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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cães de Guerra

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MensagemAssunto: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptyQua 12 Set 2018, 01:34

Cães de Guerra

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçador de recompensas Aldo Rahner. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptyQua 19 Set 2018, 20:02


Um novo desafio me espera logo após a travessia por aquela montanha que desafia as leis da física.  A realidade é que a vontade de vislumbrar e enfrentar o que quer que estivesse à frente me consumia como um fogo consome o papel. Caminhando por aquele lugar pude me dar conta que ali haviam pessoas e até criaturas desprezíveis de todos os tipos, que com certeza teriam muitas experiências a compartilhar.  Mas não estou interessado em nenhuma delas. Quero viver a minha própria história, e fazer o meu nome conhecido novamente. O Lobo Branco de Dawn Island seria o novo terror da Grande Linha, conhecido até nos lugares mais distantes. Essa é a ideia. Lutar grandes batalhas e conquistar a glória eterna sendo lembrado como uma lenda.


Agora com a mochila recheada de materiais, minha vontade é trabalhar cada um deles para lhes dar forma.  Minha katana a esta altura já não brilha como quando a comprei, e para um guerreiro grandioso uma arma a altura se faz extremamente necessária.  Ainda bem que não demorei a encontrar uma forja neste lugar imundo… Muito conveniente! Se possível, adentraria o lugar para procurar pelo responsável.  Ao encontrá-lo, se isto acontecesse, o cumprimentaria com um aceno. - Olá meu bom… Me chamo Aldo Rahner e preciso fazer alguns trabalhos de ferreiro! Posso usar o seu local de trabalho? - Aguardaria então a resposta de quem quer que fosse, para seguir até o lugar de deixar a mochila em algum canto.


Estalando os dedos das mãos e o pescoço posteriormente, tentaria puxar assunto com o responsável. - A criminalidade por essas bandas tá demais, não é?  Vi vários assaltos até chegar aqui. Além disso, aparentemente as pessoas gostam de batalhar por aqui. Nos meus tempos de juventude, eu também ansiava pela guerra.  Findei várias vidas apenas para saciar a minha lâmina sedenta por sangue. Você devia ver como a luz do luar cintilava no aço molhado por aquele líquido rubro. Isto só acontece instantes após o golpe.  Depois de um tempo o sangue seca e se torna um estorvo para limpar. Tsc tsc - Diria antes de tossir. Malditos charutos… Algum dia essas porcarias vão me matar. Talvez eu consiga abandonar o vício algum dia, e praticar esportes.  Quem sabe pilates?



off:
 

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Última edição por Shogo em Dom 18 Nov 2018, 10:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptyTer 02 Out 2018, 04:08

Somewhere Away  ...


Finalmente conseguimos... Eu to tão ferido por dentro quanto por fora, um maldito caco. Reconheço bem isso, e continuo querendo fugir de tudo que aconteceu. A primeira vez que me recorre fugir de algo, e talvez a última... “Pelo menos ela está bem” Pensaria ao guardar aquele envelope negro no bolso e me aproximar de Astrid, envolvendo-a com meu braço direito e apoiando certa parte do meu peso para tentar aliviar o esforço que eu fazia andando todo ferido em direção ao farol ou qualquer lugar que aparentasse ter um médico. Me movimentaria ereto se possível, da forma que menos me desse dor nas costelas. “É um alivio ainda tê-la, se fosse ela no lugar eu...”

Mesmo que estivéssemos tão próximos agora, eu não queria falar... Não sentia vontade de soltar uma palavra que fosse com tamanha vergonha que estava sentindo de mim mesmo. Todas as lutas haviam ficado para trás, e só me restava batalhar contra minha própria culpa. Não que eu fosse capaz de batalhar com meu corpo em um estado tão deplorável. Mesmo assim, não seria ouvido um gemido ou reclamação sequer vindo de mim. Eu não sou assim, e jamais serei... – Urhh... Não me entenda mal, você não está me ajudando. Estamos apenas tendo um abraço lindo e fofo de pai e filha que, convenientemente, durará tempo o suficiente até encontrarmos um médico. Nada além disso... - Demonstrar qualquer tipo de fraqueza é um privilégio dos fracos, certas coisas aprendidas na realeza você não pode simplesmente abdicar, pensava enquanto diria sem jeito.

O primeiro passo para sair daquela maré de sofrimento era tão claro em minha cabeça quanto o caminho de volta para o ninho era à um passarinho. – Por acaso alguém sabe lidar com ferimentos? Tenho uma porção deles... E também uma porção de dinheiro. – Diria neutro sem esboçar expressões. Não estava afim de rir ou fazer amigos. Eu só queria ficar quieto em um canto, achar um lugar para ficar sozinho e tentar esquecer tudo que havia acontecido há tão pouco tempo. “E esse é só o começo...”

Se não encontrasse a atenção médica que eu queria, sairia andando até encontrar usando a ajuda de Astrid para caminhar. Iria apenas pagar a aquele que me oferecesse e seguir meu caminho após ser tratado. Apenas uma relação de profissional e cliente na qual ambos saem ganhando. – Eu não vi direito o que aconteceu lá atrás. – Não olhava para o rosto da garota, tentava fugir o máximo possível da lembrança e da vergonha. – Mas você tem a minha palavra, algo desse tipo jamais acontecerá de novo. – Fechava minhas pálpebras com certa pressão, forçando-me a ver apenas o escuro e nada além disso. Baixava minha cabeça... - Me tornarei mais forte. E menos burro. - Admitia um fato que eu já sabia há muito tempo.






Spoiler:
 

Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptySab 06 Out 2018, 00:30


Aldo

Ao adentrar a caverna, Aldo se deparou com uma cena inesperada. Por dentro, o teto da caverna era perfeitamente abaulado e liso, que terminavam em paredes igualmente lisas, como se algo ou alguém tivesse feito aquilo com as próprias mãos e uma habilidade absurda. Esculpido nas paredes, sulcos que comportavam algumas tochas traziam a iluminação à área onde a luz provinda da forja não tomava conta dessa função, no centro da caverna, poderia ser visto uma enorme bigorna, atrás desta, uma forja ainda maior que ia do chão ao teto da caverna, na esquerda estava uma enorme cama, podendo caber duas pessoas de tamanho normal deitadas lado a lado e, próximo a cabeceira da cama, um criado mudo completava a cena. No lado oposto a cama, uma bancada suja com uma cadeira ao lado, aparentemente destinada a trabalhos manuais era encoberta quase totalmente por uma enorme figura.

O homem, ou a coisa, possuía por volta de três metros de altura. Uma respeitosa barba dourada adornava seu rosto, seu corpo era composto por músculos muito bem trabalhados e,  apesar da coloração ainda presente em seus pelos, o homem possuía traços faciais fortíssimos, que denunciavam uma idade considerável.
Homem:
 

O homem virou em direção a Aldo, com um sanduíche grotesco em suas mãos, composto por um enorme peixe aparentemente cru como recheio e um charuto em sua boca, talvez o cheiro e a fumaça da forja e a presença do próprio charuto, não haviam permitido a Aldo perceber que o homem também era um fumante, olhando de cima a baixo, proferiu:

— Recomponha-se, moleque, não lhe ensinaram modos? Tenha cuidado, aqui não é mais onde você estava acostumado a andar e fazer o que bem quiser, pegue a sua mochila,  suas histórias provindas dos blues em nada me interessam, não desperdice mais o meu tempo, diga-lá porque me incomodas. —

O homem terminou suas palavras dando uma mordida em seu sanduiche enquanto ainda fumava o charuto, com certeza aquele ambiente não era algo amistoso como talvez Aldo pudesse esperar, Rosy tentava segurar uma risada inevitável ao ver seu companheiro ser cortado de forma majestosa pelo homem, como Aldo reagiria a essa nova realidade não tão amistosa?


Dante

Dante já havia visto dias melhores, havia conseguido passar pela famosa montanha reversa a custas de sua saúde física, teria valido a pena?

Escorado em sua filha, Dante tentava manter sua postura digna como só a ele poderia ser conferida de um homem forte até nos piores momentos, Astrid deu uma risada contida ao ouvir as palavras de seu pai, o conhecia bem o suficiente pra saber que aquela era apenas uma carapaça de um homem forte que estava sofrendo, mesmo assim, dançou conforme a música de Dante.

— Sei, sei.. —

Astrid era uma jovem notável e conseguiria apoiar seu pai com perfeição, assim, permitindo que ele mantesse sua postura ereta como ele desejara, isso era algo digno de orgulho de Dante, sua filha estava se tornando uma forte mulher.
Ao perguntar se alguém sabia lidar com ferimentos, um homem com aparência prepotente se pôs a frente da dupla.
Homem:
 

— Hã, médico? — analisando Dante completou — Porra, fudido assim, eu cobro um milhao de berries, hahaha — com uma risada aproveitadora ao fim.

Dante estava de frente a uma clara exploração daquela figura aproveitadora naquele ambiente que estava longe de qualquer civilidade, como plano de fundo, Dante ainda podia ouvir uma aglomeração de pessoas torcendo, ou algo do tipo, o que faria nosso orgulhoso aventureiro?

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptySab 06 Out 2018, 08:02

AAAAAAA  ...


Aquele pesar infernal parecia não desgrudar de mim de forma alguma, e eu não gostava nenhum pouco disso. Não eram os ferimentos, eu já lutei e ameacei pessoas em condições piores, era apenas uma melancolia que provavelmente ficaria um bom tempo. Isso eu concluía percebendo que não me restava nem vontade de revidar o desrespeito do charlatão que se pôs a minha frente. – Pegue e faça o que tiver que ser feito. – Diria seco enquanto apanhava o dinheiro e estendia minha mão para dá-lo. Esperando o fanfarrão pegar as notas, seguraria firme nas mesmas, relutante e com uma expressão de raiva sendo reprimida.

– Não... Me sacaneia – Minha voz saía distorcida por conta dos dentes que estavam rangendo, junto de uma veia saltando na testa. No fim, iria ceder o dinheiro. “Ou metade dele. Se não vou usar a força, quem sabe a cabeça então...” Outra emoção saía por cima da raiva, deixando os dentes àmostra num sorriso forçado... Era orgulho. – O resto eu te pago quando o serviço estiver terminado. – Ao fim deste momento, não diria uma palavra a mais, apenas daria alguns segundos de atenção para o barulho estranho de “platéia” que eu ouvia, tentando gravar a direção.

Se em alguma hora ele tentasse qualquer "gracinha", imediatamente iria estender meu braço e puxá-lo pelo dele, dando-lhe um simples e reto soco na fuça com a outra mão. Contava também com a ajuda de Astrid, e a todo o momento estaria de olho aberto. Afinal, não estava acostumado com aquelas terras, tampouco com médicos gananciosos sem um jaleco brilhando de limpo...

Seguindo as instruções do dito então médico, me sentaria em algum lugar se possível, nem que fosse o chão, para proceder com os tratamentos. Vez ou outra cerraria meus punhos para reprimir a dor que o processo poderia acabar me proporcionando, pressionando os dentes imaginando que isso poderia me ajudar de alguma forma. – Pega essa merda e some da minha frente. – Falaria num tom frio como o gelo assim que acabasse, entregando o dinheiro. “Não me lembro quando foi a ultima vez que falei assim com alguém.” Meus olhos baixariam, mirando o chão com melancolia um suspiro seria dado.

Por fim me levantaria lentamente, receoso de sentir dores. O fardo que carregava desta vez era mais pesado, mesmo para alguém como eu. Com passos lentos tentaria chegar ao lugar que me chamara a atenção outrora, almejando matar minha curiosidade, já que eu não conseguia fazer isso com a culpa que eu carregava. "Cara... Eu só queria uma goiaba agora..."




Spoiler:
 

Histo Rikko:
 
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Última edição por Galaxy Dante em Dom 07 Out 2018, 08:22, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptySab 06 Out 2018, 14:04


Aquele homem grotesco teve a petulância de me interromper, e ainda por cima me chamar de moleque.  Trinta anos bem vividos para ser chamado assim de uma hora para outra. - Eu sei que posso estar bem conservado, mas já estou no auge de meus 30 anos.  Isso é o que? Setenta por cento da média de vida da população em geral? - Então com um sorriso no rosto, olharia em volta e perguntaria. - Sem mais enrolações nobre comedor de mortadela.  Preciso de um lugar para trabalhar em meus projetos.  Pode me ajudar ou não? - Então aguardaria a resposta do brucutu.  Com toda certeza tinha notado que o sanduíche era de peixe, mas geralmente gosto de falar o que vem à cabeça.  Se houver um preço em berries para isto, com certeza estou disposto a pagar.  Preciso de uma espada nova urgentemente.

Se o homem aceitasse e houvesse algum tipo de negociação, eu instalaria por ali e confeccionaria a minha espada usando uma barra de aço e minha katana antiga.  Levaria o tempo que fosse possível para terminar o trabalho.  Ao fim de tudo, guardaria a nova peça comigo e me despediria do brutamontes. - Obrigado por tudo… Talvez algum dia eu volte por aqui.  Se isto acontecer passarei bem longe da sua caverna, pode ficar tranquilo.

Então acenaria para Rosy ao me encaminhar para fora do lugar, para que a mesma me acompanhasse.  Olharia para o céu para tentar observar em que ponto do dia estamos, apesar de não ter noção exata do tempo.  Ao menos sai quando é noite ou dia, e isto já me basta. - Então Rosy… Precisamos dar um jeito de seguir até onde a nossa bússola aponta.  Tem alguma ideia? - Então observaria a garota jocosa com alguma atenção.  Ela havia nos dado um rumo, e agora talvez nos desse um meio de chegar até lá.

De toda forma, eu preciso estar atento neste lugar cheio de perigos.  Estar de olhos abertos a todo instante para não ser pego desprevenido é uma prática a ser adotada por todos que perambulam por aqui.  Se algo me chamasse a atenção, certamente minha curiosidade me levaria até lá.  Hipoteticamente.


Criação de Armas:
 

Histórico:
 


Última edição por Shogo em Dom 18 Nov 2018, 10:10, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptyTer 09 Out 2018, 15:50


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O homem observou a atitude de Dante ao dar apenas metade do dinheiro com a justificativa de que daria a metade depois. Foi clara a sua feição que mostrava o indivíduo pensando e considerando o argumento do homem moribundo porém orgulhoso e não demorou muito para aceitar este. Disse em seguida para  Dante e Astrid, que naquele momento era o único motivo pelo qual nosso estimado herói ainda conseguisse se movimentar, que o seguissem. Após caminhar naquela fina maresia que dificultava a visão de todos, depararam-se com a entrada de uma caverna, onde ainda sim o homem continuaria a caminhar em direção a parte interior desta.

O interior da caverna não poderia ser mais rústico, haviam bancadas de trabalho com tubos de ensaio e alguns leitos, todos feitos de pedaços de madeira claramente proveniente de restos de barcos que não sobreviveram a travessia pela montanha reversa, os móveis não eram feitos com exata maestria, mas claramente haviam posto esforço em construí-los, por todo canto havia manchas de sangue seco e a iluminação se dava por conta de alguns objetos parecidos com velas, que podiam ser vistos aos montes espalhados pelas mesas e pelo chão. Em cima de um dos leitos havia um homem gordo, sujo e imóvel com a barriga para cima e os braços jogados em direção ao chão, um observador poderia dizer tranquilamente que aquele homem estava morto.

O homem que havia escoltado pai e filha até o local, caminhou até o robusto que estava deitado, fechou a mão e, com o que parecia ser toda a sua força, desferiu um golpe na barriga gorda, porém, nada aconteceu. O homem então tomou distancia e deu um chute digno do filme "300", também na barriga do inerte humano. Desta vez, o homem gordo levantou-se num pulo, assustado.

— Porra Kleyton, eu vou viver cem vidas e nunca vou conhecer alguém com um sono tão pesado quanto o teu, também né, bebendo pra caralho... —

Kleyton se espreguiçava enquanto ouvia as palavras.

— Moãããããããm — bocejou — Yuri eu tenho que parar de beber mesmo, já estou no meu terceiro fígado... o que tem ai para mim? —

— Tenho esse maluco aqui, ta todo fudido, dava até pra ta morto já, mas ta ai, de algum forma... —

Kleyton avaliou rapidamente Dante com os olhos e então disse:

— Deite-se meu filho — referindo-se a Dante — Yuri, traga um balde novo de água para mim —

Yuri então, pegou um balde que estava em um canto da caverna, dirigiu-se até uma estrutura de tubos de ensaio, que gotejava água dentro de um enorme becker, de dentro, Yuri tirou a água para alimentar o balde que levou até Kleyton. Com o balde, Kleyton lavou as mãos e passou a examinar Dante com mais precisão.

— Meu filho, não sei como você está vivo, esse lugar não para de me surpreender... — Kleyton dizia ao ser interrompido por Yuri — Ele pagou já chefe — então Kleyton retomou enquanto terminava de examinar Dante — Pois bem, você precisará ficar aqui por um tempo, conhecendo o Yuri, ele deve ter pego dinheiro o suficiente para que além do tratamento, vocês paguem também pela comida daqui e, minha filha — dirigindo-se a Astrid — fique a vontade para dormir em qualquer lugar desta caverna, até mesmo nos leitos, enquanto eu tomo conta deste homem, quanto a comida, você precisará acompanhar Yuri para buscar, com o dinheiro não será difícil.

Sendo assim, Kleyton começou o tratamento de Dante.

Imediatamente, ele teve sua atenção voltada as balas alojadas no corpo de Dante, a preocupação para que estas não infeccionassem era primordial, o médico mostrou-se bem habilidoso em seus primeiros movimentos, entretanto, a precariedade do local não agraciou Dante com a opção da anestesia, tão pouco uma bebida alcoólica estava a sua disposição para amenizar a dor que estaria por vir. Dante é de fato um homem forte, resistiu, cerrou os punhos com toda a força, afinal, sua filha estava ali e seu orgulho estava em jogo, não havia sido o suficiente e Dante acabou por desmaiar. Ao acordar, Dante pôde ver ainda com visão turva, Astrid chegar carregando um enorme peixe, podia sentir também uma dor diferente em seus ferimentos mais recentes, aquela dor entretanto não era nova para Dante, tratava-se de uma dor que ele conhecia, seus ferimentos haviam sido costurados, antes de perder novamente a consciência, Dante pôde notar por conta da dor que o médico mexia em suas costelas. Na segunda vez que acordou, ele estava enfaixado, do começo do abdômen até o começo do seu peito, pegando todas as suas costelas, pôde ver e sentir Astrid praticamente empurrando uma espécie de mingau pela sua goela enquanto ouvia ao fundo — Minha filha assim você vai matá-lo engasgado — e a voz feminina — Se ele morresse por um motivo bosta desse, eu nunca o perdoaria! — Dante ainda não podia reagir, estava debilitado demais para pronunciar algo e perdeu a consciência, pela terceira vez. Finalmente, ao acordar também pela terceira vez, já sentia melhor, seus ferimentos estavam todos cobertos por bandagens e curativos, talvez o homem já pudesse andar, ao seu lado, sua filha com uma cara de brava o encarava, juntamente com uma vasilha contendo aquele mingau.

— E aí bela adormecida, vai levantar quando? — Astrid poferiu de forma retórica, seguida pela voz de Kleyton ao fundo, que se distanciava conforme as palavras chegavam ao ouvido de Dante — Deixe ele minha filha, foram quatro dias difíceis! —

Dante com certa dificuldade levantou e estava sozinho com sua filha, caminhou com certa dificuldade, porém sozinho, para o desconhecido barulho que ainda ecoava pela maresia, seus ferimentos haviam sido tratados por alguém que de fato sabia o que estava fazendo, mas a pergunta é:
E os ferimentos em seu orgulho, o quão grandes estavam? E como Dante lidaria com isto?

No foco do barulho havia uma roda de pessoas, no meio haviam dois indivíduos se preparando para entrar em combate, com um enorme homem servindo como uma espécie de Juiz na borda do "centro" daquele círculo, aquilo parecia ser a atividade central do Farol.


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— BAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARARARARARARÁ!!!!! — a gargalhada estrondosa do homem ecoou pela caverna a fora — TRINTA anos e se acha velho, você ainda não chegou a metade da minha idade, moleque! baaaaaaararararará! — terminou rindo novamente, só que dessa vez mais contido — Mas você deu sorte, gostei de você! Normalmente esses novatos vem aqui pedindo favores, que eu faça isso e aquilo, baaaarararará! Quero ver do que você é capaz moleque, só tenho uma condição quanto a usar a minha forja e bigorna, se o serviço for uma merda, todos os seus pertences serão meus, essa é a nossa aposta! — desta vez o homem não riu, apenas olhou seriamente para Aldo, apesar da sua percepção normal, ele percebeu a seriedade e imponência naquele olhar, Tom não seria uma boa opção para se arrumar uma briga.

— Bem, eu preciso resolver algumas coisas, pode usar o que eu tenho ali pra fazer comida pra você, apenas não durma na minha cama! — disse Tom, enquanto saía de sua caverna — BAAARARARÁ! Trinta anos, não aguento — foram as últimas coisas escutadas por Aldo.

O homem de meia idade então, começou os seus trabalhos, durante quatro dias ele trabalhou naquela peça que seria usada para cortar novas carnes, dormiu no chão e se alimentou de pão e peixe que Tom havia deixado, Rosy reclamava algumas vezes que queria logo matar alguém, que sentia saudades do sangue jorrando, mas compreendeu que seu companheiro precisava de uma nova arma para agraciar a Deusa da morte. A forja e a bigorna eram excelentes, perfeitos para a confecção da espada que Aldo almejava, ao final do quarto dia, ele já possuía a espada em suas mãos, quando Tom finalmente retornava, ele possuía uma faca cravada embaixo de seu peito esquerdo e parecia não se importar ou até mesmo não havia percebido que ela estava lá, em suas mãos trazia diversos itens, entre comidas variadas e pedaços de metal.

— Hum, acabou, deixe-me ver. — Tom deu uma rápida olhada na espada — Ah moleque, parece que foi hoje que você manteve seus pertences, bararará. — terminou, ouviu Aldo se despedir e retrucou — Até nunca então, moleque e lembre-se, seja educado na próxima vez! Baaarararará! —

Aldo então saiu com a sua jovem acompanhante, questionando-a que respondeu:
— A gente precisa arrumar um barco, né? Não sei como as coisas funcionam por aqui, só ficamos naquela caverna esquisita.. Mas você ta ouvindo esse barulho? Vamos até lá pra ver o que ta acontecendo, parece uma confusão e confusão sempre termina em sangue! hihihi — disse a jovem rindo de forma maníaca e então seguiram até o local.

No foco do barulho havia uma roda de pessoas, no meio haviam dois indivíduos se preparando para entrar em combate, com um enorme homem servindo como uma espécie de Juiz na borda do "centro" daquele círculo, aquilo parecia ser a atividade central do Farol.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptyQui 11 Out 2018, 05:39

So, lets Go On ...


O local que eu estava era tão deplorável e improvisado... Uma caverna, com móveis feitos de resto de navio. Naquele momento, tudo que eu podia pensar era que meu corpo ainda conseguia ganhar do lugar em termos de “estar fudido”. Fisicamente estava acabado, sobretudo, não era só meu corpo que estava ferido...

Imóvel e sem esboçar reações, como um robô. Foi assim que eu fiquei boa parte do tempo, mesmo durante todo o monólogo do médico eu não sentia vontade de respondê-lo. Na verdade, eu não sentia vontade de fazer nada além de cair morto em algum canto. A única coisa que sairia pela minha boca ao fim da conversa, ia junto do resquício de esperança que me sobrava – Não vá a nenhum lugar longe demais, Astrid... – Diria com uma voz rouca e fraca, condizente com a minha situação. Ser durão me impedia de demonstrar afeto, sentia vergonha de dizer algo mais carinhoso, e de vergonha eu já estava cheio.

E assim começaria, apenas mais uma tortura, de muitas que eu já havia passado. Sabia que no fundo, essa era uma das piores. Uma troca totalmente injusta. Eu ganhava um mar abundante de dores e perdia qualquer resquício existente do meu orgulho desmaiando naquele estado deplorável. Era apenas perda, e como todo perdedor, eu teria que me levantar do chão em que caí.

— E aí bela adormecida, vai levantar quando? — As primeiras palavras que eu ouvia eram bastante amigáveis e familiares, isso me impulsionava um pouco que fosse para levantar junto do meu orgulho naquele instante. Ergueria o corpo lentamente, receoso pelas dores tentando evitá-las. Junto de um breve grunhido, baforava oxigênio, respondendo – Tu me chamou do quê? – Levantava com um sorriso usando o próprio orgulho como combustível, como quase sempre. Não eram as palavras usadas ou o adjetivo, mas sim a informação que elas carregavam que me despertava.

Eu havia ficado deitado por quatro dias... Desde que cheguei aos Blues, nunca fiquei em algum lugar por mais que um dia. Era deprimente ficar parado por tanto tempo, sentia os deuses esfregando na minha cara de que eu estava sendo nada além de um saco de merda.  – Nós já perdemos tempo demais aqui. – Dizia sem uma necessidade de resposta. A única coisa necessária a se fazer antes de sair daqui seria só uma.

Ficaria imóvel, com os olhos arregalados por um segundo encarando o médico gordão. Não sabia bem como fazer aquilo. Nunca tinha sido ferido tão gravemente assim, nem sentia tamanha divida guardada. Com o corpo duro e ereto, cerrava meus punhos colando os braços ao corpo e por fim curvava minha coluna para frente, agradecendo com um gesto, já que não conseguia expressar com palavras. Por um segundo, meus olhos estariam cheios de água, mas eu não permitiria que uma gota sequer fosse derramada.

Contudo, seguia em frente. E o que aparecia nela era bem duvidoso, na verdade. As pessoas do farol se mostravam cada vez mais primitivas, era um tanto estranho para um lugar tão fantástico como a grande linha. – O que esses fudidos estão fazendo? – Jogava a pergunta no ar com ironia, eu sabia bem o que eles estavam fazendo, só não o por quê. Aproximaria-me na roda, passando pelas pessoas e empurrando algumas suavemente se necessário para poder ver bem a luta. Ao lado de um, perguntaria. – Por que eles estão lutando? – Ficar nos bastidores bastava para mim por hora. Lutar talvez não fosse a melhor escolha, senão houvesse um bom motivo. – Sabe onde tem goiabas por aqui? – Continuaria a conversa por uma causa nobre, sentia falta da maior criação dos deuses já havia algum tempo.






Histo Rikko:
 

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Última edição por Galaxy Dante em Qui 11 Out 2018, 21:09, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptyQui 11 Out 2018, 19:56


Agora sim, com uma nova espada qualquer inimigo me respeitaria com certeza. - Veja Rosy... Esta foi feita para subjugar meus inimigos, com estilo.  Seu nome deve ter algo relacionado à morte.  Hmm... A carniceira dos deuses... Gorr... Seu nome será Espada de Gorr... Necro-espada de Gorr.  Perfeita. – Meus olhos cintilavam com a luz refletida naquela lâmina novíssima.

Até mesmo Tom apreciou o trabalho quando conferiu o resultado final, me deixando ficar com meus pertences.  Agradeci com um acendo antes de sair daquele belo imundo local de trabalho acompanhado da minha garota.  Ela que já há algum tempo ansiava por um pouco de sangue, me reclamara várias vezes por conta disso.  O que nos chamou a atenção foi a disputa do lado de fora da caverna.  Ali, dois homens batalhavam enquanto eram vigiados por um tipo de juiz, com direito a plateia maltrapilha.  - Aí está Rosy.  O sangue que você estava procurando, pequeno satanás. – Então com um sorriso no rosto, pegaria um de meus charutos e o acenderia após colocá-lo entre os lábios.  Rosy costumava ser imprevisível, e vê-la em ação era sempre muito interessante, apesar de nos meter em confusão na maioria das vezes.  Aquela foice cortava o couro do mesmo modo que uma faca quente atravessa a manteiga.
Uma vez aceso o charuto, perguntaria para alguém da plateia do que se tratava aquela luta. - Como faz pra apostar nisso aí? – Diria franzindo o cenho, um pouco mais feliz já que havia sido informado que trinta anos não era sinônimo de idade avançada. - Sabe certa vez eu participei de uma dessas justas, e apostei todo o meu dinheiro em mim mesmo.  Ia ser a luta do século em Dawn Island, o grande soldado Aldo Rahner, o Lobo Branco, contra Boberto Carlos o terrível.  O outro cara era maior e tinha uma perna mecânica, então todas as outras pessoas apostaram nele.  Se eu ganhasse um único round ficaria tão rico quanto poderia gastar.  Infelizmente o evento foi cancelado devido às fortes chuvas de março.  Todos tivemos que pedir o reembolso. – Então estalaria os dedos das mãos, ainda duros depois dos trabalhos na forja.  Observando a luta, tentaria prestar atenção aos combatentes em seus detalhes.  O gosto pela batalha me atiça ao ver esse tipo de evento. - Sabe quem coordena essa bagunça?

Se conseguisse tal informação, me dirigiria a tal pessoa (se houvesse) e perguntaria sem nenhum receio. - Quero participar da competição.  Tem algum tipo de recompensa para o vencedor ou é só pelo esporte? – Aguardaria alguma resposta, com tranquilidade. - Sou Aldo Rahner, o Lobo Branco de Dawn Island... Pode anunciar aí... – Um sorriso convencido estamparia meu rosto neste momento, fazendo a cicatriz se mover levemente.  Então alongaria o pescoço, e procuraria Rosy pela plateia.  Gostaria que ela não se envolvesse em confusões, mas aquilo era improvável.  A garota é um barril de pólvora.


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Última edição por Shogo em Dom 18 Nov 2018, 10:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra EmptyDom 14 Out 2018, 22:11

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— MARAHAHAHAHA! MUITO BEM, MUITO BEM! DESTA VEZ TEMOS NO CENTRO DA RODA UMA LUTA ENTRE IUDRIC OLHO DE VIDRO E LEINAR CANELA DE MARMELO — Dante e Aldo podiam ver o enorme homem que se comportava como um tipo de juiz, anunciar os combatentes aos berros, que pareciam ecoar por todas as partes do farol, ao lado de Karthus, uma enorme figura que era famíliar a Aldo se acomodava segurando uma caneca digna de seu tamanho, parecendo ter certa intimidade com o juiz — DESTA VEZ, TEMOS EM DISPUTA A HONRA DE IUDRIC! ESTE DISSE QUE LEINAR ASSASSINOU UM COMPANHEIRO DE BARCO DELES AINDA NOS BLUES! COMO SABEMOS, A APOSTA É SEMPRE EQUIVALENTE E A HONRA DE TODOS OS SERES NOJENTOS QUE HABITAM ESTE LOCAL É DE CINCO MILHÕES DE BERRIES! PREPAREM-SE E... — neste momento o Juiz pegou uma pistola de seu coldre, apontou para cima e disparou, num claro sinal para o início do combate.

Iudric enfurecido avançou com extrema velocidade para cima de Leinar, deferindo socos e pontapés, a defesa veio de forma impecável da parte de seu oponente, o canela de marmelo sabia lutar, na verdade, os dois sabiam lutar. Dante e Aldo observavam aquilo com uma admiração, o Farol, o ponto de partida da Grande Linha era um aperitivo, que eles estavam no lugar onde os fortes deveriam estar, ali não era lugar para qualquer um.

Aldo acendia seu charuto e fazia suas perguntas, assim como Dante procurava uma goiaba, mas a platéia parecia não se importar com as suas palavras, o combate era claramente mais chamativo. Como uma saraivada de flechas, as pernas de Leinar retribuíam a investida de Iudric, o canela de marmelo só utilizava estas para atacar, talvez daí viesse seu apelido, a troca de golpes e suas defesas eram incessantes, apesar de Karthus ter dito que havia um valor pela honra, Leinar com certeza não lutava apenas pela quantia, ele lutava também pela sua honra. Aldo e Dante podiam ver um golpe ou outro ser conectado, o sangue jorrava do corpo dos combatentes enquanto o sangue de nossos heróis fervia dentro de seus corpos. O cheiro, o ambiente, o clima... Era exatamente aquilo que ambos gostavam, a cena violenta mexia com as suas cabeças como se uma presa estivesse na frente deles,  eram verdadeiros cães de guerra!

Depois de um combate corrido, um round housekick levou Iudric ao chão desacordado, Karthus então declarou o muito ferido Leinar como vitorioso, então, o juiz pegou um recipiente e passou no nariz do homem desmaiado que apesar de ainda bastante ferido, acordou.

— MARAHAHAHAHA! EXCELENTE LUTA! — o homem por algum motivo continuava gritando — AGORA PAGUE A SUA APOSTA! — e com muito esforço o homem respondeu — E... eu não tenho.. — nesse mesmo momento o semblante do juiz mudou, a personificação da raiva podia ser vista em seu rosto, Leinar se pronunciou — Karthus, eu perdoo a dívida da aposta! — Karthus com os olhos fixados em Iudric disse, dessa vez com a voz extremamente calma — Aposta é aposta. — e em um instante, um soco que mais pareceu um meteoro esmagou a cabeça do pobre homem deitado no chão, a platéia foi ao delírio com o fim de um aventureiro.

Karthus retomou a sua feição original e anunciou enquanto jogava o corpo do homem para longe, com uma força assustadora que fez o que restou daquele corpo sumir em um instante, podia ser visto uma lágrima escorrer dos olhos de Leinar, seu amigo estava morto.
— RESOLVIDO OS TERMOS VAMOS A PRÓXIMA LUTA! MARAHAHAHAHA! AS IRMÃS GÊMEAS DO NORTH BLUE, LINDA E LOUISE TRAIN, APOSTAM A SUA ESCUNA POR TRÊS MILHÕES DE BERRIES! ALGUÉM ACEITA A APOSTA?! —
Gêmeas:
 
Como abelha atrás de néctar, Rosy se aproximou do centro da roda onde as gêmeas já estavam, ela passou a língua na lâmina de sua foice, como se sentisse tesão com a proximidade da batalha e disse — Ai que delícia... como eu estava com saudade! hihihi — e um sorriso que seria sexy, desta vez, saiu de forma demoníaca.

Dante observava a cena, a vontade de comer uma suculenta goiaba já começava a tomar um espaço considerável em sua mente, ao encarar a gêmeas, podia jurar que a sujeira no canto da boca de uma delas era proveniente de uma goiaba!

Aldo observava sua garota se lançar ao combate, quando Karhtus pronunciou — MUITO BEM GAROTA DEMONÍACA, E QUEM É A SUA DUPLA?! —

Dante estava delirando? Aldo apenas observaria a sua comapanheira?

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