pra ela ainda com aquele jeito um pouco assustado. - A que horas ela apareceu exatamente? pergunto por que nós não podemos ser o alvo… Ela é o alvo!!- Dizia de modo um pouco ainda eufórico, afinal, se ela lembrasse disso poderia ser uma arma para amanhã algo que de fato ajudaria pra caramba pois, teria uma base de quando exatamente ela poderia aparecer para lutar, e claro eu imaginava que ela pudesse me danificar muito, mas de fogo eu entendo, pensaria naquela hora olhando para as mãos, não seria um dano novo, apenas mais um do tipo clássico pra mim.

Após o que ela me dissesse explicaria o que eu pensava sobre aquilo e o cuidado que teríamos de ter de maneira geral- Se temos procurados tão complicados, é válido que tenhamos mais cuidado, amanhã devo ficar grudada com você no navio a tarde, e a noite vamos numa… casa de swing… procurados parecem só gostar de cassinos e de lugares assim… se bem que era onde o Diego vivia também, que vida!!- Olharia no fim pra ela dizendo o que me vinha na cabeça, hora de se divertir pela noite, nada de pensar nesse monte de vadio com cara de maluco furioso, sim… Admito que meu dedo ta coçando pra matar vagabundo, mas não é a hora, existe uma parábola de sabedoria do Diego que não vou esquecer “Feliz é aquele que espera seu inimigo, deixa a caça vir até ele e apenas ataca, e também aquele que paga por 5 prostitutas pra ser feliz na mesma noite” acho que posso esquecer a segunda parte… Mas a primeira me é útil.

Por fim daria um sorriso abraçando Alexis pela lateral. - De todo modo eu fico feliz que tenha ficado bem, eu não sei bem como foi estar aqui a tarde, mas deve ter sido bem exaustivo, de todo modo quero fazer uma coisa com você. Vem comigo.- Era o que eu falaria quando a comida tivesse acabado, eu tinha comprado aquelas tintas e aqueles lápis por um motivo tinham diversas coisas para fazer com eles, se ela aceitasse ir ali comigo passaria a mão por a cintura dela a abraçando pela lateral no caminho, e se tivesse uma chance, uma leve mão boba ali por as nádegas dela, só pra atiçar um pouco ela e matar a vontade também. Faria isso apesar que dessa vez meu objetivo era outro.

Assim que chegássemos no quarto pegaria o lápis e começaria a desenhar, sim, pegaria o caderno e o lápis, entregaria a ela uma folha e um lápis também e dizia. - Achei que seria legal pra passarmos um tempo juntas desenhando quero muito fazer uma coisa assim hahaha, eu pensei nisso quando comprei essas coisas quero fazer algumas coisas pra te mostrar, e te entreguei isso pra desenhar também se quiser.- Estava empolgada naquela hora o sorriso no meu rosto e os olhos vivos me entregariam, mesmo que eu não dissesse nada aquele rosto estava mais sincero que nunca, a ideia de tentar primeiro de tudo desenhar nossa possível bandeira.

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Durante alguns segundos estava séria pensando no que seria legal até finalmente a primeira obra de arte estar… não muito intuitiva… mas era um punho fechado com uma luva… poderia representar bem não é? É… fazer o que certo? ainda assim mostraria para Alexis. - Olha seria mais ou menos isso aqui, um punho e o nome embaixo, algo desse modo, não tenho plena certeza se funcionaria bem assim, mas poderia ficar bem legal em?- depois disso com um sorriso voltaria a desenhar uma possível segunda opção de bandeira.
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Ou podemos ir para esse segundo rumo um crânio não era bem a marca de caçadora que procurava mas, poderia sim ficar interessante, e de todo modo mostraria essa também a Alexis, pois no fim as coisas tinham sempre que ter um “mediador” e seria legal montar algo assim com ela. -Essa aqui foi minha segunda ideia, ainda um pouco amador, mas se passado para alguém mais experiente poderia ficar bem legal em?- Falava sorrindo pra a pequenina enquanto exibia o desenho com um certo orgulho, apesar de saber que ele não era uma obra prima tão boa quanto poderiam fazer. e por fim aquelas seriam as duas formas de bandeira que eu tinha a mostrar, e no fim das contas, depois viriam mais desenhos mas primeiro esses dois.

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty25.09.18 0:24

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Descontração.



Sendo gentil, no momento em que havia chegado ao barco, Sophia havia cedido a vez para
que a pequena pudesse se servir primeiro do que ela, por algum motivo a simplicidade do que havia pensado ter trazido a incomodava, pois a opinião que a sua parceira tinha sobre si parecia ser importante, importante demais para que pudesse deixar um “ detalhe” como esse ter a chance de por algum momento fazer com que a percepção que havia sobre ela fosse negativa de algum jeito, talvez ela mesma não tivesse percebido até o momento em que pudesse provar que o rapaz não havia gasto sozinho em outros nove ramens a quantidade de 200.000 berrys, mas sim, havia pago a ela, um que por si só valia 100.000, sim, você acha que o Naruto deve até hoje como Hokage por qual motivo? Ichi sem dúvidas era um falastrão nos seus preços, enfim… Respondendo a gentileza que era a ela oferecida, a pequena não fez muita cerimônia, uma vez que tivesse posse dos talheres apropriados, começaria a comer e era notável a sua alegria, sendo bem honesta com você, aquela era uma quantidade exagerada até mesmo para que as duas pudessem consumir, sem que pudessem se encher mas, sempre haveria caso elas quisessem algo que poderia até mesmo talvez, receber ali a alcunha de “Cavaleiro das sobras”, uma vez que até então era o que havia se prestado a fazer.

Enquanto Sophia poderia contar um pouco mais sobre o  seu dia e a cada palavra, foi possível acompanhar os olhos da garota quase brilhando, dilatados prestando atenção em cada palavra, havia um real interesse em saber como havia sido o seu dia e isso também havia sido aparente, pela sua preocupação, talvez excessiva. No entanto talvez a juíza tivesse realmente algum poder sobrenatural, qual outra explicação teria para que ela percebesse que eu planejava botar fogo em seu navio, que a sua decisão havia evitado com que uma tragédia pudesse acontecer? Era conveniente demais que o seu alvo lhe quisesse fazer de caça. Quando perguntada para olhar bem o cartaz, por alguns momentos, Alexis parou colocando a mão abaixo do queixo em um olhar contemplativo, onde realmente começou a pensar, sobre o que havia visto e se era a mesma pessoa, mas após alguns segundos calada, analisando o cartaz, ela teria ali disso como se fosse a mais brilhante descoberta do mundo.

-É ela mesma! Só que… Ela não estava usando a máscara, então foi difícil de reconhecer.

Diria a garota como se fizesse a maior descoberta do mundo, e vamos lhe dar créditos, você ter dificuldade de reconhecer alguém que viu sem máscara ao usar uma, talvez só se equipare aos feitos de não encontrar uma estrutura gigantesca de metal de imedi… Ok, eu tenho amor a vida, por favor. Então  na segunda pergunta a garota lhe daria mais detalhes.

-Bom,  acho que não fazia nem uma hora desde que você tinha saído daqui, eu não tenho bem um relógio ou saberia dizer com exatidão, mas você é boa com isso de tempo e provavelmente deve saber o tempo certinho… Pelo que eu vi ela fazendo, ela primeiro adentrava o barco e se não via ninguém ateava fogo… Talvez ela goste de ver objetos e não pessoas queimando, ou simplesmente não queria que alguém a impedisse.


Diria ela na velocidade mais rápida que poderia, saindo até mesmo um pouco esbaforida. Os procurados mostravam-se mais complicados, tinham um padrão de horários de atividade e um padrão de ações, mas diferente de sua primeira caçada, o modus operandi provavelmente era algo que realmente ocorria e bem… Isso só provava o quanto a garota estava certa, se com padrões tão claros a marinha não era capaz de dar conta sozinha, realmente ela fazia um favor não só ao universo por ser sua juíza, mas para a própria sociedade ao limpar as ruas. Mas havia um padrão, parecia que casas da luz vermelha e cassinos, lugares onde se podem encontrar prazeres de modo geral e dinheiro pareciam atrair esse tipo de gente e a estratégia dela não poderia ser mais genial, se os criminosos eram como mariposas, ela seria como o fogo ao qual elas iriam para a direção do próprio fim.

-Eu me sentiria mais segura, com você, no horário de atividade dessa menina maluca, eu não acho que ela deva voltar hoje, a atenção ainda está grande, mas não parece o tipo de pessoa que deixaria um navio tão bonito como o nosso intacto, se tivesse oportunidade.

Diria a garota em um tom que transcendia entre a inocência e o orgulho da embarcação ao qual haviam escolhido para chamar de “ lar”. Alexis era envolvida pelos braços da caçadora e para a pequena de mente não tão pura as palavras que lhe eram proferidas poderiam levar até “alagoinha”, em meio a pensamentos que certamente não eram puros, até mesmo pela mão boba que acontecia hora ou outra, mas assim que chegavam ao quarto, quando a expectativa já se colocava em seu limite, mesmo que mal tivesse aguentado acompanhar o ritmo da alva garota, sua mente não era a mais bela em momentos como esse. Os materiais para que pudessem desenhar em um primeiro momento a surpreendiam, mas em seu rosto não havia decepção, assim como em seu coração também não havia, “ sua Sophia” era inocente em muitas coisas e saber que ela ainda mantinha esse lado, causava um sentimento gostoso de se ter no peito a navegadora, ainda que talvez tudo que pudesse ter como pista para entender o coração da pequena, por parte de Rockfeller, seria um sorriso bobo, acompanhado de um suspiro, antes que ela pudesse se juntar as atividades.

A pequena pegaria alguns materiais e se houvesse onde puder desenhar, sem dúvidas representaria com maestria a melhor representação sobre uma luta já feita., fosse por algum senso de arte muito avançado para o seu tempo ou mesmo por muito carinho, quando apresentada ao primeiro desenho de Sophia a garota até mesmo sentiria vergonha de como havia ficado o seu, pois aquele que era exibido pela caçadora era muito legal, ou pelo menos parecia em sua cabeça, mas vinham algumas coisas em sua cabeça.

-Eu gostei bastante, combina com você a idéia do punho mas… Olhando o histórico da marinha, não seria assustador se eles começassem a te chamar de punho verde? Imagina o quanto de piadas que você teria de aguentar sobre amadurecer o punho? Mas… Olha,  vou te mostrar o meu! É bem simplezinho, é algo que eu fiz sobre a nossa primeira batalha juntas em uma captura bem sucedida.

Diria a garota eufórica mostrando o próprio desenho agora, com uma confiança tão grande, como a de uma shinigami que explicava usando coelhinhos e bem… A qualidade não era muito melhor não, mas poderia pelo menos ser engraçado. A segunda bandeira no entanto chamava mais a atenção da pequena, havia gostado bastante do formato do crânio, ainda que tivesse dificuldades para entender os ossos embaixo.

-Parece bastante a bandeira de um pirata de certo modo, mas de um jeito bom sabe… Como se dissesse algo do tipo nós acabamos com a graça de piratas! Ou pelo menos foi o que me veio a cabeça ahhahaah, mas de toda forma, se você gosta de algum desses símbolos, podemos tentar levar para que um artista profissional possa desenhá-lo.

Diria a garota ali empolgada, voltando a rabiscar empolgada, não dava pra saber que tipo de obra sairia pelas mãos das duas, que certamente juntas, poderiam ir a um museu de arte moderna, onde talvez pessoas como eu poderiam acabar visitando, afinal, se eu tenho imaginação fértil o suficiente para que eu pudesse enxergar o acessório de um shinigami substituto, certamente eu teria imaginação fértil o suficiente para que fosse agradável, cof . Se ambas desejassem poderiam ter a noite completamente tranquila onde aquilo poderia entretê-las por horas, onde certamente caso lhe fosse pedido para que pudesse ver as outras “ obras” que a navegadora havia criado, talvez pudesse até mesmo ter pesadelos de tanto talento, não haveriam ataques pela parte da noite ou pela manhã e o clima do lado de fora era bem agradável, mesmo pela parte da noite, caso quisessem tomar um arzinho. Quando saisse ao convés, independente da hora, poderia ver em um cantinho o  não tão pequeno caranguejo correndo rapidamente de um lado pro outro, carregando uma espécie de coral amarelado, em um formato quadrado peculiar, até uma pilha de coisas, como o prato que havia comido anteriormente e alguns pedaços de cabelo que cairam pela embarcação, juntados em forma de pequenas bolinhas. Talvez Juarez seguisse a natureza de um caranguejo em ser sovina, ou carregar por ai corais amarelos quadrados, ou talvez Juarez só fosse estranho mesmo.

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Última edição por GM.Alipheese em 28.09.18 17:26, editado 1 vez(es) (Razão : Arrumando número de posts)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty25.09.18 2:08

Passo 4: Drawing and Writing

Aquele momento com a pequena no barco me fazia sentir de certo uma segurança grande quanto a maneira dela me tratar, ela parecia de fato confiar em mim, aquelas palavras que diziam que se sentiria mais segura comigo ali, poderiam parecer bobas a vários olhos, talvez pra qualquer um que ouvisse, mas por algum motivo pra mim não eram… Se eu tivesse escutado aquilo alguns meses atrás ou mesmo a alguns dias isso poderia ter me soado com sempre, como um mero devaneio ou coisa desse tipo. Talvez até mesmo ignorado como faço com boa parte das coisas que não me chamam atenção, mas não hoje, de alguma forma aquilo me deixava um pouco feliz, ela não parecia ligar para o fato de o Ramen ser simples, mesmo que em grande quantidade, ela tinha me dado pistas do período de atividade da suposta inimiga, então era muita informação…

Vamos começar por pensar no que estávamos pra fazer, ela tinha muitas coisas a me dizer, e eu ouviria uma a uma, prestando bastante atenção, mas não comentaria de imediato deixando pra falar apenas quando ela terminasse de contar sobre o barco, eram apenas leves palavras de conforto. - Não se preocupe, amanhã eu vou estar aqui com você. De manhã comprarei comida ou no caso alguns ingredientes pra eu fazer comida, dessa vez vou produzir algo que você vai adorar, com toda certeza.- Sim eu estava confiante que aquilo ia de verdade manter uma qualidade na minha cozinha, eu tinha aprendido algo muito útil, tanto para viagens, como para o dia a dia, e poderia melhorar aquilo, aprender mais e mais sobre cozinhar, e fazer com que tudo se tornasse cada segundo mais interessante.

No fim qualquer coisa que tivesse sobrado da comida, assim que visse Juarez colocaria para ele no cantinho, assim ele poderia se manter alimentado, devia já estar com fome nessas horas também, e era bom que ele se mantivesse bem forte também assim como nós duas, ele fazia o papel dele ali pelo barco, e parecia ter gostado do lugar e começado a fazer casa, eu respeitava de certo modo ele, assim como gostava de olhar pra ele, era um bicho bem bonitinho, e um tanto quanto diferente do que se vê por aí no dia a dia. Logo era interessante de se observar também, mas no fim das contas apenas colocaria a comida e seguiria jornada.

No quarto a pequenina continuava a desenhar junto comigo, e aparentemente tinha gostado do que eu tinha produzido, mesmo que fosse talvez mais por uma imaginação fértil que por de fato eu fazer algo bem feito, era uma inocência bonitinha da parte dela, mas o desenho que ela me mostrava, me fazia corar um pouco, eu tinha gostado daquilo… Sabe… Não era só o desenho em si mas… Ela ter me desenhado… Eu estava na cabeça dela naquele momento? Era um motivo talvez errado da minha parte mas bem… Eu queria ficar com ele… Olharia pra ela com o olhar um pouco desviado falando. - Eu gostei… eu poderia ficar com ele? É que seria algo legal de guardar sabe? Ta com um bom tamanho.- Diria para ela de uma maneira um pouco disfarçada, não entendia bem porque sentia vergonha quando pensava em certas coisas sobre ela.

Ter vergonha não era algo de meu feitio, menos ainda algo que entrasse no meu perfil, só que era tão estranho receber carinho? Sim, eu não sabia como reagir, quando recebia aquilo, não tinha uma noção exata de como funcionava essa história de carinho, eu tratava a ideia de carinho como levar um soco sabe? Quando alguém dá um golpe no seu rosto… você golpeia de volta com o dobro da força, e tenta derrubar ele… Bem… carinho parecia ter essa mesma lógica… Se alguém dá carinho você deveria socar ela? NÃO PERA… Não é isso não… Me confundi… você deveria dar carinho de volta, cara, porque que isso tem de ser tão difícil de fazer em? As coisas poderiam ser tão simples como lidar com meliantes, eu só chego apago o vagabundo e vou embora, nunca mais vou ver ele, não tem remorso, ele perdeu eu ganhei e tudo está em paz novamente, posso caçar um novo maluco furioso… mas aqui não era tão fácil.

Era um tipo de relação que os dois lados tinham de ganhar? Não podiam ter perdedores, era algo completamente anti-natural, vai contra as leis da natureza sabe? O normal é punhos acertam rostos, e não punhos acariciam cabeças e abraçam? É… Tudo bem, eu agora estou vivendo naqueles livros fofinhos que eu gostava de ler e imaginar que seriam minha vida no futuro quando ainda com meu pai em Fernand Ice Island… Apesar de que nunca tinha acreditado que de fato viveria se quer uma cena que envolvesse isso, era mais por simplesmente achar bonito. Mas minha mente se voltava novamente a uma frase “Punho verde”. - Punho verde? Caramba, isso é nome de um jardineiro com muitos problemas de pele… Não dá pra imaginar muito além… Eu preferia punhos esmeralda… Se eu fosse talvez querer algo relacionado a verde…- Olharia pra a pequena enquanto subia levemente a vista, onde pudesse de fato visualizar mais de seu rosto mas também do que estava atrás dela.

Naquele momento eu tentava gravar aquela imagem na minha memória, mesmo que temporariamente. E logo falaria algo que talvez soasse ruim quando se olhava de longe mas talvez pudesse de algum modo fazer algum sentido… ou ao menos na minha cabeça. -[color=#00ff00] Talvez me chamassem de “diamante branco” algo assim, ou talvez, Caçadora Albina, algo com uma simplicidade mais voltada a características físicas muito gerais, a não ser que eu faça algo grandioso e esse feito me marque completamente pra eles, acho muito difícil algo assim acontecer, a não ser que eu quisesse ser chamada de Coelho branco… Bem essa era fácil, eu colocava umas orelhinhas e lutava dando pulinhos… Já pensou? Ia ser bizarro, mas funcionava… Ninguém nunca esqueceria dessa cena.- Diria com um sorriso de canto imaginando realmente como eu ficaria com essas roupas, é… vamos ficar na imaginação mesmo…

No fim de tudo eu tinha parado naquele momento não pra desenhar era hora de escrever um pouco pra mim mesma… era mais um desabafo e um lembrete de quem eu sou também, algo que precisava lembrar, escreveria na última página do caderno antes de voltar a desenhar.

Citação :
Sabe apesar de tudo eu sinto falta de você Diego, eu nunca pude te dizer isso mas você foi um pouco de tudo que eu nunca tinha tido verdadeiramente… Um pai nas horas vagas, um irmão mais velho com quem eu podia contar pra tudo, e bom, foi a primeira pessoa que me despertou aquele aperto no coração, não fique convencido se estiver lendo isso seja lá onde estiver, mas poderia dizer que eu tinha aquele leve incômodo que chamam de paixão… Eu… Bem, senti muito sua falta, quando você foi tirado de mim minha cabeça tinha se perdido, mesmo que em meu orgulho eu não tenha jamais admitido o quanto aquilo me fez mal… Aquilo me destruiu, aquilo me fez querer desistir de tudo, naquele primeiro dia, quando eu não ia mais te ver entrando pela porta, meu coração se partiu, meu peito doeu como se a morte tivesse vindo me buscar junto naquele dia.

Eu sabia que você nunca mais ia me fazer rir das suas brincadeiras, e nem mesmo ia poder passar a mão na minha cabeça e dizer “Você foi incrível” nem me olhar com aqueles olhos cheios de orgulho e dizer “Bem vinda de volta” quando eu ia caçar sozinha e voltava, fosse eu vitoriosa ou não… Você era minha casa, e quando você se foi, eu não tinha mais um lugar pra morar. O mundo era grande demais pra mim, e pela primeira vez eu me senti impotente em meio a tudo, saber que nada podia te trazer pra mim denovo me matava por dentro todo dia, era uma falha minha que eu não podia corrigir, não importava o que eu fizesse, era algo que eu nunca poderia mudar.

Desculpe por eu não ter conseguido te salvar, me perdoe por nunca ter sido sincera o suficiente pra te dizer que você tornava a minha vida mais colorida, que você colocou sal na comida pra mim, deu um sabor a minha vida, um sabor que eu talvez nunca tivesse provado se não fosse pelas suas mãos… Tudo que tantas vezes eu sonhei nas noites frias que você me cobria com um cobertor e me aquecia, e acordar sem te ver ali me doía ainda mais… quantas vezes quando estava com ferimentos, eu sentia que você limpava eles pra mim como sempre fez, mas ver que não tinha mais ninguém pra olhar por mim, apenas me fazia me sentir a cada segundo com mais dor…

Não eram os ferimentos, era uma dor que nenhum médico podia tratar, era saudade, era medo de nunca me perdoar por não poder ter feito nada por você, me doía ainda mais, imaginar quantos vagabundos como aqueles que planejaram sua morte ainda andavam por aí, quantas pessoas sentiam aquilo que eu sentia… Mas no fim aquele sentimento também me movia, matar malditos como esses, me deixavam viva de novo… Pra mim cada cabeça que eu entregava, era também uma pessoa que eu salvava, muitos poderiam me questionar, matar um homem apenas desses não resolve nada…

E eu diria para eles… Um não… mas e se eu matar milhões deles? Pois eu queria ver quem iria me parar, pois quem iria dizer que eu estava errada se no fim eu estava de pé e eles no caixão. Mas eu escrevo também pra te dizer que hoje eu encontrei alguém, eu acho que finalmente eu posso dizer que tenho uma casa novamente. Eu tenho um lugar pra onde eu quero voltar, e dessa vez eu te prometo que vou cuidar da minha casa, Eu vou fazer dela o melhor lugar, eu vou fazer com que minha casa tenha uma casa também, eu vou ser o lar dela como ela é o meu.

Diego, se você puder ler isso, obrigada, você me mostrou que o mundo era mais que preto e branco, que ele tinha um motivo pra existir, e ele era uma chuva de cores, belas pinturas de uma tela impressionista, as comidas eram cheias de sal, e tudo que ali existia tinha também um propósito… Mas acima de tudo, a coisa mais importante que você me ensinou, foi a amar a mim mesma, e me orgulhar do que eu fazia, pois era no meu trabalho que muitas vidas estavam sendo salvas, em entender que não importa como eu fosse, e mesmo eu sendo talvez a pessoa mais estranha que você conheceu, alguém tinha a capacidade de me amar, cuidar de mim, e fazer com que eu me sentisse amada, me sentisse alguém. Esteja onde estiver… Obrigada Diego, você foi tudo que precisou ser, na hora que precisava de você, e por fim, meu melhor professor, eu vejo o mundo pelos olhos que você me emprestou…

Com muito amor, Senshi

Eu terminava de escrever aquilo arrancando aquela folha, eu ia deixar ela no diário inicialmente mas uma ideia tinha me vindo na cabeça, dizem que o mar era um mensageiro que levava as coisas para qualquer lugar, transcendendo até mesmo os limites, entre vida, morte e qualquer coisa que fosse para o mundo uma barreira o mar estava além, naquele momento procuraria uma garrafa por ali. - Alexis, você saberia me dizer onde tem uma garrafa por aqui?- Falaria enquanto uma lágrima descia de um do meus olhos, mas não seria algo que eu deixaria tão aparente, passaria a mão rapidamente sobre aquela água que escorria dali, não era a hora para esse tipo de sentimento. E se ela soubesse apenas pediria que me levasse até a provável garrafinha. - Então poderia me mostrar uma, tenho que mandar algo pra um amigo…- Falaria de certo modo com um sorriso de canto, por mais que por dentro eu não estivesse tão completa quanto por fora, pensar em tudo aquilo tinha me abalado um pouco, eu odiava admitir mas isso mexia comigo, mesmo que já fizesse algum tempo, não tinha deixado tudo pra trás.

Caso ela não soubesse caminharia pelo barco caçando uma garrafa para colocar aquele pedaço de papel dentro, uma com rolha de preferência que eu pudesse remover e colocar de volta quando necessário. Mas independente se por minha procura ou por a instrução de Alexis, no momento que a tivesse em mãos, pegaria o papel colocando dentro e a tamparia, chamando a pequenina para me acompanhar naquilo. - Vem um pouquinho aqui comigo pode ser?- Chamaria, ela para a lateral do barco de preferência a lateral direita, mas apenas como ponto de partida, pois no fim iria para a popa do barco que imaginava estar frente para o mar aberto, enquanto caminhava junto da pequenina contaria a ela a mesma lenda que Diego tinha me contado a mesma história, antes de enviar aquele bilhete, era importante que ela entendesse o que eu estava fazendo também. - Um homem sábio uma vez me disse que o mar é o mensageiro mais poderoso sabia? Ele é um determinado mensageiro que leva mensagens até para os deuses, mas o mais importante é que ele transcende tudo, vida, morte, ele está disposto a ir para qualquer lugar, desde que possa fazer o seu trabalho, reza a lenda que antes de ele ser como conhecemos hoje, ele foi um homem apaixonado.- Olhava para ela tomando um leve ar antes de prosseguir com a história, também para que ela pudesse ir absorvendo devagar.

Depois de tomar um ar prepararia a garrafa quando já estivesse na popa durante a caminhada e continuaria contando a lenda que havia a muito escutado. - O Mar na verdade amava muito uma mulher, todos os dias ele a via, e os dois se amavam, mas o pai da moça… Ele não gostava dessa união, e acabou por proibir ela de vê-lo, mas para suprir a solidão o Mar ele… Bem… Escrevia para ela e todos os dias mandava uma carta, ele pedia que a carta fosse dada para ela, para matar a solidão, para se sentir melhor com seus próprios sentimentos. No entanto as coisas não eram tão simples, a moça jamais respondia, para o Mar era simples, ele acreditava que seus pais não a deixavam mandar cartas e ficava feliz apenas de imaginar que ela lia… Mas o mundo não é tão justo com os bons, e depois de muito tempo ele descobriu que ela havia se matado, pois achava que ele tinha a esquecido, e nunca mais escrito nada para ela, angustiado o desejo do mar foi elevado às estrelas, e elas o concederam um pedido… Exceto reviver a sua amada, pois isso ia além dos seus domínios.- E nesse momento eu respiraria fundo enquanto pensava mais alguns segundos naquela história, era forte, ela tinha um fundo trágico mas que a deixava bonita, talvez por sua própria forma ser assim.

Tentaria não demorar muito para continuar, depois de tomar o ar pela segunda vez, continuaria de onde tinha parado. - O Mar pediu, que ele pudesse impedir que isso acontecesse com qualquer outra pessoa, que ele pudesse entregar qualquer mensagem que lhe fosse confiada, transcendendo qualquer barreira, pois não deviam existir empecilhos para o amor, não deviam haver barreiras que os sentimentos não pudessem ultrapassar, e ele queria garantir, mesmo que tivesse de cobrir o mundo pela eternidade. As estrelas então atenderam seu pedido, o colocando por toda parte, ele cobriu o mundo como o maior mensageiro que a história já viu, carregando tudo nas costas, desde pessoas como nós duas em seus barcos, até mesmo os mais diversos animais, sendo abrigo para aqueles que desejavam habitar nele.- Daria um sorriso de leve apertando forte a garrafa, e naquele momento a lançaria para o mar confiante de que aquele era o jeito certo, por favor grande oceano, leve minha mensagem para os céus, eu sei que… Ele adoraria ler cada palavra, não deixe esses sentimentos se tornarem poeira ao vento, honre eles e os vingue, eu te peço apenas isso nessa noite calorosa. Meus braços envolveriam Alexis em um abraço apertado, e seguiria com algumas lágrimas no rosto que seriam inevitáveis, e depois beijaria a testa dela. - Obrigada por ter escutado essa história bem grande… eu precisava falar um pouco me desculpe.- O que mais dizer sobre aquilo? A resposta é nada...

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty28.09.18 17:13

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A Arsonista?



Aquela era uma situação que era um tanto inesperada para nossa caçadora,  o carinho e mesmo coisas que pareceriam boas e mais fáceis de se compreender, assim como lidar pela maior parte das pessoas, para ela ainda eram um caminho novo a se seguir, a se descobrir e bem, não sou a melhor das pessoas para julgar, quando tanta coisa boa acontece é realmente algo muito diferente do normal para se lidar, Alexis por mais esforço que tivesse aplicado em seus dotes artisticos elevados, ainda tinha um traçado infantil, ao qual era capaz de levar cores as bochechas de Sophia e de fato, Alexis estava pensando nela, enquanto rabiscava, em uma reação pura ao pedido, naquele momento a garota teria olhado para baixo, desviando o olhar levemente por um momento, enquanto suas bochechas seriam pintadas pelo mesmo delicado pincel, dando a sua feição uma expressão ao qual talvez até ali a juíza nunca tivesse sido presenteada.

-C..Claro, você tem certeza? Não ficou tão bom assim mas… Se te agradou, é seu.

Diria a garota em um momento que era até um pouco estranho, pois para a garota que tinha tantos pensamentos que iam muito além daquele tipo de interação na maior parte das vezes, algo tão simples tê-la constrangido era no mínimo algo fofinho de se ver. A garota respiraria fundo, enquanto continuavam a conversa, o carinho era misterioso, ele certamente deveria ter um comportamento similar a pedra filosofal, pois onde mais se veria algo que fugiria da lei da troca equivalente? Como dois poderiam ganhar? Bem, eu mesma não saberia explicar bem, então deixemos isso pra lá.

Pela própria reação ao seu comentário sobre punho verde, a pequena abriria um sorriso ao vê-la reagir de forma positiva e talvez até animada em relação aos titulos que poderia vir a carregar, se fosse ligada a cor, a própria pequena havia achado interessante a idéia de punhos esmeralda, sendo notável um brilho em seu olhar quando havia ouvido falar sobre, e ela mesma acabaria fazendo um pequeno comentário sobre que talvez pudesse abrir o tópico novamente, ou talvez simplesmente fosse ignorado naquele momento, em que se faziam tão empolgadas.

-Punhos de jade soariam legais também, digo.. Se a cor verde for o tema hahaha.

Acabaria comentando a garota, antes que o raciocinio da caçadora pudesse continuar, sobre o que pensou ser mais provável, o departamento de escolha de alcunhas quecertamente não poderia ser representado dessa forma.,  provavelmente pegaria algo referente a sua aparência para nomeá-la e seus cabelos brancos certamente a destacariam, a idéia de que fosse conhecida como caçadora branca,  alva ou outros derivados parecia ser bem possível, mas aos olhos de Alexis, a última idéia parecia muito interessante, ou seria melhor dizer aos seus ouvidos? De toda forma, diferente do que eu imaginaria ao ouvir alguém com a alcunha de coelho branco,  a imaginação de Alexis a levaria para direção muito mais divertida , devo admitir. Ainda aproveitando-se do momento para escrever, eu devo admitir que definitivamente, os erros de português que houverem no restante da narração, sem dúvidas são frutos do meu analfabetismo e não porque as lágrimas embaçaram minha visão,  nem ouse pensar nisso e eu sei que você tem o poder para isso, então sai da minha cabeça também… Cof continuando, ao término de sua emocionante carta ela precisava de um meio para que pudesse fazer a sua mensagem chegar ao rapaz que era alvo de sentimentos tão bonitos, eles tinham uma história e quem haveria de levar a mensagem melhor do que o melhor dos mensageiros? Alexis em um primeiro momento ficaria confusa com a pergunta sobre uma garrafa, então levantou-se esticando as costas, de modo que pela postura em que estava, era possível ouvir alguns barulhos “ crocantes”  de suas costas  enquanto ela se esticava e pensava, a cor finalmente havia abandonado suas bochechas a esse ponto e seu olhar parecia bem curioso.

-Uma garrafa? Acho que na geladeira deve haver alguma, haviam algumas coisas já deixadas pelo vendedor… Deve estar vazia, provavelmente… Eu mostro pra você, vamos lá!

Diria a garota ainda sem entender muito o porquê que a alva garota desejava aquilo, a dúvida ficaria presente tanto em sua voz, como em sua expressão, mas não era algo ruim de se ver, havia interesse e curiosidade. Uma vez que tivessem chegado na cozinha, dentro da geladeira, como Alexis mostraria e entregaria para Sophia, havia uma garrafa que convenientemente não continha nada que pudesse manchar um papel caso fosse colocado, sendo provavelmente uma garrafa de uma água que era cara demais, ou de algum tipo de líquido incolor, pelo menos. Guiada tanto pela curiosidade, como também pelo desejo de estar ao lado de sua parceira a garota havia ido até a lateral do barco, onde poderia ouvir melhor a história que havia sobre o mar ser o melhor dos mensageiros, havia algo que chamaria muito a sua atenção pelo inicio da própria história e na primeira pausa que havia a garota lhe perguntaria aquilo que em um primeiro momento mais lhe chamou a  atenção.

-Um homem sábio?

Era uma pergunta inocente, mostrando interesse da garota pelo que havia a se falar, mas não deveria ser  o suficiente para que o restante da história pudesse ser contada e a cada palavra, era possível ver  nos olhos e na própria expressão da garota que havia interesse por cada uma de suas palavras, como se sua voz fosse a mais bela das canções, a admiração dela poderia ser tão  palpável que poderia ser cortada no ar e ao término de sua história,  um abraço havia sido dado pela caçadora que o teria retribuído ali naquele momento, o teor daquele abraço, poderia tê-la feito sentir muitas coisas positivas e caso houvesse alguma parte de sua pele exposta de modo que o rosto de Alexis pudesse alcançar, naquele momento seria possível para que a garota pudesse sentir que o rosto da garota estava levemente úmido, pela emoção do que havia ouvido até ali.

Mais distante de seu barco no entanto, algo parecia não querer deixar que aquele momento pudesse se prolongar mais, diferente do que poderia se esperar ao horizonte, uma chama esverdeada e chamativa poderia ser vista atrás de uma garota que iria rir de maneira histérica de modo que mesmo distante, era possível que pudesse chegar aos ouvidos da caçadora e  de sua parceira.

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Estava distante demais para que pudessem ver sua silhueta por completo, mas caso se aproximassem, poderiam ver claramente que tratava-se de Minin, que diante de todas as expectativas sobre esperar um outro horário para atacar, mostrava-se realmente inconveniente ao interromper aquele momento. Diante daquilo, Alexis diria a caçadora algumas coisas.

-O que você quer que eu faça? Devo ir junto a você? Ou me preparar para o caso de ela não estar agindo sozinha e ficar?

Diria em um tom apressado, com os olhos arregalados, diferente do primeiro caso, não parecia que a garota iria fugir contra a caçadora caso ela fosse atrás, e a vantagem do elemento surpresa poderia ser todo da caçadora, se naquele momento ela pudesse utilizar da penumbra ao seu favor, mas seria esse o caminho escolhido? Quando estivesse próxima o suficiente, poderia ver alguns tipos de bombinhas em formato esférico, assim como uma bolsa que parecia carregar algo parecido a munição, haviam algumas pequenas bananas de dinamite e a própria garota segurava em suas mãos naquele momento dois coquetéis de molotov.

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Off:
 

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Última edição por GM.Alipheese em 28.09.18 20:12, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: II - Don't Tread On Me   II - Don't Tread On Me Empty28.09.18 19:20

Passo 5: Fire in the hole


A pequena tinha uma reação bonitinha quando eu pedia o desenho, talvez ela pensasse que aquilo não era talvez “bom” mas eu queria ele mesmo assim, pra mim era perfeito, e naquele momento guardaria na mochila por enquanto, depois teria de achar um lugar ainda mais legal, talvez um quadro ali no quarto do barco fosse apropriado, era algo a se pensar depois mas naquele momento tinham outras coisas a fazer, por algum tempo a pequena ficava curiosa e procurava comigo a garrafa, bem… Tinha uma garrafa suspeita vazia na geladeira o que seria um problema se parassemos pra pensar, mas sabe o que é melhor? Ela estava vazia, o que tinha nela antes, era um mistério, e isso de certo me perturbava, dava um certo ar de preocupação, mas no fim, nada que pudesse prejudicar o papel. A pequena continuava sempre ouvindo minha história até que era impossível continuarmos com o que quer que tivéssemos de fazer, e a inimiga estava ali para nós, naquele momento a única coisa que podia pedir para a pequena é que ela se mantivesse ali, uma inimiga que mexesse com fogo e esse tipo de coisa não seria tolerável para ela se atingida, por isso seria meu papel fazer algo. - Fique aqui e proteja o barco certo? Eu vou cuidar dela lá embaixo, seja lá o que ela planejar eu devo derrubar ela antes que algo ruim aconteça.- Sim… Eu não achava que fosse assim tão fácil, mas deixar e,a tranquila era o modo mais simples de poder agir sem tantas preocupações no entanto eu tinha ainda uma última instrução. -Se o barco em qualquer instante ficar em perigo, ou tentarem invadir, coloque ele em movimento e salve o barco, lá em baixo eu me viro.- Dizia olhando séria pra ela, era um momento que precisava contar com ela pois eu não sei dirigir um barco, menos ainda salvar um… Entretanto eu saberia destruir um muito bem… Tenho talento pra ferrar com as coisas… Longa história…

Naquele momento desceria do barco rapidamente, se necessário saltando dele para aterrissar no melhor modo de Parkour que conseguisse, durante o grande salto ajustaria minha postura no ar para poder cair girando sobre meu próprio ombro e  levantando logo em seguida, o motivo disso era a urgência da minha movimentação, mas estava preparada para o combate e convenhamos… Furtividade não é meu forte não, e seria perda de tempo me aproximar dela sem um peixe e falhar na hora de uma aproximação sutil, melhor me tornar um alvo, enquanto simplesmente livro os barcos. - MININ ESSE É SEU NOME MESMO? SEUS PAIS TE ODIAVAM MUITO?-  Diria já preparada para que sua atenção se virasse pra mim e como o destino É CRUEL NÉ? POR QUE VOCÊ NÃO COLOCARIA UMA GAROTINHA FOFINHA QUE LANÇA COELHINHOS EM MIM NÉ? BOMBAS? SÉRIO? Não dá pra acreditar em você não. - SE OS SEUS NÃO TE ODIAVAM TE, FALAR… OS MEUS ME ODIAVAM PRA CARALHO, VOCÊ VAI ENTENDER POR QUE JÁ JÁ- Se em qualquer momento ela lançasse os seus explosivos malucos o que? Ta pensando que eu ia deixar isso me atingir em cheio? Pode tirar o cavalinho da chuva senhorzinho, porque eu sei quando uma coisa pode me ferrar, então senta aí e assiste meu show. Quando algo viesse em minha direção, eu meteria o soco na coisa, exatamente isso, ao invés de tomar o golpe eu atacaria ele, rapidamente  meteria o punho no que fosse, entretanto tomaria também cuidado, pra sempre socar eles e me mover para o lado logo após o impacto, pois se fosse um explosivo a ação diminuia a chance de ele se espalhar, e se vamos me queimar… Melhor que seja onde já está queimado não é mesmo? Os socos seriam sempre o mais rápido possível, socando o explosivo e retraindo o braço para trás rapidamente, minha estratégia era fazer como quando tentamos passar a mão por cima do fogo de uma vela sem se queimar, você até bate nela, mas usa da velocidade e posição para que ele não te afete se espalhando pelo corpo. Quem diria que as aulas de física com o meu velho professor de xadrez iam começar a ser úteis cedo.

Então eu continuaria naquele momento avançando para cima de minha provável inimiga enquanto continuava minha historinha visando atingir as bombas dela sempre que elas viessem em minha direção mantendo a estratégia. Se fosse necessário em algum momento por vir baixa de mais a bomba, bem usaria ela ao meu favor, eu rapidamente saltaria por cima da bomba atacando ela com um chute usando ela como impulso para me direcionar ainda mais rápido em direção ao indigente dizendo. - Lembra que eu falei dos nomes, então, eu mudei o meu que tal pensar no mesmo padrão em? Mudanças de nome sempre deixam todo mundo mais feliz, e porra Minin… Ninguém merece né?- Falaria mantendo o avanço, e se necessário giraria para o chão quando fosse para cair, não demoraria muito nisso claro, me levantando em seguida no fim do giro e avançando ainda contra ela, mantendo a estratégia de atacar os ataques para me aproximar, e se necessário e visse que a velocidade para chegar nela não fosse o suficiente, começaria a usar dashs ainda maiores agora, usando toda a força de impulsão que conseguisse, e sempre que possível usaria as bombas para melhorar ainda mais minha locomoção com a mesma estratégia.

Me prepararia também para o terreno em minha volta, ela poderia de certo modo tentar desestabilizar o terreno embaixo de mim, e se notasse isso aproveitaria do possível ponto irregular do terreno pós- explosão para me impulsionar, usando da zona mais baixa para flexionar os joelhos e me impulsionar com impulsos ainda mais fortes, indo imparável em direção da mesma, se em algum momento por qualquer motivo ela jogasse bombas altas demais para que eu pudesse atacar,  mas as explosões ainda fossem capazes de me atingir, abaixaria o dorso, não pra evitar as explosões mas que parte delas possam mais uma vez me lançar pra frente com impulsão nas minhas costas, inclusive, bombas parecem bem úteis, eu deveria colocar isso no meu arsenal depois, são boas para movimentação. E claro não tinha terminado por aí ainda, existiam mais momentos interessantes pois se eu conseguisse me aproximar dela meu foco seria claro, mantê-la próxima de mim, a primeira ação usada seria um agarrão, sim daria um dash rápido em direção a ela, de preferência se tivesse alguma explosão no momento melhor ainda, pois poderia usar ela como o impulso centrar para aumentar minha velocidade de uma única vez.

O agarrão teria como o intuito usar todo o peso do meu corpo para derrubar a arsonista, enquanto que assim que o impacto acontecesse, aproveitaria para meter a mão no cinto dela puxando ele com toda a força de imediato e depois bem, existiam dois pólos de ação, se eu fosse capaz de arrancar ele rapidamente eu então jogaria ele no chão com toda a força para poder me livrar das bombas com elas explodindo. Mas claro, o destino pode ser malvado, então temos sempre um meio extra PORQUE NÃO É HOJE QUE VOU SAIR SEM UM OLHO NÃO, HOJE AINDA NÃO… Talvez um dia… MAS NÃO CONSEGUIRÁ ISSO HOJE MALDITO PREDESTINADO. Se visse que arrancar o cinto seria difícil ou impossível, apenas espremeria com toda minha força as bombas com a mão, para que a explosão começasse destruindo tanto o chão provavelmente, fodendo minhas luvas, que esperava que reduzissem os danos na minha mão, já que elas cobriam tudo, e claro, eventualmente poderia minhas mãos, mas não tendo certeza da intensidade, e nem do quão asquerosa essa cobra é, eu não iria soltar dela no meio da explosão, minha outra mão permaneceria em um abraço apertado ao corpo dela, fechando na cintura. - Isso vai doer bem mais em você do que em mim Literalmente.- Para melhorar ainda mais minha prisão, morderia o ombro dela, fixando meus dentes nele, pois além da dor distrair, ainda poderia ser uma boa forma de prender, a ideia era ser lançada junto com a minha inimiga e claro se necessário até usaria o impulso dos meus pés pra isso por essa você com toda certeza não esperou certo? Por que ela queria ser lançada? Assista pequeno destino, sinta o meu poder AHAHAHAHHAHAHAHAHAA.

Naquele momento me firmaria ainda mais forte a ela no arm agarrando ambos os braços e usando de acrobacia reposicionaria nós duas deixando as cabeças direcionadas como lanças para o chão mas a dela pouco mais abaixo, pois é claro que o impacto tem de ir nela não é mesmo? Naquele momento começaria a usar das habilidades acrobáticas para girar no ar pegando velocidade aproveitando também para roçar meu joelho ali perto da coxa dela…. cof cof… Puramente uma distração obviamente, tá pensando que eu sou o que em? EM? E usando da própria gravidade e força centrífuga. - Acho que acabou Minin.- Diria enquanto pegasse a velocidade na descida completando com o nome de minha mais primórdios técnica. -FISH RENGE HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA-  Gritando alto até o ponto de impacto.


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Para que fosse completamente bem executada, assim que o impacto no chão fosse feito, a largaria girando para trás e ficando de pé novamente enquanto me aproximava dela de novo, estava pronta para continuar a luta. Aproveitaria para checar os danos que poderia ter recebido dos explosivos, para que pudesse ter uma noção de até onde iria estender aquele combate, imaginava que a luva tivesse absorvido parte do dano, mas ainda  imaginava que minhas mãos não estivessem nas condições perfeitas, e isso iria ser dor de cabeça para o médico que fosse costurar mais isso daí, pra eu virar um monstro completo falta que emendem partes de outras pessoas nas minhas mãos, aí vai estar tudo completo mesmo…  me posicionaria pronta para qualquer coisa, imaginava que ela ainda tivesse bombas escondidas, talvez dentro de algum lugar… Era interessante talvez… mas de maneira geral preparada para o pior caso mais bombas viessem começaria a rapidamente tentar rebater elas, com a mão que a luva ainda estivesse boa, e se preciso na com a luva fodida também.
A vida era complicada pra caçadores hoje em dia.

Histórico:
 

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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Última edição por GM.Senshi em 13.03.19 6:07, editado 1 vez(es)
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